Sazonalidade é quando um fator externo interfere nos resultados de um negócio. Isso pode ser de forma positiva ou negativa. É positiva quando aumenta a quantidade de vendas, como no Natal, por exemplo. E negativa quando há uma baixa, como uma sorveteria no inverno.
A sazonalidade de mercado é um fator que impacta diversos empresários e acaba comprometendo o desempenho de várias empresas. Assim como, também pode representar oportunidades de negócios em algumas situações. Mas afinal, o que é sazonalidade? Como ela realmente impacta as empresas positiva e negativamente? Como se prevenir? É o que você vai descobrir agora ao ler o nosso artigo!
Primeiramente, o que é sazonalidade?
No mundo empresarial, podemos definir a sazonalidade como todo e qualquer fator externo que possa influenciar nos resultados de um determinado negócio.
Vamos a um exemplo prático: uma sorveteria passa por um período de sazonalidade durante o inverno ou dias de temperatura baixa. São situações em que os consumos de sorvetes caem drasticamente, afetando as vendas da sorveteria em questão.
É importante ressaltar que a sazonalidade pode ser positiva, como é o caso do grande aumento de vendas no comércio em datas especiais, como dia das mães, dia dos pais, natal e ano novo, por exemplo. Nestes casos, cabe a essas empresas a tarefa de explorar ao máximo as oportunidades proporcionadas por essas sazonalidades.
Como explorar a sazonalidade positiva?
Primeiramente, é preciso ter um amplo conhecimento sobre o seu ramo de atividade. Dessa forma, é possível ficar atento a possíveis oportunidades que podem surgir no decorrer do ano. Todos os períodos sazonais precisam ser previamente planejados pela sua empresa.
É bastante recorrente que algumas empresas não se preparem adequadamente para este período. Seja não abastecendo o seu estoque suficientemente ou não aumentando a produção de sua equipe, dentre outras situações. Períodos sazonais positivos para a empresa certamente exigem atenção especial em relação a estes fatores.
Como se precaver contra sazonalidade negativa?
Se por um lado as sazonalidades positivas representam oportunidades reais de negócio para a sua empresa, as sazonalidades negativas podem gerar prejuízos se não forem devidamente planejadas com antecedência.
Vamos utilizar novamente o exemplo da sorveteria. Quem é proprietário de uma sorveteria, certamente conhece os aspectos climáticos da região em que atua e sabe os períodos de baixa temperatura, podendo assim se programar para estes períodos.
Se o consumo de sorvetes e derivados como milk-shakes são reduzidos nesses períodos, é preciso pensar em outros produtos como alternativas às baixas temperaturas, tais como café e chocolate quente, por exemplo.
Independente do seu negócio, a sazonalidade deve ser encarada com produtos complementares que possuem uma demanda que não sofra variação neste período. Para identificar quais produtos podem suprir este período, é preciso analisar o contexto desta sazonalidade e a época do ano em que ela ocorrerá, para que seja possível avaliar as potenciais oportunidades.
Outro bom exemplo de adaptação a um período sazonal, são as empresas de ar-condicionado, que certamente recebem uma maior procura durante o verão, passarem também a vender produtos como aquecedores de ambiente durante inverno e outono, por exemplo.
Tanto para reforçar o estoque em meio a uma sazonalidade positiva, quanto para se precaver contra possíveis prejuízos causados por uma sazonalidade negativa, é essencial possuir um certo capital de reserva. Entretanto, este cuidado não é tomado por muitos empresários. O recomendável é guardar em torno de 30% do lucro mensal obtido pela empresa, para enfrentar os períodos de sazonalidade com segurança.
Cuidado com pequenas sazonalidades
Vender produtos complementares, que possam suprir os períodos de sazonalidade, só é válido em caso de períodos realmente significativos de sazonalidade. Tenha muito cuidado ao realizar estas ações em períodos sazonais muito curtos. Veja um exemplo: um açougue certamente será afetado por uma sexta-feira santa. As vendas serão baixíssimas e até mesmo existem grandes chances de não se vender absolutamente nada.
Mas neste caso, pelo fato de o período sazonal ser de apenas um dia, será que realmente vale a pena apostar na venda de peixes, por exemplo, que são produtos altamente consumidos neste dia? Em apenas um dia, se corre o risco de não conseguir vender esses peixes e assim perder dinheiro.
Isso porque além de adquirir os peixes para a comercialização, teria que ser feita uma ampla divulgação em redes sociais e demais meios com informações sobre o dia que o açougue vai vender peixes. Também seria preciso criar diferenciais para que um determinado cliente opte por comprar peixes no açougue em detrimento da sua peixaria ou do mercado no qual costuma comprar normalmente.
São muitas questões envolvidas no que diz respeito a um dia apenas de sazonalidade e que certamente exigiria um tempo maior para serem pensadas de uma forma eficiente. A melhor alternativa neste caso é fechar o açougue por um dia, já que não venderá praticamente nada, do que apostar em produtos que não vão trazer um retorno garantido.
O salão de beleza é um tipo de negócio bastante rentável para o empreendedor que resolve investir neste ramo. Os cuidados com a beleza e com a saúde dos cabelos são práticas que não param, mesmo quando a economia está instável. Obviamente, o sucesso e a estabilidade de um salão de beleza depende muito da boa administração do gestor, além da oferta de um serviço de qualidade, dentre outros fatores. Confira aqui como montar um salão de beleza.
A primeira coisa a ser pensada é o valor necessário para investir em um salão de beleza. Por ser um empreendimento que utiliza muitas máquinas, objetos e produtos de tratamento, além dos gastos com aluguel, água, luz e internet é um negócio que exige uma quantia considerável.
Em média, dependendo do tamanho do salão e dos serviços oferecidos, montar um negócio do tipo custa entre R$ 5 mil e R$ 10 mil reais. Mas, claro que nada impede que você comece seu salão de beleza com pouco, usando os acessórios e produtos que já tem, a sua própria casa e seus itens pessoais até ganhar mais clientes e expandir o seu negócio.
De qualquer forma, é interessante ter um valor para investir previamente, além de uma reserva para os momentos mais delicados, em que os clientes diminuem e você ainda tem que arcar com as despesas fixas como água, luz, internet, telefone e salário da equipe.
Planejamento
Aqui começa a real prática do negócio. Você terá que planejar tudo relacionado ao salão de beleza. Depois de definir o valor que vai investir, você deve verificar o espaço onde funcionará o salão.
Terá que pagar aluguel ou é um espaço próprio? Precisa fazer alguma reforma ou alteração local? Como ficará a organização desse espaço?
Lembre-se que terá que acomodar espelhos, máquinas, cadeiras, poltronas, expositores, armários, mesinhas de apoio, lavatórios, carrinhos de apoio, além de promover uma circulação segura para todos.
Outro ponto importante é decidir quais serviços o salão de beleza vai ofertar. Lembre-se que quanto mais serviços, mais produtos, máquinas e profissionais serão necessários para dar conta da demanda.
Decida também se vai contratar profissionais, ajudantes ou se vai trabalhar sozinha por enquanto. Defina o horário de atendimento, os preços dos serviços, por exemplo.
É muito importante que você saiba como o mercado de beleza está funcionando no momento. Existem cortes e serviços que são tendência? O que está atraindo mais as mulheres? Os homens estão cada vez mais preocupados com a estética, você sabia?
Portanto, esteja sempre atualizada em relação a tudo que acontece. Afinal, fazendo esse controle, você consegue ter muitas ideias boas de promoção, de serviços novos, sempre de acordo com o que o seu cliente deseja.
Defina a localização
A localização do seu salão de beleza é primordial para o seu sucesso. É muito comum que o empreendedor use a própria casa para montar o negócio porque não precisa pagar aluguel, por exemplo. Contudo, nem sempre esse é o melhor ponto para atrair a clientela.
Sem contar que pontos localizados em áreas mais nobres geralmente são mais lucrativos por causa do público atendido. Geralmente, esse público não se importa em pagar um pouco a mais por um bom serviço. Nem sempre acontece isso em um salão de beleza dentro de um bairro mais popular, por exemplo.
Caso se decida por alugar um espaço, conheça bem o lugar ao redor, se é acessível, se existe concorrência, como essa concorrência trabalha e o que você pode fazer de diferente para se destacar e atrair mais interessados.
Conheça o Público-alvo
O seu público-alvo é quem vai decidir os serviços que seu salão de beleza vai prestar e é quem vai fazer com que o seu negócio seja um sucesso. Portanto, conheça todas as características possíveis desse grupo: seus hábitos, o que consomem, qual é a renda deles, suas preferências, estilo de vida etc.
A partir dessas informações, é muito mais fácil pensar em promoções, definir serviços, inovar no atendimento etc.
Defina os serviços do seu salão de beleza
Quais serviços o seu salão de beleza vai oferecer? Os serviços mais comuns são aqueles básicos como corte masculino e feminino, hidratação e esmaltação de unhas. Outros mais complexos envolvem aplicação de química, serviços de estética e cuidados para o corpo e rosto.
Defina os serviços de acordo com o tamanho do seu espaço e do seu público. Não oferte uma grande demanda de serviços, se o seu ambiente é pequeno e não daria conta da quantidade de atendimentos. E foque naquilo que o seu cliente precisa.
É claro que quanto mais variedade o seu salão de beleza tiver, melhor para o cliente. Contudo, não adianta oferecer muita coisa com baixa qualidade ou com muita demora no atendimento.
Forme uma boa equipe
É muito comum que a pessoa que monta o salão seja a principal e, às vezes, única profissional a atender. Isso acontece muito no começo de cada negócio. Contudo, prepare-se para ampliar a sua equipe de colaboradores já pensando no aumento da demanda.
Ao fazer essa contratação, lembre-se que o profissional representa o seu salão. Então, faça uma boa seleção, invista e valorize as capacitações e esteja sempre atento ao feedback dos clientes. Para que um salão de beleza tenha sucesso, toda a equipe deve estar engajada, prestando serviços de qualidade.
Invista em Marketing
Ter um bom plano de marketing faz total diferença no seu negócio. E esse plano começa na hora de escolher a identidade visual do salão. Ou seja, aquilo que vai representar a sua marca. A identidade visual inclui o nome, as cores, a fonte da letra e os símbolos usados na representação do seu negócio.
Outro ponto de extrema importância é a divulgação do espaço. Assim, crie um perfil do seu salão de beleza nas redes sociais para divulgar as promoções e os serviços. Distribua panfletos pelo bairro, faça parcerias com pessoas influentes do local ou com outros prestadores de serviço.
Vale também investir na produção de conteúdo que é quando você informa o seu cliente através de informações úteis. O Instagram oferece várias opções para fazer isso, seja usando a caixa de perguntas, fazendo lives ou no próprio feed.
Adote também o agendamento online por WhatsApp ou Instagram. Afinal, essa é uma prática super atual e agiliza muito o seu contato com o cliente.
Lucro do salão de beleza
Definir o lucro de um salão de beleza é uma tarefa que depende de vários fatores. Mas a estratégia básica é colocar no papel todos os seus custos, fixos e variáveis, e decidir o valor de cada serviço de forma que ele cubra os seus gastos e ainda gere lucro. Afinal de contas, um negócio precisa custear todas as despesas e fazer você lucrar também.
Além disso, leve em conta as suas capacitações, a localização do salão, o valor que a concorrência cobra, a complexidade de cada serviço, o seu horário de atendimento etc.
Tipo de empresa que o salão de beleza se encaixa
Ao iniciar as atividades, um salão de beleza pode se encaixar no MEI (Microempreendedor Individual). Nesse tipo de empresa, o faturamento deve ser de até R$ 81 mil anuais e é possível contratar até um funcionário.
Caso o seu salão cresça e tenha um faturamento maior, ele deverá se encaixar em outro perfil de empresa que é a ME (Microempresa) que possui faturamento de até R$ 360 mil por ano e pode contratar até 10 funcionários.
Então, entenda bem como sua empresa funciona e quais as necessidades dela. Dessa forma é possível encontrar o tipo de empresa que ela se enquadra melhor. Também fique atento quanto ao regime tributário que cada uma adere.
Salão de beleza pode ser MEI?
Sim, um salão de beleza com CNAE 9602-5/01 – Cabeleireiros, manicure e pedicure, pode ser MEI.
Considerações finais
Como vimos, montar um salão de beleza é um negócio muito rentável. Afinal, o ramo da beleza, estética e cuidados com o corpo só cresce no Brasil.
Contudo, é preciso fazer um bom planejamento, analisar todas as especificidades do negócio, ter um bom plano de marketing e, claro, oferecer um serviço de qualidade.
Por fim, não se esqueça de legalizar o seu salão, optando pelo tipo correto de empresa, de acordo com o seu faturamento.
A atração e fidelização de consumidores não é uma tarefa fácil, mas pode se tornar mais simples se você adotar as soluções tecnológicas corretas.
Sem dúvida, a tecnologia pode ser uma grande aliada na atração e fidelização de clientes. Mas como fazer?
A resposta não é única. Na verdade, existem várias formas de usar a tecnologia a favor de um negócio.
O ideal é conhecer as opções, planejar seu uso e aplicá-las de forma que faça sentido à atuação da empresa.
A seguir, apresentamos as principais formas de a tecnologia ajudar seu negócio a atrair e fidelizar clientes, além de alguns exemplos. Continue lendo!
7 formas de atrair e fidelizar clientes com uso da tecnologia
1. Otimização do site da empresa
Ter um site otimizado é essencial para conquistar e manter clientes. Afinal, um site transmite credibilidade e dá ao usuário uma chance de pesquisar sobre a empresa.
Sem um site, parece que o negócio não existe. Isso, porque a internet é, cada vez mais, um ponto de validação pelas pessoas.
Então, a primeira coisa que um negócio deve fazer para atrair consumidores é construir um site e otimizá-lo. Essa otimização precisa ser feita com base no SEO (Search Engine Optimization).
Será preciso, entre outras coisas, definir palavras-chave em que sua empresa se destaca e trabalhá-las no portal. Isso em textos mais simples, de descrição, e em conteúdo Inbound Marketing, principalmente artigos que vão informar o leitor.
A otimização é um trabalho ainda mais importante porque a concorrência na internet é enorme. É preciso marcar presença de forma correta para ter a certeza de que o seu portal vai se destacar.
Por exemplo, se você tem um site de venda de seguros, pode investir nesse tipo de estratégia. Ou seja, aplicar técnicas de SEO, otimizando seus textos com foco no seu público-alvo.
Além disso, investir em marketing de conteúdo, contratar ou manter parceria com corretores que trabalham com as melhores seguradoras do Brasil, entre outras ações.
Assim, seu site conseguirá estar entre os principais resultados do Google quando os usuários pesquisarem por “seguros”. Investir na otimização, bem como oferecer ferramentas certas, atrai os usuários e favorece as vendas.
2. Experiências mobile de qualidade
A experiência mobile consiste em acessar um site pelo celular e conseguir visualizar tudo corretamente. É uma preocupação que as empresas devem sempre ter ao fazer seu portal.
Um site com essa característica é responsivo. Ou seja, ele se ajusta a todos os tamanhos de tela, do smartphone, tablet e computador, e permite ao usuário navegar com conforto.
Esse tipo de cuidado com a tecnologia garante que, independentemente de onde o consumidor tenta conhecer sua empresa, ele consegue acessar normalmente os conteúdos.
3. Campanhas e anúncios online
Outro modo de usar a tecnologia para atrair e fidelizar clientes é fazer campanhas online. Essas publicidades podem aparecer no Google, em outros sites, redes sociais como Facebook, Instagram e mais. Tudo depende do anúncio que seu negócio escolher.
O importante de divulgar a empresa de modo online é que mais pessoas vão visualizar sua marca. Então, é uma oportunidade de conquistar consumidores que ainda nem sabem que o negócio existe.
Também pode ser uma estratégia eficaz para atrair os mesmos consumidores que já compraram com você. Vendo um anúncio online, eles “se lembrarão” do negócio e podem se sentir atraídos para fazer uma nova compra.
4. Sistema de Gestão Empresarial
Aderir a um sistema de gestão empresarial pode trazer facilidade ao dia a dia do negócio e para os consumidores. Por exemplo: o software pode facilitar a emissão de boletos bancários.
O boleto, além do cartão de crédito, é uma das formas mais usadas pelos usuários para fazerem seus pagamentos. Então, ao oferecer essa opção ao cliente, você torna a compra por ele mais fácil.
Sem contar que um sistema de gestão torna o dia a dia da empresa mais simples, com controle financeiro, notas fiscais e mais. A dica é escolher uma opção intuitiva e online, para que as informações possam ser acessadas de onde for preciso.
5. Software de CRM
CRM significa Customer Relationship Management, um software que integra marketing e vendas e ajuda as empresas a atraírem os consumidores.
É uma oportunidade de gerir o relacionamento da empresa com os clientes. Para isso, o negócio passa a contar com uma central de dados completa dos usuários, informações que serão inseridas na plataforma ao longo do tempo, com novos contatos com o cliente.
Esses dados permitem que o negócio personalize suas estratégias de venda e de marketing a cada consumidor. Essa personalização torna a chance de conquistar o usuário maior, pois ele vai receber algo mais próximo do que espera em divulgação ou ofertas.
6. Aplicativo da empresa
Dependendo do tipo de negócio, pode valer bastante a pena desenvolver um aplicativo para ele. Muitas lojas de roupas, por exemplo, têm seus próprios aplicativos para a venda das peças.
Os apps são uma oportunidade de deixar seus produtos e serviços mais em evidência. Afinal, o ícone do aplicativo vai sempre estar na tela do usuário, o que pode “lembrá-lo” de comprar.
Ao mesmo tempo, um aplicativo pode gerenciar notificações e alertar o usuário sobre promoções. É uma alternativa para ficar mais próximo ao consumidor e atraí-lo mais vezes.
7. Automação de marketing
Todo negócio precisa de uma boa estratégia de marketing. Para tornar esse processo mais simples, é interessante que a empresa automatize essas ações.
Por exemplo, enviando e-mail segundo a etapa de compra do usuário. Se alguém visitou o site do negócio e deixou produtos no carrinho, por exemplo, um e-mail automático pode ser enviado para convencer o consumidor a voltar ao portal e comprar.
Além dessas, existem várias outras formas de a tecnologia ajudar a empresa a atrair e fidelizar clientes. A dica é escolher as estratégias que se encaixam melhor no seu negócio.
Combinando os modos de fazer, será mais simples realizar as ações, de marketing, gestão e vendas, e conquistar cada vez mais consumidores.
Lembre-se ainda de planejar essas estratégias de modo detalhado, um plano de ação cuidadoso. Com um passo a passo bem definido, os resultados de atração e fidelização tendem a vir de modo mais rápido.
O mel é um dos produtos mais consumiddos em todo o mundo. Assim, além da função adoçante e do seu sabor, ele é famoso por suas propriedades terapêuticas (como anti-inflamatório, antimicrobiano, antisséptico e analgésico). Mas, também, por ser rico em ferro, magnésio, fósforo e vitaminas. O mel brasileiro, em especial, é mundialmente reconhecido por sua qualidade e por ser orgânico. Essa variedade é cada vez mais difícil de se obter nos países onde as abelhas da criação de abelhas têm contato com plantas geneticamente modificadas ou tratadas com agrotóxicos.
Os principais estados produtores de mel são São Paulo, Ceará, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Piauí. Esses, juntamente com os demais estados, atendem o mercado interno e ainda exportam para Estados Unidos, Alemanha e Canadá. O Brasil apresenta enorme potencial para o desenvolvimento da apicultura e é uma alternativa lucrativa para o produtor rural.
A criação de abelhas pode ser desenvolvida em pequena escala, por hobby ou usufruto pessoal. Ou, ainda, em grande escala, constituindo um negócio com elevado potencial comercial. Além de contribuir para a polinização, a apicultura gera produtos como o mel, a cera, o própolis, a apitoxina e a geleia real. Esses são bastante demandados no mercado interno e mundial.
Principalmente depois da expansão da cultura da alimentação saudável e natural, os derivados da abelha têm ganhado cada vez mais fatias de mercado, seja como produtos finais ou enquanto insumo para outras indústrias, como cosméticos, farmacêuticos e alimentícios.
Para montar um apiário, além da estrutura física, é necessário também buscar conhecimento e entender sobre o comportamento social das abelhas, a biologia do animal e quais são as melhores técnicas de produção e manejo que estão sendo utilizadas. Também é fundamental fazer uma boa gestão do negócio e ter controle eficiente das finanças.
Para começar a criação de abelhas é necessário dispor de uma área verde para a instalação do apiário, de preferência na zona rural e com pelo menos 1500 m², uma vez que as abelhas se afastam da colmeia para buscar flores. Além disso, deve haver uma fonte de água a menos de 500 metros da colmeia.
Alguns fatores podem influenciar na qualidade dos produtos e na produtividade das abelhas. Portanto, aconselha-se que a área escolhida seja preferencialmente seca e com baixa ocorrência de ventos, receba incidência de luz solar e esteja afastada de regiões habitadas por pessoas ou de criação de animais – especialmente se as abelhas tiverem ferrão.
A classificação do mel produzido é determinada pela constituição da flora local e pelo processo de extração, o que resulta em diferentes consistências e colorações. É interessante que o território escolhido para a criação seja repleto de árvores de reflorestamento, para a obtenção de um mel de eucalipto, por exemplo, de árvores frutíferas para variedades de laranjeira ou de flores silvestres para o mel de girassol, de rosas, entre outros.
Como começar a criação de abelhas?
A criação de abelhas está dividida em algumas fases.
Povoamento
A primeira, do povoamento, pode ser concluída de três formas distintas. O apicultor pode comprar as abelhas de outro apicultor que comercialize os animais. Ou, pode capturar as colmeias da natureza e instalá-las no seu terreno. Ou ainda, é possível atrair enxames de abelhas para armadilhas e colocá-las nas colmeias do apiário.
Existem três tipos de abelha para criação de abelhas:
as nativas;
a Apis Melífera;
e as abelhas africanas.
A principal vantagem da criação de abelhas nativas é o fato de não terem ferrão, o que facilita o contato.
Instalação das colmeias
A segunda fase se refere à instalação das colmeias, que são as estruturas físicas onde moram as abelhas. Existem três principais modelos em uso atualmente.
A colmeia de madeira, que tem forma cilíndrica e é amarrada em árvores, é a mais barata e simples de fazer. Além do custo baixo, a estrutura garante elevada produção de própolis, porém, a produção do mel é baixa e é difícil de fazer a inspeção da colmeia e de controlar a qualidade do mel.
A segunda opção é a colmeia top bar, também feita de madeira e fechada. É fácil de fazer, pois utiliza matéria-prima local, produz mais quantidade de mel do que a anterior – além da cera – e dura cerca de 10 anos. Todavia, para que a produtividade seja interessante, são necessárias aproximadamente dez colmeias destas, o que pode ser custoso dependendo do orçamento disponível para começar o apiário.
Por fim, a colmeia Langstroth é a mais comum no mercado e a mais produtiva, apesar de ser também a mais cara. Ela é indicada para criação de abelhas por apicultores mais experientes e permite entre quatro e cinco colheitas de mel por ano.
Atividade do apiário
Após a instalação das primeiras colmeias, é que realmente tem início a atividade do apiário. O manejo do apiário envolve constante inspeção das colmeias e intervenções para garantir a harmonia da colônia e a produtividade do negócio. São exemplos de intervenções: o controle de pragas, o fornecimento de alimento especialmente em épocas de seca ou de baixa floração (sem alimento, as abelhas abandonam a colmeia), a reparação da estrutura quando necessária, a verificação do comportamento da rainha, a substituição da rainha, notar a existência de predadores como formigas e cupins, entre outras providências.
O processamento do mel e dos demais produtos apiários podem ser obtidos de formas artesanais ou mais automatizadas. Dependendo do orçamento disponível e do tamanho da produção, o empreendedor deve analisar quais opções existentes no mercado são mais adequadas ao seu modelo de negócio.
No intuito de explorar comercialmente o apiário, é necessário abrir uma empresa e contratar um contador. Para facilitar o controle das finanças do negócio e garantir a melhor administração dos recursos, é aconselhável trabalhar com um software de gestão, como o eGestor, que facilita o monitoramento do setor financeiro, das vendas, da emissão de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), da emissão de relatórios e do controle de estoque de micro e pequenas empresas. Com uma boa gestão do funcionamento do apiário, as possibilidades de sucesso são muito maiores.
A quantidade de funcionários que deverão trabalhar na atividade depende do tamanho do empreendimento: quanto maior a produção, mais gente deverá compor a equipe. O ideal é buscar pessoas treinadas, com experiência prática ou com cursos técnicos em apicultura. O empreendedor ainda deve ficar atento à regulamentação sindical da categoria, principalmente aos procedimentos de segurança para o trabalho junto às abelhas.
Outra dica importante é entrar em contato com associações nacionais e regionais e sindicatos da área, que possam oferecer suporte e informações sobre a criação de abelhas. Deve-se observar, ainda, as normas técnicas que vigoram para o desenvolvimento da atividade, como algumas determinações da vigilância sanitária.
Por fim, é fundamental lembrar que a apicultura tem um enorme potencial no Brasil, mas, como todo negócio, exige dedicação e constante atualização do empreendedor sobre o que está acontecendo no mercado. Participar de congressos e eventos da área pode ser uma boa maneira de estar atento e ainda fazer ótimos contatos.
Criação de abelhas pode ser MEI?
Sim, uma criação de abelas com CNAE 0159-8/01 – Apicultura, pode ser MEI.
Gestão de negócios de apicultura
No momento de fazer a gestão de um negócio de apicultura, o controle das informações deve ser um dos aspectos que mais recebem atenção, juntamente com o operacional do negócio.
O eGestor é o sistema certo para fazer a gestão de informações financeiras como: contas a pagar, contas a receber, vendas realizadas, notas emitidas e muito mais.
O mundo dos executivos nunca foi tão bem representado como no livro O Monge e o Executivo, de James C. Hunter. Através dele, é possível conhecer a verdadeira essência da liderança, apresentando também como se tornar uma pessoa melhor para a sociedade, no trabalho, na família e em todas as outras ocasiões.
O livro narra a trajetória do personagem Leonard Hoffman, um grande empresário norte-americano que deixa sua carreira para se tornar um monge beneditino. A riqueza de seus ensinamentos são transformadoras e capazes de fazer com que as filosofias de um monge sejam fundamentais para a criação de um executivo de qualidade.
Fundamentos de O Monge e o Executivo
O Monge e o Executivo traz conhecimentos fundamentais para criar um líder respeitável, bem sucedido e justo, tanto diante de sua equipe como na família. Muitas vezes, executivos brilhantes possuem grande dificuldades em lidar com as pessoas e até mesmo com aqueles que ama.
Dentre esses ensinamentos, há a diferença entre poder e autoridade que formam o conceito primordial de liderança. E fundamentalmente, o poder do amor e da entrega das suas ações, capaz de cativar todos ao redor.
O livro demonstra que todos os grandes e verdadeiros líderes que se destacaram na história não só da administração, mas da sociedade, possuíam mais que um carisma nato, e sim algo cativante e que atraía as pessoas para suas palavras e indagações.
A função de liderança inclui ações que influenciam pessoas ao ponto de as motivar suficientemente para que ajam conforme a estratégia lançada. E quanto mais envolvidas estiverem as pessoas pela figura do líder, maior será seu engajamento para o resultado final positivo.
As reflexões inseridas no texto fazem com que o leitor também faça as suas próprias. Como é seu comportamento diante das pessoas, autoritário ou passivo? As pessoas reagem a sua demanda com medo ou com admiração? A avaliação de como são controlados e direcionados os sentimentos e a forma de enxergar os funcionários também fazem parte dessa avaliação.
Resumo de O Monge e o Executivo
O livro é uma história sobre a essência da liderança. O narrador do livro é John Dailly, um executivo bem sucedido, casado, com dois filhos e técnico voluntário do time de beisebol. Ele tem uma vida aparentemente perfeita e controlada. Tudo começa a mudar quando um movimento sindical agita os funcionários de sua empresa. Isso faz com que a liderança de John seja posta a prova. E, em casa, as coisas também não andam bem, com constantes reclamações da esposa e insubordinação dos filhos.
Diante desse quadro, John percebe que seu mundo ao redor começa a sair de seu controle. Então, sua mulher o incentiva a conversar com o pastor da igreja para pedir conselhos. Como sugestão para encontrar respostas às suas perguntas, o pasto indica o retiro no mosteiro João da Cruz, pelo lago Michigan.
Em paralelo entre o controle total e as situações de falta de domínio, John Dailly tem um sonho recorrente cuja mensagem é sempre a mesma. “Ache Simeão e ouça-o”. O sonho é tão marcante que John passa a ser perseguido pelo nome, em diversas situações inusitadas ao longo de sua vida.
Mesmo com muita resistência e questionamentos, John decide ir ao retiro durante uma semana. Lá, ele se entusiasma em conhecer um dos frades do local, o lendário Len Hoffman. Este fora um grande executivo e um dos maiores especialistas em liderança dos Estados Unidos, que largou tudo para viver uma vida monástica. Recebido por Padre Peter, John se surpreende ao descobrir que Hoffman havia recebido outro nome para se tornar monge, e que era Simeão.
Descobertas
Hoffman ou Simeão era o responsável pelo curso de liderança ao qual John Dailly participaria. Logo no início ele começa a receber aulas sobre liderança, poder e autoridade, como lidar com as mudanças de paradigma do mundo atual e os motivos pelos quais se deve exercer a autoridade. Ao abordar questões como sacrifício, amor, bondade, respeito e paciência, Simeão coloca aos alunos o papel do líder em fazer escolhas conscientes e muitas vezes difíceis e que envolvem o bem estar das pessoas as quais lidera.
Ele demonstra que o líder não faz o que sente e sim o que deve ser feito. Como detestar uma pessoa e mesmo assim agir com amor com ela, trazendo um ambiente saudável e respeitoso para que todos possam se desenvolver plenamente.
Como o pensamento influencia o comportamento, o comprometimento de amar e se doar deve fazer parte de ambos, para que seja posto em prática voluntariamente, causando profunda transformação a quem lidera e aos liderados.
Nesse caminho, Simeão também apresenta que quando o líder direciona seus esforços e os recursos possíveis para algo ou alguém por um tempo, sentimentos positivos começam a ser criados e cada vez mais reforçados, aprimorando as ações. A doação e o amor ao que está sendo realizado, as pessoas que estão partilhando dessas ações, são capazes de quebrar egoísmos e os muros que separam as pessoas em seus mundos individuais.
Dentre os exemplos citados no curso de Simeão, há as recompensas ao final de cada etapa. A alegria do resultado positivo, a comemoração e a satisfação de ter contornado os obstáculos em equipe já é uma grande recompensa que precisa ser valorizada pela liderança.
Simeão apresenta a John que o líder de hoje não é quem sabe mandar e sim aquele que sabe delegar, investindo para que as pessoas deem o melhor de si. A doação por uma causa não é boa apenas para uma empresa, mas para a pessoa que se doa. Ela direciona suas energias a algo que acreditam e buscam superações individuais em prol do coletivo.
O líder de hoje não é apenas um técnico de beisebol, mas sim um sábio, atento a todas as alterações, mudanças e transformações do mundo e ao redor, servindo como pilar para o desenvolvimento da equipe.
Ensinamentos de O Monge e o Executivo
A liderança proposta pelo livro O Monge e o Executivo é a de servidora e não de autoritária. O poder e o autoritarismo são discutidos desde o início, através dos personagens de Simeão e John Daily.
É possível identificar nas empresas vários tipos de liderança como a austera, a democrática, carismática e autocrática, que vão surgindo em grande velocidade no mundo atual. Elas vão surgindo com os modismos e com o alto índice de especialistas que nem sempre são tão preparados e bem sucedidos quanto parecem. No meio de tantas opções, o executivo questiona qual delas é o melhor caminho para sua empresa, que precisa estar muito bem preparada para superar a concorrência e a si mesmo.
No livro, o autor propõe a liderança servidora, baseada em princípios cristãos e que já foi testada por milhares de pessoas em todo o mundo. O sucesso do livro e do autor em suas palestras indica que ela é bem sucedida, gerando opiniões bastante entusiasmadas de grandes executivos de multinacionais.
O grande influenciador de pessoas e que é o personagem principal do livro, mesmo que não tenha uma participação efetiva é Jesus Cristo. Afinal, foi baseado em seus ensinamentos que o Monge e o Executivo foi escrito e repassado pelo personagem Len Hoffman ou Simeão.
Sem entrar em questões religiosas em si, apenas na filosofia, o autor propõe uma análise sobre a liderança exercida por Jesus, que é mantida e reforçada até os dias de hoje. Com parábolas, Jesus mostrava aos seus discípulos e seguidores que era possível e importante se superarem para cumprir as tarefas propostas. Não usava de parcimônia para elogiar ou repreender quando necessário, mostrando a importância de pontuar as ações de seus colaboradores para que possam aprimorá-las e incentivá-las.
Poder ou autoridade?
A relação entre poder e autoridade é abordada no livro como a forma que nos apresentamos às pessoas. A diferença básica entre as duas ações é que o poder é a coação por força ou cargo para que alguém realize uma tarefa. Autoridade é o oposto: é a influência de pessoas para que elas se entreguem ao mesmo objetivo com garra. Jesus liderava com autoridade através do diálogo, sem exercer o seu direito ao poder à quem o ouvia.
Mas mesmo que o líder seja baseado em servir e exerça sua autoridade e não o poder, ele pode e deve usar o sim ou não quando necessário. Em geral essa questão é definida entre as relações entre desejo e necessidade, onde o ego do desejo pode se sobrepor ao da necessidade. Esse ponto pode ser crucial nas relações profissionais, inclusive para o líder.
Por fim, a relação entre servir e escravizar é bem pontuada em o Monge e o Executivo. O escravo não questiona e nem pode fazê-lo, ele apenas cumpre o que lhe é designado mesmo que lhe seja hostil. Mas servir é atender as necessidades com autoridade, baseado na compreensão dos envolvidos. A gravidade do que é ser escravo faz com que a servidão seja vista de um jeito equivocado, diminuindo seu valor.
O líder servidor foca nas tarefas que precisam ser exercidas e na melhor forma que os colaboradores possam agir para todos atingirem seus objetivos. Ele desenvolve as relações profissionais baseados na colaboração e entrega, buscando sempre atender as necessidades coletivas e individuais dentro da estrutura formada, para que todos consigam realizar as atividades com entusiasmo e sucesso, e com o amor como base das ações e relações, proporcionando envolvimento não só físico como mental e espiritual de cada peça formadora da engrenagem humana da empresa.
Desempenho do livro
A vendagem do livro indica o sucesso de suas propostas a respeito da liderança. CEOs brasileiros indicam o livro como uma verdadeira “bíblia” da arte de liderar, elegendo O Monge e o Executivo como livro inseparável de consulta. Muitos oferecem até mesmo para seus funcionários, como leitura obrigatória para os que aspiram promoções.
James C. Hunter esteve no Brasil para uma turnê de palestras sobre liderança em diversas cidades, convidado por grandes empresas e universidades. Surpreso com o sucesso de seu livro no país, Hunter afirma que ninguém argumenta contra os preceitos do livro, que são básicos e essenciais, com informações que sempre estiveram disponíveis, mas pouco postas em prática.
O livro O Monge e o Executivo veio na contramão das consequências da globalização, que direcionaram executivos à agilidade, rapidez e individualismo. Seu enredo e ensinamentos mostram a importância de se investir no capital humano como prioridade e sustentação para o sucesso da empresa.
No meio de taxas, mensurações, estratégias e muito estresse para se atingir as metas, as empresas estão se focando na mente e emoção de seus colaboradores, mudando o perfil de um líder que valoriza o poder, para o que seja colaborador. Em suma, um líder que serve no lugar de ser servido e consegue com isso envolver sua equipe para os melhores resultados.
O autor James C. Hunter
O bem sucedido empresário James C. Hunter também conquistou o sucesso como escritor, sendo um dos maiores vendedores de livros do mundo. Consultor-chefe da J.D. Associados, que realizam treinamentos e consultoria sobre as relações profissionais, onde dedicou a maior parte de seus 30 anos de trabalho com desenvolvimento humano. Como instrutor e palestrante, viaja pelo mundo através de grandes empresas e institutos educacionais, para falar sobre tudo o que vem aprendendo ao longo de sua carreira.
James C. Hunter nasceu em Detroit, nos EUA, e seu livro predileto é a Bíblia, a qual retira muitos fundamentos de suas palestras e livros, além da própria vida. E é em Jesus Cristo que se inspira para falar do ato de amar, acima de qualquer outro sentimento, e que é capaz de compreender a ação de servir sem associá-la a humilhação e fraqueza.
O autor acredita que mesmo diante de toda competitividade do mercado atual, é fundamental manter a cooperação entre as pessoas e suas equipes e para isso se sente orgulhoso em conseguir tantos seguidores em prol da cooperação mútua em busca do sucesso.
Uma de suas frases mais peculiares e representativas é “O que pensamos e o que acreditamos traz, no final, uma consequência pequena. A única coisa que traz grandes consequências é o que fazemos”.
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