Você, com certeza, já conhece a contribuição feita ao INSS e que é descontada do seu salário todos os meses. Mas você sabia que as empresas também são obrigadas a pagar uma porcentagem para a Previdência Social? Isso é o INSS patronal. Ele, como o próprio nome sugere, é uma demanda do patrão, responsável por empregar pessoas na sua empresa. Veja a seguir mais detalhes sobre o INSS patronal e tire todas as suas dúvidas a respeito.
O INSS patronal é uma forma de contribuição previdenciária voltada exclusivamente para pessoas jurídicas. Isto é, empresas que mantém funcionários em sua folha de pagamento, sejam eles fixos ou avulsos.
Essa contribuição é de cunho obrigatório, determinada pela Constituição Federal com o objetivo de financiar a Seguridade Social. Como sabemos, é por meio da Seguridade Social que ações são criadas na intenção de assegurar direitos do indivíduo em relação à assistência social e outros benefícios.
A colaboração para a Seguridade Social acontece de forma direta, através das contribuições mensais dos trabalhadores e das empresas; e também de maneira indireta, por meio de medidas orçamentárias de todos os estados federativos.
Por ser um imposto obrigatório, o não pagamento desse valor resulta em multa para as empresas. Assim, cabe ao Ministério do Trabalho e à Receita Federal fazer essa cobrança.
Como funciona o INSS patronal para diferentes regimes tributários
O INSS patronal é obrigatório para todas as empresas. Contudo, as características são diferentes de acordo com o regime tributário escolhido por cada organização. Esses regimes são o Simples Nacional, o Lucro Real e o Lucro Presumido. Veja como o INSS patronal funciona em cada tipo de regime:
Empresas com regime Simples Nacional
Empresas que se encaixam no Simples Nacional fazem o pagamento do INSS patronal utilizando o DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional). A alíquota de pagamento é de 20% em cima da folha de pagamento dos funcionários.
Caso haja retirada de pró-labore, ou seja, caso o dono da empresa retire do faturamento o seu salário mensal, o percentual de pagamento aumenta para 31%.
Não entram na base de cálculo: salário-família, indenizações e demais restituições ao trabalhador. O cálculo é feito, de fato, em cima dos salários pagos aos colaboradores.
Empresas com regime Lucro Presumido e Lucro Real
Empresas adeptas dos regimes tributários Lucro Presumido e Lucro Real também pagam a porcentagem de 20%, contudo são acrescidos os valores do RAT (Risco de acidente do trabalho) e do FAP (Fator acidentário de prevenção). A fórmula fica assim:
INSS patronal = 20% da folha de pagamento + (RAT x FAP)
INSS patronal = 20% da folha de pagamento + (RAT x FAP). Ou seja, 20% dos salários pagos, somados com o resultado do RAT multiplicado pelo FAP é o valor do INSS patronal.
Algumas empresas têm a opção de escolher o pagamento do INSS patronal em cima da receita bruta da organização ou em cima da folha de pagamento, dando preferência para o que for mais vantajoso para o negócio.
É o que acontece, por exemplo, com as empresas da construção civil, empresas de rádio e fusão e transporte coletivo ferroviário, metroviário e rodoviário de passageiros. Nesses casos, as alíquotas são fixadas em 4,5%, 1,5% e 2%, respectivamente.
RAT e FAP: como influenciam no INSS patronal
O RAT (Risco de Acidente de Trabalho) e o FAP (Fator Acidentário de Prevenção), que entram no cálculo do pagamento do INSS patronal, são contribuições obrigatórias realizadas pela empresa para garantir a assistência necessária aos trabalhadores que sofrerem com alguma doença ocupacional ou com algum acidente de trabalho.
O valor da alíquota do RAT é determinado de acordo com o tamanho do risco que o funcionário sofre ao executar suas funções dentro da empresa. Assim, a alíquota varia de 1% a 3%, que indica risco leve, médio e grave.
Já o FAP apresenta valores com base na Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE), mas as variações também acontecem de acordo com a quantidade de acidentes ocorridos dentro da empresa. Quanto mais acidentes, maior a alíquota de pagamento que pode chegar a 100%. Da mesma forma, quanto menos acidentes, menor é a alíquota.
A empresa que não apresentar nenhum acidente ganha uma redução de até 50% no valor a ser pago do RAT.
CPBR
CPBR é a Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta. Até 2015, as empresas eram obrigadas a fazer o cálculo do INSS patronal sobre a receita bruta.
Mas, neste ano, a Lei N° 13.161/2015 permite que elas possam escolher entre duas bases de cálculo: sobre a folha de pagamento ou sobre a receita bruta. Assim, quem optar por continuar usando a receita bruta tem o valor recolhido entre 1% e 4,5%
Como recolher o INSS patronal?
O INSS patronal é pago através da GPS (Guia da Previdência Social). Normalmente, é o Departamento Pessoal da empresa que faz o envio do documento e a emissão do boleto pode ser realizada diretamente no site da Receita Federal.
O pagamento da guia deve ser feito até o dia 20 de cada mês e, se cair em um dia não útil, a data de vencimento é antecipada para o dia útil anterior.
Base de cálculo
Como vimos, a base de cálculo do INSS patronal é, via de regra, a folha de pagamento de todos os funcionários da empresa, incluindo não só os trabalhadores fixos, mas também os avulsos, com alíquota de 20%. É o caso, por exemplo, das empresas optantes pelo Simples Nacional.
Empresas pertencentes aos outros regimes pagam, além dos 20%, as taxas referentes ao RAT e ao FAP. Por fim, algumas empresas têm a opção de pagar o INSS patronal em cima da receita bruta da empresa. Nesse caso, devem seguir as taxas fixas de porcentagem estabelecidas.
Como é feita a CPP
A CPP é a Contribuição Previdenciária Patronal, um tributo que deve ser pago pelas empresas pertencentes ao Simples Nacional para a Previdência Social. O cálculo é feito aplicando a alíquota de 20% sobre a folha de pagamento de todos os funcionários da empresa, mesmo os avulsos, desde que tenham prestado algum serviço à empresa.
A CPP também incide sobre o pró-labore do diretor da empresa, se houver.
Considerações finais
O INSS patronal é um tributo pago por toda empresa para o financiamento da Previdência Social, responsável pela garantia de direitos a trabalhadores como aposentadoria e auxílios previdenciários. O imposto é obrigatório e o não pagamento gera multas para a empresa. O valor a ser pago é estabelecido, em regra, de acordo com o salário de todos os funcionários, incluindo os trabalhadores avulsos e o próprio gestor da empresa. Empresas adeptas de regimes tributários diferentes devem seguir as regras específicas para cada caso.
João Appolinário é um homem de prestígio no meio dos negócios. Sua empresa, a Polishop, teve um crescimento rápido no mercado graças à habilidade de vendas do empresário. A organização foi criada no final da década de 90, e hoje já fatura mais de R$ 1 bilhão por ano.
O sucesso da Polishop se deve à estratégia de criar o desejo em vez da necessidade. Assim, hoje, Appolinário é uma pessoa pública em parte devido à originalidade do seu negócio. Em 2016, ele também fez sua estreia na TV, no programa Shark Tank. Falaremos sobre tudo isso e um pouco mais neste artigo.
João Appolinário: O começo
João Appolinário estreou no mercado como sócio de uma concessionária de automóveis da sua família. Enquanto trabalhava nessa empresa, decidiu abrir um negócio próprio. Ele já havia escolhido seu futuro, e não seria o de sucessor de uma organização. O seu objetivo, na verdade, era ser empreendedor. No entanto, ele ainda não sabia no que investiria seu dinheiro.
Logo que saiu do negócio da família, ele passou a trabalhar com vendas. Depois de ter ido a Miami, nos Estados Unidos, em 1995, ele decidiu vender um produto emagrecedor. Appolinário tinha na época 35 anos. Adquiriu no país americano alguns kits de 7 Days Diet, que prometia ao consumidor uma perda de peso em uma semana.
Entusiasmado, apresentou o produto a especialistas, como consultores de marketing e de vendas diretas. No entanto, ninguém compartilhou de seu entusiasmo, ao contrário, apresentaram argumentos convincentes de que a forma que ele escolheu para vender seu produto não seria lucrativa. Além de caro (o produto custava R$ 230), a dieta era difícil de ser enviada pelos correios, pois sua embalagem era grande demais para um pacote. Apesar disso, disseram que o produto era, sim, bom.
Mesmo assim…
Os especialistas tentaram, ainda, dissuadir Appolinário sobre o método de venda. Ele acreditava que seria possível vender seu produto por meio da televisão e do telefone, opinião da qual discordavam os consultores. O empreendedor não deu ouvidos a eles, pois sabia que, devido ao preço do 7 Days Diet, seria impossível comercializá-lo em uma farmácia. Para realizar vendas, pensava João Appolinário, era preciso de tempo para explicar os benefícios da aquisição.
Mesmo com as opiniões contrárias, o futuro empresário resolveu pôr seu plano em prática. Para isso, arranjou um sócio famoso, o ex-piloto Emerson Fittipaldi, que acabou sendo também o garoto propaganda do produto. Gastaram, então, 500 mil dólares para iniciar as vendas do 7 Days Diet. Para não utilizar os correios, contrataram uma transportadora. Appolinário percebeu que ele tinha em suas mãos um canal poderoso de vendas quando vieram os resultados. Em três anos, venderam 600 mil kits e tiveram uma receita de R$ 138 milhões. Foi então que ele decidiu ampliar o negócio.
Polishop
Era o ano de 1999 quando Appolinário iniciou as atividades com a Polishop. A empresa, que venderia várias mercadorias, teve um crescimento rápido. Hoje, ela possui uma grande rede para a divulgação e comercialização dos produtos. Além das televendas, a companhia possui lojas físicas e virtuais, catálogo e representação comercial independente por meio do marketing multinível.
A princípio, o catálogo da Polishop continha 30 produtos. Todos eles eram vendidos pela TV, em infomerciais. A estratégia da empresa era colocar um vendedor que explicasse todos os pormenores dos produtos, focando sempre nos benefícios. Mas foi então que surgiu um problema. Se havia 30 produtos, e o vendedor deveria explicar tudo sobre eles, poucos minutos não bastariam. João Appolinário começou, então, a comprar grandes espaços na TV de canais pequenos, cuja grade não era completamente preenchida.
Para não bater de frente com grandes lojas varejistas, a Polishop passou a vender produtos importados e fabricados no Brasil. Assim, poderia praticar preços mais acessíveis para grande parte da população. Então, mais tarde, a empresa fez parceria com fornecedores para criar produtos exclusivos, como o grill do George Foreman, ex-lutador de boxe.
Entre os produtos mais comercializados estão os aparelhos das marcas parceiras da Polishop, como Conair, Philips Walita, Cadence, Arno, Elgin, Electrolux, Ge. Além desses, a empresa também comercializa produtos de beleza e suplementos alimentares.
Além da Polishop…
Appolinário é considerado um visionário, pois sua estratégia de negócios está alinhada com as tendências para o novo século. Muitos especialistas consideram o marketing multinível – também chamado de Network Marketing – como o “negócio do século XXI”. Entre as razões para isso, apontam os analistas de finanças, está o fato de o sistema permitir que novos e pequenos empreendedores invistam pouco para começar seus próprios negócios.
Hoje, a Polishop é muito conhecida pela população brasileira devido aos comerciais e infomerciais divulgados na televisão. O faturamento anual, de aproximadamente R$ 1 bilhão por ano, é raro entre empresas da mesma idade. O sucesso está no seu diferencial. Em vez de vender, o foco da organização está na explicação do funcionamento dos produtos aos clientes. O empresário costuma dizer que seu forte nunca foi vender produtos.
A Polishop ainda é dona dos direitos do concurso Miss Brasil. Em razão desses fatores, João Appolinário é frequentemente comparado com o presidente americano, sendo considerado por muitos o Donald Trump brasileiro. O empresário dos EUA também possui uma empresa de marketing multinível e é ex-dono da marca Miss Universo.
Em 2016 João Appolinário se juntou a um time de empresários de sucesso para participar do reality show “Shark Tank Brasil – Negociando com Tubarões”. Entre os membros do programa estão Robinson Shiba, dono do China in Box, o cantor Sorocaba, da dupla sertaneja com Fernando, e Cristiana Arcangeli, empresária do ramo de cosméticos. Na atração, existem também as “cadeiras rotativas”, que foram ocupadas na primeira temporada por Carlos Wizard, presidente da Mundo Verde, e Camila Farani, da Gávea Angels.
O programa, que estreou em 13 de outubro de 2016 no Canal Sony, contou com 13 episódios de uma hora cada. O objetivo da atração é selecionar novos empreendedores para negociar com os “tubarões”. Eles apresentam seus projetos ou ideias, com o objetivo de convencer os empresários de que eles devem investir no seu negócio para alavancá-los. Os candidatos, então, precisam apresentar estratégias de apresentação para conseguirem o resultado esperado. O reality show é uma versão do programa “Dragons’ Den”, uma atração britânica e japonesa.
Se você tem um negócio, com certeza sabe a importância de controlar os gastos que são feitos no dia a dia, e também do dinheiro que entra. É para isso que serve o livro caixa de uma empresa.
O livro caixa é uma ferramenta fundamental para qualquer empresa, pois permite registrar e controlar todas as entradas e saídas financeiras de maneira organizada e precisa. Ele é considerado o registro contábil mais importante para uma empresa, pois permite acompanhar o fluxo de caixa, ou seja, o dinheiro que entra e sai da empresa
Nesse texto, vamos mostrar como preencher e utilizar o livro caixa de forma eficiente, além de explicar sua importância para o gerenciamento financeiro da empresa. Se você é um empresário ou contador, não deixe de ler este post até o final, pois ele poderá lhe ajudar a melhorar a gestão financeira da sua empresa.
O livro caixa é um documento contábil utilizado pelas empresas para registrar todas as entradas e saídas de caixa, ou seja, as receitas e as despesas da organização. Sua organização é em formato de diário, ou seja, todos os registros acontecem de forma cronológica, respeitando o dia e o mês dos lançamentos. Pode ser feito em um caderno específico para esse fim ou no computador, utilizando uma planilha de fluxo de caixa no Excel, por exemplo.
Manter esse documento atualizado e organizado é fundamental para ajudar o gestor a gerenciar as finanças do negócio. Além disso, os órgãos fiscalizadores podem exigi-lo no caso de empresas que têm obrigação de apresentar o livro.
Além disso, para as empresas que precisam compulsoriamente fazer a utilização de um livro caixa, existe também a obrigatoriedade de realizar a guarda de cada um desses documentos por um prazo de 5 anos.
Nele, devem constar todos os pagamentos realizados pela empresa, bem como os valores recebidos, seja a partir de crédito ou débito em conta ou outros tipos de transação.
Quais empresas devem ter um livro caixa
O livro caixa é um documento obrigatório para as empresas optantes pelo Simples Nacional, regime tributário voltado para as pequenas empresas com faturamento de até 4,8 milhões de reais por ano. Todos os dados informados nesse controle devem ser entregues aos órgãos responsáveis.
Contudo, mesmo que uma empresa não se enquadre no Simples Nacional, o livro caixa ainda é importante e se recomenda sua utilização. Afinal, ele é um eficiente meio de controle de transações como receitas e despesas. Com ele, é muito mais fácil gerenciar esse tipo de movimentação.
Isso porque é nesse documento que são feitos registros detalhados dos gastos da empresa e também de tudo que entra de receita.
Logo, mesmo que uma empresa não tenha a obrigação de preencher o livro, é importante que ele seja sim elaborado e atualizado. Isso porque ele exerce um papel fundamental na organização financeira da empresa.
Como escriturar um livro caixa
Geralmente a pessoa responsável pelo preenchimento do livro caixa é um membro do departamento financeiro de uma empresa, quando se trata de uma empresa maior. Ou o próprio responsável pelo caixa pode ficar com a guarda e preenchimento do livro caso se trate de um negócio de porte menor.
Em ambos os casos, a escrituração do livro é feita utilizando os recibos de pagamento e comprovantes de recebimentos de valores. A partir disso, a empresa faz o detalhamento dos valores movimentados, juntamente com o histórico e a data que eles aconteceram.
Além disso, o livro caixa precisa conter as seguintes seções:
Termo de abertura: Deve conter informações sobre a empresa, como o nome, CNPJ e endereço. Também a finalidade do documento, juntamente com a data e número de folhas.
Folhas de escrituração: Onde será feito o registro de todos os lançamentos de caixa. Sua organização é feita pela data do lançamento.
Termo de encerramento: Última página do documento. Local onde serão feitas as considerações finais, junto com a assinatura do responsável pelas informações.
Outro fator importante surge quando se trata de empresas optantes pelo Simples Nacional, que são obrigadas legalmente a entregar o livro caixa. Nesses casos, a assinatura do documento precisa ser realizada pelo representante legal da empresa e também por um profissional contábil habilitado.
Como preencher um livro caixa
O livro caixa pode ser criado em um caderno específico ou por meio de uma planilha no computador. Nos dois casos, a montagem é muito simples. O primeiro passo é criar uma tabela com valores que serão preenchidos à medida que as transações forem ocorrendo.
Para preencher o livro caixa, é necessário registrar todas as entradas e saídas financeiras da sua empresa. Isso inclui vendas, compras, pagamentos e recebimentos. É importante registrar a data, a descrição e o valor de cada transação, além de identificar se é uma entrada ou uma saída. Também é importante manter o livro atualizado diariamente e verificar periodicamente se há algum erro ou inconsistência. Ao final do período, você pode usar as informações do livro caixa para preparar o balanço patrimonial e a demonstração de resultado do exercício (DRE) da sua empresa.
O que deve conter no livro caixa
As principais informações que precisam constar no livro caixa são: data, histórico, entrada, saída e saldo final.
Data: deve ser informado o dia em que ocorreu determinada transação.
Histórico: é a descrição do lançamento que está sendo feito. Exemplo: recebimento de pagamento do cliente x.
Entrada: identifica o valor que a empresa está recebendo.
Saída: especifica o valor que está saindo da empresa, os gastos realizados.
Saldo: é o resultado da diferença entre entradas e saídas.
Por controlar de forma cronológica, sugerimos inserir as entradas e saídas na posição vertical e a data na posição horizontal. Dessa forma podemos ter o histórico completo baseado nos dias e o saldo especificado também.
O preenchimento do livro caixa também é simples, mas exige cuidado e organização não só para evitar erros, mas também para melhorar a visualização dos dados.
Dicas para preencher de forma correta
Usar uma linha para cada evento. Com isso, evita-se que haja confusão nas informações prestadas.
Inserir os dados com ordem cronológica. Começar sempre com as primeiras transações do mês e preencher a tabela conforme outras atividades vão surgindo.
Inserir valor de pagamento de faturas ou recebimento de valores apenas no dia em que o processo, de fato, ocorrer. Isto é, não contar com uma transação que ainda não se concretizou. É uma maneira de trabalhar apenas em cima da realidade.
Manter a planilha atualizada. Não deixe para preencher todos os dados de uma única vez. Isso pode gerar duplicidade nas informações, erros ou esquecimento na hora de fazer algum registro.
Usar uma página por mês. Claro que isso vai depender da quantidade de transações que a empresa. Uma página para cada mês é interessante porque facilita o controle e a análise de dados.
Não esquecer de inserir o valor do saldo referente ao mês anterior. É a partir desse valor que os outros cálculos serão efetuados.
Objetivo do livro caixa
O principal objetivo do livro caixa é fornecer informações detalhadas sobre todas as movimentações das disponibilidades de uma empresa. Isso é feito por meio do registro das entradas e saídas de caixa, principalmente.
Pagamentos de despesas corriqueiras do dia a dia feitos em cheque, cartão de débito ou dinheiro devem ser registrados nesse documento, assim como o pagamento de contas de água, luz, internet.
Isso serve para que haja um controle completo das despesas e receitas da organização. Dessa maneira, no momento da elaboração da DRE do período será possível produzir informações contábeis de melhor qualidade.
Existe outra opção ao livro caixa?
Para as empresas que têm obrigatoriedade de emitir o livro caixa, existem soluções que facilitam os registros e a produção do documento. Apesar de ele não poder ser substituído em sua essência, a tarefa de escrituração pode ser simplificada por meio de softwares de gestão financeira.
Por exemplo, um software financeiro pode fazer a automatização do registro de entradas e saídas no livro. Dessa maneira, em vez do responsável precisar fazer manualmente todos os apontamentos de caixa, o registro é feito imediatamente no software através de créditos e débitos no momento dos gastos e das entradas.
Assim fica muito mais fácil manter o livro em caixa atualizado com todos os lançamentos. Além do mais, isso possibilita a criação de relatórios financeiros, acompanhar fluxos de caixa e fornecer alertas para contas a pagar e a receber. Além disso, ele pode integrar com outros sistemas, como o sistema de pagamentos online e o sistema bancário, permitindo a importação automática de dados e a geração de relatórios precisos e atualizados. Isso pode economizar tempo e esforço, além de ajudar a identificar problemas financeiros antes que eles se tornem críticos.
Diferença entre livro caixa e fluxo de caixa
Os nomes são semelhantes, a função também, mas livro caixa e fluxo de caixa não são a mesma coisa. Ambas são ferramentas muito importantes em uma organização, mas cada uma tem características específicas.
O livro caixa faz o controle de pagamentos e recebimentos em dinheiro que acontecem dentro da empresa. Ele é um documento complementar que auxilia no processo de gestão contábil. Ainda, a empresa pode usá-lo também como um apoio para o fluxo de caixa.
Já o fluxo de caixa é uma ferramenta que controla todas as entradas e saídas da empresa, sejam elas fixas ou variáveis. Assim, não é feito o controle apenas dos gastos e das receitas, mas também dos investimentos, projeções de faturamento e outros dados de cunho gerencial.
O fluxo de caixa é mais voltado para o gerenciamento de informações e dados do negócio. Enquanto isso, o livro pode ser definido mais como um agente de controle, voltado especificamente para pagamentos e recebimentos.
Outra diferença é a obrigatoriedade legal do livro caixa para algumas empresas. Aquelas empresas que aderiram ao regime tributário do Simples Nacional são obrigadas por lei a criar e preencher o livro caixa e devem apresentar os dados quando solicitadas.
Já o fluxo de caixa, apesar de sua extrema importância, não é um documento que as empresas precisam, por obrigação legal, apresentar aos órgãos fiscalizadores. É uma ferramenta importante para gestão e domínio das finanças de um negócio. Mas, se a empresa não o apresentar, não sofrerá sanções por isso.
Resumindo, o fluxo de caixa é uma ferramenta de uso amplo porque oferece uma visão mais global da contabilidade da empresa. Enquanto isso, o livro de caixa é um documento mais específico, com aspectos mais direcionados à compreensão de valores recebidos e pagos.
Dúvidas frequentes
Quem é o responsável pelo livro caixa?
O livro caixa geralmente é de responsabilidade do contador ou do setor financeiro da empresa. Em empresas menores, o documento pode ficar de responsabilidade do dono do negócio mesmo.
Como iniciar um livro de caixa?
O livro de caixa começa com o termo de abertura, onde constam informações sobre a empresa e o objetivo do documento. Após isso, os lançamentos passam a ser feitos em ordem cronológica nas páginas de escrituração.
Quais empresas precisam ter livro caixa?
As empresas obrigadas a fazer a escrituração do livro caixa são aquelas optantes pelo regime do Simples Nacional. No entanto, o recomendado é que todas as empresas utilizem o livro caixa para controle gerencial.
Qual informação não pode faltar no livro caixa?
Existem algumas informações que são essenciais para que o livro caixa possa cumprir sua função. São elas: data, histórico, entradas, saídas e saldo final.
Qual a diferença entre o livro caixa e o livro diário?
O livro caixa registra somente movimentações das disponibilidades da empresa, como caixa e bancos. Já o livro diário contém todos os lançamentos contábeis da empresa. No diário é feita toda a escrituração contábil da empresa, com os lançamentos que envolvem patrimônio, investimentos e imobilizados.
Considerações finais
O livro caixa é um documento muito importante para todas as empresas. Afinal, ele ajuda o gestor a fazer um controle correto do dinheiro que entra e sai da organização. Para empresas que usam o Simples Nacional é de caráter obrigatório. Já para outros negócios, é um método de auxiliar a gerar informações de qualidade que resultam em uma boa gestão.
A montagem e o preenchimento do livro caixa devem seguir orientações básicas para preservar a organização, facilitando o entendimento e a compreensão das informações ali lançadas.
Independentemente de sermos novos ou antigos empresários, a nova realidade do e-commerce e mercado digital fez com que todos passassem a precisar de dicas de gestão empresarial.
A internet trouxe novas perspectivas para o mercado e a capacitação e o conhecimento sobre gestão e administração precisam ser renovados também. Mesmo que seu negócio seja físico, a internet será uma aliada para seu crescimento.
Portanto, hoje vamos abordar seis dicas de gestão para quem está entrando no mercado, para começar explorando o mercado digital e atingir os melhores resultados logo de cara.
Dica de gestão 1: Mapeie e Planeje Seu Negócio
Quem é seu público alvo? O que a sua empresa tem de especial e irá agregar para o mercado? O que ela precisa para se destacar?
Essas perguntas às vezes são esquecidas por vários empresários, que montam o negócio esquecendo de idealizar os objetivos da empresa. Não é o fim do mundo, mas você perde o foco no cliente e cria seu negócio somente baseado em sua própria visão de mercado.
Mas como escolher o público alvo?
Dependendo do produto ou serviço que você oferece, seus clientes possuem características em comum que formam o seu grupo de compradores. Você deve realizar enquetes presenciais ou digitais e coletar dados dessas pessoas, como idade, quanto consomem do seu produto, o que elas fazem, qual o grau de conhecimento delas sobre a sua área de mercado, entre tantas outras informações relevantes.
Assim você além de saber como focar suas vendas, pode inclusive investir em marketing digital e criar conteúdo relevante para seu público-alvo, nutrindo potenciais clientes e aumentando suas taxas de conversão.
Essa dica de gestão é muito importante, uma vez que sem saber qual o seu público alvo, não é possível fazer uma gestão assertiva.
O que minha empresa pode agregar para o mercado?
Pesquise sobre a concorrência! Preços, marcas que vendem, fornecedores, horário de atendimento, benefícios ao cliente, tamanho da loja física, campanhas de e-mail, modo de abordagem com o cliente, etc.
Seu olhar para sua empresa é muito limitado quando fica somente em seu negócio; entenda seu público alvo, bem como seu competidor.
O que minha empresa precisa para se destacar?
Estar à frente da concorrência e atingir as expectativas dos clientes. Para fazê-lo, existem algumas ferramentas que podem lhe ajudar:
Google Trends: Você pode buscar por palavras-chave, termos, produtos e serviços que estejam sendo altamente procurados no mercado. Quanto maior o volume de busca, mais as pessoas querem. Portanto, invista em produtos relevantes para o mercado.
Google Analytics: Seus clientes estão gostando do seu site? Use o Analytics para medir quanto tempo cada cliente passa em cada página do seu site e o que os leva a responder às chamadas. Fique de olho nas métricas e adapte seu site.
Facebook Insights: Quer dados claros sobre seus clientes e competição? Utilize o Insights para obtê-los.
Dica de gestão 2: Seja um bom gestor – Um Líder
Mantenha respeito e boas relações com seus colaboradores, tenha empatia por eles e sempre procure oferecer incentivos claros para que todos em seu ambiente deem o melhor de si.
Uma empresa que apenas cobra, mas não oferece nada em troca, por mais que proporcione uma boa convivência, ora ou outra vem a perder um funcionário bom que está em busca de crescimento.
Monte um negócio que inspire seus colaboradores e se imagine no lugar deles: “Será que minha empresa é agradável e faz as pessoas quererem trabalhar aqui?”. Hoje em dia, você tem vários recursos para aprimorar as suas qualidades de liderança e pegar um pouco de inspiração em frases de empreendedorismo online.
Com essa dica de gestão em mente, você tomará as melhores decisões.
Dica de gestão 3: Atualize-se no mercado
Mesmo que seu negócio não realize vendas online, para que você obtenha mais clientes é necessário se destacar de todas as formas possíveis. A internet, nesse sentido, é a maior fonte de potenciais clientes que você irá encontrar.
Criar um site otimizado, ter redes sociais impactantes e uma boa campanha de email marketing são requisitos básicos para empresas hoje em dia. Pelos próximos anos (talvez até meses), novas tecnologias virão, e você precisará estar de olho nelas para se destacar.
Dica de gestão 4: Forme uma boa equipe
Ninguém faz nada sozinho. Mesmo que você esteja investindo em um e-commerce e você seja “o único responsável” pelo seu sucesso, você ainda dependerá de bons fornecedores. Ou seja, não está tão sozinho assim.
Para quem está investindo em formar uma equipe, lembre-se de que seus funcionários são a linha de frente do seu negócio. Na maioria das vezes serão eles que atuarão diretamente com o público, por isso devem ter uma ótima capacidade comunicativa e transmitir os valores da sua empresa.
Faça boas contratações e invista em um plano de capacitação para sua empresa. É crucial que você ofereça treinamento qualificado para seus colaboradores, ou então nunca poderá exigir que eles façam coisas por você com sua consciência limpa. Afinal, como cobrar alguém para atingir um resultado se ele nunca foi treinado para alcançá-lo!?
Dica de gestão 5: Controle de finanças
Essa é, possivelmente, a dica de gestão mais importante.
Novas empresas fecham por causa de falta de recursos, ponto. Isso significa que você deve ser extremamente responsável com o dinheiro de sua empresa.
Faça controle do fluxo de caixa: Quanto está entrando? Quanto está saindo? Para onde o dinheiro arrecadado está indo? Quanto há de lucro?
Com as respostas em mente, você poderá traçar planos de redução de gastos, saber onde capacitar melhor sua equipe para que haja menos desperdício de recursos em um determinado setor. Poderá até mesmo ver que é necessária uma troca de fornecedor, então monitore todo o fluxo de caixa.
Além disso, é crucial que você não misture sua vida pessoal com a de sua empresa. Os ganhos dela devem ser arrecadados para investir no próprio crescimento dela. Também, nunca tire dinheiro de sua empresa para pagar dívidas; o ideal é tirar uma porcentagem do lucro da sua empresa para si e com esta porcentagem tomar decisões financeiras em sua vida pessoal.
No mínimo, deixe sua empresa com o dinheiro para continuar funcionando, mas nunca, em hipótese alguma, em saldo negativo.
Como O Empreendedor Iniciante Pode Atingir Os Melhores Resultados
Faça seu papel: continue pesquisando por dicas de gestão empresarial para se capacitar. O mercado sempre traz mudanças, e vencem aqueles que melhor se adaptam a elas.
Se você possui a sua loja virtual e está sempre em busca das novidades deste ramo, provavelmente já deve ter ouvido falar no termo dropshipping.
Trata-se de um método de revenda de produtos, no qual o revendedor em questão não armazena os produtos a serem comercializados em seu estoque, mas sim, os comercializa diretamente dos fornecedores.
A medida em que o revendedor recebe a solicitação de pedido de compra por parte de determinado cliente, ele realiza a solicitação do produto em questão junto ao seu fornecedor e efetua o pagamento junto ao mesmo!
Quer saber mais sobre o processo de dropshipping e de que forma ele pode ser útil no processo de revenda de produtos em seu e-commerce? Fique com a gente no decorrer deste artigo!
Como funciona o processo de dropshipping?
Os pedidos junto aos fornecedores podem ser realizados por meio de diversas maneiras: seja através de internet, via catálogos, promotores ou então com o deslocamento do revendedor até o seu fornecedor.
É importante que o revendedor em questão faça uma boa escolha de seus fornecedores, que devem atender a sua demanda com produtos de alta qualidade e em boa quantidade, oferecer boas condições de negociação e é claro, cumprir com todos os prazos de entrega dos produtos.
Possuir fornecedores de qualidade é absolutamente essencial para o sucesso do método de dropshipping. Existem diversos fornecedores que oferecem uma série de produtos para os respectivos vendedores em troca de um pagamento mensal, proporcionando assim uma entrega muito mais ágil.
Quais as vantagens do dropshipping?
Este processo permite aos revendedores a possibilidade de se dedicar exclusivamente a parte de vendas dos produtos especificamente, já que não precisam controlar o estoque e compram com os fornecedores somente os produtos que terão saída imediata no mercado e já foram solicitados pelos clientes.
Sem possuir um estoque próprio, os vendedores possuem uma grande economia de custos relacionados a este processo, já que não precisam se preocupar com capital de formação e manutenção de estoques, embalagens e espaços para armazenamento.
Outra vantagem do modelo de dropshipping é a grande flexibilidade de operação. O revendedor só precisa de um local com acesso a internet para se comunicar com os seus fornecedores, sem a necessidade de trabalhar em um espaço físico específico.
Outra vantagem, é não precisar se preocupar com o processo de entrega do produto, que é de total responsabilidade do fornecedor, que encaminha o produto ao cliente em nome da sua loja virtual, trazendo portanto uma enorme praticidade.
Por não precisar armazenar produtos em um espaço físico, o leque de possibilidades de produtos a oferecer aos clientes pode ser muito mais variado.
E os riscos?
Depender exclusivamente do dropshipping, deixa os revendedores completamente reféns de seus respectivos fornecedores, que eventualmente podem não ter em seu estoque alguns dos produtos solicitados pelos clientes ou então atrasarem o período de entrega, já que podem atender a diversos revendedores.
Esses atrasos podem ocorrer principalmente se forem produtos importados, já que neste caso se exige uma maior burocracia e não se possui um controle do processo logístico.
Portanto o dropshipping não apresenta nenhum tipo de exclusividade aos revendedores junto a seus fornecedores. São fatores que podem comprometer drasticamente o processo de revenda, gerando sérios prejuízos aos revendedores. Por isso a dica é estudar bem o mercado, e procurar fornecedores que ofereçam planos mensais de dropshipping, como falamos anteriormente.
Também é importante estudar e planejar minuciosamente a escolha dos fornecedores buscando sempre referências de outros clientes e verificar os seus históricos de falhas em relação aos aspectos citados de disponibilidade de estoque e cumprimento de prazos de entrega.
O dropshipping também apresenta riscos ao revendedor a medida em que mesmo após a solicitação de algum produto por parte do cliente e a posterior compra deste produto junto ao fornecedor, existe a possibilidade do cliente cancelar a compra, causando assim uma situação de prejuízo financeiro até encontrar um novo comprador.
Para quem é recomendável a implementação de dropshipping?
O dropshipping é uma excelente alternativa não só para revendedores que atuam de uma forma isolada ou então possuem a sua loja virtual, como também para microempresas de comércio varejista, que por estarem em um estágio inicial do negócio, não possuem uma grande estrutura física para armazenar o seu estoque.
Dessa forma, podem utilizar um espaço somente para amostragem dos produtos em um catálogo e receber solicitações de compra dos clientes.
Empresas que não desejam gastar dinheiro com a contratação de vendedores, por exemplo, também podem fazer uso de dropshipping.
Como executar o dropshipping de uma forma eficiente?
Agora que já entendemos como funciona na prática o processo de dropshipping, quais as suas vantagens e possíveis riscos, é importante mostrar algumas dicas para realizar esse modelo de negócio da melhor forma possível e minimizar a ocorrência de erros:
Analise os produtos disponibilizados por seus fornecedores
Antes de solicitar os produtos que serão repassados a seus clientes, é importante estudar com calma os seus fornecedores e analisar os vendedores concorrentes no mercado, de forma a identificar um produto que possa se tornar um diferencial para a sua clientela e assim se destacar da concorrência.
Logicamente, é imprescindível solicitar os produtos que possuem uma demanda garantida e que já foram solicitados mas aposte em alguns produtos experimentais e verifique a aceitação diante do público, mas é claro, em pouca quantidade.
Peça feedback a seus clientes
Após certo tempo de operação de sua loja virtual, é importante entrar em contato com alguns clientes que já compraram seus produtos mais de uma vez e que já se encontram de certa forma fidelizados com a sua marca.
Pergunte a visão que eles possuem a respeito da sua loja e peça a opinião desses clientes antes de lançar um novo produto.
Os seus clientes mais fiéis representam o perfil da sua clientela de uma forma geral e sabem quais são as necessidades que levam ao consumo de seus produtos.
Solicitando esse feedback antes de lançar um novo produto, as chances de erro são minimizadas e a aceitação do público tende a ser maior, aumentando assim o volume de suas vendas.
Essas pesquisas de satisfação podem ser feitas por telefone ou por meio das redes sociais. Para isso, é importante ter um bom sistema para cadastro de clientes e armazenar todas as informações preenchidas durante o processo de compra desses consumidores.
Escolha bons fornecedores
Como falamos anteriormente, possuir bons fornecedores é absolutamente essencial para que sua estratégia de dropshipping obtenha sucesso.
Procure se informar sobre o histórico dos fornecedores antes de fechar negócio, analise a quantidade e qualidade dos produtos oferecidos, condições de pagamento e se há agilidade no processo de entrega.
Como no processo de dropshipping os fornecedores são responsáveis pela entrega em nome de sua empresa, qualquer problema a respeito pode comprometer a imagem de sua marca;
Como funciona o processo de troca ou devolução do produto por meio do dropshipping?
Da mesma forma como ocorre em relação a entrega dos produtos aos clientes, as situações de devolução ou troca do produto por parte do cliente também são de responsabilidade dos fornecedores no que diz respeito ao processo logístico.
O revendedor neste caso, só possui a responsabilidade de manter o contato com o cliente e informa-lo a respeito das datas de entrega, troca ou devolução.
E da mesma forma como ocorre o processo de entrega, a devolução e troca levam o nome da sua loja, apesar de envolverem a atuação do fornecedor!
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