Marcus Lemonis: Empreendedores de sucesso

Marcus Lemonis: Empreendedores de sucesso

Nascido no Líbano durante a Guerra Civil Libanesa foi adotado por um casal de gregos que vivia em Miami. Formado em ciências políticas, concorreu ao cargo de deputado na câmara da Flórida, mas sem vitória. Hoje após uma carreira de sucesso como empreendedor, possui uma fortuna avaliada em 2 bilhões de dólares. Esse é um dos empresários de maior sucesso na área automobilística e também por ser um “salvador de empresas”. Conheça agora a história de Marcus Lemonis.

Descubra como ele alcançou o topo e se tornou um dos empresários mais seguidos e estudados do mundo e como seus ensinamentos podem ajudar milhares de outros empresários a guiar seus negócios da maneira mais adequada e eficiente. Marcus Lemonis é um Empreendedor de Sucesso!

O começo de carreira de Marcus Lemonis

Após se formar pela Universidade Marquette, Marcus Lemonis disputou as eleições de 1995 pelo partido Democrata norte-americano. Não sendo eleito, focou sua carreira como empreendedor. Para isso ele contou com as dicas de uma pessoa muito importante para ele, tratado como seu mentor: Lee Iacocca.

Lee era amigo da família Lemonis e por isso tinha contato direto com Marcus Lemonis. Lee Iacocca era mundialmente conhecido pela sua atuação no mundo automobilístico. Ele foi destaque por ser o responsável pelo lançamento do Mustang, um grande sucesso do mercado, mas também foi o responsável pelo Ford Pinto, um grande fracasso da indústria que gerou inclusive sua demissão na companhia Ford.

Mas com Marcus Lemonis ele acertou em cheio. Graças a Iacocca, Lemonis passou a fazer investimentos nos transportes de recreação, que são aqueles trailers muito utilizados nos EUA e Europa para viagens. Com essa nova forma de ver o mercado, ele criou a empresa Freedom Roads, companhia que comprou muitas outras concessionárias desses modelos de carro.

Em 2006 a empresa de Marcus Lemonis agitou o mercado com uma fusão quando se juntou à Camping World, empresa que já tinha 50 anos de atuação dentro desse mercado.

Marcus Lemonis assumiu então como CEO do conglomerado que domina o setor de maneira gigantesca: são mais de 10 mil peças e acessórios voltados exclusivamente para RVs, além de trabalhar com serviços de seguros, revisão e reboque.

Em 2011, Lemonis juntou ao seu conjunto a Good Sam Enterprises, que atua como um sistema de associados para quem possui veículos recreativos. Ele assumiu novamente como principal nome e hoje lidera aproximadamente 7.000 funcionários nos Estados Unidos e conquistou um faturamento de 3 bilhões de dólares.

O salvador de empresas Marcus Lemonis

Além do grande poderio que Marcus Lemonis assumiu ao se tornar o principal nome da Camping World e da Good Sam Enterprises, o empresário passou a investir e ajudar empresas que na sua visão eram promissoras mas que passavam por sérios problemas, e muitas correndo o risco de falir.

“Meu nome é Marcus Lemonis e eu salvo negócios em apuros. Eu tomo as decisões difíceis e os ajudo com meu próprio dinheiro. Nem sempre é fácil, mas isso são negócios. Eu faço para salvar empregos e faço pelo dinheiro” – Frase de Marcus Lemonis durante episódio do programa “O Sócio”.

Hoje o empresário já reabilitou com sucesso mais de 100 empresas em apenas 10 anos.

O Sócio Marcus Lemonis

Os constantes sucessos de Marcus Lemonis em reerguer empresas praticamente falidas fez a emissora americana CNBC criar o reality televisivo “The Profit”, ou “O Sócio” em português. O programa foi lançado em 2013 e está em sua 7ª temporada.

Na série, Lemonis continua fazendo o que já vinha buscando antes. Ele vai em busca de empresas desesperadas por novos investimentos e que topam um acordo que traga esse dinheiro para a empresa.

É a chance perfeita para Marcus Lemonis fazer a oferta de investir seu dinheiro em troca de uma parte da empresa e de uma porcentagem nos lucros.

Como funciona o programa

Como os empresários já não têm mais saída em meio a situação atual dos seus negócios acabam aceitando a proposta. No total, o empresário já investiu mais de 7 milhões de dólares com as empresas que participaram do programa.

Uma vez dentro da empresa, Lemonis faz de tudo para salvar o negócio e torná-lo mais lucrativo. E ele não mede esforços e nem tem medo de tomar as decisões difíceis, mesmo que isso signifique ter que demitir o presidente, fazer promoções no quadro de funcionários ou até mesmo pegar no batente para que as coisas continuem no ritmo necessário para a empresa voltar aos eixos.

O acerto da emissora americana CNBC foi ao buscar um mercado novo para esse estilo de programa, já que existem muitos outros atualmente que fazem o mesmo processo de reerguer empresas. A diferença do “O Sócio” é que o foco fica em empresas de médio e pequeno porte, mas de diversos nichos de atuação, diferentemente dos programas concorrentes que ficam fixos em um único nicho de atuação.

“Considero o programa como educacional, não apenas como um entretenimento. Sinto que o seu propósito é mostrar como fazer negócios e como não fazer, como tratar as pessoas e quais são os erros feitos por outros que podem ser evitados” – Marcus Lemonis em entrevista para a revista Istoé Dinheiro.

No Brasil, a série é transmitida pelo canal por assinatura History desde 2015.

Os 3 Ps de Marcus Lemonis

O sucesso de Marcus Lemonis tanto na Camping World como na Good Sam Enterprises é atribuído, segundo o próprio empresário, a 3 Ps:

  • Pessoas
  • Processo
  • Produto

Para ele, a otimização desses 3 pontos-chave dentro de toda e qualquer empresa ou organização é o que vai trazer os melhores resultados.

Em cada episódio de “O Sócio”, assim como na atuação dele nas outras empresas que já ajudou, os 3Ps são aplicados da melhor forma possível para que cada empresa alcance o sucesso. Veja agora como esses 3 Ps ajudam as empresas e como podem ser aplicados:

1º P: Pessoas

Em todos os episódios da série “O Sócio”, Marcus Lemonis enfatiza a importância das pessoas para o sucesso de todas as empresas. Esse é sempre o 1º P a ser otimizado dentro de cada organização.

É claro que todo empresário quer ter as melhores pessoas trabalhando para o seu negócio.

# Mas será que eles percebem se tem as pessoas certas trabalhando para a empresa?

Em muitos casos, o que acontece nas empresas é que as pessoas são colocadas em determinadas funções sem ser realmente boas naquilo que devem fazer. Talvez sejam parte da família, ou talvez continuem em determinado lugar porque a rotina indica que sempre foi assim. É preciso se atentar a isso para não cometer o erro de deixar os rumos do negócio com as pessoas erradas.

# Como fazer com que as pessoas que já estão na empresa se tornarem as pessoas certas?

É preciso ser sincero. Um dos pontos fortes de Marcus Lemonis é que ele sempre mostra como atuar diretamente com as pessoas envolvidas no negócio. É preciso dar feedbacks transparentes e contínuos, mesmo que isso signifique dizer o que jamais achou necessário antes, seja no lado profissional ou pessoal.

Além disso, é preciso capacitar as pessoas da maneira correta. Passar treinamentos constantes e oferecer um ambiente em que o trabalho possa fluir com naturalidade são pontos fundamentais.

2º P: Processos

A maioria dos empreendedores que começa seu negócio sem a preparação adequada acaba gerenciando a empresa por meio de processos baseados apenas na sua intuição e na base do achismo.

Mas para manter o profissionalismo e não cair nas armadilhas que um negócio pode trazer é preciso deixar essa forma amadora de se trabalhar de lado e buscar uma organização adequada para cada empresa.

Para que uma empresa funcione bem e gere lucro os processos devem ser coordenados de forma programada e previamente planejada.

É preciso esquematizar toda a sequência de processos pelo qual a empresa passa, seja no setor de venda final para os consumidores, como também na entrada dos insumos para depois gerar aquela venda. Tudo deve ser esquematizado para enfim um empresário poder afirmar que possui a controle da empresa e para identificar em quais processos os erros estão ocorrendo.

3º P: Produtos

Uma das principais chaves de cada empresa é o que está sendo vendido. Na série “O Sócio”, Lemonis analisa cuidadosamente o que está sendo vendido juntamente das suas características mercadológicas mais importantes, que são basicamente os seguintes:

  • Preço
  • Embalagem
  • Apresentação
  • Público alvo

A análise de Marcus Lemonis consiste em mostrar para os empresários que a visão que os clientes possuem dos produtos são completamente diferentes da visão que eles possuem dos próprios produtos.

Muitos acabam gastando muito com mídia e exposição para os produtos, mas não percebem que o erro está na percepção do cliente sobre o produto. Muitas vezes a solução mais útil é simplificar o produto, agregar valor a ele para que as pessoas sintam a necessidade de buscá-lo e com isso conseguir lucros cada vez maiores.

“Tenho uma inclinação maior pelo risco que a maioria das pessoas, porque acredito nas pessoas, sinto que podem mudar e melhorar. Por isso, não me meto no negócio pensando em quão arriscado aquilo pode ser, mas pensando na pessoa e no tanto de oportunidade que eu acredito que exista” – Marcus Lemonis.

Histórias inspiradoras como a de Marcus Lemonis sem dúvidas são um grande incentivo para quem quer se tornar um empreendedor. No nosso e-book de crescimento empresarial, você vai encontrar dicas que podem ser aplicadas no seu negócio!

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Empreendedores de sucesso: Caito Maia

Empreendedores de sucesso: Caito Maia

Para você que está pensando em montar o seu próprio negócio e se tornar um empreendedor de sucesso no Brasil, é fundamental ter em quem se espelhar. É importante conhecer histórias de empreendedores brasileiros que enfrentaram um cenário semelhante a empreendedores no país. Mas também que superaram obstáculos, persistiram em suas convicções e se tornaram referências não só no Brasil, mas no cenário do empreendedorismo em geral. E um destes empreendedores de sucesso, sem dúvida nenhuma, é Caito Maia, fundador da Chilli Beans, uma das maiores marcas de óculos do mundo.

Fundada em 1997, a Chilli Beans revolucionou a forma de vender óculos. Tirando assim a cultura de venda similar à farmácias, e passando a vender os óculos como acessórios de moda. Atualmente, existem mais de 750 lojas espalhadas por mais de 17 países, movimentando mais de R$ 500 milhões a cada ano.

A trajetória de Caito Maia

Nascido em 1969 em São Paulo, onde foi criado e passou toda a sua infância, Antônio Gomes Pereira Filho, também conhecido como Caito Maia, carregava consigo o sonho de ser músico. Logo aos 18 anos teve a oportunidade de estudar nos Estados Unidos em um curso de verão, na Faculdade de Música Berklee, em Boston.

Caito inclusive formou uma banda de rock, chamada de “Las Ticas Tienen Fuego”, a qual era vocalista e guitarrista. A banda, em 1996, foi indicada a uma das categorias do prêmio Video Music Brasil, do canal MTV. Mas, com o passar dos anos, Caito Maia percebeu que seria muito difícil viver exclusivamente da música e foi aí que seu espírito empreendedor começou a aflorar.

Em paralelo com a banda, Caito passou a comprar óculos escuros nos Estados Unidos e revendê-los no Brasil. Como o preço era mais justo possível, deixava seus compradores totalmente satisfeitos. Com a boa aceitação do público e um alto número de vendas, Caito Maia optou por ampliar o seu negócio e começou a revender também para lojas de comércio varejista. 

Primeiros empreendimentos

Pensando nisso, surgiu seu primeiro empreendimento: a empresa Blue Velvet, atacadista de óculos. A empresa no seu primeiro ano de atuação conseguiu mais de 250 clientes do comércio varejista. Entretanto, por não ter nenhuma formação acadêmica, Caito passou a ter muitos problemas para administrar o negócio. E, sem um bom controle do fluxo de caixa da empresa, a Blue Velvet ficou extremamente fragilizada e acabou quebrando com a inadimplência de apenas dois de seus clientes.

Mas como todo bom empreendedor, Caito persistiu em sua ideia e conseguiu superar as adversidades. Após o fracasso de seu primeiro negócio, o empreendedor se viu com duas alternativas: retornar à sua banda ou então retomar as vendas de óculos escuros como varejista.

A solução encontrada por Caito Maia foi aproveitar parte do estoque que sobrou da Blue Velvet e montar um quiosque de vendas no Mercado Mundo Mix, que era um grande evento itinerante na cidade de São Paulo, voltado para a venda de roupas e acessórios. Vender óculos escuros no Mercado Mundo Mix o início da Chilli Beans. Tudo era feito com muito esforço e suor, e o foi justamente esta experiência que fez com que o empreendedor ganhasse a experiência que precisava. Na inauguração de sua loja o dia era chuvoso. Mas, esse contratempo não impediu a empresa de Caito Maia de se destacar entre todas as demais lojas do mercado Mundo Mix, e obter um grande volume de vendas logo na inauguração.

Para montar o estande no Mercado Mundo Mix, era necessário dar um nome ao quiosque. Caito gostava muito de pimenta, e com a ajuda do publicitário e amigo, José Caporrino, surgiu no ano de 1997 o nome “Chilli Beans”, que remete a um prato típico da culinária tex-mex (texana-mexicana) à base de pimenta e feijão. 

O crescimento da Chilli Beans

O fracasso de sua primeira empresa, a Blue Velvet, serviu de lição para Caito Maia, e fez com que ele se precavesse contra uma nova crise financeira que poderia arruinar a Chilli Beans. A medida encontrada para ter um maior controle financeiro foi pagar a vista todas as compras com seus fornecedores de óculos.

Com o negócio organizado financeiramente, estava na hora de pensar na sua expansão. No ano de 2000, a Chilli Beans abriu o seu primeiro quiosque de vendas em um shopping e no ano seguinte teve a sua primeira franquia. Atualmente são mais de 750 lojas espalhadas por países como Portugal, Tailândia, Caribe, Colômbia, Chile. Emirados Árabes e Estados Unidos, Angola e Kuwait. Dessas mais de 50 lojas.

Além de óculos escuros, a Chilli Beans passou a oferecer outros produtos para seus clientes como bolsas e mochilas em 2011. Com os diversos licenciamentos realizados com outras empresas ao longo de seus 20 anos de história, atualmente a marca Chilli Beans já se encontra em roupas íntimas, bicicletas, guitarras e chinelos das empresas licenciadas.

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Self Service

Caito Maia trouxe com a Chilli Beans um novo conceito de comercialização de óculos escuros. Mas, também, um novo conceito de consumo por parte dos clientes. A Chilli Beans fez com que os óculos não fossem mais intocáveis nas prateleiras. Assim, sendo exibidos de uma forma muito mais livre para que os consumidores possam tocar e experimentar o produto antes de efetuar a compra.

Este é o conceito do atendimento Self Service ou serviço próprio. Esse que posteriormente também foi adotado por restaurantes, em que os clientes poderiam servir a sua própria comida, por exemplo.

Nas lojas também é possível encontrar produtos totalmente personalizados de acordo com o gosto de cada cliente: modelo com detalhes em ouro, lentes com as mais variadas cores, produtos dos mais variados tamanhos, dentre outros diferenciais.

Outro aspecto que tornou a Chilli Beans uma das maiores marcas da América latina no seu ramo de atuação é o fato de a cada 45 dias, a marca lançar uma coleção diferente para atrair cada vez mais consumidores.

A Chilli Beans, portanto, não vende óculos escuros como ótica, mas sim como um estilo para os seus clientes.

Premiações de Caito Maia

Desde o seu surgimento, a Chilli Beans ganhou enorme reconhecimento mundo a fora e recebeu diversos prêmios em relação ao empreendedorismo. Confira alguns deles:

  • “Melhor loja de inovação do mundo”, pelo Retail Design Institute, em 2012
  • “Prêmio Melhor em Acessórios”, pela revista Pequenas Empresas Grandes Negócios, em 2016
  • “Melhor Franquia do País”, pela ABF (Associação Brasileira de Franquias), em 2015
  • “Os mais importantes do varejo”, do Grupo Padrão, em 2015
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Pet Shop: 7 dicas para quem quer abrir um

Pet Shop: 7 dicas para quem quer abrir um

Um dos ramos que está crescendo hoje em dia é o mercado de Pet Shop. Mesmo em meio à crise, muitas pessoas ainda procuram os serviços deste tipo de mercado para prestar os cuidados com os seus animais de estimação, principalmente em se tratando de cães e gatos.

Para se ter uma noção, o mercado de pet shop cresce mais que 20% por ano. Tudo isso porque a população felina e canina do Brasil é a segunda maior do mundo, ou seja, o número de cães e gatos é enorme e tende a crescer a cada dia mais. Só se tratando de gatos e cachorros, o número chega a 15 milhões de gatos e 30 milhões de cachorros. Isso indica que a proporção de habitantes de animais cresce na mesma proporção que o número de habitantes humanos.

Tendo esses conhecimentos, não restam dúvidas de que investir no mercado de Pet Shop é uma ótima opção para quem está procurando por algo realmente lucrativo. Por mais que já existam centenas de Pets Shops em todo o país, as chances de se conseguir sobreviver desse tipo de estabelecimento são bem maiores e aumentam na mesma proporção em que se aumenta o número de habitantes caninos e felinos.

No entanto, é preciso prestar atenção a alguns cuidados e seguir algumas recomendações para que o seu Pet Shop, que está prestes a ser montado, dê certo e gere bons lucros para você. Para isso, montamos um guia com as principais dicas para você seguir antes de abrir o seu Pet Shop. Então confira 7 dias para quem quer montar um Pet Shop:

1. Pense quais serão os tipos de serviço seu Pet Shop oferecerá

Um Pet Shop costuma ser um estabelecimento que oferece, além de serviços de banho e tosa, venda de medicamentos e produtos de uso de animais e veterinário em geral. No entanto, é importante prestar atenção na legislação. Por exemplo, se você pretende abrir um Pet Shop na cidade de São Paulo, deve saber que nessa região não é permitida a venda de medicamentos. Portanto, preste atenção a todas as leis que dizem respeito a esse tipo de estabelecimento para evitar problemas futuros com a Justiça.

Além disso, é importante pensar em quais serviços pretende oferecer para começar a planejar também o espaço que precisará para criar o seu Pet Shop. Se você pretende vender produtos, já deverá pensar que o espaço precisa ser um pouco maior do que se for oferecer apenas banho e tosa, por exemplo.

Além desses serviços mais comuns, alguns Pets Shops disponibilizam cães e gatos para venda ou para adoção. Se essa for uma de suas intenções, deverá pensar que o espaço físico deverá ser ainda maior.

2. Gostar de animais

Por mais que essa dica pareça um pouco óbvia, gostar de animais é um detalhe que faz toda a diferença para o sucesso do seu Pet Shop. Isso porque se você trabalhar com algo que não gosta, você será infeliz e se sentirá cada vez menos motivado a inovar em seu estabelecimento. Um proprietário de Pet Shop tem contato direto com os animais, portanto, gostar desse tipo de relação é fundamental.

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3. Especialize-se

Mesmo que você goste de cães e gatos e já tenha uma prática para cuidar dos bichinhos, antes de abrir um Pet Shop é importante realizar cursos para se especializar e aprimorar suas técnicas para cuidar da forma correta. Se pretende colocar mais gente para trabalhar com você (o que, com certeza, precisará), pense também na especialização destes funcionários. É importante que todos possuam conhecimento e técnicas para que o andamento dos serviços não seja prejudicado pela falta de prática.

💡 Você também pode gostar: Como abrir uma prestadora de serviços

4. Escolha do local do seu Pet Shop

Outro ponto importante na hora de abrir um Pet Shop é escolher o melhor lugar. É preciso que o seu estabelecimento esteja localizado em um ponto estratégico, que seja de fácil localização, permita uma boa visibilidade e que esteja em meio a um alto fluxo de pessoas. É importante prestar atenção também na vizinhança e verificar se os seus vizinhos podem ser seus futuros clientes.

Também, atente-se aos seus concorrentes, fazer uma pesquisa de mercado é imprescindível para decidir diversos fatores dentro da sua empresa.

Além da localização, você deve prestar atenção nas capacidades do local escolhido. Verifique se o espaço comportará todas as instalações que você precisa fazer. Não há nada mais desconfortável do que trabalhar em um ambiente pequeno e apertado.

Ainda sobre o lugar, é essencial também pesquisar os preços de aluguel. Veja se o valor dessa taxa é adequado para o seu bolso.

5. Registro e formalização do seu Pet Shop

Depois de planejar todos os detalhes e escolher o local no qual será instalado o seu Pet Shop, você deverá registrar o seu estabelecimento. Diante disso, procure os órgãos de fiscalização e providencie todos os papéis e documentos necessários. É importante deixar tudo certo e regularizado desde o começo para evitar que o seu estabelecimento seja interditado e fechado depois de um tempo de funcionamento.

Alguns documentos necessários para abrir uma empresa são:

  • Três cópias do Contrato social;
  • Requerimento Padrão (Capa da Junta Comercial, uma via);
  • Cópia do RG e CPF do empreendedor e dos sócios;
  • FCN (Ficha de Cadastro Nacional), com os dois modelos;
  • Pagamento das taxas e do Guia de Recolhimento (JC) e do DARF (CNE).

Também é necessário decidir qual será o regime tributário do seu Pet Shop, se será Simples Nacional, Lucro Real ou Lucro presumido.

Petshop pode ser MEI?

Sim, um pet shop com CNAE 4789-0/04 – Comércio varejista de animais vivos e de artigos e alimentos para animais de estimação, pode ser MEI.

6. Escolher bem os fornecedores

Se você pretende vender produtos e medicamentos, deverá escolher bem os seus fornecedores. Veja se os produtos são de qualidade e confiáveis, pois isso evitará futuros problemas com seus clientes. Oferecer produtos de qualidade é fundamental para conquistar uma boa clientela.

7. Ofereça um atendimento satisfatório

Por fim, muitos clientes, senão todos eles, são conquistados pelo atendimento. Atenda aos seus clientes e futuros clientes de forma atenciosa, dando dicas sempre que possível. Ser simpático e paciente pode parecer um detalhe, mas chama a atenção e faz com que os consumidores saiam satisfeitos, afinal, ninguém gosta de ser mal tratado.

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Orçamento Base Zero: Tudo que você precisa saber sobre OBZ

Orçamento Base Zero: Tudo que você precisa saber sobre OBZ

Toda empresa precisa estar alinhada em estabelecer quais são as metas e os objetivo daquele ciclo, para que possa crescer e se desenvolver. O Orçamento Base Zero, também conhecido como OBZ, surge como uma ferramenta muito eficaz para definir os novos rumos para a empresa, revisando seus custos atuais.

Além disso, ele também aparece como uma metodologia adequada para direcionar e lidar com as dificuldades da organização.

Preparamos este artigo para você com as melhores informações do Orçamento Base Zero (OBZ) e todos os benefícios que trará para a sua empresa.

O que é Orçamento Base Zero?

O Orçamento Base Zero, ou OBZ, trata-se de um planejamento orçamentário que leva em consideração o período com a base zerada, deaconsiderando a média de períodos anteriores anteriores. Ou seja, sem levar em consideração alguns dados, como:

  • Receitas.
  • Custos.
  • Despesas.
  • Investimentos de exercícios anteriores.

Reduzir gastos no orçamento empresarial é uma tarefa de extrema importância. Mas, ao mesmo tempo, é um processo que gera muitas dúvidas nos gestores de negócios. Afinal, quais gastos podem cortar sem impactar negativamente a operação da empresa?

Como forma de auxiliar nessa tomada de decisão, muitos empresários utilizam o orçamento base zero no controle financeiro de seus empreendimentos. O que é orçamento base zero? Quais as vantagens de elaborar este tipo de orçamento empresarial em sua empresa? Como funciona? É o que você vai saber agora ao ler o nosso artigo!

Quem pode utilizar o orçamento base zero? 

O orçamento base zero geralmente é utilizado por grandes corporações, mas também pode ser aplicado em empresas de menor porte. Essa ferramenta é de extrema importância. Ela faz uma análise aprofundada das reais prioridades em relação aos custos e despesas de caixa. Assim, traz uma visão a respeito do orçamento mínimo necessário para uma empresa executar as suas atividades. Tudo com base no planejamento estratégico e visão de todos os gestores do negócio.

Como surgiu esta ferramenta?

A metodologia do orçamento base zero teve seu desenvolvimento durante a década de 70 pelo professor norte-americano Peter Pyrr. Além disso, utilizaram no governo dos EUA em 1975 durante o mandato de Gerald Ford.

Como funciona o orçamento base zero na prática?

Afinal, como aplicar esta ferramenta na prática no orçamento de sua empresa? Trata-se de um processo que exige organização e engajamento em torno de todos os gestores envolvidos na sua execução.

É preciso fazer um levantamento a respeito das necessidades orçamentárias para a operação dos diferentes centros de custo da empresa. Então, avalia-se possíveis valores para cortá-los ou mesmo direcioná-los para outros departamentos.

Contar com o auxílio de um consultor financeiro especializado também é altamente recomendável. Assim, é possível extrair o máximo desta ferramenta e obter uma visão aprofundada e externa ao ambiente empresarial.

Um dos principais motivos pelo qual as empresa optam pelo OBZ é que se avalia que as necessidades não serão as mesmas para o próximo período e podem apresentar significativas variações. Ele é escolhido em detrimento de modelos convencionais, justamente, porque esses levam em conta exercícios anteriores. Os números anteriores também podem não representar o momento e a realidade atual da empresa.

Como montar

O Orçamento Base Zero (OBZ) portanto, consiste em uma análise e votação por parte dos gestores de cada departamento da empresa, além do conselho diretivo. Dessa forma, decidem qual o orçamento que se estabelecerá em cada um dos setores. Ele é uma espécie de orçamento colaborativo ou descentralizado, que não é estipulado somente pelos sócios-proprietários do negócio. E é estruturado de uma forma menos hierarquizada. 

Antes da votação de orçamento para cada setor, todos os gestores devem apresentar um projeto argumentativo. Ele deve conter as operações e metas dos seus departamentos, assim como as necessidade orçamentárias. Dessa forma, é possível fazer uma análise por parte de todos os envolvidos no processo.

Como o próprio nome diz, o orçamento base zero faz uma projeção de orçamento para os diferentes centros de custo a partir de uma base totalmente zerada. Isto é, sem levar em conta as despesas, receitas e demais movimentações que ocorreram em períodos anteriores.

Etapas

A seguir, vamos falar sobre as principais etapas e aspectos mais relevantes para a estruturação do orçamento base zero em sua empresa:

1. Preparação

O primeiro passo para executar o orçamento base zero, é treinar e reunir todos os gestores que estarão envolvidos neste processo. É preciso explicar detalhadamente como funciona este tipo de orçamento. Assim como conscientizá-los da importância de apresentarem uma visão imparcial e verdadeira a respeito das necessidades de seus respectivos departamentos. É importante deixar absolutamente claro as reais vantagens. Uma possível redução de custos no orçamento de determinado setor pode trazer benefícios para a organização de uma forma geral.

2. Segmentação

Separe as áreas da empresa em diferentes grupos de orçamentação, para que possam discutir suas respectivas metas e necessidades orçamentárias. Afinal, quais os resultados financeiros esperados para cada setor? O que será necessário para atingir as metas e desenvolver capital humano e intelectual?

3. Definição de limiar

Feito o levantamento de todas as necessidades e planejamento estratégico, os gestores de cada departamento vão estabelecer o  limiar. Esse nada mais é do que o valor mínimo necessário para a operação de suas atividades.

4. Classificação das despesas fixas de cada departamento

Este é o momento no qual todos os gestores e diretores da empresa reúnem-se e debatem todas as projeções e necessidades de recursos levantadas durante o processo. Outrossim, apó analisar os dados é feita uma votação por parte de todos os envolvidos.

Assim, definem o orçamento para cada setor. Em suma, é extremamente importante que todos os envolvidos exponham seus pontos de vistas a partir de argumentações consistentes e justificando o porquê da necessidade dos recursos em questão. Dessa forma, eles desejam convencer todos os gestores participantes do processo.

Entre os aspectos que devem ser levados em conta na definição orçamentária, podemos listar os seguintes:

Quais as principais vantagens de se aplicar o orçamento base zero?

O orçamento base zero permite uma identificação mais facilitada a respeito de custos e despesas totalmente desnecessários na empresa. Isso porque traz uma visão conjunta dos diferentes gestores do negócio. A participação conjunta também é importante para deixar todos os envolvidos por dentro do planejamento estratégico da empresa para um médio e longo prazo. E, sendo assim, poderão ter um maior direcionamento em suas tomadas de decisões.

Dentre outras vantagens, o orçamento base zero possibilita um direcionamento mais justo e equilibrado de recursos. Isso porque é baseado completamente nas necessidades de cada departamento e auxilia na eliminação de processos desnecessários. 

Esta metodologia promove uma maior integração entre os colaboradores envolvidos, que por sua vez tendem a aumentar a sua motivação no ambiente de trabalho. Assim, se sentem uma parte ainda mais importante do planejamento organizacional devido a autonomia que lhes foi proporcionada nas tomadas de decisões da empresa. 

E os riscos?

Com certeza um dos riscos de se implementar este processo é a complexidade desse tipo de orçamento, além do fato de depender essencialmente do envolvimento de todos os gestores, caso contrário, o orçamento base zero será totalmente ineficaz.

Mais do que o engajamento, também é preciso que os envolvidos possuam uma visão imparcial a respeito das necessidades orçamentárias de seus departamentos e devem zelar sempre pelo interesse coletivo da empresa, além de estarem totalmente abertos a cortes em seus respectivos orçamentos.

Uma boa forma de implementar essa cultura orçamentária em todos os departamentos da empresa, é realizar treinamentos com todos os envolvidos, de forma que todos os gestores estejam conscientes de que seus setores podem vir a sofrer reduções de custo em prol de um bem maior: a coletividade.

Possíveis divergências podem vir a gerar uma série de conflitos entre os envolvidos. Por isso é imprescindível que os gestores sejam bem relacionados entre si e estejam abertos para receber críticas e visões diferentes daquela a qual possuem. 

Quando é recomendável utilizar o orçamento base zero?

Em empresas que ingressaram recentemente no mercado e não possuem um histórico de dados e movimentações financeiras para a análise, obviamente o orçamento base zero deve ser realizado.

No caso de empresas mais consolidadas no mercado, a realização ou não do orçamento base zero vai depender do ambiente interno, volatilidade do mercado e cenário econômico no qual a empresa está inserida, bem como a eficácia das metodologias adotadas no momento e as novas possibilidades que podem surgir, sejam elas decorrentes de inovações tecnológicas ou mudanças na legislação.

Como um software de gestão empresarial pode ser importante na sua gestão orçamentária?

Gerenciar os orçamentos para os diferentes centros de custo da sua empresa, é uma tarefa que exige bastante trabalho, devido a necessidade de lidar com uma grande quantidade de dados referentes a despesas e receitas de cada departamento. Por meio de um software de gestão empresarial como o eGestor, é possível organizar os diferentes setores de sua empresa em uma única plataforma, sem a necessidade de armazenar inúmeras planilhas.

A outra vantagem de um sistema como o eGestor, é a possibilidade de permitir acesso aos dados do sistema a todos os gestores do seu negócio, para que possam controlar os seus departamentos de uma forma independente, gerando uma grande economia de tempo e ganho de eficiência no processo de gestão orçamentária!

Considerações finais

Em conclusão, fica claro que o Orçamento Base Zero (OBZ) é de extrema importância para um bom funcionamento da emrpesa, alepm de colaborar específicamente com o setor financeiro.

Dessa forma, sua emrpesa estará seguro frente aos custos e despesas, para que todo o processo possa seja feito da melhor maneira possível. Pois os cortes passam a ser feitos de forma conciente e com embasamento.

Então, volte aqui neste material sempre que você precisar de informações completas e de grande relevância para o seu empreendimento. Mas lembre-se, é muito importante que você se informe, porém deve ter um bom planejamento estratégico para que este ensinamento seja colocado em prática com sucesso.

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API ou Interface de Programação de Aplicativos: como funciona?

API ou Interface de Programação de Aplicativos: como funciona?

API, ou Interface de Programação de Aplicativos, é um conjunto pré-estabelecido de ações que um software oferece para que outros aplicativos usem o seu serviço. Ou seja, essa interface funciona como uma ponte que permite integrar determinado software ao sistema de terceiros.

Nos últimos anos, o uso de APIs cresceu ainda mais com a popularização da inteligência artificial, das automações via webhooks e das plataformas low-code/no-code. No Brasil, o Open Finance também ampliou esse uso no setor financeiro, permitindo que bancos e fintechs compartilhem dados com autorização do cliente.

Essas interfaces podem ser:

  • Públicas: são as disponibilizadas de forma gratuita, como as utilizadas, por exemplo, em redes sociais.
  • Privadas: são as que requerem login e senha e, normalmente, são pagas, como é o caso dos serviços de streaming.

Empresas desenvolvedoras de software usam bastante as APIs quando querem integrar o próprio sistema a produtos de outras empresas. Assim, os usuários conseguem acessar as informações do sistema de forma externa.

Um bom exemplo é o uso do Google Maps por outras plataformas. Sites de hotéis, por exemplo, disponibilizam o mapa para que o cliente encontre o melhor caminho até o hotel. Esse processo só é possível por meio de uma API: nesse caso, os programadores do site do hotel usaram a API para inserir o código do Google Maps em algum local da plataforma.

Outro exemplo é o uso de sistemas de pagamento online, como o PayPal. As lojas virtuais conseguem inserir esses sistemas de forma automática, sem que o usuário saia do site para pagar.

Uma API, portanto, permite essa comunicação entre dois sistemas online. Essa interface possibilita que as mais variadas funções de um determinado site sejam utilizadas em outra plataforma.

Se você quiser conhecer mais vantagens de implementar uma API em seu sistema, como funcionam os diferentes tipos de API e outros exemplos de sistemas que utilizam essa interface, continue com a gente neste artigo!

Fundo de ui ux de design plano ilustrado - API

Benefícios de uma API

Uma interface de programação de aplicativos, ou uma API, pode oferecer uma série de vantagens no processo de integração de sistemas:

Facilidade

Outras formas de integração de sistemas exigem a instalação de recursos totalmente compatíveis com a plataforma. Já a API dispensa essa etapa e possibilita a integração de sistemas totalmente diferentes entre si, mesmo com bancos de dados distintos, e tudo isso com grande agilidade.

Sem a utilização de uma API neste processo, o tempo gasto na integração de sistemas é muito maior. Por meio de uma API é possível realizar uma troca de informações entre um sistema ERP e outra plataforma.

Segurança de dados

Além de ser um método mais prático, a integração de sistemas por API apresenta uma segurança de dados muito maior quando comparada a outras ferramentas. Isso ocorre porque uma API privada cria uma espécie de “portão”, no qual somente algumas informações de determinado sistema ficam disponíveis para a integração com outra plataforma.

Vamos mostrar uma situação prática para você entender melhor como funciona esse processo. O sistema interno de um banco, por exemplo, reúne uma grande variedade de informações, entre elas: número de contas abertas em determinado período, número de clientes em situação de débito e clientes que possuem contas-poupança, entre outras.

Com uma API, a empresa consegue disponibilizar aos sistemas integrados apenas as informações sobre os débitos dos clientes, por exemplo. Essas informações podem ser de extrema importância para empresas que realizam avaliações de risco de crédito de determinado cliente.

Controle de acessos

Uma API faz com que o programador de determinado sistema possa acompanhar quem acessou as informações do seu sistema interno, onde e quando acessou.

Isso só é possível devido a uma ferramenta chamada gateway de API, que proporciona o gerenciamento do fluxo de acessos no sistema. Essa ferramenta pode ser de extrema importância para plataformas de e-commerce que possuem API, pois permite identificar a origem dos acessos à sua plataforma e gerenciar o tráfego na loja virtual.

Monetização de acessos

No caso das APIs privadas, os programadores de um sistema podem restringir o acesso e cobrar um valor dos clientes que desejam integrar seus sistemas. Um bom exemplo de API privada é a Netflix, que libera seu conteúdo somente para assinantes.

Qual a diferença entre APIs públicas e privadas?

As APIs públicas são os formatos mais comuns de API. Elas são as ferramentas que permitem, por exemplo, as funções de curtir e compartilhar nas mais variadas redes sociais. Em geral, são disponibilizadas de forma totalmente gratuita na internet, exigindo apenas que os usuários efetuem um cadastro com login e senha para acessar os dados do sistema em questão.

As APIs públicas permitem que um sistema como o Facebook possa integrar a lista de amigos de um determinado usuário a outro sistema, por exemplo. Isso tudo sem a necessidade da criação de uma plataforma interna para essa integração entre os sistemas.

As APIs privadas, por sua vez, permitem que um determinado sistema possa disponibilizar somente uma quantidade limitada de dados para serem integrados com outra plataforma.

Os sistemas que utilizam APIs privadas podem fazer a monetização do acesso às suas ferramentas por parte de terceiros, como faz a Netflix ou qualquer outro negócio digital que envolva assinatura, conforme explicamos anteriormente.

Exemplos de outras plataformas que possuem API

As APIs estão presentes em diversos softwares utilizados no dia a dia, entre eles a Netflix e o Google Maps, que já mencionamos. Vejamos outros exemplos de sistemas que possuem API:

Facebook

Atualmente, com mais de 3 bilhões de usuários espalhados por todo o mundo, a rede social criada por Mark Zuckerberg é certamente a mais popular e utilizada entre todas. Sendo assim, esses bilhões de usuários podem acessar a plataforma com seu login e senha por meio da API.

Carteiras digitais

Ferramentas como PayPal, Mercado Pago, Cielo e PagSeguro, dentre outras, permitem que os usuários efetuem os pagamentos em plataformas de e-commerce sem cadastrar os seus dados de cartão de crédito no site da loja. Isso só é possível por meio das APIs dessas ferramentas, que realizam a integração das informações de login e senha do usuário com as lojas virtuais.

eBay

A empresa desenvolveu a API do eBay no ano 2000, o que facilitou bastante as transações feitas pelo site. Com a API, o eBay padronizou as aplicações, e os negociantes passaram a ter experiências muito mais acessíveis e intuitivas na plataforma.

Como funciona a API do sistema eGestor?

O eGestor disponibiliza uma API REST. A sigla REST, ou Representational State Transfer, que em português significa Transferência de Estado Representacional, indica que essa API não requer o uso de sessões, como é feito nos navegadores.

A API REST do eGestor possibilita o acesso às mais variadas ferramentas do sistema. Atualmente, a API do eGestor permite o acesso aos produtos, clientes, pagamentos, recebimentos, vendas e boletos. Assim como ocorre com as demais APIs, esta ferramenta permite que o eGestor possa ter os seus dados integrados a outros sistemas, ajudando a fazer a gestão empresarial

Exemplos de uso da API do sistema eGestor

Dentre as funcionalidades disponibilizadas pela API do eGestor, a seguir estão listadas possíveis operações que podem ser feitas com os dados do sistema:

  • Inserir um recebimento no financeiro e gerar boleto;
  • Extrair dados de um contato;
  • Criar uma venda, informando os dados do cliente e dos produtos vendidos.

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ERP e API - o que você precisa saber sobre integração

Perguntas frequentes sobre API

  1. O que é uma API?

    API (Interface de Programação de Aplicativos) é um conjunto de ações pré-estabelecidas de um software que permite que outros aplicativos utilizem seus serviços, integrando sistemas diferentes entre si de forma prática e rápida.

  2. Qual a diferença entre API pública e API privada?

    As APIs públicas são disponibilizadas gratuitamente e geralmente exigem apenas um cadastro simples (como as usadas em redes sociais para curtir e compartilhar). Já as APIs privadas exigem login e senha, costumam ser pagas e restringem o acesso às informações, como ocorre em serviços de streaming (ex.: Netflix) e sistemas de pagamento.

  3. Quais são as principais vantagens de usar uma API?

    Entre os principais benefícios estão a maior agilidade na integração de sistemas (mesmo com bancos de dados diferentes), maior segurança de dados (por meio de um “portão” que libera apenas informações específicas), controle de acessos (via gateway de API, que mostra quem acessou o quê e quando) e possibilidade de monetização, no caso das APIs privadas.

  4. Como a API do eGestor funciona?

    O eGestor oferece uma API do tipo REST (Representational State Transfer), permitindo que outros sistemas se integrem à plataforma para trocar informações de forma padronizada e segura.

  5. Uma API é segura?

    Sim. Uma API bem implementada usa autenticação (como chaves de acesso ou tokens) e libera apenas os dados autorizados, o que reduz riscos de segurança em comparação a outras formas de integração.

  6. API é o mesmo que integração de sistemas?

    Não exatamente. A API é a ferramenta que viabiliza a integração entre sistemas, mas a integração em si é o processo mais amplo, que pode envolver outras tecnologias além da API.

  7. APIs são importantes para inteligência artificial?

    Sim. Muitas ferramentas de inteligência artificial funcionam por meio de APIs, que permitem que empresas integrem recursos como chatbots, geração de texto e análise de dados diretamente aos seus próprios sistemas, sem precisar desenvolver essa tecnologia do zero.

Sua gestão pode ser muito mais simples. Controle financeiro, estoque, vendas, prestação de serviços, emissão de notas, boletos e muito mais em um só lugar!
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