Produtificação de Serviços: Entenda tudo sobre esse conceito

Produtificação de Serviços: Entenda tudo sobre esse conceito

Se você é um profissional do setor de serviços, com certeza já se sentiu inseguro ao definir o valor do seu trabalho e como comunicá-lo ao cliente. Transmitir ao seu cliente o valor de um bem intangível como um aconselhamento jurídico, um projeto de arquitetura ou de consultoria é um assunto sensível e que requer a análise de vários fatores internos e mercadológicos. Dúvidas como essa constantemente se mostram como obstáculos no momento de abrir seu próprio negócio.

Porém, existem algumas formas de simplificar esse processo e tornar mais assertiva a apresentação e venda desses serviços. Confira no texto abaixo:

Custo x Preço x Valor

Primeiro, precisamos saber separar esses três conceitos que, para muitos, podem parecer a mesma coisa.

  • Custo é a soma dos recursos gastos para que seu serviço seja prestado. Utilizando o exemplo de um escritório de arquitetura, os gastos com licenças de softwares, material de apoio e pagamento de pessoal são fatores que compõem a estrutura de custo.
  • Preço é quanto o seu cliente vai precisar desembolsar para adquirir o seu serviço. Essa quantia é percebida e ditada pelo mercado. Assim, não adianta querer impor um preço extremamente elevado num serviço que não entrega o valor correspondente, pois ele terá vida curta. Isso nos leva ao terceiro conceito:
  • Valor é o benefício que o cliente enxerga em seu serviço e qual o grau de satisfação das necessidades dos seus clientes o serviço atinge. No exemplo da arquitetura, o valor entregue poderia ser a casa dos sonhos de alguém ou a melhoria na qualidade de vida proporcionada por uma reforma.

É perfeitamente possível dois serviços terem o mesmo preço e o mesmo custo, porém entregarem valores completamente distintos. O valor é o mais intangível dos três conceitos. Isso, pois depende de uma grande sensibilidade do prestador entender o que realmente seu cliente valoriza.

Entenda seu cliente

Antes de transformar seu serviço num produto vendável, entenda o que os clientes mais valorizam no seu ramo de atuação.
Através de conversas com colaboradores, clientes e análises de concorrentes, descubra quais fatores são fundamentais para que um serviço da sua área seja considerado satisfatório.

Pode parecer óbvio que questões como atendimento e preço sejam as mais relevantes. Mas, muitas vezes, os diferenciais encontrados são surpreendentes e de fácil implantação.

Encontre padrões nas principais necessidades dos seus clientes e crie produtos que sejam a solução para elas. Se possível, crie produtos especializados para as diferentes necessidades, isso aumenta a percepção de valor. E, também faz com o que o cliente se sinta mais seguro no momento da compra.

Por exemplo, uma empresa de buffet. Se ela cria produtos específicos para pequenos jantares, festas médias e grandes eventos, ela torna a identidade do serviço mais direcionada e profissional. Isso mostra ao cliente que a empresa entende a sua necessidade e possui a solução ideal para ela.

Crie a sua identidade

Assim como na criação de produtos físicos, a estética e apresentação são fatores fundamentais no momento de produtificar um serviço.

Seu produto precisa ter nome, logomarca e apresentação coerentes com as necessidades que ele atende. Defina elementos gráficos, palavras e cores que passem a imagem que seu cliente deseja ver nas suas soluções. Neste momento, uma boa agência ou profissional de publicidade podem ser seus melhores parceiros.

Depois de definida a “cara” do seu produto, não tenha receio de utilizá-la. A exponha em suas redes sociais, materiais gráficos de apoio e apresentações. Quanto mais ela for divulgada, maior será a familiarização e consequente aceitação dos clientes.

Defina limites

Quantas vezes você perdeu horas do seu dia realizando favores que fogem completamente do serviço contratado por seus clientes?

Todo produto, como bem físico, tem funcionalidades limitadas e descritas na embalagem. Ao vender aquele item, o fabricante deixa claro qual a expectativa o cliente deve ter ao adquiri-lo e se resguarda de possíveis reclamações infundadas.

Não é que você deva ser estritamente fiel ao contrato firmado e recusar qualquer tipo de ajuda aos seus clientes, apenas defina limites para que isso não se torne corriqueiro e interfira negativamente na sua produtividade.

Ao produtificar seu serviço, exponha da maneira mais clara possível quais necessidades aquele produto irá sanar, diminuindo a margem para interpretações erradas e possíveis insatisfações.

Tangibilize suas entregas

Pronto! Agora temos um produto com identidade, objetivos e valor bem definidos. Mas como entregar esse produto ao seu cliente?

Quanto mais tempo o cliente fica sem ter contato com a sua solução, ele tem mais chances de se distanciar da ideia inicial e não ter suas expectativas atendidas quando receber o resultado.

Ao definir entregas parciais com um curto espaço de tempo entre elas, o cliente terá uma percepção mais clara do trabalho que está sendo desenvolvido e o grau de alinhamento entre cliente e prestador se torna muito mais alto.

Essas entregas podem ser feitas por meio de relatórios, planilhas, reuniões ou até mesmo uma simples ligação telefônica.

Dessa forma, erros podem ser identificados no início do projeto, prevenindo que se tornem irremediáveis e comprometam a qualidade da entrega final.

Precifique corretamente

No setor de serviços é bastante comum que os profissionais precifiquem seu trabalho com base nas horas empenhadas no mesmo. Mas isso pode ser uma questão bem delicada. Ainda que o cronograma do projeto seja bem planejado, sempre existe a possibilidade de acontecerem imprevistos que aumentem o prazo de entrega. E eles podem ser por parte do prestador ou do cliente. E então surgem as dúvidas: Cobra-se as horas a mais? Se não cobrar, meu trabalho será mal remunerado?

Uma possível solução é utilizar como balizador do seu preço a real solução que você entrega, baseado em projetos anteriores. Defina um “pacote de horas” ou crie um plano de prestação do serviço que seja comprovadamente eficiente e estabeleça um preço definido para ele. Esse preço pode variar de acordo com a particularidade de cada projeto. Mas, é importante que essa variação seja sutil, coerente e com motivo perceptível pelo cliente.

Definido seu balizador interno de preço, agora é hora de ir ao mercado

Produtos com funcionalidades e qualidades semelhantes possuem preços semelhantes, e isso não é mera coincidência. O preço do produto é diretamente relacionado ao valor percebido pelo mercado.

Ao precificar seu produto, a primeira informação que você precisa analisar é quanto o mercado costuma pagar por soluções semelhantes à que você entrega. Pesquise orçamentos de concorrentes que atuam na sua região e veja quais diferenciais você obtém sobre eles.

Nessa parte é importante que você seja realista e sincero consigo mesmo. Não adianta colocar como vantagem competitiva um diferencial que só você enxerga e valoriza. A opinião dos clientes é fundamental.

Definido o preço que seu cliente aceita pagar por cada produto, é hora de adequar seus custos para que consiga vendê-lo com uma margem satisfatória. Esse processo não é fácil e requer um bom conhecimento da parte operacional e financeira do negócio.

Depoimentos de clientes

Não é à toa que comerciais de TV, como os da Polishop, sempre apresentam pessoas utilizando o produto e dando depoimentos sobre o mesmo. Pessoas valorizam a aprovação prévia de outros consumidores e se sentem mais propensas a comprarem algo com a qualidade comprovada.

Convide clientes satisfeitos para darem depoimentos sobre como os seus serviços (agora produtos) solucionaram e ainda solucionam seus problemas e os exponha no seu site e em outros meios de comunicação.

Isso é extremamente importante na fase de aceitação do produto. Isso, porque é nela onde a maioria dos clientes ainda não teve contato direto com o novo modelo de negócio.

Conclusão

E aí, o que você está esperando para transformar seu serviço num produto altamente rentável e alavancar suas vendas?

Comece agora seu processo de produtificação e aumente o valor percebido do seu negócio!

Baixe grátis nossa planilha de controle de ordem de serviço para manter organizadas as demandas do seu negócio!

Autor: Matheus Lopes é consultor na GPME Expansão e Estruturação de Negócios.

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Capital de giro: entenda o que é e como calcular

Capital de giro: entenda o que é e como calcular

O que é o capital de giro?

O capital de giro é o valor que a empresa deve ter para arcar com as despesas diárias para o seu funcionamento.

Quando a empresa está sendo estruturada para iniciar o negócio, o capital de giro tem uma função ampliada. Ele é calculado e planejado para manter em caixa e conseguir cumprir todas as obrigações de acordo com o planejamento do negócio.

Em síntese, o montante que representa o capital de giro deve ser superior às despesas fixas da empresa.

Para que serve o capital de giro?

O capital de giro serve para garantir a saúde financeira da empresa. Cobrir os custos e despesas para seu funcionamento diário e ter capacidade de gerar lucro líquido, como, por exemplo, em vendas à prazo, manutenção de estoque, entre outros.

Qual o objetivo do capital de giro?

O objetivo do capital de giro é permitir à empresa realizar todas as suas atividades para manter o seu funcionamento. Assim, ele garante que a empresa tenha recursos suficientes para conseguir cumprir suas obrigações, ter estabilidade e uma boa saúde financeira.

Qual a importância do capital de giro?

O capital de giro é importante para garantir a saúde financeira da empresa.

É ele que garante que a empresa tenha dinheiro em caixa para quitar seus compromissos futuros. Por exemplo, quando uma venda é feita a prazo, a empresa não recebe o dinheiro. Então como ela fará para arcar com as suas responsabilidades?

O capital de giro é o que garante que esse valor exista em caixa, medindo assim, as promoções e vendas do negócio.

Dessa forma, é imprescindível planejar e calcular o valor necessário. 

Por que ter capital de giro?

Uma empresa deve ter capital de giro para manter a saúde e flexibilidade das finanças em qualquer situação. Assim, ela garante segurança e estabilidade da empresa perante o mercado e nas realizações de suas atividades diárias.

Quais são os tipos de capital de giro?

Os tipos são:

Capital de giro líquido ou circulante

O capital de giro líquido, também chamado de circulante, é a diferença entre os ativos circulantes e os passivos circulantes. Ou seja, tudo que a empresa tem que pode ser convertido em dinheiro no período de 12 meses, subtraindo todas as obrigações financeiras que a empresa deve arcar no mesmo período.

Nesse tipo é levado em consideração a sua liquidez: se o bem pode ser convertido em dinheiro em quanto tempo.

Portanto, nesse tipo de capital de giro, são considerados apenas ativos de liquidez imediata.

Capital de giro negativo

O capital de giro negativo é quando os ativos circulantes são menores que os passivos circulantes. Ou seja, o que a empresa tem em dinheiro não cobre as suas despesas.

Nesse caso, o dono do negócio deve ficar em alerta, porque isso indica que algo pode estar errado no controle financeiro.

Capital de giro próprio

O capital de giro próprio é quando a empresa consegue acumular um saldo positivo entre a diferença de ativos e passivos circulantes. Ou seja, ela consegue gerar o seu capital sem precisar recorrer a empréstimos ou recursos de terceiros para manter seu capital. 

Quando o negócio se encontra nessa situação, é porque ele consegue se manter sozinho, apenas com a receita das vendas. Normalmente, a melhor maneira de saber se a empresa já está nesse ponto, e até de chegar nesse ponto, é fazendo um controle de fluxo de caixa preciso.

O fluxo de caixa é uma ferramenta para que a empresa consiga controlar todos os valores que entram e que saem do caixa.

Capital de giro associado a investimentos

O capital de giro associado a investimentos é quando parte do valor é destinado a pagar os custos de uma operação investidora. Se o capital de giro diminuir e a causa for o investimento, significa que a empresa está crescendo. É conhecido também como investimento misto.

Qual a diferença entre Capital de Giro e Capital Social?

O capital social é o valor que a empresa dispõe no momento da abertura, enquanto o capital de giro é o quanto a empresa consegue arcar com as suas responsabilidades financeiras.

O capital social se refere à liquidez da empresa, ao valor do patrimônio de abertura da empresa. Assim, nele, entram bens móveis e imóveis.

Já o capital de giro se refere ao montante que a empresa possui para suprir as necessidades diárias, que corresponde à diferença entre o ativo circulante e o passivo circulante.

Qual a diferença entre Capital Social e Fluxo de Caixa?

O fluxo de caixa é o dinheiro que entra e sai diariamente na empresa, já o capital de giro é a diferença entre os ativos e passivos circulantes.

O fluxo de caixa é um relatório contábil, que mede o quanto a empresa tem de lucro ou prejuízo. Ele que faz o controle diariamente do dinheiro da empresa.

Enquanto isso, o capital social é o que indica se a empresa consegue arcar com as suas contas.

Como saber se preciso de capital de giro?

Para saber se a empresa precisa de capital de giro basta verificar a situação financeira do negócio. Normalmente todas as empresas precisam desse valor, devido a necessidade de cobrir possíveis despesas ou imprevistos, principalmente quando está nos primeiros meses de vida. Além disso, o capital de giro sinaliza uma boa saúde financeira para a empresa.

Como saber o capital de giro necessário para minha empresa?

Para saber a necessidade de capital de giro de um negócio é possível calcular a NCG (Necessidade de Capital de Giro). A NCG é um indicador que mede o valor necessário para a empresa.

Esse indicador é definido pelo fluxo de caixa e pode ser calculado pelo ciclo financeiro ou pelo balanço patrimonial. O cálculo pode ser feito com algumas bases, são elas:

Pelo ciclo financeiro 

  • NCG = Prazos Médio de Recebimento – Prazos Médio de Pagamento

Nessa fórmula, o prazo médio de recebimento significa o tempo médio entre o momento da venda e o do pagamento pelo cliente.

Já o prazo médio de pagamento é o tempo médio entre o momento da compra dos insumos para produção e o pagamento dessas compras.

Pelo balanço de pagamento

  • NCG = Ativo Circulante Operacional – Passivo Circulante Operacional

Ou

  • NCG = Contas a Receber + Estoques – Contas a Pagar

Quando o resultado desses cálculos são negativos, ele significa que a empresa precisará de um valor de capital de giro para arcar com as despesas. Ao contrário, representa que a empresa não precisará desse montante. 

Como calcular o capital de giro

A fórmula para calcular o capital de giro é:

  • Capital de Giro Líquido = Ativo Circulante – Passivo Circulante

Nessa fórmula os ativos representam as entradas, ou seja, todo o dinheiro que entra na empresa em um curto período de tempo, com alta liquidez. Já os passivos circulantes são as despesas que a empresa tem no curto prazo, todo o dinheiro que sai.

Quando calcular?

O capital de giro deve ser calculado quando a empresa fizer o planejamento para sua abertura. Isso porque nos primeiros meses a empresa normalmente não consegue gerar receita suficiente para manter o funcionamento.

Contudo, esse não é o tipo de cálculo que se faz apenas uma vez. É importante fazer o cálculo do capital de giro periodicamente, porque a empresa vive em constante mudança.

Como conseguir capital de giro?

Para conseguir capital de giro é necessário fazer uma pesquisa para identificar qual método melhor combina com a empresa. Também é interessante fazer um levantamento da situação financeira da empresa para identificar possíveis gargalos, o quanto que a empresa tem do capital comprometido e quanto pode comprometer em caso de necessidade de empréstimo. 

Portanto, antes de ir em busca desse valor, realize um levantamento financeiro da empresa e mapeie todas as informações necessárias sobre a qualidade das finanças. Assim, com base nos resultados da análise, busque o melhor meio de adquirir capital de giro. 

Antecipação de recebíveis

A antecipação de recebíveis equivale a antecipar parcelas de cartão de crédito, cheques, duplicatas e carnês. Ela antecipa valores que seriam pagos à empresa com um prazo maior, assim, é possível levantar um montante que pode ser utilizado como capital de giro.

Empréstimos

O empréstimo é outra forma de conseguir capital de giro. Contudo, é importante fazer um planejamento financeiro para que o empréstimo não se torne uma dívida para a empresa. Isso porque há incidência de juros no valor total do empréstimo, que deve ser levado em consideração na hora de calcular as vantagens do mesmo.

Crowdfunding

O crowdfunding é um financiamento coletivo que consiste em um grupo de pessoas que realizam aporte para investir em uma determinada empresa. Normalmente é utilizado por empresas que querem expandir seu negócio, como startups, por exemplo. Essas pessoas que realizam o crowdfunding podem só financiar o negócio ou se tornar sócio. 

Consórcio

Realizar um consórcio é uma das formas de conseguir capital de giro. Para dar andamento no consórcio é necessário o empresário, ou a empresa, ter um imóvel em seu nome. A partir do investimento em uma carta de crédito, o empreendedor poderá realizar o planejamento de investimento a médio e longo prazo.

Financiamento empresarial

Alguns bancos e instituições financeiras realizam empréstimos para empresas. Contudo, para a empresa conseguir o empréstimo é importante atender os pré-requisitos solicitados pelas instituições. 

Clientes

Os clientes são a principal forma da empresa conseguir capital de giro. Assim, trace estratégias para atrair novos clientes e fidelizar os que já possui, priorize vendas à vista ou a crédito para conseguir acumular o montante necessário e antecipe parcelas de compras.

Estoque

O estoque é o principal ativo de empresas que comercializam produtos, uma vez que nele estão todos os produtos que serão convertidos em dinheiro.

Por isso, é importante analisar o estoque para saber os produtos com maior saída, montar estratégias para ter maior giro de estoque e dar saída nos produtos com mais tempo em estoque. Esse método pode ser trabalhado com clientes e marketing para aumentar as vendas, gerando recursos necessários para o capital de giro.

Corte de custos e despesas

Realizar uma análise financeira da empresa e cortar custos e despesas pode ser um meio de conseguir acumular recursos para geração de capital de giro. Assim, trabalhar com as finanças organizadas e enxutas trará maiores benefícios ao negócio.

Recursos próprios

Utilizar dinheiro pessoal ou até investimentos anteriores é uma opção para gerar capital de giro sem ter que pagar juros às instituições financeiras ou ficar devendo a terceiros. Contudo, é importante planejamento e organização para que as finanças pessoais não se misturem com as finanças da empresa, gerando dívidas ou problemas maiores.

Buscar investidores ou parceiros de negócio

Buscar investidores ou parcerias para o negócio é uma boa opção. Essa forma de conseguir capital de giro possibilita aumentar o capital da empresa e não só gerar capital de giro. 

Estratégias de capital de giro

As estratégias de capital de giro estão diretamente ligadas à vida financeira da empresa. Os fatores financeiros, principalmente os momentos de baixa e alta, influenciam no ciclo.

Para as estratégias serem efetivas há um conjunto de mecanismos que podem ser utilizados para isso. 

  • Estratégia de hedging: é uma estratégia de proteção para garantir a eficiência do capital de giro. Para traçar essa estratégia é importante avaliar a situação financeira da empresa e estudar possíveis opções de proteção.
  • Conservadora: estratégia mais segura por ter uma liquidez maior que impacta na lucratividade. Financia o capital de giro permanente e parte do temporário.
  • Agressiva: estratégia mais arriscada com pouca liquidez, porém consegue financiar o capital de giro temporário e uma parcela do permanente.

Gestão de capital de giro

O controle do capital de giro é importante porque está associado aos ativos e passivos da empresa. Ele pode ser controlado através de algumas ferramentas de gestão e planejamento.

Planejamento

Planejar o capital de giro faz com que se saiba o valor que a empresa precisa para funcionar de maneira correta. Porque, a partir disso, apenas com o planejamento você já poderá se organizar, além de descobrir quando e como serão os momentos certos de utilizá-lo. A redução de alguns custos, assim como os seus cortes, sempre que possível, auxiliam neste processo. Lembre-se de planejar a longo, médio e curto prazo.

Organização dos ativos e passivos

Organizar e acompanhar as entradas e saídas dos recursos da empresa ajuda o capital de giro a ser mais efetivo. Esse controle é muito importante para que a saúde financeira se mantenha positiva.

Sistemas para controle do capital de giro

Existem diversos sistemas online disponíveis para facilitar o controle do capital de giro. Com eles, é possível automatizar as funções e informações, garantindo que todos os dados sejam registrados.

Afinal, quando feitos de forma manual, as chances dos cálculos estarem equivocados e se perderem entre os processos é maior.

Gestão de estoque

A gestão de estoque é importante, principalmente para saber qual o valor em estoque e como dar saída nos produtos. Não adianta ter ativos em estoque sem ter saída, assim, não é possível obter capital de giro. 

Análise dos relatórios financeiros

A análise dos relatórios financeiros é importante porque eles informam a situação financeira e patrimonial da empresa. Através deles é possível auferir como a empresa está, realizar planejamento, traçar metas e objetivos, e prever situações futuras.

Investimento em tecnologia

O investimento em tecnologia é imprescindível para uma empresa independente do seu porte. A tecnologia é um aliado ao realizar gestão e planejamento em qualquer área da empresa. E para o capital de giro, um software que auxilie nos cálculos, ajuda a minimizar erros e prever possíveis situações e sinalizar ajustes a serem feitos. 

Vantagens de controlar o capital de giro

As vantagens de controlar o capital de giro são diversas. O controle ajuda a organizar a empresa e permite que ela mantenha o padrão de qualidade. 

Um bom sistema que conte com possibilidades organizacionais, pode facilitar e muito este e qualquer outro controle. A rapidez e a precisão dos resultados inseridos e/ou analisados acabam sendo imensas. 

Escolha a melhor estratégia para capital de giro

Quando o assunto é sistema de gestão, é necessário escolher uma opção que atende as necessidades da sua empresa. Assim, se a sua empresa emite notas, ela deve buscar um sistema de gestão que também seja emissor de notas.

Mas, falando em capital de giro, é importante que o sistema realize o controle de entrada e saída de recursos, incluindo o fluxo de caixa, estoque e outros itens que fazem parte do ativo e passivo circulante.

A sua empresa pode se destacar perante o mercado contando com a estratégia certa se tiver acesso a um programa adequado.

A ideia é escolher uma estratégia que contemple as necessidades da empresa, além de ser de fácil implementação para você empreendedor ter todo o controle de gestão e possa emitir notas fiscais, tanto de serviços como para o consumidor.

E este deve ser sempre o seu objetivo como gestor: fazer com que a sua empresa seja destaque perante as outras.

Como otimizar a gestão do capital de giro?

Produção e estoque

Para fazer uma gestão do capital de giro mais eficaz, primeiramente busque identificar todos os detalhes que fazem parte do seu processo produtivo, desde a recepção dos insumos até o processo de embalagem, se for o caso.

Com esse mapa devidamente delineado começa a busca pela diminuição do tempo de produção e de estocagem. Assim, é possível oferecer promoções, para aproveitar oportunidades de sazonalidade.

Além disso, o tempo de estoque também deve ser confirmado. A fim de evitar prejuízos relacionados à negligência na verificação das datas de validade de um insumo qualquer, por exemplo.

Dinheiro em caixa

Da mesma forma, o dinheiro em caixa deve ser muito bem gerenciado, fazendo os pagamentos, quando possível de maneira antecipada, para que seja viável negociar descontos. Só essa postura já melhora o clima entre a empresa e seus fornecedores, além de trazer folga financeira no médio prazo.

Vale ressaltar que financiamentos não são a melhor opção para a obtenção de recursos de caixa, por possuir juros e as demais taxas bancárias que são gastos. O mais adequado é considerar no planejamento taxas e juros quando utilizar recursos de terceiros, assim, como também possíveis imprevistos financeiros. 

Dessa forma, o financiamento só é realmente bom quando o custo total do empréstimo for menor que as taxas de retorno obtidas pela empresa em operações normais de venda.

Prazos de pagamento

Os prazos médios de pagamento e de recebimento são as molas que regulam uma boa gestão financeira empresarial. Se você tiver que pagar seus fornecedores antes de receber de seus clientes, por exemplo, o negócio até poderá se sustentar durante alguns ciclos financeiros, mas certamente terá problemas de capital de giro em breve.

Para evitar esse cenário nada favorável, não hesite em negociar prazos, quer seja comprando em maiores quantidades ou, se for o caso, mudando de fornecedor. Outra solução possível é a antecipação de recebíveis. O que fará com que suas vendas a prazo se convertam em operações à vista. Só tome cuidado para não tornar esse procedimento rotina, pois o recebimento antecipado gera taxas bancárias indesejadas.

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SEBRAE: o que é e para que serve e como ele pode ajudar

SEBRAE: o que é e para que serve e como ele pode ajudar

Muitas vezes, quando alguém surge com uma nova ideia de negócio, por melhor e mais inovadora que seja, ela acaba não saindo do papel. E isso acontece porque, sem o conhecimento e o apoio necessários, o empreendedor acaba caindo nas armadilhas que aparecem pelo caminho. Assim, o empreendedor precisa de ajuda para levar o conceito adiante, para planejar e analisar detalhes e verificar fatores de risco e de capital que estaria exposto, Ou seja, faltam orientações para guiá-lo pela trajetória do sucesso.

E é aí que entra o Sebrae. Se você está de alguma maneira envolvido com o setor de micro e pequenas empresas, com certeza já ouviu falar nessa entidade. Mas você sabe o que exatamente ela é e para que serve? Pois é exatamente sobre isso que vamos falar neste post. Então não deixe de conferir!

Serviço de apoio social

A sigla Sebrae significa Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas. Ou seja, essa entidade guarda a missão de fomentar o empreendedorismo no Brasil. Criada em 1972, já com o objetivo de ser uma referência como suporte a esses negócios, era vinculada, a princípio, ao governo federal. Em 1990, com a publicação da Lei 8.029/90 e da Lei 8.154/90, destacou-se da administração pública e passou a operar tal qual uma instituição privada sem fins lucrativos, nos moldes de um serviço social autônomo.

Difusão e estímulo ao empreendedorismo

De forma geral, o Sebrae oferece conhecimentos operacionais e técnicos para que micro e pequenas empresas se fortaleçam no mercado. Isso é feito por meio de cursos, palestras, programas e outros, com o intuito de fomentar o empreendedorismo no país.

Existem sucursais do Sebrae em todos os Estados brasileiros, inclusive no Distrito Federal, oferecendo, assim, abrangência nacional. Há uma unidade coordenadora central e mais 27 unidades regionais, todas administrativamente autônomas, além de pontos locais de atendimento em municípios estratégicos.

A entidade, dessa maneira, presta consultorias para que os empreendedores tirem suas dúvidas e saibam cumprir todas as etapas do seu negócio — cobrindo desde a abertura, oferecendo auxílio para a obtenção de crédito e microcrédito, até o planejamento e a execução da gestão financeira e a contratação de recursos humanos, por exemplo.

Ebook Crescimento Empresarial

Parceria com o governo

Desde que passou a ser um serviço social autônomo, a entidade atraiu para si o compromisso de intensificar a cultura do empreendedorismo. Dessa forma, se tem uma ampla liberdade no desenvolvimento de suas ações e organização de seus programas.

Assim, tudo isso ocorre nos moldes de uma parceria entre o governo e a iniciativa privada. Também, boa parte dos recursos que sustentam o Sebrae e permitem sua atuação são provenientes de um desconto irrisório sobre a folha de pagamento das empresas brasileiras. Esse é recolhido mensalmente e repassado à entidade pelo Instituto Nacional de Seguridade Social, o INSS.

E é por isso que tem dentre seus objetivos a prestação de assistência ao empreendedorismo. E, assim, propiciando a inclusão social e para regionalizando pequenos negócios, de modo a incrementar soluções de vasto interesse nacional.

Teve uma ideia genial para um novo negócio, mas não sabe como executá-la? Não perca mais tempo: busque a unidade do Sebrae mais próxima de você e converse com um consultor da entidade. Você, com certeza, sairá de lá com muitas novas informações e gás total para colocar a mão na massa!

E então, já tinha noção de quanto o Sebrae poderia ajudá-lo? Já teve algum contato com essa entidade? Comente aqui e conte como foi essa experiência! Participe!

Conheça o eGestor, um software online para gestão de micro e pequenas empresas.

5 dicas para ter sucesso ao escolher um sistema de gestão no seu negócio

5 dicas para ter sucesso ao escolher um sistema de gestão no seu negócio

Teste Grátis

A rotina de uma empresa, independentemente do ramo de atuação, não é nada fácil. São muitos processos que devem ser feitos diariamente. Nas organizações de grande porte, esses processos devem ser mais controlados ainda. Mas, muitas vezes, o empreendedor não está atento a eles, o que demanda um grande número de funcionários para supri-los.

Lidar com todos os detalhes relativos às finanças da empresa, como contas a receber e pagar, por exemplo; enviar documentos e dados ao contador; monitorar, repor estoques e compras; monitorar os processos operacionais; gerar e analisar relatórios; controlar o fluxo de caixa; emitir notas fiscais; são algumas das inúmeras atividades que uma empresa precisa executar frequentemente.

Dessa forma, vemos que o tempo gasto para executar essas tarefas burocráticas é muito grande. E não importa quem a faça, isso os desfoca de ações mais estratégias e analíticas necessárias para a empresa. Além disso, a probabilidade de algum item passar desapercebido, por conta do volume de dados e trabalho, ou de algum outro erro humano acontecer, é grande. Isso pode vir a prejudicar toda uma linha de trabalho e controle da empresa.

Todas essas atividades, entre outras não citadas, podem ser otimizadas através do processo de automação. E, para isso, escolher um sistema de gestão para o seu negócio se faz necessário. Com ele, a empresa otimiza essas atividades mais “mecanizadas”, oferece uma visão melhor sobre o seu negócio através de gráficos e análises prontas. Além disso, possibilita uma economia financeira considerável.

O tecnologia do sistema de gestão é bastante simples de ser compreendida. Mas, como existem diversas opções de softwares de gestão empresarial disponíveis, muitas vezes a escolha da melhor opção fica difícil. Por isso, separamos algumas dicas que servirão para te guiar!

Tipos de softwares de gestão

Antes de escolher um sistema de gestão empresarial, é preciso conhecer os tipos que existem atualmente no mercado.

Esses variam de acordo com o porte, segmento e necessidades da empresa. Os principais são:

  • Enterprise Resource Planning (ERP): Tem como tradução sistema integrado de gestão empresarial. Esse é o sistema mais usado pelas empresas e é bastante útil no setor financeiro. Seu maior destaque está relacionado aos recursos gerenciados, que asseguram a melhoria do controle fiscal, financeiro e contábil do negócio. Além disso, auxilia no controle do estoque e gera relatórios práticos. A solução também é disponível em nuvem, o que garante maior segurança para os dados lançados no sistema.
  • Business Process Management (BPM): No português: gerenciamento de processos de negócio. Sistematiza processos organizacionais, através da coleta e organização de informações. Esse software reúne dados sobre a execução de atividades rotineiras da empresa, o que permite visualizar melhor o fluxo de trabalho e, posteriormente, possíveis gargalos.
  • Customer Relationship Management (CRM): Pode ser traduzido como Gestão de Relacionamento com o Cliente. Esse software é focado nos dados dos clientes da empresa. Ele trabalha para reunir o máximo de informações dos clientes, a fim de criar estratégias para atração e retenção dos mesmos.

Em meio a essas opções, diversas empresas oferecem diferentes softwares, com promessas de desempenho e diversos tipos de funcionalidades. Leve em conta alguns fatores para não errar na escolha:

Pense na necessidade da empresa

Podemos observar que a escolha de um bom sistema de gestão empresarial começa com a percepção da empresa em relação às suas necessidades. Não adianta nada contratar um software de gestão CRM, se o principal desafio da sua empresa está relacionado ao financeiro.

Por isso, pense junto com a sua equipe. Baseie-se em dados e percepções cotidianas, o que ela mais precisa aprimorar e agilizar em seu dia a dia. Pense em quais são os setores mais deficientes, as tarefas que necessitam de mais agilidade. E, sempre tenha em mente o quanto pode gastar para investir em um sistema como esse.

Pesquise

Antes de sair para o mercado, a fim de escolher um sistema de gestão, pesquise muito bem. Pesquise as empresas que oferecem esse tipo de serviço, a reputação das mesmas, a avaliação dos usuários do sistema. Veja se realmente essa será a opção mais indicada para a demanda da sua empresa.

Opte pela praticidade

Na hora de partir para a escolha, opte sempre por softwares simples e práticos. O ideal são os programas que podem ser usados intuitivamente. Isso, porque um sistema de gestão empresarial tem como intuito facilitar e agilizar o cotidiano da empresa, e não confundir.

De nada adianta o sistema ter diversas funções e opções, se o mesmo é difícil de ser compreendido e manuseado pelos funcionários. Dessa forma, nada irá ser aprimorado, mas ao contrário, tornará tudo ainda mais moroso. Quando muito complexos, a usabilidade gera até mesmo resistência por parte da equipe.

Além disso, é importante considerar sistemas que integrem departamentos. Afinal, diante de qualquer tomada de decisão, as informações gerenciais estarão acessíveis para serem analisadas.

Mobilidade

O aumento do uso da internet, através de smartphones, tablets, entre outros dispositivos móveis, fez com que as empresas expandissem suas operações e atividades para fora da empresa. Um bom software de gestão deve acompanhar essa tendência, proporcionando mobilidade.

Por isso, avalie se o sistema tem capacidade para funcionar em dispositivos móveis, e se consegue integrar informações tanto fora, como dentro da empresa em tempo real. Isso facilita negociações e dinamiza a tomada de decisão.

Analise o suporte

Como em qualquer tecnologia, falhas podem acontecer. Por isso, um software que ofereça um bom suporte quando necessário, é essencial. Se o sistema parar de funcionar ou tiver um sério problema, é preciso que este seja resolvido rapidamente, para não afetar as operações da empresa.

Realize testes

Antes de começar a usar no dia a dia da empresa, faça testes do software. Isso permitirá que você tenha um feedback em relação à usabilidade do sistema, as funcionalidade positivas e negativas, a aderência da equipe ao software e como ele poderá ser útil no cotidiano.

Através de um período de testes, será possível mensurar as principais funções que o sistema deve lhe oferecer:

  • diminuição do tempo gasto com operações básicas;
  • redução de custos;
  • eliminação de retrabalhos;
  • aumento da eficiência do atendimento aos seus clientes e, consequentemente, da competitividade no mercado.
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8 Ideias para tornar a empresa mais atrativa para colaboradores

8 Ideias para tornar a empresa mais atrativa para colaboradores

O sonho de todo gestor é ter a equipe dos sonhos. É claro que isso exige esforço: tornar sua empresa mais atrativa para colaboradores é uma tarefa que demanda atenção a detalhes, capacidade de captação e, acima de tudo, habilidade de manter os colaboradores satisfeitos com o próprio trabalho, o ambiente e a sensação de valorização.

Muitas pessoas ainda pensam que tudo se resume ao salário mais alto. No entanto, quanto mais especializada é a atividade de uma empresa, mais os colaboradores buscam por satisfação durante as horas de trabalho e oportunidades de crescimento e desenvolvimento de ideias próprias.

Aliar isso às atividades da empresa pode fazer toda a diferença. É por isso que elaboramos essa lista com ideias para tornar sua empresa mais atrativa para colaboradores! Confira:

1. Tenha um plano de investimento em treinamentos e capacitações

Um local que valoriza seus colaboradores não está apenas interessado em utilizar o conhecimento e as habilidades que eles têm a oferecer. Ele oportuniza o desenvolvimento em uma relação de aprendizado que beneficia o funcionário e a empresa de forma mútua.

Isso pode envolver treinos em equipe, acesso a plataformas de ensino e, até mesmo, estímulos financeiros para o aperfeiçoamento em educação formal ou cursos específicos. Os resultados são observados não apenas no desenvolvimento das habilidades: pessoas em aprendizado tendem a aplicar e sugerir as novas técnicas dentro do ambiente de trabalho, estimulando um ambiente de melhorias constantes.

2. Abra espaço para o desenvolvimento interno de ideias

Poucas ideias são tão poderosas para tornar sua empresa mais atrativas para colaboradores quanto o oferecimento de oportunidades para desenvolver novos projetos dentro da própria empresa. As ideias podem dizer respeito a melhorias dentro do processo produtivo atual, ou em áreas distintas.

Oferecer essa autonomia com segurança, preferencialmente com regras claras sobre as possibilidades é um estímulo não apenas para a manutenção de uma equipe de elite. Deste tipo de incentivo, podem surgir novas oportunidades de negócio, capazes de alavancar ainda mais o faturamento da empresa.

3. Dê atenção para as demandas dos funcionários

Quando reclamações e pedidos se tornam repetidos por vários colaboradores diferentes, é hora de dar atenção para isso. Não significa que você precisará concordar ou atender cada um deles em sua integralidade. Trata-se de mostrar ao colaborador que você dá atenção e valoriza aquilo que ele tem a dizer.

Sentir que sua voz é escutada é um sinônimo de valorização, e evita o processo de insatisfação que normalmente resulta na busca por novas propostas. Essa mudança simples na forma de lidar com demandas pode influenciar significativamente na rotatividade de colaboradores.

4. Desenvolva espaços de descanso e integração

Parte da satisfação com o ambiente de trabalho surge da sensação de conforto, de sentir-se “em casa” mesmo no ambiente profissional. Ao mesmo tempo, sentir-se “parte de um grupo” é essencial para criar um pertencimento do colaborador com a empresa e seus colegas.

Por isso, espaços que favoreçam descansos nos intervalos e integrações na equipe são capazes de unir esses dois benefícios. A troca de ideias e a formação de laços também favorece o desenvolvimento de trabalhos conjuntos, que elevam a satisfação.

5. Invista em qualidade nas pequenas coisas

Poucas coisas são mais frustrantes para um colaborador do que perceber que a empresa busca economizar nas coisas mais básicas. Histórias de funcionários que se sentem ofendidos por coisas simples, desde o papel higiênico até o tipo de café rondam bares e happy hours por todos os cantos.

E o pior de tudo: a economia real nestes itens é baixíssima em comparação à insatisfação gerada. Em uma conversa recente, nossos parceiros da Baristo Café contaram que é cada vez mais comum que empresas invistam em máquinas de café profissionais, com cafés premium, e disponibilizem para as equipes.

Além de gerar a sensação de valorização, este tipo de produto demonstra a confiança na equipe, sugerindo que eles valem o investimento. Isso gera pertencimento e, por consequência, atrai bons colaboradores de outras empresas, interessados na satisfação que observam na sua equipe.

6. O equipamento de trabalho precisa dar conta do recado

Essa é uma dica óbvia, mas nunca é demais reforçar a importância que ela tem para tornar sua empresa mais atrativa para colaboradores. Imagine uma conversa entre funcionários de diferentes empresas, falando sobre o trabalho: um deles menciona que o computador fica travando o tempo inteiro, e que perdeu horas de trabalho por um problema no equipamento.

É provável que os demais participantes da conversa não tenham muita vontade de trabalhar em sua empresa em um futuro próprio. Se a conversa tivesse tomado rumos opostos, é possível que você até mesmo recebesse alguns currículos no dia seguinte! O equipamento não diz respeito apenas à produtividade: ele também afeta a maneira como sua empresa é vista.

7. Vá com calma nas exigências baseadas em opinião

Já é passado o tempo em que as empresas exigiam coisas sem precisar dar explicação alguma à sua equipe. Atualmente, os profissionais respondem muito melhor a demandas que apresentem um motivo para existirem.

Exigir códigos de vestimenta restritos sem explicação, ou certos comportamentos sem um motivo claro são o caminho inverso a tornar sua empresa mais atrativa para colaboradores novos ou já atuantes há algum tempo. Isso não significa que você não possa ter regras dentro do local de trabalho: trata-se apenas de justificá-las para que todos se sintam parte do processo!

8. Deixe que os colaboradores cresçam junto com a empresa

Se a rotatividade é um dos maiores pesadelos dos gestores de equipe atuais, a falta de perspectivas certamente é sua contrapartida no lado dos trabalhadores. Não saber se é possível seguir um caminho de crescimento dentro da empresa é um cenário assustador para qualquer um.

Por isso, é importante deixar claro o plano de carreira e as possibilidades de crescimento dentro da empresa. Mas isso não é suficiente: é necessário que existam histórias de crescimento, de pessoas em quem a empresa investiu e chegaram a pontos mais distantes!

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