Livro A loja de tudo: Jeff Bezos e a Era da Amazon

Livro A loja de tudo: Jeff Bezos e a Era da Amazon

O livro A loja de tudo. Jeff Bezos e a Era da Amazon conta a história dos bastidores de um dos maiores sucessos empresariais desde que Sam Walton sobrevoou o sul dos Estados Unidos com seu turboélice de dois lugares para selecionar possíveis locais para as lojas Walmart. É o conto sobre como um menino superdotado cresceu e se tornou um CEO extraordinariamente focado e versátil e também como ele, sua família e seus amigos apostaram tudo em uma rede revolucionária chamada internet e na visão grandiosa de uma única loja de tudo e como Jeff Bezos conseguiu criar a loja que vende de tudo.

Inspiração

Bezos havia estudado minuciosamente vários homens de negócios bem-sucedidos e que ele admirava um deles em particular: Frank Meeks, um empreendedor da Virgínia que enriquecera com franquias da Domino’s Pizza. “ele estudava todo mundo”, “acho que não havia ninguém que Jeff conhecesse de quem ele não tentasse extrair o máximo de aprendizado”e como Jeff Bezos conseguiu criar a loja que vende de tudo.

Criar algo diferenciado – A loja de tudo

Bezos registra no estado de Washington em julho de 1994 o nome Cadabra Inc. e depois muda para Relentless.com que até hoje é direcionado ao site da Amazon. Um dos principais objetivos era criar algo superior às livrarias virtuais existentes, incluindo a Books.com, o site da Livraria Book Stacks Unlimited, localizada em Cleveland. “Por mais louco que possa parecer, achávamos mesmo que nosso primeiro desafio era fazer algo melhor do que aqueles caras” “Já havia concorrência.

Não era como se Jeff estivesse criando algo completamente novo”. Bezos procurou no dicionário todas as palavras que começavam com a letra A e teve uma epifania ao chegar à palavra Amazon. O maior rio da Terra; a maior Livraria da Terra – ele registrou o novo endereço eletrônico em 1º de novembro de 1994. “Ele não é apenas o maior rio do mundo; é muitas vezes maior que o Segundo maior rico. Ele deixa todos os outros rios no chinelo”, disse Bezos.

A Amazon estava tendo suas primeiras experiências com a “cauda longa de Chris Anderson”- o grande número de itens esotéricos que atrai um número relativamente pequeno de pessoas. Quanto maior a Amazon se tornasse, mais território ela conquistaria no que estava virando a corrida para a o estabelecimento de novas marcas na fronteira digital. Bezos pregava urgência: a empresa que assumisse a liderança naquele momento provavelmente conseguiria conservá-la e poderia usá-la para desenvolver um serviço superior para os clientes.

Então Bezos sugeriu que a equipe de personalização do site de desenvolvesse um sistema, que fizesse recomendações com base nos livros que os clientes já haviam comprado. Esse recurso, gerou um aumento imediato nas vendas e permitiu que a Amazon colocasse à disposição dos clientes livros que, não fosse por ele, poderiam jamais ter encontrado.

Bezos acreditava que essa seria uma das vantagens insuperáveis do comércio eletrônico sobre as lojas físicas. “Grandes comerciantes nunca tiveram a oportunidade de entender seus consumidores de forma verdadeiramente individualizada”. Ele disse. “O comércio eletrônico vai possibilitar isso.”

Anos depois, Bezos revelaria ter convocado uma reunião geral para falar sobre o ataque da Barnes & Nobles. “Vejam bem: vocês devem acordar preocupados e aterrorizados todas as manhãs”, disse aos funcionários. “Mas não se preocupem com nossos concorrentes, porque eles nunca vão nos dar nenhum dinheiro. Vamos nos preocupar com nossos clientes e permanecer completamente focados.”

Desde o início Bezos planejava expandir o negócio para além dos livros, mas estava apenas esperando o momento certo para fazê-lo. Jeff “sempre teve um grande apetite”, “era só uma questão de aproveitar as oportunidades na hora certa”. O lema no topo do site mudou de Earth’s Largest Bookstore para Books, Music and More e, depois, para Earth’s Biggest Selection (A Maior Seleção da Terra) – a loja de tudo.

Frete grátis

Bezos achava que o boca-a-boca poderia trazer clientes para a Amazon. Ele queria usar o dinheiro economizado no marketing para aperfeiçoar a experiência do cliente e acelerar o volante. E, na verdade, a Amazon conduzia um experimento que de fato estava funcionando – o frete grátis.

Durante as festas de fim de ano de 2000 e 2001, a Amazon ofereceu frete grátis aos clientes que faziam pedidos de 100 dólares ou mais. A promoção foi cara, mas claramente aumentou as vendas. Pesquisas com os clientes mostraram que os custos do envio eram um dos maiores obstáculos para as compras online.

Durante um discurso na Universidade Carnegie Mellon em 2011, Bezos disse que os objetivos da Blue Origin eram reduzir o custo e aumentar a segurança da tecnologia capaz de levar os humanos para o espaço. Ela recebeu da NASA dois incentivos no valor de mais de 25 milhões de dólares para desenvolver tecnologias relacionadas a voos espaciais tripulados.

O magnata da internet Elon Musk, com a SpaceX, e o bilionário Richard Branson, fundador de uma empresa chamada Virgin Galactic, estão buscando alguns dos mesmos objetivos. A exemplo de outros grandes empreendedores, como Walt Disney, Henry Ford e Steve Jobs, Bezos estava transformando imaginação em realidade, os sonhos da sua juventude, em objetos materiais. “Para Jeff, o espaço não é uma oportunidade do ano 2000 ou 2010, tem sido um sonho da humanidade há séculos e continuará sendo por séculos.

“Equipes de duas pizzas”

Jeff vê a si mesmo e a Blue Origin como parte de algo maior. É o próximo passo das coisas que Júlio Verne escreveu e que as missões Apollo realizaram. Toda a empresa deveria se reestruturar em torno do que ele chamou de “equipes de duas pizzas”. Os funcionários se organizariam em grupos autônomos de menos de dez pessoas – pequenos o bastante para que, quando ficassem trabalhando até tarde, duas pizzas fossem o suficiente para alimentá-los.

Livres das amarras da comunicação no interior da empresa, Bezos esperava que esses grupos pudessem ser mais ágeis e produzir novas funcionalidades para os consumidores com mais rapidez. Bezos anunciou que os funcionários não poderiam mais usar esse tipo de muleta corporativa (Power Point e Excel) e teriam que escrever suas apresentações em prosa, no que ele chamava de narrativas. Ele queria que as pessoas pensassem com profundidade e investissem tempo para expressar seus pensamentos com coerência, dali em diante, as narrativas teriam seis páginas no máximo, com espaço adicional para notas de rodapé.

E que sempre que uma nova funcionalidade ou um produto fosse proposto, a narrativa deveria ter a forma de um release para a imprensa. O objetivo era fazer com que os funcionários os visualizassem em sua mais pura essência, começando uma coisa que o cliente pudesse ver – o anúncio ao público.

Amazon Web Services

Bezos foi um pioneiro no movimento do crowdsourcing moderno, com um serviço chamado Mechanical Turk, e criou as bases para o Amazon Web Services – projeto que representou o nascimento da era da computação em nuvem. “Precisamos começar a partir de algum ponto” ele disse. “Escalamos até o topo da primeira montanha pequena e, de lá, vemos a montanha seguinte”. O Amazon Web Services, ou AWS, atualmente faz parte do negócio de comercialização de infraestruturas computacionais básicas, como armazenamento, bancos de dados e capacidade computacional pura…

No outono de 2000 a Amazon anunciou uma nova iniciativa, chamada Marketplace. O projeto teve início com livros usados. Outros vendedores de livros foram convidados a oferecer seus produtos diretamente dentro de uma caixa nas páginas de livros da Amazon. Os clientes poderiam optar por comprar o produto de um desses vendedores ou da própria Amazon… No final das contas, o Marketplace dificultou ainda mais as ousadas metas estabelecida pelo próprio Bezos.

Por anos a Amazon utilizou vários truques inteligentes para evitar a cobrança de impostos. Eles revelavam um retrato fascinante de uma empresa que se contorcia desesperadamente para acomodar uma realidade tributária em rápida modificação.Existe um setor clandestino dentro da Amazon com um nome aparentemente tirado de um filme de James Bond – inteligência competitiva.

Essa equipe, que desde 2007 operava dentro do departamento financeiro sob o comando dos antigos executivos, compara grandes quantidades de produtos de concorrentes para avalizar a qualidade e a rapidez dos seus serviços. Sua missão é investigar se algum rival tem um serviço melhor que o da Amazon e, então, apresentar os dados a um comitê geralmente formado por Bezos, Jeff Wilke e Diego Piacentini, que tomam as devidas providências para que a companhia lide com cada ameaça e faça os ajustes necessários rapidamente.

Como Sam Walton, Bezos acredita que essa é a missão da sua empresa: eliminar deficiências da cadeia de fornecimento e oferecer o preço mais baixo possível aos clientes.

Como qualquer pessoa, os executivos da Amazon sabiam que os dias da venda e do envio de DVDs físicos estavam contados, mas queriam estar preparados e bem posicionados para o que o futuro trouxesse.Em sua longeva e bem-sucedida gestão como CEO da General Electric, de 1981 a 2001, Jack Welch tornou famosa uma estratégia de gestão de pessoas conhecida como “ranqueamento forçado”.

Basicamente os funcionários da empresa eram avaliados por sua performance e eram classificados em três grupos: • – Grupo A que representava 20% dos funcionários que apresentavam a melhor performance. • – Grupo B que representava 70% dos funcionários que apresentavam performance média. • – Grupo C que representava 10% dos funcionários que apresentavam a pior performance.

Os gerentes de departamentos com mais de cinquenta pessoas devem extrair o máximo de eficiência dos seus subordinados ao longo de uma curva e dispensar os menos eficientes. Como resultado dessas frequentes avaliações, muitos funcionários da Amazon vivem constantemente com medo.

Moderação

“Tentamos não gastar dinheiro em coisas sem importância para os clientes. A moderação gera criatividade, autossuficiência e invenção. Não há pontos adicionais para o efetivo, para o orçamento nem para as despesas fixas.”

No segundo dia da conferência, o próprio Bezos subiu ao palco e, forneceu um vislumbre para seus projetos pessoais, como o Clock of the Long Now, o relógio mecânico projetado para durar milênios que desenvolvedores estão se preparando para construir dentro de uma montanha remota no rancho de Bezos no Texas. “Esse símbolo é importante por duas razoes. Se (os humanos) pensarem no longo prazo, poderemos alcançar coisas que, de outra forma, não poderíamos” disse Bezos. “Horizontes de tempo fazem a diferença. A outra razão que eu apontaria é que os humanos estão ficando sofisticados demais em termos de tecnologia e têm um grande potencial de se tornar perigosos para si mesmos. Para mim, parece que nós, como espécie, precisamos começar a pensar no longo prazo. Assim, ele é um símbolo. Acho que símbolos podem ser bem poderosos”.

Veja também: 10 livros sobre empreendedorismo que você precisa ler!

Feedback: o que é e como repassar para seus funcionários

Feedback: o que é e como repassar para seus funcionários

O feedback é uma ferramenta de trabalho muito poderosa. Ele ajuda tanto no crescimento profissional como no desenvolvimento pessoal de qualquer colaborador de uma empresa.

Através de bons feedbacks é possível enxergar os erros que são cometidos e utilizá-los como forma de aprendizado. O feedback não pode ser visto como uma crítica que existe para colocar alguém em uma situação desconfortável, mas sim como combustível de crescimento.

Na maioria das empresas, o grande problema está na maneira como os feedbacks são dados, mais precisamente, como o líder passa essa devolutiva para a sua equipe, levando em consideração seu estado de espírito no momento em que ele senta para conversar com outra pessoa.

Muitas vezes, a pessoa que vai passar o feedback está estressada por outros motivos e acaba deixando isso influenciar na maneira como fala com o funcionário, passando um sentimento de que os problemas por ele abordados são pessoais, esse é um erro grave que precisa ser evitado.

Um bom feedback é dado através de uma abordagem correta, levando em consideração o tom de voz, a maneira como o assunto é trazido para a realidade, entre outros fatores. Existem diferentes tipos de feedback, e sua função é justamente a de motivar os funcionários, e não o contrário. É uma técnica que, se bem utilizada, pode fazer toda a diferença na produtividade da equipe.

Por que é importante pedir feedbacks?

Não é somente papel do líder dar feedbacks. Pessoas que buscam feedbacks e não fogem de críticas fazem com que esse processo se dê de forma mais natural e procuram sempre dar o seu melhor no dia a dia.

Procurar por esse retorno a respeito de seu trabalho também é uma maneira de prevenção, pois faz com que você não espere até que algo de ruim aconteça e que o feedback negativo chegue.

Para conseguir chegar ao ponto de pedir feedbacks sem levar para o lado pessoal é preciso mudar a visão de que é algo negativo e ruim. Mesmo que receba um feedback negativo, com certeza você poderá usá-lo como combustível de crescimento. Enxergue como pontos a serem melhorados e trabalhe a seu favor, pois nada melhor do que consertar uma atitude e ver os resultados positivos dessa mudança.

Um colaborador que pedem feedbacks de maneira voluntária é visto com bons olhos por seus líderes, isso porque demonstra estar aberto a admitir falhas e também mudanças. Essa proatividade de crescimento a partir de feedbacks aproxima colaboradores e líderes, pois gera respeito e admiração mútua dentro do âmbito profissional.

As pessoas que ocupam cargos de liderança são as responsáveis por oferecerem os devidos feedbacks aos membros de sua equipe, porém, os líderes também precisam de um retorno, mas para isso é importante que estejam abertos a crescer e aprender com isso da mesma maneira que todos os outros colaboradores da empresa.

Feedback não é puxão de orelha

É muito importante que a gerência da empresa entenda que feedback não é sinônimo de puxão de orelha. É muito importante que saibam que esse retorno não é algo esporádico para ser dado somente quando um colaborador cometeu algum erro, é uma prática que precisa ser realizada regularmente, também com a finalidade de elogio. A melhor maneira é criar um calendário periódico de encontros entre líderes e membros da equipe para promover o feedback entre ambos.

Outro erro pode estar em achar que o feedback tem que ser dado de forma surpresa. Claro que é possível dar feedbacks em momentos pontuais, quando um trabalho é muito bem feito, ou quando acontece algum problema. Mas o retorno a respeito do que está sendo feito tem que estar integrado com o dia a dia da empresa e com a rotina de trabalho.

Como dar Feedback para seus funcionários?

Para passar um um bom Feedback para os seus funcionários, de forma que não seja desrespeitoso, mas ao mesmo tempo não esconda os pontos que precisam ser melhorados, é preciso conhecer profundamente a sua equipe de colaboradores, de modo a tentar entender de que forma cada funcionário irá reagir individualmente a uma possível crítica. Vamos listar alguns aspectos importantes que devem ser levados em conta na hora de dar um Feedback para a sua equipe:

Planeje

Mesmo que existam feedbacks mais rápidos e espontâneos que ocorrem a partir de alguma ação pontual, é indispensável que o gerente planeje reuniões de retorno com o seu time de colaboradores, e também os retornos individuais.

Retome o último feedback que foi discutido e suas observações sobre o que mudou e o que não, trazendo pontos positivos e negativos. Abordar esses pontos é uma ótima estratégia para deixar o clima mais neutro.

Use dados

Traga números, metas cumpridas ou não cumpridas para deixar o feedback mais palpável e menos subjetivo. Uma coisa é criticar ou elogiar comportamentos pessoais, outra é trazer resultados para mostrar o porquê dos apontamentos. Qualquer tipo de informação quantitativa ajuda o colaborador a enxergar melhor o ponto de vista trazido pelo líder.

Traga honestidade e objetividade

Amenizar os impactos negativos do feedback demonstra transparência e honestidade faz com que o colaborador sinta confiança naquilo que você está trazendo como pontos de melhoria.

Tentar elogiar para depois criticar não gera sinceridade no momento do elogio. Nunca disfarce um feedback negativo e também não tenha medo de elogiar o outro achando que ele deixará de se esforçar por acreditar que já está fazendo o suficiente.

Tente entender o ponto de vista do outro

Não enrole antes de dizer alguma coisa negativa, esse é o momento de se tornar mais próximo dos funcionários e ganhar a confiança deles. Um feedback correto aborda também a visão do outro, pois ninguém melhor do que a própria pessoa para enxergar seus pontos positivos e negativos. Seja empático e entenda o lado do outro, bons líderes colocam empatia em tudo que fazem.

Monte um plano de ação

É muito mais efetivo trazer um feedback e, ao mesmo tempo, soluções e planos para consertar algo de ruim que possa estar acontecendo, ou favorecer uma atitude muito positiva. De qualquer maneira, entregue planos de ação para os funcionários no momento do retorno para que eles saibam o que fazer com todas as informações que lhes foram passadas.

Agora que você já conheceu melhor essa ferramenta, poderá utilizá-la da melhor maneira possível com os colaboradores de sua empresa. Comece agora mesmo e dê feedbacks regularmente, isso com certeza fará toda a diferença na sua liderança do dia a dia.

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Quero vender minha empresa. Como calcular quanto ela vale?

Quero vender minha empresa. Como calcular quanto ela vale?

Pois é, houve esforço, compromisso, investimentos, análises de concorrência, gastos, preparação para o mercado e outros trabalhos para manter sua empresa em pé. Mas infelizmente, você percebe que o negócio não decolou e a venda da sua empresa é a alternativa mais viável para não ter problemas posteriores.

Tanto para quem vê seu negócio não dando certo ou quem quer mudar de ramo, a venda de uma empresa necessita de cuidados e uma atenção redobrada para o cálculo do valor de venda, se preparar com técnicas de negociação, planejar fluxo de caixa e oferecer um valor condizente com a valorização da sua empresa.

Para ter noção de como calcular o valor de venda da sua empresa, é bom começar com a percepção de valor que ela possui.

Perceber o valor da empresa

Antes de partir para o cálculo em si, é importante que ter em mente do poder que sua empresa tem. Isso será um dos fatores primordiais para negociar o valor dela com um investidor. Mesmo que você não queira vendê-la por completo ou que não queira vendê-la agora, é bom ter noção do quanto sua empresa é valorizada.

Para ter em mente essa percepção, você precisa saber como o mercado percebe sua empresa. Ela é pequena? Ainda tem potencial de crescimento? O valor pré-calculado é um valor que um investidor pode pagar? Detalhes como esses podem dar uma definição mais clara da posição de sua empresa e perceber o valor dela.

Proporcionando um melhor conhecimento de mercado e também de negociação, saber a valorização da empresa pode ajudar a calcular um valor compatível. Isso, pois não existe um valor exato para venda e a chegar num resultado positivo. Mesmo que seja algo subjetivo.

O cálculo: como fazer?

É certo que calcular o valor de venda não é algo muito fácil. Por isso, não faça algo que não sabe, pois há o risco de oferecer um preço acima do proposto ou abaixo do esperado, causando transtorno para ambos os lados, você e o investidor. Para realizar esse processo com segurança, contrate um profissional contábil que poderá calcular um valor considerável.

Se ainda houver dúvidas na hora de contratar um contador, há também a opção de contratar um serviço de consultoria para perceber a avaliação da sua empresa pelo mercado, de investidores em potencial para pagar o valor proposto e oferecer as bases necessárias para venda.

O principal critério para o cálculo é pensar que a empresa não deve ser avaliada somente pelo que ela é agora, mas o potencial dela no futuro. Fazendo uma análise de posição no mercado, o contador ou a empresa de consultoria terá uma base do valor patrimonial do estabelecimento a ser vendido.

O fluxo de caixa

O próximo passo na hora do cálculo é avaliar o fluxo de caixa descontado. Esse tipo de avaliação se baseia com uma projeção aproximada do fluxo de caixa nominal com um percentual de desconto. Esse desconto oferece uma redução de toda a somatória de valores que a empresa receberia nos anos seguintes. Neles se concentram custos de oportunidade, depreciação, taxas de risco e outros custos que estariam englobados nessa somatória.

Nesse caso, a pessoa que usará o modelo de fluxo de caixa descontado precisa considerá-lo, além de base fundamental para o cálculo de venda da empresa, como uma forma de previsão do quanto sua empresa vale. Se sua empresa baseia seu fluxo de caixa descontado para daqui a dez anos, qual será a taxa de crescimento estipulado pela empresa?

Nessas horas, as análises tanto boas como ruins precisam de um conhecimento sólido desse cálculo de fluxo de caixa. Quanto custa a taxa livre de risco da sua empresa? O custo de oportunidade tem previsão de aumentar ou diminuir daqui pra frente? Como fazer a redução de modo correto a fim de passar um valor de venda real? O contador pode lhe ajudar a resolver essas questões e a calcular de forma certa.

Plano de avaliação

Para muitos, o processo, além de ser um pouco árduo e muito detalhado, pode ser estressante e não passar o valor exato que sua empresa merece ser vendida. Uma grande dica a ser acrescentada nesse processo é elaborar um plano de avaliação para convencer os investidores a se atentarem à compra da sua empresa.

O primeiro passo é identificar sua empresa pelos bens ativos que ela possui. Se você não souber fazer o cálculo por meio do fluxo de caixa descontado ou se a empresa não a possui, os ativos dela podem ser um fator fundamental para valorizá-la e resultar numa negociação pertinente.

Valores tangíveis servem como piso de venda para o negócio. Valores intangíveis, como patentes e arrendamentos, podem agregar um valor considerável para venda. No entanto, é preciso coincidir os dois valores para que o investidor não tenha a impressão de que está pagando por algo não tangível.

Mesmo se sua empresa tiver alguns pontos negativos, procure trabalhar em estratégias para pôr nesse plano de avaliação que servem de recursos para superar esses pontos negativos. Isso torna seu patrimônio mais atraente aos investidores e resulta numa venda mais rápida.

Agregar valor real ao patrimônio

Entendendo o cálculo e a valorização da empresa, é hora de dar o valor real. Para isso, leve sempre em conta os clientes que a empresa trabalha. Quem são eles? Há quanto tempo sua empresa manteve parceria com eles? O quanto eles influenciavam em seu faturamento? Expor esses detalhes pode servir para agregação de valor, contanto que a representação de cada um deles não ultrapasse o faturamento de 5% da empresa.

Se lembra de tornar os pontos negativos em positivos? Essa dica se encaixa aqui também! Mostre perspectivas boas que sua empresa pode trabalhar para ter um crescimento considerável nos próximos anos. Insumos? A compra deles vai aumentar o faturamento ou pôr a empresa em uma crise financeira? As perspectivas quanto a matérias-primas que sua empresa trabalha e oferece também são variáveis importantes para a agregação de valor do patrimônio.

Outros detalhes, como a capacidade para gerar boas vendas e uma gestão bem vista junto com seus resultados, também servem como base para calcular o preço do patrimônio. Esses passos podem ser seguidos de forma direta ou indireta, isso dependerá da forma que você e seu contador irão trabalhar para conseguir determinar o preço real da empresa.

Algo importante é avaliar a marca. O quão forte ela é? Mesmo que ela seja nova ou já seja tradicional, o valor da marca influencia e muito no preço e os investidores prestam muita atenção nisso. É por isso que é necessário ter um equilíbrio, tanto para empresas nem tão reconhecidas ou empresas tradicionais no mercado.

Não é bom demonstrar o valor da empresa somente pela estrutura ou pelo nome, mas se essas variáveis juntamente com todos os outros potenciais que o patrimônio possui forem levadas em consideração, o preço será determinado de forma mais justa, e os investidores sentirão com mais firmeza o valor real que a empresa possui.

Então, se ainda tem dúvidas quanto a calcular o valor da sua empresa, contrate uma empresa de consultoria ou um contador e obtenha mais informações sobre esse processo. Lembre-se que a melhor arma para o negócio é conhecer o uso da melhor estratégia para vender.

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Conheça 5 empresas de tecnologia para ficar de olho

Conheça 5 empresas de tecnologia para ficar de olho

O mercado de tecnologia está em constante crescimento no Brasil. Só de 2014 para 2015, por exemplo, os investimentos nessa área cresceram cerca de 30%, segundo pesquisa realizada pela ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software). Este crescimento equivale a um valor de aproximadamente US$ 12,3 bilhões a mais investidos em relação a 2015.

Estes números mantiveram o Brasil como o maior investidor em tecnologia da América Latina neste período e representam um investimento maior até do que a média global de crescimento das empresas de tecnologia, que ficaram em 5,6% no período da pesquisa. A região sudeste representa cerca de 60% das empresas deste segmento no país.  Apesar dos números de 2016 ainda não terem sido divulgados, a tendência é que até o fim deste ano de 2017, os investimentos em tecnologia no Brasil aumentem 2,9% em relação ao ano passado, alcançando cerca R$ 236 bilhões. 

Em meio a este quadro, selecionamos 5 empresas de tecnologia que você que pretende se tornar um empreendedor nessa área, deve ficar de olho:

Hub do Empreendedor

O Hub do Empreendedor é uma plataforma que surgiu com a iniciativa da empresa “We Do Logos”, a qual falaremos mais adiante. O portal abrange diversas empresas de tecnologia do Brasil, com o objetivo de agregar ferramentas que podem atender de uma forma satisfatórias as necessidades das pequenas e médias empresas, proporcionar soluções para o crescimento empresarial, além de oferecer descontos e conteúdos de qualidade para o seu empreendimento. As empresas presentes no Hub do Empreendedor são de diferentes segmentos de tecnologia, como serviços de softwares, marketing digital,  vendas e etc… Algumas das maiores empresas de tecnologia do Brasil já fazem parte do Hub do Empreendedor.

xTech

A plataforma xTech Commerce oferece ferramentas extremamente fáceis para você criar e personalizar a sua loja virtual. O site apresenta diversos recursos para o seu e-Commerce, como controle de estoque e pagamentos, personalização de produtos, automação de marketing, relatórios de produtos mais vendidos, dentre muitos outros. O principal objetivo da xTech é facilitar a vida do logista e proporcionar o melhor atendimento possível a seus clientes por meio do seu suporte técnico “Guru” que auxilia o lojista em absolutamente todas as etapas do seu negócio.

Resultados Digitais

Uma das mais conceituadas empresas de marketing digital do Brasil e criadora do evento de marketing “RD On The Road”, que engloba empresas dos mais variados ramos de atuação, é uma empresa especializada em planejamento de marketing de conteúdo para micro e pequenas empresas, de forma a gerar leads e consequentemente transforma-los em clientes. A empresa oferece cursos online e diversos conteúdos de qualidade para auxiliar a sua empresa e ajudar a otimizar os seus resultados de marketing digital.resultados digitais também oferece o software de marketing e vendas “RD Station”, responsável por automatizar importantes processos que podem atrair visitantes para as mais variadas plataformas digitais, transforma-los em possíveis clientes, fechar negócios, além de monitorar os resultados do marketing digital de sua empresa. 

Zendesk

A Zendesk é uma empresa norte-americana, com sede em São Francisco que oferece um amplo serviço de solução SaaS de suporte ao cliente, através de chat, informações, relatórios, help center e muitos outros recursos. Fundada em 2007, é uma empresa referência no serviço no seu ramo de atividade, e hoje possui mais de 50 mil clientes em todas as partes do mundo. Só no Brasil, por exemplo, grandes empresas como Cacau Show, Whirlpool e Buscapé utilizam os serviços disponibilizados por sua plataforma.

We Do Logos

Criadora do Hub do Empreendedor, a We do Logos é o primeiro e maior site de concorrência criativa da América Latina. Lançado em 2010, o site possui atualmente mais de 100 mil designers cadastrados e mais de 4 milhões de artes enviadas para empresas de todas as regiões do Brasil e também para outras partes do mundo.

Com esta plataforma, você pode criar o nome de sua empresa e solicitar qualquer projeto de design para profissionalizar a identidade visual da sua marca. A ideia da We Do Logos é que o cliente compartilhe a sua necessidade, suas ideias e preferências para uma arte e os designs cadastrados disputam entre si pela sua preferência. Antes de escolher a arte campeã você pode pedir quantas alterações desejar.

A partir de um valor mínimo, você escolhe o quanto quer investir e em quanto tempo precisa finalizar o processo de criação. O site oferece um sistema que permite o acompanhamento de todo o processo de construção da marca, podendo interagir com os designers, dando feedbacks e pedindo ajustes nas propostas apresentadas.

O formato de concorrência criativa já é bastante consagrado nos Estados Unidos e na Europa e por apresentar tantos benefícios está ganhando muito espaço no mercado brasileiro também.

O cadastro de designers na plataforma é gratuito e informa suas aptidões. Os profissionais podem entrar na disputa dos projetos por conta própria ou a convite do próprio cliente.

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Como escolher o melhor regime tributário para a sua empresa?

Como escolher o melhor regime tributário para a sua empresa?

Escolher o melhor regime tributário para a sua empresa é uma tarefa muito importante. Isso porque cada empresa se encaixa melhor em uma forma de tributação. E a escolha certa garante maior facilidade e segurança. Além disso, poder economizar no pagamento de impostos ou ganhar créditos em favor da empresa devido ao pagamento antecipado; pode ser muito benéfico. Por estes motivos, vale a pena analisar com calma as três formas de tributação existentes no Brasil.

A verdade é que todas as empresas poderiam declarar seus impostos através do Lucro Real, no entanto, o método é mais adequado para organizações que geram ganhos maiores ao fim do período de um ano. A exceção são as instituições financeiras, que têm a obrigatoriedade de declarar impostos pelo lucro real.

Para as empresas que acabaram de iniciar seus negócios e são de porte micro, pequeno, ou também o chamado microempreendedor individual, é recomendado o Simples Nacional ao invés de outras formas de tributação, já que o lucro anual obtido por essas empresas costuma estar abaixo dos valores que vemos para cálculo de Lucro Presumido ou Real.

Em dúvida sobre qual tributação é melhor para a sua empresa? Saiba agora como escolher o regime tributário mais adequado ao seu negócio:

Quais são os regimes tributários existentes?

Lucro Real

No Lucro Real o imposto de renda e a contribuição social são apurados sobre o valor obtido de lucro líquido ao final da demonstração contábil. A alíquota é de 15% sobre o lucro real bruto, ou o chamado lucro antes dos impostos.

É considerado o regime de tributação geral, pois pode ser adotado por todas as empresas. No entanto, é também o mais complexo.

Nessa forma de tributação é preciso descontar os impostos de forma mensal. De acordo com os percentuais determinados pela atividade empresarial que é exercida.

Ao final do ano é calculado o lucro real. E, sobre ele, o valor definitivo a ser destinado aos impostos, sendo descontados os valores que foram pagos mensalmente.

Quem opta pelo lucro real pode, ao final, ficar com crédito fiscal em favor da empresa. Que acontece quando os valores pagos antecipadamente superam o valor total calculado ao final de um ano.

Há também a opção de lucro real trimestral. Na qual os impostos são calculados e pagos ao final de cada trimestre. As quatro apurações que ocorrem ao longo de um ano são consideradas definitivas e não antecipações.

Lucro Presumido

No lucro presumido, o IRPJ e a CSLL são calculados com base em uma receita bruta prevista. Essa margem de lucro é pré-fixada por lei, a partir de percentuais determinados para cada ramo de atividade.

Nesse regime PIS e Cofins são calculados de forma cumulativa com uma alíquota de 3,65% sobre o faturamento.

Vale lembrar que como os impostos são calculados a partir de um lucro previsto, os impostos continuam sendo calculados sobre o valor presumido. Caso ao final do ano contábil o lucro seja inferior ao que foi determinado,

Nesse regime de tributação a empresa poderá obter no máximo R$ 78 milhões de receita bruta anual.

Simples Nacional

Criado em 2006, o Simples Nacional tem o objetivo de deixar mais simples o pagamento de tributos por parte das empresas. Principalmente para as Microempresas (ME), as Empresas de Pequeno Porte (EPP) e o Microempresário individual (MEI).

Todos os tributos se encontram em uma única guia (DAS). A tributação é determinada de acordo com a atividade exercida e suas alíquotas variam de 4,5% a 16,93%. É considerado o enquadramento menos burocrático e também mais econômico, no entanto, nem todas empresas podem optar por esse regime.

O valor máximo de receita bruta obtido pela empresa não poderá ultrapassar os R$ 3,6 milhões. A partir de maio de 2018 esse valor será aumentado para R$ 4,8 milhões.

Para o microempreendedor individual o valor máximo de receita bruta é diferente. Assim, não podendo ultrapassar os R$ 60 mil e a partir do próximo ano os R$ 81 mil por ano.

O que levar em conta na hora da escolha?

Antes de escolher o regime tributário de uma empresa é preciso levar em conta algumas situações que irão ajudar a optar por aquele que mais se adapta ao seu negócio.

A verdade é que o empresário deverá analisar sua empresa com calma, para então decidir qual é a melhor forma de tributação. Sendo assim, é preciso:

Verificar todas as possibilidades de tributação

Por mais que o empresário já tenha em mente em qual tributação gostaria de encaixar em sua empresa, o ideal é verificar todas as possibilidades e estudar a mais vantajosa. Existem casos em que o lucro é inferior a R$ 78 milhões. Mas o melhor regime ainda é o Lucro Real e não o Presumido.

Analisar a margem de lucro

Apesar do faturamento anual também ser levado em conta, é interessante analisar a margem de lucro da empresa. Isso, porque através das tabelas de cada regime tributário, o empresário já sabe a porcentagem que irá incidir sobre seu negócio.

Créditos tributários

No lucro real as alíquotas são mais altas, no entanto, existe a possibilidade de se receber créditos tributários, o que pode ser de grande ajuda para a empresa.

Gastos indiretos

A economia gerada pela opção de um regime tributário precisa ser realmente benéfica para a empresa. Ou seja, ela deve ser uma diminuição nos custos e não uma alocação dos mesmos.

Rever o enquadramento a cada ano

Ao escolher um regime tributário a empresa não é obrigada a permanecer nele para todo o sempre. Inclusive, o ideal é que todos os anos seja feita uma nova análise para verificar se não é melhor passar para outra forma de tributação.

Lembre-se de que uma empresa nunca funciona de forma fixa e está o tempo todo mudando, o que significa dizer que uma mudança de regime tributário para o ano seguinte pode ser necessária.

Como escolher o melhor regime tributário para a sua empresa?

Cada empresa deverá optar por aquele regime tributário que mais se encaixe em suas necessidades. Mas, como visto anteriormente, isso não significa que ela precisará ficar para sempre nessa opção de tributação, sendo ideal uma verificação anual.

O melhor é sempre avaliar cada regime tributário de acordo com como se encontra a empresa naquele momento. E, dessa forma, aos poucos verificar se o negócio se encaixa ou não dentro das regras de cada regime.

No ano seguinte avalie novamente a situação da empresa. Nada impede que a tributação seja mudada, desde que esteja dentro dos prazos limites para a troca.

Optando pelo Simples Nacional

Quem acaba de abrir seu negócio ou se encaixa na categoria de microempresa (ME), Empresa de Pequeno Porte (EPP) ou microempresário individual (MEI), pode optar pelo Simples Nacional, que além de ser mais fácil de ser calculado, garante que não sejam pagos impostos excessivos.

É preciso apenas verificar se a empresa possui ganhos de até R$ 3,6 milhões. Ou R$ 60 mil no caso no microempresário individual. Verifique também se o seu negócio encaixa-se dentre as atividades permitidas para essa tributação.

Atendendo aos requisitos, basta entrar no portal do Simples Nacional e demonstrar interesse em se enquadrar nesse regime tributário. Seguindo o passo a passo, e então aguardar a resposta da receita federal.

Novas empresas têm até 180 dias após o registro do CNPJ para solicitar a inserção no Simples Nacional. Enquanto que negócios já existentes podem fazer a mudança para esse regime tributário apenas no mês de janeiro.

Na grande maioria das vezes o pedido de mudança para o Simples Nacional só é recusado quando a empresa não se encaixa nessa forma de tributação ou tem pendências com o governo.

Optando pelo Lucro Presumido

O lucro presumido é ideal para empresas que mantém um faturamento linear ao longo dos meses. Isso porque o cálculo dos impostos é feito com base em um lucro previsto para o ano contábil.

Empresas que possuem ganhos maiores do que R$ 3,6 mil e uma margem de lucro linear ao longo do período de um ano podem optar pelo lucro presumido, desde que não ultrapassem o valor de R$ 78 milhões de receita bruta anual.

Optando pelo Lucro Real

O lucro real atende a todos os tipos de negócios. Empresas que não se encaixam no Simples Nacional por não cumprir algum dos requisitos obrigatórios e não possuem ganhos lineares ao longo do ano podem optar pelo lucro real anual, já que o lucro presumido seria prejudicial ao negócio caso ao final do ano contábil a receita bruta fosse inferior à aquela que foi prevista.

Já as empresas que possuem ganhos superiores aos R$ 78 milhões no período de um ano são obrigadas a realizar a tributação pelo lucro real. O mesmo é válido no caso de empresas do setor financeiro, sendo essa a única tributação que poderão se utilizar.

O lucro real trimestral pode ser uma boa opção para quem não possui ganhos lineares, enquanto que o lucro real anual é útil para quem possui uma margem de lucro semelhante ao longo dos meses.

Vale comentar que esse regime de tributação é mais complexo e exige maior atenção por parte das empresas, sendo assim, é interessante consultar um contador que seja responsável pelo cálculo dos impostos devidos. 

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