VPL, ou Valor Presente Líquido, é o cálculo que traz para o valor presente os pagamentos futuros, descontado uma taxa de juro, facilitando o conhecimento sobre o retorno de investimentos, por exemplo. Dessa forma, os dados que devem ser utilizados são:
VPL = Valor Presente Líquido;
FC = Fluxo de Caixa;
i = TMA (Taxa Mínima de Atratividade) ou Taxa de Desconto;
n = Período de tempo;
j = Equivalente a 1.
O VPL é um indicador essencial para que os empresários possam avaliar a viabilidade econômica e financeira de seus respectivos projetos. Quer entender mais a respeito do VPL, como calcular e de que forma ele pode ser aplicado? Então confira nosso artigo!
Afinal, o que é o VPL (Valor Presente Líquido)?
É de comum conhecimento que o valor do dinheiro hoje não é o mesmo de amanhã e nem o de ontem. Dessa forma, quando uma empresa resolve realizar um plano orçamentário para os próximos anos, ela deve levar em conta que os valores calculados hoje não serão o mesmos daqui algum tempo. Assim, calcular a rentabilidade de um investimento é complicada.
Para isso existe o VPL. Com a intenção de medir a viabilidade financeira da sua empresa, ele avalia, através do cálculo, qual será a efetividade do projeto. Assim, ele se utiliza de dados como o Fluxo de Caixa da sua empresa, o tempo de investimento e as taxas relacionadas.
Ou seja, o Valor Presente Líquido tem como função estabelecer se um investimento é viável ou não, a partir da análise de dados financeiros presentes e futuros da sua empresa, considerando a variabilidade dos valores através do período escolhido.
Como calcular o VPL?
Os valores utilizados para o cálculo do VPL são o do Fluxo de Caixa, o do tempo de investimento e a TMA (Taxa Mínima de Atratividade), também considerada como taxa de desconto. Assim, podemos considerar que a fórmula utilizada para o cálculo será:
i = TMA (Taxa Mínima de Atratividade) ou Taxa de Desconto;
n = Período de tempo;
j = Equivalente a 1.
A fórmula pode ser utilizada tanto para caixas uniformes ou não.
Como utilizar essa fórmula?
VPL é o valor que você encontrará ao final o cálculo. FC0 é o valor do Fluxo de Caixa na data zero. Já FC1, FC2 e FC3 são os Fluxos de Caixa nos períodos correspondentes, FC1 é o valor do fluxo de caixa no período estipulado como 1. n é o período de tempo estipulado. i é a taxa mínima de atratividade. j é 1.
Esse período de tempo pode ser utilizado com ano, semestre, trimestre, mês, ou outro. Ele irá depender de quanto tempo o responsável pelo projeto estipulou para sua realização.
Assim, basta aplicar os valores avaliados da sua empresa na fórmula. Normalmente o FC0 tem um valor negativo. Isso acontece porque não haverá nenhuma entrada no primeiro período, ou período 0, já que ele é apenas o inicio do seu projeto e não gera nenhum ganho. Mas após o primeiro período são consideradas as entradas e saídas que serão realizadas.
Também é possível utilizar através do Microsoft Excel através da fórmula VPL (Célula X; Célula Y) – Célula Z, utilizando as células onde se encontram os valores.
Como avaliar os resultados?
Após a inserção dos valores correspondentes às entradas e saídas de fluxo de caixa durante o projeto, o valor da taxa e o tempo, o cálculo é realizado.
Esse cálculo resultará em um valor positivo ou negativo, portanto, mostrando se o projeto trará lucro ou prejuízo. Dessa forma deve ser considerado que o investimento que resultou em valor negativo e assim, trará prejuízo, não é um bom investimento.
Caso ele tenha um resultado positivo e alto, não será possível afirmar que ele é um investimento incrível. Algumas vezes isso acontece devido aos altos valores estipulados para entrada de fluxo de caixa. Mas apenas o fato de ser um valor positivo já o faz melhor que o investimento com valor negativo.
O resultado também pode ser neutro, ou seja, 0. Quando o resultado for esse, o investimento não resultará em lucro nem prejuízo. Sendo assim, os valores de entrada e saída iguais, equilibrando o investimento. E assim, não sendo possível indicar se o projeto deve ser realizado ou não, se tornando uma decisão neutra.
Quais as vantagens e as desvantagens?
Todo método utilizado para mensurar dados tem seus benefícios e suas limitações. Mesmo assim, eles auxiliam muito na tomada de decisões. Normalmente, é possível e indicado utilizar mais de um indicador.
Vantagens
Pode ser aplicado em caixas uniformes ou não;
Pode ser aplicado em fluxos de caixa convencionais e não convencionais;
Encontra o valor do dinheiro no período quisto;
Cálculo simples;
Considera o custo de capital da empresa.
Fácil de aplicar.
Desvantagens
Necessário conhecimento completo e exato dos valores do fluxo de caixa;
Projetos maiores parecerem mais lucrativos que projetos menores, quando não o são, pelo valor estipulado;
Mais difícil, mas não impossível, de fazer comparação entre projetos;
O resultado do cálculo é apresentado em valores monetários, unicamente.
TIR (Taxa Interna de Retorno)
Outro indicador que pode ser utilizado para melhorar o entendimento do retorno do investimento é o TIR (Taxa Interna de Retorno). Ela serve para transformar o produto do cálculo de VPL em valores reais.
Ou seja, como já falamos antes, o valor do dinheiro hoje não é mesmo de ontem e de amanhã. Dessa forma, o resultado será visto em relação aos valores considerados hoje. Mas quanto esse valor será equivalente ao final do período estabelecido? Para isso é usado o TIR:
VPL = ∑ Tt=0 FCt / (1 + i)t
Na fórmula disposta encontramos os seguintes itens:
VPL: Valor Presente Líquido. Ele será o resultado final.
T: Período total. O período total de tempo do seu projeto.
t: Cada período. Serve para calcular cada parte pelo período de tempo escolhido.
FC: Fluxo de caixa. Fluxo de caixa do período escolhido.
i: Taxa de desconto. Taxa Interna de Retorno.
Assim, basta aplicar os valores relativos e chegar ao resultado.
Considerações finais
Após montar uma empresa ainda é preciso estar a par de diversos dados e planejamentos. O VPL é uma forma de medir como um investimento poderá se sair de acordo com o valor investido e suas taxas. Outro medidor que pode ser extremamente útil é o ROI, o Retorno Sobre Investimento, que é a diferença do ganho obtido e do investimento inicial, sobre o investimento inicial. Dessa forma, fazendo uso desses indicadores financeiros é possível ter maior entendimento sobre sua própria empresa e como ela pode se sair no futuro.
A serigrafia ou silk-screen é um processo de impressão em que a tinta é vazada através de uma tela para outra superfície lisa com a ajuda de um rodo, resultando em uma imagem.
Esse método é usado na impressão em diversos tipos de material. É possível aplica-lo no papel, na borracha, no plástico, no vidro, no tecido e até na madeira.
Também é possível aplicá-lo em superfícies variadas (esférica, irregular, cilíndrica, opaca, brilhante, escura, clara), em diversas espessuras e tamanhos, bem como tintas ou cores.
Existem duas formas de fazer serigrafia: a automática, por meio de máquinas, e a mecânica, feita por pessoas. Mesmo sendo um dos métodos mais antigos de impressão disponíveis no mercado, o silk-screen ainda é bastante utilizado nos dias de hoje.
O seu baixo custo na fabricação de brindes é um fator importante para seguir até os dias de hoje. Quando um trabalho de serigrafia é bem-feito, apresenta uma boa qualidade, além de sair por um valor consideravelmente mais baixo. Um produto fabricado a laser, por exemplo, teria um custo muito maior.
Recentemente, as empresas têm apostado na ideia de oferecer brindes com a sua logomarca para seus clientes e colaboradores. Brindes que são usados inclusive, em campanhas, promoções e festas da empresa.
A serigrafia permite personalizar vários objetos: canetas, camisetas, canecas, isqueiros, pastas, rótulos de produtos, porta-lápis, papéis de carta, CDs e DVDs, sinalização de veículos, interior de lojas, entre outros. Assim, mostra-se como uma área com bastante possibilidade de lucros.
É possível abrir uma serigrafia sozinho, em casa mesmo, mas sua produção e lucro serão reduzidos. Entretanto, o ideal é montar um negócio que consiga atender uma demanda maior, já que trabalhará com empresas, que não costumam pedir menos do que 50 itens. Veja o que é necessário para montar uma serigrafia em 10 passos simples:
Antes de se aprofundar no processo de abertura do negócio, é preciso estudar e entender sobre o mercado desse tipo de negócio. A serigrafia está faz parte do segmento de comunicação visual e também do setor gráfico. As serigrafias podem atender a uma série de empresas, como lojas de calçados, roupas, brindes, gráficas e até pessoas físicas que buscam um diferencial.
2. Faça um plano de negócios
Esse primeiro passo é recomendado para qualquer negócio novo. Com o plano de negócios você identificará seus possíveis clientes e o perfil deles.
Dados como escolaridade, faixa etária, poder aquisitivo, gênero e hábitos de compra poderão ser obtidos através do plano. Já não bastasse saber esta quantidade de informações referentes aos clientes, o plano de negócios também permite saber quem são seus concorrentes e em quais pontos eles estão falhando, mostrando assim um caminho que você pode preencher para suprir essa lacuna essa lacuna.
O plano detalha tudo sobre a sua empresa: objetivos, localização, público-alvo, investimento necessário, entre outros detalhes. Com ele, também fica mais fácil conseguir um empréstimo no banco.
Em qualquer empresa é preciso saber quem é seu público. Numa serigrafia, o público é bastante variado, desde pessoas que querem personalizar algo para dar de presente e pequenas empresas até empresas maiores. Você precisa identificar seu público para atendê-lo de forma adequada.
4. Boa localização
Para conseguir clientes é preciso ser visto. Também é preciso estar em um lugar de fácil acesso. Evite bairros residenciais, exceto se o foco do seu atendimento for por telefone ou online.
Opte por um lugar movimentado e próximo a outros empreendimentos do seu ramo, como gráficas, que até podem se tornar seus parceiros e indicar clientes.
Na hora de definir o ponto comercial, também é preciso ficar atento a outros fatores como o preço de aluguel ou compra do espaço físico, e também se o espaço respeita a lei de zoneamento, que verifica se os impostos estão em dia.
5. Estrutura física
Não é preciso muito espaço para começar. O ideal é escolher uma sala com pelo menos 50 m², isso te permitirá ter várias pessoas trabalhando e produzir uma quantidade de produtos significativa. Isso porque geralmente quem procura o serviço de uma serigrafia, solicita itens acima de 50 unidades por encomenda.
Sua empresa precisará de outros espaços além da área de produção: uma sala para a administração, banheiros, um local para armazenar os materiais e uma sala de atendimento. Essa última precisa ficar na entrada da empresa e deve contar com cadeiras e um mostruário do seu trabalho para os clientes.
Tenha cuidado com a luz e a umidade para que não danifiquem o material – a sala de produção precisa ter bom isolamento e luz artificial. Você também precisará de máquinas de serigrafia, esticadores, secadores, fotolito, garra, instrumento de mediação da tensão do tecido, mesa de impressão, peneira, quadro serigráfico, rodo impressor e estufa de secagem.
6. Investimento necessário
Considerado um negócio de baixo orçamento, a estimativa de capital inicial é de R$ 10 mil. Mas esse valor pode variar se você escolher trabalhar com bastante gente e muitas máquinas de serigrafia ou se quiser ter modelos de impressão de alta tecnologia. Avalie seu caso.
7. Documentos para poder abrir uma serigrafia
Você precisará tirar o CNPJ da empresa, abrir firma na Receita Federal e registrar o negócio na junta comercial, na prefeitura da sua cidade e no corpo de bombeiros para a obtenção do alvará de funcionamento.
Você pode contratar um contador para cuidar dessa etapa do processo, se preferir. Além do CNPJ, também é necessário possuir o contrato social e o cadastro na previdência social. Também é preciso definir o melhor tipo de sociedade para abrir a sua empresa.
8. Funcionários e entregas
Uma serigrafia precisa ter funcionários treinados e em uma quantidade que atenda a demanda de pedidos. Em época de grandes encomendas, como no fim do ano, que é recheado de festas de confraternização e distribuição de brindes, é preciso ter pelo menos cinco pessoas trabalhando na produção. Já na parte administrativa, dois funcionários devem ser suficientes.
Não se esqueça de que uma serigrafia costuma trabalhar com entrega às empresas, então é preciso contratar um serviço de entrega ou designar um funcionário da sua própria empresa para fazer esse serviço.
9. Faça um bom gerenciamento de seu estoque
Ter um estoque controlado é fundamental para que a sua mão de obra atenda toda a demanda. Existem alguns indicadores essenciais para um bom controle de estoque, como o giro de estoque, que indica o quanto o valor investido na compra de produtos é recuperado por meio das vendas.
10. Como divulgar a sua serigrafia?
Empresas de serigrafia geralmente são procuradas por pessoas que estão efetivamente em busca deste serviço. Por isso, é importante que a sua serigrafia esteja presente em anúncios midiáticos de rádio e televisão, que alcancem uma boa audiência.
Banners, cartões de visita e panfletos também são boas opções especialmente em épocas de final de ano em que a busca por brindes é bastante significativa.
11. Controle as finanças para não ter surpresas desagradáveis
Todos os aspectos para o processo de montar sua empresa de serigrafia são importantes, mas você também precisa pensar um pouco adiante.
A finança é um aspecto muitas vezes ignorado pelo empreendedor, seja por não entender muito do assunto, por achar que não influencia tanto ou por falta de tempo.
A verdade é que o controle financeiro da sua serigrafia é muito importante e pode determinar o seu sucesso. Pode parecer difícil lidar com essa parte do negócio, mas é também muito necessário e você pode usar uma ferramenta para te ajudar e simplificar o processo, como eGestor, um software de gestão online.
O software te permite ter um total controle financeiro da sua empresa. Controlar seu estoque, saber o fluxo de caixa, controlar as vendas de produtos e serviços e emitir a nota fiscal eletrônica também são outras funções do sistema. Além disso, o eGestor gera relatórios sobre o seu negócio, tudo isso online, sem complicação ou necessidade de instalação.
Portanto, mesmo sendo um método bastante antigo de impressão, a serigrafia ainda é bastante solicitada por diversas empresas. Dois motivos principalmente são responsáveis por manter esta demanda: O baixo custo se comparado a métodos mais modernos, como o método de impressão a laser por exempo, além da a versatilidade, já que a impressão por serigrafia pode ser feita através de diversos tipos de materiais.
Serigrafia pode ser MEI?
Sim, uma serigrafia com CNAE 1813-0/01 – Impressão de material para uso publicitário, pode ser MEI.
Você que vive o dia a dia da gestão financeira empresarial, certamente deve conhecer o arquivo OFX e até usá-lo em sua rotina. Mas você sabe exatamente sua importância e como fazer a importação e exportação do arquivo?
Este artigo abordará esse assunto e ainda apresentará a você como importar o seu extrato bancário. Continue lendo!
O que é o arquivo OFX?
OFX é uma sigla para Open Financial Exchange, em português: Intercâmbio Financeiro Aberto. O arquivo OFX é um formato de documento que registra informações financeiras, sendo amplamente manuseado pelos bancos.
Foi lançado em 1997 pelas empresas Microsoft, CheckFree e Intuit. A criação foi tão útil e segura, que ainda nos dias de hoje o formato OFX é o mais indicado para realizar exportação de extratos dos bancos em sistemas de gestão online.
No arquivo OFX, são descritos todos os dados referentes as transações financeiras que ocorreram em um determinado período, no entanto, sem constar informações pessoais e confidenciais.
A importância do arquivo OFX
O arquivo OFX desempenha importante função na área de controle financeiro das empresas, tendo em vista que proporciona melhor acompanhamento das movimentações bancárias que ocorrem em uma organização.
Entretanto, sua principal utilidade e importância para os processos empresariais diz respeito à funcionalidade que permite importar os dados financeiros diretamente para o programa de gestão utilizado pela empresa.
Ou seja, o responsável pela função deve exportar o extrato bancário digital na plataforma online da instituição financeira e introduzi-lo no programa de gestão, de forma simples e prática.
Todo esse procedimento é reconhecido e aceito pelo Banco Central do Brasil, sendo um recurso fundamental para a execução de rotinas inerentes à área financeira, como a conciliação bancária.
A conciliação bancária
A conciliação bancária, também conhecida como integração bancária é uma tarefa indispensável para empresas que prezam pela organização de suas contas e gestão eficiente.
Baseia-se, basicamente, em confrontar os dados presentes no extrato bancário com os controles internos do setor, verificando se todas as movimentações estão devidamente registradas.
Dessa forma, é possível detectar inconsistência de dados que podem ter sido causadas por erros humanos involuntários ou até por fraudes premeditadas.
Essa conferência pode ser adotada por empreendimentos de todos os segmentos e tamanhos.
Porém, é ainda mais necessária, quando a empresa possui um fluxo de caixa movimentado, que recebe constantemente pagamentos feitos com cartão de crédito e débito, cheques e boletos bancários.
O impacto do arquivo OFX na conciliação bancária
O arquivo OFX impactou positivamente a rotina de conciliação bancária. Até pouco tempo atrás, a conferência era feita inteiramente manual e, portanto, demandava muito tempo e atenção.
Era preciso imprimir o extrato e compará-lo com os registros internos, checando as movimentações uma a uma. Internamente, as empresas usavam longas planilhas para registrar todos os valores que entravam e saíam de seus caixas.
Com a possibilidade de importação do arquivo OFX para a plataforma de gestão empresarial, o processo de conciliação bancária é feito de forma rápida e dinâmica, sem contar que a incidência de erros é significativamente menor.
Como fazer a exportação
Os grandes bancos brasileiros disponibilizam a opção de exportar os dados financeiros de seus clientes em formato OFX. Cada instituição possui seu próprio procedimento.
A seguir, confira o passo a passo para realizar a exportação do extrato bancário digital em alguns dos principais bancos:
Itaú
Acesse o internet banking do Itaú;
Clique em Extrato;
Faça a seleção do período que pretende obter os dados;
Do lado direito, clique em Salvar em Outros Formatos;
Escolha a opção Money 2000 e clique em Continuar.
Caixa Econômica Federal
Acesse a conta da Caixa Econômica Federal;
Clique em Minha Conta e em seguida em Extrato em Arquivo (txt, ofc e ofx);
Selecione o período e na mesma tela, o formato do extrato;
Para gerar o relatório, clique em Continuar;
Banco do Brasil
Entre no internet banking do Banco do Brasil;
Clique em Extrato e depois em Conta Corrente;
Insira o período em questão;
Selecione o botão salvar (imagem de disquete) e clique em Money 2000.
Santander
Entre no site do Santander e faça o login para acesso à conta;
Clique em Conta Corrente e em seguida na opção Extrato (Money);
Faça a seleção do período desejado e clique em Exibir;
Selecione Exportar e escolha a opção Money 2000 ou superior, para finalizar, clique em Confirmar.
Bradesco
Após acessar a conta online, clique em Saldos e Extratos;
Clique em Extrato Mensal / Por Período e selecione o intervalo que busca informações;
Clique em Buscar e depois na opção Money 2000;
Por fim, selecione o formato para salvar o arquivo.
Cabe ressaltar que o processo de exportação deve ocorrer com certa regularidade, visto que os bancos só permitem a consulta e extração dos dados referentes aos últimos 60 dias.
Caso o banco que você utiliza não esteja entre os mencionados a pouco, a opção para a exportação do extrato bancário deve estar no menu Extrato. Todavia, se não encontrar o recurso, entre em contato com a Central de Atendimento do seu banco.
Como fazer a importação
O modo de importação do arquivo OFX dependerá das particularidades da tecnologia do software usado por você.
O eGestor disponibiliza recursos para que a conciliação bancária de sua empresa ocorra de maneira rápida e prática.
Essa funcionalidade foi recentemente incluída no programa e tem como objetivo descomplicar todo o processo de registro dos valores recebidos e pagos pelo estabelecimento, evitando assim, falhas e transtornos nesse ínterim.
O procedimento para importação de formato OFX no eGestor funciona da seguinte forma:
Primeiramente você precisa exportar o extrato bancário digital no portal do seu banco e então, importá-lo na plataforma eGestor. A partir disso, será criado automaticamente um relatório com todas as movimentações financeiras ocorridas no período.
Com esse relatório em mãos, você pode realizar suas análises e ações que auxiliam no controle das contas empresariais, simples não?
Além da conciliação bancária, o sistema apresenta ainda inúmeras outras ferramentas focadas nas necessidades gerenciais de micro e pequenas empresas.
Quem trabalha com varejo, precisa lidar com múltiplas tarefas para que o negócio se mantenha competitivo e dê lucro. Por conta disso, atentar-se aos processos fundamentais como controle de vendas, fluxo de caixa e gestão tributária fica para segundo plano.
Mas aí é que está o grande erro. Essas questões devem estar na lista de prioridades dos lojistas, visto são imprescindíveis para alcançar o equilíbrio financeiro e o controle das responsabilidades.
Para que a empresa possua saúde financeira e consiga sobreviver no mercado atual, altamente competitivo, deve-se a todo custo evitar erros, principalmente no que diz respeito à contabilidade, que é o coração de qualquer empresa.
Um lojista que se perde nas responsabilidades contábeis e comete erros contábeis, pode correr o grande risco de fechar as portas. Entretanto, tudo isso pode ser evitado.
Mas, antes de compreender o que pode e deve ser feito para manter as contas e as obrigações tributárias e fiscais em dia, é importante identificar os erros contábeis mais comuns entre os lojistas.
Assim, fica mais fácil evitá-los, corrigi-los e agir da maneira mais adequada, podendo então, obter resultados positivos.
Não possuir controle de vendas
Todo e qualquer lojista sabe o quanto é difícil manter o controle de vendas. Esse é um dos erros mais comuns no varejo e que pode causar diversos prejuízos.
O controle vendas é o registro e monitoramento de tudo que é vendido em determinado período. Por meio disso, o lojista consegue realizar o controle do orçamento, acompanhar o estoque e mantê-lo em dia. Além disso, consegue acompanhar o fluxo de caixa e capital de giro, bem como ajudar a variedade de produtos, conhecer os clientes e identificar padrões.
É comum lojistas que estão iniciando suas atividades ou que possuem um fluxo de caixa ainda baixo, não dar tanta atenção para o controle de vendas. Isso pode ser extremamente judicial para loja, principalmente quando ocorrer um pico de vendas.
Não acompanhar o que é vendido, que é uma informação básica, faz com que o lojista trabalhe à base do “achismo”. Fazer isso pode levar o mesmo a tomar decisões precipitadas e acabar com grandes prejuízos. Isso, porque somente com uma previsão de vendas, por meio de um acompanhamento acurado, é possível realizar um planejamento financeiro e estratégico da empresa.
Uma alternativa que pode ajudar os lojistas e evitar dores de cabeça no controle de vendas é o uso de um software de gestão vendas, que pode ser ligado ao fluxo de caixa e à gestão de estoque. Essa ferramenta facilita e muito a rotina dos lojistas, permitindo uma análise do estoque, desde a solicitação de novos pedidos à redução do tempo de giro do estoque.
Não atentar para a gestão do estoque
Outra falha muito comum entre os lojistas é a falta de gestão do estoque. Esse processo é de suma importância para a geração do inventário dos materiais.
Além disso, fornece informações sobre entradas e saídas que são fundamentais para o financeiro da loja. Portanto, há possibilidade de uma análise das vendas, o que impacta na organização das compras e manutenção de produtos.
Essa falta de gestão pode causar graves problemas. Isso, porque quando um lojista define os pedidos que serão realizados e os repete continuamente, sem um controle, percebe-se que há muito mais itens do estoque do que demanda. Como consequência, causa prejuízos financeiros para o empreendimento.3
Precificar os produtos de maneira inadequada
Pode parecer simples, mas calcular da maneira correta os custos, ainda é um dos erros contábeis mais comuns dos lojistas e que pode deixar o caixa no vermelho e comprometer consideravelmente a receita.
Essa é uma questão que deve ser analisada com cuidado, pois comumente os custos não são aparentes, mas diluídos ao longo do processo operacional, e por isso impactam o preço final.
A precificação de produtos define as margens de lucro, a partir dos custos e despesas da empresa, objetivando a lucratividade. Assim, analisar de maneira cuidadosa as possíveis margens de lucro e contribuições de cada produto comercializado é importante e também pode ser realizado por meio de ferramentas digitais adequadas, que calculam, de maneira automatizada, as margens levando em conta todos os custos envolvidos.
Ineficiência na gestão financeira
A saúde de qualquer empreendimento depende de uma gestão financeira eficiente. Apesar disso, esse ainda é um gargalo para os lojistas. Dados do Serasa de 2017, comprovam essa afirmação: um terço das empresas brasileiras enfrentam dificuldades financeiras.
Claro que se deve levar em consideração a recessão pela qual o país passou nos últimos anos com a crise econômica e política e que afetou de maneira considerável o varejo.
Mas isso é resultado também de deficiências na gestão financeira, que impacta diretamente em questões básicas e importantes, como o controle de contas a pagar e a receber.
A ausência de registros de despesas básicas, como comissionamentos, transporte ou perda de produtos pode causar diversos problemas na conta final. Assim, é imprescindível um acompanhamento atento do fluxo de caixa, dos tributos obrigatórios que devem ser pagos e das demais contas a pagar, evitando gastos onerosos com multas e processos.
Também nesse sentido, existem softwares modernos que facilitam no controle de todas essas questões financeiras tão importantes para os lojistas.
Desconhecimento sobre dados contábeis
Outro ponto que causa prejuízos as lojas do ramo varejista tem relação com o desconhecimento por parte dos lojistas sobre os dados contábeis.
Claro que ninguém sabe tudo, mas quando não se possui informações suficientes relacionadas a isso, é fundamental a contratação de uma consultoria ou profissionais qualificados que saibam interpretar os dados contábeis.
Esse pode ser um investimento importante e que pode reduzir custos operacionais, visto que, por meio do seu conhecimento aprofundado sobre os dados contábeis, pode auxiliar a encontrar maneiras de tornar os processos operacionais mais baratos, por exemplo.
Uma ajuda especializada pode também dar as orientações necessárias para investimento de parte do capital, por exemplo, ou outras formas de reduzir os custos e deixar de desperdiçar dinheiro.
De maneira geral, todos esses erros contábeis podem ser evitados por meio de ferramentas digitais que auxiliam nos mais diversos aspectos. O mais importante é identificar esses erros e buscar de maneira estratégica a melhor maneira de resolvê-los.
Determinar o balanço financeiro de uma empresa é uma das principais responsabilidades de qualquer gestor. Ter organização, significa saber melhor como é empregado o dinheiro dentro da empresa, o que garante um futuro mais saudável, do ponto de vista financeiro. Portanto, para fazer isso bem, é preciso entender todos os conceitos fundamentais. Neste post, você vai entender tudo sobre o regime de competência, como ele funciona e quais são os seus objetivos e aplicações
O que é o regime de competência?
O regime é competência é um método de registro de movimentação financeira que organiza as despesas ou receitas de acordo com a sua competência. Ou seja, de acordo com o momento em que ela é realizada e não necessariamente quando o pagamento é feito.
Para ilustrar melhor, imagine que uma compra é feita em abril, porém o pagamento irá ser feito apenas em junho. A competência, que é quando a transação foi feita, é em abril, o que significa que esse é o momento em que ela será registrada, independentemente de quanto houve movimentação financeira.
O mesmo ocorre no sentido contrário, ou seja, no registro das despesas no regime de competência. Para essas, o registro é feito quanto a operação é concretizada. Então, se é feita uma promessa de transferência a um terceiro ou surge outro passivo, este é classificado com uma despesa.
Qual é o seu objetivo?
O regime de competência tem uma função bem clara, ajudar a prever o futuro financeiro da empresa, por meio de uma organização das movimentações. Ou seja, ele irá anotar todas as despesas em determinado período de modo que seja possível determinar quais serão as receitas necessárias.
Então, voltando ao nosso exemplo, a partir de abril, os gestores já sabem que em julho precisam ter uma receita que irá cobrir o valor deste pagamento. É uma forma de adequar melhor o fluxo de caixa da empresa, de uma maneira mais precisa e simples de controlar.
Por isso, a empresa sabe bem o que irá pagar e receber nos próximos meses.
Este regime ajuda os gestores a escaparem de uma armadilha muito comum. Especialmente aqueles que ainda não tem tanta experiência ou que não conhecem muito bem os conceitos contábeis.
Por exemplo, é possível que o gestor veja que a empresa tem bastante dinheiro em caixa em determinado momento e assume que a situação financeira é saudável. Sem saber, por exemplo, que existe um grande número de despesas que precisam ser pagas em breve. Além disso, o regime de competência é o modelo oficial para a declaração do Imposto de Renda.
Qual é a diferença para o regime de caixa?
O regime de caixa é o modelo que segue o caminho oposto. Ou seja, nesta opção, o recurso só é contabilizado quando sai ou entra do caixa. Isso significa que a tributação só ocorre no momento do recebimento e não quando as notas fiscais são geradas.
Na prática, o regime de caixa segue o fluxo de caixa, um conceito extremamente importante para qualquer empresa.
É importante destacar que não existe um regime “melhor” do que o outro. Cada um tem as suas vantagens e desvantagens. Por exemplo, o regime de caixa, por seguir o fluxo, é mais simples e favorece as empresas que vendem ou compram a prazo, o que é a maioria. Já o regime de competência, também tem as suas vantagens.
Por que o regime de competência é tão importante?
Esse modelo é recomendado, pois permite que você possa avaliar de forma mais fácil, e antes que seja tarde demais, se está consumindo mais do que está produzido. Este modelo age como uma forma de trazer informações para avaliar o fluxo de caixa e garantir que o capital de giro irá se manter saudável.
Ou seja, é um modelo mais completo e complexo, que pode trazer mais informações para a sua empresa e ajudar a antecipar qualquer problema de ordem financeira. Assim, você pode determinar se o negócio como um todo faz sentido.
Sua principal desvantagem é que este modelo acaba não apontando o que está acontecendo com o caixa da empresa, visto que ele trabalha mais no futuro. Porém, o controle do fluxo de caixa minimiza este problema.
Quando o regime de competência é recomendado?
Existem alguns exemplos em que o regime de competência é muito valioso. Por exemplo, o regime de competência é capaz de avaliar a depreciação dos bens, ou seja, o quanto ele perde de valor ao longo de determinado tempo.
Outro ponto importante que o regime de competência considera, é o pagamento de encargos e salários. Neste caso, o pagamento de um mês é sempre feito no mês posterior, mas o décimo terceiro sai do caixa nos últimos meses e deve ser dividido entre todos os meses do ano. Assim, fica mais fácil calcular com precisão o valor das horas trabalhadas.
Na compra de materiais, por exemplo, o regime de competência também é bem interessante, pois ele permite fazer a avaliação de quanto o material deprecia ou valoriza enquanto está no estoque. Este modelo permite calcular o CMV, custo de mercadoria vendida.
Em certos negócios em que a gestão é muito complexa, ter esta informação também pode ser uma grande ajuda para avaliar o processo de decisão da empresa. Por exemplo, se o pagamento pelos materiais está muito alto ou se a depreciação é muito grande.
Considerações finais
Portanto, a recomendação final é que vale muito a pena adotar tanto o regime de competência quanto o de caixa. Afinal, um não exclui o outro e, atualmente, este processo não dá tanto trabalho por conta das diversas soluções de automação que permite mais facilidade de gestão contábil em uma empresa.
Ao escolher ambos os modelos, você não sofre com as desvantagens de nenhum dos dois, ao mesmo tempo que aproveita as vantagens de ambos. É a solução ideal para quem busca ter uma visão mais completa do negócio.
Quanto ao ponto de vista legal, o regime de competências é obrigatório apenas para as grandes empresas, enquanto as menores podem optar pelo de caixa, dependendo da sua situação.
Portanto, sempre que puder, opte por ambas as opções, para ter uma gestão mais completa e com mais informação para a sua empresa.
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