Marketing digital: Como reduzir custos operacionais com ele

Marketing digital: Como reduzir custos operacionais com ele

Com as transformações digitais e um novo perfil de consumidor mais informado, as estratégias de venda tradicionais não são suficientes para garantir os lucros da sua empresa. Por isso, você pode investir no marketing digital para reduzir seus custos operacionais e aumentar a aquisição de clientes para o seu negócio.

Está começando a montar um e-commerce ou tem uma empresa e quer otimizar seu tempo e custos? Então confira as dicas do nosso artigo!

Como o marketing digital pode reduzir os custos na minha empresa?

Para empresas pequenas, a visibilidade sempre foi um desafio, até o surgimento da internet e o marketing digital surgirem. Com as novas tecnologias, um microempreendedor não precisa investir valores altíssimos para veicular um anúncio na TV ou rádio, pois já é possível adquirir e reter clientes com um custo muito baixo, através da internet.

Portanto, algumas das vantagens de trabalhar com o marketing digital são:

Canais de baixo custo

As plataformas que permitem divulgação na internet atualmente possuem um custo bem mais baixo que as mídias tradicionais, por isso, você pode veicular seus anúncios no Facebook, Google e Instagram, por exemplo, sem desembolsar valores muito altos.

Pagamento por resultado

Uma das maiores vantagens do marketing digital é a forma de cobrança das plataformas de publicidade online. Anunciando nas mídias sociais você recebe apenas por interação do usuário com sua peça.

Se, por exemplo, você veiculou um anúncio com o objetivo de que seu site seja acessado, a plataforma só vai realizar a cobrança por cada clique, ou seja, você não paga apenas por ter pessoas visualizando a peça.

Isso gera uma grande economia, já que nem todos que vêem seu anúncio serão convertidos em clientes.

Assim, você paga apenas por resultados.

Segmentação bem detalhada

Mesmo que um anunciante consiga definir qual público irá assistir seus anúncios veiculados entre os intervalos da novela das 19h, por exemplo, ele ainda tem uma margem de erro muito grande. Com as estratégias do marketing digital, pelo contrário, você pode segmentar seu público de forma muito mais específica, definindo por exemplo:

  • Faixa etária
  • Profissão
  • Cidade
  • Hobbies
  • Páginas que já interagiu
  • Músicas que escuta

Assim você tem maior garantia de que o público que está vendo seus anúncios é exatamente o que você deseja.

Ofertas personalizadas

Graças à segmentação bem detalhada, você pode criar anúncios personalizados por região ou produtos que um prospect já entrou em contato. Não é mais necessário gastar com anúncios genéricos, uma vez que você pode montar peças personalizadas para cada prospect, o que aumenta as chances das suas vendas.

Análise de métricas

Os gerenciadores de mídias sociais disponibilizam todas as métricas dos seus anúncios: quanto você investiu, qual anúncio está performando melhor, como as pessoas interagiram, quantos curtiram, compartilharam etc.

Com esses dados, você pode direcionar seu investimento onde vale mais à pena, reduzindo seus custos com anúncios que não dão retorno.

Feedback imediato

Considere um exemplo em que você veicula uma campanha na televisão. Certamente você não vai receber um feedback dos espectadores imediatamente, apenas em casos de anúncios que geram alguma polêmica.

Já com o marketing digital você pode acompanhar as respostas do seu público em tempo real, sabendo o que estão comentando e consequentemente entendendo os pontos fortes e fracos do seus anúncio.

Assim você pode reduzir suas falhas fazendo testes A/B e entregar exatamente o que seu público quer.

Alcance sem limites geográficos

Há alguns anos, ter uma marca reconhecida a nível nacional só era possível com grandes investimentos nas maiores mídias. Porém, atuar no marketing digital permite que sua empresa seja conhecida em todo o Brasil, uma vez que na internet não há limites geográficos.

Considerando que a última pesquisa do IBGE mostrou que já existem pelo menos 126,3 milhões de brasileiros com acesso à internet, você pode gerar autoridade com sua marca, competir diretamente com grandes concorrentes e atrair clientes de outros estados para o seu negócio.

Seu público vai até você

No marketing tradicional o vendedor precisa oferecer seu produto ao cliente, às vezes em momentos que ele não foi solicitado, gerando uma interação e imagem ruim da sua marca. Porém, trabalhando sua presença online no marketing digital, o cliente pode ir até você, reduzindo seus custos de aquisição e ainda criando uma interação em que ele te deu “permissão” para receber seus comunicados.

Cria um relacionamento com os clientes

Na estratégia de marketing de conteúdo, por exemplo, você investe em oferecer conteúdos relevantes para o seu público, seja criando tutoriais no Youtube ou artigos para um blog. Tirando as dúvidas dos usuários e oferecendo informações relevantes você cria um relacionamento com os clientes, aumenta sua autoridade no mercado e educa seus potenciais clientes sobre seus serviços.

Isso indiretamente reduz trocas, devoluções e gastos com atendimento, uma vez que o consumidor pode tirar as dúvidas indo ao seu canal de conteúdo, sem entrar em contato com sua empresa diretamente.

Acompanha a jornada de compra

Apesar de atualmente a jornada de compra do consumidor não ser mais linear e previsível, usando as estratégias certas de marketing digital você pode acompanhar todas as etapas de um prospect e influenciá-lo no momento exato para que a compra ocorra.

Gera resultados de longa duração

Quando se fala em marketing digital, logo se pensa nos anúncios pagos, mas investindo em conteúdos orgânicos você pode ter um retorno de longa duração. Ou seja, é possível pagar por um anúncio, mas você também pode produzir conteúdos para o seu blog que podem ficar por anos na primeira página do Google, desde que sejam relevantes, gerando acessos e conversões diariamente.

A dica para manter essa estratégia funcionando é apenas que você sempre atualize o conteúdo, escrevendo o que as pessoas buscam, pois ao longo do tempo as pesquisas mudam de acordo com a necessidade dos usuários.

Além de todos esses benefícios para a sua marca, é possível gerenciar suas campanhas de qualquer lugar que haja internet, de forma que você terá mais mobilidade para ver o desempenho dos seus anúncios, podendo ver até mesmo pelo celular.

Com o acesso a esses dados em tempo real, é possível reduzir as falhas no gerenciamento da imagem da sua marca e consequentemente aumentar seu ROI.

Por isso, chega de perder tempo e comece a investir no marketing digital para alavancar suas vendas.

Texto escrito pela equipe Upsites.

7 pequenas despesas que podem comprometer a sua gestão de caixa

7 pequenas despesas que podem comprometer a sua gestão de caixa

Todo mundo sonha em não ter um chefe e em abrir a sua própria empresa. Porém, não importa se ela é grande ou pequena, controlar e manter tudo em ordem nunca é fácil. E requer muito trabalho.

Uma das tarefas mais importantes é a gestão de caixa. Ela deve ser sempre bem elaborada para que a empresa possa manter a sua organização e buscar o crescimento. Por ela, todo o gerenciamento de entrada e saída de recursos de uma empresa é feito. Assim, sendo uma atividade super importante para definir as tomadas de decisões e estratégias da empresa. E também para saber se tem condições de um investimento, por exemplo.

Mas, algumas pequenas despesas podem comprometer essa tarefa, e muitas vezes até passam despercebidas. Buscando aumentar a lucratividade da empresa e a produção, algumas dicas podem ser seguidas na empresa. Confira abaixo algumas, que são bem úteis para todos os empresários grandes e pequenos.

1. Não faça a união de contas

Muitos empresários realizam a união da conta pessoal com a da empresa. Esse erro é bem comum, mas deve-se fugir dessa armadilha e separar um valor mensal, como uma espécie de salário. Se o seu negócio inicialmente não estiver bem no financeiro, procure não mexer nessa parte, para assim criar um caixa.

eBook Fluxo de Caixa

2. Faça um controle diário

O acúmulo nunca é bom, e pode prejudicar a sua empresa. Faça um fluxo diário, não deixe acumular para fazer semanal ou mensal, isso pode ser um grave erro. Com a atividade feita diariamente, é possível analisar e controlar realmente o caixa. Já que se obtêm relatórios mais precisos e se controla realmente a entrada e saída da sua empresa.

3. Nunca gaste o que ainda não entrou

Um erro que empresários cometem é quando a venda não é a vista, mas a data de pagamento fica confirmada. Crendo que terá a quantia em dinheiro, faz as contas para pagar outras despesas nessa data. Mas e se o dinheiro não entrar? É aí que muitos começam a se complicar, fazem dívidas, juros e é o começo da ruína no seu estabelecimento. Faça planos apenas com o que realmente está no caixa, dessa forma, manterá a organização.

4. Seja presente na empresa

É comum que muitos empresários deixem tudo nas mãos de funcionários, muitas vezes nem indo até a empresa. Porém, isso também pode ser um erro grave, e é melhor evitar. Se mantenha presente, afinal, com certeza você suou muito para realizar o seu sonho. E por isso, não vai querer que outras pessoas fiquem no controle e possam colocar tudo a perder. Mantenha uma rotina presente em seu empreendimento. Busque tomar as decisões e diminuir os riscos de grandes dores de cabeça por um descuido.

5. Seja realista

Seja sempre realista com a situação atual de sua empresa. Assim, evite tomar atitudes que você não tem certeza se darão certo. Se previna de prováveis acidentes, mantenha um planejamento adequado, levando o mesmo a sério. Para que assim, seu empreendimento se fortaleça e aos poucos sua empresa se desenvolva.

6. Trace metas

Seguindo a linha do realismo, trace metas para ter uma motivação. Após as análises, veja um número bom que realmente a empresa possa atingir daqui três meses, e então trabalhe com a meta de alcançá-la. Ao atingir o primeiro objetivo, com base nas análises mais uma vez, faça uma nova, e assim vá fluindo, sempre estabelecendo pontos para aumentar a produtividade e motivação.

7. Use a tecnologia e empresas do segmento

Vivemos na era da tecnologia e informação, e devemos ser inteligentes para usar tudo isso ao nosso lado, trazendo lucros e ganhos para a nossa empresa. Os sistemas de gestão e automatização podem ser um ótimo negócio, facilitando para traçar estratégias e encontrar até mesmo clientes em potencial. Faça a união de uma boa gestão com software de gerenciamentos efetivos, usando a tecnologia de verdade ao seu lado e assim, mantenha a organização e busque sempre alavancar as suas vendas, gerando cada vez mais lucro.

Considerações finais

Existem diversos meios de proteger a gestão de caixa da sua empresas. Abaixo algumas dicas a mais que podem te ajudar na gestão de caixa da sua empresa:

  • Material de escritório: esse é um gasto que muitas vezes é desnecessário em nossa empresa. Veja o que você realmente precisa ter e evite comprar por luxo. Um bebedouro, por exemplo, em longo prazo é mais útil do que apenas um filtro. Já que você terá gastos com copos descartáveis.
  • Clientes: lembre-se de se atentar aos mimos aos clientes. Muitas empresas buscam dar brindes e até refeições buscando fidelizar o cliente. Veja o que realmente você pode oferecer na sua empresa e não busque coisas fora do seu alcance. E lembrando: sempre registre tudo na planilha de gastos.
  • Contas: ter duas contas de telefone, sendo uma pessoal e outra profissional é necessário. Mas pode ser um custo a mais. Procure por aparelhos nos quais seja possível utilizar dois números e faça dois em um. Assim, reduzindo esse gasto que parece pequeno, mas faz diferença no final do mês.

eGestor

O eGestor é um sistema de gestão de micro e pequenas empresas. Ele é totalmente online e completamente integrado. Uma vez que o sistema controle o seu financeiro, estoque e caixa, fica muito mais fácil administrar a sua empresa. 

E, além do controle, o sistema também emite NF-e, NFC-e e NFS-e. Conta também com a emissão de relatórios, para garantir uma visão mais ampla de como anda sua empresa.

Inteligência de Negócios: O que é e como implementar

Inteligência de Negócios: O que é e como implementar

Você já deve ter ouvido falar no conceito de Inteligência de Negócios. Também muitas vezes citado como BI, devido ao original em inglês: Business Intelligence. Mas você sabe o que é e como implementar a Inteligência de Negócios em sua empresa? Entenda agora!

O que é o Business Intelligence?

Uma ferramenta de gestão? Um software? Uma área da administração? Um pouco disso tudo e mais: Big Data, Analytics e Inteligência Artificial fazem parte do pacote. Parece um pouco complicado, mas não é.

Tudo se resume a interpretar dados das transações da empresa para gerar informações que possam ser usadas pelo gestor. Essas transações da empresa são os registros gerados pela operação da empresa. Por exemplo, cada venda registrada gera vários dados. Entre eles, quais produtos são vendidos, por qual valor, para qual cliente, em que data, hora e por qual vendedor.

Dessa forma, partir do histórico de todos esses dados é possível fazer um diagnóstico da situação da empresa. Saber, por exemplo, se as vendas estão crescendo ou caindo, e qual o motivo.

Pode parecer algo muito simples verificar se as vendas estão indo bem. Entretanto, um software de BI pode identificar padrões que uma pessoa demoraria muito tempo para identificar.

Um exemplo do uso da Inteligência de Negócios

Se imaginarmos um cenário em que o faturamento vem apresentando queda, concluímos que identificar qual o motivo dessa queda pode ser um grande desafio. São inúmeras as possibilidades, podemos citar algumas:

  • Menos clientes conquistados;
  • Vendas com valores menores;
  • Clientes importantes comprando menos;
  • Produtos que estão com menos procura;
  • Excesso de descontos;
  • E outros.

Agora imagine que o motivo seja um mix desses problemas. Por exemplo: algum vendedor perdendo muitos clientes por mal atendimento e ao mesmo tempo um produto importante perdendo atratividade no mercado. Num caso como esse, apenas um software pode identificar de forma imediata o que está acontecendo. Assim, permitindo uma correção de rumo muito antes do que aconteceria quando a decisão é tomada apenas pela observação humana.

Existem ainda muitas outras aplicações de um BI. Entre elas podemos elencar:

  • Redução de custos;
  • Controle de metas;
  • Previsão de faturamento;
  • Melhora no atendimento dos clientes;
  • Aumento da produtividade da empresa;
  • Dashboard de índices (KPI).

Esses dois termos, Dashboards e KPI, andam junto com a Inteligência de Negócios, por isso é importante conhecê-los melhor.

KPI

KPI é a sigla para Key Performance Indicator, normalmente traduzido para o português como indicador-chave de desempenho. Mas também conhecido no Brasil simplesmente como Índice de Desempenho.

Muitos não sabem, mas lidam com algum tipo de KPI no dia a dia. Por exemplo, o faturamento pode ser considerado um KPI, assim como o valor médio da cesta, ou ticket médio, também é um KPI.

Os KPIs podem ser agrupados de várias formas, mas o mais comum é usarmos as áreas da empresa. Assim, temos KPIs ligados a vendas, financeiro, estoque, compras entre outras áreas.

Dentro da área financeira também temos KPIs comuns, que muitas empresas lidam no dia-a-dia. São eles:

  • Prazo médio de pagamento;
  • Inadimplência média;
  • Dias médios de atraso nos recebimentos;
  • E outros.

Os KPIs trazem mais insights conforme eles se tornam mais complexos. Por exemplo, um KPI composto, onde temos a divisão do faturamento da empresa pelo número de funcionários, o que pode demonstrar se a empresa está aumentando ou reduzindo a sua produtividade.

Todo KPI é composto por um número, seu tipo e um período, para que ele possa ser corretamente compreendido. O faturamento é um tipo de KPI. O faturamento é normalmente expresso em reais, a quantidade de itens na cesta é um número comum, já a taxa de crescimento do faturamento é uma porcentagem.

O Valor Monetário é outro tipo de KPI. No Valor monetário, números comuns e porcentagem são tipos numéricos recorrentes entre os KPIs, representando talvez mais de 90% dos casos.

Quanto ao período, devemos indicar se estamos falando de um índice que foi avaliado de forma mensal, bimestral, semestral, anual, ou qualquer outra forma de se agrupar o tempo.

Voltando ao exemplo do faturamento é normal ele ser verificado de forma diária no varejo, enquanto que no atacado o acompanhamento mais comum é mensal. E, em ambos é comum a avaliação anual também.

Dashboards

Não é comum vermos a versão traduzida da palavra dashboard no ambiente empresarial. Portanto vamos apenas defini-lo como sendo painéis que mostram o desempenho da empresa, ou de uma determinada área do negócio.

Um dashboard pode ser constituído de vários KPIs, gráficos, cockpits e algumas tabelas resumidas. Ele dá um panorama geral da situação da empresa.

O dashboard também deve estar ligado a um período e ter informações coerentes. Por exemplo, se temos em um dashboard o faturamento total do ano anterior, não devemos incluir o ticket médio do mês atual. Esse ticket médio deve ser a média anual e não mensal, e deve ser do mesmo ano do faturamento em questão.

Em geral os dashboards devem ser separados por áreas, como os KPIs, para que a informação seja mais relevante e compreensível. Mas eles também podem trazer dados de áreas cruzadas para uma visão mais ampla.

É possível, por exemplo, um dashboards conter o faturamento, a inadimplência e a taxa de conquista de novos clientes. Informações essas que são de áreas diferentes, mas que podem ser importantes quando vistas juntas para entender os resultados da empresa.

Entre os gráficos mais comuns que são usados nos dashboards temos:

  • Gráfico de pizza: Ótimo para comparar entre poucos grupos, por exemplo, totais por tipo de pagamento;
  • Gráfico de linha, ou evolução: Usado para visualizar evoluções no tempo, como faturamento mensal dos últimos meses;
  • Gráficos de barra: Também usado para fazer comparações, por exemplo o total de vendas de cada vendedor.

Como implementar a Inteligência de Negócios?

O primeiro passo é ter todos os registros das transações da empresa em algum software gerencial. Como dizia Peter Drucker: “Se você não pode medir, não pode gerenciar”. Assim, ter registros corretos do que aconteceu na empresa permite que os softwares de Inteligência de Negócios façam as análises dos dados que irão gerar as informações e sugestões para o gestor.

O segundo passo é contratar um software de BI que seja aderente ao seu sistema gerencial. Ou seja, um sistema que possa ler os dados das transações da empresa de forma automática, de preferência todos os dias. Muitos softwares de BI são apenas uma plataforma de criação das análises. E justamente por isso, exigem a contratação de um profissional qualificado para montar e manter as análises. Esse tipo de BI se torna muito caro para pequenas e médias empresas. Para essas empresas são indicados softwares de BI que já façam as análises padrões que todo negócio necessita, afinal toda empresa comercial tem produtos, clientes, vendedores etc.

Também é preferível que o software forneça as informações de forma simples, sem a necessidade prévia de treinamento ou conhecimentos avançados de administração. Um BI moderno pode apresentar as análises quase como se feitas por um consultor, inclusive enviando mensagens de áudio sobre os resultados da empresa.

Conheça o BI que a SW Soft desenvolveu e adaptou para o eGestor. Com essa parceria você terá acesso a mais de 50 gráficos e indicadores da sua empresa. Esteja pronto para os desafios usando tecnologia!

Como uma boa gestão e um CRM imobiliário mudam seu negócio

Como uma boa gestão e um CRM imobiliário mudam seu negócio

Gerenciar uma empresa não é e nunca foi um trabalho fácil. É uma atividade árdua e estratégica, visto que o seu sucesso depende de muitos condicionamentos e processos. Processos, talvez esta seja a palavra mágica para quem atua dentro do mercado. Existe alguns parâmetros que influenciam diretamente na forma como você irá conduzir seu negócio: a organização dos seus clientes, das suas despesas, da forma como sua empresa é vista. Todos esses fatores interferem no resultado final.

A fim de lhe auxiliar, iremos conversar sobre alguns tópicos e buscar mudanças para que seu negócio se destaque e ganhe mais visibilidade. Um desses tópicos, e talvez uma das tendências mais fortes atualmente, é o sistema de CRM. Em tradução literal, um sistema para gestão do relacionamento com o cliente.

Através desta ferramenta, é possível facilitar e organizar todos seus clientes, e atividades referentes, em um único ambiente. Além disso, o CRM permite o armazenamento das suas informações, enfoque nos processos de venda e no controle das suas tarefas.

Organização e estratégia: dicas para gerenciar seu negócio imobiliário

Mesmo com um sistema e suporte excelente, sua empresa precisa estar organizada e com gerenciamento estratégico dos processos. A responsabilidade de manter um negócio alinhado, com pessoas preparadas e disciplinas para realizar todos os processos da empresa envolve uma certa prática na área.

É difícil querer entrar em uma empresa nova e mudar todas as suas regras e condicionamentos. Mesmo disponibilizando dicas para melhorar sua gestão, existem alguns empreendimentos que possuem uma forma de atuar própria e excêntrica. Nosso propósito aqui não é padronizar sua gestão, mas encontrar formas de facilitar ainda mais a sua vida. É por isso que vamos conversar sobre algumas dicas que irão estimular sua equipe de gestão.

Treine sua equipe e mantenha-se sempre atualizado

Uma empresa é um organismo vivo. Todos os setores e partes do seu negócio precisam ser treinados e estar habilitados a exercer determinada função. Antes de tudo, desenvolva os talentos e explore as capacidades dos seu pessoal em busca das qualidades e possíveis defeitos da equipe.

Mapear as pessoas que trabalham na sua empresa de forma individual e coletiva pode gerar resultados e apontar quais melhorias precisam ser feitas. Feito isso, o próximo passo é oferecer treinamentos e manter-se sempre atualizados das novas práticas e técnicas que surgem no mercado imobiliário.

Organize seus documentos e atividades

Você já imaginou chegar na sua sala e encontrá-la tomada por papéis e documentos? Caso os contratos e arquivos da sua empresa não estejam organizados ou disponíveis digitalmente, será extremamente complicado se encontrar no meio da bagunça.

Vale organizar em pastas coloridas, armários com gavetas, em ordem alfabéticas, por ordem de urgência, por pastas digitais. O importante é que você consiga acessar esses documentos no momento em que precisar, já que sua função como corretor envolve circulação de contratos e assinaturas.

Um CRM imobiliário pode facilitar e muito seu desempenho. Dentro do sistema, você poderá ter acesso a qualquer documento rapidamente, visto que é só buscar o nome do cliente e encontrar todas as informações referentes ao mesmo.

💡 Você também pode gostar: Melhores CRMs: Confira os 11

Tenha uma noção prévia de como será sua arrecadação

Neste setor, trabalhe com os números e esteja preparado para os altos e baixos do mercado imobiliário. Inegavelmente, sabemos que o ramo dos imóveis possui uma ligação direta com o contexto político e econômico do País. Mesmo que estejamos vivendo uma instabilidade constante no meio político, presenciamos uma alta da economia e certo sucesso para os corretores de imóveis e donos de imobiliárias.

Para que esse sucesso permaneça gerando frutos e tornando seu negócio ainda mais rentável, não esqueça de planejar e estar preparado para lidar com os números. Ter noção de como funciona sua receita e qual será sua arrecadação com base nas vendas, lhe fará consciente e mais eficiente nas suas decisões.

Além de conhecer a sua arrecadação, também procure referências no mercado. Entenda com o que você está lidando, compare seus produtos e realize um benchmarking para melhor aproveitamento dos seus serviços.

Mantenha seus setores alinhados

Como funciona a sua imobiliária ou empresa? Todos os setores e divisões de trabalho estão conversando entre si e organizando os processos para um melhor desempenho coletivo? Nem só de vendas ou aluguéis vive um negócio imobiliário. Lembre-se que todas as pessoas que trabalham com você devem entender e estar ciente de como os processos funcionam. Desde a captação de um imóvel, até o gerenciamento financeiro.

Essa transparência irá auxiliar também nas discussões para tomadas de decisões. Visto que sua empresa é um organismo vivo, ela deve estar com todos os órgãos operando em conjunto e harmonia.

Como um CRM Imobiliário pode auxiliar na gestão da sua imobiliária?

Um CRM imobiliário pode mudar totalmente a forma como sua empresa está inserida dentro do mercado dos imóveis. Nós sabemos o quão complicado e desafiador é angariar novos clientes enquanto organizamos as informações daqueles que acabaram de fechar um negócio.

De fato a tecnologia chegou para amplificar o ramo imobiliário. É importante que você não deixe isso passar despercebido e invista nessas novas ferramentas. O sistema de gestão de relacionamento manterá todos seus clientes em um único lugar. Lá você terá acesso a informações como pagamentos que foram realizados, aqueles que estão pendente, clientes que visitaram imóveis no site e quais são esses imóveis visitados.

Novidades: mantenha sua imobiliária por dentro das últimas tendências de gestão

Como já mencionado anteriormente, a tecnologia está tomando conta do mercado e chegando para revolucionar muito dos processos que conhecemos atualmente. Nem cogite a possibilidade de evitar ter contato com essas novidades, com medo de não saber quais ações realizar. Corra atrás, busque informações, descubra novas tendências, esteja sempre a procura do novo. Será esse diferencial que irá influenciar na decisão do cliente.

Como montar uma fornecedora de marmitas em 8 passos

Como montar uma fornecedora de marmitas em 8 passos

A correria do dia a dia com o trabalho fora ou longe de casa trouxeram novos hábitos para a vida das pessoas. Um deles é a busca por uma refeição rápida e prática.

Visando à simplicidade e praticidade, a marmita mostrou ser uma excelente solução para essa demanda. Com um prato completo, passou a atender quem não tem tempo de preparar sua própria comida. Mas também quem quer manter uma alimentação boa e saudável sem pagar preços altos de restaurante.

Ela vem se popularizando entre o público e a tendência é só aumentar, o que cria uma ótima oportunidade para começar seu negócio no ramo da alimentação. Dessa forma, nós trouxemos 8 dicas para te ajudar montar a sua própria fornecedora. Nesse texto você confere:

Planejamento

O primeiro passo para entrar nesse ramo é planejar. E para esse planejamento, um plano de negócios é muito importante na hora de estruturar sua empresa. Com ele fica mais simples e organizado decidir fatores importantes. O local, quanto de investimento colocar, a forma de entrega das marmitas, e outros são fatores essenciais.

Nessa caso, há opção de vender a partir de um ponto fixo ou entregar, por exemplo. Pensar sobre isso antes, é estar preparado na hora de iniciar o trabalho. Para assim, pode lidar melhor com a parte burocrática e a documentação.

Buscar com antecedência é algo que facilita muito. Legislação e exigências são encontrados em diversos portais online, junto de outras informações.

Planejar possibilita ver qual é a melhor opção e forma de lucrar, principalmente se você está iniciando. Ver aonde quer chegar futuramente também faz parte e ajuda na hora de estabelecer metas dentro da empresa.

Fornecedora de marmitas pode ser MEI?

Sim, uma fornecedora de marmitas com CNAE 5620-1/04 – Fornecimento de alimentos preparados preponderantemente para consumo domiciliar, pode ser MEI.

Demanda, concorrência e localização

A localização é um fator relevante que leva em consideração diversos elementos. Onde você vai preparar as marmitas, na sua casa ou local alugado? Nessa região tem demanda? Quantos concorrentes nas proximidades?

Tudo isso influencia no sucesso do seu negócio. Se for fazer na sua casa, é preciso ter uma cozinha organizada e preparada para receber a empresa, além da parte de documentação que também é exigida nesse espaço. Já se for em outro local, deve levar em conta aluguel, distância, etc.

Saber quem são seus concorrentes, conhecê-los e de que forma atendem o público é relevante para que você possa mostrar um diferencial. O que irá levar os clientes até você, mesmo com outro por perto.

Para saber a demanda é preciso entender como funciona a região em que quer montar a fornecedora. Saber qual público vive ou trabalha ali, quantas empresas estão cerca, escolas, e outros, pode ajudar a agilizar e facilitar a venda do seu produto.

O cardápio

Para o público, essa é uma das partes mais importantes. No dia a dia, a maioria das pessoas não está acostumada a pratos elaborados e praticamente sempre uma comida simples, mas saborosa cai muito bem.

O básico é fundamental e uma boa escolha para começar, como um prato com um tipo de carboidrato, proteína e hortaliças. Comida caseira e saudável é o que a maioria das pessoas procura, mas não deixe de pesquisar e ir conhecendo a preferência dos seus clientes.

Divulgação

Mostrar e lembrar sua marca aos consumidores é um aspecto que jamais poderia ser deixado de lado. Desde criar uma conta com perfil no Google, até dar brindes como panfletos com o cardápio semanal, imãs de geladeira e ligar para anunciar novos pratos, podem fazer parte da sua divulgação.

Dependendo de quem é seu público, um perfil em rede social também é bastante significativo. Só não esqueça de manter tudo atualizado, para que as pessoas saibam sempre o que você oferece e onde te encontrar!

Atendimento

De forma rápida e eficiente, um bom atendimento é um dos principais atributos para atrair um cliente que tem pressa e fome. Ser sempre educado e com disponibilidade faz muita diferença.

Muitos empreendedores nesse ramo costumam ter mais de um número de telefone ou até mesmo atender pelo Whatsapp. Dependendo da movimentação do seu negócio, receber pedidos por redes sociais como o Facebook e o Instagram podem agilizar tanto o seu tempo quanto a compra do cliente.

Limpeza e alimentos

É preciso ter um cuidado especial com o ambiente de trabalho onde será feita a comida e montadas as marmitas. Manter tudo limpo e arejado é essencial. Se não está usando um equipamento, guarde. Se há cascas de vegetais, ponha no lixo antes de continuar o preparo e assim por diante.

Já os alimentos, saber a quantidade de marmitas que costuma vender por dia e quanto de comida elas levam, auxilia na economia e evita desperdícios. Dessa forma, pesquisar promoções e estar sempre atento aos preços facilita suas compras e otimiza seu tempo.

Organização é a chave para deixar tudo de forma que seus clientes estejam sempre satisfeitos com seu capricho.

Inovação

Estar sempre aberto a novas ideias e procurando melhorar sua empresa é o passo inicial deste tópico. Apresentar um diferencial ante os concorrentes pode trazer uma boa distinção da sua fornecedora aos olhos dos consumidores.

A oferta de brindes, como sobremesa de cortesia ou cartão fidelidade, descontos e promoções são opções simples, mas bem recebidas pelo público. Assim como uma maneira diferente de entregar o produto, seja por um adesivo personalizado no carro, ir de bicicleta ou algo que receba seu cliente quando ele for buscar a marmita.

Não se manter na zona de conforto é o que te ajudará a trazer esse diferencial para a empresa. E assim, mostrar às pessoas que sempre poderão desfrutar de algo novo na sua empresa, fará com o que público retorne.

Controle

Algo que não pode faltar é o controle ou gestão da empresa. Quantidade de produtos na despensa, fluxo de caixa, parte financeira. Uma forma fácil de ter esse controle é com um software de gestão, como o eGestor. Nele, você insere informações, seja de compra ou venda, e assim pode ter o controle de tudo, desde financeiro e estoque, até a emissão de notas fiscais. Essas notas podendo ser do consumidor ou de serviço. 

Agora que você já sabe como dar o primeiro passo para montar sua própria fornecedora de marmitas, basta começar!

Banner-conversao-eGestor-blog
logo egestor
Visão geral

Os cookies são vitais para melhorar sua experiência com o eGestor. Utilizamos os cookies para análise de dados de acesso nos nossos domínios, e criação de listas de remarketing para podermos patrocinar seus conteúdos preferidos na internet.

Os cookies do Google Analytics coletam informações anônimas como quantidade de acessos ao site e páginas mais visitadas. Estes cookies não são opcionais.