Quem possui um negócio precisa entender sobre o mercado que está atuando. Mas, também precisam fazer o controle financeiro da sua oficina mecânica. Isso, para não ter problemas de caixa e garantir o pagamento das contas e o lucro.
O controle financeiro da sua oficina mecânica deve ser composto de diferentes etapas que incluem controle e acompanhamento.
Os proprietários, muitas vezes, entendem sobre mecânica, mas na hora de administrar acabam pecando. Então, existem duas soluções: contar com a tecnologia para auxiliar ou contratar um profissional que cuide exclusivamente das finanças.
Em ambos os casos é preciso saber como fazer o controle financeiro da sua oficina mecânica, pois deve acompanhar o andamento dela. Separamos algumas dicas que podem ajudar a fazer com que o seu negócio não fique no vermelho.
Registre tudo
Para conseguir ter um controle financeiro é preciso anotar todas as movimentações financeiras realizadas, desde as que envolvem pequenos valores como as de grande quantia. Não importa se o valor está entrando ou saindo de caixa. Se não for registrado, pode desequilibrar todas as contas.
Se você tem parcerias com seguradoras de carro, empresas ou costuma prestar serviços de nichos diferentes – como quem une funilaria e pintura junto, por exemplo, – deve registrar tudo separado, discriminando de onde veio o valor.
Uma dica para não ter problemas nos registros é utilizar a tecnologia. Usando planilhas e softwares específicos fica mais fácil lembrar de fazer as anotações e se tem todos os dados compilados em um único local.
Não misture as finanças pessoais com a da oficina
Mesmo que o negócio seja pequeno e individual, deve-se separar as contas. Não pegue dinheiro da oficina para pagar as contas pessoais e nem faça o inverso.
Para evitar esse tipo de problema é preciso garantir um salário mensal para pagar as contas particulares. Uma vez que isso evita que o dinheiro se misture.
Faça um levantamento dos custos fixos
Uma das maneiras de começar a fazer o controle financeiro da sua oficina mecânica é conhecendo quais são os custos fixos. Eles são formados pelos valores que se repetem com frequência, como aluguel, contas de água, luz, folha de pagamento, manutenção e outros.
Anote todas essas informações para ter um ponto de partida. Assim, saberá que o seu rendimento precisa ser maior do que os custos fixos que possui se não quiser ficar no prejuízo.
Tenha controle do estoque
Muita gente acha que o estoque não tem nada a ver com as finanças, mas pode influenciar muito mais do que se imagina.
Saiba quais são as peças que possui para que elas não fiquem paradas. E assim, evitar comprar outras sendo que já possuía ou que não precisava.
Conheça a rotatividade de cada um dos itens. Os que têm demanda grande podem ser comprados em maior quantidade, dessa forma se consegue um desconto e eles não ficam acumulados por muito tempo.
O uso de um sistema para oficina mecânica ajuda no controle e deixe tudo sempre atualizado, assim, se saberá o valor exato que possui em estoque.
Tenha um sistema integrado
Mesmo as pequenas empresas não devem fazer o controle das finanças apenas em planilhas, pois essas podem se perder. O ideal é utilizar um sistema de controle financeiro mais eficiente e com armazenamento em nuvem, garantindo que os dados estarão seguros.
Integrar as informações também facilita muito na hora de controlar as contas. Por exemplo, se a emissão de notas fiscais e controle de vendas está no mesmo software que controla o estoque, a baixa pode ser dada automaticamente. Isso diminui falhas humanas e garante que as informações estarão atualizadas.
Saiba formar o preço de venda
Quando se tem um controle financeiro da oficina mecânica é muito mais fácil estabelecer o preço dos serviços e peças sem que eles fiquem superfaturados ou com valores muito baixos que dêem prejuízo.
Calcule o custo de cada item e mão de obra empregada para determinar o impacto de cada um deles nos resultados. É preciso definir o ponto de equilíbrio, aquele no qual todas as despesas fixas e variáveis sejam cobertas e ainda possa se ter uma margem de lucro.
Um ponto importante a considerar é a movimentação do negócio. Pode haver períodos de maior ou menor demanda. Sabendo disso consegue-se estabelecer valores para que mesmo quando haja baixa procura pelos serviços, o negócio consiga se manter rentável.
Existem alguns clientes que optam por pagar de forma parcelada. Se trabalha dessa forma não há nenhum problema, desde que faça o acompanhamento de suas contas.
Tenha um calendário que possa saber quais são os clientes que estão com o pagamento em atraso e por quanto tempo. Crie um calendário de cobrança para que a dívida não se estenda por um longo período e resulte em prejuízo.
Dessa forma é possível ter estratégias para cobrar os inadimplentes de forma cordial e recuperar o dinheiro, não deixando o caixa desfalcado.
Trabalhe apenas com os valores disponíveis
Um grande erro é calcular valores que ainda serão recebidos como disponíveis para a empresa. Não se deve contar com valores de cartão de crédito, pagamentos parcelados e cheques pré-datados até que estejam realmente disponíveis.
O seu fluxo de caixa precisa ser fiel à realidade, diferenciando o que está disponível e o que é previsão de recebimento. Dessa forma consegue-se evitar imprevistos financeiros, fazendo com que seja preciso tirar dinheiro do próprio bolso ou recorrer a empréstimos com juros altos.
Faça um planejamento financeiro da sua oficina mecânica
Tendo um controle de tudo o que entra e sai de valores da oficina fica muito mais fácil fazer um acompanhamento. Saber quais valores entram, qual setor dá mais lucro e programar investimentos ou uma aplicação futura é primordial.
Faça um planejamento e crie metas para que a empresa possa expandir sem que haja nenhum problema de caixa.
Porém, é importante que as metas sejam possíveis de alcançar. Portanto, baseie-se nas informações que já possui para conseguir estipular onde deseja chegar no futuro.
Acompanhe as informações diariamente
O controle financeiro deve ser diário, por isso todos os dias verifique como anda a saúde financeira da empresa, se os números estão bons e se os registros estão sendo realizados corretamente.
Deixar de acompanhar pode resultar em informações desatualizadas e em problemas de caixa.
O controle financeiro da sua oficina mecânica pode garantir o sucesso do negócio, por isso, é importante conhecer os números, fazer um acompanhamento e contar com a tecnologia para organizar todas as informações.
Ao contrário do que muitos pais pensam, jogos podem sim ensinar e educar. Já é comprovado como jogos podem ajudar e facilitar o aprendizado. Claro que não são todos, afinal, jogos servem para divertir, não para ensinar. Com essa ideia, selecionamos alguns jogos que, apesar de não parecer, podem lhe ajudar a se tornar um melhor empreendedor.
1. SimCity
Lançado em 1989, por Will Wright e seu sócio da Maxis, Jeff Braun, SimCity é uma série de jogos cujo intuito é fazer você controlar e gerenciar uma cidade. Com essa função, você deve inserir zonas de indústrias, comércio e residenciais e fazer a gestão da sua cidade para que ela não vá a falência ou que um desastre natural a destrua.
A ideia inicial de Will era um jogo cuja intenção era destruir uma cidade. Mas, construindo os mapas das cidades que seriam destruídas teve a ideia de fazer um jogo onde o jogador pudesse montar uma cidade. Assim surgiu SimCity.
Em SimCity você é o prefeito da cidade, e por isso, deve controlar toda a cidade. Desde a cobrança de impostos até quantidade de parques da cidade. Ele não tem objetivo definido, uma vez que não é possível ganhar ou perder o jogo.
SimCity pode ser jogado através das plataformas: Acorn Archimedes, Acorn Electron, Amiga, Amiga CDTV, Amstrad CPC, Atari ST, BBC Micro, C64, DESQview, DOS, EPOC32, FM Towns, iOS, PC-98, GBA, OLPC XO-1, OS/2, Linux, Mac OS, Celular (Symbian ou Java), NeWS, SNES, Tk, Unix, Windows, X11 TCL, Sinclair ZX Spectrum, Virtual Console, Nintendo 64, Playstation e Sega Saturn.
SimCity 2000
O segundo jogo da série foi lançado 1993. Ele contém mais recursos e melhoramentos, que fazem a vida do prefeito mais fácil ou difícil. Foram inseridos novos prédios, como escolas, mais variedade no trânsito, com metros, e algumas usinas. Também foi separado a forma de cobrança de impostos para indústrias, comércio e residências. E foi lançado um jornal! O jogo recebeu diversas críticas positivas, inclusive alguns prêmios de melhor jogo do ano.
SimCity 3000
O terceiro jogo da série foi lançado em 1998. É possível ver nele uma maior evolução, se comparado com SimCity e SimCity 2000. Foram adicionados recursos novos e construções novas. Nele, podem ser escolhidas algumas funções como iniciar uma nova cidade, iniciar uma cidade já construída, carregar cidade ou interagir numa cidade real. Também é possível interagir com cidades vizinhas, como acordos de compra e venda. O sistema de lixo também é melhorado, assim como o sistema subterrâneo, separando o sistema de metrô e os encanamentos.
SimCity 4
O quarto jogo da série, lançado em 2003, trouxe diversas novidades em comparação com os outros. A principal mudança foi a inserção do dia e da noite, o que não acontecia nos outros jogos. Também foram inseridos novos meios de transporte e a possibilidade de dirigir e realizar missões com esses meios, como carro de polícia e bombeiros.
Agora também é possível escolher um modo de jogo. São eles:
Modo Deus: O modo Deus permite a modificação do terreno antes de estabelecer como será a cidade. Ele pode criar montanhas, vegetação, animais e até rios.
Modo Prefeito: O prefeito é responsável por gerir a cidade. Assim como o ‘Deus’ cria montanhas e rios, a função do prefeito é criar prédios e áreas residenciais.
Meu Sim: Esse modo de jogo permite que você transporte um sim ou uma família do jogo The Sims para sua SimCity. Ele lhe dará dicas e avaliações sobre a sua cidade.
Ainda em 2003 foi lançado um pacote de expansão para o quarto jogo da série, denominado SimCity 4: A Hora do Rush.
SimCity (Reboot 2013)
Também é conhecido por SimCity 5, uma vez que é um reboot. Dessa forma, por ser considerado como um ‘recomeço’ da franquia.
Das maiores diferenças dos jogos anteriores, é que agora os recursos são limitados. Ou seja, se você usa seus recursos muito rápido, há chance de sua economia entrar em colapso. As estradas também são mais editáveis, assim como os prédios, que são mais customizáveis. O crime é mais detalhado, assim como sons e ações.
Também são inserido novos ataques, juntamente aos já existentes, como ataque zumbi.
Sim: The Sims, SimEarth, SimAnt, SimFarm, SimGolf…
Com o sucesso e a boa recepção de SimCity, a Maxis, empresa criada por Will Wright e Jeff Braun criou outros diversos jogos com a mesma ideia. O mais famoso deles, inclusive mais comentado que SimCity é a saga The Sims. Seu primeiro jogo foi lançado em 2000 e a ideia é que você possa criar uma pessoa e/ou uma família e comandar tudo que ela faz. Além de construir e mobiliar uma casa.
Hoje a série The Sims conta com 4 jogos. Cada jogo tem sua série de expansões, as mais famosas são recriadas nos jogos mais novos, como, por exemplo, a expansão de animais. Ela está diretamente ligada à SimCity, como podemos ver em SimCity 4, onde você pode inserir o Sim criado em The Sims á sua cidade.
Também foram criados os jogos:
SimEarth, onde é possível controlar um planeta;
SimFarm, onde se controla uma fazenda;
SimAnt, cuja função é controlar um formigueiro. Chegou a ser nomeado ‘o melhor programa de simulação em 1992;
SimCopter, onde você pode controlar um helicóptero e importar os mapas das suas cidades de SimCity;
Entre outros jogos de simulação.
Como SimCity pode me ajudar com empreendedorismo?
Comandar uma cidade não é para qualquer um, e isso nós sabemos bem. O jogo SimCity nos mostra todas as dificuldades enfrentadas na gestão de um município. Dessa forma, podemos entender todos os obstáculos que eles passam e passar por eles de forma divertida.
Por isso o jogo pode ser um grande exercício de empreendedorismo. Quando se tem um um negócio é imprescindível pensar e analisar todos os prós e contras de um investimento. A vantagem de um jogo de estratégia é que todas as preocupações que se tem realmente não existem, uma vez que é apenas um jogo. Assim, é possível testar qualquer coisa e ver os resultados, o que não indicamos que você faça com a sua empresa.
Para jogar mais sério e transformar sua cidade em um sucesso, pesquise e pense em que e onde investir, o que fará mais sentido para melhorar a qualidade de vida da sua população e o entorno dela. Igual você deve fazer com a sua empresa, pesquisar os investimentos que mais se encaixam com sua missão, valores e o retorno.
2. Cashflow
Autor de cerca de 25 livros, Robert Kiyosaki escreveu ‘Pai Rico Pai Pobre’, um livro de grande sucesso até hoje. Grande maioria dos leitores desse livro ficam instigadas a jogar o jogo criado pelo autor e citado no livro, Cashflow, ou Corrida dos Ratos. Tanto no livro como no jogo, Robert traz uma crítica em relação ao modo como as pessoas trabalham.
Corrida de ratos é um termo utilizado para descrever aqueles que trabalham muito e nunca chegam a lugar algum. E isso pode ser por vários motivos, seja porque não está focado, ou porque buscam uma recompensa que não existe. E o jogo traz exatamente esse sentido.
Nele você começa com um emprego comum como qualquer pessoa, e ao longo do jogo você pode realizar investimentos, adquirir bens e patrimônios, além de entender como o sistema funciona e tomar os riscos que você não toma todos os dias. A ideia é nunca entrar na corrida dos ratos.
Assim como o jogo citado anteriormente, Cashflow é um jogo de tabuleiro. Ele possui um caminho normal por onde você deve passar, mas também tem uma roda, a da corrida dos ratos. E é ela que você deve evitar a todo custo.
Como Cashflow pode me ajudar com empreendedorismo?
Um jogo criado por um dos maiores autores de livros de empreendedorismo deve ter algo que podemos aprender. E esse tem muito. Uma das principais ideias do jogo é que você possa realizar investimentos que provavelmente não irá realizar durante sua vida. Seja por não ter relação com a sua empresa, ou por não estar de acordo com a realidade. Mas no jogo você pode!
Outra visão que o jogo pretende trazer é que você deve, a todo custo, evitar entrar na corrida dos ratos. Seja na vida real ou no próprio jogo. E isso significa buscar alternativas que podem ser drásticas, como mudar de emprego, ou mais simples, como trabalhar em casa.
3. Monopoly – Banco Imobiliário
Elizabeth Magie patenteou o jogo de tabuleiro criado por ela em 1904, mas provavelmente foi inventado 2 anos antes. Ele foi inventado com o intuito de ensinar a teoria de Henry George, o economista, sobre taxa simples. O jogo foi criado com a ideia de fazer com que as pessoas vissem o que havia de errado com o sistema econômico da época. Mas, como podemos ver hoje, se tornou famoso, e não pelo motivo que sua criadora esperava.
Monopoly é um jogo de tabuleiro que você pode comprar casas, terrenos, ir para cadeia, ter feriados receber salários. Existem alguns jogos alternativos em que é possível utilizar cartões de crédito e de débito.
No Brasil o jogo foi lançado como Banco Imobiliário, em uma parceria da Estrela, a empresa de brinquedos, com a Hasbro, dona do jogo. Hoje, tal parceria já não existe, e assim, são vendidos os jogos Banco Imobiliário e Monopoly.
Banco imobiliário
Esse é o jogo em seu estado normal. O Banco Imobiliário como vendido na parceria com a Hasbro traz as ruas de São Paulo e Rio de Janeiro, assim como as companhias de aviação, navegação e outras. Em suas versões mais novas pode ser jogado com o aplicativo que permite realizar transações bancárias. A embalagem contém 1 tabuleiro, 80 casas plásticas, 6 peões e notas referentes ao dinheiro e peças referentes às casas.
Banco Imobiliário Brasil
O Banco Imobiliário Brasil foi um jogo que levou em consideração a opinião do público. O público brasileiro que selecionou as casas para a versão. Ele traz diversos pontos turísticos brasileiros, como o Pelourinho, o Cristo Redentor e o Palácio do Planalto, por exemplo.
Banco Imobiliário Retrô
Para sua comemoração de 80 anos, a Estrela lançou o Banco Imobiliário Retrô. Dessa vez o jogo se remete ao primeiro Banco Imobiliário lançado, onde não havia tanta artes e as peças são como as iniciais.
Banco imobiliário Junior
Esta versão dos jogos é voltada para crianças. Tem o intuito de fazer com que elas possam comprar e vender suas casas com mais facilidade.
Como Monopoly/Banco Imobiliário pode me ajudar com empreendedorismo?
Apesar de ser um jogo de tabuleiro, diferente dos citados anteriormente, Monopoly, ou Banco Imobiliário te coloca na posição de um magnata dos negócios imobiliários. A questão é que para ser um, será necessário muita atenção e muito investimento.
As semelhanças do jogo com a realidade se dão pela relação dos investimentos que devem ser feitos ao longo do jogo. A diferença é que no jogo, quanto mais casas você compra, maior será o aluguel cobrado, e ao chegar no máximo de casas possível, ela vira um hotel e é imposto um valor máximo. O que não acontece na realidade.
Mas a proposta é enxergar que devem ser feitas aplicações para o seu crescimento ou da sua empresa. E não só isso, no jogo coisas inesperadas acontecem. Pode ser que você chegue a ter um hotel mas ninguém para por lá. Isso nos faz ver que existem coisas que não podemos premeditar, mas que podemos ter consciência de que elas poderão acontecer, e assim, ter um planejamento.
4. Age of Empires
Baseado em eventos históricos, o jogo Age of Empires se caracteriza por ser um jogo de estratégia em tempo real. O primeiro jogo da série foi lançado em 1997 e vendeu cerca de 3 milhões de cópias. Recebeu diversas críticas, especialmente em relação a inteligência artificial e os objetivos do jogo, mas seu sucesso foi maior, o que levou a Microsoft a criar continuações do jogo.
Civilizações
O intuito do jogo é que você e sua civilização avance através das eras e conquistem mais recursos. Essas civilizações variam a cada jogo, algumas expansões foram criadas justamente com esse propósito. No primeiro jogo da série, por exemplo, existem 12 civilizações. São elas:
Recursos
Ao decorrer do jogo devem ser conquistados 4 recursos. Eles servem para auxiliar no avanço da sua civilização, no desenvolvimento da tecnologia e na criação de templos. Além disso, os recursos são utilizados para avançar através das eras, que são a Idade da Pedra, Idade da Ferramenta, Idade do Bronze e Idade do Ferro. Os recursos são:
Ouro: envolve todas as pedras preciosas. Com esses recursos é possível criar novas tecnologias e avançar para a idade do ferro. Eles são obtidos através da mineração e barcos de comércio.
Comida: também é utilizada para avançar para a próxima era. É adquirida através da caça, pesca e da coleta de frutos.
Madeira: é utilizada para criação de construções e é conquistada através da derrubada de árvores.
Pedra: é conquistada através da mineração, juntamente com as pedras preciosas. É utilizada para a criação de monumentos e outros.
Cada civilização possui um monumento próprio. Para as civilizações asiáticas o templo tem estilo oriental, para as mesopotâmicas o monumento é um zigurate, para as civilizações árabes é uma pirâmide e para as civilizações ocidentais é a estátua de um soldado. Esse monumento é importante porque em alguns modos de jogo é necessário construí-lo e mantê-lo por determinado período de tempo.
Modos de jogo
Age of Empires pode ser jogado de diversos modos. Um dos mais comuns é a campanha, nela, se escolhe uma civilização e o propósito é aumentar sua tecnologia e conquistar mais recursos. Outro é o modo história, nele, o jeito como você irá jogar já está traçado. Cada jogo tem novos e diferentes modos. AoE pode ser jogado nas plataformas Microsoft Windows, Windows Mobile, Macintosh, Pocket PC (2002) e Gizmondo
Rise of Rome
O pacote de expansão do primeiro jogo, lançado em 1998, não foi tão bem recebido como o primeiro jogo da série. Foram vendidas apenas 1 milhão de unidades no ano 2000.
Ele trouxe novas civilizações, uma vez que essa expansão gira em torno do crescimento do império romano. São elas: Cartago, Palmira, Macedônia e Roma. Além das novas civilizações, também traz novas unidades, novas campanhas e novos mapas. AoE: Rise of Rome pode ser jogado pela plataforma Microsoft Windows.
Age of Empires II: The Age of Kings
Diferente do jogo inicial da série que se passa na idade antiga, AoE II se passa na idade média. Ou seja, diretamente após a queda do império romano. Por ser uma nova era, são apresentadas novas civilizações, novas campanhas, novos mapas e novas eras.
Civilizações:
O intuito do jogo segue o mesmo. A construção de monumentos, o avanço das civilizações e a passagem pelas eras. Pode ser jogado através das plataformas: Microsoft Windows, Mac OS e PlayStation 2.
Com uma recepção bem sucedida do jogo, foram criadas expansões novas. São elas: The Forgotten, The Conquerors, The African Kingdoms e Rise of the Rajas.
The Conquerors
Lançada em 2000, The Conquerors foi a primeira expansão de Age of Empires II. Foi muito bem recebida pelo público e ganhou o prêmio de ‘Jogo de Estratégia do Ano’ da Academy of Interactive Arts & Sciences em 2001. Nessa expansão chegaram cinco novas civilizações: os astecas, os coreanos, os espanhóis, os hunos e os maias. Essas civilizações trouxeram um estilo novo, fazendo representação ao ‘Novo Mundo’. A expansão pode ser jogada pela plataforma Microsoft Windows.
The Forgotten
É uma das expansões do jogo Age of Empires II. Foi lançada em 2013 após um mod (alterações de jogos eletrônicos) criado por entusiastas do jogo ter ganhado muito sucesso. Nela são inseridas novas civilizações, como eslavos, incas, indianos, italianos e magiares. Elas também trazem novos mapas, unidades e campanhas. A expansão pode ser jogada pela plataforma Microsoft Windows.
The African Kingdoms
A expansão The African Kingdoms, do jogo Age of Empires II, foi lançada em 2015. Ela insere no jogo as civilizações portuguesa, berbere, malinesa e etíope. Assim como insere novas campanhas e mapas. A expansão pode ser jogada pela plataforma Microsoft Windows.
Rise of the Rajas
Trazendo as civilizações birmanesa, malaia, vietnamita e khmer a última expansão do jogo foi lançada em 2016. A expansão pode ser jogada pela plataforma Microsoft Windows.
Age of Empires III
O terceiro jogo da série foi lançado em 2005. Assim como Age of Empires I traz a idade antiga e Age of Empires II traz a idade médio, Age of Empires III nos transporta para a idade moderna. Nele existem 8 civilizações diferentes. As civilizações são espanhola, britânica, francesa, portuguesa, holandesa, russa, alemã e otomana. Cada civilização tem seu ponto forte e seu ponto fraco.
A diferença do AoE III para seus antepassados é que o jogador ganha pontos de experiência, o que não acontecia antes. Esses pontos podem ser trocados por cartas que podem comprar mais recursos ou tropas. AoE III pode ser jogado nas plataformas: Microsoft Windows, OS X, Windows Mobile e N-Gage.
Assim como os outros dois jogos, AoE III tem suas expansões, são elas: The Warchiefs e The Asian Dynasties.
The Warchiefs
Foi lançado em 2006 a primeira expansão do terceiro jogo da série. Em The Warchiefs foram adicionadas três novas civilizações, são elas: Iroquesa, Sioux e Asteca. Ela também traz tribos para essa civilizações e novas campanhas, dessa vez contendo as revoluções. Pode ser jogado pelas plataformas Windows e Mac OS X.
The Asian Dynasties
A segunda e última expansão de AoE III é The Asian Dynasties. Ao contrário de AoE III que se passa na região que hoje é a Europa, e de AoE III: The Warchiefs que se passar na atual América, The Asian Dynasties, como o próprio nome induz, se passa na ásia. Ela traz 3 civilizações novas, China, Índia e Japão, e dentro delas, 6 novas tribos. São inseridas novas campanhas e novos monumentos. É jogado através das plataformas Microsoft Windows e Mac OS Classic.
Age of Mythology
O quarto jogo da série traz uma ideia diferentes dos anteriores. Em Age of Mythology, ao invés de seguir a ideia dos outros jogos e lançar um jogo que se passa na idade contemporânea, seus criadores decidiram inovar. AoM traz a mitologia, e não a história. O jogo é baseado na mitologia grega, romana e nórdica. O jogo foi lançado em 2002 e teve uma ótima recepção.
Dessa vez não há mais o recurso pedra como nos outros jogos, fazendo com que os recursos disponíveis sejam ouro, comida, madeira e proteção divina. Portanto, ao escolher uma das 3 civilizações, você deve realizar a campanha única, que inclui pégasos, faraós e meteoros. Nessa campanha única você joga 32 fases, passando pelas 3 civilizações.
Age of Mythology pode ser jogado pelas plataformas Microsoft Windows e Mac OS.
The Titans
A expansão de AoM, lançada em 2003, traz uma nova civilização, e com ela os atlantes e uma nova era. Também conta com diversos deuses e divindades e sua campanha única é a era Titã, que é posterior a campanha de AoM. Juntamente com essas novidades, tem novos mapas e novas regras de jogo. Assim como o jogo principal, The Titans por ser jogado pelas plataformas Microsoft Windows e Mac OS.
Tale of the Dragon
A segunda expansão de AoM traz a civilização asiática novamente. Juntamente com a arquitetura asiática, a expansão tem novos deuses, novos poderes, uma nova campanha e novos mapas. E expansão pode ser jogada pela plataforma Microsoft Windows.
Como Age of Empires pode me ajudar com empreendedorismo?
Assim como Plants vs. Zombies, Age of Empires é um jogo de estratégia. A diferença é que ao invés de lidar com plantas e zumbis, AoE traz formas um pouco mais reais. Nesse jogo você controla todo seu exército e civilização para expandi-lo e fazer com que ele progrida.
A mesma coisa é feita com uma empresa. Você deve controlar seus funcionários e seu estabelecimento na direção certa para que ele alcance o sucesso. Assim como no jogo você de incentivar seu exército a atacar o exército inimigo, se expandir e buscar mais recursos, na sua empresa você deve considerar os investimentos, expandi-la e incentivar seus funcionários a buscar mais vendas.
A diferença é que no jogo, quando as estratégias usadas não dão certo, você pode recomeçar. Na sua empresa não. Portanto, pense bem antes de investir na sua empresa e também em qualquer movimento arriscado do jogo.
5. Plants vs. Zombies
Plants vs. Zombies é um jogo de estratégia desenvolvido pela PopCap Games. Sendo lançado pela primeira vez em 2009, alcançou algumas marcas e foi muito bem recebido pela crítica, tanto internacional, quanto nacional.
A intenção do jogo, se não ficou clara em seu próprio nome, é uma competição de zumbis e plantas. Mas não são plantas normais versus qualquer zumbi. O propósito do jogo é impedir que os zumbis cheguem até sua casa, atirando neles ou explodindo minas que são, isso mesmo, plantas! Com a invasão zumbi chegando, você e seu vizinho, Crazy Dave, devem defender sua casa de dia ou de noite, no jardim da frente, no telhado ou no quintal.
Mas para que as plantas possam atacar os zumbis e defender você, é preciso comprá-las e plantá-las. Para comprar as plantas, você deve coletar todos os raios de sol que vão aparecendo ao longo do jogo. Os girassóis são plantas que geram mais raios para que você colete e possa comprar mais plantas. Eles são a moeda do jogo.
Cada planta tem seu poder, assim como cada zumbi tem uma força diferente. E conforme o jogador, que é você, evolui, são liberados opções e modos extras. Plants vs. Zombies está disponível para as seguintes plataformas: Android, Bada, BlackBerry PlayBook OS, iOS, Mac OS X, Navegador, Nintendo DS, Nintendo DSi (DSiWare), PlayStation 3 (PSN), PlayStation Vita (PSN), Windows, Windows Phone, Xbox 360 (XBLA) e Zeebo.
Com o sucesso do jogo crescendo, foram desenvolvidos outros jogos e sequências. Como o ‘Plants vs. Zombies 2: It’s About Time‘ ou ‘Plants vs. Zombies: Garden Warfare‘.
Plants vs. Zombies 2: It’s About Time
O jogo dessa vez continua trazendo a incansável batalha contra os zumbis, mas dessa vez através dos tempos. O que aconteceu foi que Crazy Dave, o vizinho, comeu um taco, a comida mexicana, com um molho apimentado e agora sua meta é voltar no tempo para poder comer tal taco novamente. Para poder se deliciar com o taco outra vez, ele cria Penny, uma máquina do tempo. Mas, é claro que ele não vai simplesmente voltar no tempo para comer o taco, algo dá errado e ele acaba no Egito Antigo. E é evidente que o Egito Antigo está infestado de zumbis. Portanto, além de se livrar dos zumbis, você deve encontrar o tal taco!
Como o tema desse novo jogo é viagem no tempo, não teremos apenas o ‘Egito Antigo’ como destino. O jogo se inicia na casa, a sua casa, que está sendo atacada por zumbis. Logo, a segunda fase do jogo é o ‘Egito Antigo’, onde estão os zumbis múmias e zumbis deuses egípcios. Sua próxima parada será o ‘Mar de Piratas’, com zumbis piratas e zumbis capitães de navios!
As fases do jogo são, na ordem:
Casa do jogador
Egito Antigo
Mar de Piratas
Velho Oeste
Futuro Distante
Idade das Trevas
Praia Boa Onda
Cavernas da Geladura
Cidade Perdida
Turnê Idade da Juba
Pântano Jurássico
Vida Moderna
Ele pode ser jogado nas plataformas iOS, Android e XBOX One.
Plants vs. Zombies: Garden Warfare
O último jogo lançado causou alvoroço e medo entre os fãs da saga. Mas, como os outros jogos, se mostrou um sucesso. Dessa vez, ao invés de se utilizar de uma estratégia para quando os zumbis entrarem no seu jardim, você controla plantas para que elas ataquem, em terceira pessoa. Ele pode ser jogado através do Microsoft Windows, PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox 360 e Xbox One.
Como Plants vs. Zombies pode me ajudar com empreendedorismo?
De início pode parecer não ter relação nenhuma, não é mesmo? Mas ao contrário do que parece esse jogo de estratégia serve para nos mostrar a importância do planejamento. E se ao jogar Plants vs. Zombies você não chegou a essa conclusão, algo está errado…
Assim como uma empresa deve ter o seu planejamento feito antes de começar qualquer investimento ou planejamento, no jogo, você deve saber qual nível está jogando, quantas fases deve passar, e quais zumbis deve matar para proteger sua casa. De forma sucinta: assim como você deve proteger sua casa no jogo, você deve proteger sua empresa de todos os erros que podem ser cometidos e de todas as ameças externas.
Cada erro cometido, tanto no jogo como na sua empresa gera um resultado insatisfatório. É preciso ter essa consciência para poder guiar a sua empresa pelo caminho certo para alcançar o sucesso. Assim como é preciso organizar suas plantas para chegar ao fim do jogo.
6. Hay day
Hay Day é um jogo baseado em uma fazenda. Essa categoria de jogos ganhou fama através dos jogos ‘Colheita Feliz’ e ‘Mini Fazenda’, jogadas no antigo Orkut. Assim, com os avanços da tecnologia e o crescimento de jogos de celular, foram criados jogos com a mesma temática para essas plataformas. E mesmo com a grande quantidade de jogos disponíveis, eles estão entre os mais pesquisados e baixados. Pode ser jogado em plataformas android e iOS.
Com cerca de 10.000.000 downloads, o jogo começa com um tutorial dado pelo espantalho. Ele começa contando que você ganhou uma fazenda e agora dele administrá-la!
Plantações
Assim, você escolhe um nome para a fazenda, começa a plantar trigo e milho, que devem ser estocados no silo e ganha estrelas, que são os pontos de nível. A partir de então, você começa a vender suas colheitas, ganhar moedas, ganhar diamantes (ainda que poucos, uma vez que são pagos) e pode comprar a padaria, por exemplo. Assim é possível criar alimentos e itens ‘industrializados’ para venda e atender pedidos do caminhão e do barco. Dessa forma, a cada nível do jogo são disponibilizados novas ‘fábricas’ e produtos.
Animais
Além disso, existem os animais da fazenda. Eles são animais de fazenda, os que produzem novos produtos, como a galinha que produz ovos, a vaca que dá leite…; e também os animais domésticos, que são os gatos, cães, coelhos, cavalos, entre outros. Esses animais, tanto os de produção e os domésticos devem ser alimentados. Os animais produtores se alimentam da ração produzida com as plantações e os demais se alimentam de produtos diretos.
Pescaria, cidade e vizinhança
Cada plantação colhida, cada item recolhido e cada animal alimentado produz estrelas de nível, as utilizadas para avançar. Conforme o nível sobe, é possível consertar alguns locais, como a área de pescaria, a cidade e a vizinhança. Na área de pesca você produz iscas para pescar os peixes, também arma armadilhas para patos e lagostas. Na cidade você constrói comércios, como o mercado, o cinema, a lanchonete entre outros, onde você atende os visitantes que buscam comprar algo, e pode ter até animais silvestres.
Já na vizinhança é onde você mais interage com os jogadores. Existe a corrida da vizinhança onde você deve completar missões e ultrapassar as vizinhanças concorrentes, também pode pedir e doar itens necessários para seus vizinhos, entre outros. Também é possível conectar com o Facebook e jogar com seus amigos!
O jogo é atualizado constantemente, sempre trazendo coisas novas e divertidas.
Como Hay Day pode me ajudar com empreendedorismo?
Em Hay Day você pode controlar toda uma fazenda e todos seus investimentos. O jogo se assemelha a uma fazenda de verdade, você deve estar atento a sua colheita e a seus animais. Também é possível vender seus itens através dos pedidos da caminhonete, do barco e da cidade. Cada item vendido da dinheiro e estrelas que fazem você passar de nível.
Ao contrário do que se pode pensar, vários aprendizados podem acontecer em um jogo assim. Se você não alimenta seus animais, eles não produzem nada, assim você não pode produzir mais nada. Também, se você não planta nada, não pode alimentar seus animais e nem criar novos produtos para atender seus clientes e ganhar mais dinheiro.
Esses entendimentos podem ser aplicados a sua vida. Óbvio que não diretamente, se você tem plantações e não as colhe, elas irão murchar e secas, o que não acontece no jogo. Mas quando você não se prepara e tem os produtos necessários, não será possível dar continuação a seu plano.
7. Township
O jogo que é um aplicativo e se encontra disponível para as plataformas android, iOS, PC, Windows Phone e Mac OS X, tem o intuito de fazer você criar, comandar e gerenciar uma cidade e sua fazenda. Pode-se dizer que é parecido com SimCity na sua descrição, mas passa longe nos gráficos.
A intenção é fazer você subir de nível, ganhando XPs. Os XPs são conseguidos através da realização de tarefas. Quando mais tarefas você fizer, mais pessoa você atender, mas plantações colher e outras tantas, mais pontos você ganha. Dessa forma, fazendo você passar por níveis mais rápido, e desbloqueando mais recursos ao longo do jogo.
Sua jogabilidade é simples, bem mais fácil que SimCity, por exemplo. Em compensação, seus gráficos são diferentes. Enquanto SimCity tem os gráficos em 2D e 3D, Township tem gráficos mais simples e mais desenhados. Ou seja, mais parecidos com cartoons e longe da realidade.
Como Township pode me ajudar com empreendedorismo?
Township é um jogo de estratégia que envolve toda uma cidade, e uma fazenda! Dessa forma você pode fazê-la crescer e se expandir, assim como avançar de nível e conquistar novas ferramentas.
Se comparado com uma empresa, você deve realizar investimentos, como a compra de maquinários, que você também irá fazer no jogo, por exemplo. Além de investigar qual o resultado que o investimento irá gerar. É preciso comandar todos os aspectos da fazenda para que ela cresça, assim como se deve controlar os aspectos do seu negócio.
Considerações finais
Depois da leitura desse artigo não é possível dizer que jogos não servem para ensinar e auxiliar com diversas questões. Os jogos citados trazem uma visão diferenciada de como ser estratégico, de como lidar com as questões que surgem ao longo do caminho e como ser um líder para sua equipe.
Cada jogo possui o seu método e seu estilo, também como sua plataforma. Mas, todos, de alguma forma, podem ensinar lições valiosas sobre como entender melhor sua empresa e como estudar os investimentos dela.
Que a leitura é uma base importante para nossa construção como pessoas, todos nós sabemos. E que ela pode auxiliar em diversas áreas, também. E é por isso que nunca devemos deixar de ler. Com esse intuito, separamos 10 dos melhores livros de empreendedorismo que você precisa ler!
Virtudes e Liderança, de Alexandre Havard
“O verdadeiro líder é um homem de virtudes”. Essa é a ideia principal do livro de Alexandre Havard. Dentro de 184 páginas, o autor nos explica como virtude e liderança não estão apenas interligadas, mas sim, são sinônimos. Dessa forma, as virtudes básicas do ser humano são as que constituem um líder, o que faz com que o obstáculo para chegar a liderança seja a falta de caráter.
Segundo Havard, ninguém nasce líder, como muitas pessoas acreditam. Um líder pode ser feito através da suas virtudes e do seu caráter. E como virtudes são conquistadas com práticas, um líder pode se fazer líder. Essas virtudes seriam:
A magnanimidade: é ter mente e coração grandes. Ser nobre e lutar por coisas grandes. Serve para trazer e ultrapassar desafios e buscar ser grande.
A prudência: é saber discernir o que é bom do que é mau, e assim escolher a forma certa de agir. Serve para que as decisões tomadas sejam justas.
A humildade: é entender que ninguém é melhor que ninguém e sobrepor o egoísmo. Serve para não se colocar acima dos outros.
A justiça: é ser imparcial a seus interesses e dar a cada um o que lhe é merecido. Serve para que cada um tenha o que lhe é cabido.
A valentia: é agir sem deixar que o medo lhe domine. Serve para resistir pressões.
O autocontrole: é controlar emoções e ações. Serve para manter consciência de qual a missão e manter o foco em cumpri-la.
E, além dessas virtudes, também cita a fé, a esperança e a caridade, para que o líder tenha sempre um norte.
Spin Selling, de Neil Rackham
Apesar de não possuir experiência na área, Neil Rackham conseguiu desenvolver um método revolucionário de vendas. Formado em psicologia, ele realizou diversas pesquisas sobre vendas para poder escrever seu livro de maior sucesso, o Spin Selling.
O Spin Selling é uma metodologia criada para que os vendedores a utilizem na hora da venda. Spin, na realidade, é um acrônimo, ou seja, uma palavra formada pela inicial de cada letra de seus segmentos. Dessa forma, Spin significa:
Situação (Situation): Aqui você conhece seu cliente. Qual o perfil, como ele chegou até você e o que ele precisa.
Problema (Problem): Descubra qual o problema do seu cliente. O que levou ele até você? Mostre a ele as necessidades que ele tem, utilizando perguntas que favoreçam você.
Implicação (Implication): Entenda se o seu serviço ou produto pode ajudar o seu cliente. Questione como eles podem auxiliá-lo.
Necessidade (Need): Seu cliente já entendeu o que ele precisa e porque, agora, mostre como o seu produto pode ajudá-lo.
Seguindo a ideia, o vendedor descobre como tratar cada venda de forma única, e assim, otimizar seu processo.
Reinvente sua empresa, de Jason Fried e David Heinemeier Hansson
Colocando a prova todas as abordagens tradicionais do mercado, Jason Fried e David Heinemeier Hansson escreveram ‘Reinvente sua empresa‘, que se tornou um fenômeno de vendas.
Os autores colocam em dúvida tudo que você sempre aprendeu sobre como abrir uma empresa. Eles trazem de forma simplificada as práticas utilizadas na empresa criada por eles, a 37Signals, hoje Basecamp.
O livro foi escrito para quem busca otimizar tempo e funções da empresa de forma inteligente e eficiente. É uma crítica, também, ao workaholic, aquele que se diz viciado em trabalho, já que trazem como proposta ‘fazer menos mas fazer melhor’. Assim, não necessariamente criar mais conteúdo que seu concorrente, mas sim, criar um conteúdo melhor.
Escrito em 1980 por Al Ries e Jack Trout, o livro ‘Posicionamento’ traz uma análise sobre marketing. O conceito de posicionamento é se fazer visto e ouvido. Assim, os autores trazer de forma prática como fazer com que o seu consumidor lembre de você.
O posicionamento é um conceito que acabou mudando diversas visões do marketing. É um conceito simples, que hoje é amplamente utilizado em questão de marca, produto e serviço. Assim, é importante sempre fazer com que você tenha uma posição na mente do seu possível consumidor.
“Como empresas boas, medianas e até ruins podem atingir uma qualidade duradoura?”. Essa é a pergunta respondida por Jim Collins no livro ‘Empresas feitas para vencer’. Na obra, o autor nos traz estudos e apresenta resultados de como empresas grandes chegam ao sucesso. Ele traz características que definem se a empresa terá êxito ou não.
Com os exemplos do livro, Jim mostra as características universais das empresas, o que leva elas ao sucesso ou não. Através do livro, Collins foi chamado pela revista Fortune de “o mais importante influente pensador dos negócios da atualidade”.
Ao longo de 460 páginas, Robert Greene ensina como manusear pessoas e situações. Em ‘As 48 leis do poder‘, o autor traz 48 leis para que você seja bem-sucedido e se diferencie das pessoas que são deixadas para trás. Com casos de sucesso e fatos reais da história, o livro demonstra como você pode controlar pessoas e momentos, saber a hora certa de ‘atacar’ e conquistar as pessoas.
Segundo o próprio Robert, o livro é um ‘manual das artes de dissimulação’. Entre as leis, estão ‘Banque o amigo, aja como espião’ e ‘Não se comprometa com ninguém’. Dessa forma, o livro mostra como ter as pessoas aos seus pés e porque o fundamento básico do poder é a habilidade de dominar as emoções.
Um dos principais pontos citados no livro Pai Rico, Pai Pobre, de Robert Kiyosaki, é a crítica de como a escola não prepara as crianças para o mundo real. Sabemos que as crianças hoje tem muito mais acesso que antes, acesso a tecnologia e dinheiro, mas não possuem o conhecimento para fazer o uso delas. A escola nos prepara para tirar notas altas e procurar um emprego seguro, mas segundo Robert, já não existe emprego seguro.
No livro, o autor tenta mostrar como os pais podem preparar seus filhos para o que a escola não prepara. ‘Somos ensinados a trabalhar e lutar pelo dinheiro, mas não sabemos como fazer o dinheiro trabalhar para nós’, diz Kiyosaki.
“Gente demais se preocupa excessivamente com dinheiro e não com a sua maior riqueza, a educação”. Assim, o livro trata de como uma educação financeira pode mudar o nosso futuro em relação a como vemos o dinheiro.
Vicente Falconi já prestou consultoria para diversas empresas no Brasil e até para os governos do Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Alagoas e outros. Uma das suas maiores obras é ‘O verdadeiro Poder’, do ano de 2009.
No livro, Falconi traz casos de sucesso de quando trabalhou para empresas como AmBev e Sadia, assim como para instituições governamentais. Nesses casos, ele mostra didaticamente como essas empresas se desenvolveram e cresceram de forma saudável através dos seus processos de gestão.
Jeff Bezos, é fundador e CEO da Amazon, uma das empresas mais rentáveis do mundo, além de um dos homens mais ricos do mundo. Brad Stone escreve em ‘A Loja de Tudo’, como Bezos começou sua loja e quais eram suas intenções para ela.
O que começou como uma loja online voltada apenas para livros, onde todos os sócios tinham outros empregos e iam para um sótão após o trabalho para encaixotar as encomendas, hoje é uma transnacional de comércio eletrônico. No ano de 2018 foi a 2ª empresa a alcançar US$ 1 trilhão de valor de mercado, tem um faturamento de cerca de US$135,98 bilhões e em torno de 566.000 empregados.
Mas como Jeff chegou onde está hoje? É exatamente isso que Stone conta no livro, como a Amazon saiu de uma loja online qualquer que vendia livros, para ser uma das maiores empresas mundiais.
O livro do Lucro, de Diego Marconatto
Especialista em economia e direito internacional, mestre e doutor em administração, pós doutor em gestão e professor de doutorado e MBA em gestão. Esse é o currículo de Diego Marconatto, autor de ‘O livro do lucro’.
Neste livro, podemos entender como os negócios lucrativos realmente funcionam e como eles são rentáveis. Ele tem por objetivo demonstrar como montar um negócio de modo simples e que gera riqueza real.
Sua intenção é demonstrar a mecânica da produção de lucros de forma real, não através de teorias como nos outros livros. Trazendo lições práticas e realistas, o livro se utiliza de uma linguagem direta e descomplicada.
Considerações finais
Os livros citados acima trazem uma linguagem fácil, mas que mostra de diversas formas recursos e métodos que todo empreendedor deve conhecer e aplicar. Dessa forma, podendo ajudar você e a sua empresa a lucrar mais, ser reconhecido e entrar no caminho do sucesso.
Antes de mais nada, segurança nunca é demais. Ela é importante tanto em residências como em empresas. O que acontece é que muitas vezes não nos sentimos seguros com o sistema segurança pública que nos é apresentado, gerando assim, a necessidade da contratação de uma empresa de segurança privada. Elas prestam um serviço particular amplo, com pessoal, alarmes, câmeras, e outros. É um serviço que vem crescendo pela sensação de insegurança que vem rondando o país. Por isso, saiba como montar uma empresa de segurança privada.
Uma empresa de segurança privada é uma empresa prestadora de serviços de proteção de bens, pessoas, ambientes de atividades criminosas bem como prevenir que haja alguma situação que coloque em risco a integridade do local, bens ou pessoas envolvidas no serviço prestado.
Empresas especializadas em segurança privada: São empreendimentos que prestam serviços de segurança privada de modo terceirizado. Assim, essas empresas têm a autorização para venderem seus serviços, podendo atuar em todos os ramos da segurança privada.
Empresas de serviço orgânico de segurança: Essas empresas não têm atuação na prestação de serviços de segurança, mas sim, têm setores dentro da própria empresa responsáveis pela segurança. De maneira geral, a segurança está incorporada dentro da empresa, não é necessário contratar um serviço terceirizado.
Atividades de uma empresa de segurança privada
Em primeiro lugar,as normativas brasileiras estabelecem as seguintes atividades que podem ser prestadas por serviços de segurança privada:
Segurança pessoal: Serviço de segurança prestado para assegurar a proteção de pessoas específicas;
Vigilância patrimonial: Serviço de segurança exercido dentro de espaços físicos, em eventos por exemplo;
Escolta armada: Transporta cargas de qualquer natureza, garantindo a proteção do bem;
Transporte de valores: Esse ramo de atividade faz a escolta de bens de valor.
Escola de formação: Realiza cursos de formação para profissionais da segurança privada.
Como abrir uma empresa de segurança privada
O processo de abertura desse tipo de empresa é realizado em duas etapas.
Primeira etapa
Essa etapa é composta pelos processos de abertura, comuns a todas as empresas:
Escolha no nome para a empresa;
Verificação se o nome é viável;
Registro na prefeitura municipal para obtenção de alvará de funcionamento.
Enquadramento no sindicato responsável pelo setor;
Registro na Secretaria da Receita Federal (CNPJ);
Cadastro na Caixa Econômica Federal;
Registro na Secretaria Estadual da Fazenda;
Registro Legal na Junta Comercial;
Alvará do Corpo de Bombeiros.
Segurança privada pode ser MEI?
Sim, uma empresa de segurança privada com CNAE 8020-0/02 – Outras atividades de serviços de segurança, pode ser MEI.
Segunda etapa
Essa etapa é a obtenção da autorização de funcionamento fornecida pelo órgão responsável. Mas, esse processo de autorização é específico dos serviços de segurança privada:
Autorização fornecida pelo Departamento da Polícia Federal.
Capital social integralizado de no mínimo 100.000 UFIR (Unidade Fiscal de Referência);
Provar que proprietário, diretores e gestores envolvidos na empresa não tenham registro de condenação criminal;
Realizar o contrato e a manutenção de contrato de pelo menos 15 vigilantes de formação credenciada pela Polícia Federal;
Comprovar posse/propriedade de pelo menos 1 veículo, que tenha comunicação constante com a sede empresarial em cada estado em que a empresa estiver vinculada;
Instalações físicas adequadas que sejam comprovadas através de um certificado de segurança;
Realizar a contratação de um seguro de vida coletivo.
Mercado de empresa de segurança privada
Nesse sentido, o mercado da segurança privada é vasto. Ele conta com vários ramos, como segurança de eventos, ou vigilância patrimonial, por exemplo. Ademais, pessoas jurídicas e físicas precisam de proteção, assim como órgãos e empresas públicas e privadas, que pode ser feita pela empresa de segurança privada.
Assim também, outro fato que influencia na necessidade de uma empresa do tipo pela população é o aumento da criminalidade, fazendo com que o serviço prestado pela segurança pública não seja o suficiente. Dessa forma, gerando a demanda de um serviço particular.
Concorrência
Como todo negócio que se inicia, é preciso checar a concorrência. Algumas empresas já estão há mais tempo no mercado, e já possuem sua fama e seu nome feito. Por ser uma área de segurança, ainda mais segurança pessoal, é preciso que exista confiança na empresa contratada. Dessa forma, você precisa se destacar e demonstrar a credibilidade do serviço a ser prestado.
Além disso, é sempre importante ter algum diferencial. Com a tecnologia ao nosso lado, é possível ter câmeras monitoradas pelo celular, por exemplo. Busque sempre estar a par das novidades da sua área e passá-las para seu cliente.
Particularidades do setor de segurança privada
Logo, o setor da segurança particular tem como principal particularidade a Polícia Federal realizar a normatização, fiscalização da segurança privada desde 1995, a partir da Lei n. 9 017/95 que atribui ao órgão federal essa função. Além disso, é obrigatório que os profissionais vigilantes desse tipo de empresa sejam qualificados por cursos de treinamento credenciados pela Polícia Federal e ter a Carteira Nacional de Vigilantes, emitida pela mesma instituição federal.
Importância do serviço de uma empresa de segurança privada
E então, esse tipo de serviço garante a segurança do local, dos arredores do ambiente e dos frequentadores. Além disso, a partir da segurança privada é possível realizar o controle do fluxo de pessoas, tendo vigilância em tempo real e tem um excelente custo benefício.
As empresas de segurança privada ficam incumbidas de arcarem com os custos referentes a salários, equipamentos, treinamentos e afins. Assim, as empresas que contratam seus serviços pagam o valor acordado e têm a tranquilidade de não se preocuparem com essas burocracias e desfrutam da segurança.
Dificuldades enfrentadas por empresas de segurança privada
Como todos os ramos de empreendimento, os empreendimentos de segurança privada também enfrentam dificuldades:
Implementação de tecnologias: Algumas empresas relatam dificuldades em implementar as tecnologias dentro dos serviços de segurança, como segurança eletrônica, câmeras de monitoramento, por exemplo. Parte dessa dificuldade é pela falta de familiaridade das próprias empresas prestadoras de serviço;
Profissionais capacitados: Ao iniciar sua prestação de serviço de segurança, é fundamental encontrar profissionais qualificados, afinal, um erro pode ser crucial no desenvolvimento de uma situação de risco;
Medidas preventivas: As medidas preventivas servem para evitar que situações de perigo ocorram; essas medidas também englobam o treinamento de pessoas, para, caso ocorra a situação de perigo, haja pessoas preparadas para contornar e levar o coletivo até um local seguro. Mas, muitas empresas não investem nessas medidas, como prevenção de incêndio e isso pode se tornar uma falha na prestação de serviço.
Serviços
Desse modo, os serviços prestados por empresas de segurança podem ser variados. A empresa pode, também, escolher apenas um ramo a seguir, como a segurança de eventos, por exemplo.
A principal função de uma empresa desse ramo é garantir a proteção do contratante. Seja prestando um serviço de vigilância patrimonial, ou seja, segurança de instituições sejam públicas ou privadas; ou, garantindo a plenitude física de pessoas, com a vigilância de condomínios, residências ou pessoal. Também, no transporte de cargas e documentos, impedindo qualquer tipo de extravio.
Localização
A localização da sua empresa não é um fator de grande importância aqui. Para montar uma empresa de segurança privada é preciso de um local de fácil acesso. Assim, não podendo estar distante da área que atende, e que possa estar aberto, normalmente, 24 horas por dia.
Estrutura
Assim como a localização, a infraestrutura da empresa também não é algo de suma importância. Será necessário um espaço para o administrativo e algum local para armazenamento do equipamento utilizado pela equipe.
Mas, se você contar com veículos para vigilância, será necessário uma espécie de garagem para acomodá-los.
Pessoal
Sendo assim, então para montar uma empresa de segurança privada é preciso ter alguns funcionários. Eles devem ser os vigilantes, isto é, o pessoal que irá garantir a segurança e vigilância, e os funcionários do administrativo. Esses últimos cuidarão da parte de contas a pagar, mensalidades de clientes, salários e outras funções.
Vigilante
Para exercer a função de vigilante, é preciso possuir a CNV (Carteira Nacional do Vigilante), que é expedida pela Polícia Federal e tem como requisito de expedição as seguintes cópias:
Documento de identificação autenticado;
Cadastro de Pessoas Físicas – CPF autenticado;
folhas da Carteira de Trabalho e Previdência Social – CTPS – que demonstrem o vínculo empregatício com empresa especializada ou executante de serviços orgânicos de segurança autorizada pela Polícia Federal, autenticadas;
2 (duas) fotos 2×2 recentes;
Cópia dos certificados de conclusão de curso de formação, extensão ou reciclagem;
Comprovante bancário de pagamento da taxa devida para a emissão do documento através da Guia de Recolhimento da União – GRU.
Agora que você sabe o que é necessário para se tornar um vigilante, entenda mais sobre essa profissão tão necessária para a vida em sociedade.
Requisitos
Assim, é preciso concluir o curso de vigilante por uma escola autorizada. De acordo com a Portaria nº 3.233/2012-DG/DPF, de 10 de dezembro de 2012, os requisitos necessários para ser um vigilante são:
ser brasileiro, nato ou naturalizado;
idade mínima de vinte e um anos;
instrução correspondente à quarta série do ensino fundamental;
Aprovação em curso de formação de vigilante, realizado por empresa de curso de formação devidamente autorizada;
Aprovação em exames de saúde e de aptidão psicológica;
idoneidade comprovada mediante a apresentação de certidões negativas de antecessores criminais, sem registros indiciamento em inquérito policial, de estar em processado criminalmente ou sofrer condenação em processo criminal de onde reside, bem como do local em que realizado o curso de formação, reciclagem ou extensão da Justiça: Federal; Estadual ou do Distrito Federal; Militar Federal; Militar Estadual ou do Distrito Federal e Eleitoral;
estar quite com as obrigações eleitorais e militares; e
possuir registro no Cadastro de Pessoas Físicas.
Definitivamente, além de todos estes requisitos, é necessário uma avaliação do vigilante pela empresa que irá fazer a contratação. Isso, para saber se ele pode ser incluído na equipe da sua empresa. Normalmente os vigilantes contratados são aqueles que inspiram confiança e segurança. E, novamente, é de suma importância checar os testes feitos, como de saúde e aptidão psicológica e a idoneidade através das certidões de antecedentes criminais.
Equipamentos
Montar uma empresa de segurança privada irá implicar na compra de alguns equipamentos. Para a área interna do seu negócio serão necessários móveis para o setor administrativo. Mas, para os vigilantes, serão necessários outros tipos de equipamentos. Das principais coisas a definir está a utilização ou não de armas de fogo.
Assim como a polícia federal, uma das responsáveis pela segurança pública, as empresas de segurança privada podem fazer o uso de armamento. Mas, para conseguir o porte é preciso uma autorização, ela também define quais os tipos que vão poder ser utilizados.
É importante lembrar que o armamento deve ser entregue à empresa após o fim do expediente de cada vigilante. Isso porque a posse da arma está em nome da empresa, e não do empregado. Além disso, a arma também deve ser armazenada em um cofre forte.
Outro equipamento que se deve ter é o alarme. Não é porque a empresa é de segurança que ela está livre de qualquer tipo de crime. Assim como o alarme instalado nas residências, prédios ou empresas, o alarme interno do seu negócio serve para alertar o pessoal da sua empresa sobre um possível delito.
O uniforme também deve ser desenhado pela empresa. Ele não pode ser similar ao uniforme em uso pelos funcionários dos órgãos públicos, para que não haja confusão. Deve conter o logotipo da empresa, plaqueta de identificação e apito com cordão.
Armas
De acordo com o Art 115 da Portaria Nº 32333/2012-DG/DPF, de 10 de dezembro de 2012, as empresas de segurança estão autorizadas a comprar armas, coletes e outros produtos, se estiverem com a autorização de funcionamento e certificado de segurança válido.
E ainda de acordo com a Portaria, Art. 127, essas empresas devem apresentar requerimento dirigido ao Coordenador-Geral de Controle de Segurança Privada, que informa a quantidade e espécies de armas e munições. Ademais dos seguintes documentos:
Relação das armas e munições, com especificação de calibre, número de sério e de registro no SINARM, onde estão situadas ou declaração de que não as possui;
Relação dos vigilantes;
Cópia do contrato firmado com o contratante do serviço, com o número de vigilantes, local de prestação de serviço e total de armas; em vigor há, no máximo seis meses;
Comprovante de recolhimento da taxa de autorização para compra de armas, munições, explosivos e apetrechos de recarga.
A escolha de como armar os vigilantes da empresa fica por conta da empresa, e então há a definição do que e quais serão usadas.
Assim sendo, é importante lembrar que todos os equipamentos comprados devem estar em boas condições de uso e em plena capacidade.
Treinamento
Em suma, quando se fala em serviço de segurança privada, o ponto mais importante é oferecer um serviço prestado por profissionais qualificados. Afinal, profissionais com um treinamento inadequado podem resultar em situações de perigo. Dessa forma, os treinamentos servem para promover a conscientização dos profissionais prestadores do serviço de segurança e dos contratantes. Portanto, através dessa conscientização é possível adequar o ambiente de trabalho, transformando o local em mais seguro e menos estressante.
Os treinamentos devem instruir os profissionais de segurança sobre todas as precauções que precisam ser tomadas durante todo o dia de trabalho, inclusive o que acontece antes e depois do colaborador iniciar sua jornada de trabalho.
Mesmo os treinamentos de segurança de setores específicos, como treinamento de segurança patrimonial, de transporte e afins devem envolver aspectos diversos. A ministração desses treinamentos deve ser feita profissionais de diversas áreas, como da saúde; é importante que um profissional da segurança privada tenha noções de primeiros socorros, embora não seja um conhecimento dentro da sua área de atuação.
Exigências legais
Em consequência de ser uma empresa de segurança, logo serão necessárias algumas autorizações. É preciso estar atento a todas as exigências legais impostas pela lei, independente do tipo de segurança, se é armada ou não. O principal código a seguir é a Portaria Nº 3.233/2012-DG/DPF, de 10 de dezembro de 2012. Ela disciplina as atividades das empresas de segurança privada.
Assim como qualquer nova empresa é preciso realizar cadastro na prefeitura municipal e na junta comercial da sua cidade. Além de solicitar um CNPJ e todos os outros processos para o pagamento de impostos. O que deve ser feito de acordo com o tamanho da sua empresa. O auxílio de um contador, um advogado ou administrador será de grande ajuda, facilitando diversos processos.
Ademais, será necessária uma autorização da Polícia Federal para o funcionamento da empresa. A solicitação pode ser feita pela internet, pelo sistema GESP, no site da Polícia Federal. A autorização se dá por meio de um alvará, sua publicação é feita no Diário Oficial da União.
Documentos
Alguns documentos e requisitos necessários para aprovação da autorização são:
cópia ou certidão dos atos constitutivos e alterações posteriores registrados na Junta Comercial ou Cartório de Pessoa Jurídica;
comprovante de inscrição nos órgãos federal, estadual e municipal;
balancete que faça a comprovação da integralização do capital social, em no mínimo 100.000 UFIR, além dos documentos como notas fiscais e propriedades de bens móveis ou outros, que comprovem a transferência de bens ou recursos;
cópia de carteira de identidade, inscrição no cadastro de pessoas físicas, título de eleitor e, se for o caso, certificado de reservista dos administradores, gerentes, sócios e diretores;
certidão negativa de registro criminal. A expedição dessa certidão é feita pela Justiça Federal, Estadual, Militar e da União e Eleitoral dos sócios, direção, administração e gerentes das uniões onde moram e onde a empresa será localizada;
descrição do uniforme dos vigilantes com fotos coloridas;
declaração de instituições relacionadas informando que o uniforme não é similar ao utilizado por elas;
fotos correspondentes a instalações físicas da empresa, mostrando fachada com nome e logo da empresa, além do local de armazenamento de armas e munições;
cópia do documento de posse ou propriedade do veículo de uso exclusivo da empresa, com sistema de comunicação, sendo identificado e padronizado com nome e logotipo da empresa;
foto da lateral, traseira e frente do veículo, com nome e logo da empresa;
autorização para utilização de frequência concedida pelo órgão competente ou contrato com prestadora de serviço;
certificado de segurança;
comprovante de recolhimento de taxa sobre a vistoria da instalação;
comprovante de recolhimento da taxa de expedição do alvará de funcionamento da empresa de segurança.
Plano de negócios
Desse modo, o plano de negócios ou planejamento empresarial é um documento que contém informações que descrevem o empreendimento, os objetivos, possíveis empecilhos. A elaboração acontece a partir dos seguintes dados:
Sumário executivo: Esse tópico na elaboração do planejamento é para descrição do seu negócio, seu diferencial no mercado, o que irá comercializar , quais os benefícios, enquadramento tributário etc.
Análise de mercado: A análise de mercado proporciona um maior entendimento sobre sua concorrência e seus clientes.
Análise de concorrência: A análise de concorrência serve para você estudar sua concorrência, a forma que ela atua e como mantém relações com os clientes.
Marketing: Nessa etapa deve ser feita uma descrição de entrega aos clientes, detalhando os produtos e como você espera que seus produtos e serviços cheguem até seus clientes.
Plano de operação: É a descrição de como seu empreendimento funcionará na rotina, o que você consegue fazer durante um dia de trabalho, quanto consegue vender.
Plano financeiro : Essa etapa do planejamento é para a descrição dos custos que envolvem o seu negócio.
Valor: Esse aspecto diz respeito a precificação do produto/serviço.
Quanto custa para abrir uma empresa de segurança privada
De acordo com a estimativa elaborada a partir da pesquisa de preços, os custos para abrir uma empresa de segurança privada ficam em torno de R$25.000 e R$35.000. dispostos da seguinte maneira:
R$2.500 espaço físico e adaptação ao ambiente comercial;
R$4.500 em mobília;
R$6.000 em equipamentos;
R$6.000 em computadores;
R$7.000 – R$8.000 capital de giro;
R$4.000 servidores;
R$3.500 outros
Faturamento de uma empresa do ramo
A estimativa é que uma empresa do ramo fature em torno de R$40.000, a margem de ganho líquido 30%. Mas, após fazer o pagamento de despesas como funcionários, manutenções, o ganho líquido fica entre R$12.000 e R$14.000 para o proprietário do empreendimento.
Divulgação
Assim como qualquer empresa, a sua também deve ter um método de divulgação. Ou seja, uma estratégia de marketing para fazer sua empresa ter reconhecimento. E pode ser feito de diversas formas. Seja online ou offline.
Para determinar o tipo de divulgação que sua empresa deve fazer, é necessário definir qual é o público-alvo. Essa definição lhe ajudará a decidir se deve ser feita em redes sociais, ou no jornal, por exemplo. Definindo o público e os meios mais utilizados por eles, identifique que tipo de propaganda é mais acessível. Se for utilizar as redes sociais, seu público está mais aberto a vídeos, textos ou fotos? Se for algum meio offline, que formato utilizar?
Controle de dados
Por contar com diversos meios, tipos e datas de pagamento, é preciso ter um controle de todas as mensalidades ou valores pagos. Isso porque também haverá valores que sairão do seu caixa. Se você conta com veículos utilizados para locomoção na vigilância, gastará com combustível, por exemplo, e também com a manutenção de equipamentos, salários e outros. Portanto, é preciso um sistema para conseguir administrar essa situação.
O eGestor é um sistema de gestão de empresas. Ele controla seus produtos, estoque, financeiro, fluxo de caixa e outros. Além de emitir NF-e, NFC-e e boletos. Ainda conta com a emissão de relatórios para que você possa visualizar os dados de forma mais rápida e simples.
Em empresas que realizam qualquer venda, existem metas a serem batidas, métodos implantados e análises para que o funcionário possa realizar mais vendas. Dois métodos amplamente utilizados são os de cross selling e upselling. São normalmente confundidas, apesar de terem conceitos diferentes. Elas não são implantadas necessariamente para a realização da venda. Estão voltadas para depois de a venda estar certa. E certamente você, mesmo não conhecendo a técnica, já foi alvo dela.
Cross Selling
O cross selling, traduzido para “venda cruzada”, nada mais é que a venda de um produto que complementa o já escolhido. Seu conceito é bem simples: após tomar a decisão da compra de certo item, o vendedor responsável pela venda sugere um produto secundário que possa servir como acessório ou seja útil ao já elegido.
É comum vermos essa técnica em diversos meios. Quando se está fazendo compras no supermercado, por exemplo, e estão expostas placas de “Leve 2 Pague 1”. Esse é um modo de fazer o cross selling. A técnica também funciona em lojas online. Quando se está na página de um produto e ao rolar a página vemos “Quem comprou esse produto também comprou…” e diversos produtos complementares, por exemplo.
Essa é a função principal do cross selling. Vender um produto que talvez você não pensaria em comprar ou oferecer um preço mais em conta por dois ou mais produtos.
Upselling
O upselling, traduzido literalmente para “venda para cima” tem como propósito um upgrade no produto escolhido. Ao contrário do cross selling, o upselling não visa vender mais, e sim, fazer seu cliente comprar um produto mais caro que irá atender melhor as necessidades dele.
Aqui, o conceito de custo-benefício pode ser bem ou mal aplicado. Muitas vezes a decisão de compra de um produto acontece pensando no preço. O upselling tem a intenção de mostrar que às vezes o barato sai caro, e pagar mais por um produto pode ser uma vantagem.
Um exemplo de upselling é em franquias de fast-food, quando se compra um combo de sanduíche, bebida e batata média e lhe é oferecido a batata grande ao invés da média por R$ 1,00 a mais. Normalmente esse é um bom negócio. Em e-commerce também é possível aplicar essa técnica. Algumas vezes já na hora do pagamento ou na escolha do produto. Caixas com textos como “Por R$ X a mais você leva produto Y”, mostrando as vantagens que você terá na compra de um produto superior a seu escolhido.
Downselling
O downsell é o contrário do upselling. Enquanto o upselling oferece um produto de maior valor e melhor qualidade, o down selling apresenta uma opção de valor mais baixo e menor qualidade. Essa técnica é aplicada para que não se perca a venda.
Como fazer cross selling e upselling eficiente
Para ambas as técnicas, existem meios de fazer com que eles funcionem de forma eficiente. E o que fazer para que não dê errado. É importante lembrar que elas são usadas tanto no online, como no offline.
Use calls-to-action
O call-to-action é um botão guia, que mostra com frases no imperativo o que você deve fazer. Tem a intenção de direcionar o usuário para conversão com frases como “Acesse agora” ou “Aproveite!”. São frases e formas de chamar a atenção do usuário para finalizar a ação. Em lojas físicas, é possível utilizar cartazes ou imagens com as frases na fachada, na própria loja ou pela cidade.
Mostre os benefícios
Tente mostrar para seu cliente os benefícios que ele terá ao realizar a compra. No cross selling, inclua os valores que ele pode economizar, ou o que ele irá ganhar. No upselling, demonstre que o outro produto pode ser mais proveitoso ao cliente.
Utilize imagens
Principalmente quando for utilizar a técnica de forma online, busque fazer com que as imagens do produto sejam reais e chamem a atenção. Se a foto da mercadoria não for boa, ela passará batido.
Cross selling após venda
Não necessariamente a técnica do cross selling deve ser feita na hora da compra. Um método usado no marketing é a nutrição. Ou seja, nutrir o cliente com e-mails, mensagens, o que achar adequado, para que ele volte a comprar com você. Para isso, consiga endereço de e-mail ou telefone para enviar promoções e newsletters. Mas cuidado, teste a quantidade de e-mails enviadas, não encha seu cliente de recados que ele não irá ler.
Aproveite as redes sociais
Nas redes sociais o processo se torna mais fácil já que não é preciso muito. Alguns sites, como o Facebook e Instagram, se utilizam de suas pesquisas para mostrar lojas ou produtos parecidos com o que você comprou. Se você fizer Check In em uma loja, por exemplo, é possível que ele lhe indique outras lojas parecidas. Não é possível afirmar com certeza como essa pesquisa e processo é feito.
Pense no financeiro
Quando for fazer a sugestão para gerar um upsell, não é necessário falar de valores. Expresse todas as qualidades do produto e tudo que ele pode fazer, como ele será mais útil que a escolha inicial. Apenas após mostre preços. Caso a diferença for muito alta, mostre a diferença em quantidades de parcelas.
Identifique o que seu cliente busca
Não tente vender ao seu cliente algo que não será útil para ele ou que ele não quer. Isso poderá afastar o comprador. Se você sabe que ele não dispõe de um valor alto para a compra, não tente vender o produto com preço muito mais alto. Se ele busca um celular, não tente vender um computador, a menos que ele demonstre o interesse.
Entenda dos seus produtos
Assim como a avaliação das necessidades do seu cliente, é preciso uma análise dos seus produtos. Veja se eles combinam entre si e se tem alguma relação.
Seja sensato
Não insista em vendas que não irão acontecer. Não prossiga com a oferta de um produto quando há possibilidade de o cliente desistir da venda que já estava confirmada.
Treine sua equipe
Para que a técnica seja implementada de forma correta, é preciso que seus vendedores saibam o que estão fazendo. Saber a hora de insistir e a hora de finalizar a venda é essencial. Portanto, invista em treinamentos e cursos para otimização da sua equipe e da sua venda.
Aproveite o histórico do cliente
Caso o comprador já seja cliente, ou seja, tenha comprado em sua empresa outra vez, utilize os antecedentes de compra para saber o que oferecer. E também como oferecer.
Utilize a opinião dos outros clientes
Para realizar tanto o cross selling, como o upselling, utilize o feedback dos outros clientes. Saiba qual produto se encaixa com o tipo de cliente e se ele é melhor que o outro oferecido.
Controle de dados
Então, realizando todas as vendas que esperamos que você realize, será preciso manter um controle. Do seu financeiro, do fluxo de caixa e, principalmente do seu estoque. E para fazê-lo, é necessário um sistema, já que planilhas e caderninhos não irão suprir sua demanda.
O eGestor é um sistema que realiza essas funções, juntamente com a emissão de NF-e, NFS-e, NFC-e e boletos. Além de gerar relatórios. Ademais de ser completamente interativo e fácil, é totalmente online. Assim, não existe necessidade de instalação e pode ser acessado de qualquer lugar.
O eGestor é um software completo para gestão de micro e pequenas empresas fácil e online. Sistema de Controle de Estoque, Controle Financeiro, Controle de Compras e Vendas, Emissão de Nota Fiscal, NFCe, Boletos e muito mais!