Fazer um diagnóstico empresarial é muito importante para a análise de desempenho da sua empresa nos mais variados aspectos.
Com a identificação de problemas e pontos positivos nos processos internos da empresa, é possível traçar um caminho a ser seguido no seu planejamento estratégico, de forma a tornar o empreendimento mais forte e mais preparado para as exigências do público, assim como tomar decisões baseadas em dados mais precisos.
Quer saber mais sobre o que é diagnóstico empresarial, qual a sua importância para as organizações e como fazer este processo de uma forma precisa em sua empresa? É sobre tudo isso que vamos tratar neste artigo!
Afinal, o que é um diagnóstico empresarial?
Diagnóstico empresarial nada mais é do que uma avaliação interna dos processos na empresa em todos os aspectos que envolvem o controle de estoque, vendas, parte operacional, marketing, controle financeiro, gestão de pessoas, dentre outras importantes questões no cotidiano do empreendimento.
A realização de um diagnóstico empresarial visa identificar possíveis fraquezas do negócio, como por exemplo: falta de lucratividade na empresa apesar do alto faturamento, um atendimento pós-vendas ineficaz, gastos maiores do que as despesas, desorganização no controle de estoque, estratégias de marketing ineficientes, dentre outros aspectos.
Essa identificação se dará a partir de uma série de levantamentos objetivos sobre a situação interna do negócio. Realizar este processo faz com que você possa planejar soluções para a sua empresa a partir de situações que realmente estão comprometendo o negócio, sem perder tempo com questões de pouca importância.
A partir de um diagnóstico empresarial você possui um melhor entendimento dos processos internos de sua empresa e recebe um direcionamento a ser seguido na implementação de novas ações estratégicas para corrigir os problemas e tornar seu negócio mais forte no mercado.
Quais os benefícios do diagnóstico empresarial para a sua micro ou pequena empresa?
O diagnóstico empresarial pode ser extremamente positivo para a sua micro ou pequena empresa. Especialmente se você ainda não possui um total domínio sobre as suas atividades e sobre os seus indicadores de desempenho, sobretudo por ainda se tratar de um estágio bastante inicial do negócio.
A realização de um bom diagnóstico pode auxilia-lo a entender de fato quais são os aspectos mais importantes que envolvem a gestão do negócio. Em muitos casos, os empresários não definem adequadamente quais são os fatores prioritários na administração de suas empresas e com isso acabam gerando gastos que poderiam ser evitados, comprometendo assim o orçamento empresarial.
Muitas empresas até fazem uma avaliação geral de seus processos internos, mas sem uma análise aprofundada de todos os setores, fica muito mais difícil identificar as causas de determinado problema. O diagnóstico empresarial portanto, possibilita essa visão mais específica e aprofundada dos processos de gestão.
Essa metodologia de avaliação também permite que você possa comparar o desempenho de sua empresa com ela própria, a partir da análise de outros períodos e a partir de então verificar se houve crescimento ou queda de produtividade, dentre outros aspectos.
Com essa análise, é possível verificar se existe viabilidade financeira para a realização de novas estratégias e se há possibilidades de crescimento e expansão do negócio.
Como fazer um bom diagnóstico empresarial?
Além de englobar todos os setores de sua empresa no processo de diagnóstico empresarial, é preciso identificar de fato quais aspectos devem ser realmente analisados em cada um dos setores. Que perguntas devem ser respondidas para avaliar cada um deles? Ter isso em mente é essencial para a realização de um bom diagnóstico.
Existem várias ferramentas para se realizar este processo de análise. Uma medida essencial e até mesmo imprescindível para manter a estabilidade da empresa é fazer um rigoroso controle do fluxo de caixa, registrando todas as movimentações de entrada e saída do orçamento.
Fazendo este controle, é possível enxergar com muito mais clareza de onde vem todas as receitas da sua empresa e para onde vão os gastos e as despesas. Portanto, um bom controle do fluxo de caixa ajuda a identificar possíveis fatores que levaram a empresa a situações de prejuízo financeiro.
O método de avaliação aplicado no processo de análise FOFA, que conforme a sigla, é voltada para a identificação das forças, oportunidades, fraquezas e ameaças para a sua empresa, também é uma ótima alternativa, a medida em que a partir desses 4 fatores, se possui não só uma visão interna de seu empreendimento, mas também uma análise da concorrência e de seus possíveis diferenciais.
Veja um modelo dos principais fatores a serem analisados no processo de diagnóstico empresarial:
Estratégias a serem adotadas a um curto, médio e longo prazo;
Indicadores financeiros, como margem de lucro, DRE e fluxo de caixa. Para um bom gerenciamento deste processo, é recomendável a utilização de um bom sistema de controle financeiro;
Ferramentas de marketing utilizadas, como mídias sociais;
Processos de recrutamento e seleção de profissionais;
Treinamentos corporativos e retenção de talentos;
Logística;
Produção;
Outra ferramenta que pode ser utilizada para realizar o diagnóstico empresarial é o brainstorming, que nada mais é do que uma reunião de ideias por parte de todos os colaboradores da empresa, em que há uma troca de feedback entre os gestores e demais membros da equipe.
Estruturar a matriz GUT, que consiste em classificar os diferentes problemas empresariais em relação a aspectos como gravidade, urgência e tendência de agravamento, também pode ser uma ótima alternativa neste processo.
A matriz GUT é uma ferramenta muito utilizada pelas empresas no processo de identificação dos problemas que precisam ser solucionados de uma forma imediata e das situações que podem esperar um pouco mais e que não causam um impacto tão significativo.
A importância da consultoria empresarial neste processo
Você como gestor do negócio, pode fazer por conta própria o diagnóstico empresarial interno e integrar todos os setores de sua empresa neste processo, de forma a procurar diferentes visões a respeito das fraquezas e pontos fortes da empresa nos mais variados aspectos e encontrar soluções de uma forma conjunta.
Entretanto, fazer essa análise sem o auxílio de uma empresa especializada em consultoria empresarial, pode tomar muito tempo de toda a sua equipe, que sendo assim pode acabar deixando um pouco de lado as questões operacionais do negócio.
Por isso, é totalmente recomendável terceirizar este serviço. Um serviço de consultoria empresarial pode trazer ainda outras vantagens para a sua empresa no processo de análise de desempenho:
Opiniões externas
Com o diagnóstico sendo realizado por uma empresa especializada, é possível ter uma visão diferenciada e imparcial a respeito da sua empresa. Além disso, uma consultoria empresarial pode trazer novas ideias para resolver problemas antigos.
Acompanhamento de resultados
Realizar um diagnóstico empresarial com a sua equipe interna pode até ser benéfica para a identificação de possíveis problemas e para engajar os seus colaboradores em torno do crescimento empresarial.
Entretanto, este processo não é garantia de um acompanhamento recorrente para verificar se as novas estratégias que forem adotadas estão de fato solucionando os problemas diagnosticados.
Além da identificação dos problemas, uma empresa de consultoria empresarial presta um contínuo acompanhamento das ações planejadas tem possui um foco específico na melhora de resultados.
Feito todo o diagnóstico empresarial e a partir da identificação de possíveis situações que podem estar comprometendo a sua empresa, é preciso colocar a mão na massa para resolver os problemas, possuir um senso crítico e ter consciência de que a sua empresa de fato precisa melhorar em determinados aspectos!
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Por que algumas empresas são excelentes enquanto que outras são apenas boas? Por que algumas corporações crescem e vencem enquanto que outras rumam a falência e ao declínio mesmo em meia a condições semelhantes de suas concorrentes? O livro “Empresas feitas para vencer” de Jim Collins responde não apenas a essas duas perguntas, mas também a muitas outras que impactam diretamente na forma como os negócios são administrados e guiados tanto rumo ao crescimento quanto ao seu fechamento.
São mais de 350 páginas de puro conteúdo que demonstram em detalhes quais são os principais diferenciais das empresas ditas como feitas para vencer!
A obra é um verdadeiro manual sobre como levar a empresa ao crescimento, saindo muitas vezes dos conformismos, local em que o bom já satisfaz, e partindo em busca de melhores números, melhores resultados e melhores conceitos.
Ser ótima ou excelente é o pontapé inicial para se fixar dentro do mercado. Não se esqueça!
Veja neste texto, o resumo sobre o livro “Empresas feitas para vencer” de Jim Collins, as principais abordagens da obra e tome nota de importantes dicas e passos citados pelo autor para quem está em busca de dar mais do que um up em seu empreendimento tornando-o grande! Veja:
Sobre o que trata o livro “Empresas feitas para vencer”?
Apesar de o título ser bastante claro e fazer menção ao assunto de que trata o livro, vale destacar que o enredo da obra é basicamente focado em mostrar formas e estratégias de levar uma empresa ao crescimento.
Mais do que isso, o livro mostra com bastante clareza quais são os diferenciais que levam algumas empresas ao sucesso e outras ao fracasso em situações até mesmo muito parecidas.
Em termos líquidos, são cerca de 275 páginas repletas de conteúdo de altíssima qualidade, prontos a incentivar e motivar o leitor a sair da sua zona de conforto em busca de provocar um verdadeiro crescimento interno e externo em seu negócio.
Jim Collins realmente mexe com quem está do outro lado de sua obra ao propor verdadeiros desafios que devem ser cumpridos a fim de que a visibilidade, a realidade e os números da empresa mudem. Mudança esta que é sempre rumo a um lado extremamente positivo.
Um dos temas abordados com bastante veemência ao longo do livro são os níveis de liderança existentes dentro de uma empresa. “Empresas feitas para vencer” também fala sobre a importância da empresa ter um volante responsável por guiar todo o negócio ao longo de um caminho que está direcionado para o sucesso.
Por que algumas empresas são excelentes? O que as torna donas deste tipo de título?
É indispensável citar neste resumo que Jim Collins demonstra alguns pontos bastante simples e claros sobre os diferenciais de uma excelente empresa das demais, consideradas apenas como boas.
Por exemplo, a formação de CEOs internos, ou seja, quando se fomenta e propicia a capacitação de profissionais que já conhecem as políticas, práticas e culturas organizacionais da empresa ao invés de contratar alguém no mercado, sem dúvida é uma das formas de se conquistar este título tão importante para a saúde da empresa.
Outro ponto também apontado no livro é que as empresas que conseguem atingir o nível de excelentes focaram ao longo de sua trajetória em não fazer certas coisas ao invés de perseguir o título de “empresas feitas para crescer”.
Essas organizações ainda aprenderam a usar da tecnologia e das rápidas mudanças do mercado na hora de compor as suas estratégias e, além disso, este processo contínuo de aperfeiçoamento nunca foi apenas uma campanha ou slogan, mas sim uma cultura.
Por fim, Jim Collins ainda cita em seu livro que salários e resultados dos altos executivos também não devem estar sempre relacionados a fim de que os profissionais persigam o sucesso e não apenas melhores contraprestações mensais por seu esforço.
Apesar de este ser um incentivo e tanto, focar na qualidade que não se relaciona trará, sem dúvida alguma, ganhos melhores e mais duradouros.
O processo de liderança em 5 diferentes níveis
Jim Collins fala muito sobre o papel do líder na transformação de uma empresa ao longo de sua vida empresarial e ressalta que esta é a peça-chave do sucesso para quem de fato quer ver sua empresa vencer, reconhecida como de excelente qualidade em diferentes sentidos.
Veja neste resumo quais são, portanto, esses níveis de liderança e verifique a qual deles você e sua empresa tem feito parte:
1. Individuo altamente capacitado
O primeiro nível de liderança abordado em “Empresas feitas para vencer” fala sobre os profissionais que conseguem colaborar com a empresa a partir de seus próprios conhecimentos e habilidades. Seus hábitos são saudáveis ao trabalho, porém nem sempre este profissional está apto a liderar, de fato, uma equipe, por exemplo.
2. Membro colaborador da equipe
No segundo nível também se encontra um profissional habilidoso, com muita competência e conhecimento da área. Este, por sua vez, é bastante solícito e está sempre pronto para ajudar e até mesmo orientar toda a equipe. Este tipo de líder costuma incentivar um ambiente mais tranquilo e favorável internamente.
3. Gerente competente
No meio desses níveis encontra-se o gerente competente, com qualidade tanto técnicas quanto no trato de pessoas. Este profissional conhece a fundo cada tarefa, cargo e contribuição e por isso organiza e cobra da equipe por resultados a fim de que todos os objetivos gerais da empresa sejam atingidos.
4. Líder eficaz
Mais do que gerenciar, o líder eficaz, por sua vez, é o tipo de profissional bem quisto pelos demais colaboradores e que traduz as metas a partir de sua visão sistêmica de toda a empresa e seu funcionamento. Este líder do quarto nível costuma conhecer mais a fundo o funcionário e por isso sabe quando e como cobrá-lo levando a empresa ao crescimento.
5. Executivo de nível
O ápice do profissionalismo e da excelência na condução do capital humano da empresa, o executivo que ocupa o quinto nível está mais preocupado com a empresa do que com os seus objetivos pessoais por isso dedica-se a formar novos e melhores profissionais do que ele mesmo sem qualquer tipo de medo ou reserva já que o que realmente lhe importa é o amanhã do empreendimento.
Jim Collins ainda destaca em sua obra que muitas empresas não conseguem obter o sucesso devido ao egoísmo e egocentrismo de muitos líderes, gestores, diretores e CEOs. Com medo de se verem vencidos e superados por seus semelhantes ou subordinados, eles privam a empresa de crescer e se expandir para se manterem como intactos.
Cerca de 75% das empresas que atingem níveis preocupantes de fracasso têm um líder desse dentro do seu corpo institucional. Mudar a visão deste profissional ou ainda retirá-lo da equipe são algumas das formas de ter melhores resultados novamente.
Por fim, em “Empresas feitas para vencer” há ainda a reafirmação da necessidade em se listar coisas que não devem ser feitas. Os checklists do que se fazer são comuns, entretanto já não são suficientes para guiar rumo ao sucesso!
Jim Collins é bastante veemente a reafirmar a tamanha necessidade de que os profissionais que estão a frente surpreendam por antever problemas ao deixar algumas tarefas simples mais profissionalizadas como investindo na antecipação.
Por essas e muitas outras este é realmente um conteúdo que vale a pena ser lido. Aproveite para encontrar seu livro e conheça a obra em maiores detalhes. Abaixo, confira o vídeo da palestra do autor Jim Collins sobre o livro:
Entre os muitos fatores que podem ser importantes para o sucesso do seu negócio, podemos citar como um dos mais relevantes, a definição das metas de vendas dentro de um curto, médio ou longo prazo.
Muitos empresários até estipulam as metas em suas empresas, entretanto, acabam não dando tanta atenção ao planejamento estratégico para obter esses resultados e nem realizam um acompanhamento contínuo dessas ações.
Portanto, o processo de definição de metas envolve todo um plano a respeito de como se pretende atingir os objetivos.
O engajamento da equipe de colaboradores em torno das metas estabelecidas é essencial para verificar o rumo das ações planejadas. Uma mensuração periódica de resultados também pode ajudar a saber se os resultados estão como o esperado ou se é preciso uma correção.
As metas de vendas não devem ser vistas simplesmente com o objetivo de elevar o patamar da sua empresa de uma forma específica.
É preciso que elas sirvam de motivação para os seus funcionários que precisam de perspectiva de crescimento dentro da empresa. Para que com o cumprimento dessas metas eles sejam devidamente recompensados. Assunto o qual falaremos mais adiante neste artigo.
As ações estratégicas que serão realizadas para se obter as metas estabelecidas podem variar de acordo com a necessidade de cada empresa. Entretanto, podemos citar como exemplo algumas ações. Como, por exemplo, um investimento maior em ações de marketing. Além da contratação de mais vendedores para a equipe, aumentar a variedade de estoque e outras.
Tanto empresas quanto pessoas de uma forma geral que não estabelecem metas, não possuem uma perspectiva de crescimento e tendem a entrar em uma zona de conforto. No caso das empresas, o fato de não se estabelecer metas faz com que todas as atividades operacionais realizadas no dia-a-dia sejam realizadas sem nenhuma perspectiva.
Mas afinal, como realmente estabelecer metas de uma forma eficiente? Selecionamos 5 dicas que podem fazer toda a diferença neste processo. Confira!
1- Estabeleça números precisos
O quanto você efetivamente quer aumentar as suas vendas em determinado período? Duas, três ou até quatro vezes mais em relação ao mês anterior? Deseja aumentar o faturamento de vendas em 15, 20 ou 30%? Definir estes números de uma forma absolutamente precisa é essencial.
Afinal, ter um objetivo abrangente de apenas o aumentar o número de vendas sem especificar a quantidade exata, pode não ter efeito nenhum para o crescimento da empresa. Além disso, a projeção de metas com números precisos do que se deseja alcançar, deixa os objetivos muito mais claros para a sua equipe.
2- Defina metas realistas
Na hora de projetar as metas de sua empresa é necessário avaliar as possibilidades. Também estabelecer objetivos individuais para cada colaborador, e não projetar números fora da realidade.
Estabelecer metas que estejam fora do alcance de sua empresa pode levar a desmotivação. E quando demasiadamente altas podem levar a uma queda de produtividade.
Para definir metas que realmente estejam dentro das possibilidades da empresa e possam ser executadas por sua equipe, é preciso fazer um minucioso estudo interno de sua organização. O seu orçamento empresarial suporta possíveis novos investimentos em marketing ou na aquisição de novos produtos?
Sua equipe de vendas tem apresentado evolução de resultados nos últimos meses? Será necessário a contratação de mais funcionários ou a equipe atual é suficiente? Todos estes fatores devem ser levados em conta na hora de se definir as metas de vendas, tanto para a empresa de uma forma geral, quanto para a sua equipe.
São informações que irão possibilitar um maior direcionamento e coerência no processo de tomada de decisão!
3- Envolva a sua equipe de vendas no planejamento
A equipe de vendas é a chave para o sucesso de qualquer empresa no mercado. Sendo assim, a definição de metas de uma forma autoritária por parte do alto escalão da empresa, sem o envolvimento desses colaboradores equipe, pode não ser a melhor opção. É a sua equipe de vendas que será efetivamente responsável por fechar novos negócios e atingir os números projetados.
Desta forma, é importante convocar reuniões e solicitar a visão de seus colaboradores a respeito de onde se pode chegar. Envolver a sua equipe no planejamento de metas da empresa, tende a deixar esses profissionais mais motivados pelo fato de receber uma maior autonomia e participação nas tomadas de decisões da empresa.
4- Recompense seus colaboradores
Como falamos inicialmente neste artigo, as metas de vendas não devem servir somente para o crescimento de sua empresa. É preciso que seus colaboradores sintam-se engajados e com a perspectiva de que o cumprimento de metas será devidamente reconhecido pela sua empresa e benéfico para eles.
Existem diversas formas de recompensar os seus funcionários a partir do alcance dos objetivos propostos. Uma das opções é elaborar um plano de carreira, especificando possíveis aumentos salariais e até promoções de cargo em caso do cumprimento de determinados objetivos.
Planos de carreira são essenciais para manter os profissionais duradouros e motivados em sua empresa. Pois, assim eles percebem que existe uma perspectiva de crescimento dentro do ambiente empresarial.
Se em um primeiro momento não for viável recompensar os seus colaboradores financeiramente, o simples reconhecimento será suficiente. A atribuição de comentários elogiosos para os funcionários que se destacarem aumentará o desempenho. Além de fazer com que cumpram com as metas estabelecidas.
Uma opção utilizada por diversas empresas é a atribuição do prêmio de funcionário do mês. Na qual o colaborador com os melhores números no período recebe o reconhecimento pelos seus resultados. Apesar de parecer uma atitude simples, pode ser extremamente positivo. Já que pode estimular a competição saudável e e aumentar a satisfação de seus profissionais.
5- Faça o acompanhamento dos resultados
Após estabelecer as metas gerais da empresa e individuais para os colaboradores, é necessário estabelecer uma periodicidade no processo de análise e mensuração de resultados. Geralmente, as empresas costumam optar por uma avaliação mensal dos números obtidos.
É importante ressaltar que este processo não deve consistir apenas na conclusão se os resultados estão sendo satisfatórios ou não. No caso de resultados abaixo do esperado, é preciso se reunir com a equipe e procurar identificar as causas desse baixo desempenho.
Será que as estratégias de venda estabelecidas pela empresa estão de fato sendo eficientes? Os colaboradores estão de fato engajados em torno dos objetivos propostos? É o momento certo de realizar possíveis demissões?A equipe está sobrecarregada e sendo assim será necessário contratar mais colaboradores?
Todas estas questões devem ser levantadas durante o processo de mensuração de resultados. Implementar treinamentos para que seus colaboradores possam se qualificar e adquir uma maior identificação com a cultura organizacional de sua empresa pode ser uma ótima alternativa para melhorar os resultados.
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Responsável por fazer os registros contábeis da empresa, por cuidar de toda a documentação, por tratar da abertura e do fechamento de empresas, além de prestar assessoria e fazer as declarações de imposto de renda, entre outras funções, o contador é um profissional extremamente importante para a saúde do negócio.
Daí vem a importância de contar com o auxílio de um contabilista qualificado e ético, pois o desempenho desse profissional é o que vai fazer a diferença na sua empresa. No entanto, muitos empreendedores ainda ficam em dúvida quando o assunto é quais são os cuidados que devemos ter ao contratar um contador.
Como saber qual é o profissional ideal para o meu tipo de empresa? Como ter certeza que se trata de um contabilista de confiança? O que fazer para encontrar um profissional que realmente vai facilitar na gestão do negócio? É essencial saber responder a essas questões para não ter prejuízos com um contador que não oferece o que você espera.
Quer saber quais são os principais cuidados que devemos ter ao contratar os serviços de um contador para a empresa? Confira nesse post 11 dicas e informações que temos para você!
1) Veja se o escritório de contabilidade está regularizado
Embora essa pareça uma dica simples, a maioria dos empresários não pesquisa pela regularidade do escritório de contabilidade antes de contratar os serviços de um contador.
No entanto, é muito importante que você pesquise pela idoneidade da empresa e verifique se o escritório atua de forma regularizada no mercado, pois é dessa forma que a sua empresa pode ter a garantia de estar contando com serviços de qualidade.
2) Entre em contato com os clientes do contador
Entrar em contato com os clientes do escritório de contabilidade talvez seja a melhor forma de saber se os serviços que essa empresa de contabilidade presta são realmente de qualidade.
Afinal, um cliente que se sentiu insatisfeito ou foi prejudicado pelo contador jamais irá indicá-lo a outros empresários. Portanto, não deixe de pesquisar pela avaliação dos clientes do contador e leve em consideração essas opiniões, pois elas são importantes para você saber da conduta do profissional.
3) Visite o escritório quantas vezes achar necessário
Não deixe de ir até o escritório de contabilidade. Pois, é indo até o local que você pode conhecer melhor a estrutura do ambiente de trabalho e verificar se não há comportamentos estranhos ou questionáveis.
É muito provável que se você for até o local e encontrar por lá comportamentos antiprofissionais esse contador não seja o mais indicado para a sua empresa. O escritório de contabilidade precisa ser um ambiente sério e profissional.
4) Preste muito atenção ao contrato
Se você está contratando os serviços de um contador, então é fundamental estar muito atento ao que está descrito no contrato firmado entre você e o profissional de contabilidade. Leia cada cláusula e verifique quais são os serviços que o contador está se comprometendo a prestar para o seu negócio.
Afinal, depois que você assina o contrato, não tem como voltar atrás e cobrar serviços que não foram incluídos no documento. Não deixe de ler o contrato com atenção!
5) Acompanhe de perto os serviços prestados pelo contador
Mesmo depois de assinar o contrato e firmar parceria com o contador, é essencial acompanhar de perto o trabalho que este profissional vem fazendo. Não deixe de fazer reuniões com o contador. Elas podem ser presenciais ou à distância.
Reuniões frequentes são a melhor forma de esclarecer todas as suas dúvidas. Além de saber detalhadamente de que forma ele vem prestando serviços que realmente ajudam na gestão do seu negócio. Peça explicações, analise os documentos e exija comprovantes.
6) Verifique a disponibilidade do contador
Outro aspecto é importante é, antes de contratar o profissional, verifique a disponibilidade que ele tem para atender você e a sua empresa.
Como dito no começo desse artigo, o contador é responsável por algumas das funções mais importantes para a saúde financeira do seu negócio. Portanto, este deve ser um profissional que atua como uma verdadeiro parceiro de sua empresa e que não te deixa na mão nos momentos que você mais precisa. Verifique se ele realmente está disponível para os momentos necessários.
7) Analise se é um profissional atualizado
Contar com o auxílio de um contador atualizado significa contar com a ajuda de um profissional que está preparado para sugerir novas ideias e soluções compatíveis com o perfil de sua empresa.
Muitos negócios acabam tendo prejuízo por contratar escritórios que não se preocupam com a atualização dos conhecimentos de seus profissionais de contabilidade. No entanto, essa é uma característica essencial, haja vista que o mercado está sempre em mudança e cada vez mais competitivo.
8) Veja se o contador é adequado para o perfil de sua empresa
É possível dizer que todas as empresas, de todos os segmentos e portes, precisam dos serviços de um bom contador. Por isso mesmo, você deve avaliar se o profissional apresenta serviços que são pertinentes ao perfil do seu negócio.
Para isso, é importante ficar atento a diversos fatores: aos valores de honorários, estrutura física do escritório de contabilidade, estrutura tecnológica, canais de comunicação, quantidade de colaboradores, quantidade de clientes e muito mais. É preciso escolher o contador ideal para o seu tipo de negócio.
9) Verifique se o contador/escritório está registrado no CRC
O Conselho Regional de Contabilidade (CRC) é o órgão competente que atua no sentido de regularizar os serviços prestados pelos escritórios e contadores. Portanto, jamais contrate um contador sem antes verificar se o profissional ou o escritório para o qual ele trabalha está em situação regular diante do CRC.
Essa é uma forma de garantir serviços de excelência e dispor de um contador que trabalha em conformidade com o Conselho de sua região.
10) Não deixe de analisar os canais de comunicação oferecidos pelo contador
Por se tratar de um profissional que precisa estar acessível quando você e a sua empresa precisarem, é importante que você analise quais são os canais de comunicação que o contador oferece.
Por exemplo, você deve verificar qual é o tempo de resposta e, também, se o contabilista oferece suporte via e-mail, telefone, WhatsApp e ferramentas do tipo. Afinal, esses canais são essenciais para que, nos momentos mais cruciais, você possa ter suporte de qualidade com tempo rápido de resposta.
11) Tire todas as suas dúvidas em relação ao serviço do contador
Antes de firmar a parceria com o contador, que terá total acesso à vida econômica de sua empresa, tire todas as dúvidas que lhe vierem à cabeça.
Sobretudo, essa atitude é fundamental para que você e o contabilista possam ter uma relação de confiança, haja vista que será primordial ter esse tipo de parceria. Caso você já tenha conversado algumas vezes com o contador e não tenha se sentido seguro, talvez seja melhor procurar por outros profissionais até encontrar o que te fará se sentir seguro o suficiente.
Por que é importante ter esses cuidados antes de contratar um contador?
Como você pôde conferir ao longo deste artigo, o contador é justamente o profissional responsável por cuidar de toda a documentação e dos aspectos mais importantes da saúde econômica de sua empresa.
Isto é, o contabilista é essencial para manter as finanças empresariais estruturadas. Por todos estes motivos, é um profissional que tem acesso às informações sigilosas e confidenciais acerca do capital do seu negócio.
No entanto, é muito comum que algumas empresas tenham muita “dor de cabeça” quando contratam um contador que não corresponde às suas expectativas e/ou não apresente resultados satisfatórios.
Portanto, tomar todas essas precauções e ter todos esses cuidados é algo importante para que você tenha a certeza de estar contratando não apenas um profissional qualificado e eficiente, mas que também trabalhe de forma ética.
Quando NÃO contratar um contador?
Caso você faça uma pesquisa e note que outros clientes do contador, ou do escritório de contabilidade, não indicam os serviços desse profissional ou dessa empresa, é melhor passar longe.
Provavelmente essas pessoas não indicam os serviços porque foram, de alguma forma, prejudicados. O contador é quem, sobretudo, ajuda na tomada de decisões da sua empresa e, por isso, é importante fugir dos maus profissionais e principalmente, dos que não trabalham de forma ética.
Além disso, se você percebe que o contador não demonstra ser um profissional que está sempre atento às finanças de sua empresa e não oferece suporte de qualidade nos momentos em que você mais precisa, provavelmente é melhor escolher outro.
Afinal, o contabilista precisa ser um profissional dedicado e que está disponível quando a sua empresa passa por momentos de intempéries e dificuldades financeiras.
Banco de horas ou horas extras? Qual a melhor maneira de controlar as horas adicionais trabalhadas pelos seus funcionários? Esta dúvida costuma ser bastante frequente para os gestores das empresas. Estes dois conceitos muitas vezes são confundidos tanto pelos gestores, quanto pelos funcionários em geral.
Entender o que significam estes termos é fundamental para o controle por parte dos gestores do negócio, para que não cometam irregularidades trabalhistas e para os colaboradores, que assim ficam por dentro de todos os seus direitos. Quer saber definitivamente quais as diferenças entre banco de horas e horas extras e assim analisar a melhor opção para utilizar em sua empresa? Então fique com a gente neste artigo!
Afinal, o que são horas extras?
De acordo com as leis da CLT, os empregados não podem exceder a carga horária de 8 horas diárias ou 44 horas semanais. Em caso de essa carga horária ser excedida, cabe aos empregadores realizar o pagamento de horas extras, que são portanto horas adicionais trabalhadas além da jornada tradicional.
Garantido pela Constituição Federal de 1988, o pagamento de horas extras é um direito dos trabalhadores que prevê o pagamento de cada hora adicional trabalhada pelo valor mínimo de 50% sobre o valor da hora normal.
Este valor pode aumentar em caso de haver um acordo entre empregados e empregadores, mas não pode em hipótese alguma, ser inferior a 50% sobre o valor da hora normal de trabalho.
Também é importante ressaltar que o número de horas extras trabalhadas não pode exceder a carga de duas horas diárias.
Como calcular o valor das horas extras?
Como falamos anteriormente, o valor da hora extra é 50% maior em relação a hora normal trabalhada pelo funcionário. Portanto, para calcular o valor da hora extra é indispensável realizar o cálculo da hora normal.
Para calcular o valor da hora normal trabalhada pelo funcionário, deve-se levar em conta os valores de seu salário mensal e o número de horas mensais trabalhadas, como mostra a fórmula a seguir:
Hora trabalhada = salário mensal / quantidade de horas mensais trabalhadas
Vamos a um exemplo prático: um funcionário recebe R$ 2,800,00 por mês e trabalha 36 horas semanais. Sendo assim, a quantidade de horas mensais trabalhadas será de 180 horas. Portanto, para se calcular o valor da hora trabalhada neste caso, deve-se dividir 2.800 por 180. Logo, o valor da hora trabalhada seria de R$ 15,5.
Tendo o valor da hora trabalhada, para calcular o valor da hora extra neste caso, basta somar o valor da hora trabalhada (R$15,5) + 50%. O valor da hora extra deste trabalhador seria de R$ 23,25.
O banco de horas, por sua vez, é um acordo de compensação entre empregados e empregadores. Ao invés de receberem um valor extra pelas horas adicionais trabalhadas, os colaboradores ganham o direito de reduzir a carga horária em outro dia de trabalho de acordo com a quantidade de horas extras que foram feitas em determinado dia.
Assim como o recebimento de horas extras, o aproveitamento do banco de horas também está previsto na CLT, no artigo 59.
Cabe portanto aos empregadores optar a melhor forma de compensação pelas horas adicionais trabalhadas por seus funcionários: se com o pagamento de horas extras ou então com o banco de horas, em que os empregados ganham o direito de reduzir a sua carga horária.
Mas é importante ressaltar que o banco de horas só poderá ser utilizado se houver um acordo coletivo entre a empresa e o sindicato da respectiva categoria.
Em caso de aceitação do sindicato, as empresas também podem utilizar um limite de banco de horas, que geralmente é de um ano. Quando esse período é excedido, a empresa deve realizar a compensação através do pagamento de horas extras.
Além de folgas ou saídas mais cedo da jornada de trabalho, bem como chegadas mais tarde a empresa, o banco de horas também pode ser utilizado como dias a mais de férias para o colaborador. Assim como ocorre nas horas extras, as horas acrescidas no banco de horas equivalem a um aproveitamento de 50% a mais do que as horas que foram trabalhadas de forma adicional.
Portanto, se o colaborador trabalhou duas horas adicionais, ganha o direito de folgar três horas. Em caso de o colaborador trabalhar integralmente em um domingo ou feriado, ganha-se o direito a folga integral em outro dia
Quais as vantagens e desvantagens do pagamento de horas extras?
Vantagens para os empregados: com o recebimento de horas extras, os trabalhadores são devidamente recompensados financeiramente por exceder a sua carga horária de trabalho eventualmente, de acordo com a necessidade da empresa. Sendo assim, os empregados sentem-se motivados para tal. O recebimento de horas extras pode significar um aumento significativo no salário dos empregados, de acordo com a frequência que for acordada com suas respectivas empresas.
Vantagens para os empregadores: o pagamento de horas extras aos funcionários garante a motivação dos mesmos, não comprometendo a produtividade da empresa. Além deste fator, o devido pagamento das horas excedidas de trabalho, faz com que as empresas não tenham que enfrentar nenhum problema trabalhista com seus empregados.
Desvantagens para os empregados: com o pagamento de horas extras em detrimento da utilização do banco de horas, os funcionários não possuem direito a qualquer falta ou redução de carga horária sem justificativa. Sem o banco de horas, as faltas não justificadas do trabalhador são descontadas diretamente da sua folha salarial.
Desvantagens para os empregadores: dependendo da frequência de horas extras solicitadas aos funcionários, pode haver um grande impacto na folha de pagamento da empresa, ao contrário da utilização do banco de horas. Além do quesito financeiro, o pagamento de horas extras não pode flexibilizar os serviços de cada colaborador de acordo com a variação da demanda.
Quais as vantagens e desvantagens da utilização do banco de horas?
Vantagens para os empregados: a utilização do banco de horas permite uma maior flexibilização dos horários dos colaboradores, que poderão utilizar as horas trabalhadas adicionalmente como folga ou redução da jornada de trabalho em outro dia. Com horas disponíveis no banco de horas, os colaboradores possuem total liberdade para se ausentar do trabalho por motivos pessoais. Basta comunicar aos gestores.
Vantagens para os empregadores: há muitas empresas que trabalham com produção sazonal, ou seja, que varia a sua produção de acordo com a demanda. Com o controle do banco de horas dos funcionários, empresas que realizam esse tipo de produção podem dar folga para alguns colaboradores em dias de pouca demanda. Mas é importante realizar uma definição prévia das folgas. Assim, evita-se que muitos colaboradores do mesmo setor da empresa façam o aproveitamento do banco de horas no mesmo dia. Outra vantagem que a utilização do sistema de banco de horas traz para as empresas, obviamente, é a economia gerada pelo não pagamento das horas extras. Sendo assim, as empresas terão duas horas de trabalho dos funcionários totalmente sem custo.
Desvantagens para os empregados: com a utilização do banco de horas, neste caso as horas a mais trabalhadas pelos colaboradores além da jornada tradicional de trabalho, não serão acrescidas em seus respectivos salários. Além disso, em caso do não aproveitamento do banco de horas em um período de 1 ano pelos colaboradores por falta de controle, eles perdem o direito de faltas não justificadas.
Desvantagens para os empregadores: em caso de os funcionários não aproveitarem o seu banco de horas durante um período de 12 meses, a empresa terá que realizar o pagamento das horas extras que não foram aproveitadas. Em caso contrário, as empresas podem se envolver em processos judiciais.
A importância do controle de horas trabalhadas
Já falamos sobre as diferenças entre o pagamento de horas extras e a utilização do banco de horas. As duas formas apresentam vantagens e desvantagens tanto para empresas quanto para os empregados. Cabe aos gestores definir o tipo de compensação que será adotada.
Mas é importante ressaltar que qualquer forma de compensação deve ser extremamente controlada tanto por empregadores quanto por empregados.
É de suma importância que a sua empresa possua um adequado e eficiente sistema de controle de ponto. Existem várias formas para o controle de horas trabalhadas, como o livro de ponto, sistema de ponto por biometria ou por cartão eletrônico, dentre outros.
O controle de horas trabalhadas é fundamental para que as empresas façam uma adequada verificação das horas extras e também para gerenciar as faltas que são de direito dos colaboradores devido ao banco de horas, assim como as faltas não justificadas.
Para os colaboradores, esse controle é essencial para garantir os seus direitos, sejam eles de recebimento de horas extras ou do aproveitamento de banco de horas!
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