O livro “O Segredo de Luisa” de Fernando Dolabela é um dos maiores exemplos brasileiros da área de empreendedorismo, desde seu lançamento em 2006.
Sua popularidade teve muito a ver com o fato de ter sido construído como uma narrativa, com todos os assuntos relacionados à abertura de empresas e iniciação no mundo dos negócios sendo tratados de forma didática e envolvente.
Quem é Luísa?
A personagem central é Luísa Vianna Pinheiro, de 20 anos. Ela é natural da cidade de Ponte Nova, em Minas Gerais, filha de Maria Helena e Geraldo, e noiva de Delcídio.
Quando o livro começa, descobrimos que, apesar de interessada na área de Comunicação, Luísa acaba sendo influenciada pelo pai a tentar um novo vestibular para Odontologia. O sonho de que ela se tornasse dentista era do pai, não dela própria, mas ela cede aos desejos de Sr Geraldo.
Depois de aprovada, a nossa protagonista se muda para Belo Horizonte para estudar na Universidade Federal de MG. Antes de sua mudança, Luisa já havia passado muito tempo na loja de sua tia Fernanda, a Sereia Azul, famosa na região de Ponte Nova. Era um estabelecimento multifuncional que vendia diversos produtos diferentes.
Luísa se inspirava muito em sua tia, por ter conseguido abrir a loja e também por seus dotes culinários fenomenais. A própria Luísa tinha a cozinha como hobby.
Uma das coisas que resultavam desse dote de sua tia era sua goiabada-cascão, considerada por todos que a provavam como a “mais gostosa do Brasil”. Só quem conhecia essa gostosura eram os amigos e viajantes que por ali passavam, o público em sim nunca se expandiu.
Em Belo Horizonte, Luísa está morando com sua irmã Tina, que cursa Administração de Empresas. É lá, ao oferecer para um amigo um pouco da goiabada-cascão de sua tia, que Luísa tem a primeira ideia empreendedora de sua vida.
Depois de elogios, seu amigo pede para levar um pouco para sua mãe, e Luísa então percebe: ela tem um produto incrível e (ainda) não explorado nas mãos.
O amadurecimento da ideia
Muito confiante, Luísa decidiu ir até Ponte Nova para contar sua ideia para a tia Fernanda. Deixando claro que o sonho de ser dentista nunca fora seu, ela deixou a tia admirada com seu entusiasmo, mas também um pouco assustada, considerando-a doida. Ainda assim, Luísa fez perguntas e compartilhou seus planos, que já envolviam embalagens, nome e vários outros detalhes.
O nome, aliás, seria “Goiabadas Maria Amália”, em homenagem à sua falecida avó. Ao saber disso, entretanto, Fernanda a lembrou de que Maria Amália sempre quisera um doutor ou doutora na família, e recomendou que ela continuasse com a faculdade e esquecesse essa história.
Mesmo desanimada, Luísa passou a noite toda conversando com a tia e conseguiu pelo menos duas sugestões: a primeira era de que terminasse seu curso de qualquer maneira, porque assim seria mais fácil convencer seu pai da sua nova ideia. A segunda era de que ela procurasse pessoas que pudessem ajudá-la a tirar suas dúvidas e aconselhá-la.
Luísa voltou para Belo Horizonte já com alguém em mente: um professor de computação que havia desenvolvido uma disciplina de empreendedorismo em sua faculdade, do qual ficara sabendo através de um colega. Antes de ir atrás dele, porém, ela resolveu fazer um teste com sua irmã Tina: comprou um pacote de goiabada em uma mercearia e disse que a tia havia enviado.
A reação da irmã foi cuspir e dizer que Fernanda havia feito aquilo com goiaba estragada. Então, Luísa se sentiu confiante para compartilhar sua ideia, tendo já uma prova de que o seu produto não existia no mercado.
Em seguida, ela foi atrás de Pedro, o professor. Em uma conversa de duas horas, Luísa saiu com mais perguntas do que entrou. Pedro lhe questionou a respeito de diversos fatores que ela não havia considerado ainda, como quais eram seus concorrentes ou qual seria seu fornecedor.
O professor ainda listou as principais dificuldades encontradas por pequenos empreendedores na hora de abrir suas empresas, e enfatizou que seria necessário tempo e dedicação.
Ao longo de outras visitas, Luísa e o professor se tornaram amigos. Pedro sugeriu que Luísa fizesse pesquisas de mercado e de viabilidade financeira, descobrisse mais sobre como seria seu processo de produção e outros detalhes.
Também lhe recomendou que procurasse por um padrinho para seu negócio, algum empreendedor já experiente que pudesse lhe fornecer informações e conselhos, e alguns órgãos de apoio como o Sebrae e a Federação das Indústrias. Ele também a ajudou com um material para servir de base, e com algumas instruções sobre quais deveriam ser seus próximos passos.
Luísa percebeu que seria mais fácil se manter com a Odontologia e o casamento marcado com Delcídio, mas ela já não sentia mais falta dele e considerava a faculdade apenas um obstáculo. Ela passou a dedicar cada vez mais tempo para sua empresa, afastando-se do noivo e da família.
Com a ajuda de Pedro e de um software que ele lhe indicou, chamado MakeMoney, ela conseguiu organizar todos os pormenores de seu plano.
Então, com uma visão mais madura de sua ideia, ela pensou em tudo que faltava: fornecedores, clientes, concorrentes, gastos, lucros, impostos, fluxo de produção, missão da empresa e mais. Com tudo isso, ela contatou seu amigo Eduardo para ser seu consultor em administração. Estava, então, pronta para começar a elaborar seu plano de negócios.
Os obstáculos
Enquanto tudo isso acontecia, sua família e seu noivo já estavam sabendo de seus planos e se reuniam para tentar pensar em algo para fazê-la desistir deles. Nas férias de julho, Luísa resolveu ir até Ponte Nova para visitá-los, e foi recebida por notícias péssimas (para ela).
O dono da clínica odontológica da cidade, Dr. Luís, estava ali para convidá-la a trabalhar com ele quando concluísse seu curso. Com a novidade, seu pai lhe ofereceu um apartamento e uma viagem ao Caribe na lua de mel, após o casamento com Delcídio. Luísa fingiu-se de feliz, mas ficou bem abalada.
Voltando a Belo Horizonte, porém, ela ouviu do professor Pedro tudo o que precisava ouvir: não desista.
Finalizando o plano
Pedro resolveu escolher um padrinho para o negócio de Luísa. Ele a apontou para o Sr. André, grande empresário e dono de uma fábrica de biscoitos. Ele aceitou o apadrinhamento.
Ela realizou pesquisas de fornecedores, clientes e concorrentes e coletou dados sobre tudo o que havia pensado. Também fez uma análise de mercado e elaborou suas estratégias de marketing, incluindo embalagem, divulgação e teste. Com tudo em mãos, ela estava pronta para apresentar o plano a André, que começou a conversar sobre sociedades e parcerias.
No meio do caminho para o sucesso, ela havia visitado Ponte Nova mais uma vez e levado Pedro, que acabara se apaixonando pela tia Fernanda. Mais tarde, na formatura de seu curso, da qual ela era oradora, ela improvisou um discurso e aproveitou a família toda unida para terminar com Delcídio e apresentá-los a Eduardo, com quem andava agora namorando.
Um tempo depois, Eduardo ficou desconfiado de algumas saídas frequentes de Luísa e a seguiu para descobrir que ela era voluntária em uma organização que ajudava crianças carentes: seu segredo.
Mais tarde, ela seguiu seu o trabalho com André, que lhe indicara três amigos que ela poderia pedir sociedade. Um deles aceitou, fornecendo-lhe instalações e equipamentos em troca de R$0,05 de cada unidade de goiabada produzida. O contrato foi assinado e Luísa, finalmente, começou a produzir.
O tempo passou e a “Goiabadas Maria Amália Ltda” fez grande sucesso, inclusive com altos índices de exportação. Ao final do livro, Luísa recebeu o Prêmio de Empreendedor Global, da GMA. Sua família estava orgulhosa de sua inteligência e perseverança, e Luísa concretizou seu sonho.
Você sabia que 74% dos consumidores aceitariam gastar mais com empresas para terem um atendimento excelente? É o que diz a pesquisa da American Express.
Em um mundo cada vez mais globalizado, torna-se difícil se destacar perante tantos concorrentes. No entanto, grandes empresas já entenderam que a melhor forma de ganhar espaço no mercado é caprichando no atendimento. Por isso, hoje nós vamos te dar seis dicas infalíveis para oferecer um atendimento excepcional!
Ficou interessado? Então continue a leitura!
1. Seja rápido
O consumidor de hoje em dia não gosta de esperar. Ele quer tudo para já e se não for atendido na hora, vai procurar pelo concorrente. É preciso ter um bom timing se quiser se destacar na era dos smartphones e tablets e, por isso, nossa primeira dica é a agilidade.
Nunca deixe um consumidor esperando, mesmo que ele ainda não seja seu cliente. Se ele tiver alguma dúvida ou reclamação, escute-o. Segundo uma pesquisa realizada pela Rightnow, a segunda maior razão pela qual uma empresa perde o cliente é a incapacidade de resolver o seu problema de uma forma ágil, perdendo apenas para o fato de o cliente se sentir mal tratado.
É gigantesco o número de pessoas que desistem ou param de fazer negócio com a marca por conta de uma demora no atendimento, principalmente quando o assunto do contato é uma reclamação. Se o cliente procura a sua empresa para fazer uma reclamação, é porque está chateado e sendo assim, quanto mais tempo você demorar para responde-lô, pior será.
Por isso, na corrida pela vaga de marca com o melhor atendimento você deve sair na frente.
2. Tenha empatia com o cliente
A empatia é a capacidade de se colocar no lugar do outro. Grandes gestores possuem essa habilidade e por isso tornam-se grandes líderes. Saber se colocar no lugar do outro, mesmo quando não concorda com ele ou quando seus valores não batem, pode ser uma tarefa bem difícil.
Por isso, recomendamos que toda a equipe de atendimento que fará o trabalho de suporte, tenha alta capacidade de sentirem-se empáticos e demonstrar empatia aos consumidores.
Quando o cliente sente que está sendo ouvido e entendido, a relação entre marca e consumidor fica muito mais fácil. Segundo uma pesquisa divulgada pela Kissmetrics, 79% dos consumidores que reclamaram da qualidade no atendimento foram totalmente ignorados. telefone
Já imaginou ser ignorado quando procura por algum tipo de suporte? Inaceitável, né? Por isso, pense sempre no que o cliente vai sentir e trate-o como você gostaria de ser tratado.
3. Resolva o problema do cliente
Se o cliente vai até você com um problema, ele, obviamente espera que este problema seja prontamente resolvido. Se você não o faz, ele se decepciona. Sendo assim, priorize sempre resolver a situação relatada pelo cliente. Ainda que o problema seja “seu funcionário me tratou mal”, você precisa dar um pedido de desculpas e fazer algo para deixar o cliente feliz novamente.
Acredite, cliente feliz=novos clientes chegando. A Apple, uma empresa referência em tecnologia, mas também em atendimento, ficou famosa por resolver rapidamente os problemas do cliente trocando imediatamente o aparelho. Alguns podem falar que eles são malucos de, ao invés concertar o problema, trocar o aparelho.
No entanto, esse tipo de diretriz chamou a atenção do público e levou a marca ainda mais clientes. Portanto, se você tiver condições de resolver o problema a qualquer custo, faça-o. Ah, e nada de deixar seus clientes falando com máquinas hein?
Segundo uma pesquisa da Genesys, 67% dos consumidores já desligaram o telefone por não conseguirem falar com um atendente de verdade. Nada legal.
4. Treine muito bem sua equipe de atendimento
De nada adianta o gestor ser muito bom no trato com o público se o resto da equipe não é. É preciso que todos os funcionários que tenham contato com o público saibam demonstrar o mesmo tipo de atendimento diferenciado e humanizado. Lembrando que ter um padrão de atendimento não é sinônimo de tratar todos os consumidores da mesma forma.
Perfis de pessoas diferentes podem ser tratados de maneiras diferentes, porém, sempre com respeito e como já dissemos, com empatia. Se a sua equipe não parece estar preparada para o atendimento ao público ou tem tido dificuldades para lidar com certos tipos de clientes, recomendamos investir em um treinamento de atendimento ao cliente.
Esses tipos de treinamentos podem ajudar sua equipe a entender a importância de se oferecer um atendimento de excelência, além de ensinar técnicas e segredos.
5. Atenda o cliente pela plataforma que ele preferir
Hoje em dia as marcas tem diversas plataformas para serem vistas pelo seu público em vários lugares, sendo assim, os consumidores também podem tirar dúvidas de plataformas diferentes. Chat online, formulários, Facebook, Linkedin e e-mail são apenas alguns dos canais pelos quais seus clientes podem te procurar.
O público mais jovem em especial costuma gostar muito de tirar dúvidas, fazer reclamações e elogios por redes sociais e você deve tomar muito cuidado com isso. Como já dissemos, se o cliente quer ser atendido pelo Facebook, tudo bem, ele deve ser atendido por lá, entretanto, no Facebook tudo é exposto e qualquer deslize que você dê com o cliente pode gerar resultados catastróficos.
Por isso, cuidado. Responda sempre com educação e simpatia, mesmo que o cliente esteja sendo rude, e nunca – repito, nunca – apague os comentários.
6. Capriche no pós-venda
Quem trabalha diariamente com atendimento sabe que manter um cliente é bem mais barato que conquistar um cliente novo. Por isso, muitas empresas investem em pós-vendas efetivos e fidelizadores, que visam continuar o contato da marca com o cliente mesmo após a venda do produto, buscando assim transformá-lo em um cliente fiel.
Post escrito pelo blog Desk Manager, em 17/04/2018
Existem diversas contribuições devidas pelo empreendedor brasileiro. O Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) é uma delas, sendo um tributo federal que incide sobre empresas legalizadas e operantes com CNPJ.
Como empreendedor, ainda que não seja um especialista em contabilidade, é útil que você entenda o mínimo exigido sobre questões legais, e é nessa lógica que compreender o IRPJ e o seu funcionamento pode fazer a diferença no seu negócio.
Sendo assim, para que você tenha como cuidar melhor da sua empresa, é preciso conhecer mais sobre esse imposto. Por isso, não perca mais tempo. Acompanhe o texto!
Quem deve declarar o IRPJ
O fator determinante para saber se é preciso ou não entregar o imposto de renda de uma organização é o seu modelo de constituição jurídica. A declaração deve ser apresentada por todas as pessoas jurídicas. Sejam elas equiparadas de forma centralizada pela matriz, empresas extintas, cindidas parcialmente, cindidas totalmente ou companhias fusionadas/incorporadas.
A exceção fica por conta das empresas enquadradas no regime Simples Nacional. Nesse caso, é assegurada a forma simplificada de pagamento das obrigações tributárias. Assim, não sendo necessário fazer a declaração de imposto de renda separadamente. Ainda assim, existe a obrigatoriedade de se fazer uma declaração anual de faturamento.
O IRPJ e seu funcionamento
O pagamento do IRPJ deve ser feito por meio da DARF (abreviação de Documento de Arrecadação de Receitas Federais). Essa é uma guia que pode ser gerada pelo contador no Ministério da Fazenda e na Secretaria da Receita Federal. Esse pagamento pode ser feito trimestralmente, nos dias 30 ou 31 dos meses de março, junho, setembro e dezembro.
Também é possível fazer a apuração anualmente, sempre no dia 31 de dezembro. Isso, caso a empresa opte por adotar a modalidade de Lucro Real.
Em função disso, é preciso saber como o imposto pode ser calculado. O IRPJ depende do regime tributário em que a empresa se enquadra. Assim, as opções são as seguintes:
Na sequência, saiba de maneira mais detalhada como funciona o imposto em relação a cada regime tributário disponível.
Pagamento do imposto de renda
Os regimes tributários realizados no Brasil são de 3 ordens. Eles permitem que as empresas possam selecionar a melhor opção para a as contribuições no sistema tributário. Assim, determinamos essas ordens no sistema: Lucro Real, Lucro Presumido, Simples Nacional.
Cada regime tributário é selecionado conforme as áreas de atuação do empreendimento. Nele, a apuração do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica dependerá de três coisas: da sua atividade econômica; do o segmento em que atende; e da demanda de valores movimentados anualmente.
A pessoa jurídica que deseja o cálculo do seu imposto de renda fundamentado no lucro real deve realizar o pagamento dos valores incidentes em um período trimestral a partir de balanços contábeis que devem ser realizados nos períodos determinados para as declarações.
O IRPJ com base no lucro presumido tem a sua apuração realizada sobre os quatro trimestres do ano. E, a partir deste processo, supõem-se os valores de lucro sobre determinado montante no final do período predeterminado.
Na sistemática do Simples Nacional, o imposto é pago através de um Documento de Arrecadação do Simples Nacional. Esse documento é o DASN-SIMEI. O valor deste deve ser pago de forma mensal e integrada a outros tributos que incidem sobre a pessoa jurídica. Tudo deve estar em conformidade com as atividades econômicas realizadas pelo empreendimento no seu segmento de mercado.
Realizando a declaração do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica
Cada empreendimento tem a oportunidade de optar por um tipo de regime tributário específico e correspondente para as suas necessidades. Assim, a declaração desses impostos deve ser realizada conforme a determinação do contribuinte. Nessa perspectiva, vamos abordar os meios de declaração para cada caso: simples nacional, lucro presumido e lucro real.
O IRPJ no Simples Nacional
Abreviação de Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, o SIMPLES é ideal para empreendimentos menores.
O Simples Nacional apresenta uma série de facilidades para tornar simples a relação do empreendedor com as diferentes obrigações legais. O regime foi instituído no dia 1º de julho de 2006 e contempla micro e pequenas empresas. Sua proposta é reunir os diversos tributos devidos na guia única chamada de DAS. O DAS é o Documento de Arrecadação do Simples, nele são concentrados impostos de natureza municipal, estadual e federal. No total, são oito tributações reunidas no documento.
Dessa forma, a relação dos optantes com suas obrigações — entre elas o IRPJ — é facilitada. Isso, porque não existe tanta burocracia para a realização do processo. Todos os impostos estão dentro da guia paga na emissão de Notas Fiscais. Esses valores que variam de acordo com a taxa de faturamento das empresas.
As pessoas jurídicas que optam pelo pagamento do Simples Nacional, devem cumprir com as exigências do governo federal. Uma das formas é realizando a declaração através do DEFIS. Nessa declaração, ficam registrados:
o faturamento anual da empresa;
as aplicações financeiras realizadas no decorrer de um período;
a informação de vendas de ativo imobilizado (sempre que houver essa incidência);
as aquisições realizadas no decorrer do ano;
e o lucro do capital.
O IRPJ no Lucro Real
Você pode apurar o seu imposto de renda tomando como base o lucro real obtido por sua empresa. Neste caso, não existe a possibilidade de pagar menos ou mais do que o valor devido.
O Lucro Real é uma alternativa para a maioria das empresas, mas é uma obrigatoriedade para instituições que atuam no setor financeiro, como bancos e corretoras de títulos. Assim, todas as empresas que não se encaixam no Simples Nacional ou no Lucro Presumido são tributadas no Lucro Real.
O regime considera os valores reais que a empresa apresenta, cobrando sobre eles uma alíquota de 15% do faturamento. Dessa forma, uma companhia que tenha faturado, por exemplo, R$ 1 milhão em um ano, terá que pagar R$ 150 mil de Imposto de Renda.
Caso o lucro ultrapasse a marca de R$ 20 mil/mês, ainda será obrigatório pagar um adicional de 10% sobre o valor excedido.
O IRPJ no Lucro Presumido
O Lucro Presumido é a principal alternativa em relação ao Lucro Real. O Lucro Presumido se destina a companhias que apresentam um faturamento entre R$ 4 milhões e R$ 78 milhões.
No Lucro Presumido, as empresas não precisam apresentar sua contabilidade detalhadamente para mostrar como alcançaram seus resultados. Elas atribuem um lucro tributável com base na porcentagem do faturamento obtido.
Assim, o governo presume o percentual do lucro conforme uma tabela que varia entre 1,6% a 32% do faturamento. Consequentemente, a porcentagem do Lucro Presumido é deduzida da receita operacional, valor sobre o qual é aplicada trimestralmente uma taxa de 15% como IRPJ.
Em termos práticos, se uma empresa se enquadra na margem de 32%, faturando R$ 100 mil, ela terá um lucro estimado de R$ 32 mil. Aplicando 15% de IRPJ, a dívida será de R$ 4.800.
Como a forma de declaração do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica optante pelo lucro presumido ou pelo lucro real são as mesmas, é possível falar desses meios de declaração em um único tópico. A declaração, nesses casos, é realizada através de um programa disponibilizado pela receita Federal. Esse programa é o ECF-Escrituração Contábil Fiscal. Nele, os dados fiscais e Contábeis da empresa são cruzados e controlados a partir das informações transmitidas nesse CNPJ.
O IRPJ no Lucro Arbitrado
O Lucro Arbitrado é um modalidade especial de tributação. Ele surge quando a empresa não atende às condições necessárias na prestação de contas nos regimes disponíveis. Sejam eles o Simples Nacional, o Lucro Real ou o Lucro Presumido.
Nesses casos, quem apura é a autoridade tributária. Quando isso acontece, o cálculo do IRPJ segue uma alíquota de 15% sobre o respectivo Lucro Arbitrado. Nessa modalidade, em casos de valores acima de R$ 60 mil/trimestre, haverá um adicional de 10%.
O adicional do Imposto de Renda
A cota do lucro real que estiver acima do resultado da multiplicação de R$ 20 mil pelo número dos meses do respectivo período de apuração é sujeita à incidência do adicional (alíquota de 10%).
Da mesma forma, é sujeita ao adicional a parcela da base de cálculo estimada mensal quando a pessoa jurídica opta pela apuração do IRPJ sobre o lucro real anual, presumido ou arbitrado, superior a R$ 20 mil.
Caso a pessoa jurídica opte pela apuração do Lucro Presumido ou Arbitrado, o adicional deverá incidir sobre a cota superior ao resultado da multiplicação de R$ 20 mil pela quantidade de meses do respectivo período em que foi feita a apuração.
Informações adicionais
Empresas que atuam com atividades filantrópicas, culturais, recreativas e científicas são isentas do pagamento do Imposto de Renda.
O IRPJ pode ser pago por meio da guia chamada DARF, gerada pelo contador, exceto para optantes do Simples Nacional, que podem utilizar somente o DAS.
É preciso salientar que, diferentemente do Imposto de Renda de Pessoa Física, contribuição devida pelas pessoas físicas, o IRPJ não é anual. Como visto anteriormente, ele deve ser pago a cada três meses. No caso de quem está sob o regime tributário de Lucro Real, existe a possibilidade da apuração ser mensal.
Como visto, a definição do regime tributário da sua empresa tem total importância em relação ao IRPJ. Sendo assim, não deixe de fazer um planejamento tributário adequado para garantir que tanto o seu faturamento quanto o tipo de atividade exercida sejam devidamente considerados na definição do regime e sua empresa tenha como diminuir seus gastos no cumprimento de tributos.
Prazos e multas
Para transmitir adequadamente a declaração de Imposto de Renda, é obrigatória a utilização de assinatura digital com certificado digital válido. Outra questão que merece atenção se refere aos prazos. Quem atrasa para entregar a declaração está sujeito a multas que variam entre 2% a 20%. É cobrado também um valor de R$ 20,00 por um apanhado de dez informações omitidas ou incorretas.
Caso a declaração seja entregue antes da notificação feita pela Receita Federal, a multa será reduzida em 50%. Agora, se feita a intimação pelo Fisco e entregue dentro do prazo, a redução será de 75%.
Organização das informações sobre o negócio
É fundamental que as informações transmitidas à Receita Federal sejam verídicas. A coerência entre o que é declarado e os registros contábeis da empresa são essenciais para que não haja problemas futuros com o Leão. Para garantir que tudo correrá bem, a organização das informações deve acontecer cotidianamente.
É bom lembrar que os recursos utilizados para fazer a fiscalização estão cada vez mais sofisticados. Por isso, mantenha o seu controle financeiro, fluxo de caixa e notas fiscais dentro da legalidade e de forma a encontrar tudo o que você precisa facilmente. Isso garante que o processo seja feito adequadamente e sua empresa não correrá riscos caso algum dado seja incompatível com as informações que os órgãos oficiais possuem. Softwares de gestão são ótimas ferramentas para esse tipo de auxílio.
Opte por ferramentas que trabalham “na nuvem”, ou seja, conte com o sistema Cloud Computing, opção que torna acessível o controle em qualquer lugar que você esteja. Isso ajudará ainda mais os gestores na hora de repassar as informações à Receita ou ao profissional que fará esse serviço.
Disponibilidade Jurídica e Disponibilidade Econômica do IRPJ
O código tributário nacional, art. 43 determina a cobrança de impostos sobre os meios de renda e fatores geradores de movimentação econômica de pessoas físicas e jurídicas. Assim, a partir do exposto neste artigo, afirma-se a disponibilidade jurídica como uma forma de renda com recursos financeiros recebidos pelos honorários e por atividades que geram lucros ou investimentos nas finanças de um empreendimento.
Em relação ao fator econômico, a disponibilidade é relacionada aos acréscimos de patrimônio. E, independente da forma de disponibilidade dos recursos financeiros, todo empreendedor tem o dever de realizar a declaração do seu imposto de renda como pessoa física nos casos em que não possua identificação como empresa no regime IRPJ.
Necessidade da declaração do imposto de renda
A declaração do imposto de renda transmite aos órgãos competentes informações sobre as suas movimentações fiscais e Contábeis. Dessa forma, para comprovar o cumprimento dos seus deveres tributários como pessoa jurídica.
Muitas empresas contratam profissionais responsáveis pelos procedimentos contábeis, para a organização e para a manutenção do controle patrimonial. É imprescindível que o contador tenha acesso às informações sobre o fluxo de caixa da empresa. Assim como a emissão e recepção de notas fiscais do empreendimento. Dessa forma, ele consegue organizar os relatórios necessários com as informações relevantes para declarações do imposto nos respectivos regimes tributários.
Como uma forma de diminuir as demandas fiscais, é possível que a pessoa jurídica realize um controle dos seus valores tributários através de um planejamento. Nesse sentido, um planejamento tributário bem desenvolvido pode gerar menos custos. E, além disso, pode proporcionar a melhoria dos resultados organizacionais do seu empreendimento.
Formas do planejamento tributário
O planejamento tributário pode acontecer de forma:
Estratégica: Um planejamento tributário estratégico acontece no momento em que uma empresa se enquadra no regime tributário que mais está em conformidade com sua atividade. Assim, os valores pagos serão somente os correspondentes ao seu segmento.
Operacional: É a execução de forma responsável do pagamento dos valores. Esses devem estar dentro dos prazos para que não incidam sobre esses valores multas, com acréscimo dos valores.
Preventiva: Demanda conhecimento e ações inteligentes, capazes. Nelas, o profissional responsável por esse controle consegue identificar os melhores meios de contribuição. Assim, sendo capazes de preservar o patrimônio e rendimento do empreendimento.
Corretiva: Esse plano permite a correção dos valores tributários a partir da mudança do sistema declaratório optante, adequando a empresa a uma opção correspondente ao seu ramo de atividade e resgatando valores pendentes.
Especial: Esse planejamento é utilizado para determinada ação realizada na empresa e que seja capaz de gerar um impacto direto nos seus sistemas operacionais. São muito utilizados em tomadas de decisões importantes para o futuro do empreendimento.
Esse processo de gestão de tributos permite que os empreendimentos possam criar planos de ações capazes de diminuir a demanda tributária de forma legal e responsável. Para ações eficientes nesses processos de gestão estratégica, a contratação de profissionais qualificados para a organização tributária e contábil do seu empreendimento é muito importante para o desenvolvimento do seu negócio.
Um projeto bem administrado, com suas responsabilidades fiscais em dia e com a manutenção e controle do seu fluxo de caixa, permite um desempenho lucrativo e com maior rentabilidade para a empresa e sua visibilidade no mercado.
A importância de contratar um contador
Donos de empresas — com exceção dos Microempreendedores Individuais (MEI) — precisam manter um sistema de contabilidade efetivo, feito por um profissional qualificado. Nesse caso, aconselha-se a contratação de um contador. Ele será responsável por fazer o Imposto de Renda de Pessoa Jurídica e por preparar os informes de rendimentos para que sócios e funcionários possam entregar as suas declarações como Pessoa Física.
É possível não ter mais dor de cabeça com o IRPJ. Para isso, basta contar com as pessoas certas para ajudar nesse processo e as ferramentas adequadas. Assim você terá uma maior tranquilidade para lidar com suas atividades empresariais e focar em estratégias para o crescimento da sua empresa.
O fluxo de caixa é um dos principais indicadores financeiros. Ele realiza a mensuração de resultados do negócio e avalia a saúde financeira.
Controlar tudo o que entra e sai de seu orçamento empresarial, é absolutamente imprescindível. É com esse controle que se pode identificar com clareza as áreas que geram mais despesas e quais são as principais fontes de receita de sua empresa. Além disso, ele que permite avaliar se o seu caixa se encontra estável ou em uma situação negativa.
Se os valores de entrada são maiores que o de saída, a empresa consegue gerar capital, tendo lucro. Mas, em caso contrário, é preciso encontrar novas alternativas de receita, para reequilibrar o caixa.
Apesar de parecerem informações recorrentes na gestão empresarial, muitos gestores acabam tomando decisões em sua empresa sem fazer um controle rigoroso do fluxo de caixa. Isso faz com que essas decisões acabem comprometendo seriamente as finanças do negócio.
Com o fluxo de caixa atualizado constantemente, você possui dados mais concretos para a realização de ações estratégicas. Por exemplo, é possível fazer um corte de gastos. Com o registro adequado de absolutamente todas as movimentações de entrada e saída de caixa, a identificação de problemas financeiros torna-se muito mais facilitada.
Mas você sabia que existem diferentes tipos de fluxo de caixa que podem ser analisados em sua empresa? Existem algumas variações em relação a este indicador que podem trazer uma visão ainda mais aprofundada em relação as suas finanças empresariais.
Tipos de fluxo de caixa
Fluxo de caixa operacional
O fluxo de caixa operacional apenas faz o levantamento das despesas e receitas operacionais da empresa em determinado período. O fluxo de caixa operacional contabiliza somente as movimentações financeiras relacionadas a abastecimento e manutenção de estoque e pagamento de funcionários, por exemplo.
Como o próprio nome já diz, esse tipo de fluxo de caixa engloba apenas as questões essenciais para a execução das atividades operacionais do negócio. O fluxo de caixa operacional não contabiliza os investimentos da empresa, nem juros e impostos. Assim, ele também não avalia a necessidade de capital de giro.
Este indicador é essencial para empresas que ainda se encontram em estágio inicial e sendo assim, não possuem uma grande variedade de fontes de receitas e despesas e nem uma vasta quantidade de dados para se analisar.
Fluxo de caixa projetado
O fluxo de caixa projetado não contabiliza os valores que já foram efetivamente inseridos ou retirados do orçamento empresarial.
Conforme o nome já indica, o fluxo de caixa projetado tem como principal objetivo antever receitas e despesas futuras, de forma que você possa manter o orçamento da empresa preparado para arcar com as despesas e possa gerenciar adequadamente todos os prazos das contas a pagar e a receber.
Avaliar o fluxo de caixa projetado é essencial para não ser pego de surpresa e para enxergar com mais clareza a situação futura de suas finanças.
Fluxo de caixa direto
Entre os diferentes tipos de fluxo de caixa, este certamente é o mais utilizado pelas empresas de uma forma geral. Assim como o fluxo de caixa operacional, o fluxo de caixa direto também engloba as receitas e despesas relacionadas as atividades operacionais do negócio.
A diferença entre eles é que no caso do fluxo de caixa direto, também são incluídos investimentos, necessidade de capital de giro e impostos. É portanto, um indicador financeiro mais completo. O fluxo de caixa direto pode ser analisado diariamente, de acordo com cada movimentação financeira no caixa de sua empresa.
Fluxo de caixa indireto
O cálculo do fluxo de caixa indireto não está relacionado com as movimentações de entrada e saída de caixa. Mas sim, o que deve ser levado em conta é o DRE (Demonstrativo Resultado do Exercício), para verificar se a empresa obteve lucro ou prejuízo em determinado período.
Fluxo de caixa para investimentos
Feito a dedução de todas as despesas em seu orçamento, sejam elas relacionadas a atividades operacionais, impostos ou qualquer outro tipo de passivo da empresa, o fluxo de caixa para investimentos é o valor que sobra após estes financiamentos.
É este indicador que possibilita uma visão a respeito da viabilidade de seu orçamento para suportar ou não possíveis investimentos, como ações na bolsa de valores, por exemplo.
Fluxo de caixa livre
O fluxo de caixa livre tem o objetivo de avaliar a capacidade que a sua empresa possui de gerar capital para lidar com seus vencimentos dentro de um curto ou médio prazo. Para obter o fluxo de caixa livre, é preciso projetar os resultados da empresa entre um período de 60 a 90 dias.
Quais os cuidados essenciais no fluxo de caixa da sua empresa?
Para se obter qualquer um dos tipos de fluxo de caixa em sua empresa, é preciso ter alguns cuidados que podem fazer toda diferença na eficiência deste processo. É absolutamente essencial fazer um registro diário de todas as movimentações de entradas e saídas em seu orçamento, por menores que sejam os valores referentes a elas.
O esquecimento de qualquer informação pode causar equívocos nos relatórios de fluxo de caixa. Também é de extrema importância armazenar documentos como notas fiscais, recibos e contratos que comprovem as transações efetuadas pela sua empresa.
A utilização de um bom software de gestão financeira como o eGestor, é essencial para trazer maior agilidade, não só para analisar o fluxo de caixa, mas também para gerar diversos outros relatórios gerenciais para a sua empresa, como DRE, ABC de vendas e lucratividade, dentre muitos outros.
O eGestor também possibilita a realização de um controle de estoque automatizado a partir do registro de novas compras ou vendas no sistema e permite que você possa emitir notas fiscais e boletos bancários para seus clientes, além de muitas outras funcionalidades!
Toda empresa, seja qual for o seu porte e segmento de atuação, deve ficar especialmente atenta à necessidade de manter um sistema de controle financeiro rápido, seguro e eficaz.
Nos dias de hoje, conquistar uma empresa rentável, moderna e em constante processo de crescimento é uma tarefa complexa que exige dos empreendedores inúmeras habilidades, dentre elas a gestão e a execução de um controle financeiro eficiente.
É necessário frisar ainda, que algumas organizações prestam o serviço de controle financeiro eletronicamente, por meio da administração digital das finanças, emissão de notas fiscais online, bem como diversas outras facilidades.
Como essa é uma missão complexa, contar com o auxílio de uma ferramenta tecnológica pode ser bastante útil para sua empresa. Aliás, é sobre isso que falaremos no post de hoje.
Se você é um jovem empreendedor em busca de soluções que facilitem o seu dia a dia, reduzindo o tempo gasto nos processos e aperfeiçoando seus resultados, não deixe de ler esse post até o final!
Falaremos sobre a importância do controle financeiro e de como um gerenciador financeiro online pode se tornar um de seus grandes aliados. Ficou curioso? Então, acompanhe a seguir!
Por que se atentar ao controle financeiro do negócio?
Empreender é um grande desafio. Além de ter uma boa ideia e uma dose de coragem para trabalhar em prol de um sonho, é preciso adquirir conhecimentos e se dedicar a questões que são essenciais para a sobrevivência do negócio e que, muitas vezes, não se relacionam com as suas habilidades profissionais.
A gestão financeira é, sem dúvidas, uma das maiores responsabilidades do universo corporativo. É sabido entre os empreendedores que a falta de controle financeiro é uma das causas mais relevantes para o fracasso de inúmeras empresas no país.
A falta de acompanhamento e controle das finanças pode prejudicar até mesmo empresas que possuem um bom volume de vendas, pois o sucesso empresarial não depende apenas do setor de vendas e sim do equilíbrio entre todos os setores e de uma gestão financeira segura e eficaz.
Sendo assim, especialmente em um cenário de crise econômica e alta concorrência no mercado, cuidar bem das finanças é vital para a sobrevivência do negócio e, por isso, deve ser uma de suas maiores prioridades.
Um empreendedor de sucesso sabe que deixar essa obrigação em segundo plano, cedo ou tarde, o colocará em uma difícil situação, podendo, até mesmo, inviabilizar o funcionamento da empresa e levar ao encerramento de suas atividades.
É muito importante ressaltar que existem várias formas de se realizar esse controle, como o uso de planilhas ou os antigos livros de contabilidade.
No entanto, para evitar possíveis erros e economizar um tempo precioso que seria gasto em todo esse processo, o ideal é apostar em um programa de controle financeiro que faça essa gestão de uma forma automatizada e descomplicada, trazendo muito mais agilidade e praticidade neste processo, otimizando os resultados da empresa.
Qual o papel do planejamento financeiro no crescimento empresarial?
Como já ressaltamos no início deste texto, o controle financeiro é essencial nos dias de hoje. Não importa qual é o tamanho de sua empresa, tampouco a área em que você atua. Alcançar bons resultados está intimamente ligado à forma como você coordena as suas finanças.
Mas saiba que esse é apenas um dos passos a se seguir. De modo geral, o controle só funciona de maneira satisfatória quando há investimento também em um bom planejamento financeiro. Ou seja: não é possível ver um empreendimento crescer sem contar com o equilíbrio dessas duas estratégias.
Além de outras características, uma empresa de sucesso certamente tem um plano bem definido em relação às suas finanças e, obviamente, executa-o com eficiência e controle. Nesse ponto, não há muitos segredos, já que o essencial é disciplina, conhecimento, organização, ferramentas adequadas e muita persistência por parte do empreendedor.
O que queremos dizer é que o planejamento financeiro, aliado a um controle eficiente, é um dos maiores responsáveis pelo crescimento ordenado e seguro das empresas.
Portanto, um empresário que almeja aumentar seus lucros deve, antes de mais nada, planejar seus gastos e controlar adequadamente suas finanças, mantendo dados e documentos organizados e devidamente armazenados.
Por que investir em um sistema de controle financeiro?
Se você já se convenceu acerca da importância de um gerenciamento financeiro adequado e eficiente para o desenvolvimento de sua empresa, é provável que também já tenha percebido que essa não é uma estratégia simples de ser executada.
É comum que os empreendedores sintam dificuldades no momento de planejar, organizar e controlar suas finanças, principalmente quando são iniciantes e com pouco conhecimento na área. Mas, se essa é uma de suas dificuldades, saiba que algumas estratégias e ferramentas podem ajudá-lo a fazer tudo isso com tranquilidade e segurança.
Utilizar um sistema financeiro é uma dessas alternativas que transformam o cotidiano corporativo, desburocratizando inúmeros processos e simplificando a vida do gestor.
E se você pensa que essas ferramentas são direcionadas apenas às grandes empresas do mercado, comece a tirar isso da cabeça. Atualmente, existem programas desenvolvidos especialmente para pequenas e médias empresas, totalmente adaptados à realidade e às necessidades de negócios com esse porte.
Ficou curioso? Abaixo, listamos alguns dos benefícios desse tipo de ferramenta. Continue acompanhando e descubra como um sistema de controle financeiro pode ajudá-lo a conquistar o sucesso empresarial:
1. Auxilia no planejamento da empresa
O planejamento da empresa é, talvez, o mais beneficiado pela implantação de um sistema de controle financeiro. Por meio desse programa, é possível organizar digitalmente os gastos e as receitas da companhia, independentemente de seu porte ou sua área de atuação.
As facilidades proporcionadas são grandes e vão desde o controle eletrônico do estoque, até a execução de cálculos, classificação de gastos e a elaboração de relatórios.
Ora, não restam dúvidas de que ter todas essas informações sempre à sua disposição facilita bastante o planejamento estratégico do negócio, além de favorecer uma tomada de decisões mais acertada, visto que você conseguirá constatar a real situação de sua empresa.
Assim, escolher entre investir na compra de novas máquinas ou contratar mais funcionários, por exemplo, será uma decisão muito mais fácil — posto que, por meio das informações obtidas, será possível escolher entre as possibilidades de forma muito mais segura e consciente.
Ao fazer uma análise minuciosa dos aspectos financeiros do seu negócio, se torna possível elaborar um planejamento orçamentário real e viável, prevendo rendimentos futuros, analisando gastos e contingenciando verbas.
As contas da empresa se beneficiam muito com isso, pois pode-se planejar eventos financeiros futuros com a antecedência necessária. Dessa forma, você estará preparado para a contração de possíveis empréstimos, a realização de compras e a marcação de viagens de negócios, por exemplo.
2. O acesso online facilita o seu cotidiano
Com a grande propagação da internet e os diversos benefícios que a modernidade traz ao nosso cotidiano, é inteligente — e também prudente — fazer uso de um sistema de controle financeiro que tenha a possibilidade de ser acessado de maneira remota.
Felizmente, as grandes empresas que fornecem essas ferramentas estão atentas a isso e desenvolvem programas de qualidade que podem ser acessados de maneira online. Mas, na prática, o que isso quer dizer?
Em poucas palavras, isso significa que tais plataformas podem ser acessadas a partir de computadores e quaisquer outros dispositivos móveis, como tablets e smartphones, mesmo que você esteja fora das dependências da empresa.
Com tantas obrigações a cumprir — sendo que muitas delas são realizadas fora do escritório — esse pode ser um grande benefício para sua empresa. Imagine que, ao investir em um sistema de controle financeiro com essa funcionalidade, é possível monitorar de maneira constante as finanças do negócio até mesmo quando se está em casa e fora do horário comercial.
É preciso ressaltar ainda que o acesso remoto é uma das grandes contribuições da tecnologia para o universo empresarial, sendo especialmente relevante para o crescimento de pequenas e médias empresas, facilitando a consulta de informações sobre o caixa da empresa, pagamentos atrasados, emissão de notas fiscais eletrônicas para clientes e diversos outros dados.
3. Um sistema de controle financeiro traz mais segurança para e empresa
Outra vantagem que não poderia deixar de ser citada é o aumento na segurança dos dados da empresa. Isso porque o uso de um sistema de controle financeiro é uma maneira de protegê-los e controlar melhor suas finanças.
Por meio de uma plataforma única — na qual são lançados pedidos de venda, ordens de serviço, emissões de notas fiscais, folha de pagamento de funcionários e as mais diversas movimentações de despesas e de rendimentos da empresa — é possível ter mais controle sobre todas as operações que ocorrem no âmbito corporativo.
Como você sabe, o controle está intimamente ligado à segurança nos processos, posto que aquilo que é monitorado de perto tem menos chances de dar errado. Ou seja, administrar as contas da empresa, bem como os seus procedimentos internos, é uma forma de conquistar um crescimento saudável e estável.
4. A ferramenta facilita a emissão de relatórios e o trabalho contábil
Se você é um empreendedor iniciante, já deve ter percebido que a contabilidade exerce uma função muito importante no dia a dia de seu negócio. Os relatórios e dados contábeis são essenciais para o controle das finanças e para planejar ações futuras por meio de projeções.
Nesse sentido, ter um sistema de controle financeiro pode ser um grande diferencial competitivo para sua empresa, pois facilitará bastante a sua vida.
Esses programas online permitem a elaboração de relatórios de forma simplificada, que são gerados automaticamente e de maneira rápida, informando sobre qualquer aspecto financeiro do empreendimento.
Se fizermos essa análise sob a ótica de que “tempo é dinheiro”, essa é uma característica interessante. Já imaginou o quanto de tempo pode ser economizado com a dispensa de trabalhos manuais de criação, atualização e análise de gastos e rendimentos em planilhas no Excel?
Ademais, ao economizar tempo com essas tarefas, é provável que se economize também em mão de obra — do próprio empresário ou de seus colaboradores. Sem se esquecer, é claro, de que se ganha um tempo extra para cuidar de outros aspectos mais estratégicos para a empresa.
Como você percebeu, investir em um bom sistema de controle financeiro pode ser entendido como uma real necessidade para as os empreendimentos nos dias de hoje.
As empresas de grande porte precisam deles para manterem-se organizadas e rentáveis. Já os pequenos e médios negócios, por sua vez, encontram nessa ferramenta uma grande aliada para o alcance de seus objetivos. Por isso, não perca tempo e busque modernizar seu negócio, dando a ele melhores condições de crescer de maneira saudável e segura!
Quais as funcionalidades de um sistema de controle financeiro como o eGestor?
A partir de um sistema de controle financeiro totalmente online como o eGestor, é possível integrar em único local os mais variados relatórios e indicadores das finanças de sua empresa, dentre outras funcionalidades, a partir de qualquer computador, tablet ou smartphone:
Emissão de boletos
Por meio do eGestor é possível configurar a emissão de boletos bancários registrados para os seus clientes e assim possibilita-los uma maior praticidade nos pagamentos.
A partir de um sistema integrado de controle financeiro como o eGestor, é possível gerenciar todas as suas receitas, tais como receitas de vendas e outros rendimentos diversos, bem como as suas despesas, que podem ser fixas como o salário de seus funcionários ou o pagamento de impostos, por exemplo, ou variáveis, como as compras com seus fornecedores, que podem variar conforme a necessidade da sua empresa e a demanda de cada produto.
Conciliação bancária
Com um sistema de controle financeiro integrado com a conta bancária de sua empresa, é possível fazer a conciliação de sua conta com as informações de seu controle interno de uma forma bastante facilitada, com a importação do arquivo OFX e trazendo uma grande segurança no processo de controle financeiro da sua empresa.
Contas a pagar e a receber
Não perca nenhum prazo de pagamento e recebimento. Registrando no eGestor as suas futuras contas a pagar e a receber, você mantém um rigoroso controle sobre os seus compromissos financeiros e se previne contra situações de inadimplência por parte de seus clientes e evita que sua empresa entre em situações de endividamento.
A partir de um sistema de controle financeiro automatizado como o eGestor, você só terá o trabalho de registrar as movimentações de entrada e saída da sua empresa, que o sistema gerencia a diferença entre esses valores e mantem o seu fluxo de caixa sempre atualizado.
Controle de vendas
Com o eGestor você possui uma enorme facilidade no gerenciamento de todas as vendas referentes a produtos ou serviços.
Basta cadastrar o produto ou serviço vendido, informar o valor e a forma de pagamento e a venda estará devidamente registrada no sistema, para que você tenha um controle preciso de todas as suas transações.
Se preferir, ainda é possível armazenar informações adicionais,como os vendedores responsáveis pelo negócio e os compradores de cada produto.
Gestão de compras
Por meio de um sistema de controle financeiro como o eGestor, você pode gerenciar toda a sua rede de fornecedores e realizar novas solicitações de compra diretamente do sistema, economizando tempo neste processo.
Emissão de nota fiscal eletrônica
O eGestor possibilita uma emissão rápida, prática e segura de nota fiscal eletrônica. Com a integração da NF-e com as vendas e financeiro do sistema, é possível emitir também a NFC-e (Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica).
Controle de estoque
Com a integração com as compras e vendas, o sistema atualiza a sua quantidade de estoque automaticamente a partir do cadastro de uma nova entrada ou baixa de um determinado produto.
Além de atualizar a quantidade de estoque, o sistema possibilita diversos relatórios gerenciais que apontam a quantidade mínima de estoque para atender a demanda, histórico de estoque por produto, classificação de produtos adquiridos em relação a cada fornecedor e muito mais!
Relatórios de ABC de vendas
Com um sistema de controle financeiro informatizado como o eGestor, você pode gerar diversos relatórios referentes as finanças e os resultados da sua empresa. Um deles é o relatório de ABC de vendas, tanto em relação aos produtos, quanto em relação aos clientes.
O ABC de vendas por produto indica o faturamento relativo a cada um de seus produtos vendidos em relação a quantidade e valores de vendas obtidos por cada um. Já o ABC de clientes por sua vez, mostra o faturamento referente aos seus clientes, a partir de todas as vendas cadastradas no sistema.
Centro de custos
Com o centro de custos do eGestor, você pode organizar o processo de gestão referente a todos os custos relacionados a sua empresa.
DRE
O DRE (Demonstrativo Resultado do Exercício), é outro importante relatório gerencial que pode ser gerado por um sistema de controle financeiro.
O DRE é um indicador mais aprofundado das finanças da sua empresa, a medida em que a partir de todas as informações referentes as suas receitas, indica o quanto você teve de lucro propriamente com cada uma delas, isto é, a margem de contribuição que cada receita gerou efetivamente para a sua empresa.
O eGestor é um software completo para gestão de micro e pequenas empresas fácil e online. Sistema de Controle de Estoque, Controle Financeiro, Controle de Compras e Vendas, Emissão de Nota Fiscal, NFCe, Boletos e muito mais!