FISCO: o que é, como funciona e principais regulamentações

FISCO: o que é, como funciona e principais regulamentações

Se você tem uma empresa, independentemente do segmento ou porte, certamente já ouviu falar do Fisco. Trata-se, na verdade, da autoridade fazendária brasileira responsável por controlar, fiscalizar e fazer cumprir a legislação tributária no país.

É justamente por isso que quando você recolhe corretamente e em dia os impostos da sua empresa, diz-se que ela ficou em dia com o Fisco. Manter as obrigações em dia, aliás, é imprescindível para oferecer ao seu negócio mais credibilidade perante os clientes e longevidade no mercado em que atua.

O que é Fisco?

Conforme pontuamos anteriormente, o Fisco é a autoridade fazendária brasileira, responsável pelo cumprimento da legislação tributária no país. Em outras palavras, isso significa dizer que é o órgão que determina as alíquotas dos mais de 90 tributos brasileiros, fiscaliza os seus pagamentos e destina parte dos recursos arrecadados ao Governo Federal para que seja aplicado em saúde, educação, infraestrutura e várias outras necessidades estaduais e municipais.

Como o Fisco funciona: saiba quais são suas esferas

Ao contrário do que se imagina, o Fisco não atua somente na esfera federal. Isso porque existem tributos de competência da União, dos estados e dos municípios, ficando a cargo de cada esfera gerir seus impostos. Sendo assim, o Fisco é dividido em:

Fisco Federal

O Fisco Federal determina as alíquotas, controla e fiscaliza os tributos de competência federal, ou seja, aplicáveis em território nacional. São exemplos de tributos federais:

  • INSS: Instituto Nacional do Seguro Social;
  • II: Imposto de Importação;
  • IE: Imposto de Exportação;
  • PIS: Programa de Integração Social;
  • PASEP: Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público;
  • FGTS: Fundo de Garantia do Tempo de Serviço;
  • COFINS: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social;
  • IPI: Imposto sobre Produtos Industrializados;
  • IRPF: Imposto de Renda Pessoa Física;
  • IRPJ: Imposto de Renda Pessoa Jurídica;
  • IOF: Imposto sobre Operações Financeiras.

Fisco Estadual

Já o Fisco Federal gerencia os tributos de competência estadual. Assim, na prática, fica a cargo de cada estado brasileiro fazer cumprir suas leis tributárias específicas, determinando alíquotas dos tributos, suas datas de recolhimento e fiscalizando os seus pagamentos pelos contribuintes. Nesse sentido, vale a pena destacar os principais impostos estaduais:

  • ICMS: Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços;
  • IPVA: Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores;
  • ITCMD: Imposto Sobre Transmissão Causa Mortis e Doação.

Fisco Municipal

O Fisco Municipal, por sua vez, controla e fiscaliza o pagamento dos tributos municipais, ou seja, de cada cidade brasileira. É, portanto, uma atividade realizada pelas Secretarias Municipais de Fazenda, órgãos subordinados às Prefeituras Municipais. Nesse caso, cabe ao Fisco Municipal gerenciar os seguintes tributos:

  • ISS: Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza;
  • IPTU: Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana;
  • ITBI: Imposto sobre Transmissão de Bens Inter Vivos.
Fisco

Quais as principais funções do Fisco?

Como você viu acima, as principais funções do Fisco incluem controlar e fiscalizar o pagamento de tributos no Brasil. Mas não de qualquer maneira. É preciso identificar quais impostos, taxas e contribuições aplicar a cada contribuinte, conforme pessoa física ou jurídica, natureza de suas operações e regime tributário.

Além disso, cabe destacar que quando falamos em tributos, não estamos nos referindo apenas aos impostos pagos no Brasil. Na verdade, o conceito é bem mais amplo e abrange também as taxas, contribuições de melhoria, empréstimos compulsórios e contribuições especiais.

Sendo assim, muito além de fiscalizar o pagamento de tributos, cabe ao Fisco desenvolver a política financeira e tributária das suas esferas, sejam elas nacionais, estaduais ou municipais. Entre as principais atividades do órgão, destacam-se:

  • Identificar o fato gerador do tributo;
  • Determinar a alíquota conforme as leis tributárias nacionais, estaduais ou municipais;
  • Fazer a apuração e o lançamento dos tributos;
  • Arrecadar e fiscalizar o pagamento de tributos;
  • No caso do Fisco Federal, repassar parte do valor arrecadado aos estados e municípios para investimentos em saúde, educação, lazer, infraestrutura entre outras melhorias.

Fisco e regimes tributários brasileiros

Se você chegou até aqui, certamente já compreendeu que o Fisco é dividido entre as esferas municipais, estaduais e federais. Além disso, também já compreendeu que a entidade fiscalizadora possui responsabilidades que vão muito além de simplesmente controlar o pagamento de tributos. O Fisco também identifica o fato gerador do tributo e determina alíquotas conforme os regimes tributários brasileiros.

Em outra oportunidade explicamos aqui no blog quais são as obrigações acessórias de cada regime tributário. Contudo, para deixar mais claro a quantidade de tributos existentes no Brasil, resolvemos dividi-los a seguir por regimes tributários.

Simples Nacional

O Simples Nacional é um regime tributário que se aplica a empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões, incluindo microempresas individuais, microempresas e empresas de pequeno porte. 

Nesse regime, o recolhimento dos tributos é feito através de uma guia única, chamada de DAS (Documento de Arrecadação Simplificada). Assim, ele reúne todos os impostos, taxas e contribuições que o empreendedor deve pagar, tais como:

  • PIS: Programa de Integração Social;
  • COFINS: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social;
  • CSLL: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido;
  • IRPJ: Imposto de Renda Pessoa Jurídica;
  • ICMS: Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços;
  • IPI: Imposto sobre Produtos Industrializados;
  • ISS: Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza;
  • CPP: Contribuição Patronal Previdenciária.

Lucro Presumido

Já o Lucro Presumido é outro regime tributário brasileiro, mas se aplica a empresas com faturamento anual de até R$ 78 milhões. Diferentemente do que acontece no Simples Nacional, no Lucro Presumido cada tributo deve ser calculado e pago separadamente. São eles:

  • IRPJ: Imposto de Renda Pessoa Jurídica;
  • CSLL: Contribuição Social sobre Lucro Líquido;
  • PIS: Programa de Integração Social;
  • COFINS: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social;
  • ISS: Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza;
  • ICMS: Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços.

Lucro Real

O Lucro Real, por sua vez, é o regime tributário no qual enquadram-se empresas que faturam mais de R$ 78 milhões por ano. Quanto aos seus impostos, eles são:

  • IRPJ: Imposto de Renda Pessoa Jurídica;
  • CSLL: Contribuição Social sobre Lucro Líquido;
  • PIS: Programa de Integração Social;
  • COFINS: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social;
  • ISS: Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza;
  • ICMS: Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços.

Fisco Pessoa Física

E quem disse que pessoas físicas não possuem obrigações fiscais? Diferentemente do que se acredita, a fiscalização tributária não se restringe apenas às empresas. Mas, na verdade, todos os cidadãos brasileiros têm impostos a pagar, alguns mais, outros menos. Adiante listamos os principais tributos para pessoas físicas:

  • IRPF: Imposto de Renda Pessoa Física;
  • IPTU: Imposto Predial e Territorial Urbano;
  • IPVA:  Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores;
  • ICMS: Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (incluso no valor de uma mercadoria);
  • ISS: Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (incluso no valor da prestação de serviços);
  • IOF: Imposto sobre Operações Financeiras (incidentes sobre operações de crédito, seguro, câmbio e demais transações financeiras).

Fisco: Como pagar os tributos?

Só para lembrar, o Brasil possui mais de 90 tributos, sejam eles de competência federal, estadual ou municipal. Inclusive, cada um deles conta com alíquotas e prazos de pagamento diferentes e o mesmo tributo pode ter alíquotas e prazos distintos para os diferentes regimes tributários.

Diante de tamanha variedade de exigências, como pagar os tributos corretamente e ficar em dia com o Fisco? Nesse caso, o melhor caminho é contar com a ajuda profissional de um contador. Além disso, é imprescindível contar com um software ERP para registrar, organizar, controlar e acompanhar o pagamento dos tributos. Essa, sem dúvida, é a melhor maneira de não perder o prazo dos pagamentos, evitar juros, multas e demais penalidades.

Mas será que para ficar em dia com as obrigações tributárias é preciso realmente contratar um contador? Só para ter uma ideia, as alíquotas dos diferentes tributos são calculadas de acordo com o regime tributário, faturamento da empresa, entre outros detalhes. Entenda adiante como esses valores podem variar bastante conforme o faturamento:

Simples Nacional – empresas do setor de comércio

  • Faturamento bruto anual de até R$ 180.000,00: alíquota 4 %;
  • R$ 180.000,01 a R$ 360.00: alíquota 7,3%;
  • R$ 360.000,01 a R$ 720.000,00: 9,5%;
  • R$ 720.000,01 a R$ 1.800.000,00: 10,7%
  • R$ 1.800.000,01 a R$ 3.600.000,00: alíquota de 14,3%
  • R$ 3.600.000,01 a R$ 4.800.000,00: 19%.

O pagamento do DAS do Simples Nacional deve ser realizado dia 20 de cada mês e considera o faturamento bruto do mês anterior. Contudo, caso a empresa não tenha faturado durante o período, está isenta do pagamento do DAS.

Simples Nacional – empresas do setor industrial

  • Faturamento bruto anual de até R$ 180.000,00:alíquota de 4,5%;
  • R$ 180.000,01 a R$ 360.000,00: alíquota de 7,8%;
  • R$ 360.000,01 a R$ 720.000,00: 10%;
  • R$ 720.000,01 a R$ 1.800.000,00: 11,2%;
  • R$ 1.800.000,01 a R$ R$ 3.600.000,00: 14,7%;
  • R$ 3.600.000,01 a R$ 4.800.000,00: alíquota de 30%.

Simples Nacional – empresas de prestação de serviços de instalação, de reparos e de manutenção, além de agências de viagens, escritórios de contabilidade, academias, laboratórios, empresas de medicina e odontologia

  • Receita bruta anual de até R$ 180.000,00: alíquota 6%;
  • R$ 180.000,01 a R$ 360.000,00: 11,2%;
  • R$ 360.000,01 a R$ 720.000,00: alíquota de 13,5%;
  • R$ 720.000,01 a R$ 1.800.000,00: 16%;
  • R$ 1.800.000,01 a R$ 3.600.000,00: 21%;
  • R$ 3.600.000,01 a R$ 4.800.000,00: alíquota de 33%.

Lucro Presumido

  • IRPJ: alíquota de 15% sobre faturamento bruto presumido;
  • CSLL: 9% – exceto para empresas de prestação de serviços;
  • CSLL para empresas de prestação de serviços em geral, construção civil, atividades imobiliárias e intermediação de negócios: alíquota de 32%.

Quanto ao prazo de pagamento, cabe ressaltar que a apuração dos impostos do Lucro Presumido é trimestral e acontece no final dos meses de março, junho, setembro e de dezembro. 

Assim, como reúne o faturamento de três meses seguidos, o que para muitas empresas pode significar um valor bem alto, cada apuração pode ser dividida em 3 cotas, cujo pagamentos devem ser realizados nos meses subsequentes ao da apuração. 

Sendo assim, a apuração do primeiro trimestre que acontece ao final do mês de março, pode ser paga até os últimos dias dos meses de abril, maio e junho. Já o pagamento do segundo trimestre, que é apurado no final do mês de junho, pode ser pago até os últimos dias dos meses de julho, agosto e setembro. E assim por diante.

Lucro Real

  • IRPJ: alíquota de 15% para lucro mensal de até R$20 mil e mais 10% sobre o lucro excedente;
  • CSLL: 9% independentemente do lucro apurado;
  • PIS: 1,65% sobre a receita;
  • COFINS: até 7,6% da receita bruta.

Assim como acontece no regime tributário Lucro Presumido, a apuração dos impostos do Lucro Real pode ser feita trimestralmente, em março, junho, setembro e dezembro. E de igual forma, também existe a possibilidade de dividir em cotas. 

Contudo, contribuintes do Lucro Real têm ainda mais uma possibilidade, a da apuração anual dos impostos devidos. Nesse caso, entretanto, o recolhimento dos tributos é feito mensalmente e por estimativa de lucros.

Como calcular e pagar os tributos corretamente

Quantos tributos diferentes! Percebeu que um mesmo imposto pode ter alíquotas diferentes, dependendo do contribuinte? É justamente por isso que a contratação de um contador é tão importante nesse processo. Seus conhecimentos especializados possibilitam conhecer as legislações pertinentes a cada regime tributário, facilitando a apuração de impostos, o pagamento nas datas corretas e o cumprimento das obrigações tributárias junto ao Fisco.

Além de contar com o conhecimento especializado de um contador, é importante também investir em um sistema de gestão empresarial. Com o auxílio de ferramentas práticas, simples e integradas, você vai conseguir cumprir com todas as obrigações tributárias da sua empresa. Até mesmo porque essas ferramentas reúnem em um único lugar várias atividades que originam os principais tributos da empresa, como vendas, emissão de notas fiscais entre outras.

Dessa forma, fica mais fácil para o contador saber quanto a empresa faturou em um determinado período e apurar corretamente o imposto. Além do mais, é possível cadastrar os impostos a pagar no sistema, seus valores, datas de pagamento e outros detalhes. 

Afinal de contas, com um sistema de gestão completo fazer o controle financeiro da sua empresa vai ficar muito mais fácil. Assim, com apenas alguns cliques na tela do seu celular ou computador você controla as contas a pagar da empresa e não corre o risco de perder o prazo de pagamento das guias tributárias.

O que acontece se a empresa não estiver em dia com o Fisco?

Sem a ajuda de um profissional especializado na área a sua empresa pode correr vários riscos. Entre os mais comuns, podemos citar o pagamento indevido de tributos (pagamento a mais) e a sonegação fiscal (pagamento a menos ou omissão de pagamento). Em alguns casos, é possível ainda citar o desenquadramento do regime tributário.

Assim, não estar em dia com o Fisco acarreta ainda multas, pagamento de juros e nos casos mais graves, até detenção. Esses problemas, além de comprometerem a saúde financeira da empresa, ainda prejudicam o relacionamento com o cliente, fornecedores e investidores, impossibilitando o desenvolvimento do negócio.

Principais cuidados com o Fisco

O principal cuidado que se deve ter para ficar em dia com o Fisco é estar sempre atualizado com as legislações tributárias brasileiras e suas constantes mudanças. Assim, lembre-se de que um pequeno erro na apuração de impostos pode gerar multas, juros e afetar negativamente a saúde financeira da sua empresa. 

Mas como se manter atualizado com tantas exigências tributárias? Nesse caso, uma ótima dica é visitar portais governamentais oficiais, como o Portal da Nota Fiscal Eletrônica e os sites das Secretarias de Fazendas estaduais e municipais. Assim, para garantir a conformidade com o Fisco, cabe ainda procurar conhecer as legislações tributárias pertencentes ao município onde a empresa está localizada.

Gestão fiscal eficiente: como a tecnologia pode te ajudar?

A democratização da internet e do uso de tecnologias possibilita que os contribuintes tenham acesso a informações e a ferramentas que simplificam várias atividades do dia a dia. Quando o assunto é fiscalização tributária, essa fase é chamada de nova era do Fisco, marcada pela adoção de medidas legais, pela implementação de ferramentas tecnológicas para atendimento ao público e pela integração de vários órgãos governamentais. Assim, a digitalização de processos busca oferecer mais celeridade à fiscalização tributária brasileira, da escrituração contábil e fiscal até a apuração e pagamento de impostos.

O Sped Fiscal e Contábil, por exemplo, são bons exemplos do que estamos falando. Os programas modernizaram a escrituração contábil e fiscal das empresas, reduzindo erros de registro e custos com impressões e armazenamento de documentos físicos. Enquanto isso, o e-Social é uma plataforma que permite que as empresas enviem pela internet cerca de 15 obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas para o Fisco.

Nessa mesma lógica, fica fácil perceber que adotar um sistema de gestão empresarial como o eGestor pode significar o sucesso da sua empresa. Afinal, ele possui funcionalidades que ajudam o setor contábil a fazer uma gestão eficiente dos tributos, controlando datas de pagamentos, valores e alíquotas diferentes.

Com o eGestor você também vai poder planejar os recursos necessários para que a sua empresa fique em dia com o Fisco. Assim, por meio de recursos como controle financeiro e fluxo de caixa, você consegue ter previsibilidade sobre as receitas futuras da organização para saber se terá dinheiro suficiente para pagar os impostos na data. 

Conclusão

Neste artigo apresentamos a você o conceito de Fisco, autoridade brasileira fazendária e responsável pela gestão e fiscalização tributária no país.

Esperamos que com esse conteúdo, você tenha compreendido que tanto a apuração quanto o pagamento e o controle de impostos no país são tarefas burocráticas e que exigem o conhecimento de um profissional especializado para que sejam realizadas corretamente. E que a adoção de um bom sistema de gestão empresarial, como o eGestor, pode facilitar o gerenciamento do pagamento de tributos da sua empresa.

O eGestor representa o que há de  mais moderno em soluções de gestão empresarial, pois reúne em um só lugar todas as ferramentas que o empreendedor precisa para controlar todos os setores do seu negócio. Ele integra setores como vendas, financeiro, contábil e estoque, padronizando processos, eliminando tarefas manuais, otimizando o tempo das equipes de trabalho e produzindo informações confiáveis para o Fisco e para a tomada de decisões estratégicas.

Dessa forma, fica fácil perceber que o eGestor é mais do que um sistema de gestão empresarial. Na verdade, ele é um grande parceiro de negócios, já que otimiza as práticas contábeis, deixa os processos operacionais mais eficientes e organiza as contas e impostos a pagar, permitindo que a empresa fique em dia com o Fisco.

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Supply chain: Entenda o que é e como funciona

Supply chain: Entenda o que é e como funciona

Numa abordagem literal, o supply chain nada mais é que a tradução de cadeia de suprimentos. Consiste num processo complexo que se inicia na produção da matéria prima e termina na entrega do produto manufaturado ao consumidor. Logo, fica claramente identificado um tema ligado intimamente à indústria.

O supply chain não é, entretanto, uma preocupação exclusiva do fabricante. Ao contrário, permeia todas as atividades econômicas integradas nesse processo. O produtor da matéria-prima está integrado nesse processo desde o momento em que é definido o negócio a ser explorado.

No caso da agricultura, por exemplo, há uma série de questões operacionais e estratégicas, como escolha dos grãos, quantidade a ser produzida, armazenagem e escoamento. Trata-se de um processo que requer uma gestão inteligente, de modo a maximizar os resultados. Entram nessa conta fatores como a quantidade a ser produzida, o custo de produção, o custo do transporte e impostos.

O que é Supply Chain

Supply chain, em português, cadeia de suprimentos, é um conjunto de operações e planejamento que envolvem o produto, desde sua fabricação até a distribuição.

Ou seja, ele vai além da logística de entrega e produção. Estão envolvidas atividades da fabricação, como compra de matérias primas, armazenamento e transporte, toda a parte de logística, como embalagem, até a venda e a distribuição.

Portanto, de certa forma, toda empresa participa do processo de supply chain. Mesmo que a empresa não tenha diretamente um canal de produção, ela pode participar da cadeia de suprimentos de outra.

Qual a diferença entre Supply Chain Management e logística?

Cadeia de valor, cadeia de suprimentos e logística são termos cujo significados são muito parecidos. E por isso, muitas vezes causam confusão em quem os escuta.

Supply Chain é a cadeia de suprimentos. A logística é todo o processo que compreende da compra da matéria prima à entrega do produto ao consumidor final. Assim, ela abrange transporte, armazenagem, produção, estoque e distribuição.

Na origem, o conceito de logística está ligado às guerras, ao processo estratégico e operacional cuja finalidade é abastecer as tropas com armas, alimentos, medicamentos e agasalhos.

A logística, porém, está também relacionada a eventos, sendo um processo que tem como atribuição garantir que tudo seja entregue e funcione dentro da programação. O conceito se expande na medida em que os serviços de entrega a domicílio vão se tornando mais comuns e se ampliam para o recolhimento de materiais recicláveis, mas também de mercadorias com defeito para a efetuar as trocas.

Já o Supply Chain Management traz um aprimoramento das estratégias dentro da empresa. Dessa forma, ele alcança, analisa e entende processos diferentes da logística.

Portanto, mais importante que definir o que é cada elemento desse complexo, que sempre termina no que se chama de “entrega” ao cliente, ao consumidor, é o entendimento de como se dá esse processo, de como ele impacta nos resultados e na satisfação das partes envolvidas. Mais importante ainda é procurar entender de que forma ele pode ser otimizado e levado ao máximo de eficiência e eficácia.

Quais as vantagens da Supply Chain?

Basicamente, todo método de controle traz algum benefício para o negócio, com o supply chain não seria diferente. Confirma algumas vantagens do método:

Redução de custos

O supply chain consegue identificar diversas aberturas para correções. Com isso, o controle que essa cadeia traz, faz com que os processos sejam mais assertivos, diminuindo erros e consequentemente, os custos. Também, os gastos com armazenamento, uma vez que só é necessário manter o necessário em estoque.

Maior eficiência

Ter um processo de supply chain mais controlado e pensado, faz com que todo o processo de operações da empresa se torne mais eficiente. Saber o que fazer, quando fazer e como fazer, evita qualquer desgaste de processos e faz com se tenha uma produtividade maior.

Integração entre os setores

A gestão de dados que o supply chain permite faz com que haja uma integração maior entre os setores, no que se refere a aproximação de processos. Dessa forma a comunicação é feita de uma forma mais prática e eficiente, não deixando informações perdidas e a comunicação assertiva.

Maior competitividade

Uma ferramenta que demonstra como o supply chain pode ser necessário é a análise SWOT, onde se mede as forças, fraquezas, oportunidades e ameaças do negócio. Assim, utilizando esses dados, se entende onde, na empresa, é possível melhorar e o que pode ser corrigido.

Aprimoramento dos serviços

Como o supply chain ajuda a solucionar possíveis problemas, é possível aperfeiçoar os serviços prestados através dele. Ou seja, empresas que analisam os indicadores e utilizam as ferramentas adequadas conseguem prestar um serviço melhor a sua clientela.

A importância da cadeia de suprimentos

O supply chain está presente na rotina do distribuidor. Dentro da cadeia de valor, que é a rede de processos contínuos e integrados cuja finalidade é fazer com que o produto chegue ao consumidor, o distribuidor precisa administrar uma série de variáveis, como: armazenagem, planejamento e logística de transporte, bem como gestão de estoque. Todos esses fatores, em todos os segmentos da cadeia de valor, vão determinar o custo e a qualidade do que será entregue ao consumidor final.

Em outras palavras, a cadeia de valor é a responsável pelo que será entregue ao consumidor. É responsável por gerar valor para todos os envolvidos na cadeia, seja através da redução dos custos, possibilitando a redução do preço, seja através da pontualidade e da qualidade da entrega, fatores que são responsáveis diretos pela satisfação e lucratividade de todas as partes envolvidas.

Apenas para ficar mais clara essa questão, o que acontece quando um varejista fica sem determinado produto com grande procura na prateleira? Para o varejista, isso significa perder vendas, com consequente perda de lucratividade. Para o fabricante, por sua vez, isso significará criar oportunidades para os concorrentes verem consumidores fiéis experimentarem outro produto. Tudo isso são valores que entram no cálculo da importância de uma correta gestão de toda essa cadeia.

Uma abordagem mais ampla

Essa abordagem mais ampla, sofisticada e dirigida às soluções leva à abordagem dos recursos gerenciais e tecnológicos disponíveis e aplicáveis à gestão da logística e da cadeia de suprimentos. Dentro do âmbito de uma organização empresarial, fiquemos aqui no terreno industrial, que é um elo entre diversos atores econômicos e integrantes da cadeia de valor. A gestão desse processo é uma variável de alta importância estratégica, razão pela qual deve ser abordada como tal.

Em se tratando de questões estratégicas, todos concordam que a informação seja ela a mais simples ou a mais complexa, é a base de todas as decisões. Seja na guerra, seja no âmbito governamental, seja na indústria. Sendo assim, cada aspecto deve ser cuidado sob o enfoque estratégico. Uma indústria de sucos, por exemplo, é abastecida por diversos fornecedores. Fazem parte desse mix, por exemplo, os produtores de frutas e os de embalagem, exceto que a própria indústria fabrique suas embalagens. Mas isso implicaria em novos fornecedores de outros tipos de matérias primas.

Ficando no primeiro exemplo, em que essa indústria compra embalagens de outro fabricante, a primeira preocupação é estabelecer uma rede de fornecedores ampla e confiável. É preciso estabelecer políticas para momentos de escassez, quando, invariavelmente, haverá um encarecimento da matéria prima. O que não deve ocorrer é a dependência de um único ou poucos fornecedores, o que deixa a empresa numa situação vulnerável.

Estoque, armazenagem e transporte

Outro aspecto a ser trabalhado é a relação entre custo de estoque e armazenagem x garantia de abastecimento. Manter um estoque pequeno, com alta rotatividade, é o ideal para não comprometer a liquidez da empresa. Mas outros fatores precisam ser levados em consideração. A empresa precisa atender aos pedidos, que é condição para sua sobrevivência no mercado. Logo, não se pode adotar uma política em que se arrisque a ficar sem os suprimentos. Percebe-se, mais uma vez, a importância da gestão da cadeia de suprimentos. Um erro no planejamento pode paralisar a produção.

Essa questão do tamanho do estoque e do custo da armazenagem, sobretudo com instalações, mão de obra, estrutura e segurança está contemplada em toda a cadeia de valor. Cada integrante da cadeia de valor precisa gerenciar cada um desses aspectos, de modo a não romper com a normalidade e provocar problemas de desabastecimento. Outro ponto relacionado à logística é o transporte. Esse fator é uma variável que impacta fortemente o custo das empresas, mas esse custo pode ser maior ou menor de acordo com a qualidade da gestão desse processo.

Fatores como escolher entre ter veículos de transporte próprios e terceirizar, ou mesmo adotar uma solução híbrida, devem ser fruto de um processo penoso de planejamento. Estabelecer rotinas e rotas de distribuição também é algo que deve obedecer a um rigoroso planejamento. O ideal é que um veículo de transporte saia cheio e atenda ao máximo de clientes dentro de um mínimo espaço geográfico. Se isso ocorrer, a utilização da frota é otimizada, o tempo é otimizado e o custo com manutenção, combustível e até mão de obra é reduzido.

Produção e Marketing

No centro de todo esse processo está a produção, que é o ponto mais crítico. Este ponto é influenciado por diversos fatores: fluxo adequado de suprimentos, pela qualidade da mão de obra, pela atualização dos componentes tecnológicos e dos bens de produção.A produção precisa funcionar como um relógio e isso inclui estar o setor preparado para as oscilações de demanda e sazonalidade.

O importante é que fique clara a interdependência de uma série de decisões e rotinas para que o processo tenha sua integridade preservada. Pode-se até dizer que o supply chain é o conjunto de variáveis vitais para que não se rompa a cadeia de valor.Quando se fala em cadeia de valor, entra em campo outra variável importante dentro desse processo de negócios, que é o marketing.

O marketing é a disciplina responsável por mapear o mercado, identificar as oportunidades e os riscos, elaborar estimativas de vendas e, consequentemente, influenciar no volume da produção e na estrutura necessária para que ela ocorra dentro de cenários diferentes do atual.

São valores estratégicos que se cruzam e, consequentemente, estão profundamente ligados à informação como matéria prima das decisões. É importante que profissionais de todas essas áreas percebam a importância dessa integração de disciplinas. Trata-se de visão sistêmica, que é o entendimento da interdependência das diversas disciplinas. É vital, hoje, em ambientes empresariais complexos, que o bom profissional de gestão tenha essa visão sistêmica, porque toda decisão impacta em todo o restante da organização.

A importância da tecnologia da informação

Esse é o ponto para onde converge tudo que foi abordado acima. A tecnologia da informação é um valor inseparável do supply chain. Falamos de integração, visão sistêmica e necessidade de controle. Há dois aspectos que entram em pauta: inteligência corporativa e visão única do sistema.

Como é possível integrar todos os gestores de uma empresa complexa como uma indústria se eles não têm a mesma visão do que está acontecendo? A tecnologia da informação oferece a oportunidade de todos terem a mesma visão através de um sistema integrado de gestão. O gestor de marketing, o de vendas, o de logística, o de compra e o de produção têm acesso aos mesmos relatórios.

Um pedido de compra é recebido pelo vendedor e cadastrado no sistema. Toda a cadeia terá acesso em tempo real a essa informação. Há um problema com o fornecimento de matéria prima. O comprador registra que faltará aquela matéria-prima durante um período. A produção recebe essa informação e percebe que, de acordo com o fluxo da demanda, faltará produto em uma semana. A empresa suspende as vendas daquele produto de modo a não prometer aquilo que não poderá entregar.

O que é a inteligência corporativa se não a capacidade de tomar decisões rápidas e corretas? No momento em que o histórico de acontecimentos constrói um mix de relatórios inteligentes, é possível que, com base nessa informação, se faça todo o planejamento da cadeia de suprimentos. Fazendo isso, ocorre uma melhora na gestão do estoque, favorecendo também a gestão do transporte.

Supply Chain Management, um passo mais à frente

Um mundo mais tecnológico na área da gestão e otimização de resultados tem se expandido para romper aos poucos os limites organizacionais. O Supply Chain Management é um conceito do final do século passado, que ainda vem sendo digerido pelas empresas. Mas, este conceito deve ser visto, antes de qualquer coisa, como um elemento de aprimoramento de alianças estratégicas.

Assim, o compartilhamento de informações e atualizações em tempo real chegou até a cadeia de suprimentos. E isso só é facilitado pelo desenvolvimento de novas tecnologias.

Então, nesse novo mundo, quem está na cadeia de suprimentos acaba integrado e se auxiliando, trocando informações e fazendo esforços com o mesmo intuito. Esse intuito, normalmente, gira em torno de otimizar a operação. Assim, as empresas compartilham processos indispensáveis na cadeia de suprimentos e de logística, com base na tecnologia.

O resultado a ser alcançado é redução nos custos e ganho de vantagens competitivas. É importante estar atento que esse processo passa necessariamente pelo desenvolvimento de relações de confiança e excelentes práticas de governança.

Ou seja, trata-se de um passo enorme a ser dado dentro da espiral da visão estratégica, porque requer que a organização amplie sua visão para além da competição tradicional, onde os concorrentes são os antagonistas e todos os esforços estão ligados a oferecer melhores produtos, com melhores serviços, a melhores preços, com excelência na entrega e outros fatores ligados à logística.

Essa nova visão está pautada nas alianças estratégicas para que empresas de diferentes segmentos, mas integradas pelo fenômeno da cadeia de valor, compartilhem informações e decisões de modo a beneficiar cada uma delas, com aumento de eficiência, redução de custos e uma ótima injeção de liquidez, alívio no fluxo de caixa e lucro.

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Sistema para oficina mecânica: Como escolher o melhor

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Se você é um bom mecânico, tem capacidade para fazer diagnósticos assertivos, concentração para consertar veículos com precisão, proatividade, trabalho em equipe e principalmente espírito empreendedor, abrir sua própria oficina mecânica pode te ajudar a conquistar a autonomia financeira.

Contudo, ser um mecânico profissional e empreender no ramo exige competências que vão muito além das habilidades manuais. Além da formação técnica, é preciso também ter boa comunicação com os clientes e funcionários, ter agilidade e conhecimento das últimas tecnologias empregadas nos veículos. Além disso, é preciso conhecer sistemas e ferramentas capazes de otimizar tarefas, melhorar resultados, reduzir desperdícios e aumentar os lucros.

Diante do que foi exposto até aqui, você já deve ter percebido que investir em um bom sistema para oficina mecânica pode alavancar os seus negócios. Como escolher o melhor? É o que você vai aprender no artigo a seguir. Acompanhe!

Como montar uma oficina mecânica

Atuar no setor automotivo é uma excelente oportunidade de negócios. Uma pesquisa realizada pela plataforma Moovit, aliás, confirma isso. De acordo com o estudo, o uso de transporte público pelos brasileiros diminuiu em 36% durante a pandemia da Covid-19, sendo substituído pelos meios de transportes individuais próprios e serviços de carros por aplicativo. 

E quem faturou com tudo isso? A indústria automotiva, claro. Informações da FENABRAVE (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) revelam, inclusive, que em 2020 as vendas de veículos novos tiveram um bom crescimento. Mas não só isso, o mercado de seminovos também foi impactado positivamente. Com medo da contaminação pelo coronavírus, as pessoas deixaram de usar veículos compartilhados e decidiram investir em seus próprios veículos, novos ou usados.

O que queremos dizer com isso afinal? Que com mais veículos na rua, certamente você poderá montar uma oficina mecânica com bom fluxo de trabalho. O ramo da atividade tem como principal objetivo consertar e realizar a manutenção de veículos, podendo incluir os seguintes serviços:

  • Troca e calibragem de pneus;
  • Regulagem de motores;
  • Instalação, manutenção e reparação de ar-condicionado;
  • Troca de óleo e de lubrificantes;
  • Alinhamento e Balanceamento;
  • Serviços de funilaria;
  • Consertos no painel;
  • Reforma ou substituição dos bancos e tapetes;
  • Substituição de peças como escapamento, volante, pastilhas de freios entre outros serviços.

Assim, como você pode perceber, uma oficina mecânica pode oferecer uma grande variedade de serviços. Isso, por sua vez, é ótimo para ampliar a carteira de clientes e prosperar. Ficou interessado? Então confira adiante o que é necessário para montar uma oficina mecânica de sucesso!

Segmente o seu público-alvo

Conforme pontuamos anteriormente, em uma oficina mecânica são oferecidos vários serviços. Nesse contexto, cabe salientar que você pode oferecer todos eles, ou apenas alguns e segmentar ainda mais o seu negócio.

Você pode, por exemplo, trabalhar somente com serviços de funilaria e lanternagem, que incluem reparos e substituições na lataria dos automóveis. Ou ainda, pode se especializar na substituição de peças ou então, na instalação, reparo e manutenção de ar-condicionado automotivo. 

O fato é que escolher um nicho de atuação vai facilitar que a sua empresa tenha mais assertividade ao atingir o público-alvo dela. Ou seja, quais consumidores realmente vão usar os seus serviços e gerar lucros para o negócio.

Faça um bom plano de negócios

A elaboração do plano de negócios é mais uma fase embrionária do empreendimento. Ela consiste em documentar, por escrito e detalhadamente, quais são as metas e objetivos do negócio, bem como os passos a serem dados para alcançá-los.

Em outras palavras, o plano de negócios é o documento que serve como um guia para o empreendedor para que ele alcance o sucesso. Ele conterá a missão, a visão e os valores da oficina mecânica, bem como planejamento financeiro, os serviços que serão oferecidos e o público-alvo da empresa. Além disso, o plano de negócios também informa de onde a empresa vai tirar o seu sustento (fontes de recurso), quais são os concorrentes e fornecedores da oficina.

Escolha um bom local para montar uma oficina mecânica

Na hora de montar uma oficina mecânica, é importante também escolher um bom lugar para as instalações da empresa. Tenha em mente que quanto mais visível a oficina, mais fluxo de trabalho ela terá. 

É claro que na hora de definir o local de atuação, é preciso considerar vários outros aspectos além da visibilidade. Ou seja, você deverá levar em conta o seu nicho de atuação, público-alvo, movimentação de veículos e comércio local. 

Já parou para pensar que borracharias e oficinas mecânicas especializadas na venda e troca de pneus geralmente ficam localizadas em estradas e rodovias?

E que oficinas mecânicas que prestam serviços de conserto e substituição de peças ficam localizadas em locais de grande movimento, só que em bairros residenciais? Pois saiba que a escolha desses pontos comerciais não foi feita por acaso. Elas foram feitas com base nos hábitos de consumo local e com isso, atraem os clientes certos para a empresa.

Ainda falando em como montar uma oficina mecânica, precisamos falar também sobre a acessibilidade. Além de o local contar com uma boa movimentação de pessoas, ele deve facilitar o acesso delas ao local. Calçada ampla, estacionamento, rampas e portas com bons vãos livres são recursos inclusivos que podem contribuir para o sucesso da sua empresa.

Fique de olho nos aspectos legais da oficina mecânica

Após os passos anteriores, é hora de legalizar o negócio. Os documentos e exigências podem variar de município para município, mas geralmente incluem:

  • Inscrição no cadastro de pessoas jurídicas;
  • Alvará de funcionamento;
  • RG e CPF do fundador da empresa;
  • Contrato Social;
  • IPTU do imóvel;
  • Contrato de locação ou de compra e venda;
  • Licenças ambientais entre outras exigências.

Sabe aquela oficina de fundo de quintal que tinha na sua rua quando você era criança? Hoje em dia, não é mais possível trabalhar desse jeito. Com um mercado cada vez mais concorrido, profissionalizar o negócio se faz necessário para garantir o bom desempenho dele no médio e longo prazos.

O consumidor a cada dia que passa está mais consciente dos seus direitos e exigente quanto a isso. Portanto, a regularização, além de manter a empresa em dia com as leis municipais, estaduais e federais, também torna o negócio mais credível perante os clientes. 

A emissão de notas fiscais, por exemplo, é uma exigência que ao mesmo tempo se torna um diferencial. Ela permite que você atenda tanto pessoas físicas quanto jurídicas em seu estabelecimento, fortalece relações comerciais e deixa a sua empresa em dia com o FISCO.

Monte a estrutura e adquira os equipamentos e ferramentas necessários para o funcionamento da oficina

Com uma área a partir de 500 m² é possível montar uma oficina mecânica funcional e organizá-la de acordo com o fluxo de trabalho. Além do espaço destinado aos carros, equipamentos, ferramentas, clientes e colaboradores, a oficina também deve conter banheiros, refeitório e um escritório, onde o negócio será administrado.

Quanto à lista de equipamentos e ferramentas para montar uma oficina mecânica, esta é bem extensa, mas pode variar de acordo com o segmento do empreendimento. Apesar disso, os mais comuns são:

  • Aparelhos de Medição e Verificação;
  • Bancada de trabalho com gavetas e tornos;
  • Armários, expositores e porta-ferramentas;
  • Bombas de lubrificação e de vácuo;
  • Compressores de ar;
  • Calibradores e balanceadores de pneus;
  • Lixeiras ecológicas;
  • Tambores para a coleta e descarte de óleos automotivos;
  • Ferramentas;
  • Elevadores automotivos;
  • Fresas;
  • Prensas;
  • Goniômetro;
  • Macaco móvel;
  • Torquímetro;
  • Pistola pneumática;
  • Sistema para oficina mecânica (de gestão empresarial), computadores e tablets, etc.

Como administrar uma oficina mecânica? Entenda os detalhes desse processo

Se você chegou até aqui é porque já compreendeu que montar uma oficina mecânica é um negócio promissor. Entretanto, para que alcance os resultados esperados é preciso contar com uma boa administração. É preciso profissionalizar o negócio para se destacar da concorrência e crescer. 

Mas como administrar uma oficina mecânica? Mesmo que você tenha poucos funcionários ou trabalhe sozinho, deverá ficar atento a alguns detalhes. Afinal, eles são cruciais para o desenvolvimento e sustentabilidade do empreendimento por longos anos no mercado. Entenda adiante que detalhes são esses e como colocá-los em prática.

Separe o administrativo do operacional

Para que qualquer empreendimento dê certo, é preciso que os colaboradores consigam compreender qual é a função deles no negócio. E na hora de montar uma oficina mecânica isso não seria diferente. É preciso garantir que cada grupo esteja focado em suas atividades para que cada uma delas tenha a atenção merecida.

O setor operacional, por exemplo, é o local onde a magia acontece. É onde são realizados os serviços prestados pela oficina, onde os clientes e fornecedores são atendidos. 

O setor administrativo, por sua vez, é aquele que coleta os dados operacionais do negócio e os converte em informações confiáveis para analisar o desempenho do estabelecimento. É este o setor responsável pelo controle de pagamento e recebimento das contas da empresa, bem como pelo pagamento de tributos e da apresentação de obrigações acessórias.

Controle as finanças do negócio

O setor financeiro é considerado o coração de qualquer negócio. Afinal, através dele é possível saber se a empresa está dando lucro ou prejuízo e quais estratégias devem ser tomadas para aumentar o faturamento, as vendas e o lucro. É justamente esse setor que garante saúde financeira da empresa e a capacidade para honrar seus compromissos.

Para que isso seja possível, o indicado é colocar em prática algumas ações, tais como:

  • Separar as finanças pessoais das empresariais;
  • Registrar todas as entradas e saídas de recursos financeiros da empresa por meio de um sistema para oficina mecânica;
  • Acompanhar todos os serviços prestados, vendas efetuadas de perto;
  • Controlar as contas a pagar e receber;
  • Acompanhar o faturamento mensal da empresa por meio de relatórios visuais e analíticos para identificar quedas ou aumento;
  • Reduzir custos operacionais e despesas desnecessárias.

Otimize o tempo de trabalho da equipe operacional

Lembre-se: tempo é dinheiro. No entanto, uma boa gestão do tempo só se faz com uso de tecnologias apropriadas. Equipamentos como scanners automotivos, osciloscópio, injeção eletrônica, boroscópio e videoscópios são apenas alguns exemplos de como a tecnologia facilita a vida do mecânico na hora de encontrar, diagnosticar e solucionar diversos problemas.

Otimize o tempo de trabalho do administrativo com um bom sistema para oficina mecânica

Mesmo que o setor administrativo não seja aquele que coloca a mão na massa, dá para otimizar o tempo de trabalho das equipes. E o protagonista dessa façanha é o sistema para oficina mecânica. Ele automatiza tarefas repetitivas, integra setores e facilita a comunicação entre as equipes de trabalho. Além disso, reduz falhas humanas, diminui o retrabalho, evita desperdícios e aumenta a lucratividade.

Com a integração, a ferramenta passa a reunir em um único lugar todas as informações relevantes para a boa administração da oficina mecânica. Assim, o gestor da empresa tem acesso ao cadastro de clientes, orçamentos feitos, ordem de serviço, controle financeiro, controle de estoque e muito mais.

Com dados complexos transformados em informações relevantes e organizadas, é possível ter uma visão panorâmica de todo o negócio. E como se já não bastassem essas vantagens, também é possível coletar e analisar dados para oferecer uma experiência de compra personalizada para os clientes, como promoções e várias outras estratégias de fidelização.

Invista em capacitação profissional

Para sempre oferecer serviços alinhados às últimas tendências do setor aos clientes, a capacitação profissional se faz necessária. Não é porque você contratou um mecânico experiente que ele não vai precisar se atualizar, não é mesmo?

Oferecer cursos de capacitação, treinamentos profissionais, palestras entre outros recursos de aprendizagem é uma excelente forma de ter em sua equipe de trabalho profissionais de qualidade e motivados. Essas ações reduzem a taxa de rotatividade de colaboradores e melhoram o nível de satisfação dos clientes com os serviços prestados pela sua oficina.

Precifique corretamente os seus serviços

Outra dica para administrar a oficina mecânica de forma eficiente é aprender a precificar o próprio serviço. Essa tarefa pode ser realizada de várias formas, através de pesquisa de mercado, por meio do cálculo do custo do serviço mais margem de lucro e até mesmo do controle do fluxo de caixa realizado por um bom sistema para oficina mecânica.

Em um primeiro momento, essa dica pode parecer até irrelevante para os resultados do negócio, mas afirmamos que não é. Cobrar corretamente pelos serviços prestados ajuda a equiparar a sua oficina às mais tradicionais da localidade. Além disso, passa a impressão para o cliente de um serviço confiável e de melhor qualidade.

O ponto crucial aqui, portanto, é encontrar o equilíbrio na hora de precificar os serviços. Se ficarem muito baratos, certamente passarão a impressão de inexperiência e de má qualidade. Por outro lado, se ficarem muito caros, vão impedir a conquista de novos clientes.

Como escolher o melhor sistema para oficina mecânica?

Agora que você já aprendeu que para boa gestão administrativa é preciso contar com soluções tecnológicas simples e integradas, é hora de aprender a escolher o melhor sistema para oficina mecânica

Essa escolha deverá levar em consideração principalmente fatores como tamanho da oficina e serviços prestados. A partir disso, será possível definir quais recursos o sistema precisará dispor para promover mais eficiência às operações. E por falar em recursos, para ser considerado completo, prático e eficiente, um sistema para oficina mecânica deve ser composto pelos seguintes módulos:

Emissão de nota fiscal e boletos de cobrança

Com esse recurso, você vai emitir notas fiscais para os seus clientes de forma prática e rápida, sem necessidade de acessar o site da prefeitura da sua cidade. Em um único lugar você vai emitir e cancelar notas fiscais, acompanhar o status na SEFAZ, fazer cartas de correção eletrônicas e emitir boletos de cobrança.

Controle financeiro e de fluxo de caixa

Outro recurso indispensável é o controle financeiro de uma oficina mecânica. Por meio dele, você controla a entrada e saída de dinheiro no caixa, bem como as contas a pagar e receber. 

O controle financeiro oferece um melhor planejamento financeiro ao negócio. Com receitas e despesas previsíveis, fica muito mais fácil planejar investimentos e se antecipar a imprevistos.

Controle de compras e vendas no sistema para oficina mecânica

Já o controle de compras e vendas é um recurso muito útil para oficinas mecânicas que além dos serviços prestados, comercializam peças de reposição para os veículos. A ferramenta permite acompanhar as vendas, identificar quais os produtos mais vendidos no período, analisar a produtividade do time de vendas e conhecer o faturamento da empresa relacionado às vendas.

Estoque

De acordo com o Sebrae, os custos com o estoque representam 60% dos custos totais de uma empresa. E essa informação pode ser aplicada também às oficinas mecânicas, já que elas trabalham com peças, ferramentas, óleos lubrificantes e vários outros produtos. No controle de estoque, basta efetuar o cadastro das compras das mercadorias e a baixa é feita automaticamente com a venda do produto.

Orçamento

Esqueça os orçamentos feitos em talões, em planilhas ou editores de texto. Com o módulo orçamento, você vai poder aproveitar os produtos cadastrados no sistema para oficina mecânica e incluí-los no seu orçamento com apenas alguns cliques na tela do seu celular, computador ou tablet. 

Além dos produtos, poderá ainda aproveitar os dados dos clientes cadastrados e enviar por e-mail para eles. Essa, sem dúvida, é a melhor forma de cumprir prazos e aumentar as chances de vendas.

Ordem de serviço

Enquanto isso, o módulo ordem de serviço permite formalizar as solicitações de serviços de forma muito prática. Com a funcionalidade, você pode imprimir as O.S e entregar para o cliente na própria oficina, ou então, enviá-la por e-mail.  

As ordens de serviço ficam arquivadas no sistema para oficina mecânica. Dessa forma, podem ser consultadas a qualquer momento para sanar dúvidas como em que data foi efetuado o serviço, quais peças foram utilizadas, qual profissional foi responsável pelo conserto.

Relatórios

Outro módulo indispensável em um bom sistema para oficina mecânica é o relatórios. Por meio de relatórios gráficos, analíticos e confiáveis, o empreendedor ou gestor tem uma visão sistemática de todo o negócio. Com esse recurso, é possível obter informações sobre o fluxo de caixa, produtos e serviços, faturamento, DRE, estoque entre muitos outros.

A partir dessas informações é possível monitorar o desempenho do negócio no período, identificar o que está dando certo e o que precisa ser mudado. Em outras palavras, o módulo relatórios é uma ferramenta estratégica, que te permite ajustar o padrão de sucesso do seu negócio sempre que necessário. Assim, fica muito mais fácil superar os obstáculos e crescer.

Qual o melhor sistema para oficina mecânica?

Perante o exposto até aqui, certamente você já compreendeu o que considerar na hora de escolher um sistema para oficina mecânica, não é mesmo? Mas, diante de tantos recursos e infinidade de softwares e aplicativos disponíveis no mercado, qual escolher? Qual é o melhor para a sua empresa?

Responder essa pergunta é algo muito relativo, pois o melhor sistema para oficina mecânica sempre será aquele que atende prontamente às necessidades do seu negócio. Ele deve reunir o máximo de recursos para possibilitar uma gestão administrativa, financeira e operacional eficiente, mas ao mesmo tempo ser simples e intuitivo de usar. Além disso, o ideal é que o sistema seja online, para ser acessado de onde o gestor estiver.

Nesse contexto, apresentamos a você o sistema de gestão empresarial eGestor. Ele possui funcionalidades que atendem perfeitamente micro e pequenas empresas de todos os segmentos, sendo considerado um grande aliado para o sucesso do seu negócio. Ele pode ser usado por oficinas mecânicas, centros automotivos, empresas de funilaria, auto-peças, lava-jato entre outros ramos do setor automotivo.

Com o controle integrado do sistema eGestor você terá diversas possibilidades:

  • Sistema completo de controle financeiro;
  • Gestão de fluxo de caixa;
  • Controle de vendas;
  • Emissão de notas fiscais e boletos registrados;
  • Cadastro de fornecedores;
  • Controle de estoque;
  • Gestão de serviços e produtos;
  • Controle de produtos comprados e vendidos entre muitos outros recursos.

Cabe ressaltar que o eGestor é um sistema para oficina mecânica e diversos outros tipos de negócio totalmente online. Com ele, você acompanha a realização dos serviços prestados pela sua empresa em tempo real e gerencia todos os processos dela de forma rápida, prática e eficiente!

Conclusão

Esperamos que com este artigo você tenha compreendido o quanto um bom sistema para oficina mecânica pode simplificar as atividades das suas equipes de trabalho e aumentar a produtividade do negócio. E, é claro, também esperamos que você tenha percebido que o eGestor é o parceiro perfeito para a gestão da sua empresa.

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Gerir uma empresa familiar: Confira 10 dicas importantes

Gerir uma empresa familiar: Confira 10 dicas importantes

Característica marcante do povo brasileiro, as empresas familiares são bastante comuns de se encontrar pelo mercado. Iniciadas a partir de um café da tarde – por que não? – essas empresas têm tudo para dar certo. Mas gerir uma empresa familiar não é tarefa fácil.

Quando pensamos em família nos permitimos sentir certa segurança, certo? Entretanto, no contexto empresarial tal significado pode estar mais voltado a desentendimentos e conflitos.

Tudo depende exclusivamente de como a organização é criada e, principalmente, de como é administrada ao longo do tempo.

Tomar certos cuidados e medidas é mais do que importante para manter a integridade de todos. É essencial para que o convívio familiar não seja abalado graças ao contexto empresarial e vice-versa.

Se você procura justamente por este equilíbrio na gestão da sua empresa familiar, encontre neste artigo algumas dicas e técnicas que asseguram uma relação muito mais sóbria tanto em horário de expediente quanto fora dele!

Confira 10 dicas sobre como gerir uma empresa familiar

1. Uma pessoa tem que liderar

Liderança é a alma do negócio e, portanto, é imprescindível que alguém lidere mesmo dentro de uma empresa familiar.

Há casos em que os membros constituem um capital equânime, ou seja, cada um entra com o mesmo tanto de dinheiro e todos acham que são líderes, “chefes” do negócio. Isso é um equívoco!

Conhece aquele velho ditado que diz “muito cacique para pouco índio”? Pois é, se você não quer ver sua empresa ruir graças à competição por poder e autoridade, é essencial determinar apenas uma pessoa para ser líder, gestor e administrador da empresa.

Para tomar essa decisão é importante por sempre na balança as qualidades pessoais e técnicas desse representante. Também é imprescindível que esta pessoa possa se dedicar exclusivamente às atividades da organização.

Definido quem irá liderar a empresa, é importante que todos se conscientizem e entendam o porquê da escolha, respeitando-a.

gerir uma empresa familiar

2. Defina sempre regras

Muita gente pensa que gerir uma empresa familiar significa trabalhar quando e como quiser, não justificando ausências ou até mesmo tirando férias fora de hora. Este é outro gigantesco erro!

Para que uma empresa cresça e tenha bons resultados, é indispensável a existência de regras que determinem como os membros da organização irão se portar.

É claro que é muito mais fácil lidar com imprevistos quando se está junto a pais, irmãos e tios. Porém é importante que fique claro que trabalho é trabalho. As pessoas não podem simplesmente se ausentar ou mudar rotinas e horários levianamente.

Para que todos tenham bons lucros no fim do mês, todos devem se empenhar nesta conquista e a definição de regras é a base para este andamento.

E, mais: vale ressaltar que as regras devem ser iguais para todos os membros da empresa, ok?

3. Pratique o planejamento

O planejamento é a base do sucesso de qualquer tipo de empresa, seja ela familiar ou não, pequena, média ou grande. Planejar é o pontapé inicial de quem quer fazer tudo direito e bastante certo!

Dentro desta modalidade administrativa é possível traçar e definir metas e objetivos que devem ser sempre de conhecimento de todos.

A definição da missão, visão e dos valores da empresa também deve ser tratada como prioridade dentro do planejamento, visto que norteará o dia a dia de todo o negócio.

Uma dica bem interessante para gerir uma empresa familiar, e que vale a pena ser anotada, é que sejam marcadas reuniões periódicas com todos os membros da família que tem porcentagem no negócio. Nesses encontros serão definidos alguns planejamentos, como estabelecimento de estratégias e ações e assim por diante.

4. Determine o salário de cada membro da família

Assim como nos casos em que a empresa é constituída por uma só pessoa, a empresa familiar não deve ter todo o seu lucro tratado como fonte de renda dos sócios. Pelo contrário, é essencial que os pró-labores estejam previstos nas planilhas de gastos, sendo que a diferença deverá sempre ser aplicada no próprio empreendimento.

Assim como em qualquer outro trabalho, cada pessoa terá seu salário mensal para receber da empresa e isso independente de seus lucros ou até mesmo prejuízos.

A determinação do salário dos membros da família que trabalham na empresa pode ser uma das tarefas mais complexas visto que todos podem querer receber igual, mesmo que nem sempre seja justo, ou um ou outro queira a mais devido a sua dedicação, algo que pode não ser entendido.

Uma boa base para determinar esses valores, portanto, é estabelecer um teto de retirada para todos os donos e dividi-lo de acordo com as porcentagens. Para aqueles que trabalham diretamente na empresa, ainda é necessário calcular um salário condizente com a função e com o mercado.

5. Controle financeiro é essencial

Depois de ter acordado os salários e pró-labores da empresa é hora de fazer o planejamento financeiro. Esse controle é uma das partes mais importantes da organização. Afinal, sem dinheiro a empresa está fadada ao fracasso.

Assim como em qualquer outro negócio é preciso estar sempre atento às oportunidades de reduzir custos, sejam eles operacionais ou até mesmo tratando-se de capital humano.

Outro ponto importante para gerir uma empresa familiar é que as diferenças positivas no fim de cada mês devem ser bem aproveitadas, investindo-se ou até mesmo reservando para outros momentos de maior precisão.

6. Descreva todas as funções e atribuições de cada um

O que você faz dentro da empresa? Se você não sabe essa resposta com exatidão com certeza é hora de pensar nesse assunto.

Cada pessoa é importante e fundamental para o andamento das atividades e você sabia que se ela não souber ao certo qual a sua função, toda a organização pode sair prejudicada?

Pois é! Assim como em qualquer outro tipo de empreendimento, dar ciência do que é o cargo e quais as suas principais atribuições é realmente importante para que todas as tarefas caminhem sem problemas.

Para auxiliar nesta etapa, a dica é consultar o que os profissionais do mercado fazem nas tarefas pesquisadas e aplicar muito dessas observações no cotidiano do próprio negócio.

Se possível, crie um documento com a explicação de cada tarefa, quais as responsabilidades e encargos e assim por diante para que não restem mais dúvidas.

7. Saiba como tratar os funcionários / familiares

Respeito é a palavra que deve imperar em ambos os contextos, seja dentro de uma sala de reuniões ou dentro de uma sala de jantar no feriado prolongado. Ainda assim, é importante ter em mente que no ambiente empresarial certas atitudes são melhores aceitas ou vice versa.

Haja molejo!

Um dos principais desafios é comumente visto quando pais têm que se reportar aos filhos dentro da empresa, tios que precisam aceitar as instruções de sobrinhos e assim por diante. Até mesmo entre irmãos pode ser bem complicado.

Evidentemente dentro da empresa o tratamento deve ser mais focado no profissionalismo. Sempre com muito respeito, pode ser necessário chamar a atenção e até mesmo corrigir atitudes dos familiares.

E tudo isso pede zelo, certo?

8. Jamais tome decisões com base em emoções

Uma dica realmente importante tratando de como gerir uma empresa familiar é tomar cuidado para não misturar emoções e situações do dia a dia familiar com empresarial.

É preciso ser extremamente sábio e paciente para não incorrer em erros e misturar as coisas!

Por isso mesmo a dica é sempre esperar a poeira baixar antes de tomar qualquer eu seja a decisão. Lembre-se que mais do que um funcionário, a pessoa pode ser um parente e a repercussão pode ter gigantescas proporções.

9. Sempre alinhe interesses

Entretanto, não é porque a empresa é familiar que todas as tomadas de decisão devem levar em conta cada um dos membros e suas respectivas opiniões.

Para se manter no mercado, na maior parte das vezes, será necessário pôr em primeiro plano o interesse da organização e não o que cada um pensa sobre o lugar.

Lembra-se do planejamento que foi citado lá nas primeiras dicas deste artigo? Procure sempre deixá-lo como norte do empreendimento. Pois assim eliminam-se as vontades pessoais e fica sempre em evidência aquilo que realmente importa para a empresa.

Focar nos resultados é nas melhores trajetórias para atingi-lo é o plano essencial do crescimento de uma empresa familiar.

10. Se necessário, a demissão é a válida

Ainda sobre os interesses da organização, pode ser que em certo momento seja averiguada a necessidade de demitir, ou dispensar, uma pessoa da empresa familiar.

Seja por corte de gastos, quando essa pessoa tem salário além da participação, seja por disparidades no modo de trabalho, colocar na balança tudo e decidir é um dos momentos mais difíceis para um administrador destes negócios.

Se demitir já é difícil quando você não tem uma relação estreita com o profissional, com certeza demitir um parente é muito mais complicado.

Ainda assim, um bom gestor não pode fechar seus olhos para não ter que tomar esta atitude.

Em alguns casos, o futuro da empresa dependerá exclusivamente de ações drásticas e quem deve tomar a frente na hora de tomá-las é o líder, é claro.

gerir uma empresa familiar

DICA BÔNUS: Separe os assuntos!

Tratando-se do tema como gerir uma empresa familiar evidentemente não poderia faltar uma dica que falasse exclusivamente da separação de assuntos, não é mesmo? E é justamente por isso que ela está aqui, separada das demais!

Uma das maiores dificuldades encontradas na administração de empresas familiares é a falta de preparo que as pessoas têm para não misturar assuntos.

É realmente complicado, porém os poucos que conseguem e dão dicas são também os responsáveis por empresas familiares de sucesso!

Você quer isso para o negócio da sua família? Então saiba separar os assuntos. Durante o expediente não é hora de falar sobre os problemas da relação marido, mulher, pai e filho ou das desavenças entre irmãos. É hora de todos serem colaboradores e pronto!

Da mesma forma, ao chegar em casa ou nos finais de semana, não é hora de falar de trabalhar, resolver problemas do negócio ou discutir possibilidades e estratégias, é hora de curtir momentos de tranquilidade e companheirismo.

Evidentemente, gerir uma empresa familiar na teoria é muito mais fácil do que na prática. Porém, com um pouco de empenho e muita força de vontade de todas, é possível assumir esta postura, amplamente benéfica tanto para a relação familiar quanto empresarial. Pratique!

É possível manter a cultura familiar e ainda assim profissionalizar a empresa?

Falando um pouco sobre uma das dúvidas mais comuns dos empresários que administram negócios familiares, é possível sim investir em modernização sem ter que colocar a cultura familiar em risco.

Essa profissionalização pode se dar de várias formas. Uma delas é a partir de treinamentos dos membros, outra com a implantação de sistemas que agilizam e otimizam a qualidade do negócio.

Em ambos os casos, é totalmente viável e possível melhorar o empreendimento sem ter que abrir mão da estruturação familiar que, inclusive, pode ser mantida até mesmo quando a empresa cresce e se expande a ponto de exigir a contratação de mais profissionais vindos do mercado.

Sucessão: treine as novas gerações para assumir os cargos do negócio

Por fim, uma super dica para gestores e líderes das empresas familiares é estar sempre de olho nas novas gerações para treinar outros para assumirem os cargos.

Levando sempre em conta as qualidades pessoais de cada um e seus próprios desejos e sonhos, é possível treinar desde cedo excelentes profissionais para tomar o posto depois de alguns anos.

Essa é, aliás, uma das bases para que a empresa continue sendo familiar, afinal, se ninguém assumir, por exemplo, o papel de gestor e o negócio tiver que contratar profissionais externos, parte da cultura familiar se perde, mesmo que com a nova contratação venham também novas estratégias e boas alternativas para a empresa.

Enfim, gerir uma empresa familiar não é nada fácil, porém tem tudo para dar certo! Os laços sanguíneos podem ser incrivelmente fortes em meio ao ambiente hostil que é o mercado e cabe a cada empreendimento, bem como família, saber como administrar tudo isso da melhor forma, sempre focando em resultados para todos!

Gostou das dicas desse artigo? Está pronto para gerir a empresa da sua família? Aproveite e compartilhe esse conteúdo com os demais membros da organização!

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Trabalhar em casa: As melhores Ideias de negócio

Trabalhar em casa: As melhores Ideias de negócio

O home-office tem sido uma grande tendência ultimamente. Imagine poder lucrar diretamente de casa e ainda trabalhando com algo que se gosta? Esta é a filosofia do home-office. Poder trabalhar em casa, sendo o próprio patrão, fazer algo que se ama e ainda ganhar dinheiro com isso. Parece o mundo da fantasia, mas não é.

Muitas pessoas estão conectadas pela internet, portanto ela pode ser o intermédio do empreendimento com o público. A rede mundial de computadores se torna um escritório (com aluguel/domínio mais em contas) e uma oportunidade de interação muito mais rápida e prática do que aguardar por alguém adentrar uma loja física ou um escritório.

O negócio online em home-office permite que a pessoa desfrute do conforto da residência, bem como aproveite a família. Afinal, quanto tempo por dia é perdido apenas com deslocamento do trabalho para a casa e vice e versa? Há pessoas que levam até duas horas! Isso é inadmissível, uma opção deve ser criada. Esta opção, assim, nasceu junto com o advento da internet.

Havendo infinitas ideias de negócios, o mercado está aberto. Sabendo construir de forma ordenada e bem estruturada, qualquer tipo de negócio na web tem grandes chances de gerar frutos. Basta que a dedicação seja a sintonia, e o trabalho seja dobrado – ao menos no início.

12 ideias de negócio para trabalhar em casa e conquistar a independência financeira

É o sonho de todos, finalmente, viver com independência financeira e desfrutando dos ganhos. O lazer precisa estar dentro da rotina. Trabalhando no conforto de casa é possível aproveitar da leveza do ambiente, praticidade nas tarefas e futuro lazer. Assim, confira excelentes ideias de negócio para trabalhar em casa:

1. Conteúdo para site/blog para trabalhar em casa

Uma das grandes necessidades atualmente é a criação de conteúdo para site/blog ou até mesmo para página em redes sociais. Ou seja, conteúdos textuais e multimídia (áudio, vídeo e imagem) estão sendo muito requisitados no mercado, devido à grande procura de empresas e demais sites por profissionais capacitados para o serviço.

Portanto, se você tem intimidade com produção de imagem/vídeo ou textos, uma boa ideia é criar um portfólio e procurar sites com direcionamento de freelancers para profissionais que requisitam esses serviços. Dentre as melhores opções de sites para encontrar novos clientes estão:

  • 99Freelas (para profissionais de diversas áreas);
  • Freelancer (trabalhos de programador, web designer, redator e muito mais);
  • Comunica Geral (dinâmico para a procura de diversos trabalhos freelancer);
  • Trampos.co (tanto para freelancer, como para empregos fixos home office);
  • Escola Freelancer (além de ofertas de trabalhos, há também artigos que auxiliam o freelancer iniciante);

Estes foram só alguns exemplos de sites que podem servir como um estopim para novos trabalhos. Basta pesquisar, que as opções aparecerão.

Trabalhar em casa: as melhores ideias de negócio para o home office

2. Aulas particulares online

Há inúmeros pais procurando constantemente um professor particular para o filho na internet. Entre as buscas, estão os professores online, pois além do preço ser mais em conta, não é preciso deslocamento para que o filho receba as orientações necessárias para sanar as dúvidas em determinada disciplina.

Assim, para quem tem facilidade com algum conteúdo, dar aulas particulares via Skype, por exemplo, pode ser uma interessante ideia para uma renda extra (ou até mesmo a renda principal, vide o Professor Jubilut, de Biologia, que é um sucesso online). A internet facilitou este contato.

Portanto, aulas referentes a disciplinas escolares, aulas de violão, aulas de redação para ENEM ou aulas de línguas estrangeiras são buscadas pelas pessoas. A ideia principal é: trocar o abastecimento de conteúdo pela web por meio do Meet ou Teams, sem ao menos precisar sair de casa.

3. Preparado na cozinha de casa

Quentinhas são excelentes opções, bem como bolos, pães e muito mais. Tudo isso pode ser feito de casa, gastando pouco e fidelizando uma clientela. Inúmeras pessoas têm aderido a esta ideia, em função das encomendas. As encomendas evitam o desperdício, e são uma excelente estratégia para compor um negócio e trabalhar em casa.

Totalmente home-office do conforto da própria cozinha, o preparo pode ser sinalizado do dia para a noite, por meio de uma página no Facebook ou Instagram, onde as pessoas realizam o pedido diretamente com você por um preço competitivo dentro do mercado. Há vários setores que podem ser interessantes para segmentar o público, como, por exemplo, os veganos ou até mesmo os praticantes de academia.

A ideia é criar um público, e este público será o comprador constante de seus pratos preparados com o gostinho caseiro que as pessoas tanto gostam de desfrutar na hora de almoço do trabalho.

4. Trabalho com maquiagem

Montar um mini estúdio para trabalhar em casa é uma excelente ideia. Investir na divulgação, procurar cursos e, assim, ter no conforto de casa um ambiente propício para receber as clientes e evoluir dentro do mundo da maquiagem. Para quem já possui uma destreza, investir nesta ideia pode ser a chance de conseguir uma boa renda para ajudar nas despesas da casa.

Há muitas pessoas que largam seus trabalhos, em virtude do aumento do número de clientes. Afinal, encontrar maquiadores no mercado é fácil, o difícil é selecionar os melhores. Portanto, investir em ser o melhor é a chance para conquistar a renda sonhada, com um trabalho que se gosta e no conforto da casa.

Há diversos cursos online, bem como ofertas de cursos presenciais. A ideia é estar sempre atenta às tendências, e saber o que o cliente deseja.

Trabalhar em casa - Maquiagem

5. Nutricionista para trabalhar em casa

Então você tem formação em nutrição, mas ainda não encontrou um mercado para desenvolver seu talento? É normal, sobretudo para quem está iniciando. Uma ideia é investir neste conceito via internet. Elaborando cardápios, disponibilizando consultorias via Skype e também oferecendo dicas para quem deseja uma vida mais saudável.

As pessoas hoje desejam muito emagrecer. Uma das grandes procuras pelo Google diz respeito à alimentação saudável e busca por fórmulas para o emagrecimento rápido. Uma ideia primorosa é investir neste conceito, formalizar o seu negócio e assim ter um site ou uma página no Facebook em que o foco seja auxiliar quem apresenta um problema, seja ele para perder peso, seja ele para ganhar peso.

A vaidade com o corpo está em alta. Os cuidados cresceram. A preocupação com a saúde aumentou. Nutricionistas, portanto, são urgentemente solicitados, pois problemas com alimentação sempre irão existir.

6. Serviço de Clipping

O serviço de clipping, provavelmente, irá requerer uma formação na área da comunicação. Contudo, para melhor especificar, muitas empresas contratam pessoas para realizar a clipagem de assuntos em que a determinada empresa contratante se envolve no mundo da mídia. Ou seja, se a empresa apareceu em uma determinada revista ou jornal, aquela determinada matéria estará na clipagem realizada.

Esse serviço é muito requisitado, seja por pequenas, médias ou grandes empresas. Ele servirá, sobretudo, para avaliação do quanto a publicidade da empresa está funcionando. Assim como mensurar quanto esta empresa está participativa aos olhos do público; marcando presença dentro do mercado.

Apesar de ser pouco divulgado, o trabalho de clipping pode ser realizado de casa, como por um contrato pré-fixado, ou ainda como um trabalho freelancer. Variando da forma de negociação, é uma excelente forma de conseguir trabalhar de casa.

7. Agenciamento de viagens para trabalhar em casa

Já pensou em ter uma pequena empresa de viagens para a coordenação de um grupo em um passeio? Uma agência de viagens online é uma percepção crescente que tem tido alto investimento nos últimos anos. A praticidade da comunicação, as referências sugeridas em um site e a facilidade para compras, negociações e divulgações do serviço cresceram.

Portanto, a organização e compra de roteiros de viagens pode ser uma ótima forma de seguir trabalhando de casa, dialogando com viajantes e ainda lucrar muito bem em cima deste negócio próspero. As pessoas gostam de viajar, e sempre estão em busca de promoções para conhecer um determinado lugar.

Seja por terra, água ou céu, um público sempre será cativado por preço atraente e segurança na hora de colocar o pé na estrada.

8. Formalizando uma loja online

A loja online pode ter duas vertentes neste sentido. Além de ela ter certo custo de manutenção e criação, é preciso saber exatamente o que se deseja vender para um determinado público. O Facebook inseriu em suas opções de Fan Page, uma loja em que microempreendedores pudessem expor e vender produtos relacionados à página.

Surtiu efeito, e muitas pessoas têm buscado a opção de loja online. Através dela, é possível realizar a venda de produtos estocados e comprados em atacado, como também vender artesanato produzido por quem os confecciona, assim como adotar o dropshipping (técnica utilizada para adotar a revenda sem estocar produtos).

Portanto, abrir uma loja online pode ser mais simples do que aparenta. Com boa divulgação e produtos de qualidade, o merchandising se fará por si só.

9. Design de sobrancelhas

Outro conceito que tem crescido no mundo da beleza para trabalhar em casa é o de design de sobrancelhas. Muito buscado, mas ainda com baixo mercado. Trabalhar com design de sobrancelhas pode ser complicado no início para a conquista de clientes tão específicos. Contudo, após alguns trabalhos, já é possível perceber uma maior procura, devido a uma divulgação pesada e concentrada no nicho pela web.

Assim, é possível receber as clientes diretamente de casa. Sem a necessidade de um alto investimento inicial, o ramo de design de sobrancelhas cresce muito quando se pensa na necessidade, custo/benefício e procura. Muitas mulheres (e homens também) têm procurado retirar o excesso de pelos do rosto e manter um design arrojado e confortável.

Dessa forma, com um mercado tão aberto e tão pouco concorrido, é possível, por meio de cursos online e presenciais, desenvolver as técnicas, acumular clientes e tudo do conforto de sua casa.

Trabalhar em casa

10. Desenvolvimento de Blog/YouTube

Pensar em blog logo vem à mente a ideia dos já comuns assuntos referentes à moda, beleza e etc. Mas um blog não precisa necessariamente abordar estes assuntos. Ele pode ser sobre experiências próprias, assuntos de interesse e algo que é de conhecimento próprio, mas com uma abordagem diferente.

Isso porque as pessoas não se importam se já existem 10 mil páginas na web com o mesmo conteúdo. O que atrai público é a abordagem. Se a forma de abordar o assunto for diferente, atrativa e única, o público irá aderir e permanecer.

Assim, investir em um blog junto a um vlog, auxiliará seu Adsense a crescer, os rendimentos aumentarão, e o público, consequentemente, crescerá.

11. Franquias digitais

As franquias digitais possuem como vantagem o trabalho já pronto. Sendo necessária apenas a organização, a dinâmica, o desenvolvimento e, sobretudo, os contatos e a divulgação. Portanto, o negócio já terá uma cara, não saindo do zero. Isso economiza tempo e prática para uma estratégia digital eficiente.

Há inúmeras franquias digitais no mercado, que já prometem retorno de valor em 1 a 3 meses. Contudo, o necessário é ter uma boa rede de contatos, um público direcionado e paciência para começar a render. Nada começa por acaso, e é preciso entender que render leva tempo.

As opções para franquias são inúmeras, você pode escolher o que mais lhe agrada para trabalhar, assim como selecionar o que atrai um público já conhecido. As franquias têm como ideia facilitar a vida do empreendedor.

12. Trabalhar em casa como afiliado

Por fim, trabalhar em casa como afiliado serve para quem deseja uma renda extra, e já adotou algum dos outros sistemas para ter sua renda majoritária provinda das outras onze ideias. Trabalhar como afiliado não provém renda fixa, sendo uma constante variável. Para tanto, é preciso, então, ter a ciência que o lucro de um mês nunca será igual ao do mês seguinte.

Contudo, é uma excelente forma de conquistar uma renda extra para investimento em outras áreas. A excelência no mercado de afiliados é a Hotmart. Com um excelente sistema de comissões, a organização da empresa auxilia o afiliado a saber o que está em alta para vendas, assim como o feedback do público.

Do mesmo modo como há a Hotmart, também existem inúmeros outros programas tão eficientes quanto. Basta escolher a ideia, conhecer o público a se vender.

Você também pode ser afiliado e vender eGestor.

Trabalhar em casa e lucrar é possível

A conquista de uma independência financeira do conforto de casa é sim possível. O home-office, apesar de real, ainda é um tabu. Alguns integrantes do mundo corporativo ainda desejam funcionários dentro das empresas. Contudo, a liberdade que a internet proveu, possibilitou que o trabalhador lucrasse do conforto de casa.

O que antes era uma renda extra, agora começa a se transformar em renda principal. E o melhor: tudo do conforto de casa, sem enfrentar trânsito, perder horas no deslocamento e ainda aproveitar a família. A tendência do futuro só cresce, e muitas empresas já estão se adequando a esta realidade que é só benefício para empregador e empregado.

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