Loja de cosméticos: Como montar uma com 17 dicas essenciais

Loja de cosméticos: Como montar uma com 17 dicas essenciais

O mercado dos cosméticos é um dos que mais cresce nos dias de hoje. A cada dia mais pessoas passam a dar atenção especial à sua aparência. E, no mesmo ritmo, surgem produtos de beleza para suprir essa necessidade cada vez maior.

Dessa forma, se você está pensando em abrir o seu próprio negócio, vale a pena levar em consideração uma loja de cosméticos que, se for planejada adequadamente, pode trazer um bom retorno financeiro para você.

Se você pensa que uma loja de cosméticos se limita exclusivamente ao público feminino (que já é grande), você está muito enganado! Afinal, cada vez mais os homens, preocupados com a beleza, procuram lojas de cosméticos para comprar o necessário para se manter sempre com uma boa aparência.

Além disso, a sua loja poderá servir também para profissionais da área da beleza, como cabeleireiros, manicures e esteticistas que procurarão a sua loja para comprar os materiais necessários para os seus serviços.

Inserido no nicho de higiene e produtos especiais, o mercado de cosméticos representa atualmente mais de 2% de todo o PIB brasileiro. Assim, em valores, esse número equivale a um faturamento de mais de R$ 100 bilhões de reais. Os cosméticos são produtos voltados para os mais variados aspectos da beleza, especialmente para a conservação da pele e cabelos de uma forma geral.

Entre os produtos cosméticos, os perfumes são certamente os que mais movimentam a economia no país. Apenas no ano de 2016, geraram cerca de R$ 5,7 bilhões.

Como montar uma loja de cosméticos

Se você se interessou e tem vontade de abrir a sua loja de cosméticos, veja quais são os 17 passos mais importantes para que você não tenha nenhuma dor de cabeça e possa desfrutar do seu comércio de maneira satisfatória

Perfil dos empreendedores no ramo de cosméticos

Para empreender no ramo de cosméticos, você precisa ter além de características naturais que facilitem sua caminhada. O perfil do empreendedor desse tipo de negócio é caracterizado principalmente por estar sempre atualizado nas novidades e tendências no mercado, por ser um ramo extremamente lucrativo, com uma indústria forte, estão sempre surgindo novidades e é importante estar por dentro das tendências. Outras características importantes devem ser mencionadas, como:

  • Amplo conhecimento no ramo de negócios; 
  • Conhecer os produtos;
  • Pesquisar sobre o mercado atual;
  • Estudar os concorrentes;
  • Habilidades sociais avançadas;
  • Capacidade para treinar funcionários;
  • Facilidade para transmitir seus conhecimentos;

1. Localização da loja de cosméticos

É claro que para abrir uma loja, você precisa de um espaço físico, não é mesmo? Assim, para escolher o local onde você vai montar a sua loja de cosméticos, você precisa levar em consideração dois principais fatores: a localização e o custo.

Se você tiver condições de comprar o seu ponto comercial e possuir um espaço próprio, essa é a melhor opção, pois assim você não terá que se preocupar em pagar aluguel todos os meses.

No entanto, se você ainda não pode comprar o seu estabelecimento, pode optar por alugar um para abrir a sua loja. E é aí que vem a segunda parte importante desse processo: onde alugar?

O ideal é que você procure por um lugar bem próximo ao grande centro, ou seja, onde estejam concentradas a maior parte das lojas da sua cidade, pois assim o movimento perto da sua loja é maior e consequentemente, haverá maiores chances de vender.

Porém, se você deseja alugar, vai perceber que o valor desses pontos “bem localizados” são bem mais caros e por isso, você precisa fazer um bom planejamento e pensar bem se dará conta de pagar o aluguel todo mês. Ou seja, em média, você pagará um valor em torno de R$ 2.000,00 para se manter em um espaço alugado para a sua loja de cosméticos.

Uma boa dica é pesquisar bastante, até encontrar o local ideal, onde você consiga ter uma boa localização, mas que também tenha um preço acessível. Outra opção é abrir uma das franquias de lojas de cosméticos já renomadas no mercado, como a Natura ou o Boticário, por exemplo.

Quiosque de cosméticos

Um quiosque de cosméticos é uma maneira mais acessível para quem deseja começar a empreender no ramo. O modelo pode ser instalado em qualquer local, afinal, os quiosques de cosméticos compõem principalmente o cenário de shoppings, ocupando pequenos espaços que demandam menos investimentos em móveis — no geral, para abrir um quiosque de cosméticos você precisará de um expositor e não precisa de tantos produtos quanto em lojas convencionais para colocar no mostruário —. Há outras vantagens em optar pela abertura de um quiosque de cosméticos:

  • Visibilidade: Embora tenha um tamanho reduzido, esse modelo de loja chama mais a atenção e se você usar as estratégias certas de iluminação, decoração e compra de produtos a visualização é potencializada. Assim, os clientes conseguem identificar a loja com mais facilidade e ficam estimulados a consumir;
  • Acessibilidade ao modelo empresarial: Esse modelo de negócio possibilita que o empreendedor adquira mais conhecimento e experiência sobre o funcionamento empresarial, habilidade para lidar com o público-alvo e mais domínio dos produtos comercializados.

Franquia de cosméticos

Estima-se que o investimento para a abertura de uma franquia de produtos de beleza é de 5 a 10 vezes inferior do que para abrir uma loja autoral. Assim, é um modelo de negócio mais acessível e conta com algumas vantagens:

  • Os clientes conhecem a marca;
  • Os produtos são conhecidos e desejados pelo mercado;
  • Consolidação da marca no mercado;
  • Mercado dinâmico e vantajoso;
  • Facilidade em se tornar um franqueado
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2. Registro

Para abrir um estabelecimento comercial você precisa registrar a sua loja junto à prefeitura da sua cidade, legalizando a sua marca.

Para isso, vale muito à pena contratar um contador de qualidade, pois é ele que realizará todo esse trâmite legal diante da prefeitura com a obtenção de alvarás de funcionamento, registro na Junta Comercial, legalização do nome jurídico e o nome fantasia da sua empresa na Receita Federal.

O contador também irá auxiliar em relação a todos os encargos tributários os quais você terá que arcar. Ainda, irá auxiliar a escolher o melhor regime de tributação para a sua loja de cosméticos.

Muita gente procura evitar esses procedimentos, só que isso poderá trazer sérias consequências para você no futuro, então, respeite todas as leis e faça tudo da forma correta para evitar dores de cabeça maiores daqui alguns anos.

Para identificar a melhor opção para o seu negócio, o recomendável é contratar o serviço de uma empresa que preste consultoria empresarial, que vai elaborar um plano de negócios e a partir dele realizar uma análise de mercado, financeira e operacional, de forma a lhe direcionar a opção mais viável e principalmente, mais rentável para a sua empresa.

No plano de negócio serão estudados fatores, como:

  • Público alvo;
  • Ponto comercial e circulação de pessoas;
  • Investimento de abertura do negócio e custos operacionais;
  • Empresas concorrentes na região;
  • Hábitos, interesses e poder aquisitivo dos consumidores;

Assim, quanto mais estruturado e completo for o plano de negócios, menor as chances de o seu empreendimento dar errado.

3. Estrutura física de uma loja de cosméticos

Depois que todo esse trâmite legal já tiver sido aprovado e você tiver o seu nome jurídico reconhecido na sua empresa, está na hora de montar, de fato, a sua loja. Agora que você já tem o lugar definido, pode comprar os móveis necessários de acordo com o tamanho do seu estabelecimento. Para uma loja de cosméticos, o que você vai precisar? Basicamente:

  • um caixa;
  • prateleiras;
  • uma vitrine;
  • um computador;
  • espelhos;
  • impressora de nota fiscal;
  • cadeiras/poltronas;

O tamanho de uma loja de cosméticos deve ficar em torno de 35 e 55 metros quadrados para a montagem desta estrutura.

Você pode comprar os seus móveis prontos caso a vontade seja economizar. Ou, caso preferir, pode encomendar os móveis sob medida para compor a sua loja.

É claro que os móveis sob medida são um pouco mais caros, mas, por serem planejados para o seu ambiente, você conseguirá posicioná-los como desejar e conseguirá aproveitar muito mais o seu espaço disponível. Todos estes móveis e equipamentos devem custar em torno de R$ 12.000,00 e R$ 15.000,00;

A vitrine de vidro é para ser colocada na frente da loja, para que assim você possa expor alguns produtos que chamem a atenção de quem está passando na rua.

Procure comprar todos os móveis no mesmo estilo, ou ainda, na mesma cor, pois assim a sua loja parecerá mais organizada.

4. Iluminação

 Um ponto muito importante que geralmente é esquecido é a iluminação da sua loja. Como se trata de uma loja de cosméticos, ter um ambiente bem claro é fundamental para que os clientes possam encontrar os produtos e ler os rótulos das embalagens com mais facilidade.

A melhor opção de lâmpadas para a sua loja são as fluorescentes brancas. As lâmpadas de LED também são uma ótima alternativa e são extremamente econômicas, mas o seu custo é bem maior. Fica a seu critério escolher qual delas é melhor para a sua loja, pois o importante é ter um espaço bem iluminado, independente de qual lâmpada se utiliza.

5. Decoração

A decoração de uma loja de cosméticos é um ponto muito importante porque humanos são extremamente visuais, o que chama a atenção, primeiramente, é a apresentação. Então, por atuar no ramo da beleza, impactando diretamente na autoestima de seus clientes, o seu empreendimento deve ter uma decoração que transmita conforto, bem-estar e que seja agradável visualmente. Assim, para atingir esses objetivos, confira a seguir algumas dicas de decoração:

  • Organize seus produtos de acordo com as categorias: Além de ser visualmente agradável visualizar produtos agrupados de acordo com sua categoria é também mais funcional; os clientes conseguem encontrar os produtos de maneira mais fácil;
  • Escolha de Cores: Mobílias escuras dificultam a visibilidade dos produtos porque tons escuros absorvem mais luz do que cores claras. Então, ao optar por móveis em tons claros, se aumenta a visualização dos produtos e a sensação de claridade no ambiente. Ambientes escuros, como mencionado no tópico 4, não são os mais indicados, especialmente para esse tipo de comércio;
  • Expositores: Expositores em locais estratégicos da sua loja, além de preencher espaços vazios que podem causar desconforto, colaboram para promover seus produtos, causando um destaque na percepção de seus clientes. Assim, esses expositores podem ser montados com mercadorias em oferta, novidades no mercado ou até mesmo algum produto que não esteja tendo um bom desempenho de vendas.

6. Produtos

Agora, com a sua loja montada, a iluminação e os móveis prontos, está na hora de comprar os produtos que irão preencher suas prateleiras, não é mesmo? Uma das grandes vantagens das lojas de cosméticos é que elas possuem uma variedade de produtos, dessa forma, fazendo com que a sua loja se torne automaticamente atrativa.

Assim, uma loja de cosméticos é composta pelos seguintes produtos:

  • Cabelos – shampoos, condicionadores, cremes de hidratação, óleos, tinturas e reparadores de pontas.
  • Unhas – esmaltes, alicates, removedores de esmalte, hastes flexíveis, palitos, algodão, lixas e polidores.
  • Corpo – cremes hidratantes, sabonetes líquidos e em barra, esfoliantes, cremes depilatórios, cremes de massagem e ceras para depilação.
  • Maquiagem – bases, pó compacto, corretivos, rímel, sombras, delineador, batom, demaquilante e lápis.
  • Banho e higiene – sabonetes, sais de banho e desodorantes;

Esses produtos citados acima são os mais básicos, isto é, que não podem faltar de jeito nenhum em sua loja. É claro que existem outros tantos, que cabe a você decidir se vale a pena oferecer ou não. Mas, os custos para a aquisição destes produtos, que são os essenciais para uma loja de cosméticos, estão avaliados entre R$ 18.000,00 e R$ 30.000,00.

Somados os valores necessários para a montagem da estrutura física com o investimento necessário para a aquisição do estoque inicial, o investimento total para a montagem de sua loja de cosméticos, portanto, ficará entre R$ 55.000,00 e R$ 70.000,00.

7. Escolha dos fornecedores

Agora que você já sabe quais são os produtos que necessariamente precisam estar nas suas prateleiras, está na hora de ir às compras. Assim como tudo, é importante que você faça uma pesquisa entre os fornecedores desses produtos, veja quais são as marcas que eles oferecem, os descontos e demais vantagens.

Não se esqueça de procurar pelas marcas mais conhecidas, como Azzaro, Carolina Herrera, Animale, Dolce & Gabbana, e Ferrari por exemplo, pois de uma forma geral elas são as primeiras a serem vendidas.

No entanto, vale a pena também comprar outras marcas, pois sempre tem aquele cliente que busca por algo novo e está disposto a experimentar. Ou seja, ter variedade de marcas é um ponto positivo.

Alguns passos são totalmente recomendáveis para a escolha dos melhores fornecedores para a sua loja de cosméticos. Assim, a primeira dica é listar um número de 20 fornecedores que você conheça. Feito isto, selecione os 9 melhores que você avaliou em termos de preços, atendimento e agilidade de entrega.

Entre em contato com cada um destes 9 fornecedores e então procure explorar o máximo de vantagens de cada um deles e a partir de então, selecione 3 ou 4 fornecedores que você entende que possam atender melhor às suas necessidades. Dessa forma, realizando esta seleção de fornecedores de uma forma criteriosa, a chance de errar na escolha é muito reduzida.

A importância de ter um bom fornecedor

Você deve encontrar mais que apenas um fornecedor mas sim um bom fornecedor. Um bom provedor de produtos é aquele que garante um serviço de qualidade, cumprindo prazos e claro, produtos de qualidade.

Imagine a seguinte situação: um cliente faz uma compra e você não tem esse ítem em seu estoque à pronta entrega. Então, entra em contato com seu fornecedor e faz a encomenda. O fornecedor passa uma data de entrega do artigo e você repassa ao seu cliente; chega o dia previsto para o recebimento do produto, seu fornecedor não avisou sobre algum contratempo e você fica esperando, seu cliente fica esperando. Os clientes até podem compreender essas eventualidades, mas você acaba sofrendo com a falta de comprometimento do seu fornecedor e isso impacta negativamente na sua percepção dentro do mercado.

8. Montagem de estoque

E então chegou a hora de montar o seu estoque. Essa tarefa não é nada fácil, ainda mais quando se está começando. No entanto, ela é necessária, pois não há nada mais constrangedor do que não ter um determinado produto para oferecer aos seus clientes.

Para ficar mais fácil, faça um planejamento de vendas, estipulando o quanto você deseja e acredita que conseguirá vender. Logo nos primeiros dias, verifique quais são os produtos que mais são comprados, pois eles acabarão mais rápido. Alguns outros que duram mais, podem ser comprados apenas quando acabarem.

Enfim, fica a seu critério montar o seu estoque. Com o passar do tempo, você vai se acostumando e pegando a prática. Mas seguindo todas essas dicas, com certeza você começará muito bem!

9. Contratação de equipe

Como o espaço físico da sua loja não será muito amplo, uma única vendedora e uma funcionária para o caixa, já são suficientes para atender os clientes com eficiência, pelo menos em um primeiro momento. Então, caso perceba que o negócio está ganhando aos poucos uma proporção maior e o fluxo de clientes está aumentando, este é o momento de contratar mais uma vendedora.

10. Projeção de gastos mensais

Além de todo o investimento de montagem da estrutura física, você também terá que arcar mensalmente com alguns gastos fixos, como a folha de pagamento de seus funcionários e impostos de água, luz e telefone.

Assim, uma das melhores formas de fazer esse controle é com uma planilha de controle financeiro. Isso mostra os valores mensais de gastos de uma loja de cosméticos e pode ajudar o empreendedor a ter um controle mais preciso.

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11. Divulgação da loja de cosméticos

Principalmente em um estágio inicial, uma boa divulgação é imprescindível para o sucesso de sua loja de cosméticos. É preciso que ela seja conhecida pelo público. Para a inauguração de sua loja, o ideal é distribuir panfletos nas proximidades do seu ponto comercial e em outros locais de boa circulação de pessoas, bem como investir em anúncios patrocinados no Facebook.

O Facebook também pode ser utilizado para uma divulgação mais duradoura, através de uma fanpage mostrando os seus produtos e informando as promoções de sua loja de cosméticos.

12. Gerenciamento de processos

O controle geral de uma loja de cosméticos, assim como qualquer outro negócio, deve ser feito de forma precisa. E, existem algumas formas de realizá-lo, como por cadernos, planilhas ou uma ferramenta de gestão empresarial.

Não recomendamos o uso de cadernos, uma vez que esses estão suscetíveis a muitos erros. As planilhas para lojas de cosméticos são uma boa opção de custo benefício. Ou, uma ferramenta de gestão é por onde é feito um controle mais completo.

13. Quanto custa abrir uma loja de cosméticos?

Não há uma resposta precisa para essa pergunta, depende de alguns fatores, como o porte da empresa, o tipo de produto a ser comercializado, número de funcionários etc. 

Para pequenos empreendimentos no ramo da beleza

É possível abrir uma pequena loja de produtos de beleza com um investimento menor; assim, comum aluguel de sala comercial de 20m² na capital São Paulo tem um valor mínimo de R$2.600 mensais, os custos de mobília para um espaço com essa metragem estão em torno de R$3.000 adicionando despesas como água, luz, levando em consideração que você mesmo comercializa seus produtos e o custo para adquirir mercadorias, o investimento para abertura do seu negócio é de pelo menos R$23.600.

Para a abertura de loja de cosméticos com um investimento maior

Mas, se você deseja fazer um investimento maior no seu empreendimento no ramo da beleza, pode fazer a locação de um espaço comercial maior; desta forma, um aluguel de ponto comercial na capital São Paulo com metragem de 120m² custa em torno de R$16.000. Assim, num espaço dessa dimensão é aconselhável investir na contratação de funcionários, ao menos um vendedor e um caixa; ponderando o custo de manutenção do espaço água, luz, adicionando os custos relacionados aos funcionários e compra de produtos, o valor para abrir um negócio no ramo da beleza é no mínimo R$48.406.

14. Margem de lucro de uma loja de cosméticos 

Geralmente a margem de lucro para esse tipo de estabelecimento é bastante satisfatória. Isso porque, um pequeno estabelecimento comercial do ramo que tem sede residencial ou em um pequeno bairro consegue faturar aproximadamente R$5.000 mensais, a margem de lucro pode chegar a R$7.500. Assim, para estabelecimentos maiores, do mesmo ramo, em uma cidade de médio porte, considerando a manutenção do comércio, é possível atingir um faturamento de até R$15.000, e sua margem de lucro é de aproximadamente R$19.500.

15. Planejamento de negócios

O planejamento de negócios possibilita a mensuração da realidade tanto do mercado quanto do empreendimento; assim, a partir do plano é possível fazer uma avaliação crítica sobre o contexto geral em que a empresa está inserida, tendo consciência se o empreendimento é inviável ou viável, a técnica do funcionamento, também noções de retorno e possíveis gastos.

Para a elaboração do plano é importante buscar o máximo de informações possíveis, contatando fornecedores e clientes e mais que isso, estudar os públicos que deseja conquistar e as formas de atingir esse objetivo. O Planejamento de negócios passa pelas seguintes etapas para ser criado:

Sumário executivo

O sumário executivo contém as informações mais importantes, entre elas:

  • Descrever o empreendimento, qual o objetivo que almeja e o que difere seu negócio da concorrência. Algo como missão, visão e valores;
  • Descrição do perfil dos colaboradores que você deseja que sejam integrantes do seu time;
  • Que tipo de produtos e serviços você irá comercializar;
  • Quais são benefícios que seus produtos têm;
  • Qual será o investimento de início e total;
  • Forma jurídica do seu negócio;
  • Enquadramento tributário

Análise de mercado

 Nesse segmento do plano há um maior entendimento sobre a sua situação em relação aos concorrentes, quem são seus clientes e fornecedores. Assim, para fazer essa análise, é necessário analisar estes fatores:

  • Análise da concorrência: Seus concorrentes atuam no mesmo ramo que você, comercializam itens e serviços semelhantes aos seus. Para analisar a concorrência você deve considerar os pontos fortes e fracos, com a análise SWOT, por exemplo, a qualidade do que é comercializado, o atendimento prestado, relação com os clientes e as empresas do mesmo segmento que a sua;
  • Análise de fornecedores: Seus fornecedores proverão seus produtos, as matérias-primas para criação dos seus itens de comércio, equipamentos e demais artigos necessários para o funcionamento do seu estabelecimento. Portanto, para essa análise, você deve considerar quais fornecedores oferecem o melhor produto com o melhor custo-benefício, o que é necessário e quem pode prover essa demanda, qual o prazo de entrega, possibilidades de pagamento e quantidade mínima para realizar o pedido;
  • Análise de clientes: Os clientes são uma parte fundamental a ser levada em consideração. Sem estudar quem são seus clientes e o que eles querem consumir, você não consegue atrair tantas vendas. Então, para conhecer seus clientes você pode ponderar se: São pessoas físicas ou jurídicas, idade, gênero e estado civil e onde compram e com que frequência consomem seus serviços.

Plano de Marketing

Essa etapa faz uma descrição detalhada dos itens comercializados (contendo informações como cor, tamanho, rótulos, marcas etc) e deve conter a estratégia de venda. Ou seja, como gostaria que esse produto fosse apresentado e comercializado pelo cliente.

Plano operacional

O plano operacional faz uma descrição de como seu negócio funcionará, demonstrando o passo a passo necessário para que você atinja seu objetivo comercial: vender. Portanto, deve ser levado em consideração os fatores:

  • Tempo demandado para a conclusão do processo de prestação de serviço;
  • Qualificação dos colaboradores;
  • Quantidade de colaboradores;
  • Produtividade dos equipamentos;
  • Capacidade de distribuição e armazenamento;
  • Prazos dos fornecedores.

Plano financeiro

 Na etapa do plano financeiro você deve incluir todas as informações que envolvam finanças: despesas, gastos, lucros, capital de giro etc. Assim, o investimento total é segmentado em:

  • Investimentos fixos;
  • Compras de equipamentos, matérias-primas e móveis;
  • O capital de giro é referente a todo custo envolvido para a manutenção do funcionamento da empresa;
  • Investimentos pré-operacionais;
  • Reformas.

Análise 

Após avaliar todos esses aspectos, você deve analisar as informações, observar se os dados estão claros e então considerar se vale a pena ou não abrir o negócio. 

16. O que é preciso para abrir uma loja de cosméticos

É necessário cumprir algumas obrigações legais de formalização empresarial para abrir seu empreendimento. O padrão de abertura é a realização de uma série de cadastros:

  • Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ);
  • registro na Junta Comercial;
  • Secretaria da Fazenda;
  • Sindicato Patronal;
  • Prefeitura Municipal;
  • e INSS.

Além desses processos cadastrais, a loja também deve passar por fiscalizações do Corpo de Bombeiros e da Prefeitura para ter o Alvará de Funcionamento.

Mas, empreendimentos menores, com um quadro de funcionários mais enxuto, podem optar pelo cadastro do Microempreendedor Individual (MEI). Sua abertura é mais simples, fácil e rápida. 

Loja de cosméticos pode ser MEI?

Sim, uma loja de cosméticos com CNAE 4772-5/00 – Comércio varejista de cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal pode ser MEI.

A loja de cosméticos que opta por ser MEI se enquadra no Simples Nacional, Anexo I, sendo suas alíquotas de imposto entre 4% e 19%.

17. Fiscal tributário

Os impostos que incidem sobre o comércio de cosméticos são:

  • PIS;
  • COFINS;
  • ICMS;
  • IPI;
  • CPP;
  • ISS;
  • PIS;
  • IRPJ;
  • CSLL.

Ainda, para os empreendedores que optaram pela abertura de seus negócios através do MEI, é feito o pagamento mensal do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS).

Mas, para os outros tipos de empresas, é necessário escolher entre o regime tributário do Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real.

E uma loja de cosméticos online, pode ser uma boa alternativa?

Uma loja virtual de cosméticos também pode ser uma ideia de negócio lucrativa e apresenta um custo relativamente baixo para a sua implementação.

Inicialmente, você terá que contratar os serviços de um especialista para o desenvolvimento e manutenção do site, especialista em SEO, voltado para a otimização em mecanismos de busca, especialista em marketing para redes sociais e anúncios patrocinados.

A vantagem destes profissionais, é que geralmente eles prestam um serviço freelancer. Assim, isso representa um custo muito menor se comparado a funcionários próprios em uma loja física.

Os valores referentes a compra de um domínio e hospedagem de seu site podem variar. Ainda, o único porém a ser ressaltado no caso de se implementar uma loja online de cosméticos, é o fato de existir uma alta concorrência. Afinal, os e-commerces voltados para cosméticos estão cada vez mais presentes no dia a dia.

Dicas para abrir sua loja de cosméticos

Finalmente, para a abertura do seu empreendimento no ramo da beleza, você percebeu que precisa mais do que apenas um bom espaço, produtos e clientes. Então, confira algumas dicas para empreender

  • Ofereça um serviço atencioso e diferenciado;
  • Participe de todo o processo, desde a compra do seu estoque até a venda dos artigos;
  • Invista na comercialização de itens de qualidade;
  • Treine bem sua equipe;
  • Mantenha-se atualizado nos acontecimentos do mercado;
  • Acompanhe as inovações no ramo.

eGestor

O eGestor é o sistema de gestão empresarial fácil e online para a sua micro e pequena empresa. Assim, com esta ferramenta, você poderá realizar os processos de controle de estoque, controle financeiro, cadastro de clientes, fornecedores e transportadores, cadastrar as suas compras e vendas, dentre muitas outras funções. Tudo isto de uma forma extremamente fácil e prática no sistema para loja perfeito para o seu negócio.

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Obrigações acessórias: saiba o que são, tipos e prazos

Obrigações acessórias: saiba o que são, tipos e prazos

Se você é dono ou gestor de uma empresa, não importa o ramo de atuação ou porte, provavelmente já deve ter escutado falar de obrigações acessórias

Diferentemente de obrigações principais, que estão relacionadas à apuração e pagamento de impostos, as obrigações acessórias se referem a declarações que devem ser entregues às autoridades fiscais, sejam elas municipais, estaduais ou federais.

O fato é que compreender quais são essas obrigações, como elas surgem e os prazos para as entregas é de extrema importância para os negócios. Assim, esse entendimento evita o pagamento de multas e juros, que afetam diretamente a saúde financeira da empresa. 

Quer saber como manter a sua empresa em dia com as obrigações fiscais e tributárias? Então leia o artigo a seguir até o final!

O que são obrigações acessórias?

As obrigações acessórias são documentos exigidos pelas autoridades governamentais. Também chamadas de declarações acessórias, elas contêm informações sobre a receita da empresa, bem como impostos apurados e pagos, encargos trabalhistas entre muitos outros dados relevantes.

Na prática, as obrigações acessórias mostram quais as atividades que geraram um imposto. Mas, elas também servem para confirmar o pagamento deles.

Ou seja, podemos definir as declarações acessórias como relatórios analíticos, eletrônicos e obrigatórios. Eles devem ser realizados por contadores e entregues às autoridades responsáveis.

Como surgem?

Embora tenham que ser declaradas e enviadas pelas empresas, as obrigações acessórias surgem através da determinação dos governos. Ou seja, são os órgãos fiscalizadores que definem quais declarações acessórias devem ser apresentadas por cada empresa, levando em consideração a sua atividade econômica e o seu regime tributário.

Sendo assim, podemos dizer que as obrigações acessórias na verdade nascem através de determinações governamentais. 

Isso inclui também quais declarações que devem ser cumpridas, os prazos de entrega entre outros detalhes preestabelecidos.

Prazos

Os prazos para a entrega das declarações acessórias variam de acordo com o tipo de obrigação a ser entregue. Dependendo da obrigação, ela pode ter que ser entregue mensalmente, trimestralmente, semestralmente ou até mesmo anualmente. 

Como são muitas, é importante contar com um contador para identificar quais são as entregas que devem ser feitas pela sua empresa, bem como os prazos que devem ser cumpridos. Lembre-se que a não entrega ou a entrega fora do prazo pode gerar multas para a empresa.

Quais são os tipos de obrigações acessórias que existem?

Conforme já explicamos, as obrigações acessórias podem variar conforme a atividade econômica da empresa e o seu regime tributário. Além disso, existem ainda as declarações específicas de cada estado ou município brasileiro, bem como declarações pertencentes a determinados órgãos de classe. 

Então, para facilitar o seu entendimento, listamos inicialmente as obrigações acessórias. divididas por regime tributário. Confira adiante.

Obrigações Acessórias do Simples Nacional

Para se enquadrar no regime tributário do Simples Nacional, a empresa deve faturar anualmente até R$ 4,8 milhões. Geralmente é o regime adotado por microempresas individuais, microempresas e empresas de pequeno porte. 

Ele busca simplificar a vida do empreendedor, na medida em que reúne em um único documento de arrecadação vários impostos, tais como:

  • PIS: Programa de Integração Social;
  • COFINS: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social;
  • CSLL: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido;
  • IRPJ: Imposto de Renda Pessoa Jurídica;
  • ICMS: Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços;
  • IPI: Imposto sobre Produtos Industrializados;
  • ISS: Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza;
  • CPP: Contribuição Patronal Previdenciária.

Confira a seguir quais são as obrigações acessórias do Simples Nacional.

obrigações acessórias do Simples Nacional

DAS

O Simples Nacional possui recolhimento de impostos unificado, por meio do DAS (Documento de Arrecadação Simplificada). Assim, vale a pena destacar que o DAS é calculado sobre o valor das notas fiscais emitidas no mês, sejam elas de vendas de mercadorias ou prestação de serviços. 

Sendo assim, caso a empresa não tenha tido faturamento no mês, está isenta dessa obrigação acessória. Mas isso, claro, se a empresa for do tipo ME (Microempresa) ou EPP (Empresa de Pequeno Porte).

Já no caso dos MEIs, o mesmo não acontece. Além do faturamento do MEI, que é menor (até R$ 81 mil anuais), o DAS para esse tipo de empresa é fixo e baseado na atividade exercida. 

Sendo assim, empresas de comércio pagam mensalmente R$ 61,60, enquanto empresas que prestam serviços pagam R$ 65,60. Há ainda a categoria comércio e serviços, que paga o DAS no valor de R$ 66,60. Portanto, mesmo que a empresa não fature no mês, é preciso pagar o DAS.

E já que estamos falando em DAS, uma das obrigações acessórias exigidas por lei, é preciso também compreender o seu prazo de pagamento. O Documento de Arrecadação Simplificado deve ser pago até o dia 20 de cada mês.

DEFIS

Diferentemente do DAS, que tem arrecadação mensal, a DEFIS (Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais) deve ser entregue anualmente até o dia 31 de março do ano subsequente. 

A declaração serve para comprovar junto ao FISCO que a empresa se enquadra corretamente no regime tributário do Simples Nacional. Para isso, no entanto, relaciona as despesas e as receitas, informa sobre constituição societária, número de funcionários e tributos pagos no ano anterior.

DESTDA

Outra entre as obrigações acessórias do Simples Nacional também merece a nossa consideração, a DESTDA. Trata-se da Declaração de Substituição Tributária Diferencial de Alíquotas e Antecipação. 

A obrigação se aplica às micro e pequenas empresas que tenham sob responsabilidade recolher o ICMS, considerando as diferentes alíquotas entre os estados, a substituição tributária e a antecipação de arrecadação. A título de prazo, a DESTDA deve ser declarada mensalmente, até o dia 28 do mês subsequente.

DIRF

A DIRF, por sua vez, significa Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte e deve ser declarada anualmente. Ela contém informações sobre os impostos incidentes nas operações de pagamentos e recebimentos da empresa, bem como pagamentos realizados para pessoas físicas domiciliadas no Brasil ou no exterior. 

Pagamentos de planos de saúde empresarial também devem ser incluídos na declaração.

Mas qual é o prazo da DIRF? A Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte deve ser entregue anualmente, até o último dia útil do mês de fevereiro. 

Ela é de competência federal e leva em conta as informações do ano-calendário anterior.

Obrigações acessórias do Lucro Presumido

O Lucro Presumido é um regime tributário baseado no cálculo do IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica) e na CSLL (Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido). 

Nesse regime tributário, que é aplicável às empresas com faturamento anual de até R$ 78 milhões, a Receita Federal estabelece um percentual fixo sobre o faturamento da empresa para determinar o lucro mensal do empreendimento. 

Sobre o valor apurado, incidem os principais impostos federais desse regime, a CSLL e o IRPJ.

O Lucro Presumido considera as seguintes alíquotas para “presumir” o lucro das atividades:

  • Revenda de combustíveis e gás natural: 1,6% do faturamento;
  • Serviços de transportes (exceto o de carga): 16%;
  • Empresas de transportes de cargas: 8%;
  • Serviços hospitalares: 8%;
  • Indústria e comércio em geral: 8%;
  • Prestação de Serviços em geral (incluindo atividades que exigem atividades formação técnica ou acadêmica): 32%;
  • Construção civil: 32%;
  • Atividades Imobiliárias: 32%.
  • Intermediação de negócios: 32%.

Para encontrar o Lucro Presumido sobre o faturamento mensal da empresa basta aplicar os percentuais acima no faturamento. 

O resultado desse cálculo é o lucro e é sobre ele que incidem as obrigações acessórias desse regime tributário. Considerando que o IRPJ e a CSLL são os principais, eis as alíquotas:

  • IRPJ: 15%;
  • CSLL: 9% – exceto para empresas de prestação de serviços;
  • CSLL para empresas cujo Lucro Presumido é de 32%: alíquota de 32%.

Compreendido o que é Lucro Presumido e como calculá-lo, é hora de conhecer as obrigações acessórias desse regime tributário. A lista de declarações é bem mais extensa do que o Simples Nacional, o que torna esse regime tributário muito mais complexo. 

Obrigações acessórias do Lucro Presumido

Declaração Eletrônica de Serviços – DES

A DES é uma declaração de competência municipal e se aplica às empresas que prestam serviços. Ela serve para declarar à Secretaria Municipal de Fazenda e a outros órgãos fiscalizadores do município o total de serviços prestados no mês. Para tal, ela reúne informações como notas fiscais, apuração de ISS, entre outras.

Apesar de integrar o rol de obrigações acessórias, a DES não é exigida por todas as prefeituras. Além disso, os prazos para a transmissão podem variar bastante de município para município.

Declaração de Débitos Tributários Federais – DCTF

Já a DCTF é uma declaração acessória de cunho federal e, portanto, aplicável a todas as empresas do Lucro Presumido. Ela deve ser entregue até a primeira quinzena do mês subsequente à apuração e pagamento dos impostos federais como PIS, COFINS, IRPJ, CSLL, IPI entre outros.

Programa Gerador da Escrituração Fiscal Digital das Contribuições incidentes sobre a Receita – EFD Contribuições

Essa, talvez, seja uma das obrigações acessórias mais complexas quando falamos do regime tributário do Lucro Presumido. Afinal, ela envolve várias declarações e comprovações de contribuição que fazem parte do SPED (Sistema Público de Escrituração Digital). São elas:

  • PIS/PASEP;
  • COFINS;
  • Escrituração digital da Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta.

Quanto ao prazo para enviar a declaração, esse se estende até o 15º dia útil do mês subsequente ao fato gerador.

Guia de Informações e Apuração do ICMS – GIA

A GIA, por sua vez, faz parte da lista de obrigações acessórias estaduais do Lucro Presumido. Ela serve para declarar ao governo sobre as operações individuais das empresas que tenham servido com base de cálculo para o ICMS.

Por ser um imposto estadual, o prazo de envio da declaração pode variar bastante, conforme o estado. Em via de regra, a obrigação se aplica às empresas que possuem inscrição estadual. 

Em alguns estados brasileiros, inclusive, o prazo para o envio da obrigação acessória é feito de acordo com esse número.

Guia de Informações e Apuração – GIA – ST

Enquanto isso, a GIA ST (Guia de Informações e Apuração do ICMS Substituição Tributária) é aplicável aos contribuintes que comercializam produtos sujeitos ao regime de ST. 

Para quem não sabe, a ST diz respeito à antecipação do recolhimento do ICMS incidente sobre essas mercadorias, que de acordo com o Convênio ICMS 92/2015 são:

  • Autopeças;
  • Bebidas alcoólicas;
  • Refrigerantes, águas e outras bebidas;
  • Cigarros e outros produtos derivados do fumo;
  • Cimentos;
  • Combustíveis e lubrificantes;
  • Materiais de construção e congêneres;
  • Energia elétrica;
  • Ferramentas;
  • Lâmpadas, reatores e “starter”;
  • Materiais de limpeza;
  • Materiais elétricos;
  • Medicamentos de uso humano e outros produtos farmacêuticos para uso humano ou veterinário;
  • Papéis, plásticos, produtos cerâmicos e vidros;
  • Pneumáticos, câmaras de ar e protetores de borracha;
  • Produtos alimentícios;
  • Rações para animais domésticos;
  • Produtos de papelaria;
  • Produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos;
  • Sorvetes e preparados para fabricação de sorvetes em máquinas;
  • Produtos de perfumaria e de higiene pessoal e cosméticos;
  • Tintas e vernizes;
  • Veículos automotores;
  • Veículos de duas e três rodas motorizados;
  • Venda de mercadorias pelo sistema porta a porta.

Livro Fiscal Eletrônico – LFE

Entre as obrigações acessórias do Lucro Presumido, o LFE chama atenção por sua particularidade. A obrigação é aplicável única e exclusivamente às empresas localizadas em Brasília e serve para declarar à Receita Federal quais contribuintes constam ICMS e/ou ISS no Distrito Federal.

obrigações acessórias do Lucro Presumido

Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzam Variações no Patrimônio (SISCOSERV)

Assim como a EFD Contribuições, o SISCOSERV também é um sistema informatizado que facilita a vida do empreendedor, na medida em que possibilita enviar, em um único lugar, diversas declarações acessórias. 

A grande diferença é que o SISCOSERV reúne dados sobre as operações de comércio exterior, como as atividades de importação e exportação.

Escrituração Contábil Fiscal – ECF

As obrigações acessórias do Lucro Presumido não param por aí. Além das citadas anteriormente, temos também a ECF, que diz respeito às operações que afetam a base de cálculo e o valor do IRPJ e da CSLL. 

A declaração deve ser entregue até o último dia útil do mês de junho do ano anterior à entrega da ECF.

Sistema Empresa de Recolhimento do FGTS – SEFIP

O SEFIP integra o rol de obrigações acessórias pertencentes à União e fornece dados para a Previdência Social. O sistema, formulado pela Caixa Econômica Federal, permite que o contribuinte repasse ao FGTS e à Previdência Social informações cadastrais e financeiras sobre a empresa, bem como dados sobre os seus funcionários.

Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social – GFIP

A partir das informações geradas pelo SEFIP é apurado o valor da Guia de Recolhimento do FGTS devido pela empresa. O seu recolhimento deve ser feito até o dia 7 do mês subsequente ao fato gerador, devendo o pagamento ser antecipado caso dia 7 caia fim de semana ou feriado.

Obrigações acessórias do Lucro Real

O Lucro Real é um regime de tributação aplicável a empresas com faturamento superior a R$ 78 milhões anuais. Nesse caso, a apuração do lucro é feita pela própria empresa. Ou seja, não há presunção de lucro, e sim a declaração do lucro real da organização.

Na prática, o Lucro Real é o regime geral para apuração do IRPJ e da CSLL . Nesse regime tributário, o resultado é apurado trimestralmente ou anualmente, devendo a empresa pagar o percentual de 15% sobre o lucro real, no limite de até R$ 20 mil mensais. Sobre o valor excedente mensal paga-se ainda mais 10% de alíquota.

E por falar em alíquota, optantes por esse tipo de regime tributário devem redobrar a atenção a este tema. Isso porque como as alíquotas são calculadas com base no lucro real, elas podem variar conforme o período de apuração. As alíquotas praticadas são as seguintes:

  • IRPJ: alíquota de 15% para lucro mensal de até R$20 mil e mais 10% sobre o lucro excedente;
  • CSLL: 9% independentemente do lucro apurado;
  • PIS: 1,65% sobre a receita;
  • COFINS: pode chegar até 7,6% da receita.

Além do limite de receita anual superior a R$ 78 milhões, outras pessoas jurídicas também são obrigadas a adotar o regime do Lucro Real, como:

  • do setor financeiro;
  • que obtiveram lucros, rendimentos e ganhos de capital provenientes do exterior;
  • que usufruem de benefícios fiscais com isenção ou redução do impostos;
  • de factoring;
  • Sociedades de Propósito Específico (SPE), conforme Lei Complementar 123/2006;
  • Empresas imobiliárias, enquanto não concluídas as operações imobiliárias para as quais haja registro de custo orçado.

A DES, a GIA, a DCTF e a EFD Contribuições são algumas obrigações acessórias já citadas anteriormente e que também se aplicam ao modelo de regime tributário do Lucro Real. 

Obrigações acessórias do Lucro Real

Sistema Integrado de Informações sobre Operações Interestaduais com Mercadorias e Serviços – SINTEGRA

Essa é uma obrigação acessória aplicável a contribuintes que recolhem ICMS e que são usuários do Sistema de Processamento Eletrônico de Dados, o PED. Além desses requisitos, também devem cumprir com essa obrigação os estabelecimentos emissores de cupons fiscais. 

Embora ainda na lista de obrigações acessórias, o SINTEGRA vem sendo substituído gradativamente pelo sistema EFD ICMS/IPI. Sendo assim, o envio dessa declaração pode ou não ser obrigatório na localidade onde o empreendimento está situado.

Quanto aos prazos, a entrega deve ser feita até o dia 15 do mês posterior ao período de apuração.

Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física – DIRPF

Talvez você esteja até se perguntando o que uma declaração voltada a pessoas físicas tem a ver com as obrigações acessórias que devem ser cumpridas pelas empresas, não é mesmo?

 É que a DIRPF se aplica aos sócios das empresas optantes pelo regime do Lucro Real. A declaração garante que os sócios estejam em dia com as obrigações fiscais e deve ser entregue até o último dia útil do mês de abril no ano subsequente ao ano-calendário.

Obrigações acessórias comuns a todos os regimes tributários

Além das obrigações acessórias pertinentes a cada regime tributário, outras também são exigidas, mas são comuns tanto ao Simples Nacional quanto ao Lucro Presumido e ao Lucro Real. São elas:

  • CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados): obrigação trabalhista, deve ser entregue até o 7º dia útil do mês subsequente ao fato gerador;
  • E-Social: fornece dados sobre os trabalhadores da empresa e deve ser entregue mensalmente até o 15 do mês seguinte ao fato gerador (folha de pagamento). No caso do pagamento do 13º salário, a entrega deve ser feita até o dia 20 de dezembro;
  • RAIS (Relação Anual de Informações Sociais): declaração que contém informações trabalhistas que permitem que o Governo Federal saiba quem são os trabalhadores com direito ao PIS ou ao  PASEP.

Conheça as obrigações acessórias específicas por atividades

Algumas obrigações acessórias se aplicam apenas a algumas atividades profissionais, é verdade. Todavia, é importante saber que elas existem e para que servem, já que assim como as demais, mantêm a regularidade fiscal e tributária com o governo. Entenda adiante.

DMED

DMED é uma sigla que significa Declaração de Serviços Médicos. Como o próprio nome sugere, deve ser entregue por profissionais da saúde, como médicos, psicólogos, dentistas, psiquiatras entre vários outros. A declaração é anual e deve conter todos os valores de serviços prestados no ano anterior. De acordo com a Receita Federal, o prazo para a entrega da DMED vai até o último dia útil do mês de fevereiro.

DIMOB

Já a sigla DIMOB significa Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias e se aplica às imobiliárias, construtoras e incorporadoras. Ela contém informações sobre vendas, locações, incorporações e quaisquer outras transações imobiliárias. Assim como a DMED, a DIMOB deve ser entregue anualmente, até o último dia útil de fevereiro do ano posterior aos serviços prestados.

Como a tecnologia pode ajudar no controle das obrigações acessórias?

Viu só quantas obrigações acessórias uma empresa pode ter que cumprir de acordo com o seu regime tributário? Imagina então gerir todos esses prazos de cabeça ou em uma planilha eletrônica? Certamente algum prazo vai ser perdido, o que pode gerar multas altíssimas e retrabalho para ter que calcular tudo novamente.

Por esses e outros motivos, contar com um software de gestão empresarial como o eGestor pode contribuir para que a sua empresa esteja em dia com as obrigações fiscais e tributárias. 

Ele possui recursos integrados que conectam todos os setores e atividades da empresa, como vendas de produtos e serviços, emissão de notas fiscais eletrônicas, estoque entre muitas outras. 

Ao organizar os dados e reuni-los em um só lugar, o eGestor facilita que o setor contábil possa apurar e enviar as obrigações acessórias corretamente, dentro do prazo e com total segurança. 

Por eliminar tarefas manuais e simplificar processos, a ferramenta também diminui as chances de erro e consequentemente o retrabalho.

Conclusão

Neste artigo apresentamos a você as principais obrigações acessórias pertencentes aos diferentes regimes tributários brasileiros. 

E diante de tudo o que foi exposto no decorrer da matéria, certamente você compreendeu que as declarações acessórias são muitas e que exigem conhecimento especializado para a correta apuração.

Além disso, certamente compreendeu também que para fazer a gestão das obrigações acessórias da empresa é preciso fazer da tecnologia a sua grande aliada. E que com o sistema de gestão empresarial eGestor você não apenas deixa a sua empresa em dia com as obrigações fiscais. 

Por meio de recursos integrados e de fácil utilização, você também faz toda a gestão do seu negócio de forma eficiente, simples e prática.

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Contabilidade de custos: entenda a importância e como fazer

Contabilidade de custos: entenda a importância e como fazer

O que é a contabilidade de custos?

A contabilidade de custos é um ramo da contabilidade financeira. Ela tem como principal objetivo produzir informações relevantes a todos os interessados da empresa, como diretores, administradores, executivos, colaboradores, acionistas, investidores e órgãos tributários.

Assim, a atividade reúne dados sobre os custos de diversos departamentos, organiza, analisa e interpreta, de forma que possam tomar decisões mais certeiras em favor do empreendimento. 

Ao fornecer dados concretos para a boa gestão financeira da empresa, a contabilidade de custos aumenta os lucros da organização, identifica falhas, permite o planejamento estratégico e melhora o nível de satisfação dos clientes.

Tipos de custos

E já que o principal objetivo da contabilidade de custos é analisar os custos operacionais da empresa, é preciso compreender o conceito de custos e quais tipos estão envolvidos nessa análise. 

Em princípio, custo é todo o gasto necessário para a produção de um bem ou serviço. Quanto aos seus tipos, eles podem ser divididos em:

  • variáveis: custos ligados à produção do bem ou serviço. Eles são aqueles que variam conforme o volume de produção, como matérias-primas, horas extras, comissões de vendas, energia elétrica, água etc.;
  • fixos: também estão ligados à produção do bem ou serviço, mas independem do volume de produção. Eles se mantêm constantes, como aluguel, salário de funcionários, aluguel e manutenção de máquinas e equipamentos entre outros;
  • diretos: custos que estão diretamente ligados ao produto produzido ou serviço prestado pela empresa. Podem ser facilmente identificados e mensurados, como matérias-primas, mão de obra profissional, embalagens utilizadas;
  • indiretos: também estão ligados diretamente ao bem ou serviço comercializado pela empresa, mas nesse caso não podem ser definidos diretamente, como pagamento dos supervisores de produção, aluguel da unidade física da empresa, depreciação de equipamentos.

Principais definições da contabilidade de custos

Compreendidas a definição de custo e os seus tipos, é hora de entender quais são as diferenças entre gastos, despesas, desembolsos e perdas. Embora tenham nomes parecidos, essas ocorrências possuem particularidades que as tornam diferentes e conhecê-las é muito importante.

Gastos

Situações que representam a aquisição de bens e serviços pela empresa, caracterizadas pela entrega do valor monetário ou pela promessa de entrega. 

Podemos citar como exemplos gastos com pagamentos de fornecedores e de funcionários, compra de matérias-primas, compra de um produto ou serviço. 

Todavia, essas situações só podem ser classificadas como gastos realmente no momento em que há a contabilização da dívida assumida.

Despesas

As despesas são todo o gasto necessário para manter funcionando a empresa. Mas, que não necessariamente tenha relação direta com o produto final. Por exemplo, investimentos em campanhas de marketing e publicidade, pagamento de funcionários administrativos, financeiros entre outras despesas.

Desembolsos

Conforme pontuamos anteriormente, gastos são ocorrências que geram obrigação de pagar à empresa. Sendo assim, quando o pagamento da compra de um produto ou serviço é efetuado, o valor pago (dinheiro) é o desembolso.

Perdas

A perda difere das despesas e dos custos, pois significa desperdício de dinheiro e está relacionada ao consumo de bens e serviços de forma anormal e imprevista.  

Como exemplos de perdas podemos citar a obsoletismo de estoques, avaria de produtos, danos em um equipamento, entre outros.

Margem de contribuição e ponto de equilíbrio

Assim como os gastos, despesas e os desembolsos, a margem de contribuição e o ponto de equilíbrio também são dois conceitos muito utilizados na contabilidade de custos.

A margem de contribuição é a diferença entre o preço de venda e o custo variável de um produto. Enquanto isso, o ponto de equilíbrio significa o momento em que a receita total da empresa é igual às despesas e os custos.

O que é a contabilidade de custos

Objetivos da contabilidade de custos

Agora que você já conhece as principais definições utilizadas na contabilidade de custos, é importante ainda conhecer os objetivos da atividade, como os que listamos adiante:

  • Apurar os custos de produção dos produtos e/ou serviços e dos departamentos da organização;
  • Controlar os custos de produção através da melhoria de processos e redução de desperdícios;
  • Deixar a empresa em dia com as exigências fiscais e contábeis;
  • Controlar melhor as quantidades físicas produzidas;
  • Favorecer a tomada de decisões gerenciais mais assertivas;
  • Compreender as variações patrimoniais em um determinado período;
  • Ajudar a formar preços de vendas mais justos e atrativos aos consumidores;
  • Servir como base para que os gestores busquem os melhores investimentos para o seu negócio;
  • Analisar a eficácia e eficiência das operações;
  • Acompanhar o desempenho da empresa e otimizar os resultados.

Métodos de custeio

Os métodos de custeamento ou de custeio, como também são conhecidos, são diferentes formas de fazer a contabilidade de custos

Tratam-se de metodologias específicas que ajudam a atribuir os custos para cada produto ou serviço e podem ser adotados conforme o ramo de atuação da empresa e objetivos do negócio. 

Além disso, a empresa pode usar uma única metodologia ou a combinação de várias delas para produzir resultados mais confiáveis. Confira a seguir os principais métodos de custeio:

Custeio por absorção

O custeio por absorção é um dos métodos para calcular os custos de um produto ou serviço mais utilizados na contabilidade de custos. Clássico, ele é baseado nos princípios fundamentais da contabilidade, que de acordo com o portal Contábeis, resumem-se em princípio da entidade, da continuidade, da oportunidade, do registro pelo valor original, da competência e da prudência.

O método de custeio por absorção engloba todos os custos de produção, independentemente de serem fixos, variáveis, diretos ou indiretos. Nele, os custos indiretos são rateados entre os produtos para compor os resultados. 

Custeio variável

Já o custeio variável engloba apenas os custos de produção variáveis, ou seja, aqueles que variam em decorrência do volume de produção. Essa metodologia é interessante, pois auxilia no cálculo da margem de contribuição dos produtos. 

Sendo assim, pode ser considerada uma excelente fonte de informação para gerentes, coordenadores e administradores.

Método de Custeio baseado em Atividades

Também chamado de modelo ABC, o método de custeio baseado em atividades distribui os custos indiretos tanto por atividade quanto por produtos. Assim, ele gera resultados mais confiáveis e próximos da atual realidade financeira da empresa. 

Isso porque na verdade, a metodologia considera os recursos e as atividades como geradores de custos e não os produtos em si.

Nesse sentido, o modelo ABC ajuda a identificar quais atividades e procedimentos custam mais para a empresa. Dessa forma, ela é considerada uma excelente ferramenta de gestão de custos, na medida em que ajuda a enxugar os gastos dos departamentos e aperfeiçoar processos.

Just in Time na contabilidade de custos

Muito conhecida em operações logísticas, a filosofia Just in Time significa “no momento certo”. Na contabilidade de custos, o termo é utilizado para definir um sistema de custeio que busca otimizar processos produtivos, eliminar desperdícios e reduzir custos indiretos com os materiais, de forma a tornar a empresa mais competitiva em seu mercado de atuação.

Teoria das restrições

Conforme o próprio nome sugere, a teoria das restrições é um método de custeio que busca gerenciar os recursos com a máxima eficiência, de forma a maximizar os ganhos da empresa. 

Para tal, a metodologia investiga a existência de gargalos na

produção e os restringe, reduzindo custos operacionais, evitando desperdícios entre outros contratempos que afetem a produtividade e os resultados financeiros da organização. 

Objetivos da contabilidade de custos

Diferenças entre a contabilidade de custos, contabilidade gerencial e contabilidade financeira

É bem verdade que ambos os ramos da contabilidade se destinam a produzir informações confiáveis que apoiem a tomada de decisões pelos gestores das empresas. 

Contudo, os três conceitos possuem particularidades que os diferenciam entre si, principalmente quando o assunto é o objeto analisado e para quem se destina.

Contabilidade financeira

Os objetos da contabilidade financeira são os dados históricos monetários da empresa. Seu foco principal é a elaboração de demonstrações financeiras para usuários externos, como fornecedores, investidores, acionistas e clientes, por exemplo.

Trata-se da forma clássica da contabilidade, orientada pelos princípios e regras da disciplina. Seu método de registro é o das partidas dobradas, que determina que para cada débito lançado deve haver o lançamento de um crédito correspondente.

Contabilidade gerencial

Já a contabilidade gerencial, como o próprio nome indica, é voltada à prestação de contas para os gestores, ou seja, para os agentes internos da empresa. 

Ela é mais abrangente do que a anterior, pois coleta, mensura e analisa informações financeiras e não financeiras do negócio, desde que sejam relevantes para a tomada de decisões e ajudam os administradores a alcançarem as metas e os objetivos da organização.

Contabilidade de custos

A contabilidade de custos, por sua vez, produz informações tanto para os usuários internos quanto para os usuários externos do empreendimento. 

Ou seja, fornece dados relevantes para a contabilidade financeira e gerencial, na medida em que coleta, analisa e mensura os custos sobre produtos, serviços, processos, departamentos entre outros fatores da produção.

Vale a pena ressaltar que a contabilidade de custos pode ser usada tanto interna quanto externamente, mas em ambos os casos sempre busca a redução de custos, a maximização da produtividade e o aumento dos lucros da empresa.

Passo a passo para fazer a contabilidade de custos

Se você chegou até aqui, é porque certamente já compreendeu a importância da contabilidade de custos para a sua empresa, não é mesmo? Então, que tal aprender a implementá-la corretamente? 

Confira a seguir as melhores dicas para obter resultados confiáveis com a atividade e a partir disso tomar boas decisões estratégicas para o crescimento do negócio.

20 mil reais por mês revendendo egestor

Faça uma lista de todos os custos e despesas da empresa

Listar todos os custos, gastos e despesas da empresa é o primeiro passo para fazer uma contabilidade de custos eficiente. É preciso registrar todas as movimentações referentes à produção do empreendimento, sem deixar passar nenhum deles. 

Essa etapa até pode ser realizada em uma planilha eletrônica, mas é o uso de um sistema de gestão empresarial que vai torná-la mais rápida e precisa. Afinal, a ferramenta tecnológica possui recursos integrados que conectam diversos setores, fornecendo informações atualizadas em tempo real.

Isso, por sua vez, facilita a identificação dos gastos, de possíveis erros e desperdícios, pois permite saber onde os recursos financeiros estão sendo empregados e de que forma estão sendo empregados.

Separe os custos diretos dos custos indiretos

Depois de identificar todos os custos produtivos, é hora de separá-los por categorias. Dividi-los por custos diretos e indiretos vai facilitar que você adote métodos de custeios baseados nessas definições e consiga encontrar os resultados  com mais facilidade.

Compare o custo direto com o preço de venda

Essa análise vai permitir que você saiba se o seu negócio está dando lucro ou prejuízo. Na prática, ela permite que você entenda se o preço de venda do seu produto ou serviço é ou não superior ao custo de produção dele. Ainda, se o lucro obtido com a venda dele está sendo suficiente para pagar as contas da empresa.  

Faça o rateio dos custos indiretos entre os produtos

Conforme você viu acima, o custeio variável é uma excelente fonte de informação para a tomada de decisões gerenciais. Sendo assim, esse é um passo que não deve ser negligenciado ao fazer a contabilidade de custos da sua empresa. 

Em via de regra, a etapa consiste em atribuir os custos indiretos aos valores dos produtos, contribuindo para uma formação de preços mais justa e positiva. 

A tecnologia como grande aliada da contabilidade de custos

Todavia, esse rateio deve ser feito de forma consciente, buscando a compreensão de como um determinado produto se comporta na produção e no mercado. 

Produtos que demoram mais para ficarem prontos, por exemplo, devem absorver uma fatia maior desses custos. 

Encontre o ponto de equilíbrio do seu produto ou serviço

Após as etapas anteriores, é hora de conhecer o ponto de equilíbrio do seu produto ou serviço. De acordo com o Sebrae, esse é um importante indicador de segurança para o seu negócio, pois permite saber o número de vendas necessárias para igualar os custos com as receitas. 

Segundo a entidade, o indicador ajuda a conhecer o faturamento necessário para o negócio, de forma que não gere prejuízos.

Confira todas as etapas com atenção

Por se tratar de uma atividade minuciosa e complexa, a realização da contabilidade de custos causa muitas dúvidas. Após a etapa anterior já é possível precificar o seu produto ou serviço corretamente, encontrar falhas e estabelecer melhorias.

Contudo, caso você tenha passado por todas as etapas e ainda assim não se sinta seguro sobre os resultados obtidos, uma boa alternativa é refazer toda a contabilização dos custos novamente, desde o início. 

Assim, você garante que não houve nenhum erro durante o processo e se certifica de oferecer produtos ou serviços pelos melhores custos-benefícios do mercado.

Defina ações corretivas caso sejam necessárias

Se mesmo após ter revisado a contabilidade de custos você identificou que o seu negócio não anda tão lucrativo como esperava, está na hora de traçar um plano de ação para alcançar os resultados desejados. 

Você pode, por exemplo, reduzir custos produtivos com mão de obra extraordinária, estabelecer novos preços para os seus produtos ou até mesmo adotar estratégias de vendas mais agressivas.

O fato é que independentemente da sua estratégia, a contabilidade de custos é um processo que deve ser contínuo e não uma ação pontual para resolver um determinado problema

Ao adotar essa prática na sua empresa, você se antecipa a imprevistos, toma decisões mais assertivas e garante a saúde financeira do seu negócio.

A tecnologia como grande aliada da contabilidade de custos

Conhecer os custos de produção de um bem ou serviço é uma tarefa desafiadora, mas de fundamental importância para a sobrevivência de qualquer negócio. A atividade possibilita um melhor controle de gastos, o que contribui diretamente para o aumento do lucro da empresa.

Contudo, há que se entender que a contabilidade de custos envolve a coleta, o registro e a análise de informações de vários fatores produtivos que afetam direta ou indiretamente os resultados do negócio. 

Dessa forma, a atividade exige conhecimento especializado e a adoção de ferramentas tecnológicas capazes de simplificar e otimizar todo o processo.

Imagina, por exemplo, fazer todo o registro contábil em uma planilha eletrônica? Em um primeiro momento, a solução pode até parecer mais viável sob o ponto de vista financeiro, mas consome mais tempo para o registro e é mais suscetível a falhas humanas. 

Além disso, é uma forma descentralizada de fazer a gestão financeira do negócio, obrigando que cada setor tenha seu próprio controle.

Por outro lado, um software de gestão empresarial como o eGestor pode otimizar todos os processos contábeis da sua empresa. 

Ele possui recursos integrados, que reúnem todas as informações sobre os diferentes setores produtivos da organização em um só lugar, permitindo que o gestor controle as vendas de produtos e serviços, o financeiro, o estoque com mais agilidade e assertividade.

Ao reunir todos os dados financeiros, contábeis e fiscais da empresa em um único lugar, o eGestor permite que gestores e contadores conheçam os custos envolvidos na produção de um bem ou serviço por meio de dados estruturados, atualizados e confiáveis. 

Nesse contexto, podemos entender que contar com um sistema de gestão empresarial para auxiliar durante o processo é a melhor maneira de fazer as melhores escolhas para o futuro dos negócios. 

Veja mais sobre contabilidade no Dicionário de Contabilidade do eGestor!

Conclusão

Neste artigo você conheceu a contabilidade de custos, técnica derivada da contabilidade financeira e que tem como principal objetivo fornecer informações relevantes para os usuários internos e externos do negócio, como gestores, colaboradores, acionistas, investidores, clientes, fornecedores entre outros. 

No conteúdo apresentado, você também aprendeu sobre a importância da atividade para as empresas, bem como dicas para implementá-la de forma prática e eficaz em seu empreendimento.

Por fim, viu ainda que a melhor forma de fazer uma contabilidade de custos eficiente, assertiva e sem erros é com o auxílio de tecnologias simplificadas e modernas, como o software de gestão empresarial eGestor

A ferramenta de controle financeiro organiza os gastos e recebimentos da sua empresa de maneira muito prática, otimizando tempo, evitando o retrabalho e reduzindo custos. 

Além de organizar as receitas e despesas, o software de gestão empresarial eGestor também possui recursos integrados para agilizar os processos operacionais e a contabilidade da organização. 

Com ele, o gestor pode monitorar e controlar as vendas, as compras, o financeiro, o estoque e a emissão de notas fiscais relativas às vendas dos produtos ou serviços. Isso facilita a análise dos custos e oferece mais chances de sucesso ao seu negócio!

Quer saber como um sistema de gestão empresarial pode simplificar a contabilidade da sua empresa e possibilitar tomadas de decisões mais adequadas para o crescimento da organização? 

Temos certeza de que durante esse período essa incrível ferramenta de gestão vai elevar a gestão da sua empresa a outro nível. Não perca essa oportunidade, vale a pena conferir!

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Não emitir Nota Fiscal: o discreto crime que pode comprometer seu negócio

Não emitir Nota Fiscal: o discreto crime que pode comprometer seu negócio

Primeiramente, emitir Notas Fiscais têm um papel muito importante para a sociedade e para seu negócio. Através da emissão, há a garantia de que a empresa está agindo conforme a lei bem como protege os clientes. Não emitir Notas Fiscais para produtos e serviços é um forte indício de sonegação fiscal. As empresas que não emitem podem sofrer acusação por crime fiscal.

Esse crime específico de sonegação consiste em não declarar ou omitir informações das autoridades responsáveis pelo fisco. Tem como objetivo receber isenção ou pagar menos impostos. Então, por conseguinte, não emitir Nota Fiscal é um crime tributário.

Ademais, as penalidades para sonegação fiscal não são apenas pesadas. Elas também ferem também a imagem e credibilidade da empresa. É importantíssimo que as empresas conservem imagens íntegras, porque dessa forma, os clientes e fornecedores se sentem confiantes para trabalharem com a sua empresa.

O que a Lei diz sobre a venda sem documento fiscal: é crime?

A Lei 8137/1990 estabelece a obrigatoriedade de emissão de notas fiscais para todas as empresas que comercializam mercadorias ou que são prestadoras de serviços. Segundo o Art. 1° da lei “Constitui crime contra a ordem tributária suprimir ou reduzir tributo, ou contribuição social e qualquer acessório, mediante as seguintes condutas:

  1. Omitir informação, ou prestar falsa declaração às autoridades fazendárias;
  2. Fraudar a fiscalização tributária, inserindo elementos inexatos, ou omitindo operação de qualquer natureza, em documento ou livro exigido pela lei fiscal;
  3. Falsificar ou alterar nota fiscal, fatura, duplicata, nota de venda, ou qualquer outro documento relativo à operação tributável;
  4. Elaborar, distribuir, fornecer, emitir ou utilizar documento que saiba ou deva saber falso ou inexato;
  5. Negar ou deixar de fornecer, quando obrigatório, nota fiscal ou documento equivalente, relativa a venda de mercadoria ou prestação de serviço, efetivamente realizada, ou fornecê-la em desacordo com a legislação.”

Portanto, empresas que não têm como prática emitir Notas Fiscais estão descumprindo a legislação vigente e consequentemente estão sujeitas a medidas penais, cometendo crimes.

O que acontece se não emitir Nota Fiscal?

Conforme visto, a Nota Fiscal é um documento importante por vários motivos. É um documento analisado pelos órgãos fiscais. A fim de fiscalizar bem como saber quanto cada empresa deve pagar de tributo referente às operações de compra/venda.

Enfim, o que acontece se não emitir Nota Fiscal? Não emitir nota fiscal é crime, portanto, uma das penalidades aplicadas pela não-emissão do documento é a acusação de sonegar impostos. Também, para sonegação de impostos, está previsto a prisão que vai de 6 meses a 2 anos além de multa. Se a Pessoa Física responsável pela empresa for réu primário, a prisão pode ser evitada.

Ademais, além das questões legais, a não-emissão de Notas Fiscais também não proporciona garantias. As informações descritas no documento servem como garantias legais dos produtos/serviços. Sem a nota, não há a apresentação das informações aos consumidores. Portanto, apesar de adquirir o produto/serviço, essas pessoas não são amparadas pelos direitos do consumidor.

Então, além de ter que responder judicialmente. É necessário pagar multas, ao deixar de emitir Notas Fiscais. Sendo assim, pode comprometer a imagem da empresa e resultar em inúmeros prejuízos e perdas de negócios. Dessa forma, a empresa não transmite credibilidade tampouco responsabilidade.

Multa

A Lei 4729/1965 é a que fala sobre os crimes de sonegação. Ela estabelece que crimes relacionados à sonegação fiscal devem arcar com uma multa equivalente a 10 vezes o valor do tributo sonegado. Isso quando em réu primário.

Produtos apreendidos

Caso a empresa esteja circulando suas mercadorias sem nota fiscal; ou mesmo com campos preenchidos distorcidamente, também poderá ter as suas mercadorias apreendidas. Isso representa um grave prejuízo ao orçamento empresarial.

Perda de vendas

Muitos clientes sequer realizam suas compras sem receberem as notas fiscais. Isso acontece pois acabam sentindo falta de segurança. Normalmente se sentem mais seguros em relação a trocas de produtos. Sem a nota, esses podem perder a confiança na empresa em questão.

Gestão financeira distorcida

Quando se deixa de emitir NFe registrar uma determinada transação, o fluxo de caixa da empresa em questão apresenta uma visão totalmente distorcida. Isso acaba prejudicando consideravelmente o trabalho da contabilidade e controladoria de sua empresa.

Projeções de investimentos e possíveis empréstimos bancários tornam-se bastante prejudicadas. Assim acontece pois a capacidade financeira da empresa não condiz com a realidade. Essas questões dificultam o crescimento e torna-se um grande empecilho para a expansão do negócio.

Portanto, a partir do devido registro de todas as movimentações de entrada e saída com as notas fiscais, o controle financeiro torna-se muito mais facilitado. Além de, é claro, proteger a sua empresa contra situações de irregularidades.

Não emitir nota fiscal é crime

Motivos para emitir Nota Fiscal

Além de fazer sua empresa estar conforme a Lei, há mais motivos que tornam a emissão de Nota Fiscal benéfica para sua empresa:

O dinheiro da empresa não é gasto em multas

As multas em decorrência da sonegação fiscal pela não-emissão de notas têm penalidades bastante severas. Uma das multas que pode-se aplicar é o pagamento entre 10% e 100% em cima do valor de cada nota contestada pela Justiça.

Além disso, outra aplicação de penalidade é a multa que corresponde a 75% sobre o valor da nota omitida. E para Notas Fiscais com informações erradas ou incompatíveis, a penalidade é o pagamento da multa contabilizada em cima de 20% do seu valor.

As multas são compostas por juros, além de serem cumulativas aumentando ainda mais seu valor.Não traz benefícios para nenhum empreendimento gastar tanto com multas, esse valor poderia se reverter em melhorias dentro da empresa.

Então, para não desperdiçar dinheiro dessa forma, basta apenas emitir as Notas Fiscais devidamente.

Garantias

A Nota Fiscal é um documento importantíssimo. Em suma, nesse documento constam informações das características do produto/serviço. Além de ter essas informações, a data de compra também deve constar no documento.

As Notas representam seguranças, tanto para consumidores finais quanto empresas que compram materiais para fabricar mercadorias. Então, caso o produto não esteja em conformidade, a Nota Fiscal dá o direito de troca ou conserto do item.

Por isso, através da emissão de Notas Fiscais, os clientes ganham garantias e você tem seus direitos como consumidor garantidos, ao comprar de seus fornecedores. Você confia em uma empresa que não assegura seus direitos de consumidor?

Imagem positiva da empresa

Com a grande divulgação e acesso às informações, os consumidores estão cada vez mais cientes de seus direitos. Dessa forma, além de perder oportunidades de negócio, empresas que não emitem o documento fiscal criam imagens negativas. E sendo assim, dão vantagem aos concorrentes que emitem Nota Fiscal.

Contar com crédito

Quem pratica a não-emissão de documentos fiscais bem como sonegação de impostos têm muitas dificuldades para conseguir créditos financeiros. Então, quem busca fazer uma expansão do negócio, fazer melhorias que precisam de crédito, deve estar conforme às legislações fiscais e emitir notas.

Em síntese, ao omitir ou não omitir informações ao fisco, os órgãos financeiros não sabem com precisão o valor em caixa da empresa. Dessa forma, os bancos têm dificuldades de fazer cálculos para dar margem de crédito.

Como o valor declarado será sempre menor do que o real, as instituições financeiras podem interpretar que a empresa não tem dinheiro suficiente e recusar o empréstimo. Porque entende-se que a empresa não terá condições de pagar o crédito.

Dessa forma, fica evidente a importância global de emitir Nota Fiscal. Importância que vai além de não cometer crime.

 Emitir Nota Fiscal é uma maneira de também preservar sua empresa bem como fazer com que seus esforços para promover o sucesso da empresa sejam bem direcionados.

Quem deve emitir o documento fiscal?

A emissão de Nota Fiscal para microempreendedores individuais (MEIs), microempreendedores (ME) e para as empresas de pequeno porte (EPPs) é obrigatória.

A emissão de Notas Fiscais traz benefícios para os clientes

Emitir Nota Fiscal sem dúvidas traz vantagens aos clientes. Ao comprar um produto que têm Nota Fiscal, os clientes têm a certificação de que estão consumindo produtos devidamente legalizados e registrados. A Nota Fiscal comprova a existência da relação de consumo, o termo de garantia traz todos os prazos e condições a serem respeitadas pelo fornecedor. Dessa forma, tendo o documento fiscal o consumidor têm garantias de resolução caso o produto apresente inconformidades.

CPF na Nota Fiscal

Muitas pessoas têm receio em informar o número de CPF na Nota Fiscal traz muito mais benefícios para quem compra:

Descontos

Ao informar o número de CPF na Nota Fiscal torna possível descontos atrativos. Alguns estados do Brasil proporcionam o abatimento do valor referente ao pagamento do imposto IPVA e IPTU referentes ao próximo ano.

Além disso, os descontos podem ser aplicados em algumas compras, por exemplo em livros. Há a possibilidade também de ter redução no pagamento da Declaração do Imposto de Renda

Resgate

Ademais, é possível fazer o resgate dos créditos acumulados. A cada seis meses, através de transferência bancária, o dono do CPF informa dados da conta do banco e se cadastra no site da Secretaria da Fazenda

Prêmios

As premiações variam. Podem chegar até o valor de R$1 milhão. Para ser premiados, é preciso fazer um cadastro no site da Nota Fiscal de cada estado. O sorteio do CPF premiado é realizado mensalmente através da Loteria.

Doações

Ademais, o CPF no documento fiscal proporciona mais do que descontos e premiações. Inserir o número do documento no comprovante fiscal pode ter um papel social muitíssimo importante: doações.

Dessa forma, é possível cadastrar o CPF no portal Nota Fiscal do estado de origem do dono do documento e direcionar os repasses financeiros para instituições, ONGs e entidades sociais a partir da arrecadação de impostos.

Então, uma boa forma de colaborar com as causas que você acredita, é vinculando seu CPF às doações destinadas a essas causas.

Tipos de NF

Não há um tipo único de Nota Fiscal. O documento tem diversas possibilidades de emissão, de acordo com as necessidades. Alguns tipos são:

  • NF-e Nota Fiscal Eletrônica de Produtos ou Mercadorias)
  • CT-e – Conhecimento de Transporte Eletrônico
  • NFS-e (Nota Fiscal Eletrônica de Serviços)
  • NFC-e (Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica)
  • Cupom Fiscal Eletrônico (CF-e)
  • Módulo Fiscal Eletrônico (MF-e)
  • MDF-e – Manifesto de Documentos Fiscais Eletrônicos
  • NF Avulsa (NFAe)
  • Nota Fiscal Complementar
  • NF Denegada
  • Nota Fiscal Rejeitada
  • NF de Exportação
  • Nota Fiscal de Remessa

Como funciona a Nota Fiscal Eletrônica?

A Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) é a versão digital da nota fiscal tradicional. Sendo totalmente eletrônica e exigindo a assinatura do certificado digital, a NF-e apresenta total segurança, validade e integridade de dados armazenados.

E então, a empresa emissora de Nota Fiscal Eletrônica é responsável por gerar o arquivo XML da nota. Esse é o documento que contém todas as informações referentes à transação de venda. Ele envia o documento para aprovação junto a Secretaria da Fazenda de seu estado antes de realizar a emissão para seus clientes e colocar a mercadoria em circulação. Confira alguns benefícios da Nota Fiscal Eletrônica:

  • Maior confiabilidade à nota fiscal;
  • Mais controle fiscal e facilidade no compartilhamento de informações junto a órgãos de fiscalização;
  • Redução de custos com a impressão de notas em papéis;
  • Menor risco de sonegação de impostos e aumento da arrecadação;
  • Maior auxílio nos processos de escrituração eletrônica contábil e fiscal;

Quais informações precisam estar presentes ao emitir Nota Fiscal Eletrônica (NF-e)

Algumas informações precisam obrigatoriamente estar na NF-e. Ter as informações completas no documento também evita crime ao emitir Nota Fiscal:

  • Razão Social;
  • CNPJ;
  • DDD;
  • Telefone;
  • Endereço;
  • Número;
  • Bairro;
  • Estado;
  • Cidade;
  • CEP;
  • E-Mail;
  • Inscrição Estadual.

Como emitir NF-e

E então, para emitir NF-e é preciso cumprir com alguns requisitos:

1. Ter um software de emissão de NF-e;
2. Ter Certificado Digital de Pessoa Jurídica. Conforme o padrão ICP-Brasil;
3. Estar credenciado ao SEFAZ;
4. Inscrição estadual regular.

Como adquirir o Certificado Digital para emissão de NF-e

Esse certificado garante que a Nota Fiscal é autêntica. A SEFAZ aceita dois formatos de documentos: tipo A1 (arquivo) ou

Conclusão: Emitir Nota Fiscal garante que sua empresa não esteja cometendo crimes e proporciona oportunidades de negócio

Conforme vista a importância de emitir Nota Fiscal foi apresentada no decorrer do post. Não apenas por ser uma obrigação, que pode resultar em penalidades severas pela não-emissão. Mas também pela preocupação em garantir os direitos do consumidor. Bem como contribuir para mudanças sociais.

Além de poder emitir em diversos formatos e tipos de documentos, atendendo às necessidades dos clientes, da empresa e conforme características do produto.

Então, por conseguinte, fica evidente que para as empresas, não cometer um crime, elas devem emitir Nota Fiscal. Dessa forma, a empresa age conforme a Lei e mantém uma imagem responsável. Dessa forma,

eGestor

O eGestor é um software para emissão de Nota Fiscal Eletrônica, totalmente fácil e online para a sua empresa, garantindo a autenticidade de seu negócio e proporcionando segurança a seus clientes. Dessa forma, além de gerenciar as suas notas fiscais, você pode realizar o controle de estoque e financeiro da sua empresa, de uma forma totalmente automatizada e com o suporte de indicadores de desempenho precisos para as suas tomadas de decisões, por meio dos mais variados relatórios gerenciais do sistema!

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Centro de distribuição: o que é, como funciona e vantagens

Centro de distribuição: o que é, como funciona e vantagens

O centro de distribuição é indispensável para empresas varejistas e atacadistas, já que armazena diversas mercadorias e proporciona o escoamento delas até o cliente. 

Popularmente conhecido pela sigla CD, ele faz parte de uma logística estratégica e bem-sucedida, já que é nele que acontecem vários processos da área, como recebimento, manipulação, estoque e despacho dos produtos aos seus destinos.

Muito mais do que um galpão ou armazém, como também é conhecido, o CD pode oferecer aos negócios vantagens competitivas importantes. Só para se ter uma ideia, a solução otimiza os processos logísticos, agiliza as entregas e aumenta a satisfação dos clientes com as empresas. 

Portanto, saber o que de fato é um centro de distribuição, como funciona e quais vantagens oferece é o primeiro passo para ter uma logística de sucesso e crescer.

O que é um centro de distribuição

O que é um centro de distribuição?

Por definição, centro de distribuição é uma unidade física de armazenamento e despacho de mercadorias. Na verdade, trata-se de um grande espaço comumente localizado perto das principais estradas e rodovias do país, já que o seu principal objetivo é receber e despachar produtos no menor tempo possível, agilizando entregas e melhorando a experiência do cliente.

Embora o CD também seja conhecido como armazém ou galpão, vale a pena explicar que são conceitos diferentes. Enquanto os armazéns ou galpões apenas armazenam as mercadorias, o centro de distribuição engloba diversas operações logísticas. 

Nesse contexto, há que se mencionar que as diferenças entre um armazém e um CD vão muito além do conceito e finalidade. Afinal de contas, elas também dizem respeito à estrutura do local. 

O armazém, por exemplo, é projetado para armazenar mercadorias por um prazo maior, enquanto um CD é projetado para oferecer mais agilidade e eficiência às entregas.

Como funciona um centro de distribuição?

O funcionamento de um centro de distribuição é baseado nas diversas operações logísticas que o permeiam tais como:

Recebimento de mercadorias

O recebimento dos produtos das fábricas marca o início das atividades do centro de distribuição. 

Ele engloba a descarga das mercadorias dos caminhões, passa pela conferência e posteriormente pelo cadastramento das mercadorias em sistemas apropriados, para a contabilização e atualização do estoque.

Movimentação

Como o próprio nome sugere, essa é a etapa logística que consiste na movimentação dos produtos recebidos dentro do centro de distribuição. 

Para ser bem-sucedida, evitar avarias e prejuízos, ela deve ser realizada por profissionais capacitados e com o auxílio de equipamentos específicos, como paleteiras manuais e elétricas, empilhadeiras, elevadores entre outros.

Armazenamento

Já a armazenagem é a etapa logística que sucede a movimentação de mercadorias. Ela consiste basicamente no estoque temporário dos produtos até que eles sejam despachados aos lojistas ou consumidor final. 

O armazenamento é feito em estruturas específicas, que segundo a Sanca Galpões, podem ser do tipo porta-paletes, push-back, cantilever, drive-in , drive-thru entre outros.

Ainda na etapa de armazenamento, as mercadorias são categorizadas para facilitar o estoque e posteriormente a expedição. 

Essa categorização facilita que elas sejam encontradas pelos profissionais do centro de distribuição e garante o equilíbrio entre a oferta e a demanda.

Separação

A separação, por sua vez, é a etapa que antecede a expedição e abrange a separação das mercadorias conforme os pedidos de compras dos clientes. 

A atividade reduz custos operacionais, evita erros e agiliza os prazos de entrega. Além disso, facilita o trabalho do setor de expedição.

Expedição

Por fim, mas não menos importante, temos uma das etapas mais importantes do centro de distribuição, a expedição. Ela consiste no despacho das mercadorias aos seus destinos, conforme os itens já separados anteriormente. 

Ela envolve atividades como conferência, pesagem da carga, emissão de conhecimentos de transporte entre outros documentos para que a mercadoria possa ser transportada legalmente. 

Para oferecer mais agilidade ao processo, o ideal é que ele seja feito com tecnologias adequadas, como software de gestão de armazenagem e leitor de códigos de barras, por exemplo.

vantagens do centro de distribuição

Centro de Distribuição e Cross Docking

Se o principal objetivo do centro de distribuição é armazenar temporariamente as mercadorias, o conceito de cross docking surgiu para tornar isso ainda mais possível. 

Isso porque a estratégia de distribuição dispensa a etapa de armazenamento, oferecendo ainda mais celeridade aos processos logísticos.

Apesar do nome complicado, entender como funciona o cross docking é muito simples. Traduzindo para o português, o termo cross docking significa “cruzando as docas” e embora seja um conceito ainda pouco conhecido, já é praticado há décadas no mundo todo. 

A prática, que surgiu inicialmente nos Estados Unidos e rapidamente se expandiu para outros países, consistia em descarregar as mercadorias de trens e navios com o auxílio de esteiras automatizadas diretamente para caminhões separados por região. 

Atualmente, as mercadorias são recepcionadas em áreas específicas de portos, aeroportos e até mesmo em centros de distribuição, onde são reembaladas e rapidamente redistribuídas aos seus destinos. 

Ou seja, no cross docking, os produtos não são armazenados, o que reduz custos com estoque, diminui os prazos de entrega e garante o suprimento da demanda.

Centro de distribuição: conheça os principais tipos

Para garantir a celeridade dos processos logísticos, o arranjo físico do centro de distribuição também é de fundamental importância. Também conhecido como layout, ele otimiza o funcionamento do CD, na medida em que leva em consideração elementos que facilitam as atividades no local. 

Como exemplo desses elementos, podemos citar a organização das prateleiras, o tipo de piso, os equipamentos utilizados e tecnologias empregadas.

Com base nisso, o centro de distribuição pode ser de dois tipos:

Baseado no fluxo de produtos

Nesse layout, o centro de distribuição é organizado em linha reta para facilitar o fluxo de produtos, ou seja, a entrada e a saída deles do local. Na prática, as mercadorias são recebidas em uma ponta do CD, armazenadas na área central da instalação e descarregadas no lado oposto ao do recebimento. 

Isso evita obstrução do espaço interno, otimiza a separação, a conferência e o despacho dos produtos.

Baseado no giro dos produtos

Já nesse layout, o centro de distribuição é organizado conforme os itens que possuem maior saída. 

Nesse sentido, esses produtos ficam armazenados o mais próximo possível da área de separação, para conferir mais produtividade às equipes envolvidas na atividade. Mas não apenas isso. 

A organização com base no giro dos produtos também aproveita melhor o espaço do CD, já que muitos produtos são encaminhados diretamente para áreas próximas ao setor de separação. Dessa forma, outras áreas ficam liberadas para outros processos.

Outros tipos de layouts que também reduzem os prazos de entregas dos produtos

Além dos layouts baseados no fluxo e no giro das mercadorias, um centro de distribuição pode ainda ter outros arranjos físicos capazes de otimizar os processos logísticos de diferentes empresas. 

Eles devem atender com eficiência as atividades executadas no local, as metas de desempenho das empresas e os tipos de produtos armazenados. 

Dessa forma, um CD também ser estruturado conforme os seguintes layouts de fluxos:

  • por processo: baseado no tipo de operação;
  • em U: produtos entram no CD pela área de recebimento, vão para a área de armazenagem localizada nos fundos do galpão e posteriormente vão para a área de expedição, que fica situada perto do setor de recebimento;
  • em I: ideal para operações logísticas em que o recebimento e o despacho das mercadorias são feitos praticamente ao mesmo tempo, como no caso da modalidade de cross docking;
  • modular: nesse caso, o CD possui áreas projetadas exclusivamente para atender demandas e necessidades específicas.
tipos de centro de distribuição

Principais vantagens de investir em um centro de distribuição

No decorrer deste artigo já apresentamos a você algumas das muitas vantagens de contar com um centro de distribuição. A solução de armazenagem promove mais agilidade nas entregas, reduz custos com estoque e melhora a satisfação dos clientes com a empresa. 

Todavia, além dessas vantagens, existem outras que de igual forma merecem a nossa consideração.

Economia com combustíveis e fretes

Contar com um centro de distribuição para armazenar temporariamente suas mercadorias pode ser algo bem vantajoso para o seu negócio sob o aspecto financeiro. Em primeiro lugar, há a economia com combustível e fretes, já que ele fica localizado estrategicamente perto das principais rodovias e estradas do país e, consequentemente, mais perto dos clientes.

Em segundo lugar, não é necessário investir em uma estrutura própria para se beneficiar da atividade, pois ela pode ser terceirizada. Ou seja, você não precisa dispor de um espaço gigantesco e tampouco gastar com obras, licenciamento entre outras burocracias. 

Basta contratar uma empresa especializada para elevar a logística da sua empresa a outro nível.

Gestão de processos

No centro de distribuição todo o estoque da empresa fica localizado em um só lugar, o que facilita tanto o recebimento quanto o despacho das mercadorias. 

E como todos os processos logísticos ocorrem também em um só local, possibilita um melhor controle por parte dos gestores.

Roteirização de entregas

Outra grande vantagem de investir em um CD é contar com o conhecimento de profissionais especializados. A roteirização de entregas, por exemplo, é um grande desafio de empresas que não profissionalizam a própria logística. 

A roteirização consiste em avaliar quais são os melhores percursos para agilizar o tempo de entrega dos produtos aos clientes, levando em consideração conservação das estradas, fluxo de trânsito, pedágios entre outros detalhes importantes. 

A atividade torna as empresas mais produtivas e mais competitivas nos mercados em que atuam.

Produto certo, no lugar certo e na hora certa

Essa é uma vantagem impulsionada principalmente pela localização estratégica de um centro de distribuição. Por estar situado mais perto dos clientes, o CD permite o escoamento mais ágil de diferentes mercadorias. 

Além disso, o CD também conta com layouts estratégicos, como vimos anteriormente. Isso, por sua vez, facilita o recebimento, movimentação, classificação, armazenagem, separação e despacho dos produtos. Estima-se, inclusive, que um centro de distribuição reduza pela metade o tempo gasto nas operações logísticas. 

Gestão de sazonalidade

Ainda em dúvida de como um centro de distribuição pode otimizar os processos logísticos do seu negócio? Por meio de uma gestão unificada, também é possível acompanhar em tempo real a entrada e a saída de produtos conforme períodos de vendas. 

Aliás, essa é uma ótima maneira de saber como seus produtos se comportam no mercado e em quais épocas do ano eles vendem em maior ou menor quantidade.

Geração de empregos

E para quem acha que os benefícios citados anteriormente são os únicos, precisa considerar também o fator geração de empregos. 

Tomemos como exemplo a abertura do centro de distribuição do Mercado Livre em Lauro Freitas, em Salvador, Bahia. Com uma estrutura de 56 mil m² e investimento de cerca de R$ 90 milhões, o novo CD do ML gerou 500 empregos e impactou positivamente a economia da região metropolitana da capital baiana.

Segurança

Para finalizar o rol de vantagens de investir em um CD para otimizar os processos logísticos da sua empresa, temos ainda a segurança. Ela é feita por tecnologias de monitoramento como câmeras de tv, alarmes entre outros dispositivos, mas também por profissionais capacitados para essa finalidade.

como organizar o centro de distribuição

Como organizar um centro de distribuição eficiente?

Se você chegou até aqui, é porque certamente já compreendeu o quanto investir em um CD pode contribuir para que a sua empresa se torne mais competitiva. E a boa notícia é que o empreendimento é bem versátil e pode inclusive ser estruturado para atender demandas e necessidades específicas da sua empresa. 

Nesse caso, é preciso se atentar para alguns fatores antes de partir para a obra em si, como os que listamos adiante.

Planejamento

Assim como acontece com todo e qualquer tipo de negócio, abrir um centro de distribuição também exige planejamento. Seja para suprir as próprias demandas da empresa ou para oferecer serviços logísticos, é preciso analisar o mercado, conhecer a concorrência entre outros detalhes cruciais para a sustentabilidade da empresa a longo prazo.

Qual é a rotatividade do seu estoque? Será que ele precisa mesmo de um centro de distribuição? Na terceirização de serviços, quais empresas já estão no mercado e quais delas já atendem a área em que você pretende atuar? O que elas estão fazendo que você pode fazer diferente para estar um passo à frente? Qual é o seu ramo de atuação, indústria ou comércio? Atacadista, varejista ou e-commerce?

Após analisar esses e vários outros fatores, transfira suas ideias para o papel e verifique se o negócio é realmente viável. 

Somente após essa observação você vai conseguir estruturar um centro de distribuição mais adequado às necessidades do seu negócio, o que aumenta consideravelmente as chances de sucesso do empreendimento.

Investimento

Por mais que não tenha instalações luxuosas e seja pautado na funcionalidade, um centro de distribuição exige capital para a sua montagem, legalização, abertura e funcionamento. Diante do exemplo do CD do ML, o empreendimento contou com R$ 90 milhões de investimento para uma área de 56 mil metros quadrados. 

Mas é claro que é possível montar uma estrutura bem menor e ainda assim ter sucesso no ramo. A partir de 1000 m² um CD já pode ser considerado de bom tamanho, mas tudo isso depende do porte, da demanda e das necessidades da sua empresa. 

O fato é que independentemente do tamanho do depósito, serão necessários alguns custos iniciais, como por exemplo:

  • Obra;
  • Licenciamentos para funcionar;
  • Mão de obra especializada (contratação de funcionários);
  • Máquinas e equipamentos;
  • Estruturas de armazenagem;
  • Custos com água, energia elétrica, segurança, telefone etc.

Localização

Lembre-se também que um centro de distribuição deve facilitar o escoamento de mercadorias, otimizando operações logísticas, prazos de entrega e melhorando o nível de satisfação dos clientes. Nesse sentido, é importante que ele tenha localização privilegiada, como nas proximidades de estradas e rodovias.

Todavia, isso por si só não é o suficiente. É preciso também verificar o trânsito na região, se há infraestrutura local para o carregamento e descarregamento de vários tipos e tamanhos de caminhões e se o terreno onde o CD será construído fica perto dos seus principais fornecedores.

Layout estratégico

Conforme explicamos anteriormente, um centro de distribuição pode ter vários layouts (arranjos físicos). 

Eles impactam na forma como as mercadorias são organizadas dentro do espaço e levam em consideração o fluxo de produtos, a complexidade das operações logísticas executadas no local e os equipamentos de movimentação e armazenagem.

Nesse sentido, escolher o layout mais adequado para o seu CD também é uma forma de melhorar o seu funcionamento e a sua produtividade.

Controle da qualidade das operações logísticas

Um centro de distribuição também deve prezar pela qualidade e conservação das mercadorias sob a sua guarda. E quando falamos de eletrônicos, eletrodomésticos e produtos perecíveis, esse fator se torna ainda mais relevante. 

É sabido que uma mercadoria violada, amassada ou fora do prazo de validade pode causar sérios prejuízos ao negócio. Por isso, investir em soluções que minimizem esses riscos também é uma forma de melhorar o desempenho e a lucratividade do negócio.

Mas como medir o desempenho do centro de distribuição? Nesse caso, o melhor caminho é adotar indicadores de qualidade. Eles ajudam a mensurar a eficiência e eficácia dos processos logísticos, a qualidade das atividades realizadas no local, o nível de satisfação do cliente e facilitam a tomada de decisões estratégicas.

Faça da tecnologia sua grande aliada

Por mais que um centro de distribuição opere com o auxílio de profissionais capacitados, a tecnologia também deve se fazer presente para simplificar tarefas, otimizar o tempo e transformar dados em informações confiáveis. 

Um bom sistema de gestão de entregas, por exemplo, automatiza processos repetitivos, facilita o trabalho e a comunicação das equipes, diminui falhas humanas e os riscos operacionais.

Sendo assim, fica claro perceber que um sistema de gestão empresarial pode ser considerado o diferencial que todo CD precisa para crescer. Ele centraliza em um único lugar todas as informações sobre os produtos, facilitando atividades de separação, expedição e entrega. 

Além disso, vale a pena destacar que a ferramenta tecnológica é atualizada em tempo real, conforme as operações logísticas vão acontecendo no CD. Isso significa maior controle sobre o estoque, sobre os fornecedores, sobre trocas, devoluções e perdas. 

Ou seja, ao melhorar a eficiência dos processos, o software de gestão logística também melhora o desempenho da empresa de maneira sistêmica.

Muito além de agilizar entregas e melhorar a competitividade das empresas no mercado, a automatização dos processos logísticos reduz desperdícios, ajuda a identificar fraudes entre outros riscos que comprometem a segurança das operações e a saúde financeira do empreendimento. 

Portanto, podemos afirmar que a tecnologia pode representar a diferença entre o fracasso e o sucesso do centro de distribuição.

Conclusão

Neste artigo apresentamos a você o conceito de centro de distribuição, como ele funciona e vantagens que oferece para empresas varejistas e atacadistas. Além disso, mostramos também como montar um CD eficiente, produtivo e capaz de oferecer um diferencial competitivo a sua empresa.

Todavia, neste artigo você viu também que a abertura de um CD, seja para atender as demandas da sua empresa ou para oferecer serviços logísticos a terceiros, precisa de planejamento, localização privilegiada, capital, layout adequado e principalmente o uso de tecnologias modernas. Somente o conjunto desses fatores será capaz de fazer o seu CD ser mais produtivo, oferecer custo-benefício e sair na frente da concorrência.

E por falar em tecnologia apropriada, gostaríamos de apresentar a você o sistema de gestão empresarial eGestor. Criado para simplificar a gestão da sua empresa, ele possui vários recursos integrados em um só lugar, para que você tenha total controle do seu negócio. 

Ele possibilita que você faça uma gestão eficiente do estoque da sua empresa, na medida em que informa a quantidade exata de produtos no estoque, permite consultas de movimentação por data, por fornecedor, por produtos e muito mais. 

E como se já não bastassem essas vantagens, o eGestor também é um software emissor de Nota Fiscal Eletrônica, que te deixa em conformidade com a legislação brasileira e transmite mais confiabilidade do negócio aos clientes. 

Por meio de relatórios de controle, você ainda acompanha o desempenho do seu centro de distribuição, propondo melhorias sempre que necessárias.

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