Nas pequenas e médias empresas a estrutura e os funcionários existem em menor escala. Dessa forma, na maioria das vezes, o próprio empreendedor costuma controlar os assuntos financeiros do negócio.
Por esse motivo, é essencial que o gestor esteja por dentro das informações valiosas e conheça a situação financeira e tributária da sua empresa.
Manter o controle de notas fiscais recebidas e emitidas, por exemplo, é algo que requer muita atenção e disciplina. Entretanto, se você seguir alguns procedimentos, isso pode ser feito de maneira muito mais prática e eficiente.
Quer melhorar a gestão das notas fiscais do seu empreendimento? Saiba como fazer!
O que é controle de nota fiscal?
Toda empresa emite nota fiscal. Algumas, como o MEI, não tem obrigação de emitir em alguns casos. Mas, em geral, a cada venda, uma nota é emitida. Dentro das obrigações das notas fiscais está a de mantê-las armazenadas por 5 anos.
Dessa forma, é necessário ter um controle de armazenamento, ou, o controle de nota fiscal. Assim, torna- se mais fácil consultar as notas e aumentar a segurança. Essa consulta deve ser facilitada em caso de controle do FISCO.
Vantagens do controle de notas fiscais
Existem diversas vantagens em fazer o controle de notas fiscais de uma empresa. Mas, antes de tudo, é preciso estar atento que esse processo não é apenas mais um controle dentro da empresa, ele é essencial em caso de fiscalização.
Se não feito, a empresa pode sofrer punições e receber multas.
Entre as principais vantagens de um controle de notas fiscais estão:
Melhor controle de notas armazenadas, tornando mais fácil encontrar alguma, se necessário.
As notas são a principal forma de pagamento de impostos, sem ter o controle de notas emitidas, também não se sabe se a empresa está pagando seus impostos de forma correta.
Elas também são a comprovação da venda, dessa forma, em caso de algum desvio, elas são os comprovantes.
Diminuição de erros, retrabalho e possibilidade de multas.
Ainda, quando essa ferramenta também é um emissor de notas fiscais, ela possui mais vantagens. Entre elas:
O cálculo de impostos é feito de forma automática.
Se a ferramenta possui um cadastro de produtos e clientes, a nota é emitida em poucos segundos.
O sistema pode enviar a nota fiscal aos clientes imediatamente.
Controle de notas fiscais: por que é importante?
O principal motivo para manter o controle de notas fiscais é não ser enquadrado por crime de sonegação. E não estamos exagerando aqui.
A Receita Federal é responsável pela fiscalização de valores de vendas e compras, e também, pelos impostos e taxas. Dessa forma, se os valores não batem, a empresa está fazendo algo errado.
Mas, muitas vezes, essas situações podem ser evitadas apenas com um controle financeiro bem feito e um controle de notas fiscais preciso.
Ou seja, uma das maiores importâncias do controle de notas fiscais é entender a saúde financeira da empresa. Esse controle de notas também ajuda a encontrar possíveis erros, facilita o trabalho diário do financeiro e diminui consideravelmente a burocracia.>
Como controlar a nota fiscal MEI?
Ao contrário dos outros tipos de empresa, o MEI não é obrigado a emitir notas fiscais. Entretanto, em casos de o cliente ser pessoa jurídica ou serviços para o governo, a emissão da nota é obrigatória.
Mas, mesmo não sendo exigida a nota fiscal para pessoas físicas, o MEI pode emitir notas fiscais.
Tanto nesse caso, como em caso de pessoa jurídica ou governo, o MEI deve fazer o controle das notas fiscais. Ainda, mesmo que se pense que esses casos são raros, quando acontece, como o negócio irá emitir a nota?
Assim, é importante ter uma ferramenta para a emissão da nota e seu armazenamento e controle.
Como fazer o controle de notas fiscais?
Acompanhe a compra e a venda dos produtos
Pelo fato de serem PMEs, geralmente, o trabalho de compra e de venda de produtos ou serviços envolve funcionários de diversos setores. Dessa maneira, as chances de perder o controle sobre os dados envolvidos nessas negociações são grandes.
É essencial, portanto, elaborar rotinas de acompanhamento capazes de dar aos colaboradores a oportunidade de transmitir as informações mais relevantes da maneira mais organizada possível.
Quando a empresa compra algo, o funcionário deve passar essa informação para o gestor responsável pela parte financeira. E quando recebe um produto ou serviço, o que deve ser feito é verificar o documento recebido, acompanhado de seus contratos e pedidos.
Tal procedimento também deve ser solicitado quando a empresa emite notas, visto que esse processo assegura a exatidão e a organização dos dados que são enviados para os clientes.
Assim, não há o risco da necessidade de refazer todo o trabalho para corrigir os documentos. E os custos extras, dessa forma, serão minimizados, já que o retrabalho será evitado.
Ao fazer uma compra, por exemplo, o funcionário deve passar a informação à pessoa responsável pelo financeiro e, ao receber o produto ou serviço, confrontar o documento recebido com os pedidos ou contratos.
Caso tudo esteja em ordem, a nota fiscal pode, então, ser enviada ao setor responsável pelo pagamento.
O mesmo procedimento de controle deve ser seguido para a emissão de notas, garantindo a exatidão das informações e das NF-e enviadas aos clientes e evitando custos ou retrabalho com a correção de documentos.
Verifique a veracidade das notas emitidas
É essencial que a empresa verifique sempre se os documentos que chegam até ela são autênticos. Quando se recebe uma NF, é fundamental consultar o site da prefeitura que a emitiu para garantir sua autenticidade.
Além disso, a validação é obrigatória para que a nota fiscal relativa ao produto seja reconhecida como legal. Assim, o empreendedor evita incidentes relacionados a problemas tributários e financeiros.
No site da prefeitura da cidade de São Paulo, por exemplo, é fácil realizar esse procedimento. Basta acessar a página relativa à Nota Fiscal Eletrônica e informar os dados do documento, tais como CPF/CNPJ do prestador de serviços e o número da nota, além do código de verificação, para conferir a autenticidade da nota fiscal paulistana emitida.
Uma vez que ela é confirmada, o documento será exibido na tela, permitindo ao usuário realizar sua impressão. Esse tipo de procedimento pode ser adotado em qualquer site de órgão oficial responsável pela emissão da nota fiscal.
Neste caso, reforçamos a orientação para que você não deixe de fazer essa confirmação, pois se trata de algo que pode ser feito de maneira rápida e com plena segurança.
Mas por que é necessário validar uma nota fiscal recebida? Porque, ao adquirir qualquer produto, sua empresa recebe também o DANFE, o Documento Auxiliar à Nota Fiscal Eletrônica.
Embora apresente muitas informações relativas à mercadoria, ao fornecedor e também ao receptor, esse documento não é a NF-e em si.
No DANFE, é possível encontrar a chave de acesso, composta por informações como UF, ano/mês, CNPJ, modelo, série, número NF-e, código numérico e dígito verificador. É essa chave que precisa ser digitada no portal da Nota Fiscal Eletrônica para que ela possa ser validada e visualizada.
Modernize o gerenciamento da empresa
Outra maneira de simplificar o controle de notas fiscais é a implantação de um software de emissão de notas fiscais eletrônicas para controlar todas as finanças on-line de maneira mais prática e rápida.
Usando esse sistema de gestão virtual, os funcionários digitarão os dados somente uma vez e poderão aproveitá-los durante o processamento de compras e vendas sempre que precisarem.
É interessante destacar que, até alguns anos atrás, essa tecnologia que permitia automatizar o cadastro ficava muito distante da realidade das pequenas empresas, em função de seu alto custo.
Entretanto, hoje em dia ela tem sido oferecida como uma solução de excelente custo-benefício justamente por empresas que direcionam o produto ao micro e pequeno empresário, dando a eles condições para aperfeiçoar o controle financeiro por meio da simplificação dos procedimentos.
Além disso, esse tipo de programa oferece um diferencial inestimável para qualquer PME: a possibilidade de o gestor gerenciar todo o processo a partir de um único lugar.
Trata-se de uma alternativa moderna e absolutamente acessível, que dispensa muitos esforços manuais e, assim, resulta em menor incidência de erros decorrentes da intervenção humana.
A adoção de um sistema de gerenciamento é o grande diferencial que sua empresa pode obter em tempos modernos.
Ele proporciona integração entre os departamentos da companhia, com destaque para o setor de vendas, uma vez que, a partir da emissão eletrônica de notas fiscais, torna-se possível fazer o controle das vendas de maneira mais eficiente.
Em resumo, esse tipo de sistema oferece benefícios aos seguintes itens:
Controle financeiro;
Fluxo de caixa;
Controle de vendas de diferentes produtos e serviços;
Integração da emissão de notas fiscais com o controle de estoque;
Emissão de relatórios.
Faça um armazenamento cuidadoso
Organização é fundamental. É preciso considerar alternativas para fazer com que as atividades permaneçam em ordem independentemente do momento da empresa.
Sendo assim, invista na definição de um fluxo simples e claro para a entrada das notas fiscais no dia a dia.
Você pode considerar recursos para lidar tanto com notas impressas quanto com as eletrônicas.
Notas impressas: é possível trabalhar com pastas simples para organizar melhor as entradas e as saídas. Isso é importante para evitar que acabem misturadas com documentos de outra natureza.
Notas eletrônicas: neste caso, o processo pode ser realizado de maneira ainda mais fácil: basta você criar pastas específicas em seu computador para armazenar notas fiscais e evitar que elas se misturem com outros arquivos.
Procure realizar backups desses documentos, de modo a ter sempre cópias à sua disposição para qualquer eventualidade.
Crie categorias
Outra dica importante em relação à organização é facilitar a identificação das notas.
Tão necessário quanto adotar bons procedimentos para armazenar as notas recebidas é saber organizá-las de acordo com características fundamentais para o empreendimento, tais como nome do cliente ou fornecedor, sua data de emissão e de vencimento, entre outros.
Por que isso é importante? Porque quando você (ou o funcionário responsável por esse trabalho) tiver que encontrar determinado documento na pasta criada, não vai ser preciso passar horas analisando todos os arquivos, um a um, para localizar o que procura.
Isso otimiza a gestão de tempo na empresa e facilita procedimentos como o de auditoria.
Notifique as informações para o contador
É muito importante ter em mente que todas as informações do processamento têm que ser repassadas para a área contábil da empresa. Portanto, informe todos os dados financeiros para o contador do seu negócio.
Também é possível agilizar esse processo utilizando um software para elaborar um fluxo de caixa de forma adequada.
O contador é essencial em relação a tudo o que diz respeito às notas fiscais. Não deixe de consultá-lo antes de tomar qualquer decisão sobre o controle financeiro.
Lembre-se: o objetivo aqui é aperfeiçoar os procedimentos, então é importante que a rotina desse especialista também esteja de acordo com o ritmo de sua empresa.
Independentemente de contar com um profissional que atua como funcionário ou trabalhar com um serviço terceirizado, sua qualificação é fundamental. Saber lidar com as novidades tecnológicas oferecerá um diferencial significativo para o empreendimento.
Tenha uma boa relação com seus fornecedores e clientes
Por fim, é sempre bom destacar a importância que você deve dar ao relacionamento interpessoal com quem faz parte da realidade de sua empresa.
Estamos nos referindo a todo e qualquer tipo de profissional, mas, quando falamos em gestão de notas fiscais, é preciso dar destaque especial aos que atuam nos setores de contas a pagar e receber.
É fundamental que o gestor da empresa mantenha um bom relacionamento com o setor de contas dos seus fornecedores e cliente. Assim, quando for necessário o auxílio de algum parceiro, eles ajudarão a realizar as alterações necessárias nos documentos, sem burocracia ou custos adicionais.
A consequência observada por empresas que não valorizam esse relacionamento interpessoal é justamente a dificuldade para obter documentos quando surge uma necessidade imediata — algo que poderia ser facilmente resolvido se a relação entre as equipes fosse harmoniosa.
Sendo assim, procure sempre tratar bem e com o máximo de respeito possível pessoas envolvidas com o seu empreendimento. Isso, além de trazer novos amigos, também contribui para a eficiência do seu negócio.
Ter o controle de notas fiscais de uma empresa é fundamental. Afinal, uma boa gestão evita a dor de cabeça relacionada aos problemas financeiros e tributários. Como você controla as notas fiscais do seu negócio?
O criador do ciclo PDCA foi um físico norte-americano, chamado Walter Andrew Shewart, na década de 20. Shewart é reconhecido como pioneiro na adoção do controle estatístico de qualidade.
Para entender o ciclo PDCA é importante compreender o que é o controle estatístico de qualidade. Para assim, fazer uma leitura mais qualificada do pensamento do seu criador.
O controle estatístico da qualidade consiste num método usado para identificar diferenças entre unidades produzidas. Ele tenta identificar quais são as causas dessas variações. Assim como se elas são parte de um processo natural, causado por variáveis fora de controle e com desequilíbrios pequenos, difíceis de serem percebidos; ou se são falhas no processo, que causam diferenças perceptíveis, que devem ser corrigidas.
O processo de identificação dessas não conformidades é estatístico, com base em amostras colhidas na produção. Em outras palavras, percebe-se que é um modelo de apoio à gestão da qualidade com ênfase no processo industrial. Mas, que poderá, mais tarde, ser adotado em qualquer segmento de negócios.
O ciclo PDCA ganhou notoriedade na década de 50, através do professor William Edwards Deming, que ganhou o reconhecimento pelo seu trabalho em favor do aperfeiçoamento dos processos produtivos nos Estados Unidos. Deming ganhou o status de guru do gerenciamento de qualidade. O trabalho realizado nos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial ganhou notoriedade internacional, de modo que acabou convidado para prestar serviço de consultoria para executivos japoneses.
As quatro etapas do ciclo PDCA
Cada letra representa uma etapa do ciclo PDCA, como abaixo:
P de Plan: Planejar, em português.
D de Do: Fazer ou executar.
C de Check: Checar, analisar, conferir.
A de Action: Ação, em português. Nesse caso a ação é reparadora, no sentido de corrigir as falhas.
A finalidade do ciclo PDCA é muito simples e faz parte da cultura de inúmeras organizações, muito embora a aplicação seja complexa, como será visto mais à frente. Consiste em melhorar continuamente a qualidade dos processos a partir de um controle rigoroso. Aplica-se a todas as atividades da empresa e visa mitigar os erros na hora em que os gestores precisam tomar decisões importantes.
O modelo é usado para a construção do planejamento estratégico das empresas, que nada mais é do que a tentativa de se ter controle sobre o máximo de variáveis possíveis do negócio, sejam elas internas ou externas.
O BPM
O BPM é um modelo para automatização de processos que usa os conceitos do ciclo PDCA.
A automatização nada mais é que o emprego de técnicas para tornar um processo operacional. O que consiste basicamente em torná-lo legível e passível de controle.
No BPM, o planejamento está caracterizado na fase em que os processos são mapeados. O sistema BPMS documenta os processos. Ele fornece uma listagem de atividades, os responsáveis por elas, formulários eletrônicos para a execução e as listas de tarefas. Assim como os avisos eletrônicos e os modelos estatísticos de controle para a avaliação da eficiência desses processos.
O objetivo é ter controle sobre a produtividade. Esse controle é feito pelos gestores a partir da leitura dos relatórios fornecidos pelo BPMS através dos painéis de gestão. Esses municiam os gestores com informações que servirão de base para se planejar melhorias.
Todo o ciclo PDCA está contemplado nesse modelo, mas trata-se apenas de um modelo aplicado a processos. Muitos outros modelos, com variadas matrizes de execução e indicadores de eficiência podem ser desenvolvidos e aplicados nas mais diversas atividades, contanto que seja seguido o ciclo proposto no ciclo PDCA.
Por exemplo, quando se fala de prestação de serviços e se coloca o cliente dentro desse processo, ele se torna mais dinâmico e requer outros mecanismos de controle. Esses, vão do monitoramento de processos e procedimentos às pesquisas de satisfação e às ouvidorias.
Em grandes organizações, a ouvidoria é a instância máxima para a correção de processos com problemas críticos, uma vez que trata de situações de grave insatisfação. A ouvidoria está ligada diretamente aos gestores de áreas e é uma forma de usar essas situações críticas para conferir ganhos de qualidade aos processos e à entrega do serviço final.
Primeira abordagem de riscos do ciclo PDCA
Antes de entrar em cada etapa e abordar a importância de cada uma para que os resultados sejam obtidos, é forçoso apontar os riscos internos que podem pôr todo um projeto a pique.
É fundamental que, ao entrar num processo de planejamento e controle, as empresas tenham o cuidado de documentar os processos, como foi visto acima na abordagem do BPM, criar mecanismos para a supervisão dos procedimentos e, sobretudo, envolver as pessoas nesse processo. Acima de tudo, acima do controle, está o convencimento. É preciso fazer com que as pessoas entendam a razão de cada tarefa, de cada etapa, de como ela contribui para o alcance dos objetivos. Melhor ainda é se esses objetivos estão claros quanto ao papel que o sucesso no alcance dos mesmos terá no sucesso da organização.
Como é possível checar a eficiência da execução do que foi proposto no planejamento se a execução não seguiu aquilo que está proposto? Perceba-se o risco que corre todo esse processo se a checagem vem contaminada com a execução fora dos parâmetros que foram estabelecidos. Essa falha vai levar à avaliação equivocada que levará a correções equivocadas.
O planejamento não é um documento definitivo e inflexível. Aliás, o ciclo PDCA é um modelo que leva em conta essa realidade. Por isso tem a fase quatro, que é a ação, que consiste na remoção de falhas. Muitas vezes um planejamento não passa da fase de execução, pois os primeiros resultados mostram que a forma como se está fazendo redunda em erros recorrentes. O controle se dá em cada etapa do processo. Não se trata de um modelo engessado. Por isso, em alguns casos, já na fase de execução fica perceptível que o planejamento está errado e precisa ser refeito.
Riscos de não seguir o planejamento
O que não pode acontecer é a avaliação viciada pelo não cumprimento do plano. É essencial que tudo seja realizado conforme o planejado, pois só assim será possível obter uma avaliação fidedigna da qualidade ou não do que está proposto. Isso é muito comum nas empresas. Vive-se uma época em que as coisas mudam muito, o tempo todo, impulsionadas pelos avanços tecnológicos. Não tem nada mais doloroso que o custo da mudança.
Pode-se usar uma figura um tanto quanto lúdica, mas que retrata bem o que é essa variável “custo da mudança”. Quando uma família muda de endereço, mudam os vizinhos, muda a escola das crianças, mudam os hábitos de compra, o caminho para o trabalho, as novas acomodações. São tantas mudanças, que às vezes as pessoas pensam se vale mesmo a pena mudar, se os benefícios são suficientes para justificar o custo.
Um colaborador dentro de uma empresa está acostumado com uma rotina, com um conjunto de processos e procedimentos. É perfeitamente natural que ele resista às mudanças que ele não sabe para onde irão levá-lo. Por isso é tão importante o trabalho de esclarecimento, convencimento e educação, que também se pode chamar de treinamento.
Em resumo, é preciso monitorar, sim, como propõe o modelo BPM, a realização das tarefas, mas restringir o esforço para que o plano seja cumprido à risca, de modo que ele possa ser corretamente avaliado, a monitorar o trabalho dos colaboradores é correr o risco de gerar conflitos e baixar a produtividade.
Como solucionar?
Uma boa solução é envolver os colaboradores no processo de planejamento. Como fazer isso? Ouvindo. Ouvindo de verdade. Sobretudo quando se trata de processos e procedimentos, que fazem parte da rotina dos funcionários, que eles conhecem melhor do que ninguém, sendo capazes de oferecer excelentes feedbacks. É preciso estimular os colaboradores a ter senso crítico e questionar sempre a razão por que executam cada tarefa. Essa medida serve, inclusive, como insumo para instrumentalizar a fase de ação, de correção de falhas. O próprio BPM trabalha com essa rotina de capturar e analisar sugestões e críticas.
Não é incomum ver casos de funcionários que, ao serem incumbidos de determinadas tarefas, conseguem provar que elas não servem para nada, que geram custos desnecessários para a empresa de tempo, recursos humanos e dinheiro. Só estão lá porque ninguém questionou e porque o gestor não está no dia a dia. Talvez, e nesse caso há outro problema: faltem ferramentas de análise.
Ciclo PDCA
Plan – Planejar
Por que planejar, planejar, e não somente planejar?
A resposta está no ciclo PDCA. Planejar é uma sequência de ciclos, um esforço que não pára nunca.
Como já evidenciado, o planejamento não é um documento inflexível. Pelo contrário, não existe planejamento perfeito. Até porque, o planejamento compreende uma série de variáveis que estão em constante mutação.
Mudam valores, mudam crenças, muda a forma de lidar com o consumo e muda a forma de lidar com empresas. Além disso, muda a forma de interagir com o mundo.Isso inclui não apenas consumidores, mas o público interno, que é um ativo de valor e uma permanente preocupação.
Não obstante, essa peça sob constante ameaça chamada planejamento é imprescindível. É a partir dele que todas as outras etapas irão se configurar. É o planejamento que vai determinar certas coisas, como:
o que fazer;
como fazer;
quem vai fazer;
quanto tempo precisa ser feito;
quais os objetivos a serem alcançados;
como será medido o sucesso da execução passo a passo;
e como serão controlados os resultados.
O que torna o planejamento complexo é que ele não é produto de um exercício de intuição. Mas sim de um raciocínio lógico. Ele é baseado nas variáveis que irão definir os objetivos e as possíveis interferências.
Por exemplo, não é lógico falar “Quero que a empresa X aumente em 20% o faturamento no ano que vem”. Isso, porque é preciso provar que é possível atingir o objetivo estipulado com base em informações previstas.
O planejamento também pode ser uma importante ferramenta de convencimento. Uma vez com ele pronto, é possível visualizar como um objetivo pode ser atingido e assim cativar quem for necessário.
Uma melhor análise
Alguém investe em algo sem saber como ele funcionará e como vai recuperar o investimento? Quando se trabalha com um projeto, principalmente com um investimento, é preciso definir claramente alguns fatores. Por exemplo, fatores como qual o escopo, o custo e o prazo de conclusão. Essas são coisas que não podem ser definidas pela intuição. Assim, é preciso fazer orçamentos, compará-los e analisar o perfil do consumidor alvo. Também é necessário analisar a concorrência, como quem podem ser os futuros competidores e a concorrência indireta. Além de quais são os planos para o desenvolvimento do negócio no futuro e uma série de variáveis.
Definir metas
Como estabelecer uma meta sem que haja um conjunto de informações que configurem o potencial de geração de pedidos daquela área?
Se o potencial de vendas daquela área é X e a meta é X + 2, como avaliar corretamente o desempenho desse vendedor?
O gerente pode até ter parâmetros e indicadores de avaliação, mas vai avaliar mal esse vendedor porque não houve planejamento. Se o vendedor tiver um resultado X – 2 pode-se dizer que ele atingiu 80% da meta, o que, em tese, é um bom resultado. Porém, se a meta é X + 2 haverá uma avaliação equivocada.
Num call center, por exemplo, se trabalha muito com o indicador “tempo de ligação”. Estipula-se um tempo médio X. O atendente A supera essa meta, enquanto o C fica abaixo. Na hora da avaliação, o atendente A é melhor avaliado que o atendente C. Quando a empresa avalia a satisfação dos clientes com o atendimento acaba descobrindo que ela é ruim, mas o atendimento do atendente C é muito bem avaliado. Quem está errado? Será que, na hora de planejar os indicadores de análise (C de check) o gestor levou em conta todas as variáveis?
É verdade que o tema é planejamento, mas, até de forma a enfatizar o aspecto cíclico do ciclo PDCA, estamos diante de um caso completo de uso da ferramenta. O “tempo médio” e a “pesquisa de satisfação” são indicadores de performance individual e coletiva. Eles que alimentarão a fase de ação, que é a hora em que o gestor cruza esses dados entre si e com os objetivos estabelecidos para o departamento. Dessa forma, se pode dar sequência ao ato de planejamento e tentar fazer ajustes.
Passo a passo
Alinhamento com o negócio: Uma pergunta que deve ser feita sempre que se vai definir dentre vários projetos qual será levado à frente. É preciso que o gestor avalie o quanto um novo projeto vai requerer da empresa. Principalmente relacionado a adquirir capacidades que não são inerentes ao negócio principal.
Oportunidade e riscos: Recorrendo a perspectiva do item um, a decisão pode ser condicionada pelo tamanho da oportunidade e a mensuração dos riscos.
Investimento e retorno: Esse item é decisivo porque é o que condiciona qualquer empreendimento.
Forças e fraquezas: Avaliar as forças e fraquezas é medir a capacidade interna que a empresa tem de encarar e vencer o desafio.
Situação (problema): É preciso que seja descrito qual a situação em que a oportunidade e os riscos se apresentam. Também em quais os cenários, qual o escopo do projeto e o que ele deseja solucionar.
Objetivo e metas: É preciso que, com base nas informações já obtidas o gestor defina objetivos claros, exequíveis e mensuráveis. As metas devem ser distribuídas ao longo do tempo para indicar se a empresa está no caminho certo para atingir o objetivo.
Estratégia: Em linhas gerais, o que será feito para atingir o objetivo?
Execução: Detalha-se o que será feito, com que frequência, quem vai fazer, com quais recursos, quais os treinamentos necessários.
Programação: Detalham-se as tarefas, os prazos, as competências e os responsáveis.
Controle: Define-se quais serão os indicadores de performance, que serão usados de acordo com a programação.
Essas são etapas inerentes a qualquer planejamento. Se todo esse processo for cumprido com rigor, a tendência é que a possibilidade de falha seja bastante reduzida e que empresa tenha o máximo controle possível de todas as variáveis do projeto.
Do – Executar
O primeiro passo para a execução é o treinamento. Ninguém vai executar corretamente aquilo para que não está treinado. Uma variável do planejamento é a definição do perfil da equipe de projeto e competências necessárias para sua execução.
O sucesso da fase de execução está ligado ao convencimento e envolvimento dos colaboradores, à escolha, ao treinamento e à supervisão. Sempre lembrando que não é possível avaliar a eficácia do planejamento se aquilo que está previsto não é seguido rigorosamente.
Cabe aos gestores responsáveis pela operação fornecer suporte aos executores. Como manuais claros de procedimento, divisão adequada das tarefas e propiciar um ambiente favorável à produtividade, por exemplo.
Check – Avaliar
Já foi abordado que é incumbência do planejamento determinar quais serão os indicadores de performance.
Essa fase permeia todo o processo. Não é, e nem poderia ser, uma etapa estanque da execução, mas, ao contrário, paralela. A avaliação dos resultados pode ser diária, semanal, quinzenal ou mensal. Os pequenos ajustes podem ser feitos imediatamente. Havendo grande disparidade entre as metas estabelecidas e os resultados alcançados convém que essas informações voltem para o planejamento.
Uma boa política é tentar antecipar os problemas realizando testes, simulações de voo. Em muitos casos isso é possível, o que mostra que o ciclo PDCA aplicado a diferentes segmentos é dinâmico. É como um carro de corrida fazer testes na pista antes da prova para testar se o mecanismo está funcionando. Com base nesses testes, a equipe fará os ajustes. Empresas que produzem bens de consumo costumam fazer experimentações com clientes para avaliar como um novo produto é percebido pelo seu consumidor alvo.
A título de ilustração, os indicadores de performance variam de acordo com a atividade. As pesquisas de satisfação são indicadores de performance para as empresas prestadoras de serviço. Elas entendem que a satisfação do cliente é um caminho para o sucesso. No caso do marketing digital, o Analytics e outros sistemas online indicam a performance de acessos e conversões. Um balanço financeiro é um indicador de performance. Ele mostra se os objetivos corporativos foram atingidos e, consequentemente, se as políticas devem ser mantidas, aperfeiçoadas ou mudadas.
Action – Hora da ação
De posse dos indicadores, caberá aos gestores tentar entender os problemas, identificar as soluções e até mesmo as oportunidades. Como, também, há a possibilidade de chegar à conclusão de que o novo projeto deve ser abortado.
Inicia-se, então, um novo ciclo. A expectativa é de que a cada novo ciclo os processos se aperfeiçoem e gerem resultados cada vez mais satisfatórios para a empresa.
Resumo
Toda a abordagem do tema teve a intenção de evidenciar a aplicabilidade do ciclo PDCA para qualquer segmento de negócios. Dessa forma enfatizando a importância do planejamento e do quanto buscar sua excelência vai reduzir os riscos de falhas, retrabalho e equívocos na hora da avaliação. Mas também do quanto é importante entender que planejar é um processo contínuo e dinâmico.
O planejamento não deve ser temido. Consiste em fazer perguntas e tentar respondê-las, pois é o que dará segurança para comandar a execução do projeto.
Um dos maiores desafios que donos de negócio se deparam é encontrar um produto rentável e em demanda para vender. Não importa se é um produto único ou um produto cheio, que ocupará um nicho no mercado.
Ter ideia de produtos é um pouco complicado. Por vezes, a importância de vender um produto que as pessoas queiram pode deixar até as pessoas mais motivadas, totalmente paralisadas. Normalmente parece que tudo que você poderia fazer para vender já está sendo vendido – sem contar a realidade que haverá bastante competição para os produtos mais populares dessas categorias.
Felizmente, ainda há algumas oportunidades de ouro por aí e a prova é que há produtos novos sendo lançados com bastante sucesso. Portanto, para ajudar você a começar, nós selecionamos uma lista de maneiras práticas para encontrar produtos para vender na sua loja online!
Maneiras de encontrar um produto para vender
1. Solucione uma dor do cliente
Solucionar uma dor do cliente sempre será um jeito eficaz de desenvolver um produto para vender que as pessoas queiram. O Tylenol não estaria aqui se dores de cabeça, literalmente, não doessem. Essas dores abstratas, normalmente, são causadas por experiências ruins com a seleção de produtos que existe no mercado hoje.
Então, vale a pena prestar atenção quando você encontra uma frustração comum com uma linha já existente de produtos. Dessa forma, estar atento a essas dores e pequenos aborrecimentos que aparecem na sua vida todo dia pode ser exatamente o que você precisa para criar sua próxima ideia de produto rentável.
2. Apele para entusiastas de hobbies
Quando clientes são apaixonados por um hobby ou distração específico, eles normalmente estão mais inclinados a investir mais dinheiro para ter o exato produto que eles querem. Assim, essa propensão a pagar pode ser um qualificador importante para avaliar o potencial de qualquer produto para vender, ou linha de produtos. (Golfistas são conhecidos por investir centenas ou até milhares de dólares para diminuir a pontuação com algumas tacadas, por exemplo).
3. Use sua paixão pessoal para encontrar produtos para vender
Enquanto existem riscos em escolher um nicho baseado nos seus próprios interesses, certamente não é uma receita para desastre. Assim, usar seu conhecimento para criar e posicionar um produto pode ser extremamente rentável.
A adaptação do fundador ou mercado importa, porque construir um negócio é trabalho duro e é melhor que você esteja equipado para estar motivado e superar as adversidades se você está realmente interessado no que vende.
4. Considere sua experiência profissional
A sua experiência profissional já ajudou você? Talvez você tenha uma habilidade ou alguma experiência a mais que outras pessoas em um tópico particular. Ou seja, tornar sua expertise no seu próprio negócio online é uma forma inteligente de entrar no mercado com algo que não é fácil para outros duplicarem ou copiarem.
5. Capitalize tendências antes
Reconhecer uma tendência antes pode ser uma vitória extremamente significante para um novo negócio. Isso permite que você escave um lugar no mercado e estabeleça você como um líder antes que outros tenham a chance. E, graças à natureza do marketing digital, seu gasto provavelmente será menor, e oportunidades para criar tráfego SEO de longo tempo será mais abundante.
A chave é não confundir uma “mania” com uma tendência. Assim, uma “mania” é algo que surge na publicidade baseada puramente em novidade; enquanto essas manias são grandes oportunidades de marketing, lembre-se que se você construir seu negócio com base nela, a demanda eventualmente se dissipa. Uma tendência, enquanto isso, é algo que completa algo que já existe de uma maneira inovadora, que é porque a demanda se mantém por muito mais tempo que uma mania.
Ferramentas para encontrar tendências
Aqui vão algumas maneiras de ter atenção no que está em tendência para que você consiga agir rapidamente em oportunidades em potencial:
Escuta social: essa maneira pode ser simples, como olhar os assuntos do momento no twitter ou tópicos no facebook; ou, de forma mais avançada, usar as suas habilidades de escuta para identificar e monitorar tendências com o tempo.
Google Trends: olhe a oportunidade de tópicos com o tempo e veja no que as pessoas estão demonstrando mais interesse naquele momento.
Trend Hunter: a maior e mais popular comunidade de tendências utiliza dados, inteligência artificial e humanos reais para identificar inspirações e novas oportunidades.
Reddit: “A página inicial da internet” contém fóruns sobre basicamente qualquer tópico já visto. Visite a página para ver o que as pessoas estão falando sobre.
6. Leia avaliações de clientes em produtos que existem
Mesmo que você já venda produtos, essa é uma forma de você conseguir inspiração.
Se você já tem uma loja online estabelecida, você pode ver o que clientes estão dizendo sobre seus produtos que já existem. Há alguma tendência ou algum feedback interessante que você pode usar como inspiração para seu novo produto? Preste atenção especialmente em deficiências e reclamações que são compartilhadas.
Se você não tem uma loja, veja as avaliações de clientes em outras marcas e produtos da indústria que você quer explorar. Que tipo de feedback está sendo compartilhado sobre possíveis melhoras para produtos que já são um sucesso? O que se pode adicionar a produtos ou quais produtos é possível lançar com base nessas avaliações?
Assim, se você não tem certeza da categoria da indústria ou do produto que você quer explorar, considere uma demografia específica e foque em marcas e produtos que esses indivíduos estão mais voltados para.
7. Encontre oportunidades em palavras-chaves
Não é segredo que o tráfego orgânico de motores de busca é um canal importante de marketing. Procurar por oportunidades de palavras-chave significa procurar estrategicamente por produtos baseado nos termos de pesquisas que as pessoas estão usando, os números de pesquisas por mês e, sobretudo, competição dessas pesquisas.
Essa forma pode ser muito técnica e querer um entendimento imediato de busca de palavras-chave, assim como de ferramentas de pesquisa. A vantagem de comparar a demanda de produtos a palavras-chaves existentes pode ser um meio eficaz de capturar tráfego orgânico consistente do Google. Mas há riscos, principalmente se você depender do tráfego de mecanismos de pesquisa, você estará exposto a mudanças do algoritmo do Google.
Lembre-se que o Google não é o único lugar que as pessoas começam duas pesquisas, e também não é o único lugar para procurar palavras-chave. Ou seja, os marketplaces também possuem suas ferramentas de busca, o que significa que muitos dados de palavras-chaves. Aqui estão algumas ferramentas que você pode utilizar para descobrir termos populares, que podem ajudar a encontrar o próximo produto para vender:
Keywords Everywhere
Keyword Tool
Keyword Inspector
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8. Faça um teste decisivo antes de lançar o produto para vender
Assim como compartilhamos antes, a validação real do produto só acontece quando há dinheiro envolvido. Assim, você não pode ter certeza que algo dará certo antes de as pessoas começarem a passar o cartão.
Entretanto, segurar um nível de interesse e investimento de clientes em potencial antes de lançar é, sem dúvida, valioso. Até grandes produtos podem fracassar quando lançam para ninguém. Se você já tem uma ideia mas não tem ninguém pronto para investir de verdade, minimize seu investimento inicial e teste o mercado construindo uma landing page para promover seu produto em potencial – com alguma forma de pessoas interessadas deixarem seu e-mail – e faça alguns anúncios para ter tráfego para a página.
Claro, há uma variedade de fatores que determinarão o sucesso da sua campanha. Mas qualquer nível de interesse, diz algo. Assim, você pode pelo menos querer considerar investir na ideia.
9. Procure as tendências em marketplaces para encontrar produtos
Se você prefere produtos para vender na sua loja online, você ainda pode procurar inspiração verificando o que está mais popular em marketplaces. Assim, procure em marketplaces como Amazon, Magazine Luiza e Americanas, e busque listas de “Mais Vendido”, “Mais buscado” e outras categorias que mostram a demanda dos consumidores.
Também, nas páginas individuais de produtos da Amazon, você pode ver o Ranking dos Mais Vendidos para encontrar quão popular um item é.
10. Procure produtos para vender com muita margem de lucro
Produtos com poucas despesas acabam tendo menos risco para ser um produto de entrada porque é mais fácil ter uma margem de lucro comparado a produtos que são mais caros de produzir. Quando coloca preço nos seus produtos, você precisa contabilizar o total de recursos que você usou para vender o produto ou seu custo ou você não receberá nada.
Você deve levar em consideração não só quanto custa para produzir o produto, mas também quanto custa para promover, manter e até enviar o produto. Procure por itens de baixo custo que podem gerar um retorno sobre investimento (ROI) alto. Lembre-se que itens mais leves serão mais baratos para enviar. E só porque um produto não é tão caro para comprar, não significa necessariamente que você pode transformar ele num ROI alto.
11. Comece sua pesquisa com produtos relacionados
Você já tem um interesse em uma indústria particular ou alguma categoria de produtos? Olhe itens relacionados ou produtos que os consumidores frequentemente compram juntos, como kit. Por exemplo, a Amazon possui um ótimo recurso para isso, onde em vários locais aparecem os produtos afins.
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12. Esteja sempre procurando
Uma das estratégias mais fortes é estar sempre procurando, com os olhos e a mente aberta.
Novas ideias podem aparecer nos momentos mais inesperados, e é importante não dispensar a ideia a qualquer adversidade que possa surgir. Assim, mantenha uma lista no seu telefone ou em papel e caneta, para voltar depois, quando for hora de fazer a pesquisa de mercado para sua ideia de produto.
Quais ideias de produtos você irá encontrar?
Escolher o produto certo ou categoria de produto é extremamente importante para o sucesso. Os produtos que você escolher vão moldar seu negócio por completo, de marketing, a envio, a preço e ao desenvolvimento do produto.
Um último lembrete que gostaríamos de deixar é para que você não tenha medo de procurar por um produto, categoria ou nicho menor. Mesmo que um nicho seja a subcategoria de uma categoria com mais clientes, normalmente essa escolha compensa a menor quantidade de clientes com uma audiência mais nichada e mais focada. Competição é bom porque valida a demanda existente de um produto, mas a quantidade certa de competidores é ainda melhor porque você terá a oportunidade de preencher uma necessidade única e alcançar seus clientes financeiramente.
Esperançosamente essas ideias vão deixar as engrenagens girando e ajudarão você a chegar no produto que você quer comprar e está igualmente animado para vender.
O estoque é considerado um elemento importante para qualquer operação comercial ou industrial. Ele é sempre cotado como ativo circulante do balanço da empresa. Uma das vantagens de um sistema de gestão de estoque é gerenciar o estoque com eficiência. Assim, permitindo maior controle sobre o inventário de estoque em todas as operações de varejo ou produção.
Sem o suporte de um software de gestão, o gerenciamento de estoque fica sujeito à desordem. Um supermercado, por exemplo, precisa organizar produtos de múltiplas variantes em poucos passos e de forma preferencialmente intuitiva. Isso pode ser uma tarefa complicada para a maioria dos sistemas de gestão, uma vez que exige manter o equilíbrio entre o local da loja e a estação de depósito, para que o estoque não se esgote.
Além disso, o sistema deve criar relatórios, enviar alertas úteis e automatizados e estar integrado ao sistema que gerencia as vendas. O que nem sempre é o caso.
O que é gestão de estoque
O estoque é o armazenamento dos produtos que um negócio comercializa, logo, a gestão de estoque é o controle desses produtos em relação ao espaço, tempo e quantidade. A gestão de estoque auxilia na hora de analisar os dados dos produtos, entender o excesso de uma mercadoria, a falta da outra, qual sai mais cara, qual tem um lucro maior e muito mais.
E é por isso que fazer a gestão de estoque de forma eficiente pode fazer uma diferença até no controle financeiro, evidenciando cada vez mais as vantagens de um sistema de gestão de estoque.
O que é um sistema de gestão de estoque
Um sistema de gestão de estoque é um software, que pode ser instalado ou online, que faz o controle de estoque geral de uma empresa, de forma automatizada. Assim, basta inserir as notas de entradas dos produtos, ou cadastrá-los e manter as vendas e financeiro atualizadas para aproveitar as vantagens de um sistema de gestão de estoque.
Como um sistema de gestão pode ajudar no controle de estoque
Um sistema de gestão completo e eficiente pode ser uma mão na roda para qualquer negócio. Principalmente através da compreensão adequada das necessidades operacionais de controle de estoque. Transformando assim o gerenciamento de inventário em um processo organizado, estruturado e simplificado.
Por isso, ao utilizar um sistema, é possível organizar facilmente os itens de estoque. E assim controlar suas quantidades por meio de números de identificação específicos, como números de série ou códigos de barras; verificar os níveis de estoque de uma determinada categoria de item; criar sistemas de análise inteligente para o estoque, entre outras funções relevantes.
Inteligência no controle do estoque
Uma das principais vantagens de um sistema de gestão de estoque é a possibilidade de usar um mecanismo de geração de relatórios de inventário dentro dos locais de armazenamento e depósito. Isso, por sua vez, ajuda o departamento de produção a planejar seus futuros cronogramas de trabalho. Assim, evitando produção ociosa e se antecipando a períodos de muita demanda.
Um sistema de gestão também permite relatar rapidamente o estoque e seu status. Assim, mantendo intactas todas as informações necessárias para o departamento de produção para uma ação oportuna. Especialmente na indústria alimentícia, esse tipo de inteligência desempenha um papel crucial no movimento em tempo real de estoques de um local para outro. O que inicia uma vida útil mais longa para o produto alimentício e eliminando as perdas e desperdício.
O gerenciamento de estoques também ajuda a evitar erros relacionados ao inventário. E também a tomar decisões rápidas para melhorar as operações internas.
Então, é um fato bem compreendido que, se o estoque é gerenciado adequadamente, é possível se organizar para maximizar a eficiência, crescer e expandir as operações sem mudanças dramáticas e economizar dinheiro evitando perdas.
A partir dessas considerações, separamos 7 benefícios que o gerenciamento do seu estoque com um sistema para varejo pode obter com a utilização de um sistema de gestão.
1. Vantagens de um sistema de gestão de estoque: Versatilidade
Os melhores sistemas de gestão são modulares e versáteis. Eles podem ser utilizados por qualquer organização empresarial, independentemente de seu tamanho e complexidade. Por serem sistemas completos, não se resumem ao controle do estoque. E sim, podem controlar os processos fiscais, financeiros, de recursos humanos e muito mais, tudo integrado à gestão do estoque.
2. Vantagens de um sistema de gestão de estoque: Amplitude de possibilidades
Da preparação das ordens de entrega em etapas simples ao controle e gerenciamento das remessas recebidas, os sistemas de gestão competentes conseguem cuidar de todas as atividades relacionadas ao estoque.
Além disso, a preparação das contagens de estoque e o gerenciamento de armazéns são facilmente controladas a partir da tela do computador. Assim como o controle de produtos a partir de códigos de barras, o gerenciamento eficiente de descartes e opções de transferência de estoque.
3. Vantagens de um sistema de gestão de estoque: Consolidação de informações
Com um sistema de gestão, os dados relacionados ao estoque, como venda, compra, estoque parado e demanda de fabricação ou pedido, são colocados em um único sistema inteligente. Assim, os gestores podem ter acesso a todas as informações relevantes do estoque. Para que assim se possa utilizar esses dados como ajuda a empresa no rastreamento do desempenho dos processos de controle.
4. Vantagens de um sistema de gestão de estoque: Otimização de estoque
A produção excessiva ou menor que a necessária pode ser prejudicial para uma empresa. Para manter os custos sob controle, é essencial ter a combinação certa e a quantidade certa de estoque em mãos. Especialmente quando o produto é perecível por natureza, o gerenciamento de estoque deve funcionar dentro do prazo.
As soluções de gestão permitem que você planeje adequadamente suas necessidades de produção e reabastecimento, garantindo que, a qualquer momento, a quantidade de estoque registrado seja precisa, para que as decisões de compra possam ser livres de erros.
5. Vantagens de um sistema de gestão de estoque: Gestão da cadeia de suprimentos
Muitas empresas, como varejistas físicos e online, estão usando parceiros da cadeia de suprimentos de terceiros para reabastecer seus níveis de estoque e coordenar as remessas dos clientes.
Para fazer isso de maneira eficaz, o sistema de gerenciamento de estoque deve ser integrado a uma solução. E, essa não deve apenas rastrear os ciclos de produção e estoque da empresa, mas também coordenar com fornecedores e sistemas de logística de terceiros.
6. Vantagens de um sistema de gestão de estoque: Relatórios financeiros precisos
Todas as etapas da gestão de estoque são extremamente relevantes para seus relatórios financeiros. Seja produtos acabados, trabalhos em andamento ou matérias-primas, todos os tipos de estoque têm um valor financeiro que deve ser contabilizado.
Os sistemas de gestão com recursos integrados garantem que seus relatórios anuais e declarações de impostos sejam precisos. Com uma solução de gestão, você pode ter certeza de que o valor registrado em seus livros corresponderá ao valor físico do seu armazém.
7. Vantagens de um sistema de gestão de estoque: Escalabilidade
À medida que sua empresa cresce, também cresce o processo de gerenciamento de estoque. Você precisa de um software de gestão que cresça junto com a escala de suas operações. As soluções de gestão garantem o crescimento sem adicionar uma quantidade substancial de despesas de hardware, dando à sua empresa a liberdade de entrar em novos mercados, introduzir novos produtos ou expandir sua base de clientes.
Considerações finais
A gestão de estoque é um controle essencial para qualquer empresa. Ela define valores e, inclusive, pode levar um negócio à falência. Existem alguns outros métodos e ferramentas de otimizar o controle do estoque, juntamente com o sistema de gestão. Alguns que podem ser utilizados são o PEPS, UEPS e Custo médio, por exemplo.
Um sistema como o eGestor realiza a integração do seu estoque com todos os outros setores, além de emitir notas fiscais, como a NF-e, a NFC-e e a NFS-e. Assim como emite boletos registrados e relatórios de vários ambientes.
O RH tem um papel fundamental na motivação dos colaboradores, porque é o setor responsável por contratar profissionais com o perfil da cultura organizacional, que se integram e trazem resultados ao negócio.
Além de serem a conexão entre a empresa e o colaborador, mantendo a relação fortalecida e estável. Unindo os interesses da empresa pelos resultados e metas a serem alcançadas, com os interesses dos colaboradores em ter um crescimento profissional e bonificações por desempenho.
Por conta disso, o RH estratégico age para criar ações que incentivem o lado técnico e mais produtivo da equipe, seja com melhorias na comunicação interna ou aplicação de treinamentos, programas de premiações e melhor controle na gestão de tempo.
Confira como essas estratégias aliadas a práticas bem aplicadas, impactam a gestão empresarial, contribuindo para o crescimento da empresa e do desenvolvimento dos colaboradores. Boa leitura!
O que é RH estratégico ?
A palavra estratégia tem a sua origem nos planos de guerra, mas hoje pode ser traduzida como o plano ou método utilizado para se atingir um objetivo. No caso do RH é para atingir objetivos internos e externos da empresa.
No ambiente empresarial, a estratégia é a força motriz que impulsiona a capacidade dos setores de contar com os melhores profissionais e mantê-los motivados. Implantando vagas internas, retenção de talentos, redução do turnover e novas contratações.
O RH que não age de maneira estratégica incorpora em seu trabalho ações comuns do setor, sem se questionar e sem buscar a melhora, não contribuindo para o pleno crescimento da empresa e bem estar profissional do colaborador.
É necessário investimentos em pesquisas, que apontam quais ações estão sendo aplicadas no mercado e tiveram resultado para mensurar quais investimentos serão feitos.
Como o uso de tecnologias que facilitem o dia a dia da empresa, treinamento para gerar grandes lideranças, plataformas de monitoramento para os gestores acessem e passar a dar mais autonomia e autogestão aos colaboradores.
Essas ações são complementadas pela visão estratégica, que otimiza processos e delimita quais caminhos o setor vai seguir, não a partir de achismos e convenções que já perduram anos na área, mas sim através de dados sólidos.
Impactos do RH estratégico na gestão
Com o RH estratégico implementado, a gestão empresarial passará a perceber vários benefícios, pois estará em constante atualização de mercado e em contato constante com os seus colaboradores. Confira alguns deles:
Processo de recrutamento e seleção efetivos
Processos seletivos comuns, que não consideram a variedade de aspectos reais da corporação e dos colaboradores, acabam fechando contratos com pessoas que não se enquadram ao perfil comportamental e técnico de vaga.
O que causa um efeito negativo para ambos, pois os profissionais acabam se frustrando e entregando baixo rendimento em suas entregas, não rendem o esperado o que cria o desligamento desse funcionário.
Para evitar que isso aconteça, é necessário fazer um mapeado e aplicá-lo a um processo de seleção personalizado, para gerar o perfil de profissional que se adequem a seus valores, soft skill e hard skill da função.
Colher dados sobre cada processo seletivo, a opinião daqueles que participaram e analisar o rendimento do profissional contratado, permitem que seja criada uma análise para a criação de novas estratégias.
Podem ser feitas otimizações na jornada de trabalho individual, rever se há excesso de tarefas, desvios de funções ou falta de conhecimento para exercer as tarefas, assim pode ser ofertado redução de ações e entrega de treinamentos.
Otimização de processos burocráticos
A diminuição de processos burocráticos, que podem ser resolvidos pelo RH, tendem a aumentar a produtividade, além de alavancar a percepção positiva dos colaboradores sobre a empresa.
Um desses processos que pode ser melhorado é o investimento em um sistema de controle de ponto digital, fácil de ser usado e transparente, tanto para a gestão quanto para os colaboradores.
Aumento da produtividade
As ações do RH estratégico, devem ter como foco os interesses da empresa, que podem alavancar a produtividade e alcançar mais destaque no mercado se diferenciando dos concorrentes. Porém, a satisfação dos colaboradores também deve ser considerada, por isso é importante a realização de pesquisas constantes, podem ser anônimas para deixar os colaboradores mais a vontade ao realizar sugestões e críticas. Estar aberto a feedbacks também promove mais conexão por transmitir que estão sendo ouvidos e atendidos.
Profissionais que atuam de acordo com a cultura da empresa e replicam os valores em sua atuação são mais satisfeitos com o ambiente de trabalho e, por consequência, são mais produtivos.
Para que isso ocorra, o RH deve realizar o mapeamento das opiniões dos colaboradores, aplicando as mudanças e os benefícios que estiverem em suas mãos e repassando para a diretoria aqueles que a ela compete.
Retenção de talentos
Toda a estratégia para a contratação de profissionais que combinem e tenham vontade de atuar na empresa, façam a elaboração de ações que os mantenham satisfeitos, fazem com que o colaborador tenha vontade de permanecer na empresa.
Porém, é preciso se atentar também para a manutenção dos salários e a observação do plano de carreira de cada colaborador, para saberem que possuem chances reais de crescimento na empresa.
Para evitar a rotatividade da empresa e perda de talentos, pois muitos colaboradores acabam deixando as suas funções por não visualizarem o crescimento em sua área, é importante destacar que a empresa busca expansão também em vagas internas.
Aproximação dos colaboradores com as lideranças
Por fim, o RH que age de maneira estratégica capacita os líderes para que o seu trabalho seja realizado em proximidade com a equipe, compartilhando ideias e planejando as decisões, com a possibilidade de descobrir sub líderes.
Além do impacto positivo que permite o crescimento entre a empresa e os colaboradores a partir da participação de todos, afinal uma equipe empenhada entrega melhores resultados, além de toda a qualidade e dedicação que se tornam garantidas.
A empresa terá mais credibilidade, despertando confiança em outros profissionais bem qualificados que terão vontade de fazer parte da equipe, e melhora o posicionamento no mercado de trabalho.
O eGestor é um software completo para gestão de micro e pequenas empresas fácil e online. Sistema de Controle de Estoque, Controle Financeiro, Controle de Compras e Vendas, Emissão de Nota Fiscal, NFCe, Boletos e muito mais!