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Ead Sebrae: Como funciona, quem pode fazer os cursos?

Ead Sebrae: Como funciona, quem pode fazer os cursos?

Atualmente, ter acesso a cursos que abrangem as mais diversas áreas do mercado de trabalho ficou muito mais fácil. E, quando se fala na área empresarial e de negócios, a lista de cursos é ainda maior. Entretanto, procurar cursos de qualidade é uma tarefa que precisa ser muito bem feita, a fim de obter o máximo de conhecimento sobre o mercado para se desenvolver as melhores estratégias em seu negócio. Uma organização que oferece cursos para empreendedores e pessoas que desejam ampliar seus conhecimentos e técnicas sobre negócios é o Ead Sebrae.

Com apoio da tecnologia, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas proporciona o serviço de educação à distância (EAD), através de cursos gratuitos e online.

Disponível para qualquer empreendedor no país, o usuário pode conferir conteúdos completos, dicas e sugestões de tutores e pessoas experientes no mercado, bem como elaborar ideias criativas e inteligentes para serem implantadas em seu negócio.

O propósito dos cursos EAD do Sebrae

O propósito fundamental dos cursos online do Sebrae é apoiar o empreendedor no gerenciamento de seu próprio negócio por meio do conhecimento teórico e prático em administração. Não só para quem já tem um estabelecimento, mas também para quem deseja abrir um também é convidado a se inscrever nos cursos.

São cursos de fácil entendimento e com uma série lúdica de recursos para aprofundar o conhecimento. Tratam-se de cartilhas digitais, palestras, desafios, curiosidades e até profissionais em consultoria, os quais são aptos a oferecer instruções e dicas para quem quer conhecer melhor o universo do empreendedorismo e se aprofundar ainda mais nele.

Como a plataforma funciona?

Como o enfoque é a cultura do empreendedorismo, os cursos EAD do Sebrae possuem conteúdo totalmente voltado á táticas em negócios, a fim de preparar os profissionais para a realidade que o mercado exige.

Por ser inteiramente à distância, o aluno aprende tudo em um ambiente virtual (AVA – Ambiente Virtual de Aprendizagem), com módulos divididos em tópicos, instruções e exercícios de fixação. O aluno pode assistir às aulas a qualquer momento e em qualquer lugar, desde que tenha acesso à internet.

Além do conteúdo dado na sala de aula virtual, o aluno também pode conversar com professores em tempos extras, tanto para tirar dúvidas sobre os assuntos abordados quanto para ter mais informações sobre estratégias de negócios.

No final de todo o módulo é repassada uma avaliação que todo aluno precisa fazer. A prova também é online e analisada também por professores online.

A matrícula

Como o acesso aos cursos é 100% virtual, a matrícula também é feita na plataforma digital. Basta que o aluno acesse o site do Sebrae para conferir a lista de todos os cursos e fazer sua matrícula. O aluno pode ver cada detalhe do curso escolhido, a carga horária, e outras informações importantes.

Para efetuar essa matrícula é necessário preencher um formulário durante o cadastro no site com as informações pessoais do aluno. Após concluído esse processo, o acompanhamento será feito via e-mail com alguns outros passos que também deverão ser feitos.

Categorias de cursos

O Sebrae tem o intuito de falar e instruir sobre empreendedorismo, mas também de atingir diversos tipos de público. Não voltada apenas ao empreendedorismo de maneira geral, a instituição dispõe de cursos específicos dependendo da categoria que o aluno se inscreveu.

É por meio dessas categorias que ele poderá se basear com as informações que deseja obter e se quiser fazer outro, é só entrar em outra seção para ter acesso a outros cursos.

Empresa de pequeno porte

Essa categoria é destinada a pequenos empresários que possuem uma empresa ainda num estágio inicial. É para aqueles empresários que desejam estar por dentro de novas estratégias e que também não querem ver seus negócios falirem tão cedo.

Disponível para pequenos negócios de vários setores, o Sebrae oferece cursos sobre Procedimentos para Exportação, Condições de Venda, Planejamento Estratégico para Exportação e Técnicas sobre 5S. Com uma estrutura prática e de fácil entendimento, o curso fornece conhecimentos sobre como conduzir um pequeno negócio com tranquilidade e dicas para não sofrer prejuízos.

MEI

Quem é um Microempreendedor Individual (MEI) também tem acesso a uma lista de cursos específicos nessa categoria. Sabe aquele momento que é preciso dar uma guinada nos resultados do seu negócio?

O Sebrae dispõe de cursos sobre Compras Governamentais, Sei Controlar Meu Dinheiro, Sei Planejar, Sei Empreender, Sei Comprar, Sei Unir Forças Para Melhorar e Sei Vender.

Todos esses cursos são ambientados para quem já é um MEI e que precisa difundir ainda mais formas de alavancar o seu negócio.

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Microempresários

Numa categoria ainda menor que uma empresa de pequeno porte, o Sebrae também oferece cursos voltados a proprietários de micro empresas. Essa seção é voltada para quem está começando no mercado e precisa de conhecimentos básicos e necessários para manter sua micro empresa na ativa.

Atendimento ao Cliente, Formação do Preço e Venda, Responsabilidade Social, Análise e Planejamento Financeiro, Gestão Empresarial Integrada e Como Vender Mais e Melhor são alguns desses cursos.

Além desses, o aluno também tem o Internet Para Pequenos Negócios, para quem quer usar a plataforma digital a favor do crescimento da sua empresa e o Programa Varejo Fácil, para quem atua no setor de varejo e quer impulsionar táticas nesse setor.

Quero Empreender

Aqui o espaço é para quem sempre teve o desejo de empreender um negócio, mas precisa conhecer ainda mais esse universo. Ou então quem já está decidido a ser empreendedor e deseja mais informações sobre como começar.

O Sebrae ajuda o aluno a se situar por meio de cursos como o Aprender a Empreender, Microempreendedor Individual (MEI) e o Iniciando um Pequeno e Grande Negócio. Todos esses cursos ambientam o aluno para a direção de abrir um negócio e como ampliá-lo a ponto de se tornar um sucesso.

Quais são as vantagens?

Os cursos do Sebrae são totalmente flexíveis. Isso quer dizer que eles se adéquam especialmente às suas necessidades. Por meio de uma estrutura moderna, o aluno tem total controle sobre a forma de aprender de modo eficaz e tranquilo. O trabalho é contínuo e o aluno pode continuar a qualquer momento e conduzir seus estudos à sua maneira.

Outra vantagem se concentra nos horários. Não é muito fácil ter que sair do trabalho ou da faculdade e ter que se dirigir até uma sede fixa para ter acesso a esses cursos.

Com a plataforma EAD do Sebrae, o aluno pode estudar a hora que quiser, podendo organizar melhor seus horários sem comprometer seus outros afazeres. Limites geográficos não existem na hora de estudar e o aluno pode aproveitar ao máximo.

Com todas essas vantagens, o aluno ainda pode desfrutar de um conteúdo completo e de graça, com direito a uma certificação online de conclusão.

Com reconhecimento em todo o país, o certificado pode ser usado para adquirir horas complementares em instituições de ensino superior e ser anexado em currículos, alavancando seu marketing pessoal e abrindo mais portas ao mercado de trabalho.

Por meio de incentivos e maneiras criativas, os cursos EAD do Sebrae são uma ótima fonte de conhecimento para desenvolver o profissional com conhecimentos atualizados e ainda fazer crescer seu negócio próprio. Sem restrições de público, o projeto é um verdadeiro auxílio para quem almeja sucesso profissional.

Ficou interessado? Conheça todos os cursos oferecidos pelo Sebrae!

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O que é SIMEI e para que serve?

O que é SIMEI e para que serve?

O Microempreendedor Individual (MEI) é o microempresário que antes trabalhava na informalizada. Legalizado com o status de MEI, passa a ter CNPJ e assim pode emitir nota fiscal, abrir conta bancária e recorrer às linhas de créditos destinadas a melhorar seu micronegócio.

Para ser enquadrado como MEI o faturamento anual é de até R$ 60.000,00 ou R$ 5.000,00 ao mês. Além disso, o empresário não pode ser titular, sócio ou administrador de outra empresa; ter apenas um empregado registrado com salário mínimo ou piso da categoria profissional.

Como o MEI tem que optar pelo Simples Nacional, está isento de alguns tributos federais como o Imposto de Renda, Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), Cofins, PIS e Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Uma das vantagens da formalização do MEI é que o microempreendedor passar a ter direito a benefícios concedidos pela Previdência Social como auxílio-doença, salário-maternidade e claro, a aposentadoria. É por isso que o MEI tem uma despesa mensal, referente à contribuição previdenciária e outros tributos.

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Quais as obrigações do MEI?

O microempreendedor individual que realiza atividades relacionadas ao comércio ou indústria, tem uma despensa mensal de R$ 47,85. Se for prestador de serviços tem que recolher mensalmente R$ 51,85. Caso exerça atividade de comércio e serviços, o MEI tem que pagar ao governo R$ 52,85 ao mês.

Esses valores correspondem à soma de 5% do salário mínimo, como contribuição à Seguridade Social, mais R$ 1,00 de atividades que recolhem o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e/ou R$ 5,00 referente ao Imposto Sobre Serviços, que é o tributo cobrado de atividades comerciais e prestadores de serviços.

O que é o SIMEI?

O MEI, para apresentar a declaração anual, pode optar pelo SIMEI, que é o sistema de recolhimento de valores fixos mensais, conforme explicamos acima. O microempreendedor individual, enquadrado no SIMEI, tem como principais obrigações:

  • Pagar, mensalmente, o boleto referente à arrecadação do Simples Nacional (DAS), o qual deve ser impresso através do Portal do Empreendedor.
  • Preencher o Relatório Mensal de Receitas Brutas todo mês, conforme as diretrizes da Resolução 94/11, editada pelo Comitê Gestor do Simples Nacional.
  • Enviar a Declaração Anual do Simples Nacional de Microempreendedor Individual. A DASN-SIMEI deve ser entregue, anualmente, até o dia 31 de maio.

Como fazer o enquadramento no SIMEI?

Para se enquadrar no SIMEI é necessário acessar o Portal do Empreendedor, entre o primeiro e último dias úteis de janeiro.

O MEI deve clicar no link SIMEI Serviços e selecionar no menu Opção, a Solicitação de Enquadramento no SIMEI. Se o empresário atender a todas as exigências será automaticamente enquadrado no SIMEI, mas o sistema não emite Termo de Deferimento. Se o enquadramento for indeferido, o sistema informa o motivo, mas também não emite um Termo de Indeferimento.

Ao confirmar a opção pelo SIMEI, a validação ocorre a partir do primeiro dia do ano-calendário. Por exemplo: se o MEI decidiu fazer a opção pelo sistema no dia 20 de janeiro de 2018, a opção já produz efeitos a partir do dia 1º do referido mês. Lembrando que o prazo para a entrega da declaração é até 31 de maio de cada ano.

Em alguns casos, a solicitação pode ficar sob análise. Isto ocorre por dois motivos: o MEI ainda não fez a opção pelo Simples Nacional ou o sistema identificou algum impedimento à opção.

A solicitação ficará “em análise” até que o MEI resolva as pendências, caso contrário, o pedido será indeferido. Vale lembrar que o MEI também poderá cancelar a solicitação que ficar “em análise”. Basta selecionar a opção de cancelamento do enquadramento no SIMEI.

Infográfico Simples Nacional

Quando o MEI deve entregar a declaração DASN-SIMEI?

O MEI, optante do SIMEI, está obrigado a entregar a DASN-SIMEI, que é a Declaração Anual do Simples Nacional para o Microempreendedor Individual. O prazo anual para a entrega da DASN-SIMEI, também chamada de Declaração Anual de Faturamento, é o dia 31 de maio.

É fundamental que o MEI mantenha a contabilidade bem organizada, arquivando todos os documentos relativos a compras e despesas. Dessa forma, não encontrará dificuldade para fazer a declaração anual. Além disso, é importante não deixar para a última hora. A declaração é realizada apenas pelo Portal do Empreendedor.

Para fazer a declaração, o microempreendedor tem que prestar as seguintes informações: Receita Bruta apurada no exercício anterior e Contratação de funcionário, no ano-base da declaração.

Em caso de extinção do MEI, também é necessário entregar a DASN-SIMEI, até o dia 30 de junho, caso a extinção tenha ocorrido durante os primeiros quatro meses do ano-calendário. Quando a extinção do MEI ocorre após o primeiro quadrimestre do ano, o microempreendedor deverá entregar a declaração em até 30 dias, a contar da data da extinção da empresa.

Como fazer a DASN-SIMEI

Para enviar a DASN-SIMEI é necessário acessar o Portal do Empreendedor e informar qual foi a receita bruta da empresa, se contratou ou não funcionário no referido período.

O MEI que não entregar a declaração, no prazo, está sujeito à multa mínima de R$ 50,00 ou de 2% a 20% sobre o valor de tributos calculados conforme as informações declaradas na DASN-SIMEI.

Quando o MEI envia a DASN-SIMEI com atraso, ao final do recibo de entrega, será disponibilizada automaticamente a notificação do lançamento e as informações da DARF relativa à multa a ser paga. Se o MEI efetuar o pagamento em até 30 dias terá direito ao desconto de 50% sobre o montante total lançado no boleto.

MEI é obrigado a emitir nota fiscal?

Quando o consumidor for uma pessoa física, o MEI não precisa emitir nota fiscal. No entanto, quando a mercadoria destina-se à pessoa jurídica, que possui o CNPJ, o MEI é obrigada a fornecer a nota fiscal.

O que o MEI não pode deixar de fazer é solicitar nota fiscal sempre que comprar produtos ou serviços, uma vez que esses documentos são importantes para fazer o relatório mensal de faturamento e a declaração anual.

O MEI não precisa fazer a escrituração em livros contábeis e fiscais nem emitir Nota Fiscal Eletrônica nem a Declaração Eletrônica de Serviços.

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Como importar produtos dos EUA?

Como importar produtos dos EUA?

Dado os altos preços praticados no Brasil, é fácil entender por que tantos empreendedores desejam importar produtos dos Estados Unidos para revenda.

O objetivo pode ser comercializar os itens para amigos e familiares ou mesmo abrir o seu próprio negócio de importação. Mesmo sendo um ramo bastante lucrativo, trazer artigos de outros países requer certo conhecimento prévio. Antes de começar qualquer atividade, você precisa pesquisar sobre o mercado e procedimentos legais.

Outra questão importante é o tipo de espaço que você pretende ter. Por exemplo, o e-commerce é uma escolha cada vez mais popular entre os importadores.

Assim não é necessário arcar com custos como aluguel e transporte, entre outros. Porém, tanto o comércio eletrônico quanto as lojas físicas devem usar estratégias de marketing digital para atrair o público-alvo. Qualquer iniciativa só será bem sucedida a partir do desenvolvimento de técnicas capazes de alcançar possíveis consumidores.

Em um cenário tão competitivo como o atual, é imprescindível que você invista em estratégias eficientes de divulgação para se diferenciar da concorrência. A próxima dúvida que costuma surgir é se compensa trabalhar com produtos importados quando o dólar ainda está em alta. Leia a seguir para saber mais sobre isso.

A verdade é que adquirir artigos nos Estados Unidos para comercializar no Brasil como pessoa física fica mais econômico. No entanto, ter um CNPJ para revender produtos importados evita que as suas encomendas sejam retidas na alfândega e permite a você trabalhar legalmente.

Para iniciar as atividades de acordo com as regras, sugerimos que o revendedor observe algumas etapas:

Escolha bem os fornecedores

A internet possibilita o contato com inúmeras companhias instaladas ao redor do mundo. Então vale a pena realizar uma extensa pesquisa até encontrar fornecedores de confiança. Inclusive existem bons cursos que ensinam como criar parcerias com marcas internacionais.

Uma boa medida é fazer um primeiro pedido pequeno para testar a agilidade da entrega e a qualidade dos artigos. Também recomendamos que você leia as resenhas nas redes sociais na loja para saber a opinião dos clientes.

Nessa fase, decida se você pretende focar em produtos luxuosos ou prefere o segmento mais popular. Em caso de dúvida, comece com mercadorias baratas, como acessórios para celular e roupas e depois acrescente objetos mais caros ao seu catálogo.

Prospecte o mercado

A maioria dos brasileiros se interessa por mercadorias importadas que não são facilmente encontradas por aqui. Ou então traga produtos que sejam mais caros no Brasil em comparação aos fabricados no exterior. 

Há importadores que se dedicam a um nicho específico, o que simplifica muito no momento de se traçar o perfil de persona (consumidor ideal). As possibilidades são inúmeras, por causa da segmentação que o e-commerce propicia.

De acordo com a cotação do dólar, você economiza de 50% a 100% do preço do produto em relação ao valor da mesma mercadoria no Brasil. Portanto, o retorno será bem superior ao investimento e o importador se mantém competitivo. Em adição, confira a restrição imposta a itens como perfumes e velas, por exemplo, que demandam cuidados específicos para envio.

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Crie a sua empresa

Da mesma forma, torna-se essencial o cumprimento das normas nacionais para importação e revenda. Somente com os procedimentos certos você se protege de problemas com a Polícia Federal.

Indicamos que o empreendedor faça um CNPJ assim que souber a finalidade do seu negócio. Conforme o número de funcionários e área de atuação, a carga de impostos será distinta. Se necessário, aconselhe-se com um contador para saber o formato tributário mais favorável.

Habilite-se no Radar

Faça o registro de senha junto ao Sistema Ambiente de Registro e Rastreamento da Atuação dos Intervenientes Aduaneiros. Desse modo, você consegue entrar no Siscomex (Sistema Integrado de Comércio Exterior). Para realizar esse processo, o importador deve comparecer pessoalmente na Receita Federal para registrar a firma.

Organize o estoque

Tenha sempre os itens anunciados em estoque para garantir a entrega aos compradores com agilidade. Caso contrário, você pode perder a venda ou deixar o público insatisfeito. E lembre-se: as encomendas vindas dos Estados Unidos podem demorar até um mês para chegarem ao Brasil.

Artigos mais caros não exigem um estoque tão grande, tendo em vista a menor rotatividade. Já para os objetos baratos compensa importar uma quantidade maior.

Apresente-se de maneira profissional

Atualmente, a maior parte dos empreendedores oferece os artigos importados em sites como Mercado Livre e OXL. Não há nada de errado nisso, mas quem pretende se destacar deve tentar outra abordagem. Se for preciso, contrate um bom programador para projetar o website da sua importadora.

Leve em conta a legibilidade do texto e a facilidade de navegação antes de colocar a página no ar. A plataforma deve permitir pagamento por boleto e diferentes bandeiras de cartão de crédito para não limitar os seus clientes. Afinal, poder parcelar é uma das vantagens das lojas nacionais.

Um e-commerce mal feito só prejudica a sua imagem com os visitantes, então se dedique a essa etapa. Vender de porta em porta é uma alternativa, mas o melhor é limitar-se a pessoas conhecidas e que sejam boas pagadoras. Associe a loja virtual com ações de marketing nas redes socais, como Facebook e Instagram. Com isso, você pode revender para todo o território nacional.

Outras dicas para dar início ao negócio de importação com segurança

Como em qualquer segmento, importar produtos dos Estados Unidos requer determinação. Sobretudo no princípio, haverá desafios até que a empresa se estabeleça no mercado.

Tenha controle das finanças

Faça registros de todas as transações realizadas na importadora. Sugerimos que o empresário crie uma planilha detalhando o quanto recebeu e o quanto gastou. Não deixe passar nenhum valor, sob risco de se desorganizar financeiramente. Também não utilize dinheiro de sua sobrevivência para abrir a revenda de produtos dos Estados Unidos.

É provável que nos primeiros meses a lucratividade seja baixa, mas com produtos de qualidade e preços justos, o retorno virá com certeza. Com uma atuação consistente, a importação funciona como uma renda extra ou ainda ser a sua fonte de renda principal. Gostou do texto? Coloque em prática as nossas dicas de importação e compartilhe a sua experiência com a gente!

Bons negócios!

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