Em 2023 o número de academias no Brasil chegou a 35 mil, sendo o 2º país com mais academias no mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Mas não só o número de academias abertas, o número de usuários também vêm crescendo. Assim, considerando que essa é uma área que só tende a crescer, esse pode ser um ótimo investimento.
Confira aqui o passo a passo para montar uma academia!
Conheça o ramo de academias
Se você pretende montar uma academia e acha que não será possível por não ter uma formação na área, fique tranquilo. Não há necessidade de graduação para investir no ramo.
O que não significa que seja possível montar uma academia sem nenhum conhecimento para tal. Ainda assim, é preciso um registro no Conselho Federal de Educação Física. Além do mais, para montar uma empresa é imprescindível conhecimentos de administração.
A importância de conhecer o ramo, se dá pela facilidade ao montar o empreendimento. Quando se inicia uma empresa, é necessário fazer um planejamento, um plano de negócios. Nele, serão inseridas todas as metas e planos para a empresa. Assim como gastos e custos. E, para criar um planejamento assim, você deve saber quais equipamentos comprar, onde irá se localizar sua academia e outras tantas variantes.
É essencial que você defina a área de especialização da sua academia. Se ela será apenas para musculação, ou se também terão aulas, como dança, spinning, jump, lutas ou outros. Existem academias especializadas em idosos, outras para grávidas, especializadas em aulas, ou pilates. Ou seja, há infinitas possibilidades de ocupações para seu empreendimento.
Concorrência
Conheça sua concorrência, seja de academias que estão perto fisicamente da sua ou do mesmo ramo. Uma dica para praticamente todas empresas novas, é que elas tenham algum diferencial. E para saber qual será seu diferencial, é preciso saber o que seus concorrentes oferecem.
Procure sempre chamar a atenção de possíveis clientes. Assim, busque ter uma fachada diferente, um nome ou logo diferente que faça seu público lembrar do seu local quando ouvir e falar em academia.
Lugar para sua academia
Para montar uma academia a localização escolhida é uma das principais escolhas a serem feitas. Dessa forma, após decidido a especialização ou não da sua academia, verifique onde se encontra seu público alvo.
Além disso, deve ser considerado se ela terá fácil acesso. Avalie a capacidade financeira do seu público alvo. Assim, sendo mais fácil tomar algumas decisões, principalmente em relação ao ponto onde ele será instalado.
Interno
Ao montar uma academia, lembre-se que ela possui equipamentos grandes. Nesse ponto é preciso pensar no espaço que você terá, como irá dispor tais equipamentos e quantos serão. Para isso é preciso definir também quantas pessoas serão admitidas mensalmente. Também quais serão os planos disponibilizados, para saber quais serão os horários. Assim é possível estabelecer quantos equipamentos serão necessários.
Faça a relação da especialização da sua academia com o local. Se serão dadas aulas de dança, por exemplo, será necessário um local próprio para realização dela. E esse espaço deverá ser separado do local onde seus outros membros estarão realizando os exercícios em aparelhos.
Outro item que pode ser extremamente vital em alguns casos é o ar condicionado. Em cidades com climas quentes, é muito difícil a realização de uma atividade física com a sensação térmica muito alta. Assim como o ar condicionado, um bebedouro é fundamental. Algumas caixas de som espalhadas podem melhorar o ambiente, fazendo com que a música de uma energia a mais para os seus clientes.
Alguns equipamentos básicos são: esteiras, bicicletas ergométricas, banco supino, peitoral dorsal, maquina flexora, abdominal e leg press. Além desses equipamentos, outros serão essenciais, como halteres, barras, colchonetes, porta barras e step. Outros também podem ser acrescentados caso alguma aula seja incluída, como o jump, por exemplo.
Funcionários da academia
Para montar uma academia, ainda que o dono da empresa não precise ter formação na área, seus funcionários devem ter. Além de um registro no CONFEF, Conselho Federal de Educação Física, e no CREF, Conselho Regional de Educação Física. Esses funcionários contratados para auxiliar os clientes de sua academia devem ser capacitados para a área. Ou seja, além de ter a formação e especialização, eles devem ser atenciosos e cuidadosos, sempre pensando no bem estar e saúde do seu aluno.
Evidentemente, serão necessários outros funcionários. Uma das prioridades que você deve ter é com a higiene. Fazendo a limpeza dos aparelhos e colchonetes, por exemplo, sempre que possível. Por isso, procure contratar alguém que faça a higienização ou faça você mesmo.
Você, o próprio dono, pode trabalhar também. Seja na recepção, financeiro, também como personal ou professor.
Divulgação
Para que seus clientes conheçam sua academia é preciso que ela seja vista. E não apenas no local. Para isso, utilize sua pesquisa de público alvo para montar uma estratégia de marketing. Procure qual método será o mais indicado a utilizar.
É possível criar um site e usufruir do potencial que as redes sociais dispõem, ou seja, fazer o marketing de forma online. Ou também offline, com flyers e folders, e o que se encaixar melhor.
Se achar adequado, insira os planos e as modalidades disponíveis na academia. Ou apenas um número de contato para que sejam tiradas dúvidas e dadas informações.
Questões legais
Como qualquer outra empresa, para abrir uma academia, deve-se requerer uma inscrição na prefeitura da cidade onde será localizada. Além de registro na Previdência Social, na Receita Federal e junto ao CREF do estado.
Assim, é preciso direcionar-se até a junta comercial ou ao Cartório de Registro de Pessoa Jurídica com a seguinte documentação:
Cópia do RG e CPF;
Requerimento padrão;
Contrato Social;
E ficha de cadastro nacional.
Outros documentos podem ser pedidos, de acordo com estado ou cidade. Procure saber mais informações na junta comercial ou no cartório.
Após registrada, será recebido um NIRE que deve ser registrado no site da Receita Federal. Logo, será disponibilizado outros documentos que devem ser enviados pelo Correio. E assim, será disponibilizado o CNPJ.
Então, é preciso esperar o alvará da prefeitura para fazer a inscrição estadual e o cadastro na previdência social.
Academia pode ser MEI?
Não, uma academia com CNAE 9313-1/00 – Atividades de condicionamento físico, não pode ser MEI.
E para ter esse controle com mensalidades de valores diferentes, com especificações diferentes e datas diferentes, é preciso um sistema completo. Planilhas já não conseguem suprir essa necessidade.
Não esqueça que você deve ter um controle sobre sua academia. É preciso saber quais valores entram e quais saem, quanto deve ser pago de imposto e outros. Além de gastos físicos, como o aluguel, por exemplo; e gastos variáveis. Ou seja, um controle financeiro total.
Assim, a utilização de um sistema de gestão é essencial. o eGestor é um sistema de gestão para micro e pequenas empresas. Ele traz um controle financeiro integrado, controle de fluxo de caixa, além de emissão de NF-e e boletos. Nele, é possível controlar todos os pagamentos dos membros com o novo módulo de recorrência. E também gerar relatórios.
O módulo “Recorrência” fica no menu “Financeiro”, em “Recorrência”. Lá, se insere o nome do cliente, se será boleto ou lançamento financeiro, o intervalo entre as criações, o valor, a data inicial e o vencimento. Outros campos adicionais são os de descrição padrão, conta caixa, categoria, palavra-chave e informações adicionais. E caso seja feita com boletos, é possível validar os dados do boleto e enviar por e-mail.
Em caso da academia ter produtos à venda, também é possível cadastrá-los e acrescentar a venda no sistema.
Cuidar do seu próprio negócio não é fácil: é preciso gerenciar uma equipe, ficar de olho na concorrência, atrair clientes… e cuidar das finanças, claro! Infelizmente, muitos empreendedores consideram a análise do fluxo de caixa da sua empresa uma tarefa burocrática, maçante, e só querem saber se a empresa teve lucro ou prejuízo.
Ora, essa é uma preocupação bastante aceitável, mas não é suficiente caso você queira saber se o seu negócio anda saudável. Ou, ainda, saber se ele conseguirá se manter por muito tempo ou se está com sérios problemas que precisam ser resolvidos o mais rapidamente possível.
É justamente para ajudar nessas tarefas que existe a chamada análise de desempenho financeiro. Quer saber como essa ferramenta funciona? Então acompanhe o nosso post!
Como descobrir meu desempenho financeiro?
O desempenho financeiro é um indicador simples que irá se apoiar, basicamente, em 2 dados: receita mensal e despesa mensal. Com essas duas informações juntas, você obterá o resultado financeiro do mês corrente da sua empresa. Valendo a regra básica: se a receita foi maior que a despesa, seu negócio teve lucro, caso contrário, teve prejuízo.
No entanto, mais que conseguir levantar o dado de cada mês isoladamente, é preciso colocá-los em conjunto. Ou seja, fazer um controle do avanço das suas despesas e receitas (e lucro) ao longo de vários meses. Dessa forma, você será capaz de entender se o seu lucro está crescendo e em que ritmo ou, na pior das hipóteses, se a sua empresa está se tornando muito deficitária.
O que consigo detectar na análise de desempenho financeiro?
Como falamos no item anterior, mais do que saber a lucratividade de um único mês, com a análise financeira você conseguirá detectar a evolução do seu negócio e detectar eventos que foram importantes para sua empresa. Vamos dar um exemplo.
Em maio, a empresa teve um aumento enorme de despesas. O motivo? Uma modernização dos equipamentos de TI. Analisando o desempenho financeiro, percebe-se que o lucro, que naquele mês ficou abaixo da média, voltou a crescer de maneira consistente nos meses seguintes, ficando acima da média anterior.
Ou seja, apoiando-se na análise de desempenho financeiro, pode-se afirmar com alguma segurança que o investimento na modernização da infraestrutura de TI, que corroeu o seu lucro em determinado mês, teve um impacto positivo em médio e longo prazo. Logo, foi um investimento acertado.
Qual a melhor ferramenta para se fazer o cálculo?
O cálculo do desempenho financeiro é feito de maneira bem simples e, por vezes, uma planilha do Excel pode te ajudar a organizar as receitas e despesas do seu negócio. No entanto, para que esses dados ganham mais consistência e possam ser relacionados com outros indicadores de desempenho, convém contar com um software de gestão integrada.
O eGestor, por exemplo, agrega diversos processos da gestão, que vão do controle de estoque até o controle financeiro. Tudo isso em uma plataforma simples, ágil e totalmente online: você pode acessá-la diretamente do seu navegador.
Para cuidar bem do seu negócio, você deve conhecê-lo a fundo! A análise do desempenho financeiro é uma boa maneira de fazer isso, mas nunca deve ser a única. Lembre-se de se basear em vários indicadores de desempenho para tomar suas decisões de gestão!
Realizar um bom controle das mercadorias que são compradas, e também das que são vendidas, é um dos fatores que precisa de mais atenção no gerenciamento de uma empresa de comércio. Isso é chamado de controle de estoque, e é através dele que o preço de venda praticado na empresa é estabelecido. O custo médio é uma das maneiras de realizar esse controle.
Também conhecido como preço médio ponderado ou média ponderada móvel de estoque, essa é uma das maneiras mais utilizadas e simples de controlar o que a empresa compra e venda de produtos. Porém, para realizar isso de uma forma padronizada e também estar em conformidade com as exigências tributárias legais, é necessário entender como funciona essa metodologia.
O que é custo médio de estoque?
O custo médio é o valor médio de um produto em estoque, considerando o valor pago e a quantidade de produtos. O custo médio é um dos métodos de controle de estoque mais populares entre empresas brasileiras, justamente porque é o mais simples e é um dos únicos que a receita federal aceita no momento de calcular os impostos.
É importante mencionar que indústrias que trabalham com a produção de itens para a venda também utilizam bastante o custo médio. Em uma indústria, o estoque reflete novos custos de produção cada vez que for dada entrada em novos itens
O que significa custo médio?
Custo médio significa a média do quanto a empresa gastou nas mercadorias que se encontram no estoque da empresa e estão disponíveis para a venda. O valor gasto com essas mercadorias é um custo, que também leva em conta todos os valores gastos nas aquisições de estoque, inclusive tributos, fretes e outras despesas.
Como se calcula o custo médio?
A fórmula, de uma maneira simples, para atualizar o valor de estoque a cada nova entrada de mercadoria, fica assim:
Custo médio = (Valor de estoque atual x Quantidade em estoque atual) + (Valor decompra x Quantidade de unidades compradas) / (Quantidade em estoque atual + Quantidade de unidades compradas)
Onde:
Valor de estoque atual = Valor médio das mercadorias que estão atualmente no estoque.
Quantidade em estoque atual = Número de unidades em estoque.
Valor de compra = Custo unitário das mercadorias que foram compradas, incluindo frete e impostos.
Quantidade de unidades compradas = Número de unidades que foram adquiridas.
Qual a composição de custo médio
O custo médio se calcula levando em conta o estoque inicial que a empresa possui na data da mensuração, mais todas as compras posteriores que são feitas, sendo adicionado na conta o número de unidades, e os valores totais.
Por isso, toda vez que uma mercadoria com um valor unitário diferente entra, o valor médio de todo estoque é alterado.
Exemplo do cálculo de custo médio
Para exemplificar, imaginemos que uma empresa tem em estoque no início do período, 100 unidades de mercadoria. Essas unidades tiveram um custo total de compra, na época, de R$ 700,00. Isso resulta em um custo médio de R$7,00.
Custo médio = 700 / 100 unidades
Custo médio = R$ 7,00
Porém na data de 01/01/2022 a empresa realizou uma compra de mercadorias de 150 unidades, a um custo total de R$ 1.200,00.
Custo médio = 1.200 / 150
Custo médio = R$ 8,00
Então, para saber qual é o valor do custo médio, basta somar o valor total do estoque inicial e da compra realizada, e dividir isso pelo total de unidades que ficaram em estoque.
Custo médio = R$ 700 + R$ 1.200,00 / 100 + 150
Custo médio = 1900 / 250
R$ 7,60 = Custo médio
Além disso, essa atualização de valor de estoque é necessária para que a cada venda de mercadoria o preço reflita o custo médio real do estoque atual.
Custo Médio Fixo x Custo Médio Móvel
É muito importante que o cálculo de custo médio do estoque da empresa seja feito de uma forma regular, para que assim os valores estejam atualizados e as vendas reflitam a realidade dos custos.
Para isso, é possível dividir o método de custo médio em custo médio ponderado fixo e custo médio ponderado móvel. Tudo depende da frequência com que a empresa atualiza os valores do seu estoque.
Custo médio ponderado fixo
Nessa modalidade a empresa realiza o cálculo do custo médio do estoque apenas uma vez no final do período, que costuma ser no final do mês ou até mesmo do ano. Geralmente empresas que fazem inventário periódico e que possuem necessidade de realizar a contagem física de todos os itens utilizam esse método.
É um método mais simples de controle, porém o custo médio não está acompanhando as variações constantes que estão acontecendo no estoque da empresa, sobretudo o efeito da inflação sobre o custo de mercadoria.
Custo médio ponderado móvel
Na média móvel, cada entrada e saída de mercadoria atualiza o estoque. Assim, cada compra de estoque que a empresa realizar vai alterar o custo unitário.
Esse método é o mais adequado porque representa de uma maneira constante as variações que ocorrem no estoque. Assim, existe uma melhora na qualidade das informações de uso gerencial, que são muito importantes para tomada de decisões sobre o negócio.
É indicado para empresas onde o controle de estoque é feito de maneira contínua, sendo atualizado imediatamente a cada compra e venda de mercadoria. Além disso, esse processo de controle se torna muito mais simples quando é feito por um sistema de gestão de estoque. Um software assim pode ajudar muito no gerenciamento, porque ele automatiza as atividades de dar entrada e saída das mercadorias, eliminando também falhas e inconsistências.
A importância do controle de estoque
Um bom controle de estoque influencia vários aspectos dentro de uma empresa. Primeiramente, permite que sempre que for feita uma venda, exista a garantia de que o produto estará disponível para o cliente. Da mesma maneira evita que a empresa tenha quantidades desnecessárias de estoque, o que significa dinheiro gasto em um ativo que, no momento, não está gerando nada para o negócio.
Adicionalmente, um aspecto muito importante sobre controle de estoque, é que ele tem muito a ver com os prazos de pagamento de fornecedores, que precisa ser compatível com os prazos de recebimento de clientes. Isso impacta muito a necessidade de capital de giro do empreendimento. Portanto, sempre vale muito a pena investir em melhorias e estratégias de controle de estoque.
Custo médio e tributação
Existem vários métodos contábeis para uma empresa realizar gerenciamento e controle de estoque. Contudo, o fisco no Brasil aceita apenas alguns deles no momento de calcular quanto de imposto uma empresa deve.
Isso porque o método que é utilizado para controlar o preço das mercadorias da empresa influencia diretamente no CMV (Custo das Mercadorias Vendidas). Esse fato, por sua vez, altera o lucro operacional da empresa, que é o quanto a atividade da empresa gerou de lucro sem considerar imposto de renda e contribuições sociais.
Dessa forma, o custo médio é um dos métodos que a Receita Federal permite o uso para o controle dos custos de estoque.
Esse é um indicador muito importante dentro da empresa. Isso porque o giro de estoque indica qual é o tempo médio de reposição das mercadorias e quanto tempo elas ficam paradas.
Principalmente, isso traz informações muito relevantes a respeito da saúde financeira do negócio e como está a situação dos recursos investidos e o quanto a empresa está vendendo. A partir daí, então, a empresa pode tomar decisões a respeito da necessidade de mudanças na estratégia de gestão de estoque, caso necessário.
O seu cálculo é bem simples, mas é preciso fazer ele usando os parâmetros corretos para que reflita exatamente o quanto o estoque está girando:
GIRO DE ESTOQUE = TOTAL DE VENDAS / VOLUME MÉDIO DE ESTOQUE
Aqui, para descobrir o volume médio de estoque, basta somar o estoque inicial do período escolhido para o cálculo com o estoque final, e dividir por 2.
No entanto, é necessário primeiro definir o período de referência para a base do cálculo. Então, aplicada a fórmula, será possível saber o número de vezes que o estoque girou dentro do período realizado. Geralmente, quanto mais giros de estoque melhor, já que isso significa que a empresa vendeu mais, e portanto, lucrou mais dentro do período.
Métodos de controle de estoque
Além do custo médio, é válido mencionar alguns outros métodos comuns de gerenciar estoque e algumas de suas características.
PEPS
Essa sigla significa primeiro a entrar, primeiro a sair, derivado do termo em inglês FIFO, first in, first out. No PEPS as mercadorias mais antigas no estoque são as primeiras que saem.
Dessa maneira, os primeiros lotes ou unidades devem ser os primeiros a saírem, e o preço de venda também segue a ordem cronológica de estoque. Isso garante bastante confiabilidade ao lucro real baseado no quanto custou uma mercadoria
UEPS
Último a entrar, primeiro a sair, ou em inglês LIFO, last in, first out. Nesse método, as últimas mercadorias a entrarem em estoque são as primeiras que saem, funcionando de maneira oposta ao PEPS.
Dessa maneira, os custos repassados aos clientes são aqueles dos itens mais recentes em estoque. Porém, a receita federal não permite o uso do UEPS para fins de cálculos tributários. Isso devido ao fato de que o estoque estará sempre avaliado pelos produtos que foram comprados por último. Dessa forma, o preço real do estoque estará “mascarado” pela inflação, sendo sempre maior do que realmente é. Isso acaba inflando o CMV (Custo de Mercadoria Vendida) e diminuindo a margem de lucro, diminuindo também a margem de contribuição tributária.
No entanto, é possível usar o UEPS para fins gerenciais, possuindo a vantagem de ser uma metodologia que proporciona uma facilidade em realizar ajustes na quantidade de estoque necessário e pedidos mínimos de mercadoria. Isso devido ao fato de que as estimativas de custo e preço são feitas com maior precisão.
Planilha para controle de custo médio
Uma maneira muito popular de realizar o controle das mercadorias que entram e saem do estoque é o uso de uma planilha de custo médio. Uma planilha assim permite que você tenha um controle ágil e estratégico de tudo que você tem atualmente em estoque e o custo médio efetivamente.
Dessa forma, uma planilha para calcular o custo médio vai permitir que você tenha uma otimização dos recursos gastos. Assim, você evita que exista um excesso de estoque em produtos que tem menor saída, e nunca falte aqueles que possuem um grande volume de vendas. Isso porque através desse controle você poderá conhecer os padrões de fluxo no seu estoque, e manter uma quantidade equilibrada do mesmo.
A seguir, segue um exemplo do funcionamento de uma planilha de controle de estoque pelo método de custo médio.
Entradas
Nessa aba, você irá registrar todas entradas de mercadorias com o valor de compra e o total de unidades.
Saídas
Nessa aba, você faz o registro das mercadorias que saíram do estoque, também especificando o valor e unidades.
Custo médio
Já nessa última aba, você tem um resumo de tudo o que há no estoque e qual é o custo médio baseado nas entradas que houveram.
Essa é uma maneira bastante simples e fácil de usar no momento de inserir os dados, porém muito eficiente caso você deseje ter um bom controle sobre aquilo que você vende. Tenha certeza que esse controle gera ótimos resultados, já que diminui desperdícios de tempo e recursos.
Toda vez que o fim do ano e o Natal se aproximam, o comércio começa a pensar nas promoções e futuras vendas. Algo que ajuda nas vendas e nas campanhas é a Black Friday. Que é uma das maiores promoções da época. Portanto, daremos algumas dicas de como anunciar na Black Friday. Além de como vender sem ter prejuízos.
O que é a Black Friday
Traduzido, literalmente, como ‘sexta-feira negra’, é um vento que leva multidões de pessoas às ruas todo ano. Apesar das diversas teorias de como surgiu a Black Friday, não se pode afirmar com certeza como ela começou. Tampouco como levou este nome. É um evento que gera grande espera aos donos de empresas e comércios. Já que é uma das datas mais agitadas.
Ela acontece sempre na quarta sexta-feira do mês de novembro. Logo após o Dia de Ação de Graças, celebrado nos Estados Unidos. As teorias sobre o início deste evento envolvem o fato do dia após a celebração ser o dia em que a população inicia suas compras para o Natal. Já que é a próxima data comemorativa.
A origem do nome pode ter surgido com relação aos tumultos e grande volume de carros e pessoas na rua. Chamando assim, o dia de ‘sexta-feira negra’. Criando, assim, a teoria de que os comerciantes, se aproveitando da quantidade de pessoas, criavam promoções imperdíveis para se destacar de seus concorrentes.
Como vender na Black Friday
Por ser uma data apropriada pelo nosso país, muitas pessoas têm dificuldade de entrar nessa promoção. Às vezes por não entender completamente seu conceito; e às vezes por não ter conhecimento suficiente de como realizar promoções deste porte.
Portanto, alguns itens devem ser levados em conta sobre como vender nesse evento.
Descontos reais
Um dos principais motivos da Black Friday não ter tanto sucesso no Brasil (e por vezes ser motivo de chacota) é que por vezes, os descontos não são reais. Ou seja, o famoso ‘metade do dobro’. Sendo assim, busque dar um desconto que seja real. Para que seu cliente de fato faça uma boa compra. Mas lembre-se que você não deve perder dinheiro!
Faça todos os cálculos necessários para que você não tenha nenhum prejuízo, mas que seu cliente também tenha alguma vantagem. Isso, porque, outro item a ser levado em conta quando pensar em como vender na Black Friday, é que você quer fidelizar clientes. Mostrando, a partir da promoção, sua loja e seus produtos.
Logística
Caso seu negócio tenha produtos grandes, que normalmente não podem ser levados na hora da compra, verifique se há um modo para entregá-lo. Um sistema de frete interno, ou até terceirizado. Mas que seja eficiente e de qualidade.
Lembrando que se você quer fidelizar clientes, não cometa nenhum confusão ou deslize na hora da entrega. Produtos danificados ou extraviados podem trazer uma fama ruim.
Caso sua loja seja e-commerce, certifique-se que seu site ou plataforma suporte a grande quantidade de pessoa que buscam realizar a compra. Já que, caso o site não aguente e saia fora do ar, algumas pessoas podem desistir da compra. Outros casos que podem acontecer são os de valores não serem relativos ou a página mostrar uma quantidade em estoque diferente da real. Por isso, esteja seguro que seu site tenha uma sistematização excelente.
Estoque
Fornecer um serviço de qualidade é sempre algo que sua empresa deve priorizar. Portanto, tenha certeza que você possui um estoque de todos os produtos que irá colocar em promoção. Ninguém quer passar pela situação de ter que contar ao cliente que já não há no estoque o produto que ele busca comprar.
Com valores menores, seu estoque irá girar mais. Consequentemente, mais produtos saíram. Fique atento a esta área e tenha total controle do seu estoque.
Mercadorias
Você pode aproveitar o momento para fazer a promoção de produtos que não tinham uma saída tão grande. Mas também, não coloque apenas eles a venda. Para assim, aproveitar a grande movimentação e vendê-los.
Com um sistema de controle financeiro, de fluxo de caixa e de estoque, é possível saber quais produtos são mais vendidos. Seja por um software de gestão ou de forma mais simples, por planilhas, por exemplo.
Assim, diminua o preço de venda de alguns (sempre lembrando de não ter prejuízo), para gerar a venda dos produtos menos procurados.
Marketing
Lembre sempre de fazer a divulgação da sua promoção. Assim como da sua marca e dos seus produtos. Afinal, sem uma propaganda, ninguém conhecerá sua marca, seus produtos ou serviços, e muito menos sua promoção.
Mas, para tal, é preciso definir alguns pontos. Assim, explicaremos melhor a seguir:
Como anunciar na Black Friday
Uma das bases da venda na Black Friday é a divulgação das promoções. O que muitas empresas não conseguem fazer. Para ter uma divulgação ampla e que gere resultados, é preciso seguir alguns passos:
Para quem anunciar
Esse é um dos pontos que deve estar no planejamento inicial da sua empresa, não apenas na Black Friday.
Assim, a partir da sua persona e público-alvo defina para quem serão feitas suas promoções. Tenha atenção também aos produtos que quer vender e se eles se encaixam nesse conceito. Afinal, é necessário haver uma relação entre seus produtos e sua persona.
Como anunciar
Os métodos de marketing utilizados pela sua empresa funcionam? Se sim, siga nesse caminho. Utilize essas técnicas para criar propagandas que irão chamar a atenção do seu público alvo. Quando utilizar o marketing digital, utilize meios que chamem a atenção do usuário, como cores, pop-up, e outros. E também inclua valores de descontos, como porcentagem.
Caso sua empresa não utilize nenhum método de marketing, invista nessa área. Para a Black Friday, procure fazer propagandas em redes sociais, através de blogs, e-mails, anúncios e outros. E de forma offline também, como cartazes, folders, flyers e outros.
Independente de já ter um método de marketing, faça propagandas coerentes com seu ramo e que chamem atenção da sua persona. Além disso, procure fazer essa publicidade de forma padrão. Para que seu público, ao ver o anúncio, faça a associação com a sua empresa.
Produtos pensados na sua persona
Após analisar sua persona, seus produtos e como fazer o marketing, é hora de juntar todos eles. Faça a propaganda de acordo com o produto escolhido para sua persona.
Foque em fazer o marketing voltado aos produtos que têm mais desconto ou que mais chamem a atenção da sua persona. Assim, é mais fácil desenvolver o estilo de propaganda e seu método de divulgação.
Considerações finais
A Black Friday é uma ótima forma de realizar vendas e fazer que sua empresa seja notada. Não é algo tão difícil quanto parece. Basta seguir alguns passos citados aqui e ter um controle de suas vendas e dados. Procure não se perder na gestão dessas informações e não ultrapassar seu planejamento. Assim, sempre verificando se não está tendo prejuízo; e sim ganhos.
A SLU, ou Sociedade Limitada Unipessoal, é uma forma jurídica de empresas criada para atender algumas necessidades que ainda não eram amparadas. A SLU, diferentemente das outras formas jurídicas, permite que não se tenha sócios e o patrimônio do empreendedor não está atrelado ao da empresa, assim como não exige valor mínimo para o capital social.
Com a nova forma, o cenário ficou mais favorável para aqueles que estão iniciando. Assim, os empreendedores não terão tanta dificuldade em entender as definições de regimes tributários.
Neste artigo você saberá o que é a Sociedade Limitada Unipessoal (SLU), como ela funciona e porque tem crescido tanto.
SLU é uma nova categoria de empreendimento que permite que não se tenha sócios, não há valor mínimo para o capital social, o patrimônio pessoal e empresarial não estão entrelaçados, com faturamento de até R$ 4,8 milhões e sem limite de funcionários.
A MP 881/2019 criou essa natureza jurídica em 2019, desburocratizando a abertura de novos negócios. Pode-se dizer que a SLU é uma substituição do EIRELI, que foi extinto em 2021 e migrou seus optantes para SLU.
Algumas pessoas podem estranhar o fato de ter a palavra sociedade no nome desta categoria, mas para gerir este negócio é preciso de apenas uma pessoa.
O que significa a sigla SLU?
A sigla SLU significa Sociedade Limitada Unipessoal. Essa forma jurídica segue as mesmas regras de uma sociedade limitada normal, por isso possui “sociedade” em sua sigla mesmo sendo formada por um único dono.
Diferente da Unipessoal, a Sociedade Limitada é formada por um número de sócios ilimitado e que fazem a divisão do capital da empresa em cota. Este processo é feito por meio de um contrato e registrado na Junta Comercial.
Quem pode ser SLU?
Todas as pessoas com capacidade civil e que não sejam impedidas legalmente, podem ser SLU. Além disso, devem possuir mais de 18 anos (ou ser emancipado), ser brasileiro ou estrangeiro com domicílio no Brasil.
A SLU também se expande para atividades econômicas que não são atendidas por outros tipos de empresas, como médicos, por exemplo.
Para ser uma Sociedade Limitada Unipessoal o empreendedor não precisa de processos burocráticos, pelo contrário, existem diversas vantagens e facilidades para aqueles que optam por este modelo de negócio.
Benefícios da Sociedade Limitada Unipessoal
Existem diversas vantagens para os empreendedores que optam por uma SLU. Alguns deles são:
Não é necessário sócio para abrir o negócio;
Por não precisar de um Capital Social mínimo, os custos com investimentos são bem menores se comparados com outros tipos de empresas;
A separação do patrimônio empresarial e pessoal, que não acontecia com a EIRELI, por exemplo;
É possível ter mais de uma empresa sendo SLU. Mas atente-se que alguns tipos não permitem que você também tenha uma Sociedade Limitada Unipessoal
Impostos da Sociedade Limitada Unipessoal
Os impostos que uma empresa paga estão ligados diretamente ao seu regime tributário e à sua atividade. Cada regime possui as suas regras internas, que permitem um faturamento máximo.
Simples Nacional: os impostos são simplificados, permitindo que a empresa os pague através da DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional). O faturamento máximo é de R$ 4,8 milhões.
Lucro Presumido: os impostos pagos no regime de tributação lucro presumido são baseados nos valores que a receita federal entende que a empresa irá faturar. O faturamento máximo é de R$ 78 milhões.
Lucro Real: os impostos pagos no lucro real são relativos ao lucro real da empresa, após sua apuração. O faturamento máximo é de R$ 78 milhões.
É importante estar atento às atividades que podem ser prestadas em cada regime, baseado no CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) do negócio.
Quantos funcionários uma SLU pode ter?
Uma Sociedade Limitada Unipessoal não tem limite de funcionários. Assim, você pode fazer as contratações conforme necessário para cumprir com as demandas.
Além disso, pode ser aberta mais de uma empresa neste mesmo formato, e mesmo com a abertura de outra empresa o número de funcionários continua sem um limite específico.
Aproveitando que estamos citando sobre limites de colaboradores para pontuar que também não há um limite de faturamento anual de uma SLU, isso é definido pelo regime tributário.
Diferenças entre MEI, EI, EIRELI se comparadas à SLU
Antes de explicarmos as diferenças que MEI, EI, EIRELI tem com a SLU, é importante citar a principal semelhança entre eles, pois todos podem ser enquadrados no Simples Nacional, e também todos são boas opções para quem deseja empreender sozinho porque não exigem sócios.
Confira agora as principais diferenças entre os modelos:
SLU
MEI
EIRELI
EI
Quantidade de sócios
Não pode ter sócio
Não pode ter sócio
Não pode ter sócio
Não pode ter sócio
Quantidade de funcionários
Ilimitada
Apenas um funcionário
Depende do seu regime tributário
Não há limite de funcionários
Faturamento máximo
R$ 4,8 milhões / ano
R$ 81 mil / ano
R$ 360 mil / ano
Quando ME, o faturamento máximo anual é de R$ 360 mil e quando EPP, R$ 4,8 milhões
Patrimônio da empresa
Não tem relação com o patrimônio pessoal
Não tem relação com o patrimônio pessoal
Está atrelada ao patrimônio pessoal
Está atrelada ao patrimônio pessoal
MEI
A criação do MEI (Microempreendedor Individual), se deu com o objetivo de deixar mais fácil a regularização para o serviço das pessoas que trabalham por conta própria.
Neste modelo o empreendedor só pode contratar uma pessoa que receba o piso salarial por categoria, mas uma grande vantagem é que ele já se enquadra automaticamente no Simples Nacional. Além disso, os impostos são bem menores e recolhidos em uma única guia chamada de DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional).
A grande diferença entre o SLU e o MEI está no número de faturamento. Pois a Sociedade Limitada Unipessoal pode faturar até R$ 4,8 milhões por ano, enquanto o faturamento do Microempreendedor Individual pode ser até R$ 81 mil por ano.
EI
EI é a sigla para Empresa Individual, ou seja, não possui sócios. Diferente do SLU, no EI o patrimônio da pessoa física fica ligado ao da empresa. Dessa forma, se o negócio ficar com dívidas ou sofrer falência, usa-se os bens do proprietário para abater esses valores.
Você deve estar se perguntando por que alguém escolheria este modelo onde os bens ficam atrelados a empresa? Bom, isso ocorre porque alguns profissionais não podem ser MEIs.
EIRELI
EIRELI é a sigla para Empresa Individual de Responsabilidade Limitada, e assim como o SLU ela mantém os patrimônios da pessoa e do negócio separados. Porém, uma de suas diferenças é que ela possui uma integralização de Capital Social de 100 salários mínimos vigentes.
A SLU não foi criada para substituir a EIRELI, mas algumas trocas aconteceram naturalmente. Pois as suas exigências financeiras são bem menores.
Então, se alguém tem dúvidas sobre qual modelo escolher, é aconselhável que escolha o que é mais adequado para a sua realidade.
Semelhanças entre EIRELI e SLU
Normalmente os empreendedores ficam com dúvidas de qual modelo utilizar, pois eles possuem muitas semelhanças.
Ambos não exigem que o dono do negócio tenha um sócio, não possuem limite de faturamento anual. Além disso, dão bastante segurança jurídica para o empreendedor, pois separam o patrimônio pessoal do empresarial.
Como abrir uma SLU?
Bom, os passos para abrir uma Sociedade Limitada Unipessoal são os mesmo exigidos para abrir qualquer outra empresa. Confira agora uma lista completa com todas as etapas importantes e que devem estar neste processo de abertura.
Determine o seu modelo de negócio;
Defina o nome da sua empresa;
Decida se seu negócio será de micro, pequeno, médio ou de grande porte;
Defina a natureza jurídica;
Escolha as atividades econômicas que sua empresa irá exercer (CNAE);
Selecione o regime tributário (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real);
Prepare o Contrato Social;
Organize toda a documentação que deve ser levada a Junta Comercial;
Se o seu negócio terá um ponto físico é importante obter o alvará;
Realize a inscrição Estadual.
Sociedade Limitada Unipessoal (SLU)
Qual o processo para transformar uma Sociedade Limitada em Sociedade Limitada Unipessoal?
O artigo 1.033, IV do Código Civil (Lei n° 10.406/2002) conjectura a dissolução da sociedade limitada pela ausência de no mínimo dois sócios no quadro societário dessa mesma sociedade caso esse número não for restaurado em 180 dias.
Então, a primeira etapa para transformar uma Sociedade Limitada em Sociedade Limitada Unipessoal é quando ocorre uma aprovação através da alteração de contrato social prevendo a saída dos demais sócios existentes, permanecendo um único sócio. Este processo deve ser registrado na Junta Comercial, pois não é feito automaticamente.
Bom, já citamos como acontece essa transformação, mas agora vamos listar em 3 pontos importantes para transformar uma Sociedade Limitada em Sociedade Limitada Unipessoal.
Faça a alteração do Contrato Social;
Registre na Junta Comercial;
Contrate um escritório contábil para lhe auxiliar neste processo.
Diferença entre Ltda e SLU
Pensando no fato de que você pode estar com dúvidas sobre as diferenças entre Ltda e SLU, resolvemos te esclarecer. É bem simples, pois existe apenas uma diferença entre ambos, que é o número de sócios. Na Unipessoal é apenas um e na Ltda é dois ou mais.
Porém, vale ressaltar que elas não são naturezas diferentes. A sigla SLU é comumente utilizada, mas ela não tem validade jurídica porque o seu termo correto é Ltda Unipessoal.
Qualquer atividade desempenhada pode ser Sociedade Limitada Unipessoal?
Os empreendedores individuais normalmente sentem dificuldades em conseguir formalizar suas empresas por causa das atividades que desempenham. Isso ocorre quando a empresa não se encaixa nos pré-requisitos do governo.
Mas no SLU não há nenhuma restrição, pois este modelo de empresa integra diversos profissionais como dentista, contadores, médicos, entre outros.
O motivo da SLU englobar vários tipos de empreendedores é o artigo 162 do Regulamento do Imposto de Renda, pois todos que antes não podiam atuar como pessoas jurídicas hoje estão liberados para se registrarem como SLU, conforme autorização pela emenda número 6.021 do dia 13 de Julho de 2021.
Para que serve a Sociedade Limitada Unipessoal?
A Sociedade Limitada Unipessoal serve para preencher uma falta no ambiente empresarial, e acabou se tornando um passo muito importante para a economia brasileira.
Mas por que é tão importante para a economia? Bom, ela simplifica os processos de abertura de empresa, o que estimula os novos empreendedores a darem o primeiro passo e com isso movimentar a economia no Brasil. Dessa forma, os números de novas empresas podem aumentar significativamente no futuro.
O que esperar do futuro?
Podemos ficar cientes de que futuramente podem surgir novas medidas onde busquem facilitar a vida das pessoas que desejam empreender.
Este processo é feito por meio da desburocratização de atos que na maioria das vezes acabam desestimulando quem deseja se tornar um empreendedor. Sendo assim, as facilidades podem trazer ótimos resultados para o país.
Considerações finais
Em conclusão, mesmo o Brasil sendo visto como um país burocrático, a SLU (Sociedade Limitada Unipessoal) surgiu com o objetivo de simplificar e fazer com que a legislação ande no mesmo ritmo da maioria dos brasileiros que desejam empreender.
Por este motivo é tão importante que você compreenda e reconheça qual é o melhor modelo de negócio para você.
Lembre-se, sempre que for necessária alguma informação aqui deste artigo, você pode voltar e buscar pelo tópico de seu interesse. E antes de abrir seu negócio siga os passos certos para obter sucesso e contribuir para o desenvolvimento de nosso país.
Perguntas frequentes sobre a SLU
Posso ter um sócio?
A empresa que opta por ser SLU não pode ter sócios.
Quantas empresas Unipessoais posso ter?
É possível ter mais de uma empresa optando por ser SLU.
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