Roupas de surf e skate: Como montar uma confecção

Roupas de surf e skate: Como montar uma confecção

A moda para surfistas e skatistas apresenta crescimento interessante no mercado. Por isso, a área da produção têxtil em si é uma boa para se investir. Assim, aqui você terá mais detalhes técnicos e específicos sobre como montar uma confecção de roupas de surf e skate.

O mercado de roupas de surf e skate

Com um litoral gigantesco, o Brasil possui forte apelo para o uso de surfwear e skatewear, as modas praia e urbana. Afinal, os praticantes de surf e skate possuem um estilo único e gostam de usar roupas características. Normalmente estão na faixa etária de 15 e 30 anos, mas os clientes estão mais diversificados. Por isso, apoie em uma multiplicidade de tamanhos, estilos e tecidos em suas confecções para compreender um público maior e obter mais sucesso nas vendas.

De acordo com a Associação Brasileira de Indústria Têxtil, o faturamento da moda de roupas de surf e skate gira em torno de R$ 2,5 bilhões anuais. Um quarto da população brasileira possui a idade entre 12 e 35 anos, portanto estamos considerando como público potencial cerca de 33 milhões de pessoas. Levamos em conta que nem todo mundo utiliza este tipo de roupa, mas ainda assim são números bastante expressivos.

O setor têxtil no Brasil possui uma concorrência bastante acirrada, e no setor das modas praia e urbana não é diferente. A estimativa é de que existam cerca de 20.000 pontos de venda desde estilo no país, dos quais 13.000 são surfshops. Existe ainda outra dificuldade: as marcas estrangeiras destas vestimentas são bastante conceituadas e oferecem uma feroz concorrência aos produtos naturais, portanto, aposte em inovação e qualidade.

O setor têxtil no Brasil em si já é considerado forte, com grande geração de emprego e altos rendimentos. Assim, este é um negócio que não exige um investimento inicial muito alto. O maior público consumidor deste tipo de moda são jovens de ambos os sexos.

Nunca deixe de estudar muito bem cada passo dado em seu novo empreendimento e realizar sempre análises comerciais e econômicas da região onde você investe. Um bom planejamento pode ser a chave para o êxito nos negócios.

roupas de surf e skate

A estrutura da sua confecção de roupas de surf e skate

Estude também sobre o imóvel que pretende utilizar. Leve em conta os custos que ele trará ao seu negócio para estabelecer a rentabilidade. Pense sobre o preço do aluguel ou da propriedade, caso invista na aquisição da mesma. Com relação à localização, lembre-se que seus produtos não serão vendidos exatamente no mesmo lugar onde realiza a produção, pois você fornecerá seus produtos a shoppings, lojas e centros comerciais.

Isso faz com que não haja a necessidade de a confecção estar próxima a grandes centros de comércio ou com grande fluxo de pessoas. No entanto, a proximidade com os pontos de venda facilita o transporte e a entrega, podendo agilizar e otimizar o processo de giro de produtos e capital.

Se for possível aliar mais fatores favoráveis, busque se instalar próximo ao local de onde vêm os insumos. Como um local com abundância de água e possibilidade de contratação de mão de obra qualificada para a realização dos serviços, por exemplo. Preferencialmente  próximo a vias efetivas para o deslocamento das mercadorias.

Para a sua confecção, utilize os seguintes equipamentos:

  • máquinas de costura overloque;
  • máquinas de costura reta;
  • cosiderias;
  • galoneiras.

No comercial/administrativo, computadores, impressoras, telefones e demais móveis de escritório. Tenha à disposição das costureiras mesa para medida e corte, tábuas de passar e demais ferramentas de costura.

Aluguel de roupas de surf e skate

Assim como surfistas fazem a compra de roupas para realizar o esporte, quem está aprendendo ou quer fazer apenas uma aula, pode não querer comprar a roupa. Dessa forma, considere um serviço de aluguel de roupas.

💡 Você também pode gostar: Como abrir uma loja de roupas? Veja 7 passos!

Burocracia e espaço físico

Na hora de instalar sua empresa, atente às obrigações legais e burocráticas. Dentre elas, consultar o zoneamento do Plano Diretor de sua cidade, defina o tipo de sociedade e se cadastre nos seguintes órgãos: junta comercial, Receita Federal (CNPJ), Receita Estadual, entidade sindical patronal, alvará de funcionamento junto à Prefeitura, INSS/FGTS. Para atividades no setor têxtil não existem legislações específicas.

Com relação às instalações físicas, tudo vai depender da projeção de produção de roupas de surf e skate que você pretende para seu empreendimento. Recomenda-se, para início das atividades, uma área de 500 m², divididos em:

  • recepção de insumos e estocagem;
  • área de fabricação de roupas;
  • área financeira;
  • vestiários e banheiros para os colaboradores;
  • espaço para venda e mostruário.

É importante que tudo seja posicionado em apenas um galpão, para facilitar todo o processo de logística.

Com relação ao pessoal, o número de colaboradores também varia de acordo com o tamanho do negócio. Para o empreendimento que estamos descrevendo aqui, 15 funcionários em média é um número indicado. Dentre eles, 10 empregados para a área de corte, costura e arremate, enquanto outros dois cuidam do estoque, recepção e expedição, um auxiliar de serviços gerais, um vendedor e um responsável pelas atividades administrativas.

Confecção de roupas de surf e skate pode ser MEI?

Sim, uma confecção de roupas de surf e skate com CNAE 4763-6/02 – Comércio varejista de artigos esportivos, pode ser MEI.

Gestão do negócio

O mais importante na sua empresa depois de pronta é a gestão. Ou seja, como você fará o controle de dados da mesma. Esse pode ser feito através de planilhas para lojas de roupas. Essas são um ótimo custo beneficio para a empresa, mas não significa que estarão livres de erros.

Em contrapartida, é indicado o uso de um bom software de gestão para otimizar e agilizar os resultados de sua empresa. Utilize o eGestor. Completamente online, o programa não congestiona suas máquinas e auxilia o trabalho em todo o processo de gerenciamento.

Para este tipo de negócio, é altamente recomendável que se faça uma boa gestão do estoque. Fazer este gerenciamento significa buscar um constante equilíbrio entre a entrada dos insumos, a produção das peças e a saída dos lotes, fazendo com que as mercadorias saiam em grande número, mas sempre sobre produtos em estoque para capital de giro.

Em uma confecção de roupas, é necessário o contato dos distribuidores e vendedores para que as mercadorias possam ser comercializadas. Busque se relacionar com bastantes pontos de venda, e prefira fazer a expedição de um grande número de mercadorias, a preço de atacado. Mesmo que possua proximidade com o comércio de uma determinada região, busque ampliar seus focos de negócios, para ampliar cada vez mais o rendimento e a abrangência de seu empreendimento.

Conclusão

Sabemos então que o principal público alvo de uma loja confecção de roupas de surf e skate, é o público jovem. É um público que apresenta um elevado índice de consumo. O que é um fator muito importante de analisar para abrir o seu empreendimento de surfwear e skatewear. Com um amplo estudo de mercado e de concorrência, a montagem de um espaço físico adequado e em uma localização apropriada e com  a escolha de funcionários que estejam em sintonia com o seu público alvo, é possível obter um negócio altamente lucrativo.

Banner-conversao-eGestor-blog
Como escolher uma empresa de criação de sites

Como escolher uma empresa de criação de sites

Criar um site profissional é um dos principais elementos para entrar em novos mercados, conquistar mais clientes e fidelizar os já existentes. 

Quer tê-lo? Bem, será necessário ter uma empresa que crie um site confiável e, sobretudo, que tenha expertise na criação de sites.

Se você está em busca de um novo site ou deseja redesenhar seu site atual, provavelmente está se perguntando como determinar qual será a agência de criação de sites que você vai escolher.

Por fim, a empresa escolhida é responsável pelo design e desenvolvimento do seu site, que é a primeira impressão que o cliente tem da sua marca e empresa.

Depois de reconhecer que a internet é um mercado competitivo, você tomará todas as medidas necessárias para garantir que seus clientes tenham a melhor experiência de marca online para serem bem-sucedidos.

Hoje, os consumidores podem escolher entre uma variedade de plataformas devido às incríveis mudanças que aconteceram na web social e mobile.

A tarefa de encontrar uma agência de criação de sites que possa entregar o que você deseja nunca foi tão assustadora quanto hoje. Há uma linha tênue entre o sucesso e o fracasso na criação e execução de determinado website, atualmente. 

Você precisa ficar na linha do sucesso!

O que uma empresa de criação de sites deve oferecer?

As empresas criadoras de site são uma equipe de profissionais responsáveis ​​pela criação de websites profissionais. 

Trata-se de um ambiente multiuso, seus colaboradores são responsáveis ​​pelos diferentes aspectos do site. Sendo estes: programação, design, conteúdo, marketing, entre outros.

Além disso, é necessário que a empresa traga uma boa experiência ao usuário na criação de sites. 

As melhores empresas de desenvolvimento web têm muitos anos de experiência nesta função. Como resultado, eles são capazes de entregar o produto final profissionalmente.

Já com relação ao suporte, a empresa deve oferecer um suporte confiável. Ao confiar em uma agência do site, você garante que receberá suporte a qualquer momento. 

A empresa que faz o site, também deve oferecer em criar páginas que são encontradas nos mecanismos de pesquisa do Google, por exemplo.

O que devo observar em uma empresa de criação de sites?

Escolher uma empresa de desenvolvimento de sites não é tão fácil quanto parece. Você pode comparar o desenvolvimento de um site ou loja online com a construção de uma casa.

Se você contratar os especialistas errados para construir a base, que usa os materiais errados, seu projeto futuro falhará e você ficará infeliz.

Desta forma, para evitar tais situações na criação do seu site. Compartilhamos os pontos mais importantes na escolha da melhor equipe para criação de sites.

A empresa deve ter um bom portfólio

Avaliar a experiência da empresa na criação de sites é muito importante. Esse é um aspecto primordial que qualquer proprietário de site em potencial deve fazer.

Conhecer a experiência da equipe ajudará você a entender se essa agência pode atender às suas necessidades para criar o seu site.

Com isso, o primeiro passo é revisar o portfólio da sua equipe. Na maioria dos casos, as empresas compartilharão seus projetos no site.

Depois de estudar o portfólio, você avaliará a funcionalidade e usabilidade do seu projeto real. Além das aptidões de desenvolvimento e design.

O portfólio da agência pode incluir trabalhos semelhantes que atendam às suas necessidades e expectativas.

Além disso, você deve buscar informações sobre a experiência da empresa em uma área específica, que deve ser a sua.

Veja as avaliações de clientes

A melhor maneira de conhecer a empresa, é consultar as opiniões de seus antigos clientes.

Essas revisões fornecerão informações sobre projetos semelhantes ao seu. Em poucas palavras, essa pesquisa lhe proverá uma ideia de sua classificação entre outras do setor.

Peça referências sobre a empresa

Toda empresa de desenvolvimento web respeitável tem clientes de sucesso anteriores. É uma boa prática entrar em contato com os clientes de um grupo e perguntar sobre sua experiência.

Se os clientes antigos estão satisfeitos com os serviços prestados, essa agência é considerada de confiança.

Se os clientes anteriores não estiverem satisfeitos, você deve considerar outras opções.

Faça uma avaliação da qualidade do site da empresa que você quer contratar

Você pode saber mais sobre os padrões de qualidade da equipe verificando sua presença digital, em sua totalidade. Por isso, é necessário analisar o perfil, o site e o conteúdo das redes sociais.

Observe o design do site, os recursos e a qualidade do conteúdo do blog que eles publicam.

O design do site deve ser moderno. Se a empresa não seguir as melhores práticas, talvez não consiga lidar com seu projeto.

Veja se a empresa de sites te responde com rapidez

A capacidade de resposta é outro fator a considerar ao escolher uma empresa de desenvolvimento web.

Nesse caso, você pode entrar em contato com o suporte, para saber se a resposta acontece em tempo hábil. Você pode dar-lhes um número X de horas para responder ao seu pedido, mais ou menos até 24 horas.

Se a empresa estiver interessada em abraçar a sua causa, isso é um bom sinal. Lembre-se também que sem entender seus objetivos e necessidades, era impossível para a equipe fornecer uma estimativa precisa.

Qual é o melhor lugar para a criação de sites?

As empresas que buscam sucesso necessitam de ótimas empresas para criação de sites e que tenham todos os recursos possíveis para garantir seu crescimento.

Além de contar com desenvolvedores totalmente qualificados, a Construsite Brasil possui as melhores soluções web do Brasil, disparadamente. Isso lhe proporcionará melhor qualidade e suporte ilimitado no site da sua empresa.

Crie já o seu site personalizado ou site modelo e decole o seu negócio!

Dicionário de Contabilidade: Entenda todos os termos utilizados

Dicionário de Contabilidade: Entenda todos os termos utilizados

Na contabilidade existem muitos termos que não estão muito claros para quem não os usa todos os dias. Além disso, os contadores costumam ter uma visão da empresa diferente dos donos, uma vez que tratam apenas da contabilidade, não da administração. Por isso, se mostrou necessária a criação de um dicionário de contabilidade, para que todos possam entender, de forma rápida e simples, o que esses termos significam e qual a implicação deles na empresa.

Dicionário de Contabilidade: A

Alíquota

A alíquota é o percentual resultado do cálculo para o pagamento de impostos. Os valores de impostos nem sempre são fixos, requerendo que exista um percentual em relação ao valor total, e a alíquota é esse percentual.

Assim, quando estamos calculando um valor, ela será um percentual de um valor. Mas quando estamos calculando um valor não monetário, será o valor.

Alvará de funcionamento

Um alvará de funcionamento é uma permissão para que a empresa possa realizar suas atividades no local escolhido. Ele funciona para confirmar que o local escolhido pela empresa está apto para receber uma empresa. Dessa forma, cada prefeitura concede a permissão de acordo com suas normas.

Alvará de funcionamento provisório

O mesmo que um alvará de funcionamento, o alvará de funcionamento provisório permite que uma empresa exerça suas atividades no local por um período de tempo menor. Esse período, de 180 dias, permite que a empresa funcione após a avaliação inicial. Assim, caso seja necessário alguma alteração no local, a empresa tem esse tempo. Após terminar o prazo estipulado do alvará de funcionamento provisório a empresa deve ter o alvará de funcionamento permanente.

Amortização

A amortização é o pagamento de uma dívida de forma antecipada e gradual. Assim, se uma dívida é feita e houver a intenção de redução do valor total ela será amortizada. Afinal, o valor total será amortizado com o pagamento antecipado de um valor.

Ativos

Um ativo, na visão contábil, é tudo que pode ser convertido em dinheiro. Uma vez que ele pode ser convertido em dinheiro quando necessário, o estoque da empresa é um ativo. Ainda, o caixa, seja físico ou no banco, é um ativo, já que é dinheiro, por exemplo.

Ativo circulante

O ativo circulante é todo ativo da empresa que pode ser convertido em dinheiro em um curto período, menor que 12 meses. Por exemplo, estoque, dinheiro em caixa e matéria prima.

Ativo não circulante

O ativo circulante é todo ativo da empresa que pode ser convertido em dinheiro em um longo período, maior que 12 meses. Por exemplo, investimentos de longo prazo, imóveis e maquinário.

Dicionário de Contabilidade

Dicionário de Contabilidade: B

Balancete

O balancete é uma espécie de relatório com os saldos da empresa. Ele é utilizado para comparação das entradas e saídas em um período, garantindo a saúde financeira da empresa. Então, confira um exemplo simples de balancete:

ContasSaldo débitoSaldo crédito
Caixa10.000,00
Despesas2.000,00
A receber12.000,00
Capital Social20.000,00
22.000,0022.000,00

Balanço patrimonial

O balanço patrimonial é um relatório obrigatório para empresas, onde são levantados todos os ativos e passivos. Ele é responsável por determinar o patrimônio de uma organização de forma assertiva.

Ativo CirculantePassivo Circulante
CaixaEmpréstimos
BancoFornecedores
EstoquePatrimônio Líquido
Ativo Não circulanteCapital Social
ImóveisLucros
TotalTotal

Dicionário de Contabilidade: C

Capital de Giro

O capital de giro é o valor em dinheiro que a empresa tem para girar o negócio, ou seja, para que mantenha a empresa funcionando. Dentro desse valor podemos contar o estoque, por exemplo. Afinal, o cálculo para saber o valor do capital de giro é: ativos circulantes menos passivos circulantes.

Capital Social

O capital social é o valor investido em uma empresa pelos seus sócios, ou acionistas, relatado na abertura da mesma. Assim, pode se dizer que esse montante é o que o negócio precisa para começar a operar, uma vez que no início o retorno do lucro é mais baixo.

Carta de Correção

A carta de correção é um documento fiscal utilizado para corrigir erros em uma nota fiscal emitida. Nela podem ser corrigidos dados como códigos fiscais, descrição do produto, peso e dados adicionais. Entretanto, não podem ser corrigidos a data de emissão ou saída, dados cadastrais e alíquotas, valores e quantidades.

CCMEI (Certificado da Condição do Microempreendedor Individual)

CCMEI é o Certificado da Condição do Microempreendedor Individual, um documento que certifica o MEI como regularizado. Uma vez que ele comprova a validez do CNPJ, ele também garante que esse está registrado na Junta Comercial e que tudo está em ordem. Ainda, o CCMEI tem validade como alvará de funcionamento e licença provisória.

Certificado digital

O certificado digital é a assinatura da empresa de forma digital. Ele é obrigatório para a emissão de notas, uma vez que atesta a sua originalidade. Ele pode ter vários formatos, sendo digital ou em forma de token, por exemplo. Normalmente têm validade de 1 ano, independente do formato, e exigindo a sua renovação.

CF-e (Cupom Fiscal Eletrônico)

O CF-e é o Cupom Fiscal Eletrônico normalmente emitido em São Paulo através do SAT e criado para substituir o ECF.

Classificação das Contas

Uma empresa possui ativos e passivos, receitas e despesas; essas são as principais formas de giro financeiro dentro dela. Assim, a classificação de contas é o que identifica o que cada uma é. Ou seja, a classificação de contas contábeis são os ativos, passivos, receitas e despesas.

CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas)

CNAE é a sigla para Classificação Nacional de Atividades Econômicas, que é utilizada no Brasil para um padrão de códigos internos como categorização das atividades prestadas por empresas. Assim, toda empresa brasileira precisa estar enquadrada em algum CNAE.

O código tem tanta importância, principalmente porque ele é utilizado para que a empresa defina o seu tipo, porte e regime tributário.

CND (Certidão Negativa de Débito)

CND, ou Certidão Negativa de Débito, é um documento que tem como intuito atestar a regularização fiscal de pessoa física ou jurídica. Ele garante que não existam pendências financeiras ou processuais em nome da pessoa e podem ser emitidos por qualquer órgão governamental.

CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica)

O CNPJ é o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica, o cadastro que identifica uma empresa. Assim como o CPF, o CNPJ é utilizado para comprovar a identificação de uma empresa, ou pessoa jurídica. Somente com ele que se pode realizar trâmites como compra e venda, e emitir notas fiscais. Dessa forma, a sua existência torna a empresa legal perante a justiça.

Dicionário de Contabilidade

Código de Serviço

O código de serviço é um número utilizado para identificar o serviço prestado pela empresa. Ele é utilizado como padrão para emissão de nota fiscal de serviço e em relação aos valores de impostos cobrados. Assim, como a prefeitura do município é quem define valores de ISS, ela também é a responsável pelo Código de Serviço também.

Código do Simples

O Código do Simples é utilizado por empresas adeptas ao Simples Nacional que precisam acessar os serviços disponíveis no eCac. Para entrar no portal e consultar dívidas ou emitir DARF, a empresa precisa deste código.

Ele tem validade de 2 anos, e após o término do período ele é cancelado automaticamente, mas dá a possibilidade de gerar um novo código.

COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social)

COFINS, sigla para Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social, é um imposto federal utilizado para financiar a previdência social, sendo a saúde e assistência dos trabalhadores. Ele incide sobre a receita bruta das empresas, exceto as que se enquadram no Simples Nacional.

Contrato social

Um Contrato Social é um documento atestando o início da empresa. Ele contém todas as informações básicas do negócio, como os sócios, endereço, atividade principal, atribuições dos sócios e mais. Assim, ele é fundamental para a empresa.

CPP (Contribuição Patronal Previdenciária)

O CPP, ou Contribuição Patronal Previdenciária, é um imposto federal da Previdência Social, como financiamento da mesma. O valor é relativo a 20% da folha de pagamento dos colaboradores, ficando a cargo da própria empresa.

CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Líquido)

CSLL é a sigla para Contribuição Social sobre o Lucro Líquido. Como o próprio nome já indica, ele é um imposto federal sobre o lucro líquido total da empresa. As alíquotas, os valores pagos, são definidos pelo regime tributário da empresa. No Simples ela já está calculada no DAS, enquanto no Lucro Real ela é de 9% e no Lucro Presumido ela varia de 1,08% até 2,88% sobre o faturamento total. A CSLL é uma contribuição para a Seguridade Social.

CT-e (Conhecimento de Transporte Eletrônico)

O CT-e é um modelo de nota fiscal utilizado em casos de prestação de serviço de transporte de cargas.

Custo

Custos são valores gastos pela empresa que estão diretamente relacionados com a produção do bem, ou com a venda do mesmo ou do serviço. Eles podem ser fixos, variáveis ou total.

Custo Fixo

Os custos estão diretamente ligados à atividade final da empresa, sendo valores despendidos para que ela seja viável. Os custos fixos são aqueles que não variam quando a quantidade comercializada varia. Ou seja, eles continuam os mesmos independente de a empresa ter vendido mais ou menos. Um exemplo pode ser o aluguel ou compra de um maquinário, ou algum salário fixo, que não tem comissão.

Custo Total

O custo total é a soma dos custos variáveis e custos fixos da empresa.

Custo Variável

O custo variável da empresa é aquele que varia de acordo com a quantidade de produção ou venda do produto final. Esses valores são alterados conforme a necessidade de mais produtos ou com a quantidade de vendas realizadas. Assim, o principal exemplo de custo variável de uma empresa é a quantidade de insumos. Mas, outro também pode ser as comissões sobre as vendas.

Dicionário de Contabilidade: D

DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais)

DARF é o Documento de Arrecadação de Receitas Federais que age como uma guia de pagamento para quem deve pagar um imposto federal. Ele pode ser gerado por pessoas físicas ou pessoas jurídicas.

DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional)

DAS é o Documento de Arrecadação do Simples Nacional, que é a guia de pagamento para os 8 impostos unificados do regime.

DASN-SIMEI (Declaração Anual do Simples Nacional – Sistema MEI)

O DASN é a Declaração Anual do Simples Nacional, uma declaração de faturamento que deve ser feita anualmente para os adeptos do Simples Nacional. Assim, todo MEI deve informar o faturamento bruto e todas as vendas. Ela é necessária porque para o MEI, a emissão de nota fiscal não é obrigatória.

DCTF (Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais)

O DCTF, a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais, é uma declaração obrigatória para declarar os impostos e contribuições à Receita Federal. Assim, devem estar nela: IRPJ, IRRF, IPI, IOF, CSLL, PIS/Pasep, COFINS, CPMF e outros.

Déficit

Déficit, ou défice, é quando as despesas são maiores que as receitas, assim, faltando dinheiro. É o que acontece quando o dinheiro que deve sair é maior do que o que se tem em caixa.

DEFIS (Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais)

O DEFIS é a Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais, que informa à Receita Federal os dados econômicos, fiscais e sociais de empresas integrantes do Simples Nacional.

Demonstração de Fluxo de Caixa

A demonstração de fluxo de caixa é um relatório do fluxo de caixa da empresa, com todas as entradas e saídas, indicando como está a saúde financeira.

Demonstração de Lucros e Prejuízo Acumulados

Também conhecida como DLPA, a Declaração de Lucros e Prejuízos Acumulados é um relatório contábil das mudanças que ocorreram no patrimônio líquido de uma empresa. O seu nome é porque essas mudanças podem ser em função do aumento do lucro ou em caso de prejuízo acumulado.

Demonstrações Financeiras

As demonstrações financeiras são todos os relatórios e documentações que auxiliam na visualização da saúde da empresa. Algumas demonstrações financeiras são o Balanço Patrimonial, Demonstração do Resultado do Exercício (DRE), Fluxo de Caixa, Demonstração dos Lucros e Prejuízos Acumulados e outras.

Depreciação

A depreciação é o que acontece com um ativo ao longo do tempo, podendo ser por desgaste ou obsolescência natural. Por exemplo, um imóvel tem uma depreciação natural, tanto pelo desgaste quanto pelo seu valor de mercado. Outro bem que é depreciado são os veículos utilizados nas atividades da empresa.

Dicionário de Contabilidade

Despesas

Despesas são os valores despendidos para que uma empresa siga em funcionamento. Enquanto os custos são valores que estão diretamente relacionados à produção e venda final do produto, nas despesas estão os valores relacionados à infraestrutura da empresa. Por exemplo, o aluguel é uma despesa.

Despesas fixas

As despesas fixas são despesas cobradas independente da quantidade de vendas ou dos resultados gerais. Assim, entre elas podemos citar o aluguel e a folha de pagamento.

Despesas variáveis

As despesas variáveis são cobradas em função do volume de produção ou de vendas. Por exemplo, comissões e impostos.

DIRF (Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte)

DIRF é a Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte, uma obrigação tributária acessória que informa à Receita Federal os impostos e contribuições retidos com pagamentos. Seu intuito é evitar a sonegação fiscal.

Dividendos

Os dividendos são parcelas do lucro divididas entre os acionistas, sendo assim, uma forma de remuneração.

DRE (Demonstração do Resultado do Exercício)

DRE é a Demonstração do Resultado do Exercício, ou seja, um relatório das operações financeiras de uma empresa, que mostra a Receita Líquida, o Lucro Bruto e o Lucro ou Prejuízo Operacional.

Duplicata

A duplicata é um tipo de contrato, em forma de título de crédito, que simboliza uma ordem de pagamento.

Dicionário de Contabilidade: E

eCac

O eCac é o centro virtual de atendimento da Receita Federal. O portal permite que sejam feitas solicitações e procedimentos de forma online, como, por exemplo, 2ª via de documentos, verificar rendimento e a emissão da DARF.

EI (Empresário Individual)

EI é a sigla para Empresário Individual, um tipo de empresa onde uma pessoa física exerce uma atividade empresarial. Assim, não há separação de bens pessoais e da empresa.

EIRELI (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada)

EIRELI era um tipo de empresa com separação de bens pessoas e empresariais, onde o capital social mínimo fosse de 100 salários mínimos. Entretanto, ele foi extinto em agosto de 2021 e substituído pelo SLU.

Encargos Sociais

Os encargos sociais são impostos e tributos de âmbito federal, estadual ou municipal que são revertidos em benefícios de forma indireta e a longo prazo, para os trabalhadores. Assim, entre eles podemos citar o FGTS, a Previdência Social e o Imposto de Renda.

Dicionário de Contabilidade

EPP (Empresa de Pequeno Porte)

É uma empresa de pequeno porte que tem um faturamento anual bruto entre R$ 360 mil e R$ 3,6 milhões. Ela também deve ter entre 10 e 49 funcionários, se de comércio ou serviços; mas as indústrias ou empresas de construção devem ter de 20 a 99 colaboradores.

Exercício Social

O exercício social é o período determinado para que uma empresa elabore os seus demonstrativos contábeis. O período deve durar um ano, e a data de término deve estar fixada no estatuto social.

Dicionário de Contabilidade: F

Fator R

O Fator R é um cálculo para definir em qual anexo do Simples Nacional a empresa se encaixa. Para calcular basta dividir o faturamento bruto pela folha de pagamento no mesmo período. É importante realizar esse cálculo com atenção, uma vez que ele pode fazer com que as empresas paguem menos impostos do que já pagam.

Fatos Administrativos ou Contábeis

Os fatos administrativos, ou contábeis, são episódios que alteram a composição do Patrimônio Líquido da empresa. Por exemplo, garantias, contratos de compras e vendas de seguros.

Faturamento bruto

O faturamento é todo valor que uma empresa recebe durante um período de tempo, a soma de todas as vendas de produtos ou serviços. Portanto, para calcular, basta multiplicar a quantidade de produtos pelo preço de venda.

Faturamento líquido

O faturamento líquido é todo valor que a empresa recebe em um período, descontando os impostos e deduções de venda, como impostos. Assim, a fórmula segue a mesma, apenas devem ser descontados os valores de impostos e deduções de venda do preço de venda antes de multiplicar o total pelo valor.

FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço)

O FGTS é um benefício dos trabalhadores contratados pela CLT, recebido todo mês, como uma reserva monetária. O seu intuito é que o colaborador, em caso de demissão sem justa causa, possa retirar esse valor. Entretanto, outros casos específicos permitem a retirada do valor, como financiamento da casa própria.

Fluxo de caixa

Fluxo de caixa é o registro das movimentações financeiras de uma empresa, todas as entradas e saídas. Ele pode ser uma ferramenta de análise, demonstrando o saldo disponível e os valores a serem pagos.

Formato jurídico

O formato jurídico é a forma com que uma empresa pode ser aberta. Ele pode ser, por exemplo, MEI (Microempreendedor Individual), ME (Microempresa), EIRELI (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada), SLU (Sociedade Limitada Unipessoal), LTDA (Sociedade Empresária Limitada) e S/A (Sociedade Anônima).

Dicionário de Contabilidade: G

GFIP (Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social)

A GFIP é a Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social. Ela é uma guia de pagamento para recolher os valores do FGTS.

Entretanto, em novembro de 2021, a guia começou a ser substituída pela DCTFWeb, que é a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais e Previdenciários e de Outras Entidades e Fundos.

Dicionário de Contabilidade

GPS (Guia da Previdência Social)

A GPS é a Guia da Previdência Social é a guia de pagamento das contribuições do INSS de contribuintes individuais, segurados especiais, segurados facultativos e empresas obrigadas a entregar a GFIP.

GRF (Guia de Recolhimento do FGTS)

A GRF é a Guia de Recolhimento do FGTS, assim, ela é a guia de pagamento para que seja recolhido o valor do FGTS dos funcionários pela empresa. Para gerar a guia é possível utilizar o aplicativo SEFIP.

Dicionário de Contabilidade: I

ICMS (Imposto sobre operações relativas à circulação e sobre prestação de serviços de transporte interestadual, intermunicipal e de comunicação)

O ICMS é um imposto federal sobre a circulação de mercadorias, prestação de serviços de transporte e serviços de comunicação. Quem é adepto do Simples Nacional realiza o pagamento do valor na DAS, enquanto quem opta pelos regimes de Lucro Presumido e Lucro Real, para valores referentes às alíquotas.

Imposto

O imposto é um tributo cobrado pela federação, pelo estado ou pelo município que é convertido em benefícios ou custeia as despesas administrativas deles. A sua forma de pagamento, assim como os valores, são definidos pelo regime tributário da empresa.

Inadimplência

A inadimplência é quando uma obrigação financeira não é cumprida, ou seja, quando um pagamento não é feito na data prevista. Assim, quando isso acontece, o cliente se torna inadimplente. Isso pode, a longo prazo, “sujar” o nome de uma pessoa, fazendo com o fato de ser inadimplente não permita que ela realize algumas operações comerciais.

Índice de Liquidez

O índice de liquidez indica a capacidade da empresa de realizar pagamentos em curto prazo. O cálculo é feito através dos dados de ativo circulante e passivo circulante, dividindo o primeiro pelo segundo. Assim, ele é um dos indicadores financeiros que a empresa precisa estar atenta.

Inscrição estadual

A inscrição estadual é um número de registro que identifica a empresa na SEFAZ do estado como contribuinte do ICMS. Assim, a inscrição estadual também serve para fiscalizar e recolher o ICMS.

Inscrição municipal

A inscrição municipal é um número que atua como código de registro da empresa na Junta Comercial, podendo ser cadastrada na prefeitura. Assim, ela é uma permissão da prefeitura para o negócio, além de assegurar que a empresa está regularizada.

Ainda, empresas que emitem NFS-e precisam da inscrição municipal, por exemplo.

INSS

O INSS, sigla para Instituto Nacional do Seguro Social, é um órgão do governo responsável pela previdência social, como aposentadoria, salário maternidade e auxílios, como doença, acidente e reclusão. Os valores de referência pago ao INSS são descontados em folha, variando de acordo com a faixa salarial do colaborador.

IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados)

O IPI é um imposto federal sobre os produtos industrializados que circulam no Brasil. Os produtos industrializados, sobre o qual esse imposto incide são aqueles que sofrem alterações de natureza, funcionamento, apresentação, impressão ou finalidade.

IRPF (Imposto de Renda da Pessoa Física)

O imposto de renda de pessoa física é um imposto federal cobrado pelo governo brasileiro e incide sobre ganhos de pessoas físicas. Todos que recebem acima de R$ 28.559,90 anualmente, ou R$ 2.379,98 mensalmente, devem declarar seus rendimentos.

IRPJ (Imposto de Renda da Pessoa Jurídica)

O imposto de renda de pessoa jurídica é o mesmo imposto que o IRPF, a diferença é que um é cobrado da pessoa física e outro da pessoa jurídica. Assim, o IRPF é um imposto federal cobrado pelo governo brasileiro que incide sobre os ganhos de pessoas jurídicas.

Estão isentas as empresas filantrópicas, de caráter recreativo, cultural e científico.

ISS

O ISS, ou ISSQN, é o Imposto Sobre Serviço (antes Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza), ele é um imposto de competência municipal, cobrado de empresas e autônomos que fazem a prestação de serviços.

Dicionário de Contabilidade: J

Junta comercial

A junta comercial é um órgão do governo brasileiro responsável pelo registro de atividades de empresas. Ele também é o emissor do CNPJ, o código que identifica a empresa em âmbito nacional.

Juros

Juros são os valores cobrados quando algum valor é emprestado. Como um valor emprestado normalmente é pago parceladamente, quem o empresta deve ter alguma garantia, assim, os juros. Ele pode ser entendido também como um ‘aluguel’ do valor.

Dicionário de Contabilidade

Dicionário de Contabilidade: L

LTDA (Limitada)

LTDA é a abreviação de limitada, quando falamos de uma sociedade limitada. Uma empresa de sociedade limitada é um formato legal de empresa onde os sócios têm responsabilidade limitada, de acordo com o que foi investido por cada um.

Lucro bruto

Lucro bruto é um valor obtido em decorrência do valor final obtido menos o que foi necessário para chegar a comercialização do valor. Ou seja, quando se vende uma mercadoria, o lucro obtido dela é o valor final menos os custos e gastos necessários para que ela fosse vendida, como vendedor, infraestrutura e outros.

Assim, lucro é a diferença entre a receita total e os custos variáveis.

Lucro líquido

O lucro líquido é o lucro real, o valor que realmente “sobra”. Assim, a fórmula para chegar ao lucro líquido é a receita total menos os custos totais.

Lucro presumido

O lucro presumido é um dos regimes tributários em vigor no Brasil, ele pode ser utilizado por qualquer empresa, desde que ela não ultrapasse R$ 78 milhões de faturamento anual. Mas, também, empresas como bancos, não podem optar por esse regime.

Lucro real

O Lucro Real é um dos três regimes tributários brasileiros. Esse regime é obrigatório para as empresas que faturam mais de R$ 78 milhões de faturamento anual. Nele são apurados os valores de IRPJ e CSLL de pessoas jurídicas.

Dicionário de Contabilidade: M

MANAD (Manual Normativo de Arquivos Digitais)

O MANAD, Manual Normativo de Arquivos Digitais, é um arquivo com as informações sobre a folha de pagamento, exigido pela Receita Federal. Assim, a partir dele são validados os encargos que são recolhidos na folha de pagamento dos colaboradores.

Margem de Contribuição

A margem de contribuição é o valor remanescente da receita menos os gastos variáveis. Assim, esse indicador consegue mostrar se a receita é um valor suficiente para realizar o pagamento de custos e despesas. E ainda, se existe sobra desse valor, ele indica se a empresa consegue lucrar.

MDF-e (Manifesto de Documentos Fiscais Eletrônico)

O MDF-e é o Manifesto de Documentos Fiscais Eletrônico que vincula diferentes documentos em uma única unidade de carga. Ele também é obrigatório para empresas que realizam o transporte de cargas desde 2014.

ME (Microempresa)

A Microempresa é uma empresa que possui um faturamento anual de até R$ 360mil e pode empregar até 9 funcionários quando comércio e até 19 quando setor industrial.

MEI (Microempreendedor Individual)

O MEI é um tipo de empresa onde um trabalhador autônomo é registrado como empresa. Assim, ele possui um CNPJ e tem direitos e deveres de uma empresa. Então, para ser MEI o empresário não pode faturar mais de R$ 81 mil, ser sócio, administrador ou titular de outra empresa e ter no máximo 1 empregado. Ainda, o MEI não é obrigado a emitir nota fiscal ou ter um contador.

MF-e (Módulo Fiscal Eletrônico)

O MF-e é o Módulo Fiscal Eletrônico, a nota fiscal utilizada no estado do Ceará, para substituir o ECF.

Dicionário de Contabilidade

Moratória

Moratória é um termo jurídico que designa um aumento no prazo para o pagamento de uma dívida para que ela possa ser paga antes do vencimento, e, sem o pagamento de juros por atraso.

Dicionário de Contabilidade: N

Nota fiscal

A nota fiscal é um registro de uma operação comercial. Existem vários tipos de notas fiscais, principalmente as notas fiscais eletrônicas. Elas também são importantes para definir o faturamento de uma empresa, que define o seu regime tributário e assim, a quantidade e valores de impostos que são pagos pela empresa.

NF-e (Nota Fiscal Eletrônica)

NF-e é a Nota Fiscal Eletrônica, o documento que atesta uma operação fiscal. A NF-e é um documento fiscal que é emitido e armazenado digitalmente, sendo criada para substituir o cupom fiscal. Assim, ela é obrigatória em todas as operações comerciais, exceto para MEIs em alguns casos.

NFA-e (Nota Fiscal Avulsa Eletrônica)

A NFA-e é a Nota Fiscal Avulsa Eletrônica, que é uma nota emitida pelas empresas que não contribuem com o ICMS e por MEIs, quando necessária a emissão de nota fiscal.

NFC-e (Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica)

NFC-e é a Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica é a nota fiscal normalmente utilizada para operações comerciais diretamente para o consumidor final. Assim como as outras notas eletrônicas, ela é emitida e armazenada de forma digital.

NFS-e (Nota Fiscal de Serviços Eletrônica)

A Nota Fiscal de Serviços Eletrônica é a nota emitida para comprovar a prestação de um serviço. Dela são cobrados impostos, como o ISS. Para que uma empresa possa emitir a NFS-e, é necessário a autorização da prefeitura da cidade onde a empresa atua.

Nota Fiscal Complementar

A nota fiscal complementar é uma nota utilizada em caso de necessidade de modificar algum dado de uma NF-e já emitida.

Nota fiscal de Devolução

Uma nota fiscal de devolução tem como objetivo anular uma operação de compra, quando o produto chega ao destino com algum defeito, ou venda, quando ela não é aceita pelo destinatário.

Nota fiscal Denegada

Uma nota fiscal denegada é uma nota com erro de emitente ou destinatário, assim, a nota não pode ser corrigida e a numeração da nota não pode ser utilizada. Dessa forma, para registrar a operação deverá ser emitida outra nota.

Nota fiscal de Exportação

Uma nota fiscal de exportação é uma nota emitida para clientes que estão no exterior, ou seja, uma nota de um produto de exportação. Nela precisam estar as informações de embarque, transposição de fronteiras e o endereço do consumidor final.

Nota fiscal de Remessa

A nota fiscal de remessa é uma nota com o intuito de informar que um produto está em trânsito para um local onde será consertado, doado ou apenas para trocar o lugar de armazenamento. Ela não serve para uma operação de venda, por exemplo. Ainda, não devem ser pagos impostos sobre a nota, uma vez que ela não é uma operação comercial.

Nota fiscal Rejeitada

Uma nota fiscal rejeitada é uma nota que possui algum erro, logo, o emissor é informado, através da nota rejeitada, e assim tem a chance de corrigir o erro e tentar novamente.

Nome fantasia

Nome fantasia é o nome pelo qual a empresa é chamada. Uma empresa possui um nome fantasia e uma razão social, que podem ser o mesmo, mas são coisas diferentes. O nome fantasia de uma empresa é como ela é conhecida, como o público a chama e que está em fachadas e redes.

Nota Promissória

A nota promissória, diferente das outras notas, não é um registro fiscal. Na verdade, ela está mais para uma promessa, por isso seu nome. A nota promissória é uma promessa, escrita, de realização de um pagamento.

Dicionário de Contabilidade: P

Passivo

Passivo é um termo que designa diversas obrigações financeiras e dívidas de uma empresa. Sendo assim, todas as contas da empresa são passivos. Por exemplo, o aluguel ou a folha de pagamento.

Passivo circulante

Um passivo circulante é uma conta que deve ser quitada em curto prazo, dentro do exercício social da empresa, que é de 12 meses.

Passivo não circulante

Um passivo não circulante é qualquer conta que não deve ser quitada em longo prazo, fora do exercício social da empresa, de 12 meses.

Dicionário de Contabilidade

Patrimônio

Patrimônio são todos os bens de uma empresa. Mas não só isso, o patrimônio também leva em consideração os direitos e obrigações.

PGDAS (Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional)

O PGDAS é a sigla para o Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional. Assim, o PGDAS é o sistema online onde a empresa que opta pelo Simples Nacional pode calcular os impostos a serem pagos, gerar a DAS e declarar os valores à Receita Federal.

PIS/PASEP

PIS é sigla para Programa de Integração Social, enquanto PASEP é sigla para Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público. Ambos são contribuições, o PIS de empresas privadas e o PASEP de órgãos públicos, cujo intuito é financiar o pagamento de benefícios, como seguro-desemprego.

Piso salarial

O piso salarial é o menor salário que o colaborador pode receber de acordo com a sua função, ou categoria profissional. Esses valores são definidos previamente em lei ou pelos sindicatos e variam de acordo com a cidade e o estado. É o contrário do teto salarial.

PME (Pequena e Média Empresa)

PME é sigla para Pequena e Média Empresa, e é um termo utilizado para definir o porte de empresas. Entretanto, para classificar o porte de uma empresa são necessários dois fatores: o faturamento e a quantidade de empregados. Assim, por faturamento:

  • MEI – Faturamento anual de até R$ 81mil
  • MPEs – Faturamento anual de até R$ 360mil
  • EPPs – Faturamento anual acima de R$ 360mil e até 4,8 milhões.

E pela quantidade de funcionários:

  • Comércio e serviço
    • MEs – até 9 funcionários
    • EPPs – de 10 até 49 funcionários
    • Empresa de médio porte – de 50 até 99 funcionários
    • Grandes empresas – mais de 100 funcionários
  • Indústria
    • MEs – até 19 funcionários
    • EPPs – de 20 até 99 funcionários
    • Empresa de Médio Porte – de 100 até 499 funcionários
    • Grandes Empresas – 500 ou mais funcionários

Ponto de Equilíbrio

Ponto de equilíbrio é um indicador financeiro que demonstra se as receitas e os custos da empresa se igualam.

Portal do Empreendedor

O Portal do Empreendedor é um ambiente digital que tem como intuito auxiliar o MEI, seja na abertura dele ou em serviços como emissão da DAS e certidões e comprovantes, por exemplo.

Prejuízo

Prejuízo é o oposto do lucro, sendo assim, quando há mais custos do que receita. Ou seja, quando se gasta mais do que se recebe, gerando dívidas.

Previdência Social

Previdência Social é o que chamamos de forma coloquial de aposentadoria. Assim, a previdência é uma garantia de contribuição mensal após o momento que o colaborador parar de trabalhar. Essa contribuição é paga todos os meses através de desconto em folha e pela empresa.

Princípios Contábeis

Os princípios da contabilidade são as normas e regras de atuação dos profissionais de contabilidade.

Dicionário de Contabilidade

Pró-labore

Pró-labore é a remuneração que o sócio da empresa recebe pelo seu trabalho. Assim, esse valor não é retirado dos lucros e deve ser retirado pelos sócios mensalmente.

Profissional Autônomo

Um profissional autônomo é um profissional que não tem vínculo com nenhuma empresa, mas exerce uma atividade. Dessa forma ele tem autonomia profissional e financeira, além de ter liberdade geográfica.

Profissional Liberal

Um profissional liberal é um profissional que trabalha por conta própria mas está registrado em algum conselho profissional ou ordem.

Dicionário de Contabilidade: R

RAIS (Relação Anual de Informações Sociais)

RAIS é sigla para Relação Anual de Informações Sociais, um relatório com as informações socioeconômicas de uma empresa. Solicitada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, ela serve para que se tenha um controle das atividades de trabalho no país.

Razão social

A razão social é o nome jurídico de uma empresa que deve estar em todos os documentos da empresa, assim como contrato social, cadastro de CNPJ e notas fiscais.

RBT12 (Receita Bruta Acumulado nos últimos 12 meses)

RBT12 é a maneira de especificar a receita bruta acumulada nos últimos 12 meses de uma empresa. Ela é utilizada para para que uma empresa descubra a alíquota efetiva no DAS. A forma da alíquota efetiva é [(RBT12 x ALQ) – PD] / RBT12, onde PD é a parcela a deduzir que se encontra no anexo do Simples Nacional. Enquanto isso, para calcular a RBT12 é preciso somar o faturamento bruto dos últimos 12 meses. Caso a empresa não tenha 12 meses, será necessário o cálculo de RBT12 proporcional.

Recebíveis

Os recebíveis são valores que uma empresa tem a receber pela venda de um produto ou serviço. Assim, esse recebimento pode ser de uma venda à vista ou parcelada.

Receita total

A receita é tudo que uma empresa recebe em função da venda de produtos ou serviços. A receita é um indicador que não tem a retirada de valor, como o lucro e o faturamento, por exemplo. Assim, a receita total é calculada multiplicando o preço e a quantidade da mercadoria.

Regime de caixa

O regime de caixa é a forma de controle de fluxo de caixa onde são registrados os pagamentos na data de pagamento ou recebimento.

Regime de competência

O regime de competência é a forma de controle de fluxo de caixa onde são registrados os pagamentos na data que a venda aconteceu, mesmo que ele seja pago em outro momento.

Regime tributário

Regime tributário é a forma que uma empresa realiza o pagamento dos impostos no Brasil. Assim, atualmente existem três regimes tributários: Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real, sendo que cada um tem seus requisitos relacionados ao faturamento da empresa.

Rentabilidade

Rentabilidade é a porcentagem do que é recebido como retorno. A rentabilidade pode ser considerada um indicador financeiro, uma vez que demonstra se a empresa terá um retorno esperado.

RPA (Recibo de Pagamento Autônomo)

O RPA, ou Recibo de Pagamento Autônomo, é um documento que comprova um pagamento feito a pessoas físicas que não têm vínculo CLT com a empresa pagadora.

Dicionário de Contabilidade: S

Salário mínimo

Salário mínimo é o menor valor que pode ser recebido como remuneração por exercer uma função. Esse valor é atualizado anualmente e serve como guia para diversos impostos.

SEFIP (Sistema Empresa de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência)

O SEFIP é o sistema de recolhimento do FGTS, responsável por gerar a GFIP (Guia de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social).

Dicionário de Contabilidade

Simples Nacional

O Simples Nacional é um dos regimes tributários brasileiros, que define a forma com que uma empresa realiza pagamentos. Ele foi criado para fazer jus ao seu nome e ser simples, dessa forma, ele une os 8 principais impostos em uma guia, a DAS. As empresas que optarem por ele podem faturar no máximo R$ 4,8 milhões.

SLU (Sociedade Limitada Unipessoal)

A SLU, ou Sociedade Limitada Unipessoal, é a natureza jurídica que substitui o EIRELI. Assim, quem opta por ela tem o patrimônio separado da empresa e não é necessário capital social para abertura.

Sociedade Anônima

Sociedade Anônima é uma natureza jurídica que é dividida por ações. Assim, ela divide também a responsabilidade de cada sócio de acordo com a quantidade de ações.

Sociedade Limitada

A Sociedade Limitada é uma natureza jurídica onde dois ou mais sócios têm uma empresa e suas responsabilidades e normas variam de acordo com o valor investido. Portanto, para ela é necessário um contrato social identificando a função de cada sócio.

Dicionário de Contabilidade: T

Teto Salarial

Teto salarial é o montante máximo que um funcionário pode receber de acordo com a sua função. Ele é o contrário do piso salarial.

TFE (Taxa de Fiscalização de Estabelecimentos)

A TFE, Taxa de Fiscalização de Estabelecimentos, é um imposto de competência municipal cobrado pelas prefeituras e, em função das fiscalizações e vigilância feitas pela mesma.

Tributo

Segundo o CTN, Código Tributário Nacional, no artigo 3º, um tributo é

Toda prestação pecuniária compulsória, em moeda, ou cujo valor nela se possa exprimir, que não constitua sanção de ato ilícito, instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada.

Ou seja, um tributo é uma cobrança obrigatória pagas em relação a um ato. Normalmente, tributo é utilizado como sinônimo para impostos, assim, as cobranças mais comuns de atos são em relação a operações comerciais. Mas também são considerados tributos as taxas e contribuições.

5 tendências de ERP para 2023: conheça seus principais impactos

5 tendências de ERP para 2023: conheça seus principais impactos

O mercado de ERP está sempre em uma frequente evolução. Isso faz com que surjam cada vez mais tecnologias, a fim de facilitar os processos empresariais. Além disso, podem proporcionar uma experiência incrível tanto para o dono do negócio, quanto para os seus consumidores.

Durante a quarentena as empresas precisaram se acostumar à nova forma de empreender e até mesmo exercer as suas atividades de forma online. O ERP foi uma ótima opção para este momento tão caótico para o comércio. E toda essa otimização e trabalho remoto trouxe também a oportunidade de o ERP evoluir.

Por isso, preparamos este material com informações completas para você conhecer as principais tendências de ERP para o ano de 2023.

O que é ERP?

ERP é a sigla para Enterprise Resource Planning em sua livre tradução significa Planejamento de Recursos Empresariais, ou seja, sistema de gestão integrado. Trata-se de um software que tem como objetivo principal melhorar a gestão da empresa.

Além disso, serve para unificar diversas informações sobre o negócio, automatizando alguns processos manuais e armazenando dados.

Dessa forma, facilita o trabalho, a produção fica melhor, qualidade nos processos, e as informações ficam mais rápidas e seguras. Este processo melhora as tomadas de decisões.

Soluções complementares do ERP

Confira as principais soluções complementares que são integráveis ao ERP:

  • BPM (Business Process Management) – trata-se de uma técnica que automatiza os processos alavancando a produtividade de sua operação.
  • CRM (Customer Relationship Management) – se refere a um conjunto de práticas e técnicas que visam melhorar o relacionamento com os clientes. Facilitando o uso das informações disponíveis no ERP.
  • GED (Gestão Eletrônica de Documentos) – trata-se de um conjunto de sistemas que permitem capturar, compartilhar, indexar e processar documentos a qualquer hora e com a mobilidade necessária.
  • BI (Business Intelligence) – refere-se a estratégia que faz o processo de coleta e transforma os dados em uma informação clara e muito valiosa, facilitando as análises, os resultados e o monitoramento com as informações da empresa.
  • IA (Inteligência Artificial) – refere-se à máquinas que imitam a inteligência dos seres humanos para resolver problemas e realizar algumas tarefas complexas, indo além de programações e tomando decisões de forma autônoma.
  • PDV (Ponto de Venda) – instala-se em lojas para controlar as informações do dia a dia da empresa, desde o processo de venda até a emissão de NFe, SPED, entre outros.

Qual o momento de implantar um ERP?

Antes de implantar o ERP, as empresas analisam e testam para verificar se este sistema realmente está de acordo com as suas necessidades. Normalmente quando as empresas não utilizam um ERP, acabam utilizando diversos softwares

E utilizar diversos softwares gera muita dor de cabeça e faz com que as informações se percam e que os dados copiados sejam utilizados da forma errada. É nessas horas que se torna extremamente necessário a implantação de um ERP.

Confira algumas situações que podem ocorrer e você saberá que é o momento ideal para implantar um ERP em seu negócio:

Erros no fluxo de informações da empresa

As informações da empresa estão desatualizadas e por esse motivo não são mais confiáveis. Além disso, o negócio acaba se tornando dependente de muitas pessoas para manter essas informações.

Por isso, perde vendas e acaba atendendo os clientes de uma forma bem insatisfatória por não ter acesso a atendimentos anteriores.

Prejuízos financeiros

Você perde o controle sobre o que exatamente deve pagar ou receber, tanto a curto ou longo prazo. Além disso, não consegue organizar as compras e nem tomar decisões sobre investimentos.

Dessa forma, o seu negócio acaba tendo diversos prejuízos e o cenário futuro se torna menos promissor ainda.

Não consegue controlar o estoque

Não consegue entender quais são os produtos que estão em giro durante algum tempo, fazendo com que a empresa fique com um excesso de estoque.

Em alguns momentos o estoque não consegue cumprir a demanda de determinados produtos.

Custo-benefício do ERP

Por fim, depois de todas essas situações você percebe que é muito importante para o sucesso de seu negócio a implantação do ERP.

O próximo passo antes de implantar é verificar o custo-benefício. Para isso, você pode analisar quanto de dinheiro há disponível para investir na melhoria desses processos que foram citados anteriormente.

Após essas etapas não resta mais dúvidas de que é o momento para a implantação do ERP em sua empresa.

Tendências de ERP para 2023

Seguir as tendências é um ponto muito importante para as empresas que desejam continuar atuando no mercado futuramente. A tecnologia está cada vez mais ocupando um lugar importante nos empreendimentos e facilitando os processos empresariais.

Logo, acompanhar as mudanças que ocorrem no mercado não é uma estratégia que favorece somente na escolha dos ERP’s, mas também ajuda na contratação de serviços e/ou produtos.

Confira agora as 5 tendências de ERP para o ano de 2023 e quais são os seus principais impactos em sua empresa:

1 – IoT

IoT é a sigla de “Internet of Things” que em sua livre tradução significa: Internet das Coisas. Trata-se da rede de objetos físicos anexados a sensores e outras tecnologias com o objetivo de conectar e trocar dados com outros dispositivos e sistemas, ou seja, é quando diferentes tipos de objetos conseguem se conectar à internet.

Veja alguns exemplos:

  • smartphones;
  • relógios;
  • carros;
  • rádios, entre outros.

Bem, a Internet das Coisas vem trazendo muitas mudanças no dia a dia das pessoas, e isso não é diferente nas empresas. Por isso, se tornou uma das principais tendências de ERP para 2023, trazendo melhorias na automação dos processos e na análise de dados.

O controle administrativo também passa por uma melhora, uma vez que todos os dispositivos digitais podem ser interligados.

Confira alguns impactos que essa tendência causa em sua empresa após a implantação.

Aprimoramento na experiência dos clientes

O impacto positivo pode surgir a partir do momento em que a empresa entende a maneira que os clientes esperam e utilizam seus produtos, assim elas podem fazer com que suas necessidades sejam supridas.

Essa melhora na experiência do cliente quando se junta a novos fluxos de dados e insights é uma vantagem que está presente em todos os dispositivos de IoT. Independente do seu tipo de negócio, este processo tem um enorme potencial estratégico.,

Redução dos custos

A redução dos custos é um outro benefício que pode ocorrer através da Internet das Coisas.

Pode reduzir tanto os custos operacionais quanto os momentos em que você não consegue acessar seus sistemas, redes, ou máquinas (tempo de inatividade).

Aumento na produtividade

Com a aplicação da IoT os processos de produção podem ser executados com mais agilidade, ocorrendo assim um aumento na produtividade em pouco tempo. Esse fator é de extrema importância para o desenvolvimento do negócio.

Além disso, esses e outros processos são automatizados fazendo com que a empresa diminua seus erros causados por humanos.

Controle de estoque

Ainda existem empresas que fazem o controle de seus estoques de forma manual, mas com o passar do tempo essa forma de controle vai deixando de existir, dando lugar para a automação.

Otimizar o controle de estoque é uma forma de fazer com que os colaboradores tenham tempo disponível para desempenhar outras atividades.

2 – IA

IA é a sigla de Inteligência Artificial e toda a empresa que deseja estar inserida na modernidade precisa ter conhecimento sobre a mesma, porque ela é uma das principais tendências de ERP.

Trata-se de um agrupamento de várias tecnologias como os algoritmos, redes neurais artificiais, entre outros. Esse processo faz com que o sistema simule uma inteligência similar à inteligência humana.

Ou seja, as IAs podem desenvolver seu próprio aprendizado e executar tarefas de maneira autônoma. Além disso, permitem que os sistemas tomem decisões precisas por meio de dados digitais. Por isso, faz parte da onda da evolução, trazendo mudanças no relacionamento de pessoas e empresas com a tecnologia.

Alguns pensam que a IA é algo futurista, mas saiba que o futuro é hoje. As mudanças ocorrem em alta velocidade. Acompanhar essa mudança se tornou um desafio para os empreendedores, mas é importante se manter atento aos impactos.

Saiba que a IA será uma grande alavanca para o crescimento da produção nos próximos anos. Confira os setores e processos que mais mudaram com a chegada da Inteligência Artificial.

Segurança:

É um excelente mecanismo de segurança para as empresas, pois ele pode identificar rapidamente os ataques virtuais.

As câmeras de segurança possuem reconhecimento fácil, isso faz com que os rostos sejam identificados e as imagens sejam capturadas.

Assistente virtual:

As assistentes virtuais surgem como uma grande auxiliadora para os escritórios, pois possuem reconhecimento de voz, executam comando e entendem as demandas que devem ser realizadas.

Dessa forma, diversas atividades podem ser resolvidas como marcar reuniões, organizar agendas virtuais e fazer pesquisas enquanto outras funções são desempenhadas.

Equipes integradas:

A IA também colabora para a integração das equipes, pois através de seus sistemas que os dados são conectados e facilitam a troca de informações entre os setores.

Assim, os empreendedores podem acompanhar todo o processo e saber qual profissional está se destacando e tendo uma maior atuação nos projetos e metas.

3 – Computação em Nuvem

Uma outra tendência é o ERP em nuvem que utiliza a tecnologia Cloud Computing. Dessa forma, os armazenamentos serão feitos de forma mais prática e sem esforços para manter e/ou instalar.

Existem três pontos principais que se integram e fornecem as funções necessárias, por isso está entre as 5 tendências de ERP para 2023. São eles:

  1. Aplicação: sistemas que possuem informações necessárias para a operação da empresa;
  2. Banco de dados: local onde os dados informados ficam armazenados;
  3. Framework: base personalizável para os empreendedores customizarem suas ferramentas.

4 – Chatbot

O Chatbot é um software que mantém uma conversa com os usuários humanos, naturalmente por meios digitais (sites e aplicativos).

Eles podem ser integrados com diversas plataformas, como por exemplo, whatsapp, messenger, telegram, entre outros.

O Chatbot funciona por meio de três elementos. São eles:

  1. Canal
  2. Conteúdo
  3. Software

5 – Big Data

As empresas produzem uma grande quantidade de dados que aumenta conforme o passar dos anos, consequentemente eles necessitam de um sistema que suporte todas essas informações com eficácia e facilidade.

O Big Data surge como uma ótima solução para esse contexto, pois é capaz de obter diversas informações sobre a empresa. Dessa forma, pode avaliar e segmentar diversos dados de diferentes setores.

Está entre as 5 principais tendências de ERP para 2023 também porque ele suporta esse crescimento futuro e é flexível para receber diferentes tipos de mídia.

Confira o seu impacto nas empresas:

Decisões melhores

Já ouviu falar sobre os 5 Vs do Big Data? Se a resposta for “não” a gente te explica e se for “sim” a gente ressalta de forma simples e clara.

Os 5 Vs são: volume, veracidade, velocidade, variedade e valor. São eles que fazem com que os gestores tomem as melhores decisões e analisem o negócio com uma visão maior.

Por meio dele podem ser implementadas melhorias no interior da empresa, aumentando a produtividade dos colaboradores. Além disso, os pontos fortes e fracos são evidenciados.

Logo, consegue identificar erros que foram cometidos, interpretando essas ações e não repetindo elas. Assim, é possível reinventar ações que tiveram falhas e transformá-las em uma nova ação.

Segurança dos dados

Todos já sabemos que os dados são muito importantes para as empresas, independente do segmento de mercado, mas com isso, correm grandes riscos de serem hackeados.

O Big Data auxilia na segurança dos dados, pois ele faz o acompanhamento e monitoramento desses fluxos de informações, pois qualquer atividade considerada pelo sistema algo incomum é notificada e o acesso a esses dados é filtrado.

Clientes envolvidos

O Big Data está diretamente associado à informações valiosas dos clientes, e com todo esse volume de dados fica mais fácil de compreender os interesses dos consumidores, além de entender os seus comportamentos.

Os clientes acabam tendo um maior engajamento com o negócio uma vez que suas necessidades são atendidas. E não pense que estamos falando de curtidas em redes sociais, pois isso não é o bastante, o Big Data consegue dados muito mais confiáveis para que sejam tomadas decisões assertivas.

Vale salientar que é possível até mesmo prever tendências de consumo, podendo definir estratégias de marketing.

Considerações finais

Em conclusão, o ERP oferece um retorno bastante rico para as empresas. Além disso, seu foco está em um futuro cada vez mais digital dentro das organizações, automatizando processos e tornando.

Agora você já sabe da sua importância e deve continuar buscando formas de estar sempre atualizado, pois a tecnologia já é uma realidade no mundo dos negócios.

Em 2023 reveja sua maneira de trabalho e invista em softwares que garantem a segurança de dados e melhore a gestão de sua empresa, como no caso do sistema eGestor, que irá lhe ajudar a trilhar esse caminho para o sucesso.

Banner-conversao-eGestor-blog
Comprar uma empresa pronta: Principais vantagens

Comprar uma empresa pronta: Principais vantagens

Tornar-se empresário é um sonho para a maioria dos brasileiros. Quando pensam em empreender, pensam em começar o próprio negócio, ou franquias. No entanto, existe ainda uma terceira possibilidade, pouco procurada, mas cada vez mais vantajosa para os aspirantes a empresários.

Comprar uma empresa que já existe é uma maneira de se livrar de burocracias. Uma vez que abrir uma empresa começa com muita papelada, comprar uma empresa pronta é mais vantajoso. Além disso, quando se compra uma empresa pronta, ela já está estruturada e pronta para funcionar.

O processo de compra, por outro lado, exige uma série de cuidados especiais para que futuras dores de cabeça sejam evitadas.

Não há como fugir: é preciso pesquisar bastante e verificar se as condições estabelecidas pelo antigo proprietário estão de acordo com a realidade.

Principais vantagens de comprar uma empresa pronta

Menos burocracia

Um dos maiores benefícios de comprar uma empresa pronta é que toda burocracia de abertura não existe. Além de alguns valores financeiros, isso também economiza tempo.

Estudos comprovam que o brasileiro gasta cerca de 119 dias para abrir uma empresa no país. É claro que comprar uma empresa pronta envolve muitas negociações, que podem durar alguns dias. Entretanto, o tempo de abertura e o tempo de compra de uma empresa pronta é muito diferente.

Ambiente de escritório moderno e aconchegante com várias mesas, cadeiras e computadores. A combinação de tecnologia e conforto define esse espaço de trabalho contemporâneo.

Clientela estabelecida

Uma das grandes vantagens de comprar uma empresa pronta é a clientela estabelecida. Assim, se pula outra etapa do processo de amadurecimento do empreendimento. No caso de um negócio comercial, o ponto de vendas já terá sido testado e aprovado. Com isso, não há necessidade de uma divulgação intensa nas fases iniciais.

Ao abrir uma empresa nova existe um período de adaptação e adequação de expectativas de um novo negócio. Por mais que uma empresa comprada também tenha o tempo de recuperação do investimento, por ela estar consolidada, esse tempo pode ser menor.

Quando as entradas não compensam as saídas do caixa, a sobrevivência do negócio pode ser comprometida.

Histórico contábil conhecido

Pode ser importante a contratação de uma auditoria contábil para checar a real situação da empresa sendo vendida. Uma das maiores vantagens de se adquirir um empreendimento já estabelecido é o fato de que as incertezas são bastante reduzidas.

Como uma empresa pronta tem um volume maior de dados, é possível conferir as demonstrações contábeis mais facilmente. Ao analisar essas informações, o novo empresário poderá se certificar se o negócio almejado gera lucros ou prejuízos.

Maiores chances de sucesso

Ao comprar uma empresa pronta, o empreendedor terá maiores chances de sucesso. Isso acontece porque a fase inicial, tão conturbada, já terá sido superada. As etapas iniciais serão todas partes do passado.

Ambiente de escritório moderno e aconchegante com várias mesas, cadeiras e computadores. A combinação de tecnologia e conforto define esse espaço de trabalho contemporâneo.

Como se compra uma empresa

Para começar um negócio do zero existe um passo a passo com todos os processos burocráticos. Mas para comprar uma empresa, o método é diferente.

É claro que todo esse processo começa encontrando uma empresa para comprar. Esse passo é algo que não tem muito mistério. Para encontrar uma empresa para comprar você precisa ter algumas conexões, mas também existem sites que mostram empresas que estão à venda.

Entretanto, comprar uma empresa de alguém que você já conhece e até tem confiança, é o melhor.

O que avaliar

Existem alguns pontos a serem avaliados na hora de comprar uma empresa. Mesmo que você já conheça o negócio à venda, antes de fecharem o negócio, avalie os seguintes pontos:

  • Motivação de venda: Porque o dono quer vender a empresa? – Essa é a primeira pergunta a ser feita, uma vez que existem inúmeras respostas. Somente com a resposta direta para essa pergunta que se pode fazer uma  avaliação real. Esse é o momento para descobrir se a empresa tem algum problema.
  • Gestão da empresa: Como é feita a gestão da empresa? Com essa informação que se entende como a empresa estava funcionando e o que segue funcionando. Os dados de fluxo de caixa, por exemplo, mostram se a empresa estava lucrando ou tendo prejuízo.
  • Estratégias: Quais eram as principais estratégias do negócio? Se você pretende seguir as mesmas estratégias e processos do negócio, é importante saber como eram feitas. E, ainda mais importante, os motivos pelos quais eram feitas.
  • Equipe: A equipe ficará? Se a empresa a ser comprada for uma pequena empresa, busque conhecer todos e entender mais sobre eles. Se for uma empresa grande, entenda as necessidades e garanta segurança.
logo egestor
Visão geral

Os cookies são vitais para melhorar sua experiência com o eGestor. Utilizamos os cookies para análise de dados de acesso nos nossos domínios, e criação de listas de remarketing para podermos patrocinar seus conteúdos preferidos na internet.

Os cookies do Google Analytics coletam informações anônimas como quantidade de acessos ao site e páginas mais visitadas. Estes cookies não são opcionais.