Quem mora de aluguel ou tem algum imóvel alugado já deve ter ouvido falar no IGPM. Ele é um indicador que interfere tanto no reajuste dos contratos imobiliários que já ficou conhecido como inflação do aluguel. Além da atuação do IGPM no aumento do preço do aluguel, outros setores da economia também são afetados completamente pelo índice. Veja a seguir o que é o IGPM, qual a sua importância, função e como ele interfere na sua vida diária.
O que é o IGPM
O IGPM (Índice Geral de Preços de Mercado) é um indicador criado com o objetivo de identificar e analisar a movimentação dos preços de diversos setores do mercado. O IGPM tem ampla atuação porque é calculado com base em outros indicadores como o IPA-M, o IPC-M e o INCC-M.
De forma prática, o IGPM é um indicador que mostra como anda a economia do país, em especial a inflação, uma vez que é gerado em cima das alterações de preços de vários setores do mercado.
Além disso, esse indicador serve como referência para movimentações de valores cobrados em aluguéis de imóveis, mensalidades escolares, tarifas de energia, planos de saúde e investimentos financeiros, dentre outros.
Ou seja, apesar de não ser uma sigla conhecida por todos, o IGPM impacta diretamente na vida do consumidor em geral porque interfere na alta de preços de bens e serviços consumidos diariamente.
Apesar de extremamente importante para a compreensão da economia do país e ser utilizado como parâmetro para o aumento de alguns custos como o valor de aluguéis, por exemplo, o IGPM não é um indicador oficial da inflação no Brasil.
Esse título pertence ao IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). O IPCA é calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), após a análise do setor de comércio, serviços e aluguéis de imóveis, traçando um panorama do custo de vida do brasileiro.
A partir do resultado do IPCA, são criadas políticas públicas de contenção de juros com o objetivo de alcançar o equilíbrio inflacionário.
IGPM acumulado
O IGPM acumulado, como o próprio nome já diz, é o acúmulo do valor do índice IGPM ao longo de um determinado período. Esse acúmulo segue a mesma forma de cálculo dos juros compostos. Portanto, o IGPM acumulado do mês de março, por exemplo, é a união dos índices dos meses de janeiro e fevereiro e assim sucessivamente.
Ao final do ano, temos o IGPM acumulado anual, que oferece um apurado geral da economia dentro desse período de 12 meses.
Como é calculado
O cálculo do IGPM é realizado pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) através do IBRE (Instituto Brasileiro de Economia) e leva em consideração, como já dissemos, outros indicadores econômicos. São eles:
IPA-M: Índice de Preços por Atacado
O IPA monitora as variações de preço que envolvem o comércio atacadista, mas também pode ser usado no setor de varejo. É responsável por 60% do valor do IGPM.
IPC-M: Índice de Preços ao Consumidor
O IPC analisa e apresenta o consumo do indivíduo em diferentes áreas da sua vida como transporte, educação, saúde e moradia. É responsável por 30% do valor do IGPM.
INCC-M: Índice Nacional de Custos da Construção
Já o INCC é responsável pelos últimos 10% de formação do IGPM. O estudo do índice acontece em cima dos gastos efetuados no ramo da construção civil.
O cálculo acontece após o levantamento dos preços de todos os setores envolvidos nesses índices, no país inteiro. Esses preços são calculados e o resultado é uma média ponderada, que representa o indicador IGPM.
Impactos na economia
O valor do IGPM afeta completamente a economia e o consumidor, consequentemente. Os reajustes anuais de aluguéis de imóveis, por exemplo, levam em conta o cálculo do IGPM e, quanto mais alto ele for, mais caro o inquilino deverá pagar pelo imóvel que utiliza.
Como vimos, o IGPM é resultado de outros três indicadores que mapeiam a alta de preços nos mais variados setores do mercado. Havendo uma alta em qualquer aspecto, como gasolina, alimentos, transporte e moradia, por exemplo, o IGPM também vai aumentar.
A elevação do preço das matérias-primas vai influenciar no valor final do produto. Da mesma forma que a alta nos materiais de construção vai impactar nos custos de habitação, dentre outras situações. Então, o IGPM é fundamental para compreender o custo de vida financeiro do país.
Se para o consumidor comum, a alta do IGPM indica um custo de vida mais alto e nem sempre compatível com a sua realidade financeira, para o fornecedor do bem ou do serviço o aumento deste indicador também pode afetar os seus ganhos, uma vez que fica bem mais difícil para ele repassar o valor do reajuste no preço final de um produto, por exemplo.
Por outro lado, investidores podem fazer melhores escolhas na hora de investir o seu dinheiro, pois terão mais segurança e garantias de um bom retorno financeiro, uma vez que os rendimentos dessas aplicações afetadas pelo IGPM são maiores do que outros tipos de investimento.
Bolsa de valores e IGPM
Como vimos, o IGPM também impacta diretamente nos investimentos financeiros realizados. Isso acontece porque este indicador está associado a diversos tipos de aplicações, influenciando em suas rentabilidades. Os títulos de renda fixa são os mais afetados positivamente pelo IGPM.
As aplicações que têm sua rentabilidade modificada pelo IGPM são chamadas de híbridas e, diferente das aplicações conservadoras, como a poupança, oferecem ao investidor rendimentos acima da inflação, o que é um ponto extremamente positivo.
Portanto, os investimentos de longo prazo que estão atrelados ao IGPM são mais vantajosos, se tornando uma opção para os investidores em geral.
Conclusão
O IGPM é uma demonstração calculada de como anda a economia do país em vários aspectos econômicos e afeta diretamente a vida do brasileiro, seja na utilização e consumo de bens e serviços ou em aplicações financeiras, através de investimentos de longo prazo. E essa é a razão pela qual a compreensão deste indicador é tão valiosa para todos. Sabendo que o IGPM é um reflexo da realidade financeira do país, fica mais fácil compreender como está o poder de compra do brasileiro, o quanto vale de fato o seu dinheiro e o que ele pode esperar da economia no futuro.
Realizar o processo de conciliação bancária é importante para todas as empresas, independente do seu porte.
A conciliação bancária permite com que se realize o monitoramento do dinheiro oriundo das vendas realizadas pelas empresas através de diferentes formas de pagamento, como boletos bancários e cartões de crédito, por exemplo.
Com este processo, é possível fazer uma associação entre as movimentações da conta bancária de uma empresa e as movimentações armazenadas no sistema de controle financeiro interno utilizado pela empresa, facilitando assim a gestão financeira do negócio.
A conciliação bancária permite identificar uma possível inadimplência de algum cliente, assim como pode precaver a empresa de um possível esquecimento de registro no sistema de controle financeiro, em caso de as informações contidas no extrato financeiro não estarem de acordo com o controle financeiro interno.
A conta bancária e as movimentações armazenadas no sistema de controle financeiro precisam estar compatíveis. Este processo traz um enorme ganho de eficiência no controle financeiro da sua empresa.
Quer saber mais sobre conciliação bancária, entender outras vantagens desse processo e saber como fazer?
Este artigo é para você, confira!
O que é conciliação bancária?
A conciliação bancária é uma comparação que tem como objetivo analisar se as movimentações registradas no controle financeiro interno da empresa estão realmente de acordo com o extrato bancário da empresa.
Assim como realizar o processo de controle do sistema de fluxo de caixa e DRE, dentre outros indicadores financeiros, realizar a conciliação bancária é fundamental para o controle financeiro do seu negócio.
Com a conciliação, sua empresa pode realizar as conferências de entradas, referentes tanto às vendas realizadas com cartões de crédito, quanto através de boletos bancários e cheques, indicando quais valores referentes a essas transações já foram descontados do orçamento e os que ainda estão pendentes.
Portanto, empresas que trabalham com comércio especialmente, têm a conciliação bancária como um processo absolutamente fundamental em seu controle de caixa.
A conciliação bancária é uma ótima forma para ver o detalhamento das movimentações financeiras da empresa e a relação entre o seu controle financeiro interno com as informações bancárias, se precavendo contra possíveis erros ou fraudes em relação ao gerenciamento das finanças do negócio.
Esse processo é de suma importância para conciliar os valores das transações envolvendo os clientes, e dos pagamentos que foram devidamente efetuados.
A conciliação bancária permite um controle financeiro muito mais rigoroso e aprofundado por parte da sua empresa.
A medida em que com o processo de comparação entre o saldo bancário e todas as movimentações registradas internamente de entrada e saída, é possível verificar se o saldo realmente está exato e contém o valor de todas as informações registradas no controle financeiro interno.
Como fazer a conciliação bancária?
Vamos listar alguns passos básicos, mas que fazem toda a diferença para como fazer a conciliação bancária de uma forma efetiva em sua empresa, de uma forma extremamente objetiva e facilitada:
Separe as contas
O número de conciliações bancárias necessárias para cada empresa varia de acordo com a quantidade de contas bancárias que cada empresário utiliza. Se você trabalha com duas contas bancárias, por exemplo, deve-se realizar duas conciliações bancárias e verificar a compatibilidade de cada uma delas com o seu controle financeiro interno.
Confira os saldos bancários
Já possuindo conhecimento de qual(is) conta bancária(as) será conciliada, o próximo passo é verificar o valor do saldo bancário dessa(as) conta(as), e então verificar se o valor é compatível com o que foi obtido no balanço do seu fluxo de caixa, que é a diferença entre os valores de entrada e saída de caixa. Somente após a verificação do saldo, é que você deve se aprofundar na comparação entre cada dado específico do extrato bancário e interno.
Analise todas as movimentações
Após conferido o saldo, se atente a cada uma das informações contidas no controle interno em comparação com a conta bancária, já que em alguns casos, pode-se esquecer de registrar alguns dados relevantes para o controle financeiro da sua empresa.
Evite talão de cheques
Utilizar cheques para realizar determinados pagamentos da sua empresa, pode tornar a conciliação bancária menos precisa, a medida em que não se possui uma certeza de quanto os valores contidos no talão de cheque serão realmente descontados de seu orçamento.
Por isso, a dica é evitar ao máximo o uso de cheques, e utilizá-los somente em caso de extrema necessidade. Se este for realmente o caso, o recomendável é que você faça um controle financeiro separado, voltado somente para os cheques, e não misture com os valores atuais do seu orçamento.
Evite mais de uma conta bancária para a empresa
Conforme explicamos em um dos passos anteriores, o número de conciliações bancárias está diretamente ligado a quantidade de contas bancárias utilizadas por cada empresa.
Mas o ideal, é sem dúvidas, utilizar somente uma conta bancária que englobe todas as informações financeiras da sua empresa, nos mais variados setores.
Além de fazer a conciliação bancária menos trabalhosa, através de uma única conta bancária fica muito mais fácil identificar as movimentações de entrada e saída, além de fazer uma comparação muito mais precisa.
Se alguns dados não constam na conta bancária, pode-se afirmar com clareza que eles de fato não fazem parte do seu extrato, sem a necessidade de realizar uma outra conciliação para verificar.
Integre seu sistema de controle financeiro interno com o banco
Algumas instituições bancárias oferecem a possibilidade de integrar os dados da sua respectiva conta com o sistema de controle financeiro interno adotado pela sua empresa, o que sem dúvidas, torna a conciliação bancária muito mais automatizada. Por isso, entre em contato com o seu banco e verifique se existe essa alternativa.
Direcione a conciliação bancária a um departamento específico
A conciliação bancária pode ser realizada pelo departamento financeiro de sua empresa, que convive diariamente com o gerenciamento de todas as finanças que envolvem o seu empreendimento, e sendo assim as chances de erro são bastante reduzidas.
Se preferir, opte por um escritório de contabilidade terceirizado, que também possui um amplo conhecimento neste processo.
Terceirizar a conciliação bancária pode economizar tempo de sua equipe de funcionários, já que é um processo bastante burocrático e que envolve uma grande diversidade de informações.
Dessa forma, seu departamento financeiro poderia focar em outras questões como o planejamento orçamentário da sua empresa e o estudo de novos investimentos para o seu negócio.
O processo de como fazer a conciliação bancária até pode ser feito através de métodos tradicionais, como planilhas do excel, agendas e calculadoras, por exemplo.
Mas é claro que com a utilização de um bom sistema de gestão empresarial, como o eGestor, fazer a conciliação bancária torna-se muito mais fácil e economiza tempo da sua empresa, para que possa focar nas questões operacionais do negócio.
Além desses fatores, com a utilização de um software especializado, as chances de erro são completamente reduzidas, e os seus dados financeiros são armazenados de uma forma muito mais segura!
Por que fazer a conciliação bancária
O intuito da conciliação bancária é justamente ser uma comparação do extrato bancário e das informações financeiras da empresa. Por isso, a sua importância acontece em função de possíveis inconsistências, garantindo que o controle financeiro realizado realmente é eficiente.
Dessa forma, podemos ver como vantagem a melhor previsão do fluxo de caixa, onde essa consegue ajudar a empresa a alcançar seus objetivos. Também, ela permite que se tenha mais confiança na hora realizar transações.
Isso acontece porque se tem total segurança no que se vê na conta. Afinal, é para isso que serve a conciliação bancária!
Juntamente com as citadas acima, a conciliação bancária permite que se faça um planejamento financeiro mais assertivo. Podendo organizar as finanças, entender se é possível realizar novos investimentos ou se é necessário solicitar algum tipo de capital de giro.
Para que serve a conciliação bancária
Projeção de fluxo de caixa
Com a conciliação entre conta e movimentação financeira, é possível que você saiba quanto a sua empresa terá disponível em caixa futuramente.
Fazer a projeção futura de caixa, é de suma importância para que a sua empresa possa planejar seus investimentos e suas contas a pagar.
Além dessa projeção, o processo de conciliação bancária permite a prevenção e identificação de possíveis erros no controle financeiro interno em comparação com o caixa bancário da empresa.
Não ter essa visão, pode fazer com que você realize investimentos fora da realidade de seu orçamento, causando grandes prejuízos futuramente.
A conciliação bancária permite a identificação de recebimentos que ainda estão atrasados, como no caso do pagamento através de cheques, que demoram a ser compensados, gerando diferenças entre o controle financeiro interno e a conta bancária.
Diferenças estas, que sem a conciliação bancária seriam muito mais difíceis de serem identificadas. Com isso, é possível saber com exatidão o saldo bancário da sua empresa.
Auxílio no planejamento orçamentário
Com a integração entre controle interno e sistemas bancários, o processo de conciliação bancária possibilita uma visão muito mais abrangente da situação financeira da empresa, facilitando o planejamento orçamentário de seu empreendimento.
Facilidade no controle das movimentações financeiras
A partir da conciliação bancária, todas as movimentações financeiras envolvendo a sua empresa, inclusive as que ainda não foram registradas pela contabilidade, são geradas de uma forma totalmente automatizada, facilitando a identificação de todas as receitas e despesas de uma forma segmentada, de acordo com a origem e área destinada a cada uma dessas movimentações.
Quais os cuidados na realização da conciliação bancária?
Para que este processo seja realizado de uma forma eficiente e com bastante clareza de informações, é recomendável tomar alguns cuidados.
Fazer um registro diário de todas as suas movimentações financeiras, sejam elas de entrada ou saída, é fundamental para evitar esquecimento de informações importantes e incongruências na comparação entre os dados internos e bancários.
Outro fator importante que pode influenciar na eficiência da conciliação bancária é ter arquivados documentos que comprovem determinadas transações realizadas pela empresa.
Esses documentos podem ser notas fiscais, boletos e contratos, dentre outros. Possuindo esses documentos, as empresas podem se precaver de possíveis erros e evitar fraudes.
Conciliação bancária: quais erros podem ocorrer e o que fazer
A conciliação bancária é uma ferramenta de solução de possíveis problemas. Por isso, existem erros que não podem ser cometidos ao fazer o processo da conciliação bancária. Alguns deles são:
Não fazer a conciliação bancária regularmente: ao não fazer a comparação dos valores do banco com o controle interno regularmente, o negócio está deixando passar dados e valores importantes. Inclusive, isso pode fazer com que o negócio perca dinheiro.
Não dar atenção ao fazer a conciliação: o mesmo que acontece ao não fazer regularmente, acontece quando não se dá a atenção suficiente: dinheiro perdido.
Demorar para solucionar os problemas: ao fazer a comparação e encontrar problemas, eles devem ser corrigidos o mais rápido possível. Isso para que o problema não siga acontecendo, dificultando o controle interno do financeiro.
Não fazer a revisão: a revisão dos resultados é de extrema importância. Muitas vezes deixamos passar detalhes óbvios por falta de atenção, e isso não pode acontecer!
Utilizar um caderno para fazer o controle financeiro da empresa: quando se faz a conciliação do financeiro em um caderno, ou até em uma planilha, se está sujeito a erros. Por isso a recomendação é sempre fazer a mesma em um sistema.
Como monitorar o fluxo de caixa
Manter o fluxo de caixa controlado é imprescindível para a conciliação bancária bem feita. Mas esse controle de fluxo de caixa deve ser bem feito também. Por isso, há etapas que não se pode esquecer:
Registre tudo: tudo que envolve movimentações de dinheiro do negócio devem ser registrados. Seja a compra de produtos de limpeza até o pagamento do fornecedor, todas as informações devem ser registradas. É só assim que se sabe para onde vai o dinheiro e da onde ele vem.
Crie regras: quando existem vários colaboradores trabalhando juntos, não é tão simples fazer esse controle. Por isso, é possível definir uma pessoa responsável por fazer esses registros, como o caixa. Mas, é importante que qualquer movimentação seja cadastrada.
Use ferramentas: um caderno não é a melhor forma de controlar o seu fluxo de caixa, em caso de não haver outra opção, ainda assim ele vale. Mas, o mais indicado é utilizar um sistema onde você possa fazer o registro e ele ser totalmente integrado automaticamente. Ainda, é possível utilizar planilhas.
Não misture contas pessoais e empresariais: essa deve ser a dica mais importante até agora. Quando o dono da empresa usa o dinheiro do caixa para compras pessoais, esse dinheiro se perde no controle. No final do mês, na hora de calcular os lucros, esse dinheiro já foi retirado. E agora? A melhor coisa a se fazer é não misturar esses valores!
Entenda como funciona a conciliação bancária no eGestor
A conciliação bancária no eGestor pode ser feita a partir do menu financeiro do sistema. Neste menu, é preciso acessar o item Conciliação e então seguir alguns passos:
No espaço de conciliação bancária, clique em nova. Feito isso, o eGestor irá solicitar que você envie o seu arquivo bancário. Isso pode ser feito a partir da importação do arquivo OFX, que são as informações contidas no extrato bancário e que podem ser lidas pelo sistema.
Este arquivo pode ser obtido a partir de seu home banking.
Selecione a conta relacionada
Já com o arquivo OFX gerado pelo sistema, você deve selecionar qual a conta caixa que você deseja relacionar com as informações contidas no arquivo. Assim você poderá conferir em qual conta as movimentações financeiras ocorreram!
Escolha e preencha uma das opções do arquivo OFX
Com o arquivo OFX gerado e com a conta selecionada, você terá que escolher uma das opções do arquivo:
Novo: nesta opção você pode adicionar uma nova conta como paga ou recebida, que ainda não estava prevista como uma das contas a pagar ou a receber;
Buscar: neste caso, a conta selecionada já estava entre as contas previstas a serem pagas ou recebidas. Se esta opção for selecionada, a conciliação bancária vai apenas alterar o status para “paga” ou “recebida” no sistema.
Transferência: a opção transferência é escolhida quando se deseja realizar uma movimentação financeira dentro da empresa entre caixa interno e um caixa banco.
Sugestão: nesta opção, o sistema tentará identificar a existência de alguma conta prevista que possua as mesmas características da movimentação presente no arquivo OFX.
Confira as informações obtidas
Feito o envio do arquivo bancário e selecionando a conta caixa, o sistema vai fornecer informações referentes a conciliação bancária solicitada, como o código de conciliação para ajuste de algum possível erro no processo, arquivo OFX, banco, identificação, conta caixa, data das informações contidas no arquivo.
Além do status de andamento da conciliação bancária, que será atualizado a medida em que as informações do arquivo OFX forem relacionadas com a conta caixa selecionada!
Qualquer operação comercial deve ter um documento que comprova a transição de posse. Esses documentos podem ser registros feitos manualmente, como recibos, ou notas reguladas pelo FISCO. Um desses documentos é a NFC-e. Ela se tornou uma nota obrigatória em alguns estados. Então, você, empresário sul-mato-grossense, sabe se deve emitir a nota? Descubra nesse post tudo sobre emitir a NFC-e no MS!
O que é a NFC-e?
NFC-e é a sigla para Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica, também é reconhecida pelo modelo 65 da nota. Criada com o objetivo de substituir o cupom fiscal e o modelo 2 da nota. Seu intuito é documentar uma transação comercial entre uma empresa e um consumidor.
Como sua função é substituir o cupom e o modelo 2, ela é mais rápida e fácil. Por isso, ela é uma nota eletrônica. Isso significa que sua criação, transmissão, armazenamento e consulta é online. Também, para ser mais rápida, ela não contém os dados do consumidor.
Uma das maiores vantagens da NFC-e é sua agilidade. Tanto relacionado a facilidade de criação e consulta, mas também com relação aos dados fiscais, uma vez que tem integração direta com a plataforma de vendas.
A NFC-e pode ser consultada através de qualquer aparato com acesso a internet. Basta acessar o site que permite a realização da consulta. Como aqui.
DANFE NFC-e
A DANFE é o Documento Auxiliar da NF-e. Ou seja, a DANFE é o documento simplificado de representação da nota fiscal eletrônica. E, assim como a NF-e tem a DANFE, a NFC-e possui a DANFE NFC-e, o documento auxiliar da NFC-e.
Para realizar a impressão desse documento, deve-se utilizar uma impressora não fiscal. Assim, na DANFE devem estar os dados do arquivo eletrônico XML da NFC-e.
A impressão da DANFE não é obrigatória em alguns casos. Isso significa que o cliente pode solicitar sua não impressão. A DANFE é obrigatória apenas em casos de transporte de mercadoria ou quando a NFC-e for emitida em contingência.
Toda dúvida sobre a DANFE pode ser consultada no “Manual de Especificações Técnicas do DANFE NFC-e e QR Code”. O Portal da Nota Fiscal Eletrônica disponibiliza ele no menu “Documentos / Manuais”. Ou pode ser acessado aqui.
Quem emite a NFC-e no Mato Grosso do Sul
Hoje, a emissão de NFC-e no MS já é obrigatória para todas as empresas do ramo varejista. O calendário estipulou que, a partir de 1º de março de 2017, as empresas com receita bruta anual superior a R$ 6.000.000,00 no ano anterior já deveriam emitir a NFC-e no MS, obrigatoriamente. Já, a partir de 1º de setembro do mesmo ano, empresas com faturamento superior a R$ 1.800.000,00 foram iniciadas no processo de emissão.
Data
Receita Bruta Anual
1º de Março de 2017
Superior a R$ 6.000.000,00 no ano anterior
1º de Setembro de 2017
Superior a R$ 1.800.000,00 e igual ou inferior a R$ 6.000.000,00 em 2016
1º de Março de 2018
Superior a R$ 600.000,00 e igual ou inferior a R$ 1.800.000,00 em 2017
1º de Setembro de 2018
Superior a R$ 180.000,00 e igual ou inferior a R$ 600.000,00 em 2017
1º de Março de 2019
Igual ou inferior a R$ 180.000,00 e desde que o estabelecimento não seja MEI (Micro Empreendedor Individual)
E, finalmente, em 1º de janeiro de 2019 foi instituída a obrigatoriedade para todas as empresas do comércio varejista.Em 1º de março do ano seguinte, 2018, as empresas com faturamento superior a R$ 600.000,00 em 2017 também entraram na obrigatoriedade. Assim como as empresas que tinham faturamento superior a R$ 180.000,00 em 2017 passaram a emitir a NFC-e no MS, obrigatoriamente em 1º de setembro de 2018.
As empresas que se encaixam como MEI não são obrigadas a emitir a NFC-e no MS, mas ainda assim, podem fazer. O que se deve atentar é que ainda com a emissão da nota, os MEIs ainda tem suas obrigações tributárias.
Ainda, em 2020 foram decretadas novas exigências, como a obrigação de postos de combustíveis a emitir a NFC-e.
Como cancelar uma NFC-e?
A NFC-e pode ser cancelada através do mesmo sistema que a emite. Mas seu cancelamento deve seguir algumas regras. O Mato Grosso do Sul, segue o Ajuste SINIEF 07/18, que altera o prazo máximo de cancelamento da nota, que antes era de até 24h, para 30 minutos após a emissão da nota. Ainda, a nota pode ser cancelada apenas se a mercadoria não tiver deixado o estabelecimento.
Carta de correção serve para NFC-e?
A carta de correção foi criada para correção da NF-e. Assim, não podendo ser utilizada para correção da NFC-e.
É possível emitir uma NFC-e em contingência?
A NFC-e pode ser emitida em contingência quando algo impede sua emissão. A partir disso, ela pode ser emitida de forma offline.
A emissão da NFC-e em contingência apenas pode acontecer quando exista algum erro no processamento de informações ou algum problema técnico de comunicação.
A nota também deve ser repassada a SEFAZ no máximo até o primeiro dia útil a partir da data da emissão.
Caso ainda exista alguma dúvida sobre como emitir a NFC-e em contingência, elas podem ser sanadas no “Manual de Especificações da Contingência Offline para NFC-e”. Ele se encontra disponível no Portal Nacional da NF-e, no menu “Documentos / Manuais”. Ou pode ser acessado aqui.
Como emitir NFC-e no MS
Assim como os outros estados da federação, a SEFAZ do Mato Grosso do Sul não disponibiliza um emissor de NFC-e gratuito. Dessa forma, o empresário que deve emitir a NFC-e no MS precisa contratar um sistema que realize sua emissão. Como o eGestor.
Antes de começar a emitir a nota, é necessário realizar um cadastro no portal da NFC-e do MS, ele pode ser realizado aqui. Ainda, é preciso solicitar o CSC (Código de Segurança do Contribuinte), ele é utilizado para gerar o QR Code que deve ser encontrado na DANFE da NFC-e.
Portanto, para realizar a emissão da NFC-e através de um sistema de emissão é necessário inserir todos os dados da empresa, como CNPJ e a Inscrição Estadual, por exemplo. Também devem ser inseridos os dados disponibilizados pela SEFAZ ao realizar o cadastro no portal da NFC-e da SEFAZ do MS. Assim como o CSC e o ID do CSC.
Após a inserção de todos os dados pedidos pelo sistema, não é necessário fazer mais nada. Ao criar uma venda no sistema, ele automaticamente disponibiliza a opção de gerar NFC-e.
No eGestor
Além de ser emissor de NF-e e emissor de NFS-e, o eGestor também emite a NFC-e. Assim como o sistema emite as notas fiscais eletrônicas, ele também emite boletos com o registro da empresa e realiza o controle de toda sua empresa. Fazendo todos os setores se integrarem, o eGestor controla seu financeiro, fluxo de caixa, estoque e produção.
A cada dia que passa a terceirização de serviços se torna mais comum no mundo dos negócios. E não é para menos: a solução possibilita aproveitar o conhecimento de profissionais especializados e ainda permite que o gestor se dedique mais à atividade principal da empresa. Nesse contexto, o BPO financeiro é um excelente exemplo de como aumentar a eficiência de um setor com o conhecimento de um especialista.
O que é BPO financeiro
BPO é sigla para Business Process Outsourcing, ou seja, terceirização de processos empresariais. Portanto, o BPO financeiro é a terceirização dos processos financeiros de uma empresa. Assim, o serviço pode envolver também os processos contábeis e tributários do negócio, promovendo uma gestão empresarial eficiente.
Como funciona o BPO financeiro?
Na prática, o BPO financeiro funciona com a contratação de prestadores de serviços especializados na área financeira. Geralmente, o serviço é oferecido por empresas contábeis, mas outros profissionais autônomos, liberais e microempreendedores também podem executar a atividade.
Para dar andamento ao BPO, a empresa contratante deve fazer a transferência das atividades financeiras para a empresa ou para o profissional que irá realizar o serviço. Dessa forma, o responsável pelo BPO consegue trazer agilidade aos processos empresariais, mais controle sobre a situação financeira do negócio e facilita a tomada de decisões.
BPO financeiro: quais serviços estão inclusos na terceirização?
A terceirização dos serviços financeiros pode ser personalizada para atender as necessidades de diferentes tipos de negócios. Em outras palavras, isso significa que tanto pequenas quanto grandes empresas podem se beneficiar com a atividade, que pode incluir os seguintes serviços:
Gestão do fluxo de caixa
A gestão de fluxo de caixa engloba o monitoramento, a análise, o controle e a otimização das movimentações financeiras da empresa. Ou seja, ela faz a gestão das entradas e saídas de dinheiro do caixa da organização. Entre as muitas vantagens da gestão do fluxo de caixa, destacam-se:
Possibilitar que o gestor saiba quais são as origens da sua receita e para onde vai o dinheiro;
Oferecer maior previsibilidade financeira ao negócio, com possibilidade de se antecipar a imprevistos e planejar bons investimentos;
Identificar falhas financeiras e apontar as melhores estratégias para corrigi-las;
Maior controle das receitas e despesas;
Manter as contas em dia e evitar saldos negativos.
A falta de gestão e planejamento financeiros são apontados como principais causas da morte precoce das empresas brasileiras. De acordo com especialistas, 23% das micro e pequenas empresas fecham as portas antes dos cinco anos de atividade principalmente por não controlarem o fluxo de caixa. No caso dos MEIs, a situação é ainda mais alarmante: 30% dos microempreendedores individuais encerram suas atividades nos cinco primeiros anos.
Gestão de contas a pagar e receber
Já a gestão de contas a pagar e receber está relacionada ao controle das receitas e despesas futuras da empresa. Nesse caso, o BPO financeiro busca analisar todas as contas a receber do negócio para verificar se haverá saldo suficiente para honrar com os compromissos financeiros.
Mas não apenas isso. O BPO financeiro também elabora estratégias para melhorar o fluxo de caixa da empresa. Estimular que os clientes façam pagamentos antecipados em troca de benefícios, ajudar na renegociação de dívidas atrasadas e criar metas financeiras desafiadoras, mas alcançáveis, são apenas alguns exemplos de como a terceirização do serviço financeiro pode ser útil. Veja a seguir algumas atividades inclusas:
Lançar pagamentos e recebimentos no sistema de gestão empresarial da empresa;
Emitir relatórios gerenciais com os principais indicadores financeiros para facilitar a tomada de decisão por parte da diretoria;
Identificar clientes inadimplentes e atuar em soluções para resolver o problema;
Fazer contato com instituições bancárias em busca de serviços financeiros mais atrativos para a empresa.
Conciliação bancária
A conciliação bancária, por sua vez, é a conferência dos saldos das contas bancárias da empresa com os documentos de controle financeiro. Por meio da atividade, é possível saber se tudo o que a organização vendeu foi recebido corretamente, se não há nenhuma divergência nas informações e caso existam, corrigi-las antes que se tornem um problema para o negócio.
Apesar de ser essencial, a atividade é complexa, exige atenção redobrada e requer conhecimento especializado. Por isso, transferi-la ao BPO financeiro pode ser uma excelente maneira de evitar erros de lançamentos, descobrir eventuais fraudes e manter a saúde financeira do negócio.
Gestão de fornecedores
Embora esteja ligada à cadeia de suprimentos, a gestão de fornecedores também contribui para a saúde financeira da empresa. Afinal de contas, ela garante boas parcerias comerciais, otimiza os processos de compras da empresa, reduz custos e aumenta a lucratividade.
Na gestão de fornecedores, o BPO financeiro ajuda a encontrar parceiros que ofereçam ao negócio o melhor custo-benefício. Isso inclui, por exemplo, preços atrativos, prazos de entrega reduzidos e as melhores condições de pagamento. Além do relacionamento direto com os fornecedores, o BPO financeiro também monitora as suas atividades.
Gestão de indicadores
Já a gestão de indicadores está relacionada ao monitoramento do desempenho do negócio por meio de ferramentas métricas específicas. Também conhecidos como KPIs (Key Performance Indicators), os indicadores de desempenho ajudam a conhecer os resultados da empresa de acordo com alguns parâmetros preestabelecidos. Conheça adiante os mais usados:
Valor do ticket médio;
ROI (Retorno sobre Investimento);
Ponto de equilíbrio;
Lucro bruto e lucro líquido;
Faturamento bruto e faturamento líquido;
Margem de lucro;
Liquidez corrente;
Rentabilidade;
Margem EBITDA;
Lucratividade.
A gestão de indicadores possibilita que o empreendedor conheça o desempenho da sua própria empresa por diferentes ângulos, traçando uma visão sistêmica de todo o negócio. Ela ajuda a identificar quais atividades e setores podem melhorar para que os objetivos organizacionais sejam alcançados.
Análise de crédito
Outra atividade que pode ser delegada ao BPO financeiro é a análise de crédito. Ela tem como principal objetivo verificar a capacidade financeira do cliente, diminuindo o risco de inadimplência nas operações. Segundo o Serasa Experian, a atividade garante um fluxo de caixa estável e mais segurança às negociações.
A análise de crédito pode ser personalizada para atender as necessidades de cada negócio. Contudo, as parametrizações mais comuns incluem os dados pessoais e o histórico financeiro do cliente, como relacionamento com instituições bancárias, últimas compras realizadas, se existem contas em atraso entre outras questões.
Gestão de documentos
A gestão de documentos é uma atividade comumente terceirizada pelas empresas. Geralmente ela acontece quando os gestores confiam aos escritórios contábeis a análise, conferência e arquivamento dos seus documentos financeiros. Todavia, a atividade também pode ser prestada por outras empresas especializadas em terceirização de serviços administrativos.
Vantagens do BPO financeiro para a empresa
Conforme você pode perceber, a terceirização da área financeira pode oferecer inúmeras vantagens competitivas ao seu negócio. Veja adiante os principais.
Otimização do tempo
Sem dúvida alguma a vantagem mais significativa do BPO financeiro é o ganho de tempo. Por transferir a responsabilidade de uma atividade-meio para profissionais especializados, tanto os gestores quanto suas equipes ficam com mais tempo para se dedicarem às atividades mais estratégicas para a empresa.
Aumento na eficiência da gestão financeira
Por contar com o conhecimento e a experiência de contadores, administradores e economistas, a gestão empresarial se torna mais assertiva, com menos erros, perdas financeiras e custos operacionais mais enxutos.
Todos esses aspectos são de enorme importância, pois permitem decisões baseadas em dados concretos e possibilitam negócios escaláveis.
Adequação às leis brasileiras
E nada melhor do que contar com o BPO financeiro para manter a empresa atualizada às constantes mudanças do setor. Nesse sentido, a expertise de profissionais especializados pode garantir operações com alíquotas corretas, justas e adequadas às regulamentações vigentes. Tenha em mente que dependendo do tamanho da empresa, um pequeno erro tributário pode causar prejuízos incalculáveis à organização.
Uso de ferramentas tecnológicas
Um bom BPO financeiro se faz com o uso de tecnologias de gestão empresarial, como o software eGestor. Ele facilita o dia a dia dos profissionais, pois transforma dados complexos em informações confiáveis e as reúne em um só lugar, permitindo uma administração eficiente do negócio. Além disso, integra vários setores estratégicos da empresa, como financeiro, estoque, vendas e muitos outros. Saiba mais.
Redução de custos na folha de pagamento
Por ser uma atividade terceirizada, não há gastos com encargos trabalhistas, como horas extraordinárias, férias, 13º salário e licenças. A contratação é feita mediante a assinatura de um contrato de prestação de serviços, que além da descrição das atividades a serem realizadas, engloba também os direitos e obrigações de ambas as partes (contratante e contratado).
Sem sobrecarga de trabalho
Em micro e pequenos negócios é comum que o empreendedor assuma boa parte das funções estratégicas da empresa, principalmente o setor financeiro. Como resultado, temos profissionais sem tempo para nada e empreendimentos que não prosperam.
Por outro lado, ao transferir essas responsabilidades para profissionais especializados, o empreendedor não se vê sobrecarregado, tampouco sobrecarrega sua equipe de trabalho. Isso, por sua vez, torna todos muito mais produtivos, dispostos e engajados com os propósitos da empresa.
Planejamento e segurança financeira
Para finalizar a lista de vantagens do BPO financeiro, cabe ainda destacar que ele possibilita que as empresas planejem suas atividades financeiras e contábeis diárias. Isso por si só garante mais segurança financeira ao negócio, pois ajuda a identificar falhas e corrigi-las antes que causem prejuízos.
Além de promover um negócio mais sustentável e saudável, o BPO financeiro também ajuda a identificar novas oportunidades de negócios, já que se traduz como uma vantagem competitiva. Além de reduzir custos e evitar prejuízos, a terceirização do setor financeiro também melhora a produtividade das equipes de trabalho e impulsiona o crescimento da organização.
Quem pode fazer um BPO financeiro?
Tendência no mercado global, a terceirização dos serviços financeiros e contábeis deve movimentar mais de US$ 53 bilhões até 2026. Esse dado mostra o quanto a área tem a crescer e como essa pode ser uma ótima ideia de negócio.
Assim, todo profissional que tem conhecimentos nas áreas administrativas da empresa, mas principalmente na área contábil e financeira, pode fazer o BPO de outra empresa. Dessa forma, quem pode realizar o serviço são:
Administradores de empresas;
Contadores;
Gestores financeiros;
Economistas.
O que é preciso para ser um BPO financeiro
Profissionais que já atuam na área possuem o conhecimento necessário para realizar um BPO financeiro. Entretanto, existem algumas pontos que o profissional deve ser especialista:
Contabilidade: todos os processos da contabilidade precisam ser de conhecimento do prestador do serviço de BPO. É possível que a empresa que contrate o serviço já possua um contador, que fará esse serviço. Mas, o profissional deve ter o entendimento sobre os princípios básicos. Como regime de caixa e de competência, para o fluxo de caixa, por exemplo.
Demonstrações financeiras: algumas demonstrações do financeiro da empresa são essenciais para entender o resultado que ela traz. Por exemplo, o responsável deve saber analisar o balanço patrimonial juntamente com a Demonstração do Resultado do Exercício (DRE).
Impostos: os impostos são grande parte do controle financeiro de uma empresa. Assim, saber quais a empresa deve pagar, quais ela é isenta e como pagar menos impostos, devem estar no escopo de conhecimento do responsável.
Tecnologia contábil: é comum que os contadores utilizem sistemas que integram com o sistema de gestão da empresa, afinal, essa é uma forma simples de repassar a informação para o contador. Isso é ainda mais importante se o contador for o responsável pelo BPO. Assim, contar com um software que agiliza esse processo é de extrema importância.
Quanto cobrar por um serviço de BPO financeiro?
O valor de um BPO financeiro depende de alguns pontos:
Tamanho da empresa: quanto maior a empresa, mais informações ela terá, o que significa mais números para serem analisados e processados. Quanto maior a empresa, mais trabalho de BPO será, tornando o valor mais alto.
Nível de automatização dos processos: quando uma empresa controla as informações de forma manual, por exemplo, o trabalho é mais demorado. Isso ocorre porque, ao utilizar sistemas de controle, o responsável pelo BPO financeiro obtém melhor acesso e fontes de informações.
Tempo de especialização do responsável pelo BPO: quanto mais tempo de experiência na área o responsável tiver, é mais provável que ele tenha mais conhecimento. Assim, quanto maior o conhecimento, melhor será a entrega de resultados.
Concorrentes: assim como todo negócio, o responsável pelo BPO deve avaliar quanto os concorrentes cobram e até fazer uma avaliação do que é entregue por eles, podendo ser avaliado também o tempo de especialização.
Qual a diferença entre BPO, Assessoria e Consultoria?
Se o BPO financeiro é prestado por profissionais com conhecimento especializado na área de finanças, então qual é a diferença entre os serviços de BPO, assessoria e consultoria? Essa, aliás, é uma dúvida muito comum entre todos aqueles que desejam adotar a solução em suas empresas, já que os conceitos em um primeiro momento são bem parecidos.
Apesar disso, as três atividades possuem particularidades que as diferenciam umas das outras, conforme você acompanha na sequência.
BPO financeiro
O BPO é a terceirização de determinados processos operacionais de uma empresa. No caso do setor financeiro, as atividades da área são transferidas de forma integral ou parcial para uma empresa ou diretamente para um profissional especializado. Estes, por sua vez, irão executar e gerenciar as rotinas do setor, tomando decisões que impactam tanto na estrutura física da organização quanto na sua cultura.
Assessoria
Já a assessoria geralmente está atrelada à orientação de um profissional especializado durante a execução de um projeto, do início ao fim. Nesse caso, o auxílio técnico financeiro demanda menos responsabilidades, já que costuma ser supervisionado por uma equipe interna do setor.
Consultoria
Enquanto isso, a consultoria é o tipo de serviço que oferece aconselhamento profissional em uma área específica. Ela busca o desenvolvimento profissional do empreendedor ou das equipes de trabalho por meio de reuniões, palestras e treinamentos, mas não se envolve diretamente com as atividades financeiras da empresa.
Entender as diferenças entre essas três atividades significa compreender que na verdade o BPO financeiro é muito mais do que a simples transferência de responsabilidades a terceiros. O serviço é estratégico, agrega valor à empresa e impulsiona o seu crescimento em um mercado cada vez mais competitivo.
Conclusão
Neste artigo mostramos como a terceirização da gestão financeira pode contribuir para o sucesso da sua empresa. A atividade otimiza o tempo dos gestores e das equipes de trabalho, reduz custos, diminui erros, oferece mais estabilidade financeira às empresas e mais competitividade no mercado em que atuam.
Além disso, mostramos também que um bom BPO financeiro se faz com o uso de tecnologias adequadas, como o Sistema de Gestão Empresarial eGestor. Ele reúne em um único lugar todas as informações necessárias para a boa administração do negócio, otimizando os processos empresariais, melhorando a comunicação entre as equipes de trabalho e fornecendo dados confiáveis para o monitoramento de resultados.
Online, seguro, prático e desenvolvido especialmente para micro e pequenas empresas, o sistema eGestor possibilita que o gestor acompanhe o desempenho do seu negócio de qualquer lugar. Através da emissão de relatórios financeiros, o profissional consegue identificar falhas, mensurar impactos, reduzir gastos, evitar prejuízos e aumentar os lucros da empresa.
Quer terceirizar a gestão financeira da sua empresa com responsabilidade e eficiência? Conheça o Sistema eGestor e controle as operações do seu negócio com o auxílio de uma ferramenta intuitiva e simplificada.
Se você possui um comércio, mas ainda não conta com nenhum sistema para loja, é provável que esteja perdendo tempo e dinheiro.
Afinal, os softwares de gestão simplificam tarefas e melhoram a comunicação e a produtividade das equipes de trabalho. Além disso, melhoram a vendas, a lucratividade e a sobrevivência do negócio.
De acordo com o Sebrae, uma das causas da morte prematura das empresas no Brasil diz respeito à falta de uma boa gestão empresarial. Segundo a entidade, para se manter ativo no mercado por longo tempo é preciso aperfeiçoar produtos e serviços, estar sempre atualizado às tecnologias do setor e inovar continuamente os processos e procedimentos da organização.
Como fazer isso? Um bom sistema para loja pode ser a solução que o seu negócio precisa para se destacar perante a concorrência e crescer.
Ele fornece uma visão panorâmica do empreendimento, promove a integração de todos os setores da empresa, transforma dados complexos em informações confiáveis e as organiza em um único lugar.
Saiba mais no artigo a seguir.
Afinal, o que é um sistema para loja?
O sistema de gestão para loja é uma ferramenta tecnológica que possibilita a automatização de processos. Para ficar mais claro, trata-se de um programa de computador ou de um programa baseado na nuvem (online) que oferece vários recursos interessantes tanto para lojas físicas quanto online.
Havendo as duas possibilidades, um bom software de vendas também pode tornar o seu comércio omnichannel e permitir que você faça vendas, trocas e devoluções por meio de diferentes canais.
Mas como isso acontece? A partir da integração do PDV (Ponto de Venda) da loja com o sistema financeiro, estoque, caixa, compras, atendimento ao cliente entre outros setores que a empresa possui.
Em outras palavras, a solução facilita o gerenciamento de toda a loja, evitando perda de tempo, desperdício de dinheiro e de mão de obra profissional.
Na prática, um bom sistema de vendas ajuda o empreendedor a enxergar a própria empresa como um todo, muito além dos números anotados em uma folha de papel ou planilha eletrônica.
Por meio de dados estruturados e de fácil interpretação, o empresário consegue ter uma visão clara de quais produtos oferecem melhor retorno financeiro à loja e qual é a quantidade certa deles no estoque da sua empresa.
Além disso, o gestor também passa a ter maior controle das entradas e saídas do caixa da empresa, consegue manter as contas em ordem, saber quem são clientes inadimplentes entre outros detalhes cruciais ao bom desenvolvimento do negócio.
Somente com uma gestão eficiente é possível fazer uma loja funcionar, independentemente do seu segmento de mercado ou tamanho.
Funcionalidades de um sistema para loja
Um sistema para loja deve atender as necessidades da mesma. Isso significa que ele precisa ter algumas funcionalidades específicas, como:
1. Controle financeiro
Ter um controle financeiro independente dos outros setores da empresa não é uma boa ideia. É preciso que o controle financeiro seja totalmente integrado. Dessa forma, o sistema:
Melhora o controle do fluxo de caixa;
Possibilita identificar despesas dispensáveis, favorecendo a adoção de medidas para cortar gastos;
Oferece um registro preciso e detalhado de todas as vendas da empresa;
Permite melhores investimentos em áreas importantes da empresa e produtos com melhores retornos financeiros;
Antecipação a imprevistos por meio de um fluxo de caixa previsível.
2. Controle de estoque
Saber a quantidade certa de cada produto no estoque é uma tarefa complexa, que dependendo do tamanho da loja, pode levar muito tempo e exigir trabalho extraordinário.
Contudo, ela tende a ficar muito mais fácil com um sistema para loja. Simples e prático, ele permite incluir produtos no sistema através da leitura da nota fiscal de compra e organizá-los por características como cor, tamanho e aplicação.
Um sistema para loja de roupas, por exemplo, deve permitir essas e outras categorizações de produtos, como fornecedores, tipos de tecido e coleção. Além disso, o software também deve fornecer dados precisos sobre armazenamento, entregas, trocas e devoluções.
Agora, imagine registrar tudo isso em uma planilha eletrônica? Além de incontáveis linhas e colunas, o processo ainda demandaria conhecimento de fórmulas complexas.
Por outro lado, um sistema de vendas torna todo o processo mais simples, sendo necessário apenas clicar em alguns botões para obter a informação desejada.
3. Emissão de boletos
Outra grande vantagem de contar com um sistema de gestão de vendas é poder emitir boletos de forma muito simples. Geralmente, a única exigência é que a sua empresa tenha uma conta bancária em nome dela. Cumprindo este requisito, basta configurar o boleto e enviar para o cliente realizar o pagamento.
O boleto é uma modalidade prática e eficiente de pagamento, bem como uma forma de atender a um público ainda maior. Afinal de contas, ele atende tanto a quem o prefere por não ter que fornecer dados pessoais, quanto a quem não possui conta bancária.
Atualmente, quase 5% da população brasileira opta pelo boleto bancário na hora de fazer as suas compras. Confiável, o meio de pagamento também é uma forma de atrair novos clientes e fidelizar os antigos. E com os boletos registrados, o negócio se torna ainda mais seguro, tanto para o cliente quanto para o empreendedor.
4. Cadastro de produtos e clientes
Ter um cadastro de produtos feito através das notas fiscais de entrada faz com que todo esse processo se torne mais simples e fácil. Assim, além da inserção no estoque, a movimentação também é lançada no financeiro.
Já o cadastro de produtos traz vantagens diferentes, como as informações sobre o cliente para a criação de promoções de aniversário, por exemplo. Também, é uma maneira de fidelizar o cliente, fazendo com que ele sempre retorne.
5. Atendimento ágil e eficiente
Com a organização dos dados em um só lugar, a sua loja ganha em produtividade. E quem sente os reflexos desse benefício é o cliente. Ele passa a ter uma melhor experiência com a sua empresa por meio de um atendimento mais rápido, sem ruídos, sem filas e de forma personalizada.
Tenha em mente que esses benefícios aumentam a possibilidade de o cliente voltar a fazer negócios contigo novamente. Ou seja, a sua loja só tem a ganhar!
6. Facilita a tomada de decisões mais assertivas
Além das vantagens descritas anteriormente, um sistema para loja também fornece uma base de dados confiável para a tomada das melhores decisões a favor do negócio.
Por transformar dados em informações precisas, atualizadas e de fácil interpretação, o software possibilita que o gestor adote estratégias mais assertivas para evitar perdas e prejuízos, aumentar as vendas, planejar melhores investimentos, entre outras ações importantes.
7. Possibilidade de integração com lojas virtuais
Alguns softwares de gestão de vendas possibilitam a integração da loja física com a online, permitindo que as operações comerciais sejam realizadas em canais diferentes.
Com essa funcionalidade, o seu cliente vai poder comprar o seu produto em sua loja virtual e trocá-lo em sua loja física (e vice-versa). Até mesmo porque nesse caso, o estoque, o financeiro e demais setores estão integrados em um único sistema.
2. Redução de fraudes
Um bom sistema para loja também possibilita que você encontre divergências entre as vendas previstas e pagas de fato. Isso pode ser decorrente de pagamentos realizados fora da data, não repasse ou repasse de valores incorretos pelas operadoras de cartão, chargebacks, cancelamentos entre vários outros fatores.
Sejam em lojas físicas ou virtuais, as fraudes podem causar prejuízos incalculáveis e colocar em risco o negócio. Nesse contexto, a automação da gestão de vendas da empresa se faz necessária. Ela evita aborrecimentos com clientes, com adquirentes e operadoras de cartão de crédito e com funcionários mal-intencionados.
Vantagens de um sistema para loja
Contar com um sistema de gestão para loja é elevar o seu negócio a outro nível. Para o varejo, o software representa mais agilidade, economia financeira e melhores oportunidades.
Uma pesquisa realizada pela IDG Research Services revelou, inclusive, que empresas que possuem sistema de gestão crescem 35% mais rápido quando comparadas às que não utilizam a tecnologia. E de acordo com o estudo, o nível de produtividade nessas empresas é 10% maior do que nas demais.
Além de aumentar a produtividade e a lucratividade da empresa, um bom sistema oferece outras vantagens, como agilidade e economia de tempo.
Sistema eGestor de gestão empresarial
Por fim, mas não menos importante, temos ainda o sistema para lojas eGestor. Com ele, você acompanha as suas vendas, o estoque e o financeiro da sua empresa em um único lugar. Dividido em módulos que se integram para oferecer uma gestão empresarial eficiente para lojas de todos os segmentos e portes, o eGestor oferece os seguintes benefícios aos seus clientes:
Acompanhar as entradas e saídas do caixa, bem como controlar as contas a pagar e receber de forma simplificada;
Controlar comissões de vendedores;
Identificar clientes inadimplentes;
Emitir relatórios de fluxo de caixa, fluxo futuro e DRE, por exemplo;
Saber a quantidade de cada produto no estoque, o seu custo e a localização na prateleira;
Possibilita a categorização de produtos no estoque, como cor, marca, tamanho, fornecedor, prazo de validade e muito mais;
Emissão de relatórios de controle de estoque mínimo, estoque em data específica, histórico por produto entre outras opções;
Pedido de venda sem complicação, bastando informar os produtos e serviços e selecionar a forma de pagamento;
Emissão de orçamento de vendas;
Permite emitir a nota fiscal eletrônica diretamente no pedido;
Emissão de relatórios de vendas com detalhes dos produtos vendidos, comissão de vendas entre outras informações importantes;
Permite emitir Nota Fiscal e enviá-la por e-mail para o cliente;
Faz importação de arquivos XML, evitando o trabalho de digitar todas informações das notas fiscais de compra;
Emissão de boletos com registro.
O eGestor não é um sistema gratuito, mas suas muitas funcionalidades justificam o investimento. E você pode, inclusive, testá-las gratuitamente sem compromisso nenhum.
Para preservar a sua privacidade e os seus dados pessoais, a plataforma sequer solicita cartão de crédito!
Sistema para loja gratuito ou pago? Qual escolher?
Embora existam inúmeros sistemas gratuitos de gestão para lojas, é bom ficar atento, pois geralmente as funcionalidades são limitadas.
Não é impossível encontrar um sistema para loja completo e gratuito, mas isso é muito difícil. Geralmente, eles oferecem integração entre PDV, financeiro e estoque, setores considerados “coração do varejo”.
O que fazer então? Nesse caso, o melhor caminho é procurar uma solução que ofereça bom custo-benefício.
Sem dúvida alguma contar um sistema de gestão empresarial com recursos completos, planos que cabem no seu bolso e possibilidade de administrar a sua empresa de qualquer lugar pode impulsionar o seu negócio.
Nesse cenário, o sistema de gestão empresarial eGestor se destaca. Baseado na nuvem, o sistema possui API RESTful, que possibilita a integração e o acesso aos módulos do sistema:
Dados da empresa;
Contatos;
Produtos;
Categoria de produtos;
Estoque;
Formas de pagamento;
Plano de contas;
Tributos;
Contas a pagar e receber;
Compras;
Vendas;
Geração de boletos;
Relatórios gerenciais;
Emissão de notas fiscais entre outros.
O fato é que com um bom sistema para loja, você vai economizar mais, vai reduzir as chances de erro, o retrabalho e ter mais segurança na tomada de decisões. A integração entre os setores estratégicos da empresa também vai aumentar a lucratividade do negócio, já que reduz consideravelmente os desperdícios.
Chega de anotar dados importantes em folhas de papel ou em planilhas eletrônicas. O eGestor é um sistema para loja que alia tecnologia e praticidade para simplificar a gestão da sua empresa e torná-la um negócio escalável e bem-sucedido. Gostou? Então acesse o site, preencha os seus dados e revolucione os processos da sua empresa com um sistema prático e eficiente.
Sistema ERP para loja ou CRM? Qual é o melhor?
Quando o assunto é sistema para loja, uma dúvida muito frequente é qual a melhor tecnologia utilizar, ERP ou CRM?
Se você também está querendo automatizar os processos da sua loja, saiba que não existe uma tecnologia melhor do que a outra. Na verdade, o que existe é a tecnologia ideal para cada necessidade.
Sistema ERP para loja
O ERP, Enterprise Resource Planning (Planejamento dos Recursos da Empresa, em português), é um sistema de gestão empresarial que, como o próprio nome sugere, ajuda empreendedores e gestores a aplicar melhor os recursos financeiros da empresa por meio da integração das informações.
O sistema ERP é totalmente personalizável para a realidade de cada empresa, sendo dividido em módulos. Ele reúne informações operacionais de cada área da empresa em um só lugar, como compras, financeiro, vendas, estoque, fornecedores, marketing, RH entre outros.
Portanto, trata-se de um software de gestão muito abrangente, que reduz consideravelmente os custos operacionais da empresa. Com a informatização e unificação dos dados, os processos empresariais tornam-se mais ágeis, eficientes e com menos erros.
Sistema CRM para loja
Já o sistema CRM para a loja permite que o gestor acompanhe a jornada do cliente e estabeleça as melhores estratégias para fidelizá-los e melhorar as vendas. A sigla CRM, aliás, significa Customer Relationship Management (Gestão do Relacionamento com o Cliente, em português). Isso, por si só, já explica muito da funcionalidade desse poderoso sistema para loja.
O CRM é um excelente sistema para loja online, pois fornece todo o histórico do cliente, como dados cadastrais, últimas interações, compras, desistências e devoluções.
A partir dessa base de dados, é possível estabelecer um relacionamento duradouro com o cliente. É possível, por exemplo, enviar um e-mail de aniversário ou um e-mail comunicando o lançamento de um novo produto ou de uma promoção.
Mas é claro que a metodologia também permite coletar feedbacks e com eles estabelecer melhorias em prol da empresa.
Em outras palavras, o CRM coloca o cliente no centro do negócio, facilitando a gestão de vendas da empresa. Para isso, além de possibilitar o acompanhamento da jornada do cliente, o software também mostra o desempenho de venda de cada vendedor, emite relatórios gerenciais entre vários outros recursos.
Como você viu, não existe uma tecnologia melhor do que a outra, e sim, tecnologias que melhor atendem necessidades específicas. E a boa notícia é que você pode ter o melhor dos dois mundos.
Alguns sistemas de gestão permitem a integração entre softwares ERP e CRM, oferecendo melhores resultados organizacionais.
O eGestor é um software completo para gestão de micro e pequenas empresas fácil e online. Sistema de Controle de Estoque, Controle Financeiro, Controle de Compras e Vendas, Emissão de Nota Fiscal, NFCe, Boletos e muito mais!