Como fazer eventos corporativos online de sucesso

Como fazer eventos corporativos online de sucesso

Os eventos corporativos deixaram de ser apenas uma formalidade do calendário empresarial para se tornarem uma das estratégias mais eficientes de marketing e relacionamento. Seja para lançar um produto, fortalecer a marca ou gerar leads qualificados, um evento bem planejado, presencial, online ou híbrido, pode gerar resultados que uma campanha tradicional dificilmente alcançaria sozinha.

Neste artigo, você vai entender o que são eventos corporativos, os principais formatos, como planejar cada etapa da produção e o que fazer depois que as luzes se apagam (ou a transmissão termina).

O que são eventos corporativos?

Eventos corporativos são encontros promovidos por empresas, de forma direta ou indireta, com foco em seus objetivos de negócio. Eles servem para reunir pessoas em torno de uma discussão, uma temática, um produto, um serviço ou uma marca.

Mais do que uma simples reunião, um evento corporativo é um ponto de encontro entre pessoas que compartilham algum interesse em comum. Por isso, mais importante do que apenas transmitir informação, é essencial abrir espaço para a conexão entre os participantes: o famoso networking, um dos maiores atrativos desse tipo de produção.

Toda produção corporativa é organizada por uma empresa e pode ser direcionada a diferentes públicos:

  • B2C: quando o evento é voltado para o cliente final;
  • B2B: quando o foco é conectar negócios. Nesse caso, o público pode ainda se dividir em interno (colaboradores) e externo (clientes, acionistas, fornecedores, parceiros e demais stakeholders que não fazem parte do quadro de funcionários).

Se você ainda tem dúvidas sobre essas categorias, confira o artigo sobre B2B e B2C: o que são e quais suas diferenças.

Por que investir em eventos corporativos?

Além de gerar reconhecimento de marca (o chamado brand awareness), os eventos corporativos costumam cumprir três grandes missões dentro da estratégia de uma empresa:

Geração de leads

Os eventos corporativos têm sido cada vez mais usados como estratégia de marketing para atrair e capturar leads qualificados. Promover encontros nichados, com temática bem definida, é uma forma eficiente de filtrar no mercado quem realmente pode se tornar cliente da sua empresa no futuro.

Fortalecimento de relacionamentos

No universo corporativo, construir contatos e cultivar bons relacionamentos é um diferencial competitivo. Por isso, vale organizar eventos voltados a parceiros, fornecedores e afiliados, assim como para os próprios colaboradores, em convenções comerciais ou celebrações de resultados.

Lançamento de produtos ou serviços

Um evento de lançamento gera, por si só, um burburinho em torno da marca: aumenta a curiosidade, o desejo de compra e, em sessões fechadas, ainda reforça a sensação de exclusividade. Gigantes da tecnologia, como Apple e Samsung, usam muito bem esse formato para direcionar as atenções do mercado para seus lançamentos.

Para definir o objetivo do seu evento, tente responder a duas perguntas simples: “o que eu espero desse evento?” e “por que vamos realizá-lo?”. As respostas vão ajudar a escolher o melhor formato para a ocasião.

Como planejar um evento corporativo em 4 passos

Com o objetivo definido, é hora de estruturar o plano de ação. A seguir, veja as quatro etapas essenciais do planejamento.

1. Defina o formato do evento

A escolha do formato deve considerar o perfil dos participantes, suas expectativas e sua familiaridade com a tecnologia. Nem sempre o máximo de recursos digitais agrada: às vezes, menos é mais.

Pense nas mensagens-chave, na experiência e na impressão que você quer transmitir ao seu público-alvo. Entre os formatos mais comuns estão:

  • Webinar;
  • Congresso;
  • Convenção;
  • Workshop;
  • Feira virtual.

A definição do formato também determina a estrutura tecnológica necessária para a transmissão. Por isso, a recomendação é contar com uma plataforma de eventos que faça a gestão de ponta a ponta — da inscrição ao relatório de engajamento.

2. Monte a programação e o conteúdo

Fechar a grade de temas e palestrantes não é uma tarefa simples: é preciso conciliar agendas, perfis e repertórios complementares. Mas, quando bem-feita, essa curadoria pode se tornar o principal atrativo do evento, uma verdadeira isca para os participantes interessados nos tópicos abordados.

A curadoria de conteúdo ajuda a levantar os principais insights sobre o tema, o que facilita a definição dos painelistas e do roteiro como um todo. Para isso, aprofunde-se no assunto pesquisando na internet, em fóruns especializados ou assistindo a eventos semelhantes já realizados por outras empresas.

Durante essa pesquisa, procure identificar as principais provocações e reflexões que o tema desperta, as discussões que podem ser exploradas e as novidades mais recentes sobre o assunto. Assim, o resultado desse estudo deve guiar toda a programação, que precisa fugir do óbvio, agregar valor real e despertar a curiosidade do público.

3. Elabore o plano de comunicação e divulgação

Com a programação definida e o conteúdo em produção, é hora de criar o site ou a landing page de inscrição, a base de toda a divulgação do evento.

Use as redes sociais, invista em anúncios pagos, publique releases e convide toda a comunidade que possa se interessar pelo tema. À medida que as inscrições chegam, aproveite os e-mails coletados para enviar conteúdos exclusivos e manter o público aquecido até o dia do evento.

4. Organize a logística e o orçamento

Nenhum planejamento está completo sem um controle financeiro bem-feito. Liste todos os custos envolvidos — plataforma, palestrantes, divulgação, equipe — e compare com o retorno esperado. Uma boa gestão financeira facilita inclusive a apuração do ROI (retorno sobre investimento) do evento na etapa seguinte.

Se a sua empresa também organiza eventos para clientes como parte do próprio negócio, vale conhecer como funciona um serviço de produção de eventos profissional.

O que fazer no pós-evento?

Quem já organizou um evento sabe que o trabalho não termina quando a transmissão acaba ou as luzes do salão se apagam. Afinal, a pós-produção é uma etapa tão importante quanto a produção em si e não pode ser negligenciada.

Ações voltadas aos participantes

  • Envie um e-mail de agradecimento a todos que participaram;
  • Aproveite a mesma mensagem para disparar a pesquisa de satisfação e o certificado de participação;
  • Atualize o site do evento disponibilizando a gravação dos painéis, para quem quiser rever o conteúdo;
  • Reaproveite trechos da gravação como pílulas de conteúdo para as redes sociais.

Ações voltadas à organização

Feche o relatório de resultados, reunindo o fechamento financeiro do projeto — despesas e receitas — para calcular o ROI do evento. Use ferramentas simples, como uma planilha de gestão de orçamento e um cronograma completo, além de checklists para garantir que nenhuma tarefa fique de fora.

Ter as finanças da empresa organizadas facilita, e muito, esse fechamento de contas. Com um sistema como o eGestor, é possível controlar receitas, despesas e emitir notas fiscais em um só lugar, o que deixa o relatório final do evento muito mais rápido de montar.

Perguntas frequentes sobre eventos corporativos

  1. Qual a diferença entre evento corporativo e evento social?

    O evento corporativo é sempre promovido por uma empresa e tem foco em objetivos de negócio, como geração de leads, relacionamento ou lançamento de produtos. Já o evento social não tem vínculo direto com uma organização empresarial e costuma ter finalidade pessoal ou de lazer.

  2. Vale mais a pena fazer um evento presencial, online ou híbrido?

    Depende do objetivo, do orçamento e do perfil do público. Eventos online reduzem custos de logística e ampliam o alcance geográfico; os presenciais fortalecem o networking; e os híbridos tentam unir o melhor dos dois formatos.

  3. Como medir o sucesso de um evento corporativo?

    Os principais indicadores são número de inscritos, taxa de comparecimento, engajamento durante o evento, leads gerados e o ROI calculado a partir do relatório financeiro pós-evento.
    Colocar essas etapas em prática exige organização, mas o resultado compensa: um evento corporativo bem planejado fortalece a marca, gera leads qualificados e cria relacionamentos que duram muito além do dia da transmissão.

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Mercado Livre: Entenda como vender e ganhar dinheiro

Mercado Livre: Entenda como vender e ganhar dinheiro

Ganhar dinheiro vendendo produtos pela internet é uma tendência atual do mercado. Com a facilidade da tecnologia, muitas pessoas apostam seus investimentos no mercado online a fim de garantir uma renda no final do mês. E, para auxiliar estas pessoas surgiu o Mercado Livre.

Apesar de muitas pessoas ainda possuírem um certo receio da eficácia de compras e vendas de produtos pela internet, existem meios que garantem essa segurança. Assim, a venda dos seus artefatos é fácil e feita de forma segura e simples com uma plataforma de vendas online, como o Mercado Livre. E a partir dela existem estratégias de vender o produto de maneira correta e garantir lucros através disso.

O que é o Mercado Livre

O Mercado Livre é o maior espaço de vendas pela internet da América Latina. O marketplace foi criado em 1999 na Argentina e logo se espalhou pelo continente, criando suas versões em vários países, como República Dominicana e Costa Rica, o Mercado Libre. E, claro, no Brasil. Hoje, com cerca de 4 mil funcionários, o site opera em 19 países.

Milhares de clientes acessam o site todos os dias procurando por produtos de boa qualidade e com ótimo preço. De acordo com o próprio, em 2018 eram feitas cerca de 6 mil buscas e 9 vendas por segundo. Assim, é uma ótima alternativa para as pessoas que querem começar a montar a sua loja virtual. Com a atual crise e o desemprego, essa pode ser a alternativa de muitas pessoas poderem recomeçar a sua vida.

A plataforma chega a representar 0,12% do PIB do país, com, em torno, de 60 milhões de ofertas em tempo real. Esses dados demonstram a variedade de produtos oferecidos pelo site, gerando assim, uma grande oportunidade para empreendedores.

Como faço para vender meus produtos no Mercado Livre

As vendas dos produtos na plataforma são realizadas através dos anúncios. Ainda, antes de anunciar, é preciso se cadastrar no site. Essa parte é bem simples, você deve entrar no site e selecionar “criar uma conta”.

Página inicial do Mercado Livre

Após, basta inserir os dados de nome, e-mail e senha quando pessoa física e razão social, CNPJ, e-mail e senha, quando pessoa jurídica.

Cadastro de dados da empresa no Mercado Livre

Ou as características de pessoa física.

Cadastro de dados pessoais no Mercado Livre

E, após isso, ler as Políticas da plataforma e concordar com elas.

O próximo passo é selecionar o que você quer vender.

Seleção do que será anunciado no Mercado Livre

E inserir o nome do produto.

Escolha do título do anuncio no Mercado Livre

E, logo, suas características.

Dados do produto anunciado no Mercado Livre

Por fim, devem ser inseridas as fotos e outras informações.

Dados do produto anunciado no Mercado Livre

Assim, você pode cadastrar um anúncio no site. Para fazer isso, você deve especificar qual o tipo de produto ou serviço que você está oferecendo através das categorias. Logo após isso, é necessário pensar no título e subtítulos do anúncio e na descrição. Depois, você precisa cadastrar fotos do seu produto. Também é importante definir as informações de preço do produto e logo após, você deve colocar as opções de frete.

Especificar o tipo de produto a ser vendido no Mercado Livre

Sendo o maior marketplace do Brasil, o Mercado Livre possui as mais diversas categorias de produtos. Eles vão de celular a móveis e de bolsas a perfumes. Ao colocar o seu produto a venda, é necessário categorizá-lo de acordo com o grupo pré determinado pela plataforma. Esse processo facilita para que os clientes possam pesquisar apenas por categoria.

Título e subtítulo do anúncio

Nos subtítulos adicione palavras que facilitarão encontrar seus produtos no buscador. Assim, é importante descrever palavras do produto que você quer vender da mesma maneira que escreveria na busca se estivesse procurando para comprar.

Descrição e condições do produto

Na descrição do produto é importante ser criativo. O vendedor deve utilizar palavras que convençam o consumidor a comprar os seus produtos. Então, deve estar claro se o produto é novo ou usado, para não confundir o comprador.

É importante ainda ser claro sobre todas as condições das peças que está vendendo e expor todas as condições. Por exemplo, se algum produto estiver com arranhões ou alguns erros de funcionamento, é preciso especificar para que depois, quando receber o produto, o cliente não o classifique como negativo. Isso pode derrubar a sua imagem no mercado.

Fotos e vídeos do produto

É importante prestar muita atenção nessa hora, pois boas imagens do produto no Mercado Livre chamam a atenção do consumidor. Não adianta pegar imagens da internet, se você mesmo tirar a foto do seu produto, melhor. Isso também garante a credibilidade do cliente na sua venda. Coloque muitas fotos para que seja possível visualizar o produto de todos os ângulos. Dessa forma, o consumidor pode conhecer bem o seu produto e facilita na hora da venda.

Se possível, ainda grave vídeos mostrando o seu produto. Caso seja o produto à venda seja um equipamento eletrônico, mostre-o funcionando. Além disso, é sempre bom mostrar o rosto, pois passa confiança ao cliente.

Preço do produto

Na hora de definir o preço da venda do seu produto, é importante ser justo com o cliente. Além disso, o Mercado Livre oferece muita concorrência. Assim, é importante procurar se há outros vendedores oferecendo o mesmo produto e pesquisar os preços, que podem variar. Caso você confie que o seu produto vale mais que os dos concorrentes, especifique na descrição quais são as verdadeiras vantagens que o produto oferece.

Frete

Você pode tanto colocar os serviços de frete gratuitos ou valores a combinar. Os fretes gratuitos na modalidade do PAC podem chamar a atenção dos consumidores. Assim, você pode oferecer ainda a opção do Sedex com preço a combinar com o seu comprador.

Pronto, seu produto estará à venda no Mercado Livre! Mas é preciso ter um pouco de paciência, não será em poucas horas que seu produto irá vender. É necessário buscar por alternativas de adaptação até que você consiga a efetiva venda do produto.

Vantagens do Mercado Livre

Existem diversas vantagens que a plataforma pode proporcionar para seus vendedores.

Baixo custo

Uma das principais vantagens para quem quer vender seus produtos é que a plataforma não tem quase nenhum custo.

Planos Mercado Livre
Quanto custa vender um produto no Mercado Livre

E por quase nenhum, queremos dizer quase nenhum mesmo. O Mercado Livre possui três tipos de anúncios, o Gratuito, o Clássico e o Premium. Dessa forma, com exceção do gratuito, todos tem um custo pago. Esse valor influencia coisas como exposição, duração e parcelamento, por exemplo.

Isso não significa que você deve utilizar algumas das opções pagas, e por isso existe a gratuita. Entretanto, se levarmos em consideração que gastos como aluguel, luz e telefone, que seriam utilizados em uma loja física, são retirados do cálculo, ele pode ser uma grande vantagem. Além da taxa do site, os gastos com investimentos são praticamente nulos, fazendo com que seu lucro seja maior e diminuindo também o risco.

Maior visibilidade

O Mercado Livre é um dos sites mais acessados no Brasil, assim como é nos outros países que ele opera. Dessa forma, se tem muito mais visibilidade que um ecommerce regular e com muito menos custo. E, como o site tem cerca de 219 milhões de usuários por mês, a chance de ser visto e reconhecido, cresce mais, sem nenhuma ferramenta de divulgação.

Plataforma do Mercado Livre

Montar uma loja virtual não é nada fácil. Ela precisa funcionar corretamente e ainda ser atrativa para o comprador. Vendendo em um marketplace não há necessidade de se preocupar com essas partes mais difíceis. Tudo já está pronto e há um clique de distância.

Mas, ainda que não seja necessário nenhum código ou programação, é possível personalizar sua loja. O Mercado Livre permite a inserção de logo, imagem de capa e algumas alterações de cores.

Segurança

Dentro do Mercado Livre existem alguns métodos de avaliação de vendedores. Assim, quando alguém realiza uma compra, o marketplace dá a chance do comprador avaliar essa compra. Normalmente o vendedor é avaliado de acordo com o atendimento e a entrega dos produtos, de acordo com a nota do comprador. Também é possível realizar comentários ou denunciar um vendedor.

Ainda que uma das prioridades seja proteger o cliente, a plataforma também protege seus vendedores. Sempre que uma venda é realizada e o valor pago, a plataforma avisa o vendedor para que este envie o produto. Quando falamos do dinheiro, somente o vendedor é o único que pode retirar esse valor.

Pagamentos

Uma das referências do Mercado Livre é sua plataforma, o Mercado Pago. Com ele, o comprador pode fazer compras a partir de boletos ou cartão de crédito direto no site. Nele você pode ver os seus pedidos pagos, pendentes, carregar dinheiro, recarregar celular e vale-transporte, além de muitas outras vantagens.

Dicas para vender no Mercado Livre

Ainda que vender na plataforma seja fácil, é preciso ter atenção a alguns dados para melhorar a sua colocação frente a seus concorrentes. Portanto, deixamos aqui algumas dicas para você vender mais no Mercado Livre:

Invista na descrição dos produtos

Quando um consumidor procura algo no Mercado Livre, ele irá investigar a maioria dos dados do produto. Por isso, você deve estar atento a descrição do seu produto. Isso inclui o título, subtítulo, a apresentação do produto e fotos e vídeos. Também é necessário estar atento a erros dessa descrição, seja erros de coerência do produto com a foto, por exemplo, até erros de português.

Responda os questionamentos

O Mercado Livre permite que consumidores façam perguntas aos vendedores. Aproveite que existe essa forma de contato com seus consumidores e seja cordial com seus futuros clientes. Evite qualquer forma de estupidez ou grosseria. Também tente ser o mais claro possível e responder as perguntas com prontidão.

Cuide da sua reputação

Outra dica importante que podemos dar é para ter uma conta de comprador separada da sua conta de vendedor. Isso porque, se você fizer uma compra e negativar o vendedor, ele pode te negativar também, prejudicando na hora das suas vendas, pois os clientes verão que você foi negativado.

Também, procure estar atento e zelar pelos seus clientes, sempre prezando pela segurança e garantindo um bom serviço prestado.

Outras dicas para vender no Mercado Livre

  • Obedeça às regras: Procure ler os termos de uso e responsabilidade antes de criar os anúncios, para evitar que sua conta seja cancelada.
  • Utilize técnicas de venda: Por exemplo, exponha um produto e diga que o preço baixou. Boas ofertas sempre atraem clientes. Ou senão utilize técnicas de escassez do produto. Você pode dizer que existem só mais algumas peças a venda.
  • Pós-venda: Você pode, por exemplo, colocar brindes na correspondência para agradar o cliente. Ou então, após colocar o produto nos correios, mande o código postal de rastreamento para o cliente saber onde a mercadoria está. E agradeça sempre o cliente pela sua compra.

Mercado Livre em 2020

O ano de 2020 foi atípico para todos os setores. Enquanto alguns negócios previam uma queda brusca, outros um aumento. Acontece que com o Mercado Livre, o aumento foi muito maior que o esperado.

Stelleo Tolda, o presidente da plataforma na América Latina e cofundador, a empresa registrou um acréscimo de 117,1% nas vendas, em comparação a 2019. Entre janeiro e setembro deste ano, as vendas no site chegaram ao valor total de US$ 14,3 bilhões.

Isso se dá devido a grande possibilidade de crescimento do comércio eletrônico no Brasil. Enquanto algumas potências mundiais crescem cerca de 17% a 19%, o Brasil deve crescer ainda, 30%.

Ainda, até o início de 2021, novas operações serão implementadas. Entre elas o Mercado Envios, parte do logístico do Mercado Livre, pretende duplicar a capacidade de armazenamento de encomendas.

Também, foram anunciadas cinco novos centros logísticos. Com isso, com a frota própria e com a conta do Mercado Pago, a plataforma se consolida cada vez mais como uma das maiores do mundo, junto com a Amazon, por exemplo.

Considerações finais

Esses atos ajudam a construir a sua reputação no site. Receber avaliações positivas pode colaborar para o sucesso da sua loja virtual. Muitos clientes decidem a comprar através das avaliações, pois significa que você é um vendedor confiável. É importante trabalhar para garantir uma boa reputação. Esforce-se e sempre ofereça bons produtos e um bom atendimento. Isso vai garantir que seus negócios alavanquem e que você possa ganhar muito dinheiro com o Mercado Livre.

Agora que você está pronto para vender no Mercado Livre, como vai controlar o estoque de todos esses produtos? Recomendamos o eGestor, um software online para gestão de micro e pequenas empresas.

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Alvará de funcionamento: Veja como conseguir

Alvará de funcionamento: Veja como conseguir

Quando está pensando em montar um negócio, o futuro empreendedor pensa em vários detalhes, faz um planejamento, define estratégias, mas acaba esquecendo de um documento muito importante: o alvará de funcionamento. Sem essa autorização, sua empresa pode ser fechada ou pagar uma multa diante de uma fiscalização do poder público municipal. Para não correr esse risco, veja a seguir o que é, para que serve e como emitir o seu alvará de funcionamento.

O que é um alvará de funcionamento

O alvará de funcionamento é um documento que permite que determinada empresa possa realizar as suas atividades dentro do espaço físico onde ela está instalada. Assim, trata-se de uma autorização realizada após uma vistoria presencial.

O alvará é responsabilidade do poder público municipal. Logo, é concedido pela prefeitura de cada município. 

Empresas prestadoras de serviço, indústrias, comércios e vários outros tipos de negócios devem apresentar o alvará para que possam continuar os seus trabalhos. Por isso, é essencial fazer a solicitação antes de começar as atividades, de fato.

Como funciona

O alvará é o atestado da prefeitura garantindo que aquela empresa, comércio ou prestador de serviço atende a todos os requisitos contidos em lei. Ou seja, um agente da prefeitura se desloca até o local onde seu negócio funcionará e avalia a viabilidade do mesmo.

Assim, caso encontre algum problema, há a possibilidade de corrigir antes da abertura. Entretanto, se tudo estiver correto, a empresa recebe a autorização.

Cada prefeitura tem uma série de diretrizes que devem ser seguidas por estas empresas. Antes de abrir as portas, de fato, elas devem entrar em contato com a prefeitura e solicitar a liberação para que possam atuar dentro da legalidade.

Apesar de ser um serviço comum a todos os municípios, cada um deles tem as suas regras, valores e demais condições estabelecidas.

Licenças para funcionamento

Para obtenção de alvarás, alguns documentos básicos são exigidos. Confira os mais comuns:

  • Corpo de bombeiros: avalia, basicamente, as normas de segurança do local. É um tipo de licença comum a todas as empresas.
  • Licença ambiental: direcionada a empresas que realizam algum tipo de serviço que utilize recursos naturais e ambientais. O objetivo é avaliar o impacto daquela atividade no meio ambiente.
  • São exemplos: indústrias químicas, têxteis, vestuário, metalúrgicas, mecânica, loja de bebidas, turismo, transporte, dentre outras.
  • Licença sanitária: aqui, quem fiscaliza é a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Ela tem o objetivo de garantir que os produtos comercializados estejam em condições saudáveis para serem ofertados aos consumidores. Ou seja, é uma licença obrigatória para quem trabalha com manipulação de alimentos, cosméticos, higiene, perfumes, produtos farmacêuticos e outros para a saúde.
  • Produtos de origem animal: quem faz a averiguação é o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. É uma licença obrigatória para empresas que trabalham com esse tipo de produto.
  • Produtos químicos controlados: aqui, o controle é feito pela Polícia Federal que possui uma longa lista com aqueles itens que podem ser comercializados, desde que seguindo os protocolos exigidos.

Quem precisa de alvará

No geral, todas as empresas que oferecem algum tipo de serviço ou produto ao consumidor, que tenha movimentação de pessoas e precisa de um espaço físico para realizar essas atividades, devem ter um alvará de funcionamento. Podemos listar:

  • Salão de beleza;
  • Farmácia;
  • Restaurante;
  • Bar e lanchonete;
  • Pizzaria e Churrascaria;
  • Comércios de vendas de produtos diversos;
  • Papelaria;
  • Padaria;
  • Igreja;
  • Cinema, teatro, etc.

Quem tem loja virtual também precisa de alvará de funcionamento? Essa pergunta é muito comum e a resposta é sim. Desde que a empresa precise manter em um determinado espaço físico o seu estoque de produtos, ela deve apresentar um alvará.

Além disso, temos também as empresas que funcionam em endereços residenciais. Nesse caso, o local deve apresentar uma licença que permite o uso do ponto como loja comercial. Se não for o caso, a tal empresa não deve ter produtos armazenados no local. Se tiver, necessita de um alvará.

Quem não precisa?

Além dos endereços residenciais que já possuem permissão para uso comercial, alguns casos não são obrigados a ter um alvará de funcionamento, como os vendedores ambulantes e os profissionais autônomos, por exemplo.

A dispensa de alvará também é permitida ao MEI (Microempreendedor Individual). Desde o final de 2020, o MEI não é obrigado a apresentar alvará, mas deve solicitar a dispensa no site do Governo Federal. 

Qual a importância do alvará

O alvará é um documento de extrema importância para a empresa. Afinal, é ele que permite e autoriza o seu funcionamento. Assim, sem essa permissão obrigatória, a empresa pode pagar multas ou, até mesmo, fechar as portas caso seja fiscalizada pelos órgãos do seu município. Ter o alvará é estar dentro da lei.

Também é por meio do alvará de funcionamento que a empresa garante condições seguras para os seus funcionários e também para os seus consumidores.

Ou seja, o alvará é uma demonstração de que a empresa se preocupa com a saúde e o bem-estar de todos, além de caracterizar a profissionalização do negócio. 

É um documento simples e que deve ficar exposto em um local de fácil acesso, permitindo a visualização de todos que circulam por aquele ambiente.

Como solicitar os alvarás de funcionamento

Para solicitar o alvará da sua empresa, basta se dirigir até a prefeitura da sua cidade, ou órgão responsável por esse serviço, e fazer a solicitação. 

Assim, antes de dar entrada no procedimento, você será informado sobre os documentos que deverá apresentar e como será feita a continuação do processo. A documentação exigida pode variar conforme o município. Mas, ela costuma ser:

  • Planta do imóvel;
  • IPTU pago;
  • Documento de identificação e CPF do responsável pela empresa;
  • Localização detalhada do espaço, como lote, quadra e setor;
  • Escritura e contrato de locação.

É importante lembrar que cada cidade pode ter exigências diferentes em relação à dispensa do alvará e também ao valor cobrado pela liberação do documento. Por isso, entre em contato com o órgão fiscalizador do seu município e tire todas as suas dúvidas, de acordo com o seu caso específico.

Ainda, esteja atento à atividade econômica, ou CNAE, escolhida pela empresa. É possível optar por mais de uma. Do contrário, caso uma atividade seja exercida sem autorização, a empresa está passível de multa.

Conclusão

O alvará de funcionamento é um documento indispensável para a abertura de um negócio e, por isso, deve ser pensado e incluído nas atividades da empresa desde a elaboração do plano de negócios. Assim, sem o alvará, a empresa que é obrigada a emiti-lo, não pode desempenhar as suas funções e deverá sofrer sanções caso insista em agir fora da legalidade.

Mais do que um documento para exibir na parede do estabelecimento, o alvará oferece segurança e confiança para todos que, de uma maneira ou de outra, transitam por aquele espaço, seja para trabalhar ou para consumir. E, claro, é um compromisso legal da empresa com seu município. 

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Contador ou contabilista: O que significa cada um e suas tarefas

Contador ou contabilista: O que significa cada um e suas tarefas

Você já deve ter ouvido falar nessas duas denominações, contador e contabilista, e também deve ter ficado com dúvidas. Afinal, por que existe essa diferenciação de nomes? O que faz um contabilista e o que faz um contador? Apesar das muitas semelhanças, os conceitos se referem a profissionais com atuações diferentes dentro do ramo contábil. É sobre isso que falaremos a seguir.

O que faz um contador

O contador é aquele profissional formado no curso de Ciências Contábeis, na modalidade de bacharelado. Ao contrário do curso técnico, considerado de nível médio, os cursos de bacharelados são considerados de nível superior.

Então, o contador é responsável por todas as tarefas e atividades específicas da área contábil de uma empresa, visto que ele tem competência e conhecimento técnico para exercer todas essas funções. Algumas delas são exclusivas, como veremos adiante.

O que faz um contabilista

O contabilista é o profissional com formação dentro da área de contabilidade, porém, sem curso de nível superior, como os cursos técnicos e correlatos, por exemplo. Ou seja, são formações de nível médio e que limitam a sua atuação.

Além disso, é chamado de contabilista todo aquele que executa alguma função dentro da contabilidade, como o próprio contador, o auxiliar contábil e o técnico em contabilidade.

O uso da nomenclatura já foi, inclusive, desestimulado pelo Conselho Federal de Contabilidade, em 2010, para evitar confusões, sendo recomendado usar o termo “profissional de contabilidade” em vez de contabilista.

No geral, o contabilista desempenha quase todas as funções de um contador, mas, claro, possui algumas limitações. Antigamente, a função era chamada, popularmente, de guarda-livros, o que caiu em desuso com o passar do tempo.

Qual a diferença entre contador e contabilista

Existem algumas diferenças entre contador e contabilista. A primeira delas é a formação, afinal, o contador tem um curso de nível superior, no caso, o curso de Ciências Contábeis.

Já o contabilista é formado em um curso de nível técnico, uma formação muito comum há alguns anos. Além disso, o termo abrange, de forma generalista, todos aqueles que desempenham alguma função dentro da contabilidade.

A segunda diferença está no registro do profissional. Assim, aquele que se formou até o ano de 2015 em um curso técnico pode se inscrever no Conselho Regional de Contabilidade (CRC) da sua região. 

Depois dessa data, apenas contadores, formados em curso de bacharelado, devem fazer esse registro que é, inclusive, obrigatório para o exercício da profissão.

Por fim, como terceira diferença, temos as atribuições de cada profissional. Existem tarefas que são exclusivas do contador e outras que podem ser executadas pelos dois profissionais de contabilidade, sem prejuízo para eles ou para a empresa contratante.

Assim, essa diferença se baseia na formação acadêmica de cada um. Ou seja, um profissional com curso de nível superior possui uma carga de conhecimento maior e mais ampla, decorrente dos vários anos de estudo dentro da universidade.

O curso de Ciências Contábeis dura, em média, 4 anos. Enquanto isso, o curso de técnico em contabilidade tem a duração média de 2 anos e meio, por exemplo. Assim, os conhecimentos adquiridos são proporcionais aos anos de estudo.

Áreas de atuação

Tanto o contador quanto o contabilista atuam dentro da mesma área que é o setor contábil de uma empresa. Eles fazem prestação de contas, analisam o fluxo de caixa da empresa e administram os documentos fiscais e demais registros.

Além disso, tanto o contador quanto o contabilista podem fazer toda a gestão financeira e contábil de uma organização, realizar cálculos de tributos e taxas, orientar quanto ao melhor regime de tributos, dentre outros serviços.

Portanto, na prática, o que vai diferenciá-los são algumas atividades. A seguir, saberemos quais são essas tarefas.

Tarefas exclusivas do contador

Conheça alguns exemplos de atividades que apenas o contador pode executar:

  • Avaliação de acervos patrimoniais para fins diversos, inclusive, de natureza fiscal;
  • Avaliação de fundos de comércio;
  • Apuração de valor patrimonial de cotistas e acionistas;
  • Avaliação da influência da variação monetária sobre o patrimônio da empresa;
  • Análise de direitos e deveres pertencentes a cada sócio ou acionista em decorrência de fechamento de entidades empresariais, bem como fusão e outras alterações;
  • Realização de auditorias e perícias contábeis, judiciais e extra-judiciais;
  • Análise das taxas de depreciação e exaustão dos bens materiais e amortização dos bens imateriais, bem com dos valores diferidos;
  • Análise de custos e despesas;
  • Controle, avaliação e estudo da gestão econômica, financeira e patrimonial das empresas;
  • Análise de balanços e comportamentos de receitas;
  • Análise das variações orçamentárias; 
  • Conciliação de contas;
  • Revisões de balanços e outras demonstrações de registros contábeis;
  • Fiscalização tributária que exija análise ou interpretação de peças contábeis de qualquer tipo;
  • Assistência aos conselhos fiscais das entidades;
  • Assistência aos comissários nas concordatas, aos síndicos nas falências, e aos liquidantes de qualquer massa ou acervo patrimonial;
  • Atuar como professor em cursos de qualquer nível de ensino, incluindo cursos de pós-graduação;
  • Participar de comissões julgadoras de concursos públicos com disciplinas que contenham assuntos referentes à contabilidade.

Veja mais sobre contabilidade no Dicionário de Contabilidade do eGestor!

Tarefas exercidas por qualquer profissional de contabilidade

A seguir, as atividades que podem ser exercidas por qualquer profissional de contabilidade, incluindo os contadores e contabilistas:

  • Escrituração regular de todos os fatos que são relativos aos patrimônios das empresas;
  • Abertura e encerramento de escrituras contábeis;
  • Execução de serviços de escrituração diversos, como contabilidade bancária, comercial, imobiliária, pública, agrícola e muitas outras;
  • Escrituração de livros de contabilidade obrigatórios;
  • Elaboração de balancetes;
  • Levantamento de balanços patrimoniais, financeiros e outros;
  • Integração e revisão de balanços;
  • Elaboração de orçamentos diversos;
  • Declaração de imposto de renda de pessoa jurídica;

Estar atento aos prazos da agenda tributária da Receita Federal é essencial para esses profissionais.

Assim, no geral, todas as funções que um técnico contábil exerce, o contador também pode executar. Mas, o contrário não pode acontecer. Como vimos, há tarefas que devem ser, impreterivelmente, realizadas por um profissional de nível superior.

Conclusão

Ao longo do artigo, pudemos perceber que contador e contabilista não são sinônimos, apesar de dividirem muitas funções. Na prática, todo contador é contabilista, mas nem todo contabilista é um contador. Ou seja, a diferença está no diploma que cada um possui e nas funções que eles desempenham de forma individual e exclusiva. É importante conhecer essa diferenciação para que se possa delegar funções para cada profissional de acordo com a sua competência e capacidade técnica e legal. Contudo, ambos são de extrema importância para o gerenciamento saudável do setor financeiro de um negócio.

Gerenciamento de equipes: como fortalecer a gestão de pessoas

Gerenciamento de equipes: como fortalecer a gestão de pessoas

O adequado gerenciamento de equipes pode fazer toda a diferença na gestão de pessoas, bem como para o negócio de um modo geral. Tenha em mente que equipes motivadas entregam melhores resultados, pois comprometem-se verdadeiramente com o que deve ser feito.

Contudo, é preciso conhecer algumas táticas relacionadas ao assunto. Deve-se, por exemplo, saber transformar um simples grupo em equipe, definir um propósito a ser perseguido por todos e recompensar os melhores resultados. Mas, na prática, como fazer isso?

Pensando no assunto, criamos um guia especialmente para você. Hoje, vamos falar sobre o gerenciamento de equipes e pessoas, bem como sobre as principais ferramentas que podem (e devem) ser usadas. Continue lendo e torne-se um expert. Boa leitura!

1. Transforme o grupo em equipe de sucesso

Pouco se fala no assunto, mas há uma grande diferença de grupo para equipe. O primeiro é apenas um coletivo humano, diversas pessoas reunidas em um único lugar. As equipes, por sua vez, possuem diversas características em comum. Veja:

  • objetivo claro de atuação;
  • sinergia na força de trabalho;

  • competências complementares;

  • motivação para alcançar resultados.

É possível imaginar uma equipe como um time de futebol. Nele, todos possuem competências complementares, funções bem delineadas, energia e um único objetivo: o gol.

Então, avalie cada uma dessas características em seu time, se estão instauradas como deveriam. Caso contrário, é hora de colocar a “mão na massa” e desenvolvê-las. Uma verdadeira equipe é capaz de entregar resultados consistentes.

2. Atraia e retenha profissionais talentosos

O sucesso de uma equipe depende muito da competência dos profissionais que a integram. Por isso, é preciso ter uma atenção redobrada a todo o processo de recrutamento e seleção, bem como de retenção de pessoas acima da média.

Para contratar pessoas competentes, com conhecimentos e valores que favoreçam a empresa, é preciso ter um bom plano. Confira as principais dicas:

  • desenvolva uma marca capaz de atrair talentos;
  • utilize as novas tecnologias a seu favor;
  • estruture uma boa entrevista de emprego;
  • realize dinâmicas e testes específicos para seleção.

Mas não basta contratar, é preciso garantir que esse profissional permaneça no longo prazo. Para isso, não é suficiente oferecer um salário competitivo, é preciso tornar o ambiente de trabalho agradável, implementar benefícios complementares e reconhecer pelos resultados.

3. Seja um líder que inspira à ação

Toda equipe de sucesso precisa de um líder de alta performance, alguém capaz de entregar grandes resultados e ser o exemplo que deseja ver nos outros. Na realidade, essa é uma das dicas mais importantes. Veja, agora, como ser um líder eficaz e inspirador:

  • aprenda a colocar a “mão na massa”;

  • seja o exemplo que deseja ver;
  • respeito os valores e cadeira de comando da empresa;
  • seja o primeiro a chegar e último a sair;
  • construa relacionamentos fortes e de confiança;
  • aprenda a ouvir e dar feedbacks eficazes.

Um líder que inspira não utiliza seu poder posicional para coagir pessoas. Aliás, é importante destacar que nem todo chefe é um líder, pois essa é uma habilidade desenvolvida e não adquirida ao tomar posse de um cargo de comando.

4. Construa um propósito relevante e funcional

Como nunca antes, hoje, se fala sobre a criação de um propósito (ou desígnio, com queira chamar) grande e que inspire o time na realização das tarefas diárias. Isso é ótimo, mas é preciso que ele também seja realista, parte do dia a dia da empresa e funcional.

Fato é que muitos gestores descrevem propósitos belos, mas que não possuem efeito prático e nem influenciam a performance da equipe. Conheça algumas dicas para desenvolvê-lo:

  • pense: “se minha equipe (ou empresa) não existisse, o que a sociedade perderia?”;

  • fuja do tradicional, como: “tornar o mundo um lugar melhor”;

  • não vise apenas os interesses da empresa, pense nos clientes ou na sociedade em geral.

Após criar o desígnio que deve ser perseguido por todos, é hora de compartilhá-lo dentro da organização. Reúna a equipe e explique porque isso é importante para a empresa, bem como porque todos devem se doar em sua busca.

5. Defina metas inteligentes e desafiadoras

A gestão de equipes pequenas e pessoas tem as metas como uma importante aliada, capaz de direcionar a todos rumo a um resultados específico. Mas é preciso saber criar boas metas, que funcionem como uma bússola e que sejam de fácil interpretação pelo time.

Para tanto, um padrão muito conhecido é o SMART. É um acrônimo de cinco palavras do inglês que devem ser seguidas para criar uma boa meta. Confira:

  • specific (específica);
  • measurable (mensurável);
  • attainable (alcançável);
  • relevant (relevante);
  • time-based (temporal).

Defina entre 4 e 5 metas por equipe, mais do que isso é provável que o foco seja perdido. Se possível, construa as metas em colaboração com os profissionais, assim é possível mantê-los envolvidos desde o início do processo — e isso faz toda a diferença.

6. Arquitete um forte senso de meritocracia

Todo colaborador — e equipe — deve ser recompensado — em termos de cargos, salário ou premiações — por suas conquistas. A isso dá-se o nome de meritocracia. Quando isso é esquecido, é provável que uma sensação de injustiça tome conta do clima organizacional.

Existem muitas recompensas que podem ser oferecidas ao time, mas preciso definir a ideal de acordo com o grau de complexidade de cada tarefa. Confira as principais:

  • jantar com o CEO da empresa;
  • dia de folga remunerada;
  • viagem de incentivo;
  • premiações com bens;
  • bonificações financeiras.

Além disso, é importante considerar a definição de um plano de cargos e salários. Esse plano subsidiará o crescimento de cada profissional de acordo com seu tempo de “casa” e número de resultados que tem entregue em determinado período. Nesse caso, é comum desmembrar uma mesma função em: júnior, pleno e sênior.

Ao aplicar essas dicas, a gestão de pessoas será melhorada, bem como a condução e motivação das equipes. Então não deixe de contratar os melhores, ser um líder que inspira, atribuir propósitos, definir metas e recompensar pelos resultados.

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