7 motivos para abandonar as planilhas em sua empresa

7 motivos para abandonar as planilhas em sua empresa

Gerenciar as suas vendas, manter o controle sobre a sua folha de pagamento, controlar o estoque e armazenar um banco de dados sobre a clientela. São tarefas de absoluta importância e que certamente estão presentes no cotidiano da gestão de sua empresa, não é mesmo?

Mas afinal de contas, como você realiza todas essas atividades? Utiliza diferentes planilhas para controlar cada um dos processos gerenciais? Se a resposta for sim, saiba que você está perdendo tempo ao não utilizar um software de gestão empresarial, que possibilita a integração de todas as áreas de sua empresa em uma única ferramenta e traz uma maior segurança de dados e menor ocorrência de erros, já que o processo é todo informatizado.

Outra vantagem desse tipo de sistema é o fato de proporcionar relatórios automatizados para tomadas de decisões mais assertivas e sem espaços para achismos. Quer saber mais a respeito de como um software de gestão empresarial pode otimizar diversos processos gerenciais em seu negócio? Então confira 7 motivos para abandonar as planilhas e adotar uma solução mais informatizada para o controle de sua empresa!

1- Integração de dados

A partir de um software de gestão empresarial, você só possui o trabalho de registrar uma nova compra ou venda. Assim, o sistema se encarrega de atualizar o seu banco de dados e integrar todas as áreas de sua empresa.

Ao cadastrar uma nova venda e informar o produto vendido, o cliente comprador, o vendedor responsável pelo negócio e os valores envolvidos, a ferramenta realiza a integração de todas essas informações da seguinte maneira:

  • O produto vendido será dado como baixa automaticamente no sistema. Atualizando assim a sua nova quantidade de estoque para o item em questão;
  • O cliente comprador será direcionado automaticamente para o menu de contatos do sistema, em que você poderá visualizar informações de compra de cada cliente e armazenar meios de contato, além de gerenciar sua rede de fornecedores e transportadores;
  • Ao informar o vendedor responsável pelo negócio, um software de gestão empresarial gera relatórios automatizados em relação aos valores de comissionamento e volume de produtos vendidos por vendedor;
  • Todas as vendas cadastradas no sistema também serão direcionadas ao seu plano de contas, para que você possa identificar todas as suas receitas originadas pelas vendas de uma forma totalmente clara;

Viu como um simples cadastro de venda possui integração com diversas outras informações de sua empresa? No caso de se utilizar planilhas gerenciais, cada um destes aspectos teria que ser registrado separadamente. Isso representaria um enorme trabalho e consumo de tempo. Fora a grande chance de esquecimento ou equívocos no registro de dados.

2- Maior segurança e praticidade

Utilizar sistema de gestão empresarial armazenado na nuvem, ou seja, que não necessita de instalação em um servidor específico e pode ser acessado de uma forma totalmente online a partir de qualquer computador, tablet ou smartphone, é um fator que traz um enorme ganho de praticidade e segurança na gestão empresarial.

As planilhas geralmente estão armazenadas somente dentro do ambiente interno da empresa. Em computadores que estão sujeitos a danos ou mesmo furtos, o que acarretaria na perda de todo os dados armazenados. Mas, com um software na nuvem, seus dados ficam armazenados de uma forma bem mais segura. E você pode gerenciar a sua empresa de qualquer local em que estiver.

3- Possibilidade de emitir nota fiscal eletrônica

 Utilizando um software de gestão empresarial, você poderá emitir notas fiscais eletrônicas para seus clientes diretamente por essa ferramenta, sem a necessidade de utilizar um sistema emissor específico para tal, que é restrito somente a emissão de notas fiscais. Uma planilha não é capaz de armazenar os arquivos XML e DANFE da nota fiscal, ao contrário de um sistema informatizado.

Ebook Nota Fiscal Eletrônica

4- Suporte técnico

No caso de se utilizar um software de gestão empresarial, você sempre terá a possibilidade de solicitar o serviço de suporte técnico no caso de dúvidas na operação da ferramenta. Esse suporte será realizado de uma forma totalmente gratuita. E poderá ser feito via telefone, e-mail ou chat online. Já que o fato de o sistema não necessitar de instalação dispensa o atendimento presencial.

Em caso de perda de dados, um sistema online possibilita um completo backup de dados. Ao contrário de planilhas do Excel, que somente realizam um backup parcial. Outro fator que torna a utilização de um software de gestão empresarial mais seguro é a possibilidade de gerenciar acessos e permissões de usuários aos dados do sistema, o que não ocorre com as planilhas.

5- Acesso a relatórios gerenciais

Analisar o seu fluxo de caixa, identificar os produtos mais vendidos, os que mais geraram lucro para a sua empresa, os que se encontram parados no estoque, o seu DRE… São indicadores de extrema importância para a mensuração de resultados do seu negócio. Mas que ao mesmo tempo são bastante trabalhosos de serem elaborados por meio de planilhas. Visto que envolvem uma grande quantidade de dados.

A partir de um sistema de gestão empresarial totalmente online, e com a integração de dados proporcionada por essa ferramenta, estes e muitos outros indicadores podem ser obtidos através de relatórios gerenciais totalmente automatizados.

Em muitas situações, o controle financeiro realizado nas planilhas é extremamente básico, com o simples registro de entradas e saídas do orçamento. Mas sem dados para obter indicadores mais específicos e aprofundados como DRE e margem de contribuição, por exemplo. Que são absolutamente imprescindíveis para medir a lucratividade da sua empresa em um âmbito geral. E também em relação a cada um de seus produtos vendidos.

6- Acompanha o crescimento da empresa

Sua empresa cresceu e aumentou consideravelmente o volume de vendas. Consequentemente necessita de um estoque maior para atender a demanda. E deve gerenciar uma quantidade maior de informações, já que também foi necessário aumentar a equipe de colaboradores.

Quanto mais informações para se controlar, maior o número de planilhas necessárias. No caso de utilizar um sistema de gestão empresarial, essa ferramenta acompanha o crescimento de sua empresa. Assim, possibilitando o armazenamento de dados em uma única plataforma.

7- Maior controle

O espaço para cadastro de clientes em um sistema de gestão empresarial possibilita o armazenamento de diversas informações, desde meios para contato até o histórico de compras efetuadas por cada um desses clientes em sua empresa.

Com o auxílio de uma ferramenta informatizada, torna-se muito mais fácil identificar prazos de vencimentos de determinadas contas a receber. E dificulta também a verificação dos clientes que já se encontram em situações de inadimplência.

Um software de gestão empresarial online emite avisos em períodos próximos aos vencimentos de contas a pagar e a receber. Isso para que você não esqueça de arcar com nenhum compromisso. E também possa se precaver contra situações de inadimplência.

No caso de se utilizar planilhas para acompanhar as pendências de cada cliente e verificar prazos de vencimento, seria necessário analisar os vencimentos de todas as contas separadamente.

Como fazer a transição das planilhas para um sistema online?

O primeiro passo é escolher um sistema de gestão que se encaixe as necessidades da sua empresa. Afinal, de nada adianta um sistema complexo se você só irá utilizar as ferramentas mais básicas.

O fato de ser um sistema em nuvem também deve ser um critério levado em conta. Pois é um fator que traz uma grande praticidade e segurança. Além de facilitar a migração de dados, que pode ser feita em qualquer local.

É importante realizar treinamentos com a sua equipe a respeito do sistema que será implementado na empresa. E solicitar o serviço de suporte prestado pelo fornecedor do software. Para facilitar a adaptação ao sistema e passar a utilizar as ferramentas sem maiores dificuldades.

Viu como um software de gestão empresarial pode otimizar diversos processos na sua empresa se comparado a utilização de planilhas? 

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5s: saiba o que é e como implementar em sua empresa!

5s: saiba o que é e como implementar em sua empresa!

A ferramenta 5s, é um método que pode ser aplicado perfeitamente para a otimização de processos. E também gestão do ambiente organizacional de sua empresa. Saiba mais sobre esta ferramenta e como ela pode lhe auxiliar:

Afinal, o que é 5s?

A técnica 5s nada mais é do que uma ferramenta de apoio a tomadas de decisões. Ela não se restringe somente ao ambiente empresarial. É uma técnica que também pode ser aplicada nos mais variados sentidos. Portanto, pode ser utilizada na vida pessoal, escolar, comunidades e serviços públicos. Assim, o principal objetivo da técnica 5s é orientar o crescimento e desenvolvimento nos mais variados aspectos. Tal como a redução de desperdícios, melhor aproveitamento de recursos, maior cuidado com a limpeza e nova padronização de ações.

Como surgiu o 5s?

O 5s uma metodologia de origem japonesa, que surgiu no durante a reconstrução do país após a Segunda Guerra Mundial. Após a guerra, o Japão recebeu uma série de orientações vindas de especialistas americanos a respeito de controle de qualidade. Assim, essas orientações foram devidamente aprimoradas pelos japoneses na época. E a partir de então criaram a metodologia chamada de 5s, que consiste em 5 princípios básicos japoneses:

  • Seiri: senso de utilização;
  • Seiton: senso de organização;
  • Seisou: senso de limpeza;
  • Seiketsu: senso de saúde;
  • Shitsuke: senso de autodisciplina;

O foco deste artigo, é mostrar como essa metodologia oriental pode ser aplicada na otimização de processos de sua empresa. Com o intuito de gerar uma maior segurança, reduzir perdas e assim aumentar produtividade com atividades desenvolvidas no ambiente empresarial. É o que vamos nos aprofundar a partir de agora, em relação a cada um dos conceitos do 5s:

SEIRI – Senso de utilização

O primeiro conceito da metodologia 5s, consiste na utilização de recursos da empresa de uma forma equilibrada. De forma que o fluxo de caixa não seja comprometido e que sejam avaliados possíveis cortes de gastos no orçamento. Será que algumas das despesas de sua empresa são realmente necessárias? Os materiais gastos em equipamentos no escritório, por exemplo, não poderiam ser substituídos por itens mais baratos? O senso de utilização trata portanto de uma otimização e um melhor aproveitamento dos recursos da empresa. Também podem ser exemplos de senso de utilização, um aproveitamento consciente de materiais, economia de luz, água, dentre outros aspectos.

SEITON – Senso de organização

O senso de organização tem como objetivo nortear todos os colaboradores. Para que mantenham a estrutura e equipamentos da empresa sempre organizados. De forma que possam ser identificados facilmente e utilizados a qualquer momento diante das necessidades.

Consiste na organização de documentos empresariais, armazenamento de estoque e disposição de prateleiras. Dentre outros aspectos de extrema importância para uma gestão eficiente, assim como uma boa organização de espaços de cada funcionário.

SEISO – Senso de limpeza

Já o SEISO está ligado a cuidados com a higiene e questões de limpeza no ambiente empresarial. Com o objetivo de torná-lo um espaço mais agradável para os colaboradores. Além de para que seja melhor visto pelos clientes que visitam o estabelecimento. É um preceito que visa conscientizar os gestores e demais integrantes de uma empresa. Conscientizar a respeito da importância de sempre zelar pela limpeza. Além do cuidado com o espaço físico organizacional.

Mas além do cuidado com espaço e limpeza do ambiente, o SEISO também está relacionado ao aspecto visual dos colaboradores. Que devem cuidar da aparência e não se desleixar neste sentido no ambiente de trabalho.

SEIKETZU- Normatização

Os primeiros três conceitos apontam para uma mudança de hábitos e transformação dos mais variados aspectos dentro da empresa. Já o SEIKETZU, ou normatização, prioriza estabelecer uma situação de estabilidade dentro da empresa. Assim, fazendo com que todas as medidas de senso de utilização, organização e limpeza, se tornem regras no cotidiano organizacional. Além de fazer parte da rotina diária da empresa.

O SEIKETZU não é uma fase de adaptação ou implementação de padrões comportamentais. Ele é uma consolidação e padronização dessas atitudes.

SHITSUKE – Senso de Disciplina ou Autodisciplina

O senso de disciplina também é semelhante ao processo de normatização. Aquele que o objetivo é tornar as medidas do SEIRI, SEITON, SENSO, como padrões e parte da rotina da empresa.

Portanto, os conceitos do 5s são de fácil entendimento para a aplicação em qualquer empresa. Eles tendem a melhorar o ambiente empresarial nos mais variados aspectos. Cabe aos líderes e gestores a tarefa de incentivar os demais a realizarem as suas ações em torno do 5s. Para, assim, tornar essas medidas parte do cotidiano.

Também é imprescindível que exista um constante monitoramento das ações realizadas. Isso, para identificar se os colaboradores estão seguindo os conceitos estabelecidos ou se o 5s. Ou se ficou só na teoria!

Guia de Otimização de Processos

Parabenize a equipe pelos resultados obtidos

É importante reconhecer e enaltecer os resultados obtidos pela sua equipe, por menores que eles sejam em um primeiro momento.

Se houve a diminuição do uso de papel, por exemplo, isso deve ser reconhecido. Assim como uma redução no desperdício de materiais, ou um ambiente mais limpo. E deve ocorrer de forma com que seus funcionários sintam-se motivados a manter essas atitudes no ambiente organizacional.

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SKU: saiba o que é e otimize a sua gestão de estoque!

SKU: saiba o que é e otimize a sua gestão de estoque!

Empresas que trabalham com a venda de produtos estão sempre em busca metodologias e ferramentas para aplicar no controle de estoque, de forma a otimizarem este processo e assim virem a melhorar os seus resultados. Sendo assim, o SKU é um método que pode ser aplicado facilmente para empresas dos mais variados segmentos. Incluindo as que atuam no ramo de e-commerce. Ao longo deste artigo você vai entender o que é SKU. Também a importância deste conceito e como utilizar na prática na gestão de estoque de sua empresa. Siga com a gente!

Afinal, o que é a SKU?

A sigla Stock Keeping Unit, em português é traduzida para “Unidade de Manutenção de Estoque”. Isso nada mais é do que um código de identificação de um determinado produto disponível no estoque. Facilitando assim o processo de controle e atendimento aos clientes. Já que a localização de produtos armazenados no estoque torna-se muito facilitada. Vamos a um exemplo de um produto:

  • Uma lata de Coca Cola disponível no seu estoque, poderá ter a seguinte SKU: CC-LAT-350 (Coca Cola, lata, 350ml). Obviamente, isso valeria para todas as latas de Coca Cola de 350 ml disponíveis no estoque. Se houvessem 100 ou 300 latas com essa mesma quantidade de Coca Cola, seriam representadas por apenas um código identificador. A única maneira de diferenciar essas latas de Coca Cola no que diz respeito a quantidade no estoque, seria adicionar um novo código ao final do SKU. Tais como 001,002, 003 e assim por diante, de acordo com a quantidade de estoque armazenada.

A partir do SKU, você consegue identificar com clareza importantes informações para a sua gestão de estoque, como fornecedores, quantidade unitária, peso e cor, dentre outras características.

Qual a importância de uma SKU na gestão de estoque? 

O uso do SKU possibilita uma série de vantagens para sua empresa, vamos a elas:

Mais organização

Para empresas que trabalham com alto volume de produtos no estoque, utilizar o SKU é um ótimo método. Ele auxilia na armazenagem de produtos. Tornando a classificação e organização dos itens mais fácil de acordo com as suas diferentes segmentações.

Melhoria na comunicação na empresa 

Com o SKU de cada produto, os profissionais responsáveis por organizar o estoque precisam apenas informar o código identificador dos produtos que se encontram em falta ou excesso. Facilitando assim o processo de comunicação entre os diferentes setores empresariais.

Pelo fato de não ser descrito em código de barras, o SKU pode ser lido e interpretado facilmente por qualquer colaborador. Trazendo uma grande facilidade. Outra vantagem do SKU, é que se trata de uma opção a integrada a diversos softwares de gestão empresarial, possibilitando com que você configure o código identificador de cada produto em seu sistema de controle de estoque.

Qual a diferença entre SKU de um produto e código de barra?

É comum que muitos empresários confundam os dois conceitos, mas é importante se atentar as diferenças entre SKU e código de barra de um produto. Conforme citamos anteriormente, o SKU pode ser lido e identificado facilmente por qualquer pessoa, sem a necessidade de um leitor de código de barras.

Tanto o SKU quanto o código de barras, podem ser utilizados de uma forma totalmente complementar no controle de produtos. Enquanto o SKU pode ser aplicado no controle interno, o código de barra dos produtos deve ser utilizado para os processos de venda.

Quais os cuidados necessários ao adotar o SKU?

Antes de utilizar o SKU na gestão do estoque de sua empresa, é preciso planejar-se adequadamente e ter alguns cuidados. Muitas empresas não possuem esses cuidados e acabam atribuindo um mesmo SKU a diferentes modelos de produto. Ou então registram diferentes códigos para produtos absolutamente iguais. Isso acaba causando uma grande confusão no controle de estoque e uma visão bastante distorcida neste processo. Assim, ao se utilizar as SKUs ordenadas a partir dos códigos 01, 02, 03, é importante verificar que se trata do mesmo produto, e que os códigos são designados somente para identificar a quantidade.

Por que utilizar um sistema de controle de estoque?

A partir de um sistema de controle de estoque como o eGestor, você pode cadastrar todos os seus produtos disponíveis no estoque. E classificá-los de acordo com as suas diferentes características e códigos identificadores.

A vantagem de utilizar um sistema informatizado como o eGestor no processo de gerenciamento de estoque em sua empresa, é que você só possui o trabalho de registrar uma nova compra ou venda de determinado produto. Já que o sistema atualiza a nova quantidade de estoque de uma forma totalmente automatizada.

Não bastasse esta agilidade, o sistema pode ser acessado de uma forma totalmente online. O que significa que não é necessário instalar a ferramenta em um servidor específico. Permitindo assim que você acesse e gerencie a sua empresa a partir de qualquer computador, tablet ou smartphone. 

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Previsão de demanda: entenda tudo a respeito!

Previsão de demanda: entenda tudo a respeito!

Tomar decisões baseadas em dados e evitando achismos, é absolutamente imprescindível para uma gestão eficiente de qualquer empresa. Sendo assim, a previsão de demanda é uma metodologia bastante eficiente.

Outrossim, utiliza-se para auxiliar as empresas no gerenciamento eficiente de seus estoques. E também na projeção financeira e análise de viabilidade para uma possível expansão do negócio.

Quer saber mais a respeito do método de previsão de demanda? E como realizar esta projeção em sua empresa? Basta continuar a leitura!

Afinal, o que é previsão de demanda?

Conforme o nome sugere, previsão de demanda é uma projeção da demanda futura de uma empresa para um período determinado.

Mais do que direcionar o controle de estoque, analisar a previsão de demanda traz informações relevantes para a gestão financeira de seu negócio. Visto que um estoque desequilibrado certamente vai impactar negativamente nas suas receitas. Estoque excessivo e produtos estagnados nas prateleiras, sem saída de mercado, nada mais é do que dinheiro desperdiçado. Seja no processo produtivo ou na aquisição junto a fornecedores. Da mesma forma, itens em falta podem fazer diferença na hora do cliente optar pelo concorrente e não sua empresa.

A previsão de demanda é, portanto, uma estimativa a respeito do que vai ocorrer com a empresa. Sendo mensurado em um determinado período futuro, o que tende a influenciar o seu processo produtivo. A partir da previsão de demanda, você terá dados para nortear a precificação de seus produtos e analisar a viabilidade de crescimento e expansão do negócio dentro deste período.

Essa é uma análise essencial para que você possa se precaver contra fatores que ocorrerão em um determinado período. Já que podem vir a afetar o seu negócio, como sazonalidades de mercado, por exemplo. Outros aspectos também podem ser avaliados de uma forma bastante segura a partir da previsão de demanda:

  • Necessidade de contratação de mais pessoal, de forma a atender um possível aumento de demanda;
  • Maior investimento em ações de marketing e em matéria prima
  • Projeção de fluxo de caixa;

💡 Você também pode gostar: Mercados com alta demanda e pouca oferta: por que são tão valiosos?

Mas como realizar a previsão de demanda?

Existem dois métodos que podem ser aplicados na previsão de demanda, vamos falar sobre eles:

  • Pesquisa qualitativa pelo método baseado em pesquisa: Este método é uma pesquisa realizada com o público consumidor de sua marca. E também com um determinado grupo de pessoas que não consomem os seus produtos ou serviços. É um levantamento para entender que motivos levam este público a comprar ou não seus produtos ou solicitar seus serviços. Ela analisa o volume e frequência de compra, identifica aspectos que fortalecem e diferem sua empresa em relação a concorrência. Bem como fatores que de certa forma fazem com que as pessoas não venham a comprar.
  • Pesquisa quantitativa pelo método estatístico: é o contrário do método baseado em pesquisa. O método estatístico não da espaço para a subjetividade da opinião dos consumidores, já que se baseia em dados concretos. A demanda estatística se baseia no cálculo médio das vendas de um determinado produto em determinado período, dentro de local. Com finalidade de identificar será rentável ou não ingressar com o produto ou serviço em questão neste segmento de mercado.

Importância da Previsão de Demanda

Bem, a Previsão de Demanda é muito importante para que a empresa entenda e saiba qual é a sua possibilidade de atuação em um novo mercado. A previsão de demanda não está ligada necessariamente ao número de vendas mas no comportamento do mercado em si, por isso é de muita importância tanto para os fabricantes quanto para os varejistas.

Além disso, permite que a empresa saiba qual será a procura por produtos no futuro. Dessa forma, não irá produzir em excesso (superprodução) e nem em pouca quantidade (subprodução). Este processo evita o desperdício de matéria-prima, fazendo com que a produção seja melhor executada.

Outrossim, essa ferramenta faz com que o gestor tome decisões mais assertivas, de uma forma com que o potencial de mercado e a possibilidade de novos negócios sejam avaliados corretamente.

Não confunda previsão de demanda com previsão de vendas

Apesar de semelhantes e gerarem uma certa confusão, previsão de demandas e previsão de vendas não são exatamente a mesma coisa. É importante ficar atento as diferenças entre estes dois conceitos.

A previsão de vendas é uma avaliação do que a empresa tende a receber em relação aos valores das vendas; propriamente a partir da análise do histórico recente. Já a previsão de demanda traz uma visão mais ampla. E depende também de fatores econômicos e financeiros do mercado.

Por um lado, a previsão de vendas depende exclusivamente da produtividade da empresa. Já a previsão de demanda depende de uma análise mais aprofundada a respeito dos interesses de consumo do público alvo. Isso de forma a identificar a possibilidade ou não de uma possível expansão de mercado.

De uma forma resumida, a previsão de vendas faz uma projeção baseada no histórico recente da empresa. Enquanto que a previsão de demanda avalia as possibilidades de potencialização destes resultados e crescimento do negócio. De forma a atingir um público mais abrangente.

A previsão de demanda oferece alguns aspectos a serem melhorados em relação ao mercado no qual a empresa já opera. E também fornece dados a respeito de outro mercado no qual se pretende atuar.

Portanto, insucesso e baixo volume de vendas pode ser explicado por não ter sido feito um estudo de mercado adequado. A medida em que pode se estar operando em um mercado que não possui as características reais do público consumidor. E que não tem potencial para consumir o produto ou serviço em questão. São estes fatores que serão devidamente avaliados ao se elaborar uma previsão de demanda.

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Entenda o passo-a-passo para realizar a previsão de demanda

Para que você possa aplicar da melhor maneira possível é importante que siga estes passos, é claro que as variáveis também depende de outros fatores, mas esta sistemática pode ser seguida. Confira os passos:

1. Definir o objetivo

A previsão de demanda pode ser feita a partir de diferentes objetivos. Ela pode ser realizada com intuito de analisar a demanda de um produto especificamente, da empresa de uma forma geral.

Ou então a demanda a partir de um segmento específico de mercado. Por isso que definir qual será o objetivo deste processo é o primeiro passo para a previsão de demanda.

2. Definir o tempo

O segundo passo é definir para quanto tempo se deseja saber a previsão de demanda. O qual é chamado de horizonte temporal.Definidos os objetivos e o horizonte temporal, é preciso estabelecer o método de previsão de demanda.

3. Definir o modelo

Por pesquisa ou por estatísticas? Assim, no caso de optar pelo método de pesquisa, é preciso definir um determinado grupo de pessoas para realizar o questionário. Além disso, é necessário delimitar corretamente as questões abordadas neste questionário, em relação as intenções de compra.

O profissional responsável pela Previsão de Demanda é o mais recomendado para escolher a metodologia ideal de acordo com os objetuivos definidos.

4. Analisar dados coletados

Feito os passos anteriores, este é o momento de analisar os dados coletados. Tanto em relação as respostas dos questionários no caso do método de pesquisa; quanto em relação aos números obtidos no estudo de demanda no mercado analisado pleo método estatístico.

Dessa forma, a empresa terá uma previsão de demanda mais precisa e poderá analisar os recursos necessários para ingressar em um novo mercado.

Estes passos são os básicos para a previsão de demanda. Mas, obviamente você não precisa seguir essa estrutura a risca ao estruturar a previsão de demanda em seu negócio. Já que a cada situação deve ser analisada contexto e fatores externos que podem influenciar o rendimento do negócio.

Previsão de demanda e fluxo de caixa: qual a relação entre ambos?

A partir de variações na demanda entre períodos, será possível prever uma oscilação no fluxo de caixa empresarial. Assim, ao se prever sazonalidades você vai saber que haverá um impacto nas receitas relacionadas as vendas de sua empresa. Sejam elas positivas ou negativas.

A partir dessa visão, você deverá armazenar um capital de giro que seja suficiente para manter o seu orçamento estável e preparado para lidar com as despesas em meio a períodos de oscilação. Além de projetar receitas, a previsão de demanda faz um mapeamento a respeito dos custos necessários para otimizar a produção. E com a matéria prima de forma a atender a essa demanda. Receitas essas, que serão geradas pelas vendas em um determinado período.

Tecnologia X Previsão de Demanda

Com o avanço tecnológico ficou ainda mais fácil manter um cenário com informações reais e atualizadas, pois o processo de coleta e armazenamento de dados é simples e sem burocracia.

A tecnologia melhora a eficiência operacional, pois todo esse processo fica otimizado. Além disso, ela também colabora no momento de verificar as demandas futuras. Isso é possível através do algoritmos e métodos que pegam as informações e por meio delas conseguem realizar o cálculo.

A princípio, diversas empresas já tem empregado a tecnologia para melhorar a tomada de decisão, o gerenciamento de estoque e ops cortes de despercdícios.

Quem deve ser responsável por realizar a previsão de demanda em sua empresa?

Em empresas de médio e grande porte, geralmente os setores acabam dividindo as responsabilidades na tarefa de previsão de demanda. Eventualmente sendo os setores de vendas, marketing, financeiro e de produção. A integração de dados referentes ao volume de vendas, com a base de dados da clientela gerenciada pelo time de marketing, aliada aos indicadores financeiros e aos processos de produção, são ótimas ferramentas para se avaliar a capacidade de investimentos da empresa, conhecimento e estudo do público alvo, além de analisar a capacidade de aumentar a produção.

No caso de micro e pequenas empresas, os próprios proprietários podem se encarregar deste processo. Isso, pois já estão habituados a gerenciar as mais diversas áreas do negócio. E também por se encontrarem em um estágio inicial da empresa, a demanda ainda não apresenta uma grande variação.

Também é importante ressaltar que a previsão de demanda em pequenos negócios devem ser feitas para um horizonte temporal curto. Isso se comparado a empresas de maior parte. Porque as pequenas empresas não possuem inicialmente as mesmas condições de aumentar a produção para um longo período!

Esperamos que você tenha gostado do texto e possa aplicar as dicas de previsão de demanda em sua empresa. Deixe um comentário e sinta-se a vontade para compartilhar em suas redes sociais!

Considerações finais

Em conclusao, a Previsão de Demanda proporciona as informações muitoimportantes sobre o mercado em que atuam, e também aquele em que desejam alcança· É por isso que também é conhecida como estimativa de demanda porque consegue prognosticar o que acontecerá no futuro.

Então, sempre que houver alguma dúvida referente à Previsão de Demanda volte aqui neste material e aprimore seu conhecimento, assim sua empresa conseguirá trilhar um caminho de sucesso. Podendo assim, alcançar todos os objetivos desejados.

Plano de contas: entenda a sua importância e saiba elaborar!

Plano de contas: entenda a sua importância e saiba elaborar!

Elaborar o plano de contas é essencial para direcionar toda a contabilidade de sua empresa. É por meio deste documento que se pode visualizar importantes indicadores de desempenho financeiros referentes ao seu negócio, como o balanço patrimonial e a Demonstração do Resultado do Exercício (DRE).

Existem 4 tipos de plano de contas:

  • o plano de contas contábil;
  • o plano de contas gerencial;
  • o plano de contas referencial;
  • o centro de custo.

O plano de contas contábil e o referencial apresentam um padrão de escrituração fiscal. Já os demais modelos podem variar a sua estrutura de acordo com as necessidades e movimentações financeiras de cada empresa.

No decorrer deste artigo, vamos falar mais a respeito da importância do plano de contas. E também de que forma basicamente este documento deve ser estruturado.

Como estruturar o plano de contas contábil?

O plano de contas contábil é dividido em quatro grupos: ativos, passivos, receitas e despesas. Veja os elementos que compõem cada um destes grupos:

Ativos

Os ativos de uma empresa, nada mais são do que recursos e bens que são de sua propriedade. Como exemplos de ativos, podemos citar valores de contas a receber. Ou o fato de ter um imóvel próprio para a operação do negócio. Assim, os ativos são subdivididos em:

  • Ativo circulante: são bens que já foram convertidos em dinheiro e recursos que já se encontram no orçamento empresarial;
  • Ativo não-circulante: contas a receber no ano seguinte;
  • Ativo imobilizado: bens referentes a móveis e imóveis. E que representam um determinado valor, mas que não foram convertidos, ou seja, encontram-se “imobilizados”;

Passivos

São as movimentações financeiras que acabam causando uma redução no orçamento, como contas a pagar e deduções de impostos. Da mesma forma que os ativos, os passivos de uma empresa também possuem algumas subdivisões no plano de contas contábil:

  • Passivo circulante: são compromissos financeiros os quais a empresa ainda necessita arcar. Aqui podem ser inclusos salários de funcionários, especificando valores referentes a horas extras e outros adicionais. Além de impostos e outras contas a pagar, que também devem ser especificadas. Os passivos circulantes são referentes a obrigações que devem ser sanadas dentro de um curto prazo;
  • Passivo não-circulante: são contas que terão de ser pagas no ano seguinte;
  • Patrimônio líquido: consiste nas obrigações da empresa para com os seus sócios, que são os pagamentos dos valores referentes ao pró-labore;

Receitas

As receitas podem ser subdivididas em dois grupos:

  • Receitas operacionais: são todos os valores de entrada em caixa referentes especificamente as atividades fins da empresa. Como as receitas geradas pelas vendas, produção e prestação de serviços, por exemplo.
  • Receitas não-operacionais: são receitas alternativas da empresa, aquelas que não estão ligadas especificamente as suas atividades. Aqui pode se exemplificar valores referentes a mensalidade por parte de uma empresa parceira. Ou então em caso de uma venda de algum ativo imobilizado;

Despesas

  • Despesas operacionais: da mesma forma que as receitas, as despesas operacionais são gastos absolutamente necessários. Já que estão ligadas diretamente as atividades-fins da empresa. Como aquisições de produtos para o estoque e pagamento de funcionários, por exemplo;
  • Despesas não-operacionais: são deduções orçamentárias que não estão relacionadas as atividades empresariais. Como patrocínio a um determinado evento ou valores destinados a doações;

Centro de custo

A diferença do centro de custo, é que enquanto o plano de contas contábil apresenta uma visão mais geral das receitas e despesas da empresa, o centro de custo é uma espécie de controle financeiro independente para cada área da empresa. Organizar finanças por centro de custo é gerir as finanças de cada setor de uma forma mais específica. Como, por exemplo: um centro de custo para controlar o orçamento, despesas e receitas geradas pelo setor de marketing. Ou um centro de custo para o setor administrativo, e assim por diante.

Portanto, os centros de custo possibilitam uma gestão financeira mais organizada. E ainda facilitam a identificação das áreas que geram maiores receitas e despesas para a empresa. Assim, permitindo um direcionamento mais equilibrado dos recursos de acordo com as necessidades de cada centro de custo.

Planilha de controle Financeiro gratuita

Quais as diferenças entre um plano de contas contábil e um plano gerencial?

Os planos de conta contábeis são realizados por todas as empresas. E possuem um padrão de escrituração igual para todos os negócios. A elaboração do plano contábil é de absoluta obrigatoriedade para que as empresas possam estar de acordo com a legislação. Além de demonstrar com clareza todos os seus rendimentos.

O plano de contas gerencial pode ser elaborado em planilhas financeiras, como uma Planilha de Contas a Pagar e Receber, ou se preferir uma solução mais informatizada, em um sistema de gestão empresarial, para que seja possível ter um entendimento mais aprofundado em relação a todas as finanças de sua empresa por meio de relatórios gerenciais automatizados.

Por um lado, o plano de contas contábil é elaborado pelo contador das empresas de acordo com as normas vigentes. Já o plano gerencial não apresenta um padrão para todas as empresas. Podendo, assim ser elaborado de uma forma bem mais simplificada.Sendo sem a subdivisão de ativos e passivos circulantes. Trata-se de um documento bem mais flexível de acordo com os objetivos de análise para cada empresa.

As subdivisões de cada centro de custo, também são adequadas de acordo com a natureza de cada negócio. O plano de contas gerencial pode ser elaborado em planilhas financeiras ou se preferir uma solução mais informatizada, em um sistema de gestão empresarial, para que seja possível ter um entendimento mais aprofundado em relação a todas as finanças de sua empresa por meio de relatórios gerenciais automatizados.

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E o plano de contas referencial, o que é?

O plano de contas referencial também é um modelo de documento totalmente padronizado pela Receita Federal do Brasil. A finalidade deste documento é fazer com que as empresas informem a receita todos os seus saltos contábeis, de acordo com os padrões estabelecidos pelo Sistema Público de Escrituração Digital (SPED).

Como funciona o plano de contas no eGestor

O eGestor é um software de gestão empresarial. Ele possibilita a configuração do plano de contas da sua empresa de uma forma totalmente online e automatizada. Isso, a partir de todas as receitas e despesas cadastradas no sistema. Assim, você pode configurar suas receitas e despesas relacionadas aos mais diversos centros de custo de sua empresa. Além de enxergar com clareza todas as movimentações financeiras do seu negócio. Também gerar relatórios de importantes indicadores financeiros do seu negócio como DRE, ABC de vendas e muitos outros.

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