Revender software exige escolher soluções com boa aceitação no mercado. Além disso, é necessário avaliar o modelo comercial e o potencial de escala de cada sistema. Nesse sentido, em 2026, essa escolha afeta diretamente a competitividade dos revendedores de tecnologia no Brasil.
Atualmente, a procura por softwares que automatizam processos cresce de forma constante. Isso ocorre porque as empresas buscam eficiência e mais controle das rotinas diárias. Adicionalmente, os negócios desejam aumentar a produtividade das equipes. Por isso, saber quais softwares podem ser revendidos virou um fator estratégico de sucesso nesse mercado.
Para ajudar nessa jornada, este guia apresenta os principais tipos de software para revenda. Por meio dele, mostramos os diferenciais de cada categoria. Além disso, o conteúdo ajuda a identificar quais opções fazem mais sentido para cada modelo de negócio no Brasil.
Por que investir em software para revendas?
Investir em software para revenda aumenta o controle operacional e reduz a dependência de planilhas e processos manuais. Assim, o revendedor centraliza informações por meio de um sistema de gestão eficiente e ganha produtividade no dia a dia.
Além disso, esses sistemas entregam benefícios claros:
Reduzem custos operacionais e melhoram a margem do negócio;
Agilizam vendas e emissão de notas fiscais;
Diminuem erros e retrabalho;
Facilitam decisões com dados mais confiáveis;
Permitem escalar a operação conforme o crescimento;
Viabilizam atendimento multicanal alinhado ao comportamento do consumidor.
Atualmente, empresas brasileiras adotam soluções em nuvem porque o controle é feito de forma centralizada, com mais segurança e flexibilidade. Transforme seu negócio com informação, automação e suporte especializado.
O que é um software para revenda na prática?
O software para revenda consiste em soluções digitais que funcionam como um software de gestão para empresas de diferentes portes. Dessa maneira, essas ferramentas facilitam as tarefas de compra, estoque, vendas e gestão de clientes.
Com o passar do tempo, essas ferramentas evoluíram de simples planilhas para sistemas completos. Por esse motivo, hoje o controle é feito de ponta a ponta, desde a entrada de mercadorias até a satisfação final do consumidor. Atualmente, um revendedor pode ter em mãos:
Ferramentas para cadastro: permite registrar clientes e produtos, o que facilita muito a organização das informações;
Controle de estoque: o monitoramento ocorre em tempo real. Com isso, a empresa reduz falhas e rupturas de mercadorias;
Automação de vendas: inclui a parte fiscal e a integração com marketplaces. Além disso, essa função reduz as etapas manuais;
Monitoramento de indicadores: oferece integração com aplicações financeiras para que a análise dos dados seja mais precisa.
Portanto, o software certo elimina a dependência de tarefas manuais. Assim, a equipe permanece focada em vender mais, atender melhor e escalar resultados.
Quais os principais tipos de softwares para revenda?
Atualmente, diante de tanta oferta, é natural que surjam dúvidas sobre o melhor sistema. Por isso, existem diferentes perfis de soluções que funcionam como sistemas de gestão completos, atendendo necessidades específicas.
Sistemas ERP (Planejamento de Recursos Empresariais)
O ERP é a solução mais tradicional no mercado brasileiro. Nesse sentido, ele integra diversos setores como compras, estoque, vendas, finanças e RH. Além disso, ele é ideal para revendas com processos complexos. Isso ocorre porque essas empresas precisam de relatórios detalhados e regras claras.
Entre os principais benefícios:
Centralização absoluta das informações, desde contratos até notas fiscais;
Automatização da emissão de documentos fiscais o que reduz falhas manuais;
Gestão de estoque alinhada com recebimento e vendas para que haja mais controle;
Comparação automatizada de fornecedores e produtos facilitando, assim, a tomada de decisão;
Relatórios gráficos sobre desempenho do negócio que apoiam análises estratégicas.
É importante notar que a atualização tecnológica é fundamental. Afinal, 72% dos ERPs no Brasil são anteriores a 2017, o que exige um desempenho renovado.
Sistemas de vendas e automação comercial
Quando o foco está no aumento de vendas e no controle de pedidos, softwares de automação comercial dão conta do recado. Nesse caso, eles concentram:
Cadastro de produtos e acompanhamento de preços para manter consistência comercial;
Gestão de vendas em múltiplos canais o que amplia a presença da marca;
Geração de propostas e pedidos de forma rápida reduzindo, assim, o ciclo de venda;
Acompanhamento em tempo real do status de cada compra garantindo mais transparência.
Esse perfil é interessante para quem começa a revender usando canais digitais, marketplaces ou pontos físicos e precisa integrar tudo. Assim, são ajustes rápidos nas operações, com menos burocracia e mais clareza na movimentação do caixa.
Sistemas e plataformas de e-commerce
Com a expansão do comércio eletrônico, surgiram dezenas de plataformas completas para quem quer vender online. Plataformas de e-commerce facilitam a publicação de produtos e controlam preços e estoques. Além disso, conectam a operação diretamente a diferentes meios de pagamento.
Entre os recursos clássicos, destacam-se:
Gestão automatizada de estoque conforme vendas evitando excessos ou faltas;
Controle de preços, promoções e descontos para aumentar a competitividade;
Relatórios de conversão e abandono de carrinho que apoiam otimizações;
Emissão de notas fiscais eletrônicas e integração com sistemas fiscais garantindo conformidade;
Integração com transportadoras e marketplaces ampliando o alcance sem perder o controle.
Plataformas CRM e gestão de relacionamento
Para vender mais e fidelizar, conhecer o cliente é determinante. Entram, então, os sistemas de CRM para a gestão de relacionamento. Essas soluções registram cada contato feito e o histórico de compras. Além disso, armazenam preferências e informações de suporte pós-venda.
Um CRM faz toda a diferença em negócios que querem aumentar o ticket médio. Dessa forma, facilita a recompra do cliente. Portanto, é o caminho para campanhas personalizadas e atendimento exclusivo, desde o primeiro contato até a fidelização do consumidor.
Funcionalidades indispensáveis em um software para revenda
Um software para revenda deve oferecer ferramentas que garantam eficiência e organização para o seu negócio. Portanto, veja as características principais que você deve avaliar antes de contratar:
Gestão de estoque automatizada: permite acompanhar todas as entradas e saídas de produtos. Assim, isso evita que falte mercadoria para os clientes ou que fiquem muitos itens parados no depósito.
Controle de vendas e integração: registra cada venda realizada e atualiza o estoque automaticamente. Logo, quando necessário, o sistema envia os dados para o setor financeiro e para a contabilidade da empresa.
Emissão de notas fiscais eletrônicas: automatiza o processo de emissão de NF-e. Dessa forma, isso garante que a sua empresa siga a lei corretamente e diminui as chances de erros durante o preenchimento manual.
Integração com canais de venda: permite a conexão com marketplaces e lojas virtuais. Inclusive, você consegue centralizar todas as suas operações em um único sistema de gestão com essa ferramenta.
Automação de processos: executa tarefas repetitivas de forma automática, como o cadastro de clientes. Dessa maneira, a sua equipe gasta menos esforço em atividades operacionais e foca no que realmente importa.
Relatórios detalhados: oferece análises sobre o volume de vendas, o giro de estoque e o perfil dos seus clientes. Nesse sentido, esses dados ajudam o gestor a tomar decisões muito mais estratégicas.
Suporte técnico eficiente: garante que eventuais problemas técnicos sejam resolvidos com agilidade. Afinal, isso evita que a operação da sua empresa fique interrompida por muito tempo.
Essas funções garantem que o revendedor aumente a sua produtividade e evite surpresas ruins na rotina de trabalho.
Critérios para selecionar o software ideal para revenda
Para escolher o melhor software, é preciso avaliar pontos que atendam ao que o seu negócio realmente precisa. Nesse sentido, considere os seguintes aspectos antes da decisão:
Identificação de necessidades: entenda quais processos internos precisam ser automatizados primeiro. Além disso, analise o seu volume de vendas e veja onde estão as falhas atuais no estoque e no atendimento.
Capacidade de crescimento: verifique se o sistema permite aumentar o número de usuários e de produtos cadastrados. Dessa forma, a sua empresa pode crescer sem precisar trocar de software no futuro.
Facilidade de uso: prefira soluções que tenham telas simples e explicações claras sobre as funções. Assim, o treinamento da equipe torna-se mais rápido e a curva de aprendizado diminui.
Qualidade do atendimento: confirme se o fornecedor oferece suporte em português por diversos canais, como chat ou telefone. Portanto, o tempo de resposta para resolver problemas técnicos também é fundamental.
Possibilidade de conexões: analise se o software se conecta com os bancos e as lojas virtuais que você já utiliza. Inclusive, verifique se a integração técnica é moderna e bem documentada pelo fornecedor.
Custos e taxas claras: finalmente, avalie o custo-benefício de cada plano oferecido. Verifique se existem cobranças extras por usuário ou limites de uso que podem encarecer o serviço conforme o negócio evolui.
Um bom software deve evoluir constantemente e acompanhar o crescimento do seu negócio de forma segura.
Diferenças entre iniciantes e revendedores experientes
Quem está começando na revenda busca sistemas que sejam fáceis de usar e tenham baixo custo. Por outro lado, os revendedores experientes precisam de funções mais avançadas para o dia a dia. Eles priorizam relatórios detalhados e conexões seguras entre diferentes ferramentas de trabalho.
A escolha do software ideal varia de acordo com o perfil de cada usuário:
Dicas para iniciantes em revenda
Escolha plataformas em nuvem: esses sistemas não precisam de instalação e você pode acessar de qualquer lugar. Assim, o começo das operações acontece de forma muito mais rápida.
Use períodos de teste: procure por soluções que oferecem planos gratuitos ou um tempo para testar. Dessa maneira, você consegue avaliar as funções antes de investir o seu dinheiro.
Busque telas simples: dê preferência para ferramentas com visual fácil de entender e que ofereçam suporte. Com isso, você terá ajuda sempre que surgir uma dúvida importante.
Foque na automação básica: prefira sistemas que já organizam o estoque, as vendas e a emissão de notas fiscais. Assim, o seu negócio já começa com os processos bem arrumados.
Cuidado com opções muito limitadas: escolher ferramentas apenas pelo preço baixo pode travar o crescimento da empresa. Isso geralmente obriga o empreendedor a trocar de sistema em pouco tempo
Para revendedores experientes
Procure sistemas de gestão completos: busque por ERPs modernos que tenham uma área financeira bem estruturada. Dessa forma, o controle das contas se torna muito mais preciso e seguro.
Verifique a integração técnica: confira se o novo software consegue se conectar com as ferramentas que você já utiliza. Isso evita que a sua equipe tenha que fazer o mesmo trabalho duas vezes.
Avalie a expansão do negócio: analise se o sistema aceita vários usuários e a criação de novas filiais. Com essas funções, a estrutura do software acompanha o crescimento da sua empresa.
Exija recursos de análise: use ferramentas que ofereçam gestão de clientes (CRM) e análise de dados (BI). Assim, a sua visão estratégica sobre o mercado ganha muito mais profundidade.
Revendedores que movimentam muitos produtos não podem perder tempo com falhas ou trocas constantes de sistema. Por isso, investir na escolha correta agora resolve grandes dores de cabeça no futuro. manutenções ou trocas frequentes de software. Portanto, investir na escolha correta resolve dores de cabeça no futuro.
Comparativo: principais categorias de software para revenda no Brasil
As principais categorias de software para revenda no Brasil oferecem soluções variadas para os empreendedores. Veja as opções:
Sistemas de gestão (ERP) na nuvem: são ideais para empresas de vários tamanhos, pois oferecem ferramentas modulares e customizações. Além disso, esses sistemas já estão conectados com as leis de impostos brasileiras e contam com suporte técnico local.
Plataformas de automação comercial: são indicadas para equipes pequenas, com custo acessível e uso muito simples. Elas facilitam a integração com máquinas de cartão e lojas virtuais, priorizando sempre a agilidade nas operações do dia a dia.
Sites de vendas com gestão integrada: são perfeitos para quem foca totalmente nas vendas pela internet. Esses sistemas gerenciam vários canais ao mesmo tempo e ajudam a aumentar o alcance da marca nos grandes mercados digitais do país.
Sistemas de atendimento (CRM): são recomendados para áreas comerciais que buscam melhorar a relação com os seus clientes. Eles ajudam a manter os consumidores fiéis e permitem criar campanhas de vendas personalizadas com mais eficiência.
As soluções nacionais são criadas para atender as exigências dos nossos impostos e oferecem atendimento em português. Já os softwares internacionais muitas vezes não funcionam bem com a complexidade do mercado local e com os bancos brasileiros.
Benefícios concretos da implementação de softwares para revenda
A adoção de softwares para revenda transforma a rotina das empresas e gera resultados positivos. Confira as três vantagens principais:
Centralização das tarefas: reunir as áreas de compras, vendas e estoque em um só lugar evita o retrabalho. Isso permite que o gestor tome decisões mais rápidas e diminui as falhas cometidas em processos manuais.
Economia de dinheiro: com o uso de processos automáticos, a necessidade de mão de obra para tarefas simples diminui. Como resultado, o negócio sofre menos perdas financeiras e consegue controlar melhor os seus gastos fixos.
Aumento das vendas: os dados em tempo real mostram o que os clientes preferem e evitam que faltem produtos. Assim, fica muito mais fácil criar promoções e oferecer itens extras durante o atendimento aos consumidores.
Os revendedores que utilizam sistemas modernos costumam manter os seus clientes por mais tempo. Por consequência, eles crescem muito mais rápido do que quem ainda utiliza apenas métodos manuais de controle.
Exemplos práticos de aplicação de softwares de revenda
Os sistemas de revenda funcionam para empresas de todos os portes e ajudam a melhorar os resultados. Portanto, veja alguns exemplos de aplicação:
Revenda em vários canais: essa operação integra as lojas físicas com os sites de vendas e os marketplaces. Dessa forma, o sistema organiza os preços e os estoques de maneira única. Logo, isso elimina o risco de vender itens que não existem.
Comércio regional: utiliza ferramentas para controlar o estoque em tempo real. Nesse sentido, com esses dados em mãos, o lojista cria promoções rápidas. Inclusive, ele ajusta os produtos das prateleiras toda semana com segurança.
Revenda de produtos importados: as soluções nacionais se adaptam perfeitamente às leis do Brasil. Inclusive, elas facilitam a conversão de moedas estrangeiras e fazem a gestão dos impostos de forma totalmente automática para o empresário.
Empresas de atacado: sistemas robustos oferecem ferramentas de logística, rotas de entrega e emissão de notas fiscais em série. Logo, isso garante que a operação da empresa seja eficiente e suporte grandes volumes de trabalho.
Critérios para avaliar fornecedores de software
Escolher o fornecedor certo é muito importante para garantir que o sistema funcione bem. Assim, ao avaliar os pontos abaixo, você evita problemas no futuro:
Tempo de mercado: empresas que já estão há anos no setor costumam ser mais seguras. Afinal, elas possuem um histórico de sucesso e oferecem um suporte mais confiável.
Inovação constante: verifique se a empresa atualiza o sistema com frequência. Além disso, é importante que ela tenha planos para melhorar a ferramenta e garantir a segurança dos dados.
Opinião de outros clientes: procure ler o que os usuários dizem sobre o software. Dessa maneira, isso ajuda a entender a reputação real do fornecedor no mercado atual.
Suporte técnico rápido: o fornecedor deve oferecer ajuda em português de forma clara e rápida. Também é essencial ter canais de atendimento fáceis de acessar.
Ajuda na adaptação: boas empresas oferecem treinamentos para a sua equipe. Portanto, isso facilita o começo das operações e ajuda você a usar todas as funções do sistema rapidamente.
Segurança das informações: o sistema precisa seguir as regras de proteção de dados. Nesse contexto, verifique se o fornecedor possui políticas de privacidade modernas e seguras.
Assinar um contrato que não garante suporte técnico é um convite para ter dores de cabeça no futuro.
Diferenciais dos softwares de revenda nacionais
Os sistemas brasileiros se destacam porque são feitos para as necessidades do nosso comércio. Veja as principais vantagens:
Conexão direta com os bancos e instituições do Brasil;
Facilidade para emitir notas fiscais e outros documentos obrigatórios;
Atendimento rápido em português e focado na nossa realidade;
Atualizações rápidas quando surgem novas leis de impostos;
Funções personalizadas para atender diferentes regiões do país;
Suporte por vários canais que entende o perfil do lojista brasileiro.
Muitos softwares de outros países falham na hora de conectar com a Receita Federal ou com os bancos daqui. Isso acontece porque esses sistemas estrangeiros não seguem os formatos exigidos no Brasil.
Tendências do setor: o futuro dos softwares para revenda em 2026
Os softwares de revenda em 2026 serão focados em três pontos: inteligência artificial, sistemas na nuvem e conexão total. Essa evolução vai deixar o trabalho da sua empresa mais ágil e eficiente.
A inteligência artificial vai melhorar as vendas com sugestões de produtos e análises que preveem o que o estoque vai precisar.
Os sistemas na nuvem trazem liberdade, pois permitem que você gerencie o negócio de qualquer lugar usando o celular ou o computador.
A conexão total entre as ferramentas garante que os dados circulem sem erros. Isso une os setores de contabilidade, vendas e estoque em um só lugar.
Inteligência artificial e automação inteligente
Segundo o IBGE, o uso de inteligência artificial nas empresas cresceu muito nos últimos anos. Portanto, essa tecnologia já faz parte da rotina de quem busca crescer. Nesse sentido, para quem trabalha com revenda, isso traz benefícios práticos:
Sugestões automáticas de promoções para os clientes;
Análise que mostra o quanto a empresa vai vender no futuro;
Atendimento digital por chat para tirar dúvidas rápidas;
Automação de tarefas simples de finanças e impostos.
Soluções totalmente em nuvem
O uso da nuvem já é uma realidade garantida para as empresas de sucesso. Dessa forma, ferramentas fáceis de acessar dão mais liberdade para o revendedor moderno. Assim, é possível fechar negócios na rua, na loja do cliente ou até mesmo em grandes feiras e eventos.
Integração absoluta e APIs abertas
Sistemas que não conversam entre si estão sumindo do mercado. Logo, o padrão do futuro é conectar várias soluções, como bancos e lojas online, em um único ambiente digital. Ferramentas que permitem essas conexões fáceis ganham destaque.
Afinal, elas são ideais para quem busca flexibilidade e quer deixar o sistema com a cara da sua empresa. Inclusive, as APIs abertas ganham força nesse contexto, sendo validadas por quem busca customização.
Dúvidas comuns e desmistificações sobre software para revendedores
De fato, os sistemas online são realmente seguros. As soluções de confiança usam proteção digital forte, salvam as informações automaticamente e respeitam as leis de privacidade de dados.
Vou perder o histórico dos meus dados?
Não, pois os bons fornecedores garantem a migração de todas as informações. Dessa maneira, isso preserva as suas notas fiscais, os cadastros de clientes e todo o histórico de vendas.
O sistema exige computadores potentes?
Não. As plataformas que funcionam na nuvem podem ser acessadas pelo navegador da internet. Portanto, você só precisa de uma conexão estável com a rede para trabalhar.
A adaptação ao software é difícil?
Empresas eficientes oferecem treinamento e suporte constante para o usuário. Assim, isso facilita a mudança e evita que o seu trabalho sofra qualquer impacto negativo durante o processo.
Qual tipo de sistema se destaca hoje?
As melhores opções para 2026 entendem a realidade do Brasil. Nesse contexto, elas oferecem ferramentas para o cálculo de impostos e um suporte rápido, além de terem telas simples e fáceis de entender.
Simplicidade, conexão com outros sistemas e suporte local são a combinação vencedora para os próximos anos. Logo, ao focar nesses pontos, a sua operação estará pronta para crescer com segurança e transformar desafios em novas chances de negócio.
Conclusão
Escolher o melhor software para revenda exige atenção e uma visão de longo prazo. Portanto, quem investe em ferramentas bem estruturadas agora não precisará se preocupar com falhas técnicas no futuro.
Afinal, o momento de organizar o seu negócio é agora. Comece a estruturar a sua empresa para ser um revendedor preparado. Assim, você poderá crescer oferecendo serviços que realmente trazem valor para o mercado brasileiro.
Perguntas frequentes
O que é um software para revenda?
O software para revenda automatiza as tarefas mais importantes do seu dia. Ele controla a gestão de estoque, as vendas e a emissão de notas fiscais. Dessa forma, o sistema reúne as informações em um só lugar e elimina os controles manuais, deixando o trabalho mais rápido e seguro.
Como escolher o melhor software para revender?
A escolha deve começar com uma análise do que a sua empresa realmente precisa. Nesse sentido, avalie as funções oferecidas e veja se o sistema é fácil de usar no dia a dia. Além disso, verifique se o suporte técnico é de qualidade e se o programa se conecta com os seus canais de venda. Logo, prefira soluções na nuvem que ofereçam atendimento em português e flexibilidade para o futuro.
Quais são os sistemas que trazem mais lucro?
Os sistemas mais rentáveis são aqueles que unem o estoque, as vendas e o financeiro em um único local. De fato, isso acontece porque a ferramenta automatiza diversos processos burocráticos. Dessa maneira, as plataformas brasileiras costumam entregar o melhor equilíbrio entre custo e retorno, pois evitam erros e gastos desnecessários.
Vale a pena investir em softwares para revenda?
Certamente. O investimento aumenta o controle sobre a empresa e reduz os custos da operação. Também ajuda a vender mais e facilita a tomada de decisões com base em dados reais. Inclusive, os revendedores que usam sistemas especializados crescem mais rápido e têm mais previsibilidade financeira.
Onde encontrar softwares confiáveis para revenda?
O melhor caminho é buscar empresas nacionais já conhecidas no mercado. Portanto, procure fornecedores que ofereçam suporte em português e que sigam as regras de impostos do Brasil. Nesse contexto, sempre leia os comentários de outros clientes e casos de sucesso. Assim, peça uma demonstração gratuita antes da sua decisão final.
Temos diversos meios de atestar uma compra ou venda hoje. Esses meios podem ser manuais, através de recibos, ou até eletrônicos. Um desses meios eletrônicos é a nota fiscal, sendo incluída a nota fiscal do consumidor eletrônica, a NFC-e. Em alguns estados do Brasil ela já é emitida obrigatoriamente. Mas você, empreendedor mineiro, sabe o que é essa nota? Para que ela serve? E ainda, sabe se deve emiti-la? Confira como emitir NFC-e em MG!
O que é a NFC-e?
A NFC-e, Nota Fiscal do Consumidor, é um registro fiscal e digital que documenta a venda ou compra de algo. Tem o intuito de substituir o cupom fiscal, sendo assim, uma forma mais simples e rápida.
Por ser online, ela pode realizar a transmissão de dados virtualmente, além de possibilitar a consulta da nota pelo consumidor. Sendo assim, uma versão mais rápida que a nota fiscal.
Visto que a sua forma de armazenamento é online, ela também diminui os gastos com papéis. E isso permite a integração direta com as plataformas de venda.
Também por ser online, é possível consultar ela através de qualquer site que faça a consulta. Podendo assim, ser por qualquer dispositivo que faça essa consulta. Consulte por aqui.
DANFE NFC-e
De mesmo modo que a NF-e, Nota Fiscal Eletrônica, tem a DANFE, a NFC-e, Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica tem a DANFE NFC-e. A DANFE tem como intuito ser um documento simplificado da nota fiscal, portanto, a DANFE NFC-e tem a mesma proposta. E, tal como o documento auxiliar da nota fiscal, o documento auxiliar da nota fiscal do consumidor eletrônica deve ser impresso em impressora não fiscal, comum. Nesse arquivo deve conter as informações do arquivo eletrônico XML e da NFC-e.
Uma das propostas da DANFE NFC-e é acompanhar uma mercadoria em transporte. Desse modo, ela deve conter um QR Code, para que seja possível realizar uma consulta automática e mais rápida.
Mesmo sendo obrigatória a DANFE NFC-e ser impressa para transporte de mercadorias, ela não precisa ser impressa em outros casos. Assim, o cliente pode optar por pedir sua impressão ou não. Sempre lembrando a obrigatoriedade para mercadorias em transporte e para notas fiscais do consumidor eletrônica emitidas em contingência.
Qualquer dúvida em relação a nota fiscal do consumidor eletrônica pode ser sanada a partir do “Manual de Especificações Técnicas do DANFE NFC-e e QR Code”. Ele se encontra disponível no Portal da Nota Fiscal Eletrônica, no menu “Documentos / Manuais”. Ou por aqui.
Quem emite a NFC-e em Minas Gerais?
Em 5 de fevereiro de 2019 foi divulgado pela SEFAZ de Minas Gerais o calendário de implementação da NFC-e. Nele estão dispostas as datas na quais a NFC-e em MG deve ser implementadas. Assim, ela inicia em 1º de março de 2019, com a implementação da NFC-e para contribuintes inscritos no Cadastro de Contribuintes do estado.
A partir de 1º de abril de 2019 o comércio varejista de automóveis foi enquadrado nos contribuintes que emitem NFC-e em MG, assim como os que a receita bruta do ano anterior tenha sido superior a R$100.000.000,00.
Em seguida, em 1º de julho de 2019, foram incluídos os contribuintes que possuem receita bruta anual no ano de 2018 superior a R$15.000.000,00 e com limite máximo de R$100.000.000,00.
Assim, em 1º de outubro de 2019 contribuintes que tiveram renda bruta anual em 2018 superior a R$ 4.500.000,00 e com limite máximo de R$15.000.000,00 adentraram na obrigatoriedade.
Posteriormente, definido na resolução nº 5.313 de 1º de novembro de 2019, a partir de 1º de fevereiro de 2020, contribuintes com receita bruta no ano de 2018 superior a R$ 1.000.000,00 e inferior a R$ 4.500.000,00 devem emitir a NFC-e em MG.
Após, em 1º de julho de 2020, os contribuintes com a receita bruta anual superior ao montante de R$ 500.000,00 até o limite máximo de R$ 1.000.000,00 passaram a emitir a NFC-e em MG.
Em 1º setembro de 2020 os contribuintes com receita bruta anual superior ou igual a R$ 120.000,00, até o limite de R$ 500.000,00 passaram a emitir a NFC-e no estado.
Já em dezembro de 2020 quem passou a emitir a NFC-e em MG, foram os contribuintes com receita bruta anual superior a R$ 360.000,00 e inferior a R$ 1.000.000,00.
Por fim, em 1º de agosto de 2021 os contribuintes com receita bruta anual inferior ou igual a R$ 360.000,00 serão obrigados a emitir a NFC-e em MG.
Calendário
Data
Implementação
1º de março de 2019
Contribuintes que se inscreveram no cadastro de contribuintes.
1º de abril de 2019
Comércio varejista de combustíveis para veículos automotores e contribuintes cuja receita bruta anual seja superior ao montante de R$ 100.000.000,00.
1º de julho de 2019
Contribuintes cuja receita bruta anual seja superior ao montante de R$ 15.000.000,00, até o limite máximo de R$ 100.000.000,00.
1º de outubro de 2019
Contribuintes cuja receita bruta anual seja superior ao montante de R$ 4.500.000,00 até o limite máximo de R$ 15.000.000,00.
1º de fevereiro de 2020
Contribuintes cuja receita bruta anual seja superior ao montante de R$ 1.000.000,00 até o limite máximo de R$ 4.500.000,00.
1º de junho de 2020
Contribuintes cuja receita bruta anual seja superior ao montante de R$ 500.000,00 até o limite máximo de R$ 1.000.000,00.
1º setembro de 2020
Contribuintes cuja receita bruta anual seja de R$ 120.000,00 até R$ 500.000,00.
1º de dezembro de 2020
Contribuintes com receita bruta anual superior a R$ 360.000,00 e inferior a R$ 1.000.000,00.
1º de agosto de 2021
Contribuintes com receita bruta anual inferior ou igual a R$ 360.000,00.
Como cancelar uma NFC-e?
O cancelamento de uma nota fiscal do consumidor eletrônica só pode ser realizado se a mercadoria ainda não tiver deixado o estabelecimento. Assim, ela não pode ser cancelada com mais de 24h após a autorização de uso emitida pela SEFAZ.
Se for possível fazer o cancelamento da nota, ele pode ser realizado no mesmo sistema emissor da nota.
Carta de correção serve para NFC-e?
A carta de correção utilizada para retificação de notas fiscais não pode ser utilizada para correção de NFC-e, uma vez que é utilizada apenas para NF-e.
É possível emitir uma NFC-e em contingência?
Um nota fiscal emitida em contingência acontece quando não é possível emitir a nota no momento da venda ou compra. Dessa forma, é emitida uma nota fiscal do consumidor em contingência, offline. É importante lembrar que a NFC-e deve ser repassada a SEFAZ em até um dia útil a partir da data de emissão.
A emissão de uma nota fiscal do consumidor em contingência só pode ser realizada quando não há possibilidade de uma nota fiscal do consumidor. Ou seja, quando existe algum problema técnico de comunicação ou no processamento de informações.
Em caso de dúvidas relacionadas a emissão da NFC-e em contingência, consulte o manual sobre, o “Manual de Especificações da Contingência Offline para NFC-e”. É possível encontrá-lo no Portal Nacional da NF-e, no menu “Documentos / Manuais”. Ou por aqui.
Como emitir NFC-e em MG
Para emissão de uma NFC-e em MG é preciso ter um sistema emissor de notas fiscais. E como o estado de Minas Gerais não disponibiliza nenhum emissor de NFC-e, é preciso contratar algum software que faça essa emissão. Como o eGestor.
Dessa forma, para realizar a emissão da nota, é preciso encaminhar a SIARE (Sistema Integrado de Administração da Receita Estadual) um pedido de credenciamento e uma solicitação para gerar o CSC, o Código de Segurança do Cliente.
Uma vez gerado o CSC e sua empresa autorizada a emitir a nota fiscal do consumidor eletrônica, basta inserir os dados do CSC e seu ID, o certificado digital e dados tributários da empresa para realizar a emissão da nota no seu sistema de emissão escolhido.
O sistema emissor de NFC-e é o eGestor. Ele conta com a emissão de NFC-e, NF-e e NFS-e. Além disso, ele possui um controle financeiro e de estoque completo!
Para realizar a emissão da NFC-e no eGestor, basta enviar seu certificado digital, inserir o CSC e o ID do CSC, além dos dados tributários e os dados da empresa. A partir daí, ao registrar uma venda no sistema, aparecerá a opção de gerar NFC-e.
E ademais de todas as facilidades do sistema, assinando um plano profissional, você ganha um certificado digital A1!
A livraria sempre foi um tipo de comércio onde podemos adquirir principalmente livros, mas esse varejo se transformou e se reinventou ao longo do tempo. Atualmente, além de ser alternativa para um espaço cultural, também é comum que nesse estabelecimento sejam comercializados produtos de papelaria, CDs, DVDs, entre outros.
Se você está interessado em investir e abrir um negócio neste ramo, vamos lhe mostrar algumas dicas de como montar uma livraria:
Quando pensamos em livraria, a primeira imagem que vem à mente é de um espaço físico, cheio de prateleiras com livros e materiais de papelaria, mas esse não é o único formato desse tipo de comércio. Com a modernização, a modalidade de venda virtual também passou a se aplicar às livrarias.
Nesse modelo, toda comercialização acontece via internet. O que pode diferenciar sua livraria virtual de tantas outras pode ser a venda tanto de livros novos quanto de livros usados – o famoso sebo.
O que você precisa saber a respeito de como montar uma livraria, é que o tamanho do seu negócio pode variar. Você pode ter um comércio local, oferecendo centenas de títulos ao seu público, como também pode ter grandes cadeias, com mais de 200.000 títulos para seus clientes.
Apesar da ascensão das livrarias virtuais, as livrarias tradicionais mantém um público fiel e também continua em crescimento. Os formatos de livros também variam entre livro físico e livro virtual – o ebook-, e podem ter temáticas variadas.
Você também deve estar atento aos nichos de negócio e conhecer bem o seu público. Ao montar uma livraria, você pode focar em temas como religião e espiritualidade, por exemplo. Hoje é muito comum encontrar livrarias católicas, evangélicas e espíritas, atendendo clientes que buscam por temas e conteúdos específicos.
No caso de se montar uma dessas livrarias, é imprescindível que os seus atendentes zelem pelo respeito à religião. Nesse tipo de negócio, também será possível oferecer alguns produtos adicionais, como santos, terços, quadros e novenas, dentre outros.
É importante destacar que os livros didáticos apresentam uma fatia de vendas representativa desse mercado. Dessa forma, é interessante formar parcerias com escolas, editoras e faculdades, por exemplo.
É importante estudar quem será o seu público a partir de pesquisas de mercado, para identificar as possíveis preferências da clientela e para definir o melhor local para abrir sua livraria.
A história das livrarias
Aconteceu muita coisa no caminho até que o mercado livreiro chegasse ao patamar em que está.
Tudo começou na época do Brasil Colonial, quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, em 1808. O que ele encontrou quando chegou ao Rio foram somente três livrarias.
Mas, ao regressar a Portugal, em 1821, mudou o cenário que havia conhecido: deixou oito livrarias como herança.
Com isso aconteceu o boom dos livreiros franceses. No século 20, mais precisamente nos anos 60, o destaque foi para o mercado editorial, além do surgimento das cadeias livreiras – em São Paulo. As referências são nomes como Siciliano e Nobel.
Na década de 70, quando a ditadura marcou época, as pessoas se refugiavam nos livros. O sucesso da Livraria Cultura veio nesse período, quando o slogan “Cultura você encontra nos livros e livros você encontra na Cultura” ficou marcado.
Um espaço para muitas culturas
O espaço que antes era apenas dos livros passou a abrigar um ambiente multicultural, quando começam a marcar presença cyber café, espaços para leituras e degustação de músicas. Essa grande adequação à nova realidade se tornou essencial para a sobrevivência desse tipo de comércio. Tornou-se raro pensar em abrir uma livraria – seja ela de médio ou grande porte – sem investir nesses diferenciais.
Livraria a serviço da comunidade
Muitas livrarias têm assumido um lado “biblioteca pública”. Isso acontece quando dentro do ambiente do negócio podemos encontrar cadeiras, sofás e até mesmo puffs, que formam um espaço de leitura no mais prático sentido da palavra. Isso deixa os clientes à vontade para sentar e fazer suas leituras sem precisar necessariamente adquirir o livro para si.
As pequenas e médias livrarias estão ganhando bastante espaço nessa área de mercado. O tratamento aproxima vendedor e cliente – algo mais próximo e até mesmo aconchegante –, trazendo destaque às pequenas livrarias que brigam por um espaço em meio às megalojas.
O grande segredo para o sucesso e a sobrevivência de um negócio dentro do ramo livreiro é identificar seu público, se especializar e alimentá-lo. A qualidade por trás de seus produtos é algo indispensável, que não entra nem em questão.
Mas fazer da sua livraria aquela que será inesquecível para quem conhecê-la e torná-la referência é o grande passo para o sucesso. O mercado possui uma demanda que está em constante crescimento. Por isso, é preciso estar sempre se adequando às novidades.
A oferta de seus livros e demais produtos deve se agregar aos demais serviços ofertados, sejam eles eventos com a presença de autores, coffee breaks, eventos culturais, shows musicais.
Investimento
Quando se pensa em abrir um negócio, você deve se preocupar com o investimento relacionado à estrutura do mesmo. Uma dica para aqueles que não têm um conhecimento do setor no qual querem investir: é ideal criar um diálogo constante com aqueles que já empreendem no ramo.
A realização de um projeto de investimento torna-se indispensável na criação de seu negócio. Aqui você oferecerá a parcial dos futuros gastos com seu empreendimento. É fundamental calcular tudo o que conseguir: gastos com o imóvel, todas as instalações, os equipamentos que serão necessários para uma boa estrutura, as contratações e treinamentos de seus funcionários, os encargos e por último, mas não menos importante, seu capital de giro, que é o valor necessário para cobrir possíveis despesas imprevistas que possam surgir com o andamento do negócio.
Para montar uma livraria de pequeno porte, você deverá investir um valor de aproximadamente R$ 193.000,00, o qual engloba os seguintes custos:
Mobiliário para a área administrativa: R$ 15.000,00
Reforma e adaptação de instalações: R$ 50.000,00
Equipamentos e tecnologia de gestão: R$ 80.000,00
Taxas de abertura do negócio e pagamento de profissionais: R$ 3.500,00
Capital de giro: em torno de R$ 45.000,00
Equipe
Além da qualidade do seu gerenciamento e da mercadoria que comercializa aos clientes, manter o alto nível de funcionamento é algo que está diretamente ligado a uma equipe com profissionais qualificados, prontos para vestir a camisa de sua livraria e fazê-la crescer.
A hierarquia deve existir, como em qualquer outra empresa: gerência, operadores de caixa, balconistas, serviços gerais, além dos atendentes espalhados pela loja – um diferencial quando se busca uma relação mais próxima com seu cliente.
Vale lembrar que, quando se opta por um ambiente diversificado, outros profissionais precisam fazer parte da sua equipe: responsáveis pelo espaço de café, atendentes para a área de CDs e DVDs, até mesmo pessoas para a recreação num espaço infantil – fantasiados para ler histórias para as crianças enquanto os pais fazem suas compras, por exemplo.
Outro ponto absolutamente crucial para o sucesso do seu negócio, é a definição do local em que sua livraria estará situada. Para garantir uma boa visibilidade para sua livraria, o recomendável é instalar o seu negócio próximo à faculdades ou até mesmo em um espaço anexo dentro das faculdades, shoppings, aeroportos ou então em ruas com um alto fluxo de pessoas e próximas ao seu público alvo.
Outro fator que deve ser levado em conta na definição do ponto comercial de sua livraria, é a logística do local em questão. Certifique-se que o local é de fácil acesso e trafegabilidade.
Antes de abrir a sua livraria, é essencial distribuir flyers nas proximidades para que o público saiba a respeito da inauguração do local. As redes sociais também podem ser ferramentas extremamente poderosas neste sentido.
Burocracia
Para efetivamente abrir a sua livraria e tirar o negócio do papel, é preciso ficar atento a todos os processos burocráticos que envolvem a regularização do empreendimento. Você poderá registrar o negócio de uma forma individual ou então como uma sociedade.
Com o serviço especializado de um contador, você receberá auxílio neste processo. Ele ficará responsável por estudar as diferentes opções e então avaliar o que é melhor para o seu negócio. O contador também poderá lhe auxiliar nos seguintes procedimentos necessários para a abertura do negócio:
Registro na junta comercial;
Obtenção de CNPJ;
Obtenção de alvará de funcionamento junto a prefeitura municipal;
Obtenção do habite-se, junto ao corpo de bombeiros de sua região;
Registro de razão social, nome fantasia e patente de marca;
Contrato social;
Livraria pode ser MEI?
Sim, uma livraria enquadrada no CNAE 4761-0/01 – Comércio varejista de livros pode ser MEI.
A livraria que opta por ser MEI se enquadra no Simples Nacional, Anexo I, sendo suas alíquotas de imposto entre 4% e 19%.
Estoque e fornecedores
No momento de solicitar os livros com os seus fornecedores para compor o estoque de sua livraria, é preciso ter em mente que determinados livros possuem uma demanda maior do que outros e sendo assim, devem receber uma maior atenção na hora de montar o estoque.
Esse levantamento a respeito de quais tipos de livros possuem uma maior saída é essencial para que você não adquira livros em excesso junto a seus fornecedores. Ter excesso de estoque representa dinheiro parado.
Você também pode trabalhar com um sistema de encomenda para seus fornecedores de acordo com os livros pedidos pelos clientes. É essencial escolher fornecedores que ofereçam agilidade no serviço de entrega, boas condições de preço e que sejam flexíveis nos processos de negociação e pagamento.
Como fidelizar a clientela de sua livraria?
Algumas ações estratégicas podem ser realizadas de forma a agregar valor a sua livraria e proporcionar uma experiência de compra marcante a seus clientes, aumentando assim as chances de fidelização a um médio e longo prazo:
Cartão fidelidade com um livro grátis para o cliente que adquirir o total de 10 livros. É uma medida que além de estimular a leitura contínua, de certa forma acaba premiando os consumidores mais ativos de sua livraria e incentiva-os que voltem a comprar os seus livros;
Oferecimento de cursos e lançamentos de livros com sessão de autógrafos;
Promover eventos com palestras de contadores de história, jornalistas e escritores de uma forma geral, bem como teatros infantis. Mais do que comercializar livros, sua livraria deve ser um espaço de confraternização e incentivo cultural;
São ações que criam diferenciais para a sua livraria em detrimento da concorrência e tornam o seu espaço muito mais atrativo para o público, tanto para os leitores, quanto para pessoas que estão em busca de eventos culturais na cidade e opções de lazer.
Procure oferecer experiências aos clientes que vão além da simples compra de um livro e um bom atendimento.
A importância de um sistema de gestão
A formalização de seu negócio, principalmente quando falamos de micro e pequenas empresas, dá mais credibilidade e garante um apoio daqueles órgãos competentes dentro da área.
O mais comum é que, em negócios de pequeno porte, o número de departamentos seja menor, até mesmo pela quantia reduzida de recursos que mantém um número maior de setores. Dessa maneira, umsistema ERP acabam se tornando a melhor alternativa de gestão. ERP é uma sigla para Enterprise Resource Planning, ou Sistema de Integração de Gestão Empresarial.
Esse sistema aperfeiçoa o tempo dos donos de empresas, além de reduzir gastos relacionados à gestão, já que permite uma administração mais unificada: estoque, receita, vendas, registro dos clientes, reposição de produtos, faturamento das vendas. Esses e outros elementos da empresa são acompanhados de maneira simultânea dentro de apenas um sistema.
Com um ERP, a presença de muitas planilhas é extinta. É possível que o empresário cuide das operações diárias de sua empresa através apenas do sistema de integração de gestão empresarial.
A visualização dos números da parte burocrática do negócio torna-se mais fácil. Se não bastassem todas as vantagens já ditas, ainda se torna possível ter um registro das informações importantes de seus clientes, fornecedores e parceiros.
Com tantas informações que podemos juntar nesse sistema, ele pode facilmente ser confundido com um simples banco de dados, um verdadeiro amontoado de informações. Porém o sistema mantém a comunicação entre variados departamentos em sua empresa.
eGestor
Dentro dessa proposta, o eGestor é um sistema de gestão simples e fácil, exatamente o que sua livraria precisa para um bom gerenciamento. Totalmente online, esse sistema não necessita de instalação, funcionando diretamente do seu navegador, seja ele em qualquer sistema operacional. Também funciona em celulares e tablets, precisando apenas de acesso à internet.
A facilidade desse sistema possibilita que tanto você quanto sua equipe possam usá-lo sem grandes dificuldades. O eGestor é considerado um software barato.
Os recursos do eGestor perpassam pelos pontos que sua empresa precisa: controle financeiro, fluxo de caixa, controle de vendas de produtos e serviços, controle de estoque, nota fiscal eletrônica, emissão de relatórios, emissão de NFC-e, emissão de NFS-e e emissão de boletos com registro.
Mais de 50 milhões de brasileiros desejam empreender nos próprios anos, revela pesquisa realizada pela Global Entrepreneurship Monitor (GEM) em parceria com o SEBRAE e com o IBQP (Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade).
E se você também faz parte dessas estatísticas, este artigo traz uma boa notícia: em 2026 a economia brasileira já apresenta desempenho positivo e oferece boas perspectivas para a abertura de diferentes tipos de negócios.
Mas por que abrir um negócio próprio? Será que empreender vale mesmo a pena? Quais são os negócios lucrativos para investir em 2026? Acompanhe o artigo a seguir e confira ideias criativas para conquistar a independência financeira e ter sucesso ainda este ano!
9 ideias de negócios lucrativos para investir em 2026
No tópico anterior apresentamos a você alguns setores que fizeram sucesso nos últimos anos e tiveram um crescimento expressivo no mercado global. Adiante, vamos te mostrar algumas sugestões de negócios lucrativos para investir em 2026, segundo as últimas tendências de consumo.
1. Loja virtual
As primeiras lojas virtuais foram lançadas entre 1995 e 2000 e de lá para cá se tornaram essenciais aos negócios. Elas quebram barreiras geográficas, ampliam as oportunidades de negócios e potencializam as vendas.
Afinal de contas, ter um negócio na internet significa atender clientes de todo o Brasil, ficar aberto 24 horas por dia e ainda oferecer uma experiência ao consumidor mais eficiente.
E tudo isso com muita economia, pois é possível trabalhar com estoque e quadro de funcionários reduzidos. Além disso, uma loja virtual também dispensa grande infraestrutura física para funcionar, o que torna o investimento mais acessível.
2. Importação e exportação de produtos
O comércio exterior também tem o seu lugar de destaque quando o assunto é negócios lucrativos. De acordo com a Secretaria de Comércio Exterior, a exportação de produtos brasileiros alcançou o faturamento de US$ 71,74 bilhões no primeiro trimestre de 2022, seguidos de US$ 60,42 bilhões em importações para o mesmo período.
Esses dados revelam que a exportação e a importação de produtos também pode ser um excelente caminho para conquistar a independência financeira.
Contudo, investir no comércio exterior é algo extremamente burocrático, exige conhecimento especializado e muita organização financeira para ter sucesso fazendo negócios com outros países.
Nesse sentido, contar com um sistema de gestão empresarial com recursos integrados pode otimizar os processos da sua empresa de maneira eficiente. Com a ferramenta tecnológica certa, você vai conseguir monitorar as suas vendas, controlar o seu fluxo de caixa e o estoque em um só lugar.
Além disso, também vai poder profissionalizar o seu negócio emitindo notas fiscais e boletos de cobrança de forma descomplicada.
3. Mercado Pet
Impulsionado pela humanização animal e pelo aumento do número de adoções de cães e gatos, o mercado pet também representa excelentes oportunidades de negócios.
De acordo com a ABINPET (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação), no Brasil existem mais de 139 milhões de pets, entre cães, gatos, peixes, aves e outros animais domésticos.
Em 2021, o setor teve um crescimento de 27% e as perspectivas para 2026 também são promissoras.
Embora seja puxado pelo setor de pet food (alimentação animal), o mercado pet também possui outros nichos interessantes para investir:
Pet care: produtos de higiene, beleza, acessórios como coleiras, comedouros, bebedouros, etc.;
Pet vet: atendimento veterinário e medicamentos;
Pet serv: serviços para que contribuem com a saúde e bem-estar animal, como banho e tosa, adestramentos, creches e hotéis, passeadores e cuidadores de cães.
4. Segmento infantil
Agora, se você gosta de lidar com crianças, saiba que o segmento infantil também possui várias opções de negócios lucrativos. Um estudo realizado pelo Facebook revelou, inclusive, que o consumidor infantil tem grande influência nas decisões de compra da família.
Segundo a pesquisa, os pais se mantêm inclinados a adquirir produtos que seus filhos lhe pedem.
Prestar atenção a esse “pequeno detalhe”, portanto, pode contribuir para que você comece seu próprio negócio com o pé direito. E a boa notícia é que o mercado infantil é amplo e versátil, permitindo a abertura de vários tipos de empresas, tais como:
Lojas de roupas infantis;
Empresa de decoração e buffet para festas infantis;
Alimentação saudável para bebês e crianças;
Espaço para recreação infantil;
Educação infantil, como escolas, cursos de idiomas, atividades pedagógicas, programação e robótica;
Lojas de calçados infantis;
Brinquedos.
5. Confeitaria gourmet
Ainda sem ideia de negócioslucrativos para investir em 2026? O mercado de bolos e doces gourmets cresce em todo o país e é considerado tendência no setor alimentício para os próximos anos.
A confeitaria gourmet usa ingredientes diferenciados e de qualidade em suas receitas, possibilita diferentes sabores, texturas e novas versões das tradicionais guloseimas.
Dessa forma, atrai os olhares do consumidor moderno e o pega pelo estômago. Aproveitar essa aceitação para empreender é uma excelente maneira de começar um negócio com um passo à frente da concorrência.
6. Produtos e serviços financeiros
Com o atual cenário econômico brasileiro, poupar dinheiro deixou de ser algo restrito aos mais afortunados e passou a ser uma necessidade de famílias de diferentes classes sociais.
Tanto é que investir, ter uma reserva financeira e economizar dinheiro são palavras em alta nos principais sites de busca.
Só para se ter uma ideia, a pesquisa EXAME/IDEIA mostrou que 33% dos brasileiros pretendem fazer uma poupança (reserva financeira) e fazer investimentos em 2026. Isso, por sua vez, torna o mercado financeiro um excelente investimento neste e nos próximos anos. Confira as possibilidades de negócios:
Criptomoedas;
Consultoria financeira;
Mercado de ações;
Administradora de consórcios;
Investimentos a médio e longo prazos.
7. Marketing Digital
Hoje em dia o mundo é digital e com o marketing isso não seria diferente. Já não é mais possível apenas estar presente nos outdoors, cartazes e letreiros nas estradas e avenidas e acreditar que isso é suficiente para divulgar uma marca ou produto!
Com o consumidor cada vez mais conectado, é preciso levar diferentes tipos de negócios para a internet para que sejam encontrados pelo consumidor no momento em que ele precise.
É claro que esse é um tipo de serviço especializado, que requer formação na área, cursos de capacitação e muita habilidade. Todavia, ainda que você não seja mercadólogo, poderá investir no mercado de marketing digital, pois o setor é bem abrangente e oferece várias oportunidades:
Social Media;
Redator Web;
Consultor de Marketing Digital;
Criador de conteúdo para Youtube e TikTok entre outras.
8. Cosmetologia Natural
De acordo com a Forbes, o Brasil é o quarto mercado consumidor de produtos de beleza e cuidados pessoais do mundo, que incluem cosméticos naturais, orgânicos, veganos e artesanais.
Isso se deve graças à popularização das causas ambientais e à conscientização da população para a adoção de rotinas de cuidados que não façam mal à saúde.
Sendo assim, se você pretende ajudar as pessoas a recuperarem a autoestima de forma efetiva e saudável, saiba que apostar na cosmetologia natural também está entre os negócios lucrativos para faturar muito em 2026.
E ao aprender a produzir os seus próprios cosméticos naturais, você aumenta mais ainda a qualidade dos produtos e as chances de lucro. Confira a seguir o que vender nesse ramo:
Maquiagens naturais;
Sabonetes artesanais;
Óleos essenciais;
Shampoos e condicionadores naturais;
Cremes hidratantes;
Demaquilantes;
Esfoliantes corporais;
Perfumes sólidos;
Desodorante caseiro, etc.
9. Brindes e produtos personalizados
Como o próprio nome já diz, os produtos personalizados levam vantagem na venda por se diferenciar dos demais, quem nunca pensou em ter aquela caneca de café exclusiva ou aquela camiseta com estampa única?!
O processo utilizado na fabricação destes itens pode ser a sublimação ou transfer.
O melhor é que para se fabricar esses produtos personalizados não é necessário um grande investimento, bastando que você invista em uma impressora tanque de tinta, uma prensa térmica e outros insumos como papeis, tintas sublimáticas e um pequeno estoque dos objetos que você pretende trabalhar.
Dentre os itens mais conhecidos de itens personalizados podemos citar:
Camisetas
Canecas
Canetas
Bonés
Chinelos
Chaveiros
O mercado de produtos personalizados pode apresentar picos de vendas em períodos como final de ano, já que nesta época é nosso costume presentear as pessoas amigas e parceiras do decorrer do ano. Mas com criatividade no portfólio de produtos e prospecção de clientes é possível ter demanda para o ano todo!
Características para ter um negócio lucrativo
Conforme você viu anteriormente, tornar-se o próprio patrão tem suas vantagens e desvantagens.
E para passar por cada uma delas com louvor é preciso muito mais do que ter capital para abrir o negócio, constituir equipe de trabalho e gerenciar os próprios horários.
É preciso também ter ou desenvolver características empreendedoras para ser bem-sucedido; confira as principais:
Ter capacidade de planejamento
Como ter um negócio bem-sucedido sem estabelecer objetivos, metas e prazos? Aliás, a capacidade de planejamento é uma das características mais importantes que todo empreendedor deve ter, pois o ajuda na compreensão de quais passos devem ser dados para chegar ao seu objetivo e alcançar bons resultados.
No entanto, para que isso seja possível é preciso contar com alguns indicadores de desempenho para acompanhar o desenvolvimento da empresa.
Ter proatividade
Um bom empreendedor precisa estar sempre atento às oportunidades que possibilitam o crescimento do negócio. E mais do que isso. Ele precisa ter iniciativa para transformar essas oportunidades em vendas e dessa forma aumentar a lucratividade do empreendimento.
Ser persistente
A persistência também é uma característica que deve fazer parte da vida de todos aqueles que desejam investir em negócios lucrativos, pois diz respeito à capacidade de lidar com os desafios do dia a dia.
Tenha em mente que até empreendimentos bem posicionados no mercado enfrentam dificuldades. A grande diferença é que os seus donos optaram em não desistir diante de cada obstáculo enfrentado.
Portanto, que você consiga desenvolver a persistência e que essa característica te acompanhe em toda a sua trajetória empreendedora. Ser persistente e estar preparado para lidar com as adversidades certamente vai ajudá-lo a alcançar o sucesso profissional.
Capacidade de liderança
Quando se é funcionário de uma empresa, é possível ter um perfil executivo e não de liderança, é verdade. Todavia, quando se é dono do próprio negócio essa possibilidade não existe, já que você será o cabeça da organização e, portanto, terá que liderar equipes de trabalho e tomar decisões a todo o tempo.
Dessa forma, mesmo que coloque a mão na massa, não poderá negligenciar essa característica, pois o desenvolvimento da sua empresa dependerá de boas decisões. E das suas decisões. Além disso, não confunda liderar com mandar, ser autoritário. Liderar significa ser exemplo, motivar as equipes e fazer com que todos tenham vontade de alcançar bons resultados.
Possuir autoconfiança
Como passar confiança a respeito das decisões tomadas aos funcionários, clientes e fornecedores? Nesse caso, o melhor caminho é conhecer profundamente o próprio negócio e treinar uma comunicação interpessoal amigável e assertiva com todos os integrantes da empresa.
Dessa forma, todos saberão que você domina o que faz e terão mais confiança nas suas opiniões e decisões, o que é ótimo para atrair novos investidores e crescer.
Aprendizado constante
Querer estar sempre atualizado também deve fazer parte do rol de características natas ou adquiridas de um bom empreendedor. Até mesmo porque buscar novos conhecimentos que melhorem a gestão da empresa pode profissionalizar o negócio e oferecer a ele um diferencial competitivo perante a concorrência.
Estar aberto a novos aprendizados traz ainda uma vantagem interessante, que é identificar novas oportunidades de mercado e inovar. Portanto, sempre que possível invista em cursos de capacitação profissional, em cursos de graduação e pós-graduação que façam sentido para o seu negócio.
Ser comprometido
Qual é a sua ideia de negócios lucrativos? Empreendimentos que geram resultados praticamente sozinhos sem muitos esforços? Se a sua resposta para esse questionamento foi afirmativa, tente reavaliar a sua decisão de abrir o seu próprio negócio.
Abrir uma empresa pode até oferecer uma determinada liberdade e flexibilidade a longo prazo, mas a curto e médio prazos exige comprometimento e dedicação total por parte do empreendedor.
Isso significa que até o negócio começar a dar lucros você terá que trabalhar mais do que deveria e gostaria. É preciso fazer sacrifícios em prol do negócio, ter espírito colaborativo, organização e responsabilidades para cumprir prazos estipulados.
Ser resiliente
Ser empreendedor também significa ter que saber lidar com o sucesso, mas também com o fracasso.
A resiliência, aliás, é a capacidade que o empreendedor tem de se adaptar às mudanças e às adversidades, mas ao mesmo tempo de estar sempre buscando alternativas para superar os obstáculos sem comprometer o seu emocional.
Gestão da qualidade
De acordo com o Sebrae-SC, uma pessoa com visão empreendedora também está sempre disposta a investir em melhorias para o seu negócio.
Isso inclui, por exemplo, adotar tecnologias para uma gestão empresarial eficiente, buscar o aperfeiçoamento dos seus produtos ou serviços e melhorar o atendimento ao cliente.
Ou seja, o foco de um empreendedor visionário será sempre a gestão da qualidade. Ao investir em melhoria nos processos da empresa, melhora-se os níveis de satisfação do cliente, o posicionamento da marca no mercado em que atua e consequentemente os lucros do negócio.
Como desenvolver essas e outras características empreendedoras?
Infelizmente nem todas as pessoas nascem com características empreendedoras, mas é possível desenvolvê-las por meio de cursos práticos em diversas áreas.
A boa notícia é que várias instituições de ensino promovem aulas teóricas e/ou práticas sobre diferentes assuntos e dessa forma alcançam um público-alvo bem abrangente. São eles:
SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial)
Por meio do Portal Mundo SENAI vários empreendedores podem buscar qualificação profissional para aperfeiçoar os processos da sua empresa.
Há oportunidades nas áreas de logística, de alimentos e bebidas, mobiliário, vestuário entre muitas outras.
SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas)
Outra empresa que acredita que negócios lucrativos se fazem com conhecimento especializado é o SEBRAE. Anualmente a entidade promove o Empretec, curso que busca desenvolver características empreendedoras nos participantes, de forma a aumentar as chances de sucesso empresarial.
ENDEAVOR
A plataforma Endeavor, por sua vez, promove o curso de Finanças Básicas para Empreendedores. O principal objetivo dessa formação é ensinar o novo empreendedor a cuidar da saúde financeira da sua empresa, por meio do controle das entradas e saídas do seu caixa.
Negócios lucrativos: saiba como gerir corretamente
Viu só quantas ideias de negócios lucrativos para empreender em 2026? Contudo, tenha em mente que ser lucrativo por si só não é garantia de sucesso.
Para ter bons resultados com o seu empreendimento e garantir a longevidade dele no mercado, é preciso colocar em prática as dicas a seguir:
Escolha um nicho para atuar
Essa é a primeira dica para quem deseja abrir o seu próprio negócio: escolher um nicho de mercado para atuar.
E é justamente aqui que muitos empreendedores erram, pois deve-se escolher o setor de mercado por afinidade e não apenas pelos bons lucros que o negócio pode oferecer.
É claro que escolher negócios lucrativos, bem aceitos pelos consumidores e com ideias já consolidadas no mercado é importante para se ter um bom retorno financeiro.
Sem dúvida alguma! Contudo, a chave do sucesso é escolher um ramo de atuação alinhado com o perfil do empreendedor, com suas habilidades.
De nada adianta, por exemplo, investir no mercado infantil e não gostar de trabalhar com crianças. Da mesma forma, investir em confeitaria gourmet e não gostar de cozinhar. Nem sempre a tendência de negócio da vez vai ser a melhor opção para você. Pense nisso e antes de abrir, busque o equilíbrio.
Faça uma boa pesquisa de mercado
Conhecer o público-alvo, concorrência, fornecedores, preços praticados no mercado, produtos e/ou serviços similares é o primeiro passo para investir em qualquer tipo de negócio.
Com uma boa pesquisa de mercado você passa a conhecer quais fatores externos podem impactar o seu negócio, detecta novas oportunidades para inovar e define os melhores caminhos para superar os obstáculos.
Otimize a sua gestão financeira
Otimizar a gestão financeira da empresa é essencial para que o negócio se torne sustentável a longo prazo. Não ter controle financeiro ou controlar todas as entradas e saídas de dinheiro da empresa em planilhas eletrônicas é um dos erros mais comuns entre empreendedores novatos.
Isso porque não ter controle nenhum ou controlar de maneira manual as movimentações financeiras da empresa toma tempo, exige contratação de pessoal e é um processo que está sujeito a erros.
Se não forem identificados e corrigidos a tempo, inclusive, podem gerar sérios prejuízos financeiros ao negócio.
Por outro lado, um software de gestão financeira como o eGestor pode aumentar a lucratividade da empresa. Afinal, a ferramenta tecnológica reúne em um único lugar todas as informações que o gestor precisa para bem administrar o seu negócio.
Ele possui recursos integrados que possibilitam a gestão do fluxo de caixa, das contas a pagar e receber, das vendas e de vários outros processos estratégicos do negócio. Adaptável, a ferramenta simplifica a gestão de micros, pequenas, médias e grandes empresas.
Vantagens de investir em um negócio próprio
Buscar novos desafios, reconhecimento profissional, ter mais flexibilidade de horários: vários são os motivos que levam milhares de pessoas a buscarem por negócios lucrativos para investir.
Além disso, tornar-se o próprio chefe também é uma excelente maneira de deixar fluir a criatividade, ter mais independência financeira e lidar com escolhas profissionais equivocadas.
Mas é claro que além desses benefícios, abrir o próprio negócio também oferece outras vantagens interessantes, a saber:
Escolher a própria equipe de trabalho;
Tomar as próprias decisões a favor do negócio;
Gerar empregos;
Trabalhar com o que realmente gosta;
Poder trabalhar de casa ou de qualquer outro lugar;
Ter mais tempo livre para estudar, para se dedicar à família ou para cuidar da saúde;
Ganhar mais;
Traçar suas próprias metas de crescimento.
Desvantagens de empreender
Como nem tudo são flores, abrir o próprio negócio também tem lá suas desvantagens. Ainda que você faça uma escolha assertiva entre as várias opções de negócios lucrativos, certamente a sua decisão exigirá esforços para que obtenha o sucesso.
Investimento financeiro inicial para abrir o empreendimento;
Burocracia para legalizar o negócio;
Responsabilidades ilimitadas;
Ganhos variáveis;
Incerteza diante de um cenário econômico instável;
Jornada de trabalho exaustiva no início;
Riscos e obstáculos.
Negócios lucrativos nos últimos anos
Agora que você já sabe que é preciso ter características empreendedoras para administrar negócios lucrativos, é hora de conhecer os setores que mais se destacaram nos últimos anos. Assim, poderá ter uma noção de onde investir o seu dinheiro para ter sucesso ainda em 2026!
Alimentação vegana e vegetariana: de acordo com a SVB (Sociedade Vegetariana Brasileira), aproximadamente 14% dos brasileiros se consideram vegetarianos;
Segmento de informática: só em 2020 o setor faturou R$ 814 bilhões, o que representou um aumento de 2,7% quando comparado ao ano anterior;
Games e acessórios: em 2020, graças à pandemia da COVID-19, mercado de games faturou R$ 851 bilhões;
Mercado pet: em 2021, setor cresceu 27% com relação a 2020, alcançando o expressivo faturamento de R$ 51,7 bilhões.
Delivery de comida: setor cresceu 149% em 2020;
Bem-estar: em 2021 o setor de saúde, beleza e bem-estar faturou mais de R$ 9 bilhões.
Conclusão
Neste artigo você conheceu 9 ideias de negócios lucrativos para investir em 2026. Todavia, aprendeu também que bons investimentos se fazem com ferramentas tecnológicas práticas e acessíveis, capazes de simplificar a gestão administrativa e financeira de diferentes tipos e tamanhos de empresas.
Conte com os recursos integrados do sistema eGestor, monitore as suas vendas, controle o seu financeiro, o seu estoque, emita notas fiscais, boletos e tudo o que mais precisar para empreender com sucesso.
Gestão Inteligente da Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (GINFES) tem como primordial finalidade possibilitar que negócios emitam Notas Fiscais dos serviços prestados.
Através do portal GINFES, é possível fazer a emissão. Também fazer cancelamentos, bem como gerar arquivos para importar NF no sistema contábil, no formato XML. Dessa forma, o portal GINFES facilita a escrituração mensal da sua empresa.
O GINFES faz envio de Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e). Em suma, compreende-se como um modelo de envio de arquivo XML. Dessa forma, contribuintes que fazem a escrituração de uma NFS no modo eletrônico utilizam essa plataforma. Além disso, também é possível declarar movimentos econômicos acerca do Imposto Sobre Serviço (ISS).
Como surgiu o GINFES
O surgimento do GINFES aconteceu por meio da Associação Brasileira das Secretarias de Finanças das Capitais (ABRASF). A partir do GINFES, os desenvolvedores criaram outros modelos, como o Betha e o Ábaco.
Cada município pode usar seu próprio portal para emitir NFS-e. Nem todos os municípios utilizam o GINFES. Alguns fazem uso do Ábaco, Giss Online e demais sistemas que têm base estruturada a partir da ABRASF.
O GINFES é um sistema criado para atender demandas a nível nacional. Com base nele, as prefeituras criaram sistemas para atender às demandas municipais específicas. Necessidades específicas de cada região. Essa adaptação é muito benéfica porque um sistema generalista não atenderia às demandas regionais.
Giss Online
O sistema Giss Online é um dos mais usados pelos municípios brasileiros. É uma plataforma que o uso traz alguns benefícios:
Benefícios de usar o Giss Online
Sigilo de dados e NFS-e;
Escritura e substituição dos livros fiscais Online e Offline;
Declaração simples. Quando não houver movimento no mês de competência;
Impressão do livro do fisco;
Emitir segunda via do imposto a qualquer momento;
Emissão eletrônica de Certificado. Dessa forma, atesta-se que se procedeu à escrituração fiscal;
Emitir de Extratos Diversos;
Solicitar Autorização de Impressão de Documentos Fiscais (AIDF) ou para utilizar Notas Fiscais Eletrônicas via internet;
Canais de comunicação direta com a GissOnline e a Administração: através de Chat, Mensagem eletrônica ou e-mail;
Escriturações personalizadas de acordo com realidades econômicas. Bem como empresas do ramo de Construção Civil, Instituições Financeiras, e demais empresas.
Cidades que usam com o GINFES
Como visto nos tópicos anteriores, não são todas as cidades que utilizam o GINFES. Abaixo, veja uma relação das cidades que fazem uso desse portal:
Alagoas (AL): Maceió e Marechal Deodoro.
Amazonas (AM): Manaus.
Ceará (CE): Eusébio.
Goiás (GO): Senador Canedo e Mineiros.
Minas Gerais (MG): Araxá, Betim, Cataguases, Itabira, Itajubá, Itaúna, Lagoa Santa, Muriaé, Pará de Minas, Poços de Caldas, Pouso Alegre e Ribeirão das Neves.
Pará (PA): Ananindeua e Santarém.
Paraná (PR): Paranaguá e Umuarama.
Pernambuco (PE): Caruaru.
Rio de Janeiro (RJ): Belford Roxo, Campos dos Goytacazes, Itaboraí, Maricá e Nova Iguaçu.
Rio Grande do Sul (RS): Guaíba e Pelotas.
São Paulo (SP): Araraquara, Bertioga, Cotia, Diadema, Franca, Guaratinguetá, Guarujá, Hortolândia, Itu, Jaboticabal, Jardinópolis, Jaú, Jundiaí, Mauá, Mococa, Olímpia, Paulínia, Porto Ferreira, Registro, Ribeirão Pires, Ribeirão Preto, Rio Claro, Salto, Santa Rita do Passa Quatro, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Roque, São Sebastião, Suzano e Votuporanga.
Então, como visto, são essas as cidades que operam com a plataforma GINFES.
Como entrar no GINFES da cidade
Basta digitar o endereço conforme o modelo http://nome-do-municipio.GINFES.com.br na barra de pesquisa do Google.
O município ou órgão conveniado gera e armazena a Nota Fiscal de Serviço Eletrônica digitalmente. Esse documento visa documentar todas as operações de serviços prestados.
Relação do GINFES com Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e)
Conforme vimos, as empresas utilizam esse documento digital para registrar todas as suas vendas. Tem o objetivo de registrar operações comerciais. Sistemas próprios, privados ou conveniados aos municípios geram e armazenam a NFS-e. Exemplo de sistema privado são os softwares de emissão de NF e gestão.
Desse modo, o sistema GINFES realiza o registro oficial da sua NFS-e. E os documentos fiscais — todos os tipos e modelos de nota — são de suma importância tanto para empresas quanto para clientes.
Como emitir NFS-e através do GINFES
Ademais, você emite a NFS-e pelo GINFES de maneira muito prática e fácil. Primeiramente, é necessário acessar o portal conforme a cidade em que vai emitir o documento fiscal.
Já dentro do portal GINFES, busque pela ferramenta “Emitir NFS-e”. Depois disso, você deve indicar o tomador do serviço seguindo estas instruções simples;
Através da pesquisa, indicando uma das opções ( CPF/CNPJ, Inscrição Municipal ou Nome/Razão Social) e clicando em “Pesquisar”.
Através do preenchimento de maneira manual dos dados do tomador. Em opções: Selecione o tipo de tomador e Dados Tomador.
A seguir, preencha corretamente os campos da prestação de serviços e clique no botão “emitir”.
o sistema GINFES enviará um e-mail para o tomador acompanhado de um link para visualização da NFS-e, conforme exemplo abaixo:
Primeiro acesso GissOnline e a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica
As cidades têm aderido à sua legislação a obrigação de emitir a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e). Através do GissOnline, possibilita a solicitação da autorização da AIDF/NFS-e. Essa autorização permite ao contribuinte fazer emissões dos documentos fiscais.
A emissão da NFS-e ocorre, em certos municípios, pela plataforma GINFES. No entanto, se a prefeitura utilizar a GissOnline, os sistemas operam de forma integrada.
Então, para fazer a autorização e liberar o sistema emissor de NFS-e, é necessário que o usuário faça uma solicitação ao GissOnline. Depois da solicitação feita, é necessário aguardar a validação dos dados. O Departamento de Fiscalização Tributária do Município realiza a verificação dos dados enviados.
Dessa forma, o contribuinte acessa o ambiente da cidade com login e senha para emitir o documento fiscal. O sistema GINFES armazena essas informações para consulta futura.
Assim que o prestador emite o documento fiscal, o GissOnline integra os dados automaticamente. Desse modo, o sistema realiza a integração automática das informações no ambiente digital. Além disso, você deve prestar atenção às informações ao preencher o Registro de Livro Fiscal.
Então, o sistema GissOnline considera todas as informações contidas no documento emitido. O sistema identifica o valor da tributação do imposto devido ao município.
Desse modo, quanto ao prazo para cancelamento da NFS-e, varia de um município para outro. Geralmente às Leis municipais determinam prazo para o cancelamento do documento no portal da emissão da Nota Fiscal de Serviços. E caso o contribuinte ultrapasse o prazo permitido, é possível cancelar através de processo administrativo. Junto à Prefeitura em algumas situações.
Quem usa a GissOnline?
Ademais, os tomadores, prestadores de serviços e demais contribuintes cadastrados junto ao município. Esses contribuintes têm obrigação de preencher o GissOnline e o GINFES. Sempre de acordo com a legislação municipal. Essas legislações podem mudar conforme o município.
Prestadores de serviço que não pertencem à cidade devem ter atenção redobrada. Nesse caso, é fundamental observar a legislação específica do local de execução dos trabalhos. Desse modo, alguns municípios podem obrigar os prestadores a fazer a escrituração no GissOnline.
Conforme a legislação, você deve gerar uma senha de acesso no Portal GissOnline. Dessa forma é possível fazer o preenchimento dos dados no sistema. A seguir, o caso de cada contribuinte:
GissOnline – O tomador
Na área do tomador, o sistema identifica as notas que os prestadores do GINFES emitiram no mesmo município. O portal automaticamente identifica a emissão do documento. E assim, sendo necessário apenas o “aceite” para escriturar no Registro de Livro de Serviços Tomados. Enfim, o sistema registrará automaticamente no livro fiscal todas as informações do documento.
E então, você pode recusar a nota fiscal caso não tenha solicitado o serviço. Durante esse processo é possível fazer o registro do motivo e encaminhar ao prestador de serviço informando o motivo da recusa.
Ademais, para esse caso, o prestador deve tomar as medidas necessárias junto ao município para o cancelamento do documento.
No entanto, para documentos fiscais, em que o prestador é de fora do município, o tomador escritura o documento na GissOnline. Nessa escrituração, informa todos os dados referentes ao serviço. Bem como data, número de documento, código da atividade, alíquota, dados do prestador e local onde houve a execução de serviço.
Escrituração em sistemas próprios, a GissOnline dispõe na plataforma a importação das informações através de arquivo.TXT. É necessário preencher corretamente conforme os campos descritos no layout.
GissOnline – Para construção civil
Ao escriturar a NFS-e, você precisa cadastrar o código da obra no sistema GINFES. Esse código indica exatamente o local onde você prestou o serviço. Além disso, também esse código deve constar na emissão da NFS.
Ademais, você deve conferir o preenchimento correto da opção de “abatimento” no cadastro. Alguns municípios permitem um percentual de abatimento do material aplicado em obras. Esse dado deve estar preenchido no cadastro. Dessa forma, não gerará posteriormente inconsistências da declaração do tomador versus prestador do serviço.
GissOnline – Prestador de serviços
O sistema reconhece automaticamente os documentos no Livro de Serviços Prestados integrados ao GINFES. Além de reconhecer, também armazena os dados referente à movimentação do documento.
Então, o GissOnline considera todas as informações contidas nele. Automaticamente o sistema GissOnline faz a apuração do imposto devido ao município e reconhece o responsável pelo pagamento.
Encerramento do período
Para a finalização da escritura é necessário gerar o certificado de encerramento. Nesse certificado consta todos os dados da movimentação financeira da empresa.
Ao encerrar, o sistema dispõe a geração da guia para pagamento. Referente ao valor gerado. Dessa forma é possível também gerar a segunda via e os boletos atualizados. Caso tenha pagamentos em atraso.
Desse modo, no caso dos períodos sem movimentação financeira na empresa; É preciso fazer o fechamento com a opção “Encerrar sem movimento”.
Vencimento do imposto ISSQN
Você precisa conferir o vencimento do ISSQN e a data de encerramento da GissOnline. Por isso, verifique sempre as datas conforme o que dita a legislação municipal. Visto que há variação de um município para outro.
Ademais, o contribuinte deve fazer o acompanhamento da a opção “Aviso Importante” do portal. Desse modo, nessa opção constam as divergências apontadas pelo sistema. Divergências como a Nota Fiscal não escriturada.
Essa divergência específica acontece quando tomador e prestador do mesmo município. Além disso, consultar as pendências de ISS.
Então, se houver inconsistências, o contribuinte deve resolver as irregularidades. Essas informações podem dificultar a emissão da certidão negativa de débitos junto ao município.
A escrituração substitutiva
Há a possibilidade de fazer correções na escrituração através da opção “Escrituração Substitutiva”. Nessa opção o contribuinte pode excluir documento escriturado em desacordo. Corrija o que for necessário ou inclua um documento fiscal que você não escriturou.
Como integrar o meu ERP ao Ginfes?
Desse modo, para integrar de maneira eficaz. O usuário deve considerar sempre os dispositivos do manual que a prefeitura fornece. E então, para algumas prefeituras, o documento está disponível no GINFES do município. Assim sendo, quanto maior for o número de municípios integrados, maior será a dificuldade.
Afinal, cada região tem suas particularidades características. E além disso, podem sofrer alterações.
Através de uma única API é possível emitir NFS-e em todo o Brasil. Emitir inclusive em regiões sem serviço web. Um bom ERP, como o eGestor, faz a integração dos aspectos fiscais bem como a emissão de notas. E dessa forma, GINFES e sistema ERP ficam integrados.
O que podemos concluir sobre o GINFES?
É possível concluir que a plataforma GINFES revolucionou a forma de emitir NFS-e. Além disso, a GINFES serviu de base e impulsionou para que outras plataformas de funcionamento similares surgissem. Sendo assim, atendendo as demandas de cada região.
Por conseguinte, a GINFES é uma facilitadora de rotinas. Além disso, diminui e otimiza o tempo para resolução de burocracias relacionadas a emissão de notas. Em suma, a plataforma GINFES trouxe vários benefícios para os empreendedores bem como para sociedade. É muito importante emitir documentos fiscais de forma correta.
Além disso, a GINFES garante o cumprimento da legislação e assegura os direitos fundamentais dos consumidores.
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