Emitir NFC-e no TO: Saiba como fazer a emissão da nota [2026]

Emitir NFC-e no TO: Saiba como fazer a emissão da nota [2026]

Emitir NFC-e

Existem numerosas formas de atestar a venda ou compra do item. Essas formas podem ser chamadas de recibo, e eles podem ser manuais ou digitais, como a nota fiscal. Uma das variações da nota fiscal é a nota fiscal do consumidor eletrônica, a NFC-e. Em alguns estados brasileiros a sua emissão já é obrigatória. Mas você, empreendedor tocantinense, sabe o que é a nota? Sabe para que ela serve? Sabe se deve emiti-la? Aprenda tudo sobre emitir NFC-e no TO!

O que é a NFC-e?

A nota fiscal do consumidor eletrônica, ou NFC-e é um documento de registro digital da venda ou compra de um item entre empresa e consumidor. Como seu intuito é substituir o cupom fiscal, ela é mais fácil e simples. Um dos motivos da sua facilidade é que ela traz apenas os dados do emissor.

Outra razão que pela qual ela é considerada fácil é porque a nota é digital, online. Isso significa que ela é mais rápida e pode ser consultada via internet. Seguindo essa ideia, o seu armazenamento também é online, o que acaba por diminuir gastos com papéis e impressão.

A NFC-e no TO pode ser consultada aqui.

DANFE NFC-e

A DANFE é o documento auxiliar de nota fiscal eletrônica, a NF-e. Dessa forma, a NFC-e possui a DANFE NFC-e, o documento auxiliar da nota fiscal do consumidor eletrônica. O intuito do documento auxiliar é ser uma simplificação da nota fiscal. Nele, devem estar as informações do arquivo eletrônico XML e da NFC-e. E, assim como o documento auxiliar da nota fiscal, o documento auxiliar da nota fiscal do consumidor eletrônica deve ser impresso em impressora comum, não na fiscal.

O intuito da DANFE é o de acompanhar uma mercadoria em seu trajeto. Para isso, ela deve conter um QR Code, que nada mais é que um código de barras bidimensional que serve para que se possa consultar os dados da nota de forma mais rápida.

A impressão da DANFE NFC-e não é obrigatória, por isso, o cliente pode solicitar sua impressão ou não. A obrigatoriedade da impressão existe apenas em caso de transporte de mercadoria ou nota fiscal do consumidor eletrônica emitida em contingência.

Caso reste alguma dúvida em relação a DANFE NFC-e, ela pode ser sanada através do “Manual de Especificações Técnicas do DANFE NFC-e e QR Code”. Ele é disponibilizado pelo Portal da Nota Fiscal Eletrônica, no menu “Documentos / Manuais”. Ou por aqui.

Quem emite NFC-e no TO

A obrigatoriedade de emissão de NFC-e no TO hoje não é para todas as empresas do estado. Ela começou a ser instituída pelo Ajuste SINIEF nº 01/2013 no país e em âmbito estadual foi instituída pelo Decreto Estadual 5.265, de 30.06.2015.

DataImplementação
1º de julho de 2018Estabelecimentos em início de atividade
1º de janeiro de 2019Para estabelecimentos com regime de recolhimento normal
1º de julho de 2019Para estabelecimentos optantes do Simples com faturamento anual até R$ 1.000.000,00

O que foi instituído é que todas as empresas que iniciaram suas atividades a partir de 1º de julho de 2018 devem emitir as notas fiscais do consumidor eletrônicas obrigatoriamente; as empresas com regime de recolhimento normal devem começar a emitir a NFC-e no TO a partir de 1º de janeiro de 2019; e as empresas que têm faturamento anual até R$ 1.000.000,00 por ano devem, obrigatoriamente, utilizar a nota fiscal do consumidor eletrônica a partir de 1º de julho de 2019.

É importante lembrar que empresas que não obrigatoriamente devem emitir a NFC-e no TO podem emiti-la. Assim, elas podem optar pelo comprovante que mais estiver de acordo com o negócio. Sendo eles o ECF (Emissor de Cupom Fiscal) e a NFC-e.

Como cancelar uma NFC-e?

O cancelamento da nota fiscal do consumidor eletrônica pode ser feito através do mesmo sistema que a emite. Mas existem algumas regras para seu cancelamento. Como, por exemplo, a nota só poderá ser cancelada se a mercadoria não tiver deixado o estabelecimento. Outra regra é a de que ela pode ser cancelada até 24h posterior a autorização do SEFAZ, após esse período ela não pode ser cancelada.

Carta de correção serve para NFC-e?

A carta de correção é utilizada exclusivamente para retificação de NF-e. Dessa forma, ela não pode ser utilizada para nota fiscal do consumidor eletrônica.

É possível emitir uma NFC-e em contingência?

A nota fiscal em contingência é emitida apenas em casos especiais. A autorização para emissão acontece apenas quando existe algum problema de comunicação ou no processamento das informações, assim, não havendo possibilidade de emissão.

Quando não for possível a emissão da nota fiscal de forma normal, é habilitada a emissão da nota fiscal do consumidor em contingência. É importante lembrar que a nota fiscal do consumidor eletrônica deve ser repassada a SEFAZ do estado com até um dia útil após a data de emissão.

Caso ainda exista alguma dúvida em relação a essa nota, é possível consultar o “Manual de Especificações da Contingência Offline para NFC-e”. Ele se encontra disponível no Portal Nacional da NF-e, no menu “Documentos / Manuais”. Ou por aqui.

Como emitir NFC-e no TO

Como nenhum estado disponibiliza um emissor de NFC-e, o empresário deve contratar um sistema que faça essa emissão, como o eGestor

Ainda antes de todos os documentos e dados, é necessário realizar um cadastramento para a emissão da nota. Ela pode ser feita através do site da SEFAZ TO, na área de NFC-e. Ou, por aqui. Também, para ter o CSC é necessário um credenciamento. Ele também é feito na área destinada a NFC-e no site da SEFAZ TO. Também pode ser acessado aqui.

No eGestor

O eGestor é um dos sistemas que pode emitir a nota fiscal do consumidor eletrônica no Tocantins. Para isso, basta inserir todos os dados citados anteriormente, como o CSC, sua senha, o certificado digital e outros. Assim, quando você cadastrar uma venda, ele lhe dará, automaticamente, a opção de emitir a sua NFC-e.

E, além da emissão da NFC-e, o eGestor emite a NF-e e a NFS-e! Juntamente com as notas fiscais, também emite boletos e controla seu financeiro, estoque e vendas. Tudo de forma integrada, fácil e online. E ainda, assinando um plano profissional do eGestor, a empresa ganha um certificado digital A1!

Melhores negócios para 2026: descubra quais são eles

Melhores negócios para 2026: descubra quais são eles

2026 se mostra um ano muito promissor para novos empreendimentos. O saldo foi muito positivo para os empresários que souberam aproveitar as oportunidades e tiveram visão de mercado. Por isso, conhecer as tendências de melhores negócios para 2026 e os próximos anos é essencial e pode fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso do seu novo empreendimento. Mas isso não é tudo.

Como os clientes estão cada vez mais exigentes e a concorrência mais acirrada, é preciso ir além. O empreendedor deve conhecer bem o seu público e entender suas necessidades e dificuldades para oferecer para eles uma solução inovadora e atraente.

Portanto, para ter sucesso em um novo empreendimento, é preciso:

  • Conhecer as tendências;
  • Conhecer o público pretendido;
  • Identificar e preencher as lacunas do mercado
  • e apostar no seu negócio.

Mas fique tranquilo, dominando os itens anteriores, a aposta não será tão alta assim. Você está pensando em empreender e quer saber quais são os melhores negócios para 2026? Para ajudá-lo a dar o pontapé inicial, vamos te mostrar quais prometem ser os negócios mais lucrativos para 2026.

Melhores negócios: Franquias

Caso você sonhe em ter seu próprio negócio, mas ainda não tem muito conhecimento sobre empreendedorismo ou quer ter a facilidade de gerir uma empresa que já está bem estruturada, está com certeza é uma das melhores opções.

Além disso, estudos mostram que uma franquia tem 8 vezes menos chance de quebrar do que outros tipos de novos negócios. Como a marca já está estabilizada, a probabilidade de você conquistar novos clientes e lucrar com a empresa já nos primeiros meses é muito maior.

Um ponto negativo desse tipo de empreendimento é que o investimento inicial pode ser alto se comparado a outros tipos de negócios. Portanto, é necessário analisar os diferentes setores e alinhar com as suas possibilidades.

As franquias que mostram ter maiores chances de sucesso são no setor de beleza e estética, atividades físicas e alimentação.

Melhores negócios: Mercado de Pets

Os negócios voltados para animais de estimação prometem ser muito lucrativos. Eles são praticamente um investimento certo, independente dos altos e baixos da economia. Um dos motivos para isso é que o Brasil é o quarto país que mais possui animais de estimação, tendo o segundo maior mercado para pets do mundo. Além disso, os lares brasileiros possuem mais pets do que crianças!

E, com certeza, todos estes animais de estimação precisarão ser atendidos com diferentes serviços e produtos.

Entre os melhores negócios para 2026 nesse nicho, temos:

  • Lojas especializadas
  • Marcas de produtos como rações, brinquedos e casinhas
  • Clínicas veterinárias
  • Pet shops

Há também empreendimentos que são mais alternativos, mas que já se mostraram muito lucrativos, como cervejas para cachorros ou terapias holísticas para pets.

Melhores negócios

Melhores negócios: Alimentação saudável

Nunca se falou tanto sobre saúde, bem-estar e sobre os benefícios de uma alimentação saudável. Hoje em dia, há inúmeras dietas anunciadas como as melhores e mais benéficas para a saúde e para o planeta. Em contrapartida, com a correria do cotidiano, nunca se teve menos tempo para cozinhar.

O resultado disso é que o mercado está extremamente favorável para esse tipo de negócio, pois cada vez mais pessoas estão investindo em uma alimentação saudável.

As possibilidades de negócios nessa área são diversas, seja ofertando produtos naturais e orgânicos, trabalhando com delivery de alimentos congelados, marmitas e até criando restaurantes e lanchonetes etc.

Além disso, cada dieta – como a vegana, crudívora, cetogênica, ovolactovegetariana – oferece um mercado específico, mas há interseções. Pessoas ovolactovegetarianas, por exemplo, costumam consumir produtos veganos. Por isso, é preciso conhecer bem o mercado e suas necessidades.

💡 Você também pode gostar: Ideias de negócios: principais áreas para investir

Melhores negócios: Marketing de afiliados

O Marketing de afiliados é um mercado que tem crescido bastante nos últimos meses e promete ser muito lucrativo. Mas o que é Marketing de afiliados? Basicamente é o processo de promover o produto ou serviço de outra pessoa e ganhar uma comissão.

Uma das maneiras mais lucrativas de se trabalhar com marketing de afiliados é promovendo produtos de informação. Ou seja, promovendo produtos como e-books, cursos online, vídeos, sites de associação etc. Desta forma, é possível ganhar 50% ou mais de comissão e o investimento é relativamente baixo.

Para ser bem-sucedido neste setor, entretanto, é preciso estudar bastante sobre marketing, redes sociais e publicidade. Caso contrário, não haverá muitas chances de o seu negócio dar certo.

Melhores negócios

Sustentabilidade

Os últimos acontecimentos envolvendo a Amazônia em 2019, dispararam novamente o alerta para a questão ambiental. Todos estão preocupados e querendo ajudar, mas muitos não sabem por onde começar.

Por isso, a oferta por serviços que tragam sustentabilidade e a ecoinovação prometem ser negócios muito promissores para 2026 e para os próximos anos.

Inspirar-se na sustentabilidade para criar modelos de negócios que não causem impacto ambiental e sejam sustentáveis para o planeta é o futuro de todas as empresas. Então por que não se adiantar?

Para isso, é preciso estar atento aos seguintes pontos:

  • Utilizar fontes de energias sustentáveis para a produção
  • Reutilizar resíduos e reciclar
  • Reutilizar a água
  • Promover e financiar reflorestamento

É possível aproveitar a procura por serviços ou produtos sustentáveis sem que o seu negócio trabalhe diretamente com isso. Oferecer embalagens recicláveis, produtos naturais ou anunciar a economia com recursos naturais que sua empresa faz é uma forma certa de conquistar novos clientes.

Além de ser um nicho lucrativo, vai te proporcionar trabalhar com a consciência de estar investindo em um negócio fundamental para todo planeta.

Considerações finais

O que achou da nossa lista de negócios mais promissores para 2026? Lembre-se de que para ter sucesso é preciso conhecer bem o mercado, o público que se pretende atingir e suas necessidades. Por isso, nossa última dica é: tenha paixão pelo seu negócio.

Com paixão, será muito mais fácil adquirir esses conhecimentos para oferecer a melhor solução possível, além de persistir e dedicar todo o esforço necessário para que o seu negócio seja muito bem-sucedido.

Mas também, esteja atento a todos os dados do seu negócio. Sem um controle atento e bem feito, de nada adianta. E uma maneira fácil de fazer isso é com o um sistema de gestão, o eGestor!

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Matriz Ansoff: estratégias práticas para o crescimento empresarial

Matriz Ansoff: estratégias práticas para o crescimento empresarial

A busca pelo crescimento é um objetivo comum a empresas de todos os tamanhos e setores. Nesse contexto, os gestores frequentemente se deparam com a questão: “Qual caminho seguir? Devo explorar o que já possuo ou buscar novas oportunidades?”. Portanto, para auxiliar na tomada de decisões estratégicas, a Matriz Ansoff se destaca como uma ferramenta atemporal e eficaz.

Em suma, ela orienta o direcionamento adequado e analisa claramente os riscos e oportunidades. Assim, permite escolhas informadas e alinhadas à realidade de cada empresa.

Dessa maneira, este artigo explora a aplicação prática da Matriz Ansoff na gestão empresarial. Para isso, apresenta exemplos que conectam conceitos tradicionais às demandas atuais do mercado. Afinal, a proposta é facilitar a identificação de oportunidades e a formulação de planos eficazes. Além disso, foca em dados e estratégias que sejam bem fundamentadas.

Entendendo a matriz ansoff: conceito e estrutura

Conhecida também como Matriz Produto/Mercado, a Matriz ansoff é uma metodologia de planejamento estratégico. Ela auxilia as organizações a mapear quatro direções para a expansão. Para isso, cruza o estado dos produtos com o dos mercados existentes ou novos.

Essa técnica é essencial para mensurar riscos e alocar investimentos de forma inteligente. Além disso, foca na penetração, desenvolvimento de produto, mercado e diversificação audaciosa.

Crescimento exige estratégia. Sempre.

A princípio, a visualização da matriz é bem simples. Imagine um quadrado em quatro partes, com eixos para “Produtos” (atuais x novos) e “Mercados” (atuais x novos). Consequentemente, dessa combinação derivam as quatro estratégias centrais:

  • Penetração de mercado
  • Desenvolvimento de produto
  • Desenvolvimento de mercado
  • Diversificação
Matriz Ansoff

Qual é a finalidade dessa ferramenta?

  • Mapear oportunidades: Revela onde e de que maneira o negócio pode prosperar.
  • Analisar riscos: Permite entender a complexidade de cada trajetória, da mais conservadora (Penetração) para a mais arrojada (Diversificação).
  • Apoio à decisão: Guia gestores e empreendedores na escolha do caminho mais eficiente para a expansão, otimizando o tempo e o capital disponível.

Em síntese, a Matriz ansoff funciona como uma bússola visual. Ao correlacionar o portfólio e o mercado, a ferramenta oferece uma visão estratégica das expansões. Consequentemente, evidencia os desafios inerentes a cada escolha da gestão.

Os quatro quadrantes e suas aplicações práticas

Penetração de mercado na Matriz Ansoff: crescer onde já se está

Consiste em ampliar as vendas de itens atuais em mercados onde a empresa já atua. O objetivo principal é conquistar uma fatia maior de mercado, captando consumidores da concorrência ou aumentando a fidelidade do público atual.

Esse é considerado o caminho do menor risco entre os quatro quadrantes. Aqui, a ideia é vender mais dos produtos atuais para os mesmos clientes ou conquistar clientes da concorrência no mesmo mercado.

  • Exemplo prático: Imagine uma pequena confeitaria local. Ela pode aumentar esforços de divulgação, oferecer promoções ou criar programas de fidelidade. O objetivo é fazer com que clientes comprem com mais frequência.
  • No cenário de grandes empresas: Grandes empresas podem ampliar assinantes de serviços já consolidados. Para isso, investem em campanhas de desconto visando atrair clientes que pertencem à concorrência direta.

Além disso, segundo o IBGE, negócios que usam estratégias de penetração em mercados conhecidos crescem continuamente. Dessa forma, geram empregos, especialmente em setores que são competitivos.

Naturalmente, muitos negócios começam a trajetória de expansão explorando todas as possibilidades do próprio mercado antes de buscar alternativas mais ousadas. E faz sentido: você já conhece o público, entende o ambiente e sabe, mais ou menos, o que esperar. No entanto, há um desafio aí: o mercado muitas vezes está saturado, e ganhar espaço será uma tarefa de persistência.

Desenvolvimento de produto na Matriz Ansoff: inovar para crescer

Envolve a criação e a oferta de novos itens para a base de clientes que a empresa já conhece e atende.

A lógica aqui é introduzir novos produtos para o mercado atual. Ou seja, atender aos mesmos clientes, mas oferecendo novidades. Esse modelo costuma exigir investimento em inovação e pesquisa, mas pode ser o empurrão que faltava para destravar o crescimento.

  • Exemplo do cotidiano: Um salão de beleza focado em corte e coloração inova no cotidiano. Ele passa a produzir cosméticos exclusivos voltados especificamente para a sua base atual.
  • Na realidade de empresas maiores: Indústrias automotivas investem em veículos elétricos, pois sabem que seu público tradicional está atento às tendências sustentáveis.

Seus riscos são maiores que no primeiro quadrante, afinal, há custos envolvidos no desenvolvimento de novas soluções. Mas quando feita com planejamento, essa estratégia pode trazer diferenciação competitiva e aumento do tíquete médio.

Nesse sentido, o IBGE revela que empresas brasileiras que investem em novos produtos amadurecem solidamente. Consequentemente, tornam-se menos dependentes de apenas um único portfólio de ofertas. Ao explorar essas alternativas, a diversificação interna se mostra eficaz e menos vulnerável aos ciclos econômicos. Afinal, para quem busca ter presença marcante, inovar é quase uma demanda contínua.

Desenvolvimento de mercado na Matriz Ansoff: conquistando novos públicos

Trata-se de introduzir produtos que o negócio já comercializa em áreas ou nichos inéditos, atingindo novos perfis de público ou regiões geográficas.

O foco aqui é levar produtos atuais para novos mercados. Isso pode envolver a abertura de filiais em outras cidades ou adaptar ofertas. Além disso, permite explorar novos canais de distribuição que ainda são inéditos.

  • Uma marca de roupas com foco em lojas físicas decide lançar um e-commerce. Assim, ela passa a atender clientes localizados em todo o território nacional.
  • Startups que começam atuando em sua região e, ao notarem demandas semelhantes em outros estados, passam a explorar aquelas geografias.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento, ampliar mercados exige modernização e transformação digital. Tais pontos são decisivos para que as empresas brasileiras possam prosperar e inovar.

Mas nem tudo é simples. Existem barreiras, como diferenças culturais, logísticas e legais, que exigem uma avaliação detalhada. Ainda assim, testar o crescimento em novas regiões pode ser um divisor de águas. Quando se acerta na análise preliminar, os ganhos são notáveis.

Diversificação na Matriz Ansoff: o salto mais ousado

É a tática de maior risco. Ela consiste em lançar produtos novos em mercados totalmente desconhecidos, sem relação direta com a operação vigente.

A estratégia de maior risco, sem dúvida. Trata-se de lançar novos produtos para novos mercados. Aqui, a empresa sai por completo da zona de conforto.

Por esse motivo, não é à toa que muitos gestores hesitam em trilhar esse caminho. Mesmo assim, pode ser a única alternativa em cenários de estagnação ou quando o core business perde o fôlego.

  • Caso prático: Uma empresa de eletrodomésticos decide entrar no ramo de tecnologia educacional. Para isso, cria uma plataforma de ensino online voltada para escolas de outras regiões.
  • Grandes grupos varejistas passaram a atuar em seguros e serviços financeiros. Eles apostam na expertise em gestão de clientes e na análise profunda de dados.

Nesse cenário, o uso de indicadores estratégicos permite identificar o momento ideal de expansão. Assim, a gestão descobre se o negócio está pronto para um salto relevante. Aqui, a palavra-chave é essencialmente a preparação. Sem estudo detalhado e testes, a diversificação se tornará sinônimo de desperdício de recurso – e não de oportunidade.

Matriz Ansoff

Benefícios e vantagens de usar a matriz ansoff

  • Clareza estratégica: Ajuda a visualizar opções de crescimento e entender o risco envolvido em cada escolha.
  • Adaptabilidade: Desde pequenos negócios até grandes grupos, qualquer empresa pode usar, visto que basta adaptar à escala daquela realidade.
  • Decisões baseadas em dados: A ferramenta incentiva o uso de números para suportar decisões quando bem utilizada. Isso é fundamental, pois vivemos em uma era onde tudo deve ser medido.
  • Gestão de risco: Permite entender os diferentes riscos antes de investir recursos preciosos em novas áreas.
  • Foco no crescimento sustentável: Analisar o esforço contra o potencial retorno contribui para o crescimento contínuo. Inclusive, tais dados do IBGE confirmam essa tendência de inovação sustentável nas empresas.

De modo geral, a ferramenta atende tanto empresas tradicionais quanto negócios inovadores. Ela funciona bem em mercados maduros ou em setores que enfrentam constantes metamorfoses no mercado. Além disso, um diferencial relevante é a facilidade de adaptação da ferramenta. Para tanto, basta ajustar o grau de risco pretendido e o ritmo de execução de cada ação.

Análise interna e de mercado: passo fundamental

Contudo, não basta escolher um quadrante e esperar que tudo dê certo. O caminho deve começar por uma análise cuidadosa da situação atual, tanto no aspecto interno quanto no externo.

  • Diagnóstico interno: Recursos financeiros, competências do time, processos consolidados e cultura organizacional. Tudo isso faz parte da equação.
  • Entendimento de mercado: Pesquisar concorrentes, tendências, necessidades do cliente e possíveis lacunas são etapas que minimizam surpresas desagradáveis.

Afinal, materiais de referência mostram que a robustez do planejamento exige estratégias adequadas. Nesse sentido, é vital identificar o que melhor se adapta à realidade local. Em última análise, a Matriz Ansoff só faz sentido quando informada pela sensibilidade e pela mensuração de dados consistentes.

Como usar dados para decisões estratégicas

É importante reforçar que não existe boa estratégia sem dados confiáveis. Seja para escolher o quadrante certo, seja para medir resultados, o uso de informações objetivas é indispensável. No entanto, nem toda análise precisa ser complexa ou exigir softwares caríssimos.

Pelo contrário, cruzar dados de vendas, satisfação e tendências traz novos horizontes para decidir. Muitas vezes, essas informações básicas são suficientes para orientar os próximos passos. Para isso, recomenda-se:

  • Use relatórios de vendas comparativos entre períodos diferentes.
  • Solicite feedbacks diretos de clientes quando for lançar algo novo.
  • Acompanhe métricas como ticket médio, frequência de compra ou taxa de recompra.
  • Observe o comportamento do público em canais digitais, como site, redes sociais e marketplace.

Dessa maneira, decisões que envolvem investimento e recursos merecem cuidado. Quanto mais consistente for a base de dados, maior o potencial de acerto estratégico.

Dicas para adaptar a matriz à realidade do seu negócio

  • Evite copiar soluções prontas. Adapte as ações à realidade do seu negócio, considerando o porte, o público-alvo e os recursos disponíveis.
  • Mantenha-se flexível. Esteja preparado para mudar o foco de uma estratégia para outra, conforme as análises dos indicadores apontarem ajustes necessários.
  • Teste e valide. Realize testes-piloto antes de realizar investimentos significativos. Avalie os resultados de versões reduzidas de novos produtos ou mercados.
  • Defina responsáveis. Atribua a cada iniciativa um responsável que monitore e assegure o andamento da estratégia adotada.
  • Monitore continuamente. Estabeleça rotinas de reavaliação para acompanhar avanços e desafios. A flexibilidade é importante no processo.

Por fim, a adaptação rápida e o acompanhamento de resultados permitem ganhos consistentes. Dessa forma, a empresa evita perdas geradas pela rigidez excessiva em seus processos internos.

Etapas para implementação da matriz ansoff

  1. Levantamento de informações: Inclua histórico de vendas, análise de mercado, percepções dos clientes e recursos internos.
  2. Escolha do quadrante: Debata com as principais lideranças e aponte a alternativa mais alinhada com o momento do negócio.
  3. Desenvolvimento do planejamento: Detalhe ações, prazos, indicadores e principais responsáveis.
  4. Testes iniciais: Comece por projetos-piloto para validar hipóteses e mensurar riscos práticos antes da escalada.
  5. Ajustes e acompanhamento: Use métricas para monitorar resultados e adapte o plano conforme necessário.

Essas etapas garantem que o uso da Ansoff não seja apenas mais uma ideia no papel, mas sim um roteiro de atuação concreto. Para quem utiliza métodos similares, é fundamental adaptar e comparar resultados. Além disso, não se deve hesitar em mudar a direção se a realidade exigir. É assim que se constrói um crescimento com bases sólidas.

A importância da Matriz Ansoff no crescimento sustentável

Em síntese, o futuro das empresas demanda estratégias bem definidas para impulsionar o crescimento. A Matriz Ansoff se destaca como uma ferramenta eficaz. De fato, ela ajuda na formulação de planos que harmonizam inovação e cautela na expansão.

Analisar internamente o negócio e as dinâmicas de mercado é crucial para o sucesso. Assim, as decisões ficam em sintonia com clientes e tendências atuais.

O foco deve ser o crescimento inteligente e sustentável da organização. Portanto, cada passo deve ser respaldado por dados concretos e pela compreensão do cenário. A adaptabilidade e a habilidade de resposta às mudanças do mercado são fundamentais para o sucesso a longo prazo.

Perguntas frequentes sobre a matriz ansoff

O que é Matriz Ansoff?

É uma ferramenta criada para ajudar empresas a escolherem os melhores caminhos de crescimento. Ela propõe quatro estratégias: vender mais no mercado atual, criar novos produtos, buscar novos públicos ou diversificar totalmente. Dessa forma, considera riscos e oportunidades concretas para o sucesso do negócio.

Como aplicar a Matriz Ansoff na empresa?

Primeiramente, comece analisando o que a empresa já faz bem e onde estão os recursos. Em seguida, escolha o caminho ideal para o momento atual do negócio. Afinal, as opções incluem vender mais, lançar produtos, buscar novos mercados ou diversificar.

Posteriormente, monte um plano de ação, teste em pequena escala e use dados para adaptar suas iniciativas. Além disso, não esqueça de monitorar resultados constantemente.

Quais são as estratégias da Matriz Ansoff?

São quatro:

  • penetração de mercado (crescer com o que já existe para os mesmos clientes),
  • desenvolvimento de produto (novidade para quem já conhece a empresa),
  • desenvolvimento de mercado (levar os produtos atuais para novos públicos)
  • e diversificação (criar algo novo para um público também novo).

Para que serve a Matriz Ansoff?

A ferramenta orienta decisões de investimento e expansão de forma estruturada. Além disso, aponta riscos e caminhos claros, mesmo em cenários de grande incerteza. Ajuda, ainda, a balancear ousadia e segurança no processo de crescimento.

Matriz Ansoff é indicada para pequenos negócios?

Sim! Pequenos negócios costumam se beneficiar porque a matriz é simples de implantar e não exige sistemas caros. Nesse sentido, o segredo é adaptar as ações à realidade da própria empresa. Para tanto, priorize o uso de dados e valide tudo em pequena escala antes. Afinal, pequenas empresas conseguem ser ágeis e testar com rapidez, o que é um diferencial.

Order Bump: Como aumentar o Ticket Médio no checkout

Order Bump: Como aumentar o Ticket Médio no checkout

Quando o assunto é aumentar as vendas, a maioria das empresas direciona esforços para a captação de novos clientes. Embora essa abordagem seja importante, existe uma estratégia muitas vezes mais eficaz para impulsionar o faturamento. Em suma, trata-se de aumentar as vendas para clientes já existentes. É nesse contexto que as ofertas no checkout, especialmente a técnica de order bump, se tornam fundamentais.

Para negócios digitais e e-commerces de gestão empresarial, esse conceito pode transformar a receita. Além disso, a implementação dispensa a necessidade de realizar grandes investimentos adicionais. A seguir, será demonstrado como essa estratégia funciona e por que se destaca. Da mesma forma, será mostrado como aplicá-la de maneira inteligente para crescer as vendas.

O que é o order bump e por que ele faz diferença

Order bump, numa definição simples: trata-se de uma oferta complementar apresentada diretamente na página de finalização de compra. Afinal, o objetivo é acrescentar um “algo a mais” ao pedido, com apenas um clique extra, antes de o cliente fechar o pagamento.

Aumentar o valor do carrinho com um simples clique.

O segredo está na facilidade. Afinal, a estratégia não interrompe a jornada do consumidor. O foco é sugerir um serviço adicional relevante e alinhado ao que ele já escolheu anteriormente. Com isso, reduzem-se barreiras, a decisão não é complicada e, na maioria das vezes, o valor médio do pedido aumenta.

Esse processo não é apenas uma “venda casada” forçada. Pelo contrário, trata-se de uma sugestão inteligente. Nesse sentido, exemplos incluem um ebook para quem adquire um curso ou suporte premium para compradores de ferramentas de gestão financeira. Portanto, o modelo é bem diferente das antigas estratégias engessadas.

Diferenças entre Order Bump, Upsell e Cross selling

FormatoObjetivoMomento da Oferta
Order BumpAdicionar um item complementar barato e rápido.No fechamento do carrinho (Checkout).
UpsellTrocar o item atual por uma versão superior (Pro/Premium).Antes ou após a decisão de compra.
Cross SellingOferecer produtos de categorias relacionadas.Durante a navegação ou pós-venda.

Como o order bump funciona no checkout

A dinâmica é direta. Na prática, o cliente está no checkout, confere o carrinho, os dados e, junto ao resumo, surge uma pequena oferta. Por exemplo:

  • “Adicione 12 meses de suporte dedicado por apenas R$ 49,00.”
  • “Quer receber o relatório de gestão em PDF por mais R$ 9,90?”
  • “Aproveite o template exclusivo por um valor especial.”

Esses complementos aparecem próximos ao botão de pagamento, de modo sutil, mas chamando atenção. Em seguida, um clique aciona a oferta, o preço se ajusta e pronto. Afinal, o objetivo é não tirar o cliente do fluxo natural da conclusão.

Quanto menos fricção, mais aceitação.

Ao contrário de técnicas invasivas, na sugestão agregada o consumidor não navega por novas páginas. Consequentemente, ele não precisa repensar toda a decisão de compra. Além disso, ele sente que aquela recomendação faz sentido e decide quase sem esforço adicional.

order bump

Diferenças entre order bump, upsell e cross selling

À primeira vista, tudo pode parecer a mesma coisa: oferecer algo mais enquanto o cliente compra. Só que, na prática, são formatos diferentes, com impactos distintos.

Upsell

No upsell, a proposta é: “leve uma versão superior, mais completa, ou um pacote maior do que o escolhido”. Normalmente, a pessoa é convidada a trocar o produto original por outro de valor maior. Um exemplo típico ocorre na compra de um software, ao mostrar a versão Pro em vez da Básica.

Cross selling

Aqui, a ideia é sugerir algo relacionado, mas não necessariamente complementar. Por exemplo: quem compra um sistema de nota fiscal é convidado a adicionar um sistema de estoque. São produtos diferentes, mas que se encaixam no universo do cliente, ampliando o leque ofertado.

Vantagens claras do order bump

  • Simplicidade e velocidade: é um clique extra, sem redirecionamento ou preenchimento de formulários adicionais.
  • Menos distrações: o usuário não precisa sair do checkout, evitando assim o abandono de carrinho.
  • Maior taxa de aceitação: ofertas discretas e alinhadas ao contexto da compra tendem a ser aceitas em taxas mais altas.

Em suma, cross selling e upsell podem exigir explicações e tempo para convencer o consumidor. Em contrapartida, o item no checkout combina praticidade e senso de urgência.

Como o order bump pode beneficiar seu e-commerce ou negócio digital

Implementar order bumps em serviços digitais e softwares de gestão aumenta o faturamento de forma significativa. De fato, essa estratégia gera uma experiência de compra mais rica. Além disso, ela cria oportunidades relevantes que atendem às necessidades do cliente.

Pequenas ofertas podem construir relacionamentos duradouros.

Oferecer soluções complementares demonstra compreensão das necessidades do comprador. Nesse sentido, a estratégia promove um atendimento mais personalizado. Quando o cliente percebe essas sugestões como relevantes, a decisão de compra torna-se natural.

Além disso, valores adicionais se tornam quase imperceptíveis em relação ao total. Assim, um acréscimo de R$ 19,90 alcança uma taxa de aceitação muito maior. Isso ocorre porque o valor pareceria maior se apresentado isoladamente em outra página.

order bump

Como escolher produtos para ofertar no order bump

A escolha do que sugerir exige um pouco de análise – mas é menos complicado do que parece. O ideal é associar ao produto principal algo que realmente agregue valor imediato, mas que o cliente talvez não tenha pensado ainda.

  1. Analise o pedido principal: Tudo começa olhando para o item que o cliente está comprando. O que ele vai precisar para usar melhor aquele produto ou serviço? Pense nas dores que ainda podem aparecer no pós-compra.
  2. Selecione algo relacionado, mas extra: O complemento não deve ser obrigatório. Ele deve ser relevante, simples e que potencialize a experiência – mas o pedido faz sentido com ou sem esse adicional.
  3. Evite ofertas genéricas: Sugira algo exclusivo, raro, ou que não seja encontrado facilmente fora do seu checkout. Assim, aumenta o senso de oportunidade.

Exemplos práticos para inspirar:

Claro, cada segmento tem suas particularidades. Mas, via de regra, ofertas que complementam, facilitam ou aumentam o resultado da compra principal tendem a gerar excelentes respostas.

Dicas para implementação eficiente

Entrar para o mundo das sugestões extras no checkout é mais simples com a tecnologia certa. Mas só adicionar um campo no carrinho está longe do cenário ideal. Os detalhes fazem toda diferença no resultado.

1. Atenção total à experiência do usuário

A oferta não deve poluir a tela nem gerar dúvidas. Portanto, ela precisa ser claramente identificada, com descrição breve e preço transparente. Sob a perspectiva do cliente, é importante avaliar o que gera confiança no clique.

2. Como integrar order bump à sua plataforma

A integração de order bump à plataforma de e-commerce é simples e rápida. Muitas soluções modernas oferecem recursos nativos que facilitam essa implementação. Assim, plataformas como Shopify e WooCommerce garantem agilidade na configuração.

Além disso, a flexibilidade das opções permite adequar as ofertas ao perfil do cliente. Com isso, a experiência de compra se torna mais fluida e eficaz, maximizando a conversão no checkout.

3. Testes A/B constantes

Não existe fórmula perfeita. O item sugerido que funciona para uma loja às vezes é ignorado em outra.

Por isso, o segredo é testar o texto da oferta, cores e disposição. Veja quais geram mais conversão. Coloque duas variações para rodar simultaneamente e acompanhe os resultados.

Quem não mede, não evolui.

4. Clareza e ética sempre

A oferta nunca deve ser “escondida” ou gerar cobranças automáticas sem consentimento. Transparência aumenta a confiança e reduz pedidos de reembolso. Deixe claro que se trata de uma opção adicional, não obrigatória.

5. Capacitação da equipe

Se houver atendimento humano envolvido, oriente o time para tirar dúvidas sobre a oferta complementar, explicando benefícios de forma leve, sem exageros. Uma abordagem consultiva costuma aumentar a aceitação.

Impacto do order bump no ticket médio e faturamento

Aqui está o ponto central. Cada cliente que aceita a oferta adicional aumenta diretamente o ticket médio. Não precisa ser todo mundo: supondo que 20% aceitem, você já muda significativamente suas margens.

Considere, como exemplo, uma venda recorrente de R$ 199,00 mensal, e um complemento de R$ 29,00 adicionado por 25% dos compradores. Em um mês, com 200 clientes, o faturamento extra seria:

  • 200 clientes x R$ 199,00 = R$ 39.800
  • 25% aceitam o adicional = 50 clientes
  • 50 x R$ 29,00 = R$ 1.450 a mais
  • Total: R$ 41.250

Sem mexer em gastos de marketing, você amplia sua receita. E, mais importante ainda: clientes que adquirem complementos tendem a permanecer mais tempo, pois percebem mais valor na solução.

Como acompanhar e ajustar a estratégia para bons resultados

Implementar é importante, mas acompanhar, aprender e ajustar é ainda mais. Nada substitui o olhar atento para entender o que encanta – e o que afasta – seu cliente na etapa final.

  • Monitore taxas de aceitação: qual porcentagem dos clientes está adicionando o extra? Se for muito baixa, teste mudanças no produto sugerido ou na comunicação.
  • Observe impacto no ticket médio: acompanhe, mês a mês, quanto a estratégia está agregando no valor final do carrinho.
  • Ouça seus clientes: colete feedbacks, entenda se a oferta faz sentido para eles. Ajuste quando necessário.

É possível usar esses dados para ajustar preços e produtos. Além disso, pode-se desenvolver complementos que só fazem sentido dentro do contexto do checkout. Com o tempo, o processo fica quase automático, e essa fonte de receita extra passa a ser parte do seu DNA digital.

Ajustar é tão valioso quanto implementar.

Conclusão

De fato, vender exige criatividade, análise e foco no cliente. O uso inteligente de ofertas no checkout é um caminho rápido para aumentar receita. Assim, o negócio não depende apenas da captação de novos clientes.

Ao escolher produtos para desejos latentes e medir resultados constantemente, a estratégia gera impacto. Dessa forma, ela transforma como a empresa encara o ticket médio.

E quando se conta com a tecnologia e o suporte ideais, o processo acontece sem travas e gargalos. O resultado vai além do financeiro: clientes mais satisfeitos, relacionamento prolongado e percepção de valor verdadeira em cada compra.

Pequenas ofertas, grandes resultados.

Perguntas frequentes sobre order bump

O que é um order bump no checkout?

Order bump é uma oferta adicional feita ao cliente na página de checkout, geralmente relacionada ao produto ou serviço principal da compra. A oferta aparece de forma discreta, mas visível ao comprador. Isso permite adicionar um complemento com um clique, aumentando o valor do pedido de maneira prática.

Como implementar order bump no seu site?

Para implementar order bump no seu site, utilize uma plataforma que ofereça integração nativa. Essa abordagem permite adicionar ofertas complementares rapidamente, sem necessidade de conhecimentos técnicos aprofundados. Além disso, é essencial garantir uma configuração intuitiva. É preciso também que as ofertas estejam alinhadas ao perfil dos clientes para otimizar a experiência.

Order bump realmente aumenta o ticket médio?

Sim, quando bem planejado e com ofertas relevantes, a estratégia de order bump aumenta o ticket médio. Muitos negócios veem de 10% a 30% dos compradores adicionando o complemento. Mesmo pequenas adesões já impactam o faturamento no fim do mês, principalmente porque o custo para ofertar é baixo em relação ao retorno.

Quando usar order bump na venda online?

O order bump serve para qualquer e-commerce. No entanto, é mais eficiente em vendas recorrentes, produtos digitais, treinamentos, serviços e também no mercado de softwares. O momento ideal é sempre na etapa final do checkout, logo antes do pagamento. Nesse estágio, o cliente já tomou a decisão de compra principal.

Quais produtos funcionam bem como order bump?

Produtos que complementem a compra principal e agreguem valor imediato são os melhores para order bump. Exemplos incluem suporte estendido, treinamentos rápidos, templates exclusivos, certificados premium, atualizações ou garantias extras. O importante é o complemento ser relevante, acessível e não obrigatório, aumentando o interesse sem aumentar a fricção da compra.

Controle de estoque: Como fazer um controle profissional

Controle de estoque: Como fazer um controle profissional

Manter o controle de estoque em dia é de extrema importância para que a empresa controle o fluxo de entrada e saída de mercadorias. Assim, é possível ter informações precisas sobre a demanda do produto, eventuais desvios e também sobre o lucro líquido.

Ter um estoque controlado garante a quantidade correta de produtos para a operação. Dessa forma, a empresa atende à demanda do mercado sem sofrer prejuízos. No entanto, o que parece óbvio nem sempre é para muitos gestores que ainda não sabem como realizar o controle de estoque corretamente.

Além disso, o controle de estoque contribui para maior eficiência e melhor organização dos processos internos da empresa. Consequentemente, ele reduz desperdícios de tempo e energia.

O que é controle de estoque?

O controle de estoque consiste em acompanhar entradas e saídas de materiais. Além disso, monitora matérias-primas e produtos acabados para manter os níveis sempre equilibrados. Assim, evita faltas ou excessos, reduz custos, previne perdas por vencimento ou furto e melhora o fluxo de caixa e as vendas.

Esse controle envolve organização e planejamento rigorosos. Ademais, utiliza sistemas ou planilhas para acompanhar as etapas do produto, desde a compra até sua efetiva comercialização.

O estoque compõe os ativos do negócio e representa a principal fonte de caixa da operação. Monitorar esses dados é fundamental, pois eles impactam diretamente os resultados financeiros do negócio. Por isso, utilizar ferramentas de controle do processo de entrada e saída de materiais pode ajudar.

O estoque pode ser de duas modalidades diferentes. Uma é de matérias-primas para a produção industrial de grande ou pequeno porte. A outra, de produtos finais prontos para a comercialização no varejo.

  • Monitoramento: Acompanhamento contínuo de tudo que entra (compras, produção) e sai (vendas, perdas).
  • Organização: Manter os produtos armazenados de forma lógica, padronizada e de fácil acesso.
  • Planejamento: Antecipar a demanda para ajustar compras e produção, evitando gargalos.

Os principais pontos de um controle de estoque

  • Controlar a entrada de mercadorias;
  • Monitorar a saída de produtos vendidos, trocados ou transferidos;
  • Entregar mercadorias no destino correto;
  • Armazenar de forma adequada.

Para que serve o controle de estoque?

  • Evitar perdas: Diminui a ocorrência de itens parados, vencidos, danificados ou furtados, assim preservando o capital da empresa.
  • Otimizar vendas: Assegura a disponibilidade dos produtos certos para atender à demanda, dessa forma evitando a perda de vendas por ruptura de estoque.
  • Reduzir custos: Impede o acúmulo excessivo de mercadorias, que ocupa espaço e gera despesas adicionais e, consequentemente, desperdícios.
  • Melhorar a gestão financeira: Como o estoque é um ativo, por isso seu controle influencia diretamente o fluxo de caixa e a rentabilidade.
  • Agilizar processos: Torna a cadeia de suprimentos mais eficiente ao integrar compras, armazenamento e vendas.

Importância do controle de estoque

O estoque é um dos principais ativos de uma empresa, pois representa capital investido e potencial direto de faturamento. Por isso, o controle eficiente do estoque é fundamental para manter a saúde financeira e garantir crescimento sustentável.

Basicamente, uma gestão atenta evita perdas financeiras. Quando a empresa acompanha corretamente entradas e saídas, reduz desperdícios, extravios e compras desnecessárias. Em contrapartida, a falta de controle resulta em produtos esquecidos, vencidos ou danificados, o que gera prejuízo real.

Entre os principais benefícios do controle de estoque, destacam-se:

  • Evita perdas e desperdícios: o acompanhamento contínuo reduz perdas por vencimento, avarias ou obsolescência dos produtos.
  • Reduz custos operacionais: o controle impede excesso de mercadorias e dinheiro parado, assim mantendo níveis equilibrados de estoque.
  • Facilita o uso de métodos de gestão: a organização adequada permite a aplicação de métodos como o UEPS. Assim, os itens recentes saem primeiro e evitam-se acúmulos.
  • Identifica produtos com baixa saída: essa análise permite criar promoções estratégicas, liberar espaço físico e, assim, transformar itens parados em receita.
  • Apoia o planejamento de compras: ao conhecer os produtos mais vendidos, a empresa define melhor quantidades, prazos e, consequentemente, negociações com fornecedores.
  • Previne perdas e roubos: o registro rigoroso de entradas e saídas possibilita rastrear divergências e, desse modo, identificar falhas nos processos internos.
  • Melhora a experiência do cliente: garante a disponibilidade do produto certo no momento da venda. Como resultado, aumenta a satisfação e fortalece as vendas.

Além disso, o controle de estoque fornece informações confiáveis para decisões estratégicas, como promoções, reposições e ajustes na produção.

Para controlar o estoque de forma eficiente, o uso de um sistema de gestão é indispensável. O eGestor centraliza informações, automatiza processos e mantém o controle sempre atualizado.

Quais são os tipos de controle de estoque?

Existem vários tipos de estoque. Por isso, eles são responsáveis por tornar o controle de estoque físico mais assertivo.

  • Estoque Sazonal ou de Antecipação: prevê as variações de demanda para, assim, ajustar o volume de mercadorias.
  • Estoque Consignado: quase uma terceirização, onde os produtos são distribuídos conforme a demanda do cliente final. Os consignatários normalmente são distribuidoras.
  • Estoque Máximo: é ter o máximo de produto que se pode ter no estoque. Em geral, negócios com alta rotatividade de mercadorias utilizam esse modelo habitualmente.
  • Estoque Mínimo: é o contrário do estoque máximo, pois mantém o mínimo possível de produtos. Por esse motivo, requer um controle de estoque extremamente eficiente e fornecedores de confiança.
  • Estoque Regulador: ideal para empresas com filiais e, por isso, exige sistema online. Trata-se de uma reserva extra mantida para prevenir a falta de produtos.
  • Estoque de ciclo: analisa a rotatividade distinta entre os produtos. Assim, o objetivo é manter os níveis de produção e armazenamento sempre de forma adequada.
  • Estoque de Contingência: é um tipo de estoque que mantém produtos resguardados em caso de erro.
  • Dropshipping: a loja não tem estoque de produtos, realiza apenas o controle da logística entre o produtor e o cliente final.

Saiba mais sobre os tipos de estoque aqui: Tipos de estoque: conheça os 14 principais tipos e qual o melhor

Tipos de estoque para e-commerce

O e-commerce é o comércio eletrônico. No entanto, muitas empresas falham nesse modelo por ignorarem a importância vital de um controle de estoque eficiente e rigoroso. Gerenciar os produtos é muito importante para lojas virtuais.

Vale ressaltar que não existe um tipo de estoque ideal para o e-commerce, pois cada um tem suas características e suas vantagens.

Confira os três tipos de estoque no e-commerce e conheça os pontos fortes e fracos de cada um:

1. Compartilhado

O estoque compartilhado integra produtos de lojas físicas e lojas onlines, e a grande vantagem é a economia de espaço. Além disso, o sistema integra o gerenciamento de todos os produtos da operação.

A empresa precisa de um sistema preciso para evitar erros. Por isso, as atualizações devem ser imediatas para evitar a venda de itens indisponíveis.

2. Terceirizado

No e-commerce há duas maneiras de terceirizar o estoque, por meio das cross docking ou dropshipping. Confira:

  • Dropshipping: o fornecedor entrega o pedido diretamente ao cliente final após a venda.
  • Cross docking: a loja não mantém estoque físico. O fornecedor entrega o item à loja, que fica responsável pelo envio final ao cliente.

A grande vantagem de ambos está em poder vender produtos em grande quantidade, sem precisar armazená-los. O lojista deve confiar totalmente na qualidade do trabalho dos fornecedores. Afinal, a responsabilidade por qualquer dano nos produtos recai diretamente sobre o fabricante.

3. Descentralizado

No estoque descentralizado, os produtos ficam em vários armazenamentos espalhados pela região. Uma das principais vantagens é a redução no tempo de entrega. Isso ocorre quando há produtos disponíveis em locais próximos ao cliente que realizou a compra.

Além disso, esse modelo logístico reduz consideravelmente os custos com frete. O controle de estoque exige atenção redobrada nesse cenário. Portanto, é fundamental integrar os locais de armazenamento para monitorar a quantidade exata em cada um.

Uma desvantagem pode ser o custo para manter tantos locais de armazenamento.

Métodos para controle de estoque

Para ajudar no controle de um estoque são utilizados alguns métodos. Alguns desses podem ser utilizados para cálculo de tributos pela Receita Federal, enquanto os outros podem ser usados internamente.

Os principais métodos são:

  • PEPS (Primeiro que Entra, Primeiro que Sai) / FIFO: Prioriza a saída dos itens que entraram primeiro. Indicado para produtos com validade.
  • PVPS (Primeiro que Vence, Primeiro que Sai) / FEFO: Prioriza os itens com vencimento mais próximo. Essencial para perecíveis.
  • Curva ABC: Organiza os produtos por relevância (A = mais importantes, C = menos relevantes), concentrando o controle nos itens A.

Entenda mais:

PEPS

PEPS é a sigla para Primeiro a Entrar, Primeiro a Sair, que é o método aceito pela Receita Federal para cálculo de tributos. Em inglês também chamado de FIFO, esse método faz com que os produtos que entraram primeiro sejam os primeiros a sair.

Ele também é utilizado para produtos perecíveis, fazendo com que não se tenha prejuízo em caso de mercadoria vencida. Ainda, o valor de venda do produto é calculado de acordo com o custo do estoque mais antigo.

  • Exemplo Prático: Imagine que você comprou 10 camisetas por R$ 50,00 cada. Semana que vem, comprou mais 10, mas agora custaram R$ 60,00 devido à inflação. Se você vender 5 camisetas hoje, o sistema PEPS dará baixa no custo de R$ 50,00 (do lote antigo). Isso mantém o valor do seu estoque atualizado com o preço de mercado real.

UEPS

UEPS significa Último a Entrar, Primeiro a Sair. Com ele, os valores são baseados nos últimos produtos a entrar no estoque. Isso significa que essa maneira é mais lucrativa, uma vez considerada a supervalorização no preço dos artigos.

Este método não é aceito pela Receita Federal para fins tributários. O motivo é que ele tende a reduzir o valor dos estoques devido à inflação.

Exemplo Prático: Usando o caso das camisetas, ao vender cinco unidades, o sistema daria baixa. Portanto, o custo registrado seria R$ 60,00 pelo lote novo. O resultado é que o lucro contábil parece menor, pois o custo abatido foi maior. Consequentemente, isso reduz impostos, mas o Fisco Brasileiro impõe restrições regulatórias.

Custo médio

O custo médio é um método de precificação de mercadorias do estoque. Este método é aceito pela Receita Federal para cálculos tributários. Ele é definido dividindo o custo total de produção ou compra pela quantidade de itens.

Se produzir 10 itens custa R$ 50,00 e outros 10 custam R$ 75,00 em períodos diferentes, o cálculo é específico. Portanto, deve-se considerar esses valores distintos:

50 + 75 / 10+10

125 / 20

6,25

Ou seja, o custo médio do produto é de R$ 6,25.

Just in Time

O método Just in Time, ou JIT, consiste em comprar ou fabricar uma quantidade do produto na ‘hora certa’. Dessa forma, é necessário ter fornecedores prontos para a entrega. Não existe sobra de estoque, uma vez que tudo é produzido ou comprado com exatidão.

Curva ABC (Regra 80/20)

Este método classifica o estoque pela importância financeira e giro, não apenas pela quantidade. Ele ajuda a priorizar onde focar sua atenção:

Classe A20% dos itensRepresentam 80% do faturamento. São produtos de alto valor ou giro rápido. Exigem controle diário rigoroso.
Classe B30% dos itensRepresentam 15% do faturamento. Valor e giro intermediários. Controle semanal.
Classe C50% dos itensRepresentam apenas 5% do faturamento. Itens baratos e de baixo giro. Controle mensal.

Preço Específico

Antes de tudo, para utilizar esse método é necessário saber o preço exato de cada uma das unidades em estoque. Assim, esse valor, o preço específico, conduz a baixa de produtos quando a venda é realizada. Dessa forma, o valor total do estoque é a soma dos custos dos itens em estoque.

Métodos de controle de estoque

Ferramentas para controlar o estoque

Existem duas ferramentas para controlar o estoque: planilhas ou sistemas. 

Muitas empresas ainda realizam essa gestão através de cadernos, mas precisamos alertar que esse tipo de controle raramente funciona. O caderno abre brechas para muitos problemas, sejam de falta de dados até o desentendimento por caligrafia, por exemplo. 

📒 Caderno

  • Não permite a geração de relatórios
  • Não é possível filtrar por tempo
  • Analisar os resultados se torna mais difícil
  • O registro de informações é mais complicado

📉 Planilha

  • Apenas um usuário por vez
  • Não integra com outras ferramentas de gestão empresarial
  • Poucos relatórios limitados
  • Necessidade de conhecimento em ferramentas de planilhas
  • Não tem suporte

eGestoreGestor

  • Integração total de setores, como vendas, compras, financeiro, estoque e notas fiscais
  • Mais simples de usar
  • Mais usuários e permissões por usuário
  • Mais de 50 tipos de relatórios com filtros avançados
  • Tudo simples, rápido e sem retrabalho

Planilha de controle de estoque

Com uma planilha de controle de estoque se tem uma visão mais clara que apenas com um caderno ou não fazendo controle nenhum. Com essa ferramenta, é possível cadastrar produtos, fornecedores e registrar entradas e saídas. Além disso, obtém-se o controle geral e dados sobre o estoque mínimo.

Para utilizar uma planilha para o controle de estoque é possível começar uma do zero ou baixar uma pronta, inclusive de forma gratuita.

Sistema de controle de estoque online

O controle de estoque feito com um sistema é a forma mais eficiente de fazer essa gestão. Isso porque ele consegue integrar todas as fases e processos da empresa, passando por todos os setores e captando todas as informações.

O setor de compras requisita os itens ao fornecedor. Assim que chegam, são lançados como entrada no sistema e ficam disponíveis para a venda imediata.

uso de um sistema de controle de estoque

Ao realizar a venda, o vendedor a registra no sistema. Automaticamente, o estoque é atualizado, o financeiro recebe os dados e a nota é emitida.

uso de um sistema de controle de estoque

Isso se torna uma vantagem quando se entende que preencher planilhas ou cadernos manualmente com os produtos pode causar erros. Além disso, uma ferramenta de controle de estoque automatizada elimina a repetição de trabalho.

Como fazer o controle de um estoque – Passo a passo

Já entendemos que a gestão de estoque é muito importante e ele pode trazer alguns benefícios para o negócio. Mas como começar a fazer esse controle? Veja o passo a passo!

Realizar inventários

Os inventários servem para saber se os produtos que estão registrados e os produtos que estão no estoque são a mesma coisa. Afinal, é a partir desse dado que se pode tomar decisões importantes para o destino do negócio.

Estes relatórios mostram a realidade do negócio. Desse modo, ao fazer esse mapeamento, ganha-se segurança, a movimentação é ajustada e o desperdício diminui consideravelmente no dia a dia.

É importante estar atento com produtos perecíveis. Além disso, esse inventário também serve para estar atento à data de validade de produtos.

exemplo de estoque

Cadastro de produtos

Você precisa saber quais são os seus produtos, os valores e as quantidades. Somente com esses dados você pode começar a organização de estoque.

A partir da contagem, você pode fazer o cadastro e categorização de todos os seus produtos.

Com o inventário, fazer um controle de estoque eficiente se torna uma tarefa mais fácil. Dessa forma, é possível fazer o planejamento e realização de ações estratégicas. Assim, se visa a otimização do giro de estoque, de forma a não deixar produtos parados por muito tempo.

Utilize uma ferramenta para fazer o controle de estoque

Você conhece a quantidade, o tipo e as características dos produtos em estoque. Porém, surge a questão: onde você realmente faz o controle dessas informações? Aqui entram as ferramentas de controle de estoque, que auxiliam a fazer essa gestão de forma mais simples, mas também muito mais eficiente.

Um exemplo de ferramenta que auxilia imensamente gestores é a planilha de controle de estoque. Ela permite que se tenha um conhecimento maior sobre os produtos, quantidades vendidas e o que ainda resta armazenado.

Mas, ela pode trazer alguns erros, principalmente levando em consideração que ela não é integrada ao controle de vendas. Dessa forma, ao realizar uma venda, o responsável deve informar na planilha sua saída.

Um sistema automatizado é a melhor opção para quem possui muitos funcionários. Além disso, ele facilita a integração de todos os controles da empresa.

Treine os colaboradores

Independentemente da ferramenta escolhida, os colaboradores devem estar treinados para que possam ajudar nas tarefas de controle de estoque. Deve-se inserir produtos e quantidades corretamente na ferramenta escolhida. É essencial registrar a venda e emitir a nota fiscal simultaneamente para o pagamento de impostos.

Independentemente do método, o controle só funciona com dados reais. Por exemplo, é fundamental que todas as notas de entrada sejam incluídas no sistema regularmente.

Otimize o estoque

Os produtos que estão armazenados são o principal ativo da empresa, ou seja, o que realmente vira lucro. Por isso, é necessário que as quantidades armazenadas façam sentido para a empresa. Se um produto tem muita saída em dias específicos, o estoque deve ser suficiente. Isso evita que a empresa perca vendas por falta de mercadoria.

Mas se um produto não tem tanta saída, ele não deve estar em grande quantidade. Por isso, é extremamente importante fazer uma análise da situação real do estoque e da quantidade de vendas de cada produto.

Entretanto, essa análise só pode ser feita se houver um controle eficiente da situação.

exemplo de estoque

Margem de perdas

Principalmente negócios que precisam fazer um controle de produção devem ter uma margem de perdas definida. Essa margem serve porque estamos sempre sujeitos a perdas e avarias em produtos e matérias-primas. Esses valores não podem ser prejuízo, mas sim, devem estar no cálculo do preço de venda dos produtos. 

Outro exemplo são empresas que comercializam produtos perecíveis. Eles possuem uma data de validade que pode ser curta; por isso, é preciso estar sempre atento. Mas, caso não se tenha um controle de estoque eficiente, esses produtos podem ser perdidos. Existem alguns métodos para evitar que isso aconteça que podem ser implementados.

Atenção aos produtos parados

É comum que produtos fiquem parados no estoque. Isso pode acontecer em qualquer tipo de empresa. Quem comercializa produtos baseados em tendências pode ter alguns problemas com isso. Por isso, é importante calcular os valores dos seus produtos com margem para uma possível promoção.

Descontos e campanhas promocionais são a melhor forma de evitar que produtos com pouca saída estejam em excesso no estoque. E, ainda, faz com que você não tenha prejuízo, mesmo que o lucro não seja alto.

O controle de estoque é feito diariamente

Com esses passos, você já deve ter um controle de estoque organizado, mas o último passo não é realmente o último. O controle de estoque é feito diariamente: todos os dias, o tempo todo.

Não atualizar as informações de produtos pode trazer problemas tanto financeiros quanto de relacionamento com o cliente. Por isso, é imprescindível que o controle de estoque seja feito constantemente.

Como tornar seu controle de estoque mais eficiente

Existem alguns pontos que podem tornar um controle de estoque que já está em andamento em um controle ainda mais eficiente. São eles:

Crie padrões de organização e processos

Tanto na hora de organizar os produtos fisicamente, como no controle de estoque, é importante criar padrões. Por exemplo, no estoque físico, alguns métodos de entrada e saída de materiais devem ser utilizados para evitar que alguns produtos pereçam.

Assim, também é possível criar padrões de processos, como a inserção das movimentações em determinado momento da venda.

Faça um planejamento antes de colocar em prática

Um controle de estoque depende de diversos processos para seu funcionamento. Conhecer os passos do produto, da produção até a venda, garante o alinhamento do processo. Consequentemente, erros operacionais são evitados durante toda a jornada.

Ou seja, realizar um planejamento do controle de estoque pode fazer com que a prática seja muito mais simples do que se imagina.

Utilize métodos de controle de estoque

Existem métodos de controle de estoque que podem ajudar o negócio a organizar melhor a saída e a entrada dos produtos.

Por exemplo, a curva ABC, que separa os produtos em três grupos, dependendo do faturamento deles e da saída. Outro método importante para quem comercializa perecíveis é o PEPS, Primeiro a Entrar, Primeiro a Sair. Ele evita que produtos estraguem devido ao tempo de armazenamento.

Faça inventários sempre que possível

Um inventário é o levantamento de todos os produtos existentes em estoque ou em mostruários. Esse procedimento funciona como uma comprovação prática das informações registradas no controle de estoque.

Assim, a realização de inventários torna a gestão de estoque mais simples, eficiente e assertiva, ajudando a identificar possíveis divergências e manter os dados sempre atualizados.

Faça um controle rígido

Fazer o controle de estoque já é muito melhor que não fazer. O controle por ferramenta automatizada permite integrar o estoque a outros setores. Assim, áreas importantes, como o financeiro, trabalham de forma conjunta e organizada.

Principais relatórios de controle de estoque

Os relatórios são partes cruciais do controle de estoque. Eles permitem que você conheça profundamente seu negócio através de uma série de informações estratégicas importantes. Mas atenção, alguns tipos de ferramentas não permitem a emissão de relatórios.

Os principais relatórios de controle de estoque são:

  • Estoque mínimo: mostra a lista de produtos que estão com o estoque mínimo abaixo do valor definido em seu cadastro.
  • Estoque em data específica: mostra o saldo do estoque em uma determinada data.
  • Movimentação de um produto: mostra o histórico de movimentação de um produto.
  • Produtos por fornecedor: mostra o relatório de produtos por fornecedor, com o preço de compra.
  • Produtos duplicados: mostra todos os produtos que estão duplicados no controle de estoque.
  • Personalizado de produtos: lista os produtos com os campos escolhidos.
  • Produtos sem vendas: mostra os produtos que não foram vendidos em um período especificado.
  • Sugestão de compra: cruza dados de giro com o estoque mínimo. Assim, indica automaticamente o que comprar e a quantidade exata, evitando cálculos manuais exaustivos.
    • Exemplo: O sistema gera uma lista automática do que precisa ser comprado.
sistema de controle de estoque

Vantagens do controle de estoque

Atualmente, adotar soluções inovadoras para otimizar processos é essencial. Por esse motivo, implantar um sistema de controle de estoque torna-se uma prioridade para crescer. Assim, o risco de uma má gestão de estoque diminui.

A seguir, estão as principais vantagens:

  • Redução de custos;
  • Aumento da produtividade;
  • Precisão no planejamento de compras;
  • Relacionamento com os clientes melhorado;
  • Compreensão dos clientes;
  • Oportunidade de negócio.

Indicadores para o controle de estoque

Não adianta fazer um controle de estoque eficiente, mas não entender alguns pontos que são importantes. Para isso existem os indicadores de controle de estoque, tais como:

  • Giro de Estoque: indica a circulação dos produtos. Ele mostra quantas vezes o item saiu por venda e retornou ao armazém através de compras. Assim, ele mostra se houve equilíbrio entre as vendas e as compras desse produto.
  • Taxa de Retorno: indica o número de devolução de produtos. O ideal é que ele sempre seja o mais próximo de zero possível.
  • Tempo de Reposição: demonstra o tempo que um produto demora para chegar ao estoque novamente.

Perguntas frequentes sobre o controle de estoque

O que é SKU e qual sua função no estoque?

O SKU é um código único identificador para cada produto e suas variações (cor, tamanho, voltagem). Diferente do código de barras, ele é criado internamente para facilitar a localização e organização lógica dentro do armazém.

Qual a diferença entre estoque físico e estoque contábil?

O estoque físico é a quantidade real de produtos nas prateleiras. O estoque contábil é o número que consta no sistema ou nos livros fiscais. Quando eles não batem, ocorre o chamado “furo de estoque”, indicando falhas operacionais, perdas ou furtos.

O que é estoque negativo e como corrigir?

O estoque negativo ocorre quando o sistema registra mais saídas do que entradas. Por exemplo, isso acontece ao vender um produto antes de lançar a nota. Para corrigir, é necessário realizar um ajuste de inventário ou auditar os processos de entrada de notas fiscais.

Prestadores de serviço precisam de controle de estoque?

Sim. Mesmo sem vender produtos finais, prestadores devem controlar materiais de consumo. Dessa forma, evitam desperdícios e garantem que o serviço não pare por falta.

Qual a periodicidade ideal para fazer um inventário?

Depende do giro do estoque. O ideal é realizar inventários rotativos de pequenos grupos diariamente ou semanalmente. Além disso, faça um inventário geral anualmente para fins fiscais e de ajuste.

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