Contratar freelancer é hoje uma das estratégias mais comuns para pequenas e médias empresas ganharem agilidade sem inchar a folha de pagamento. O Brasil já soma mais de 25 milhões de trabalhadores independentes, segundo dados do IBGE, e pesquisas recentes estimam que a maioria dos brasileiros já prestou algum tipo de serviço freelancer em algum momento. Mas contratar esse tipo de profissional exige atenção a pontos que vão muito além do preço da hora trabalhada.
Neste guia atualizado, você vai entender o que é um freelancer, quais são as vantagens e os riscos reais dessa contratação em 2026 — incluindo o que mudou na legislação trabalhista — e como contratar com segurança jurídica.
Antes de contratar um freelancer, vale entender vantagens, riscos e obrigações tributárias envolvidas.
Afinal, o que é um profissional freelancer?
Freelancer (ou “freela”, como é chamado popularmente no Brasil) é o profissional autônomo que presta serviços para uma ou mais empresas sem vínculo empregatício. Ele não tem vínculo CLT, não cumpre horário fixo na sede da contratante e define, junto com o cliente, prazos, escopo e valores de cada projeto.
É comum encontrar freelancers nas áreas de tecnologia, design, redação, marketing, fotografia e consultoria, atuando em home office, coworkings ou de forma híbrida, com contato via e-mail, WhatsApp ou plataformas especializadas.
Em meio à grande ascensão tecnológica, as empresas podem encontrar esses profissionais diretamente pela internet, nas mais variadas plataformas voltadas para o cadastro e contratação de freelancers.
Freelancer, autônomo e PJ: qual a diferença?
Na prática, “freelancer” descreve o modelo de trabalho (avulso, por projeto), enquanto autônomo e Pessoa Jurídica (PJ) descrevem o enquadramento tributário do profissional:
Quais são as vantagens de se contratar freelancer?
Redução de custos
Ao contratar um freelancer, a empresa paga apenas pelo serviço prestado, sem os encargos de um funcionário CLT (13º salário, férias, FGTS, vale-transporte, vale-alimentação). Isso também facilita o controle e a previsão do fluxo de caixa, já que o custo do projeto é conhecido antecipadamente.
Menos burocracia do que em uma terceirizada
Comparado à contratação de uma empresa terceirizada, o freelancer costuma exigir menos formalidades contratuais e permite contato direto com quem executa o trabalho — o que melhora a comunicação e o acompanhamento do projeto. Também é possível contratar profissionais de outras cidades ou países sem burocracia adicional.
Flexibilidade de prazos e horários
Freelancers costumam trabalhar em horários alternativos, inclusive fins de semana e madrugadas, o que pode agilizar entregas urgentes. Profissionais que cumprem prazos com consistência constroem reputação nas plataformas onde atuam — um bom critério de seleção para o contratante.
Ampla variedade de profissionais e histórico verificável
Plataformas de freelancer reúnem avaliações, portfólio e histórico de entregas anteriores, o que ajuda a validar a qualidade do profissional antes mesmo da contratação. Em 2026, as plataformas mais relevantes no Brasil são:
Workana — a maior plataforma de freelancers da América Latina, com foco em projetos em português e espanhol;
99Freelas — plataforma 100% brasileira, com pagamento em reais e plano gratuito para contratantes;
Upwork e Fiverr — voltadas a projetos internacionais, com pagamento em dólar;
GetNinjas — mais focada em serviços locais e técnicos.
Serviço especializado
Por atuarem com projetos variados para diferentes clientes, freelancers costumam acumular repertório amplo e se adaptam rápido a novos contextos e ferramentas — muitas vezes trazendo boas práticas de outros mercados para os projetos em que atuam.
Maior flexibilidade nas formas de pagamento
É mais comum negociar parcelamento (por exemplo, um sinal no início e o restante na entrega) com um freelancer do que com uma empresa terceirizada, o que ajuda no planejamento financeiro de quem contrata.
Menor controle sobre a rotina de trabalho é um dos principais riscos ao contratar um freelancer.
E os riscos de contratar freelancer?
Menor integração com a equipe
Por não estar fisicamente presente nem participar da rotina interna, o freelancer tende a ter menos contato com a cultura da empresa, o que pode dificultar o alinhamento em projetos mais longos ou estratégicos.
Menor controle sobre a execução do trabalho
Como não há subordinação nem jornada fixa, a empresa não acompanha o dia a dia do freelancer — o controle é feito pela entrega combinada, não pelo processo. Por isso, é essencial formalizar escopo, prazos e critérios de aceite por escrito antes de iniciar o projeto.
Custos tributários (ISS, INSS e IRPF)
Dependendo do enquadramento do freelancer, a contratação pode envolver:
Para o contratante, o ponto de atenção é verificar se há retenção de ISS na fonte exigida pelo município e exigir nota fiscal ou RPA para lançar a despesa corretamente na contabilidade. Se o freelancer for MEI, vale lembrar que ele também tem um teto de faturamento anual a respeitar — veja os detalhes em nosso guia sobre o DAS do MEI em 2026.
Cuidado com o risco de pejotização
Este é o ponto que mais mudou desde as primeiras versões deste guia: a legislação trabalhista brasileira permite contratar freelancer/PJ, desde que o serviço não seja destinado à atividade-fim da empresa e que não haja subordinação, exclusividade ou jornada fixa típicas de um vínculo empregatício.
Um exemplo prático: um restaurante não deve contratar um garçom como freelancer (atividade-fim do negócio), mas pode perfeitamente contratar um programador freelancer para desenvolver seu site (atividade-meio).
O tema ganhou ainda mais relevância porque o Supremo Tribunal Federal está analisando o Tema 1.389 de Repercussão Geral, que vai definir critérios mais claros para diferenciar a prestação de serviço autônoma legítima do vínculo empregatício disfarçado (“pejotização”). Enquanto o julgamento não for concluído, a orientação mais segura é elaborar um contrato de prestação de serviços bem redigido – sem subordinação, sem jornada fixa e sem exclusividade — e acompanhar as atualizações sobre o tema.
Como contratar um bom freelancer: checklist rápido
Analise o portfólio e o histórico de entregas do profissional;
Busque avaliações e feedbacks de clientes anteriores nas plataformas;
Formalize escopo, prazo, valor e forma de pagamento em contrato;
Confirme o enquadramento tributário (autônomo, MEI ou PJ) e a emissão de nota fiscal ou RPA;
Nunca contrate freelancer para a atividade-fim da sua empresa;
Evite exigir jornada fixa, exclusividade ou subordinação direta — isso descaracteriza a prestação de serviço autônoma.
Esses mesmos cuidados de formalização valem para qualquer contratação de mão de obra — veja também nosso guia sobre direitos e deveres dos funcionários CLT para comparar as duas modalidades.
Conclusão
Contratar freelancer pode ser uma excelente estratégia para reduzir custos e ganhar agilidade, desde que a empresa entenda os limites legais da contratação e formalize bem cada projeto. Fazer essa gestão com organização — de contratos a notas fiscais e fluxo de caixa — é o que garante economia real, sem dor de cabeça trabalhista ou tributária depois.
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Perguntas frequentes sobre contratar freelancer
Freelancer precisa ter CNPJ?
Não necessariamente. O freelancer pode atuar como pessoa física (autônomo), emitindo RPA e recolhendo INSS e IRPF, ou como MEI/PJ, com CNPJ próprio e emissão de nota fiscal. A escolha depende do volume de trabalho e da preferência do profissional.
Posso contratar freelancer para trabalhar todos os dias, em horário fixo?
Não é recomendado. Jornada fixa, exclusividade e subordinação direta são características de vínculo empregatício e podem levar a Justiça do Trabalho a reconhecer um vínculo CLT, mesmo que o contrato diga o contrário.
Quais impostos a empresa contratante precisa recolher ao contratar um freelancer?
Em geral, a empresa não recolhe tributos sobre o pagamento a um freelancer PJ/MEI, apenas lança a nota fiscal como despesa. Já para autônomos pessoa física, a empresa contratante costuma reter e repassar o INSS patronal e, em alguns municípios, o ISS na fonte — vale confirmar a regra local.
Quais são as melhores plataformas para encontrar freelancers em 2026?
As mais usadas no Brasil atualmente são Workana, 99Freelas, Upwork, Fiverr e GetNinjas, cada uma com foco em diferentes tipos de projeto e formas de pagamento.
Qual é o risco de ter o contrato de freelancer reconhecido como vínculo empregatício?
O risco existe sempre que há subordinação, pessoalidade, habitualidade e exclusividade na prestação do serviço. O STF está com um julgamento em andamento (Tema 1.389) justamente para definir critérios mais objetivos sobre esse limite — por isso, mais do que nunca, vale caprichar no contrato e na forma real de execução do trabalho.
O mercado de carnes dificilmente entra em crise. Mesmo em uma época de rigidez na fiscalização depois de tantas fraudes, muitas empresas irão crescer devido à queda dos concorrentes. O fortalecimento de alguns frigoríficos acaba dando um movimento novo ao setor inteiro. Das grandes redes de atacado a pequenos açougues, todos experimentarão o lucro advindo do apelo maior por bons produtos e preços.
Atualmente, o Brasil é o terceiro maior produtor mundial de carne de frango e o quarto maior produtor de carne de porco, o que comprova a grande relevância deste mercado no país, tanto para a exportação quanto para o consumo interno. Segundo pesquisa realizada OCDE ( Organização para cooperação e Desenvolvimento Econômico), o consumo de carne por pessoa no Brasil, tende a subir 20% até o ano de 2021, o que representa em quantidade um aumento de 0,96kg para 1,5kg. Portanto, investir no ramo pode ser altamente promissor.
O consumo de carne não está ligado somente a questão de matar a fome, mas também acaba envolvendo fatores culturais e fisiológicas. A carne bovina, por exemplo, é uma fonte de proteínas e vitaminas, comum na alimentação das pessoas.
Portanto, se você está pensando em montar um açougue, mas está com dúvida a respeito dos benefícios, saiba que poderá, sim, ter excelentes retornos.
Para lhe ajudar com seu negócio e lhe mostrar como montar um açougue, elaboramos esse artigo. Ele poderá funcionar como um roteiro com tudo o que é importante para você estabelecer seu negócio. Aqui, você encontrará as etapas fundamentais na criação de um açougue. São informações úteis para seu projeto de negócio.
O planejamento é o primeiro ponto, mas só deve ser feito após você analisar todos os outros. Isso porque você deverá fazê-lo com base nas informações prévias de cada passo listado aqui.
Depois de pensar sobre eles, você criará um arquivo com todas as etapas do projeto, com uma lista de ações para cada uma delas. Caso ache necessário, conte com um profissional, como um contador ou consultor, pois ele facilitará esse processo para você.
Concorrência
Além dos outros açougues, você será concorrente de mercados, supermercados (às vezes redes) e mercadinhos. Por isso, é preciso conhecer muito bem cada um deles, para poder oferecer um produto melhor. O trabalho de levantar informações sobre a concorrência pode ser demorado, mas vale muito a pena. Através desses dados, você consegue vender seu produto pelo melhor preço.
Há vários meios de conhecer seus concorrentes: indo aos estabelecimentos, pagando alguém para ir ou contratando uma empresa especializada em pesquisa. De qualquer forma, é preciso comprar o produto da concorrência para conhecer o atendimento, o preço praticado e a qualidade da carne. Assim você poderá estabelecer o valor do custo-benefício de cada concorrente.
Também é possível conseguir boas informações conversando com o público que frequenta o estabelecimento. Eles darão uma ideia sobre os interesses deles naquele local, e você nem precisa contar o porquê do questionamento.
Analise também a estrutura que eles possuem e a variedade de produtos à venda. É importante fazer esse trabalho de maneira organizada. Você pode criar uma tabela com uma coluna para cada concorrente. Nela, você escreverá os pontos fortes e fracos de cada um. Em seguida, crie uma última coluna para a sua empresa, na qual escreverá o que você terá que fazer para superá-los.
É essencial que você também comercialize produtos complementares, como cervejas, refrigerantes e outras bebidas em geral, além de outros produtos essenciais para um churrasco como grelhas, tábua, carvão e álcool dentre outros, para não ficar para trás da concorrência.
Público-alvo
Não é porque você vai criar um açougue que você não irá realizar também uma pesquisa de público-alvo. O conjunto de clientes é composto por pessoas de diferentes classes sociais, mas é importante chegar ao perfil ideal. Você deve conhecer os consumidores de carne da região para entender o que eles desejam encontrar em um açougue.
Se você descobrir quanto a maioria costuma ganhar de salário, por exemplo, saberá qual o preço deverá ter para poder lucrar. Isso também irá lhe ajudar a encontrar o ponto comercial ideal e a montar a estrutura adequada a ele.
Ponto comercial
Há 4 principais fatores que geram consumo: psicológico, social, cultural e físico. Eles podem complicar seu negócio se são esquecidos. Pense no caso de um empresário que abriu um mercado de carnes gourmet em uma região de baixa renda. Ele não terá lucro porque negligenciou a cultura local. Mas se ele abrir um pequeno açougue com carnes baratas ganhará dinheiro. Portanto, analise esses fatores:
Psicológico: O público próximo ao ponto comercial está preparado para comprar seu produto?
Social: Eles desejam carnes na faixa de preço que você irá oferecer?
Físico: Falta açougue para suprir a demanda por carnes na região?
Cultural: O seu produto está adequado ao público da região?
Concorrência: O local está livre de açougues concorrentes que possam “roubar” o seu público?
Com base nisso, você poderá levantar informações sobre o estabelecimento ideal. Pense na facilidade do acesso e no comércio ao redor. Um açougue localizado numa rua em que as pessoas normalmente passam para ir almoçar é uma boa ideia. Mas se ele estiver do lado de um hipermercado, não.
É importante lembrar que você não deve adquirir o negócio rapidamente. Se gastar com aluguel, construção ou compra sem fazer um estudo profundo, poderá perder dinheiro. A escolha do ponto comercial costuma ser o passo mais demorado, e é melhor que seja. Isso garantirá que você não cometa erros.
Legislação
O açougue, como se enquadra em estabelecimento comercial, deve prestar contas junto aos órgãos públicos como todos os outros. Você deve mexer com a documentação com antecedência, porque esse aspecto tende a ser o mais chato na abertura de um negócio. E como há muita burocracia no Brasil, é preciso fazer com planejamento. Quanto mais cedo começar, mais cedo usufruirá dos direitos comerciais.
O ramo de alimentação, sobretudo o de carnes, possui muitas regras imposta pelo Estado. Costuma ser bastante fiscalizado, e por isso você deve ler a lei com atenção. A vigilância sanitária irá ao estabelecimento com certa frequência para checar a qualidade dos produtos, bem como a data de vencimento, o armazenamento, a condição de higiene do açougue, a maneira como as carnes são manipuladas e preparadas, os uniformes dos funcionários, o estoque, o maquinário de corte, etc.
Para evitar problemas, dirija-se à prefeitura e já obtenha a lista de toda a documentação que você precisará ter para pegar a licença de abertura. Informe-se sobre os órgãos relacionados ao setor para formalizar o pagamento de imposto e outras pendências. Além disso, você precisará ir ao corpo de bombeiros para agendar uma visita ao local, de modo a garantir a possibilidade de instalar o açougue. Algumas providências serão imprescindíveis para a legalização do seu negócio, são elas:
Registro na junta comercial;
Registro na Secretaria da Receita Federal;
Registro na Secretaria da Fazenda;
Registro na Prefeitura do Município;
Obtenção de CNPJ;
Registro no Sindicato Patronal;
Açougue pode ser MEI?
Sim, um açougue com CNAE 4722-9/01 – Comércio varejista de carnes – açougues, pode ser MEI.
Equipamentos
Entre os equipamentos necessários para a venda do produto estão: Balcões refrigeradores, balcão para atendimento, câmaras refrigeradas, freezers, moedor de carne industrial, serra para cortar carne congelada, gancheira, picador, amaciador de carne, balanças eletrônicas, mesa de corte, itens de cozinha (facas), caixa registradora, calculadora e máquina de cartões para pagamento.
Além disso, você precisará de equipamentos para a gestão, que deverá ser colocado no escritório. Entre eles estão: Mesas, cadeiras, telefone, computador, armários e arquivos para documentos.
Existem outros tipos de equipamentos que, dependendo do tamanho do negócio, você precisará possuir. É o exemplo de veículos.
Cheque com antecedência o valor de tudo o que você irá precisar para saber quanto vai precisar pagar. Assim, se você precisar adequar ao orçamento, saberá de antemão no que gastará menos. Por exemplo, se for necessário economizar, é melhor encontrar fornecedores de móveis mais baratos, pois assim você garante um melhor equipamento de refrigeração.
Fornecedor
O fornecedor do açougue deve ser escolhido com bastante cuidado. Por se tratar de um produto que estraga com facilidade, você deve planejar cuidadosamente. É preciso saber, por exemplo, o tempo médio que a carne ficará exposta. Dar importância à rotatividade é extremamente importante para vender um produto de qualidade.
Além disso, o cliente de açougue costuma entender mais do assunto do que o que compra no mercado. Por isso, é preciso ter cuidado com a procedência de cada produto, sobretudo nos tempos de hoje, em que o consumidor está mais atento à qualidade dos frigoríficos. É possível que muitos questionem qual é seu fornecedor.
Nesse ponto, é recomendável que você sempre adquira carnes de um produtor local. Além de facilitar a logística, o preço costuma ser menor, e a carne costuma conter menos produtos prejudiciais à saúde. Ademais, com o número de denúncias de grandes frigoríficos, os produtores locais passaram a ser mais valorizados.
Investimento
O investimento inicial poderá variar de acordo com o tamanho da estrutura física, localização, produtos comercializados e outros fatores. Mas de uma forma geral, podemos estipular um valor de pelo menos R$ 40 mil para um pequeno açougue, que deve ser o suficiente para arcar com os custos referentes a aluguel do espaço em caso de não se optar por um local próprio, móveis e equipamentos, taxas de abertura do negócio e estoque inicial.
Também é importante levar em conta os custos fixos com luz, água, produtos de higiene, impostos e tributos. Soma-se a isso, em caso de você optar por contratar cerca de 5 funcionários, que é mais do que suficiente para um açougue de pequeno porte, o valor necessário para arcar com todas estas despesas gira em torno de R$ 25 mil.
Gestão
Pense que você terá muitas funções relacionadas à gestão. Mantenha o local sempre limpo, livre de odores e de acordo com os padrões de higiene. Obtenha produtos de qualidade e dê um atendimento especial, para atrair e manter o cliente. Se o açougue não estiver bem organizado e administrado, ele pode espantar os consumidores.
Você deve estar sempre buscando métodos e técnicas de gestão para melhorar a direção do seu negócio. Cursos e treinamentos são sempre bem-vindos, pois ninguém chega a um estado de perfeição. Mesmo os melhores gestores do mundo estão sempre se aprimorando. E se você contratará funcionários, é importante investir na capacitação desses profissionais. Veja alguns pontos importantes:
Gerência: Deve conhecer a estrutura mercadológica e as particularidades do setor de compras relacionadas ao açougue. Precisa entender de rendimento de carne e dos melhores indicadores financeiros para o trabalho.
Produtos: É preciso saber a legislação que regula a comercialização, os procedimentos higiênicos e as receitas. Isso é muito importante, por exemplo, com carnes temperadas, que precisam de um cuidado especial.
Ações operacionais: Deve conhecer tudo sobre compras, armazenamento, transporte, exposição, produção de cartazes e precificação. Além disso, é preciso saber o que mudou no ramo do negócio nas últimas décadas.
Você percebeu que para ter uma boa gestão do negócio, é preciso dar atenção a muitos fatores. Por isso, mantenha as tarefas bem organizadas para tudo funcionar como uma “máquina”. Como há muitas tarefas que você deve realizar, conte com um cronograma ou agenda bastante precisa e detalhada.
Nesse sentido, você poderá ter ajuda de um software de gestão. Ele integra, numa só plataforma, todas as ações relacionadas à administração do açougue. Você poderá controlar a chegada e saída dos produtos, os funcionários, as vendas e até a emissão de nota fiscal. Além disso, bons sistemas como o eGestor dão também informações sobre o negócio. Você consegue obter relatórios detalhados, que mostram o que está funcionando e o que deve ser descartado na sua estratégia de gestão.
Divulgação
A divulgação do seu açougue poderá ser feita de diversas formas. Existe a publicidade mais tradicional, através da qual você faz sua empresa ser conhecida pelo “boca a boca”. Isso envolve, por exemplo, pagar para pessoas distribuírem papeis na rua ou serem “outdoors humanos”. Adquira materiais de qualidade, como panfletos, folders ou placas.
Se você contratar uma agência de publicidade, ela poderá divulgar o açougue de formas mais sofisticadas. Pode ser lucrativo, por exemplo, criar comerciais para o rádio ou a TV, anúncios em jornais ou revistas. Você também poderá pagar para uma pessoa influente fazer propaganda do seu negócio.
Outro meio que pode e deve ser explorado é a internet. Trata-se de uma maneira barata de divulgar sua empresa. Criando um site, você compartilha informações sobre a empresa e seu produto, de modo a atrair pessoas que pesquisam na web por açougues na região. Em uma página no Facebook, ou em outra rede social, você pode divulgar promoções, preços especiais, descontos e muitas outras coisas de interesse do seu potencial consumidor.
Conclusão
Você percebeu que não é tão complicado montar seu açougue, desde que você comece a planejar todos os pontos com antecedência. É preciso ter atenção e dedicação na hora de abrir um negócio do ramo alimentício. Porém, saiba que todos os meses que você gastar no trabalho serão importantes para economizar e lucrar.
Diante de um mercado cada vez mais disputado, é essencial que os micro e pequenos empresários que recém estão ingressando no mundo dos negócios, adotem medidas cuidadosas e realizem uma gestão baseada no equilíbrio financeiro, de forma a manter os seus empreendimentos duradouros no mercado.
Segunda pesquisa realizada pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, o Sebrae, a cada 100 novas empresas que surgem no mercado, somente 73 delas conseguem se manter em atividade durante os primeiros dois anos operação.
Em meio a esta dificuldade enfrentada, selecionamos algumas dicas de gestão que podem ser de extrema utilidade para a sobrevivência de sua micro ou pequena empresa no mercado. Confira!
1- Possua uma ampla rede de fornecedores
Empresas que trabalham com apenas um ou então com uma baixa quantidade de fornecedores, estão muito mais sujeitas a atrasos na entrega de produtos, o que pode comprometer consideravelmente o processo operacional e levar a períodos com falta de estoque.
Além destes prejuízos, trabalhar com uma quantidade limitada de fornecedores, faz com que sua empresa fique refém das condições de preço e negociações impostas por estes fornecedores. Já com uma variedade maior, você possui mais flexibilidade para negociar prazos, preços e formas de pagamento de determinados produtos.
Ao negociar com um determinado fornecedor, você poderá usar o fato de possuir outras opções como um diferencial para que este fornecedor atenda as necessidades da sua empresa e faça com que você não opte pelo concorrente.
No caso de possíveis dívidas, possuir fornecedores que ofereçam boas condições de renegociação e prazos de vencimento, é absolutamente essencial para restabelecer o equilíbrio financeiro de sua empresa e arcar as dívidas sem comprometer o seu orçamento futuramente.
2- Elabore um plano de negócios realista
Um plano de negócios é absolutamente essencial para a estabilidade e crescimento de micro e pequenas empresas no mercado. Mas para que ele seja elaborado de uma forma eficiente, é necessário realizar um aprofundado estudo de mercado, que vai definir a capacidade de pagamento da empresa aos funcionários e viabilidade de investimentos nas mais variadas ações estratégicas.
O problema é que muitos empresários elaboram o plano de negócios de uma forma totalmente descuidada e assim, acabam estipulando valores de investimento muito acima das reais possibilidades orçamentárias da empresa, o que acaba comprometendo significativamente as finanças do negócio.
3- Mantenha o seu estoque equilibrado
Muitos micro e pequenos empresários, por se encontrarem em um período inicial a frente de seus negócios e não possuírem grande experiência nos processos gerenciais, acabam adquirindo produtos em demasia para compor o estoque, com receio de não conseguir atender as necessidades da clientela.
Entretanto, possuir produtos em excesso no estoque representa dinheiro parado, pois sua empresa levará muito tempo até recuperar o capital investido na aquisição destes produtos. Sendo assim, em um estágio inicial do seu negócio, evite fazer projeções de vendas tão elevadas em um primeiro momento e possua somente a quantidade necessária no estoque.
No caso de se perceber que há produtos com muito pouca saída, talvez seja o momento de realizar promoções de forma a não armazenar itens em excesso no estoque.
4- Faça um controle diário e organizado do seu fluxo de caixa
Um dos principais fatores que causam a mortalidade de micro e pequenas empresas logo nos anos iniciais de suas atividades, é sem dúvidas a falta de organização financeira. A falta de um acompanhamento contínuo de todas as receitas e despesas, faz com que as empresas entrem em situações de endividamento e não consigam identificar os fatores que ocasionaram essa situação.
Por isso, é de extrema importância manter um controle rigoroso de todos os valores que entram e saem de seu orçamento, de forma a identificar possíveis gastos excessivos que podem vir a ser cortados e assim gerar uma economia significativa para a sua empresa.
5- Busque parcerias de negócio
As parcerias empresariais são excelentes alternativas para ampliar a sua rede de contatos, trazer mais visibilidade a sua micro ou pequena empresa a um público mais abrangente e assim captar novos clientes. É essencial buscar parcerias com empresas que possam complementar o seu negócio e suprir alguma necessidade de sua empresa.
Também é de extrema importância que as empresas parceiras possuam um público com interesses semelhantes. Isto é, no caso de uma academia de musculação, por exemplo, formar parcerias com uma loja de suplementos alimentares pode ser uma boa opção.
Neste caso, os clientes de sua academia receberiam um desconto na compra dos produtos da loja em questão, trazendo um diferencial para que os clientes optem por esta academia em detrimento da concorrência. Sendo assim, formar parceria com outras empresas é uma excelente maneira para gerar novos recursos para o seu negócio e ampliar a visibilidade.
6- Invista em tecnologia de gestão
Apesar de representar custos adicionais para o seu orçamento, investir em um software de gestão empresarial para realizar o seu controle financeiro, controle de estoque, cadastrar seus produtos, clientes e fornecedores, é extremamente importante para otimizar ao máximo os seus processos gerenciais.
A partir das informações geradas por um software de gestão empresarial, você pode tomar decisões em sua empresa com muito mais segurança, a medida em que terá em mãos os mais variados indicadores financeiros como fluxo de caixa, DRE e muitos outros.
7- Aposte na fidelização de seus clientes
Principalmente em uma fase inicial do seu negócio, em que sua micro ou pequena empresa ainda não possui uma grande notoriedade no mercado, gerar a fidelização de seus clientes atuais é um fator tão ou mais importante do que captar uma nova clientela.
Clientes que são bem atendidos e possuem uma boa experiência de compra, tendem não só a voltar a fazer negócios com a sua empresa, como também podem expandir a sua marca positivamente diante de outras pessoas, aumentando assim a sua visibilidade no mercado.
Além de representar uma maior geração de caixa, a fidelização de clientes é uma ferramenta poderosíssima de divulgação para a sua empresa!
eGestor
O eGestor é o software de gestão empresarial totalmente fácil e online para auxiliar na gestão de sua micro ou pequena empresa.
Com ele, você poderá ter acesso a uma série de indicadores financeiros do seu negócio por meio de relatórios gerenciais automatizados, controlar o seu estoque, registrar suas compras e vendas, emitir notas fiscais eletrônicas e boletos bancários para os seus clientes e muito mais!
O sistema pode ser testado de uma forma totalmente gratuita durante o período de 15 dias. Acesse o site e comece agora mesmo!
O boleto eGestor é uma nova opção do sistema, que permite ao usuário realizar a emissão de boletos bancários registrados através do eGestor. O boleto é intermediado pelo PJBank, que nada mais é do que uma conta digital com serviços de recebimento via boleto bancário registrado e cartão de crédito.
O intermediador PJBank tem como função validar todos os dados referentes ao boleto bancário. E posteriormente liberar a emissão de boletos junto ao banco. O envio das remessas para o banco e o tratamento dos retornos é totalmente automatizado. Sendo assim, o usuário do sistema não precisa enviar e nem fazer o download dos arquivos.
Já o emissor dos boletos é o Banco Santander. Entretanto, o usuário pode emitir o boleto possuindo uma conta em qualquer outro banco brasileiro. Após realizada a configuração do boleto no eGestor, não é possível alterar os dados diretamente no sistema.
Em caso de incorreções ou adição de informações no boleto, este processo só pode ser realizado através de uma solicitação via e-mail para o suporte do eGestor. Cujo o endereço é suporte@zipline.com.br. Já que neste caso, o suporte do eGestor deverá realizar uma intervenção no sistema PJBank. Também não é possível utilizar o boleto com CPF.
O que ocorre em caso de vencimento do boleto?
Se o boleto estiver vencido, poderá ser gerado um novo através da interface do banco emissor, no caso o Santander. As informações de juros e multa decorrentes do vencimento se encontram no registro do boleto eGestor. Permitindo assim que o banco consiga alterar os valores.
Esses valores referentes aos juros e multas são percentuais. Assim, não sendo possível realizar a definição de valores fixos para estas pendências por parte dos clientes.
Suporte eGestor
Quando o boleto eGestor é devidamente habilitado na conta do cliente, o suporte do eGestor é responsável pela liberação de dois botões que podem ser usados em situações especiais. Além disso, o suporte verifica se existe algum retorno no banco. Mesmo que este processo de envio e recebimento de remessas seja totalmente automatizado, é possível forçar a verificação manual.
No caso do retorno manual, o sistema lista os boletos existentes que já foram registrados e filtra a data de vencimento de cada um deles. Também é possível adicionar estes boletos que foram registrados para a geração de um retorno manual.
Neste caso, basta marcar os boletos que deseja solicitar o retorno e então clicar na opção de “Processar retorno”, que os boletos pagos serão processados!
O eGestor é o sistema de gestão empresarial totalmente fácil e online para a sua micro e pequena empresa. Acesse o site e teste-o gratuitamente durante um período de 15 dias!
Em algum momento da sua vida profissional, você talvez já tenha ouvido falar nessa palavrinha: CRMs. Mas afinal, você sabe o que eles são? Para que servem e quais os principais benefícios para o seu negócio? Então você está no lugar certo.
É aqui que vamos lhe contar como funciona, quais são as vantagens e ainda por que esse sistema chegou revolucionando a forma de uma empresa se relacionar com o cliente.
Um sistema de Customer Relationship Management ou Sistema para Gestão de Relacionamento com o Cliente, é uma ferramenta muito utilizada pelos setores comerciais e de marketing em um negócio.
Além de poder gerenciar o atendimento aos clientes, armazenando documentos e informações em uma única plataforma, os sistemas de CRM possibilitam com que você compare o rendimento das vendas e analise essas referências para aprimorar seu negócio.
O CRM prioriza o consumidor, colocando-o como foco dos processos de um negócio, antecipando-se e mapeando suas necessidades. Trouxemos alguns dados importantes para comprovar que o Sistema de Gestão de Relacionamento com o Cliente é uma boa pedida.
Segundo o relatório de inbound marketing do Brasil e sites como o SmallBizCRM, um sistema CRM aumenta em até 40% o rendimento das vendas por cada representante comercial. O CRM lhe auxilia a conquistar novos leads, mantendo a sua empresa com uma carteira de cliente renovada e segura. Através dele, você encontrará cerca de 30% mais clientes novos para o seu negócio.
Outro fator que também deve ser considerado: mais de um terço dos gerentes de vendas brasileiros afirmaram que os CRMs aumentaram seus resultados. É claro que esses acréscimos são frutos de um bom desempenho funcional perante os clientes. Você terá o CRM como um suporte e auxílio para o dia a dia.
Se unirmos a plataforma de gerenciamento com uma boa equipe de vendas, seus negócios irão fluir a todo vapor. Você ainda não está convencido de que o Customer Relationship Management irá otimizar o seu desempenho? Então veja os principais benefícios desse sistema para o seu empreendimento.
1- Praticidade no armazenamento de informações
Uma das principais vantagens do CRM e que já foi brevemente citada anteriormente, é a possibilidade de salvar todos os dados de clientes, profissionais, contatos e parceiros em um único local.
Entre essas informações, podem ser incluídas cópias de documentos, contratos, arquivos, dados pessoais e históricos de conversas, proporcionando ao seu negócio uma realidade mais prática e econômica.
Durante uma negociação para venda, você pode consultar se o cliente já esteve em contato com a empresa, se gostou do atendimento, e em casos de suporte, se já passou pelo mesmo problema.
Imagine que você estava conversando com um cliente pelo telefone e simultaneamente, anotando as informações em um bloco de notas. Após terminar a ligação você acaba perdendo esse bloco e junto com ele todos os dados importantes. O que poderá ser feito agora?
É nesse momento que todos os benefícios de armazenamento somam-se ao fato de que todas as informações estão seguras e salvas no sistema, facilitando muito o seu trabalho. Caso exista um número grande de profissionais atuando na área comercial, os mesmos podem compartilhar todas essas informações e ainda atualizar em tempo real, tornando seu negócio sincronizado.
2- Controle suas tarefas e atividades
Pense na seguinte hipótese, você descobre em cima da hora que marcou por engano duas reuniões importantes para o mesmo horário. Como você irá proceder? Como escolher entre as duas? Bom, é preciso frisar que com um sistema de CRM, casos assim não iriam acontecer.
A ferramenta permite com que os integrantes do negócio possam agendar tarefas e atividades, desenvolvendo uma programação e conseguindo controlar os andamentos das ações. Você pode estar por dentro dos compromissos da sua equipe de vendas, concentrando as atividades em um só lugar e otimizando seu dia a dia.
O serviço de agenda poderá auxiliar sua empresa a otimizar uma política organizacional de tarefas e controlar a produtividade, não deixando a equipe às cegas.
3- Foque nos clientes e nos processos de venda
Ao invés de perder muito tempo buscando informações sobre os clientes, referências e soluções, você poderá apenas acessar o sistema de CRM e consultar o banco de dados salvo. Essa ferramenta acaba auxiliando na aproximação entre o negociante e o cliente, pois ele terá acesso ao histórico de ligações e fatos dialogados.
Durante o atendimento é complicado para quem está dos dois lados da linha, quando é preciso repetir várias vezes a mesma informação. Isso causa confusão e insegurança no procedimento.
Com o CRM você terá em mãos uma espécie de guia para solucionar os problemas: é provável que algum outro cliente já tenha passado pelo mesmo dilema e ligado para a sua empresa pedindo auxílio.
4- Utilize estratégias de funil e fluxo de venda da sua empresa
Você provavelmente deve conhecer a jornada do seu cliente até realizar a compra, mas e essa informação é utilizada? Com base nos dados salvos no sistema de CRM, a plataforma poderá conduzir o funil de vendas e identificar o fluxo de compra do seu consumidor, lhe informando como está o atendimento.
Durante um contato para venda, a ordem dos fatores, o fluxo das suas ações e das ações do seu cliente irão definir o sucesso do negócio. Quando você estiver em uma encruzilhada e precisa tomar uma decisão difícil, a ferramenta dentro do CRM irá apontar Gostou do texto? Que tal começar a aplicar as nossas dicas no processo de atendimento aos clientes em sua empresa?a melhor saída.
Podemos citar aqui um exemplo de como as estratégias de funil de vendas podem afetar diretamente os resultados do seu negócio: o corretor de imóveis Luiz Antônio Feversani, utiliza o site para imobiliária com CRM integrado e potencializa o entendimento da jornada de compra do seu cliente.
5- Mantenha sua empresa organizada e o cliente satisfeito
Um dos pilares do sistema de CRM é o gerenciamento de clientes e informações. No momento em que uma empresa estiver na posse de uma plataforma voltada para o atendimento, tendo acesso a uma gama de possibilidades de otimizar a experiência do cliente, seu caráter como organização irá mudar consideravelmente.
É algo que transcende o digital e proporciona uma nova forma de observar a organização, colocando o cliente em primeiro lugar e estabelecendo um melhor relacionamento da equipe. Outro ponto positivo é a fidelização do cliente, por que no momento em que a empresa funciona de forma ordenada e com enfoque no consumidor, a satisfação do cliente será uma consequência.
E na maioria das situações: um cliente satisfeito está muito propenso a retornar. Pense nos benefícios de um sistema CRM e não espere muito para aplicá-los dentro da sua empresa. Os números e os mecanismos de auxílio só comprovam que a tecnologia está otimizando cada vez mais a realidade do mercado!
** Por Redator Jetimob, autor principal do blog do sistema imobiliário Jetimob, formado por uma equipe multidisciplinar que trabalha com temáticas relacionadas a carreira de corretor, tecnologias da atualidade, vendas imobiliárias, marketing para o seu negócio e estratégias financeiras.
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