Saiba 13 indicadores de desempenho para o seu e-commerce

Saiba 13 indicadores de desempenho para o seu e-commerce

As lojas virtuais tem sido um modelo de negócio cada vez mais frequente no Brasil. Mesmo em tempos  de crise, o número de e-commerces no país cresceu 12% de 2016 para 2017 e o faturamento gerado pelas lojas virtuais foi de R$ 59,9 bilhões, segundo dados da pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).

Para este ano de 2018 a projeção é de um crescimento de 15% da quantidade destas empresas no mercado, e de um faturamento de mais de R$ 220 milhões até o final do ano. 

Apesar de ser um mercado lucrativo e em constante crescimento, empreendedores de e-commerce que não possuem uma rigorosa avaliação de desempenho de suas lojas virtuais, tendem a perder o controle do seu negócio e assim não obter o retorno esperado.

Mas você sabe como medir o desempenho de sua loja virtual? Quais são os melhores indicadores de desempenho para o seu e-commerce? É o que vamos falar ao longo deste artigo. Siga com a gente!

Como definir os indicadores de desempenho do seu e-commerce?

Os indicadores de desempenho de uma loja virtual podem variar de acordo com as metas de cada uma delas e assim devem ser analisados quais são os mais apropriados para cada um dos propósitos. Sendo assim, vamos agora exemplificar os principais indicadores de desempenho que podem ser utilizados para a mensuração de resultados de seu e-commerce. Confira!

1- Número de visitas no site

Quanto mais visibilidade o seu site possuir e mais visitas receber, obviamente há mais chances de novos clientes fecharem negócios com você. Sendo assim, utilizar uma ferramenta como o Google Analytcs é uma ótima maneira de visualizar o total de acessos em sua loja virtual no período que desejar saber.

2- Visitantes únicos e recorrentes

Pode ocorrer que alguns visitantes de seu e-commerce não efetuem a compra de um determinado produto na primeira vez em que acessarem a sua loja virtual.

Mas se a sua plataforma oferecer boas condições de navegabilidade, bons produtos e um layout convidativo, que desperte o interesse destes usuários, é bem provável que eles retornem a sua plataforma e efetuem a compra em outro momento.

Por isso, é importante avaliar quais dos usuários que visitaram o seu site retornam a plataforma em um segundo momento e quais deles realizam uma única visita e não efetuam nenhuma compra.

Conhecer os visitantes únicos e recorrentes é essencial para identificar as visitas que possuem uma maior propensão de compra e também para adotar novas melhorias que façam os visitantes únicos retornarem a sua plataforma de e-commerce.

3- Quais as páginas mais visitadas?

Identificar as páginas mais visitadas em sua loja virtual, vai lhe mostrar quais os produtos comercializados em seu e-commerce que apresentam uma maior procura por parte do público e quais deles não apresentam a mesma visibilidade, indicando que pode ser o momento de investir em novas estratégias de marketing ou apostar em promoções para não acumular produtos em excesso no estoque.

4- Fontes de visitas

Após saber a quantidade total de acessos ao seu site dentro de um determinado período, é preciso saber de onde vem a maior parte deste tráfego.

As pessoas encontram o seu site em sua maioria pelo Google? Pelo Facebook? Saber a origem dos seus acessos é essencial para que você consiga otimizar ainda mais as estratégias de marketing para estas ferramentas, de forma a continuarem gerando tráfego para o seu site e também para saber quais plataformas não estão trazendo o retorno esperado. 

5- Quantidade de vendas 

Supomos que seu e-commerce possui uma boa visibilidade, está obtendo um alto número de acessos diários, entretanto, estes acessos não estão sendo convertidos no que mais interessa: nas vendas. Seja por você não oferecer uma boa quantidade de produtos, não oferecer boas opções de pagamento online ou não apresentar uma boa velocidade de navegação em seu site.

São motivos que acabam fazendo com que os usuários não permaneçam tempo suficiente em seu site para efetivar as compras. Por isso é importante fazer uma mensuração diária da quantidade total de produtos vendidos e a partir de então, procurar identificar os motivos que levam a um baixo número de vendas e também analisar quais os produtos mais procurados pelos clientes.

Conferir esses números de uma forma diária, é essencial para que você possa comparar os resultados e a evolução de suas vendas.

6- Taxa de conversão de acessos em clientes

Como falamos anteriormente, outro indicador bastante importante é a taxa de conversão, que mede o quanto a sua loja virtual consegue transformar os visitantes do seu site em clientes efetivamente. A taxa de conversão é o percentual obtido a partir da divisão entre número de pedidos de compra pelo número de visitantes.

7- Taxa de rejeição

Assim como a taxa de conversão, a taxa de rejeição é um importante indicador de desempenho para o seu e-commerce. A taxa de rejeição aponta o número de usuários que abandonaram o seu site de uma forma imediata e não tiveram uma boa experiência de acesso.

Uma alta taxa de rejeição pode ser resultada de vários fatores, como baixa velocidade no site, layout confuso e desagradável para os olhos do usuário, links quebrados, alta complexidade no processo de checkout do site, dentre outros aspectos. Fique atento a e busque ao máximo aprimorar todos estes fatores em seu e-commerce.

O cálculo do percentual de rejeição deve ser feito pela razão entre o número de pessoas que não completaram o check out pelo número de pessoas que iniciaram o processo de compra e então multiplicar o valor obtido por 100.

Se o índice de rejeição de seu e-commerce estiver acima de 65%, é sinal de repensar seriamente a navegabilidade do seu site e oferecer melhores alternativas de pagamento aos clientes.

É importante identificar em quais momentos o visitante deixa de acessar a sua loja virtual. No processo de checkout? Visualização de produtos? Assim é possível enxergar com clareza qual ferramenta de seu e-commerce deve ser melhorada, de forma a diminuir este abandono.

8- Taxa de abandono de carrinho

De nada adianta se os usuários permanecerem um grande período de tempo em seu site e encontrarem boas condições de navegabilidade, se na parte de efetuar a compra de determinado produto, acabam encontrando muitas dificuldades e assim abandonam o seu site justamente neste processo.

O número de pessoas que abandonam o seu e-commerce na etapa de compra é o que chamamos de taxa de abandono de carrinho. Os motivos que levam a essa desistência de compra em sua loja virtual, podem estar ligados a exigência de uma série de dados cadastrais, poucas opções de pagamento e dificuldades para chegar até o processo de checkout.

9- Custo de aquisição do cliente

O custo de aquisição do cliente ou CAC é responsável por medir o valor total que foi investido em ações voltadas para a conversão de visitantes em clientes. Para se calcular este indicador, basta dividir o valor total investido nas estratégias de conversão dividido pelo número de clientes gerados por essas estratégias. 

10- Ticket médio

Também conhecido como valor médio de produto, o ticket médio tem como principal objetivo analisar a quantidade média do faturamento total obtido pelo seu e-commerce dividido pelo número de pedidos de compra.

É importante ressaltar que em caso de o valor do custo de aquisição do cliente for superior ao valor de ticket médio, isso quer dizer que os custos para atrair um novo cliente são maiores do que os valores consumidos pelos clientes propriamente, o que gera um prejuízo no seu fluxo de caixa.

11- ROI

O Retorno Sobre Investimento (ROI), é um dos principais indicadores de desempenho para empresas de todos os tipos. O ROI permite analisar os resultados obtidos por diferentes ações estratégicas em determinado período. Vamos supor que você apostou na otimização das redes sociais para gerar mais clientes em seu e-commerce em um determinado mês. Neste caso, para se calcular o valor percentual ROI deve-se realizar o seguinte cálculo:

  • Retorno sobre investimento ( o número de clientes obtidos) – valor total de investimento da ação / total de investimento da ação x 100

12- Lifetime Value

Conforme falamos anteriormente, é importante que os seus usuários tenham uma boa experiência de navegabilidade em seu site e não abandonem a sua loja virtual rapidamente. Sendo assim, o Lifetime Value é um indicador de desempenho muito importante, pois indica o tempo total que um determinado consumidor permaneceu em sua plataforma.

Se o seu Lifetime Value é baixo, é sinal de que os usuários não possuem uma boa experiência em sua loja virtual e vão em busca de lojas concorrentes. 

13- NPS

O NPS (Net Promoter Score) nada mais é do que uma pesquisa de satisfação com os atuais consumidores de seu e-commerce. Em uma escala de 0 a 10, você solicitará com que seus clientes avaliem o quanto eles recomendariam a sua loja virtual para outras pessoas.

Neste indicador de desempenho, os clientes que responderem a pesquisa, podem ser avaliados de acordo com a seguinte classificação:

  • Promotores: são os consumidores que possuem uma visão extremamente positiva da sua empresa, que avaliaram o NPS entre 9 ou 10, e que sendo assim, recomendariam o seu e-commerce para várias pessoas;
  • Neutros: são os consumidores que avaliam a sua loje entre 7 e 8. São clientes que gostaram da experiência de compra em sua loja virtual e a recomendariam positivamente, mas acreditam que pode melhorar em alguns aspectos. 
  • Detratores: são consumidores que avaliam a sua empresa com uma nota inferior a 7, que muito provavelmente não recomendariam a sua loja virtual para outras pessoas e até mesmo podem vir a divulgar uma imagem negativa de sua marca.

Sendo assim, para se obter o percentual de NPS de sua loja virtual é preciso calcular a diferença entre o número de clientes promotores com o número de detratores.

Para se ter uma base, um NPS entre 75 e 100% representa que a sua loja virtual consegue causar uma boa experiência de compra em seus consumidores e estes tendem a se fidelizar com o seu negócio, além de divulgar positivamente o seu e-commerce. Um NPS entre 50 e 74% demonstra qualidade, mas existem aspectos que podem ser melhorados.

Se o percentual obtido estiver entre 0 e 49% é sinal de que os clientes consultados possuem uma visão negativa de sua loja virtual, com poucos aspectos positivos. Em caso de o NPS estar entre -100 e 1% é sinal de que a situação é muito crítica e sua loja virtual precisa ser totalmente remodelada.

Conclusão

Como podemos perceber, existem diversos indicadores de desempenho que podem ser analisados em seu e-commerce. Cabe a você, escolher os que mais se adequam as metas e necessidades da sua empresa, de forma a mensurar os seus resultados por meio de indicadores objetivos e que realmente auxiliem na sua tomada de decisão.

Afinal, mais do que satisfazer a sua curiosidade sobre números obtidos por seu e-commerce, estes indicadores podem ser importantíssimos para indicar possíveis implementações de novas estratégias, melhorias no site e permitem medir a satisfação da sua clientela de uma forma geral.

Empresas que não possuem uma criteriosa avaliação de seus resultados não estão aproveitando possíveis oportunidades de crescimento e podem estar investindo em ações completamente desnecessárias e que não geram nenhum tipo de resultado!

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Parceria empresarial: saiba todos os benefícios

Parceria empresarial: saiba todos os benefícios

Formar uma parceria empresarial pode ser extremamente benéfico para as empresas envolvidas. As parcerias são ótimas alternativas tanto para oferecer um diferencial para a sua clientela, quanto para atingir a um público mais amplo.

Isso se da principalmente devido ao fato de que com a parceria, as empresas indicam para a sua clientela os produtos ou serviços de suas parceiras ou então oferecem descontos para os clientes dessas respectivas empresas.

Com a cooperação mútua, ambas as empresas envolvidas possuem uma grande possibilidade de crescer financeiramente e expandir as suas respectivas marcas.

Com a indicação por parte de outras empresas, as parcerias empresariais tornam-se maneiras muito mais baratas de atrair novos clientes. Além destes fatores, as parcerias ainda podem oferecer algumas outras vantagens para a sua empresa, as quais veremos a seguir:

Maior visibilidade no mercado

Com a divulgação de seus produtos ou serviços por uma empresa parceira, sua marca se tornará conhecida por um público muito mais abrangente, que em um primeiro momento ainda não é consumidor de sua empresa, mas pode ter o interesse despertado a partir da divulgação por parte de seu parceiro.

Sendo assim, as parcerias empresariais são ótimas ferramentas de marketing e propaganda para a sua empresa, aumentando consideravelmente o alcance de sua marca!

Ganho de produtividade

Em muitas parceria de negócio, as empresas envolvidas além de cooperarem mutuamente no processo de vendas, também auxiliam no processo de produção uma das outras, otimizando assim a produtividade de ambas e facilitando os processos operacionais.

Somas de qualidades

O princípio básico de uma parceria empresarial é a cooperação mútua entre as empresas, certo? Sendo assim, você deve buscar parceiros que complementem o seu negócio e possuam um público com interesses semelhantes aos que a sua empresa atende.

Desta forma, os parceiros envolvidos no negócio tornam-se empreendimentos mais completos e eficientes. Se você possui um ótimo produto mas não consegue realizar uma divulgação adequada, por exemplo, formar uma parceria com uma agência de publicidade ou marketing digital pode ser uma excelente alternativa para melhorar as suas estratégias de marketing.

Da mesma forma, essas agências podem a partir do seu produto oferecer um diferencial para a sua clientela.

Como encontrar a melhor parceria empresarial?

Agora que já falamos a respeito das vantagens de formar uma parceria de negócios, vamos lhe mostrar algumas dicas de como encontrar os melhores parceiros e selecionar alguns importantes critérios que devem ser utilizados na escolha dessas empresas. Confira!

Busque parceiros complementares

Conforme citamos anteriormente, a troca de benefícios é absolutamente imprescindível para o sucesso de qualquer parceria empresarial.

Sendo assim, é importante estudar o mercado e analisar as diferentes possibilidades, de forma a encontrar empresas parceiras que tragam um diferencial para o seu trabalho e vice-versa.

Vamos citar exemplos práticos de parcerias de negócios complementares, para que fique mais claro:

  • Vamos supor que você possui uma distribuidora de bebidas e atende tanto a consumidores finais, quanto a estabelecimentos comerciais como bares, restaurantes e empresas produtoras de festas e eventos. Formando uma parceria com esses estabelecimentos, essas empresas podem receber prioridade na compra de suas bebidas e ao mesmo tempo indicar a sua distribuidora para os clientes, já que tanto o público de sua distribuidora, quanto o público desses estabelecimentos possuem o interesse no consumo de bebidas;
  • O dono de uma academia de musculação, por exemplo, pode formar uma parceria com uma loja de suplementos alimentares, que neste caso ofereceria desconto aos clientes da academia na compra de seus produtos. Da mesma forma, o dono da academia pode comprar suplementos alimentares dessa loja e revendê-los como um diferencial para os clientes;

Nestes exemplos, as empresas parceiras atendem a um público semelhante e dessa forma complementam o serviço umas das outras.

Realize um estudo interno da sua empresa

Fazer uma análise aprofundada dos processos internos da sua empresa é de suma importância para identificar as principais forças e fraquezas do seu negócio.

A partir deste estudo, deve-se pensar como parceira alguma empresa que possua como ponto forte aspectos o qual o seu empreendimento deixa a desejar, de forma a suprir algum ponto negativo da sua empresa.

Escolha parceiros que estejam alinhados com os seus objetivos

Na hora de buscar parcerias de negócio, é absolutamente essencial que você procure empresas que assim como a sua, também estejam em busca de crescimento no mercado.

Se a sua empresa é ambiciosa e possui boas perspectivas de crescimento, formar parcerias com empresas estagnadas e acomodadas no mercado pode não ser uma boa opção, já que podem não corresponder as suas expectativas, tornando a parceria um processo ineficiente.

É necessário que as empresas parceiras possuam uma visão em comum e estejam determinadas a crescerem juntos a partir da parceria.

Utilize o linkedin

Você como empresário, provavelmente deve possuir um perfil corporativo na rede social Linkedin, que é voltada para a realização de novos negócios em que as mais variadas empresas descrevem os seus ramos de atuação e interesses e assim, utilizam a plataforma como meio de divulgação para clientes, análise de currículos e recrutamento de novos profissionais, bem como para a busca de novas parcerias empresariais.

Se você ainda não costuma utilizar o Linkedin para essa finalidade, saiba que é uma alternativa bastante prática e que possibilita uma grande visibilidade para a sua empresa.

Deixe absolutamente claro o funcionamento da parceria

Em qualquer tipo de parceria empresarial é imprescindível que as empresas envolvidas esclareçam a seus parceiros como irá funcionar todos os aspectos que envolvem o negócio:

  • Como serão realizadas as estratégias de divulgação dos respectivos produtos ou serviços da empresa parceira?;
  • Em caso de revenda do seu produto ou serviço, qual a porcentagem será destinada a empresa parceira?;
  • Existe alguma meta de revendas por mês?;
  • Por quanto tempo se dará o contrato da parceria?;
  • Qual o tempo mínimo de permanência como empresa parceira?;

Avalie os resultados da parceria

Após o fechamento de negócio da parceria, é importante ter paciência e dar tempo para que a empresa parceira possa se adpatar totalmente ao processo e assim consiga dar o retorno esperado pela sua empresa.

Entretanto, se mesmo após ter paciência e esperar determinado período para avaliar os resultados da parceria e você perceber que a empresa parceira não está envolvida o bastante com o processo, é sinal de que a parceria não está sendo benéfica para a sua empresa.

Sendo assim, é importante manter uma avaliação constante do empenho e dos resultados obtidos por seus parceiros. Dessa forma, é possível propor melhorias nas estratégias de negócio ou em caso de situações muito negativas, propor o fim da parceria e partir em busca de novas parcerias.

💡 Você também pode gostar: Gestão empresarial: guia definitivo para o sucesso do seu negócio

Como funciona a parceria eGestor?

O eGestor está em busca de parcerias especialmente com empresas que prestam serviços de consultoria empresarial, assim como escritórios de contabilidade.

A parceria eGestor é uma grande oportunidade para que a sua empresa possa oferecer um diferencial para toda a sua carteira de clientes. Com a nossa parceria, sua empresa receberá um valor percentual de acordo com o número de seus clientes mensais que contratarem um dos planos profissionais oferecidos pelo eGestor.

Em troca, indicaremos a sua empresa para os nossos clientes que procurarem pelos serviços de suporte ou treinamento do sistema, aumentando assim as chances de você fechar novos negócios e conseguir mais clientes através da nossa parceria.

Através da parceria, sua empresa terá apenas o trabalho de indicar o nosso sistema, pois a nossa empresa ficará completamente responsável pelo processo de vendas e suporte aos clientes encaminhados pelo parceiro.

Ao fechar a parceria com o eGestor, sua empresa receberá um link para divulgação do sistema para os seus clientes. É importante ressaltar que mesmo em caso de recebermos um cadastro de uma pessoa que não seja cliente de sua empresa propriamente, mas que chegou ao eGestor através da sua divulgação, você receberá o valor mensal da parceria referente a essa divulgação.

Confira abaixo os percentuais de acordo com a quantidade de clientes obtidos pela empresa parceira:

  • 1 a 4 clientes: R$5 a 10 clientes: 20% sob mensalidade
  • 11 a 20 clientes: 25% sob mensalidade
  • 21 ou mais clientes: 40% sob mensalidade

O valor da mensalidade pago pela empresa parceira varia de acordo com o preço escolhido:

  • Plano Max: R$ 149,90 por mês (emissão de NF-e e boletos ilimitadas) 
  • Plano Premium: R$ 119,90 por mês (emissão de 150 notas fiscais e 150 boletos bancários por mês)
  • Plano Plus: R$ 89,90 por mês (emissão de 40 notas fiscais por mês)

Vantagens da parceria eGestor

A parceria eGestor oferece uma série de benefícios para a empresa parceira, tais como:

  • Um painel de controle para o gerenciamento de sua respectiva carteira de clientes;
  • Link de cadastramento no sistema que poderá ser usado tanto no website da empresa, quanto nas diferentes redes sociais;
  • Treinamento gratuito das ferramentas do sistema para uma posterior indicação;
  • Suporte técnico ao cliente indicado por meio de chat, telefones 0800 e e-mail;
  • Inclusão do nome da empresa parceira no painel de afiliados do web site do eGestor, assim como o nome dos responsáveis pela empresa;
  • A empresa de consultoria que se tornar parceira do eGestor receberá a nossa indicação por região ou cidade em que atua;

Regras da parceria eGestor

  • A parceria será iniciada a partir do momento em que a nossa empresa receber o contrato devidamente assinado pelo parceiro;
  • O contrato será mantido enquanto não ocorrer o cancelamento do mesmo;
  • Os cancelamentos de clientes do eGestor obtidos com a parceria serão realizados pela nossa equipe, com o mesmo procedimento que envolve os demais clientes;
  • O pagamento a empresa parceira será efetuado até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento da fatura dos clientes obtidos, que deve ser realizado até o último dia útil do mês anterior;
  • O consultor parceiro deve ter sua empresa constituída para que seja possível a emissão de uma nota fiscal de serviço, para que somente após este processo, possa receber os valores referentes ao comissionamento;
  • As empresas parceiras precisam conseguir obter pelo menos um cliente para o eGestor durante o período de seis meses para que sigam recebendo a porcentagem de comissionamento;
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7 pilares para favorecer a sua expansão de negócios

7 pilares para favorecer a sua expansão de negócios

Iniciar uma expansão de negócios é um assunto que deixa qualquer empreendedor animado. Afinal, caso obtenha-se sucesso, será possível atender mais clientes, gerar mais lucro e suprir um horizonte maior de necessidades no mercado. Contudo, não é tão simples!

Toda expansão deve ocorrer em momentos específicos, caso contrário, os resultados podem ser ruins. É importante que, internamente, haja predominância de pontos fortes e, externamente, oportunidades a serem aproveitadas.

Ainda é necessário que a empresa conte com uma liderança bem instaurada, que entenda a cultura organizacional e se comprometa com os valores da empresa.

Pensando em tudo isso, criamos este guia. Aqui você conhecerá os 7 principais pilares para uma expansão de negócios saudável. Continue a leitura e fique por dentro do assunto. Boa leitura!

1. Entenda o tipo de expansão que deseja realizar

Toda expansão deve ter um foco exato, até para facilitar a definição da estratégia, das metas e métricas de desempenho em curto/médio prazo. É possível expandir em quatro principais sentidos, confira:

  • em unidades de negócio;
  • em mix de produtos (bens ou serviços);
  • em tipos de clientes atendidos;
  • em canais de venda.

Imagine que o intuito é expandir em unidades de negócio. Será preciso formular uma estratégia e definir como esse objetivo será alcançado. Pode-se optar por franquiar a marca, abrir novas unidades ou adquirir unidades concorrentes, assim será possível atingir o objetivo desejado.

Por outro lado, se o intuito é expandir em canais de venda, deve-se focar na criação de um negócio omnichannel — que integre o mundo físico e o virtual.

O atual texto dá ênfase a expansão em termos de produtos (bens ou serviços comercializados) e clientes atendidos. Para estes, é preciso criar uma estratégia igualmente peculiar e capaz de converter ótimos resultados.

2. Tenha uma visão sistêmica do mercado

Toda empresa está inserida em um contexto maior e predatório, especialmente hoje. A verdade é que não há espaço para muitos erros, a concorrência logo percebe e tira proveito da sua fraqueza. Em que tipo de mercado você atua?

Para uma análise consistente, comumente, o mercado é dividido em dois blocos: o microambiente e o macroambiente. O macroambiente e formado por aspectos abrangentes (economia, leis, tendências, tecnologias etc.); e o microambiente ou ambiente-tarefa, formado por organismos mais próximos (clientes, concorrentes, fornecedores e órgãos reguladores).

Cada um desses fatores pode ser visto como uma oportunidade, favorecendo o crescimento; ou uma fraqueza, tornando ainda mais difícil sua expansão.

De modo geral, é indicado expandir em momentos de “bonança”, onde existem mais oportunidades que ameaças no mercado. Contudo, há, sim, empresas que expandem em meio a períodos de “turbulência”, fazendo-se primordial inovar.

3. Seja o melhor no que realmente importa

Para expandir em termos de produto ou perfil de clientes atendido, primeiro, é necessário cuidar da saúde do negócio. É crucial ser realmente bom no que importa para os clientes, garantindo que voltem mais vezes.

A verdade é que muitos gestores tentam ser os melhores em tudo — preço, atendimento, qualidade, velocidade de entrega. Não é preciso muito conhecimento para entender que essa é uma estratégia “furada”, que nunca dará certo.

Verifique o que é mais importante para os seus atuais e futuros clientes, depois busque ser o melhor, especificamente nisso. Toda expansão deve estar baseada na qualidade, garantindo um crescimento saudável e lucrativo.

4. Gerencie eficazmente o lucro da empresa

O lucro pode não ser um dos assuntos mais discutidos na gestão empresarial, porém, certamente é o mais importante para a sobrevivência da firma em curto prazo. Sem lucro, é impossível pagar os funcionários, credores, entregar valor aos clientes ou iniciar qualquer estratégia de expansão.

A gestão do lucro deve focar em três pontos: a construção de uma cultura que se importe com o assunto, a redução de custos e a correta precificação.

Como a construção da cultura é um processo de médio/longo prazo e o aumento dos preços pode afastar clientes, opondo-se à estratégia de expansão, o foco imediato deve estar na redução de custos não estratégicos.

O custo não estratégico é aquele que não tem potencial de melhorar a empresa ou criar negócios, sendo necessário apenas para sua existência. É possível destacar: aluguel do imóvel, água, energia e produtos de limpeza. Reduza-os!

5. Controle de produção e estoque da empresa

O excesso de produtos no estoque, sem saída, evidencia a falta de planejamento, compromete a lucratividade da empresa e o próprio plano de expansão. Por essa razão, a produção e o estoque também são considerados pilares.

Há dois principais modelos de produção: o empurrar e o puxar. No primeiro, o produto é produzido para depois ser vendido no mercado, sem que se tenha pedidos prévios. No modelo puxar, no entanto, coleta-se primeiro os pedidos para depois iniciar a produção, assim é possível ter saídas certas.

Na medida do possível, o ideal é mudar o modelo empurrar de produção para o modelo puxar, garantido que se tenha uma produção “enxuta”.

Também é importante gerenciar o estoque e garantir que se tenha o suficiente para as vendas, nem a mais nem a menos. Se o estoque por elevado demais, pode-se não ter a saída desejada, implicando em perdas futuras.

6. Gerencie o marketing e busque novas parcerias

Se o intuito é expandir, nada mais normal do que falar em marketing. Diferente do que muitos acreditam, essa área busca analisar o mercado e criar planos de ação para aproveitar suas oportunidades em benefício da organização.

Em primeiro lugar, é preciso analisar a nova gama de clientes que busca atender e como novos produtos podem ser desenvolvidos para suprir suas necessidades e desejos. Essa pesquisa pode ser feita por grupos focais, por exemplo.

Também é preciso analisar a concorrência e identificar seu atual mix de produtos, identificando em que diverge do seu. Essa técnica é conhecida como benchmark. O intuito não é copiar, porém, aprender com a concorrência.

Para que essas análises resultem na criação de produtos competitivos, ainda é preciso buscar novos parceiros. Procure por fornecedores com preços atraentes, condições favoráveis de pagamento e que deem o suporte pós-venda adequado.

7. Preze por processos inovadores

Por fim, é importante destacar a busca por processos inovadores. Especialmente em mercados muito competitivos, encontrar novas soluções para os problemas é essencial para se destacar da concorrência e alcançar uma fatia maior do mercado.

Todavia, para inovar é importante contar com toda a equipe de trabalho. Estimule os atuais profissionais a pensar “fora da caixa” e encontrar soluções para os problemas que existem há muito tempo.

Como se pode ver, cada um desses pilares é crucial para o plano de expansão. Ainda é importante considerar a implementação de um sistema de gestão empresarial (ERP), assim, será fácil otimizar o desempenho dos diversos recursos da empresa — finanças, estoque, vendas, processos e assim por diante.

Agora você entende os pilares para favorecer a sua expansão de negócios, certo? Aproveite para compartilhar nosso conteúdo nas redes sociais e permitir que seus amigos também fiquem por dentro do assunto!

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Freelancers precisam emitir nota fiscal?

Freelancers precisam emitir nota fiscal?

A condição de freelancer é uma boa forma para o profissional atuar no mercado, seja para conseguir uma renda extra — se já tem emprego formal —, seja como modalidade exclusiva de atuação.

Algumas empresas, por questões de custo-benefício ou pela própria natureza de sua atividade, preferem contratar freelancers em vez de funcionários formais.

Especialistas acreditam que, caso venha a ser aprovado pelo Congresso Nacional o projeto de lei que amplia as possibilidades de terceirização de serviços, a demanda por frilas deve crescer ainda mais.

Mas é comum uma dúvida, que parece ser um obstáculo: freelancers emitem nota fiscal? Esses profissionais emitem nota fiscal, mas não obrigatoriamente. O fato é que clientes podem exigi-la algumas vezes e, por isso, é bom estar pronto para não se ver em apuros se essa exigência for feita a você.

Poder emitir documentos fiscais também garante mais credibilidade a seu trabalho. É necessário se formalizar para ter essa possibilidade? Não, não é, embora a formalização possibilite, inclusive, prestar serviços ao setor público.

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Se você é um freelancer ou quer ser

1. Formalizar-se como MEI permite emitir nota fiscal e ter direitos

A modalidade MEI (Micro Empreendedor Individual) foi criada pelo governo federal, há menos de 10 anos, para permitir a formalização de pessoas que trabalham por conta própria e lhes garantir direitos previdenciários, como auxílio-doença e aposentadoria. E pode até contar com suporte do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas).

O custo para formalizar-se é baixo: cerca de R$ 50,00 mensais atualmente, correspondente à soma de 5% do salário mínimo, mais R$ 1,00 devido ao Estado e mais R$ 5,00 como tributo fixo ao município.

Pode se tornar MEI quem tem faturamento de até R$ 81 mil anuais e somente um empregado. A legislação própria prevê quais funções podem ser exercidas nessa modalidade.

Embora não estejam incluídas na lei algumas profissões regulamentadas, certas atividades desses segmentos estão no leque previsto pela lei.

Uma grande vantagem de ser um MEI é que não é obrigatório ter um contador, nem mesmo para a emissão da Declaração Anual (relação do que a empresa realizou no ano e valores recebidos).

É importante, também, procurar a prefeitura de sua cidade porque uma documentação complementar, como alvará de funcionamento, pode ser exigida em alguns casos, mesmo se a pessoa trabalha em sua própria residência.

A lei federal que trata de emissão de nota fiscal isenta o MEI da obrigatoriedade, mas, como dissemos, você pode emitir se o cliente exigir.

Um detalhe a considerar é que, atualmente, para um amplo universo de empresas, a nota fiscal deve ser obrigatoriamente eletrônica. Para saber se é o seu caso, você pode consultar o Portal NF-E.

Mas o fato de ser eletrônica, não é motivo para se assustar. Em muitas cidades do país, você pode fazer a emissão no portal de internet da prefeitura, que poderá te informar também eventuais exigências ou dar suporte necessário.

2. Microempresa com opção pelo Simples é saída em alguns casos

Opção bem mais antiga do que o MEI é a modalidade Microempresa adequada para quem quer ter mais de um sócio ou mais de um empregado, desde que o faturamento não ultrapasse R$ 360 mil anuais (R$ 30 mil mensais).

Microempresas, até por envolverem faturamento maior, têm mais obrigações legais (como a obrigatoriedade de nota fiscal) e mais tributos a pagar. Mas pode-se optar pelo Simples como forma de facilitar o recolhimento de impostos.

O que é o Simples? Nada mais do que um regime de tributação em que os impostos são pagos de forma unificada, com redução de custos — aliás, é o mesmo regime aplicável ao MEI.

3. Nota fiscal avulsa e RPA são opções se você não se formaliza

Se você atua como freelancer sem se formalizar (seja como proprietário de uma microempresa, seja como MEI), tem a opção de emitir nota fiscal avulsa.

Para isso, é preciso procurar a prefeitura de sua cidade, onde será possível se cadastrar para a emissão da nota em seu nome sempre que você precisar.

O município faz um desconto correspondente ao tributo municipal, o ISS (Imposto Sobre Serviços).

Outra alternativa é utilizar um RPA (Recibo para Pagamento de Autônomo) ou Recibo de Pagamento a Contribuinte Individual (RPCI), sua denominação atual. Normalmente, é a empresa que contrata seu trabalho que toma essa providência, mas o formulário de RPCI pode ser adquirido em papelarias e equivalentes.

Do valor a receber, o profissional tem de deduzir a contribuição à Previdência Social (INSS) e, em alguns casos, ao Imposto de Renda.

Se você contrata freelancers

Empresas que optam por recorrer a freelancers para a prestação de algumas atividades devem ter em conta que elas precisam emitir nota fiscal de serviços, mas o mesmo não precisa, obrigatoriamente, ser exigido dos profissionais que as atendem.

Os freelancers podem comprovar o recebimento do que foi pago por meio de recibos (como os RPAs, de que falamos acima).

Cabe à empresa avaliar a importância de exigir que o freelancer se formalize. Essa exigência pode ser a opção para evitar, por exemplo, que se crie um vínculo empregatício.

No entanto, esse risco pode ser evitado por meio de contrato que isente o profissional de cumprimento de horário ou de outras obrigações que o tornem equivalente a um empregado formal.

O que é e como funciona a compliance fiscal?

O que é e como funciona a compliance fiscal?

Ser um empresário bem-sucedido no Brasil é sinônimo de adotar uma boa dose de equilíbrio para enfrentar os inúmeros desafios quanto ao cumprimento das exigências fiscais e milhares de regras constantemente atualizadas.

Mas você sabia que a compliance fiscal pode te ajudar a facilitar seu cotidiano profissional?

Se você já ouviu falar, mas não sabe o que esse termo significa, descubra a importância desta ferramenta para “andar na linha”, controlar e organizar seus processos de maneira eficaz e promover um futuro melhor para o seu negócio. Confira!

Os desafios da área fiscal

Antes de revelar seu significado, vale relembrar a complexidade imposta pela legislação, com mudanças e atualizações constantes, que obrigam as organizações a seguir um calendário fiscal extremamente rigoroso.

Afinal, diante de um grande volume de informações de natureza fiscal, envolvendo o setor de vendas, compras, estoque, custos, números patrimoniais, transações bancárias e folhas de pagamento (ufa!) fica difícil manter um bom nível de concentração para atender todas as demandas.

Porém, andar em conformidade com a lei deve ser um preceito primordial para toda e qualquer pessoa jurídica, para que não seja submetida à penalidades e autuações, correndo o risco de executar erros graves e infelizmente comuns, tais como:

  • Emitir nota fiscal com erros, ou discrepâncias de crédito indevido;
  • Provocar desequilíbrio tributário com o cálculo indevido do NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul), para valor maior ou menor (ou até mesmo, digitar um código inexistente);
  • Calcular equivocadamente a alíquota do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços);
  • Lançar o Código Fiscal de Operações e Prestações, CFOP, incorretamente, relacionado às entradas e saídas de mercadorias, intermunicipal e interestadual.

Entenda o que é compliance fiscal

Derivada do inglês “to comply”, a palavra “compliance” significa cumprir uma norma, regra, comando ou pedido, atribuindo a melhoria dos procedimentos para executar um trabalho de forma competente.

No âmbito financeiro, esta palavra vem sendo difundida com o intuito de organizar as disciplinas fiscais para cumprir toda a regulamentação, diretrizes e políticas estabelecidas pela lei. Sendo assim, a compliance fiscal determina um conjunto de ferramentas para auxiliar neste domínio.

Para executar este feito, é necessário monitoramento constante, além de buscar um gerenciamento financeiro impecável para evitar qualquer desvio, incongruência ou falha humana.

Origem

No início dos anos 90, o conceito foi adotado pelas instituições bancárias como um sinônimo de adequações jurídicas.

Posteriormente, percebeu-se que as práticas da compliance poderiam ser implementadas em diversos outros processos internos, graças à abordagem ampla e precisa do termo, que vai muito além da interpretação de leis.

Dessa forma, a compliance ganhou destaque a nível fiscal mediante a demanda de conhecimento pleno dos processos financeiros e harmonização contábil, um ambiente propício para a utilização de procedimentos dinâmicos e carente de uma organização estratégica.

No entanto, ao adequá-la para o setor fiscal, a compliance demonstrou também outras vantagens, conforme você verá a seguir.

A importância dessa prática para as empresas

Até agora, você já entendeu que a compliance fiscal é um mét

odo de trabalho fundamental para gerenciar as informações e operações, de forma que nenhum dado deixe de ser declarado, certo?

Mas você sabe qual o impacto desta conformidade tributária para a sua empresa?

1. Valorização da companhia

Estar em compliance com as boas práticas equivale a atender aos padrões existentes atualmente e, mais que isso: destaca a companhia quanto ao reconhecimento em mercado, valorização e maior vantagem competitiva.

Isso implica em angariar descontos melhores em linhas de crédito e alavancar seus resultados em investimentos, entre outros benefícios valiosos para qualquer empreendimento, independentemente do seu porte.

Tudo isso porque a compliance representa a preocupação e o gerenciamento meticuloso de suas atividades. Adotá-la significa ganhar, automaticamente, maior credibilidade por parte de fornecedores, investidores, clientes, instituições bancárias e do próprio mercado.

2. Controle eficiente

Em relação as penalidades previstas em lei, o radar da compliance fiscal mantém-se atento para que seus resultados sejam sustentáveis em longo prazo, já que este controle permite:

  • Conferir as pendências que serão entregues em suas respectivas datas;
  • Controlar as demandas das entregas;
  • Fazer a guarda de arquivamentos digitais em arquivos xmls como a nfe, por exemplo;
  • Facilitar o acesso às obrigações exigidas que já foram entregues;
  • Monitorar as Certidões Negativas de Débitos (CNDs);
  • Realizar auditorias e cruzamentos de dados contábeis (escriturações) diária e mensalmente.

3. Alinhamento de obrigações

Outra contribuição positiva é o alinhamento das técnicas adotadas aos objetivos, missão e visão da corporação. Contudo, diante de um calendário de obrigações fiscais bem cheio, pode parecer complicado priorizar o cumprimento das datas e a melhoria das informações.

Por isso, a implementação das regras de compliance fiscal personalizadas, de acordo com seus objetivos, é indispensável para equilibrar todas as necessidades impostas pelo governo.

Tais adequações, certamente, atribuem maior solidez à marca e imagem no universo empresarial, contando com práticas específicas para controlar, de maneira assertiva, todas as etapas dos procedimentos exigidos pela Receita.

4. Maior segurança

Mesmo que você acredite estar tudo certo com suas declarações e prazos, a compliance investiga se o recolhimento é adequado ao segmento da sua empresa, e revela a importância de disciplinar o cotidiano operacional para o atendimento de exigências.

Além disso, este conjunto de normas também impulsiona seu comércio a um futuro promissor, graças a um vasto leque de melhorias, como:

  • Instauração da prevenção de fraudes;
  • Garantia da segurança da informação;
  • Elaboração de um planejamento de continuidade corporativa;
  • Execução de atividades de contabilidade internacional, fiscal e gerencial;
  • Auxílio quanto à gestão de riscos e de pessoas;
  • Atendimento à auditorias internas e externas.

Dito isso, fica claro que a compliance fiscal é um método que garante o auxílio às organizações ao instituir tarefas contábeis para que tudo ocorra da melhor maneira possível, diminuindo assim o risco de exposição ao Fisco.

Com isso, é preciso estar ciente da manutenção de informações seguras, para que sua empresa possa se desenvolver e comprovar para as autoridades fiscais e também para o mercado que está adotando as boas práticas.

Já que o governo vem adquirindo cada vez mais ferramentas tecnológicas específicas para fiscalizar as irregularidades das organizações, a compliance fiscal é um projeto decisivo para regularizar sua pessoa jurídica através da adoção de técnicas contínuas de controle.

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