O NIS e PIS são dois números importantes para a identificação dos trabalhadores e para o acesso a benefícios sociais e trabalhistas. Embora ambos se referem a identificações únicas, cada um possui uma finalidade distinta. O NIS é utilizado para fins de programas sociais, enquanto o PIS é vinculado ao vínculo empregatício e aos direitos trabalhistas. Entenda melhor a diferença entre eles, como consultar e gerar seu número e quais benefícios você pode acessar com cada um.
O que é NIS
NIS é sigla para Número de Identificação Social, código de 11 dígitos que serve para identificar o trabalhador. Assim ele garante que o funcionário tem direito aos benefícios do trabalho e sociais do governo. Com ele o empregador também consegue cadastrar o colaborador de forma mais fácil.
A Caixa Econômica Federal atribui esse número, por isso, ele não se restringe apenas aos trabalhadores. Qualquer pessoa inscrita em programas governamentais também têm o NIS, mesmo que não tenha carteira assinada.
Dessa forma, o NIS garante os benefícios da CLT ao trabalhador e conecta ele ao empregador e aos órgãos governamentais.
O que é PIS
O PIS (Programa de Integração Social) é um tributo pago pelas empresas para financiar benefícios destinados aos trabalhadores do setor privado. Criaram ele para beneficiar tanto o trabalhador quanto a empresa.
O FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) administra os valores arrecadados pelo PIS. Esses valores pagam benefícios como o abono salarial e o seguro-desemprego, por exemplo.
O PIS é diferente do PASEP (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público). O PASEP tem a mesma finalidade que o PIS, mas para servidores públicos.
Qual a diferença entre NIS e PIS
O NIS e o PIS são o mesmo número, mas com intuitos diferentes. A diferença entre NIS e PIS está no uso e na finalidade de cada número:
NIS (Número de Identificação Social): É um número atribuído pela Caixa Econômica Federal. Ele identifica cidadãos que podem receber benefícios sociais, como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC). Concedem ele principalmente a quem ainda não tem vínculo formal de trabalho.
PIS (Programa de Integração Social): É registrado quando o trabalhador tem a carteira assinada. O PIS usa o mesmo número do NIS, mas vincula-o ao histórico trabalhista do empregado. Ele também tem vínculo ao recebimento de benefícios como abono salarial e seguro-desemprego.
Ou seja, o NIS é um cadastro para programas sociais, enquanto o PIS é para a pessoa que entra no mercado de trabalho.
Como saber o meu PIS/NIS?
Para saber o número do PIS/NIS existem três formas:
Na carteira de trabalho física: O número do PIS/NIS pode estar anotado na primeira página ou em um carimbo do empregador. Pode ser encontrado como “Número de Inscrição Social”.
No aplicativo da carteira de trabalho: Se você não tem direito ao abono, o número não aparece na CTPS digital. Assim, para encontrar o número do NIS/PIS no aplicativo da carteira de trabalho digital é preciso conferir se há abono salarial. Para isso, clique nos três traços no canto inferior direito, em Benefícios e Abono salarial.
No site ou aplicativo do Meu INSS: No canto superior direito, clique no seu nome e depois em “Meu Cadastro”. O número do NIT/PIS/NIS estará disponível.
Em ligação:
INSS: Ligue 135 e informe seus dados.
Caixa Econômica Federal: Ligue 0800 726 0207 e escolha a opção do PIS.
Como gerar o NIS?
O NIS/PIS é gerado de acordo com a sua situação:
1. Se você nunca trabalhou com carteira assinada
O NIS é gerado quando você se cadastra em programas sociais, como o Bolsa Família.
Para criar um NIS solicite o cadastro em um agência da Caixa Econômica Federal com seu RG, CPF e comprovante de residência.
2. Se você vai começar a trabalhar com carteira assinada
O empregador é responsável por cadastrar o funcionário no eSocial e gerar o PIS.
O PIS é automaticamente criado a partir do NIS (caso você já tenha um).
3. Se você é um trabalhador autônomo e quer um PIS/NIS
Você pode solicitar um Cadastro de Contribuinte Individual no Meu INSS (meu.inss.gov.br) ou em uma agência do INSS.
Isso gera um número NIT, que tem a mesma função do NIS/PIS para quem contribui por conta própria.
Caso tenha dúvidas, pode ligar para o INSS (135) ou a Caixa (0800 726 0207). Assim, é possível confirmar se já tem um número atribuído antes de tentar gerar um novo.
Romaneio é um documento auxiliar utilizado no transporte e na distribuição de mercadorias. Ele serve para listar e detalhar os itens que estão sendo enviados, com informações como descrição, quantidade, peso, e o destino das mercadorias.
O romaneio é muito importante para o controle logístico, porque ele acompanha as mercadorias durante o trajeto. Assim, ao chegar no destino final, ele é utilizado para conferir os produtos e garantir o recebimento. Mas, também, é possível usar para emitir notas fiscais, controlar o estoque e calcular o frete.
Por ser um documento auxiliar ele não substitui os documentos fiscais. Dessa forma, ele deve acompanhar o documento e a mercadoria.
O romaneio é um documento obrigatório, de acordo com a Instrução Normativa SRF nº 680/2006 e o Decreto nº 6759/09. Mas, sua obrigatoriedade acontece apenas em situações específicas, por exemplo:
Deve-se usar o romaneio em transporte que atravessa uma fronteira internacional. Nesse caso o documento também serve para declaração aduaneira, declaração de importação e desembaraço de carga;
E deve-se usar o romaneio quando a carga for perigosa. Ou seja, em cargas como combustível, remédio e outros produtos que podem causar contaminação, ele é obrigatório.
Para que serve o romaneio?
O romaneio serve para organizar e documentar os itens que estão sendo enviados em uma entrega. Ele facilita a conferência de produtos, reduz erros logísticos e melhora a comunicação entre os setores da empresa e parceiros de transporte. Além disso, ajuda a garantir que as mercadorias cheguem corretamente. Isso significa chegar ao destino correto, no prazo estipulado e com todas as informações necessárias.
Tipos de romaneio
Existem três tipos de romaneio: de carga, de entrega e de transporte. Entenda o que é cada um deles:
Romaneio de carga
O romaneio de carga é o documento que tem a lista das mercadorias transportadas. Ele traz as informações de quantidade, pesos e tamanhos, por exemplo. Assim, ele garante uma conferência de carga mais rápida e eficiente. É obrigatório para cargas específicas, como no transporte de carga perigosas, por exemplo, e no desembaraço aduaneiro.
Romaneio de entrega
O romaneio de entrega serve para registro da entrega, auxiliando a conferir as mesmas. Ele precisa da assinatura de quem recebe como confirmação, mas não substitui o canhoto da nota fiscal. O documento deve conter os dados do remetente e do destinatário, assim como da transportadora, da nota e do romaneio de carga.
Romaneio de transporte
O romaneio de transporte tem como principal ponto o transporte da mercadoria. Assim, ele deve ter todos os dados do transporte, como dados do motorista, do veículo e das paradas. Porém, é importante que ele também tenha os dados da mercadoria que está sendo transportada. Tal como os outros, ele facilita a fiscalização, mas também ajuda a monitorar o deslocamento.
Quais os benefícios do romaneio?
O romaneio é um documento auxiliar que é obrigatório em alguns casos. Assim, confira alguns benefícios desse documento.
Redução de erros: Evita falhas no envio, como produtos trocados ou quantidades incorretas.
Maior controle logístico: Facilita a conferência dos itens, garantindo que tudo esteja correto antes do transporte.
Melhora na comunicação: Auxilia na troca de informações entre setores, transportadoras e clientes.
Otimização do tempo: Agiliza os processos de separação, conferência e entrega das mercadorias.
Aumento da satisfação do cliente: Garante que os produtos cheguem corretamente e dentro do prazo, reduzindo problemas e reclamações.
Facilidade na rastreabilidade: Permite acompanhar o status dos pedidos, evitando perdas e extravios.
Cumprimento de exigências fiscais: Auxilia na documentação necessária para a regularização das entregas.
Como é feito o romaneio?
O romaneio é feito seguindo algumas etapas essenciais para garantir um processo logístico eficiente. Portanto, veja o passo a passo.
Modelo de romaneio
Para fazer o romaneio é possível utilizar duas formas: manualmente com uma planilha ou automaticamente com um sistema.
Quando o romaneio é feito manualmente, em uma planilha, ele deve ser impresso em duas vias. Assim, uma dessas vias fica com a transportadora e a outra via deve ficar com o motorista.
Mas, quando o romaneio é feito por um sistema, ele tem um acesso mais fácil, facilitando o compartilhamento. Dessa forma, esse modelo não precisa ser impresso.
O que vai no romaneio
Mesmo não sendo um documento obrigatório, os dados que devem estar no romaneio são sempre os mesmos e devem estar lá. Assim, entre eles podemos citar:
1. Informações dos produtos:
Nome e descrição de cada item
Código de identificação (SKU ou código de barras)
Quantidade de cada produto
Peso e dimensões (se aplicável)
2. Informações do envio:
Número do pedido ou nota fiscal
Data de emissão e envio
Modalidade de transporte (rodoviário, aéreo, marítimo)
Observações sobre manuseio especial (frágil, perecível, inflamável)
Assinaturas ou carimbos de conferência
Qual a diferença entre romaneio e manifesto
A principal diferença entre o romaneio e o manifesto está na sua função dentro da logística:
Romaneio
É uma lista detalhada dos produtos que estão sendo enviados.
Serve para conferência interna da empresa, ajudando na organização dos itens durante o transporte.
Pode ser usado por diferentes setores, como expedição, estoque e transporte.
Não possui obrigatoriedade fiscal, sendo um documento interno de controle.
Manifesto
É um documento fiscal obrigatório que registra o transporte das mercadorias.
Contém informações legais e fiscais, como notas fiscais, dados do remetente, transportadora e destinatário.
É exigido pela legislação para garantir que a carga está regularizada perante órgãos fiscais.
É utilizado principalmente por transportadoras e precisa ser apresentado em fiscalizações.
Resumindo: o romaneio organiza e detalha os produtos enviados, enquanto o manifesto formaliza o transporte das mercadorias perante a legislação.
Qual a diferença entre romaneio e nota fiscal?
A diferença entre romaneio e nota fiscal está na finalidade e no caráter legal de cada documento:
Romaneio
É um documento interno usado para listar e organizar os produtos em uma entrega.
Serve para facilitar a conferência de mercadorias e melhorar a logística.
Pode incluir detalhes como nome dos produtos, códigos SKU, quantidades e destino.
Não tem validade fiscal ou tributária, sendo apenas um apoio operacional.
Nota Fiscal
É um documento fiscal obrigatório, emitido para registrar a venda ou movimentação de mercadorias.
Contém informações como valor dos produtos, impostos, dados do remetente e destinatário.
Tem validade jurídica e tributária, sendo exigida pela legislação para controle fiscal.
Deve acompanhar a mercadoria durante o transporte para evitar penalidades.
Resumo: o romaneio é usado para controle logístico e organização da carga. Enquanto a nota fiscal tem validade legal e é obrigatória para transações comerciais e fiscais.
A Importância do romaneio no gerenciamento logístico
O romaneio é um documento essencial para a logística. Ele garante maior controle sobre os produtos transportados, reduzindo erros e otimizando os processos de entrega. Embora não tenha validade fiscal, ele desempenha um papel fundamental na organização das mercadorias e na comunicação entre setores, transportadoras e clientes.
Além disso, seu uso correto contribui para a rastreabilidade dos pedidos e para a satisfação dos clientes, evitando atrasos e extravios. Com a possibilidade de ser feito manualmente ou por meio de sistemas automatizados, o romaneio se adapta às necessidades de cada empresa. Assim, ele se tornando um aliado estratégico na gestão logística.
Portanto, investir na padronização e no aprimoramento do uso do romaneio é fundamental para a eficiência logística. Com isso, as entregas se tornam mais rápidas, seguras e organizadas. Além disso, a empresa fortalece sua operação e aumenta a confiança dos clientes.
Manter as finanças da empresa sob controle é um dos maiores desafios de quem empreende. E o fluxo de caixa é a principal ferramenta para isso. Neste guia, você vai aprender o que é, como fazer e como usar o fluxo de caixa para tomar decisões mais seguras no seu negócio.
O que é o fluxo de caixa? O fluxo de caixa é o controle de todos os valores que entram e saem do financeiro da empresa.
Qual o objetivo do fluxo de caixa? O objetivo do fluxo de caixa é garantir a saúde financeira do negócio. Desse modo, ele assegura que a empresa tenha capital para cumprir suas obrigações.
Como fazer o fluxo de caixa? O fluxo de caixa pode ser feito através de um sistema de gestão empresarial, como o eGestor.
O fluxo de caixa é o registro das entradas e saídas de dinheiro da empresa. Geralmente, a empresa pode medi-lo em um período definido, de uma semana a um ano. Além disso, o controle pode ser relativo a períodos promocionais ou a campanhas específicas.
Para que esse processo funcione, é preciso conhecer todos os valores que entram e saem. Aliás, a empresa deve fazer esse acompanhamento de forma constante. Em outras palavras, toda vez que a empresa realiza uma venda ou compra, o dinheiro entra ou sai do caixa.
Para facilitar essa tarefa, a empresa pode fazer o controle do fluxo de caixa em uma planilha ou sistema de gestão. Afinal, esses recursos mostram a situação financeira do negócio, incluindo o valor disponível e quanto a empresa precisa pagar.
Todos os recebimentos
Os recebimentos são todos os valores que entram no caixa da empresa, podendo esse ser físico ou a conta no banco, por exemplo. Assim, são recebimentos:
Vendas, a vista e a prazo;
Recebimento de duplicata;
Empréstimos;
Financiamento.
Todos os pagamentos
Os pagamentos são todos os valores que saem do caixa, de novo, podendo ser o caixa físico ou a conta bancária. Assim, eles podem ser:
Compras de produtos ou matérias-prima, a vista e a prazo;
Pagamento de despesas;
Pagamento de impostos.
Como fazer o Fluxo de Caixa?
Agora que você já sabe o que é o fluxo de caixa, chegou a hora de fazer o da sua empresa. Não sabe como? A gente ensina passo a passo!
Especifique as entradas e saídas da empresa
Os principais elementos utilizados no fluxo de caixa são as entradas e saídas, ou seja, as receitas e as despesas. Com elas, é possível fazer a análise de fluxo de caixa completa. Um exemplo de fluxo é:
Saldo anterior
Receitas
Despesas
Saldo atual
Resultado do mês
R$ 100,00
R$ 200,00
R$ 190,00
R$ 110,00
R$ 110,00
Entradas
As entradas são representadas por todos os recebimentos das empresas. Geralmente, os ingressos vêm de vendas de mercadorias ou de serviços prestados. Contudo, outros valores também podem representar entradas e devem ser registrados.
A primeira e melhor delas, é claro, são as receitas. Ou seja, registro de absolutamente todo o dinheiro que entrou no caixa da empresa.
É importante anotar em seu sistema a origem de cada valor, a forma de pagamento e a data do recebimento.
Alguns exemplos de entradas que interferem no fluxo de caixa:
recebimento de venda;
recebimento de duplicatas;
financiamentos ou empréstimos;
capital de novos sócios ou acionistas.
Data
Conta
Valor
Forma de pagamento
Status
03/04
Venda
R$ 300,00
Dinheiro
Pago
04/04
Venda
R$ 64,00
Cartão
Em aberto
10/04
Venda
R$ 115,00
Dinheiro
Pago
Saídas
As saídas, ou desembolsos, são os valores que a empresa paga para operar, como salários, fornecedores e contas diversas. Além disso, elas incluem custos fixos e variáveis. Por isso, é fundamental registrar cada gasto sem exceção para manter um controle financeiro eficaz.
Vamos analisar os custos, começando pelas contas fixas. Elas são despesas recorrentes e obrigatórias para a empresa funcionar, como aluguel e folha de pagamento. Assim, mesmo com pequenas variações mensais, seus valores são previsíveis e devem ser registrados sempre.
Em contrapartida, os custos variáveis oscilam a cada mês. Muitas vezes, esses custos vêm de emergências ou imprevistos que afetam a operação. Por exemplo, pode ser a contratação de um serviço ou o conserto de um equipamento.
Ainda, é preciso considerar as compras parceladas. Para isso, projete o pagamento de cada parcela para a sua data correta. Dessa forma, o controle será mais preciso. Além disso, esse cuidado contribui para o planejamento e ajuda a criar novas estratégias para aumentar os lucros.
Alguns exemplos de saídas no fluxo de caixa:
compras (fornecedores);
despesas;
impostos;
juros;
dividendos.
Data
Conta
Valor
Forma de pagamento
Status
06/04
Fornecedor
R$ 235,00
Dinheiro
Pago
08/04
Internet
R$ 102,58
Dinheiro
Pago
22/04
Frete
R$ 78
Cartão
Pago
Regimes de análise
Ao iniciar o fluxo de caixa, muitos se perguntam: registrar as movimentações quando acontecem ou apenas na data do pagamento?
No entanto, a resposta não é simples, pois depende.
Isso porque existem dois tipos de regime para facilitar esse processo: o de caixa e o de competência. Sendo assim, é de extrema importância que o processo a ser usado seja definido no início do controle.
Regime de caixa
O regime de caixa do fluxo de caixa é quando o valor só é contabilizado ou descontado quando ele efetivamente entra ou sai. Dessa forma, os dados são ainda mais precisos.
No regime de caixa, se a empresa fez uma compra de R$ 100,00 à vista, ela contabilizará o valor no caixa, por exemplo. Por exemplo, imagine que a empresa parcelou uma compra em 5 vezes. Nesse caso, a empresa insere os R$ 20,00 de cada parcela apenas quando os paga.
Regime de competência
O regime de competência do fluxo de caixa é o oposto do regime de caixa. Ou seja, a empresa insere os valores no controle na hora da venda, lançando-os como receita ou entrada de caixa.
Dessa forma, se a empresa parcelar uma compra, ela registrará o valor total como saída. A partir daí, a empresa lançará as parcelas futuras como contas a pagar, no passivo circulante. Por outro lado, a empresa lançará as parcelas que vencem no próximo exercício no passivo não circulante.
⚠️ Esse é o regime obrigatório para todas as empresas, para apuração de obrigações trabalhistas, previdenciárias e tributárias. Quem o define como obrigatório é o Artigo 225 do Decreto nº 3.048 e a CLT.
Onde fazer o controle de fluxo de caixa?
Existem algumas ferramentas que facilitam o controle do fluxo de caixa. Por exemplo, a planilha de fluxo de caixa e um sistema específico para isso.
📒 Caderno
Não gera relatórios
Ordenação ou filtros de dados importantes inexistente
Sem dados importantes da empresa
Tempo de anotação de vendas maior que o ideal
📉 Planilha
Apenas um usuário pode preencher as informações a cada vez
Não tem integração
Relatórios muito limitados
Tempo perdido utilizando ferramentas como excel
Não tem suporte
eGestor
Integração com outros setores, como de vendas, compras, financeiro, estoque e notas fiscais
Mais facilidade
Permissões por usuário
50 tipos de relatórios
Tudo simples e rápido
Planilha de fluxo de caixa
Um meio fácil de fazer esse controle é através de uma planilha de fluxo de caixa. Elas são uma maneira mais fácil pois já possuem todos os cálculos configurados. Assim, basta baixar a planilha de fluxo de caixa e inserir os valores da sua empresa.
Por isso, o eGestor criou a planilha de fluxo de caixa. Nela você pode inserir os dados previstos e os dados reais. Também, é possível dividir os valores no primeiro e no segundo semestre do ano.
Sistema de controle de fluxo de caixa
Ao contrário da planilha, o sistema de fluxo de caixa é a forma automatizada de fazer esse controle. Uma vez que ele integra todos os dados de todos os setores, ele consegue fazer uma administração melhor da empresa.
Ainda, ele faz com que não se perca tanto tempo na hora de cadastrar as informações. Isso ocorre porque o sistema integra os setores, evitando assim o retrabalho. Dessa forma, as informações não são cadastradas mais de uma vez em planilhas diferentes.
Exemplo de fluxo de caixa
O fluxo de caixa é o registro de todas as entradas e saídas de valores. Por isso, para fazê-lo, é necessário ter os dados da transação. Por exemplo, uma empresa recebeu R$ 200,00 pela venda de um produto, e o cliente pagou com cartão. Então essa venda deve estar registrada.
Em seguida, a empresa pagou uma conta de água de R$ 120,00, retirando o valor do caixa físico. Isso também deve constar no controle.
A empresa também deve incluir outras despesas no controle financeiro. Por exemplo, o pagamento da conta de internet no valor de R$ 70,00.
Assim, esse é o exemplo de controle de fluxo de caixa:
Tipos de fluxo de caixa
É importante ressaltar que existem diferentes tipos de fluxo de caixa que podem ser analisados em sua empresa.
Fluxo de caixa projetado
O fluxo de caixa projetado tem como objetivo tentar prever e prevenir os riscos para uma empresa. Dessa forma, a companhia consegue estimar se necessitará de um empréstimo bancário, por exemplo.
O inverso também acontece: se o prognóstico for positivo, será viável investir em novas operações com mais segurança e tranquilidade. Assim, ele fornece uma visão aprofundada da movimentação de todos os recursos. Além disso, pode apontar soluções para curto, médio e longo prazos.
Na primeira situação, essa conta serve para estimar o quanto existe de dinheiro sobrando ou faltando no caixa. Para o prazo maior, entretanto, as opções do que fazer com o fluxo de caixa projetado são mais vastas.
Abaixo, listamos algumas das aplicações para esse método.
Objetivos de longo prazo do Fluxo de Caixa Projetado
O fluxo de caixa descontado é utilizado para medir o valor de uma empresa. Ou seja, o tipo descontado se utiliza de dados como projeções e descontos para chegar a esse valor.
Fluxo de caixa operacional
O fluxo de caixa operacional contabiliza os ganhos e gastos da empresa. Para isso, ele considera os juros, os impostos e a desvalorização da companhia.
Cálculo do fluxo de caixa operacional
A contagem do fluxo de caixa operacional segue esta fórmula:
FCO = LAJIR (Lucro Antes de Juros e Impostos de Renda) + Desvalorização – Impostos LAJIR.
Então, vamos para um exemplo prático.
Imagine que uma empresa chegou a um LAJIR de R$ 50 mil. Além disso, ela apresentou desvalorização de R$ 15 mil e recolheu R$ 20 mil em impostos. A conta ficará assim:
50.000 + 15.000 – 20.000 = 45.000
Assim, nesse contexto, seu empreendimento teria gerado um fluxo de caixa operacional da ordem de R$ 45 mil.
Fluxo de caixa livre
O fluxo de caixa livre é a quantia disponível em determinado momento. Além disso, esse cálculo leva em conta os investimentos e as necessidades de capital de giro.
Assim, esse cálculo mostra o total de dinheiro desimpedido da empresa. Depois disso, a empresa separa desse montante os valores para manter e expandir ativos. Na prática, ela também usa essa modalidade para definir os repasses a acionistas.
O fluxo de caixa livre, contudo, também tem outra função muito importante. Ele dará mais segurança nas escolhas da empresa ao fazer novos negócios. Afinal, sabe-se que há o suficiente para conservar e até para ampliar as atividades da companhia.
O fluxo de caixa livre, portanto, tem de ser positivo. Nesse sentido, a comparação com períodos anteriores é importante para achar causas de possíveis resultados negativos.
Dessa forma, o gestor percebe se ocorreu comportamento sazonal relevante. Por exemplo, uma fábrica vende ventiladores e registra uma queda nas vendas em julho, época de frio. Assim, esse motivo provavelmente explicaria o mau desempenho.
Além disso, essa análise financeira permite aos administradores equilibrar melhor a balança entre a busca por novas oportunidades e uma situação segura. Afinal, não manter os pés no chão é um dos principais equívocos cometidos no cálculo do fluxo de caixa.
Isso porque, muitas vezes, as expectativas não são alcançadas da maneira como foram planejadas.
Demonstrativo do fluxo de caixa livre
(=) receitas líquidas
(-) custos de vendas
(-) despesas operacionais
(=) EBIT (da sigla em inglês “Earnings Before Interest and Taxes”, ou “Lucro antes de Juros e Imposto de Renda – LAJIR).
(+) depreciação e outros ajustes de despesas
(=) EBITDA (da sigla em inglês “Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization” ou “Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – LAJIDA)
(-) impostos em relação ao lucro
(=) montante gerado com as vendas
(-) investimentos (permanentes e circulantes)
(=) Fluxo de Caixa Livre
Fluxo de caixa para investimentos
O fluxo de caixa para investimentos é o valor que sobra depois de descontados os passivos da empresa. Assim, com o resultado dessa diminuição, é possível avaliar futuros investimentos da empresa, se é possível e viável realizá-los.
A importância do fluxo de caixa
A falta de gestão financeira de empresas prejudica demais a sua operação em curto ou médio prazo. Além disso, um problema como atraso em pagamentos de credores pode afetar a manutenção do negócio. Por essa razão, pode faltar dinheiro suficiente para suprir as necessidades imediatas.
Mas é importante salientar que, para ser rentável, uma empresa não precisa necessariamente ter bastante liquidez. Portanto, saber fazer uma gestão apropriada pode fazer a diferença e compensar uma eventual limitação financeira.
Para o fluxo de caixa dar certo, é preciso ter bastante atenção. Assim, são essenciais para esse controle anotações que correspondam à realidade. Nesse sentido, é fundamental não esquecer de passar os valores para a planilha ou para um sistema mais tecnológico. Afinal, esses são os mínimos cuidados requeridos para um eficaz controle financeiro.
De preferência, este fluxo deve ser atualizado diariamente para evitar posteriores erros. Entretanto, aceita-se também que o controle seja semanal, desde que nada passe batido durante a transferência dos dados.
Essa documentação das movimentações da empresa, além de evitar a perda de dados importantes, também ajuda a detectar falhas. Por exemplo, a falta de dinheiro em caixa pode ser percebida antes de causar um efeito mais nocivo.
Benefícios de controlar seu fluxo de caixa
O fluxo de caixa permite que você saiba de onde veio cada centavo acumulado na conta. Além disso, garante que você se mantenha atento para identificar para onde o dinheiro está indo.
Ele é uma ferramenta decisiva para aqueles que querem empreender e crescer. Inicialmente, também ajuda na gestão financeira de empresas.
Com o fluxo de caixa, por exemplo, é possível evitar pagamentos de multas e juros. Isso acontece porque ele melhora a organização financeira da empresa.
No caso dos títulos a receber, o fluxo de caixa auxilia na objetividade da cobrança. Assim, quando um cliente atrasa um pagamento, a identificação se torna mais fácil. Como resultado, o processo de cobrança é mais rápido e pode diminuir a inadimplência em sua empresa.
Outra possibilidade é a projeção do fluxo de caixa. Dessa forma, com o uso do fluxo de caixa projetado, é possível saber antecipadamente se a empresa terá capital para o futuro.
Caso seja verificado que a organização passará por dificuldades, o gestor poderá buscar capital com melhores prazos, condições e taxas. Além disso, se a empresa precisa expandir ou fazer outros investimentos, ela pode criar um planejamento financeiro de longo prazo.
Por fim, com o uso do fluxo de caixa, sua empresa poderá criar uma reserva e utilizar recursos para alcançar seus objetivos.
Qual a diferença do método indireto e direto?
Método Direto
O fluxo de caixa direto evidencia os ganhos e as despesas relacionados às atividades operacionais da companhia. Para produzir a DFC pelo método direto, uma ação é necessária. O responsável deve classificar os recebimentos e pagamentos conforme a natureza deles. Por exemplo:
gastos com insumos;
com locação de equipamentos;
valores recebidos de clientes;
despesas com transporte;
outros.
Mesmo sendo uma conta mais complicada, ela tem como benefício a classificação de entradas e saídas por critérios técnicos. Assim, essas não são fiscais e categorizam o movimento financeiro por tipo de tarefa realizada.
Demonstração do Fluxo de Caixa (Método Direto)
1. Entrada de recursos
recebimentos de clientes;
pagamentos a fornecedores;
despesas administrativas e comerciais;
despesas financeiras;
impostos;
mão de obra direta;
(=) entrada de recursos advindos das operações;
recebimentos por vendas do imobilizado;
(=) Total de entrada dos recursos.
2. Saída de recursos
aquisição de bens do imobilizado;
pagamentos de empréstimos bancários;
(=) total das saídas de recursos;
variação líquida de disponibilidades;
(+) saldo inicial;
(=) saldo final de disponibilidade.
A demonstração pelo procedimento direto permite analisar a solvência de uma organização — isto é, a capacidade de honrar seus compromissos financeiros. No método direto, é revelada a movimentação do dinheiro, sua origem e seu destino.
Método Indireto
O fluxo de caixa indireto se baseia na análise de lucros e prejuízos do DRE. Contudo, esse demonstrativo deve ser corrigido por alguns fatores como depreciação e amortização.
Esse modelo se fundamenta na DRE, não no fluxo de caixa em si. É por isso, então, que ele recebe o nome de “indireto”. Um dos benefícios desse padrão de fluxo é o custo baixo para calculá-lo.
Dessa forma a organização precisa apenas consultar seus próprios balanços patrimoniais do intervalo em questão. Ele exige dados extras, mas estes são facilmente encontrados no setor de contabilidade de qualquer empresa.
Entretanto, o fluxo de caixa indireto possui uma desvantagem. Ele pode sofrer desvios se houver mudanças na lei ou nos métodos contábeis. Outra questão importante é que esse modelo requer um conhecimento mais profundo sobre contabilidade.
Demonstração do Fluxo de Caixa (Método Indireto)
1. Origem
lucro líquido do exercício;
(+) depreciações;
(+) aumento em imposto de renda a pagar;
(+) acréscimo em fornecedores;
(-) aumento da cartela de clientes;
(=) caixa gerado pelas operações;
venda do imobilizado;
(=) total dos ingressos de disponibilidade.
2. Aplicações
pagamento de empréstimos bancários;
aquisição de imobilizado;
(=) total das aplicações de disponibilidades;
variação líquida das disponibilidades;
(+) saldo inicial;
(=) saldo final das disponibilidades.
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Dúvidas frequentes sobre fluxo de caixa
O que é fluxo de caixa?
O fluxo de caixa é uma ferramenta que ajuda na saúde e no controle financeiro do negócio. Além disso, ele representa o registro de todas as informações de venda, de entrada e de saída.
Quais os tipos de fluxo de caixa?
Os principais tipos de fluxo de caixa são: – Projetado; – Operacional; – Livre; – Para investimentos.
Como fazer o fluxo de caixa?
O primeiro passo para fazer o fluxo de caixa é especificar o que são as entradas e saídas da empresa. Em seguida, é necessário identificar o saldo e registrar todas as transações que envolvem valores financeiros.
Qual a importância do fluxo de caixa?
O fluxo de caixa é uma ferramenta essencial do controle financeiro. Dessa forma, ele traz uma análise mais ampla da situação financeira, avalia os investimentos e permite planejar os próximos passos.
O que devo registrar no fluxo de caixa?
Os principais itens a serem registrados no fluxo de caixa são: – Pagamentos (compras a vista e a prazo, pagamentos de despesas e duplicatas e todos os outros pagamentos realizados); – Recebimentos (vendas à vista em dinheiro e em cartões, à prazo em cartões, cheques ou boletos e todos os outros recebimentos da empresa); – Previstos.
Qual o período ideal para fazer a análise?
Depende. Se o seu negócio realizar muitas vendas diariamente, ele deve ser controlado diariamente. Mas, se houver poucas vendas diárias e mais vendas semanais, o controle pode ser feito de forma semanal.
Porque é importante manter um fluxo de caixa atualizado?
Porque ele é o seu dinheiro. O fluxo de caixa registra todos os pagamentos e também os recebimentos. Portanto, é ele que controla o dinheiro, de onde vem e para onde vai. Dessa forma, se não houver controle, não é possível saber, em valores, quanto se deve receber e quanto se deve pagar.
A Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) é um documento oficial. Sua função é atestar a venda de um produto ou serviço. Ela foi desenvolvida com o objetivo de substituir alguns sistemas de impressão de documentos fiscais em papel. Assim ela é muito mais econômica e ecologicamente correta.
O que é nota fiscal eletrônica
A nota fiscal eletrônica é um documento fiscal, de forma digital, que documenta qualquer operação de venda ou de compra. A NF-e foi criada para substituir as notas feitas de forma manual.
A emissão da nota depende de:
Autorização da SEFAZ;
Certificado digital, que é a assinatura digital que garante a validade jurídica do documento;
Sistema emissor de notas fiscais;
Informações fiscais do produto, como impostos, por exemplo.
Na nota fiscal estão as informações da empresa que realiza a venda, do produto ou serviço, e do comprador, entre elas:
Cada nota gerada também tem suas próprias informações, como número da nota e chave de acesso, por exemplo.
Além da nota fiscal eletrônica, as empresas também possuem o Documento Auxiliar de Nota Fiscal Eletrônica (DANFE). A DANFE é o documento que acompanha a mercadoria em trânsito ou que é vendida pela internet. Ela é uma representação mais simples da nota fiscal eletrônica, pois não contém todos os campos que a NF-e possui.
Tipos de notas fiscais
A nota fiscal eletrônica foi criada em 2005 para substituir as notas emitidas em papel. Dessa forma, os outros tipos de nota utilizados nos estados brasileiros também migraram para a emissão digital desses documentos.
Confira quais são esses documentos e como emitir essas notas:
1. Nota Fiscal de Venda (NF-e)
A NF-e é a principal nota fiscal emitida por empresas. Nela, constam os dados de produtos vendidos ou comprados, bem como os valores pagos relativos ao ICMS e ao IPI.
As empresas utilizam a nota fiscal eletrônica em vendas diretas ao cliente. Além disso, o documento substitui a antiga nota fiscal de modelo 1-A. Desse modo, as empresas geram o documento por impressoras comuns e, depois, o enviam à receita estadual onde a empresa está localizada.
Essa nota é obrigatória para todas as empresas, uma vez que ela faz o recolhimento da maioria dos impostos. Mas, a única exceção a regra é o MEI, que não têm a emissão de nota como um dos seus deveres.
2. Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e)
A Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e) é emitida ao consumidor. Dessa forma, ela substitui o antigo modelo de nota 2. As empresas a emitem por impressora térmica não fiscal. Em seguida, a transmitem à receita do município onde atuam.
A emissão dessa nota ocorre exclusivamente para o consumidor final, já que seu propósito é simplificar e agilizar a compra. Por isso, a criação, a emissão e o armazenamento da nota são realizados totalmente online.
❗A NFC-e é obrigatória em muitos estados do Brasil.
Uma grande vantagem desse documento é que ele permite que as empresas que prestam serviço a distância emitam uma DANFE referente a ele. Assim, podem enviá-la por meios de comunicação eletrônica, como e-mail e outros.
As notas fiscais de serviço estão relacionadas ao ISS. Portanto, a empresa deve entrar em contato com a prefeitura da cidade onde realiza suas atividades para obter autorização de emissão. Após esse procedimento, já poderá emitir as notas normalmente.
4. Cupom Fiscal Eletrônico do estado de São Paulo
O Cupom Fiscal Eletrônico (CF-e SAT) é um modelo de NF-e. Ele é emitido para clientes de empresas de São Paulo. Mas, para gerar esse cupom, o processo é diferente: a companhia precisa adquirir um Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônicos (SAT).
O estado permite que os comerciantes usem o modelo nacional de nota. No entanto, também exige que eles possuam o equipamento CF-e SAT. Isso aumenta o custo das empresas paulistas para emitir nota fiscal eletrônica de consumidor (NFC-e).
5. MDF-e (Manifesto de Documentos Fiscais Eletrônico)
O Manifesto de Documentos Fiscais Eletrônicos (MDF-e) é uma nota fiscal. O governo o criou para substituir o Manifesto de Carga. Sua função é facilitar o transporte de documentos e mercadorias, uma vez que ele vincula diferentes documentos em uma unidade de carga.
Ele também é exclusivamente fiscal e é obrigatório desde 2014.
6. CT-e (Conhecimento de Transporte Eletrônico)
O Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) é um tipo de nota. Ele é usado para serviços de transporte de cargas. Ele reduz pagamentos duplicados e divergências entre documentos.
Outras notas
Existem ainda algumas outras notas com funções específicas, como, por exemplo:
Com a emissão de documentos fiscais eletrônicos, a empresa diminui a papelada. Consequentemente, isso pode representar uma significativa redução de custos no processo.
A possibilidade de emitir nota fiscal eletrônica representa um grande avanço. Esse avanço é vantajoso para empresas e órgãos de fiscalização. Além de melhorar a sua organização, o controle fiscal será mais ágil, rápido e extremamente protegido.
Dessa forma, a redução drástica dos erros de escrituração ocorrerá. Além disso, a sonegação fiscal tenderá a diminuir com essa mudança. Assim, o governo aumentará sua arrecadação sem aumentar a carga tributária.
Por isso, o investimento que o empresário irá fazer para se adequar ao novo processo retorna muito rapidamente para o seu bolso. A emissão de nota fiscal eletrônica apresenta ainda outras vantagens, por exemplo:
garante maior segurança aos processos;
promove a redução de custo com impressão e papel;
gera o aumento da confiança;
elimina a necessidade de digitar notas fiscais ao receber mercadorias;
facilita a logística e o planejamento para a recepção de mercadorias;
acaba com a necessidade de arquivos físicos para notas fiscais impressas;
a emissão favorece o uso de tecnologia, comércio e relacionamento eletrônico entre empresas e clientes, pelo ambiente virtual.
A emissão de Notas Fiscais Eletrônicas pode ajudar muito um empreendimento. Portanto, você já pode tomar as providências para emiti-las adequadamente. Tanto para os seus clientes, quanto para os seus consumidores.
Como emitir uma nota fiscal eletrônica – passo a passo
Assim como existem diferentes tipos de notas, existem requisitos diferentes para cada uma delas. Porém, alguns requisitos são os mesmos. Como, por exemplo:
CNPJ;
Certificado digital;
Inscrição municipal e inscrição estadual;
Sistema emissor de notas fiscais.
Dessa forma, para emitir uma Nota Fiscal Eletrônica, é necessário inserir esses dados no sistema emissor, juntamente com os dados tributários da empresa. Você também deve adicionar os dados tributários do produto ou do serviço, como valores de impostos, por exemplo.
Para emitir uma NFS-e, por exemplo, é necessária autorização da prefeitura. Mas, no caso da NFC-e, não há essa necessidade.
Registrar sua empresa
Toda empresa que deseja emitir notas fiscais de seus produtos e/ou serviços precisa estar devidamente registrada. Ou seja: é necessário ter um CNPJ, tanto para a nota fiscal eletrônica quanto para a de papel. Após abrir seu CNPJ, emita gratuitamente o Cartão CNPJ com todos os dados da sua empresa em PDF.
Poder gerar nota fiscal dá às instituições uma grande vantagem competitiva. Assim, a empresa passa a poder fornecer produtos e serviços para novos clientes. Um exemplo é a possibilidade de concorrer em licitações de caráter público.
Saber qual é o enquadramento de sua empresa
O processo de emitir nota fiscal em uma companhia depende de sua realidade fiscal. Isso se deve ao fato de MEI, empresas do Simples Nacional e outras possuírem diferentes normas de tributação.
Se você não souber ao certo qual nota emitir, consulte um contador, pois ele pode orientar precisamente sobre qual documento utilizar. Além disso, diversos fatores influenciam essa escolha, como o tipo de cliente.
Certificado digital para emissão de nota fiscal eletrônica
A NF-e exige um certificado digital que garante sua validade jurídica e a integridade do documento por meio da assinatura digital. Assim, o contribuinte tem certeza de que sua empresa emitiu a nota.
Esse certificado é adquirido junto à Autoridade Certificadora credenciada pela ICP-Brasil (Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira). Entre as informações, que devem constar na chave digital, está o CNPJ de qualquer um dos estabelecimentos do contribuinte.
Existem dois tipos de certificados:
A1 (arquivo digital que fica armazenado no computador).
A3 (dispositivo móvel que pode ser do tipo smart card ou token).
Com a assinatura digital, você sabe quem realizou a transação de um arquivo eletrônico e se alguém o modificou.
Credenciamento na Secretaria de Estado da Fazenda
O próximo passo é o cadastramento na Secretaria da Fazenda do estado. A empresa precisa disso para poder emitir a NF-e. Embora o processo seja simples, é importante ter atenção aos detalhes.
Por isso, caso tenha dúvidas, procure ajuda profissional especializada. Afinal, cada região tem uma legislação específica que precisa ser cumprida.
No processo de requisição para emitir a nota fiscal eletrônica, o sistema dará duas opções:
em homologação: esta opção é como um período de teste oferecido aos contribuintes. Embora as notas não sejam enviadas oficialmente, o empreendedor pode ir se habituando ao processo e treinando.
em produção: após o período de teste, o contribuinte pode alterar o status. O novo status é o de “em produção” no sistema. Assim, a alternativa passa a valer oficialmente para emitir NF-e.
Após concluir o credenciamento, o próximo passo é escolher o software adequado para emitir suas notas.
Software para emitir NF-e
Emitir Nota Fiscal Eletrônica exige um software compatível. A escolha do programa deve levar em conta os dispositivos que a empresa utiliza, já que nem todas as soluções funcionam em smartphones e tablets. Inclusive, a Receita Federal disponibiliza, gratuitamente, um software para computadores ou notebooks, mas seu uso não é compatível com tablets, celulares ou smartphones.
A escolha de um programa gerador de notas fiscais deve coincidir com as necessidades da empresa. Apesar de muitos estados o disponibilizarem sem custos, é preciso saber se a companhia terá vantagem nessa aquisição.
Algumas organizações emitem um grande volume de notas fiscais, por exemplo. Para elas, certos programas podem gerar mais trabalho que o modelo tradicional. Isso se deve ao fato de que vários dos campos precisam ser informados manualmente, o que requer mais tempo disponível.
O mercado oferece uma série de opções capazes de atender às necessidades de cada empresa na emissão de notas fiscais eletrônicas. Por isso, é preciso fazer uma boa pesquisa de custo-benefício. Essa medida ajuda a evitar problemas futuros com o processo de arrecadação. Lembre-se que há severas multas para casos de erros tributários.
Conclusão
Por fim, a nota fiscal eletrônica, presente na legislação brasileira desde 2005, trouxe inúmeros benefícios para as empresas:
diminuição da burocracia;
facilidade de organização;
otimização do processo de controle fiscal.
Outro benefício trazido pela emissão eletrônica de nota fiscal foi a drástica redução nos custos de impressão. A NF-e apresenta uma possibilidade de erros muito menor na escrituração. Principalmente, quando é comparada a um processo de emissão de notas impressas.
Assim, para realizar a emissão de nota fiscal eletrônica é indispensável possuir um certificado digital. O certificado digital é uma assinatura com validade jurídica. Ele garante a segurança dos processos de transação eletrônica pela internet.
Este certificado pode ser obtido através de uma instituição certificadora presente em sua cidade. A partir de então, você deve credenciar o certificado na SEFAZ. A SEFAZ é a Secretaria da Fazenda do seu estado.
Feito este processo, basta se cadastrar em um sistema gestor. Um exemplo é o eGestor, que é um sistema em nuvem. Por isso, ele não necessita de um servidor próprio para acesso. Você pode acessá-lo de qualquer local ou dispositivo móvel.
Perguntas frequentes sobre a NF-e
Como emitir a Nota Fiscal Eletrônica?
– Ter um certificado digital; – Utilizar um emissor de nota fiscal; – Inserir as informações da nota. ⚠️ Lembre-se que a nota deve ser armazenada por 5 anos.
Como acessar a Nota Fiscal Eletrônica pelo CPF?
Não é possível acessar a Nota Fiscal Eletrônica apenas pelo CPF. Entretanto, para acessar a nota fiscal eletrônica você deve entrar no portal da NF-e, em Consultar NF-e. Nesse caso, você deve utilizar a chave de acesso da NF-e.
A emissão de boletos bancários é uma das formas mais populares e confiáveis de pagamento no Brasil, tanto para empresas quanto para consumidores. Mas você sabe como esse processo funciona e quais são os benefícios de utilizá-lo?
Neste artigo, vamos apresentar tudo o que você precisa saber. Você verá desde o que é um boleto bancário e como emitir um, até as vantagens, custos envolvidos e o processo de pagamento. Também abordaremos dicas essenciais para garantir segurança e evitar problemas. Continue lendo e descubra como simplificar e otimizar o uso dessa ferramenta no seu dia a dia.
O que é um boleto bancário?
O boleto bancário é uma forma de pagamento muito popular no Brasil, principalmente por sua praticidade e segurança. Se você já fez compras online, é bem provável que já tenha se deparado com essa opção. Vamos entender melhor como ele funciona e por que é tão usado.
Quando alguém opta por pagar com boleto, o vendedor emite um documento com informações essenciais. A informações principais são valor, data de vencimento e dados do banco emissor. Esse processo, chamado de emissão de boleto bancário, funciona de maneira simples e eficiente. Após receber o boleto, o pagamento pode ser realizado de diversas formas:
em agências bancárias
casas lotéricas
diretamente pelo aplicativo do banco.
Uma das grandes vantagens do boleto é que ele oferece mais segurança para o consumidor. Ao contrário do pagamento com cartão de crédito, você não precisa compartilhar seus dados financeiros. Isso reduz o risco de fraudes e traz mais tranquilidade para quem compra.
Além disso, o boleto bancário pode sair mais em conta para as empresas. As taxas para sua emissão costumam ser menores que as taxas de cartões de crédito. Isso é especialmente valioso para pequenos negócios que buscam economizar nos custos das transações.
Outra aplicação comum do boleto é no pagamento de contas do dia a dia, como água, luz e telefone. Com a digitalização dos serviços bancários, ficou ainda mais fácil emitir e pagar boletos sem sair de casa. Isso simplifica a vida de todo mundo, especialmente daqueles que querem evitar filas e complicações.
Não é à toa que o boleto bancário continua sendo um dos meios de pagamento mais queridos no Brasil. Ele combina economia, segurança e conveniência para todas as partes envolvidas.
Como emitir um boleto bancário?
Emitir um boleto bancário não precisa ser complicado. Vamos desmistificar esse processo e mostrar que é mais fácil do que parece. Aqui está um passo a passo prático e simples para você seguir.
Escolha seu serviço: Primeiro, você precisa decidir onde o boleto será emitido. Pode ser em um banco como o Itaú ou o Banco do Brasil, ou em plataformas online como o PagSeguro. Cada opção tem suas vantagens, então escolha a que se ajusta melhor às suas necessidades.
Faça seu cadastro: Depois de escolher onde emitir, você precisará se cadastrar no site escolhido. Normalmente, são solicitadas informações como nome, CPF ou CNPJ e dados bancários. Certifique-se de que o site é seguro e confiável.
Preencha os dados do boleto: Agora, é hora de inserir os detalhes do boleto. Aqui estão os principais:
Valor do pagamento: Defina quanto o destinatário deve pagar.
Data de vencimento: Escolha até quando o boleto pode ser pago. Pode ser uma data mais curta, como 5 dias, ou mais longa, como 30 dias.
Informações do pagador: Adicione o nome e o CPF ou CNPJ de quem pagará.
Descrição do pagamento: Inclua uma descrição breve, como “mensalidade de novembro” ou “compra de produtos”.
Gere o boleto: Com tudo preenchido, é hora de gerar o boleto. Você pode enviá-lo por e-mail ou compartilhar um link. Muitas plataformas permitem que você veja quando o boleto foi pago, o que facilita muito o controle.
Acompanhe o pagamento: Após o envio, fique de olho no pagamento. Muitas vezes, você receberá notificações quando o dinheiro for depositado na sua conta.
Seguindo esses passos, a emissão de boleto bancário se torna uma tarefa simples e eficiente. Se tiver dúvidas, busque ajuda no suporte ao cliente da plataforma escolhida. Com o tempo, esse processo se tornará cada vez mais natural.
Quais são as vantagens do boleto bancário?
Usar boleto bancário para pagar suas compras tem muitas vantagens, tanto para quem compra quanto para quem vende. Vamos ver por que essa forma de pagamento é tão popular no Brasil?
Primeiro, é importante falar sobre a segurança. Ao escolher o boleto, você não precisa compartilhar seus dados bancários ou de cartão de crédito. Isso ajuda a evitar fraudes e é uma das razões pelas quais muita gente prefere esse método.
Além disso, a emissão de boleto bancário é super prática. Qualquer pessoa ou empresa pode gerar um boleto rapidinho pela internet. Isso ajuda a acelerar as vendas, já que não tem muita burocracia envolvida.
Popularidade e Aceitação: Muita gente já conhece e confia no boleto. Isso é ótimo porque simplifica a compra. O cliente sabe como pagar e isso torna tudo mais fácil.
Custo Reduzido: Para os vendedores, emitir boletos pode sair mais em conta do que aceitar cartões de crédito. As taxas costumam ser menores, o que é uma boa notícia para pequenos negócios.
Flexibilidade de Pagamento: Você pode pagar o boleto em vários lugares: bancos, lotéricas e até pela internet. Isso dá mais liberdade para o consumidor escolher o jeito que prefere pagar.
Esses benefícios mostram por que o boleto bancário é uma opção tão usada e confiável. É uma escolha prática, segura e econômica para todos os envolvidos.
Quanto custa emitir um boleto?
Emitir um boleto bancário é um dos jeitos mais comuns de receber pagamentos no Brasil. É uma opção prática e segura, mas é importante ficar atento aos custos envolvidos nesse processo.
Primeiramente, vamos falar sobre as taxas bancárias. Elas podem variar bastante de um banco para outro. Alguns bancos não cobram nada, enquanto outros podem cobrar uma taxa fixa ou uma porcentagem do valor do boleto. Por isso, é essencial entender como seu banco funciona e quais são as condições para a emissão de boletos.
Além dos bancos, existem as plataformas de pagamento online, como PagSeguro e Mercado Pago. Elas também cobram taxas, que podem ser uma quantia fixa por boleto ou uma porcentagem sobre o valor do pagamento. Por exemplo, uma plataforma pode cobrar R$ 2,00 por boleto ou 1,5% do valor total. Comparar essas taxas é importante para escolher a opção mais vantajosa para você.
Outro ponto que merece atenção é o volume de boletos que você emite. Se você precisar emitir muitos boletos, pode ser que consiga negociar taxas melhores com seu banco ou plataforma. Empresas que trabalham com grandes volumes geralmente conseguem descontos ou condições especiais.
Por fim, entender bem os custos da emissão de boleto bancário ajuda a evitar surpresas no final do mês. Mesmo sendo uma alternativa mais barata que o cartão de crédito, é importante escolher bem para garantir o melhor custo-benefício. Assim, você mantém a saúde financeira do seu negócio em dia.
Como funciona o pagamento do boleto?
Desde ir ao banco até pagar pelo celular, a praticidade reina. Quando você recebe um boleto, geralmente tem alguns dias para pagá-lo antes do vencimento. Então, como fazer isso da forma mais fácil?
Um jeito tradicional é ir a uma agência bancária. Se você gosta de um contato mais direto, pode ir ao banco e pagar no caixa. Mas, se preferir algo mais rápido, as casas lotéricas são uma boa opção. Elas estão em quase todo lugar e costumam ter filas menores.
Agora, se você é da turma que adora tecnologia, usar o Internet Banking é uma mão na roda. Com apenas alguns cliques no aplicativo ou no site do seu banco, você consegue pagar seus boletos sem sair de casa. E tem também os caixas eletrônicos, onde você só precisa digitar o código de barras.
Uma dica importante: faça o pagamento antes do vencimento para evitar juros e multas. E não se preocupe, o dinheiro costuma cair em algumas horas ou no dia seguinte, dependendo de quando você paga.
Por fim, fique atento aos comprovantes. Eles são sua garantia de que o pagamento foi feito. Guardar esses comprovantes é sempre bom, caso surja algum problema.
Dicas para evitar problemas na emissão
Emitir um boleto bancário corretamente é essencial para garantir que o pagamento seja feito sem complicações. Aqui estão algumas dicas para ajudá-lo nesse processo e evitar problemas comuns que muitas pessoas enfrentam.
Revise os dados com atenção: Antes de gerar o boleto, verifique se todas as informações estão corretas. Isso inclui nome, CPF ou CNPJ do pagador, valor e data de vencimento. Um pequeno erro pode causar atrasos ou até mesmo a impossibilidade de pagamento.
Escolha um sistema confiável: Prefira plataformas ou bancos bem conhecidos para emitir seus boletos. Eles geralmente oferecem melhor suporte e menos problemas técnicos. Usar um serviço pouco conhecido pode resultar em transtornos, como dificuldades na hora do pagamento.
Fique de olho nas taxas: Cada banco ou plataforma pode cobrar taxas diferentes pela emissão de boletos. Conheça esses custos antes para evitar surpresas que possam impactar seu orçamento.
Defina prazos adequados: Ao escolher a data de vencimento, considere o tempo que o pagador precisa para efetuar o pagamento. Evite datas de vencimento muito próximas do envio.
Acompanhe os pagamentos: Após a emissão, monitore se os boletos foram pagos. Muitas plataformas oferecem relatórios que mostram a situação dos pagamentos. Isso ajuda a manter o controle financeiro. Mas, também, permite entrar em contato com o pagador caso o pagamento não ocorra dentro do prazo acordado.
É seguro usar boleto bancário?
Ao falar sobre a emissão de boleto bancário, é essencial entender que esse é um método de pagamento bastante seguro e prático. Mas como garantir que todo o processo seja realmente seguro?
Primeiro, ao usar um boleto, você não precisa compartilhar suas informações bancárias ou de cartão de crédito diretamente com o vendedor. Isso já elimina um grande risco de fraudes online.
Os bancos e plataformas que geram boletos investem em criptografia. Isso significa que suas informações são transformadas em código, tornando quase impossível que outras pessoas consigam acessá-las.
Portanto, sempre verifique se o site que você está usando é seguro. Veja se ele tem um cadeado na barra de endereços do navegador e começa com HTTPS. Isso indica que a comunicação é protegida.
Atenção! Revise os dados do boleto antes de pagar. Certifique-se de que o valor e as informações do beneficiário estão corretos. Um simples erro pode levar seu dinheiro para o destino errado.
Se o boleto veio por e-mail, fique alerta! Golpistas podem enviar boletos falsos, então sempre prefira emitir seu boleto em sites confiáveis ou diretamente do seu banco.
Por fim, não se esqueça de checar seus extratos bancários com frequência. Assim, você identifica rapidamente qualquer irregularidade. Se algo parecer suspeito, entre em contato com seu banco imediatamente.
Conclusão sobre a emissão de boletos
A emissão de boletos bancários é uma solução prática, segura e amplamente utilizada para facilitar tanto compras quanto o gerenciamento de pagamentos empresariais. Com benefícios como acessibilidade, rastreabilidade e eficiência, os boletos se consolidam como uma alternativa confiável para diversas transações financeiras.
Incorporar essa ferramenta ao seu dia a dia pode otimizar sua rotina, oferecendo maior controle sobre pagamentos e simplificando processos. Aproveite todas as vantagens que os boletos podem proporcionar e transforme a gestão financeira em uma experiência mais organizada e eficiente.
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