Loja de Açaí: 7 dicas para quem deseja abrir uma

Loja de Açaí: 7 dicas para quem deseja abrir uma

O açaí é uma fruta típica da região norte e é o ingrediente principal dos sorvetes, picolés, cremes e outros produtos que tem sido cada vez mais procurados no país todo. Por conta disso, vender esse alimento em uma loja de açaí é uma oportunidade rentável para quem procura crescer com o seu próprio negócio.

O alimento começou a se tornar popular por conta dos seus benefícios ao organismo participando de um segmento mais saudável. Assim, quem se preocupa com a saúde sabe que é um doce que além de ser muito gostoso, também ajuda o corpo a se manter em forma.

Com a popularização, as lojas de açaí começaram a vender o produto como uma opção saudável, misturando com outras frutas, cereais, justamente para potencializar a propriedade energética do alimento, ideal para o pré e pós treino.

Além de ser um alimento saudável, tem sido uma oportunidade de negócio com um ótimo rendimento mensal, com a venda de um produto lucrativo. A demanda atual do açaí é bem alta, com a popularização do alimento que é bom para quem tem um estilo de vida saudável, mas que também é uma ótima sobremesa.

Se a sua ideia é abrir uma loja de açaí, comece sabendo as 7 dicas para poder aumentar as chances do seu negócio dar certo. Confira:

1. Investimento inicial

Antes de abrir qualquer tipo de negócio, é necessário considerar o investimento inicial para conseguir dar os primeiros passos. Dessa forma, é a hora de colocar no papel os valores de locação de espaço, compra de estoque, materiais de refrigeração, decoração, preparação do local, entre outros.

Quem vai fazer a própria produção do açaí também tem que colocar no papel os valores do maquinário para isso. A parte boa é que é um tipo de negócio realmente rentável, com o valor sendo recuperado rapidamente.

2. Plano de negócios

O plano de negócios faz parte dos passos iniciais para abrir uma loja de açaí. É a hora de posicionar todos os objetivos da empresa, com a determinação do que deve ser feito para alcançá-los. De maneira geral, é com o plano de negócios que é possível orientar as suas próximas ações, considerando todos os valores que podem ser obtidos em retorno.

Para criar um bom plano de negócios, não vai ser difícil e nem precisa vir diretamente do 0. É um documento que tem modelos na internet, indicando como pode ser feito e que etapas são fundamentais para orientar os próximos passos.

Juntamente ao plano de negócios, é importante fazer uma análise dos riscos de uma loja de açaí. Anote tudo o que pode dar errado na empresa, como problemas com fornecedores, questões burocráticas, orçamento apertado, entre outros detalhes que atrapalham, atrasam e prejudicam os seus negócios.

Com esses itens detalhados, comece a pensar como eles podem ser solucionados, permitindo que no seu plano de negócios, tenha um espaço para a contenção de danos e riscos. E é justamente para isso que esse plano serve: garantir que esteja preparado para eventuais problemas.

Uma loja de açaí pode ser MEI?

Sim, uma loja de açaí com CNAE 1033-3/01 – Fabricação de sucos concentrados de frutas, hortaliças e legumes, pode ser MEI.

3 – Ponto de venda

A localização é muito importante para o sucesso de qualquer tipo de negócio, mas principalmente para uma loja de açaí. O local tem que ter uma boa circulação de pessoas, mas ainda é necessário fazer uma segmentação do público que deseja alcançar.

O açaí costuma atrair todos os tipos de classes sociais, mas a classe média sem sombra de dúvidas é a mais atraída.

A grande vantagem de atrair esse público é que você irá conseguir vender os produtos com um valor mais alto e por consequência terá um lucro maior.

Uma boa dica também é procurar pontos que estejam próximos de academias, praias, parques e outros locais onde as pessoas pratiquem exercícios. Como é um produto considerado saudável, esse é um público muito forte.

O ideal é contar com um espaço de 30 m² para dar o início aos seus negócios. Aproveitar a oportunidade de serviços de delivery também pode ser uma boa ideia para começar alcançando mais pessoas sem precisar ter mais espaço.

4 – Franquia de açaí

Para quem não tem muita experiência com a gestão e administração de negócios, começar uma loja de açaí do zero pode ser um processo mais complicado. É importante conhecer sobre o produto, mas também saber gerenciar os processos, plano de negócios e dicas de administração que nem todos conhecem.

Pensando nisso, existem opções de franquias de açaí que são uma ótima maneira de começar um novo negócio, mas sem passar por os processos iniciais. No mercado brasileiro, existem mais de 30 opções consolidadas, assim, procure uma das melhores franquias de açaí no Brasil para garantir que está fazendo uma boa escolha.

5 – Cardápio

Para ter um bom retorno com a venda de açaí, é necessário investir em um bom cardápio. Ele precisa contar com opções de produtos que sejam mais acessíveis, com a opção de combinar com outros alimentos para diferenciar.

Muitos locais colocam frutas da estação para variar o cardápio, aumentando as margens de lucro. Oferecer outros tipos de produtos saudáveis, como sucos, sanduíches deixam a loja menos nichada.

6 – Atendimento

O atendimento é uma das partes mais importantes do negócio. Além de ter uma boa localização, cardápio diferenciado, é fundamental que a loja de açaí ofereça um atendimento de qualidade.

Os funcionários precisam ser bem treinados para atender os consumidores dentro do padrão esperado. Com um bom atendimento, se garante que os clientes vão gostar e querer voltar ao estabelecimento.

7 – Automação de processos

Uma dica para quem tem mais dinheiro no investimento inicial, é pensar em já automatizar os processos. Usar máquinas de qualidade podem otimizar a rotina de trabalho, garantindo uma maior produtividade. Dessa maneira, os produtos serão entregues com a qualidade desejada, com um espaço de tempo menor.

Montar um negócio de alimentação do zero não é fácil, demanda muito conhecimento e disposição. Escolher o mercado de açaí é uma boa oportunidade já que é um produto popular. Visando bons lucros, é essencial que se tenha um bom planejamento e isso envolve aproveitar as essas 7 dicas sobre como montar uma loja de açaí.

Como aumentar o seu número de clientes com marketing

Como aumentar o seu número de clientes com marketing

Atualmente, mesmo com o mercado em crise, é possível aprimorar o “target” do seu negócio e aumentar o número de clientes sem gastar muito? É possível sim, e veja como!

Todo grande empreendedor, um dia, já começou pequenino no segmento onde atua. Aos poucos, até que o empreendimento ganhasse projeção e a confiança dos clientes, o trabalho exige muita renúncia e luta constante. Exije um exercício total de amor e dedicação ao negócio que se deseja abraçar. É quando a vontade de crescer é maior do que o medo e as dificuldades ao tentar empreender.

Quando por fim o negócio prospera, há sempre o desejo de se dar um passo a frente. E fique tranquilo, não é errado desejar crescer sempre mais. Muito pelo contrário: errado é achar que já alcançou todo sucesso esperado e, portanto, não há mais nada que possa ser feito a não ser aproveitar a clientela já conquistada e os retornos do negócio.

Trata-se de um erro fatal a uma empresa, e pode esperar: na primeira crise que chegar, o empresário vai pagar caro a conta. Assim, quando se tem a possibilidade, deve-se empreender e investir sempre mais e melhor no negócio. A fim de garantir um retorno maior. Mais clientes, mais trabalho, mais empregos, uma história de vida mais longa.

Mas, mesmo aqueles que investem e acreditam no potencial crescente do negócio, é possível aumentar o número de clientes mesmo em tempos difíceis como estes? É possível sim, e existem três pontos a serem trabalhados:

  • Projeção dos Negócios com ações no PDV – Ponto de Venda caso exista;
  • Marketing de relacionamento com os clientes e
  • Estudos e análises de SEO – otimização de acessos em site e buscadores na internet.

Projeção dos Negócios e com ação no PDV

A sua marca é conhecida? Tem certeza? Geralmente, não é o que parece. Caso tenha um ponto de vendas, faça uma pesquisa nas redondezas. Peça para alguém de confiança, se posicionar em uma determinada localidade, e perguntar aos residentes daquele lugar aonde haveria uma loja mais próxima que ofereça justamente o seu produto. Se mais de 50% indicarem a sua loja, já é um bom começo. Se nem 30% souber dizer, ou indicar a concorrente, algo está errado.

Aproveite em seguida e mapeie a concorrência também. Veja quem são e o que fazem de diferente. Feito isso, é preciso investir na marca do seu negócio. Tanto na internet quando no espaço físico. A melhor maneira de se conseguir isso é buscar parcerias nos comércios próximos. Principalmente através de promoções que sejam atraentes a ambos os segmentos.

Em seguida, saiba que a internet possui uma força extraordinária. Não possuir um site nos dias de hoje é ficar bem pra trás dos concorrentes. Através da internet é possível interagir com o seu público alvo, e encontrá-lo mais facilmente em buscadores como o Google ou em sites de relacionamento como o Facebook. Com o nome mais bem projetado, é aí que começa o seu trabalho para aumentar o seu número de clientes.

SEO

Não se esqueça de aprimorar as buscas de seu negócio por meio das palavras-chaves. Ao postar fotos, textos e vídeos, use palavras-chaves que liguem tais informações ao seu negócio. Se você vende esfiha e quibe, e o nome da loja é Arábia, por exemplo, coloque: “esfihas e quibes da ‘Arábia'”.

Não poupe palavras, mas use e repita de forma que não canse o usuário. Pesquise e estude este público que acessa ao seu negócio, e verifique de onde é. Nada adiante ter cinco mil pessoas a mais, sendo que 4.500 estão em outro Estado?

Marketing de Relacionamento

As redes sociais são grandes centros de consumo, não apenas de produtos, mas também de entretenimento e informação. Assim, com um conteúdo de qualidade, é possível aproximar a sua marca do seu público alvo mais facilmente. Desta forma, é possível que haja um compartilhamento maior de informações que certamente vão atrair gente nova para o seu comércio. Seja ele apenas online ou físico também.

Percebe a necessidade de manter um site ativo a médio e longo prazo? Até lá, abra uma página no Facebook e comece a divulgar rápido e interagir com o público. A interação anima e atrai clientes muito mais rápido do que um link patrocinado. Tanto no Google como na rede social, é possível ainda manter propagandas e promoções gratuitas. Graças a recursos como o “Google Meu Negócio” ou a “promoção de anúncios do Facebook”.

Existem milhares de grupos de usuários separados por interesses diversos. Nestes grupos, universos de mais de 50, 100, 500 mil pessoas. Tudo dentro do alcance desejado no qual a sua loja pretende atender. Este é um lado do relacionamento com os clientes, que vai ajudar você a aumentar o seu número de clientes.

Existem ainda o mail-marketing e o whatsapp marketing: São recursos do marketing digital para abordar clientes que já consumiram. Para tanto, é necessário separar estas abordagens nos seguintes tipos de perfis de clientes: Vip; Frequente; Regular, esporádico e ex-cliente.

Aos Vips é necessário mantê-los, oferecendo promoções bem atraentes. Aos frequentes, é preciso ver o que lhes chama mais atenção e o que gostam de consumir. Ofereça mais do mesmo e convide para experimentar novidades. Aos regulares e esporádicos, crie mecanismos de cadastro e cupons de promoção que incentivem o cliente a frequentar mais o espaço.

Já aos ex-clientes, é preciso conversar e entender o que saiu errado em sua última experiência de compra. Crie canais onde não apenas estes, mas todos os clientes possam fazer reclamações e sugestões a respeito do produto ou serviço oferecido. Não poupe esforços em anunciar que “a experiência de consumo há de ser ainda melhor que a da última vez”.

Lembra que recomendamos a você mapear também a concorrência? Então, verifique o que eles estão fazendo e tente oferecer algo mais. Você certamente conseguirá converter a taxa de frequência em seu negócio, sem grandes investimentos. O sucesso só depende de você!

Agora que você já sabe como aumentar o seu número de clientes, execute as nossas dicas em sua empresa e conte-nos os resultados!

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14 séries sobre empreendedorismo que você precisa ver!

14 séries sobre empreendedorismo que você precisa ver!

Estamos o tempo todo tentando aprender mais e nos profissionalizarmos em diversos pontos. Para um empresário, questões administrativas e empresárias estão sempre na pauta. Mas as vezes queremos apenas uma distração, não é mesmo? E se essa distração pudesse ensinar algo? Pensando nisso, selecionamos 14 séries que podem te ensinar algo e ainda são divertidas! Confira:

1. “O Sócio” (“The Profit”)

O ‘O Sócio‘, é uma série estilo reality show. Estrelando Marcus Lemonis, a série mostra empresas que estão com seus negócios a beira da falência e como o empresário pode ajudá-las. Usando esse formato, cada episódio mostra uma empresa que conta com Marcus para ajudar a sair da crise que se encontram.

O processo de envolvimento de Lemonis acontece com o investimento do empresário. Esse investimento é tanto pessoal como financeiro. Assim, ele se encontra envolvido diretamente com o que acontece com a empresa, transformando tudo que é necessário.

Cada episódio tem uma hora de duração e cada temporada possui uma quantidade de episódios diferente da outra. A série é exibida pela CNBC e no Brasil pelo History Chanel. Atualmente conta com 6 temporadas completas e foi renovada para a 7ª, sem previsão de retorno dos episódios.

Como O Sócio pode me ajudar?

O Sócio é uma série essencial para o empreendedor. Como um empresário de sucesso que é, Marcus acaba vendo algumas questões que os empreendedores que precisam de ajuda não veem. Dessa forma, com uma visão de fora, o dono da empresa entende que muitas vezes é necessário buscar um novo meio de entender a empresa.

E, é somente quando se avalia a empresa em todos os âmbitos e se entende realmente o que ela precisa e que é possível que você esteja fazendo algo errado, que ela pode voltar ao caminho que deveria estar. Além disso, ficamos ansiosos para ver os resultados que Marcus pode trazer as novas empresas, assim, tendo idéias e insights sobre o que se pode fazer em uma empresa.

2. House of Cards

House of Cards é uma produção da Netflix, cuja primeira temporada estreou no dia 1º de fevereiro de 2013 na plataforma. Ao longo da série podemos ver a história de Frank Underwood e sua esposa, Claire Underwood. Ambos possuem uma sede de poder imensa e são capazes de tudo para conseguir chegar onde querem. No caso de Frank, esse lugar é a presidência dos Estados Unidos.

Conforme a série vai tomando sua forma e fazendo sua fama, os personagens crescem e se envolvem em esquemas cada vez mais perigosos e até ilegais. Em novembro de 2018 a série chegou ao seu fim na 6ª temporada.

Por ser uma criação da Netflix, a série pode ser vista através da plataforma.

Como House of Cards pode me ajudar?

Esse é mais um dos vários exemplos do que não se deve fazer. Apesar de passar a ideia de que se deve buscar o que se quer, os personagens recorrem a meios ilegais (o que não se deve fazer!) para isso.

Mas, uma das maiores mensagens que a série pode passar é que é extremamente importante lembrarmos que negociações podem trazer bons resultados. Na escalada dos personagens para o sucesso, eles fazem alianças e entram em um jogo de poder e influência.

Podemos identificar também a necessidade de um pensamento estratégico. Mais uma vez, apesar de recorrer a método ilegais em diversos momentos, Frank traça todo seu plano antes de agir.

3. Suits

O episódio piloto de Suits, série exibida e produzida pela USA Network, estreou em 2011. Hoje, após quase 8 anos de exibição, a série se encontra em sua temporada final. Produzida nos Estados Unidos, Suits conta a história de Mike e Harvey e a rotina de um escritório de advocacia em Nova York.

Mike apesar de não ter terminado a faculdade (já que foi pego em atividades ilícitas), consegue um emprego em uma das maiores e melhores firmas de advocacia da cidade. Por possuir um talento natural, memória fotográfica e um grande conhecimento de legislação, ele começa a trabalhar com Harvey, o sócio de um dos maiores escritórios dos Nova York. Essa relação os leva a colher bons frutos, apesar dos riscos que tomam.

As primeiras 8 temporadas da série já se encontram no site da emissora e na Netflix. O nona e última temporada será lançada dia 17 de julho de 2019 e pode ser vista pelo seu canal original.

Como Suits pode me ajudar?

Apesar de o personagem principal da série estar infringindo a lei, devemos sempre lembrar que esta é apenas uma série de ficção. Ao fazer a análise do que realmente é importante na série e o que deveríamos trazer para a realidade, vemos o que Harvey faz.

E o que Harvey faz é correr riscos. Muitas vezes, não arriscamos por medo de fracasso. Mas sem arriscar, não se vê resultados. Também podemos ver que existem possibilidades onde não enxergamos ou não damos chances.

4. Shark Tank

Ao contrário das demais e assim como O Sócio, Shark Tank mostra pessoas e empresas reais. O intuito da série é de que empresário que estão começando sua jornada convençam magnatas a investir em seu negócio ou projeto. A cada episódio temos alguém fazendo sua apresentação na esperança de que um dos empresários invista em sua ideia.

A série original conta com 10 temporadas e foi renovada para uma 11ª. Seu sucesso foi tanto que até uma versão brasileira foi criada. A Shark Tank Brasil conta com a presença de grandes nomes do empreendedorismo, como João Appolinário, Cristiana Arcangeli, Robinson Shiba, Sorocaba, Carlos Wizard e Camila Farani. A série brasileira tem 3 temporadas e foi renovada para uma 4ª.

A série original pode ser vista no site da ABC e Shark Tank Brasil pode ser assistida pelo site da Sony.

Como Shark Tank pode me ajudar?

Shark Tank mostra o que fazer, seja em questão de buscar investimento como buscar investidores. Um dos fatores que mais importa não é a ideia e sua genialidade, mas sim, sua apresentação e como você a vende.

5. Breaking Bad

Considerada uma das melhores séries dos últimos tempos, Breaking Bad começa quando o brilhante professor de química, Walter White, descobre um câncer de pulmão. Ao correr da série, vemos o que ele escolhe fazer para que sua família tenha condições financeira caso ele sucumba a sua doença. E isso que faz essa história ser tão genial.

O que Walter acaba fazendo para ajudar sua família financeiramente não é bem uma escolha. O ex professor de química vê uma oportunidade de fazer muito dinheiro produzindo drogas, mais precisamente, metanfetamina. Com a ajuda de Jesse Pinkman, como vendedor e Saul Goodman como advogado, Walter White começa a produzir e comercializar a melhor droga do mercado. O problema é que isto pode trazer diversas consequências para sua pacata vida.

A série teve seu episódio piloto exibido em 20 de janeiro de 2008 pela AMC e seu último episódio foi ao ar 29 de setembro de 2013. Esse episódio final, chamado Felina, bateu recordes de audiência, com cerca de 10,3 milhões de telespectadores.

As 5 temporadas da série ganhadora de 16 Emmys estão disponíveis no site da emissora e na Netflix.

Como Breaking Bad pode me ajudar?

A série pode ser um pouco contraditória em questões de princípios. Nela, torcemos para que o traficante se dê bem no final, o que (normalmente) não acontece na vida real. Mas não é esse o ensinamento que devemos tirar, e sim, de que como ter o melhor produto não significa nada se não há nenhum plano.. Principalmente de venda.

Apesar de se tratar de um tema polêmico, podemos identificar vários desafios que um empresário tem. Eles vão desde concorrência até a qualidade de produção. Dessa forma, se identifica a necessidade de atenção ao negócio.

Também, para ajudar você a entender as lições de empreendedorismo da série, você pode ouvir o podcast do eGestor sobre Breaking Bad.

6. Mad Men

Ao decorrer dos 8 anos em que a série foi ao ar, Mad Men focou na história de Don Draper, o melhor publicitário da Sterling Cooper, agência de publicidade localizada no centro de Nova York. Acontecendo nos anos 60, podemos identificar a mudança de diversos valores e princípios que ocorre na época, principalmente em uma cidade grande, considerada a frente de seu tempo

Com seu foco na agência publicitária, podemos ver várias marcas que eram grandes nos anos 60 e perduram até hoje. Assim, além de podermos ver os diversos temas, como sexismo e assédio, é possível ter uma visão mais ampla de como as coisas funcionavam com grandes empresas. Podendo também, ter inúmeras dicas de marketing.

A série conta com 7 temporadas de 13 episódios de uma hora cada. Ela pode ser assistida no site da emissora e na Netflix.

Como Mad Men pode me ajudar?

Por mais que pareça que uma série situada nos anos 60 não tenha muito a ensinar sobre a realidade, Mad Men mostra outra verdade. Por se tratar de uma agência de publicidade, é possível pegar várias dicas de marketing.

Além disso, assim como House of Cards, nos mostra a importância de alianças e de como a relação de poder é importante. Vendo como eram feitas as propagandas há tantos anos atrás, analisamos claramente a evolução do pensamento do empresário e como o pensamento e a cultura influenciam na hora de fazer a propaganda de uma empresa.

7. The Office (US)

A comédia que teve seu início em 2013 é mais um manual do que não se deve fazer no ambiente de trabalho. Estrelada por Steve Carrel, The Office mostra o dia a dia de uma fábrica que produz e distribui papel. Por ser uma comédia, a série mostra diversos acontecimentos que parecem ser improváveis de acontecer em uma empresa. Mas a realidade é que sim, acontecem.

O personagem de Steve Carell é um chefe de escritório que acredita ser um grande líder, enquanto seus funcionários caçoam dele. Mostrando ações que não devem ser repetidas no mundo real.

A série é uma produção da NBC e conta com 9 temporadas. Ela foi finalizada em sua 9ª temporada em 2013. Pode ser assistida pela Amazon Prime Video.

Como The Office pode me ajudar?

Mais voltada para o exemplo do que não se deve fazer, The Office traz diversos ensinamentos. Pensando pelas ações do personagem de Steve Carell, identifica-se o perfil de chefe que ninguém deve ser. E, vendo as reações de seus funcionários, entendemos claramente o porquê.

Em um primeiro momento é possível que passe em nossa mente que as situações da série são absurdas e não acontecem. Mas elas acontecem, mesmo o público sabendo que elas são incoerentes com o ambiente de trabalho. Assim, é possível identificar ações ou reações que nem o chefe, nem o funcionário deve ter.

8. Silicon Valley

O nome da série já diz muito sobre ela. A comédia americana que teve seu início em 2014 conta a história de programadores que devem tomar uma decisão extremamente importante: vender seu projeto por milhões e perder o valor que ele pode gerar futuramente, ou aceitar um investimento e assumir todos os riscos que vem com ele.

Silicon Valley é uma produção da HBO que conta com 5 temporadas e foi renovada para uma 6ª. Cada temporada tem de 8 a 10 episódios, que tem em torno de 30 minutos cada. Ela pode ser assistida pelo site da emissora.

Como Silicon Valley pode me ajudar?

Assim como Shark Tank, a série pode ensinar muito sobre investimentos. Os seis jovens da série devem tomar diversas decisões e aprender muito sobre investimentos. Os primeiros ensinamentos começam quando eles devem procurar um investidor, assim, precisando entender como vender a ideia.

O que vem depois também requer muito ensinamento e conhecimento. Quando se consegue um investidor, além da responsabilidade de fazer o negócio funcionar, também há responsabilidade com quem investe. Dessa forma, é necessário todo um planejamento e uma gestão impecável.

9. Gigantes da Indústria (The Men Who Built America)

The Men Who Built America, ou Gigantes da Indústria é uma minissérie produzida pelo History Channel. Em formato docudrama, ou seja, ficção e documentário, a minissérie conta a história dos grandes nomes da indústria e como eles fizeram suas empresas e negócios chegarem onde estão hoje.

Compostas de quatro episódios de uma hora cada, são contadas as biografias de Cornelius Vanderbilt, John D. Rockefeller, Andrew Carnegie, JP Morgan, Thomas Edison e Henry Ford. Além da trajetória de como eles transformaram a indústria, vemos dados e ideias que revolucionaram a sociedade moderna.

Como Gigantes da Indústria pode me ajudar?

Se há alguém com quem podemos aprender algo, são os grandes nomes da indústria. Henry Ford, por exemplo, inovou o processo de montagem de automóveis e é uma das maiores empresas automobilísticas no mundo todo até hoje. Isso fez dele um dos homens mais ricos e conhecidos do mundo.

Entender como alguém cria algo e consegue transformar em uma empresa se sucesso por tantos anos é base para quem quer empreender. Ainda mais se lembrarmos que esses nomes viveram há mais 200 anos atrás e conseguiram inovar e construir as maiores indústrias do mundo, nos mais diversos setores.

10. Game of Thrones

A grande produção da HBO é considerada, assim como Breaking Bad, uma das melhores séries da atualidade. Atualmente em sua temporada final, a série conta a história fictícia de Westeros e Essos e a guerra para conquistar o trono.

Baseada nos livros de George R. R. Martin, Game of Thrones é uma série imprevisível que conta com intrigas e planejamentos políticos de diversas partes do continente para a conquista do trono de ferro.

As 8 temporadas da série podem ser vistas através do site da emissora ou do canal pago.

Como Game of Thrones pode me ajudar?

Uma das séries mais imprevisíveis dos últimos tempos nos mostra o quanto o planejamento e o networking pode te colocar a frente. Pode ser considerado engraçado citar uma série tão diferente para adquirir conhecimento sobre empreendedorismo, mas se trouxermos os ensinamentos para a vida real, fica quase óbvio como as coisas funcionam.

Num mundo onde existem dragões e as mensagens são levadas por corvos, ser reconhecido por todos os lados é um grande avanço. Mas isso requer muito planejamento e conhecimento. Podemos fazer uma comparação entre os personagens principais com as empresas. Eles buscam realizar sua propaganda para conquistar o trono, enquanto as empresas fazem o mesmo para conquistar o cliente.

11. GirlBoss

Girlboss conta a história real de Sophia Amoruso, a fundadora da loja que foi considerada uma das “empresas de crescimento mais rápido”, a Nasty Gal. A história começa quando Sophia perde seu trabalho e, ao fazer compras em um brechó, descobre que vender roupas online pode levá-la ao sucesso.

A série foi cancelada logo em sua primeira temporada, mas ainda assim é possível ver o grande crescimento que Sophia teve. Ainda mais se pensarmos em onde ela chegou, com tão pouca idade e pouco conhecimento.

Os 13 episódios, de 30 minutos cada, estão disponíveis na Netflix.

Como Girlboss pode me ajudar?

Como uma menina de 22 anos, ainda sem formação nenhuma, consegue criar empresa que foi considerada uma das ’empresas de crescimento mais rápido’? E ser considerada uma das mulheres mais ricas do mundo que fez sua fortuna por conta própria? Com certeza temos muito a aprender com Sophia Amoruso.

Enquanto existem diversas críticas a série, a mesma inicia com “A seguir uma releitura livre de eventos verdadeiros. Muito livre.”. Isso apenas quer dizer que ainda que o intuito seja mostrar a história da grande empresária, algumas partes da história não são baseadas em fatos reais.

Em diversos momentos a série foca na dificuldade de ser uma jovem empresária, num mundo novo, como era o da internet. E ainda, como foi trabalhoso encontrar o seu lugar e mostrar que apesar de jovem, Sophia tinha muita vontade e sabia o que estava fazendo.

12. Undercover Boss (O Chefe Espião)

Criada pela CBS em 2010, Undercover Boss, ou O Chefe Espião, é uma série como O Sócio e Shark Tank, em formato reality show. O objetivo da série é que chefes e donos de empresa se disfarcem de funcionários para avaliar sua empresa de outro modo. Eles entram como novos funcionários e tem contato, principalmente, com os setores que têm os trabalhos de base.

A série conta com 9 temporadas, com episódios de uma hora cada e foi renovada para uma décima temporada, mas sem previsão de retorno. E os episódios podem ser vistos no site da emissora.

Como O Chefe Espião pode me ajudar?

Ainda que em muitos episódios e em muitas empresas as coisas não deem certo, podemos tirar um grande ensinamento da série. Não adianta a empresa crescer se não existe contato e nem conhecimento de como ela funciona. É claro que em empresas grandes esse contato se torna mais escasso, mas ainda assim, é imprescindível saber o que se passar ali dentro.

Ao realizar trabalhos que já não faziam há muito tempo, ou que nunca fizeram, os chefes disfarçados acabam aprendendo diversas lições. Muitos retornam a suas origens e entendem o quanto o dinheiro, sucesso e poder podem subir a cabeça.

13. Chef’s Table

Mais focada no ramo da gastronomia, a série da Netflix Chef’s Table conta com grandes nomes da culinária mundial. A série tem formato documental e mostra como é o dia a dia destes renomados cozinheiros. Ao longo de suas 6 temporadas, temos os desafios pelos quais eles passam e como ultrapassá-los.

As 6 temporadas da série podem ser vistas na Netflix.

Como Chef’s Table pode me ajudar?

É possível pensar que essa seria uma boa dica apenas para quem tem restaurantes, mas não é. A série traz diversas dicas de como é cuidar de um restaurante, mas também, sobre os desafios que um empresário encontra diariamente. Estas dicas vão desde o financeiro de um negócio, até o tratamento dos funcionários.

14. Narcos

Uma das séries mais comentadas de autoria da Netflix é Narcos. Assim como Girlboss, a série conta a história de vida de uma pessoa real. Só que dessa vez, a história é de um dos maiores traficantes do mundo, Pablo Escobar.

Ao longo de 3 temporadas, a série mostra como Pablo Escobar virou um chefão do tráfico e conseguiu transformar o cartel como um dos maiores do mundo. Isso tudo na visão dos policiais que o perseguiam.

As únicas três temporadas da série estão na Netflix (mas você pode ver Narcos: México, o spin off que conta a história de Miguel Ángel Félix Gallardo, o El Padrino).

Como Narcos pode me ajudar?

Assim como Girlboss, Narcos é uma série de ficção, mas baseada em fatos reais. E, assim como Breaking Bad, os ensinamentos não devem ser levados ao pé da letra. Até porque o final não é nada bom. Mas, ao longo da série, podemos ver o que o poder faz com a cabeça de quem não está preparado.

Pablo Escobar se tornou um dos maiores traficantes gerenciando um dos maiores cartéis de drogas do mundo. E, apesar de ser completamente errado, é algo impressionante. Ainda mais se levarmos em conta o seu pouco conhecimento de administração e gestão.

Considerações finais

Agora que você sabe um pouco mais sobre quais série deve ver e como elas podem lhe ajudar, basta assistir e implementar os novos ensinamentos em sua empresa!

É importante salientar que o eGestor não incita ou incentiva nenhuma atividade ilícita. As séries citadas são obras de ficção e os ensinamentos retirados delas são apenas para conhecimento e um possível melhoramento na gestão da sua empresa.

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MEI (Microempreendedor Individual)- PodCast do eGestor

MEI (Microempreendedor Individual)- PodCast do eGestor

O MEI ou Microempreendedor Individual é basicamente um trabalhador autônomo e pessoa jurídica, ou seja, possui CNPJ, pode emitir nota fiscal e tem todos os direitos e deveres que essa concessão outorga.

Neste episódio, Pedro Escobar, Marcelo Prates, Rafaela Konze e João Ribeiro explicam o que é o MEI e de que formas essa modalidade de empresa pode beneficiar o empreendedor brasileiro.


Sobre esse podcast:

O PodCast do eGestor foi criado com o objetivo de ajudar o empreendedor no dia a dia de seu negócio, através de dicas sobre gestão, marketing e empreendedorismo. Os episódios são produzidos pela equipe do sistema com participação de alguns convidados.

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DECORE: O que é e como emitir a declaração de rendimentos

DECORE: O que é e como emitir a declaração de rendimentos

Quando um trabalhador submetido ao regime da CLT precisa abrir uma conta bancária, fazer um empréstimo ou um financiamento, o procedimento é bastante simples. Antes de fazer a análise de crédito, a instituição solicita o contracheque do trabalhador e verifica seus rendimentos. 

Mas o que acontece quando um profissional autônomo ou um pequeno empresário precisa recorrer aos mesmos serviços? A verdade é que esses profissionais têm maior dificuldade de comprovar seus rendimentos, uma vez que possuem fontes diversas de remuneração. Por outro lado, essa incerteza atinge também as empresas financeiras, uma vez que ficam vulneráveis às fraudes.

Assim, surge a DECORE, para auxiliar esses profissionais. Entenda mais sobre ele!

O que é a DECORE

DECORE é a sigla para Declaração Comprobatória de Percepção de Rendimentos. Ele é o documento exigido para abertura de conta bancária, assim como para obtenção de créditos e financiamentos. Criado em 2000, pela CFC (Conselho Federal de Contabilidade), a DECORE substitui o contracheque como documento comprobatório de renda para aqueles que não estão submetidos a uma relação de trabalho regida pela CLT.

Esse documento só pode ser expedido por um contador habilitado, que é, também, o responsável pelas informações contidas no mesmo.

A instituição desse documento trouxe ganhos para todas as partes. Por exemplo as instituições financeiras, elas ganham mais segurança na hora de conceder crédito. No caso dos profissionais, eles podem recorrer ao contador para obter as orientações acerca dos documentos e procedimentos necessários para ter seu próprio contracheque e ter acesso, sem obstáculos, à abertura de contas correntes, investimentos e crédito.

Quem pode utilizar a DECORE

A DECORE é um documento que pode ser utilizado, para comprovação de renda, por profissionais autônomos e liberais, assim como por empresários que façam suas retiradas através do sistema de pró-labore.

Podem solicitar a declaração médicos, advogados, corretores, dentistas, arquitetos, terapeutas, feirantes, vendedores autônomos, taxistas, motoboys, diaristas, fotógrafos, pedreiros, caminhoneiros, perueiros e qualquer profissional que precise comprovar seus rendimentos, inclusive bolsistas.

Autenticidade

A DECORE só pode ser emitida por profissionais de contabilidade que estejam devidamente habilitados para essa tarefa. Assim, para que o documento tenha validade, é obrigatório que ele tenha o selo DHP impresso ou afixado no corpo da declaração.

O DHP é a Declaração de Habilitação Profissional. Ele é um selo expedido e controlado pelo CRC – Conselho Regional de Contabilidade, sendo o controle dele feito pelo conselho da região do contador responsável.

É importante frisar que o contador é subordinado à fiscalização do órgão regional, e, é responsável pelo conteúdo da declaração, ganhando papel central no sistema de controle proporcionado pela instituição da DECORE. Uma vez emitido, o documento permanece à disposição para verificação no site do CRC. Essa verificação pode ser feita por meio de um código de controle, que é emitido junto com a declaração.

Assim, o contador fica de posse da documentação legal usada para a elaboração da DECORE. Essa documentação deve ser guardada pelo prazo de cinco anos, com a finalidade de atender a eventual rotina de fiscalização do Conselho Regional de Contabilidade. Estará sujeito às penalidades previstas na respectiva legislação aquele profissional de contabilidade que descumprir as normas relativas à elaboração da declaração, autenticidade das informações e guarda da documentação.

Emissão da DECORE

Para emitir a DECORE, o profissional de contabilidade precisa está em situação regular junto ao CRC, não podendo haver débitos em aberto. Assim, a emissão da DECORE é feita através do site do CRC, por meio eletrônico, ficando disponível para o cliente e para a fiscalização no endereço eletrônico do órgão regulador e fiscalizador. Por fim, a declaração só será válida por um período de noventa dias contados de sua emissão.

Você pode fazer a emissão da DECORE por aqui.

Documentação necessária a DECORE

Há um alerta que é importante ser feito a contadores e clientes sobre a DECORE. Desde 2016, só é possível expedir a declaração após terem sido registrados no sistema os documentos obrigatórios.

A recomendação é de que os contadores se aproximem de seus clientes para prover uma melhor assessoria, no sentido de garantir que a escrituração esteja sempre em dia. E, desse modo, se evita frustração para os clientes e constrangimentos para os contadores. Isso, pois a legislação é bem clara quanto à exigibilidade dos documentos para a emissão da DECORE.

Para isso, é essencial estar atento aos prazos da agenda tributária da Receita Federal.

Abaixo, segue a documentação específica para os casos em que se faça possível a solicitação da declaração.

1. Empresários

1.1. Pró-Labore

  • Escrituração no livro diário;
  • GFIP  (Guia de recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social) com comprovante de transmissão.

1.2. Distribuição de lucros

  • Escrituração no livro diário.

2. Profissionais liberais e autônomos

  • Escrituração do livro diário;
  • DARF do IRPF – Imposto de Renda da Pessoa Física – comprovando o recolhimento dentro do prazo regulamentar (carnê leão);
  • GFIP (Guia de recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social) com comprovante de transmissão;
  • Contrato de Prestação de Serviço e RPA – Recibo de Pagamento de Autônomo -, com declaração de atestado do pagador no verso do documento do valor registrado, acrescido das devidas retenções tributárias;
  • Conhecimento de Transporte Rodoviário ou Comprovante de pagamento de frete, em casos onde o rendimento seja provenientes de serviços relacionados à atividade de transporte de cargas;
  • Declaração do órgão de trânsito competente ou do sindicato da respectiva categoria informando a média de faturamento mensal, caso a atividade seja de transporte ou outra correlata;

3. Prestação de serviços diversos ou comissões

  • Escrituração do livro diário;
  • DARF do IRPF – Imposto de Renda da Pessoa Física – comprovando o recolhimento dentro do prazo regulamentar (carnê leão);
  • Escrituração do livro ISSQN (Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza) ou apresentação de NF avulsa do ISSQN.

4. Atividades rurais, agropecuárias, extrativistas, etc.

  • Escrituração do livro diário;
  • DARF do IRPF – Imposto de Renda da Pessoa Física – comprovando o recolhimento dentro do prazo regulamentar (carnê leão);
  • Nota fiscal de venda de matérias primas e mercadorias produzidas a partir das atividades rurais por parte do produtor rural pessoa físicas;
  • Extrato da DAP com emissão feita em nome do produtor rural;
  • Contrato de arrendamento e/ou armazenagem e comprovante de pagamento.

5. Aluguéis ou arrendamentos diversos

  • Escrituração do livro diário;
  • DARF do IRPF – Imposto de Renda da Pessoa Física – comprovando o recolhimento dentro do prazo regulamentar (carnê leão);
  • Contrato de locação, comprovante de recebimento por locação e comprovante de propriedade do bem.

6. Rendimentos provenientes de aplicações financeiras

  • Comprovante autenticado de rendimento bancário;
  • Comprovante de crédito em conta do rendimento emitido pela instituição financeira administradora do investimento.

7. Venda de bens imóveis ou móveis

  • Escritura pública no Cartório de Registro de Imóveis;
  • Contrato registrado de promessa de compra e venda;
  • Matrícula do Cartório de Registro de Imóveis. – Escrituração do livro diário;
  • Escrituração do livro caixa;
  • Cópias das notas fiscais emitidas;
  • Cópia do comprovante do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional).

9. Côngrua e Prebenda Pastoral

  • Escrituração no livro caixa;
  • DARF do IRPF – Imposto de Renda da Pessoa Física – comprovando o recolhimento dentro do prazo regulamentar (carnê leão);
  • Guia de Previdência Social e ata de nomeação.

10. Royalties e dividendos

  • Comprovante de crédito em conta ou documento expedido pela fonte pagadora.

11. Bolsista

  • Comprovante de recebimento emitido pela fonte pagadora.

12. Pagamentos a autônomos cooperados

  • Escrituração no livro caixa;
  • DARF do IRPF – Imposto de Renda da Pessoa Física – comprovando o recolhimento dentro do prazo regulamentar (carnê leão);
  • Comprovante de rendimento emitido pela cooperativa.

13. Titulares de serviços de registro e notariais

  • Escrituração no livro caixa;
  • DARF do IRPF – Imposto de Renda da Pessoa Física – comprovando o recolhimento dentro do prazo regulamentar (carnê leão).

14. Rendimentos obtidos no exterior

  • Escrituração no livro caixa;
  • DARF do IRPF – Imposto de Renda da Pessoa Física – comprovando o recolhimento dentro do prazo regulamentar (carnê leão), quando devido no Brasil.

As situações acima são apenas algumas em que os rendimentos podem ser declarados através da DECORE. Há uma série de outras situações, mas estas são as principais. 

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