7 Estratégias de Marketing para Empreendedores em 2026

7 Estratégias de Marketing para Empreendedores em 2026

Ter um bom produto ou serviço já não garante mais vendas. Se o cliente não encontra a marca no momento em que pesquisa, ou não confia no que vê nas redes sociais, ele fecha negócio com o concorrente. É aí que entra o marketing para empreendedores: um conjunto de estratégias para dar visibilidade ao negócio, construir relacionamento com o público e transformar contato em venda.

Muitos empreendedores ainda tratam o marketing como algo secundário, deixando para pensar depois que o produto estiver pronto. Essa é justamente a decisão que faz negócios promissores perderem espaço para concorrentes mais bem posicionados. O marketing cuida da imagem da marca, da comunicação com o cliente e, principalmente, dos resultados que sustentam o negócio no longo prazo.

Neste guia atualizado, você confere 7 estratégias práticas para aplicar agora mesmo no seu negócio, sozinho ou com uma equipe.

Empreendedor pesquisando estratégias de marketing digital no computador

Estratégias de marketing para empreendedores em 2026

1. Invista em tráfego pago

Tráfego pago é o conjunto de visitantes ou clientes que chegam por meio de campanhas pagas em plataformas digitais, como Google Ads, Meta Ads e TikTok Ads. Antes da popularização das redes sociais, divulgar um negócio dependia quase sempre de agências de publicidade caras, com resultado incerto.

Hoje, o próprio empreendedor consegue criar, acompanhar e ajustar suas campanhas em tempo real, pausando o que não funciona e investindo mais no que traz retorno. Com um orçamento pequeno já é possível segmentar o público por localização, idade, interesses e comportamento, o que reduz o desperdício de verba com pessoas sem potencial de compra.

2. Aposte no marketing de conteúdo

Ao lado do tráfego pago, existe uma estratégia orgânica com potencial igualmente alto: o marketing de conteúdo. Ele consiste em produzir e divulgar materiais que realmente ajudem o público antes de tentar vender qualquer coisa.

Um vídeo ensinando a configurar uma campanha no Google Ads, seguido de uma indicação de curso ou serviço próprio, é um exemplo clássico. Esse tipo de conteúdo atrai leads, constrói autoridade e faz o público confiar na marca antes mesmo do primeiro contato comercial.

Empreendedor gerenciando redes sociais e vendas pelo celular

3. Construa relacionamento com o cliente

O marketing de relacionamento é uma das estratégias mais usadas atualmente, e por um bom motivo: ele reduz a distância entre empresa e cliente. Isso significa menos hierarquia e linguagem formal, e mais comunicação direta e honesta.

Clientes bem tratados compram de novo e recomendam a marca para amigos e familiares. Manter contato frequente, inclusive pelas redes sociais, mostra que a empresa se importa com cada pessoa que atende, e isso pesa na decisão de compra.

4. Marque presença nas redes sociais (e automatize o que der)

As redes sociais deixaram de ser apenas espaço de entretenimento e se tornaram ferramentas essenciais para quem quer vender mais. Manter um perfil ativo, com identidade visual consistente e postagens frequentes, traz benefícios como:

  • Construção de audiência e autoridade de marca;
  • Mais alcance e visibilidade;
  • Mais interação e engajamento;
  • Comunicação direta com o cliente.

Fotos e vídeos bem produzidos fazem diferença nas redes sociais, principalmente quando aliados a hashtags relevantes para o nicho do negócio.

O maior desafio costuma ser o tempo: manter várias redes ativas todos os dias exige uma rotina que o pequeno empreendedor nem sempre tem disponível. Uma alternativa é recorrer a ferramentas de automação, como o ProntoPost, que usa inteligência artificial para criar arte, escrever a legenda e publicar os posts automaticamente no Instagram, na frequência que o cliente escolher, seja semanal ou diária. Assim, a divulgação continua constante mesmo nos dias mais corridos.

Para se aprofundar em outros canais de divulgação, vale conferir também o guia sobre como divulgar produtos.

5. Acompanhe as métricas de perto

Uma das maiores vantagens do marketing digital é acompanhar os resultados em tempo real. Ferramentas como o Google Analytics mostram o caminho que o cliente percorre até a compra e como ele reage a cada campanha, enquanto o Google Tag Manager ajuda a configurar esse rastreamento sem depender de um programador.

Sem acompanhar métricas, é difícil saber se o trabalho da equipe está gerando retorno ou apenas consumindo tempo e orçamento. Um sistema de gestão empresarial ajuda a cruzar esses dados com o financeiro do negócio, mostrando quais campanhas realmente compensam.

6. Não abandone o cliente no pós-venda

Muitos empreendedores acreditam que o trabalho termina quando a venda é fechada. Esse é um erro comum e caro: o pós-venda é uma das formas mais baratas de gerar novas vendas.

Um exemplo simples: depois de vender uma mentoria sobre anúncios no Facebook Ads, você pode entrar em contato com o cliente para pedir feedback sobre a experiência. Além de gerar informações valiosas para melhorar o serviço, esse cuidado faz o cliente se sentir especial, o que aumenta as chances de indicação para amigos e conhecidos.

7. Não se esqueça do mundo offline

Mesmo com tanta ênfase no digital, o mundo offline continua relevante. Distribuir panfletos, participar de feiras do setor ou simplesmente ligar para conversar com um cliente podem parecer antiquados, mas ainda geram resultado.

Nenhuma automação substitui uma boa conversa olho no olho. Por trás de toda marca existem pessoas reais, e elas continuam respondendo bem a uma comunicação real.

Aplicando essas sete estratégias, mesmo aos poucos, o negócio ganha visibilidade, conquista clientes mais fiéis e constrói uma base sólida para crescer, seja ele uma empresa recém-aberta ou um negócio consolidado há anos.

Considerações finais

Empreender não é um processo fácil, mas contar com estratégias de marketing bem definidas torna o caminho bem mais previsível. Tráfego pago, conteúdo, relacionamento, redes sociais, métricas, pós-venda e presença offline formam um conjunto que se complementa: nenhuma estratégia sozinha sustenta um negócio no longo prazo.

Comece pelas estratégias que fazem mais sentido para o seu momento atual, meça os resultados e ajuste o que for preciso. O marketing existe para dar visibilidade a negócios de todos os tamanhos, do empreendedor individual à empresa consolidada.

Equipe comemorando resultados positivos de marketing

Perguntas frequentes sobre marketing para empreendedores

  1. Qual estratégia de marketing dá resultado mais rápido para quem está começando?

    O tráfego pago costuma trazer resultado mais rápido, porque coloca a marca na frente do público certo desde o primeiro dia de campanha. Já o marketing de conteúdo e o relacionamento levam mais tempo para amadurecer, mas constroem uma base de clientes mais fiel e mais barata de manter no longo prazo.

  2. É possível fazer marketing para empreendedores gastando pouco?

    Sim. Marketing de conteúdo, relacionamento próximo com o cliente e presença orgânica nas redes sociais são estratégias de baixo custo que trazem resultado consistente ao longo do tempo, mesmo sem orçamento para anúncios pagos.

  3. Vale a pena automatizar as redes sociais do negócio?

    Vale, principalmente para quem não tem tempo ou equipe para criar conteúdo todos os dias. Ferramentas como o ProntoPost ajudam a manter o Instagram ativo de forma constante, sem exigir dedicação diária do empreendedor.

  4. Com que frequência devo publicar nas redes sociais?

    Não existe um número fixo, mas a constância importa mais do que a quantidade. É melhor publicar poucas vezes por semana com regularidade do que publicar muito em uma semana e sumir nas seguintes.

  5. Como medir se o marketing está trazendo retorno?

    Acompanhando a origem de cada venda, o custo de cada ação de marketing e o crescimento do faturamento no período. Um sistema de gestão empresarial ajuda a cruzar essas informações sem depender de planilhas manuais.

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Os 10 melhores controles de ponto: Descubra o melhor

Os 10 melhores controles de ponto: Descubra o melhor

Existem quatro formas de controlar o ponto dos colaboradores de uma empresa: o ponto manual, o mecânico, o eletrônico e o digital. A dúvida que fica é sempre a mesma: qual é o melhor controle de ponto para a sua empresa?

O controle de ponto é uma parte fundamental da gestão de qualquer negócio. Sem ele, é impossível acompanhar as horas trabalhadas de cada colaborador — entradas, saídas, intervalos — e os dados que compõem a folha de pagamento, como horas extras, faltas, atrasos e abonos. Esses registros são essenciais para manter o bom funcionamento e a organização da empresa, além de evitar passivos trabalhistas.

⚠️ Atenção: o ponto é obrigatório para empresas com mais de 20 colaboradores, segundo o art. 74 da CLT, que diz:

“Para os estabelecimentos com mais de 20 (vinte) trabalhadores será obrigatória a anotação da hora de entrada e de saída, em registro manual, mecânico ou eletrônico, conforme instruções expedidas pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, permitida a pré-assinalação do período de repouso.

Redação dada pela Lei nº 13.874, de 2019.

Neste artigo, você confere os principais softwares de controle de ponto do mercado, os tipos de ponto existentes e as perguntas mais frequentes sobre o tema.

pessoa usando um relógio de pulso e com a mão sobre um teclado de laptop. O laptop está sobre uma superfície de madeira escura. A pessoa está usando um relógio elegante com uma pulseira marrom e mostrador claro, representando o controle de ponto.

Quais são os melhores softwares de controle de ponto?

Separamos os 10 sistemas de controle de ponto mais utilizados por empresas de diferentes portes e segmentos.

  • Ortep;
  • Tangerino;
  • PONTOTEL;
  • MARQ.;
  • Control ID;
  • Factorial;
  • Pontomais;
  • Genyo;
  • PontoGO;
  • Jibble.

Ortep

Ortep - Controle de ponto

A Ortep possui mais de 60 anos de experiência no mercado de controle de ponto e acesso. O Fortime, sistema de ponto online da Ortep, é uma solução completa para facilitar a gestão da jornada de trabalho dos colaboradores, com uma interface fácil, rápida e intuitiva, garantindo o controle de profissionais de RH, DP e empreendedores sobre o fluxo de registros de ponto dos colaboradores.

Veja algumas funcionalidades do Fortime:

  • Aplicativo para o usuário (registro de ponto pelo smartphone);
  • Aplicativo Multiusuário (registro de ponto de vários colaboradores em um tablet);
  • Dashboards analíticos, para compilação de dados vitais;
  • Geolocalização para registro de ponto remoto;
  • Ponto online e offline com sincronização automática;
  • Registro de ponto com confirmação por foto;
  • Gestão eficiente de horas extras, faltas e atrasos;
  • Integração com relógios de ponto certificados;
  • Banco de horas otimizado e simplificado;
  • Gestão de múltiplas empresas sem precisar deslogar;
  • Dispõe de 39 modelos de relatórios completos e automatizados;
  • Fácil controle de jornadas de trabalho presenciais, híbridas ou remotas;
  • 100% de acordo com a Portaria 671 do Ministério do Trabalho e Emprego;
  • Treinamento e suporte humanizado grátis;
  • Acompanhamento do primeiro fechamento de ponto sem custo.

Tangerino

Tangerino - Controle de ponto

O Tangerino é um software de controle de ponto que tem recursos destinados à gestão de departamento pessoal. Dessa maneira, fornece recursos para controlar desde a admissão dos colaboradores até toda a jornada de trabalho diária.

Possui também outras diversas soluções, como:

  • Admissão Digital: Ocorre a centralização de todos os documentos do candidato e possibilita a comunicação com o próprio candidato;
  • Controle de ponto digital: Controla toda a jornada de trabalho dos colaboradores de forma totalmente digital e prática;
  • Gestão de férias: Controla e valida as férias dos colaboradores com base na legislação trabalhista;
  • Clube de benefícios: Os colaboradores da empresa que utilizam o Tangerino têm acesso a cupons em mais de 25 mil lugares;
  • Holerite: Automatização do comprovante de pagamento dos colaboradores;
  • Gestão eletrônica de documentos: Ocorre o armazenamento, organização e compartilhamento dos documentos em um espaço 100% digital;
  • Central do contador: Centralização da comunicação com o contador, elevando a praticidade e transparência;
  • Sólides: Contém a jornada completa do RH da empresa na plataforma, automatizando processos de busca por novos talentos.

PONTOTEL

Pontotel - Controle de ponto

O PONTOTEL fornece um sistema completo de controle de ponto.

Assim, é possível registrar o ponto dos seus colaboradores, sem a necessidade de passar por processos repetitivos e cansativos.

Dentre as soluções do PONTOTEL, estão:

  • Múltiplas formas de registrar o ponto;
  • Gestão de escalas;
  • Informações em tempo real;
  • Organização de afastamentos e atestados;
  • Sistema em nuvem;
  • Integrações de sistemas.

MARQ.

Marq - Controle de ponto

A MARQ. é uma startup que desenvolveu um sistema de controle de ponto para auxiliar a rotina de empresas. Dessa forma, é possível simplificar os procedimentos da organização com métricas que impactam diretamente na tomada de decisões.

Além de fornecer o controle do horário de entrada e saída, a MARQ. oferece outras soluções, como:

  • Departamento pessoal: Documentos/assinaturas, Reembolsos, Perfil do colaborador completo;
  • Benefícios Corporativos: Reduz o Turnover, Personalizável, Flexibilidade, Aplicativo único;
  • Produtividade e Engajamento: Termômetro de humor, Check-in, Feedbacks;
  • Recrutamento e Admissão: Admissão Online, Portal de Vagas.

Control ID

Control ID - Controle de ponto

A Control ID está no mercado desde 2006, focada no desenvolvimento de softwares para controle de ponto e segurança eletrônica.

Assim, ela fornece o sistema com o objetivo de auxiliar gestores a obterem informações específicas e precisas da jornada de trabalho dos colaboradores. Com isso, é possível manter a segurança e praticidade das operações.

Para a Control ID, os recursos mais importantes de uma organização são as pessoas que nela trabalham. Por isso, oferece um amplo suporte para que seja possível manter uma gestão eficiente.

Factorial

Factorial - Controle de ponto

A Factorial tem como objetivo auxiliar a rotina de CEOs e gestores a controlarem dados importantes da sua empresa.

A empresa surgiu porque os fundadores sentiram que muito tempo era perdido com alguns trabalhos manuais. Entre eles estavam o controle de ponto, férias, contratos e folha de pagamento.

Através do sistema Factorial é possível realizar todo o controle de ponto da sua empresa de forma prática e automatizada.

Além do controle da jornada de trabalho, a Factorial possui outros benefícios, como:

  • Gestão de talentos;
  • Folha de pagamento;
  • Integração com relógio de ponto biométrico;
  • Controle de despesas corporativas;
  • Gestão administrativa de RH e DP;
  • Integrações.

Pontomais

Pontomais - Controle de ponto

O Pontomais surgiu com o objetivo de transformar o modelo manual e burocrático de relógio de ponto em um modelo tecnológico e prático. Assim, tornou os processos dos recursos humanos muito mais eficientes e precisos.

Além de fornecer um controle otimizado de pontos, o Pontomais também fornece outros benefícios, como:

  • Admissão;
  • Férias e folgas;
  • Escaladas de trabalho;
  • Holerite;
  • Gestão eletrônica de documentos.

Genyo

Genyo - Controle de ponto

A Genyo busca facilitar a rotina das empresas e a relação com seus colaboradores.

Por isso, desenvolveu uma plataforma de controle de ponto que tem integração com o relógio de ponto da Control ID.

Além disso, contém diversas soluções desenvolvidas para ajudar a sua empresa, dentre elas estão:

  • Foto do momento do ponto;
  • Integração API com folha de pagamento;
  • Localização GPS e lugares permitidos;
  • Relatórios automáticos.

PontoGO

Ponto Go - Controle de ponto

A PontoGO desenvolve e comercializa um software de controle de ponto que oferece soluções de ponto eletrônico e sistema de ponto online, adaptando-se às necessidades de empresas de diferentes portes e segmentos.

A plataforma permite gerenciar a jornada de trabalho dos colaboradores de forma online, com recursos para registro de ponto, controle da jornada e solicitações, tornando a gestão mais prática e eficiente.

Também fornece algumas soluções, como:

  • Gestão: com esse recurso é possível realizar toda a análise de pontos, os dados de cadastro dos colaboradores e os turnos previstos.
  • Gerencial: é possível construir toda a rotina do departamento. Ela pode ter as regras das jornadas de trabalho e turnos e o cadastro de cargos e departamentos. Além disso, também gerencia toda a folha de trabalho dos colaboradores.
  • Controle: é possível controlar todas as solicitações de ajuste feitas pelos colaboradores, como pontos e abonos.
  • Relatórios: com os relatórios é possível ter em mãos informações importantes para auxiliar as tomadas de decisões da empresa. Algumas informações importantes são a jornada detalhada, a jornada simplificada, o banco de horas e as horas extras.

Jibble

O Jibble é um sistema de ponto 100% gratuito para um número ilimitado de usuários, que ajuda as empresas a gerenciar a presença dos colaboradores sem sobrecarregar o orçamento. O sistema oferece recursos antifraude, como reconhecimento facial com inteligência artificial e rastreamento por GPS, que ajudam as empresas a eliminar a prática de “ponto amigo”. O Jibble também oferece versão em português do Brasil, proporcionando uma experiência localizada que facilita o controle de ponto para empresas e equipes no Brasil.

Alguns dos principais recursos que o Jibble oferece incluem:

  • Opções flexíveis de registro de ponto por celular, computador, web ou quiosque compartilhado;
  • Recursos antifraude, incluindo reconhecimento facial com inteligência artificial, rastreamento por GPS e detecção de vida, para ajudar a evitar o registro de ponto por terceiros e garantir registros precisos de presença;
  • Modo offline que permite que os colaboradores registrem o ponto mesmo quando estão sem conexão, com os dados de presença sincronizados automaticamente assim que a conexão for restabelecida;
  • Folhas de ponto geradas automaticamente que registram horas de trabalho, pausas, horas extras, atrasos e faltas em tempo real;
  • Acompanhamento do tempo dedicado a projetos, que ajuda as equipes a monitorar o tempo gasto em projetos, tarefas, atividades e clientes;
  • Gestão de férias com políticas de férias personalizáveis da empresa e fluxos de trabalho simplificados para solicitação e aprovação online;
  • Insights baseados em IA que analisam dados de controle de tempo, identificam tendências e recomendam melhorias para aumentar a produtividade da equipe;
  • Integrações com uma ampla variedade de ferramentas para empresas, incluindo softwares de folha de pagamento como Xero e Deel;
  • Suporte para 16 idiomas (com mais a serem adicionados em breve), incluindo o português do Brasil.

Tipos de controle de ponto

Ponto manual

O ponto manual é um dos modelos mais antigos e com o menor custo-benefício. Consiste em um caderno ou folha de ponto onde cada colaborador anota os próprios horários trabalhados, incluindo entrada, pausas e saída. É o método menos eficaz, pois permite alterações e facilita fraudes.

Segundo a Portaria 671, ainda é possível que empresas adotem o ponto manual, desde que exista acordo individual escrito, convenção coletiva ou acordo coletivo de trabalho que permita esse modelo.

Além disso, o ponto manual demanda muito mais tempo no fechamento da folha de pagamento, já que os dados precisam ser digitados manualmente — o que aumenta o risco de falhas e possíveis prejuízos para a empresa.

pessoa segurando uma caneta vermelha, pronta para escrever em um caderno aberto com um marcador vermelho. O cenário parece ser um ambiente interno bem iluminado e confortável

Ponto mecânico

O ponto mecânico é registrado em um relógio de ponto físico, no qual cada colaborador possui um cartão próprio. O cartão é inserido no equipamento na hora de bater o ponto, que registra e imprime a jornada de trabalho, diferenciando por cores os registros regulares e irregulares, como atrasos.

Esse modelo representa uma evolução em relação ao ponto manual e é mais eficaz do que o caderno de anotações. Ainda assim, continua sujeito a erros no momento da digitalização das informações.

pessoa validando seu bilhete em uma máquina amarela

Relógio de ponto eletrônico

O relógio de ponto eletrônico permite o registro por cartão magnético ou biometria do colaborador, com a marcação feita diretamente no equipamento, que grava digitalmente todas as entradas e saídas.

Um ponto de atenção é o risco de fraude quando o registro é feito por cartão, já que o relógio não identifica se quem está utilizando o cartão é realmente o titular. Já o ponto por biometria ou reconhecimento facial tem alta precisão, tornando praticamente impossível a ocorrência de erros ou fraudes.

impressão digital brilhante no centro de círculos concêntricos, dando a impressão de um sistema de segurança biométrica

Ponto digital

O ponto digital é a forma mais atual e prática de registrar o ponto, permitindo o controle totalmente online e eliminando a necessidade de qualquer registro físico.

Sua principal vantagem é dispensar equipamentos físicos, já que todo o processo é feito digitalmente, geralmente via aplicativo. O modelo também facilita a rotina de empresas com colaboradores em home office, já que o registro de foto e localização é suficiente para validar toda a jornada de trabalho.

pessoa tirando uma selfie com um prédio elegante ao fundo. O prédio possui múltiplos arcos e janelas, e há árvores sem folhas ao redor. A pessoa está vestindo uma roupa azul e um boné, e o céu parece estar nublado, criando uma atmosfera calma. Representando o controle de ponto digital

Perguntas frequentes sobre controles de ponto

  1. Por que o controle de ponto manual ainda é permitido?

    Na verdade, o controle de ponto manual continua permitido — não é obrigatório adotar o ponto eletrônico. Porém, o modelo manual é pouco eficaz e está mais sujeito a erros e fraudes, por isso vem perdendo espaço para os sistemas digitais.

  2. Como escolher o relógio de ponto?

    Alguns passos ajudam nessa escolha:
    1. Entenda as necessidades da sua empresa;
    2. Faça uma análise de mercado e de custo-benefício;
    3. Conheça os recursos e as soluções oferecidas por cada fornecedor;
    4. Confira a qualidade do suporte técnico;
    5. Verifique a legalidade do aparelho junto ao Ministério do Trabalho;
    6. Avalie a precisão e a segurança do sistema;
    7. Confira o modo de utilização e a facilidade de implantação.

  3. O que diz a CLT sobre controle de ponto?

    O art. 74 da CLT determina o registro do horário de trabalho dos colaboradores, que pode ser feito de forma manual, mecânica ou eletrônica, conforme as regras da Portaria 671.

Independentemente do sistema escolhido, o controle de ponto é apenas uma parte da gestão da sua empresa. Para acompanhar também o fluxo de caixa, o controle de estoque e a emissão de notas fiscais em um só lugar, conheça o sistema de gestão empresarial (ERP) do eGestor.

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Como divulgar produtos: Estratégias para vender mais [2026]

Como divulgar produtos: Estratégias para vender mais [2026]

Ter um bom produto não é mais suficiente para vender: se o cliente não encontra a sua marca no momento em que pesquisa, ele compra do concorrente. É comum que o consumidor pesquise um produto pela internet antes de fechar a compra, mesmo quando a compra final acontece em uma loja física. Por isso, saber como divulgar seus produtos de forma estratégica, nos canais certos, é o que separa negócios que vendem de negócios que só existem no papel.

Neste guia atualizado, você vai ver as principais estratégias de divulgação para 2026, dos canais digitais às ações offline, incluindo como automatizar parte desse trabalho sem perder qualidade.

Por que a forma como você divulga seus produtos muda o resultado da venda?

Além de pesquisar produtos, o consumidor usa as redes sociais para comparar preços entre diferentes plataformas e localizar a loja física mais próxima antes de decidir onde comprar. Ou seja: a divulgação online influencia diretamente a venda offline, e ignorar esse comportamento significa perder clientes para concorrentes mais presentes digitalmente.

Pessoa pesquisando produto no celular antes de comprar

Redes sociais: esteja onde o seu público já está

Antes de escolher em quais redes investir, identifique onde o seu público-alvo realmente está e mantenha um padrão visual e de linguagem consistente em todos os canais. Presença sem constância não gera resultado — o segredo é publicar com regularidade e manter o perfil das redes sociais da empresa sempre atualizado.

Facebook

Além das publicações no perfil da empresa, o Facebook permite criar grupos para engajar clientes, divulgar eventos e conversar diretamente com o público pelo Messenger. Para campanhas pagas, o Meta Ads permite segmentar por localização, idade e interesses, o que reduz o desperdício de verba em público que não tem potencial de compra.

Instagram

Fotos e vídeos de boa qualidade fazem toda a diferença no Instagram empresarial. Use hashtags relevantes para o seu nicho, publique Reels para alcançar novos públicos e ative as ferramentas de shopping para permitir que o cliente compre direto pelo aplicativo, sem sair da rede social.

LinkedIn

Para empresas que vendem para outras empresas (B2B), o LinkedIn é um canal estratégico: participar de grupos do setor e investir em anúncios segmentados por cargo ou empresa costuma trazer leads mais qualificados do que redes voltadas ao público geral.

X (antigo Twitter)

O X continua sendo útil para comunicação rápida com o público, divulgação de novidades e atendimento em tempo real. O formato de mensagens curtas exige objetividade, mas é uma boa ferramenta para responder dúvidas publicamente e mostrar transparência para com os clientes.

Automatize a criação de conteúdo para redes sociais

Manter todas essas redes ativas ao mesmo tempo consome tempo que o pequeno empresário nem sempre tem sobrando. Uma alternativa para quem não quer contratar uma agência é usar ferramentas de automação, como o ProntoPost, que usam inteligência artificial para criar artes e legendas e publicam os posts automaticamente no Instagram. Isso mantém a divulgação do negócio constante sem exigir que alguém interrompa a rotina da empresa para pensar em conteúdo. O blog do ProntoPost traz dicas práticas de como organizar essa rotina de publicações.

Blog e SEO: tráfego orgânico e gratuito

Manter um blog é uma das formas mais baratas de divulgar produtos a médio e longo prazo. Ao produzir conteúdo relevante e otimizado para os mecanismos de busca, utilizando as técnicas de SEO, a empresa passa a atrair visitantes que já estão pesquisando o que ela vende. Assim, deixa de depender apenas de anúncios pagos. Trabalhar bem as palavras-chave, os títulos e a estrutura do texto ajuda o conteúdo a aparecer nas primeiras posições do Google, o que gera tráfego contínuo mesmo quando a empresa não está investindo em mídia paga naquele mês.

Parcerias e marketing de influência

Fechar parcerias com fornecedores, outras empresas do mesmo nicho e formadores de opinião amplia o alcance da divulgação sem multiplicar o orçamento de marketing. Um influenciador com audiência alinhada ao seu público, por exemplo, pode apresentar o produto de forma mais autêntica do que um anúncio tradicional, gerando mais confiança na decisão de compra.

Tenha uma boa relação com os seus clientes

Divulgar bem também depende de reter quem já compra da empresa. Um atendimento de qualidade transforma clientes em promotores espontâneos da marca, o que vale mais do que qualquer campanha paga.

Mantenha um cadastro de clientes atualizado

Registrar preferências, histórico de compras e forma de contato de cada cliente permite montar campanhas personalizadas, muito mais eficientes do que ações genéricas disparadas para toda a base ao mesmo tempo.

Crie nichos e direcione suas ações de marketing

Nem todo cliente responde à mesma mensagem. Segmentar o público em grupos com características parecidas e criar ações específicas para cada nicho aumenta a taxa de conversão. Isso acontece porque a comunicação passa a atender diretamente às dores e aos desejos daquele grupo, em vez de tentar agradar todo mundo ao mesmo tempo.

Participe de feiras e eventos do seu setor

Feiras, exposições e eventos do setor continuam sendo uma boa forma de gerar contato direto com clientes em potencial e apresentar diferenciais do produto na prática. Também são uma oportunidade de observar de perto o que a concorrência está fazendo.

Elaborando estratégias de SEO para otimizar os conteúdos e atrair visitantes

Invista em assessoria de imprensa e mídia local

Uma matéria publicada por veículos de imprensa ou influenciadores locais costuma gerar mais credibilidade do que uma publicidade paga, justamente porque é percebida como uma opinião independente. Enviar releases para jornais e sites regionais é uma forma de baixo custo para conseguir essa exposição.

Como saber se a divulgação dos seus produtos está funcionando?

De nada adianta divulgar em vários canais sem acompanhar o retorno de cada um. Use um sistema de gestão empresarial para relacionar o crescimento das vendas às ações de marketing feitas em cada período, e acompanhe métricas simples como origem do cliente, custo por venda e ticket médio. Assim fica mais fácil identificar qual canal realmente traz retorno e merece receber mais investimento.

Conclusão

Divulgar bem os seus produtos não depende de estar em todos os canais ao mesmo tempo, e sim de escolher os canais certos para o seu público, manter presença constante neles e medir o que realmente gera retorno. Combine redes sociais, conteúdo próprio, parcerias e um bom relacionamento com quem já compra da empresa — e use a automação a seu favor sempre que ela liberar tempo para você cuidar do que só o dono do negócio pode fazer.

Pessoa feliz utilizando as estratégias e dicas que aprendeu no blog eGestor

Perguntas frequentes sobre como divulgar seus produtos

  1. Qual é a melhor rede social para divulgar produtos?

    Depende do público. Instagram e Facebook funcionam bem para a maioria dos negócios B2C, enquanto o LinkedIn costuma trazer resultados melhores para empresas que vendem para outras empresas (B2B).

  2. É possível divulgar produtos gastando pouco?

    Sim. Blog com conteúdo otimizado para SEO, parcerias, indicação de clientes satisfeitos e presença orgânica nas redes sociais são estratégias de baixo custo que geram resultado a médio prazo.

  3. Vale a pena automatizar as redes sociais da empresa?

    Sim, principalmente para quem não tem tempo ou equipe para criar conteúdo todos os dias. Ferramentas como o ProntoPost ajudam a manter a publicação constante sem exigir dedicação diária do empresário.

  4. Com que frequência devo publicar nas redes sociais?

    Não existe um número fixo, mas a constância importa mais do que a quantidade. É melhor publicar poucas vezes por semana com regularidade do que publicar muito em uma semana e sumir nas seguintes.

  5. Como medir o retorno das ações de divulgação?

    Você pode medir acompanhando a origem de cada venda, o custo de cada ação de marketing e o crescimento do faturamento no período. Um sistema de gestão ajuda a cruzar essas informações sem depender de planilhas manuais.

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Como economizar em serviços bancários: Guia para empresas [2026]

Como economizar em serviços bancários: Guia para empresas [2026]

Manter uma conta bancária empresarial custa caro. Entre taxas de manutenção, seguros embutidos, maquininhas com mensalidade e cartões com anuidade, muitas empresas pagam mais do que precisariam. Sem perceber, boa parte desse valor vai para serviços bancários que a empresa sequer utiliza. A boa notícia é que economizar em serviços bancários é mais simples do que parece: basta revisar contratos, comparar opções e cortar o que não traz retorno.

Neste guia atualizado, você vai entender por que essas taxas pesam tanto no orçamento. Além disso, vai aprender a fazer uma avaliação realista dos seus custos bancários e quais passos práticos adotar para reduzir essas despesas ainda este mês.

Pessoa organizando planilha de controle financeiro da empresa

Por que as taxas bancárias pesam tanto no orçamento da empresa?

Enquanto pessoas físicas costumam ter acesso a contas gratuitas ou com poucas taxas, as pessoas jurídicas arcam com uma cobrança bem mais alta pelos mesmos serviços. Manter uma conta PJ ativa em um banco tradicional pode custar, somando manutenção, TEDs, boletos e outras tarifas, mais de R$ 1.000,00 por ano. Esse valor, aliás, não inclui seguros e produtos adicionais que o gerente costuma oferecer.

Passo 1: Faça uma avaliação inicial dos custos bancários

Antes de trocar de banco ou cancelar qualquer serviço, reúna os extratos dos últimos três a seis meses. Depois, liste tudo o que é cobrado: taxa de manutenção de conta, seguros, mensalidade de maquininha, anuidade de cartão, taxas de saque, TED, DOC e qualquer outro item. Esse levantamento simples já revela boa parte do problema, porque é comum encontrar cobranças recorrentes de serviços que a empresa nem usa mais.

Se preferir organizar esses números fora do extrato do banco, uma planilha de gastos ajuda a visualizar rapidamente onde o dinheiro está indo e a comparar a evolução dos custos mês a mês.

Passo 2: Pesquise o mercado antes de escolher o banco ideal

Depois de mapear os custos atuais, é hora de pesquisar o mercado. Compare pelo menos três instituições, incluindo bancos tradicionais e digitais, observando:

  • Custo real da manutenção da conta PJ, sem promoções que expiram em poucos meses;
  • Serviços realmente úteis para o seu tipo de negócio (folha de pagamento, maquininha, cartão, crédito);
  • Isenções de tarifas por volume de transações ou faturamento;
  • Facilidade para abrir e, principalmente, para encerrar a conta sem burocracia;
  • Reputação e suporte ao cliente pessoa jurídica.

Anote as condições de cada proposta e compare lado a lado antes de decidir. Trocar de banco tem custo zero na maioria dos casos, então não há motivo para continuar pagando caro por comodismo.

Passo 3: Separe as finanças pessoais das finanças da empresa

Misturar a conta pessoal com a da empresa é um dos erros mais comuns entre pequenos empresários e microempreendedores. Além disso, é um dos que mais dificultam identificar onde o dinheiro está sendo desperdiçado. Manter contas separadas facilita a gestão, evita erros contábeis e torna muito mais simples enxergar exatamente quanto a empresa gasta com serviços bancários.

Uma planilha de controle financeiro é uma boa aliada nesse momento: com ela, dá para acompanhar entradas e saídas da conta PJ sem depender apenas do extrato do banco.

Empreendedor analisando planilhas para economizar em serviços bancários

Passo 4: Cancele serviços bancários desnecessários

Depois de mapear os custos e pesquisar alternativas, o próximo passo é cortar o que não agrega valor. Três itens costumam pesar mais do que parecem:

Seguros embutidos na conta

Muitos bancos oferecem seguros (proteção de cartão, seguro de vida, assistência residencial) junto com o pacote de serviços. Boa parte deles, porém, é vendida por estratégia comercial, não por necessidade real da empresa. Revise se algum desses seguros já está ativo na sua conta e, se não fizer sentido para o negócio, cancele.

Maquininha de cartão com mensalidade

A maquininha de cartão é essencial para quem vende presencialmente, mas pagar mensalidade por ela não é mais necessário. Hoje existem diversas opções sem taxa fixa mensal, cobrando apenas por transação, como SumUp, Moderninha Pro 2, Minizinha Chip 2, PagSeguro e Mercado Pago. Compare as taxas por transação de cada uma antes de escolher, já que elas variam conforme a forma de pagamento (débito, crédito à vista ou parcelado).

Cartões de crédito com anuidade

Ter vários cartões de crédito empresariais, cada um com sua anuidade, é outro gasto que pode ser cortado sem prejuízo. O ideal é manter apenas um cartão sem anuidade, usado exclusivamente para despesas essenciais da empresa, o que também facilita o controle e evita gastos por impulso.

Passo 5: Avalie os bancos digitais, principalmente se você é MEI

Os bancos digitais mudaram a relação entre empresas e serviços bancários. A abertura de conta costuma ser gratuita, sem tarifa de manutenção, e muitas transações (como PIX e transferências entre contas do mesmo banco) não têm custo. Para o MEI e para pequenas empresas com movimentação financeira mais simples, essa costuma ser a opção mais econômica.

Antes de migrar, confirme se o banco digital escolhido oferece os recursos que a empresa realmente usa, como emissão de boletos, integração com maquininhas e limite de TED. Assim, você evita trocar uma economia por uma limitação operacional.

Outras dicas para reduzir custos bancários na empresa

  • Use o PIX sempre que possível: é gratuito na maioria dos bancos e substitui TED e DOC no dia a dia da empresa.
  • Negocie com o gerente: bancos tradicionais costumam ter margem para reduzir tarifas de clientes com bom relacionamento e volume de transações.
  • Revise o extrato mensalmente: cobranças indevidas ou serviços “esquecidos” ativos são mais comuns do que se imagina.
  • Evite saques em excesso: prefira pagamentos digitais, que costumam ser mais baratos e mais fáceis de rastrear.

Como o controle financeiro ajuda a economizar ainda mais

Reduzir taxas bancárias é apenas uma parte da economia. Para que o corte de custos realmente apareça no caixa da empresa, é preciso acompanhar de perto para onde o dinheiro está indo. Algumas ferramentas gratuitas ajudam nessa rotina:

Com esses controles em dia, fica muito mais fácil identificar rapidamente quando uma taxa bancária sobe ou quando vale a pena negociar ou trocar de banco.

Conclusão

Economizar em serviços bancários não exige nenhuma medida drástica. Basta começar com uma avaliação honesta dos custos atuais, seguir com uma boa pesquisa de mercado e, por fim, cancelar os serviços que só existem porque ninguém parou para revisá-los. Repita essa análise a cada seis meses e mantenha o controle financeiro da empresa sempre atualizado. Assim, a economia conquistada no banco realmente se transforma em caixa disponível para o negócio crescer.

Empresários comemorando avaliação das pesquisas feitas com sucesso

Perguntas frequentes sobre economia em serviços bancários

  1. Vale a pena trocar de banco para economizar?

    Sim, na maioria dos casos. Trocar de banco geralmente não tem custo e pode gerar uma economia significativa na manutenção da conta, principalmente ao migrar para um banco digital com tarifas menores ou isentas.

  2. Bancos digitais são seguros para empresas?

    Sim. Os bancos digitais que operam no Brasil são regulados pelo Banco Central, seguem as mesmas normas de segurança dos bancos tradicionais e, em geral, também contam com o Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

  3. É necessário ter conta PJ mesmo sendo MEI?

    Sim. Mesmo o MEI deve manter uma conta bancária separada da conta pessoal, o que facilita a declaração de faturamento e evita problemas na hora de comprovar renda da empresa.

  4. Como saber se estou pagando taxas desnecessárias?

    Revisando o extrato mês a mês e listando cada cobrança recorrente. Qualquer serviço que a empresa não usa ativamente, como seguros e cartões extras, é candidato a cancelamento.

  5. Quanto uma empresa pode economizar cortando serviços bancários?

    Depende do porte do negócio, mas é comum reduzir centenas de reais por ano apenas cancelando seguros, maquininhas com mensalidade e cartões com anuidade que não são utilizados com frequência.

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Como importar produtos dos EUA: Guia completo [2026]

Como importar produtos dos EUA: Guia completo [2026]

Com os preços praticados no Brasil, é fácil entender por que tantos empreendedores consideram importar produtos dos Estados Unidos para revenda. O objetivo pode ser vender para amigos e familiares ou montar um negócio de importação de fato. É um ramo lucrativo. Mas trazer mercadorias de outro país exige conhecimento prévio sobre logística, tributação e regras aduaneiras — que mudaram bastante nos últimos anos.

Neste guia atualizado, você confere o passo a passo de como importar dos EUA com segurança e dentro da lei.

Pesquise o mercado antes de importar

Antes de qualquer compra, pesquise o mercado e os procedimentos legais envolvidos na importação. Avalie também o canal de vendas em que pretende atuar. O e-commerce é a escolha mais comum entre importadores porque elimina custos como aluguel de loja física. Em contrapartida, exige investimento em marketing digital para atrair clientes. Para se diferenciar da concorrência, escolha bem o nicho de atuação e defina a estratégia de divulgação desde o início.

Importar produtos dos EUA

Escolha bem os fornecedores nos Estados Unidos

A internet coloca você em contato com inúmeras empresas ao redor do mundo, por isso, invista tempo em uma pesquisa extensa até encontrar fornecedores confiáveis. Existem cursos que ensinam a construir parcerias com marcas internacionais, o que pode facilitar bastante essa etapa.

Uma boa prática é fazer um primeiro pedido pequeno para testar a agilidade da entrega e a qualidade dos produtos antes de comprar em maior volume. Confira também avaliações nas redes sociais do fornecedor e busque a opinião de outros clientes antes de fechar negócio.

Escolha um nicho e avalie a demanda

Boa parte dos consumidores brasileiros se interessa por produtos importados que não são facilmente encontrados no país, ou que saem mais caros aqui do que no exterior. Focar em um nicho específico facilita bastante a definição da persona, o perfil do consumidor ideal. Além disso, o e-commerce permite explorar segmentos bem específicos sem perder escala.

Dependendo da cotação do dólar, a economia gerada pode variar bastante em relação ao preço do mesmo produto no Brasil, o que ajuda a manter a margem competitiva mesmo com os custos de importação. Verifique também se o produto escolhido tem alguma restrição de envio: perfumes e velas, por exemplo, exigem cuidados específicos por causa de normas de transporte de inflamáveis.

Se você está começando e ainda tem pouco capital, produtos de menor valor, como acessórios para celular ou roupas, costumam ser uma porta de entrada mais segura antes de investir em itens mais caros.

Abra um CNPJ e regularize sua atividade

Ter um CNPJ evita que as encomendas sejam retidas na alfândega por suspeita de atividade comercial não declarada, além de permitir a revenda legal dos produtos e a emissão de nota fiscal. Abra o CNPJ assim que definir a finalidade do negócio. O regime tributário e a carga de impostos vão variar conforme o faturamento esperado e o setor de atuação, por isso, é recomendável consultar um contador para decidir o enquadramento mais vantajoso.

Entenda como funciona a tributação para importar produtos dos EUA

Essa é a parte que mais mudou nos últimos anos. É recomendável confirmar os valores atuais no Portal Compras Internacionais do governo antes de fechar uma compra, porque as regras têm sido revisadas com frequência. Em maio de 2026, uma medida provisória (MP 1.357/2026, ainda pendente de aprovação no Congresso) zerou o Imposto de Importação federal para compras de até US$ 50 feitas em sites participantes do programa Remessa Conforme. Para compras entre US$ 50 e US$ 3.000, a alíquota federal é de 60%, com um desconto fixo de US$ 30 sobre o valor do imposto calculado.

Além do Imposto de Importação, o ICMS estadual continua sendo cobrado em praticamente todas as compras internacionais, com alíquota entre 17% e 20%, dependendo do estado de destino. Ou seja, mesmo em uma compra isenta do imposto federal, o ICMS costuma incidir sobre o valor da mercadoria.

Essas regras da Remessa Conforme valem para remessas internacionais do tipo postal ou courier, o formato mais comum para quem importa pequenas quantidades para revenda. Já quem faz importação comercial formal, em maior volume e com despacho aduaneiro próprio, segue a tabela regular do Imposto de Importação por NCM (a classificação fiscal do produto). O cálculo é feito com a ajuda de um despachante aduaneiro, por meio do Siscomex.

Habilite-se no Radar Siscomex para importar dos EUA em maior volume

Se o plano é importar em volume maior, como carga fechada por via aérea ou marítima, é necessário habilitar o CNPJ no RADAR (Registro e Rastreamento da Atuação dos Intervenientes Aduaneiros). O cadastro é feito no Portal Único Siscomex, usando certificado digital ou login gov.br, e dá acesso ao sistema para registrar as declarações de importação.

Existem modalidades diferentes de habilitação, definidas pela Receita Federal conforme a capacidade financeira declarada pela empresa, como a Expressa e a Limitada, cada uma com um teto de valor movimentado por semestre. Antes de submeter o pedido, verifique se os dados do CNPJ estão em dia e se não há pendências fiscais, pois isso pode travar a análise.

💡 Você também pode gostar: MEI pode importar? Entenda se é possível e como fazer

Organize o estoque

Mantenha os itens anunciados sempre disponíveis em estoque para garantir agilidade na entrega. Encomendas vindas dos Estados Unidos podem levar semanas para chegar ao Brasil, então vender um produto sem tê-lo em mãos costuma gerar reclamação e cancelamento de pedido.

Produtos mais caros geralmente têm menor rotatividade e não exigem estoque muito grande. Já para itens baratos, compensa importar em quantidade maior, pois o custo de frete por unidade cai e a demanda tende a ser mais constante.

Monte uma presença profissional para vender

Hoje a maioria dos importadores vende pelo Mercado Livre e outros marketplaces, o que não tem nada de errado. Para quem quer se diferenciar, é necessário investir em um site próprio, com boa legibilidade e navegação simples. A plataforma deve aceitar boleto e as principais bandeiras de cartão, com opção de parcelamento, para não perder vendas por falta de forma de pagamento.

Um e-commerce mal feito prejudica a imagem da marca mais do que ajuda, por isso, invista tempo (ou um bom desenvolvedor) nessa etapa. Combine a loja virtual com ações de marketing nas redes sociais, como Facebook e Instagram, para conseguir vender para todo o território nacional, não só para conhecidos.

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Tenha controle financeiro do negócio

Registre todas as transações da importadora, incluindo frete, impostos e taxas de plataforma, não só o valor do produto. Uma planilha ou sistema de gestão detalhando entradas e saídas evita que o negócio se desorganize financeiramente. Não misture o dinheiro da revenda com o seu orçamento pessoal, mesmo no começo.

É normal que a lucratividade seja baixa nos primeiros meses. Com produtos de qualidade, preços justos e controle financeiro consistente, o retorno tende a vir com o tempo, seja como renda extra ou como fonte principal.

Importar produtos dos EUA continua sendo um negócio rentável para quem se organiza desde o início: pesquisa o mercado, escolhe bons fornecedores, regulariza a empresa e entende a tributação vigente. Para dar conta do controle financeiro e de estoque nesse processo, teste o eGestor gratuitamente e centralize a gestão da sua importadora em um só lugar.

Importação dos EUA chegando com organização e planejamento prévio

Perguntas frequentes sobre como importar produtos dos EUA

  1. Preciso de CNPJ para importar produtos dos EUA e revender?

    Não é uma exigência legal em todos os casos, mas é altamente recomendado. Sem CNPJ, suas encomendas correm mais risco de retenção na alfândega por suspeita de atividade comercial não declarada, além de você não poder emitir nota fiscal para os clientes.

  2. Quanto de imposto eu pago para importar dos Estados Unidos?

    Depende do valor da compra e do canal usado. Em compras dentro do programa Remessa Conforme, hoje o Imposto de Importação federal é zero até US$ 50 e de 60% (com desconto fixo de US$ 30) entre US$ 50 e US$ 3.000, sempre com ICMS estadual de 17% a 20% adicionado. Para importação comercial formal, a alíquota segue a tabela por NCM do produto.

  3. É preciso me habilitar no RADAR para importar pela Remessa Conforme?

    Não. O RADAR é exigido para importação comercial formal, com despacho aduaneiro próprio via Siscomex. Compras dentro do regime de Remessa Conforme, por courier ou correio, não exigem essa habilitação.

  4. Vale mais a pena vender em marketplace ou montar um site próprio?

    Marketplaces como o Mercado Livre facilitam o começo por já terem tráfego e sistema de pagamento prontos, mas cobram comissão e limitam a personalização da marca. Um site próprio dá mais controle e margem no longo prazo, porém exige investimento em marketing para gerar tráfego.

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