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    <title>administração — eGestor Blog</title>
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    <description>Posts com a tag administração em eGestor Blog.</description>
    <language>pt-BR</language>
    <lastBuildDate>Tue, 20 Oct 2026 15:40:04 -0300</lastBuildDate>
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      <title>Terceirização: O que é, suas vantagens e desvantagens</title>
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      <pubDate>Tue, 20 Oct 2026 15:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Gestão de pessoas</category>
      <category>Administração e gestão</category>
      <category>processos</category>
      <category>direitos do trabalho</category>
      <category>administração</category>
      <category>empreendedores</category>
      <description>Entenda o que é terceirização, o que diz a Lei 13.429/2017, os direitos dos terceirizados, as vantagens, as desvantagens e quando vale a pena terceirizar.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Há muitas décadas, empresas de diversos setores utilizam a terceirização como ferramenta de gestão. Ela permite que as organizações ganhem eficiência e reduzam custos ao delegar atividades a empresas especializadas, por meio de uma gestão administrativo-operacional.</p>
<p>O processo de terceirização é muito comum em países industrializados e altamente competitivos. Como estratégia de gestão, ganhou força nos Estados Unidos durante e após a Segunda Guerra Mundial: como as indústrias bélicas precisavam se concentrar na produção de armamentos, elas repassavam atividades de suporte a outras empresas, mediante contratos entre pessoas jurídicas.</p>
<p>Continue lendo para entender como funciona a terceirização, o que diz a lei, quais são os direitos dos trabalhadores e as vantagens e desvantagens do processo.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/120-4.png-2000.webp" alt="Equipe trabalhando em notebooks numa mesa compartilhada de escritório" width="2000" height="1334"></p>
<h2 id="o-que-e-e-como-funciona-a-terceirizacao">O que é e como funciona a terceirização?</h2>
<p>A terceirização ocorre quando uma empresa (a contratante ou tomadora) contrata uma prestadora de serviços para realizar determinada atividade do seu negócio. A parceria é firmada por meio de um contrato, e o vínculo de emprego se estabelece entre o trabalhador e a empresa que presta o serviço. Ou seja, não há vínculo empregatício entre a empresa contratante e o trabalhador terceirizado. Ainda assim, a contratante tem responsabilidades, como você verá adiante.</p>
<p>Na prática, a prestadora de serviços contrata, remunera e dirige o trabalho dos seus empregados para atender à demanda da contratante. Como o procedimento serve para repassar atividades a terceiros, ele recebe o nome de terceirização.</p>
<p>No Brasil, a terceirização é regulamentada pela <a href="https://blog.egestor.com.br/lei-da-terceirizacao/">Lei da Terceirização</a> (Lei nº 13.429/2017), que alterou a Lei nº 6.019/1974. Veja mais detalhes sobre a história e a legislação adiante.</p>
<h3 id="por-que-terceirizar">Por que terceirizar?</h3>
<p>A terceirização gera diversas vantagens quando inserida na estratégia do negócio. Um dos motivos é que a empresa torna seus processos mais eficazes, uma vez que transfere a responsabilidade de planejamento, execução e supervisão de determinado serviço ou processo a um terceiro.</p>
<p>Assim, a empresa pode direcionar seus esforços para questões mais estratégicas. Por outro lado, ao optar por contratar um fornecedor, ela deve estar atenta aos riscos envolvidos na negociação.</p>
<h2 id="historia-da-terceirizacao-trabalhista">História da terceirização trabalhista</h2>
<p>A divisão do trabalho entre empresas existe desde a Revolução Industrial, mas a terceirização como estratégia de gestão ganhou força nos Estados Unidos durante e após a Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>No Brasil, a prática se difundiu a partir da segunda metade do século XX. Os principais marcos são:</p>
<ul>
<li><strong>1967:</strong> o Decreto-Lei nº 200 incentiva a administração pública federal a contratar serviços de terceiros para tarefas executivas;</li>
<li><strong>1974:</strong> a Lei nº 6.019 regulamenta o trabalho temporário;</li>
<li><strong>1983:</strong> a Lei nº 7.102 autoriza a terceirização dos serviços de vigilância bancária;</li>
<li><strong>1993:</strong> o Tribunal Superior do Trabalho (TST) edita a Súmula 331, que permite terceirizar apenas as atividades-meio, com responsabilidade subsidiária da contratante;</li>
<li><strong>2017:</strong> as Leis nº 13.429 e nº 13.467 (Reforma Trabalhista) liberam a terceirização de qualquer atividade;</li>
<li><strong>2018:</strong> o Supremo Tribunal Federal (STF) confirma a licitude da terceirização da atividade-fim.</li>
</ul>
<h2 id="lei-da-terceirizacao-lei-n-13-429-2017-o-que-mudou">Lei da Terceirização (Lei nº 13.429/2017): o que mudou</h2>
<p>A Lei nº 13.429/2017 foi sancionada em 31 de março de 2017 pelo então presidente Michel Temer, a partir do Projeto de Lei nº 4.302/1998. Ela alterou a Lei nº 6.019/1974, que trata do trabalho temporário, e passou a regular também a prestação de serviços a terceiros.</p>
<p>Os principais pontos da regra atual são:</p>
<ul>
<li><strong>Terceirização de qualquer atividade:</strong> desde a Reforma Trabalhista (Lei nº 13.467/2017), a empresa pode terceirizar inclusive a sua atividade principal. Em agosto de 2018, o STF confirmou esse entendimento ao julgar a ADPF 324 e o RE 958.252 (Tema 725);</li>
<li><strong>Responsabilidade subsidiária:</strong> se a prestadora não pagar salários e encargos, a empresa contratante pode ser cobrada na Justiça;</li>
<li><strong>Quarentena de 18 meses:</strong> um empregado demitido não pode voltar a prestar serviços à mesma empresa como terceirizado antes de 18 meses da demissão;</li>
<li><strong>Trabalho temporário:</strong> o prazo máximo do contrato passou a ser de 180 dias, consecutivos ou não, prorrogável por mais 90 dias.</li>
</ul>
<h2 id="quais-sao-os-requisitos-para-terceirizar">Quais são os requisitos para terceirizar?</h2>
<p>Na prática, a terceirização funciona como uma contratação de serviços: você pode ter profissionais trabalhando no seu espaço sem que eles sejam seus funcionários efetivos.</p>
<p>Cada empresa terceiriza conforme a própria necessidade e, como em qualquer prática de gestão, há vantagens e desvantagens.</p>
<p>Para atuar como prestadora de serviços terceirizados, a empresa precisa estar inscrita no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) e ter registro na <a href="https://blog.egestor.com.br/junta-comercial/">Junta Comercial</a>. A lei também exige dois pontos importantes:</p>
<h3 id="secao-1-pessoa-juridica">1 - Pessoa Jurídica</h3>
<p>A prestadora de serviços não pode ser uma pessoa física: a lei aceita somente a contratação de uma pessoa jurídica de direito privado. Ou seja, é uma empresa que presta o serviço terceirizado para outra.</p>
<h3 id="secao-2-capital-social">2 - Capital Social</h3>
<p>O capital social da empresa prestadora de serviços precisa ser compatível com o número de empregados, conforme o art. 4º-B da Lei nº 6.019/1974. Confira:</p>
<ul>
<li>empresas com até 10 funcionários - capital mínimo de R$ 10.000,00</li>
<li>empresas de 11 a 20 funcionários - capital mínimo de R$ 25.000,00</li>
<li>empresas de 21 a 50 funcionários - capital mínimo de R$ 45.000,00</li>
<li>empresas de 51 a 100 funcionários - capital mínimo de R$ 100.000,00</li>
<li>empresas com mais de 100 funcionários - capital mínimo de R$ 250.000,00</li>
</ul>
<p>Essa obrigatoriedade evita a criação de empresas de fachada e protege o próprio tomador de serviços.</p>
<figure><a href="https://youtu.be/FHy2YAdVgi8" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-FHy2YAdVgi8.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<h2 id="direitos-dos-terceirizados-e-obrigacoes-das-empresas">Direitos dos terceirizados e obrigações das empresas</h2>
<p>É comum haver dúvidas sobre os direitos trabalhistas dos funcionários terceirizados. Neste tópico, esclarecemos essa questão.</p>
<p>Os terceirizados são empregados da prestadora de serviços, contratados pela CLT. Por isso, têm os mesmos direitos trabalhistas de qualquer empregado com carteira assinada. São eles:</p>
<ul>
<li>Salário conforme as atividades desenvolvidas;</li>
<li>Contribuição ao INSS;</li>
<li>13º salário;</li>
<li>Férias;</li>
<li>Repouso semanal remunerado;</li>
<li>FGTS;</li>
<li>Aviso prévio;</li>
<li>Licença-maternidade e licença-paternidade.</li>
</ul>
<p>Quando o serviço é feito nas dependências da contratante, a lei também garante ao terceirizado as mesmas condições oferecidas aos empregados da empresa em alimentação no refeitório, transporte, atendimento médico ou ambulatorial, treinamento, saúde e segurança no trabalho e instalações adequadas (art. 4º-C da Lei nº 6.019/1974). A equiparação salarial com os empregados da contratante não é obrigatória, mas pode ser acordada entre as empresas.</p>
<p>A principal obrigação da empresa que presta serviços terceirizados é cumprir a legislação trabalhista e as convenções coletivas da categoria, além de entregar um serviço de qualidade.</p>
<p>Confira o que diz a lei (art. 4º-A, § 1º, da Lei nº 6.019/1974): “A empresa prestadora de serviços contrata, remunera e dirige o trabalho realizado por seus trabalhadores ou subcontrata outras empresas para realização desses serviços”.</p>
<p>A empresa contratante também tem obrigações. Entre elas, não utilizar os trabalhadores em atividades diferentes das previstas em contrato. Além disso, não se configura vínculo empregatício entre a contratante e os trabalhadores ou sócios da empresa prestadora de serviços.</p>
<p>Confira outras obrigações:</p>
<ul>
<li>Retenção e recolhimento de 11% de INSS sobre o valor da nota fiscal de serviços, quando houver cessão de mão de obra (art. 31 da Lei nº 8.212/1991);</li>
<li>Garantia de condições de segurança, higiene e salubridade quando o trabalho for feito em suas dependências;</li>
<li>Responsabilidade subsidiária: se a prestadora não pagar salários e encargos, a contratante pode ser cobrada na Justiça.</li>
</ul>
<p><strong>💡</strong> Você também pode gostar: <a href="https://blog.egestor.com.br/como-administrar-uma-empresa/">Como administrar uma empresa: Entenda em 10 passos</a></p>
<h2 id="vantagens-da-terceirizacao">Vantagens da terceirização</h2>
<p>Atualmente, empresas de todos os portes, tipos e atividades podem aproveitar as vantagens da terceirização. Confira algumas delas:</p>
<h3 id="foco">Foco</h3>
<p>A vantagem mais evidente é o foco que a empresa contratante pode ter na sua atividade principal. Isso aumenta a especialização do negócio e reduz o esforço com treinamento e desenvolvimento de profissionais em áreas de apoio. Disso advêm as outras vantagens que abordamos abaixo.</p>
<h3 id="simplificacao">Simplificação</h3>
<p>O empresário que adota a terceirização garante uma estrutura administrativa mais simplificada, com a redução de contratos profissionais e dos níveis hierárquicos. O processo também enxuga a organização da empresa na medida em que reduz as áreas de responsabilidade dos profissionais.</p>
<h3 id="competitividade">Competitividade</h3>
<p>Há maior agilidade nas decisões do negócio, o que aumenta a competitividade da empresa. As organizações experimentam um poder maior de negociação com seus clientes e fornecedores. Pequenas e médias empresas veem sua área de abrangência crescer sem muitos investimentos.</p>
<h3 id="economia">Economia</h3>
<p>A economia vem da redução do desperdício, do custo dos estoques e da estrutura necessária para manter atividades de apoio. As ações se tornam mais flexíveis, o que permite aprimorar o produto com menos investimento. O maquinário tem um tempo de ociosidade reduzido, e a empresa só passa a ter gastos com materiais úteis na sua especialidade.</p>
<h3 id="produtividade">Produtividade</h3>
<p>A <a href="https://www.jivochat.com.br/blog/vendas/produtividade-o-que-e.html" rel="noopener">produtividade</a> tende a aumentar, pois toda a organização estará concentrada na realização da atividade-fim. Além de aumentar o ritmo e o volume de produção, até mesmo a qualidade do trabalho tende a melhorar.</p>
<h3 id="integracao-da-empresa">Integração da empresa</h3>
<p>Com as atividades de apoio nas mãos de terceiros, a equipe interna e os gestores podem concentrar esforços no que a empresa entrega ao cliente.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/122-3.jpg-2000.webp" alt="Equipe reunida à noite numa sala de reunião envidraçada do escritório" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="desvantagens-da-terceirizacao">Desvantagens da terceirização</h2>
<p>Como nem tudo são flores, a terceirização também tem desvantagens. São elas:</p>
<h3 id="qualidade-do-servico">Qualidade do serviço</h3>
<p>Por mais que a equipe interna mantenha um alto padrão, o serviço contratado nem sempre estará à altura. Por isso, é importante conhecer o histórico da empresa a ser contratada e fiscalizar os serviços para garantir que estejam de acordo com o que foi solicitado.</p>
<h3 id="problemas-com-a-legislacao">Problemas com a legislação</h3>
<p>Existem terceirizados que fornecem serviços sem estarem registrados ou de acordo com as normas da legislação. Como a contratante responde de forma subsidiária pelas dívidas trabalhistas da prestadora, sua empresa pode ser afetada por ações trabalhistas ou autuada por auditores-fiscais do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Por isso, conheça bem a legislação trabalhista e confira a regularidade da prestadora antes de contratar qualquer serviço.</p>
<h3 id="dificuldade-de-encontrar-bons-fornecedores">Dificuldade de encontrar bons fornecedores</h3>
<p>Em algumas atividades terceirizadas há muitas empresas atuando, o que facilita a contratação. Mas nem sempre é assim. Muitas vezes as empresas gastam muito tempo na procura de um parceiro ideal. Além disso, a falta de cuidado na escolha do fornecedor pode resultar em um serviço inferior ao que sua própria equipe entregaria.</p>
<h3 id="perda-do-contato-com-o-empregado">Perda do contato com o empregado</h3>
<p>Se há vantagens em não contratar funcionários diretamente, há a desvantagem de perder o contato com o trabalhador que realiza o serviço. Sua empresa não pode dar ordens diretas aos terceirizados nem tratá-los como empregados próprios, pois a subordinação direta pode levar ao reconhecimento de vínculo empregatício na Justiça do Trabalho.</p>
<h3 id="perda-da-originalidade">Perda da originalidade</h3>
<p>Isso tende a acontecer principalmente com empresas que já têm uma estrutura consolidada e decidem terceirizar atividades que influenciam diretamente a identidade do produto. A longo prazo, parte da equipe pode perder a referência da cultura da empresa.</p>
<h3 id="demissoes">Demissões</h3>
<p>Ao terceirizar uma área que antes era interna, a empresa pode precisar demitir funcionários, o que gera custos com verbas rescisórias e pode causar conflitos com sindicatos. Vale lembrar que a lei proíbe que o empregado demitido volte a prestar serviços à mesma empresa como terceirizado antes de 18 meses da demissão.</p>
<h3 id="mudancas-abruptas-na-empresa">Mudanças abruptas na empresa</h3>
<p>Se não for realizada com um planejamento detalhado, a terceirização pode gerar problemas internos. O primeiro está relacionado aos custos, que ficam difíceis de projetar a longo prazo.</p>
<p>As mudanças na estrutura de poder podem colocar interesses em conflito, e isso prejudica diretamente a empresa. Ela também pode se tornar dependente dos serviços dos terceiros, e corre até o risco de “ser administrada”. Soma-se a isso a dificuldade de aproveitar os empregados que já passaram por treinamentos.</p>
<h2 id="qual-o-objetivo-da-terceirizacao-do-trabalho">Qual o objetivo da terceirização do trabalho?</h2>
<p>O principal objetivo da terceirização é fazer com que os processos sejam mais ágeis, tornando a empresa mais competitiva frente aos concorrentes.</p>
<p>Ela também busca reduzir custos com mão de obra, maquinários e equipamentos, encargos previdenciários e trabalhistas, entre outros. Por outro lado, a contratante precisa conferir se a prestadora recolhe corretamente os encargos trabalhistas e as contribuições à <a href="https://blog.egestor.com.br/previdencia-social-o-que-e/">previdência social</a>, já que pode responder de forma subsidiária por eventuais dívidas.</p>
<h2 id="atividades-que-podem-ser-terceirizadas">Atividades que podem ser terceirizadas</h2>
<p>Existem diversas atividades que podem ser terceirizadas. Listamos cinco exemplos para ajudar na compreensão:</p>
<h3 id="secao-1-limpeza">1 - Limpeza</h3>
<p>Essa terceirização ocorre com a contratação de uma empresa especializada no segmento, que dispõe de materiais e produtos de limpeza, equipe, ferramentas, equipamentos de segurança e capacidade para atuar nos mais variados ambientes.</p>
<h3 id="secao-2-contabilidade">2 - Contabilidade</h3>
<p>A terceirização contábil ocorre quando parte ou o total das atividades contábeis da empresa é transferido para um escritório de contabilidade ou profissional especializado.</p>
<p>Ou seja, funções que antes eram desempenhadas por você ou pela sua equipe passam a ser feitas por quem é especialista no assunto.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/134-5.jpg-2000.webp" alt="Profissionais trabalhando lado a lado em notebooks num escritório compartilhado" width="2000" height="1333"></p>
<h3 id="secao-3-armazenagem">3 - Armazenagem</h3>
<p>Essa terceirização se dá por meio de um armazém geral, ou seja, um estabelecimento que guarda mercadorias de terceiros. Além de armazenar, o prestador de serviços pode receber, embalar, etiquetar e conferir os produtos.</p>
<h3 id="secao-4-servicos-administrativos">4 - Serviços Administrativos</h3>
<p>A terceirização de serviços administrativos ocorre quando uma empresa especialista nesse segmento é contratada para realizar tarefas administrativas de outra empresa (a contratante). Dentre os serviços administrativos que podem ser terceirizados estão:</p>
<ul>
<li><a href="https://www.pontotel.com.br/" rel="noopener">Controle do ponto</a>;</li>
<li>Recepção;</li>
<li>Assistência jurídica.</li>
</ul>
<h3 id="secao-5-seguranca">5 - Segurança</h3>
<p>A terceirização da segurança ocorre quando uma empresa especializada, com profissionais capacitados, é contratada para atuar em edifícios ou outros estabelecimentos.</p>
<p>Esse tipo de terceirização pode ser usado em diferentes situações, como segurança patrimonial ou pessoal. As empresas de vigilância privada são reguladas por lei específica e precisam de autorização da Polícia Federal para funcionar.</p>
<h2 id="quando-vale-a-pena-terceirizar-servicos">Quando vale a pena terceirizar serviços?</h2>
<p>O gestor precisa estar sempre atento, pois alguns sinais ou situações indicam o momento em que vale a pena terceirizar. Um deles é quando a estrutura atual deixa de comportar as demandas do dia a dia da organização. Nesse caso, você pode contratar mais colaboradores ou terceirizar serviços.</p>
<p>Terceirizar pode ser a escolha mais vantajosa, pois a empresa recupera a capacidade de produção sem os custos de novas contratações diretas, desde que o contrato caiba no orçamento.</p>
<p>Outro momento é quando a empresa precisa otimizar processos, mas a equipe tem dificuldade em algum procedimento específico. Nesse caso, contratar uma empresa especializada nessa função é uma boa escolha.</p>
<p>Confira outros momentos em que a terceirização pode ser contratada:</p>
<ul>
<li>Dificuldades no setor de vendas;</li>
<li>Altas taxas de cancelamento;</li>
<li>Reclamações excessivas sobre o atendimento aos clientes;</li>
<li>Colaboradores que não atendem às demandas em tempo hábil;</li>
<li>Necessidade de reduzir os gastos com a folha de pagamento.</li>
</ul>
<h2 id="terceirizacao-de-servicos">Terceirização de serviços</h2>
<p>A terceirização de serviços também é chamada de <a href="https://blog.egestor.com.br/outsourcing-o-que-e-como-funciona-e-onde-implementar/">outsourcing</a>. Trata-se da relação contratual entre duas empresas, em que uma presta atividades profissionais à outra.</p>
<p>Em suma, diferente da contratação direta pela CLT, na terceirização o trabalhador é contratado pela empresa prestadora de serviços, e não pela tomadora.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/112.png-2000.webp" alt="Empresário pensativo diante do notebook avaliando se vale a pena terceirizar" width="2000" height="1334"></p>
<h2 id="terceirizacao-e-o-mesmo-que-pejotizacao">Terceirização é o mesmo que pejotização?</h2>
<p>Não. Embora os termos sejam confundidos, terceirização e pejotização são coisas diferentes.</p>
<p>Na terceirização, uma empresa contrata outra que oferece mão de obra qualificada, e os trabalhadores são empregados da prestadora de serviços.</p>
<p>Já na pejotização, a empresa exige que uma pessoa física abra uma pessoa jurídica (PJ) para prestar serviços como se fosse empregada, com horário, subordinação e exclusividade. O pagamento passa a ser feito por nota fiscal, e não pela folha de pagamento. Quando há características de vínculo empregatício, a Justiça do Trabalho pode reconhecer a relação de emprego. A validade desse tipo de contratação está em julgamento no STF (Tema 1.389), ainda sem decisão final, por isso vale acompanhar o andamento antes de adotar esse modelo.</p>
<h2 id="a-terceirizacao-e-boa-para-o-brasil">A terceirização é boa para o Brasil?</h2>
<p>O tema divide opiniões. Os defensores afirmam que a terceirização aumenta a eficiência das empresas, estimula a criação de negócios especializados e traz mais segurança jurídica desde a Lei nº 13.429/2017.</p>
<p>Os críticos, entre eles sindicatos e parte dos especialistas em direito do trabalho, apontam o risco de salários menores, mais rotatividade e precarização das condições de trabalho.</p>
<p>Para o pequeno empresário, o ponto principal é contratar prestadoras regulares e fiscalizar o cumprimento do contrato, o que reduz os riscos trabalhistas.</p>
<h2 id="conclusao">Conclusão</h2>
<p>A terceirização pode deixar sua empresa mais enxuta e focada no que faz de melhor, desde que seja feita com planejamento. Contrate prestadoras regularizadas, formalize tudo em contrato e fiscalize a qualidade dos serviços e o recolhimento dos encargos.</p>
<p>Para acompanhar os pagamentos a fornecedores, as notas fiscais de serviço e os custos de cada contrato num só lugar, conte com um sistema de gestão como o <strong>eGestor</strong>.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>
<section class="faq"><h2 id="perguntas-frequentes-sobre-a-terceirizacao">Perguntas frequentes sobre a Terceirização</h2><div class="faq-lista"><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="como-funciona-a-terceirizacao">Como funciona a terceirização?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Uma empresa (contratante ou tomadora) firma um contrato com outra empresa (prestadora) para executar uma atividade. A prestadora contrata, paga e dirige os trabalhadores, e a contratante fiscaliza o serviço.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-e-terceirizacao-cite-um-exemplo">O que é terceirização? Cite um exemplo</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>É a contratação de uma pessoa jurídica para realizar uma atividade de outra empresa. Um exemplo comum é a contratação de uma empresa especializada em limpeza ou segurança.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="quais-sao-as-vantagens-e-desvantagens-da-terceirizacao">Quais são as vantagens e desvantagens da terceirização?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>As principais vantagens são foco na atividade principal, mais produtividade, estrutura mais enxuta e redução de custos. As desvantagens incluem risco de queda na qualidade, responsabilidade subsidiária por dívidas trabalhistas da prestadora, menor controle sobre a equipe e dependência do fornecedor.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="quais-sao-os-quatro-tipos-de-terceirizacao">Quais são os quatro tipos de terceirização?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Os tipos mais citados são:</p>
<ol>
<li>Terceirização operacional;</li>
<li>Terceirização de manutenção;</li>
<li>Terceirização de produção e instalação;</li>
<li>Terceirização de serviços profissionais.</li>
</ol>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="e-permitido-terceirizar-a-atividade-fim">É permitido terceirizar a atividade-fim?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Sim. Desde a Reforma Trabalhista de 2017, confirmada pelo STF em 2018, a empresa pode terceirizar qualquer atividade, inclusive a principal.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="quem-paga-os-direitos-do-trabalhador-terceirizado">Quem paga os direitos do trabalhador terceirizado?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>A empresa prestadora de serviços, que é a empregadora. Se ela não pagar, a contratante pode ser responsabilizada de forma subsidiária.</p></div></details></div></section>
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    </item>
    <item>
      <title>Quanto ganha um administrador no Brasil? [2026]</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/quanto-ganha-um-administrador-no-brasil/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/quanto-ganha-um-administrador-no-brasil/</guid>
      <pubDate>Mon, 27 Jul 2026 16:09:41 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Gestão de pessoas</category>
      <category>administração</category>
      <description>Sabe qual é o salário médio dos administradores no Brasil? O administrador é um profissional de nível superior que trabalha na gestão de empresas</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Quanto ganha um administrador no Brasil? É uma das perguntas mais buscadas por quem está escolhendo a profissão ou avaliando uma troca de carreira — e a resposta varia bastante conforme o cargo, o setor e a região do país.</p>
<p>Neste guia atualizado, reunimos os valores mais recentes de honorários, salário médio de mercado, remuneração em concursos públicos e na carreira acadêmica.</p>
<h2 id="quais-sao-as-funcoes-do-administrador">Quais são as funções do administrador?</h2>
<p>O administrador é o profissional responsável por planejar, organizar e controlar os recursos de uma empresa. Suas principais áreas de atuação incluem planejamento estratégico, controladoria, gestão financeira, administração de recursos humanos, comércio exterior, <a href="https://blog.egestor.com.br/entenda-tudo-sobre-marketing-para-micro-e-pequenas-empresas/">marketing</a>, logística, gestão de processos, elaboração de <a href="https://blog.egestor.com.br/plano-de-negocios/">plano de negócios</a> e <a href="https://blog.egestor.com.br/pesquisa-de-mercado/">pesquisa de mercado</a>.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/ebook-gestao-equipes.png-572.webp" alt="" width="572" height="222"></p>
<h2 id="piso-salarial-e-honorarios-do-administrador-tabela-fenad">Piso salarial e honorários do administrador (tabela FENAD)</h2>
<p>O Sistema <a href="https://cfa.org.br/" rel="noopener">CFA</a>/CRAs (Conselho Federal e Conselhos Regionais de Administração) não fixa um piso salarial obrigatório por lei, mas a <strong>Federação Nacional dos Administradores (FENAD)</strong> publica uma tabela orientativa de honorários, atualizada periodicamente. Na tabela vigente de junho de 2025 a maio de 2026, os valores de referência são:</p>
<ul>
<li><strong>Sugestão de piso salarial:</strong> R$ 3.982,00 para profissional recém-formado e R$ 9.644,00 para quem tem mais de 3 anos de experiência; e R$ 17.699,00 para mais de 8 anos de experiência.</li>
<li><strong>Hora técnica (HT):</strong> mínimo de R$ 155,00, valor médio de R$ 385,00 e máximo de R$ 534,00 para os serviços mais comuns (administração financeira, de materiais, mercadológica, de produção, de RH, orçamento e organização e métodos).</li>
</ul>
<p>Esses valores servem como referência para autônomos e consultorias que prestam serviço técnico de administração, e não como piso salarial de CLT. Para conferir a tabela completa, com valores específicos por tipo de serviço e porte de empresa, consulte a <a href="https://fenad.com.br/tabela-da-fenad/" rel="noopener">tabela orientativa oficial da FENAD</a>.</p>
<h2 id="qual-e-a-media-salarial-de-um-administrador-no-brasil">Qual é a média salarial de um administrador no Brasil?</h2>
<p>Segundo levantamento do Salário.com.br com base em dados do CAGED (mais de 140 mil registros, período de junho de 2025 a maio de 2026), a remuneração do administrador no Brasil hoje é:</p>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th>Indicador</th>
<th>Valor mensal</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Faixa inicial observada no mercado</td>
<td>R$ 3.627,51</td>
</tr>
<tr>
<td>Salário mediano</td>
<td>R$ 3.897,00</td>
</tr>
<tr>
<td>Média salarial nacional</td>
<td>R$ 5.089,59</td>
</tr>
<tr>
<td>Teto salarial</td>
<td>R$ 9.195,00</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<p>Os valores variam conforme o cargo (assistente, analista, supervisor, gerente ou diretor), o setor de atuação e a região do país — Distrito Federal, Rio de Janeiro e São Paulo costumam concentrar as maiores médias. Para consultar a quebra detalhada por cargo e por estado, acesse a <a href="https://www.salario.com.br/profissao/administrador-cbo-252105/" rel="noopener">página do administrador no Salário.com.br</a>.</p>
<p>Vale lembrar que esses valores são salário bruto: para entender quanto realmente cai na conta no fim do mês, descontados os tributos, veja nosso guia sobre <a href="https://blog.egestor.com.br/imposto-de-renda-de-pessoa-fisica/">Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF)</a>.</p>
<h2 id="as-especializacoes-mais-bem-pagas-em-administracao">As especializações mais bem pagas em Administração</h2>
<p>Cargos executivos e de especialização em finanças corporativas seguem entre os mais bem remunerados da área. Segundo o <a href="https://www.roberthalf.com/br/pt/insights/guia-salarial" rel="noopener">Guia Salarial 2026 da consultoria Robert Half</a>, as faixas salariais mensais para posições de alta gestão incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Diretor(a) Executivo(a) de Fusões e Aquisições (M&amp;A):</strong> R$ 50.700 a R$ 77.550;</li>
<li><strong>Diretor(a) de Fusões e Aquisições:</strong> R$ 37.150 a R$ 56.850;</li>
<li><strong>VP/Gerente de Fusões e Aquisições:</strong> R$ 25.650 a R$ 39.250;</li>
<li><strong>Diretor(a) Financeiro(a) (CFO):</strong> R$ 33.750 a R$ 86.950;</li>
<li><strong>Diretor(a) de Finanças (região de São Paulo):</strong> R$ 32.250 a R$ 49.350.</li>
</ul>
<p>Esses valores mostram como a especialização em áreas como fusões e aquisições e gestão financeira estratégica pode multiplicar o potencial de ganho de um administrador ao longo da carreira.</p>
<p><img src="https://images.unsplash.com/photo-1758630737361-ca7532fb5e7f?w=1600&amp;q=80&amp;fm=jpg&amp;fit=crop" alt="Escritório corporativo moderno com mesas de trabalho e sala de apresentação ao fundo"></p>
<p><em>Cargos de gestão financeira e fusões e aquisições estão entre os mais bem remunerados da área.</em></p>
<h2 id="concurso-publico-para-administrador-e-uma-boa-opcao">Concurso público para administrador é uma boa opção?</h2>
<p>Concursos públicos costumam oferecer salários competitivos e estabilidade para o administrador, mas os editais têm calendário próprio — vale acompanhar de perto os órgãos de interesse. Alguns exemplos de remuneração de nível superior em órgãos federais:</p>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th>Órgão</th>
<th>Cargo</th>
<th>Salário inicial</th>
<th>Situação</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>BNDES</td>
<td>Analista (nível superior)</td>
<td>R$ 20.900,00</td>
<td>Edital 2024</td>
</tr>
<tr>
<td>Petrobras</td>
<td>Nível superior</td>
<td>≈ R$ 15.200,00</td>
<td>Edital 2021</td>
</tr>
<tr>
<td>ANA (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico)</td>
<td>Analista Administrativo</td>
<td>R$ 16.413,35</td>
<td>Edital 2024</td>
</tr>
<tr>
<td>Correios</td>
<td>Analista (nível superior)</td>
<td>R$ 7.154,94</td>
<td>Acordo coletivo 2024/2025</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<p>A AGU (Advocacia-Geral da União) também já solicitou a abertura de concurso com vagas para administrador, mas o edital ainda não havia sido publicado até a atualização deste artigo — por isso, antes de se planejar para uma prova específica, confirme sempre o edital vigente diretamente no site do órgão.</p>
<h2 id="quanto-ganha-um-docente-na-area-de-administracao">Quanto ganha um docente na área de administração?</h2>
<p>Para quem pensa em seguir carreira acadêmica, a remuneração de professor universitário de Administração em instituições públicas federais também é relevante:</p>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th>Instituição</th>
<th>Cargo/Regime</th>
<th>Salário mensal aproximado</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>USP (FEA)</td>
<td>Professor auxiliar (entrada) a titular (dedicação exclusiva)</td>
<td>R$ 3.139,05 a R$ 21.942,59</td>
</tr>
<tr>
<td>UFBA</td>
<td>Professor titular (dedicação exclusiva)</td>
<td>R$ 22.377,72</td>
</tr>
<tr>
<td>UTFPR</td>
<td>Professor adjunto (dedicação exclusiva)</td>
<td>R$ 10.481,64 a R$ 13.288,85</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<p>Os valores variam conforme titulação, regime de trabalho e progressão na carreira docente, além de gratificações específicas de cada instituição.</p>
<h2 id="conclusao">Conclusão</h2>
<p>O salário de um administrador no Brasil varia bastante conforme o cargo, a especialização e o setor escolhido — de um piso orientativo de pouco menos de R$ 4 mil para quem está começando a faixas que ultrapassam R$ 70 em posições executivas de finanças e M&amp;A. Especializar-se, acompanhar editais de concursos e investir em áreas de gestão financeira estratégica são os caminhos mais claros para aumentar a remuneração ao longo da carreira.</p>
<p>Se você administra o financeiro da própria empresa ou de terceiros, conheça o sistema de <a href="https://blog.egestor.com.br/gestao/">gestão empresarial</a> <a href="https://www.egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener">eGestor</a> e organize fluxo de caixa, notas fiscais e controle financeiro em um só lugar.</p>
<p><img src="https://images.unsplash.com/photo-1781268034959-8706486c22a4?w=1600&amp;q=80&amp;fm=jpg&amp;fit=crop" alt="Administradora concentrada analisando documentos e computador em escritório"></p>
<p><em>O salário do administrador varia bastante conforme o cargo, o setor e a região do país.</em></p>
<section class="faq"><h2 id="perguntas-frequentes-sobre-o-salario-do-administrador">Perguntas frequentes sobre o salário do administrador</h2><div class="faq-lista"><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-e-a-media-salarial-de-um-administrador-no-brasil-hoje">Qual é a média salarial de um administrador no Brasil hoje?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Segundo o Salário.com.br, com base em dados do CAGED, a média nacional é de R$ 5.089,59, com salário mediano de R$ 3.897,00. Os valores variam conforme cargo, setor e região.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-administrador-tem-piso-salarial-garantido-por-lei">O administrador tem piso salarial garantido por lei?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Não. O Sistema CFA/CRAs não fixa um piso salarial obrigatório por lei — apenas uma tabela orientativa de honorários, publicada pela FENAD, com sugestão de R$ 3.825,00 para recém-formados e R$ 9.263,00 para profissionais com mais de 2 anos de experiência.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="vale-a-pena-prestar-concurso-publico-como-administrador">Vale a pena prestar concurso público como administrador?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Pode valer bastante a pena: órgãos como BNDES, Petrobras e ANA (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico) oferecem salários iniciais de nível superior bem acima da média de mercado privado, além de estabilidade. O ponto de atenção é acompanhar o calendário de editais, que varia por órgão.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-especializacao-em-administracao-paga-mais">Qual especialização em Administração paga mais?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Cargos executivos ligados a fusões e aquisições (M&amp;amp;A) e gestão financeira estratégica estão entre os mais bem remunerados da área, segundo o Guia Salarial da Robert Half, com faixas que ultrapassam R$ 50 mil mensais em posições de diretoria.</p></div></details></div></section>

<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/2016/12/empreendedorismo_no_brasil.jpg" type="image/jpeg" length="40472"/>
    </item>
    <item>
      <title>Análise SWOT (FOFA): o que é, como fazer, exemplos e planilha grátis</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/analise-swot-fofa/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/analise-swot-fofa/</guid>
      <pubDate>Tue, 19 May 2026 10:10:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Estratégia e planejamento</category>
      <category>administração</category>
      <description>O que é a análise SWOT (matriz FOFA), como fazer em 4 passos, exemplos prontos de empresas e uma planilha grátis para montar a sua.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>análise SWOT</strong> (também chamada de <strong>análise FOFA</strong> em português) é uma das ferramentas de gestão mais usadas no planejamento estratégico empresarial. Em uma matriz de 4 quadrantes, ela mapeia as <strong>Forças</strong>, <strong>Fraquezas</strong>, <strong>Oportunidades</strong> e <strong>Ameaças</strong> de um negócio — e ajuda o gestor a tomar decisões com base em fatos, não em achismo.</p>
<p>Neste guia você entende o que é a análise SWOT, como fazer passo a passo, vê exemplos práticos para diferentes <a href="https://blog.egestor.com.br/tipos-de-empresas/">tipos de empresa</a>, baixa uma <a href="https://blog.egestor.com.br/modelo-de-planilha-pronta-download-gratis/">planilha pronta</a> e descobre como aplicar no planejamento estratégico, no plano de marketing e na avaliação de novos projetos.</p>
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<p><a href="https://open.spotify.com/episode/3oi2DXL7ifWzDXXL9AsDne?si=a3277c4b45484a40" rel="noopener">Ver no Spotify</a></p>
<h2 id="o-que-e-analise-swot-ou-fofa">O que é análise SWOT (ou FOFA)?</h2>
<p>A <strong>análise SWOT</strong> é uma ferramenta de planejamento estratégico criada nos anos 1960 na Universidade de Stanford. O nome vem das iniciais em inglês: <em>Strengths, Weaknesses, Opportunities, Threats</em>. Em português, o nome consagrado é <strong>análise FOFA</strong>: <em>Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças</em>.</p>
<p>A ideia é simples: organizar, em uma matriz de 4 quadrantes, tudo o que ajuda ou atrapalha o negócio — dividido entre fatores <strong>internos</strong> (que dependem da empresa) e <strong>externos</strong> (que vêm do mercado).</p>
<h2 id="os-4-quadrantes-da-matriz-swot-fofa">Os 4 quadrantes da matriz SWOT / FOFA</h2>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th></th>
<th>Ajuda o negócio</th>
<th>Atrapalha o negócio</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Origem interna</strong> (depende da empresa)</td>
<td><strong>Forças (Strengths)</strong></td>
<td><strong>Fraquezas (Weaknesses)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Origem externa</strong> (vem do mercado)</td>
<td><strong>Oportunidades (Opportunities)</strong></td>
<td><strong>Ameaças (Threats)</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/SWOT-1-1.png-1200.webp" alt="Exemplo análise SWOT — matriz com forças, fraquezas, oportunidades e ameaças" width="1200" height="700"></p>
<h3 id="forcas-strengths-interno-positivo">Forças (Strengths) — interno positivo</h3>
<p>São as <strong>vantagens internas</strong> do negócio em relação aos concorrentes. O que sua empresa faz melhor que ninguém? Onde ela tem diferencial real?</p>
<p>Exemplos de forças: marca consolidada, equipe técnica qualificada, processo produtivo eficiente, atendimento personalizado, localização privilegiada, tecnologia proprietária, custo competitivo, base fiel de clientes, certificações exclusivas.</p>
<h3 id="fraquezas-weaknesses-interno-negativo">Fraquezas (Weaknesses) — interno negativo</h3>
<p>São as <strong>limitações internas</strong> do negócio — aspectos que prejudicam a competitividade e que <em>podem</em> ser melhorados (porque dependem da empresa).</p>
<p>Exemplos de fraquezas: estrutura financeira frágil, atraso tecnológico, equipe pouco treinada, dependência de um único fornecedor, falta de planejamento, baixa presença digital, processos manuais, alta rotatividade.</p>
<h3 id="oportunidades-opportunities-externo-positivo">Oportunidades (Opportunities) — externo positivo</h3>
<p>São situações <strong>externas e favoráveis</strong> que a empresa pode aproveitar. Vêm do mercado, da economia, da tecnologia, da concorrência, das mudanças regulatórias.</p>
<p>Exemplos de oportunidades: novas tecnologias acessíveis, abertura de novos canais de venda, queda de barreiras tarifárias, mudança no comportamento do consumidor, fraqueza do concorrente, incentivos governamentais, ascensão de novo público.</p>
<h3 id="ameacas-threats-externo-negativo">Ameaças (Threats) — externo negativo</h3>
<p>São fatores <strong>externos desfavoráveis</strong> que podem prejudicar a empresa. A empresa não controla, mas precisa se preparar para reagir.</p>
<p>Exemplos de ameaças: entrada de concorrente forte, mudança em legislação tributária (como a Reforma Tributária), crise econômica, aumento do preço de insumos, mudança de hábito do consumidor, obsolescência tecnológica do seu produto.</p>
<h2 id="como-fazer-a-analise-swot-passo-a-passo">Como fazer a análise SWOT - passo a passo</h2>
<ol>
<li><strong>Reúna o time decisor</strong> — fundadores, sócios, gerentes-chave. SWOT individual perde precisão;</li>
<li><strong>Defina o escopo:</strong> a análise é da empresa toda? De um produto? De uma unidade de negócio? Quanto mais específico, melhor;</li>
<li><strong>Pesquise dados objetivos</strong> — pesquisa de clima, NPS, dados financeiros, share de mercado, pesquisa de concorrência. Não dependa só de opinião;</li>
<li><strong>Liste os 4 quadrantes em conjunto</strong> — em ordem: Forças → Fraquezas → Oportunidades → Ameaças. Brainstorming livre primeiro, depois refino;</li>
<li><strong>Priorize</strong> — nem tudo é igualmente importante. Marque os 3 itens críticos de cada quadrante;</li>
<li><strong>Cruze as variáveis</strong> usando a matriz TOWS (próximo tópico) — é onde a SWOT vira ação;</li>
<li><strong>Defina o plano de ação</strong> com responsável, prazo e indicador para cada movimento;</li>
<li><strong>Revise a cada 6 a 12 meses</strong> — o mercado muda, a empresa muda, a SWOT precisa acompanhar.</li>
</ol>
<h2 id="matriz-tows-como-cruzar-os-4-quadrantes-em-acoes">Matriz TOWS: como cruzar os 4 quadrantes em ações</h2>
<p>A matriz SWOT só fica útil quando você cruza os quadrantes uns com os outros. Essa técnica é chamada de <strong>matriz TOWS</strong> (SWOT invertida) e gera 4 tipos de estratégia:</p>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th>Cruzamento</th>
<th>Estratégia</th>
<th>O que fazer?</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Forças × Oportunidades</td>
<td><strong>Ofensiva</strong></td>
<td>Usar suas forças para aproveitar oportunidades do mercado</td>
</tr>
<tr>
<td>Forças × Ameaças</td>
<td><strong>Confronto</strong></td>
<td>Usar suas forças para se proteger das ameaças</td>
</tr>
<tr>
<td>Fraquezas × Oportunidades</td>
<td><strong>Reforço</strong></td>
<td>Reduzir fraquezas internas para aproveitar oportunidades</td>
</tr>
<tr>
<td>Fraquezas × Ameaças</td>
<td><strong>Defesa</strong></td>
<td>Minimizar fraquezas que podem ser exploradas pelas ameaças</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<h2 id="exemplos-de-analise-swot">Exemplos de análise SWOT</h2>
<h3 id="exemplo-1-restaurante-pequeno">Exemplo 1: Restaurante pequeno</h3>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th>Forças</th>
<th>Fraquezas</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Cardápio diferenciado, chef premiado, atendimento familiar, fidelização alta</td>
<td>Espaço físico limitado, pouco marketing digital, fluxo de caixa apertado</td>
</tr>
<tr>
<td>Oportunidades</td>
<td>Ameaças</td>
</tr>
<tr>
<td>Crescimento do delivery, parcerias com iFood, novo bairro residencial em construção</td>
<td>Inflação de insumos, concorrência de redes, mudança de hábito (cozinha em casa)</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<h3 id="exemplo-2-loja-de-roupas-online">Exemplo 2: Loja de roupas online</h3>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th>Forças</th>
<th>Fraquezas</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Curadoria forte, fotos profissionais, base de Instagram engajada</td>
<td>Estoque limitado, dependência de fornecedor único, prazo de entrega longo</td>
</tr>
<tr>
<td>Oportunidades</td>
<td>Ameaças</td>
</tr>
<tr>
<td>Crescimento do e-commerce, marketplaces como Shopee, vídeos curtos no TikTok</td>
<td>Shein/Temu com preço muito baixo, custo crescente de mídia paga</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<h3 id="exemplo-3-saas-b2b-para-pequenas-empresas">Exemplo 3: SaaS B2B para pequenas empresas</h3>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th>Forças</th>
<th>Fraquezas</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Produto fácil de usar, preço acessível, suporte humano em português</td>
<td>Marca menor que concorrentes, equipe pequena de marketing, integrações limitadas</td>
</tr>
<tr>
<td>Oportunidades</td>
<td>Ameaças</td>
</tr>
<tr>
<td>Digitalização de PMEs pós-pandemia, NF-e obrigatória, conteúdo SEO</td>
<td>Concorrência consolidada, custo de aquisição de cliente subindo</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Captura-de-tela-de-2022-05-16-10-36-19.png-1105.webp" alt="Exemplo de matriz SWOT preenchida em sistema de gestão" width="1105" height="442"></p>
<h2 id="micro-macroambiente-externo">Micro × Macroambiente externo</h2>
<p>Quando você lista oportunidades e ameaças, é importante distinguir entre:</p>
<ul>
<li><strong>Microambiente:</strong> fatores próximos do dia a dia — concorrentes diretos, fornecedores, clientes, intermediários, públicos de interesse;</li>
<li><strong>Macroambiente:</strong> fatores amplos da economia e sociedade — político, econômico, social, tecnológico, ambiental e legal (PESTAL).</li>
</ul>
<p>Boa análise SWOT considera os dois — e usa o <strong>framework PESTEL</strong> como apoio para mapear o macroambiente sistematicamente.</p>
<h2 id="vantagens-da-analise-swot">Vantagens da análise SWOT</h2>
<ul>
<li><strong>Simples e visual</strong> — qualquer pessoa entende em 5 minutos;</li>
<li><strong>Baixo custo</strong> — não precisa contratar consultoria pra fazer;</li>
<li><strong>Aplicável em qualquer setor</strong> — varejo, serviço, indústria, e-commerce, ONG;</li>
<li><strong>Promove o alinhamento entre sócios e gestores</strong> — todos enxergam a mesma realidade;</li>
<li><strong>Base para outras ferramentas</strong> — plano de marketing, OKR, planejamento estratégico, business plan;</li>
<li><strong>Suporta decisão de novo produto/projeto</strong> — antes de lançar, faça a SWOT do novo movimento.</li>
</ul>
<h2 id="por-que-usar-a-analise-swot-no-planejamento-estrategico">Por que usar a análise SWOT no planejamento estratégico?</h2>
<p>A SWOT é a base de praticamente todo plano estratégico empresarial. Ela é usada como ponto de partida para:</p>
<ul>
<li>Definir <a href="https://blog.egestor.com.br/missao-visao-e-valores/">missão, visão e valores</a> de forma realista;</li>
<li>Definir objetivos e metas SMART;</li>
<li>Priorizar onde investir tempo e dinheiro;</li>
<li>Antecipar riscos antes que virem crise;</li>
<li>Comunicar a estratégia ao time de forma clara.</li>
</ul>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/128-1.jpg-2000.webp" alt="Equipe em reunião de planejamento estratégico discutindo análise SWOT" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="a-matriz-swot-nas-pequenas-empresas">A matriz SWOT nas pequenas empresas</h2>
<p>Pequena empresa geralmente não tem tempo (nem orçamento) para grande planejamento formal. Mas é justamente nela que a SWOT faz mais diferença — porque ajuda a focar recursos limitados onde gera mais resultado.</p>
<p>Dica prática: reserve <strong>3 horas a cada semestre</strong> para refazer a SWOT da empresa com seu sócio ou gerente. Não precisa ser elaborado — uma folha de papel ou uma <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-analise-swot-baixe-agora-download-gratis/">planilha simples</a> resolve.</p>
<h2 id="ferramenta-de-analise-swot">Ferramenta de análise SWOT</h2>
<p>Você pode fazer a SWOT em:</p>
<ul>
<li><strong>Planilha simples no Excel ou Google Sheets</strong> — baixe nossa <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-analise-swot-baixe-agora-download-gratis/">planilha de análise SWOT grátis</a> pronta;</li>
<li><strong>Quadro branco físico</strong> com post-its — ótimo para sessões em grupo;</li>
<li><strong>Ferramentas online colaborativas</strong> como Miro, Mural, Notion;</li>
<li><strong>Sistemas de <a href="https://blog.egestor.com.br/gestao/">gestão empresarial</a></strong> como o <a href="https://egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener">eGestor</a>, que têm módulo de planejamento integrado.</li>
</ul>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/ANALISE-SWOT.png-800.webp" alt="Análise SWOT na ferramenta do eGestor" width="800" height="431"></p>
<h2 id="consideracoes-finais">Considerações finais</h2>
<p>A análise SWOT é simples, gratuita e poderosa — desde que seja feita com base em dados objetivos e seguida da matriz TOWS pra virar ação. Faça pelo menos uma vez por ano, envolva as pessoas certas e use o resultado pra priorizar onde investir tempo e dinheiro.</p>
<p>Baixe nossa <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-analise-swot-baixe-agora-download-gratis/">planilha de análise SWOT grátis</a> e comece hoje. Pra organizar o planejamento estratégico junto com o controle financeiro, vendas e estoque da empresa, o <a href="https://egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener">eGestor</a> integra essas áreas num só sistema.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="eGestor sistema de gestão empresarial" width="650" height="250"></a></p>
<section class="faq"><h2 id="perguntas-frequentes-sobre-analise-swot">Perguntas frequentes sobre análise SWOT</h2><div class="faq-lista"><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-e-analise-swot">O que é análise SWOT?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Análise SWOT é uma ferramenta de planejamento estratégico que organiza, em quatro quadrantes, as Forças (Strengths), Fraquezas (Weaknesses), Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats) de um negócio. Em português, é chamada de análise FOFA.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-a-diferenca-entre-swot-e-fofa">Qual a diferença entre SWOT e FOFA?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Nenhuma. SWOT é o nome em inglês (Strengths, Weaknesses, Opportunities, Threats); FOFA é a tradução para o português (Forças, Oportunidades, Fraquezas, Ameaças). É a mesma ferramenta com nomes diferentes.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="como-fazer-uma-analise-swot-em-4-passos">Como fazer uma análise SWOT em 4 passos?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<ol>
<li>Liste as Forças (vantagens internas);</li>
<li>Liste as Fraquezas (limitações internas);</li>
<li>Liste as Oportunidades (fatores positivos do mercado);</li>
<li>Liste as Ameaças (riscos externos).
Depois cruze os quadrantes na matriz TOWS para definir ações estratégicas.</li>
</ol>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-sao-exemplos-de-forcas-na-swot">O que são exemplos de Forças na SWOT?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Marca consolidada, equipe qualificada, processo eficiente, tecnologia exclusiva, custo competitivo, atendimento personalizado, localização privilegiada, certificações relevantes, base fiel de clientes.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-sao-exemplos-de-fraquezas">O que são exemplos de Fraquezas?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Estrutura financeira frágil, atraso tecnológico, equipe pouco treinada, dependência de fornecedor único, processos manuais, baixa presença digital, falta de planejamento, alta rotatividade de funcionários.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="quem-deve-participar-da-analise-swot">Quem deve participar da análise SWOT?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>O ideal é envolver sócios, gerentes-chave e, se possível, alguns colaboradores estratégicos. Múltiplas perspectivas geram análise mais rica e evita pontos cegos. Pequena empresa pode fazer com sócio + gerente; empresa maior precisa de representantes de cada área.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="de-quanto-em-quanto-tempo-refazer-a-swot">De quanto em quanto tempo refazer a SWOT?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>A cada 6 a 12 meses, ou sempre que houver mudança significativa no mercado (entrada de concorrente forte, mudança regulatória, crise econômica). Empresas em setores de alta volatilidade (tecnologia, varejo digital) podem precisar refazer trimestralmente.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-e-a-matriz-tows">O que é a matriz TOWS?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>A matriz TOWS é a SWOT invertida — em vez de listar os 4 fatores isoladamente, ela cruza Forças/Oportunidades, Forças/Ameaças, Fraquezas/Oportunidades e Fraquezas/Ameaças para gerar 4 tipos de estratégia (ofensiva, confronto, reforço, defesa). É onde a SWOT realmente vira plano de ação.</p></div></details></div></section>
]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Cancelar DBE: como cancelar o Documento Básico de Entrada online (grátis)</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/como-cancelar-dbe/</link>
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      <pubDate>Tue, 19 May 2026 09:36:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Abrir empresa e MEI</category>
      <category>administração</category>
      <description>Veja como cancelar o DBE (Documento Básico de Entrada) pela Redesim e pelo coletor nacional, em poucos minutos e sem custo. Passo a passo com prints.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Quem está abrindo, alterando ou baixando uma empresa pela Receita Federal preenche o <strong>DBE — Documento Básico de Entrada</strong>. Se houver erro no preenchimento, mudança de planos ou duplicidade, é preciso <strong>cancelar o DBE</strong> antes de gerar um novo — caso contrário, o sistema da Receita rejeita o pedido seguinte. Neste guia você aprende o passo a passo para cancelar DBE pela internet (gratuito), quando é necessário, em quanto tempo o cancelamento é processado e como evitar precisar refazer esse processo no futuro.</p>
<h2 id="o-que-e-o-dbe">O que é o DBE?</h2>
<p>O <strong>DBE (Documento Básico de Entrada)</strong> é o formulário oficial da Receita Federal que reúne os dados cadastrais de uma empresa para abertura, alteração ou baixa do CNPJ. É preenchido no sistema <strong>CNPJ.RFB</strong> (acessado via Coleta Web ou diretamente pela <a href="https://blog.egestor.com.br/redesim/">REDESIM</a>) e integrado com a Junta Comercial, Sefaz e prefeitura.</p>
<p>Todo processo de abertura, alteração de dados ou encerramento de empresa passa pelo DBE — exceto MEI, que tem fluxo próprio pelo <a href="https://blog.egestor.com.br/portal-do-empreendedor/">Portal do Empreendedor</a>.</p>
<p><strong>💡</strong> <strong>Dica:</strong> Após abrir seu <strong>CNPJ</strong>, é possível emitir <strong>gratuitamente</strong> o <a href="https://cartaocnpj.egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener">Cartão CNPJ</a> com todos os <strong>dados</strong> da sua <strong>empresa</strong> em <strong>PDF</strong>.</p>
<h2 id="quando-e-preciso-cancelar-o-dbe">Quando é preciso cancelar o DBE?</h2>
<ul>
<li><strong>Erro no preenchimento:</strong> CNAE errado, capital social incorreto, endereço errado, nome do sócio com erro;</li>
<li><strong>Desistência do processo:</strong> o empreendedor mudou de ideia sobre abrir/alterar a empresa;</li>
<li><strong>Duplicidade:</strong> dois DBEs foram gerados para a mesma operação por engano;</li>
<li><strong>DBE não foi assinado dentro do prazo</strong> — em alguns casos a Receita "trava" e exige cancelamento;</li>
<li><strong>Mudança de tipo societário</strong> no meio do processo (ex: ia ser LTDA, virou SLU);</li>
<li><strong>Documento inicial recusado</strong> pela Junta Comercial e necessidade de refazer.</li>
</ul>
<p>Em qualquer um desses cenários, a regra é: <strong>cancele o DBE antigo antes de gerar um novo</strong>, ou o sistema vai recusar o segundo (o CPF/CNPJ já está vinculado a um pedido pendente).</p>
<h2 id="como-cancelar-o-dbe-passo-a-passo-online">Como cancelar o DBE: passo a passo online</h2>
<p>O cancelamento é gratuito e 100% online, feito no próprio sistema da Receita Federal:</p>
<ol>
<li>Acesse o <strong>Portal Redesim</strong> do seu estado ou diretamente o sistema da Receita Federal — <em>servicos.receita.fazenda.gov.br</em> → "Cadastros" → "CNPJ" → "Coleta Online";</li>
<li>No menu, escolha a opção <strong>"Consulta da Situação do Pedido"</strong> (ou "Acompanhamento de Solicitação");</li>
<li>Informe o <strong>número do recibo do DBE</strong> ou o CPF/CNPJ do responsável;</li>
<li>Localize o pedido com o DBE que quer cancelar (status deve estar como "Em análise", "Aguardando assinatura" ou "Pendente");</li>
<li>Clique em <strong>"Cancelar Solicitação"</strong> (ou "Desistir da solicitação");</li>
<li>Confirme o cancelamento — pode ser pedido um motivo (informe brevemente);</li>
<li>Salve ou imprima o <strong>protocolo de cancelamento</strong> — comprovante do pedido.</li>
</ol>
<p>Em estados que usam a REDESIM integrada (SP, RS, SC, PR, MG e outros), o cancelamento pode ser feito direto no portal estadual sem precisar ir até o site da Receita.</p>
<h2 id="quanto-tempo-leva-o-cancelamento-do-dbe">Quanto tempo leva o cancelamento do DBE?</h2>
<p>Para DBE ainda <strong>não assinado</strong> ou <strong>aguardando análise</strong>: cancelamento é <strong>imediato</strong>, na hora da confirmação.</p>
<p>Para DBE já <strong>em análise pela Junta Comercial</strong> ou pela Receita: pode levar de <strong>2 a 5 dias úteis</strong> para o status mudar oficialmente para "Cancelado" no sistema.</p>
<p>⚠️ Atenção: enquanto o status não estiver oficialmente como "Cancelado", <strong>você não conseguirá gerar um novo DBE</strong> com o mesmo CPF/CNPJ.</p>
<h2 id="cancelar-dbe-direto-na-receita-federal">Cancelar DBE direto na Receita Federal</h2>
<p>Se o cancelamento online não estiver funcionando ou o DBE estiver em status complicado, o processo alternativo é presencial ou via processo digital:</p>
<ul>
<li><strong>Agendamento pelo portal Gov.br</strong> em uma unidade da Receita Federal;</li>
<li><strong>Requerimento por processo digital</strong> pelo <a href="https://blog.egestor.com.br/e-cac/">e-CAC</a>, anexando justificativa e cópia do DBE;</li>
<li><strong>Atendimento por contador credenciado</strong> com procuração eletrônica — costuma ser o caminho mais rápido em situações travadas.</li>
</ul>
<h2 id="cancelamento-de-dbe-tem-custo">Cancelamento de DBE tem custo?</h2>
<p>Não. O cancelamento do DBE pela Receita Federal é <strong>gratuito</strong>. Cobranças só existem se houver intermediação por contador (honorários profissionais) ou se for necessário pagar nova taxa de Junta Comercial para um pedido subsequente.</p>
<h2 id="o-que-acontece-depois-do-cancelamento">O que acontece depois do cancelamento?</h2>
<ul>
<li>O DBE cancelado <strong>perde validade imediatamente</strong> — não pode mais ser usado para nenhum processo;</li>
<li>O CPF/CNPJ do responsável fica <strong>liberado para gerar um novo DBE</strong>;</li>
<li>Se já houve taxa paga à Junta Comercial, normalmente <strong>não há devolução</strong> (mas existe possibilidade de pedir restituição em alguns estados);</li>
<li>O processo eletrônico inteiro fica disponível para consulta pelo número de protocolo, com status "Cancelado a pedido".</li>
</ul>
<h2 id="como-evitar-precisar-cancelar-dbe-no-futuro">Como evitar precisar cancelar DBE no futuro?</h2>
<ul>
<li><strong>Confira todos os dados antes de finalizar</strong> — endereço completo, CNAE correto, nome dos sócios, capital social;</li>
<li><strong>Use a consulta de viabilidade da REDESIM</strong> antes de gerar o DBE — verifica se o nome empresarial está liberado e se o CNAE pode operar no endereço;</li>
<li><strong>Contrate um contador</strong> para o processo — o custo (R$ 300-800 em média) compensa o tempo economizado e evita erros que travam o processo;</li>
<li><strong>Tenha o Gov.br no nível Prata ou Ouro</strong> antes de começar — DBE precisa de assinatura digital qualificada;</li>
<li><strong>Decida com calma o tipo societário</strong> — MEI, EI, ME, LTDA, SLU, S.A. Cada um tem implicações diferentes. <a href="https://blog.egestor.com.br/tipos-de-empresas/">Veja as diferenças.</a></li>
</ul>
<h2 id="consideracoes-finais">Considerações finais</h2>
<p>Cancelar o DBE é simples, gratuito e geralmente rápido — mas é preciso fazer pelo canal certo (sistema CNPJ ou Redesim) e respeitar a sequência: cancela o antigo, espera o status confirmar, gera o novo. A maioria das dores de cabeça vem de tentar gerar um novo DBE sem cancelar o anterior.</p>
<p>Depois que a empresa estiver oficialmente aberta e em operação, o próximo passo é organizar a gestão. O <a href="https://www.egestor.com.br?afl=11" rel="noopener">eGestor</a> ajuda micro e pequenas empresas a controlar vendas, estoque, emissão de notas fiscais e financeiro em um só lugar — exatamente o que você precisa para começar bem do zero.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="eGestor sistema de gestão empresarial" width="650" height="250"></a></p>
<section class="faq"><h2 id="perguntas-frequentes-sobre-cancelar-dbe">Perguntas frequentes sobre cancelar DBE</h2><div class="faq-lista"><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="posso-cancelar-o-dbe-online">Posso cancelar o DBE online?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Sim. O cancelamento é feito direto no sistema CNPJ da Receita Federal ou no Portal Redesim do seu estado, na opção "Consulta de Situação do Pedido" → "Cancelar Solicitação". Gratuito e 100% online.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-cancelamento-do-dbe-custa-alguma-coisa">O cancelamento do DBE custa alguma coisa?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Não. A operação na Receita Federal é gratuita. Eventuais cobranças vêm só de honorários de contador (se houver intermediação) ou de taxa nova da Junta Comercial caso você refaça o processo depois.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="quanto-tempo-demora-o-cancelamento">Quanto tempo demora o cancelamento?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>DBE ainda não assinado: cancelamento imediato. DBE em análise: 2 a 5 dias úteis para o status mudar oficialmente.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="posso-gerar-um-novo-dbe-com-o-dbe-antigo-ainda-ativo">Posso gerar um novo DBE com o DBE antigo ainda ativo?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Não. O sistema da Receita rejeita pedidos duplicados. É preciso cancelar o DBE antigo primeiro, esperar o status mudar para "Cancelado" e só então gerar o novo.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="dbe-recusado-pela-junta-comercial-precisa-ser-cancelado">DBE recusado pela Junta Comercial precisa ser cancelado?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Sim, na maioria dos casos. Quando a Junta recusa o pedido por erro ou pendência documental, o DBE costuma ficar "preso" no sistema. É necessário cancelar pelo portal antes de iniciar novo processo corrigido.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="dbe-assinado-ja-nao-pode-ser-cancelado">DBE assinado já não pode ser cancelado?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Pode, mas o processo é mais lento. DBE já assinado e em análise final pode exigir pedido formal de desistência pela e-CAC ou atendimento na Receita Federal. Recomenda-se contar com um contador nessa fase.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="quem-pode-cancelar-o-dbe">Quem pode cancelar o DBE?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>O próprio responsável legal da empresa (<a href="https://blog.egestor.com.br/tipos-de-socios-proprietario-administrador-ou-quotista/">sócio administrador</a> ou titular do DBE), por meio da conta Gov.br nível Prata ou Ouro. Contador com procuração eletrônica também pode realizar o cancelamento.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="cancelar-dbe-cancela-o-pedido-de-abertura-na-junta-comercial">Cancelar DBE cancela o pedido de abertura na Junta Comercial?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Geralmente sim. Como o DBE é a base do processo de abertura, cancelá-lo faz com que toda a solicitação na Junta Comercial fique sem efeito. Vale confirmar no portal Redesim do seu estado se há etapa adicional para cancelar a abertura da Junta.</p></div></details></div></section>
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    </item>
    <item>
      <title>Portal do Empreendedor MEI: como acessar, abrir CNPJ e usar &quot;Já sou MEI&quot; em 2026</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/portal-do-empreendedor/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/portal-do-empreendedor/</guid>
      <pubDate>Mon, 18 May 2026 15:30:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Abrir empresa e MEI</category>
      <category>administração</category>
      <category>empreendedores</category>
      <description>Como entrar no Portal do Empreendedor, abrir seu MEI, emitir o DAS, alterar dados e usar o &quot;Já sou MEI&quot;. Passo a passo com prints, atualizado em 2026.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Portal do Empreendedor MEI</strong> é a plataforma oficial do governo federal para formalizar, gerenciar e encerrar o MEI (<a href="https://blog.egestor.com.br/mei/">Microempreendedor Individual</a>). Quem ainda não é MEI usa a área <em>"Quero ser MEI"</em>; quem já tem o CNPJ usa a área <strong>"Já sou MEI"</strong> para emitir o DAS mensal, entregar a declaração anual, alterar dados ou parcelar débitos. Em 2026, o portal ganhou mudanças importantes: acesso obrigatório via conta <strong>Gov.br nível Prata ou Ouro</strong>, novos CNAEs liberados para atividades digitais, campos extras no cadastro e a chegada do <strong><a href="https://blog.egestor.com.br/cnpj/">CNPJ Alfa</a></strong>. Neste guia completo com passo a passo e prints atualizados do gov.br, você encontra tudo o que precisa para abrir ou gerenciar seu MEI.</p>
<h2 id="o-que-e-o-portal-do-empreendedor">O que é o Portal do Empreendedor?</h2>
<p>O Portal do Empreendedor é um sistema online desenvolvido pelo Sebrae em parceria com a Receita Federal do Brasil. O objetivo é simplificar a formalização e a gestão do MEI: tudo em um só lugar, sem filas, sem cartório e sem custo de abertura.</p>
<blockquote>
<p>O endereço oficial é: <a href="https://www.gov.br/empresas-e-negocios/pt-br/empreendedor" rel="noopener">gov.br/empresas-e-negocios/pt-br/empreendedor</a>.</p>
</blockquote>
<p>Com a centralização dos serviços públicos no <strong>Gov.br</strong>, o portal passou a exigir login único para todas as operações. Em 2026, essa integração ficou ainda mais rígida: somente contas verificadas têm acesso às funções do MEI.</p>
<p>Além de simplificar a formalização, o Portal do Empreendedor ajuda a incentivar o <a href="https://blog.egestor.com.br/o-que-e-empreendedorismo/">empreendedorismo</a> ao oferecer acesso facilitado aos serviços necessários para que o MEI atue de forma regularizada.</p>
<h3 id="para-que-serve-o-portal-do-empreendedor">Para que serve o Portal do Empreendedor?</h3>
<p>Pelo portal, o MEI realiza todas as obrigações legais e emite documentos importantes:</p>
<ul>
<li>Abrir o CNPJ MEI (formalização gratuita e imediata);</li>
<li>Emitir e pagar o DAS — guia mensal de contribuição;</li>
<li>Entregar a <a href="https://blog.egestor.com.br/dasn-simei/">DASN-SIMEI </a>(declaração anual de faturamento);</li>
<li>Atualizar dados cadastrais: endereço, atividade econômica, e-mail;</li>
<li>Solicitar a baixa (encerramento) do MEI;</li>
<li>Parcelar débitos em atraso em até 60 vezes;</li>
<li>Emitir certidões negativas de débitos;</li>
<li>Acessar o Domicílio Tributário Eletrônico (DTE);</li>
<li>Solicitar desenquadramento para Microempresa (ME).</li>
</ul>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/curated-lifestyle-FSx0BZMlORU-unsplash-1.jpg-2000.webp" alt="" width="2000" height="1128"></p>
<h2 id="novidades-do-portal-do-empreendedor-em-2026">Novidades do Portal do Empreendedor em 2026</h2>
<h3 id="secao-1-login-obrigatorio-via-gov-br-nivel-prata-ou-ouro">1. Login obrigatório via Gov.br — nível Prata ou Ouro</h3>
<p>Em 2026, todas as operações no Portal do Empreendedor exigem conta <strong>Gov.br com nível Prata ou Ouro</strong>. Contas no nível Bronze (somente e-mail e senha simples) perderam acesso às funções de abertura, alteração e encerramento do MEI.</p>
<p>Como elevar o nível da conta Gov.br:</p>
<ul>
<li><strong>Nível Prata:</strong> validação via internet banking de banco credenciado (BB, Bradesco, Caixa, Itaú, Sicoob, Santander);</li>
<li><strong>Nível Ouro:</strong> reconhecimento facial pelo aplicativo Gov.br (biometria).</li>
</ul>
<h3 id="secao-2-cnpj-alfa-novo-formato-alfanumerico-a-partir-de-julho-de">2. CNPJ Alfa — novo formato alfanumérico a partir de julho de 2026</h3>
<p>A Receita Federal implantará o <strong>CNPJ Alfanumérico (CNPJ Alfa)</strong> a partir de julho de 2026. Novos MEIs abertos após essa data receberão um CNPJ combinando letras e números — por exemplo: <code>12.ABC.456/0001-DE</code>. Os CNPJs numéricos já existentes permanecem totalmente válidos; não é preciso fazer nenhuma alteração para quem já é MEI.</p>
<h3 id="secao-3-novos-campos-no-formulario-de-cadastro-mei-2026">3. Novos campos no formulário de cadastro MEI 2026</h3>
<p>O formulário de abertura ganhou campos adicionais para atender às novas categorias de atividades digitais:</p>
<ul>
<li><strong>Área de atuação geográfica:</strong> município, estado ou todo o país (incluindo internet);</li>
<li><strong>Canal de vendas online:</strong> marketplace (Mercado Livre, Shopee, Amazon), e-commerce próprio ou redes sociais;</li>
<li><strong>Modalidade de atendimento:</strong> presencial, remoto ou híbrido.</li>
</ul>
<h3 id="secao-4-notificacoes-automaticas-pelo-aplicativo-gov-br">4. Notificações automáticas pelo aplicativo Gov.br</h3>
<p>Em 2026, o MEI recebe alertas diretamente pelo <strong>app Gov.br</strong>: vencimento do DAS, prazo da DASN-SIMEI e notificações de débito. Basta ter o aplicativo instalado e as notificações ativadas — sem precisar checar o portal manualmente todo mês.</p>
<h4>Programa CRED+</h4>
<p>Esse é um programa para facilitar o acesso a serviços financeiros para pequenos e microempreendedores. Nesse caso, quem tem um MEI pode obter uma conta corrente PJ com baixas tarifas. Além disso, também é possível conseguir máquina de cartão, crédito para investimentos e capital de giro.</p>
<h4>Defesa do Empreendedor</h4>
<p>O portal oferece um canal para o empreendedor manifestar situações de abuso por órgãos públicos. Da mesma forma, a plataforma permite o acompanhamento de editais e licitações.</p>
<h2 id="novos-cnaes-permitidos-para-mei-em-2026">Novos CNAEs permitidos para MEI em 2026</h2>
<p>Em 2026, a portaria que define as atividades permitidas para o MEI foi atualizada com destaque para a <strong>economia digital e criativa</strong>. Confira a seleção das novas atividades:</p>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th>CNAE</th>
<th>Atividade</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>7319-0/99</td>
<td>Outras atividades de publicidade.</td>
</tr>
<tr>
<td>7319-0/02</td>
<td>Promotor(a) de vendas independente.</td>
</tr>
<tr>
<td>8599-6/04</td>
<td>Treinamento em desenvolvimento profissional e gerencial.</td>
</tr>
<tr>
<td>8599-6/99</td>
<td>Outras atividades de ensino não especificadas anteriormente.</td>
</tr>
<tr>
<td>9001-9/06</td>
<td>Atividades de sonorização e iluminação.</td>
</tr>
<tr>
<td>9001-9/99</td>
<td>Artes cênicas, espetáculos e atividades complementares.</td>
</tr>
<tr>
<td>7420-0/01</td>
<td>Atividades de produção de fotografias.</td>
</tr>
<tr>
<td>7420-0/04</td>
<td>Filmagem de festas e eventos.</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<p><strong>Atenção:</strong> a lista completa de CNAEs permitidos para MEI tem mais de 600 atividades. Consulte sempre a tabela oficial atualizada no gov.br antes de se formalizar.</p>
<h2 id="requisitos-para-ser-mei-em-2026">Requisitos para ser MEI em 2026</h2>
<ul>
<li>Faturamento anual de até <strong>R$ 81.000,00</strong>;</li>
<li>Não ser sócio, administrador ou titular de outra empresa;</li>
<li>Exercer atividade constante na lista oficial de CNAEs permitidos;</li>
<li>Ter CPF regular na Receita Federal;</li>
<li>Ser maior de 18 anos ou emancipado legalmente;</li>
<li>Ter conta Gov.br com <strong>nível Prata ou Ouro</strong>.</li>
</ul>
<p>O <strong>MEI Caminhoneiro</strong> tem limite especial de <strong>R$ 251.600,00/ano</strong> e contribuição mensal diferenciada.</p>
<h2 id="como-abrir-o-mei-pelo-portal-do-empreendedor-2026-passo-a">Como abrir o MEI pelo Portal do Empreendedor 2026 — Passo a Passo</h2>
<h3 id="passo-1-acesse-o-portal-do-empreendedor">Passo 1 — Acesse o Portal do Empreendedor</h3>
<p>No navegador, acesse <strong><a href="http://gov.br/empresas-e-negocios/pt-br/empreendedor" rel="noopener">gov.br/empresas-e-negocios/pt-br/empreendedor</a></strong> e clique no botão <strong>"Quero ser MEI"</strong>.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/image-241.png-1345.webp" alt="Página inicial do Portal do Empreendedor" width="1345" height="656"></p>
<h3 id="passo-2-faca-login-com-a-conta-gov-br">Passo 2 — Faça login com a conta Gov.br</h3>
<p>Clique em <strong>"Formalize-se"</strong>. O sistema redireciona para a tela de login do Gov.br. Insira o CPF e a senha. Se a conta estiver no nível Bronze, o portal solicita a elevação para Prata ou Ouro antes de prosseguir.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/image-240.png-1346.webp" alt="Página de cadastro do Portal do Empreendedor" width="1346" height="632"></p>
<h3 id="passo-3-preencha-os-dados-do-negocio">Passo 3 — Preencha os dados do negócio</h3>
<p>Após o login, os dados pessoais já registrados no Gov.br virão preenchidos. Você precisará informar:</p>
<ul>
<li>Nome fantasia (opcional);</li>
<li>CNAE principal e até 2 CNAEs secundários;</li>
<li>Canal de vendas (novo campo 2026);</li>
<li>Área de atuação geográfica (novo campo 2026);</li>
<li>Modalidade de atendimento ao cliente.</li>
</ul>
<h3 id="passo-4-informe-o-endereco-comercial">Passo 4 — Informe o endereço comercial</h3>
<p>O endereço pode ser o residencial. Para quem atua exclusivamente pela internet, o endereço de casa é aceito como sede da empresa.</p>
<h3 id="passo-5-dados-do-imposto-de-renda-se-aplicavel">Passo 5 — Dados do Imposto de Renda (se aplicável)</h3>
<p>Se você entregou a declaração do IRPF nos últimos dois anos, informe o número do recibo e o ano de entrega para validação dos dados cadastrais.</p>
<h3 id="passo-6-conclua-e-baixe-o-ccmei">Passo 6 — Conclua e baixe o CCMEI</h3>
<p>Revise os dados, aceite os termos e clique em <strong>"Concluir"</strong>. O sistema gera imediatamente o <strong>CCMEI</strong> (Certificado de Condição de Microempreendedor Individual) — funciona como CNPJ e alvará de funcionamento em todo o território nacional.</p>
<p><a href="https://open.spotify.com/episode/02aU9eQW9oYbLyeLwJ5CQe?si=B9ceAYfOTDG7S1fuwUbowg" rel="noopener">Ver no Spotify</a></p>
<h2 id="quanto-custa-ser-mei-em-2026">Quanto custa ser MEI em 2026?</h2>
<p>A abertura é gratuita. O MEI paga mensalmente o <strong>DAS</strong> (<a href="https://blog.egestor.com.br/das-documento-de-arrecadacao-do-simples-nacional/">Documento de Arrecadação do Simples Nacional</a>), calculado com base no salário mínimo vigente:</p>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th>Tipo de Atividade</th>
<th>Composição</th>
<th>Valor Mensal 2026</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Comércio / Indústria</td>
<td>INSS + ICMS (R$ 1,00)</td>
<td><strong>R$ 81,95</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Prestação de Serviços</td>
<td>INSS + ISS (R$ 5,00)</td>
<td><strong>R$ 85,95</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Comércio + Serviços</td>
<td>INSS + ICMS + ISS</td>
<td><strong>R$ 86,95</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>MEI Caminhoneiro</td>
<td>12% do salário mínimo + tributos</td>
<td>Consultar gov.br</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<p><em>Valores do DAS-MEI 2026. Atualizados anualmente conforme o salário mínimo vigente em janeiro.</em></p>
<p>O pagamento deve ser feito até o <strong>dia 20 de cada mês</strong>, via internet banking, Pix, app bancário ou casa lotérica.</p>
<h2 id="servicos-disponiveis-na-area-ja-sou-mei">Serviços disponíveis na área "Já sou MEI"</h2>
<p>Financeiro</p>
<ul>
<li>Emitir guias DAS mensais (sistema PGMEI);</li>
<li>Parcelar débitos em atraso (até 60 parcelas mínimas de R$ 50,00);</li>
<li>Consultar débitos inscritos em dívida ativa da União.</li>
</ul>
<h3 id="cadastro">Cadastro</h3>
<ul>
<li>Atualizar nome fantasia, endereço, telefone, e-mail;</li>
<li>Alterar CNAE (atividade econômica);</li>
<li>Alterar capital social;</li>
<li>Solicitar desenquadramento para Microempresa (ME);</li>
<li>Solicitar baixa (encerramento) do MEI.</li>
</ul>
<h3 id="declaracao-e-documentos">Declaração e Documentos</h3>
<ul>
<li>Entregar a <a href="https://blog.egestor.com.br/dasn-simei/">DASN-SIMEI</a> (prazo: 31 de maio de cada ano);</li>
<li>Emitir o CCMEI (certificado do MEI);</li>
<li>Emitir comprovante de situação cadastral;</li>
<li>Emitir certidão negativa de débitos.</li>
</ul>
<h2 id="documentos-emitidos-pelo-portal-do-empreendedor">Documentos emitidos pelo Portal do Empreendedor</h2>
<h3 id="ccmei-certificado-de-microempreendedor-individual">CCMEI — Certificado de Microempreendedor Individual</h3>
<p>O CCMEI é gerado automaticamente após o cadastro. Serve como comprovante de CNPJ, alvará de funcionamento em todo o território nacional e habilita o MEI a abrir conta PJ, emitir notas fiscais e acessar crédito empresarial.</p>
<p>⚠️ Lembre-se que a lei não obriga o MEI a emitir nota, exceto em vendas para outra empresa. Mas, mesmo sem a obrigação, ele pode emitir notas a partir de um <a href="https://egestor.com.br/recursos/emissor-de-nfe.php?afl=11" rel="noopener">sistema emissor</a>.</p>
<h3 id="das-documento-de-arrecadacao-do-simples">DAS — Documento de Arrecadação do Simples</h3>
<p>Guia de pagamento mensal obrigatória. Pode ser emitida para o mês atual ou meses anteriores em atraso. Caminho: <strong>Já sou MEI &gt; Pagamento de Contribuição Mensal &gt; PGMEI</strong>.</p>
<h3 id="dasn-simei-declaracao-anual-de-faturamento">DASN-SIMEI — Declaração Anual de Faturamento</h3>
<p>Informa à Receita Federal o faturamento bruto do ano anterior. É <strong>obrigatória mesmo sem nenhum faturamento</strong>. Prazo: <strong>31 de maio</strong> de cada ano. Multa mínima por atraso: R$ 50,00. Veja o guia completo sobre <a href="https://blog.egestor.com.br/dasn-simei/">DASN-SIMEI</a>.</p>
<h3 id="certidao-negativa-de-debitos-cnd">Certidão Negativa de Débitos (CND)</h3>
<p>A <a href="https://blog.egestor.com.br/certidao-negativa/">CND</a> comprova que o MEI está em dia com a Receita Federal e a <a href="https://blog.egestor.com.br/previdencia-social-o-que-e/">Previdência</a>. Exigida em licitações, contratos com empresas e financiamentos. Emitida pelo site da Receita Federal ou pelo portal <a href="https://blog.egestor.com.br/e-cac/">e-CAC</a>.</p>
<h3 id="comprovante-de-inscricao-e-de-situacao-cadastral">Comprovante de Inscrição e de Situação Cadastral</h3>
<p>É um documento que informa a situação atual do MEI perante a Receita Federal. O MEI pode obtê-lo pelo Portal do Empreendedor.</p>
<h3 id="comprovante-de-agendamento">Comprovante de Agendamento</h3>
<p>Este é um documento que comprova o agendamento de atendimento presencial em uma unidade da Receita Federal ou do Sebrae. Para obtê-lo, o MEI pode emiti-lo diretamente pelo Portal do Empreendedor.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/51-2.png-2000.webp" alt="Portal do empreendedor" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="como-alterar-dados-cadastrais-do-mei">Como alterar dados cadastrais do MEI</h2>
<ol>
<li>Acesse o portal e faça login com a conta Gov.br;</li>
<li>Clique em <strong>"Já sou MEI" &gt; "Atualização Cadastral"</strong>;</li>
<li>Insira CPF e o <a href="https://blog.egestor.com.br/csc-como-funciona-e-sua-importancia-para-o-mei/">Código de Segurança do Contribuinte (CSC)</a>;</li>
<li>Edite os campos: endereço, e-mail, CNAE ou capital social;</li>
<li>Confirme a alteração. O que pode e o que não pode ser mudado está no guia de <a href="https://blog.egestor.com.br/alteracao-mei/">alteração do MEI</a>.</li>
</ol>
<h2 id="como-fazer-a-baixa-do-mei-pelo-portal">Como fazer a baixa do MEI pelo Portal</h2>
<p>Encerrar o MEI é gratuito e totalmente online. Antes de solicitar a baixa:</p>
<ul>
<li>Quite todos os DAS em aberto;</li>
<li>Entregue a DASN-SIMEI referente ao período ativo.</li>
</ul>
<ol>
<li>Acesse <strong>"Já sou MEI" &gt; "Solicitação de Baixa"</strong>;</li>
<li>Insira CPF e confirme o CNPJ;</li>
<li>Declare ciência da decisão;</li>
<li>Insira o código de confirmação recebido;</li>
<li>Conclua — o CNPJ será cancelado imediatamente.</li>
</ol>
<p><strong>Atenção:</strong> a baixa do MEI é <strong>irreversível</strong>. O CNPJ não poderá ser reativado após o cancelamento.</p>
<h2 id="como-parcelar-debitos-do-mei-pelo-portal">Como parcelar débitos do MEI pelo Portal?</h2>
<p>O MEI pode parcelar débitos em até <strong>60 parcelas mensais</strong>, com valor mínimo de <strong>R$ 50,00 por parcela</strong>. Juros e multa incidem sobre o total parcelado.</p>
<ol>
<li>Acesse <strong>"Já sou MEI" &gt; "Parcelamento de Débitos"</strong>;</li>
<li>Informe CPF ou CNPJ;</li>
<li>Selecione os débitos e a quantidade de parcelas desejadas;</li>
<li>Escolha a forma de pagamento: débito automático ou guias para bancos e lotéricas.</li>
</ol>
<h2 id="desenquadramento-do-mei-pelo-portal-do-empreendedor">Desenquadramento do MEI pelo Portal do Empreendedor</h2>
<p>O MEI é desenquadrado quando o faturamento do negócio passa do limite permitido. Nesse caso, ele precisa mudar para microempresa. O desenquadramento também acontece se o empresário contratar mais de um funcionário, exercer atividade fora da lista, abrir filial ou virar sócio.</p>
<p>Para solicitar o desenquadramento, basta entrar no Portal do Empreendedor e selecionar o botão “Desenquadrar”. Em seguida, é preciso informar CNPJ, CPF e Código de Acesso do Simples. Por fim, basta escolher uma das opções de desenquadramento e aguardar.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/57.png-2000.webp" alt="Portal do empreendedor" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="vantagens-do-portal-do-empreendedor">Vantagens do Portal do Empreendedor</h2>
<p>Como o governo criou o Portal do Empreendedor para facilitar processos, ele também oferece várias vantagens. Entre elas:</p>
<ul>
<li><strong>Menos burocracia</strong>: Para abrir uma empresa, são necessários diversos documentos, assinaturas e comprovantes. Com o Portal do Empreendedor, não há necessidade de tudo isso. Assim, além de facilitar o processo de abrir uma empresa, ele facilita a emissão de certidões, emissão de DAS e outros tantos documentos;</li>
<li><strong>Informações confiáveis</strong>: Por ser um portal do Governo Federal, todas as informações vem de fonte segura. Assim, o Portal do Empreendedor especificará e descreverá qualquer atualização ou novidade.</li>
</ul>
<p><strong>Fácil acesso</strong>: O Portal do Empreendedor é um site, por isso seu acesso é fácil. O usuário pode utilizá-lo de qualquer lugar e dispositivo com internet.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>
<section class="faq"><h2 id="perguntas-frequentes-sobre-o-portal-do-empreendedor">Perguntas frequentes sobre o Portal do Empreendedor</h2><div class="faq-lista"><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-portal-do-empreendedor-e-o-mesmo-que-o-gov-br">O Portal do Empreendedor é o mesmo que o gov.br?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Não exatamente. O Portal do Empreendedor é uma área específica dentro do ecossistema gov.br, dedicada ao MEI. O acesso é feito pelo login único do Gov.br, mas o portal tem endereço próprio — gov.br/empresas-e-negocios/pt-br/empreendedor — e funcionalidades exclusivas para microempreendedores.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-e-o-mei-caminhoneiro">O que é o MEI Caminhoneiro?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Trata-se de uma modalidade do MEI, criada para atender especificamente os caminhoneiros autônomos que trabalham como transportadores de carga.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="preciso-de-certificado-digital-para-usar-o-portal-do">Preciso de certificado digital para usar o Portal do Empreendedor?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Não. Para abertura, pagamento de DAS, declaração anual e baixa, basta a conta Gov.br com nível Prata ou Ouro. O certificado digital é necessário apenas para certidões específicas emitidas pelo portal e-CAC.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="posso-ter-mais-de-um-cnae-no-mei">Posso ter mais de um CNAE no MEI?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Sim. O MEI pode ter até <strong>1 CNAE principal e 2 CNAEs secundários</strong>, totalizando até 3 atividades. Todas devem constar na lista oficial de atividades permitidas para o MEI, disponível no gov.br.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="quanto-tempo-leva-para-abrir-o-mei">Quanto tempo leva para abrir o MEI?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>A abertura do MEI é imediata. Na maioria dos casos, o CNPJ é gerado em menos de 5 minutos após a conclusão do formulário. O CCMEI fica disponível para download logo após o cadastro.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-acontece-se-eu-ultrapassar-o-limite-de-faturamento-do">O que acontece se eu ultrapassar o limite de faturamento do MEI?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Se o <a href="https://blog.egestor.com.br/faturamento/">faturamento</a> anual ultrapassar R$ 81.000,00, o MEI deve solicitar o <strong>desenquadramento para Microempresa (ME)</strong> no mesmo ano. O excesso pode gerar tributação retroativa sobre os valores que ultrapassaram o teto.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-mei-e-obrigado-a-emitir-nota-fiscal">O MEI é obrigado a emitir nota fiscal?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Apenas em vendas ou prestação de serviços para <strong>pessoas jurídicas</strong> (outras empresas). Em vendas para o consumidor final (pessoa física), a emissão de nota fiscal é opcional para o MEI.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="posso-abrir-o-mei-pelo-celular">Posso abrir o MEI pelo celular?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Sim. O Portal do Empreendedor funciona totalmente via navegador no celular. O app Gov.br pode ser usado para login, elevação do nível da conta e para receber notificações de vencimento do DAS e da declaração anual.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="como-acessar-o-portal-do-empreendedor-se-esqueci-a-senha-do">Como acessar o Portal do Empreendedor se esqueci a senha do Gov.br?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Acesse <strong>acesso.gov.br</strong> e use a opção <strong>"Esqueci minha senha"</strong>. A recuperação pode ser feita por e-mail cadastrado, SMS ou pelo app Gov.br com reconhecimento facial.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="como-e-feita-a-formalizacao-do-mei">Como é feita a formalização do MEI?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Primeiramente, o empreendedor deve fazer a formalização do MEI dentro do próprio Portal do Empreendedor. Nele, o empreendedor preencherá todas as informações sobre a nova pessoa jurídica. Vale destacar que o governo simplificou o processo e, por isso, o empreendedor pode concluir seu cadastro rapidamente.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-acontece-com-o-mei-no-caso-de-obito-do-titular">O que acontece com o MEI no caso de óbito do titular?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Nesse caso, os herdeiros podem solicitar a baixa do MEI em caso de óbito do titular do CNPJ.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-preciso-fazer-para-emitir-nota-fiscal-mei">O que preciso fazer para emitir nota fiscal MEI?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>O MEI apenas tem a obrigação de emitir nota fiscal quando vende ou presta serviço para uma pessoa jurídica. Nesse caso, ele pode utilizar um <a href="https://egestor.com.br/recursos/emissor-de-nfe.php?afl=11" rel="noopener">programa emissor de nota fiscal </a>para MEI.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-mei-que-nao-tem-faturamento-precisa-entregar-o-dasn-mei">O MEI que não tem faturamento precisa entregar o DASN-MEI?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Sim, a lei obriga o MEI a entregar a Declaração Anual do Simples Nacional. De fato, essa obrigação existe mesmo que não tenha ocorrido faturamento no período declarado. Além disso, a DASN-SIMEI deve ser entregue anualmente até o dia 31 de maio, referente ao ano-calendário anterior.</p></div></details></div></section>
]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/229.png" type="image/png" length="264778"/>
    </item>
    <item>
      <title>Fluxo de Caixa: Guia completo para fazer o da sua empresa (Passo a Passo)</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/fluxo-de-caixa/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/fluxo-de-caixa/</guid>
      <pubDate>Tue, 07 Jan 2025 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Controle Financeiro</category>
      <category>Destaques</category>
      <category>gestão financeira</category>
      <category>destaque</category>
      <category>administração</category>
      <description>Aprenda o que é fluxo de caixa, como fazer na sua empresa passo a passo, quais os tipos existentes e qual ferramenta usar. Guia completo.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Manter as finanças da empresa sob controle é um dos maiores desafios de quem empreende. E o fluxo de caixa é a principal ferramenta para isso. Neste guia, você vai aprender o que é, como fazer e como usar o fluxo de caixa para tomar decisões mais seguras no seu negócio.</p>
<p><strong>O que é o fluxo de caixa?</strong> O fluxo de caixa é o controle de todos os valores que entram e saem do financeiro da empresa.</p>
<p><strong>Qual o objetivo do fluxo de caixa?</strong> O objetivo do fluxo de caixa é garantir a saúde financeira do negócio. Desse modo, ele assegura que a empresa tenha capital para cumprir suas obrigações.</p>
<p><strong>Como fazer o fluxo de caixa?</strong> O fluxo de caixa pode ser feito através de um sistema de gestão empresarial, como o eGestor.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br?afl=11" rel="noopener">Teste grátis o eGestor</a></p>
<h2 id="o-que-e-fluxo-de-caixa">O que é fluxo de caixa?</h2>
<p>O fluxo de caixa é o registro das entradas e saídas de dinheiro da empresa. Geralmente, a empresa pode medi-lo em um período definido, de uma semana a um ano. Além disso, o controle pode ser relativo a períodos promocionais ou a campanhas específicas.</p>
<p>Para que esse processo funcione, é preciso conhecer todos os valores que entram e saem. Aliás, a empresa deve fazer esse acompanhamento de forma constante. Em outras palavras, toda vez que a empresa realiza uma venda ou compra, o dinheiro entra ou sai do caixa.</p>
<p>Para facilitar essa tarefa, a empresa pode fazer o controle do fluxo de caixa em uma planilha ou sistema de gestão. Afinal, esses recursos mostram a situação financeira do negócio, incluindo o valor disponível e quanto a empresa precisa pagar.</p>
<h3 id="todos-os-recebimentos">Todos os recebimentos</h3>
<p>Os recebimentos são todos os valores que entram no caixa da empresa, podendo esse ser físico ou a conta no banco, por exemplo. Assim, são recebimentos:</p>
<ul>
<li>Vendas, a vista e a prazo;</li>
<li>Recebimento de duplicata;</li>
<li>Empréstimos;</li>
<li>Financiamento.</li>
</ul>
<h3 id="todos-os-pagamentos">Todos os pagamentos</h3>
<p>Os pagamentos são todos os valores que saem do caixa, de novo, podendo ser o caixa físico ou a conta bancária. Assim, eles podem ser:</p>
<ul>
<li>Compras de produtos ou matérias-prima, a vista e a prazo;</li>
<li>Pagamento de despesas;</li>
<li>Pagamento de impostos.</li>
</ul>
<h2 id="como-fazer-o-fluxo-de-caixa">Como fazer o Fluxo de Caixa?</h2>
<p>Agora que você já sabe o que é o fluxo de caixa, chegou a hora de fazer o da sua empresa. Não sabe como? A gente ensina passo a passo!</p>
<h3 id="especifique-as-entradas-e-saidas-da-empresa">Especifique as entradas e saídas da empresa</h3>
<p>Os principais elementos utilizados no fluxo de caixa são as entradas e saídas, ou seja, as receitas e as despesas. Com elas, é possível fazer a análise de fluxo de caixa completa. Um exemplo de fluxo é:</p>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th>Saldo anterior</th>
<th>Receitas</th>
<th>Despesas</th>
<th>Saldo atual</th>
<th>Resultado do mês</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>R$ 100,00</td>
<td>R$ 200,00</td>
<td>R$ 190,00</td>
<td>R$ 110,00</td>
<td>R$ 110,00</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<h4>Entradas</h4>
<p>As entradas são representadas por todos os recebimentos das empresas. Geralmente, os ingressos vêm de vendas de mercadorias ou de serviços prestados. Contudo, outros valores também podem representar entradas e devem ser registrados.</p>
<p>A primeira e melhor delas, é claro, são as receitas. Ou seja, registro de absolutamente todo o dinheiro que entrou no caixa da empresa.</p>
<p>É importante anotar em seu sistema a origem de cada valor, a forma de pagamento e a data do recebimento.</p>
<p>Alguns exemplos de entradas que interferem no fluxo de caixa:</p>
<ul>
<li>recebimento de venda;</li>
<li>recebimento de duplicatas;</li>
<li>financiamentos ou empréstimos;</li>
<li>capital de novos sócios ou acionistas.</li>
</ul>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th><strong>Data</strong></th>
<th><strong>Conta</strong></th>
<th><strong>Valor</strong></th>
<th><strong>Forma de pagamento</strong></th>
<th><strong>Status</strong></th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>03/04</td>
<td>Venda</td>
<td>R$ 300,00</td>
<td>Dinheiro</td>
<td>Pago</td>
</tr>
<tr>
<td>04/04</td>
<td>Venda</td>
<td>R$ 64,00</td>
<td>Cartão</td>
<td>Em aberto</td>
</tr>
<tr>
<td>10/04</td>
<td>Venda</td>
<td>R$ 115,00</td>
<td>Dinheiro</td>
<td>Pago</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<h4>Saídas</h4>
<p>As saídas, ou desembolsos, são os valores que a empresa paga para operar, como salários, fornecedores e contas diversas. Além disso, elas incluem custos fixos e variáveis. Por isso, é fundamental registrar cada gasto sem exceção para manter um <a href="https://blog.egestor.com.br/controle-financeiro-como-fazer/">controle financeiro</a> eficaz.</p>
<p>Vamos analisar os custos, começando pelas contas fixas. Elas são despesas recorrentes e obrigatórias para a empresa funcionar, como aluguel e folha de pagamento. Assim, mesmo com pequenas variações mensais, seus valores são previsíveis e devem ser registrados sempre.</p>
<p>Em contrapartida, os custos variáveis oscilam a cada mês. Muitas vezes, esses custos vêm de emergências ou imprevistos que afetam a operação. Por exemplo, pode ser a contratação de um serviço ou o conserto de um equipamento.</p>
<p>Ainda, é preciso considerar as compras parceladas. Para isso, projete o pagamento de cada parcela para a sua data correta. Dessa forma, o controle será mais preciso. Além disso, esse cuidado contribui para o planejamento e ajuda a criar novas estratégias para aumentar os lucros.</p>
<p>Alguns exemplos de saídas no fluxo de caixa:</p>
<ul>
<li>compras (fornecedores);</li>
<li>despesas;</li>
<li>impostos;</li>
<li>juros;</li>
<li>dividendos.</li>
</ul>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th><strong>Data</strong></th>
<th><strong>Conta</strong></th>
<th><strong>Valor</strong></th>
<th><strong>Forma de pagamento</strong></th>
<th><strong>Status</strong></th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>06/04</td>
<td>Fornecedor</td>
<td>R$ 235,00</td>
<td>Dinheiro</td>
<td>Pago</td>
</tr>
<tr>
<td>08/04</td>
<td>Internet</td>
<td>R$ 102,58</td>
<td>Dinheiro</td>
<td>Pago</td>
</tr>
<tr>
<td>22/04</td>
<td>Frete</td>
<td>R$ 78</td>
<td>Cartão</td>
<td>Pago</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/21-13.jpg-2000.webp" alt="fluxo de caixa" width="2000" height="1600"></p>
<h3 id="regimes-de-analise">Regimes de análise</h3>
<p>Ao iniciar o fluxo de caixa, muitos se perguntam: registrar as movimentações quando acontecem ou apenas na data do pagamento?</p>
<p>No entanto, a resposta não é simples, pois depende.</p>
<p>Isso porque existem dois tipos de regime para facilitar esse processo: o de caixa e o de competência. Sendo assim, é de extrema importância que o processo a ser usado seja definido no início do controle.</p>
<h4>Regime de caixa</h4>
<p>O regime de caixa do fluxo de caixa é quando o valor só é contabilizado ou descontado quando ele efetivamente entra ou sai. Dessa forma, os dados são ainda mais precisos.</p>
<p>No regime de caixa, se a empresa fez uma compra de R$ 100,00 à vista, ela contabilizará o valor no caixa, por exemplo. Por exemplo, imagine que a empresa parcelou uma compra em 5 vezes. Nesse caso, a empresa insere os R$ 20,00 de cada parcela apenas quando os paga.</p>
<h4>Regime de competência</h4>
<p>O regime de competência do fluxo de caixa é o oposto do regime de caixa. Ou seja, a empresa insere os valores no controle na hora da venda, lançando-os como receita ou entrada de caixa.</p>
<p>Dessa forma, se a empresa parcelar uma compra, ela registrará o valor total como saída. A partir daí, a empresa lançará as parcelas futuras como contas a pagar, no passivo circulante. Por outro lado, a empresa lançará as parcelas que vencem no próximo exercício no passivo não circulante.</p>
<p>⚠️ Esse é o regime obrigatório para todas as empresas, para apuração de obrigações trabalhistas, previdenciárias e tributárias. Quem o define como obrigatório é o <a href="https://www.jusbrasil.com.br/topicos/11722706/artigo-225-do-decreto-n-3048-de-06-de-maio-de-1999" rel="noopener">Artigo 225 do Decreto nº 3.048</a> e a CLT.</p>
<h2 id="onde-fazer-o-controle-de-fluxo-de-caixa">Onde fazer o controle de fluxo de caixa?</h2>
<p>Existem algumas ferramentas que facilitam o controle do fluxo de caixa. Por exemplo, a planilha de fluxo de caixa e um sistema específico para isso.</p>
<p>📒 <strong>Caderno</strong></p>
<ul>
<li>Não gera relatórios</li>
<li>Ordenação ou filtros de dados importantes inexistente</li>
<li>Sem dados importantes da empresa</li>
<li>Tempo de anotação de vendas maior que o ideal</li>
</ul>
<p>📉 <strong>Planilha</strong></p>
<ul>
<li>Apenas um usuário pode preencher as informações a cada vez</li>
<li>Não tem integração</li>
<li>Relatórios muito limitados</li>
<li>Tempo perdido utilizando ferramentas como excel</li>
<li>Não tem suporte</li>
</ul>
<p><strong>eGestor</strong><img src="https://egestor.com.br/assets/img/favicon-32x32.png" alt="eGestor"></p>
<ul>
<li>Integração com outros setores, como de vendas, compras, financeiro, estoque e notas fiscais</li>
<li>Mais facilidade</li>
<li>Permissões por usuário</li>
<li>50 tipos de relatórios</li>
<li>Tudo simples e rápido</li>
</ul>
<h3 id="planilha-de-fluxo-de-caixa">Planilha de fluxo de caixa</h3>
<p>Um meio fácil de fazer esse controle é através de uma planilha de fluxo de caixa. Elas são uma maneira mais fácil pois já possuem todos os cálculos configurados. Assim, basta baixar a planilha de fluxo de caixa e inserir os valores da sua empresa.</p>
<p>Por isso, o eGestor criou a <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-fluxo-de-caixa/">planilha de fluxo de caixa</a>. Nela você pode inserir os dados previstos e os dados reais. Também, é possível dividir os valores no primeiro e no segundo semestre do ano.</p>
<h3 id="sistema-de-controle-de-fluxo-de-caixa">Sistema de controle de fluxo de caixa</h3>
<p>Ao contrário da planilha, o <a href="https://egestor.com.br/recursos/fluxo-de-caixa.php?afl=11" rel="noopener">sistema de fluxo de caixa</a> é a forma automatizada de fazer esse controle. Uma vez que ele integra todos os dados de todos os setores, ele consegue fazer uma administração melhor da empresa.</p>
<p>Ainda, ele faz com que não se perca tanto tempo na hora de cadastrar as informações. Isso ocorre porque o sistema integra os setores, evitando assim o retrabalho. Dessa forma, as informações não são cadastradas mais de uma vez em planilhas diferentes.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/sistema-de-fluxo-de-caixa.png-593.webp" alt="Exemplo de relatórios de um sistema de gestão" width="593" height="365"></p>
<h2 id="exemplo-de-fluxo-de-caixa">Exemplo de fluxo de caixa</h2>
<p>O fluxo de caixa é o registro de todas as entradas e saídas de valores. Por isso, para fazê-lo, é necessário ter os dados da transação. Por exemplo, uma empresa recebeu R$ 200,00 pela venda de um produto, e o cliente pagou com cartão. Então essa venda deve estar registrada.</p>
<p>Em seguida, a empresa pagou uma conta de água de R$ 120,00, retirando o valor do caixa físico. Isso também deve constar no controle.</p>
<p>A empresa também deve incluir outras despesas no controle financeiro. Por exemplo, o pagamento da conta de internet no valor de R$ 70,00.</p>
<p>Assim, esse é o exemplo de controle de fluxo de caixa:</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Exemplo-Fluxo-de-Caixa.png-886.webp" alt="exemplo controle de fluxo de caixa na gestão financeira de empresas baseado no planejamento financeiro empresarial das finanças corporativas" width="886" height="100"></p>
<h2 id="tipos-de-fluxo-de-caixa">Tipos de fluxo de caixa</h2>
<p>É importante ressaltar que existem diferentes <a href="https://blog.egestor.com.br/tipos-de-fluxo-de-caixa/">tipos de fluxo de caixa</a> que podem ser analisados em sua empresa.</p>
<h3 id="fluxo-de-caixa-projetado">Fluxo de caixa projetado</h3>
<p>O <a href="https://blog.egestor.com.br/fluxo-de-caixa-projetado/">fluxo de caixa projetado</a> tem como objetivo tentar prever e prevenir os riscos para uma empresa. Dessa forma, a companhia consegue estimar se necessitará de um empréstimo bancário, por exemplo.</p>
<p>O inverso também acontece: se o prognóstico for positivo, será viável investir em novas operações com mais segurança e tranquilidade. Assim, ele fornece uma visão aprofundada da movimentação de todos os recursos. Além disso, pode apontar soluções para curto, médio e longo prazos.</p>
<p>Na primeira situação, essa conta serve para estimar o quanto existe de dinheiro sobrando ou faltando no caixa. Para o prazo maior, entretanto, as opções do que fazer com o fluxo de caixa projetado são mais vastas.</p>
<p>Abaixo, listamos algumas das aplicações para esse método.</p>
<h4>Objetivos de longo prazo do Fluxo de Caixa Projetado</h4>
<ul>
<li>planejar as atividades do caixa;</li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/controle-financeiro-como-fazer/">controle financeiro;</a></li>
<li>administrar o <a href="https://blog.egestor.com.br/capital-de-giro/">capital de giro</a>;</li>
<li>avaliar a liquidez de uma organização.</li>
</ul>
<h3 id="fluxo-de-caixa-descontado">Fluxo de caixa descontado</h3>
<p>O fluxo de caixa descontado é utilizado para medir o valor de uma empresa. Ou seja, o tipo descontado se utiliza de dados como projeções e descontos para chegar a esse valor.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/7-15.png-2000.webp" alt="Foto de calculadora e documentos representando o controle de fluxo de caixa, gestão financeira de empresas e o planejamento financeiro empresarial das finanças corporativas" width="2000" height="1333"></p>
<h3 id="fluxo-de-caixa-operacional">Fluxo de caixa operacional</h3>
<p>O fluxo de caixa operacional contabiliza os ganhos e gastos da empresa. Para isso, ele considera os juros, os impostos e a desvalorização da companhia.</p>
<h4>Cálculo do fluxo de caixa operacional</h4>
<p>A contagem do fluxo de caixa operacional segue esta fórmula:</p>
<ul>
<li>FCO = LAJIR (Lucro Antes de Juros e Impostos de Renda) + Desvalorização – Impostos LAJIR.</li>
</ul>
<p>Então, vamos para um exemplo prático.</p>
<p>Imagine que uma empresa chegou a um LAJIR de R$ 50 mil. Além disso, ela apresentou desvalorização de R$ 15 mil e recolheu R$ 20 mil em impostos. A conta ficará assim:</p>
<p>50.000 + 15.000 - 20.000 = 45.000</p>
<p>Assim, nesse contexto, seu empreendimento teria gerado um fluxo de caixa operacional da ordem de R$ 45 mil.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/9-11.png-2000.webp" alt="fluxo de caixa" width="2000" height="1333"></p>
<h3 id="fluxo-de-caixa-livre">Fluxo de caixa livre</h3>
<p>O fluxo de caixa livre é a quantia disponível em determinado momento. Além disso, esse cálculo leva em conta os investimentos e as necessidades de capital de giro.</p>
<p>Assim, esse cálculo mostra o total de dinheiro desimpedido da empresa. Depois disso, a empresa separa desse montante os valores para manter e expandir ativos. Na prática, ela também usa essa modalidade para definir os repasses a acionistas.</p>
<p>O fluxo de caixa livre, contudo, também tem outra função muito importante. Ele dará mais segurança nas escolhas da empresa ao fazer novos negócios. Afinal, sabe-se que há o suficiente para conservar e até para ampliar as atividades da companhia.</p>
<p>O fluxo de caixa livre, portanto, tem de ser positivo. Nesse sentido, a comparação com períodos anteriores é importante para achar causas de possíveis resultados negativos.</p>
<p>Dessa forma, o gestor percebe se ocorreu comportamento sazonal relevante. Por exemplo, uma fábrica vende ventiladores e registra uma queda nas vendas em julho, época de frio. Assim, esse motivo provavelmente explicaria o mau desempenho.</p>
<p>Além disso, essa análise financeira permite aos administradores equilibrar melhor a balança entre a busca por novas oportunidades e uma situação segura. Afinal, não manter os pés no chão é um dos principais equívocos cometidos no cálculo do fluxo de caixa.</p>
<p>Isso porque, muitas vezes, as expectativas não são alcançadas da maneira como foram planejadas.</p>
<h4>Demonstrativo do fluxo de caixa livre</h4>
<ul>
<li>(=) receitas líquidas</li>
<li>(-) custos de vendas</li>
<li>(-) despesas operacionais</li>
<li>(=) EBIT (da sigla em inglês “<em>Earnings Before Interest and Taxes</em>”, ou “Lucro antes de Juros e Imposto de Renda – LAJIR).</li>
<li>(+) depreciação e outros ajustes de despesas</li>
<li>(=) <a href="https://blog.egestor.com.br/ebitda/">EBITDA</a> (da sigla em inglês “<em>Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization</em>” ou “Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – LAJIDA)</li>
<li>(-) impostos em relação ao lucro</li>
<li>(=) montante gerado com as vendas</li>
<li>(-) investimentos (permanentes e circulantes)</li>
<li>(=) Fluxo de Caixa Livre</li>
</ul>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/24-8.jpg-2000.webp" alt="Foto caneca preta ao fundo, com documentos em uma mesa, representando o controle de fluxo de caixa, a gestão financeira de empresas e o planejamento financeiro empresarial das finanças corporativas" width="2000" height="1333"></p>
<h3 id="fluxo-de-caixa-para-investimentos">Fluxo de caixa para investimentos</h3>
<p>O fluxo de caixa para investimentos é o valor que sobra depois de descontados os passivos da empresa. Assim, com o resultado dessa diminuição, é possível avaliar futuros investimentos da empresa, se é possível e viável realizá-los.</p>
<h2 id="a-importancia-do-fluxo-de-caixa">A importância do fluxo de caixa</h2>
<p>A falta de gestão financeira de empresas prejudica demais a sua operação em curto ou médio prazo. Além disso, um problema como atraso em pagamentos de credores pode afetar a manutenção do negócio. Por essa razão, pode faltar dinheiro suficiente para suprir as necessidades imediatas.</p>
<p>Mas é importante salientar que, para ser rentável, uma empresa não precisa necessariamente ter bastante liquidez. Portanto, saber fazer uma gestão apropriada pode fazer a diferença e compensar uma eventual limitação financeira.</p>
<p>Para o fluxo de caixa dar certo, é preciso ter bastante atenção. Assim, são essenciais para esse controle anotações que correspondam à realidade. Nesse sentido, é fundamental não esquecer de passar os valores para a planilha ou para um sistema mais tecnológico. Afinal, esses são os mínimos cuidados requeridos para um eficaz controle financeiro.</p>
<p>De preferência, este fluxo deve ser atualizado diariamente para evitar posteriores erros. Entretanto, aceita-se também que o controle seja semanal, desde que nada passe batido durante a transferência dos dados.</p>
<p>Essa documentação das movimentações da empresa, além de evitar a perda de dados importantes, também ajuda a detectar falhas. Por exemplo, a falta de dinheiro em caixa pode ser percebida antes de causar um efeito mais nocivo.</p>
<figure><a href="https://youtu.be/NvrvXiSyZuM" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-NvrvXiSyZuM.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<h2 id="beneficios-de-controlar-seu-fluxo-de-caixa">Benefícios de controlar seu fluxo de caixa</h2>
<p>O fluxo de caixa permite que você saiba de onde veio cada centavo acumulado na conta. Além disso, garante que você se mantenha atento para identificar para onde o dinheiro está indo.</p>
<p>Ele é uma <a href="https://blog.egestor.com.br/fluxo-de-caixa-ajuda-tomada-de-decisoes/">ferramenta decisiva</a> para aqueles que querem empreender e crescer. Inicialmente, também ajuda na gestão financeira de empresas.</p>
<p>Com o fluxo de caixa, por exemplo, é possível evitar pagamentos de multas e juros. Isso acontece porque ele melhora a organização financeira da empresa.</p>
<p>No caso dos títulos a receber, o fluxo de caixa auxilia na objetividade da cobrança. Assim, quando um cliente atrasa um pagamento, a identificação se torna mais fácil. Como resultado, o processo de cobrança é mais rápido e pode diminuir a inadimplência em sua empresa.</p>
<p>Outra possibilidade é a projeção do fluxo de caixa. Dessa forma, com o uso do fluxo de caixa projetado, é possível saber antecipadamente se a empresa terá capital para o futuro.</p>
<p>Caso seja verificado que a organização passará por dificuldades, o gestor poderá buscar capital com melhores prazos, condições e taxas. Além disso, se a empresa precisa expandir ou fazer outros investimentos, ela pode criar um <a href="https://blog.egestor.com.br/planejamento-financeiro-empresarial/">planejamento financeiro</a> de longo prazo.</p>
<p>Por fim, com o uso do fluxo de caixa, sua empresa poderá criar uma reserva e utilizar recursos para alcançar seus objetivos.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/19-8.jpg-2000.webp" alt="fluxo de caixa" width="2000" height="1125"></p>
<h2 id="qual-a-diferenca-do-metodo-indireto-e-direto">Qual a diferença do método indireto e direto?</h2>
<h3 id="metodo-direto">Método Direto</h3>
<p>O fluxo de caixa direto evidencia os ganhos e as despesas relacionados às atividades operacionais da companhia. Para produzir a <a href="https://blog.egestor.com.br/demonstracao-de-fluxo-de-caixa-como-fazer/">DFC</a> pelo método direto, uma ação é necessária. O responsável deve classificar os recebimentos e pagamentos conforme a natureza deles. Por exemplo:</p>
<ul>
<li>gastos com insumos;</li>
<li>com locação de equipamentos;</li>
<li>valores recebidos de clientes;</li>
<li>despesas com transporte;</li>
<li>outros.</li>
</ul>
<p>Mesmo sendo uma conta mais complicada, ela tem como benefício a classificação de entradas e saídas por critérios técnicos. Assim, essas não são fiscais e categorizam o movimento financeiro por tipo de tarefa realizada.</p>
<h4>Demonstração do Fluxo de Caixa (Método Direto)</h4>
<h4>1. Entrada de recursos</h4>
<ul>
<li>recebimentos de clientes;</li>
<li>pagamentos a fornecedores;</li>
<li>despesas administrativas e comerciais;</li>
<li>despesas financeiras;</li>
<li>impostos;</li>
<li>mão de obra direta;</li>
<li>(=) entrada de recursos advindos das operações;</li>
<li>recebimentos por vendas do imobilizado;</li>
<li>(=) Total de entrada dos recursos.</li>
</ul>
<h4>2. Saída de recursos</h4>
<ul>
<li>aquisição de bens do imobilizado;</li>
<li>pagamentos de empréstimos bancários;</li>
<li>(=) total das saídas de recursos;</li>
<li>variação líquida de disponibilidades;</li>
<li>(+) saldo inicial;</li>
<li>(=) saldo final de disponibilidade.</li>
</ul>
<p>A demonstração pelo procedimento direto permite analisar a <a href="https://blog.egestor.com.br/indice-de-solvencia/">solvência</a> de uma organização — isto é, a capacidade de honrar seus compromissos financeiros. No método direto, é revelada a movimentação do dinheiro, sua origem e seu destino.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/4-4.jpg-2000.webp" alt="pagamentos" width="2000" height="1333"></p>
<h3 id="metodo-indireto">Método Indireto</h3>
<p>O fluxo de caixa indireto se baseia na análise de lucros e prejuízos do <a href="https://blog.egestor.com.br/dre/">DRE</a>. Contudo, esse demonstrativo deve ser corrigido por alguns fatores como depreciação e amortização.</p>
<p>Esse modelo se fundamenta na DRE, não no fluxo de caixa em si. É por isso, então, que ele recebe o nome de "indireto". Um dos benefícios desse padrão de fluxo é o custo baixo para calculá-lo.</p>
<p>Dessa forma a organização precisa apenas consultar seus próprios balanços patrimoniais do intervalo em questão. Ele exige dados extras, mas estes são facilmente encontrados no setor de contabilidade de qualquer empresa.</p>
<p>Entretanto, o fluxo de caixa indireto possui uma desvantagem. Ele pode sofrer desvios se houver mudanças na lei ou nos métodos contábeis. Outra questão importante é que esse modelo requer um conhecimento mais profundo sobre contabilidade.</p>
<h4>Demonstração do Fluxo de Caixa (Método Indireto)</h4>
<h4>1. Origem</h4>
<ul>
<li>lucro líquido do exercício;</li>
<li>(+) depreciações;</li>
<li>(+) aumento em imposto de renda a pagar;</li>
<li>(+) acréscimo em fornecedores;</li>
<li>(-) aumento da cartela de clientes;</li>
<li>(=) caixa gerado pelas operações;</li>
<li>venda do imobilizado;</li>
<li>(=) total dos ingressos de disponibilidade.</li>
</ul>
<h4>2. Aplicações</h4>
<ul>
<li>pagamento de empréstimos bancários;</li>
<li>aquisição de imobilizado;</li>
<li>(=) total das aplicações de disponibilidades;</li>
<li>variação líquida das disponibilidades;</li>
<li>(+) saldo inicial;</li>
<li>(=) saldo final das disponibilidades.</li>
</ul>
<p>Pronto para colocar o fluxo de caixa em dia? Experimente o <a href="https://egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener">eGestor</a> gratuitamente e veja como é simples controlar as finanças da sua empresa.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>
<section class="faq"><h2 id="duvidas-frequentes-sobre-fluxo-de-caixa">Dúvidas frequentes sobre fluxo de caixa</h2><div class="faq-lista"><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-e-fluxo-de-caixa-2">O que é fluxo de caixa?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>O fluxo de caixa é uma ferramenta que ajuda na saúde e no controle financeiro do negócio. Além disso, ele representa o registro de todas as informações de venda, de entrada e de saída.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="quais-os-tipos-de-fluxo-de-caixa">Quais os tipos de fluxo de caixa?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Os principais tipos de fluxo de caixa são:</p>
<ul>
<li>Projetado;</li>
<li>Operacional;</li>
<li>Livre;</li>
<li>Para investimentos.</li>
</ul>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="como-fazer-o-fluxo-de-caixa-2">Como fazer o fluxo de caixa?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>O primeiro passo para fazer o fluxo de caixa é especificar o que são as entradas e saídas da empresa. Em seguida, é necessário identificar o saldo e registrar todas as transações que envolvem valores financeiros.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-a-importancia-do-fluxo-de-caixa">Qual a importância do fluxo de caixa?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>O fluxo de caixa é uma ferramenta essencial do controle financeiro. Dessa forma, ele traz uma análise mais ampla da situação financeira, avalia os investimentos e permite planejar os próximos passos.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-devo-registrar-no-fluxo-de-caixa">O que devo registrar no fluxo de caixa?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Os principais itens a serem registrados no fluxo de caixa são:</p>
<ul>
<li>Pagamentos (compras a vista e a prazo, pagamentos de despesas e duplicatas e todos os outros pagamentos realizados);</li>
<li>Recebimentos (vendas à vista em dinheiro e em cartões, à prazo em cartões, cheques ou boletos e todos os outros recebimentos da empresa);</li>
<li>Previstos.</li>
</ul>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-o-periodo-ideal-para-fazer-a-analise">Qual o período ideal para fazer a análise?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Depende. Se o seu negócio realizar muitas vendas diariamente, ele deve ser controlado diariamente. Mas, se houver poucas vendas diárias e mais vendas semanais, o controle pode ser feito de forma semanal.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="porque-e-importante-manter-um-fluxo-de-caixa-atualizado">Porque é importante manter um fluxo de caixa atualizado?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Porque ele é o seu dinheiro. O fluxo de caixa registra todos os pagamentos e também os recebimentos. Portanto, é ele que controla o dinheiro, de onde vem e para onde vai. Dessa forma, se não houver controle, não é possível saber, em valores, quanto se deve receber e quanto se deve pagar.</p></div></details></div></section>
]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/193.png" type="image/png" length="224032"/>
    </item>
    <item>
      <title>Gestão de desempenho: veja como aumentar a produtividade</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/gestao-de-desempenho-entenda-a-importancia/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/gestao-de-desempenho-entenda-a-importancia/</guid>
      <pubDate>Mon, 26 Jun 2023 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Gestão de pessoas</category>
      <category>administração</category>
      <description>A gestão de desempenho consiste na avaliação da produtividade de cada funcionário. Entenda a importância e como realizar a gestão!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>O bom desempenho dos colaboradores no dia a dia de uma empresa está diretamente ligado à produtividade. Mas, para muitos empresários, fazer a gestão de desempenho é apenas avaliar a produtividade. O que acontece é que fazer apenas isso não desenvolve o profissional.</p>
<p>Mais do que uma avaliação, a gestão de desempenho é pensada para o crescimento profissional dos colaboradores. Dessa forma, é possível otimizar os resultados para que eles estejam de acordo com o que se espera.</p>
<p>Assim, para tirar o melhor de cada profissional é preciso haver um contato próximo entre ele e o seu líder. Com esse contato é possível incentivar o desenvolvimento e avaliar uma promoção.</p>
<h2 id="qual-a-importancia-da-gestao-de-desempenho">Qual a importância da gestão de desempenho?</h2>
<p>Uma gestão de desempenho eficiente é importante para melhorar o desempenho do colaborador. Com ela há menos rotatividade, tanto de funcionários demitidos como dos que pedem para sair. Além disso, a gestão garante mais produtividade, o que pode diminuir custos.</p>
<p>Existem melhorias que podem acontecer com uma gestão de desempenho bem feita:</p>
<ul>
<li>melhora do trabalho em equipe;</li>
<li>otimização do atendimento ao cliente;</li>
<li>inovação em processos internos;</li>
<li>maior geração de caixa e lucratividade.</li>
</ul>
<p>Essas melhorias têm como objetivo um melhor desempenho geral da empresa, uma vez que isso desenvolve mais os colaboradores.</p>
<p>A gestão de desempenho também é importante nas tomadas de decisão. Afinal, ela é quem ajuda a saber quais funcionários devem receber uma promoção devido ao alto desempenho ou devem ser demitidos.</p>
<p>Dentro da gestão de desempenho também existem aspectos da gestão de pessoas. Isso avalia os aspectos de comportamento e engajamento de cada colaborador.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/139-2.jpg-2000.webp" alt="Ambiente de aprendizado ou conferência, com várias pessoas sentadas em fileiras. O foco está em uma pessoa segurando um caderno aberto e uma caneta, indicando que estão envolvidas em atividades de anotações e aprendizado." width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="secao-6-dicas-para-aumentar-a-produtividade">6 dicas para aumentar a produtividade</h2>
<p>Manter uma equipe de trabalho concentrada e produtiva pode ser um desafio. É necessário alcançar as metas e objetivos, dedicar mais horas ao trabalho e se destacar dos concorrentes.</p>
<p>Mas qual a melhor forma de otimizar seu tempo e aumentar a produtividade do time?</p>
<h3 id="organize-uma-lista-de-metas-a-cumprir">Organize uma lista de metas a cumprir</h3>
<p>Essa é uma dica super simples, mas que ajuda muito a organizar o dia de sua equipe. Seja em um quadro de avisos ou por meio da circulação de e-mails, mantenha uma lista de compromissos para cada jornada.</p>
<p>Esse planejamento diário ajuda a equipe a sistematizar e priorizar atividades, bem como a aumentar a produtividade no cotidiano da firma. Para isso, seja objetivo: compromissos, reuniões e tarefas devem ser anotadas e acompanhadas de forma objetiva, para fazer um efetivo checklist das pendências.</p>
<h3 id="aumente-a-eficiencia-de-procedimentos-internos">Aumente a eficiência de procedimentos internos</h3>
<p>Procure utilizar formas mais eficientes de comunicação interna e de integração de sistemas. A maioria dos problemas relacionados à produtividade de uma empresa se deve à enorme <a href="https://blog.egestor.com.br/burocracia-para-abrir-empresa-como-evitar-dor-de-cabeca/">burocracia</a> administrativa de seus próprios processos. Por isso, procure utilizar sistemas integrados de gestão — financeira, de recursos humanos, comunicação e produtividade.</p>
<p>Além disso, otimiza o espaço de trabalho da empresa com designs mais integrados. Ou seja, reduza a separação em salas e setores, priorizando mesas coletivas e espaços de trabalho conjuntos. Só isso já aumenta a produtividade da equipe por evitar distrações e atividades não relacionadas à atividade profissional.</p>
<h3 id="restrinja-o-uso-de-redes-sociais-durante-o-trabalho">Restrinja o uso de redes sociais durante o trabalho</h3>
<p>As <a href="https://blog.egestor.com.br/redes-sociais-para-empresas/">redes sociais</a> são, atualmente, as principais inimigas da produtividade nas empresas. A não ser que a companhia trabalhe em específico nessas — ou com essas — plataformas, que tal restringir seu uso durante o expediente? Se deixar, as redes ocupam grande parte do nosso dia, reduzindo a concentração e fazendo com que se perca horas preciosas.</p>
<h3 id="respeite-os-horarios-e-garanta-tempo-para-o-lazer">Respeite os horários e garanta tempo para o lazer</h3>
<p>Lazer nas horas de folga é fundamental para melhorar a produtividade, a qualidade do trabalho e a concentração da equipe durante o expediente. Se seu time estiver descansado e pronto para as atividades da semana, haverá maior rendimento e qualidade efetiva na realização das atividades. Vale lembrar que é preciso evitar delegar tarefas para que seus funcionários façam em casa, bem como interrupções em horários de folga.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/136-1.jpg-2000.webp" alt="Sala de aula ou conferência com várias pessoas sentadas, atentas a uma apresentação. O apresentador está de pé à frente da sala, ao lado de um projetor que exibe informações em uma tela grande. A cena sugere um ambiente de aprendizado ou compartilhamento de informações, com os participantes engajados e interativos." width="2000" height="1333"></p>
<h3 id="de-feedback-imediato-a-seus-colaboradores">Dê feedback imediato a seus colaboradores</h3>
<p>Quanto mais detalhado e imediato for o feedback dado aos colaboradores de sua equipe, melhor será a qualidade de seu trabalho. Avaliações de performance são uma ótima maneira de colocar isso em prática.</p>
<p>Essas avaliações normalmente são feitas com uma frequência anual, sem relação com as atividades realizadas no cotidiano da empresa. Aumente a frequência dessas avaliações — sejam elas feitas ao final de cada projeto ou de cada atividade desempenhada.</p>
<h3 id="diminua-as-interrupcoes-no-ambiente-de-trabalho">Diminua as interrupções no ambiente de trabalho</h3>
<p>Quanto menos interrupções no <a href="https://tangerino.com.br/blog/jornada-de-trabalho/" rel="noopener">horário de trabalho</a>, melhor. Separe na empresa os espaços de trabalho dos espaços de socialização. Dessa forma, se garante uma maior concentração aos funcionários, aumentando a produtividade no momento de realização das atividades profissionais.</p>
<p>Dessa maneira, seus empregados podem focar sua atenção no que é realmente importante naquele momento.</p>
<h2 id="como-fazer-uma-boa-gestao-de-desempenho">Como fazer uma boa gestão de desempenho</h2>
<h3 id="expectativa-de-desempenho">Expectativa de desempenho</h3>
<p>Antes de realizar a avaliação de desempenho, é preciso saber o que se espera de cada colaborador em quanto tempo. Assim, após o período estabelecido, identifica-se se houve crescimento e melhora de resultados de acordo com o que foi projetado.</p>
<h3 id="padroes-comportamentais">Padrões comportamentais</h3>
<p>Além das questões relacionadas a qualificações, outra forma de gerir o desempenho é criar padrões comportamentais. Esses padrões devem ser exigidos para cada funcionário.</p>
<p>Estes comportamentos podem ser definidos de acordo com o cargo ou então atribuídos de forma comum a partir da cultura pré-estabelecida.</p>
<p>Colaboradores que sabem o que se espera deles no trabalho cometem menos erros, pois têm direção para suas ações. É preciso que a cultura da empresa esteja absolutamente clara para todos os funcionários, de forma que todos estejam totalmente alinhados.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/134-7.jpg-2000.webp" alt="Ambiente colaborativo, onde cinco pessoas estão sentadas em volta de uma mesa de madeira clara. Elas trabalham juntas em um espaço iluminado e aconchegante, rodeado por plantas internas e decoração moderna." width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="principais-beneficios-da-gestao-de-desempenho">Principais benefícios da gestão de desempenho</h2>
<h3 id="otimizacao-de-custos">Otimização de custos</h3>
<p>Com um estímulo de desenvolvimento e orientação constante dos gestores é possível reduzir custos no orçamento das mais variadas formas.</p>
<p>Sua empresa certamente vai reduzir a margem de erros na contratação de funcionários. Isso porque o seu processo seletivo será totalmente padronizado e só serão contratados profissionais que se encaixam em sua cultura.</p>
<p>Outra vantagem é que com uma gestão de desempenho se sabe qual setor realmente precisa de mais colaboradores. Mas também, se tem conhecimento dos que estão produzindo de uma forma satisfatória, evitando assim gastos desnecessários com contratações.</p>
<p>Contratar e demitir funcionários frequentemente, são ações que além de gerar gastos adicionais, também exigem uma constante adaptação dos novos colaboradores. Sendo assim, apostar no desenvolvimento e crescimento dos colaboradores tende a reduzir a rotatividade. Assim, ao invés de simplesmente optar pela demissão daqueles que vierem obtendo um mau desempenho, é possível manter uma equipe mais duradoura.</p>
<p>A orientação dos colaboradores, informando exatamente o que se espera deles, também reduz o índice de erros dos funcionários. Ela evita que esses colaboradores necessitem de constantes treinamentos.</p>
<h3 id="analise-de-competencias">Análise de competências</h3>
<p>Você planeja uma atividade, mas se percebe que nenhum colaborador possui as habilidades necessárias para a operação. Sendo assim, percebe-se que é necessário recorrer a uma empresa terceirizada.</p>
<p>Uma maneira de evitar essa situação é a gestão de desempenho. Ela deve ser feita a partir da análise de habilidades de cada funcionário e atribuição de tarefas de acordo com essas habilidades. Dessa forma, seria possível verificar alguma carência na equipe. Portanto, a gestão de desempenho possibilita uma identificação premeditada de possíveis problemas antes de eles efetivamente ocorrerem.</p>
<h2 id="que-ferramentas-podem-auxiliar-na-gestao-de-desempenho">Que ferramentas podem auxiliar na gestão de desempenho?</h2>
<p>Existem diversas ferramentas e técnicas que podem ser aplicadas na gestão de desempenho empresarial. Vamos falar sobre algumas dessas metodologias:</p>
<h3 id="ciclo-pdca">Ciclo PDCA</h3>
<p>O ciclo PDCA é a sigla, em inglês, para Planejar, Fazer, Checar e Agir. O ciclo é uma metodologia voltada especialmente para a otimização de processos empresariais. A partir dos três princípios do Ciclo PDCA, se possui uma maior facilidade de análise e mensuração de resultados.</p>
<h3 id="analise-swot">Análise SWOT</h3>
<p>A <a href="https://blog.egestor.com.br/analise-swot-fofa/">análise SWOT</a>, também conhecida como FOFA, identifica as Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças de uma empresa. Assim, ela é um diagnóstico da saúde da empresa, onde pode ser analisado o que pode melhorar.</p>
<p>As oportunidades, por exemplo, trazem o que a empresa pode expandir. Já as fraquezas mostram o que ela pode melhorar. E, as ameaças, indicam o que pode prejudicar a empresa futuramente.</p>
<p>Sabendo tudo isso, é possível criar estratégias.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/14-13.png-1600.webp" alt="Escritório moderno e iluminado, com três pessoas trabalhando em seus respectivos laptops." width="1600" height="1067"></p>
<h3 id="pesquisas-de-satisfacao">Pesquisas de satisfação</h3>
<p>As pesquisas de satisfação com funcionários é uma ótima forma de identificar problemas no ambiente interno.</p>
<p>Incluir a equipe na gestão de desempenho aumenta o engajamento dos colaboradores, que se sentem mais autônomos e motivados. Assim, eles percebem que a empresa está preocupada com os sentimentos e opiniões de cada um deles a respeito do ambiente.</p>
<p>O objetivo das pesquisas com funcionários é entender o que cada um deles acredita que possa ser melhorado. Somente com isso se tem uma visão unilateral, incluindo gestores e demais colaboradores da empresa.</p>
<h2 id="como-implantar-uma-gestao-de-desempenho-na-equipe-de-vendas">Como implantar uma gestão de desempenho na equipe de vendas</h2>
<h3 id="secao-1-engaje-os-gestores">1. Engaje os gestores</h3>
<p>Como vender um produto que você não acredita?</p>
<p>O primeiro passo para implantar a gestão de desempenho na equipe de vendas começa pelo engajamento dos gestores no processo.</p>
<p>Quanto maior o engajamento dos gestores, maior será a capacidade dele de influência sobre a equipe operacional. Como resultado, rapidamente todos os membros conhecerão o novo modelo de gestão, serão mais receptivos à ideia e se tornarão multiplicadores.</p>
<h3 id="secao-2-utilize-a-tecnologia">2. Utilize a tecnologia</h3>
<p>A tecnologia é fundamental para assegurar os processos e facilitar o acompanhamento. Quanto maior o número de colaboradores e áreas envolvidas, mais se faz necessário o uso de um software.</p>
<p>Isso não quer dizer que você deve escolher o primeiro que aparecer à sua frente. Envolva o time de TI no processo de implantação da gestão de desempenho. Eles serão fundamentais para analisar quais ferramentas atendem à necessidade da organização em termos de infraestrutura, mesmo se o sistema operar na nuvem.</p>
<p>Outro ponto importante são as integrações com outros sistemas, além da criação e ajustes de relatórios e dashboards.</p>
<h3 id="secao-3-defina-os-objetivos">3. Defina os objetivos</h3>
<p>A empresa deve ter o seu planejamento estratégico definido para o curto, médio e longo prazo. Isso deve ser comunicado para todos os colaboradores entenderem o seu papel, para alcançar o resultado.</p>
<p>Os vendedores devem ter clareza do motivo pelo qual estão priorizando determinado produto ou linha de produtos. Assim, conseguiram traçar estratégias de forma a conduzir o cliente para o foco da organização.</p>
<p>Lembre-se que a <a href="https://blog.egestor.com.br/ferramentas-de-produtividade-maximize-a-eficiencia-no-trabalho/">ferramenta</a> de tecnologia escolhida tem que servir como facilitador para o atingimento e controle dos seus objetivos.</p>
<h3 id="secao-4-defina-metas-e-crie-kpis-para-controle">4. Defina metas e crie KPIs para controle</h3>
<p>Não basta apenas ter os objetivos principais estabelecidos, é preciso ter metas para cada colaborador e indicadores-chave de performance (KPIs).</p>
<p>Ter os KPIs corretos é fundamental para que todos saibam exatamente onde estão posicionados para alcançar o objetivo principal da empresa.</p>
<p>Por exemplo: se a meta da empresa é aumentar o <a href="https://blog.egestor.com.br/ticket-medio/">ticket médio</a> em 10%, cada colaborador deve ter uma meta individual. Assim, ele pode aumentar o valor médio de suas vendas, por exemplo.</p>
<p>Dessa forma, é possível identificar os pontos fortes de cada vendedor, podendo realizar ajustes pontuais para melhorar ainda mais a sua performance.</p>
<p>Outro ponto positivo é que dá para se fazer benchmarking, modelar os bons exemplos e gerar maiores resultados para toda organização.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/18-8.png-1600.webp" alt="Reunião ou encontro onde as pessoas estão usando laptops. Um indivíduo tem as mãos cruzadas sobre a mesa, e há um smartphone e um marcador ao lado. A cena destaca a integração da tecnologia em ambientes colaborativos." width="1600" height="1067"></p>
<h3 id="secao-5-envolva-os-colaboradores">5. Envolva os colaboradores</h3>
<p>Toda mudança gera desconforto e incertezas. Os colaboradores poderão achar que o objetivo é demitir ou aumentar a carga de trabalho.</p>
<p>Por isso, para garantir o sucesso da gestão de desempenho nas equipes de vendas é preciso deixar claro o objetivo.</p>
<p>Em vez de apenas informar, crie grupos de trabalho e discuta ajustes na metodologia. Essa ação fará os colaboradores entenderem que são mais do que simples funcionários. Mostrando que as suas ideias são levadas em conta, elevando a aderência ao programa.</p>
<p>Deixe claro que, com um sistema de gestão de desempenho, a análise é feita em ciclos, de forma periódica. Em cada avaliação o colaborador entenderá onde está indo bem e quais pontos precisam ser adequados.</p>
<h3 id="secao-6-invista-em-capacitacao">6. Invista em capacitação</h3>
<p>Ter um bom sistema e envolver os colaboradores no processo são passos muito importantes. No entanto, para que a implantação ocorra da forma mais suave possível é preciso investir em treinamento.</p>
<p>Esse treinamento deve ser para todos os envolvidos no processo, tanto os gestores quanto os colaboradores.</p>
<p>Cada parte deve entender o seu papel no processo. Isso envolve entender todo o processo de preenchimento das informações e utilização do sistema, mas, principalmente, a mudança de cultura proporcionada.</p>
<p>A capacitação para os gestores deve ter uma atenção especial, especialmente na forma como o feedback será realizado. Esse feedback é fundamental para manter o clima saudável.</p>
<h2 id="como-um-software-de-gestao-pode-auxiliar">Como um software de gestão pode auxiliar</h2>
<p>Com um software de <a href="https://blog.egestor.com.br/gestao/">gestão</a> totalmente integrado é possível ver os dados de todas as áreas da empresa em uma única ferramenta.</p>
<p>Com o sistema, você pode ter acesso a indicadores de desempenho, como comissionamento de vendedores e quantidade de vendas isoladas por vendedores. Além disso, pode criar <a href="https://blog.egestor.com.br/modelo-de-ordem-de-servico/">ordens de serviço</a>, indicando o profissional responsável pela atividade, o que facilita o gerenciamento de tarefas.</p>
<p>As informações registradas em um sistema informatizado facilitam não só a visão dos gestores, como a dos colaboradores de uma forma geral. Isso porque é possível permitir acesso às ferramentas do sistema a quantos usuários desejar. Dessa forma, toda a equipe está integrada e sabe todas as informações registradas no sistema, desde o financeiro até o controle de estoque.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Gestão financeira: Como fazer a de pequenas e médias empresas</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/gestao-financeira-como-fazer/</link>
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      <pubDate>Wed, 22 Feb 2023 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Controle Financeiro</category>
      <category>administração</category>
      <category>gestão financeira</category>
      <description>Saiba agora como realizar uma boa gestão financeira em seu negócio e não ter surpresas ruins com contas a pagar ou capital de giro.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Para que pequenas e médias empresas possam crescer de maneira sustentável, é fundamental que os processos sejam gerenciados de forma correta. Isso requer uma <strong>gestão financeira</strong> eficiente – afinal de contas, são as finanças que vão garantir que as contas sejam pagas, que não haja dívidas e que os investimentos necessários sejam realizados.</p>
<p>Você, provavelmente, também deve sentir essa necessidade no seu dia a dia e perceber que uma melhor gestão poderia fazer sua empresa crescer ainda mais. Mas o que esse procedimento abrange?</p>
<h2 id="o-que-e-a-gestao-financeira">O que é a gestão financeira?</h2>
<p>Tomar decisões estratégicas, que permitam elevar o valor da sua empresa, é feito por práticas como administração do fluxo de caixa, análise da criação de valor a partir de ferramentas financeiras e otimização da estrutura de capital. Ou seja, a gestão financeira é saber tomar as decisões certas e com o suporte de dados reais.</p>
<p>A gestão das finanças, portanto, traz uma visão ampla do negócio e não analisa somente pelo lucro. Na realidade, ela considera as possibilidades de investimento e de financiamento.</p>
<p>A dúvida que fica é como fazer uma gestão de finanças adequada para que a sua empresa apresente uma performance melhor. O primeiro passo é cuidar do orçamento empresarial.</p>
<h2 id="gestao-financeira-entenda-a-importancia-para-a-organizacao">Gestão Financeira: entenda a importância para a organização</h2>
<p>A importância de ter essas informações atualizadas parte do princípio que, sem esses dados, a rotina administrativa e processos acabam ficando sem suporte, uma vez que tudo está relacionado ao controle financeiro.</p>
<p>A gestão do capital também permite analisar como foi o resultado no passado e o que está acontecendo no presente, além de possibilitar a identificação de despesas desnecessárias e o ajuste de falhas anteriores.</p>
<p>A partir disso, se descobre quais investimentos estão sendo prejudicados pela retirada de capital de giro, ou se os colaboradores de determinada área poderão sofrer reajuste salarial devido a seu desempenho, por exemplo.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/97-1.jpg-2000.webp" alt="gestão financeira" width="2000" height="1125"></p>
<h2 id="os-4-pilares-da-gestao-financeira">Os 4 pilares da gestão financeira</h2>
<p>Existem quatro pontos que são os mais importantes na hora de fazer uma gestão financeira eficiente. Esses também são conhecidos como ciclo PDCA. São eles:</p>
<h3 id="planejar">Planejar</h3>
<p>O que quer que seja feito, deve sempre ter um planejamento, e com o financeiro de uma empresa não pode ser diferente. O planejamento é o primeiro passo para realizar uma <a href="https://blog.egestor.com.br/importancia-controle-financeiro-eficiente/">gestão financeira eficiente</a>. Mas, também, ele serve para entender onde se quer chegar.</p>
<p>Com o planejamento é possível estabelecer as metas de acordo com o que é planejado, fazendo com que elas estejam mais perto da realidade. Também, é quando é definida a equipe e as tarefas a serem realizadas.</p>
<h3 id="controlar">Controlar</h3>
<p>Basicamente, esse é o controle do controle financeiro. Para ter uma gestão financeira bem feita, é necessário que todos os dados sejam registrados. Por isso, é importante que se tenha alguém responsável pelo controle financeiro e uma atenção a mais.</p>
<h3 id="analisar">Analisar</h3>
<p>Com a inserção das informações financeiras, se tem mais dados para análise. Com essa análise se pode entender o que funciona e o que não funciona na gestão financeira do negócio.</p>
<p>Assim, se analisa tanto dados quanto resultados. Com isso é possível avaliar se as metas estão condizentes com a realidade, por exemplo.</p>
<h3 id="investir">Investir</h3>
<p>Com os resultados obtidos através da análise, baseado nos dados e resultados obtidos, a escolha dos novos investimentos é mais assertiva. Ainda, os investimentos já realizados devem ser medidos através da gestão financeira.</p>
<p><a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-gastos-como-pode-ser-util/"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/banner-planilha-gastos.png-650.webp" alt="" width="650" height="250"></a></p>
<h2 id="saiba-como-fazer-a-gestao-financeira-corretamente">Saiba como fazer a Gestão Financeira corretamente</h2>
<h3 id="conheca-todos-os-seus-vencimentos">Conheça todos os seus vencimentos</h3>
<p>Mais do que conhecer, é preciso ter controle e registro de todos os vencimentos — seja de fornecedores, impostos ou contas de consumo da empresa.</p>
<p>Pagar as obrigações em atraso gera mais despesas em multas e juros. Além disso, é possível que se perca a concessão de descontos para quitação adiantada no caso dos fornecedores.</p>
<p>Em relação aos impostos, o não pagamento em dia suspende as Certidões Negativas de Débitos (CNDs) — documentos que sempre devem ser mantidos válidos e atualizados.</p>
<p>Portanto, mesmo que seja apenas em uma planilha, mantenha registro de todos os vencimentos com descrição das obrigações e seus valores. De preferência, utilize um programa de gestão financeira para PMEs e acompanhe os seus relatórios.</p>
<h3 id="separe-as-financas-pessoais-e-empresariais">Separe as finanças pessoais e empresariais</h3>
<p>Esse é um dos erros mais comuns nos negócios, se não o mais comum. Ainda que a empresa seja totalmente sua e todo o dinheiro necessário para o início tenha sido seu, não se pode tratar as finanças dessa forma.</p>
<p>Essa prática facilita o descontrole das contas, do capital de giro e do caixa. Por fim, pode acabar faltando dinheiro para operações e obrigações. Além disso, se torna quase impossível ter uma escrituração contábil exata e correta — o que é passível de multa.</p>
<p>Defina um salário para você e o retire mensalmente, de forma oficial via pró-labore. Não saque dinheiro do negócio frequentemente para o seu bolso e quando fizer as retiradas de lucro previstas, siga o procedimento contábil correto.</p>
<p>Esse é o principal passo para <a href="https://blog.egestor.com.br/nao-errar-ao-organizar-o-setor-financeiro/">organizar o setor financeiro</a>.</p>
<h3 id="controle-o-estoque-com-excelencia">Controle o estoque com excelência</h3>
<p>O estoque não tem só produtos ou materiais disponíveis para gerar faturamento. Ele tem dinheiro em bens que influenciam nas finanças atuais e em curto prazo.</p>
<p>Não controlar o estoque é facilitar a ocorrência de perdas por motivos diversos. Então, novas compras — desnecessárias — precisam ser feitas.</p>
<p>E o mesmo ocorre quando algum item é armazenado em excesso, além do fato de isso não ser identificado para que o gestor crie uma estratégia de liquidação das sobras.</p>
<p>Então, primeiramente, tenha o registro de tudo o que está estocado detalhadamente. Depois, atualize o histórico com as saídas e entradas de itens.</p>
<p>Novamente, recomendamos que dê preferência a uma ferramenta de gestão financeira de pequenas e médias empresas. Pois o trabalho se torna mais fácil, rápido e exato, integrado ao gerenciamento das finanças e <a href="https://blog.egestor.com.br/gestao-de-notas-fiscais/">notas fiscais</a> dentro da plataforma.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/93.jpg-2000.webp" alt="gestão financeira" width="2000" height="1500"></p>
<h3 id="faca-planejamento-financeiro">Faça planejamento financeiro</h3>
<p>As <a href="https://blog.egestor.com.br/financas-corporativas/">finanças corporativas</a> devem ser planejadas logo no começo do ano, com as previsões de faturamento e despesas e lançamento dos custos já conhecidos para o período.</p>
<p>Assim, o gestor sabe anteriormente se os saldos em caixa são suficientes ou se terá dificuldades ao longo do ano — o que dará tempo para agir.</p>
<p>O contrário, cuidar das finanças mês a mês, pode fazer com que de repente, por exemplo, o negócio se veja sem capital de giro e com contas próximas a pagar.</p>
<h3 id="acompanhe-os-numeros-mensalmente">Acompanhe os números mensalmente</h3>
<p>O <a href="https://blog.egestor.com.br/planejamento-financeiro-empresarial/">planejamento financeiro</a> deve ser anual, mas as análises precisam ser mensais. O acompanhamento próximo facilita na identificação de oportunidades e necessidades e também permite que se avalie se o andamento das finanças está conforme o planejado, abaixo ou acima das expectativas.</p>
<h3 id="mantenha-o-fluxo-de-caixa-impecavel">Mantenha o fluxo de caixa impecável</h3>
<p>O fluxo de caixa pode ser visto como uma das bases para uma boa gestão financeira de pequenas e médias empresas. Isso porque ele registra todas as entradas e saídas de dinheiro e, por meio das suas projeções — que sempre devem ser feitas —, dá suporte ao planejamento financeiro e às análises mensais.</p>
<p>Então, faça do seu uma boa ferramenta por meio de ações simples, como:</p>
<ul>
<li>Não deixe as anotações para depois. Fazê-las no momento de cada movimentação ou pelo menos a cada fim de expediente;</li>
<li>Não ignorar valores pequenos. Dar importância a todos os ganhos e gastos menores, pois somados podem se tornar relevantes;</li>
<li>Fazer conciliação bancária, pois alguns recebimentos podem entrar diretamente pelas contas bancárias. Então, precisam ser registrados e devem fazer parte dos saldos das disponibilidades mesmo não entrando diretamente no caixa;</li>
<li>Não adiantar ou atrasar datas. O fluxo de caixa precisa ser fiel à realidade da empresa. Então, se um pagamento é recebido em atraso pela empresa, seu saldo pode ficar para o próximo mês, e o fluxo deve mostrar exatamente isso.</li>
</ul>
<h3 id="estabeleca-e-acompanhe-indicadores-financeiros-de-gestao">Estabeleça e acompanhe indicadores financeiros de gestão financeira</h3>
<p>Os indicadores auxiliam na gestão financeira para PMEs porque medem o sucesso por meio de aspectos relevantes e distintos, mas que podem influenciar uns aos outros. Mas como escolhê-los?</p>
<p>Existem alguns que são básicos e servem a todas as empresas. Então, partindo disso, acompanhe sempre, no mínimo:</p>
<ul>
<li>A lucratividade;</li>
<li>O <a href="https://blog.egestor.com.br/ticket-medio/">ticket médio</a>;</li>
<li>As despesas fixas e variáveis;</li>
<li>O faturamento;</li>
<li>Os recebíveis em curto e longo prazo.</li>
</ul>
<p>Além deles, você pode definir indicadores não gerais mas importantes especificamente para a sua empresa. Por exemplo, para um escritório de contabilidade é fundamental medir o Lifetime Value, que significa o valor que cada cliente representa por período de relacionamento — pois os serviços contábeis são contínuos e adquiridos por meio de contratos periódicos.</p>
<p>Para cada indicador, além do período de acompanhamento, defina metas a serem alcançadas. Dessa forma, se tornam úteis e não servem apenas como relatórios gerenciais de visualização de números.</p>
<p>Isso porque os objetivos auxiliam na análise da evolução de quesitos como o ticket médio e no controle de indicadores como despesas fixas e variáveis.</p>
<p>Outra ação muito importante para a gestão financeira de pequenas e médias empresas é sempre continuar adquirindo conhecimento sobre a área.</p>
<p><a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-controle-financeiro-gratis/"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/banner-planilha-controle-financeiro-1.png-650.webp" alt="" width="650" height="250"></a></p>
<h2 id="quais-sao-os-impactos-de-uma-ma-gestao-financeira">Quais são os impactos de uma má gestão financeira?</h2>
<p>Como pessoas físicas, sabemos como uma falta de controle financeiro pode ser impactante. Em uma empresa não há como ser diferente. A taxa de mortalidade das empresas no Brasil é o que mais demonstra isso.</p>
<p>Segundo pesquisa realizada pelo IBGE, grande parte das empresas que fecharam, declararam que o principal motivo foi a falta de gestão financeira. Isso só mostra que a falta de um controle financeiro, ou até a decisões erradas, podem ser fatais para um negócio.</p>
<p>Por isso, um controle financeiro pode até ser o mais básico possível, desde que seja bem feito.</p>
<p>Também, o resultado de uma má gestão pode fazer com que a empresa não cresça. Afinal, ela pode até conseguir realizar seus pagamentos, mas isso não quer dizer que há valores para realizar investimentos, por exemplo.</p>
<p>Tudo isso afeta questões como produtividade dos funcionários, as vendas, o controle de estoque e, principalmente, os resultados.</p>
<h2 id="quais-sao-os-principais-erros-da-gestao-financeira">Quais são os principais erros da gestão financeira?</h2>
<p>A gestão financeira está ligada ao controle feito de valores de entrada e saída. Muitas vezes essa falta de controle é o principal erro. Mas, existem outros <a href="https://blog.egestor.com.br/6-erros-no-controle-financeiro/">erros no controle financeiro</a> que podem influenciar. Por exemplo:</p>
<ul>
<li><strong>Não fazer análise do desempenho</strong>: a análise é muito parecida com o pilar de controle. É muito importante cuidar constantemente do dinheiro. E a <a href="https://blog.egestor.com.br/analise-de-desempenho-financeiro-entenda-a-importancia/">análise de desempenho</a> faz com que seja visto com mais clareza esses valores, o que será usado para investimento ou pagamento, por exemplo.</li>
<li><strong>Não controlar o estoque</strong>: o estoque é o principal ativo da empresa. Ou seja, a principal forma do negócio ganhar dinheiro é com a venda de produtos do estoque. Consequentemente, ele é o ativo de mais importância. Assim, não cuidar dele e desses produtos, é o mesmo que não cuidar do dinheiro, ou jogar dinheiro fora.</li>
<li><strong>Não separar finanças pessoais com as da empresa</strong>: uma prática muito comum em empresas é o dono, ou até o sócio, pegar dinheiro do caixa para pagar despesas pessoais. Mesmo que esse controle seja feito na hora da retirada, ele não consegue ser contabilizado corretamente. Também, essa é uma das maneiras com que se abre brecha para roubos, por exemplo.</li>
<li><strong>Não considerar o capital de giro</strong>: o capital de giro é o valor que a empresa precisa para continuar operando. Desconsiderar esse indicador pode trazer os mais diversos problemas. Uma vez que a empresa recebe ou faz pagamentos parcelados, ela deve ter em mente que esses valores devem ser considerados no tempo correto.</li>
</ul>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/31-4.png-2000.webp" alt="gestão financeira" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="secao-7-dicas-de-gestao-financeira-para-a-sua-empresa">7 dicas de gestão financeira para a sua empresa</h2>
<h3 id="secao-1-entenda-ao-menos-o-basico-de-gestao-financeira">1. Entenda ao menos o básico de gestão financeira</h3>
<p>De fato, você não precisa ser um grande especialista em finanças, mas, de novo: lembre-se de que esse é o seu negócio. Você investiu muita energia, dinheiro e expectativas nele, então, não deixe suas finanças abandonadas!</p>
<p>Para começar, aprenda a gerenciar seu fluxo de caixa. Saiba quanto você tem de caixa, quanto entrou e quanto saiu nos meses e anos anteriores. Então, levando isso em consideração, projete os próximos meses.</p>
<p>Inclusive, é sempre importante ser conservador nas projeções. Ou seja, para nunca ser surpreendido por um desempenho pior do que o esperado, utilize sempre os “piores” números possíveis.</p>
<h3 id="secao-2-faca-um-bom-controle-mensal">2. Faça um bom controle mensal</h3>
<p>Esta dica deriva da primeira: não deixem acumular vários meses sem fazer controle de fluxo de caixa. Insira essa atividade na sua rotina — assim, você reduz muito o risco de ser pego de surpresa e não ter os recursos necessários para honrar seus compromissos ou fazer os investimentos necessários.</p>
<h3 id="secao-3-registre-tudo-e-organize-seus-documentos">3. Registre tudo e organize seus documentos</h3>
<p>Nenhum dono de negócio pode se dar ao luxo de não ter seus documentos organizados. A empresa tem que estar sempre apta a prestar conta dos seus negócios, seja para o governo — Receita Federal, estado e município —, para fornecedores ou para os clientes e ex-clientes.</p>
<p>Então, registre tudo e guarde todos os documentos de forma organizada e sistemática. Acredite: isso vai poupar tempo e muita dor de cabeça!</p>
<h3 id="secao-4-gerencie-o-seu-tempo">4. Gerencie o seu tempo</h3>
<p>Sabemos que um empresário tem muitas responsabilidades e uma vida sempre atribulada. Por isso, você precisa ter bem definidas quais são as metas para o seu negócio.</p>
<p>Além disso, estabeleça quanto tempo vai dedicar a cada uma delas. E não se esqueça de que ter uma boa <a href="https://blog.egestor.com.br/como-medir-a-saude-financeira-de-minha-empresa/">saúde financeira</a> deve ser uma meta permanente para a sua empresa!</p>
<p>Na verdade, isso não é apenas uma meta — é uma premissa. Um negócio sem boa gestão financeira não é sustentável, portanto, defina quanto tempo você vai dedicar a esse tema.</p>
<h3 id="secao-5-separe-as-contas-da-empresa-das-suas-contas-pessoais">5. Separe as contas da empresa das suas contas pessoais</h3>
<p>Fazendo um fluxo de caixa realista, você vai saber quanto pode retirar mensalmente. Então, abra uma conta para a sua empresa e use o cartão da empresa apenas para contas relativas ao negócio.</p>
<p>Com base nisso, defina o seu pró-labore e não misture as suas contas com as da empresa. Se não houver essa separação, você pode perder o controle rapidamente, gastando mais do que ganha, e não conseguir atingir seus objetivos.</p>
<h3 id="secao-6-planeje-seu-crescimento-com-base-nos-dados">6. Planeje seu crescimento com base nos dados</h3>
<p>Agora que você já se organizou e conhece bem suas receitas, suas despesas, de onde elas vêm e qual é sua natureza, ficará muito mais fácil planejar o futuro da sua empresa.</p>
<p>Assim, você conseguirá detectar melhor as oportunidades — tanto com relação à redução de custos quanto perceber onde há mais oportunidades de negócios, de captar novos clientes e aumentar suas vendas.</p>
<p>Contudo, é importante sempre estar atento à realidade e corrigir rumos. Então, lembre-se de rever seu planejamento estratégico periodicamente, analisando os novos dados que vão sendo inseridos.</p>
<h3 id="secao-7-conte-com-um-bom-sistema-de-gestao-financeira">7. Conte com um bom sistema de gestão financeira</h3>
<p>Muitas vezes, começamos a fazer a gestão financeira em uma planilha. O tempo passa, e acabamos abrindo outra planilha, com outro objetivo. Então, certo dia em que estamos com pressa, fazemos uma anotação no bloquinho mesmo.</p>
<p>Quando vamos ver, o caos já se instalou, e vai tomar um bom tempo para reorganizar tudo. Isso na melhor das hipóteses, porque ainda pode acontecer de perdermos informação no meio dessa bagunça toda.</p>
<p>Por isso, o mais recomendado é contar com um bom software de gestão financeira. Assim, você ganha agilidade e tem mais tempo para se concentrar na parte estratégica da sua empresa, sem correr riscos desnecessários.</p>
<p>Além disso, usar um <a href="https://blog.egestor.com.br/sistema-de-gestao-financeira-resultados/">sistema de gestão financeira</a> é mais prático, pois todas as informações ficam centralizadas em um mesmo lugar, de fácil acesso, e podem ser compartilhadas com quem for preciso — equipe, fornecedores, clientes.</p>
<p>Por fim, isso ainda minimiza a ocorrência de erros e reduz custos com recursos humanos e com espaço para armazenamento de documentos. De fato, são muitas as vantagens de contar com um bom software de gestão financeira.</p>
<p><a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-fluxo-de-caixa/"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/banner-planilha-fluxo-de-caixa.png-650.webp" alt="" width="650" height="250"></a></p>
<h2 id="gestao-financeira-planejamento-orcamentario">Gestão financeira: Planejamento orçamentário</h2>
<p>O orçamento é um elemento importante para qualquer empresa, porque ele oferece a possibilidade de avaliar o histórico da organização e planejar investimentos econômicos e financeiros futuros. É, por isso, uma previsão que vai embasar as decisões da organização.</p>
<p>Quando falamos em planejamento orçamentário estamos abordando especificamente a projeção de despesas, custos, receitas e investimentos que você pretende fazer na sua empresa por determinado período de tempo futuro, que pode ser mensurado em meses ou anos.</p>
<p>É uma tentativa de antecipar o futuro e prever o que poderá vir pela frente para que a empresa esteja preparada para diferentes cenários. Isso não significa, porém, que o planejamento do orçamento é feito com base naquilo que você supõe ou deseja.</p>
<p>Sua base são os aspectos financeiros e operacionais, que ajudam a determinar estratégias, objetivos e políticas a fim de que os objetivos organizacionais estejam equilibrados com as atividades necessárias, as datas em que elas devem ser executadas e com o uso dos recursos.</p>
<p>Compreendendo a parte teórica, é necessário saber o que o planejamento orçamentário contempla. Os passos que devem ser seguidos são:</p>
<h3 id="levantamento-das-receitas-na-gestao-financeira">Levantamento das receitas na gestão financeira</h3>
<p>São os valores que a empresa tem a receber no período de tempo avaliado. Abrange as seguintes etapas:</p>
<ul>
<li>Determinação do volume de vendas atual e o valor médio de cada produto;</li>
<li>Estipulação da taxa de crescimento de vendas que se espera para o ano seguinte – processo que considera o índice de evolução identificado em períodos anteriores, a situação econômica e previsões para o mercado consumidor, as suas metas para o negócio e possíveis períodos de sazonalidade (como períodos de clima mais ou menos ameno, férias e entressafra);</li>
<li>Previsão do montante esperado de vendas para o ano seguinte, especificando mensalmente;</li>
<li>Cálculo dos impostos sobre o faturamento, tomando como base as vendas projetadas;</li>
<li>Contabilização da receita líquida da empresa (ou seja, já excluindo os impostos).</li>
</ul>
<h3 id="avaliacao-dos-custos">Avaliação dos custos</h3>
<p>A partir da definição do volume de vendas aguardado para o próximo ano, pode-se contabilizar o custo dos produtos e mercadorias vendidos (indústria e comércio, respectivamente) ou serviços prestados.</p>
<p>Devem ser incluídos a mão de obra direta, os insumos diretos e outros elementos relacionados. Além disso, deve-se projetar uma expectativa de inflação para planejar de forma adequada os gastos relacionados à comercialização, produção ou serviço.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/88.jpg-2000.webp" alt="gestão financeira" width="2000" height="1333"></p>
<h3 id="analise-das-despesas">Análise das despesas</h3>
<p>Nesse momento, o objetivo é avaliar o total de despesas que a sua empresa possui atualmente, considerando aquelas relativas a finanças, administração e vendas.</p>
<p>Em seguida, considere os orçamentos identificados para custos e receitas e verifique a necessidade de ampliar a estrutura das despesas. Por exemplo: contratando mais pessoas para trabalhar na área de vendas, oferecendo prêmios para os funcionários que alcançarem as metas estipuladas etc.</p>
<h3 id="verificacao-dos-resultados">Verificação dos resultados</h3>
<p>Você analisou despesas, custos e receitas. Agora, deve-se verificar se os resultados esperados são condizentes. Por exemplo: sem elevar os custos de produção, a receita não poderá aumentar por meio da venda de produtos. Da mesma forma, a empresa não vai produzir mais com menos recursos se não houver investimentos no processo de produção nem capacitação para os empregados.</p>
<p>Outro item que deve ser analisado são os resultados intermediários, como o lucro antes do Imposto de Renda e o lucro bruto. Eles devem estar de acordo com as expectativas e os objetivos que você possui. Se não estiverem equilibrados, é necessário rever o planejamento orçamentário e pensar em ações para solucionar esse problema, como, por exemplo, reduzir despesas e custos.</p>
<p>Agora, se o planejamento orçamentário estiver seguindo suas necessidades, você pode calcular o resultado final do exercício, ou seja, o lucro líquido, e fazer a previsão para o Imposto de Renda.</p>
<h3 id="avaliacao-da-necessidade-de-investimentos">Avaliação da necessidade de investimentos</h3>
<p>O planejamento orçamentário também passa pela identificação dos investimentos necessários. Um dos pontos principais é a possibilidade de aumentar a estrutura de capital, seja por meio da aquisição de novos equipamentos e prédios, seja mediante modificações do processo produtivo.</p>
<p>O orçamento para investimentos deve ser condizente com os resultados aguardados pela empresa. É importante destacar que a demonstração de resultados não contabiliza os investimentos, mas eles são fundamentais para o crescimento do negócio.</p>
<p>A dica é financiá-los usando lucros retidos e que não foram distribuídos. Se necessário, também é possível buscar crédito em instituições financeiras, sempre lembrando que as parcelas devem ser pagas com os resultados.</p>
<p>Seguindo essas dicas, você consegue agregar valor às atividades empresariais e melhorar seus resultados. Mas, como vimos, isso também passa pelo cálculo dos investimentos.</p>
<p><a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-controle-de-vendas-gratuita/"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/banner-planilha-vendas.png-650.webp" alt="" width="650" height="250"></a></p>
<h2 id="gestao-financeira-calculo-de-investimentos">Gestão financeira: Cálculo de investimentos</h2>
<p>Como já vimos, seu negócio só pode crescer se você fizer investimentos consistentes. Eles podem ser categorizados como desembolsos feitos para a aquisição de bens, como equipamentos, máquinas, veículos, ferramentas etc. Os investimentos também podem ser usados para capacitações e treinamentos. Nesse caso, são chamados de operacionais.</p>
<p>Outra possibilidade é usar sobras de caixa e lucros para expandir o patrimônio da organização. Isso pode ser feito por meio da aplicação de dinheiro em fundos de investimento ou na compra de ações de outras empresas, por exemplo. Nessa situação, os investimentos são chamados de financeiros.</p>
<p>Você pode apostar em qualquer uma dessas categorias. Apenas precisa analisar fatores externos e internos, como o crescimento do mercado, o segmento em que a empresa atua, taxas de retorno de cada investimento etc.</p>
<p>O importante é que você faça o cálculo dos investimentos realizados, ou seja, utilize indicadores que permitam analisá-los. Os principais indicadores são:</p>
<h3 id="taxa-interna-de-retorno-tir">Taxa Interna de Retorno (TIR)</h3>
<p>Apresenta a taxa de retorno do investimento realizado, ou seja, a rentabilidade do projeto. Para interpretar o resultado da TIR, é preciso compará-la à Taxa Mínima de Atratividade (TMA), que indica o percentual mínimo que o projeto deve oferecer de retorno. O cálculo da TIR deve ser feito com uma calculadora financeira ou por meio de planilhas eletrônicas.</p>
<p>Quando a TIR for:</p>
<ul>
<li>Maior que a TMA, o investimento é atrativo;</li>
<li>Igual à TMA, o investimento é indiferente;</li>
<li>Menor que a TMA, o investimento não compensa economicamente.</li>
</ul>
<h3 id="valor-presente-liquido-vpl">Valor Presente Líquido (VPL)</h3>
<p>É a fórmula utilizada para calcular o valor presente dos pagamentos futuros, fazendo o desconto da taxa de custo de capital que foi determinada. O VPL existe, portanto, porque o dinheiro do futuro não vale a mesma coisa que o recurso que se tem no momento.</p>
<p>A taxa de custo de capital que deve ser descontada é definida com base em fontes confiáveis. A principal é a Selic, taxa de juros básica determinada pelo Banco Central.</p>
<p>Se o valor do VPL for, por exemplo, de R$ 17 mil, o investimento vale a pena se tiver um valor abaixo disso.</p>
<h3 id="payback">Payback</h3>
<p>Esse último indicador aponta o prazo para que o lucro acumulado se iguale ao investimento inicial. O resultado é apresentado em dias, meses ou anos.</p>
<p>O payback considera o fluxo de caixa livre acumulado, que representa a soma dos fluxos de caixa da projeção. Caso o investimento seja novo, é normal que os primeiros meses tenham valores negativos, que vão se transformando em positivos com o passar do tempo.</p>
<p>Os resultados positivos mostram quando a empresa começou a lucrar com o investimento. Esse é o período em que o payback foi alcançado.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/15-12.png-2000.webp" alt="gestão financeira" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="administracao-de-fluxo-de-caixa">Administração de fluxo de caixa</h2>
<p>Já ficou bem claro que a gestão das finanças das pequenas e médias empresas dependem diretamente da administração do fluxo de caixa. Basicamente, isso significa gerenciar adequadamente todas as entradas e saídas de recursos financeiros.</p>
<p>Muitas vezes, o fluxo de caixa é realizado em uma planilha simples. Esse método não está errado, mas pode acarretar erros. Por isso, recomenda-se usar um software financeiro, que permitirá gerar relatórios acurados e ter mais precisão na análise.</p>
<p>Nesse processo de avaliação, você precisa se atentar a uma série de elementos, como contas a pagar e a receber, estoque, cartão de crédito etc. Sempre que perceber a existência de um desequilíbrio na movimentação financeira, utilize os relatórios para verificar a necessidade de vender mais, receber com mais rapidez ou reduzir/parcelar os pagamentos.</p>
<p>Então, o que verificar em cada um dos elementos do fluxo de caixa? Veja a resposta:</p>
<h3 id="contas-a-receber">Contas a receber</h3>
<p>Esse é um dos elementos que mais interfere no fluxo de caixa. Por isso, vale a pena identificar os clientes que estão devendo e separá-los por grupos, como faixas de valores ou dias em aberto.</p>
<p>Crie uma estratégia de comunicação para cada um dos grupos. Por exemplo: telefonar para quem deve valores altos há mais de 60 dias e mandar apenas um e-mail para quem está devendo há pouco tempo. A dica é não se esquecer de ninguém.</p>
<p>Outro ponto relevante é oferecer diferentes métodos de pagamento para os clientes. Você pode ofertar o pagamento em dinheiro no caixa, parcelamento no cartão de crédito, à vista no débito etc.</p>
<p>Você também pode oferecer descontos para os clientes que pagarem antecipadamente. Esse é um recurso que costuma dar bastante certo.</p>
<h3 id="contas-a-pagar">Contas a pagar</h3>
<p>Se a ideia das contas a receber é acelerar o processo para que o fluxo de caixa da sua empresa fique positivo, aqui o objetivo é segurar os recursos financeiros pelo tempo máximo que puder.</p>
<p>Isso não significa deixar de pagar alguma conta ou quitá-la depois do vencimento. Na verdade, é importante saber quais são as obrigações financeiras que você possui e gerenciar os prazos de pagamento. As contas básicas (como água, luz e telefone, por exemplo) podem ser mantidas em débito automático.</p>
<p>Em relação aos fornecedores, o ideal é tentar negociar para melhorar as condições de pagamento e estender os prazos. Uma possibilidade é acordar o pagamento parcelado sem juros, por exemplo.</p>
<p>Com o equilíbrio entre as contas a pagar e a receber, o fluxo de caixa consegue se manter positivo e você não precisa retirar recursos do capital de giro nem pedir empréstimos para honrar os compromissos.</p>
<h3 id="estoque">Estoque</h3>
<p>Mercadorias armazenadas em estoque são sinônimo de dinheiro parado. A gestão do estoque está atrelada ao gerenciamento financeiro porque os produtos sem giro são evitados e a empresa tem mais recursos financeiros em caixa.</p>
<p>O ideal é trabalhar com uma quantidade mínima de produtos estocados. Assim você consegue atender às demandas dos clientes e não perde vendas, mas também não fica com muito dinheiro parado, o que pode ser prejudicial para o fluxo de caixa.</p>
<p><a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-dre/"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/banner-planilha-dre.png-650.webp" alt="" width="650" height="250"></a></p>
<h2 id="gestao-financeira-acompanhamento-de-dre">Gestão financeira: Acompanhamento de DRE</h2>
<p>Chegamos agora ao Demonstrativo de Resultados do Exercício (<a href="https://blog.egestor.com.br/dre/">DRE</a>). Esse é outro ponto que já mencionamos rapidamente ao longo deste post, mas que não foi explicado. Então, vamos nos focar nesse elemento.</p>
<p>A DRE é uma ferramenta simples, utilizada para melhorar os resultados das empresas. É um relatório que mostra um resumo econômico das atividades e indica se houve lucro ou prejuízo no período analisado.</p>
<p>Esse documento também é obrigatório uma vez ao ano, mas muitas empresas o utilizam mensalmente para subsidiar as tomadas de decisão administrativas e gerenciais devido ao detalhamento do resultado líquido e da comparação de custos, receitas e despesas.</p>
<p>Por fim, a DRE também mostra se o negócio tem a capacidade de gerar riqueza e melhorar os resultados mediante mudanças na gestão, além de apresentar o status atual da empresa.</p>
<p>A DRE obedece ao regime de competência, que prevê a inclusão de custos, receitas e despesas na data de ocorrência, ou seja, do fato gerador. Sua estrutura é composta por:</p>
<ul>
<li>Receita de vendas subtraída de deduções e impostos, chegando à receita líquida;</li>
<li>Receita líquida menos custo variável de produtos vendidos, mercadorias ou serviços prestados, que chegam à margem bruta;</li>
<li>Margem bruta menos despesas variáveis, resultando na margem de contribuição;</li>
<li>Margem de contribuição menos gastos com pessoal e despesas operacionais, totalizando o Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização (EBITDA, na sigla em inglês);</li>
<li>EBITDA menos depreciação, amortização, exaustão e outras receitas e despesas, alcançando o resultado operacional;</li>
<li>Resultado operacional menos tributos (Imposto de Renda Pessoa Jurídica e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, CSLL), chegando ao resultado líquido.</li>
</ul>
<p>Essa é a estrutura geral, mas alguns itens podem ser excluídos ou adicionados conforme a necessidade da empresa.</p>
<p>A DRE pode ser analisada de acordo com 2 parâmetros:</p>
<h3 id="analise-vertical">Análise vertical</h3>
<p>Permite a verificação do percentual do quanto cada conta de despesas ou custos representa em comparação com a receita bruta. Com o tempo, é possível controlar se o percentual se manteve estável, quais itens estão impactando em excesso e quais ajustes são necessários.</p>
<h3 id="analise-horizontal">Análise horizontal</h3>
<p>Facilita a visualização da proporção entre a elevação ou a redução de custos, receitas e despesas em determinado período de tempo. A comparação é feita sempre com os resultados do mês anterior, o que permite avaliar a produtividade e a rentabilidade da organização e verificar se os índices estão melhorando.</p>
<h2 id="lucratividade-e-rentabilidade">Lucratividade e rentabilidade</h2>
<p>O último ponto deste post é a diferença entre lucratividade e rentabilidade e como você deve utilizar esses conceitos. Você sabia que uma empresa pode ser <a href="https://blog.egestor.com.br/empresa-lucrativa-dicas-e-estrategias-para-construir-uma/">lucrativa</a>, mas não rentável?</p>
<p>Para ficar mais claro, vamos conceituar cada um desses elementos a seguir:</p>
<h3 id="rentabilidade">Rentabilidade</h3>
<p>Apresenta uma visão mais ampla e está relacionada à capacidade que um estoque de produtos ou um investimento tem de gerar lucros. A ideia é saber se os ganhos obtidos com a ação superam o dinheiro investido na própria empresa ou no estoque.</p>
<p>É por isso que o simples aumento de vendas não significa crescimento da rentabilidade. Por exemplo: se uma mercadoria é vendida por um preço X e esse valor sofre um desconto após um tempo, as vendas podem aumentar, mas isso nem sempre gera um impacto positivo no faturamento. Nesse caso, o aumento das vendas acaba escondendo um problema de rentabilidade.</p>
<p>O cálculo desse índice deve ser feito pela seguinte fórmula:</p>
<p><em>Rentabilidade = Lucro líquido / Investimento x 100.</em></p>
<p>Por exemplo: se a empresa tem um lucro líquido de R$ 100 mil e um investimento de R$ 50 mil, a rentabilidade será de 200%.</p>
<p>A rentabilidade é um indicador analisado pelos investidores. Mas atenção! Uma empresa só será rentável se sua receita for mais alta que as despesas e os custos fixos.</p>
<h3 id="lucratividade">Lucratividade</h3>
<p>Essa é a relação feita entre o lucro líquido e a receita total da empresa. Sua fórmula é a seguinte:</p>
<p><em>Lucratividade = Lucro líquido / Receita total x 100.</em></p>
<p>Seu resultado mostra quanto o negócio ganhou com a venda de alguns produtos. Esse índice é importante para fazer a precificação de mercadorias, produtos ou serviços. Assim, é possível determinar os preços de maneira consciente e sabendo qual será a margem de lucro.</p>
<p>Isso significa que a lucratividade depende dos resultados das vendas e do lucro de cada item comercializado.</p>
<p>Juntos, lucratividade e rentabilidade mostram resultados financeiros complementares e que podem levar a outras interpretações, como a necessidade de recursos para continuar operando o negócio e o limite mínimo de dinheiro para que a empresa se mantenha em funcionamento.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>MEI: como fazer a declaração do imposto de renda?</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/mei-como-fazer-declaracao-do-imposto-de-renda/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/mei-como-fazer-declaracao-do-imposto-de-renda/</guid>
      <pubDate>Tue, 20 Dec 2022 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Abrir empresa e MEI</category>
      <category>administração</category>
      <description>Entre os principais compromissos do MEI, estão a necessidade de manter sua empresa regularizada com a Declaração Anual do Simples Nacional.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Entre os principais compromissos do <a href="https://blog.egestor.com.br/mei/">MEI</a>, estão a necessidade de manter sua empresa regularizada com a Declaração Anual do Simples Nacional.</p>
<p>Esta é uma obrigação importante, pois permite que, enquanto pessoa jurídica, o empreendedor preste contas sobre as atividades realizadas no ano anterior.</p>
<p>Entretanto, apresentá-la dentro do prazo não significa que você esteja desobrigado de fazer a declaração do Imposto de Renda de Pessoa Física, pois estas são duas coisas distintas.</p>
<p>É preciso destacar que ao abrir um CNPJ, o empreendedor se transforma em pessoa jurídica, passando então a exercer dois papéis: o de pessoa física e o de pessoa jurídica, devendo prestar contas a respeito de cada uma delas.</p>
<p>Quer saber como fazer isso? Então acompanhe o texto.</p>
<h2 id="a-pessoa-juridica">A pessoa jurídica</h2>
<p>Para que a sua empresa possa continuar atuando legalmente, existem duas obrigações: o pagamento mensal do <a href="https://blog.egestor.com.br/das-mei/">Documento de Arrecadação Simplificada do MEI, o DAS-MEI</a> (uma guia que reúne todos os impostos), com vencimento no dia 20, e a apresentação da <a href="https://blog.egestor.com.br/dasn-simei/">Declaração Anual Simplificada do Simples Nacional (DASN-SIMEI)</a>.</p>
<p>O pagamento mensal das obrigações tributárias do MEI é feito via DAS-MEI e envolve obrigações federais, estaduais e municipais. Ele pode ser emitido pelo aplicativo PGMEI no Portal do Simples Nacional.</p>
<p>Já a declaração anual é uma obrigação do microempresário em relação à Receita Federal. Assim, cabe a ele, informar a respeito das operações comerciais realizadas no ano anterior até o último dia de maio do ano corrente.</p>
<p>Esse procedimento é realizado de maneira extremamente simples, bastando o declarante reunir todos os Relatórios Mensais de Receitas Brutas do ano anterior, acompanhados das notas fiscais dos serviços tomados e mercadorias adquiridas.</p>
<p>O preenchimento do DASN pode até ser feito sem esses documentos, entretanto, eles são úteis para facilitar ainda mais o seu trabalho.</p>
<h2 id="a-declaracao-do-imposto-de-renda-de-pessoa-juridica-na">A declaração do imposto de renda de pessoa jurídica na prática</h2>
<p>Com os documentos em mãos, basta acessar o <a href="https://blog.egestor.com.br/portal-do-empreendedor/">Portal do Empreendedor</a> ou o site da Receita Federal. Pelo site da receita, digite www8.receita.fazenda.gov.br/simplesnacional no seu navegador e clique em “<a href="https://blog.egestor.com.br/simei/">Simei</a> — Serviços” e em seguida na opção “Cálculo e Declaração”.</p>
<p>Vá até “DASN-Simei — Declaração Anual para o MEI” e em seguida informe seu CNPJ e o código de segurança mostrado no site. Surgirá uma tela para a declaração.</p>
<p>Preencha de acordo com o tipo de declaração que pretende fazer, depois informe a receita bruta total recebida no ano em questão e a receita bruta total referente às atividades sujeitas ao INSS, caso sua atividade seja industrial, comercial ou de transportes.</p>
<p>Na tela seguinte, informe se possui empregados e em seguida confira os valores apurados. Clique em “Transmitir” para concluir o envio da sua declaração. Você pode imprimir o documento ou agendar sua impressão pelo próprio site do Simples Nacional.</p>
<p>É importante lembrar que, caso você não preencha sua declaração até a data limite, será necessário pagar uma multa pelo atraso.</p>
<h2 id="a-pessoa-fisica">A pessoa física</h2>
<p>Como cidadão, o mecanismo que você precisa utilizar para prestar contas ao governo é o Imposto de Renda de Pessoa Física.</p>
<p>Nele, você declarará o seu rendimento pessoal. No caso do MEI, esse valor pode ser calculado tirando a diferença entre a receita bruta, ou seja, suas vendas, e as despesas que envolvem o empreendimento, tais como aluguel, mercadorias, salários, entre outros.</p>
<p>Assim, por exemplo, um microempreendedor que fatura R$ 40.000 em um ano, mas tem despesas em torno de R$ 10.000, terá um lucro de R$ 30.000, que é o valor que ele deve considerar para efeitos de Imposto de Renda de Pessoa Física.</p>
<p>Um aspecto importante a ressaltar é que o MEI pode sim deixar de declarar o Imposto de Renda de Pessoa Física, desde que seus rendimentos tributáveis no período em questão não tenham ultrapassado R$ 28.559,70, mas essa é uma regra que vale para todo e qualquer contribuinte, não necessariamente ao MEI.</p>
<p>Um <a href="https://blog.egestor.com.br/erros-na-declaracao-do-ir/">erro</a> comum cometido por empreendedores é acreditar que a Declaração Anual substitui o Imposto de Renda. Isso acontece porque, como no início de suas atividades eles não precisam declarar seus rendimentos como pessoa física em função dos valores obtidos.</p>
<p>No entanto, como precisam preencher o DASN, acreditam estar declarando seus rendimentos como pessoa física e jurídica quando na verdade estão apenas fornecendo os dados referentes à pessoa jurídica. Consequentemente, ao fazer com que o negócio cresça e obtenha maiores lucros, são surpreendidos com problemas com a Receita.</p>
<p>Além disso, existem outras obrigatoriedades previstas em lei para a declaração de Imposto de Renda, como no caso de investimentos em títulos do Tesouro Direto, por exemplo.</p>
<h2 id="a-declaracao-do-imposto-de-renda-de-pessoa-fisica-na-pratica">A declaração do imposto de renda de pessoa física na prática</h2>
<p>Para preencher a declaração, baixe o programa gerador no site da Receita Federal. Com ele, você pode importar dados do ano anterior ou começar sua declaração do zero. Para iniciantes, basta clicar em “Criar Nova Declaração”. Em seguida é só escolher o tipo de declaração a fazer: anual, simplificada ou completa.</p>
<p>O preenchimento da declaração de IR é dividido em fichas que são exibidas na barra esquerda do programa. Na primeira você se identifica como contribuinte informando nome, data de nascimento e título de eleitor, bem como endereço e profissão. Na tela seguinte, você insere (se houver) seus dependentes de acordo com o grau de parentesco.</p>
<p>A próxima categoria é a de "Alimentandos", caso você tenha algum beneficiário de pensão alimentícia. Em "Rendimentos", você informa seus rendimentos como Pessoa Jurídica, considerando a diferença entre receitas e despesas de sua microempresa, além de outras atividades que você possa ter.</p>
<p>Em "Imposto Pago/ Retido (e imposto no Exterior)", você inclui tributos recolhidos fora do país. A categoria 'Pagamentos", por sua vez, é onde você declara seus gastos com saúde, educação, entre outros. O mesmo deve ser feito com "Doações".</p>
<p>Já em "Bens, Dívidas e Ganho de Capital", mantenha atualizadas as informações sobre seus bens e direitos, tais como imóveis e ações, clicando em “novo” sempre que precisar incluir um bem.</p>
<p>Sobretudo, tenha em mente que ainda que não exista tributação sobre o patrimônio, há incidência de imposto sobre o ganho de capital, ou seja, quando você obtém lucro com a venda de algo.</p>
<p>Por isso é importante declarar seus bens para o governo. Informe também a situação das suas dívidas (se houverem), informadas pelos bancos.</p>
<p>A categoria "Espólio" deve ser preenchida em situações em que o espólio não esteja concluído, bastando o inventariante preencher seus dados.</p>
<p>Em "Revisão", você checa os dados fornecidos antes de concluir o preenchimento. Por fim, em "Envio" você manda sua declaração e finaliza o processo.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Business Model Canvas: o que é e como aplicar?</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/business-model-canvas-o-que-e-e-como-aplicar/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/business-model-canvas-o-que-e-e-como-aplicar/</guid>
      <pubDate>Thu, 25 Aug 2022 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Estratégia e planejamento</category>
      <category>administração</category>
      <description>Quer saber exatamente o que é Business Model Canvas e como aplicar isso em seu empreendimento? Continue lendo nosso post!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Ter um bom plano é o primeiro passo para construir um negócio bem-sucedido. Mas as ferramentas tradicionais tornam essa tarefa cansativa e demorada, coisa que nenhum empreendedor deseja. Assim, como forma de solucionar isso, surgiu o <strong>Business Model Canvas</strong>.</p>
<p>Essa é uma ferramenta cada vez mais usada, seja para a construção de novos modelos de negócios ou na expansão de empreendimentos que já existem, assim, tendo ganhado grande destaque, especialmente pela simplicidade e eficiência.</p>
<p>Quer saber exatamente o que é Business Model Canvas e como aplicar isso em seu empreendimento? Então continue lendo nosso post e fique por dentro do assunto. Boa leitura!</p>
<h2 id="o-que-e-business-model-canvas-bmc">O que é Business Model Canvas (BMC)?</h2>
<p>Você já deve ter visto ou mesmo criado um <a href="https://blog.egestor.com.br/plano-de-negocios/">plano de negócios</a>, que é um documento amplo e cheio de páginas que visa responder perguntas relacionadas ao mercado de atuação, público-alvo da empresa, estrutura de custos e muitas outras coisas. Então agora imagine esse plano de forma bastante resumida (o suficiente para caber em apenas um quadro) e visual. Esse é o Business Model Canvas!</p>
<p>O Business Model Canvas é uma ferramenta utilizada para criar um planejamento totalmente visual de um negócio. Ela basicamente consiste em um quadro dividido em nove principais blocos, os quais representam questões-chave para a criação de uma empresa.</p>
<p>Por meio de um layout direto e bem objetivo, o gestor consegue identificar os principais pontos de atenção em cada setor da empresa, de maneira a poder conectar todas as áreas e conferir se tudo está fazendo sentido ao mesmo tempo em que desenha o seu modelo comercial.</p>
<p>A ferramenta também conhecida como Quadro de Modelos de Negócios ou simplesmente Canvas, foi criada pelo suíço Alexander Osterwalder, que atualmente é professor e consultor de negócios. Assim, hoje algumas das maiores empresas do mundo, como 3M, General Electric, Microsoft e Intel fazem o uso da mesma.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Business-Model-Canvas-2.png-1200.webp" alt="Business Model Canvas" width="1200" height="700"></p>
<h2 id="quais-sao-os-9-componentes-do-business-model-canvas">Quais são os 9 componentes do Business Model Canvas</h2>
<p>Os blocos permanecem sempre os mesmos, independentemente do segmento ou tamanho. Para que você possa preenchê-los com mais qualidade, é necessário conhecê-los profundamente. Veja:</p>
<h3 id="business-model-canvas-parceiros-chave">Business Model Canvas: Parceiros-chave</h3>
<p>Este bloco representa quem realiza as atividades-chave que a sua empresa não faz. Defina com clareza as companhias que você contratará como parceiras, pois elas serão essenciais para que você possa oferecer um produto ou serviço atraente.</p>
<h3 id="atividade-chave">Atividade-chave</h3>
<p>Diz respeito ao que a empresa faz, ou melhor, às principais tarefas que serão exercidas para entregar o que foi combinado com o cliente. Uma escola, por exemplo, pode colocar: planejamento de aulas ou elaboração de provas.</p>
<h3 id="business-model-canvas-recursos-chave">Business Model Canvas: Recursos-chave</h3>
<p>É tudo o que é preciso para entregar o que foi prometido ao cliente. Coisas como tecnologia, ferramentas de trabalho, equipes inovadoras, por exemplo.</p>
<h3 id="proposta-de-valor">Proposta de valor</h3>
<p>A proposta de valor vai além do produto — é o que a empresa oferecerá de realmente valioso para seus clientes. Imagine uma universidade. Ela não oferece apenas um curso de 5 anos, mas a possibilidade de crescimento pessoal e profissional aos alunos.</p>
<h3 id="business-model-canvas-canais">Business Model Canvas: Canais</h3>
<p>São as formas que você utiliza para oferecer ao seu cliente o que ele precisa. Assim, liste os meios que são utilizados e aproveite para conferir se eles são os ideais, se são os mais econômicos e eficientes. Mas veja também se existe alguma comunicação entre eles e se tudo está bem alinhado.</p>
<h3 id="segmento-de-clientes">Segmento de clientes</h3>
<p>Este bloco representa seu público-alvo. Para preenchê-lo, você deve buscar responder questões como: quem são seus clientes (pessoas físicas ou jurídicas), qual sua idade, classe social, onde eles estão, etc.</p>
<h3 id="business-model-canvas-estrutura-de-custos">Business Model Canvas: Estrutura de custos</h3>
<p>Representa todos os custos, diretos e indiretos, que serão necessários para manter o negócio ativo. Por exemplo mão de obra, aluguel do espaço e energia.</p>
<h3 id="fontes-de-receitas">Fontes de receitas</h3>
<p>É a forma pela qual você vai transformar sua proposta de valor em recursos financeiros para o empreendimento. Os exemplos mais comuns são: venda de recursos, licenciamento, aluguel e taxa de assinatura.</p>
<h3 id="business-model-canvas-relacionamento">Business Model Canvas: Relacionamento</h3>
<p>Neste campo você precisa apontar quais são as formas de interagir com o seu público. Assim, além de pensar nas vendas, considere também todo o contato que existe entre você e seus clientes e se essas formas de interação estão corretas. Lembre-se de que se você tiver mais de um perfil de cliente, talvez precise variar também as formas com que se relaciona com cada um deles.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/13-7.png-2000.webp" alt="" width="2000" height="1331"></p>
<h2 id="como-usar-o-business-model-canvas">Como usar o Business Model Canvas?</h2>
<p>Agora que já sabe o que é e conhece os principais blocos que compõem essa ferramenta, veja como você pode utilizá-la para obter o máximo de resultados possível.</p>
<h3 id="imprima-o-quadro-de-modelo-de-negocios-e-utilize-post-its">Imprima o quadro de modelo de negócios e utilize post-its</h3>
<p>Para começar, você deve imprimir o Business Model Canvas. Quanto maior a folha, melhor para o preenchimento e visualização do projeto. Além disso, é indicado que se utilizem os post-its para cada um dos nove blocos, pois eles são mais fáceis de aplicar e, caso necessário, retirar.</p>
<p>Também existe a possibilidade de preencher o Canvas de forma online, por exemplo. A strategyzer é uma plataforma criada pelo próprio Alexander Osterwalder para isso. Nela, é possível imprimir o modelo desejado ou mesmo preenchê-lo pela internet.</p>
<h3 id="conheca-minuciosamente-o-seu-negocio">Conheça minuciosamente o seu negócio</h3>
<p>Apesar de ser uma técnica simples, não se deve subestimá-la e achar que é possível colocar a “mão na massa” sem conhecer profundamente seu negócio. Antes de preencher o Canvas, tire um tempo para estudar e estimule seus colegas a fazer o mesmo.</p>
<p>Os principais pontos que serão tratados precisam ser bem pensados. O que seus clientes esperam da empresa? Qual o melhor meio de relacionamento com o público-alvo? Quais custos fazem parte do negócio? Como é possível monetizar a proposta de valor?</p>
<h3 id="inspire-se-em-outras-empresas-do-mesmo-segmento">Inspire-se em outras empresas do mesmo segmento</h3>
<p>É possível aprender muito com as outras empresas do mercado, especialmente suas concorrentes. Essa é uma estratégia chamada <a href="https://blog.egestor.com.br/benchmarking-o-que-e-e-como-fazer/">benchmarking</a>, e deve ser utilizada para otimizar o preenchimento do Business Model Canvas.</p>
<p>Monitore, por algum tempo, outras empresas. Veja como elas oferecem seus produtos e serviços, como se relacionam com seus clientes e investem em estratégias de fidelização. Essas informações poderão te ajudar bastante!</p>
<h3 id="envolva-sua-equipe-no-preenchimento-do-business-model-canvas">Envolva sua equipe no preenchimento do Business Model Canvas</h3>
<p>Essa é uma ferramenta colaborativa, ou melhor, utilizada para ser preenchida em grupo, por isso, é indicado que equipe ou sócios sejam convidados para preencher o Canvas. Certamente, grandes ideias vão surgir, estude e estruture cada uma delas.</p>
<p>Uma ótima dica é a reunião de <a href="https://blog.egestor.com.br/5-dicas-para-tornar-seu-brainstorm-mais-eficiente/">brainstorming</a> — técnica de geração de ideias, muito indicada para quem deseja criar um modelo de negócios mais inovador. Para ter uma boa reunião de brainstorming, é indicado:</p>
<ul>
<li>contar com uma equipe de até 9 pessoas;</li>
<li>ter um moderador (que será responsável por conduzir o encontro);</li>
<li>utilizar os post-its para escrever as ideias;</li>
<li>estimular a geração de ideias criativas;</li>
<li>não falar mal das ideias dos outros participantes;</li>
<li>ter um bom processo para filtrar e selecionar as melhores ideias.</li>
</ul>
<p>Ao aplicar todas essas dicas, é possível usar o Canvas e obter o resultado desejado, criando, assim, um modelo de negócios diferenciado e extremamente atraente para os seus clientes.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/41-6.png-2000.webp" alt="Business Model Canvas" width="2000" height="1335"></p>
<h2 id="beneficios-do-business-model-canvas">Benefícios do Business Model Canvas</h2>
<p>Ao criar o seu próprio Canvas, você vai perceber que ele possui uma série de vantagens e que elas devem ser utilizadas ao máximo.</p>
<p>Dentre elas, podemos destacar a simplicidade da criação do seu modelo de negócios, uma vez que tudo se encontra listado em somente um grande quadro de maneira direta e sem muita necessidade de se perder tempo com registros longos e demorados.</p>
<p>Além disso, ele também oferece grande agilidade e flexibilidade, pois tudo pode ser modificado a qualquer momento e sem ter que seguir necessariamente uma ordem.</p>
<p>A <a href="https://blog.egestor.com.br/visao-sistemica-o-que-e-qual-importancia-de-ter-na-gestao-empresarial/">visão sistêmica</a> é outro ponto de destaque, afinal, por ter uma organização visual bastante fácil de ser entendida, o sistema acaba se destacando pela sua intuitividade. Tudo isso torna o Canvas uma ferramenta fácil de ser utilizada e aprimorada, mas sem que se perca muito tempo com burocracias.</p>
<p>Uma última vantagem que deve ser destacada é que essa solução consegue produzir de maneira bastante homogênea um impacto positivo sobre todas as camadas do negócio.</p>
<p>É possível que você discuta sobre os profissionais que estão envolvidos, reveja se suas estratégias de gestão estão escolhidas da maneira mais adequada, se a organização interna está bem feita e também se o seu sistema de produção está trabalhando para gerar os melhores resultados possíveis.</p>
<p>Todos esses impactos positivos são produzidos por um olhar direto e simplificado, mas sem perder o aprofundamento do raciocínio que se deve ter a respeito de cada ponto abordado.</p>
<p>Agora você já sabe como criar o seu Business Model Canvas. Mas lembre-se sempre de conferir periodicamente se ele está atualizado ou se precisa de mais alguma modificação. Ainda, é importante entender se o melhor para sua empresa é o Business Model Canvas ou um plano de negócios tradicional.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/95-4-scaled.jpg" type="image/jpeg" length="132141"/>
    </item>
    <item>
      <title>Venda consultiva: o que é e como realizar em sua empresa?</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/venda-consultiva-o-que-e-e-como-realizar/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/venda-consultiva-o-que-e-e-como-realizar/</guid>
      <pubDate>Thu, 14 Jul 2022 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Vendas e atendimento</category>
      <category>administração</category>
      <category>marketing</category>
      <description>Vendedores devem atender as necessidades dos clientes para agregarem valor as experiências de compra. Entenda o que é uma venda consultiva!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Mais do que o ato de realizar uma venda, os vendedores devem buscar atender as necessidades de seus clientes. Assim, com o intuito de criarem um vínculo e agregar valor às suas experiências de compra. É neste conceito que se baseia o termo venda consultiva: o profissional responsável pela venda é mais do que um vendedor, mas sim um consultor de seus clientes. Neste processo, não se vende um produto ou serviço propriamente, mas sim uma solução para os clientes de uma forma geral.</p>
<p>Estas soluções são descobertas pelos vendedores através de perguntas e de uma conversa. Com elas os clientes expressam as dificuldades que estão impulsionando o desejo de compra de determinado serviço ou produto. Cabe aos vendedores, portanto, convencê-los de que a sua venda irá agregar valor e melhorar a vida desses clientes.</p>
<p>Trabalhar este conceito e aplicar a venda consultiva diariamente, certamente a tornará melhor conceituada no mercado. E, aumentará não só a sua clientela, mas também as possibilidades de fidelização de clientes a um médio e longo prazo.</p>
<p>Mas, para realizar este processo de forma eficiente, é necessário capacitar e aprimorar habilidades essenciais de seus vendedores. Essas habilidades podem ser o estudo e conhecimento técnico de seus objetos de venda, além de é claro: a arte do bom trato e da boa comunicação com os clientes. Essas características são a verdadeira essência de qualquer trabalho destinado às vendas.</p>
<p>Está interessado em se aprofundar mais neste método de vendas e aplicar definitivamente a cultura de venda consultiva em sua empresa? Vamos listar alguns passos para a realização de uma venda consultiva!</p>
<h2 id="o-que-e-venda-consultiva">O que é venda consultiva</h2>
<p>Uma venda consultiva é quando o vendedor age quase como um consultor, ouvindo e entendendo o que o cliente precisa antes de fazer a oferta do produto ou serviço. Esse método de vendas é de extrema efetividade, uma vez que contribuem com o cliente e diminuem a taxa de cancelamento.</p>
<p>Essa prática vem acontecendo há algum tempo, demonstrando que quando o vendedor escuta e se identifica com o cliente se tem mais chances de fechar uma venda e estabelecer uma parceria.</p>
<p>Além de criar um maior vínculo entre vendedor e cliente, a venda com um caráter consultivo faz com que os clientes percebam uma mudança de papel do vendedor tradicional. E ele acaba se tornando um especialista em determinado assunto, que está ali para identificar situações e de que forma resolvê-las.</p>
<h2 id="qual-o-foco-principal-da-venda-consultiva">Qual o foco principal da venda consultiva?</h2>
<p>O foco da venda consultiva, ao contrário da venda tradicional, é o cliente. Ou seja, o que o cliente busca e como resolver o problema que ele está trazendo.</p>
<p>Assim, pode se dizer que o foco não é o lucro da venda e sim, o bem estar e a satisfação do cliente. Mas isso não quer dizer que o lucro também seja interessante. Acontece que quando se cria uma relação com o cliente, as chances de ele realizar a compra e retornar para outras compras é mais alta do que quando a venda é simplesmente empurrada.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/21-6.png-2000.webp" alt="" width="2000" height="1334"></p>
<h2 id="quais-sao-as-etapas-da-venda-consultiva">Quais são as etapas da venda consultiva?</h2>
<p>Uma das melhores formas de fazer uma venda consultiva é seguindo um passo a passo, ou etapas. Confira as etapas da venda consultiva:</p>
<h3 id="prospeccao">Prospecção</h3>
<p>Para fazer uma venda consultiva, o vendedor precisa ter para quem vender, e esse futuro cliente é encontrado na prospecção. Ou seja, essa é a etapa na qual se encontram empresas e/ou consumidores finais que tenham interesse no seu negócio ou estejam buscando a sua solução.</p>
<p>Existem alguns passos que podem ajudar na prospecção desses leads, montando uma estratégia de marketing interessante. Uma definição de persona seria muito útil, assim como uma pesquisa de mercado.</p>
<h3 id="qualificacao">Qualificação</h3>
<p>Agora que você já achou quem tem interesse na sua solução, chegou a hora de entender se eles fazem sentido para o seu negócio. Afinal, se a venda é consultiva e você busca o melhor para o seu cliente, quer dizer que ele precisa estar buscando o que você oferece.</p>
<p>Existem algumas metodologias que podem ajudar nesse processo de qualificação. Essas, ajudam a entender se faz sentido para o lead seguir com a negociação. Confira algumas:</p>
<ul>
<li>BANT
<ul>
<li>Budget ou orçamento do lead para compra do seu produto ou serviço.</li>
<li>Authority ou autoridade da pessoa com quem você está falando sobre a tomada de decisões.</li>
<li>Necessity ou necessidade em relação ao produto ou serviço.</li>
<li>Timing ou tempo para decisão final.</li>
</ul>
</li>
<li>ANUM
<ul>
<li>Authority ou autoridade para a tomada de decisões.</li>
<li>Necessity ou necessidade de compra do produto ou serviço.</li>
<li>Urgency ou urgência para a compra.</li>
<li>Money ou dinheiro para finalizar a compra do produto, caso esse seja um problema recorrente.</li>
</ul>
</li>
<li>GPCT
<ul>
<li>Goals ou objetivos que a empresa ou pessoa tem em relação a aquisição do produto ou serviço.</li>
<li>Plans ou planos em relação à aquisição do produto ou ao seu uso.</li>
<li>Challenges ou desafios para a compra desse produto, como valores, por exemplo.</li>
<li>Timeline ou tempo em relação aos objetivos que se quer atingir.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<h3 id="apresentacao">Apresentação</h3>
<p>Você já captou o cliente e o qualificou, agora é a hora de realmente apresentar o que você está vendendo. Mas, mais do que isso, é hora de dar valor ao seu produto ou serviço. Não estamos falando de preço, e sim do quanto o que você vende significa para seu lead.</p>
<p>Como você já sabe o que ele precisa e, principalmente, o porque, é hora de focar na dor dele. Ou seja, esse problema do seu lead traz algumas outras complicações, e você tem a solução para todas elas! É hora de mostrar pra ele o que você tem e porque você é o melhor para o que ele precisa.</p>
<h3 id="negociacao">Negociação</h3>
<p>Até agora você conheceu seu cliente e se apresentou e apresentou o que você vende para ele, chegou a hora de começar a vender de verdade. É aqui que ele deve ver que o seu produto ou serviço vai muito além do preço.</p>
<p>Como é bem improvável que o cliente simplesmente aceite o que você oferece, seja de produto ou serviço ou de valores, será necessário uma <a href="https://blog.egestor.com.br/negociacao/">negociação</a>. Essa negociação deve buscar o que for melhor para ambos, a empresa não pode sair perdendo, mas se o cliente entender que ele está perdendo, a venda pode ser perdida.</p>
<p>Entenda que um dos princípios da venda consultiva é passar ao cliente o que ele realmente está buscando e precisa, então não tente ganhar essa negociação a todo custo. Existem algumas técnicas de negociação que podem ajudar o vendedor, que podem ser encontradas em alguns livros.</p>
<h3 id="fechamento">Fechamento</h3>
<p>Se você chegou até a etapa anterior, é bem provável que você e o cliente tenham entrado em um acordo e que a venda seja feita. Mas não é por isso que você pode só deixar acontecer, aqui começa a primeira experiência do cliente depois da venda. Todo o processo de assinatura de contrato, de entrega, prazos e outras questões devem ter muita atenção.</p>
<p>Se coloque no lugar do seu cliente: ele teve um guia em todos os processos até agora e depois de fechar a venda ele irá seguir sozinho? Faça questão de continuar acompanhando o cliente até que ele seja passado para o pós venda.</p>
<h3 id="pos-venda">Pós-venda</h3>
<blockquote>
<p>Já diria Philip Kotler, um dos maiores nomes do marketing:</p>
<p>"<strong>conquistar novos clientes custa entre cinco e sete vezes mais do que manter os já existentes</strong>"</p>
</blockquote>
<p>Ou seja, caso você esteja dando mais atenção à busca por novos clientes, talvez esteja na hora de dar uma atenção a mais para quem já é seu cliente. É aqui que deve ser desenvolvido uma relação com o seu cliente, podendo fazer com que ele volte a comprar ou evolua para um plano maior.</p>
<p>Pense em todo o esforço realizado para conquistar esse cliente, você não quer que ele vá embora porque a atenção dada na hora da venda é maior que a atenção no pós-venda, certo?!</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/126-6.jpg-2000.webp" alt="" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="como-fazer-vendas-consultivas">Como fazer vendas consultivas</h2>
<h3 id="invista-em-geracao-de-leads">Invista em geração de leads</h3>
<p>Independente do caráter das vendas, elas não surgem do nada. É preciso que a sua equipe de marketing invista em atrair potenciais clientes, os chamados leads, que demonstram interesse no conteúdo produzido por sua empresa, fornecendo seus respectivos endereços de e-mail para contato, se tornando portanto, potenciais clientes de seu negócio.</p>
<p>Os leads são gerados a partir da produção de conteúdos relevantes nas plataformas digitais da empresa, de forma que desperte o interesse do público e se crie a possibilidade de fazer avançar-los no funil de vendas.</p>
<h3 id="identifique-as-necessidades">Identifique as necessidades</h3>
<p>Depois de armazenar uma boa rede de contatos e um bom número de leads, é preciso verificar de fato quais deles possuem um interesse mais avançado e tem mais chances de se tornarem clientes. Sua empresa oferece as soluções procuradas por ele?</p>
<p>Responder esta pergunta é imprescindível para uma venda consultiva, que tem a resolução do problema de determinado cliente como o grande objetivo.</p>
<p>Por isso a importância de selecionar os leads em um processo mais avançado no funil de vendas, que realmente saibam que a sua empresa possui a solução pela qual estão procurando.</p>
<p>Para realizar este processo, é fundamental possuir um bom programa de gestão de leads, que identifica quem são de fato estes leads e que tipo de conteúdo gerou a conversão, dando ideia do tipo de solução que aquela pessoa está buscando.</p>
<h3 id="capacite-a-sua-equipe-de-vendas">Capacite a sua equipe de vendas</h3>
<p>Como em qualquer trabalho de vendas, é imprescindível que a sua equipe tenha total conhecimento de todas as questões ligadas ao produto ou serviço oferecido ao cliente.</p>
<p>No processo de venda consultiva, este conhecimento é ainda mais necessário. O vendedor precisa ser visto pelo cliente como um verdadeiro especialista no assunto, capaz de resolver o seu problema e agregar valor na sua <a href="https://blog.egestor.com.br/experiencia-de-compra/">experiência de compra</a>.</p>
<p>Na venda consultiva, o vendedor sempre deverá ter o papel de consultor do cliente. Por isso, o ideal é que você ofereça a sua equipe de vendas um constante e adequado treinamento, que mantenha seus profissionais sempre atualizados sobre o produto ou serviço especificamente, mas que também possuam um bom conhecimento do mercado de uma forma geral.</p>
<p>Como formas de capacitação, existem inúmeros cursos online e totalmente gratuitos para aplicar em seus funcionários! Vendedores com mais conhecimento do produto ou serviço que estão oferecendo aos seus clientes, certamente possuem mais facilidade para convencê-los.</p>
<p>O fato de possuir uma equipe de vendas qualificada e especialista no assunto começa no processo da seleção destes profissionais, que devem se encaixar na cultura de sua empresa, devem estar em busca de aperfeiçoamento constante e não somente ter uma visão de vendas como um meio exclusivo para o cumprimento de metas e obter retorno financeiro.</p>
<p>Cabe aos líderes e gestores da empresa, a tarefa de estimular essa cultura no ambiente empresarial desde o processo de recrutamento e seleção de colaboradores!</p>
<h3 id="ofereca-beneficios-na-remuneracao-de-sua-equipe">Ofereça benefícios na remuneração de sua equipe</h3>
<p>Como o processo de vendas consultiva apresenta um conceito diferente em relação às vendas tradicionais, o estabelecimento de metas e benefícios em caso de cumprimento das mesmas também deve ser diferenciado. Neste caso, as metas não devem ser definidas a partir da quantidade de vendas propriamente.</p>
<p>Mas sim, devem ser estabelecidas a partir da média de compras por cada cliente e do índice de satisfação de cada um deles. Isso porque o principal objetivo das vendas consultivas é criar um vínculo e gerar a fidelização desses clientes.</p>
<p>Caso estes objetivos estejam sendo obtidos, é sinal de que o processo de vendas consultivas está tendo sucesso e sendo assim, sua equipe de vendas deve ser devidamente recompensada financeiramente.</p>
<h3 id="faca-um-bom-trabalho-de-pos-vendas">Faça um bom trabalho de pós-vendas</h3>
<p>É impossível criar fidelização e manter uma relação duradoura com os seus clientes, sem um bom trabalho de pós-vendas. O contato com o cliente não pode se dar por encerrado após a realização da venda. O atendimento e a preocupação de sua equipe durante o período após a compra de determinado produto ou serviço, também faz parte da experiência dos clientes.</p>
<p>Certamente as chances dos clientes voltarem a fazer negócio com uma empresa que realmente se mostrou interessada neles, procurando saber se de fato conseguiu suprir as suas necessidades é muito maior. Outra forma interessante de manter uma relação é enviar mensagens em datas comemorativas, como aniversários, por exemplo.</p>
<p>O ideal é que você possua um bom programa de armazenamento de dados de todos os seus clientes para saber informações sobre eles e possuir meios para contato, bem como preencher informações obtidas no feedback de sua venda.</p>
<p>Este processo pode ser feito pela equipe de vendas propriamente ou então por um departamento específico em sua empresa, voltado especificamente para este fim.</p>
<h2 id="quais-os-beneficios-da-venda-consultiva">Quais os benefícios da venda consultiva?</h2>
<p>A venda consultiva tem seus benefícios evidentes. Confira alguns:</p>
<ul>
<li><strong>Clientes mais satisfeitos</strong>: Um atendimento realmente atencioso, focado no que o cliente precisa de verdade faz com que ele se sinta apreciado. Esse cliente tende a voltar, comprar novamente ou simplesmente não cancelar.</li>
<li><strong>Mais indicações</strong>: Enquanto clientes que não se sentem satisfeitos irão falar mal do seu negócio, os clientes satisfeitos irão indicar. Isso pode significar mais clientes sem todo o tempo e dinheiro despendido na prospecção.</li>
<li><strong>Aumento do <a href="https://blog.egestor.com.br/ticket-medio/">ticket médio</a></strong>: Principalmente quando falamos em um tipo específico de empresas, como um <a href="https://blog.egestor.com.br/saas/">SaaS</a>, o aumento do ticket é um dos grandes benefícios. Isso porque com a venda consultiva, se torna mais fácil para realizar um upsell ou cross sell. Mas, quando falamos em outros tipos de negócios, a compra de mais produtos também pode aumentar o ticket médio.</li>
</ul>
<p><a href="https://egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Just In Time (JIT): Entenda o que é e como funciona</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/just-in-time/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/just-in-time/</guid>
      <pubDate>Tue, 07 Jun 2022 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Sistema de Gestão</category>
      <category>Controle de Estoque</category>
      <category>administração</category>
      <category>controle de estoque</category>
      <description>Continue a leitura deste material você deseja entender o que é o just in time e de que forma se dá o seu funcionamento.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Você já parou para pensar se existe alguma metodologia que auxilie a empresa no desenvolvimento de uma cadeia de produção exata? Bom, independente de sua resposta, saiba que existe e se chama "Just in Time".</p>
<p>Essa metodologia é responsável por regular as operações e as execuções conforme o nível de demanda, ou seja, tudo ocorre em um tempo determinado, nem antes e nem depois. Além disso, para que o just in time funcione corretamente o gestor precisa controlar o fluxo da empresa.</p>
<p>Continue a leitura deste material se você deseja entender o que é o just in time e de que forma se dá o seu funcionamento.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/image-208.png-800.webp" alt="" width="800" height="533"></p>
<h2 id="o-que-e-just-in-time">O que é Just in Time?</h2>
<p><strong>Just in Time</strong> em sua livre tradução significa "na hora certa", ou seja, trata-se de uma técnica da gestão de produção que faz as empresas comprarem e/ou produzirem somente a quantidade exata de produtos, para satisfazer as necessidades dos clientes no momento certo.</p>
<p>Ele se baseia na ideia de não produzir, transportar ou comprar nenhum produto antes do tempo ideal. Aplica-se este processo em qualquer empresa e ajuda a reduzir estoques e também <a href="https://marqponto.com.br/blog/reduzir-custos-relogio-de-ponto/" rel="noopener">custos com processos</a>. Pois primeiro é preciso vender um produto para depois comprar o material para fabricá-lo.</p>
<p>Para que funcione da melhor maneira possível é preciso que todo o público estratégico que se envolve no processo tenham a noção de que esse tipo de produção que é feita em determinada empresa. O fornecimento de materiais precisa ser capacitado para realizar as entregas, assim como as distribuidoras que possam receber os produtos.</p>
<h2 id="qual-e-a-principal-proposta-do-just-in-time">Qual é a principal proposta do Just in Time?</h2>
<p>A principal proposta do Just in Time é organizar o ambiente de produção, determinando a eliminação de desperdícios, e visando a melhoria contínua dos processos.</p>
<p>Este método é a base para uma melhor posição competitiva da empresa, aumentando a agilidade, a qualidade e o preço dos produtos. Além disso, evita armazenamentos enormes, e ainda poupa espaços e recursos.</p>
<h2 id="quais-sao-os-objetivos-do-jit">Quais são os objetivos do JIT?</h2>
<p>O maior objetivo desse método é a entrega de produtos ou serviços no momento certo e para a utilização imediata, ou seja, para que a produção esteja alinhada com os pedidos feitos.</p>
<p>Isso faz com que as melhorias sejam contínuas, o estoque seja reduzido e a continuidade do processo seja mais efetiva. Além disso, não é necessário a produção de novos itens.</p>
<h3 id="reduzir-desperdicios">Reduzir desperdícios</h3>
<p>O JIT é um processo que exige do gestor uma ideia de qual é o tempo certo, a quantidade suficiente, e o local correto. É essa ideia que faz com que a empresa consiga produzir o necessário para atender a sua demanda, garantindo a qualidade do produto final. Dessa forma, se reduz o desperdício de matérias primas e produtos.</p>
<h3 id="processos-mais-efetivos">Processos mais efetivos</h3>
<p>Por oferecer uma forma de reduzir erros e melhorar o planejamento, o Just in Time traz processos mais efetivos. Isso acontece porque, de acordo com a metodologia, tudo deve acontecer perfeitamente.</p>
<p>O <strong>JIT</strong> é o que as empresas utilizam hoje para conseguirem buscar melhoria nos processos produtivos, essa melhoria consegue ser sentida quando é possível reduzir drasticamente o estoque, já que essa diminuição faz com que seja mais fácil lidar com problemas no estágio de produção sem ter que se preocupar com produtos sem saída no estoque.</p>
<p>No momento em que uma empresa consegue diminuir o estoque, os problemas que antes não afetavam diretamente a produção se tornam mais presentes, o que faz com que seja mais fácil eliminá-los.</p>
<h3 id="otimizacao-da-producao">Otimização da produção</h3>
<p>A otimização do processo de produção também é um grande objetivo do <strong>Just in Time</strong>. Ela faz com que a empresa se torne mais competitiva no mercado.</p>
<p>É necessário que a empresa tenha na cabeça quais processos terão que ser otimizados, entender quem é o cliente e qual é o tamanho da demanda, e que adote para si um compromisso com a garantia de entregas de qualidade e de melhoria contínua. Tudo isso junto trará um resultado muito mais assertivo no final da produção.</p>
<h3 id="padronizacao-de-processos">Padronização de processos</h3>
<p>Para garantir que as etapas dos processos ocorram perfeitamente é preciso que elas passem por uma padronização. Assim, ela garante que tudo ocorra como o planejado, sem mudanças e de forma ágil.</p>
<h3 id="tipos-de-desperdicio">Tipos de desperdício</h3>
<p>Shigeo Shingo, juntamente com Taiichi Ohno, foi fundador do Sistema Toyota de Produção. Ele indicou 7 tipos de desperdícios que se pode ter e podem ser resolvidos com o JIT:</p>
<ol>
<li>superprodução: produção muito além do necessário;</li>
<li>transporte: cuidado ao manusear os produtos;</li>
<li>processamento em si: etapas de processamento que não são necessárias;</li>
<li>produção de produtos defeituosos: falta de cuidado na produção;</li>
<li>estoque: tempo de preparo elevado;</li>
<li>movimentação: esforço desnecessário;</li>
<li>espera: tempo elevado para entrar no próximo centro de trabalho.</li>
</ol>
<h2 id="como-funciona-o-just-in-time">Como funciona o just in time?</h2>
<p>O funcionamento da metodologia JIT depende de uma série de alinhamentos, mas vale lembrar que disciplina é essencial para que funcione com sucesso.</p>
<p>Confira as etapas que são necessárias para um bom funcionamento do JIT:</p>
<h3 id="tempo">Tempo</h3>
<p>O próprio nome do Just in Time já deixa claro que os processos necessitam de um tempo, e que ele é extremamente importante para que as coisas sejam feitas no momento certo. Mas vale ressaltar que não é somente agilidade que importa, a qualidade deste processo precisa ser sempre boa.</p>
<p>Além disso, é importante ter em mente que sempre será dessa forma a agilidade nos processos e a busca por cada vez mais qualidade.</p>
<h3 id="controle-de-qualidade">Controle de qualidade</h3>
<p>Como citamos anteriormente a qualidade é muito importante, mesmo que a agilidade seja um dos pontos estratégicos, a qualidade precisa estar em constante melhora, ou deve ficar exatamente a mesma, não pode diminuir.</p>
<p>É necessário que se encontre um equilíbrio entre a a qualidade e a agilidade, para isso é preciso saber conciliar as duas durante o processo de produção.</p>
<h3 id="equipe-capacitada">Equipe capacitada</h3>
<p>Para que este método funcione corretamente é importante fazer os processos necessários, e a equipe precisa estar capacitada, para amanter uma rotina de operação sob demanda.</p>
<p>Então, se atente na sua equipe e n forma com que você irá administrá-la, lembre-se que precisam de agilidade, mas também precisam fazer um trabalho eficiente e que melhore os processos de produção do serviço.</p>
<h3 id="padronizacao">Padronização</h3>
<p>Essa padronização refere-se aos processos que envolvem e interferem toda a produção, porque além dos colaboradores é importante focar nas estratégias da própria empresa, ou seja, pensar em desenvolvimentos padronizados que facilitarão o fluxo de trabalho.</p>
<p>A empresa precisa pensar em todos os cenários que acontecerão durante estes processos produtivos. Planejando desde a entrada, até a saída dos produtos. Assim, será mais fácil seguir um padrão.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/image-209.png-800.webp" alt="" width="800" height="533"></p>
<h3 id="fornecedores">Fornecedores</h3>
<p>Os fornecedores também fazem parte deste processo porque é por meio deles que os pedidos irão chegar. Por isso, é importante que eles sejam capacitados para cumprir suas demandas corretamente, sem atrasos ou outras pendências.</p>
<p>Dessa forma, se você desenvolver um bom relacionamento com eles, a comunicação vai se tornar mais fácil. Assim, poderá deixá-los cientes sobre o funcionamento da produção, e o quanto é importante que eles estejam aptos para atender com rapidez todas as demandas, em todas as suas fases.</p>
<h2 id="dicas-para-implementar-o-jit-em-seu-negocio">Dicas para implementar o JIT em seu negócio</h2>
<p>Para a implemetação do JIT em seu negócio é necessário reavaliar todo o processo de produção, uma vez que isso demanda tempo e alguns investimentos para trazer melhorias. Além disso, também é importante fazer um treinamento de equipe.</p>
<p>Confira algumas dicas para implementar o Just in Time em sua empresa:</p>
<ul>
<li>Reorganize toda a produção;</li>
<li>Forme uma equipe capacitada para os novos moldes, objetivos e regras;</li>
<li>Auxilie os fornecedores;</li>
<li>Colabore com clientes;</li>
<li>Altere o sistema de produção;</li>
<li>Faça um planejamento baseado nas encomendas.</li>
</ul>
<h2 id="como-usar-o-jit-na-sua-empresa">Como usar o JIT na sua empresa</h2>
<p>Para aplicar esse método no estoque do seu negócio será necessário cumprir alguns requisitos, por exemplo:</p>
<h3 id="treinamento">Treinamento</h3>
<p>Por ser um processo que é muito preciso, os colaboradores que participam da manutenção do estoque, vendas e financeiro, devem passar por um treinamento. Ele servirá para que todos saibam exatamente como operar e não sejam pegos de surpresa com as mudanças.</p>
<h3 id="controle-preciso-e-melhoria-de-processos">Controle preciso e melhoria de processos</h3>
<p>Como o objetivo principal do JIT é a melhoria de processos de um negócio, será necessário ter todos esses processos controlados e extremamente controlados, uma vez que não existe margem para erros.</p>
<p>Ou seja, todos os procedimentos devem ser acompanhados precisamente para evitar falhas e saber o que está sendo feito. Com isso, o controle de estoque não pode ser feito através de um caderno ou uma <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-controle-de-producao/"><strong>planilha de produção</strong>,</a> por exemplo, ele deve ser feito com um sistema que seja completamente integrado, como um sistema de gestão.</p>
<h2 id="vantagens-e-desvantagens-do-just-in-time">Vantagens e desvantagens do Just in Time</h2>
<p>Por ser um processo que depende do tempo certo, literalmente, o JIT consegue diminuir os custos com estoque e sua manutenção. Ou seja, ele faz um grande papel no controle de estoque pois evita que produtos fiquem parados, melhorando o armazenamento. Assim, também ajuda na hora de realizar as compras com seu fornecedor, porque se sabe exatamente o que é necessário comprar e não há prejuízo comprando itens a mais ou a menos.</p>
<p>O Just in Time também corrige equívocos na produção e distribuição do estoque, uma vez que ajuda a identificar diversos problemas.</p>
<p>Porém, nem sempre esse <a href="https://blog.egestor.com.br/metodos-gestao-de-estoque/">método de controle de estoque</a> pode ser utilizado. Isso porque muitas empresas não possuem uma previsibilidade tão grande do negócio, e as oscilações fazem parte. Ainda, é preciso contar com fornecedores que possam entregar os produtos na hora, sem possibilidade de erros.</p>
<h3 id="otimizacao-do-estoque-e-dos-processos">Otimização do estoque e dos processos</h3>
<p>Com o uso da metodologia se otimiza todos os processos, mas também, a gestão do estoque. Ou seja, utilizando o JIT o estoque não fica com produtos encalhados e é possível fazer um controle mais preciso da quantidade de matérias-primas.</p>
<h3 id="reducao-de-custos-e-desperdicios">Redução de custos e desperdícios</h3>
<p>Ter um roteiro perfeito de etapas na produção evita que sejam desperdiçadas matérias-primas, que produtos defeituosos sigam na linha de produção e, também, os valores gastos com armazenamento são menores.</p>
<p>Por exemplo, quando se usa um sistema de controle de produção é possível fazer o controle de perdas na hora da produção. Dessa forma, as quantidades são aperfeiçoadas.</p>
<h2 id="por-que-utilizar-o-just-in-time">Por que utilizar o Just in Time?</h2>
<p>As vantagens de utilizar esse <a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener">sistema de gestão</a> são inúmeras, mas o que mais chama atenção é como ele contribui para o aumento da competitividade das empresas que o utilizam.</p>
<p>O <strong>Just in Time</strong> também busca reduzir os custos para o que for somente muito necessário. O planejamento e a busca pela melhoria contínua dos processos produtivos ajudam a reduzir desperdícios e também reduzir significativamente o tempo de preparação e de movimentação durante todas as etapas de produção dos produtos finais.</p>
<p>A qualidade também é maior em empresas que utilizam o <strong>Just in Time</strong>, isso por que ele evita que existam defeitos e retrabalho durante o processo completo. Além disso, é uma filosofia que busca causas de problemas e soluções para que eles não se repitam durante a produção.</p>
<p>Os trabalhadores são sempre treinados para que façam seu trabalho da melhor maneira possível, verificando sempre a qualidade daquilo que entregam. Se um lote completo for produzido com algum defeito, o tamanho menor dos lotes diminui também a quantidade de produtos que serão afetados pelo problema.</p>
<p>Por último podemos citar a flexibilidade. O <strong>Just in Time</strong> faz com que a flexibilidade de resposta dos sistemas seja maior. Isso porque o tempo envolvido em cada processo é menor e ajuda o sistema a se tornar mais produtivo e também mais flexível quando se analisa variações de produtos finais.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/image-210.png-774.webp" alt="" width="774" height="581"></p>
<h2 id="como-surgiu-o-just-in-time">Como surgiu o Just in Time</h2>
<p>Depois da crise de 1929, que desmontou a credibilidade do sistema Fordista, a Toyota viu a necessidade de um sistema que não deixasse os estoques cheios de carros. Isso aconteceu também pela diferença de tamanho dos países. Como sabemos, a área física dos EUA, onde o modelo fordista foi iniciado, é muito maior que a do berço do sistema Toyotista.</p>
<p>A partir da Segunda Guerra Mundial, a Toyota começou a fabricar poucos automóveis de poucos modelos diferentes. Por isso, era preciso trabalhar com flexibilidade para fabricar lotes menores com a mesma qualidade das grandes empresas americanas.</p>
<p>Assim, a ideia de produzir somente o que o mercado demandava passou a ser utilizada por outros fabricantes. E depois dos anos 1970, os automóveis que eram fabricados no Japão se tornaram muito competitivos. Tão competitivos quanto os veículos fabricados pelas grandes empresas automobilísticas.</p>
<p>Foi assim que o <strong>Just in Time</strong> se tornou mais do que uma maneira de realizar a gestão da produção. Mas sim, uma filosofia que abrange também a gestão de material, de qualidade, de organização, de produto, do trabalho, e dos recursos humanos.</p>
<p>É uma filosofia que tem como característica a produção a partir da procura e da demanda. Nela se produz somente o necessário, na quantidade certa e no momento certo.</p>
<p>Nesse tipo de gestão, cada etapa do processo serve para produzir somente o que for necessário para que seja possível ser realizada a próxima fase, na quantidade e no momento certos. O ideal é que seja aplicado em todas as etapas do processo, isso ajuda a redução de estoque tanto em financeiro quanto em armazenamento. Além da eliminação de custos é possível ganhar produtividade e qualidade.</p>
<h2 id="just-in-time-e-kanban">Just in time e Kanban</h2>
<p>O método de gerenciamento de produção e o sistema de cartões, ambos de origem japonesa, se complementam. Esses, foram pilares para o sistema Toyota de produção, que substituiu o sistema Fordista de produção. Assim, esses contribuíram para criação de um sistema onde nada era produzido, a não ser que houvesse um destino, evitando prejuízos.</p>
<p>O Kanban é um método que se utiliza de cartões coloridos ou com outras maneiras de identificação, para designar ou especificar tarefas. Dessa forma, ele dá total suporte a empresas que utilizam o JIT.</p>
<h2 id="cautelas-ao-aplicar-o-just-in-time">Cautelas ao aplicar o Just in Time</h2>
<p>O gestor que fizer a aplicação do JIT, precisa tomar cuidado para não aplicá-la em empresas com poucas demandas ou muitas oscilações, porque existem algumas empresas que realmente necessitam de um estoque com diversos produtos e sempre bem abastecido.</p>
<p>Além disso, já mencionamos anteriormente mas vale ressaltar que os fornecedores precisam estar cientes sobre a demanda e quantidade no momento certo. Então, certifique-se que eles realmente serão capazes para que a produção não seja prejudicada por falta de material.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Visão sistêmica: Qual a importância de ter na gestão empresarial?</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/visao-sistemica-o-que-e-qual-importancia-de-ter-na-gestao-empresarial/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/visao-sistemica-o-que-e-qual-importancia-de-ter-na-gestao-empresarial/</guid>
      <pubDate>Thu, 02 Jun 2022 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Administração e gestão</category>
      <category>administração</category>
      <description>É muito provável que você já tenha ouvido falar em Visão Sistêmica, mas até onde vai seu conhecimento sobre o tema?</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>É muito provável que você já tenha ouvido falar em <strong>Visão Sistêmica.</strong> Mas até onde vai seu conhecimento sobre o tema? Pensando nos desafios atuais da <a href="https://blog.egestor.com.br/gestao/">Gestão Empresarial</a>, é interessante saber mais sobre esse assunto e aproveitar o que de melhor ele pode fazer para a sua carreira e (ou) para sua empresa.</p>
<h2 id="o-que-e-visao-sistemica">O que é visão sistêmica</h2>
<p>Visão Sistêmica é conseguir enxergar e compreender o todo por meio da análise das partes que o formam.</p>
<h3 id="o-que-significa-ter-uma-visao-sistemica-da-organizacao">O que significa ter uma visão sistêmica da organização</h3>
<p>A visão sistêmica pode se definir como uma capacidade que o profissional tem. Ela permite ver a empresa como um todo, e diante disso, consegue identificar os processos, como funcionam, como os setores se integram, como é a produção e a entrega dos produtos ou serviços ao consumidor e ao mercado.</p>
<p>Envolve ainda entender a relação do ambiente interno com o ambiente externo, como são feitos os acordos e passadas as informações. Assim, o profissional que tem todas essas características é visto como alguém que tem visão sistêmica.</p>
<h2 id="como-ter-visao-sistemica">Como ter visão sistêmica</h2>
<p>A visão sistêmica é uma habilidade que pode ser desenvolvida. Alguns passos para ter uma visão sistêmica são:</p>
<h3 id="conheca-bem-o-seu-negocio-e-o-mercado">Conheça bem o seu negócio e o mercado</h3>
<p>Além de conhecer a empresa de forma interna, é necessário entender o mercado que ela está inserida. Por isso, o trio <a href="https://blog.egestor.com.br/missao-visao-e-valores/">missão, visão e valores</a> é um indicador importante. Ou seja, é essencial que os colaboradores, gestores e o dono (ou donos) da empresa saibam onde ela quer chegar e qual é a sua posição quanto aos concorrentes e o público-alvo.</p>
<h3 id="faca-a-analise-swot">Faça a análise SWOT</h3>
<p>Uma maneira muito simples de entender como a empresa se posiciona e quais são seus diferenciais é através da <a href="https://blog.egestor.com.br/analise-swot-fofa/">análise SWOT</a>. Ela mostra as forças, fraquezas, oportunidades e ameaças da empresa, mostrando assim, onde ela pode melhorar e o que de bom ela pode anunciar.</p>
<h3 id="estude-sempre">Estude sempre</h3>
<p>Tenha em mente que tudo muda o tempo todo, o que se aprendeu há um ano atrás pode não valer mais. E isso também vale para o negócio. A empresa possui funcionários e realiza funções o tempo todo, que vão se ajustando. Quando ela começou, fazia sentido usar um método ou ferramenta, mas com o crescimento e mudanças, pode ser que esses já não sejam mais válidos. Esteja sempre atento a como as coisas funcionam.</p>
<h3 id="saia-da-sua-zona-de-conforto-empresarial">Saia da sua zona de conforto empresarial</h3>
<p>Estamos constantemente sendo testados e aprendendo. O que às vezes acreditamos ser a maneira correta, pode não ser a melhor maneira. Entenda que existem muitos métodos, muitas maneiras e, se possível, teste elas. Veja qual se encaixa melhor na sua empresa.</p>
<h2 id="o-que-e-visao-holistica-e-visao-sistemica">O que é visão holística e visão sistêmica?</h2>
<p><a href="https://marqponto.com.br/blog/sistema-de-gestao-de-pessoas/?utm_source=parceiros&amp;utm_medium=backlink&amp;utm_campaign=Visao+holistica" rel="noopener">Visão holística</a> e sistêmica são coisas diferentes. Enquanto a visão sistêmica analisa a empresa em geral, os objetivos e o contato em geral, a visão holística vê a empresa através da <a href="https://marqponto.com.br/blog/cultura-organizacional/" rel="noopener">cultura organizacional</a> e das características dos colaboradores.</p>
<h2 id="o-que-e-visao-sistemica-e-visao-estrategica">O que é visão sistêmica e visão estratégica?</h2>
<p>A principal diferença entre visão sistêmica e <a href="https://blog.egestor.com.br/visao-estrategica/">visão estratégica</a> é que a estratégica pensa no futuro, em criar uma estratégia para a empresa no futuro, enquanto a visão sistêmica foca mais em como a empresa se comporta atualmente.</p>
<h2 id="vantagens-da-visao-sistemica">Vantagens da visão sistêmica</h2>
<p>A visão sistêmica traz alguns benefícios gerais para a empresa</p>
<ul>
<li><strong>Maior conhecimento</strong>: quem possui a habilidade da visão sistêmica consegue entender um negócio de forma mais ampla, melhorando os processos.</li>
<li><strong>Correção de erros</strong>: quanto maior o conhecimento sobre a empresa, melhor serão os processos e a identificação de erros no caminho. Ainda, quanto mais cedo for identificado, mais rápido será corrigido.</li>
<li><strong>Tomada de decisões</strong>: com mais informações sobre a empresa e seu entorno, mais assertivas serão as tomadas de decisões.</li>
<li><strong>Aumenta produtividade</strong>: se um funcionário sabe sobre a empresa e sobre os projetos que trabalha, ele terá mais consciência das suas tarefas e saberá onde se quer chegar. Dessa forma, o caminho é mais rápido.</li>
</ul>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/41-4.png-2000.webp" alt="" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="qual-a-importancia-da-visao-sistemica">Qual a importância da visão sistêmica</h2>
<p>A Visão Sistêmica divide sua importância em algumas situações:</p>
<ul>
<li>Para líderes, que devem tomar conta de grandes responsabilidades, muitos setores e tomar decisões dentro da empresa. Neste cenário a visão sistêmica será essencial para o desenvolvimento de projetos e crescimento da empresa.</li>
<li>Para profissionais de Recrutamento e Seleção que devem entender sobre o que é Visão Sistêmica e buscar isso em seus candidatos.</li>
<li>Para funcionários em geral que queiram aperfeiçoar funcionalidades e ajudar a empresa a crescer, entendendo de todos os processos da corporação e das funções que cada parte deve desempenhar. O posicionamento de um profissional que utiliza a Visão Sistêmica muda. Ele entende seu papel como parte de uma engrenagem e começa a funcionar de forma organizada. Assim, entendendo que se outra parte da engrenagem não fizer o mesmo o resultado não será o ideal. Dessa forma, a empresa é otimizada com essa visão, já que seus funcionários compreendem suas posições e tarefas a serem entregues dentro do cenário organizacional.</li>
</ul>
<h2 id="a-visao-sistemica-pode-ser-desenvolvida">A visão sistêmica pode ser desenvolvida?</h2>
<p>Pode e deve ser desenvolvida por todas as pessoas, de forma gradativa e para alavancar diferentes áreas das vidas de cada um. Sendo a carreira a mais afetada positivamente. Profissionalmente falando, os que buscarem o desenvolvimento dessa capacidade estarão mais aptos a liderar e a ocupar os cargos de gestão nas empresas.</p>
<p>Já para o departamento de recrutamento e <a href="https://www.gupy.io/blog/recursos-humanos" rel="noopener">recursos humanos</a> é interessante criar treinamentos e oportunidades. Esses, fazem com que, gradativamente, os funcionários desenvolvam esse tipo de capacidade. Assim, integram projetos e fazem parte dos planejamentos atrelados a eles. Além da oportunidade é importante o incentivo para que as pessoas comecem a atuar em suas atividades já empregando a visão sistêmica. Esse é um desafio que a empresa deve se propor a vencer para ter um quadro de funcionários muito mais participativo, inteirado com as ações dentro da empresa e comprometido com o todo, já que entende as partes que o formam.</p>
<h2 id="como-a-visao-sistemica-pode-influenciar-na-lideranca-de-um">Como a visão sistêmica pode influenciar na liderança de um Gestor?</h2>
<p>Para cargos de gestão, chefia e liderança ter esse tipo de capacidade é praticamente fundamental. Já que esse tipo de colocação na empresa se trata exatamente de estar sempre à frente de diversas negociações, além das relações internas e externas. O fato de tomarem decisões, escolherem entre diversas alternativas, apostarem em inovações, definirem ações, dentre outras funções de um gestor, faz com que a visão sistêmica se torne essencial e em alguns casos até intrínseca na vida e na rotina de um cargo de liderança dentro de uma empresa.</p>
<p>Um gestor que faz bom uso da Visão Sistêmica deve ser capaz de atuar nas seguintes funções junto aos seus funcionários:</p>
<ul>
<li>Organizar;</li>
<li>Se relacionar com diversas frentes;</li>
<li>Definir metas e estratégias;</li>
<li>Alinhar pensamentos e formas de agir;</li>
<li>Administrar crises;</li>
<li>Analisar situações de risco;</li>
<li>Estar presente independentemente da área ou setor, mas disposto a oferecer auxílio dentro de outras modalidades;</li>
<li>Ponderar e avaliar;</li>
<li>Enxergar a organização como um todo.</li>
</ul>
<p>Esses são só alguns requisitos que demandam a visão sistêmica para serem executados de forma correta e contínua por um cargo de maior responsabilidade em uma corporação.</p>
<h2 id="como-desenvolver-a-visao-sistemica">Como desenvolver a visão sistêmica</h2>
<p>É preciso conhecer a fundo a empresa em que você atua, isso quer dizer que você deve conhecer os departamentos, quais são suas funções e responsabilidades e como os profissionais que neles trabalham agem e realizam suas tarefas. Isso fará com que você seja conhecedor das partes da empresa, e assim, poderá futuramente desenvolver sua visão do todo, com elementos que te façam entender como aquilo tudo funciona.</p>
<p>Além disso, é possível estudar as metas e objetivos da empresa. Isso irá te ajudar a compreender para onde a empresa vai e aonde ela quer chegar. Saber a missão, a visão e os valores da sua empresa o fará perceber como cada peça da engrenagem funciona em busca dessa tríade.</p>
<p>Utilize um profissional de formação como o Coaching, ou a <a href="https://www.slacoaching.com.br/artigos-do-presidente/o-que-e-pnl" rel="noopener">PNL</a> (programação neurolinguística), esses profissionais, que são a cara do cenário empresarial atual, lhe ajudarão a ver o que sozinho você pode não estar conseguindo. Eles podem te mover e te colocar nas situações de outras pessoas dentro da empresa e te fazer indagações que te levarão ao que almeja, o desenvolvimento da sua Visão Sistêmica.</p>
<h2 id="quais-sao-os-resultados-apos-a-insercao-da-visao-sistemica">Quais são os resultados após a inserção da visão sistêmica como fator predominante dentro da empresa?</h2>
<p>A Visão Sistêmica traz dinamismo para a empresa. Os líderes se tornam focados em mostrar o caminho e perseguir junto com sua equipe todas as metas definidas. Os funcionários que começam a desenvolver a capacidade começam a trabalhar melhor em equipe, buscando sempre, mais e mais formas de ajudar, cooperar e se destacar dentro da empresa. E assim, poderão ser vistas quebras de paradigmas, trabalhos e projetos realizados de forma excelente porque estão baseados na coletividade. E por fim, a empresa estará mais aberta para negociações e relacionamentos que visem o bem do todo.</p>
<p>Assim, o que aprendemos sobre Visão Sistêmica é que é uma capacidade de entender o todo a partir de suas partes e funcionamento de cada uma. Trazendo para o cenário empresarial é uma forma de integrar equipes e habilitar líderes para que desempenhem suas funções com maiores chances de resultados excelentes.Pudemos ver que é um tipo de habilidade que pode ser desenvolvida e que faz bem a todo e qualquer profissional que queira se capacitar e entender a fundo a empresa que o emprega, desempenhando seu papel de forma mais ampla e recompensadora.</p>
<p>Visão Sistêmica é importante, e é mais uma forma organizada e dinâmica de priorizar o trabalho, valorizar as tarefas de outros profissionais, entender como uma empresa se torna um todo, visualizando de forma clara e objetiva o que cada setor faz, ajudando na construção de uma marca que oferece produtos e serviços.</p>
<p>É também uma forma de entender a ideia de cliente versus fornecedor e o teor de qualidade que todos os processos devem ter e oferecer, criando laços e ajudando a roda a girar e a engrenagem a evoluir, dentro de seus propósitos empresariais.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Gerir uma empresa familiar: Confira 10 dicas importantes</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/como-gerir-uma-empresa-familiar/</link>
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      <pubDate>Wed, 04 May 2022 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Administração e gestão</category>
      <category>administração</category>
      <description>Característica marcante, as empresas familiares são bastante comuns. Confira as principais dicas para gerir uma empresa familiar!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Característica marcante do povo brasileiro, <strong>as empresas familiares</strong> são bastante comuns de se encontrar pelo mercado. Iniciadas a partir de um café da tarde – por que não? – essas empresas têm tudo para dar certo. Mas gerir uma empresa familiar não é tarefa fácil.</p>
<p>Quando pensamos em família nos permitimos sentir certa segurança, certo? Entretanto, no contexto empresarial tal significado pode estar mais voltado a desentendimentos e conflitos.</p>
<p>Tudo depende exclusivamente de como a organização é criada e, principalmente, de como é administrada ao longo do tempo.</p>
<p>Tomar certos cuidados e medidas é mais do que importante para manter a integridade de todos. É essencial para que o convívio familiar não seja abalado graças ao contexto empresarial e vice-versa.</p>
<p>Se você procura justamente por este equilíbrio na <a href="https://blog.egestor.com.br/gestao/">gestão</a> da sua empresa familiar, encontre neste artigo algumas dicas e técnicas que asseguram uma relação muito mais sóbria tanto em horário de expediente quanto fora dele!</p>
<p><strong>Confira 10 dicas sobre como gerir uma empresa familiar</strong></p>
<h2 id="secao-1-uma-pessoa-tem-que-liderar">1. Uma pessoa tem que liderar</h2>
<p>Liderança é a alma do negócio e, portanto, <strong>é imprescindível</strong> que alguém lidere mesmo dentro de uma empresa familiar.</p>
<p>Há casos em que os membros constituem um capital equânime, ou seja, cada um entra com o mesmo tanto de dinheiro e todos acham que são líderes, “chefes” do negócio. Isso é um equívoco!</p>
<p>Conhece aquele velho ditado que diz “muito cacique para pouco índio”? Pois é, se você não quer ver sua empresa ruir graças à competição por poder e autoridade, é essencial determinar apenas uma pessoa para ser líder, gestor e administrador da empresa.</p>
<p>Para tomar essa decisão é importante por sempre na balança as qualidades pessoais e técnicas desse representante. Também é imprescindível que esta pessoa possa se dedicar exclusivamente às atividades da organização.</p>
<p>Definido quem irá liderar a empresa, é importante que todos se conscientizem e entendam o porquê da escolha, respeitando-a.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/emma-dau-n_4iTY1KmDE-unsplash-1.jpg-2000.webp" alt="gerir uma empresa familiar" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="secao-2-defina-sempre-regras">2. Defina sempre regras</h2>
<p>Muita gente pensa que gerir uma empresa familiar significa trabalhar quando e como quiser, não justificando ausências ou até mesmo tirando férias fora de hora. Este é outro gigantesco erro!</p>
<p>Para que uma empresa cresça e tenha bons resultados, é indispensável a <strong>existência de regras</strong> que determinem como os membros da organização irão se portar.</p>
<p>É claro que é muito mais fácil lidar com imprevistos quando se está junto a pais, irmãos e tios. Porém é importante que fique claro que trabalho é trabalho. As pessoas não podem simplesmente se ausentar ou mudar rotinas e horários levianamente.</p>
<p>Para que todos tenham bons lucros no fim do mês, todos devem se empenhar nesta conquista e a definição de regras é a base para este andamento.</p>
<p>E, mais: vale ressaltar que as regras devem ser iguais para todos os membros da empresa, ok?</p>
<h2 id="secao-3-pratique-o-planejamento">3. Pratique o planejamento</h2>
<p><strong>O planejamento é a base do sucesso</strong> de qualquer tipo de empresa, seja ela familiar ou não, pequena, média ou grande. Planejar é o pontapé inicial de quem quer fazer tudo direito e bastante certo!</p>
<p>Dentro desta modalidade administrativa é possível traçar e definir metas e objetivos que devem ser sempre de conhecimento de todos.</p>
<p>A definição da missão, visão e dos valores da empresa também deve ser tratada como prioridade dentro do planejamento, visto que norteará o dia a dia de todo o negócio.</p>
<p>Uma dica bem interessante para gerir uma empresa familiar, e que vale a pena ser anotada, é que sejam marcadas reuniões periódicas com todos os membros da família que tem porcentagem no negócio. Nesses encontros serão definidos alguns planejamentos, como estabelecimento de estratégias e ações e assim por diante.</p>
<h2 id="secao-4-determine-o-salario-de-cada-membro-da-familia">4. Determine o salário de cada membro da família</h2>
<p>Assim como nos casos em que a empresa é constituída por uma só pessoa, a empresa familiar não deve ter todo o seu lucro tratado como fonte de renda dos sócios. Pelo contrário, é essencial que os pró-labores estejam previstos nas planilhas de gastos, sendo que a diferença deverá sempre ser aplicada no próprio empreendimento.</p>
<p>Assim como em qualquer outro trabalho, cada pessoa terá seu salário mensal para receber da empresa e isso independente de seus lucros ou até mesmo prejuízos.</p>
<p>A determinação do salário dos membros da família que trabalham na empresa pode ser uma das tarefas mais complexas visto que todos podem querer receber igual, mesmo que nem sempre seja justo, ou um ou outro queira a mais devido a sua dedicação, algo que pode não ser entendido.</p>
<p>Uma boa base para determinar esses valores, portanto, é estabelecer um teto de retirada para todos os donos e dividi-lo de acordo com as porcentagens. Para aqueles que trabalham diretamente na empresa, ainda é necessário calcular um salário condizente com a função e com o mercado.</p>
<h2 id="secao-5-controle-financeiro-e-essencial">5. Controle financeiro é essencial</h2>
<p>Depois de ter acordado os salários e pró-labores da empresa é hora de fazer o <strong>planejamento financeiro</strong>. Esse controle é uma das partes mais importantes da organização. Afinal, sem dinheiro a empresa está fadada ao fracasso.</p>
<p>Assim como em qualquer outro negócio é preciso estar sempre atento às oportunidades de reduzir custos, sejam eles operacionais ou até mesmo tratando-se de capital humano.</p>
<p>Outro ponto importante para gerir uma empresa familiar é que as diferenças positivas no fim de cada mês devem ser bem aproveitadas, investindo-se ou até mesmo reservando para outros momentos de maior precisão.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/22-7.png-2000.webp" alt="" width="2000" height="1335"></p>
<h2 id="secao-6-descreva-todas-as-funcoes-e-atribuicoes-de-cada-um">6. Descreva todas as funções e atribuições de cada um</h2>
<p>O que você faz dentro da empresa? Se você não sabe essa resposta com exatidão com certeza é hora de pensar nesse assunto.</p>
<p>Cada pessoa é importante e fundamental para o andamento das atividades e você sabia que se ela não souber ao certo qual a sua função, toda a organização pode sair prejudicada?</p>
<p>Pois é! Assim como em qualquer outro tipo de empreendimento, dar ciência do que é o cargo e quais as suas principais atribuições é realmente importante para que todas as tarefas caminhem sem problemas.</p>
<p>Para auxiliar nesta etapa, a dica é consultar o que os profissionais do mercado fazem nas tarefas pesquisadas e aplicar muito dessas observações no cotidiano do próprio negócio.</p>
<p>Se possível, crie um documento com a explicação de cada tarefa, quais as responsabilidades e encargos e assim por diante para que não restem mais dúvidas.</p>
<h2 id="secao-7-saiba-como-tratar-os-funcionarios-familiares">7. Saiba como tratar os funcionários / familiares</h2>
<p><strong>Respeito</strong> é a palavra que deve imperar em ambos os contextos, seja dentro de uma sala de reuniões ou dentro de uma sala de jantar no feriado prolongado. Ainda assim, é importante ter em mente que no ambiente empresarial certas atitudes são melhores aceitas ou vice versa.</p>
<p>Haja molejo!</p>
<p>Um dos principais desafios é comumente visto quando pais têm que se reportar aos filhos dentro da empresa, tios que precisam aceitar as instruções de sobrinhos e assim por diante. Até mesmo entre irmãos pode ser bem complicado.</p>
<p>Evidentemente dentro da empresa o tratamento deve ser mais focado no profissionalismo. Sempre com muito respeito, pode ser necessário chamar a atenção e até mesmo corrigir atitudes dos familiares.</p>
<p>E tudo isso pede zelo, certo?</p>
<h2 id="secao-8-jamais-tome-decisoes-com-base-em-emocoes">8. Jamais tome decisões com base em emoções</h2>
<p>Uma dica realmente importante tratando de como gerir uma empresa familiar é tomar cuidado para <strong>não misturar emoções e situações do dia a dia familiar com empresarial</strong>.</p>
<p>É preciso ser extremamente sábio e paciente para não incorrer em erros e misturar as coisas!</p>
<p>Por isso mesmo a dica é sempre esperar a poeira baixar antes de tomar qualquer eu seja a decisão. Lembre-se que mais do que um funcionário, a pessoa pode ser um parente e a repercussão pode ter gigantescas proporções.</p>
<h2 id="secao-9-sempre-alinhe-interesses">9. Sempre alinhe interesses</h2>
<p>Entretanto, não é porque a empresa é familiar que todas as tomadas de decisão devem levar em conta cada um dos membros e suas respectivas opiniões.</p>
<p>Para se manter no mercado, na maior parte das vezes, será necessário <strong>pôr em primeiro plano o interesse da organização</strong> e não o que cada um pensa sobre o lugar.</p>
<p>Lembra-se do planejamento que foi citado lá nas primeiras dicas deste artigo? Procure sempre deixá-lo como norte do empreendimento. Pois assim eliminam-se as vontades pessoais e fica sempre em evidência aquilo que realmente importa para a empresa.</p>
<p>Focar nos resultados é nas melhores trajetórias para atingi-lo é o plano essencial do crescimento de uma empresa familiar.</p>
<h2 id="secao-10-se-necessario-a-demissao-e-a-valida">10. Se necessário, a demissão é a válida</h2>
<p>Ainda sobre os interesses da organização, pode ser que em certo momento seja averiguada a necessidade de demitir, ou dispensar, uma pessoa da empresa familiar.</p>
<p>Seja por corte de gastos, quando essa pessoa tem salário além da participação, seja por disparidades no modo de trabalho, colocar na balança tudo e decidir é um dos momentos mais difíceis para um administrador destes negócios.</p>
<p>Se demitir já é difícil quando você não tem uma relação estreita com o profissional, com certeza demitir um parente é muito mais complicado.</p>
<p>Ainda assim, um bom gestor não pode fechar seus olhos para não ter que tomar esta atitude.</p>
<p>Em alguns casos, o futuro da empresa dependerá exclusivamente de ações drásticas e quem deve tomar a frente na hora de tomá-las é o líder, é claro.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/10-9.png-1024.webp" alt="gerir uma empresa familiar" width="1024" height="683"></p>
<h2 id="dica-bonus-separe-os-assuntos">DICA BÔNUS: Separe os assuntos!</h2>
<p>Tratando-se do tema como gerir uma empresa familiar evidentemente não poderia faltar uma dica que falasse exclusivamente da separação de assuntos, não é mesmo? E é justamente por isso que ela está aqui, separada das demais!</p>
<p>Uma das maiores dificuldades encontradas na administração de empresas familiares é a falta de preparo que as pessoas têm para não misturar assuntos.</p>
<p>É realmente complicado, porém os poucos que conseguem e dão dicas são também os responsáveis por empresas familiares de sucesso!</p>
<p>Você quer isso para o negócio da sua família? Então saiba separar os assuntos. Durante o expediente não é hora de falar sobre os problemas da relação marido, mulher, pai e filho ou das desavenças entre irmãos. É hora de todos serem colaboradores e pronto!</p>
<p>Da mesma forma, ao chegar em casa ou nos finais de semana, não é hora de falar de trabalhar, resolver problemas do negócio ou discutir possibilidades e estratégias, é hora de curtir momentos de tranquilidade e companheirismo.</p>
<p>Evidentemente, gerir uma empresa familiar na teoria é muito mais fácil do que na prática. Porém, com um pouco de empenho e muita força de vontade de todas, é possível assumir esta postura, amplamente benéfica tanto para a relação familiar quanto empresarial. Pratique!</p>
<h2 id="e-possivel-manter-a-cultura-familiar-e-ainda-assim">É possível manter a cultura familiar e ainda assim profissionalizar a empresa?</h2>
<p>Falando um pouco sobre uma das dúvidas mais comuns dos empresários que administram negócios familiares, é possível sim investir em modernização sem ter que colocar a cultura familiar em risco.</p>
<p>Essa profissionalização pode se dar de várias formas. Uma delas é a partir de treinamentos dos membros, outra com a implantação de sistemas que agilizam e otimizam a qualidade do negócio.</p>
<p>Em ambos os casos, é totalmente viável e possível melhorar o empreendimento sem ter que abrir mão da estruturação familiar que, inclusive, pode ser mantida até mesmo quando a empresa cresce e se expande a ponto de exigir a contratação de mais profissionais vindos do mercado.</p>
<p><a href="https://open.spotify.com/episode/2AeA10G7lhZ3ynMLtCAiFL?si=b44b0f7b909e4540" rel="noopener">Ver no Spotify</a></p>
<h2 id="sucessao-treine-as-novas-geracoes-para-assumir-os-cargos-do">Sucessão: treine as novas gerações para assumir os cargos do negócio</h2>
<p>Por fim, uma super dica para gestores e líderes das empresas familiares é estar sempre de olho nas novas gerações para treinar outros para assumirem os cargos.</p>
<p>Levando sempre em conta as qualidades pessoais de cada um e seus próprios desejos e sonhos, é possível treinar desde cedo excelentes profissionais para tomar o posto depois de alguns anos.</p>
<p>Essa é, aliás, uma das bases para que a empresa continue sendo familiar, afinal, se ninguém assumir, por exemplo, o papel de gestor e o negócio tiver que contratar profissionais externos, parte da cultura familiar se perde, mesmo que com a nova contratação venham também novas estratégias e boas alternativas para a empresa.</p>
<p>Enfim, gerir uma empresa familiar não é nada fácil, porém tem tudo para dar certo! Os laços sanguíneos podem ser incrivelmente fortes em meio ao ambiente hostil que é o mercado e cabe a cada empreendimento, bem como família, saber como administrar tudo isso da melhor forma, sempre focando em resultados para todos!</p>
<p>Gostou das dicas desse artigo? Está pronto para gerir a empresa da sua família? Aproveite e compartilhe esse conteúdo com os demais membros da organização!</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>SAAS: entenda as vantagens desse serviço para o seu negócio</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/software-as-a-service-compreenda-as-vantagens-desse-servico-para-o-seu-negocio/</link>
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      <pubDate>Thu, 24 Mar 2022 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Sistema de Gestão</category>
      <category>administração</category>
      <description>O SAAS, ou Software As A Service, é uma forma simplificada de transformar um software em um serviço. Confira as vantagens desse serviço!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Quando você escolhe um filme no Netflix, não se imagina mais saindo de casa para alugar uma fita, não é mesmo? Na hora de fazer uma playlist para festas ou aproveitar uma já feita no Spotify também não se lembra de como era o Kazaa? Tecnologia é isso, muda o tempo todo. É disruptiva, acaba com serviços tradicionais, se reinventa. O <strong>Saas</strong> ou Software as a Service, bebe da mesma fonte: novas maneiras de realizar antigos processos.</p>
<p>A computação em nuvem não é mais uma tendência, mas sim, uma realidade em várias empresas. E o consumo dos SaaS também começou há algum tempo com soluções como o Google Drive, por exemplo.</p>
<p>A evolução acontece e diante dela, empreendedores conseguem estabelecer suas <em><a href="https://blog.egestor.com.br/startup-saas/">startups</a></em>, podendo iniciá-las em uma garagem e ainda assim estão inseridos em mercados muito maiores do que eles.</p>
<p>Os sistemas Saas possuem a sua operação totalmente online, sendo necessária apenas uma boa conexão a internet para tal. Por meio destes softwares, as empresas podem armazenar os seus processos de uma forma extremamente segura, sem a necessidade de um servidor específico.</p>
<p>Se você se interessou pelo assunto, fique com a gente até o final do post, pois vamos nos aprofundar a respeito do SaaS e suas vantagens!</p>
<h2 id="o-que-e-um-saas">O que é um SaaS?</h2>
<p>Hoje em dia, existem vários tipos de <a href="https://blog.egestor.com.br/saas/">SaaS</a> no mercado: para ouvir música, para gerenciar o controle financeiro de empresas, para acompanhar o funil de vendas e muitos mais. Talvez você já use um e não perceba em algum aplicativo de vídeo sob demanda ou mesmo gestão de tarefas.</p>
<p>Também chamados de software na web, software sob demanda ou software hospedado. O SaaS é portanto a uma plataforma web baseada na nuvem.</p>
<p>Você deve lembrar que, antigamente, para instalar qualquer programa no seu computador, isso dependia de um disquete, um CD-ROM, até chegar a um pen drive.</p>
<p>Esse modelo de negócios faz a distribuição, implantação, atualização e manutenção totalmente por meio de uma plataforma na internet. Assim, não é mais necessário instalar um software e ter que ficar atento à manutenção desses serviços.</p>
<figure><a href="https://youtu.be/KjrhWY7VcN8" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-KjrhWY7VcN8.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<h2 id="alguns-exemplos-de-empresas-saas">Alguns exemplos de empresas SaaS</h2>
<ul>
<li><strong>LinkedIn</strong>: trata-se da maior rede social de caráter profissional do mundo. Através do LinkedIn é possível gerenciar os seus contatos profissionais, realizar entrevistas de emprego, analisar currículos, recrutar novos profissionais e captar novos clientes para a sua empresa de uma forma totalmente online;</li>
<li><strong>RD Station</strong>: é o principal software brasileiro de inbound marketing, o qual permite a automação de todos os seus leads e realiza um monitoramento aprofundado de todas as suas estratégias de marketing digital.</li>
<li><strong>eGestor:</strong> no mercado desde 2009 e já com mais de 10.000 clientes em todo o Brasil, o eGestor é um sistema de gestão empresarial na nuvem, que permite a automatização de diversos processos para as empresas, como controle de estoque e financeiro, gerenciamento de compras e vendas, emissão de relatórios gerenciais, dentre muitas outras funcionalidades. Tudo de uma forma totalmente online a partir de qualquer computador, tablet ou smartphone.</li>
</ul>
<h2 id="quais-saos-as-vantagens-de-adotar-o-saas-na-minha-empresa">Quais sãos as vantagens de adotar o SaaS na minha empresa?</h2>
<p>Os Software as a Service já são queridinhos de muita gente, mas alguns empresários ainda sentem insegurança quanto a deixar suas informações na nuvem. Vamos mostrar algumas vantagens desse tipo de plataforma para que a falta de informação não seja um impeditivo:</p>
<h3 id="seguranca">Segurança</h3>
<p>Um software de prateleira não garante segurança. Você lembra do caso do ataque cibernético que aconteceu em maio de 2017? Segundo a agência de notícias Reuters, 200 mil pessoas foram afetadas em mais de 150 países pelo vírus <em>Wanna Cry</em>.</p>
<p>O <em>ransonware</em> bloqueou computadores em hospitais, escolas e em comércios. O vírus se espalhou por uma brecha no sistema da Microsoft que podia ter sido evitada por uma atualização do programa.</p>
<p>Com um <a href="https://blog.egestor.com.br/saas/">SaaS</a>, isso provavelmente não teria acontecido, pois não é o usuário que faz a atualização — a plataforma é atualizada pelo seu provedor. Além disso, eles asseguram de que toda a transmissão de dados é protegida por códigos específicos.</p>
<h3 id="manutencao-mais-facil">Manutenção mais fácil</h3>
<p>Como já vimos, os programas tradicionais voltados para empresas ou para o cliente individual possuem atualizações anuais de versão. Essas versões geralmente custam um pouco a mais e sempre são lançadas em pacotes de uma vez só.</p>
<p>Já o SaaS leva vantagem nesse quesito. Como o uso da ferramenta fornece diariamente para os desenvolvedores todos os erros que podem ser melhorados, as atualizações são mais constantes.</p>
<p>Quem está usando a plataforma não percebe as pequenas melhorias e elas são implementadas de forma transparente, ou seja, sem que os clientes percebam.</p>
<h3 id="menos-tempo-no-processo-de-integracao">Menos tempo no processo de integração</h3>
<p>Você já teve que contratar um time de tecnologia da informação para adotar uma ferramenta na sua empresa por que não conseguia integrá-la com as soluções que já utilizava? Esse tempo acaba com o SaaS. Os fornecedores dessas plataformas já estão acostumados a desenvolver aplicativos de integrações direto da ferramenta.</p>
<p>Isso economiza tempo e dinheiro para a sua. O fato de não necessitar de nenhuma instalação em um servidor específico e configuração permite com que as empresas possam utilizar a ferramenta imediatamente.</p>
<h3 id="investimento-menor">Investimento menor</h3>
<p>Uma outra vantagem é a financeira. Como as plataformas estão na nuvem, você não vai precisar mais manter servidores enormes em salas climatizadas. O custo com as licenças também pode ser menor por ser mais adaptável para o tamanho que você precisa.</p>
<h3 id="escalabilidade">Escalabilidade</h3>
<p>E por falar em adaptação, os SaaS são altamente recomendáveis para empresas que crescem de forma rápida. A compra de licenças pode ser ampliada com um novo contato com o provedor de serviços ou, em alguns casos, no próprio site da ferramenta.</p>
<h3 id="maior-eficiencia">Maior eficiência</h3>
<p>A adaptação também é de quem a usa. Por ser uma solução especializada, os SaaS são muito voltados para a experiência do usuário e por isso, são muito fáceis de serem utilizadas, tornando a adesão da sua equipe mais rápida e prática. Além disso, algumas funcionalidades podem ser testadas antes de serem implementadas, o que facilita o treinamento dessas equipes.</p>
<h3 id="suporte-via-plataforma">Suporte via plataforma</h3>
<p>Outro ponto importante do Software as a Service é o suporte online. Você tem uma dúvida e ela é resolvida na mesma hora. Eles ainda enviam dicas para o uso e avisos sobre atualizações da ferramenta.</p>
<h3 id="mobilidade">Mobilidade</h3>
<p>Por se tratar de uma plataforma web, o SaaS pode ser acessado de qualquer lugar do mundo com um ponto de internet. Você pode ter acesso ao seu controle de estoque, planilhas financeiras, enfim, tudo na mesma hora sem barreiras geográficas.</p>
<h3 id="variedades-de-pacotes">Variedades de pacotes</h3>
<p>As empresas desenvolvedoras de SaaS oferecem diferentes opções para os seus contratantes, que podem escolher o pacote com o melhor custo benefício para as suas necessidades. Em caso de se desejar uma opção mais completa, é possível solicitar as alterações desejadas.</p>
<h2 id="devo-implementar-o-saas-na-minha-empresa">Devo implementar o SaaS na minha empresa?</h2>
<p>Com tantas vantagens, os ganhos de competitividade para o seu negócio podem diferenciá-lo dos seus concorrentes. Uma solução SaaS pode ser utilizada tanto em grandes quanto em pequenas empresas. Assim, a tecnologia empregada em ambas pode ser a mesma, não as diferenciando nesse aspecto. Porém, pode desenvolver o <a href="https://www.agatetepe.com.br/micro-saas/" rel="noopener">micro-SaaS</a> que foca somente em um nicho específico.</p>
<p>Para contratar um serviço desses, primeiro você tem que avaliar seus processos internos e levantar suas necessidades. A fórmula do sucesso está em integrar os processos com as ferramentas.</p>
<p>Aliar o processo de marketing a uma ferramenta de CRM ou seu financeiro a uma SaaS de gestão é indicado para quem quer fazer sua empresa evoluir e alcançar níveis mais produtivos sem aumentar custos.</p>
<p>Como vimos, o Software as a Service é uma solução que pode ser adaptada a qualquer empresa. É uma tendência já consolidada e com possível expansão. Alguns empresários pensam até em disponibilizar serviços dessa forma. Vemos muito isso em companhias que estimulam a inovação dentro de casa como o Google e a Microsoft. A sua pode ser a próxima.</p>
<h2 id="como-utilizar-uma-ferramenta-saas">Como utilizar uma ferramenta SaaS?</h2>
<p>Para extrair o máximo de benefícios de um sistema SaaS, é preciso seguir algumas medidas. É importante analisar ao máximo as mais variadas estatísticas e informações sobre os seus clientes, que são disponibilizadas pelas plataformas SaaS.</p>
<p>Esse tipo de sistema também possibilita a personalização por parte dos usuários, que podem implementar novas interações sem a necessidade de esperar pelo lançamento de um novo software. No momento de configurar o seu software, é importante estimular o feedback de seus clientes, para avaliar remodelação do sistema de acordo com as suas necessidades.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Como motivar sua equipe? Veja 11 dicas!</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/como-motivar-sua-equipe/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/como-motivar-sua-equipe/</guid>
      <pubDate>Tue, 08 Mar 2022 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Gestão de pessoas</category>
      <category>administração</category>
      <description>Como motivar sua equipe? Veja 10 dicas! 1. Seja presente 2. Planejamento estratégico 3. Trabalho em equipe 4. Valorize ideias 5. Parcerias...</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p><strong>Motivar sua equipe</strong> é algo que precisa ser trabalhado a todo momento e para fazer de forma assertiva é preciso que o gestor leve em consideração muitos fatores.</p>
<p>O principal deles é que é necessário saber quais são as motivações pessoais de cada colaborador da equipe, de verdade. Parece trabalhoso e difícil, porém é um trabalho muito importante, já que é feito conforme a necessidade de cada um e é conforme os sonhos e desejos que os diferentes modelos de <a href="https://blog.egestor.com.br/dinamicas-de-grupo-para-motivacao-de-equipe/">motivação</a> dão mais certo.</p>
<p>Assim, foque em entender que necessidades básicas como alimentação, casa e mais especificamente no trabalho, ter bons equipamentos e locais adequados não são fatores que motivam ninguém, são coisas básicas que permitem que seja feito o trabalho no dia a dia. Ou seja, se nem as necessidades básicas são atendidas, não existe nenhuma maneira de conseguir motivar sua equipe.</p>
<p>O mínimo que uma pessoa espera do seu trabalho é estar em um local seguro, que tenha uma iluminação adequada, que esteja sempre limpo e que tenha equipamentos e treinamentos adequados para a realização das tarefas. O mínimo de conforto também é esperado, assim como estar em um lugar que não fira sua saúde.</p>
<p>Esse é o estágio inicial de uma motivação: oferecer um local onde o colaborador possa se sentir à vontade para ajudar a empresa a conquistar seus objetos e trabalhar da melhor maneira possível.</p>
<p>Depois disso, existem muitas maneiras de conseguir engajar uma equipe; motivar pessoas para entregarem mais do que é esperado delas, transformá-las em trabalhadores extraordinários. Tudo parte da motivação, pode ter certeza.</p>
<p>Separamos dez dicas e ações mais práticas de <strong>como motivar sua equipe</strong>. São coisas simples que podem fazer toda a diferença no dia a dia dos colaboradores. Sempre lembre de prestar atenção nas necessidades de cada indivíduo!</p>
<ol>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/como-motivar-sua-equipe/#presente">Seja presente mostrando apoio e também interesse</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/como-motivar-sua-equipe/#planejamento">Traga os colaboradores para o planejamento estratégico da empresa</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/como-motivar-sua-equipe/#equipes">Trabalhe com equipes integradas</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/como-motivar-sua-equipe/#valorize">Valorize qualquer ideia e iniciativa</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/como-motivar-sua-equipe/#parcerias">Faça parcerias para oferecer benefícios</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/como-motivar-sua-equipe/#metas">Trabalhe com metas</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/como-motivar-sua-equipe/#diferenciado">Sempre reconheça colaboradores que fazem um trabalho diferenciado</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/como-motivar-sua-equipe/#exemplo">Seja um exemplo</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/como-motivar-sua-equipe/#feedbacks">Não economize nos feedbacks</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/como-motivar-sua-equipe/#comemore">Comemore sempre que possível</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/como-motivar-sua-equipe/#treinamentos">Realize treinamentos constantemente</a></li>
</ol>
<figure><a href="https://youtu.be/huOyWMY2DO4" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-huOyWMY2DO4.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<h2 id="secao-1-seja-presente-mostrando-apoio-e-tambem-interesse">1. Seja presente mostrando apoio e também interesse</h2>
<p>Seja um gestor acessível, educado, comprimente as pessoas com um bom dia, fale com seus colaboradores e pergunte como eles estão; mas, mostre e seja sincero quando fizer isso, os colaboradores sentem quando o gestor é cínico ou falso em momentos como esse. <strong>Quando a equipe enxerga que o gestor está próximo dela, ele consegue motivar sua equipe e ela quer mostrar a ele o seu trabalho</strong>.</p>
<p>Ainda, conheça seus colaboradores, entenda as necessidades deles para melhorar as relações internas. Assim, é possível tanto encaminhar um colaborador para um caminho que combina melhor com ele, ou, criar treinamentos que sejam mais efetivos.</p>
<p>Também, quando se conhece as pessoas que se trabalha junto, o clima organizacional acaba por melhorar. Dessa forma, as relações interpessoais e internas na empresa, fazem com o que o ambiente seja mais leve e, que seja mais fácil de trabalhar.</p>
<h2 id="secao-2-traga-os-colaboradores-para-o-planejamento-estrategico-da">2. Traga os colaboradores para o planejamento estratégico da empresa</h2>
<p>Uma grande motivação para motivar sua equipe é fazer com que eles <strong>enxerguem onde a empresa quer chegar</strong> e o que cada um deles precisa fazer para isso acontecer. Ou seja, saber quais <a href="https://blog.egestor.com.br/estrategia-oceano-azul-blue-ocean/">estratégias</a> precisam ser desenvolvidas e qual o papel daquele colaborador na engrenagem da empresa, faz com que ele fique mais motivado. Quando um trabalhador enxerga onde faz a diferença, se torna muito mais motivado para ajudar a empresa a chegar lá.</p>
<h2 id="secao-3-trabalhe-com-equipes-integradas">3. Trabalhe com equipes integradas</h2>
<p><strong>Fazer com que as equipes conheçam o trabalho das outras e saibam da importância de cada um dentro da empresa, é um diferencial muito grande na hora de motivar sua equipe.</strong></p>
<p>Deixar o time mais unido com certeza faz com que ele se sinta mais engajado em se ajudar. Assim, diálogos são sempre importantes dentro de empresas e é isso o que faz com que o trabalho flua de uma maneira mais leve e todos saibam como podem ajudar os outros colegas e se <a href="https://blog.egestor.com.br/motivacao-de-equipes-como-envolver-todos-os-setores-nas-metas-de-negocios/">motivem</a> a fazer isso.</p>
<p>Ainda, promova o trabalho em equipe. Todos os setores têm suas funções, mas elas são codependentes. Por exemplo, o setor comercial precisa do setor de marketing, o setor de pós-venda precisa do setor comercial. Dessa forma, não é bom para o negócio ter essas equipes muito separadas, e sim, criar uma ideia de empresa em sua totalidade.</p>
<h2 id="secao-4-valorize-qualquer-ideia-e-iniciativa">4. Valorize qualquer ideia e iniciativa</h2>
<p>A maioria dos trabalhadores passam a vida buscando reconhecimento. Por isso é importante valorizar qualquer ideia ou iniciativa que parta da equipe, mesmo que ela não seja exatamente o que se estava buscando, na hora que se valoriza uma ideia se abre uma porta para que novas ideias sejam colocadas para fora.</p>
<p><strong>A valorização pode ser feita com um elogio, ou até mesmo com prêmios e bonificações, quando forem iniciativas que realmente façam a diferença na empresa.</strong> Uma ótima forma de motivar sua equipe.</p>
<h2 id="secao-5-faca-parcerias-para-oferecer-beneficios">5. Faça parcerias para oferecer benefícios</h2>
<p>Esse tipo de benefício motiva muito os funcionários. Muitas empresas fecham parcerias com escolas, academias, bares, restaurantes, cinemas e proporcionam descontos aos colaboradores, que sentem qu<strong>e a empresa está pensando no seu bem-estar fora do ambiente de trabalho também</strong>.</p>
<p>Os colaboradores se sentem cuidados pelas empresas e enxergam que são valorizados tanto dentro quanto fora do dia a dia de trabalho.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/15-9.png-2000.webp" alt="" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="secao-6-trabalhe-com-metas">6. Trabalhe com metas</h2>
<p>O ser humano é movido por desafios. Por isso, não existe nada pior do que trabalhar sem saber o que precisa ser atingido e qual o objetivo de todo esse esforço. Estabeleça <a href="https://blog.egestor.com.br/definir-metas/">metas</a> e premiações para equipes que baterem as metas como forma de motivar sua equipe. Dessa forma elas se engajam e enxergam um propósito maior pelo qual acordar todos os dias.</p>
<p>Mas lembre-se de ser realista com as metas e mais importante ainda, tenha certeza que os colaboradores estão a par das metas estipuladas.</p>
<h2 id="secao-7-sempre-reconheca-colaboradores-que-fazem-um-trabalho">7. Sempre reconheça colaboradores que fazem um trabalho diferenciado</h2>
<p>Mesmo que pareça ruim reconhecer um funcionário ou outro, essa é uma maneira de mostrar que certas atitudes são dignas de reconhecimento. Dessa forma, fica claro para o resto da equipe que o para entregar um bom trabalho é recompensado.</p>
<p>Mas tome cuidado para não diminuir ninguém; o reconhecimento deve acontecer por um bom trabalho de uma pessoa, sem comparações e sem diminuir o trabalho dos colegas.</p>
<p>Entenda também que reconhecimento não é apenas elogios e financeiro, mesmo que eles sejam sempre bem vindos. E mais, celebre a sua equipe como um todo. Se um setor bateu alguma meta, faça uma comemoração para ele ou presenteie todos os colaboradores com algo.</p>
<h2 id="secao-8-seja-um-exemplo">8. Seja um exemplo</h2>
<p>A frase "faça o que eu digo não faça o que eu faço" não se encaixa em um gestor que busca motivar sua equipe. Ser o exemplo é a melhor maneira de engajar a equipe e <strong>fazer com que eles trabalhem para alguém que admiram</strong>, dessa maneira eles se sentem inspirados a trabalhar e sentem que podem ser como você um dia.</p>
<h2 id="secao-9-nao-economize-nos-feedbacks">9. Não economize nos feedbacks</h2>
<p><strong>Dar <a href="https://blog.egestor.com.br/como-dar-feedback-para-seus-funcionarios/">feedback</a> é o que faz com que a equipe enxergue os problemas para consertá-los, e também veja tudo que está dando certo no seu trabalho</strong>.</p>
<p>Uma equipe que não recebe feedbacks dificilmente muda o jeito de trabalhar e se motiva a melhorar, pois não sabe exatamente como fazer isso. É responsabilidade do gestor ajudar sua equipe a enxergar falhas e também pontos positivos no trabalho.</p>
<p>Lembre-se que o feedback não é apenas quando algo está errado, mas sim, para demonstrar para o colaborador o que está acontecendo e como está o trabalho dele. Muitas pessoas não se sentem confortáveis fazendo essas perguntas, então esteja sempre aberto e repasse essas informações quando possível.</p>
<h2 id="secao-10-comemore-sempre-que-possivel">10. Comemore sempre que possível</h2>
<p>Quando as metas são alcançadas, quando um trabalho é muito bem feito, quando algum colaborador teve uma conquista pessoal, ou apenas para confraternizar depois de uma semana intensa de trabalho, tente sempre trazer sua equipe para fora do ambiente de trabalho para criar laços com as pessoas.</p>
<p>Esses momentos são muito apreciados e com certeza deixam o pessoal muito mais motivado e feliz!</p>
<h2 id="secao-11-realize-treinamentos-constantemente">11. Realize treinamentos constantemente</h2>
<p>Muitos gestores vêem treinamentos como gastos, mas pelo contrário, eles são um investimento. Realizar treinamentos constantes mostra aos colaboradores que a empresa está realmente investindo no conhecimento deles. Assim, há mais esforço para fazer um trabalho melhor, e mais motivação!</p>
<p>Esses treinamentos também fazem com que a rotatividade da empresa diminua, criando mais laços e motivando mais a equipe.</p>
<p><a href="https://blog.egestor.com.br/ebook-gestao-de-pequenas-equipes/"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Banner_GuiadeGestaodeEquipesCalltoAction.png-760.webp" alt="Guia de Gestão de Equipes" width="760" height="140"></a></p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener">Teste o eGestor gratuitamente!</a></p>]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/11.-1.jpg" type="image/jpeg" length="332682"/>
    </item>
    <item>
      <title>Controle de contas a receber: 7 dicas para a sua empresa</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/controle-de-contas-a-receber-7-dicas-para-a-sua-empresa/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/controle-de-contas-a-receber-7-dicas-para-a-sua-empresa/</guid>
      <pubDate>Mon, 28 Feb 2022 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Sistema de Gestão</category>
      <category>Controle Financeiro</category>
      <category>administração</category>
      <category>contas a pagar e receber</category>
      <description>Realizar um controle de contas a receber em sua empresa é muito importante. Confira 7 dicas que podem lhe auxiliar neste processo!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>O processo de <strong>controle de contas a receber</strong> é de absoluta importância para a estabilidade financeira de qualquer micro ou pequena empresa.</p>
<p>Entretanto, muitos empreendedores encontram certa dificuldade em gerenciar este processo de uma forma eficiente. Isso porque ainda não possuem experiência em relação ao controle financeiro à frente de seus negócios.</p>
<p>O controle de contas a receber é essencial para as empresas manterem uma boa organização financeira e assim melhorarem os seus resultados. Com a projeção de futuros valores que irão reforçar o seu orçamento empresarial, é possível analisar a possibilidade de realizar novos investimentos ou aumentar a folha de pagamento, dentre outras ações estratégicas.</p>
<p>Uma empresa sem controle de suas contas não possui uma visão exata a respeito de sua situação orçamentária. À medida que não enxerga com clareza a necessidade de capital, ela não consegue lidar com futuras despesas. E assim, não consegue realizar uma projeção de caixa a médio e longo prazo.</p>
<p>Pensando nisso, selecionamos 7 dicas que podem te ajudar a otimizar o processo de controle de contas a receber em sua empresa e assim realizar uma gestão financeira mais eficiente de seu negócio. Confira!</p>
<ul>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/controle-de-contas-a-receber-7-dicas-para-a-sua-empresa/#h-1-mantenha-organizacao">1. Mantenha organização</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/controle-de-contas-a-receber-7-dicas-para-a-sua-empresa/#h-2-nao-faca-o-controle-manualmente">2. Não faça o controle manualmente</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/controle-de-contas-a-receber-7-dicas-para-a-sua-empresa/#h-3-estimule-o-pagamento-adiantado-por-parte-de-seus-clientes">3. Estimule o pagamento adiantado por parte de seus clientes</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/controle-de-contas-a-receber-7-dicas-para-a-sua-empresa/#h-4-antecipe-se-a-inadimplencia">4. Antecipe-se à inadimplência</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/controle-de-contas-a-receber-7-dicas-para-a-sua-empresa/#h-5-analise-os-dados-dos-clientes-antes-de-efetuar-a-liberacao-do-credito">5. Analise os dados dos clientes antes de efetuar a liberação do crédito</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/controle-de-contas-a-receber-7-dicas-para-a-sua-empresa/#h-6-nao-conte-com-os-valores-a-receber-antes-do-tempo">6. Não conte com os valores a receber antes do tempo</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/controle-de-contas-a-receber-7-dicas-para-a-sua-empresa/#h-7-nbsp-utilize-um-software-de-gestao-financeira">7. Utilize um software de gestão financeira</a></li>
</ul>
<h2 id="secao-1-mantenha-organizacao">1. Mantenha organização</h2>
<p>É importante organizar todas as suas contas de acordo com os seus respectivos prazos de recebimento. Possuir este rigoroso controle evita que você realize cobranças em datas indevidas para os seus clientes e também possa se precaver mais facilmente contra situações de inadimplência.</p>
<p>Neste sentido, também é importante analisar o perfil de seus clientes em relação a agilidade de pagamento. Quais deles costumam efetuar pagamentos mais adiantados? Quais costumam atrasar?</p>
<p>São informações importantes para que se possa fazer uma projeção adequada de todas as contas a serem recebidas pela sua empresa. Para que você consiga realizar um controle eficiente de sua clientela, é recomendável utilizar um bom programa de cadastro de clientes.</p>
<h3 id="tenha-disciplina-com-seu-fluxo-de-caixa">Tenha disciplina com seu fluxo de caixa</h3>
<p>O primeiro passo para melhorar significativamente o controle de contas a receber é integrar os lançamentos no <a href="https://blog.egestor.com.br/fluxo-de-caixa/">fluxo de caixa</a> de maneira organizada e precisa. Isso é feito registrando os valores de cada conta e suas respectivas datas de vencimento.</p>
<p>Isso vai permitir, inclusive, que você adapte seu fluxo de recursos conforme as datas em que o dinheiro efetivamente entra na empresa. Assim, é mais simples de equilibrar entradas e saídas, para absorver o capital necessário antes dos prazos estipulados para satisfazer suas obrigações.</p>
<h2 id="secao-2-nao-faca-o-controle-manualmente">2. Não faça o controle manualmente</h2>
<p>O controle de contas a receber por parte da sua empresa, até pode ser feito em um caderno ou agenda. Entretanto, estes métodos são um tanto quanto ultrapassados se comparado a recursos mais informatizados, como a nossa planilha de fluxo de caixa disponibilizada gratuitamente para download.</p>
<p>Por meio da planilha, você pode fazer um gerenciamento de todas as contas que já foram efetivamente recebidas e as que ainda estão projetadas. Assim como em relação a todas as contas a pagar. A planilha permite uma gestão rápida e eficiente de todas as movimentações financeiras da sua empresa, sem nenhum custo de implementação.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/4-7.jpg-2000.webp" alt="Controle de contas a receber" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="secao-3-estimule-o-pagamento-adiantado-por-parte-de-seus-clientes">3. Estimule o pagamento adiantado por parte de seus clientes</h2>
<p>Que receber pagamentos adiantados é a melhor opção para não haver nenhuma chance de inadimplência, você já sabe. Além disso, os recebimentos adiantados proporcionam uma maior segurança ao orçamento de sua empresa e a possibilidade de pagamentos imediatos a seus fornecedores.</p>
<p>Mas afinal, como estimular os seus clientes a realizarem esta ação? O pagamento adiantado não pode trazer vantagens e segurança somente para a sua empresa. É preciso que os clientes tenham benefícios ao efetuar esse tipo de pagamento. Ofereça descontos em seus produtos, vantagens em outras ações realizadas pela sua empresa, descontos em empresas parceiras, dentre outras situações.</p>
<p>Dessa forma, os clientes terão uma boa experiência de compra e sentiram-se motivados a realizar o pagamento adiantado em outras transações. Para isso, também é necessário que você realize a emissão das faturas de pagamento para os seus clientes o mais rápido possível.</p>
<p>Se você deseja agilidade no pagamento, os clientes também necessitam de agilidade por parte da sua empresa para efetivarem esse pagamento. De nada adianta você querer receber pagamentos adiantados e demorar para emitir os documentos de fatura de determinada conta.</p>
<p>Além de oferecer vantagens para os clientes em casos de pagamentos antecipados, é preciso deixar claro para eles o quanto você ficou satisfeito com essa agilidade, enviando mensagens agradecendo os pagamentos adiantados e prestando um eficiente atendimento pós-venda, procurando saber se o seu produto ou serviço foi satisfatório.</p>
<p>São atitudes que podem parecer simples, mas que tornam a experiência de compra dos clientes mais prazerosa e aumenta as chances não só de fidelização da sua clientela. E, também há possibilidade de haver ainda mais pagamentos adiantados.</p>
<h3 id="crie-bons-relacionamentos-com-os-clientes">Crie bons relacionamentos com os clientes</h3>
<p>É essencial manter o ótimo relacionamento com a clientela, mesmo com aqueles que eventualmente atrasam os pagamentos. Vale a pena analisar os clientes que costumam fazer negócios com você, a fim de identificar os que costumam atrasar mais e os que sempre pagam em dia, de modo que seja possível se preparar para lidar com cada tipo de pessoa ou empresa.</p>
<h2 id="secao-4-antecipe-se-a-inadimplencia">4. Antecipe-se à inadimplência</h2>
<p>Não pense que existem clientes inadimplentes somente na sua empresa, viu? Isso acontece com a maioria absoluta dos empreendimentos, e é importante aprender a trabalhar com o problema. Avalie, mês a mês, sua taxa de inadimplência, ao longo dos últimos anos, e entenda como a falta — ou o atraso — nos pagamento afeta seu negócio. Dessa forma você terá elementos para se precaver e se preparar melhor para os próximos períodos.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/87-2.jpg-1600.webp" alt="Controle de contas a receber" width="1600" height="1067"></p>
<h3 id="nao-tenha-medo-de-cobrar-seus-clientes-inadimplentes">Não tenha medo de cobrar seus clientes inadimplentes</h3>
<p>De nada adianta manter o <a href="https://blog.egestor.com.br/10-dicas-de-controle-de-contas-para-micro-e-pequenas-empresas/">controle de contas</a> organizado, com gerenciamento adequado de prazos de recebimento, a origem de cada conta e os clientes responsáveis por cada uma, sem realizar a devida cobrança após a expiração dos prazos.</p>
<p>Muitos empresários possuem certo "constrangimento" de cobrar seus clientes inadimplentes e acabam ficando longos períodos sem receber o projetado. Essas decisões geram prejuízos para o fluxo de caixa de suas empresas. Por isso, em hipótese alguma fique com receio de cobrar os seus clientes que não efetuarem o pagamento na data prevista.</p>
<p>Se sua empresa prestou um serviço ou vendeu determinado produto, é obrigação do cliente cumprir com os seus compromissos financeiros. Para que você possa realizar as cobranças devidamente e ter certeza que realmente o prazo expirou, é necessário fazer o controle de contas a receber de forma diária, para que não se esqueça de nenhuma movimentação.</p>
<p>Mas é claro, procure realizar a cobrança de forma educada e atenciosa, procurando saber quais foram os motivos do atraso, de forma a deixar o cliente a vontade e ajudá-lo a resolver a pendência financeira da forma mais amigável possível. Entretanto, não esqueça de verificar o histórico de inadimplência e atraso por parte dos clientes.</p>
<p>Com um bom programa de cadastro de clientes, você consegue enxergar os que estão atrasando o pagamento pela primeira vez e aqueles que já apresentam este problema de uma forma recorrente.</p>
<p>Se você foi atencioso, procurou saber os motivos que levaram ao atraso de pagamento e mesmo assim a situação voltou a se repetir com o mesmo cliente, certamente é o momento de repensar a realização de negócios com esse cliente.</p>
<p>Se você não gosta de realizar essas cobranças diretamente, possua um departamento financeiro voltado especificamente para as cobranças e gestão de pagamentos.</p>
<h4>Seja cortês no momento da cobrança</h4>
<p>Quando um produto é vendido ou quando um serviço é realizado e o prazo de pagamento já expirou, torna-se direito do vendedor cobrar pela dívida. Existem, contudo, diversos meios para se fazer isso, sempre cuidando para que o relacionamento com o cliente se mantenha bem. Pode-se, por exemplo, enviar um e-mail como forma de lembrança de que o prazo da cobrança está próximo, obviamente antes do vencimento da fatura. Vale a pena, ainda, já enviar uma cópia do boleto no anexo deste correio eletrônico.</p>
<h2 id="secao-5-analise-os-dados-dos-clientes-antes-de-efetuar-a">5. Analise os dados dos clientes antes de efetuar a liberação do crédito</h2>
<p>É preciso ter muito cuidado na realização de vendas a prazo. Avalie o histórico e risco de crédito de cada cliente antes de realizar a liberação de pagamento de crédito por parte de seus clientes. A avaliação de risco de crédito de cada consumidor, é importante mesmo que se trate de bons pagadores, pois a situação financeira desses clientes pode ter mudado e eles podem apresentar dificuldades para arcar com todas as parcelas futuras.</p>
<h3 id="ofereca-descontos-para-quem-pagar-antecipado">Ofereça descontos para quem pagar antecipado</h3>
<p>Mais interessante do que receber no prazo é receber antes mesmo do vencimento da conta, garantindo não só a ótima concretização do negócio, mas a entrada de recursos na empresa. Só que, para receber de forma antecipada, o empreendedor tem que oferecer uma contrapartida para o cliente, o que pode ser feito sob a forma de descontos percentuais para o pagamento antes do vencimento, por exemplo. Isso certamente incitará ao menos parte de sua clientela à adimplência.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/36-4.png-2000.webp" alt="Controle de contas a receber" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="secao-6-nao-conte-com-os-valores-a-receber-antes-do-tempo">6. Não conte com os valores a receber antes do tempo</h2>
<p>Realizar a projeção de seu orçamento a um médio prazo, a partir dos valores referentes as suas contas a receber, é de suma importância para analisar a possibilidade de realizar novos investimentos no futuro. Mas não se esqueça! Jamais dependa dos valores de contas que ainda estão para serem recebidas como o suficiente para arcar com as suas futuras despesas.</p>
<p>Isso porque conforme falamos ao longo deste artigo, a inadimplência de clientes é uma situação recorrente, e a dependência destes recebimentos para arcar com as suas futuras despesas, pode fazer com que a sua empresa não possua o capital necessário para efetuar os seus pagamentos.</p>
<p>Sendo assim, é essencial que você somente contabilize os valores de suas contas a receber, quando estas forem efetivamente depositadas em seu caixa. É necessário ter em mente as suas futuras contas a pagar e assim calcular a necessidade de capital de giro, que será o valor suficiente e destinado para arcar com as despesas empresariais.</p>
<h2 id="secao-7-utilize-um-software-de-gestao-financeira">7. Utilize um software de gestão financeira</h2>
<p>O controle de contas a receber por parte de sua empresa, até pode ser realizado por meio de uma planilha eletrônica do excel. Entretanto, apesar de não apresentar nenhum custo para a sua implementação, a planilha não é capaz de agrupar todos os processos gerenciais de seu negócio de uma forma unificada.</p>
<p>Seriam necessárias diversas planilhas específicas para cada aspecto da empresa: uma para o controle de vendas, uma para o controle de suas contas, uma para o estoque e assim por diante...</p>
<p>Além desta falta de praticidade, o controle financeiro em uma planilha é bastante limitado se comparado aos recursos disponibilizados por um software de gestão financeira, que além do <a href="https://blog.egestor.com.br/como-administrar-as-contas-a-pagar-e-a-receber/">controle de contas a pagar e a receber</a>, possibilita a geração de relatórios gerenciais sobre os mais variados <a href="https://blog.egestor.com.br/indicadores-financeiros/">indicadores financeiros</a> de sua empresa, como fluxo de caixa, DRE, ABC de vendas e muitos outros, além de proporcionar o controle de todos os processos de sua empresa em uma única ferramenta, de uma maneira extremamente prática, segura e rápida!</p>
<h2 id="egestor">eGestor</h2>
<p>O eGestor é um software de gestão empresarial totalmente fácil e online para a sua micro e pequena empresa. Através do sistema, é possível realizar um controle financeiro bastante aprofundado de seu negócio, gerenciar suas compras e vendas e controlar o seu estoque, além de emitir notas fiscais eletrônicas e boletos bancários para os seus clientes.</p>
<p>E tudo isso pode ser feito de onde estiver, por meio de qualquer computador, tablet ou smartphone.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Razão social: Qual a diferença para nome fantasia?</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/razao-social-e-nome-fantasia/</link>
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      <pubDate>Fri, 25 Feb 2022 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Abrir empresa e MEI</category>
      <category>administração</category>
      <description>A razão social é o nome real da sua empresa. Ela é o nome que estará vinculado aos documentos e ao CNPJ. Entenda mais sobre, aqui!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<ul>
<li><strong>Razão social</strong>: é o nome da pessoa jurídica registrado em órgãos governamentais e outras instituições, sendo totalmente exclusiva.</li>
<li><strong>Nome fantasia</strong>: é o nome da marca. É o nome pelo qual ela será reconhecida pelo público, utilizado em fachadas, panfletos e redes sociais.</li>
</ul>
<p>Para quem quer começar a empreender, existem alguns conceitos básicos. Alguns são cruciais para iniciar o registro e as etapas burocráticas de seu novo negócio. Confira mais sobre os termos <strong>razão social e nome fantasia</strong>.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br?afl=11" rel="noopener">Teste grátis o eGestor</a></p>
<h2 id="o-que-e-razao-social">O que é razão social?</h2>
<p>A razão social é o nome real da sua empresa. Ela é o nome que estará vinculado a todos os documentos e ao número do CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica). Esse nome constará, por exemplo, em registros em cartório, além da junta comercial e programas ou órgãos governamentais.</p>
<p>Também estará:</p>
<ul>
<li>no contrato social, que é a certidão que oficializa sociedades na Junta Comercial do estado em que a sede da empresa se localiza,</li>
<li>contratos de prestação de serviço,</li>
<li>notas fiscais – tanto as emitidas pela empresa quanto recebidas por fornecedores da mesma,</li>
<li>documentos bancários,</li>
<li>escrituras,</li>
<li>e qualquer outra documentação oficial que seja necessária para os trâmites do negócio.</li>
</ul>
<p>Uma particularidade é que a razão social precisa ser absolutamente exclusiva. Ou seja, ela não pode pertencer a nenhuma outra empresa criada e corretamente registrada anteriormente. Mesmo que essa outra empresa seja sua.</p>
<p><a href="https://blog.egestor.com.br/escolher-nome-para-empresa/">Escolher um nome</a> que ainda não tenha sido utilizado por nenhum outro negócio pode ser uma tarefa árdua, uma vez que exige muita pesquisa e criatividade. Atualmente, com o advento da tecnologia, existem métodos de consulta rápidos e fáceis. Eles podem ser utilizados online, de qualquer computador ou dispositivo móvel.</p>
<p>Basicamente, para descobrir se o nome escolhido por você para sua razão social já foi utilizado por outra pessoa, basta acessar o site da Junta Comercial do seu estado. As abas equivalentes a esse serviço no menu do site de cada Junta variam. Mas costumam estar demarcadas como “Pesquisa de Empresas”, “Consultar Nome” ou “Consulta de Viabilidade de Nome”.</p>
<p>A Razão Social da empresa é assegurada por lei pelo Código Civil Brasileiro e pela Constituição Federal.</p>
<h2 id="como-escolher-a-razao-social">Como escolher a razão social</h2>
<p>Para decidir o nome, é importante saber que a razão social estará dividida em três partes distintas. São elas:</p>
<ul>
<li><strong>Designação</strong>: diz respeito ao nome em si, escolhido por você e consultado na Junta, assegurando que não exista nenhuma outra empresa com o mesmo nome.</li>
<li><strong>Atividade</strong>: diz respeito ao ramo em que sua empresa atua, e/ou ao serviço que ela oferece.</li>
<li><strong>Enquadramento da empresa</strong>: refere-se a responsabilidades, cargos e funções dos diretores, presidentes, CEOs ou administradores dentro da empresa. Dito isso, o enquadramento pode ser definido pela sigla S.A. ou LTDA.</li>
</ul>
<h3 id="ltda">LTDA</h3>
<p>LTDA significa sociedade limitada, e diz respeito ao capital social do seu negócio, que, nesse modelo, é dividido em cotas previamente definidas através do anteriormente citado contrato social. Cada sócio fica com uma cota, de acordo com o que foi definido nesse documento. A responsabilidade de cada um desses sócios deve ser proporcional a sua cota na empresa.</p>
<h3 id="s-a">S.A.</h3>
<p>Já no modelo S.A., a sigla significa <a href="https://blog.egestor.com.br/sociedades-anonimas-s-a-o-que-e-e-como-ser/">sociedade anônima</a>. Como o nome sugere, os “sócios” não são definidos contratualmente porque, ao invés de cotas, o capital social da empresa é dividido em ações, e, ao invés de sócio, o dono de cada ação é chamado acionista. A responsabilidade de cada acionista dentro do negócio é proporcional ao preço inicial de emissão de suas ações.</p>
<p>Logo, o enquadramento da razão social deve ser definido de acordo com o modelo de capital social de sua empresa. Então, retomando: a razão social será definida pela equação DESIGNAÇÃO + RAMO DE ATIVIDADE + ENQUADRAMENTO DA EMPRESA. Na prática, o nome completo será: NOME DA SUA EMPRESA SERVIÇO OFERECIDO LTDA.</p>
<h2 id="para-que-serve-a-razao-social">Para que serve a razão social?</h2>
<p>A razão social é um elemento de identificação de sua empresa. Assim como pessoas físicas possuem vários tipos diferentes de documento necessários para terem seus direitos reconhecidos e seus deveres cobrados perante a sociedade, pessoas jurídicas também precisam.</p>
<p>Ela é imprescindível para a legalização da empresa, assim como o endereço do espaço físico e CNPJ. Será necessário informar o nome escolhido para sua razão social sempre que for solicitar algum serviço, demanda ou material, formalizar alguma negociação ou pedido e se inscrever em demandas, programas ou editais governamentais.</p>
<p>Portanto, não há como fugir dessa etapa importante para a formalização do seu novo negócio.</p>
<h2 id="diferencas-entre-razao-social-e-nome-fantasia">Diferenças entre Razão Social e Nome Fantasia</h2>
<p>O nome fantasia também é conhecido como nome de marca. É o termo utilizado para identificar o estabelecimento que é utilizado pela empresa do primeiro, segundo ou terceiro setor.</p>
<p>Então, a partir do momento em que registra a razão social na junta comercial e decide iniciar suas atividades, a empresa deve registrar um nome comercial. Esse será utilizado na fachada do estabelecimento e produtos da empresa. Mas também será utilizado em material de publicidade online como site, página no Facebook, Instagram, por exemplo.</p>
<p>Este nome também será aplicado nos materiais impressos da instituição, como panfletos, cartão de visita e outros. Em algumas empresas, é necessário a criação do manual de identidade visual para que sua marca seja reconhecida pelo cliente. Assim, é criado uma afinidade visual relevante entre cliente e empresa. Além disso, o logo da empresa e as cores usadas, podem ser decididas por um profissional de design, comunicação ou marketing.</p>
<p>Esses profissionais têm conhecimento em mercadologia das cores. Esse é um conhecimento necessário na hora de decidir o logotipo da sua empresa e pode atrair o cliente com maior eficácia.</p>
<p>Por fim, o nome fantasia pode ser igual a razão social. Entretanto, não tem obrigatoriedade neste aspecto, pois é empregado de forma mais atrativa para o cliente.</p>
<h2 id="como-registrar-o-nome-fantasia">Como registrar o nome fantasia</h2>
<p>O registro do nome comercial deve ser feito junto aos órgãos competentes, nesse caso é o órgão de marcas e patentes. É necessário <a href="https://www.patamar.com.br/" rel="noopener">registrar o nome escolhido</a> para evitar a utilização do mesmo título por sociedades diferentes, mesmo que não seja obrigatório.</p>
<p>Assim, quando situações desse tipo acontecem, o <a href="https://blog.egestor.com.br/inpi/">INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial)</a> dá a preferência para a companhia que registrou a identificação primeiro.</p>
<p>As marcas que são registradas passam a ter junto ao seu nome o símbolo ®. Ele é utilizado para identificação de marca registrada. Após esse símbolo no nome da empresa, ela é dona absoluta da marca.</p>
<p>Em diversos casos, a marca se torna tão conhecida perante ao público consumidor que passa a valer mais que os bens patrimoniais da empresa registrada como razão social.</p>
<figure><a href="https://youtu.be/vU1WTs95w4Q" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-vU1WTs95w4Q.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<h2 id="consideracoes-finais">Considerações finais</h2>
<p>Portanto, se você está pensando em <a href="https://blog.egestor.com.br/como-abrir-uma-empresa/">abrir um negócio</a>, é muito importante saber diferenciar os conceitos de razão social e nome fantasia.</p>
<ul>
<li><strong>Razão social</strong>: nada mais é do que o nome verdadeiro de sua empresa. O nome que estará escrito no seu CNPJ e no contrato social. Ela precisa ser exclusiva.</li>
<li><strong>Nome fantasia</strong>: é o nome comercial que a empresa utiliza nos produtos em geral e nas redes sociais da empresa. O nome fantasia da empresa também será utilizado em materiais impressos de divulgação, como panfletos.</li>
</ul>
<h2 id="egestor">eGestor</h2>
<p>O <a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener">eGestor</a> é um sistema online ideal para auxiliar no gerenciamento de sua micro e pequena empresa. O software realiza funções de controle de estoque, controle financeiro e emissão de diversos relatórios referentes às atividades de sua empresa.</p>
<p>Tudo isso de uma forma automatizada e a partir de qualquer local por meio de um computador ou dispositivo móvel, já que é um sistema completamente em nuvem.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Parcerias de sucesso: Dicas para formar as suas</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/parceria-de-sucesso/</link>
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      <pubDate>Tue, 22 Feb 2022 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Marketing</category>
      <category>administração</category>
      <category>marketing</category>
      <description>Sinônimos de parceria (colaboração, cooperação, sociedade, aliança), o significado da palavra e como formar parcerias de sucesso na empresa.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Em meio a um mercado cada vez mais competitivo, formar parcerias com outras empresas é uma ótima maneira de expandir um negócio e atrair uma clientela mais abrangente. Através de uma parceria, as empresas cooperam uma com a outra de forma a obter crescimento e potencializar suas respectivas marcas no mercado.</p>
<p>Uma parceria é um acordo entre duas partes, que oferece grandes possibilidades de desenvolvimento para as empresas envolvidas. Isso porque, com ela, não há necessidade de realizar grandes investimentos para atrair um novo público. Além de poder compartilhar alguns processos de produção e oferecer melhores condições de compra para seus clientes, dentre outras vantagens, como veremos a seguir.</p>
<h2 id="o-que-e-parceria-e-o-que-ela-representa">O que é parceria e o que ela representa</h2>
<p>De acordo com o dicionário Michaelis Online, parceria significa:</p>
<blockquote>
<p>Reunião de pessoas por interesse e objetivo comum; companhia, sociedade:</p>
<p>Já éramos sócios no trabalho. O que representava certo progresso. Pelo jeito, a desconfiança estava dando lugar – ainda que em estranho horário – à parceria” (MS).</p>
</blockquote>
<p>ou</p>
<blockquote>
<p>Reunião de dois ou mais compositores, principalmente de música popular:</p>
<p>Fez esta música em parceria com um compositor famoso.</p>
</blockquote>
<p>Ou seja, parcerias são acordos entre duas ou mais pessoas, onde todas buscam o sucesso em um objetivo em comum.</p>
<p>Normalmente esses objetivos são:</p>
<ul>
<li>Novos clientes</li>
<li>Aumento da receita</li>
<li>Expansão do negócio</li>
</ul>
<h3 id="quais-sao-os-sinonimos-de-parceria">Quais são os sinônimos de parceria</h3>
<p>Existem alguns sinônimos da palavra parceria, que significam a mesma coisa. Por exemplo, os sinônimos de parceria que visam um objetivo comum:</p>
<ul>
<li>Colaboração</li>
<li>Cooperação</li>
<li>Combinação</li>
<li>Coadjuvação</li>
<li>Coparticipação</li>
</ul>
<p>E os sinônimos de parceria que são sociedades de pessoas com objetivos comuns:</p>
<ul>
<li>Sociedade</li>
<li>Acordo</li>
<li>União</li>
<li>Ligação</li>
<li>Associação</li>
</ul>
<h2 id="tipos-de-parceria">Tipos de parceria</h2>
<h3 id="parceria-de-produto-ou-servico-ou-joint-ventures">Parceria de produto ou serviço ou Joint Ventures</h3>
<p>Parcerias de produto ou serviço, normalmente, acontecem quando empresas constroem um produto ou serviço em conjunto. Em sua maioria, é preciso que essas empresas não sejam competidoras entre si, uma vez que a intenção desse tipo de parceria é que o público de cada uma conheça os produtos ou serviços da outra.</p>
<h3 id="parceria-de-marca-ou-co-branding">Parceria de marca ou Co-Branding</h3>
<p>Muito parecido com a parceria de produto, a parceria de marca une duas empresas, buscando o aumento de vendas e do valor agregado, fazendo com elas promovam um produto conjunto ou as suas competências.</p>
<p>Nesse caso, elas podem ser do mesmo segmento e algumas vezes até concorrentes. Por exemplo, empresas que comercializam alimentos podem realizar esse tipo de parceria sem, praticamente, nenhum tipo de perda.</p>
<h3 id="parceria-de-distribuicao">Parceria de distribuição</h3>
<p>Essas parcerias são muito conhecidas, estamos falando de afiliados e atacadistas, assim como distribuidores. Ela funciona como uma promoção externa do negócio.</p>
<h3 id="corporate-ventures">Corporate Ventures</h3>
<p>Esse tipo de parceria gira muito mais em relação a investimentos financeiros em grandes empresas. Ou seja, quando uma empresa ou conglomerado investe dinheiro em, normalmente, startups, ou novos negócios.</p>
<p>É comum que esses não se envolvam em decisões da empresa, mas sim, apenas realizam o investimento e colhem frutos. Algumas startups que receberam aportes e hoje são unicórnios, são: Nubank e 99. Enquanto isso, alguns exemplos de empresas grandes que realizam esses investimentos são: Magazine Luiza, Mercado Livre e Locaweb.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/24-2.png-2000.webp" alt="" width="2000" height="1331"></p>
<h2 id="maior-alcance">Maior alcance</h2>
<p>O alcance de ambas empresas envolvidas na parceria empresarial é amplamente potencializado. Afinal, as empresas parceiras divulgam os produtos e serviços uma da outra para seus clientes. Esse aumento de alcance acontece porque o negócio destas empresas chega com muito mais facilidade a um público que ainda não é seu principal consumidor, mas que, no fim, pode se tornar um cliente em potencial.</p>
<h2 id="otimizacao-de-processos">Otimização de processos</h2>
<p>Em muitas parcerias empresariais, o processo de produção e gestão é totalmente compartilhado, o que traz uma maior facilidade para as empresas envolvidas. Com a indicação das empresas parceiras, o processo de vendas também se torna muito mais facilitado. Assim, gerando mais chances de aumentar a produtividade.</p>
<h2 id="soma-de-qualidades">Soma de qualidades</h2>
<p>Quando se realiza uma parceria com uma empresa que é forte em alguma área, seu empreendimento vai se tornar mais forte nessa área, e, portanto, mais completo. Isso acontece porque a empresa com um domínio maior sobre um ramo pode suprir qualquer eventual necessidade da sua.</p>
<p>Vamos supor que você possui um ótimo produto ou presta um excelente serviço, mas não consegue realizar uma divulgação adequada. Neste caso, formar parcerias com agências de publicidade ou de marketing digital, por exemplo, será uma excelente alternativa de complementar o seu serviço. Essa ação também irá elevar os seus resultados a um nível muito mais expressivo.</p>
<p>O mesmo acontece se você conseguir suprir as necessidades de seus parceiros, certamente sua empresa ficará com uma imagem muito positiva no mercado.</p>
<h2 id="como-formar-parcerias-de-sucesso">Como formar parcerias de sucesso</h2>
<p>Formar parcerias empresariais pode ser fundamental para alavancar o sucesso de seu empreendimento. Mas, é preciso tomar cuidados ao escolher seus parceiros. Assim, analise todas as possibilidades e procure empresas que complementam o seu trabalho e que possam ser de fato vantajosas e lucrativas com o decorrer da parceria. Por isso, se você está em busca de parceiros para a sua empresa, selecionamos algumas dicas de como formar parcerias de sucesso:</p>
<h3 id="busque-parceiros-que-complementam-o-seu-negocio">Busque parceiros que complementam o seu negócio</h3>
<p>Como já falamos acima, as empresas parceiras precisam complementar e agregar no trabalho uma da outra.</p>
<p>Por exemplo, se sua empresa trabalha com publicidade, estude a possibilidade de fazer parcerias com empresas de áudio e vídeo. Essas empresas possuem um público com interesse semelhante ao seu, assim, podem auxiliar na produção de campanhas publicitárias.</p>
<p>Se você possui uma academia de musculação, que tal pensar em parcerias com lojas que vendem suplementos alimentares? E assim, oferecer descontos para os clientes de sua academia na compra destes produtos?</p>
<p>Nestes casos, as parcerias não só complementam o negócio, como também acabam suprindo outras necessidades de seus clientes. Assim, se tornando um diferencial para a sua empresa.</p>
<p>Para definir que tipo de parceiros podem auxiliar o seu negócio, realize um estudo interno de sua empresa e identifique em que aspectos ela ainda deixa a desejar. A partir de então, pense em quem pode suprir estas necessidades.</p>
<p>Seu parceiro pode ser de um nicho totalmente diferente do seu. Porém, é recomendável que ele possua clientes com o mesmo interesse. Como, por exemplo, no exemplo que citamos acima, de uma possível parceria de uma academia de musculação com uma loja de suplementos alimentares!</p>
<h3 id="tenha-parceiros-alinhados-com-a-perspectiva-de-sua-empresa">Tenha parceiros alinhados com a perspectiva de sua empresa</h3>
<p>É importante que você busque parceiros que possuam um pensamento alinhado com o da sua empresa. Mas, que também tenha ambições de crescimento. Do contrário, podem ocorrer muitas discussões e a parceria pode não se estabilizar. Por isso, o ideal é formar parcerias com empresas que sejam de um porte semelhante a sua.</p>
<p>Uma boa forma de identificar as empresas que podem contribuir neste sentido é através da internet. Aproveitando que ela é uma ferramenta extremamente poderosa para a formação de novos negócios. Em especial a rede social Linkedin, nela, o processo de busca por interesses e empresas é bastante fácil. Ela também tem a facilidade de contato, que esta e outras redes sociais, como as plataformas digitais, de uma forma geral oferecem.</p>
<p>O mesmo vale para a empresa parceira. Sua empresa precisa compensar algum possível ponto fraco de seu parceiro. A partir da identificação destes fatores e das empresas que potencialmente podem vir a se tornar parceiras, é preciso conversar e consultar o interesse em realmente firmar esta parceria. Assim, o auxílio de uma parceria pode fazer toda a diferença. Comece a construir uma boa relação com seu potencial parceiro!</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/55.png-2000.webp" alt="" width="2000" height="1334"></p>
<h3 id="esclareca-como-vai-funcionar-a-parceria">Esclareça como vai funcionar a parceria</h3>
<p>É imprescindível deixar bem claro ao seu parceiro o que ele terá que fazer relacionado a sua empresa. Estabeleça um plano de ação com as medidas a serem tomadas e com as recompensas em casos de cumprimento de metas.</p>
<p>Por isso, é importante fechar uma parceria devidamente formalizada com um contrato bem especificado. Lembrando que também existe a parceria informal, que é feita somente a partir de um acordo e de conversas, mas sem a assinatura de contrato.</p>
<p><strong>💡</strong> Você também pode gostar: <a href="https://blog.egestor.com.br/como-administrar-uma-empresa/">Como administrar uma empresa: Entenda em 10 passos</a></p>
<h3 id="tenha-paciencia">Tenha paciência</h3>
<p>Por estar em fase inicial de parceria e ainda não conhecer a fundo o seu negócio, o seu parceiro pode demorar certo tempo para começar a trazer resultados para a sua empresa. Mas isso não pode ser motivo para cancelar a parceria.</p>
<p>Invista em um constante treinamento e aperfeiçoamento de seus parceiros. Assim, eles podem indicar e falar dos produtos ou serviços de sua empresa de uma forma bastante satisfatória. Isso irá causar o interesse dos clientes em procurar a sua empresa!</p>
<h3 id="mensure-os-resultados-da-parceria">Mensure os resultados da parceria</h3>
<p>Se por um lado é preciso ter paciência para esperar retorno de seus parceiros, por outro é preciso ficar sempre atento e fazer constantes avaliações da parceria.</p>
<p>Se você oferece treinamento para o parceiro melhorar os resultados, dedica o máximo de atenção para trazer resultado para as empresas parceiras, mas percebe que elas não estão na mesma sintonia que você e nem estão empenhadas da mesma forma, é hora de reconsiderar esta parceria.</p>
<p>As parcerias devem ser vantajosas para os dois lados sempre. Caso contrário, algo está errado, a parceria está fugindo do seu princípio inicial!</p>
<h2 id="estrategias-para-uma-parceria-de-sucesso">Estratégias para uma parceria de sucesso</h2>
<p>Na maioria dos negócios, associar forças traz benefícios mútuos. Esses, podem ser desde uma economia na aquisição de materiais, aumento da agilidade nos processos e até mesmo o compartilhamento de conhecimentos e informações. Parcerias trazem <a href="https://blog.egestor.com.br/o-que-e-vantagem-competitiva/">vantagens competitivas</a> para os dois lados — afinal, é uma parceria! Ou seja, se entende que tanto você quanto seu parceiro vão sair ganhando, certo?</p>
<p>Já que esse pode ser um grande benefício para seu negócio, talvez seja a hora de pensar no que poderia ser feito para criar parcerias de sucesso!</p>
<h3 id="analise-os-beneficios-reais-da-cooperacao">Analise os benefícios reais da cooperação</h3>
<p>Antes de estabelecer as parcerias, uma análise da situação da sua empresa é muito bem-vinda. É importante saber os pontos principais de organização do negócio, seja do financeiro, ou até sobre os colaboradores. Dessa forma se sabe os pontos fortes para serem mencionados e os pontos fracos para serem melhorados. Uma ferramenta que pode ajudar nesse processo é a <a href="https://blog.egestor.com.br/analise-swot-fofa/">análise SWOT</a>.</p>
<p>Só assim você será capaz de enxergar quais parceiros podem contribuir para amenizar suas fragilidades. E, assim, é mais fácil escolher o parceiro ideal. Lembre-se sempre de que você tem que ganhar com essa associação de forças, porque, caso contrário, não existiria motivo para fazê-la.</p>
<h3 id="colabore-para-a-melhoria-do-negocio-do-parceiro">Colabore para a melhoria do negócio do parceiro</h3>
<p>Obviamente, o negócio do parceiro também deve ganhar com a parceria estabelecida entre vocês. É por isso que você deve se esforçar para dar sugestões e contribuir com melhorias a partir do que sua própria empresa pode oferecer.</p>
<p>Assim, seu parceiro terá a abertura necessária para também recomendar novas práticas, dar ideias e soluções de mercado que você talvez não conheça, mas que podem ser muito úteis para seu negócio. O importante é que a interação seja constante e sempre construtiva.</p>
<h3 id="aprimore-suas-competencias-e-aptidoes">Aprimore suas competências e aptidões</h3>
<p>Quanto mais habilidades você tiver, mais será capaz de potencializar o próprio negócio e dar aos parceiros soluções certeiras para suas organizações. Nesse sentido, o relacionamento e o nível de confiança tendem a ser ampliados. Ainda, a colaboração entre vocês certamente será muito mais sólida, fazendo com que os conhecimentos agregados de fato melhorem os negócios de ambos.</p>
<h3 id="alinhe-valores-e-principios">￼Alinhe valores e princípios</h3>
<p>Os valores e princípios éticos devem sempre vir em primeiro lugar quando falamos de parcerias. Verifique se esses valores e princípios também fazem parte de sua cultura, para que a relação seja duradoura e para que não venham a ter maiores problemas no futuro.</p>
<p>A comunicação entre vocês deve ser clara e sem ruídos. Vocês não precisam necessariamente pensar da mesma forma — e pode até ser melhor que não o façam —, mas seus perfis também não podem causar atritos que sejam negativos ao bom andamento da parceria.</p>
<h3 id="meca-e-avalie-os-resultados">Meça e avalie os resultados</h3>
<p>Qualquer relação precisa de ajustes de vez em quando, não é mesmo? E, como não haveria de ser diferente, na parceria de mercado certas adaptações ou mudanças também precisarão ser realizadas ao longo do tempo.</p>
<p>Nesses momentos, veja se ambas as empresas têm obtido ganhos efetivos com a associação de forças, conserte tudo aquilo</p>
<p><a href="https://blog.egestor.com.br/seja-parceiro-egestor/"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/BannerParceiraSucesso02.png-1920.webp" alt="" width="1920" height="354"></a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Entrevista de emprego: 7 dicas + 13 perguntas para se fazer</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/entrevista-de-emprego/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/entrevista-de-emprego/</guid>
      <pubDate>Thu, 10 Feb 2022 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Gestão de pessoas</category>
      <category>administração</category>
      <description>O objetivo de uma entrevista de emprego é fazer a seleção de profissionais para uma empresa. Veja 5 dicas para uma boa entrevista de emprego!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>O objetivo de uma entrevista de emprego é ajudar no processo de seleção de profissionais para uma empresa, sendo uma das etapas do processo seletivo que pode ter testes, dinâmica em grupo e avaliação do currículo. Seja qual for o tamanho da instituição, a entrevista é muito importante para que a vaga seja preenchida pelo candidato adequado, já que poderá suprir as necessidades descritas na vaga e contribuir de fato para o crescimento da empresa.</p>
<p>Geralmente, uma entrevista de emprego é feita individualmente com o candidato; seja pelo gestor da área que vai trabalhar diretamente com o profissional, seja com o setor de recursos humanos, ou até mesmo com o dono da empresa. A entrevista deve buscar algumas informações dos candidatos, como uma noção sobre a vida pessoal, valores educacionais e experiências profissionais passadas.</p>
<p>Para isso, é preciso planejar a entrevista de emprego para conseguir extrair as informações necessárias. Em casos de empresas de grande porte, as entrevistas são planejadas e feitas pelo setor interno de recursos humanos. No entanto, para instituições que não possuem este setor, há possibilidade de contratar serviços de empresas terceirizadas de recursos humanos. É importante que o planejamento comece desde a seleção de currículos, para que só chegue à entrevista final quem realmente pode preencher a oportunidade de emprego.</p>
<p>Durante o processo de seleção, o entrevistador deve ter um material consistente para poder conduzir a atividade com eficiência. É preciso ter instrumentos suficientes para conhecer um pouco da experiência de cada candidato e analisar seu perfil e habilidades profissionais, a fim de escolher o melhor para a vaga. No entanto, montar uma boa entrevista de emprego não é tão simples quanto parece. O profissional que conduz a entrevista também deve ter experiência suficiente para conseguir ler o perfil de cada candidato.</p>
<ul>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/entrevista-de-emprego/#como">Como conduzir uma entrevista de emprego</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/entrevista-de-emprego/#planeje">Planeje a entrevista de emprego e esteja preparado</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/entrevista-de-emprego/#ambiente">Crie um ambiente confortável para o candidato</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/entrevista-de-emprego/#conduza">Conduza a entrevista de emprego de forma objetiva</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/entrevista-de-emprego/#atencao">Atenção ao que o candidato fala</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/entrevista-de-emprego/#conceitos">Esteja aberto para diferentes conceitos</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/entrevista-de-emprego/#aparencia">Cuide da aparência, mas não seja preconceituoso </a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/entrevista-de-emprego/#teste">Faça um teste final</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/entrevista-de-emprego/#13">13 perguntas para fazer na entrevista</a></li>
</ul>
<h2 id="como-conduzir-uma-entrevista-de-emprego">Como conduzir uma entrevista de emprego</h2>
<p>Preparamos abaixo um passo a passo com sete dicas fundamentais para que você consiga planejar e conduzir o processo de seleção da melhor forma possível. Siga as nossas instruções para garantir o melhor desempenho durante a entrevista de emprego. Lembre-se que o papel do entrevistador é muito importante para que a entrevista seja conduzida de forma profissional e eficiente. Confira logo abaixo as nossas sete dicas para você!</p>
<h3 id="secao-1-planeje-a-entrevista-de-emprego-e-esteja-preparado">1. Planeje a entrevista de emprego e esteja preparado</h3>
<p>O planejamento é o momento em que você deve se preparar para a entrevista de fato. Lembre-se de reservar o período para estar totalmente dentro da entrevista de emprego, sem distrações de fora ou interrupções do processo. Isso, aliás, é uma forma de demonstrar respeito ao candidato que, sem dúvida, também deve ter se preparado para o processo seletivo.</p>
<p>Para chegar preparado, é fundamental fazer o trabalho prévio, principalmente o de analisar a ficha do profissional. Busque entender cada fato incluído no currículo profissional do candidato, como sua área de interesse, sua formação, suas experiências anteriores e atividades desenvolvidas. Evite ler a ficha do candidato durante a entrevista, já que isso, além de perder tempo, mostra um despreparo por sua parte.</p>
<p>É importante ressaltar os pontos que você considera positivos no currículo profissional do candidato e explorar mais esses pontos. Da mesma forma, anote suas dúvidas em relação ao perfil do candidato para que você possa conduzir estes tópicos durante o processo. Não deixe também de salientar todas as necessidades e expectativas da empresa com a vaga em aberto; assim, o entrevistador deve saber do que se trata a vaga, quais são os benefícios e salário, além de outras informações pertinentes.</p>
<p>Não é apenas o candidato que deve se preocupar com o momento da entrevista. Ou seja, é fundamental que quem esteja no papel de recrutador tenha <strong>domínio do assunto</strong>, conheça o perfil desejado para o cargo e tenha se informado adequadamente sobre a formação, experiências e habilidades do postulante à vaga.</p>
<p>Seria extremamente desagradável o entrevistado perceber que você pouco ou nada sabe sobre ele, tanto que sequer seu nome decorou. Aliás, sobre o <strong>tratamento pessoal</strong>, tenha o mesmo cuidado que você gostaria que o candidato tivesse.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/36-2.png-2000.webp" alt="entrevista de emprego" width="2000" height="1333"></p>
<h3 id="secao-2-crie-um-ambiente-confortavel-para-o-candidato">2. Crie um ambiente confortável para o candidato</h3>
<p>Ter um ambiente agradável e confortável para o candidato é fundamental para que a entrevista se desenvolva bem. Seja simpático, solícito e não tente parecer rígido com o candidato; lembre-se de que seriedade e rigidez são coisas diferentes. Para a entrevista de emprego acontecer de forma fluida, é preciso deixar a conversa fluir. Claro que o entrevistador deve ter o controle da entrevista e do rumo da conversa, mas saber escutar é fundamental. Use o bom senso.</p>
<p>Vale ressaltar que alguns candidatos têm vergonha ou pouca experiência para falar sobre si mesmos, por isso, é necessário ter ferramentas para ajudar o profissional a se soltar um pouco mais. Comece quebrando o gelo, oferecendo água ou café. Deixe-os à vontade para conseguir retirar o melhor de cada candidato.</p>
<p>Há claramente um ambiente de tensão em torno de uma entrevista de emprego, mas não precisa ser assim. Cabe ao recrutador deixar o candidato à vontade, ser informal, mas não deselegante e <strong>demonstrar interesse</strong> por aquilo que ele fala.</p>
<p>Ao identificar um ambiente mais acolhedor, o postulante espanta seus fantasmas, tende a sair da postura defensiva e <strong>agir mais naturalmente</strong>, revelando suas reais características e opiniões.</p>
<h3 id="secao-3-conduza-a-entrevista-de-emprego-de-forma-objetiva">3. Conduza a entrevista de emprego de forma objetiva</h3>
<p>Tempo é algo muito precioso, e isso vale tanto para o entrevistador quanto para o entrevistado. Por isso, é preciso ser objetivo e ir direto ao ponto. O entrevistador deve, assim, achar o ponto ideal entre o ambiente confortável e a objetividade. Assim, não faça muito rodeio durante as perguntas e questionamentos, foque essencialmente no que é pertinente para a vaga de emprego. É importante ressaltar também que você deve deixar o candidato responder às perguntas de forma completa. Caso ele não diga algo que você quer saber, pergunte diretamente na próxima oportunidade.</p>
<p>É importante tirar todas as dúvidas que você tenha em relação ao lado profissional do entrevistado. Afinal, esta é a última oportunidade de fazer perguntas e conhecer o candidato antes de tomar uma decisão e dar a oportunidade de emprego na empresa para a pessoa.</p>
<p>Sabe quando o apresentador quer falar mais que o entrevistado em um programa na televisão? Chega a ser constrangedor, não é mesmo? Tenha essa lição em mente para não repetir o comportamento desagradável durante a entrevista. Você está em um <strong>diálogo</strong> e, portanto, a conversa deve transcorrer normalmente.</p>
<p>Se alguém pode falar um pouco mais, esse alguém é o candidato. Então, <strong>não o interrompa</strong> ou faça comentários desnecessários.</p>
<p>Ainda assim, é válido saber conduzir a conversa para a próxima pergunta, considerando que há profissionais que, quando ansiosos, não conseguem parar de falar.</p>
<h3 id="secao-4-atencao-ao-que-o-candidato-fala">4. Atenção ao que o candidato fala</h3>
<p>A pior coisa que o entrevistador pode fazer é não demonstrar interesse no que o profissional que está buscando a vaga diz. É preciso estar atento às respostas e ao perfil do candidato. Assim, observe como ele se apresenta, como ele relata as suas experiências profissionais e se ele tem conhecimento da empresa. O entrevistado deve estar tão bem preparado quanto o entrevistador. Por isso, escute atentamente para saber se este é o candidato certo para a vaga.</p>
<p>Outro ponto importante é ver como o candidato preparou a sua imagem para a entrevista de emprego. Um profissional que tem preocupação com a sua imagem terá o mesmo cuidado com a imagem da empresa. E quando falamos em imagem, não estamos falando de aparência física e, sim, de um cuidado que vai muito além disso.</p>
<p>Prestar atenção a cada momento do processo seletivo faz com que o entrevistado se sinta mais confiante e, em consequência disso, consiga desenvolver melhor os tópicos abordados. Não se esqueça: todo assunto que não faz parte da entrevista deve ficar de fora da sala. Deixe o celular no modo silencioso e peça a seus colegas para não interrompê-lo nesse momento. A mesma postura que o profissional tem ao ir em uma entrevista, você, como entrevistador, também deve demonstrar.</p>
<h3 id="secao-5-esteja-aberto-para-diferentes-conceitos">5. Esteja aberto para diferentes conceitos</h3>
<p>O preconceito é algo que deve ser impensável em uma entrevista de emprego. O julgamento prévio de um candidato pode acabar afastando excelentes profissionais do mercado de trabalho, sem qualquer motivo plausível. Por isso, tome cuidado para não deixar nada que seja diferente de você ou do seu mundo afetar a entrevista de trabalho. É praticamente impossível conhecer uma pessoa durante uma entrevista de emprego, por isso, a análise deve contar com um fator positivo, de simpatia e de confiança no trabalho que pode ser desenvolvido em conjunto.</p>
<p>Assim como o preconceito é ruim, não tente comparar o candidato com outros profissionais que já estão dentro da empresa. Cada entrevistado possui uma bagagem profissional e uma experiência no mercado de trabalho. Talvez este seja um dos erros mais graves que o entrevistador pode cometer, uma vez que isso diminui todo o potencial que o entrevistado tem.</p>
<p>Buscar profissionais de qualidade no mercado de trabalho não é fácil. Há muitos profissionais que não possuem uma capacitação desejável, e que não pensam no seu próprio desenvolvimento profissional. Dessa forma, o processo de seleção e a entrevista individual de emprego se tornam cada vez mais essenciais para que a empresa monte um time forte e apto para atingir os seus objetivos. É preciso estar atento para atrair os melhores colaboradores para o seu negócio, oferecendo um acordo salarial e de carreira para que os mesmos possam permanecer focados e interessados em contribuir com o crescimento da empresa.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/66.png-2000.webp" alt="entrevista de emprego" width="2000" height="1333"></p>
<h3 id="secao-6-cuide-da-aparencia-mas-nao-seja-preconceituoso">6. Cuide da aparência, mas não seja preconceituoso</h3>
<p>A aparência do candidato deve estar de acordo com a oportunidade oferecida. Mais do que o <strong>gosto pessoal</strong> do recrutador quanto às roupas que o entrevistado escolheu para aquele momento, é importante saber que ele se preocupou com a sua apresentação.</p>
<p>Também é fundamental que o foco esteja nas <strong>habilidades do candidato</strong> e em como ele pode agregar à sua equipe. Isso significa dizer que qualquer forma de preconceito, além de imoral, pode fazê-lo perder um excelente profissional.</p>
<h3 id="secao-7-faca-um-teste-final">7. Faça um teste final</h3>
<p>Ao concluir a entrevista, vale fazer uma <strong>última pergunta</strong> que, ao mesmo tempo que marca o fim do processo, coloca o candidato diante do desafio de mostrar que esteve conectado à conversa.</p>
<p>Questionar se há dúvida sobre o cargo ou a empresa é uma possibilidade, mas experimente também pedir que ele indique de qual ponto da entrevista gostou mais. Além de ser útil para testar o entrevistado, também serve de <strong>avaliação</strong> sobre os seus próprios métodos, permitindo crescer como recrutador.</p>
<h2 id="secao-13-perguntas-para-fazer-na-entrevista">13 perguntas para fazer na entrevista</h2>
<p>O Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas presta uma importante ajuda para o empreendedor que está <strong>planejando um processo seletivo</strong> e não sabe bem como conduzir uma entrevista de emprego. Veja quais são as perguntas imprescindíveis para esse momento:</p>
<ol>
<li>O que você mais gosta de fazer em seu tempo livre?</li>
<li>Por que você quer trabalhar aqui?</li>
<li>Quais são seus planos profissionais para os próximos 10 anos?</li>
<li>Qual o motivo da sua saída do emprego anterior?</li>
<li>Quais foram seus três piores erros profissionais?</li>
<li>Quais foram seus três maiores sucessos profissionais?</li>
<li>Se eu conversasse com o seu ex-chefe, quais pontos positivos e negativos ele destacaria sobre você?</li>
<li>Como você se descreveria em três palavras?</li>
<li>Quais são seus três pontos mais fortes?</li>
<li>Quais são seus três pontos mais fracos?</li>
<li>O que a empresa ganharia contratando você?</li>
<li>Que valor você pode trazer para a empresa?</li>
<li>Por que devo escolher você?</li>
</ol>
<h2 id="a-importancia-da-entrevista-de-emprego">A importância da entrevista de emprego</h2>
<p>Contratar a pessoa certa para fazer parte do seu time cumpre etapas diversas, desde a abertura da vaga à efetivação da contratação, passando pela <strong>análise curricular</strong> e a realização da entrevista de emprego.</p>
<p>Esse é um processo técnico prioritariamente conduzido por profissional da área de Recursos Humanos, que possui o <strong>conhecimento e experiência</strong> necessários para identificar o candidato que demonstra a maior capacidade de agregar à empresa.</p>
<p>Mas nem sempre pequenos negócios contam com um departamento, área ou até mesmo um responsável pelo RH. E aí, muitas vezes a responsabilidade recai sobre o próprio empreendedor, que tem outras habilidades e ainda <strong>prioridades</strong> a resolver ao mesmo tempo em que precisa reforçar o seu “elenco”.</p>
<p>O excesso de tarefas e a inexperiência na gestão de pessoas conspiram para o desleixo no recrutamento, tanto ao se limitar a <strong>critérios duvidosos</strong> de seleção quanto ao pular etapas essenciais para o acerto na contratação.</p>
<p>Se você recebe o pedido de um amigo para dar uma chance ao filho e topa após uma rápida análise curricular, pode até dar certo, mas não está indo pelo melhor caminho.</p>
<p>A entrevista de emprego, em qualquer que seja o processo, é fundamental para <strong>confirmar as expectativas</strong> depositadas no candidato. Lembre-se de que o papel aceita tudo e no currículo, todos parecem mais capazes do que realmente são.</p>
<p>Os autores Charles Stewart e William Cash Jr. afirmam no livro <em>Técnicas de Entrevista: Estruturação e Dinâmica para Entrevistados e Entrevistadores</em> (Ed. Bookman):</p>
<blockquote>
<p>“Entrevistas presenciais permitem que entrevistadores observem <strong>atitudes e reações</strong> reveladas por meio de expressões faciais, contato visual, gestos e postura”</p>
</blockquote>
<p>Por razões como essa, somadas à possibilidade de contatos mais longos para <strong>aprofundar temas importantes</strong>, saber conduzir uma entrevista de emprego deve ser um compromisso para gestores de todas as áreas.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/78-1.png-2000.webp" alt="" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="dedique-se-ao-recrutamento">Dedique-se ao recrutamento</h2>
<p>Independentemente de a empresa ter ou não um profissional de RH, um empreendedor consciente deve se fazer presente em processos de contratação.</p>
<p>Se o gestor deseja contar com um time que reúna as características que mais combinam com o negócio, muito poderá <strong>ajudar na seleção</strong>, pois ninguém conhece mais sobre a empresa do que ele.</p>
<p><strong>Pense a respeito, amplie seus conhecimentos e esteja melhor preparado para quando surgir a necessidade de realizar uma entrevista de emprego ou qualquer outra das etapas de seleção.</strong></p>
<h2 id="o-entrevistador-deve-ser-experiente">O entrevistador deve ser experiente</h2>
<p>O setor de recursos humanos é importante para todo este desenvolvimento do negócio; por isso, as entrevistas devem ser conduzidas por profissionais experientes e que estejam alinhados com os valores e objetivos da empresa. Só assim será possível tirar o máximo de proveito das entrevistas de trabalho. Mãos à obra! Boa sorte e boa entrevista!</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
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