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    <title>redação — eGestor Blog</title>
    <link>https://blog.egestor.com.br/tag/redacao/</link>
    <description>Posts com a tag redação em eGestor Blog.</description>
    <language>pt-BR</language>
    <lastBuildDate>Fri, 18 Sep 2026 16:52:55 -0300</lastBuildDate>
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    <item>
      <title>Nota Fiscal para MEI: quando emitir, tipos e passo a passo</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/nota-fiscal-para-mei-entenda-como-elas-funcionam/</link>
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      <pubDate>Mon, 08 Jun 2026 16:54:01 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Nota Fiscal Eletrônica</category>
      <category>redação</category>
      <description>Nota fiscal para MEI: saiba quando é obrigatória, quais os tipos (NF-e, NFS-e, NFA) e como emitir passo a passo. Guia atualizado 2026.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>O <strong><a href="https://blog.egestor.com.br/mei/">MEI (Microempreendedor Individual)</a></strong> tem regras próprias sobre nota fiscal — e entendê-las evita problemas com a Receita Federal, perda de clientes e multas desnecessárias. Em 2026, com o limite de faturamento em <strong>R$ 81.000 por ano</strong> e as mudanças da Reforma Tributária em andamento, é essencial saber quando emitir, qual tipo usar e como fazer isso corretamente.</p>
<p>Neste guia completo, você vai entender quando a nota fiscal para MEI é obrigatória, quais os tipos disponíveis, como emitir passo a passo e quais são as vantagens de emitir mesmo quando não é exigido por lei.</p>
<h2 id="o-mei-e-obrigado-a-emitir-nota-fiscal">O MEI é obrigado a emitir nota fiscal?</h2>
<p>Sim e não — depende de quem é o seu cliente. A legislação estabelece regras claras:</p>
<h3 id="quando-e-obrigatorio-emitir-nota-fiscal">Quando é obrigatório emitir nota fiscal</h3>
<p>O <a href="https://blog.egestor.com.br/simei/">SIMEI</a> (regime tributário do MEI) exige a emissão de nota fiscal sempre que o comprador ou contratante for uma <strong>pessoa jurídica (PJ)</strong>, independentemente de:</p>
<ul>
<li>Tipo de produto ou serviço;</li>
<li>Valor da transação;</li>
<li>Duração do contrato;</li>
<li>O serviço ser prestado de forma pontual ou recorrente.</li>
</ul>
<p>⚠️ Ou seja: se você vendeu algo para uma empresa, emita a nota. Sem exceção.</p>
<h3 id="quando-e-facultativo-mas-recomendado">Quando é facultativo (mas recomendado)</h3>
<p>Para clientes <strong>pessoa física (PF)</strong>, o MEI não tem obrigação legal de emitir nota fiscal. Ainda assim, emitir é sempre recomendado, pois não gera custo por nota emitida e traz benefícios tanto para o MEI quanto para o consumidor.</p>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th>Situação</th>
<th>Nota fiscal obrigatória?</th>
<th>Tipo mais usado</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Venda de produto para empresa (PJ)</td>
<td>Sim</td>
<td>NF-e ou NFC-e</td>
</tr>
<tr>
<td>Prestação de serviço para empresa (PJ)</td>
<td>Sim</td>
<td>NFS-e</td>
</tr>
<tr>
<td>Venda de produto para pessoa física (PF)</td>
<td>Não</td>
<td>NFC-e ou NFA</td>
</tr>
<tr>
<td>Prestação de serviço para pessoa física (PF)</td>
<td>Não</td>
<td>NFS-e ou NFA</td>
</tr>
<tr>
<td>Venda interestadual para PJ</td>
<td>Sim</td>
<td>NF-e</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<p><strong>Atenção:</strong> mesmo quando não é obrigatória, muitos clientes pessoa física exigem nota fiscal para fins de garantia, reembolso de despesas ou controle pessoal. Emitir sempre é a melhor prática.</p>
<h2 id="tipos-de-nota-fiscal-disponiveis-para-o-mei">Tipos de nota fiscal disponíveis para o MEI</h2>
<p>O MEI pode emitir diferentes tipos de nota fiscal, dependendo da atividade que exerce e do destinatário da operação. Veja cada um:</p>
<h3 id="nota-fiscal-eletronica-nf-e-modelo-55">Nota Fiscal Eletrônica — NF-e (modelo 55)</h3>
<p>A <strong><a href="https://blog.egestor.com.br/nota-fiscal-eletronica/">NF-e</a></strong> é o modelo padrão para venda de mercadorias e é transmitida eletronicamente à Secretaria da Fazenda (SEFAZ) antes da circulação do produto. Tem validade jurídica plena e substitui a nota fiscal impressa.</p>
<ul>
<li>Usada por: MEI que vende produtos (mercadorias);</li>
<li>Emissão: via sistema emissor de NF-e credenciado na SEFAZ;</li>
<li>Exige certificado digital: sim;</li>
<li>Gera <a href="https://blog.egestor.com.br/danfe-online/">DANFE</a> (Documento Auxiliar da NF-e);</li>
<li>O <a href="https://blog.egestor.com.br/xml/">XML da NF-e</a> deve ser armazenado por 5 anos.</li>
</ul>
<h3 id="nota-fiscal-do-consumidor-eletronica-nfc-e-modelo-65">Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica — NFC-e (modelo 65)</h3>
<p>A <strong>NFC-e</strong> é usada para vendas no varejo, diretamente ao consumidor final (pessoa física ou jurídica). É mais simples e dispensa algumas informações do destinatário.</p>
<ul>
<li>Usada por: MEI que vende no balcão, loja física ou delivery;</li>
<li>Emissão: via sistema emissor credenciado na SEFAZ;</li>
<li>Exige certificado digital: sim (na maioria dos estados);</li>
<li>Não gera DANFE tradicional — gera um cupom simplificado (DANFE NFC-e).</li>
</ul>
<h3 id="nota-fiscal-de-servico-eletronica-nfs-e">Nota Fiscal de Serviço Eletrônica — NFS-e</h3>
<p>A <strong>NFS-e</strong> é o documento fiscal para quem presta serviços. É emitida pela prefeitura do município onde o serviço é prestado e o imposto gerado é o <a href="https://blog.egestor.com.br/issqn-imposto-sobre-servicos-iss/">ISS (Imposto Sobre Serviços)</a>.</p>
<ul>
<li>Usada por: MEI prestador de serviços (designer, cabeleireiro, consultor, eletricista, etc.);</li>
<li>Emissão: no portal da prefeitura ou no Portal Nacional NFS-e (para municípios aderentes);</li>
<li>Exige <a href="https://blog.egestor.com.br/certificado-digital-o-que-e/">certificado digital</a>: depende do município;</li>
<li>Custo: gratuita na maioria das prefeituras.</li>
</ul>
<p>💡 <strong>Dica:</strong> o Portal Nacional NFS-e (nfse.gov.br) centraliza a emissão para prefeituras que aderiram ao padrão nacional — consulte se o seu município está incluído.</p>
<h3 id="nota-fiscal-avulsa-nfa">Nota Fiscal Avulsa — NFA</h3>
<p>A <strong><a href="https://blog.egestor.com.br/nota-fiscal-avulsa/">NFA</a></strong> é o modelo mais simples e é emitida diretamente na SEFAZ, sem necessidade de sistema emissor ou certificado digital. É indicada para MEIs com volume baixo de vendas ou que ainda estão se estruturando.</p>
<ul>
<li>Disponibilidade: varia por estado — consulte a SEFAZ da sua UF;</li>
<li>Custo: gratuita na maioria dos estados;</li>
<li>Emissão: presencial ou online, dependendo do estado;</li>
<li>Limitação: alguns estados migraram integralmente para a NFA-e, descontinuando o modelo impresso.</li>
</ul>
<h3 id="nota-fiscal-avulsa-eletronica-nfa-e">Nota Fiscal Avulsa Eletrônica — NFA-e</h3>
<p>A <strong>NFA-e</strong> é a versão digital da nota fiscal avulsa, disponível em alguns estados. Funciona de forma semelhante à NFA, mas o processo é feito inteiramente pela internet, sem necessidade de deslocamento até a SEFAZ ou escritório fazendário.</p>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th>Tipo</th>
<th>Para quem</th>
<th>Certificado digital?</th>
<th>Emissão</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>NF-e</td>
<td>Vendas de produtos para PJ ou interestaduais</td>
<td>Sim</td>
<td>Sistema emissor</td>
</tr>
<tr>
<td>NFC-e</td>
<td>Vendas no varejo ao consumidor final</td>
<td>Sim (maioria)</td>
<td>Sistema emissor</td>
</tr>
<tr>
<td>NFS-e</td>
<td>Prestação de serviços</td>
<td>Depende do município</td>
<td>Portal da prefeitura</td>
</tr>
<tr>
<td>NFA</td>
<td>Venda de produtos ou serviços com baixo volume de emissões</td>
<td>Não</td>
<td>SEFAZ (presencial ou online)</td>
</tr>
<tr>
<td>NFA-e</td>
<td>Venda de produtos ou serviços com baixo volume de emissões</td>
<td>Não</td>
<td>Online — estados aderentes</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/patrick-tomasso-nWvWBV0sv04-unsplash-1.jpg-2000.webp" alt="" width="2000" height="1502"></p>
<h2 id="como-emitir-nota-fiscal-para-mei-passo-a-passo">Como emitir nota fiscal para MEI: passo a passo</h2>
<p>O processo varia de acordo com o tipo de nota fiscal, mas em linhas gerais segue esta sequência:</p>
<h3 id="secao-1-credenciamento-na-sefaz">1. Credenciamento na SEFAZ</h3>
<p>Antes de tudo, o MEI precisa se credenciar junto à Secretaria da Fazenda do seu estado para ter autorização de emissão de NF-e ou NFC-e. O processo pode ser feito online em vários estados, mas em alguns ainda exige presença física. Acesse o site da SEFAZ da sua UF e procure por "credenciamento para emissão de NF-e".</p>
<p>Para NFS-e, o credenciamento é feito junto à <strong>prefeitura</strong> do município onde os serviços são prestados — não na SEFAZ estadual.</p>
<h3 id="secao-2-obtenha-o-certificado-digital-quando-exigido">2. Obtenha o certificado digital (quando exigido)</h3>
<p>Para emitir NF-e e NFC-e, o MEI precisa de um <strong>certificado digital</strong> — uma assinatura eletrônica que garante a autenticidade do documento e tem validade jurídica. Pode ser:</p>
<ul>
<li><strong>A1:</strong> arquivo digital instalado no computador ou no sistema emissor. Validade de 1 ano.</li>
<li><strong>A3:</strong> armazenado em token USB ou cartão inteligente. Validade de 1 a 3 anos.</li>
</ul>
<p>O custo varia entre R$ 150 e R$ 350, dependendo da Autoridade Certificadora (AC). Para NFS-e via portal da prefeitura, muitos municípios aceitam login pelo gov.br, dispensando o certificado digital.</p>
<h3 id="secao-3-use-um-sistema-emissor-ou-o-portal-da-prefeitura">3. Use um sistema emissor ou o portal da prefeitura</h3>
<p>Com o credenciamento e o certificado digital em mãos, você pode emitir notas por:</p>
<ul>
<li><strong>Sistema de gestão com emissão de NF-e</strong> (como o eGestor): integra vendas, estoque e financeiro — a nota é gerada automaticamente ao registrar a venda, com o <a href="https://blog.egestor.com.br/cfop/">CFOP</a> e o <a href="https://blog.egestor.com.br/ncm/">NCM</a> já configurados.</li>
<li><strong>Emissor gratuito da SEFAZ</strong>: disponibilizado pelo governo estadual, mais básico, mas funcional para emissões pontuais.</li>
<li><strong>Portal da prefeitura</strong>: para NFS-e, acesse o sistema de nota fiscal eletrônica da sua cidade.</li>
</ul>
<h3 id="secao-4-armazene-as-notas-fiscais-pelo-prazo-legal">4. Armazene as notas fiscais pelo prazo legal</h3>
<p>O MEI deve guardar todos os documentos fiscais — tanto os emitidos quanto os recebidos de fornecedores — por no mínimo <strong>5 anos</strong> a partir da data de emissão. Sistemas de gestão armazenam as notas automaticamente na nuvem, facilitando esse controle.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/notas-fiscais-acumuladas.jpg-1200.webp" alt="" width="1200" height="800"></p>
<h2 id="nota-fiscal-mei-limites-de-faturamento-em-2026">Nota fiscal MEI: limites de faturamento em 2026</h2>
<p>Em 2026, o limite de faturamento do MEI é de <strong>R$ 81.000 por ano</strong> (R$ 6.750 por mês em média). Existe também a categoria <strong>MEI Caminhoneiro</strong>, com limite de R$ 251.600 anuais.</p>
<p>Ultrapassar esse limite implica na exclusão do <a href="https://blog.egestor.com.br/simei/">SIMEI</a> e na necessidade de migrar para outra categoria de empresa, como ME (Microempresa). Cada nota fiscal emitida conta para o faturamento anual — por isso é importante manter o controle.</p>
<p>O imposto do MEI é pago mensalmente pelo <a href="https://blog.egestor.com.br/das-documento-de-arrecadacao-do-simples-nacional/">DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional)</a>, que consolida todos os tributos em um único boleto. E anualmente o MEI deve entregar a <a href="https://blog.egestor.com.br/dasn-simei/">DASN-SIMEI (Declaração Anual do Simples Nacional)</a>, informando o faturamento do ano anterior.</p>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th>Categoria</th>
<th>Limite anual 2026</th>
<th>Limite mensal (média)</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>MEI padrão</td>
<td>R$ 81.000,00</td>
<td>R$ 6.750,00</td>
</tr>
<tr>
<td>MEI Caminhoneiro</td>
<td>R$ 251.600,00</td>
<td>R$ 20.966,67</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<h2 id="o-que-acontece-se-o-mei-nao-emitir-nota-fiscal-quando">O que acontece se o MEI não emitir nota fiscal quando obrigatório?</h2>
<p>Deixar de emitir nota fiscal para clientes pessoa jurídica é uma infração fiscal. As consequências podem incluir:</p>
<ul>
<li><strong>Multa:</strong> o valor varia por estado, mas geralmente é calculado como um percentual do valor da operação não documentada.</li>
<li><strong>Perda de clientes:</strong> empresas precisam de nota fiscal para registrar despesas e créditos tributários — sem ela, muitas simplesmente não fecham contrato com o MEI.</li>
<li><strong>Problemas na DASN-SIMEI:</strong> inconsistência entre o faturamento declarado e as notas emitidas pode gerar autuação.</li>
</ul>
<h2 id="nota-fiscal-mei-e-a-reforma-tributaria-2026">Nota fiscal MEI e a Reforma Tributária 2026</h2>
<p>A <a href="https://blog.egestor.com.br/reforma-tributaria/">Reforma Tributária de 2026</a> está em período de transição. Para o MEI, as principais mudanças esperadas são:</p>
<ul>
<li>O ISS (municipal) será gradualmente substituído pelo IBS (Imposto sobre Bens e Serviços). Para prestadores de serviço MEI, isso impacta a NFS-e no médio prazo.</li>
<li>A CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) substituirá <a href="https://blog.egestor.com.br/entenda-o-que-e-pis-pasep-e-inss/">PIS</a> e <a href="https://blog.egestor.com.br/cofins/">COFINS</a> — o MEI no SIMEI não paga esses tributos separadamente, então o impacto direto é menor.</li>
<li>Os sistemas emissores de NF-e deverão ser adaptados progressivamente conforme as regulamentações da Reforma Tributária forem sendo publicadas.</li>
</ul>
<p>Enquanto a transição acontece, o MEI deve continuar emitindo notas normalmente, usando os mesmos tipos e processos descritos neste guia.</p>
<h2 id="vantagens-de-emitir-nota-fiscal-como-mei">Vantagens de emitir nota fiscal como MEI</h2>
<p>Mesmo quando não é obrigatória, emitir nota fiscal traz benefícios concretos:</p>
<ul>
<li><strong>Facilita o crescimento:</strong> um histórico de notas emitidas é fundamental se você precisar migrar de MEI para ME (<a href="https://blog.egestor.com.br/tipos-de-empresas/">conheça os tipos de empresa</a>);</li>
<li><strong>Mais clientes:</strong> empresas e órgãos públicos só contratam fornecedores que emitem nota. Sem ela, você perde contratos;</li>
<li><strong>Credibilidade:</strong> nota fiscal transmite profissionalismo e passa confiança ao cliente;</li>
<li><strong>Controle financeiro:</strong> cada nota representa uma transação registrada, facilitando o controle de faturamento e o cálculo do DAS mensal;</li>
<li><strong>Garantia para o consumidor:</strong> o documento fiscal comprova a compra e é base para reclamações e garantias.</li>
</ul>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/44-2.png-2000.webp" alt="nota fiscal para mei" width="2000" height="1333"></p>
<section class="faq"><h2 id="perguntas-frequentes-sobre-nota-fiscal-para-mei">Perguntas frequentes sobre nota fiscal para MEI</h2><div class="faq-lista"><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="mei-precisa-de-certificado-digital-para-emitir-nota-fiscal">MEI precisa de certificado digital para emitir nota fiscal?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Depende do tipo de nota. Para NF-e e NFC-e, o certificado digital é obrigatório na maioria dos estados. Para NFS-e via portal da prefeitura, muitos municípios aceitam autenticação pelo gov.br. Para Nota Fiscal Avulsa (NFA), não é necessário certificado digital.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-mei-pode-emitir-nota-fiscal-de-servico">O MEI pode emitir nota fiscal de serviço?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Sim. O MEI prestador de serviços emite a NFS-e (Nota Fiscal de Serviço Eletrônica) pelo sistema da prefeitura onde os serviços são realizados. A emissão é obrigatória quando o contratante é uma empresa (PJ).</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-nota-fiscal-o-mei-emite-para-pessoa-fisica">Qual nota fiscal o MEI emite para pessoa física?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Para pessoa física, o MEI não é obrigado a emitir nota, mas pode usar NFC-e (para vendas de produtos no varejo), NFS-e (para serviços) ou Nota Fiscal Avulsa. A NFA é a opção mais simples e gratuita para quem tem baixo volume de emissões.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="quantas-notas-fiscais-o-mei-pode-emitir">Quantas notas fiscais o MEI pode emitir?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Não há limite de quantidade de notas fiscais. O que tem limite é o <strong>faturamento total</strong> — R$ 81.000 por ano em 2026. Emita quantas notas precisar, desde que a soma dos valores não ultrapasse esse teto.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-mei-pode-emitir-nota-fiscal-retroativa">O MEI pode emitir nota fiscal retroativa?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Em regra, a NF-e deve ser emitida antes ou no momento da operação. Para serviços, algumas prefeituras permitem emissão em até 24h após a prestação.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="como-o-mei-consulta-as-notas-que-emitiu">Como o MEI consulta as notas que emitiu?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>As notas emitidas ficam armazenadas no sistema emissor utilizado (portal da SEFAZ, portal da prefeitura ou sistema de gestão) e podem ser consultadas diretamente nesses ambientes.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="mei-paga-imposto-por-nota-fiscal-emitida">MEI paga imposto por nota fiscal emitida?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Não diretamente. O MEI paga o <a href="https://blog.egestor.com.br/das-documento-de-arrecadacao-do-simples-nacional/">DAS</a> mensalmente — um valor fixo que já inclui todos os tributos (INSS, ISS ou ICMS, conforme a atividade). O valor da nota não aumenta o imposto, mas o faturamento total acumulado precisa respeitar o limite anual de R$ 81.000.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-mei-pode-emitir-nota-fiscal-para-outro-estado">O MEI pode emitir nota fiscal para outro estado?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Sim. O MEI não é obrigado a emitir NF-e para operações interestaduais, mas se o cliente PJ exigir, ele pode emitir. Nesse caso, a NF-e é o documento correto. O ICMS interestadual segue as regras da <a href="https://blog.egestor.com.br/aliquotas-interestaduais/">tabela de alíquotas interestaduais</a>. MEIs que realizam vendas interestaduais devem verificar as obrigações de DIFAL conforme o estado de destino. <a href="https://egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p></div></details></div></section>
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    </item>
    <item>
      <title>Planejamento Financeiro Empresarial [2026]: Guia Completo</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/planejamento-financeiro-empresarial/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/planejamento-financeiro-empresarial/</guid>
      <pubDate>Tue, 26 May 2026 16:48:11 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Controle Financeiro</category>
      <category>redação</category>
      <description>Saiba o que é planejamento financeiro empresarial, como fazer e quais indicadores acompanhar para garantir o lucro da sua empresa.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Alguns empresários começam o ano com a mesma pergunta: "Quanto precisamos faturar em 2026?". Embora seja uma dúvida válida, ela está incompleta. Focar apenas no faturamento, sem considerar o lucro que realmente sobra no fim do período, é um dos erros mais comuns - e mais caros - na gestão de uma empresa.</p>
<p>Planejamento financeiro empresarial é o processo de organizar as finanças da empresa para definir quanto precisa entrar, quanto pode sair e quais resultados devem ser alcançados ao longo do período. Quando feito corretamente, ele transforma a gestão financeira em decisões baseadas em dados, e não em suposições.</p>
<p>Apesar de não serem a mesma coisa, planejamento financeiro e <a href="https://blog.egestor.com.br/controle-financeiro-como-fazer/">controle financeiro</a> estão diretamente ligados. Não se preocupar com esses dois processos pode trazer prejuízos expressivos ao negócio — por isso, é fundamental entender o que é cada um e como colocá-los em prática.</p>
<p>Neste guia, você vai entender o que é planejamento financeiro empresarial, a diferença entre planejamento e controle financeiro, como montar o seu do zero e quais indicadores acompanhar ao longo do ano.</p>
<h2 id="o-que-e-planejamento-financeiro-empresarial">O que é planejamento financeiro empresarial?</h2>
<p>Planejamento financeiro empresarial é o conjunto de ações que define as metas financeiras da empresa para um período determinado, normalmente um ano, e estabelece o caminho para alcançá-las. Ele responde perguntas como:</p>
<ul>
<li>Quanto a empresa precisa faturar para cobrir todos os custos e ainda gerar lucro?</li>
<li>Qual é a margem de lucratividade que o negócio precisa atingir?</li>
<li>Onde é possível reduzir gastos sem comprometer a operação?</li>
<li>O caixa da empresa está no nível certo para os próximos meses?</li>
</ul>
<p>Engana-se quem acredita que o <strong>planejamento</strong> resume-se em planejar, o ciclo é mais amplo do que isso. O <strong>PDCA</strong> é a maneira mais simples de explicar essa ideia:</p>
<ul>
<li>P – Plan: planejar</li>
<li>D – Do: fazer</li>
<li>C – Check: checar</li>
<li>A – Action: agir</li>
</ul>
<p>É esse ciclo que transforma o planejamento financeiro em um processo contínuo — e não em um documento feito uma vez por ano e esquecido na gaveta.</p>
<h3 id="diferenca-entre-planejamento-financeiro-e-controle">Diferença entre planejamento financeiro e controle financeiro</h3>
<p>São dois processos complementares, mas com funções distintas.</p>
<p>O planejamento financeiro é a fase de projeção. Nele, a empresa define objetivos, metas de faturamento, previsão de custos, despesas e a lucratividade esperada para o período. Ou seja, é o momento de olhar para o futuro e traçar metas financeiras.</p>
<p>Já o controle financeiro é a fase de execução e acompanhamento. Nele, são registrados os resultados reais da empresa para comparar com o que foi planejado e corrigir possíveis desvios.</p>
<p>Ferramentas que fazem parte do processo:</p>
<ul>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/fluxo-de-caixa/">Fluxo de caixa</a>;</li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/dre/">DRE (Demonstrativo de Resultados)</a>;</li>
<li>Contas a pagar e a receber;</li>
<li>Balanço patrimonial;</li>
<li>Gestão de custos;</li>
<li>Gestão orçamentária;</li>
<li>Análise do ponto de equilíbrio e lucratividade.</li>
</ul>
<p>Na prática, um depende do outro. Sem planejamento, o controle financeiro não tem referência. Sem controle, o planejamento se torna apenas uma intenção no papel.</p>
<h2 id="por-que-o-planejamento-financeiro-e-essencial-para-sua">Por que o planejamento financeiro é essencial para sua empresa?</h2>
<p>A falta de planejamento financeiro é apontada repetidamente como uma das principais causas do fechamento precoce de empresas no Brasil. Isso não é por acaso.</p>
<p>Quando não existe um plano financeiro, o empresário toma decisões baseadas apenas no saldo bancário do dia. Se tem dinheiro na conta, parece que vai bem. Se não tem, parece que vai mal. Mas essa visão é enganosa, porque o saldo bancário não revela se a empresa está gerando lucro, se as despesas estão crescendo mais que a receita ou se o caixa vai segurar as obrigações do próximo mês.</p>
<p>Com um planejamento financeiro estruturado, você ganha:</p>
<ul>
<li>Clareza sobre os números reais do negócio;</li>
<li>Capacidade de antecipar problemas de caixa antes que se tornem <a href="https://blog.egestor.com.br/controle-financeiro-em-tempos-de-crise/">crises</a>;</li>
<li>Base para negociar com fornecedores, bancos e investidores;</li>
<li>Segurança para tomar decisões de contratação, expansão ou corte de custos;</li>
<li>Meta de lucratividade definida, e não só de faturamento.</li>
</ul>
<p>Com essas informações estruturadas, fica muito mais fácil responder antecipadamente perguntas como:</p>
<p>Qual será a situação do caixa nos próximos meses?</p>
<p>Quais oportunidades de crescimento podem ser aproveitadas?</p>
<p>Como agir diante de uma crise sem precisar improvisar?</p>
<p>Convenhamos — é muito mais fácil trabalhar quando se sabe onde se quer chegar e qual é o caminho mais seguro para chegar lá.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/towfiqu-barbhuiya-nApaSgkzaxg-unsplash-1.jpg-2000.webp" alt="" width="2000" height="1335"></p>
<h2 id="o-erro-mais-comum-no-planejamento-financeiro-empresarial">O erro mais comum no planejamento financeiro empresarial: focar só no faturamento</h2>
<p>A pergunta "quanto precisamos faturar?" parece o ponto de partida natural para qualquer planejamento. Porém, sozinha, ela pode levar a empresa a aumentar as vendas e reduzir o lucro ao mesmo tempo.</p>
<p>Imagine uma empresa que projeta crescer 30% no faturamento em 2026. Para suportar esse crescimento, ela contrata mais funcionários, aluga um espaço maior e aumenta os investimentos em marketing. No fim do ano, o faturamento realmente cresceu, mas os custos cresceram ainda mais. Resultado: a lucratividade caiu.</p>
<p>Por isso, o ponto de partida do planejamento financeiro não deve ser apenas "quanto vamos faturar?", mas sim "quanto lucro queremos ter?".</p>
<p>A partir da meta de lucratividade, você faz a engenharia reversa. Fica mais fácil calcular o quanto a empresa precisa faturar, quais custos precisam ser controlados e onde existem oportunidades para reduzir despesas sem comprometer o negócio.</p>
<h2 id="como-fazer-planejamento-financeiro-empresarial-passo-a-passo">Como fazer planejamento financeiro empresarial: passo a passo</h2>
<h3 id="passo-1-analise-os-resultados-do-ano-anterior">Passo 1: analise os resultados do ano anterior</h3>
<p>Antes de planejar o futuro, é preciso entender o que aconteceu no passado. Para isso, levante os principais números e indicadores do ano anterior:</p>
<ul>
<li>Total de faturamento por mês;</li>
<li>Custos totais e sua proporção sobre o faturamento;</li>
<li>Despesas fixas mensais;</li>
<li>Margem de contribuição;</li>
<li>Lucratividade líquida;</li>
<li>Saldo de caixa no início e no fim do período;</li>
<li>Saldo de dívidas e obrigações financeiras pendentes (empréstimos, parcelamentos, fornecedores em atraso).</li>
</ul>
<p>Se esses dados não estão registrados, esse é um sinal claro de que o <a href="https://blog.egestor.com.br/controle-financeiro-como-fazer/">controle financeiro</a> da empresa precisa ser estruturado antes de qualquer planejamento. Afinal, sem histórico financeiro, qualquer projeção se torna apenas uma estimativa sem base concreta.</p>
<h3 id="passo-2-defina-a-meta-de-lucratividade">Passo 2: defina a meta de lucratividade</h3>
<p>Com os números do ano anterior em mãos, o próximo passo é definir qual lucratividade a empresa deseja alcançar em 2026. Ou seja, não basta estabelecer uma meta de faturamento - é preciso definir quanto de lucro deve sobrar após o pagamento de todos os custos e despesas.</p>
<p>Por exemplo, imagine que uma empresa faturou R$ 1 milhão no último ano e obteve R$ 80 mil de lucro líquido, equivalente a 8% de lucratividade. Para 2026, a meta pode ser aumentar esse índice para 12%. A partir disso, esse objetivo passa a orientar todo o planejamento financeiro da empresa.</p>
<p>Vale lembrar que a meta de lucratividade anual pode — e deve — ser desdobrada em objetivos de curto prazo (mensais), médio prazo (trimestrais) e longo prazo (anuais ou plurianuais). Por exemplo: fechar o ano no azul, aumentar o faturamento em 20% até o segundo semestre ou quitar uma dívida específica até determinada data. Quanto mais concretas forem essas metas, mais fácil será acompanhá-las e corrigi-las ao longo do ano.</p>
<h3 id="passo-3-diferencie-custos-e-despesas">Passo 3: diferencie custos e despesas</h3>
<p>Esse é um passo que muitos empresários ignoram, e o resultado costuma ser um orçamento impreciso.</p>
<p>Os custos são os gastos que variam conforme o faturamento da empresa. Ou seja, quando as vendas aumentam, eles também aumentam. Quando as vendas caem, esses gastos tendem a diminuir. Alguns exemplos são:</p>
<ul>
<li>Impostos sobre vendas;</li>
<li>Comissões da equipe comercial;</li>
<li>Matéria-prima e mercadorias;</li>
<li>Embalagens e frete sobre vendas.</li>
</ul>
<p>As despesas são gastos que existem independentemente do faturamento da empresa. Ou seja, a empresa vendendo muito ou pouco, eles ainda precisam ser pagos. Alguns exemplos são:</p>
<ul>
<li>Aluguel e condomínio;</li>
<li>Salários administrativos e pró-labore;</li>
<li>Honorários de contador;</li>
<li>Assinaturas de softwares e sistemas;</li>
<li>Contas de água, luz e internet.</li>
</ul>
<p>Separar custos e despesas é essencial para criar projeções financeiras mais precisas, pois os custos podem ser calculados com base em um percentual do faturamento projetado, enquanto as despesas são registradas considerando o valor fixo mensal esperado para cada período.</p>
<h3 id="passo-4-monte-o-orcamento-empresarial">Passo 4: monte o orçamento empresarial</h3>
<p>Com o faturamento projetado, os custos e as despesas mapeados, é hora de montar o orçamento da empresa. O formato mais simples é utilizar uma planilha com as seguintes linhas:</p>
<ol>
<li>Faturamento bruto previsto</li>
<li>(-) Custos variáveis (impostos, comissões, matéria-prima)</li>
<li>(=) Margem de contribuição</li>
<li>(-) Despesas fixas (aluguel, salários, contador)</li>
<li>(=) Lucro operacional</li>
<li>(-) Despesas financeiras (juros, tarifas bancárias)</li>
<li>(=) Lucro líquido</li>
</ol>
<p>O resultado final é o lucro líquido projetado. Ao dividir esse valor pelo faturamento, você encontra a lucratividade esperada da empresa. Depois disso, compare o resultado com a meta definida no passo 2 para avaliar se o planejamento está alinhado aos objetivos financeiros do negócio.</p>
<p>Para facilitar o acompanhamento mensal previsto no Passo 6, vale distribuir esses valores mês a mês — e não apenas como um bloco anual. Um orçamento mensal permite identificar os meses de maior pressão no caixa, as sazonalidades do negócio e os períodos em que será necessário reforçar o faturamento ou conter despesas.</p>
<h3 id="passo-5-faca-a-engenharia-reversa">Passo 5: faça a engenharia reversa</h3>
<p>Se a lucratividade projetada ficou abaixo da meta, é hora de ajustar o planejamento. Esse processo é conhecido como engenharia reversa do orçamento: em vez de aceitar o resultado obtido, a empresa analisa o que precisa ser alterado para alcançar o objetivo desejado.</p>
<p>Nesse momento, os principais ajustes possíveis são:</p>
<ul>
<li>Aumentar o faturamento projetado, desde que os custos não cresçam na mesma proporção;</li>
<li>Renegociar contratos de despesas fixas, como aluguel e fornecedores de serviços;</li>
<li>Revisar a política de comissões ou a alíquota efetiva de imposto;</li>
<li>Identificar gastos desnecessários que podem ser cortados sem impactar a operação;</li>
<li>Aumentar a margem de venda, revisando a precificação dos produtos ou serviços.</li>
</ul>
<p>A engenharia reversa do orçamento não significa cortar todos os gastos de qualquer forma. O objetivo é identificar onde o dinheiro está sendo investido sem gerar o retorno esperado e ajustar esses pontos de maneira estratégica.</p>
<h3 id="passo-6-acompanhe-mes-a-mes-com-um-ritual-de-gestao">Passo 6: acompanhe mês a mês com um ritual de gestão</h3>
<p>Um planejamento financeiro sem acompanhamento ao longo do ano perde sua utilidade. Para gerar resultados reais, o plano precisa passar por revisões mensais.</p>
<p>Esse processo consiste em comparar, mês a mês, o que foi planejado com os resultados que realmente aconteceram:</p>
<ul>
<li>O faturamento veio dentro do esperado?</li>
<li>Os custos ficaram dentro do percentual projetado?</li>
<li>Alguma despesa estourou o orçamento?</li>
<li>A lucratividade do mês está na direção da meta anual?</li>
</ul>
<p>Com essa análise mensal, a empresa consegue identificar desvios com antecedência e corrigir a rota antes que o ano acabe. Sem esse acompanhamento, o resultado do planejamento só será conhecido no fim do período, quando já não há mais tempo para reagir.</p>
<h2 id="indicadores-financeiros-essenciais-para-o-planejamento">Indicadores financeiros essenciais para o planejamento</h2>
<p>Para fazer um planejamento financeiro consistente, é fundamental conhecer e acompanhar os principais indicadores financeiros da empresa.</p>
<h3 id="margem-de-contribuicao">Margem de contribuição</h3>
<p>A <a href="https://blog.egestor.com.br/margem-de-contribuicao/">margem de contribuição</a> mostra quanto sobra de cada venda após o desconto dos custos variáveis. Esse indicador é fundamental para calcular quantas vendas a empresa precisa realizar para cobrir as despesas fixas e gerar lucro.</p>
<h3 id="ponto-de-equilibrio">Ponto de equilíbrio</h3>
<p>O <a href="https://blog.egestor.com.br/ponto-de-equilibrio/">ponto de equilíbrio</a> representa o faturamento mínimo que a empresa precisa alcançar para não operar no prejuízo. Abaixo desse valor, a empresa opera no vermelho. Acima dele, começa a gerar lucro.</p>
<h3 id="lucratividade">Lucratividade</h3>
<p>A lucratividade representa o percentual de lucro em relação ao faturamento da empresa. Por exemplo, um negócio que fatura R$ 500 mil e obtém R$ 50 mil de lucro líquido possui lucratividade de 10%, sendo esse um dos principais indicadores de eficiência financeira da empresa.</p>
<h3 id="rentabilidade">Rentabilidade</h3>
<p>Mede o retorno obtido sobre o capital investido no negócio. Diferente da lucratividade, que está relacionada ao faturamento, a rentabilidade <a href="https://blog.egestor.com.br/analise-de-desempenho-financeiro-entenda-a-importancia/">analisa o desempenho financeiro</a> do investimento realizado na empresa. Assim, um negócio pode ter uma lucratividade razoável e, ainda assim, apresentar baixa rentabilidade caso exija muito capital imobilizado.</p>
<h3 id="capital-de-giro">Capital de giro</h3>
<p>O capital de giro é o dinheiro disponível para manter a operação do dia a dia da empresa, como pagamento de fornecedores, salários e demais despesas correntes enquanto os recebimentos dos clientes não entram no caixa. Por isso, uma empresa pode apresentar lucro no papel e ainda enfrentar dificuldades financeiras por falta de capital de giro.</p>
<h3 id="balanco-patrimonial">Balanço patrimonial</h3>
<p>O balanço patrimonial apresenta a fotografia financeira da empresa em determinado momento: seus bens, direitos e obrigações. Ele permite avaliar se o negócio está sólido patrimonialmente ou se existem desequilíbrios entre o que a empresa possui e o que deve — informação indispensável para decisões de investimento e para negociações com bancos e investidores.</p>
<p>Na prática, esses indicadores ganham muito mais valor quando consolidados em relatórios financeiros periódicos. Ao reunir os dados de faturamento, custos, lucratividade e fluxo de caixa em um relatório mensal, o gestor consegue comparar a evolução do negócio mês a mês, identificar tendências e tomar decisões estratégicas com base em números reais — e não em percepções.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/scott-graham-5fNmWej4tAA-unsplash-6.jpg-2000.webp" alt="" width="2000" height="1335"></p>
<h2 id="planejamento-financeiro-para-pequenas-empresas-e-mei">Planejamento financeiro para pequenas empresas e MEI</h2>
<p>Pequenas empresas e <a href="https://blog.egestor.com.br/portal-do-empreendedor/">MEIs</a> costumam adiar o planejamento financeiro com a justificativa de que o negócio ainda é pequeno para esse nível de organização. Mas, na prática, acontece justamente o contrário.</p>
<p>Quanto menor a empresa, menor também é a margem para erros. Uma queda inesperada nas vendas ou uma despesa não prevista pode comprometer seriamente o caixa do negócio. Nesse cenário, o planejamento financeiro ajuda a reduzir riscos e evitar surpresas.</p>
<p>Para quem está começando, o processo não precisa ser complexo. Uma planilha simples com projeção de faturamento, custos e despesas já resolve boa parte das necessidades. O importante é criar o hábito de planejar e acompanhar, mês a mês, o que foi previsto e o que realmente aconteceu.</p>
<p>Esses processos podem parecer burocráticos no início, mas são vitais para qualquer empresa — independentemente do tamanho. Por isso, devem começar desde os primeiros meses do negócio e perdurar durante toda a sua trajetória. Quanto antes o hábito for criado, menor será o esforço para mantê-lo.</p>
<h2 id="ferramentas-para-fazer-o-planejamento-financeiro-da-empresa">Ferramentas para fazer o planejamento financeiro da empresa</h2>
<p>Existem diferentes ferramentas para estruturar e acompanhar o planejamento financeiro, e cada uma atende empresas em diferentes níveis de <a href="https://blog.egestor.com.br/nao-errar-ao-organizar-o-setor-financeiro/">organização</a> e maturidade financeira.</p>
<h3 id="planilhas"><strong><a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-orcamento-empresarial/">Planilhas</a></strong></h3>
<p>São uma boa opção para começar. Ferramentas como Excel e Google Sheets permitem montar orçamentos, projetar fluxo de caixa e acompanhar indicadores financeiros básicos sem custo.</p>
<p>A principal limitação é que a atualização dos dados costuma ser manual, o que aumenta o risco de erros conforme o volume de informações cresce.</p>
<p>Para quem quer começar agora, o blog do eGestor oferece gratuitamente uma <strong><a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-orcamento-empresarial/">Planilha de Orçamento Empresarial</a></strong> já estruturada com as linhas de faturamento, custos, despesas e lucro líquido. É um bom ponto de partida antes de migrar para um sistema de gestão integrado.</p>
<h3 id="sistema-de-gestao-integrado"><strong>Sistema de gestão integrado</strong></h3>
<p>Para empresas que já têm um volume razoável de transações, um sistema de gestão integrado oferece vantagens importantes. Ele conecta automaticamente vendas, custos e despesas, gerando relatórios em tempo real sem depender de atualização manual. Isso permite acompanhar os números do mês com mais precisão e comparar os resultados com o planejamento financeiro definido.</p>
<h2 id="conclusao">Conclusão</h2>
<p>Agora que você conhece o que é planejamento financeiro empresarial, como fazê-lo passo a passo e quais indicadores acompanhar, é hora de colocar tudo em prática.</p>
<p>💡 <strong>Lembre-se:</strong> nada é tão bom que não possa melhorar. Mesmo que o financeiro da sua empresa esteja estável, o planejamento pode revelar oportunidades de aumentar o lucro, reduzir despesas e crescer com mais segurança.</p>
<p>O planejamento e o controle financeiro podem parecer tarefas complexas no início, mas uma vez estruturados, ficam cada vez mais fáceis de replicar e aprimorar com o passar dos anos. O mais importante é dar o primeiro passo — e mantê-lo como um ritual de gestão ao longo de toda a vida do negócio.</p>
<p>Se você quer facilitar esse processo, conheça o <strong><a href="https://egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener">eGestor</a></strong>, sistema de gestão para micro e pequenas empresas que integra controle financeiro, fluxo de caixa, DRE e indicadores atualizados em tempo real.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>
<section class="faq"><h2 id="perguntas-frequentes-sobre-planejamento-financeiro">Perguntas frequentes sobre planejamento financeiro empresarial</h2><div class="faq-lista"><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-e-planejamento-financeiro-empresarial-2">O que é planejamento financeiro empresarial?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>É o processo de definir as metas financeiras da empresa para um período, projetar faturamento, custos e despesas, e estabelecer a lucratividade esperada. Serve como guia para as decisões financeiras ao longo do ano.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="por-onde-comeco-o-planejamento-financeiro-da-minha-empresa">Por onde começo o planejamento financeiro da minha empresa?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Comece pelos resultados do ano anterior. Levante faturamento, custos, despesas e lucratividade do período passado. Com esses dados, você tem base para projetar o próximo ano com mais precisão.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-e-a-diferenca-entre-custo-e-despesa">Qual é a diferença entre custo e despesa?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Custos variam conforme o faturamento: impostos sobre vendas, comissões, matéria-prima. Despesas existem independentemente do faturamento: aluguel, salários administrativos, contador. Separar os dois é fundamental para um orçamento preciso.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="com-que-frequencia-devo-revisar-o-planejamento-financeiro">Com que frequência devo revisar o planejamento financeiro?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Mensalmente. Todo mês compare o que foi planejado com o que realmente aconteceu. Se houver desvios relevantes, ajuste o plano para o restante do ano antes que o problema se acumule.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="pequenas-empresas-e-mei-precisam-de-planejamento-financeiro">Pequenas empresas e MEI precisam de planejamento financeiro?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Sim. Quanto menor a empresa, menor a margem de erro e maior a importância de planejar. Uma planilha simples com projeção de receitas, custos e despesas já é suficiente para começar.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-e-engenharia-reversa-no-planejamento-financeiro">O que é engenharia reversa no planejamento financeiro?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>É o processo de partir da meta de lucratividade desejada e trabalhar de trás para frente para identificar o faturamento necessário e os gastos que precisam ser ajustados para chegar nesse resultado.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-a-diferenca-entre-planejamento-financeiro-e-controle">Qual a diferença entre planejamento financeiro e controle financeiro?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>O planejamento financeiro projeta o futuro: define metas e orçamentos. O <a href="https://blog.egestor.com.br/controle-financeiro-como-fazer/">controle financeiro</a> acompanha o presente: registra o que realmente aconteceu e compara com o planejado. Os dois precisam funcionar juntos.</p></div></details></div></section>
]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/3-19.png" type="image/png" length="750851"/>
    </item>
    <item>
      <title>DIRF: O que é, quem deve declarar, prazo de entrega e multas [2026]</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/dirf-o-que-e-quem-deve-declarar-prazo-e-multas/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/dirf-o-que-e-quem-deve-declarar-prazo-e-multas/</guid>
      <pubDate>Fri, 22 May 2026 10:40:49 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Contabilidade</category>
      <category>redação</category>
      <description>O que é DIRF, quem deve entregar, prazo para 2026 e multas por atraso. Guia completo para empresas, MEIs e autônomos. Entenda tudo aqui.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>DIRF (Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte)</strong> é uma das obrigações acessórias mais importantes para empresas e profissionais que realizam pagamentos com retenção de imposto de renda. Entregá-la corretamente e dentro do prazo é fundamental para evitar multas e problemas com a Receita Federal.</p>
<p>Neste guia completo, você vai entender o que é a <strong>DIRF</strong>, quem é obrigado a declarar, quais são as regras vigentes, o prazo de entrega e como evitar as penalidades por atraso ou não entrega.</p>
<h2 id="o-que-e-a-dirf">O que é a DIRF?</h2>
<p>A <strong>DIRF</strong> era a sigla para <strong>Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte</strong>. Durante anos, essa declaração foi entregue anualmente à Receita Federal por pessoas físicas e jurídicas que pagavam ou creditavam rendimentos com retenção do <a href="https://blog.egestor.com.br/irrf/">Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF)</a>. No entanto, a obrigação foi extinta, e as informações que antes eram informadas na DIRF passaram a ser enviadas por meio do <strong>eSocial</strong> e da <strong>EFD-Reinf</strong>, conforme o tipo de rendimento e a natureza do contribuinte.</p>
<p>Por meio da DIRF, a fonte pagadora informa ao Fisco quais rendimentos foram pagos a beneficiários e quais valores de imposto foram retidos e recolhidos. Essas informações servem como mecanismo de controle cruzado: os dados declarados pelas fontes pagadoras são comparados com as informações prestadas pelos beneficiários em suas declarações de <a href="https://blog.egestor.com.br/imposto-de-renda-de-pessoa-fisica/">Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF)</a>.</p>
<p>Discrepâncias entre as informações da DIRF e do IRPF podem levar o contribuinte à <strong>malha fina</strong>, gerando intimações e cobranças adicionais pela Receita Federal.</p>
<p><a href="https://conteudo.egestor.com.br/planilha-como-faturara-20k-mes-revendendo?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/como-faturar-20-mil.png-650.webp" alt="" width="650" height="250"></a></p>
<h2 id="para-que-serve-a-dirf">Para que serve a DIRF?</h2>
<p>A DIRF cumpre um papel central no sistema tributário brasileiro. Com ela, a Receita Federal consegue:</p>
<ul>
<li>Cruzar informações entre fontes pagadoras e beneficiários;</li>
<li>Verificar se o imposto retido foi efetivamente recolhido;</li>
<li>Identificar inconsistências que possam indicar sonegação fiscal;</li>
<li>Subsidiar o cálculo de restituições do IRPF dos trabalhadores;</li>
<li>Fiscalizar o correto cumprimento das obrigações tributárias.</li>
</ul>
<p>Para a empresa, a DIRF também serve como base para a emissão do <strong><a href="https://blog.egestor.com.br/decore/">Informe de Rendimentos</a></strong>, documento que deve ser entregue aos funcionários e prestadores de serviços para que possam comprovar os valores de imposto retido em suas declarações de Imposto de Renda.</p>
<h3 id="quem-e-obrigado-a-entregar-a-dirf">Quem é obrigado a entregar a DIRF?</h3>
<p>De acordo com as regras da Receita Federal, são obrigados a entregar a DIRF:</p>
<ul>
<li><strong>Pessoas físicas e jurídicas</strong> que pagaram ou creditaram rendimentos com retenção do IRRF, ainda que em um único mês do ano;</li>
<li><strong>Estabelecimentos matrizes</strong> de pessoas jurídicas de direito privado, incluindo entidades imunes e isentas;</li>
<li><strong>Pessoas jurídicas de direito público</strong>, incluindo os fundos públicos;</li>
<li><strong>Filiais, sucursais ou representações</strong> de pessoas jurídicas com sede no exterior;</li>
<li><strong>Empresas individuais</strong>;</li>
<li><strong>Condomínios edilícios</strong>;</li>
<li><strong>Órgãos gestores de mão de obra do trabalho portuário</strong>;</li>
<li><strong>Administradores de fundos de investimentos</strong>;</li>
<li><strong>Candidatos a cargos eletivos</strong>, inclusive vices e suplentes;</li>
<li>Pessoas físicas e jurídicas que fizeram <strong>pagamentos a residentes ou domiciliados no exterior</strong>, mesmo sem retenção de imposto.</li>
</ul>
<h3 id="mei-precisa-entregar-dirf">MEI precisa entregar DIRF?</h3>
<p>O <a href="https://blog.egestor.com.br/portal-do-empreendedor/">Microempreendedor Individual (MEI)</a> geralmente está dispensado da entrega da DIRF, pois não costuma ser fonte pagadora de rendimentos sujeitos à retenção de IRRF. No entanto, se o MEI tiver um funcionário contratado com <a href="https://blog.egestor.com.br/clt/">CLT</a> e houver desconto de imposto de renda na folha de pagamento, a obrigação passa a existir.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/image-268.png-2000.webp" alt="Pesquisando sobre DIRF" width="2000" height="1125"></p>
<h2 id="quem-esta-dispensado-de-entregar-a-dirf">Quem está dispensado de entregar a DIRF?</h2>
<p>Estão dispensados da entrega os declarantes que, no ano-calendário de referência:</p>
<ul>
<li>Não efetuaram nenhum pagamento sujeito à retenção de IRRF;</li>
<li>Não realizaram pagamentos ou remessas a residentes ou domiciliados no exterior;</li>
<li>Não se enquadraram em nenhuma das situações de obrigatoriedade previstas na <a href="https://www.gov.br/fazenda/pt-br/assuntos/noticias/2026/marco/receita-federal-anuncia-regras-para-declaracao-do-imposto-de-renda-da-pessoa-fisica-2026" rel="noopener">Instrução Normativa vigente da Receita Federal</a>.</li>
</ul>
<h2 id="o-que-deve-ser-informado-na-dirf">O que deve ser informado na DIRF?</h2>
<p>A DIRF deve conter informações detalhadas sobre os rendimentos pagos e os impostos retidos. Entre os principais itens a declarar, estão:</p>
<ul>
<li>Pagamentos a pessoas físicas e jurídicas com retenção de IRRF;</li>
<li>Pagamentos e remessas a beneficiários residentes ou domiciliados no exterior;</li>
<li>Contribuições para planos de assistência médica coletiva;</li>
<li>Valores pagos a título de previdência privada;</li>
<li>Rendimentos isentos e não tributáveis pagos a pessoas físicas, quando exigido pela legislação;</li>
<li>Honorários advocatícios de sucumbência pagos a procuradores da União, estados, municípios e do Distrito Federal;</li>
<li>Benefícios pagos por entidades de previdência complementar.</li>
</ul>
<h3 id="limites-de-valor-para-inclusao-de-beneficiarios">Limites de valor para inclusão de beneficiários</h3>
<p>Existe um valor mínimo anual para que o beneficiário precise ser incluído na DIRF:</p>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th>Tipo de rendimento</th>
<th>Limite anual</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Pagamentos sem vínculo empregatício, aluguéis e royalties</td>
<td>R$ 6.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td>Salários de empregados com vínculo empregatício</td>
<td>R$ 28.559,70</td>
</tr>
<tr>
<td>Aposentadorias, pensões e proventos de qualquer natureza</td>
<td>R$ 28.559,70</td>
</tr>
<tr>
<td>Rendimentos de participações societárias e lucros</td>
<td>R$ 28.559,70</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<p><strong>Atenção:</strong> independentemente do valor total pago, o beneficiário deve ser incluído sempre que houver qualquer retenção de IRRF — mesmo que o valor retido seja mínimo.</p>
<h2 id="qual-e-o-prazo-para-entregar-a-dirf-2026">Qual é o prazo para entregar a DIRF 2026?</h2>
<p>O prazo para entrega da DIRF 2026 — referente ao ano-calendário 2025 — foi até <strong>28 de fevereiro de 2026</strong>. Quando essa data coincide com fim de semana ou feriado nacional, o prazo é automaticamente prorrogado para o primeiro dia útil seguinte.</p>
<p>É importante não confundir o prazo da DIRF com o prazo do IRPF (Declaração de Imposto de Renda da Pessoa Física), que costuma se encerrar em abril. A DIRF é entregue pela <strong>fonte pagadora</strong> — ou seja, quem pagou os rendimentos — e não pelo beneficiário.</p>
<p>A entrega é feita exclusivamente pelo programa DIRF, disponível no site da Receita Federal, com transmissão pelo <a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/centrais-de-conteudo/download/receitanet" rel="noopener">Receitanet</a> ou pelo portal <a href="https://cav.receita.fazenda.gov.br/autenticacao/login/index" rel="noopener">e-CAC</a>.</p>
<p><a href="https://conteudo.egestor.com.br/ebook-como-montar-um-bpo?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/como-montar-um-bpo.png-650.webp" alt="" width="650" height="250"></a></p>
<h2 id="dirf-e-efd-reinf-entenda-a-transicao">DIRF e EFD-Reinf: entenda a transição</h2>
<p>Além do prazo de entrega, é importante entender como a DIRF se relaciona com as novas obrigações digitais.</p>
<p>Nos últimos anos, a Receita Federal tem promovido a modernização e a simplificação das obrigações acessórias por meio do <strong>SPED (Sistema Público de Escrituração Digital)</strong>. Nesse contexto, a <strong>EFD-Reinf (Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Outras Informações Fiscais)</strong> foi criada para capturar, de forma eletrônica e periódica, as informações sobre retenções que anteriormente eram prestadas exclusivamente pela DIRF.</p>
<p>Para as empresas dos Grupos 1 e 2 do eSocial (em geral, empresas com faturamento acima de R$ 4,8 milhões e demais pessoas jurídicas), a substituição já ocorreu: esses contribuintes passaram a informar as retenções pela EFD-Reinf a partir de 2024, dispensando a entrega da DIRF. Para os demais declarantes, a transição ainda está em andamento — acompanhe as atualizações da Receita Federal e consulte seu contador para saber como essa mudança afeta sua empresa.</p>
<h2 id="dirf-x-irrf-qual-e-a-diferenca">DIRF x IRRF: qual é a diferença?</h2>
<p>Os dois termos são frequentemente confundidos, mas têm significados bem distintos:</p>
<ul>
<li><strong>IRRF (Imposto de Renda Retido na Fonte):</strong> é o tributo em si — o valor descontado do rendimento bruto do beneficiário e recolhido pela fonte pagadora diretamente ao governo;</li>
<li><strong>DIRF:</strong> é a declaração que informa à Receita Federal quais foram os pagamentos realizados e os respectivos valores de IRRF retidos e recolhidos.</li>
</ul>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th>IRRF</th>
<th>DIRF</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>É o imposto</td>
<td>É a obrigação acessória de reportá-lo ao Fisco</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<p>⚠️ Toda empresa que retém IRRF também deve entregar a DIRF — as duas obrigações caminham juntas.</p>
<h2 id="dicas-para-nao-errar-na-dirf">Dicas para não errar na DIRF</h2>
<ul>
<li>Mantenha um <a href="https://blog.egestor.com.br/controle-financeiro/" title="Como fazer controle financeiro na sua empresa">controle financeiro</a> organizado durante todo o ano, registrando com precisão todos os pagamentos e retenções;</li>
<li>Use um sistema de gestão que integre folha de pagamento, contas a pagar e apuração de impostos para gerar os dados da DIRF automaticamente;</li>
<li>Confira os CPFs e CNPJs dos beneficiários antes de transmitir — erros nesses campos causam a rejeição imediata da declaração;</li>
<li>Comece a reunir as informações com pelo menos 30 dias de antecedência do prazo final;</li>
<li>Conte com o apoio de um <strong>contador</strong> para garantir que todos os rendimentos estejam corretamente classificados e que a declaração reflita fielmente os pagamentos realizados.</li>
</ul>
<p>🚀 <strong>Simplifique a gestão das suas <a href="https://blog.egestor.com.br/obrigacoes-fiscais/">obrigações fiscais</a></strong>.</p>
<p>Organizar os dados para a DIRF fica muito mais fácil com um sistema que centraliza pagamentos, retenções e notas fiscais em um só lugar. Conheça o <strong><a href="https://www.egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener">eGestor</a></strong>, o sistema de gestão online para pequenas e médias empresas.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>
<section class="faq"><h2 id="perguntas-frequentes-sobre-a-dirf">Perguntas frequentes sobre a DIRF</h2><div class="faq-lista"><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-e-dirf-e-para-que-serve">O que é DIRF e para que serve?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>A DIRF (Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte) é uma declaração anual obrigatória entregue à Receita Federal por quem realizou pagamentos com desconto de Imposto de Renda na Fonte. Ela serve para que o Fisco controle os valores retidos e faça o cruzamento com as declarações dos beneficiários.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-e-o-prazo-para-entregar-a-dirf-2026-2">Qual é o prazo para entregar a DIRF 2026?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>O prazo para entrega da DIRF 2026, referente ao ano-calendário 2025, foi até o dia 28 de fevereiro de 2026. Quando essa data cai em fim de semana ou feriado nacional, o prazo é prorrogado para o primeiro dia útil seguinte.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-e-a-multa-por-nao-entregar-a-dirf-no-prazo">Qual é a multa por não entregar a DIRF no prazo?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>A multa é de 2% ao mês de atraso sobre o imposto declarado, com limite de 20%. A multa mínima é de R$ 200,00 para pessoas físicas e optantes do Simples Nacional, e de R$ 500,00 para os demais declarantes. A multa pode ser reduzida em até 50% se a entrega ocorrer antes de qualquer procedimento de ofício da Receita Federal.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="empresa-do-simples-nacional-precisa-entregar-dirf">Empresa do Simples Nacional precisa entregar DIRF?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Sim. Empresas do Simples Nacional que efetuarem pagamentos com retenção de IRRF são obrigadas a entregar a DIRF. A multa mínima para essas empresas é de R$ 200,00.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-e-o-irrf-e-qual-a-diferenca-para-a-dirf">O que é o IRRF e qual a diferença para a DIRF?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>O IRRF é o próprio imposto descontado pelo pagador no momento do pagamento e recolhido ao governo. Já a DIRF é a declaração que informa esses valores à Receita Federal. Um é o tributo; o outro é a obrigação acessória de reportá-lo.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="a-dirf-foi-extinta">A DIRF foi extinta?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>A DIRF não foi extinta para todos os contribuintes. Empresas obrigadas ao eSocial dos Grupos 1 e 2 já foram dispensadas da DIRF e passaram a usar a EFD-Reinf. Para os demais, a DIRF ainda é obrigatória. Acompanhe o calendário de transição divulgado pela Receita Federal.</p></div></details></div></section>
]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/DEPOSIT-15.jpg" type="image/jpeg" length="82258"/>
    </item>
    <item>
      <title>DAS: o que é o Documento de Arrecadação do Simples Nacional, valor, prazo e como emitir</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/das-documento-de-arrecadacao-do-simples-nacional/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/das-documento-de-arrecadacao-do-simples-nacional/</guid>
      <pubDate>Tue, 19 May 2026 09:57:07 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Nota Fiscal Eletrônica</category>
      <category>redação</category>
      <description>O DAS é o Documento de Arrecadação do Simples Nacional. Você sabe o que é o documento ou tem dúvidas sobre o assunto? Confira aqui!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>DAS</strong> (<strong>Documento de Arrecadação do Simples Nacional</strong>) é a guia única mensal que empresas optantes pelo Simples Nacional pagam para recolher todos os tributos federais, estaduais e municipais ao mesmo tempo. Em vez de gerar 5-8 guias separadas (IRPJ, CSLL, PIS, COFINS, ICMS, ISS, CPP, IPI), o Simples concentra tudo em uma única guia — o DAS.</p>
<p>A seguir você verá o que é o DAS, como emitir, qual o valor para cada faixa de faturamento, o prazo de vencimento, o que acontece se atrasar e como atualizar uma guia vencida. Vale tanto para empresas do Simples Nacional quanto para MEI (DAS-MEI).</p>
<h2 id="o-que-e-o-das">O que é o DAS?</h2>
<p>O <strong>DAS — Documento de Arrecadação do Simples Nacional</strong> — é a guia única de pagamento usada pelas empresas que optaram pelo Simples Nacional. Substitui várias guias separadas (DARF, GPS, GARE etc.), concentrando todos os tributos devidos em um único boleto mensal.</p>
<p>Foi instituído pela <strong>Lei Complementar 123/2006</strong>, que criou o Simples Nacional. Hoje, mais de 22 milhões de empresas no Brasil pagam DAS — entre MEIs, micros (ME) e empresas de pequeno porte (EPP).</p>
<h2 id="quais-tributos-o-das-recolhe">Quais tributos o DAS recolhe?</h2>
<p>O DAS reúne, em uma única guia, até <strong>8 tributos</strong> diferentes — variando conforme a atividade e o anexo do Simples:</p>
<ul>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/saiba-mais-sobre-imposto-de-renda-de-pessoa-juridica/"><strong>IRPJ</strong> — Imposto de Renda Pessoa Jurídica</a>;</li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/o-que-e-csll/"><strong>CSLL</strong> — Contribuição Social sobre o Lucro Líquido</a>;</li>
<li><strong><a href="https://blog.egestor.com.br/entenda-o-que-e-pis-pasep-e-inss/">PIS/PASEP</a></strong>;</li>
<li><strong><a href="https://blog.egestor.com.br/cofins/">COFINS</a></strong>;</li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/ipi/"><strong>IPI</strong> — Imposto sobre Produtos Industrializados</a> (só indústria);</li>
<li><strong><a href="https://blog.egestor.com.br/icms/">ICMS</a></strong> — Imposto sobre Circulação de Mercadorias (comércio e indústria);</li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/issqn-imposto-sobre-servicos-iss/"><strong>ISS</strong> — Imposto Sobre Serviços</a> (prestadores);</li>
<li><strong>CPP</strong> — Contribuição Patronal Previdenciária (parte do INSS sobre folha).</li>
</ul>
<p>Para empresas <strong>fora do Simples</strong> (Lucro Presumido ou Real), esses tributos vêm em guias separadas — gerando muito mais burocracia.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/israel-andrade-YI_9SivVt_s-unsplash-1-4.jpg-2000.webp" alt="Empresário calculando DAS — Documento de Arrecadação do Simples Nacional" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="qual-o-valor-do-das">Qual o valor do DAS?</h2>
<p>O valor do DAS varia conforme:</p>
<ul>
<li><strong>Anexo do Simples</strong> (I a V) — depende da atividade da empresa;</li>
<li><strong>Faturamento dos últimos 12 meses</strong> (RBT12) — define a faixa de tributação;</li>
<li><strong>Faturamento do mês corrente</strong> — base de cálculo da guia em si.</li>
</ul>
<h3 id="anexos-do-simples-nacional">Anexos do Simples Nacional</h3>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th>Anexo</th>
<th>Atividades típicas</th>
<th>Alíquota inicial</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Anexo I</strong></td>
<td>Comércio</td>
<td>4,00%</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Anexo II</strong></td>
<td>Indústria</td>
<td>4,50%</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Anexo III</strong></td>
<td>Serviços (a maioria) e instalação</td>
<td>6,00%</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Anexo IV</strong></td>
<td>Construção civil, advocacia, vigilância, limpeza</td>
<td>4,50%</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Anexo V</strong></td>
<td>Serviços técnicos com baixo fator R (consultorias, engenharia etc.)</td>
<td>15,50%</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<p>As alíquotas <strong>aumentam progressivamente</strong> conforme a empresa cresce — chegando a 30% no topo do Anexo V. Por isso, escolher o anexo correto e calcular o <strong>Fator R</strong> (relação folha/faturamento) é fundamental.</p>
<h3 id="valor-do-das-mei-2026">Valor do DAS-MEI 2026</h3>
<p>O MEI tem regra própria — paga valor <strong>fixo mensal</strong>, independentemente do faturamento (desde que dentro do teto de R$ 81 mil/ano):</p>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th>Atividade</th>
<th>Valor DAS 2026</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Comércio / Indústria</td>
<td><strong>R$ 81,95</strong> (INSS + R$ 1 ICMS)</td>
</tr>
<tr>
<td>Prestação de Serviços</td>
<td><strong>R$ 85,95</strong> (INSS + R$ 5 ISS)</td>
</tr>
<tr>
<td>Comércio + Serviços</td>
<td><strong>R$ 86,95</strong> (INSS + ICMS + ISS)</td>
</tr>
<tr>
<td>MEI Caminhoneiro</td>
<td>~R$ 191 (12% do salário mínimo + tributos)</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<h2 id="como-emitir-o-das-passo-a-passo">Como emitir o DAS: passo a passo</h2>
<h3 id="das-para-empresa-do-simples-nacional-me-epp">DAS para empresa do Simples Nacional (ME/EPP)</h3>
<ol>
<li>Acesse o <strong>Portal do Simples Nacional</strong> (gov.br/receitafederal) → "Simples / Serviços" → "PGDAS-D";</li>
<li>Faça login com Gov.br nível Prata/Ouro ou certificado digital;</li>
<li>Selecione o <strong>período de apuração</strong> (ex.: maio/2026);</li>
<li>Informe o <strong>faturamento bruto do mês</strong>, separado por atividade (comércio, serviço, indústria);</li>
<li>Confirme os dados — o sistema calcula automaticamente o valor do DAS a pagar;</li>
<li>Gere a guia em PDF e pague via internet banking, Pix, débito automático ou casa lotérica.</li>
</ol>
<h3 id="das-mei">DAS-MEI</h3>
<ol>
<li>Acesse o <a href="https://blog.egestor.com.br/portal-do-empreendedor/">Portal do Empreendedor</a> → "Já sou MEI" → "Pagamento de Contribuição Mensal — PGMEI";</li>
<li>Faça login com a conta Gov.br;</li>
<li>Selecione o ano-base e clique em "Emitir guia de pagamento";</li>
<li>O sistema mostra os DAS dos meses do ano — selecione os que quer pagar (pode emitir até 12 de uma vez);</li>
<li>Pague via internet banking, Pix ou débito em conta.</li>
</ol>
<h2 id="prazo-de-pagamento-do-das">Prazo de pagamento do DAS</h2>
<p>O DAS vence sempre no <strong>dia 20 de cada mês</strong> — referente ao faturamento do mês anterior. Exemplo: o DAS do mês de janeiro vence no dia 20 de fevereiro. Se o dia 20 cair em final de semana ou feriado, o prazo é prorrogado para o próximo dia útil.</p>
<p>Para o MEI, o vencimento também é dia 20, mas referente ao próprio mês (não ao anterior).</p>
<h2 id="o-que-acontece-se-atrasar-o-das">O que acontece se atrasar o DAS?</h2>
<p>O atraso no DAS gera <strong>multa + juros + correção</strong> e, em casos prolongados, pode levar à exclusão do Simples Nacional e inscrição em dívida ativa.</p>
<ul>
<li><strong>Multa de mora:</strong> 0,33% por dia de atraso, limitada a 20% do valor;</li>
<li><strong>Juros SELIC:</strong> a taxa do mês de atraso aplicada sobre o valor original;</li>
<li><strong>Atraso superior a 12 meses</strong> sem regularização: risco de exclusão do Simples e inscrição em dívida ativa;</li>
<li><strong>MEI inadimplente:</strong> pode perder benefícios previdenciários (auxílio-doença, salário-maternidade, aposentadoria), além de receber notificação para baixa do CNPJ.</li>
</ul>
<h2 id="como-atualizar-uma-guia-do-das-vencida">Como atualizar uma guia do DAS vencida?</h2>
<ol>
<li><strong>Empresa Simples (ME/EPP):</strong> acesse o PGDAS-D → "Reabertura/Reemissão de DAS" → selecione o período → o sistema calcula a multa e juros e gera a nova guia já corrigida;</li>
<li><strong>MEI:</strong> acesse o PGMEI → "Emitir guia em atraso" → o sistema já mostra o valor atualizado com multa e juros para pagamento;</li>
<li><strong>Pague pela nova guia</strong> (boleto bancário ou Pix). A guia antiga não é mais válida;</li>
<li><strong>Se há vários meses em atraso,</strong> considere <strong>parcelar</strong> — o MEI pode parcelar em até 60 meses (R$ 50 mínimo por parcela); Simples também tem parcelamento padrão de 60 meses.</li>
</ol>
<h2 id="formas-de-pagamento-do-das">Formas de pagamento do DAS</h2>
<ul>
<li><strong>Internet banking</strong> — opção mais comum, todos os bancos aceitam;</li>
<li><strong>Pix copia e cola</strong> — disponível direto na guia DAS;</li>
<li><strong>Débito automático</strong> — configurável pelo Portal do Simples (zero risco de esquecer);</li>
<li><strong>Casa lotérica</strong> — pagamento presencial com o boleto impresso;</li>
<li><strong>Aplicativo do banco</strong> — usando código de barras do boleto.</li>
</ul>
<h2 id="consideracoes-finais">Considerações finais</h2>
<p>O DAS é o mecanismo que torna o Simples Nacional <em>simples</em> de verdade — uma guia, um pagamento, todos os tributos. Manter o pagamento em dia é fundamental para não perder os benefícios do regime e evitar dívida ativa.</p>
<p>Após abrir seu <strong>CNPJ</strong>, emita <strong>gratuitamente</strong> o <a href="https://cartaocnpj.egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener">Cartão CNPJ</a> com todos os <strong>dados</strong> da sua <strong>empresa</strong> em <strong>PDF</strong>.</p>
<p>Para controlar o faturamento mensal e calcular automaticamente o valor do DAS do próximo mês, use um sistema de gestão empresarial integrado com emissão de nota fiscal. O <a href="https://egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener">eGestor</a> automatiza esse cálculo e mantém o histórico do faturamento dos 12 meses (RBT12) sempre atualizado.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/43-12.png-2000.webp" alt="Pagamento do DAS do Simples Nacional via Pix e internet banking" width="2000" height="1333"></p>
<section class="faq"><h2 id="perguntas-frequentes-sobre-das">Perguntas frequentes sobre DAS</h2><div class="faq-lista"><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-significa-das">O que significa DAS?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>DAS é a sigla para <strong>Documento de Arrecadação do Simples Nacional</strong> — guia única mensal usada por empresas optantes pelo Simples para recolher todos os tributos federais, estaduais e municipais em um só boleto.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="quem-precisa-pagar-das">Quem precisa pagar DAS?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Toda empresa optante pelo Simples Nacional precisa pagar DAS mensalmente — incluindo MEIs (que pagam DAS-MEI fixo), ME e EPP. Empresas no Lucro Presumido ou Lucro Real pagam tributos em guias separadas (não usam DAS).</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="quando-vence-o-das">Quando vence o DAS?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Dia 20 de cada mês. Se cair em fim de semana ou feriado, é prorrogado para o próximo dia útil. Para empresas Simples, é referente ao faturamento do mês anterior; para o MEI, é referente ao próprio mês.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="como-pagar-o-das-atrasado">Como pagar o DAS atrasado?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Reemita a guia no PGDAS-D (empresa Simples) ou no PGMEI (MEI). O sistema recalcula automaticamente com multa de 0,33% por dia (limitada a 20%) + juros SELIC. Pague a guia nova — a antiga não vale mais.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="posso-parcelar-o-das-em-atraso">Posso parcelar o DAS em atraso?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Sim. Tanto MEI quanto empresas Simples podem parcelar em até <strong>60 meses</strong>, com valor mínimo de R$ 50 por parcela. O parcelamento é solicitado pelo Portal do Simples Nacional ou pelo Portal do Empreendedor (para MEI).</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="quanto-custa-o-das-mei">Quanto custa o DAS-MEI?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Em 2026: R$ 81,95 para comércio/indústria, R$ 85,95 para serviços, R$ 86,95 para comércio + serviços. MEI Caminhoneiro paga ~R$ 191. O valor é reajustado anualmente conforme o salário mínimo.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-acontece-se-o-mei-nao-pagar-o-das">O que acontece se o MEI não pagar o DAS?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Multa e juros, perda do direito a benefícios previdenciários (auxílio-doença, salário-maternidade, aposentadoria) durante o atraso, risco de inscrição em dívida ativa e, em casos prolongados, baixa compulsória do CNPJ pela Receita Federal.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="posso-pagar-das-antecipado">Posso pagar DAS antecipado?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Sim. O MEI pode emitir várias guias de uma vez no PGMEI e pagar antecipadamente — útil para quem viaja ou prefere quitar o ano inteiro. Empresas Simples também podem antecipar, mas precisam emitir mês a mês.</p></div></details></div></section>

<p><a href="https://egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.gif" alt="eGestor sistema de gestão empresarial" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>XML da Nota Fiscal Eletrônica: o que é, como abrir e como armazenar</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/xml/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/xml/</guid>
      <pubDate>Tue, 21 Apr 2026 14:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Nota Fiscal Eletrônica</category>
      <category>redação</category>
      <description>O XML é uma linguagem que facilita na hora de receber ou enviar sua NF-e. Confira aqui tudo que você precisa saber sobre o XML!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>XML</strong> (eXtensible Markup Language) é o formato oficial dos arquivos da <strong>Nota Fiscal Eletrônica (NF-e)</strong> no Brasil. Cada vez que uma empresa emite uma nota, ela gera um arquivo XML contendo todos os dados — emissor, destinatário, produtos, valores, impostos — em uma estrutura padronizada que a Receita Federal e a SEFAZ entendem. Esse arquivo é o documento fiscal oficial, e a empresa é obrigada a guardá-lo por 5 anos.</p>
<p>Neste guia completo, você vai entender o que é o XML da NF-e, como abrir o arquivo, qual a diferença entre XML, NF-e e DANFE, o que tem dentro do arquivo, como armazenar corretamente, ferramentas para visualizar e quais são as obrigações de guarda do contribuinte.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/31-3.png-2000.webp" alt="xml" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="o-que-e-xml">O que é XML?</h2>
<p>O <strong>XML (eXtensible Markup Language)</strong> é uma linguagem de marcação criada pelo W3C (World Wide Web Consortium) nos anos 1990 para permitir a troca padronizada de dados entre sistemas — independente do software ou da plataforma usada. Lembra muito o HTML em estrutura (usa tags), mas com diferença fundamental: enquanto o HTML descreve <strong>como apresentar</strong> a informação, o XML descreve <strong>o que é</strong> a informação.</p>
<p>Características principais:</p>
<ul>
<li><strong>Hierárquico:</strong> dados organizados em forma de árvore (elementos pais e filhos);</li>
<li><strong>Padronizado:</strong> estrutura definida por padrões reconhecidos internacionalmente;</li>
<li><strong>Portável:</strong> o arquivo gerado em um sistema pode ser lido por qualquer outro;</li>
<li><strong>Flexível:</strong> permite criar tags personalizadas conforme a necessidade;</li>
<li><strong>Texto puro:</strong> pode ser aberto em um editor de texto comum.</li>
</ul>
<h2 id="xml-e-a-nota-fiscal-eletronica">XML e a Nota Fiscal Eletrônica</h2>
<p>No Brasil, o XML se tornou indispensável a partir de 2005, quando a <a href="https://blog.egestor.com.br/nota-fiscal-eletronica/">Nota Fiscal Eletrônica (NF-e)</a> começou a substituir os antigos talões de papel. Desde então, toda nota fiscal eletrônica:</p>
<ul>
<li>É <strong>gerada em formato XML</strong> pelo sistema emissor;</li>
<li>É <strong>assinada digitalmente</strong> com o Certificado Digital A1 ou A3 da empresa;</li>
<li>É <strong>transmitida à SEFAZ</strong> do estado para autorização;</li>
<li>Recebe um <strong>XML de retorno</strong> com a autorização (ou rejeição) do Fisco;</li>
<li>Tem o <a href="https://blog.egestor.com.br/danfe-online/">DANFE</a> impresso a partir do XML — apenas como documento auxiliar visual.</li>
</ul>
<p><strong>O documento fiscal de fato é o XML</strong>, não a impressão da DANFE. Quem perde o XML perde a nota — a impressão sozinha não tem validade legal sem o arquivo eletrônico correspondente arquivado.</p>
<h2 id="xml-nf-e-danfe-qual-a-diferenca">XML × NF-e × DANFE: qual a diferença?</h2>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th>Item</th>
<th>O que é</th>
<th>Tem valor fiscal?</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td><strong>NF-e</strong></td>
<td>Conceito jurídico — a "nota fiscal eletrônica" como documento fiscal</td>
<td>Sim — é o documento fiscal de fato</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>XML</strong></td>
<td>Formato técnico — o arquivo digital padronizado que contém os dados da NF-e</td>
<td>Sim — é a representação eletrônica oficial</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>DANFE</strong></td>
<td>Documento Auxiliar — versão imprimível da NF-e, gerada a partir do XML</td>
<td>Não — apenas auxiliar para conferência</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<p>Resumindo: <strong>NF-e</strong> é o conceito, <strong>XML</strong> é o arquivo, <strong>DANFE</strong> é a impressão para conferência.</p>
<h2 id="o-que-tem-dentro-do-xml-da-nf-e">O que tem dentro do XML da NF-e?</h2>
<p>Um XML de NF-e contém todas as informações da operação comercial, distribuídas em blocos hierárquicos:</p>
<ul>
<li><strong>Dados do emissor:</strong> <a href="https://blog.egestor.com.br/cnpj/">CNPJ</a>, razão social, endereço, inscrição estadual, regime tributário;</li>
<li><strong>Dados do destinatário:</strong> CNPJ ou CPF, razão social/nome, endereço;</li>
<li><strong>Identificação da nota:</strong> número, série, modelo, data e hora de emissão, chave de acesso de 44 dígitos;</li>
<li><strong>Dados dos produtos:</strong> descrição, NCM, CFOP, CEST, quantidade, unidade, valor unitário, valor total;</li>
<li><strong>Tributos detalhados:</strong> ICMS, IPI, PIS, COFINS, ISS (conforme a operação);</li>
<li><strong>Transporte:</strong> transportadora, modalidade de frete, volumes;</li>
<li><strong>Pagamento:</strong> forma e valor;</li>
<li><strong>Informações adicionais:</strong> observações de interesse do Fisco e do contribuinte;</li>
<li><strong>Assinatura digital:</strong> hash criptográfico que garante a autenticidade do arquivo;</li>
<li><strong>Protocolo de autorização:</strong> número e data da autorização da SEFAZ.</li>
</ul>
<p>Cada um desses blocos segue um <strong>layout oficial</strong> definido pela Receita Federal, atualizado periodicamente. Empresas que usam sistemas dedicados como o <a href="https://www.nfemais.com.br/" rel="noopener">Nfemais</a> recebem essas atualizações automaticamente — quem opera com sistemas ultrapassados ou planilhas próprias enfrenta dificuldade a cada nova versão do laytout.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/15-7.png-2000.webp" alt="computador" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="como-abrir-um-arquivo-xml">Como abrir um arquivo XML</h2>
<p>O XML é um arquivo de texto puro — pode ser aberto em vários programas. Algumas opções:</p>
<h3 id="secao-1-editor-de-texto">1. Editor de texto</h3>
<p>Bloco de Notas (Windows), TextEdit (Mac), VS Code, Sublime Text — qualquer editor abre o XML. A visualização vem como código bruto, sem formatação, mas todos os dados ficam acessíveis.</p>
<h3 id="secao-2-navegador-web">2. Navegador web</h3>
<p>Chrome, Edge, Firefox, Safari — basta arrastar o arquivo .xml para a janela do navegador. Apresenta o conteúdo de forma estruturada, com hierarquia visível.</p>
<h3 id="secao-3-sistema-emissor-de-nf-e">3. Sistema emissor de NF-e</h3>
<p>O caminho mais prático: o próprio sistema que emitiu a nota. Mostra os dados em formato amigável (campos preenchidos), permite reimprimir DANFE, consultar histórico, gerar relatórios. <a href="https://www.nfemais.com.br/" rel="noopener">Nfemais</a>, <a href="https://egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener">eGestor</a> e outros ERPs fazem isso nativamente.</p>
<h3 id="secao-4-ferramentas-online-de-consulta">4. Ferramentas online de consulta</h3>
<p>Se você só tem a chave de acesso (44 dígitos) e precisa consultar a DANFE da nota, ferramentas como o <a href="https://webdanfeonline.com.br/" rel="noopener">Web DANFE Online</a> consultam diretamente pela chave e geram a versão visual.</p>
<h3 id="secao-5-excel-ou-planilhas">5. Excel ou planilhas</h3>
<p>Possível mas não ideal. O Excel abre o XML, mas a visualização é tabelar e perde parte da hierarquia. Útil só para conferências pontuais.</p>
<h2 id="como-armazenar-o-xml-da-nf-e">Como armazenar o XML da NF-e</h2>
<p>A legislação obriga o contribuinte a <strong>guardar o XML por 5 anos</strong> (prazo prescricional dos tributos). Algumas opções de armazenamento:</p>
<ul>
<li><strong>Armazenamento em nuvem do próprio sistema emissor:</strong> é a opção ideal — fica integrado, com backup automático, busca por filtros e acesso de qualquer lugar;</li>
<li><strong>Backup local em servidor da empresa:</strong> exige uma rotina de backup robusta e local seguro;</li>
<li><strong>Armazenamento em cloud genérica</strong> (Google Drive, Dropbox, OneDrive): funciona, mas a organização (nomenclatura, busca) fica a cargo da empresa;</li>
<li><strong>HD externo:</strong> não é recomendado como única forma de armazenamento, devido ao risco de perda física.</li>
</ul>
<blockquote>
<p><strong>Multa por não armazenar:</strong> a Receita Federal pode multar em até <strong>R$ 1.000 por nota faltante</strong> — empresa com fluxo grande pode acumular passivo enorme rapidamente.</p>
</blockquote>
<h2 id="quando-preciso-do-xml">Quando preciso do XML?</h2>
<ul>
<li><strong>Para registrar entrada da mercadoria:</strong> seu sistema importa o XML do fornecedor para criar a entrada de estoque automaticamente;</li>
<li><strong>Para a contabilidade fechar o mês:</strong> o contador escritura todas as notas a partir dos XMLs;</li>
<li><strong>Para apurar tributos:</strong> ICMS, IPI, PIS, COFINS são calculados com base nas informações dos XMLs;</li>
<li><strong>Para entregar o <a href="https://blog.egestor.com.br/o-que-e-o-sped-fiscal/">SPED Fiscal</a></strong> e demais obrigações acessórias;</li>
<li><strong>Para responder a fiscalizações</strong> da Receita ou SEFAZ;</li>
<li><strong>Para reimprimir a DANFE</strong> em caso de perda;</li>
<li><strong>Para conferir devoluções, cancelamentos, retificações</strong>.</li>
</ul>
<h2 id="como-conferir-um-xml-de-nf-e">Como conferir um XML de NF-e</h2>
<p>Pra validar a autenticidade de um XML recebido (de fornecedor, por exemplo):</p>
<ol>
<li><strong>Verifique a chave de acesso de 44 dígitos</strong> — ela aparece no DANFE e identifica a nota unicamente;</li>
<li>Acesse o portal da NF-e (nfe.fazenda.gov.br) ou da SEFAZ do estado emissor;</li>
<li>Use a função "Consultar NF-e" e informe a chave;</li>
<li>Confira se a nota está <strong>autorizada</strong> (não cancelada, não denegada);</li>
<li>Compare os dados visíveis no portal com o XML recebido.</li>
</ol>
<p>Notas com status "cancelada" ou "denegada" não devem ser usadas para entrada de mercadoria — gera passivo fiscal.</p>
<h2 id="erros-comuns-relacionados-ao-xml">Erros comuns relacionados ao XML</h2>
<ul>
<li><strong>Perda do XML:</strong> empresa só guarda DANFE impresso — sem o XML, não consegue importar para o sistema, apurar tributos ou responder à Receita;</li>
<li><strong>Importar XML denegado/cancelado:</strong> contabilizar nota inválida gera passivo fiscal;</li>
<li><strong>NCM/CFOP errado:</strong> CFOP errado leva a tratamento fiscal incorreto. O <a href="https://blog.nfemais.com.br/" rel="noopener">blog do Nfemais</a> tem explicações detalhadas dos principais CFOPs;</li>
<li><strong>Não reconciliar com nota física:</strong> mercadoria chega, mas o XML correspondente não é importado — diverge o estoque;</li>
<li><strong>Não acompanhar eventos da nota:</strong> cancelamentos, cartas de correção, devoluções precisam ser registrados no sistema.</li>
</ul>
<h2 id="xml-e-a-reforma-tributaria">XML e a Reforma Tributária</h2>
<p>A <a href="https://blog.egestor.com.br/impostos-federais-estaduais-e-municipais/">Reforma Tributária</a> em transição entre 2026 e 2033 traz mudanças no layout do XML da NF-e. A partir de 2026, os campos da NF-e começam a refletir os novos tributos (CBS, IBS, Imposto Seletivo) em paralelo aos antigos (ICMS, IPI, PIS, COFINS) — até a transição completa em 2033.</p>
<p>Empresas que usam sistemas emissores atualizados (com manutenção contínua de layout) passam pela transição com mínimo atrito. Quem opera com sistemas legados precisa migrar — manualmente, é praticamente inviável acompanhar todas as mudanças que vêm pela frente.</p>
<h2 id="conclusao">Conclusão</h2>
<p>O <strong>XML</strong> é a espinha dorsal da Nota Fiscal Eletrônica brasileira — sem ele, não há nota fiscal, não há registro contábil, não há apuração de tributos. Para qualquer empresa que vende mercadorias ou presta serviços com NF-e, dominar a relação entre XML, NF-e e DANFE é parte do conhecimento básico do dia a dia. E manter os arquivos XML organizados e arquivados por 5 anos é obrigação legal — não opcional.</p>
<p>Para ter emissão, armazenamento e consulta de XMLs sem dor de cabeça, vale combinar um sistema dedicado de NF-e como o <a href="https://www.nfemais.com.br/" rel="noopener">Nfemais</a> com uma plataforma completa de gestão como o <a href="https://egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener">eGestor</a> — que integra emissão fiscal, controle de estoque, financeiro, faturamento e relatórios. E quando precisar consultar uma DANFE pela chave de acesso, o <a href="https://webdanfeonline.com.br/" rel="noopener">Web DANFE Online</a> resolve em poucos cliques.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></p>
<section class="faq"><h2 id="perguntas-frequentes-sobre-xml">Perguntas frequentes sobre XML</h2><div class="faq-lista"><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-e-xml-2">O que é XML?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>XML (eXtensible Markup Language) é uma linguagem de marcação padronizada que organiza dados em forma hierárquica. No Brasil, é o formato oficial dos arquivos de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) desde 2005.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-a-diferenca-entre-xml-nf-e-e-danfe">Qual a diferença entre XML, NF-e e DANFE?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p><strong>NF-e</strong> é o conceito jurídico (documento fiscal eletrônico). <strong>XML</strong> é o arquivo digital que contém os dados da NF-e. <strong>DANFE</strong> é a versão impressa, gerada a partir do XML, usada apenas como documento auxiliar para conferência.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="como-abrir-um-arquivo-xml-2">Como abrir um arquivo XML?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Pelo Bloco de Notas, navegador web (Chrome, Edge), pelo sistema emissor de NF-e da empresa ou por ferramentas online especializadas. Excel também abre, mas a visualização fica menos amigável.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="por-quanto-tempo-preciso-guardar-o-xml-da-nf-e">Por quanto tempo preciso guardar o XML da NF-e?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>O indicado são 5 anos, contados do encerramento do exercício fiscal, que é o prazo prescricional dos tributos. A multa por não guardar pode chegar a R$ 1.000 por nota faltante.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-xml-tem-valor-fiscal">O XML tem valor fiscal?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Sim. O XML é o documento fiscal de fato — a NF-e em formato eletrônico autorizada pela SEFAZ. A DANFE impressa é apenas auxiliar; sem o XML correspondente arquivado, a impressão não vale.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="como-conseguir-o-xml-de-uma-nota-fiscal">Como conseguir o XML de uma nota fiscal?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>O fornecedor deve enviar por e-mail (junto com a DANFE em PDF). Caso não receba, peça diretamente ao fornecedor ou consulte pelo portal da SEFAZ usando a chave de acesso de 44 dígitos.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="posso-editar-um-xml-de-nf-e">Posso editar um XML de NF-e?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Tecnicamente sim (é arquivo de texto), mas <strong>NÃO faça isso</strong>. O XML tem assinatura digital — qualquer alteração invalida a assinatura, o que torna o arquivo fraudulento. Para corrigir, o caminho é cancelar a nota original ou emitir Carta de Correção (CC-e).</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-e-a-chave-de-acesso-de-44-digitos">O que é a chave de acesso de 44 dígitos?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>É o identificador único da NF-e — uma sequência de 44 dígitos que aparece no DANFE e dentro do XML. Permite consultar a nota em qualquer portal SEFAZ. Cada NF-e tem uma chave única no Brasil.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="como-saber-se-um-xml-e-valido">Como saber se um XML é válido?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Consulte a chave de acesso (44 dígitos) no portal nacional da NF-e (nfe.fazenda.gov.br) ou na SEFAZ do estado emissor. Se o status for "Autorizada", a nota é válida. Status "Cancelada" ou "Denegada" indicam que não deve ser usada.</p></div></details></div></section>
]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Melhores negócios para 2026: descubra quais são eles</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/melhores-negocios/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/melhores-negocios/</guid>
      <pubDate>Mon, 05 Jan 2026 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Empreendedorismo</category>
      <category>redação</category>
      <description>Você está pensando em empreender e quer saber quais são os melhores negócios para 2026? Então confira aqui quais são eles!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>2026 se mostra um ano muito promissor para novos empreendimentos. O saldo foi muito positivo para os empresários que souberam aproveitar as oportunidades e tiveram visão de mercado. Por isso, conhecer as <strong>tendências de melhores negócios para</strong> 2026 e os próximos anos é essencial e pode fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso do seu novo empreendimento. Mas isso não é tudo.</p>
<p>Como os clientes estão cada vez mais exigentes e a concorrência mais acirrada, é preciso ir além. O empreendedor deve conhecer bem o seu público e entender suas necessidades e dificuldades para oferecer para eles uma <strong>solução inovadora e atraente</strong>.</p>
<p>Portanto, para ter sucesso em um novo empreendimento, é preciso:</p>
<ul>
<li>Conhecer as tendências;</li>
<li>Conhecer o público pretendido;</li>
<li>Identificar e preencher as lacunas do mercado</li>
<li>e <strong>apostar no seu negócio</strong>.</li>
</ul>
<p>Mas fique tranquilo, dominando os itens anteriores, a aposta não será tão alta assim. Você está pensando em empreender e quer saber quais são os melhores negócios para 2026? Para ajudá-lo a dar o pontapé inicial, vamos te mostrar quais prometem ser os negócios mais lucrativos para 2026.</p>
<h2 id="melhores-negocios-franquias">Melhores negócios: Franquias</h2>
<p>Caso você sonhe em ter seu próprio negócio, mas ainda não tem muito conhecimento sobre empreendedorismo ou quer ter a facilidade de gerir uma empresa que já está bem estruturada, está com certeza é uma das melhores opções.</p>
<p>Além disso, estudos mostram que uma franquia tem 8 vezes menos chance de quebrar do que outros tipos de novos negócios. Como a marca já está estabilizada, a probabilidade de você conquistar novos clientes e lucrar com a empresa já nos primeiros meses é muito maior.</p>
<p>Um ponto negativo desse tipo de empreendimento é que o investimento inicial pode ser alto se comparado a outros tipos de negócios. Portanto, é necessário analisar os diferentes setores e alinhar com as suas possibilidades.</p>
<p>As franquias que mostram ter maiores chances de sucesso são no setor de beleza e estética, atividades físicas e alimentação.</p>
<h2 id="melhores-negocios-mercado-de-pets">Melhores negócios: Mercado de Pets</h2>
<p>Os negócios voltados para animais de estimação prometem ser muito lucrativos. Eles são praticamente um investimento certo, independente dos altos e baixos da economia. Um dos motivos para isso é que o Brasil é o quarto país que mais possui animais de estimação, tendo o segundo maior mercado para pets do mundo. Além disso, os lares brasileiros possuem mais pets do que crianças!</p>
<p>E, com certeza, todos estes animais de estimação precisarão ser atendidos com diferentes serviços e produtos.</p>
<p>Entre os <strong>melhores negócios para</strong> 2026 nesse nicho, temos:</p>
<ul>
<li>Lojas especializadas</li>
<li>Marcas de produtos como rações, brinquedos e casinhas</li>
<li>Clínicas veterinárias</li>
<li>Pet shops</li>
</ul>
<p>Há também empreendimentos que são mais alternativos, mas que já se mostraram muito lucrativos, como cervejas para cachorros ou terapias holísticas para pets.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/44-1.jpg-2000.webp" alt="Melhores negócios" width="2000" height="1500"></p>
<h2 id="melhores-negocios-alimentacao-saudavel">Melhores negócios: Alimentação saudável</h2>
<p>Nunca se falou tanto sobre saúde, bem-estar e sobre os benefícios de uma alimentação saudável. Hoje em dia, há inúmeras dietas anunciadas como as melhores e mais benéficas para a saúde e para o planeta. Em contrapartida, com a correria do cotidiano, nunca se teve menos tempo para cozinhar.</p>
<p>O resultado disso é que o mercado está extremamente favorável para esse tipo de negócio, pois <strong>cada vez mais pessoas estão investindo em uma alimentação saudável</strong>.</p>
<p>As possibilidades de negócios nessa área são diversas, seja ofertando produtos naturais e orgânicos, trabalhando com delivery de alimentos congelados, marmitas e até criando restaurantes e lanchonetes etc.</p>
<p>Além disso, cada dieta – como a vegana, crudívora, cetogênica, ovolactovegetariana – oferece um mercado específico, mas há interseções. Pessoas ovolactovegetarianas, por exemplo, costumam consumir produtos veganos. Por isso, é preciso conhecer bem o mercado e suas necessidades.</p>
<p><strong>💡 Você também pode gostar: <a href="https://blog.egestor.com.br/ideias-de-negocios/">Ideias de negócios: principais áreas para investir</a></strong></p>
<h2 id="melhores-negocios-marketing-de-afiliados">Melhores negócios: Marketing de afiliados</h2>
<p>O Marketing de afiliados é um mercado que tem crescido bastante nos últimos meses e promete ser muito lucrativo. Mas o que é Marketing de afiliados? Basicamente é o processo de promover o produto ou serviço de outra pessoa e ganhar uma comissão.</p>
<p>Uma das maneiras mais lucrativas de se trabalhar com marketing de afiliados é promovendo <strong>produtos de informação</strong>. Ou seja, promovendo produtos como e-books, cursos online, vídeos, sites de associação etc. Desta forma, é possível ganhar 50% ou mais de comissão e o investimento é relativamente baixo.</p>
<p>Para ser bem-sucedido neste setor, entretanto, é preciso estudar bastante sobre marketing, redes sociais e publicidade. Caso contrário, não haverá muitas chances de o seu negócio dar certo.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/35-9.png-1024.webp" alt="Melhores negócios" width="1024" height="683"></p>
<h2 id="sustentabilidade">Sustentabilidade</h2>
<p>Os últimos acontecimentos envolvendo a Amazônia em 2019, dispararam novamente o alerta para a questão ambiental. Todos estão preocupados e querendo ajudar, mas muitos não sabem por onde começar.</p>
<p>Por isso, a oferta por serviços que tragam sustentabilidade e a ecoinovação prometem ser negócios muito promissores para 2026 e para os próximos anos.</p>
<p>Inspirar-se na sustentabilidade para criar modelos de negócios que não causem impacto ambiental e sejam sustentáveis para o planeta é o futuro de todas as empresas. Então por que não se adiantar?</p>
<p>Para isso, é preciso estar atento aos seguintes pontos:</p>
<ul>
<li>Utilizar fontes de energias sustentáveis para a produção</li>
<li>Reutilizar resíduos e reciclar</li>
<li>Reutilizar a água</li>
<li>Promover e financiar reflorestamento</li>
</ul>
<p>É possível aproveitar a procura por serviços ou produtos sustentáveis sem que o seu negócio trabalhe diretamente com isso. Oferecer embalagens recicláveis, produtos naturais ou anunciar a economia com recursos naturais que sua empresa faz é uma forma certa de conquistar novos clientes.</p>
<p>Além de ser um nicho lucrativo, vai te proporcionar trabalhar com a consciência de estar investindo em um negócio fundamental para todo planeta.</p>
<h2 id="consideracoes-finais">Considerações finais</h2>
<p>O que achou da nossa lista de negócios mais promissores para 2026? Lembre-se de que para ter sucesso é preciso conhecer bem o mercado, o público que se pretende atingir e suas necessidades. Por isso, nossa última dica é: <strong>tenha paixão pelo seu negócio</strong>.</p>
<p>Com paixão, será muito mais fácil adquirir esses conhecimentos para oferecer a melhor solução possível, além de persistir e dedicar todo o esforço necessário para que o seu negócio seja muito bem-sucedido.</p>
<p>Mas também, esteja atento a todos os dados do seu negócio. Sem um controle atento e bem feito, de nada adianta. E uma maneira fácil de fazer isso é com o um sistema de gestão, o eGestor!</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Nota promissória: o que inserir e como personalizar</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/nota-promissoria-o-que-inserir-e-como-personalizar-o-documento/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/nota-promissoria-o-que-inserir-e-como-personalizar-o-documento/</guid>
      <pubDate>Thu, 10 Apr 2025 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Nota Fiscal Eletrônica</category>
      <category>redação</category>
      <description>A nota promissória é como uma promessa escrita para pagar alguém. Assim, você se compromete a pagar o valor acordado de formas específicas.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Uma nota promissória é uma promessa escrita que as partes envolvidas devem seguir à risca, mas muita gente se perde nesse tema porque existem situações específicas para usá-la, tipos diferentes e outras particularidades que nem sempre ficam claras. Por isso, neste artigo, reunimos um guia completo com tudo o que você precisa saber sobre a nota promissória.</p>
<h2 id="o-que-e-a-nota-promissoria">O que é a nota promissória?</h2>
<p>A nota promissória é um título que oficializa um compromisso de pagamento futuro, assinado pelo devedor em favor do credor. Trata-se de um documento com força legal, que pode ser usado para cobranças judiciais caso o pagamento não seja efetuado no vencimento.</p>
<p>A validade do documento depende de algumas informações essenciais, como o título "nota promissória", o valor, o vencimento e a assinatura das partes envolvidas.</p>
<p>Um bom exemplo de uso é o empréstimo entre pessoas: se você deseja emprestar dinheiro a alguém, pode criar uma nota promissória para registrar e formalizar esse acordo. Empresas de grande porte e pessoas físicas podem usar esse <a href="https://blog.egestor.com.br/tipos-de-notas-fiscais/">tipo de nota</a>, o que mostra como ela circula por todas as esferas, de negociações corporativas a acordos informais.</p>
<p>Para que esse acordo tenha validade perante a lei, é preciso a participação de duas partes: o emitente, responsável por emitir a nota, e o beneficiário, que receberá o valor acordado. Quando preenchida corretamente, a nota tem valor judicial e cria uma obrigação legal de reembolsar o empréstimo.</p>
<p>📌 <em>Se a sua empresa lida com vendas parceladas, empréstimos ou acordos de pagamento, manter o controle de quem deve, quanto e quando pode ficar bem mais simples com um sistema de gestão financeira.</em> <a href="https://egestor.com.br/cadastro.php?afl=11" rel="noopener">Teste grátis!</a></p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/oleg-ivanov-5-aDkw29ylE-unsplash-2.jpg-2000.webp" alt="nota promissória" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="como-funciona-uma-nota-promissoria">Como funciona uma nota promissória?</h2>
<p>A nota promissória é uma forma de declarar a existência de uma dívida. Vale notar que ela não tem valor fiscal — não é uma nota fiscal —, mas tem valor legal, e o credor pode cobrá-la na justiça caso necessário.</p>
<p>No documento devem constar as informações de quem deve (o devedor) e de quem vai receber o valor (o credor), além, se for o caso, dos dados de um avalista. Também precisam estar presentes o valor e a data de pagamento; em caso de parcelamento, o emitente precisa gerar uma nota para cada parcela.</p>
<p>Quando a dívida é quitada, o devedor recebe a nota de volta como comprovação do pagamento, e o credor deve fazer uma anotação que ateste a quitação. Já se o pagamento não acontece, o credor pode protestar a nota em cartório.</p>
<ul>
<li><strong>Obrigatoriedade</strong>: O devedor (emitente) assume a obrigação de pagar uma quantia determinada ao credor (beneficiário) em uma data acordada.</li>
<li><strong>Assinatura</strong>: A nota promissória constitui um compromisso formalizado por escrito e leva a assinatura do próprio devedor.</li>
<li><strong>Validade jurídica</strong>: Embora pareça um documento simples, a nota promissória possui validade jurídica e pode ser usada em cobranças e protestada em cartório caso a dívida não seja quitada.</li>
</ul>
<h3 id="avalista-uma-garantia-extra">💡Avalista: Uma garantia extra</h3>
<p>O avalista é um co-devedor que garante o pagamento da nota, e sua assinatura deve constar no documento (geralmente no verso ou anverso). Caso o devedor principal não pague, é possível cobrar a dívida integralmente do avalista.</p>
<h2 id="quando-utilizar-uma-nota-promissoria">Quando utilizar uma nota promissória?</h2>
<p>A nota promissória pode ser usada de diversas formas, mas circula, no geral, entre os meios empresariais e as relações comerciais — em empréstimos estudantis, para compra de carros ou até entre familiares e amigos. Mesmo quando a necessidade é informal, o documento continua tendo valor judicial.</p>
<p>Os empréstimos formalizados por meio desse instrumento normalmente não envolvem transações bancárias nem a participação de instituições financeiras, o que o torna uma alternativa simples para acordos diretos entre as partes.</p>
<h2 id="quais-informacoes-devem-constar-em-uma-nota-promissoria">Quais informações devem constar em uma nota promissória?</h2>
<p>É preciso ficar atento a todos os detalhes na hora de preencher o documento. Existem diversos modelos disponíveis na internet e em papelarias, e os formatos digitais costumam ser mais fáceis de usar, já que o layout indica os campos de forma acessível — basta preencher e imprimir.</p>
<p>O documento só é válido como nota promissória se o preenchimento estiver correto. Confira as informações que ela deve incluir:</p>
<ul>
<li><strong>Denominação</strong>: O termo "Nota Promissória" precisa constar no corpo do título.</li>
<li><strong>Promessa de pagamento</strong>: O compromisso de pagamento deve ser incondicional para um valor específico.</li>
<li><strong>Valor</strong>: A quantia devida precisa ser claramente indicada.</li>
<li><strong>Data de vencimento</strong>: Indica o prazo final para a quitação do valor. Na ausência dessa data, considera-se que o pagamento deve ser imediato.</li>
<li><strong>Beneficiário</strong>: A identificação da pessoa ou empresa que irá receber o pagamento.</li>
<li><strong>Local de pagamento</strong>: O lugar designado para a realização do pagamento. Caso não seja especificado, o local de emissão é considerado o padrão.</li>
<li><strong>Data e local de emissão</strong>: O dia e o lugar onde o documento foi gerado.</li>
<li><strong>Assinatura</strong>: A firma do devedor (emitente) é indispensável.</li>
</ul>
<h2 id="como-fazer-uma-nota-promissoria">Como fazer uma nota promissória?</h2>
<p>Uma nota promissória contém alguns pontos obrigatórios:</p>
<ul>
<li>Pagável em (Cidade/Estado)</li>
<li>Data do 1° Vencimento</li>
<li>Valor da Parcela</li>
<li>Nome do Credor</li>
<li>CPF/<a href="https://blog.egestor.com.br/cnpj/">CNPJ</a> do Credor</li>
<li>Nome do Devedor</li>
<li>Endereço Completo do Devedor</li>
<li>CPF/CNPJ do Devedor</li>
<li><strong>Assinatura do devedor</strong></li>
<li><strong>A inscrição "nota promissória"</strong></li>
</ul>
<p>Você pode encontrar modelos prontos na internet ou fazê-la manualmente, seguindo uma estrutura simples como esta:</p>
<p><strong>Nota promissória</strong></p>
<p>No dia (dia) de (mês) de (ano) pagarei por esta única via de NOTA PROMISSÓRIA a NOME DO CREDOR CPF (000.000.000-00) ou à sua ordem a quantia de (valor por extenso) em moeda corrente deste país.</p>
<p>Local de pagamento: Cidade Data da Emissão: xx/xx/xxxx</p>
<p>Nome do Emitente: (Nome do devedor) CPF: (000.000.000-00) Endereço: Endereço do devedor</p>
<p>📥 <strong>Baixe gratuitamente o modelo de nota promissória em Word</strong>, já formatado e pronto para preencher e imprimir:</p>
<p><a href="https://docs.google.com/document/d/18EsLZUgRWZKvLEU6VMQpLD-SE55UAETK/edit?usp=sharing&amp;ouid=116015482880759578313&amp;rtpof=true&amp;sd=true" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/image-286.png-499.webp" alt="" width="499" height="416"></a></p>
<h2 id="passo-a-passo-para-preencher-a-nota-promissoria-sem-errar">Passo a passo para preencher a nota promissória sem errar</h2>
<p>Preencher a nota promissória é simples, mas alguns detalhes evitam retrabalho e protegem o documento contra fraudes. Veja a ordem recomendada:</p>
<ol>
<li><strong>Número da nota</strong>: se o pagamento for à vista, preencha como 01/01. Se houver parcelamento, cada nota deve indicar sua posição na sequência (por exemplo, 01/03, 02/03, 03/03), sempre com uma nota para cada parcela.</li>
<li><strong>Valor</strong>: escreva o valor em números e, na mesma linha, entre os símbolos # (chamados de cerquilha ou "jogo da velha"), como em #R$ 1.000,00#. Esse recurso, o mesmo usado em cheques, dificulta que alguém altere o valor depois de emitida a nota.</li>
<li><strong>Data de vencimento por extenso</strong>: no campo inicial do texto, escreva a data em que o pagamento deve ocorrer, por extenso — por exemplo, "Ao(s) vinte e três dias do mês de maio de dois mil e vinte e seis". Esse é um dos pontos em que mais se erra, então vale revisar com atenção.</li>
<li><strong>Valor por extenso</strong>: repita o valor devido em texto corrido, sem abreviações, logo depois da menção ao credor. Em caso de divergência entre o valor numérico e o valor por extenso, prevalece o valor escrito por extenso.</li>
<li><strong>Dados do credor</strong>: nome completo e CPF ou CNPJ de quem vai receber o pagamento.</li>
<li><strong>Dados do devedor (emitente)</strong>: nome completo, CPF ou CNPJ e endereço.</li>
<li><strong>Local e data de emissão</strong>: cidade e data em que o documento foi preenchido.</li>
<li><strong>Assinatura</strong>: a assinatura do emitente é obrigatória e deve ser de próprio punho (ou eletrônica, no caso de emissão digital — veja mais adiante). Se houver avalista, a assinatura dele também precisa constar no documento.</li>
</ol>
<p>Revisar cada campo antes de assinar evita que um erro simples — como uma data sem extenso ou um valor sem os símbolos de segurança — comprometa a validade do título mais adiante.</p>
<h2 id="tipos-de-nota-promissoria">Tipos de nota promissória</h2>
<p>Existem dois tipos de notas promissórias:</p>
<ul>
<li><strong>Nota promissória pró-soluto:</strong> Neste caso, mesmo que o devedor não cumpra o acordo, o credor não pode desfazer o negócio nem reaver o produto ou cancelar a negociação. A única solução para a cobrança é por via judicial.</li>
<li><strong>Nota promissória pró-solvendo:</strong> Já aqui, se o devedor não cumprir o acordo, o credor pode extinguir o contrato e ter de volta o bem negociado. Esse direito existe porque, enquanto a dívida não for quitada, a negociação pode ser cancelada.</li>
</ul>
<h2 id="nota-promissoria-digital-ou-eletronica-ela-tem-validade">Nota promissória digital ou eletrônica: ela tem validade?</h2>
<p>Sim, a nota promissória emitida e assinada eletronicamente pode ter validade jurídica no Brasil, desde que respeite os requisitos formais do título — denominação, valor, vencimento, beneficiário e assinatura — e que a assinatura eletrônica utilizada comprove a autoria e a integridade do documento.</p>
<p>Essa validade se apoia em três pontos da legislação:</p>
<ul>
<li>A <strong>MP nº 2.200-2/2001</strong>, que criou a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil) e garante presunção de veracidade para assinaturas certificadas por ela, sem exigir que toda assinatura eletrônica passe por esse processo.</li>
<li>A <strong>Lei nº 14.063/2020</strong>, que regulamenta os diferentes tipos de assinatura eletrônica (simples, avançada e qualificada) e suas aplicações.</li>
<li>A <strong>Lei nº 14.620/2023</strong>, que incluiu o §4º no artigo 784 do Código de Processo Civil, permitindo que títulos executivos constituídos eletronicamente usem qualquer modalidade de assinatura eletrônica admitida em lei.</li>
</ul>
<p>Esse entendimento vem sendo reforçado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ): em decisões de 2026, a Terceira Turma confirmou que a ausência de certificação pela ICP-Brasil não invalida, por si só, uma assinatura eletrônica em títulos privados, desde que existam mecanismos que garantam autenticidade, integridade do documento e identificação de quem assinou.</p>
<p>Na prática, uma nota promissória gerada e assinada em uma plataforma digital confiável — com trilha de auditoria, registro de IP, data e hora — tem valor legal semelhante ao documento físico assinado à mão. Ainda assim, em caso de disputa judicial, quanto mais robusto o mecanismo de autenticação, mais forte é a presunção de validade.</p>
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<h2 id="cuidados-com-esse-tipo-de-nota">Cuidados com esse tipo de nota</h2>
<p>Apesar de o conceito ser simples, a nota promissória envolve algumas questões que merecem atenção para evitar problemas:</p>
<ul>
<li>Preencha corretamente todos os campos da nota para evitar dores de cabeça mais adiante.</li>
<li>Se o local de pagamento não for preenchido, a lei presume que o devedor deve pagar no local de emissão da nota.</li>
<li>O valor deve estar preenchido em dois campos, numérico e por extenso; em caso de divergência, prevalece o valor por extenso.</li>
<li>O STF já decidiu que o portador da nota pode preenchê-la para o emitente assinar, mas essa prática só é válida se o portador agir de boa fé.</li>
<li>Caso haja algum erro de preenchimento, o documento ainda serve como prova de dívida, embora o processo judicial possa ficar mais lento.</li>
<li>Antes de firmar a nota, leia e releia com atenção redobrada e, se necessário, confira as informações com alguém de confiança.</li>
<li>Por fim, organize-se financeiramente antes de assumir uma dívida, com um <a href="https://blog.egestor.com.br/fluxo-de-caixa/">planejamento estratégico</a> que contemple suas dívidas e lucros.</li>
</ul>
<h2 id="qual-a-diferenca-entre-nota-promissoria-e-duplicata">Qual a diferença entre nota promissória e duplicata?</h2>
<p>A duplicata é um título de crédito que comprova uma venda ou compra, enquanto a nota promissória é uma promessa de pagamento. Ou seja: uma representa o compromisso de pagar, e a outra, o atestado de que o pagamento (ou a entrega) já ocorreu.</p>
<h2 id="nota-promissoria-x-cheque-qual-a-diferenca">Nota promissória x cheque: qual a diferença?</h2>
<p>Embora ambos sejam títulos de crédito usados como forma de pagamento ou garantia, eles têm naturezas diferentes:</p>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th></th>
<th>Nota promissória</th>
<th>Cheque</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>O que é</td>
<td>Promessa de pagamento futuro</td>
<td>Ordem de pagamento à vista</td>
</tr>
<tr>
<td>Depende de banco</td>
<td>Não</td>
<td>Sim (vinculado a uma conta corrente)</td>
</tr>
<tr>
<td>Quando é pago</td>
<td>Na data de vencimento definida no título</td>
<td>Ao ser apresentado ao banco</td>
</tr>
<tr>
<td>Uso comum</td>
<td>Empréstimos, parcelamentos, acordos entre pessoas físicas ou empresas</td>
<td>Pagamentos à vista, mesmo quando "pré-datado"</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<p>Na prática, um cheque pré-datado costuma ser usado com a mesma lógica de parcelamento de uma nota promissória, mas juridicamente ele continua sendo uma ordem de pagamento à vista: o banco pode compensá-lo antes da data combinada, o que não acontece com a nota promissória, cujo vencimento é formalmente definido no próprio título.</p>
<h2 id="vale-a-pena-usar-a-nota-promissoria">Vale a pena usar a nota promissória?</h2>
<p>Apesar de parecer arriscado, vale a pena, sim. É um documento legítimo, aceito pela justiça, e as informações do devedor funcionam como uma garantia adicional. Empresas de todos os tamanhos e também pessoas físicas podem usá-la em empréstimos com segurança.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/behnam-norouzi-bbzpbTaW4r4-unsplash-2.jpg-2000.webp" alt="Nota Promissória" width="2000" height="1336"></p>
<h2 id="passo-a-passo-o-que-fazer-se-a-nota-promissoria-nao-for-paga">Passo a passo: o que fazer se a nota promissória não for paga</h2>
<ol>
<li><strong>Notificação extrajudicial</strong>: envie uma notificação amigável, cobrando o pagamento antes de partir para medidas legais.</li>
<li><strong>Protesto em cartório</strong>: um passo rápido e de baixo custo que "suja o nome" do devedor — muitas vezes, isso já é suficiente para forçar o pagamento.</li>
<li><strong>Ação de execução judicial</strong>: o último recurso, que deve ser feito com o acompanhamento de um advogado, para que a justiça determine o pagamento forçado por meio dos bens do devedor.</li>
</ol>
<section class="faq"><h2 id="perguntas-frequentes-sobre-nota-promissoria">Perguntas frequentes sobre nota promissória</h2><div class="faq-lista"><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-a-garantia-de-uma-nota-promissoria">Qual a garantia de uma nota promissória?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>O credor fica com a nota, e, em caso de não pagamento, pode acionar a justiça, já que se trata de um documento legal. No caso da nota pró-solvendo, especificamente, ela garante que o credor possa retomar o produto ou desfazer o negócio.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-a-lei-da-nota-promissoria">Qual a lei da nota promissória?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>A nota promissória é regida principalmente pelo <strong>Decreto nº 2.044/1908</strong> (conhecido como Lei Saraiva) e, de forma complementar, pela <strong>Lei Uniforme de Genebra</strong>, incorporada ao ordenamento brasileiro pelo <strong>Decreto nº 57.663/1966</strong>, que detalha, no artigo 75, os requisitos formais de validade do título. O artigo 784 do Código de Processo Civil confirma ainda que a nota promissória é título executivo extrajudicial, ou seja, permite cobrança judicial direta, sem necessidade de um processo de conhecimento prévio.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="como-vincular-uma-nota-promissoria-a-um-contrato">Como vincular uma nota promissória a um contrato?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Apesar de não ser um contrato, a nota pode ser vinculada a um, desde que todas as partes concordem e a vinculação seja mencionada nos documentos.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-invalida-uma-nota-promissoria">O que invalida uma nota promissória?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>A falta de informações obrigatórias — como a assinatura do devedor — ou a comprovação judicial de que a dívida não existe podem invalidá-la.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-o-tempo-de-validade-de-uma-nota-promissoria">Qual o tempo de validade de uma nota promissória?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>A validade vai até a data de pagamento; se não for paga, o credor deve entrar na justiça, respeitando o prazo de prescrição da dívida, que é de 6 anos.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="como-emitir-nota-promissoria">Como emitir nota promissória?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Você pode fazê-la manualmente, em um editor de texto ou em uma plataforma digital — sempre incluindo a inscrição "nota promissória" para garantir sua validade. Quando emitida eletronicamente, ela também tem validade jurídica, desde que a assinatura eletrônica garanta autoria e integridade do documento.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="se-a-nota-promissoria-nao-for-paga-o-que-acontece">Se a nota promissória não for paga, o que acontece?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>A nota se torna um instrumento legal que permite ao credor iniciar a cobrança, seja por protesto em cartório ou por ação judicial.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="a-nota-promissoria-digital-tem-validade">A nota promissória digital tem validade?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Sim. Com base na Lei nº 14.063/2020 e no artigo 784, §4º do Código de Processo Civil (incluído pela Lei nº 14.620/2023), a nota promissória assinada eletronicamente é válida como título executivo, desde que a assinatura utilizada comprove autenticidade e integridade do documento — entendimento reforçado por decisões recentes do STJ mesmo para assinaturas fora da ICP-Brasil.</p></div></details></div></section>

<p><a href="https://egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.gif" alt="" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/behnam-norouzi-8goOwTUBn4s-unsplash-4-scaled.jpg" type="image/jpeg" length="621245"/>
    </item>
    <item>
      <title>LTV (Lifetime Value): por que calcular o tempo de vida do cliente</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/ltv-ou-lifetime-value-porque-calcular-o-tempo-de-vida-do-cliente/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/ltv-ou-lifetime-value-porque-calcular-o-tempo-de-vida-do-cliente/</guid>
      <pubDate>Thu, 20 Mar 2025 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Sistema de Gestão</category>
      <category>redação</category>
      <description>O LTV define o valor que cada cliente deixa na sua empresa durante. Quer descobrir como chegar a essa resposta? Entenda como calcular o LTV!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Na hora de gerenciar o seu negócio, existem algumas métricas que são muito importantes para o acompanhamento e organização da empresa. O Lifetime Value, também conhecido como LTV, é uma delas.</p>
<p>Se você é iniciante no processo de gerenciamento do empreendimento, provavelmente ainda não conhece o Lifetime Value. Por isso, atenção: essa métrica vai ajudá-lo a melhorar a saúde do seu negócio, entendendo melhor o relacionamento com seu cliente.</p>
<p>O LTV define o valor que cada cliente gasta com a sua empresa durante todo o período em que estão relacionados. Dessa forma, ele mede a saúde financeira e a <a href="https://blog.egestor.com.br/lucratividade-x-rentabilidade/">lucratividade</a> do negócio.</p>
<p>Quer aplicar na sua empresa? Descubra agora como utilizá-lo no dia a dia da sua empresa.</p>
<h2 id="o-que-e-lifetime-value">O que é Lifetime Value?</h2>
<p>O LTV, ou Lifetime Value, é um indicador que mensura a receita total gerada por um cliente. Esse cálculo considera todo o período de relacionamento com a empresa.</p>
<p>Essa métrica é crucial para as empresas analisarem a lucratividade de suas estratégias. Ela também avalia a viabilidade das abordagens de aquisição e fidelização de clientes. Além disso, auxilia no aprimoramento dos investimentos e na medição do sucesso comercial.</p>
<p>Como vimos, o LTV está relacionado diretamente ao seu cliente. Por meio dele, é possível medir o lucro líquido que o seu consumidor gera em todo o processo de compra. Dessa forma, você visualiza o quanto ganha de cada cliente em todo o tempo em que ele comprar do seu negócio.</p>
<p>Calcular o Lifetime Value oferece a oportunidade de acompanhar o valor que, em média, seus clientes gastam ao adquirir seu produto ou serviço. Além disso, também é possível verificar qual o tempo de fidelidade com a sua empresa.</p>
<p>Com essa informação em mãos, fica mais fácil administrar o esforço e investimento gastos para manter clientes que já conhecem o seu serviço. Assim, empreendedores e gerenciadores poderão calcular as melhores estratégias para a retenção de clientes.</p>
<h2 id="como-calcular-o-ltv">Como calcular o LTV?</h2>
<p>O cálculo básico do LTV é feito multiplicando o valor médio gasto por um cliente. Em seguida, esse valor é multiplicado pelo seu tempo médio de permanência.</p>
<p>Por exemplo, imagine um cliente que paga uma mensalidade de R$ 50. Se ele permanece na empresa por 6 meses, seu LTV totaliza R$ 300.</p>
<p>É claro que o LTV não é calculado de forma individual, por cada cliente da sua empresa. Isso não seria viável, além de ser muito trabalhoso. A fórmula, então, mede a média de lucro.</p>
<p>Para isso, é necessário conhecer outras métricas. São elas: ticket médio, média de compras por cliente ao ano e média da longevidade do relacionamento com o cliente. Com essas informações, será possível calcular o Lifetime Value da sua empresa.</p>
<p>A fórmula é a seguinte:</p>
<blockquote>
<p>LTV = ticket médio x média de compras por cliente ao ano x média da longevidade do relacionamento com o cliente.</p>
</blockquote>
<p>Utilizando essas informações, é possível fazer um cálculo simples que resultará no valor que cada cliente, em média, gasta com a sua empresa.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/image-277.png-1339.webp" alt="" width="1339" height="783"></p>
<h2 id="aplicando-na-sua-empresa">Aplicando na sua empresa</h2>
<p>Depois que você descobre qual é o Lifetime Value do seu negócio, é preciso usá-lo a favor da sua empresa. Essa informação pode mudar a forma como você se relaciona com os clientes atuais. Além disso, ela promove novas estratégias para mantê-los fiéis por mais tempo.</p>
<p>Com esse número em mãos, torna-se mais fácil tomar uma série de decisões importantes para as ações da sua empresa. É como se o LTV oferecesse um “norte” para as próximas estratégias de retenção de clientes.</p>
<p>Esse cálculo é essencial para mostrar aos empreendedores que investir em ações para a captação de novos clientes é, sim, muito importante. Mas também é preciso destinar uma parte do capital para manter o relacionamento com quem já compra da sua empresa.</p>
<p>O LTV deve ser calculado juntamente com o CAC, o Custo de Aquisição de Clientes. Com essa estratégia, você consegue saber se sua empresa gasta mais para conquistar novos clientes do que para reter os antigos. Por isso, os números do CAC nunca devem ser maiores que o LTV.</p>
<p>Aplicar essa métrica pode beneficiar a sua empresa na hora de definir novas estratégias e rever o que está sendo feito. Por meio dela, é possível estimar o tempo de duração do relacionamento dos clientes com a empresa, por exemplo.</p>
<p>Ao saber o tempo médio de relacionamento, fica mais claro como aumentar a retenção. Assim, é possível criar ações que despertem interesse em continuar comprando da sua empresa. Você pode fazer o seu cliente migrar para um produto ou serviço melhor e mais caro, por exemplo.</p>
<p>Manter o LTV atualizado certamente melhorará os resultados da sua empresa. Verifique o que precisa ser alterado, faça as mudanças necessárias e busque um retorno positivo.</p>
<h2 id="importancia-do-ltv">Importância do LTV</h2>
<ul>
<li>Análise de lucratividade: O LTV permite comparar o custo de aquisição do cliente (CAC). Essa comparação é feita com a receita que ele gera ao longo do tempo. Assim, é possível verificar se o investimento na aquisição foi vantajoso.</li>
<li>Projeção de faturamento: Auxilia na estimativa da receita futura, um dado fundamental para o planejamento estratégico da empresa.</li>
<li>Aprimoramento de estratégias: A métrica direciona decisões de marketing, vendas e sucesso do cliente. O objetivo principal é fortalecer o engajamento e também a lealdade do público.</li>
<li>Medição do engajamento: Um LTV elevado costuma ser um indicativo de clientes leais e satisfeitos. Por outro lado, um LTV reduzido pode indicar a necessidade de aprimorar a jornada do consumidor.</li>
</ul>
<p><strong>💡 Você também pode gostar: <a href="https://blog.egestor.com.br/indicadores-financeiros/">Indicadores financeiros: Quais os principais e como calcular</a></strong></p>
<h2 id="indicadores-importantes-no-ltv">Indicadores importantes no LTV</h2>
<p>O cálculo do LTV depende de outros fatores, como vimos na fórmula. Por isso, é importante que você tenha noção do que trata cada um deles.</p>
<p>O <a href="https://blog.egestor.com.br/ticket-medio/">ticket médio</a> é o valor que cada cliente gasta com a sua empresa, em média. Ele mede a performance de vendas. Por isso, quanto maior for o ticket médio, maior será o Lifetime Value.</p>
<p>O <a href="https://blog.egestor.com.br/custo-de-aquisicao-de-clientes-cac/">CAC</a>, ou Custo de Aquisição de Clientes, é outra informação importante. O Custo de Aquisição de Cliente é essencial para comparação com o LTV. Ele mede, portanto, quanto sua empresa gasta para fechar cada venda. Se o valor do CAC for muito próximo ao LTV, quer dizer que o seu negócio não vai bem.</p>
<p>O <a href="https://blog.egestor.com.br/churn-rate-como-evitar-a-perda-de-clientes/">churn rate</a> é a taxa de abandono. Ou seja, mede o percentual de clientes que não completaram a compra. É importante conhecê-lo, visto que, quanto maior o índice de compradores perdidos, menor é o valor gasto por cada um deles.</p>
<p>Se esse dado está muito alto, é essencial rever a estratégia da sua empresa.</p>
<h3 id="o-que-um-ltv-alto-significa">O que um LTV alto significa?</h3>
<p>Um LTV elevado demonstra que os clientes são leais e fazem compras recorrentes. Além disso, eles tendem a gastar mais em cada uma das transações. Consequentemente, esses fatores impulsionam o crescimento do negócio.</p>
<h2 id="aumentando-o-lifetime-value-do-seu-negocio">Aumentando o Lifetime Value do seu negócio</h2>
<p>Agora que você já sabe como funciona o LTV, que tal aprender a aumentá-lo na prática? Existem algumas estratégias que podem ser vantajosas, direta ou indiretamente, para aumentar a retenção de clientes do seu empreendimento.</p>
<p>Uma delas é o marketing de conteúdo, uma estratégia que vem crescendo nos últimos anos. Além disso, ela tem o poder de atrair, engajar e fidelizar clientes.</p>
<p>Investir na fidelização dos clientes é um passo importante, e são várias as modalidades disponíveis para isso. Invista no relacionamento com o comprador, no atendimento, na qualidade do produto e nas ações de pós-venda. Torne o seu cliente a prioridade.</p>
<p>Muitas outras estratégias podem ser aplicadas para aumentar o seu LTV e melhorar o relacionamento entre empresa e cliente. Reúna os dados, analise, verifique e coloque em prática. Cuide dos seus clientes com carinho.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>
<section class="faq"><h2 id="perguntas-frequentes-sobre-ltv-lifetime-value">Perguntas Frequentes sobre LTV (Lifetime Value)</h2><div class="faq-lista"><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-e-ltv-lifetime-value">O que é LTV (Lifetime Value)?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>O LTV, ou Lifetime Value, é um indicador que mensura a receita total gerada por um cliente durante todo o período de relacionamento com a empresa. Ele mede a saúde financeira e a lucratividade do negócio, mostrando o quanto cada cliente gasta com a empresa ao longo do tempo.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="como-calcular-o-ltv-2">Como calcular o LTV?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>O LTV é calculado pela fórmula: LTV = ticket médio x média de compras por cliente ao ano x média da longevidade do relacionamento com o cliente. Por exemplo, um cliente que paga R$ 50 por mês e permanece por 6 meses tem um LTV de R$ 300.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-a-diferenca-entre-ltv-e-cac">Qual a diferença entre LTV e CAC?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>O LTV (Lifetime Value) representa a receita total gerada por um cliente ao longo do relacionamento com a empresa. Já o CAC (Custo de Aquisição de Clientes) mede quanto a empresa gasta para conquistar cada novo cliente. O CAC nunca deve ser maior que o LTV, pois isso indica que o negócio está gastando mais para adquirir clientes do que eles geram de receita.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-significa-um-ltv-alto">O que significa um LTV alto?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Um LTV elevado demonstra que os clientes são leais e fazem compras recorrentes, além de gastarem mais em cada transação. Esses fatores impulsionam o crescimento do negócio e indicam que a empresa possui boas estratégias de retenção e fidelização de clientes.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="como-aumentar-o-ltv-da-minha-empresa">Como aumentar o LTV da minha empresa?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Para aumentar o LTV, invista em: marketing de conteúdo para atrair e fidelizar clientes; melhoria no atendimento ao cliente; qualidade dos produtos e serviços; ações de pós-venda; programas de fidelização; e estratégias de upsell, levando o cliente a produtos ou serviços de maior valor.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-e-churn-rate-e-como-ele-afeta-o-ltv">O que é churn rate e como ele afeta o LTV?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>O churn rate é a taxa de abandono, ou seja, o percentual de clientes que deixaram de comprar da empresa. Quanto maior o churn rate, menor tende a ser o LTV, pois os clientes permanecem por menos tempo. Um churn rate elevado exige uma revisão das estratégias de retenção da empresa.</p></div></details></div></section>
]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/60.jpg" type="image/jpeg" length="53575"/>
    </item>
    <item>
      <title>CAC (Custo de Aquisição de Clientes): o que é e sua importância</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/custo-de-aquisicao-de-clientes-cac/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/custo-de-aquisicao-de-clientes-cac/</guid>
      <pubDate>Thu, 30 Jan 2025 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Controle Financeiro</category>
      <category>redação</category>
      <description>Você sabe quanto custa para adquirir um cliente? Sabe o que você deve calcular? Confira o que é o Custo de Aquisição de Clientes(CAC)!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Atrair clientes é primordial para o bom funcionamento de qualquer empresa moderna. Por isso, entender o CAC, ou Custo de Aquisição de Clientes, é essencial. Para tanto, o departamento de marketing realiza ações com o objetivo de conquistar clientes. Esses clientes, por sua vez, trarão receita para a empresa.</p>
<p>No entanto, essa captação não é gratuita e depende de investimento. Justamente, esse valor se chama Custo de Aquisição de Clientes (CAC). A seguir, vamos explicar o que ele é e como calculá-lo. Além disso, mostraremos sua importância e como você pode reduzi-lo.</p>
<h2 id="o-que-e-cac">O que é CAC?</h2>
<p>O Custo de Aquisição de Clientes (CAC) demonstra o valor investido para obter um novo consumidor. Adicionalmente, esse cálculo abrange despesas de marketing e vendas. Basicamente, a fórmula divide os investimentos totais pelo número de novos clientes. Consequentemente, a métrica é crucial para a saúde financeira do negócio.</p>
<p>A fórmula para calcular o CAC é:</p>
<blockquote>
<p>CAC = Investimento em marketing + Investimento em vendas / Número de novos clientes conquistados</p>
</blockquote>
<p>Geralmente, o cálculo considera as ações das equipes de vendas e marketing. Contudo, pode incluir qualquer iniciativa da empresa para atrair clientes.</p>
<p>Para calcular o CAC, a empresa deve ter uma noção básica dos seus processos. Assim, é possível entendê-los melhor e depois buscar a otimização deles.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/kelly-sikkema-8DEDp6S93Po-unsplash.jpg-2000.webp" alt="CAC (Custo de Aquisição de Clientes)" width="2000" height="1406"></p>
<h2 id="quais-sao-os-custos-que-entram-no-calculo-do-cac">Quais são os custos que entram no cálculo do CAC?</h2>
<p>Em geral, são os custos que envolvem esforços diretos na conquista de clientes. Especificamente, alguns dos exemplos mais comuns são os seguintes:</p>
<ul>
<li>Salários: primeiramente, este é um dos principais componentes do CAC. Por isso, ao calcular, inclua a folha de pagamento dos departamentos responsáveis.</li>
<li><strong>Eventos</strong>: ações, palestras e convenções são ótimos geradores de leads, mas todo o seu custo precisa ser levado em conta no CAC. Isso envolve, além dos custos do evento, despesas com viagens, alimentação e possíveis horas extras dos funcionários, por exemplo.</li>
<li><strong>Despesas em geral</strong>: gastos com telefonia, pesquisas de marketing e investimento em publicidade e mídia também fazem parte do cálculo do CAC.</li>
</ul>
<p>Portanto, esses são alguns exemplos de despesas que entram no cálculo. Contudo, qualquer despesa que vise atrair novos clientes faz parte da soma.</p>
<p>Por outro lado, existem outras despesas que não fazem parte do CAC. Por exemplo, gastos administrativos ou com desenvolvimento de produtos não devem ser considerados. Isso ocorre porque não estão diretamente ligados à aquisição de novos clientes.</p>
<h3 id="o-que-o-cac-engloba">O que o CAC engloba?</h3>
<p>O CAC inclui todos os gastos associados à atração e conversão de um consumidor, tais como:</p>
<ul>
<li>Marketing: despesas com publicidade, campanhas, mídias sociais, conteúdo e ferramentas de automação..</li>
<li>Vendas: remuneração de vendedores, comissões, capacitações e softwares.</li>
<li>Outros custos: ferramentas de monitoramento e softwares de marketing.</li>
</ul>
<h2 id="como-calcular-o-cac">Como calcular o CAC?</h2>
<p>Felizmente, o cálculo do Custo de Aquisição de Clientes é relativamente simples. Para calcular, basta usar a seguinte fórmula:</p>
<blockquote>
<p><strong>CAC = (Investimento em marketing + Investimento em vendas) / Número de novos clientes adquiridos</strong></p>
</blockquote>
<p>Por exemplo, considere um investimento mensal de R$ 5.000,00. Nesse caso, se a empresa captou 100 clientes, o CAC será de R$ 50.</p>
<p>É importante calcular o CAC em períodos determinados para acompanhar melhor os resultados. Afinal, isso ajuda a controlar os gastos e evita que o valor prejudique o negócio. Além disso, é necessário considerar variáveis que podem aumentar o CAC temporariamente.</p>
<p>De fato, não existe um valor ideal de CAC isoladamente. Ele varia conforme o tamanho da empresa e o valor dos produtos. Acima de tudo, depende do LTV, ou seja, o valor que o cliente gera.</p>
<p>Portanto, para avaliar se o CAC está aceitável, compare-o com o LTV. Por exemplo, um CAC de R$ 500 é muito alto para um e-commerce. Por outro lado, esse mesmo valor é excelente para uma empresa de software.</p>
<p>Existe uma regra de ouro no mercado para um negócio ser saudável. Basicamente, o valor do cliente (LTV) deve ser, no mínimo, três vezes maior que o CAC. Assim, o cliente gera lucro suficiente para cobrir outros custos e permitir reinvestimentos.</p>
<h3 id="o-que-e-ltv-e-como-calcular">O que é LTV e como calcular?</h3>
<p>LTV (Lifetime Value) significa o 'Valor Vitalício do Cliente'. É uma métrica que estima a receita total que sua empresa pode esperar de um único cliente durante todo o relacionamento. Um cálculo simples para começar é:</p>
<blockquote>
<p>LTV = (Ticket Médio x Média de compras por cliente ao ano) x Média de anos de relacionamento</p>
</blockquote>
<p>É fundamental comparar o CAC com o LTV (Lifetime Value - Valor Vitalício do Cliente). Uma proporção saudável de LTV sobre CAC é de, no mínimo, 3 para 1.</p>
<p>Isso aponta que o valor gerado pelo cliente supera seu custo.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/pablo-merchan-montes-wlpwfb-8saI-unsplash-6.jpg-2000.webp" alt="CAC (Custo de Aquisição de Clientes)" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="por-que-e-importante-calcular-o-custo-de-aquisicao">Por que é importante calcular o custo de aquisição?</h2>
<p>O CAC é importante para a empresa por diversos motivos. O principal deles, logicamente, é estar a par das despesas da empresa e mantê-las sob controle.</p>
<p>Mas além disso, calcular o CAC é essencial para tomar as decisões de marketing da empresa de forma estratégica. Ao saber o valor investido na aquisição de clientes, você pode compará-lo com a realidade da empresa. Assim, fica mais fácil otimizar e escolher as melhores estratégias de geração de leads.</p>
<p>Analisar o CAC isoladamente ou apenas contra o <a href="https://blog.egestor.com.br/ticket-medio/">ticket médio</a> pode levar a conclusões erradas. Por isso, sempre leve em conta o LTV ao tomar decisões estratégicas.</p>
<ul>
<li><strong>Eficiência dos aportes</strong>: Permite compreender a eficácia dos seus investimentos em marketing e vendas.</li>
<li><strong>Lucratividade</strong>: Auxilia a definir se o custo para adquirir um novo cliente é rentável a longo prazo.</li>
<li><strong>Otimização de táticas</strong>: Com o valor do CAC, é possível ajustar e aprimorar as estratégias de marketing e vendas para elevar a eficiência.</li>
<li><strong>Crescimento sustentável</strong>: O gerenciamento do CAC é indispensável para o desenvolvimento sustentável de uma empresa.</li>
</ul>
<h2 id="estrategias-para-diminuir-o-custo-de-aquisicao">Estratégias para diminuir o custo de aquisição</h2>
<p>Isso nos leva a uma questão muito importante para a saúde financeira do seu negócio. Afinal, se o valor do CAC estiver alto, o que fazer para reduzi-lo? Confira algumas dicas sobre isso a seguir:</p>
<ul>
<li><strong>Integração das equipes de venda e marketing</strong>: a falta de comunicação entre vendas e marketing gera baixa produtividade. Consequentemente, isso pode acarretar custos extras para a captação de novos clientes. Porém, se marketing e vendas agirem de forma integrada, as ações funcionam melhor. Isso ocorre ao passar a mesma mensagem para clientes em potencial.</li>
<li><strong>Segmentar o público-alvo</strong>: ter uma noção exata do seu público-alvo é fundamental. Isso permite que você invista no tipo de marketing ideal para aquelas pessoas. Com isso, a empresa evita gastos com ações de marketing que não trazem clientes em potencial. O foco se volta para estratégias que realmente geram resultados positivos.</li>
<li><strong>Invista no pós-venda</strong>: o investimento em pós-venda garante a satisfação do cliente já captado. Com isso, ele pode gerar um marketing orgânico valioso e sem custo extra.</li>
<li><strong>Faça inbound marketing</strong>: outra maneira de reduzir o CAC é fidelizar os clientes atuais. Afinal de contas, se eles estiverem gerando receita, não haverá tanta pressão para a captação de clientes novos, certo? Portanto, invista de forma significativa em inbound marketing. A estratégia envolve táticas de SEO e marketing de conteúdo para engajamento espontâneo.</li>
</ul>
<h2 id="consideracoes-finais">Considerações finais</h2>
<p>É de suma importância calcular todos os valores que circulam dentro de uma empresa. Porém, saber o quanto se gasta para adquirir um cliente é ainda mais essencial. Quando uma empresa não conhece esses valores, ela pode perder dinheiro. Afinal, ela arrisca gastar muito para conquistar poucos clientes novos.</p>
<p>Para calcular os valores corretamente, é preciso ter um controle financeiro rigoroso, especialmente do <a href="https://blog.egestor.com.br/fluxo-de-caixa/">fluxo de caixa</a>. Somente com um sistema de gestão é possível obter esses dados com precisão. E, quando o sistema é integrado, os resultados são ainda melhores!</p>
<p><a href="https://egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.gif" alt="" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Controle financeiro eficiente: A importância de ter um</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/importancia-controle-financeiro-eficiente/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/importancia-controle-financeiro-eficiente/</guid>
      <pubDate>Mon, 26 Jun 2023 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Controle Financeiro</category>
      <category>redação</category>
      <description>Gerir o financeiro é uma tarefa complexa, especialmente para algumas empresas. Confira a importância de um controle financeiro eficiente!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Para evitar surpresas desagradáveis que podem impactar diretamente na <a href="https://blog.egestor.com.br/como-medir-a-saude-financeira-de-minha-empresa/">saúde financeira</a> do negócio, é preciso um controle financeiro eficiente. Afinal, só ele oferecerá um panorama realista e completo sobre as condições financeiras atuais da empresa. Isso dará poder de decisão sobre os investimentos da empresa e sobre os recursos usados para isso.</p>
<p>Saber o futuro da empresa é essencial para dar sentido e rumo às atividades e para iniciar <a href="https://blog.egestor.com.br/planejamento-e-controle-financeiro/">planejamentos</a>. <strong>Sem um controle financeiro</strong> eficiente, os planejamentos são infundados. Isso, pois é necessário ter bases de dados financeiros e previsões de ganhos e gastos para conseguir planejar e colocar em prática alguma ação.</p>
<h2 id="o-que-e-controle-financeiro">O que é controle financeiro?</h2>
<p>O controle financeiro baseia-se na avaliação da condição financeira da empresa e na coordenação das atividades para essa finalidade. É através de relatórios financeiros que esse controle é possível. Assim, baseia-se em dados patrimoniais e na situação do fluxo de caixa da empresa.</p>
<p>O processo de controle financeiro eficiente e do fluxo de caixa se baseia no registro de contas. Ou seja, das contas a pagar e a receber, registro de caixa das entradas e saídas, controle de estoque, controle bancário, entre outros. Além disso, a análise patrimonial também é realizada com a finalidade de comparar a situação financeira do negócio. Para isso, é preciso catalogar os bens da empresa, o capital de giro, as tendências de crescimento, endividamento e rentabilidade.</p>
<p>Em suma, esse controle tem diversas utilidades. Tais como:</p>
<ul>
<li>o controle de capital;</li>
<li>a análise de viabilidade de projetos;</li>
<li>identificar o volume de fundos;</li>
<li>controlar eventuais desvios;</li>
<li>prevê o excesso de fundos ou falta deles e</li>
<li>auxilia no uso racional do dinheiro de acordo com a realidade e com os planos futuros da empresa.</li>
</ul>
<h2 id="a-importancia-do-controle-financeiro-para-a-empresa">A importância do controle financeiro para a empresa</h2>
<p>Para que a empresa se mantenha sustentável, em meio a inúmeros gastos e oscilações de mercado, o controle financeiro eficiente é essencial. Além disso, para que novos rumos sejam traçados e novas conquistas sejam alcançadas, é preciso planejar o financeiro para tal.</p>
<p>Uma das principais ferramentas para o controle financeiro é o fluxo de caixa. É nele que todos os lançamentos diários estão descritos, o que permite a previsão de lançamentos futuros. Por conta disso, a utilização do fluxo de caixa é a base para qualquer controle das finanças empresariais.</p>
<p>Ao coordenar todas as atividades e processos, o <a href="https://vintem.app/" rel="noopener">controle financeiro</a> pode ser aprimorado e atualizado constantemente. Isso, se contabilizados todos os gastos e ganhos que essas atividades e processos proporcionam. Para isso, os setores se utilizam de relatórios elaborados com essas informações. Elas devem ser atualizadas mês a mês e avaliadas pelos gestores sempre que necessário.</p>
<p>Através desses relatórios de <a href="https://blog.egestor.com.br/gestao-financeira-como-fazer/">gestão financeira</a>, o empresário consegue ter ciência da sua atual situação. Isso também serve para que sua tomada de decisão seja mais assertiva a fim de se manter competitivo no mercado em que atua.</p>
<p>Entre os impactos de um bom controle financeiro na empresa, podemos destacar:</p>
<h2 id="maior-visao-global-da-empresa">Maior visão global da empresa</h2>
<p>O controle financeiro eficiente permite ao empresário e gestor, ter uma visão global da situação financeira da empresa e dos recursos monetários existentes e disponíveis no momento. Dessa forma, se existe algum desperdício ou falta de verba, o problema consegue ser diagnosticado mais rapidamente e resolvido. Isso também evita que outros problemas decorram.</p>
<h2 id="estruturar-o-orcamento">Estruturar o orçamento</h2>
<p>Estruturar o orçamento da empresa com qualidade, permite que o planejamento aconteça e que um controle seja feito. Isso terá um impacto positivo em todos os processos, desde a definição de rotinas corporativas até a realização de fiscalizações.</p>
<h2 id="melhorar-a-tomada-de-decisao">Melhorar a tomada de decisão</h2>
<p>Possibilidade de avaliar a realidade financeira da empresa e os investimentos possíveis e estratégicos que podem ser colocados em prática. Através da visão global do financeiro da empresa, o gestor e o empresário conseguem tirar do papel planos de expansão ou de mudanças na empresa que envolvam investimentos necessários. Os relatórios permitem essa consulta e esse panorama.</p>
<p>Além disso, imprevistos que ocorram no dia a dia podem ser melhor resolvidos com a tomada de decisão se houver um controle financeiro e um fluxo de caixa positivos.</p>
<h2 id="identificar-investimentos-necessarios-e-os-com-desperdicios">Identificar investimentos necessários e os com desperdícios</h2>
<p>À medida que um problema ocorre por conta do financeiro da empresa, em que as metas não são atingidas, o gestor pode identificar a origem do problema para solucioná-lo.</p>
<p>Muitas vezes, os setores estão investindo em produtos ou serviços desnecessários, o que configura um desperdício de recursos. Enquanto outros precisam de reforços e mais investimentos.</p>
<h2 id="planejamento-a-longo-prazo">Planejamento a longo prazo</h2>
<p>O controle financeiro não é válido apenas para a administração e para o controle das finanças atuais da empresa, ou seja, apenas para os processos de curto prazo. Os de longo prazo também só são possíveis com um controle financeiro eficiente atual e futuro, planejando o que pode ser destinado para investimentos e o quanto será necessário para determinados objetivos da empresa.</p>
<p>Além disso, ter uma rotina de planejamento de médio a longo prazo, também dá à empresa a possibilidade de prever e evitar riscos, garantir o crescimento contínuo do negócio e ter melhores diretrizes comerciais e administrativas para a empresa.</p>
<h2 id="como-realizar-o-controle-financeiro-empresarial">Como realizar o controle financeiro empresarial?</h2>
<p>Administrar as finanças da empresa parece uma tarefa bastante morosa e complicada, e de fato vai ser se for feita através de <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-controle-financeiro-gratis/">planilha de controle financeiro empresarial</a> e de programas isolados de computador. São muitos os detalhes e movimentações financeiras para serem controladas ao mesmo tempo, como acompanhamento de caixa, bancos, estoques, clientes, fornecedores, entre outros.</p>
<p>Para deixar o processo mais ágil e mais fácil de ser visualizado, os softwares integrados são a melhor opção. É uma única plataforma que une e fornece os dados gerais da empresa, gerando relatórios completos.</p>
<h2 id="consideracoes-finais">Considerações finais</h2>
<p>Uma das ferramentas que pode tornar todo esse processo mais simples é um sistema de gestão online. Isso porque ele pode controlar todo seu financeiro de forma totalmente integrada com todos os setores da sua empresa. Além disso, também é possível gerar relatórios automáticos e instantâneos.</p>
<p>A forma pela qual ele é totalmente integrado é porque o <a href="https://blog.egestor.com.br/sistema-de-gestao-financeira-resultados/">sistema gestão financeira</a> possui também, o controle de outros setores, como de estoque, de produção e muito mais. Essa integração ocorre, inclusive, com os documentos fiscais, como as notas fiscais eletrônicas. Um desses sistemas é o eGestor.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Controle de produção: como manter organizado</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/controle-de-producao-organizado/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/controle-de-producao-organizado/</guid>
      <pubDate>Thu, 16 Feb 2023 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Empreendedorismo</category>
      <category>redação</category>
      <description>A sua empresa adota ferramentas para tornar o controle de produção organizado? Confira como manter esse controle eficiente!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Toda indústria precisa ter um processo de controle de produção organizado e alinhado com as necessidades e demandas da empresa. Esse controle ajuda a empresa a fazer o planejamento de quanto produzir e do que produzir, além de auxiliar a empresa a produzir o máximo com o melhor aproveitamento de recursos.</p>
<p>Todo empresário sabe que o planejamento é fundamental em todas as áreas de uma empresa. E com a produção não é diferente.</p>
<p>Nesse texto vamos explicar o que é controle de produção, porque ele é importante e o que você pode fazer para manter o da sua empresa sempre organizado.</p>
<ul>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/controle-de-producao-organizado/#h-o-que-e-controle-de-producao">O que é controle de produção?</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/controle-de-producao-organizado/#quais-s%C3%A3o-os-tipos">Quais são os tipos de controle de produção?</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/controle-de-producao-organizado/#quais-s%C3%A3o-os-pilares">Quais são os pilares do PCP?</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/controle-de-producao-organizado/#como-fazer-o-controle-de-produ%C3%A7%C3%A3o">Como fazer o controle de produção</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/controle-de-producao-organizado/#qual-%C3%A9-a-fun%C3%A7%C3%A3o">Qual é a função do PCP?</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/controle-de-producao-organizado/#Benef%C3%ADcios">Benefícios do PCP</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/controle-de-producao-organizado/#Porque-o-controle-de-produ%C3%A7%C3%A3o-%C3%A9-importante">Porque o controle de produção é importante para a minha empresa?</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/controle-de-producao-organizado/#etapas-do-processo-de-controle-de-produ%C3%A7%C3%A3o">Quais são as etapas do processo de controle de produção?</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/controle-de-producao-organizado/#Perguntas-frequentes">Perguntas frequentes sobre o controle de produção</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/controle-de-producao-organizado/#Como-a-tecnologia-pode-me-ajudar">Como a tecnologia pode me ajudar?</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/controle-de-producao-organizado/#Ferramentas-de-suporte-ao-PCP">Ferramentas de suporte ao PCP</a></li>
</ul>
<h2 id="o-que-e-controle-de-producao">O que é controle de produção?</h2>
<p>O controle de produção é o gerenciamento de todas as atividades que envolvem a produção de um produto, Como, por exemplo, o que será produzido, com que recursos, quando, e em que ordem. Assim, o controle de produção conta com informações organizadas sobre todo o processo de produção.</p>
<p>Além disso, o controle de produção também serve para decidir em que quantidade produzir e para onde vai esse produto.</p>
<p>Ele também pode ser chamado de PCP, sigla para Planejamento e Controle de Produção.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/nadya-spetnitskaya-tOYiQxF9-Ys-unsplash.jpg-2000.webp" alt="Controle de produção" width="2000" height="1333"></p>
<p><em>Controle de produção</em></p>
<h2 id="quais-sao-os-tipos-de-controle-de-producao">Quais são os tipos de controle de produção?</h2>
<p>Existem 4 diferentes tipos de controle de produção, mas o uso de cada um depende de qual etapa da produção o gestor deseja avaliar.</p>
<h3 id="controle-do-plano-de-producao">Controle do plano de produção</h3>
<p>O controle de produção está relacionado com a verificação da eficiência atual do processo produtivo, mão de obra utilizada, equipamentos e tempo necessário para produzir.</p>
<h3 id="controle-das-quantidades-produzidas">Controle das quantidades produzidas</h3>
<p>O controle das quantidades produzidas é um controle feito após o processo estar concluído. Ele avalia os insumos utilizados, a qualidade do que foi feito, quanta matéria prima a empresa utilizou e qual foi o índice de cumprimento das ordens de produção.</p>
<h3 id="controle-dos-estoques">Controle dos estoques</h3>
<p>O controle dos estoques é um dos tipos de controle de produção que tem como objetivo realizar a organização do estoque de insumos durante todo o processo produtivo. Além disso, um índice muito utilizado durante o controle dos estoques é o de rotação dos estoques.</p>
<h3 id="controle-das-datas-de-termino">Controle das datas de término</h3>
<p>O controle das datas de término está relacionado ao controle de prazos e se tudo foi feito dentro do tempo determinado para a produção.</p>
<h2 id="quais-sao-os-pilares-do-pcp">Quais são os pilares do PCP?</h2>
<p>O controle de produção se baseia em 4 pilares que sustentam toda a organização desse processo. Segundo a literatura de engenharia de produção, esses 4 pilares ajudam a empresa a direcionar melhor o tempo e os recursos em cada etapa do processo. Assim, eles também estão muito ligados aos objetivos do controle de produção.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Pilares-do-controle-de-producao-2000-%C3%97-800-px-1.png-2000.webp" alt="Infográfico pilares do Controle de produção" width="2000" height="800"></p>
<p><em>Infográfico pilares do Controle de produção</em></p>
<ol>
<li><strong>Programação</strong> - quando produzir? É a primeira etapa, onde se define quais produtos serão produzidos e quando devem ser produzidos. Além disso, também é planejado quais recursos serão necessários para o que foi definido a ser produzido.</li>
<li><strong>Carregamento</strong> - quanto e onde produzir? É o momento onde se define a capacidade que os cargos e as máquinas possuem.</li>
<li><strong>Sequenciamento</strong> - qual é a ordem de produção? Essa etapa define quais as etapas do processo produtivo pelo qual os produtos passarão. Isso é muito importante visto que alguma falha ou troca de etapa no processo pode expor a produção a riscos.</li>
<li><strong>Monitoramento</strong> - a execução está seguindo a ordem de produção? Nessa etapa é avaliado se o que foi definido nas fases de programação e carregamento estão sendo cumpridos.</li>
</ol>
<h2 id="como-fazer-o-controle-de-producao">Como fazer o controle de produção</h2>
<h3 id="planilha-de-controle-de-producao">Planilha de controle de produção</h3>
<p>Um dos primeiros passos para se fazer um bom controle de produção, e também um dos mais importantes, é fazer o planejamento e controle das matérias primas da produção. Ou seja, saber exatamente a quantidade utilizada em cada produto, e também as unidades de medida é essencial para uma otimização do processo.</p>
<p>Uma das maneiras de fazer é usando uma <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-controle-de-producao/">planilha de controle de produção</a>. Com essa planilha é possível controlar a entrada de insumos no estoque e a saída, conforme a utilização. O maior benefício do uso da planilha de controle de produção é que essa saída do estoque é feita automaticamente à medida que as matérias primas são utilizadas, através do uso de fórmulas de produção.</p>
<figure><a href="https://youtu.be/lyxOlAfhRRo" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-lyxOlAfhRRo.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<h3 id="sistema-de-controle-de-producao">Sistema de controle de produção</h3>
<p>Ainda que a planilha seja uma ótima forma de fazer o controle de produção, a melhor ferramenta de auxílio no controle de produção é um sistema de gestão que realiza o controle de produção, calculando o estoque, a matéria prima e os produtos finais.</p>
<p>Esse é um nível acima do uso de planilhas quando se fala em <a href="https://blog.egestor.com.br/gestao-de-producao/">gestão e controle de produção</a>. Isso porque um sistema de gestão possui um controle automatizado de estoque de insumos, o que proporciona uma organização muito mais eficiente para sua empresa.</p>
<p>Além disso, com um bom sistema de controle, é possível fazer a otimização de diversos outros processos de gestão financeira e operacional.</p>
<h2 id="qual-e-a-funcao-do-pcp">Qual é a função do PCP?</h2>
<p>A função do planejamento e <a href="https://blog.egestor.com.br/controlar-sua-producao-e-importante-para-sua-empresa/">controle de produção</a> é levar a empresa a melhor otimização possível do processo produtivo.</p>
<p>Isso significa que seu objetivo final, através das diversas etapas do processo de controle, é ajudar a empresa a produzir o máximo possível com o menor custo possível, segundo sua demanda. Ou seja, utilizar apenas os recursos necessários, evitando desperdícios, mas também garantindo que nunca faltem insumos para produzir.</p>
<h2 id="beneficios-do-pcp">Benefícios do PCP</h2>
<p>O maior benefício de um controle de produção bem realizado é que ele garante que as atividades sejam executadas no tempo previsto, com os materiais adequados e na quantidade esperada. Garante ainda que o produto final seja entregue com sucesso ao cliente certo. Mas, além disso, há outros benefícios:</p>
<ul>
<li>Suporte para decisões mais assertivas</li>
<li>Melhores resultados finais</li>
<li>Maior compatibilidade entre produção e vendas</li>
<li>Processo de produção sistematizado</li>
<li>Redução de custos, desperdícios e tempo ocioso</li>
<li>Melhor gestão financeira;</li>
<li>Mais controle dos pedidos;</li>
<li>Redução de custos;</li>
<li>Menos atrasos;</li>
<li>Menos desperdício;</li>
<li>Produtividade máxima;</li>
<li>Facilidade na elaboração de relatórios de desempenho.</li>
</ul>
<h2 id="porque-o-controle-de-producao-e-importante-para-a-minha">Porque o controle de produção é importante para a minha empresa?</h2>
<p>Ter todas essas informações detalhadas possibilita que o gestor faça uma boa previsão e controle dos recursos operacionais dessa produção. Dessa forma, é possível otimizar os processos para obter melhores resultados.</p>
<p>Além disso, um bom controle de produção ajuda a garantir a padronização dos produtos e a eliminar gargalos nas diversas etapas do processo. Dessa forma, ele aumenta o controle sobre as operações e possibilita que o gestor pense antecipadamente em soluções para possíveis problemas.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/crystal-kwok-xD5SWy7hMbw-unsplash.jpg-2000.webp" alt="Controle de produção" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="quais-sao-as-etapas-do-processo-de-controle-de-producao">Quais são as etapas do processo de controle de produção?</h2>
<p>Uma boa estratégia de controle de produção deve envolver todos os setores da empresa que se relacionam direta ou indiretamente com a área de produção, não só a fábrica, como também as áreas de compra, venda e estoque, por exemplo.</p>
<p>O primeiro passo é garantir um bom diálogo entre todos esses setores para entender a rotina de trabalho e as principais demandas. Assim, ao pensar no controle de produção tudo isso deverá ser organizado e levado em conta.</p>
<p>Depois dessa conversa entre as áreas, o planejamento de controle de produção pode ser feito em etapas:</p>
<h3 id="previsao-da-demanda">Previsão da demanda</h3>
<p>Nessa etapa o gestor deve levar em conta as previsões de demanda de curto, médio e longo prazo, analisando o mercado e os fatores que interferem nele.</p>
<p>A previsão deve levar em conta questões como se a empresa depende de um produto que tem mais demanda, ou se há algum produto que oscila mais nas vendas. Isso vai ajudar em decisões de curto prazo, como o estoque a ser mantido, ou também de longo prazo, como o desenvolvimento de novos produtos.</p>
<h3 id="planejamento-da-capacidade-produtiva">Planejamento da capacidade produtiva</h3>
<p>Essa etapa tem o objetivo de verificar se é preciso aumentar ou diminuir a produção atual. É nessa etapa que o gestor deve levar em conta a administração de materiais disponíveis e se precisa fazer investimentos em infraestrutura, por exemplo. Também é preciso avaliar a necessidade de contratar mão de obra ou realizar demissões. Ou seja, se deve ter um planejamento completo da capacidade de produção.</p>
<h3 id="planejamento-agregado-da-producao-pap">Planejamento agregado da produção (PAP)</h3>
<p>O objetivo do planejamento agregado da produção é traçar um plano para todo ano sobre o processo produtivo. Por isso, esse plano precisa conter diretrizes sobre pontos como:</p>
<ul>
<li>Volume de produção necessário</li>
<li>Necessidade de mão de obra</li>
<li>Quantidade de estoque necessário a ser mantido</li>
<li>Contratos de fornecedores</li>
<li>Contratos de logística</li>
</ul>
<h3 id="definir-estrategias">Definir estratégias</h3>
<p>O gestor deve tomar decisões sobre o volume da produção, definido nas etapas anteriores. É a hora de pensar se serão necessárias horas extras e avaliar a necessidade de contratação/demissão de pessoal, entre outros. O planejamento agregado da produção costuma ser anual, mas uma boa dica é fazer um alinhamento mensal para garantir que tudo está saindo como o previsto.</p>
<h3 id="plano-mestre-da-producao-pmp">Plano mestre da produção (PMP)</h3>
<p>Essa é a fase operacional, onde se define os recursos que vão garantir a produção da quantidade necessária do produto no curto prazo. Por isso, nessa etapa é preciso haver um detalhamento muito maior sobre tudo o que foi planejado na etapa anterior.</p>
<p>O objetivo é que os envolvidos tenham um informações de nível tático e operacional relacionado a decisões sobre objetivos de curto prazo.</p>
<h3 id="programacao-detalhada-da-producao">Programação Detalhada da Produção</h3>
<p>Apesar de já ter feito um planejamento detalhado nas etapas anteriores, é nessa etapa que o gestor vai olhar diretamente para o chão de fábrica. Assim, ele pensa na prática da operação do dia a dia, levando em conta fatores como emissão e liberação de documentos. Nessa etapa é a hora de planejar:</p>
<ul>
<li>Demanda de materiais;</li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/controle-de-estoque/">Controle de estoque</a>;</li>
<li>Estabelecer sequência das ordens de produção;</li>
<li>Como se dará a sequência dos processos.</li>
</ul>
<h3 id="controle-da-producao">Controle da produção</h3>
<p>Essa é a última etapa onde, estando todos os processos produtivos organizados e detalhados, o gestor vai conseguir olhar para a produção como um todo. Então, a partir disso ele consegue gerar dados, identificar os gargalos e fazer os ajustes necessários, pensando em estratégias para manter sempre a produtividade máxima.</p>
<h3 id="monitorar-os-resultados">Monitorar os resultados</h3>
<p>Agora é a hora de ver se tudo saiu como o planejado. E, independente de o resultado ser satisfatório ou não, é hora de fazer um novo planejamento. Assim, é possível utilizar como base o que foi obtido a partir do anterior.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/jason-goodman-Oalh2MojUuk-unsplash.jpg-2000.webp" alt="Controle de produção" width="2000" height="1333"></p>
<section class="faq"><h2 id="perguntas-frequentes-sobre-o-controle-de-producao">Perguntas frequentes sobre o controle de produção</h2><div class="faq-lista"><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-e-o-pcp-e-para-que-ele-serve">O que é o PCP e para que ele serve?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>O PCP (Planejamento e controle de produção) é a organização de todo processo de produção dentro de uma indústria. Ele serve para garantir que a utilização dos recursos da empresa estejam sendo utilizados da maneira mais otimizada possível.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="quais-sao-as-perguntas-do-pcp">Quais são as perguntas do PCP?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>As perguntas principais às quais o PCP se propõe a responder são:</p>
<ul>
<li>Quando produzir?</li>
<li>Quanto e onde produzir?</li>
<li>Em que ordem produzir?</li>
<li>A execução está sendo conforme o que foi planejado?</li>
</ul>
<p>Quais são os 4 pilares e objetivos do PCP?</p>
<p>Os 4 pilares do controle de produção também estão ligados aos objetivos que esse método visa atingir, sendo eles:</p>
<ul>
<li>Programação</li>
<li>Carregamento</li>
<li>Sequenciamento</li>
<li>Monitoramento</li>
</ul>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-e-o-principal-objetivo-do-controle-de-producao">Qual é o principal objetivo do Controle de Produção?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>O principal objetivo do controle de produção é ajudar a empresa a produzir mais com menos recursos e no menor tempo possível.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-e-um-gargalo-na-producao">O que é um gargalo na produção?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Um gargalo é uma falha em algum ponto do processo que faz a produção parar. Um bom controle de produção serve para eliminar, ou ao menos minimizar esses gargalos.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-e-o-sistema-mrp">O que é o sistema MRP?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>MRP é a sigla em inglês para “Manufacture Resource Planning”, ou em português, Planejamento das Necessidades de Materiais. É um sistema de organização do estoque de insumos para a produção, a fim de que não sobre nem falte recursos para produzir.</p></div></details></div></section>

<h2 id="como-a-tecnologia-pode-me-ajudar">Como a tecnologia pode me ajudar?</h2>
<p>A indústria tem passado por muitas transformações nos últimos anos. Hoje, a tecnologia é uma grande aliada no processo de controle de produção.</p>
<p>A utilização de softwares com sistemas integrados tem tido um impacto bastante positivo na produtividade das empresas. Isso porque ela possibilita uma comunicação eficiente entre todas as áreas envolvidas no processo de produção.</p>
<p>Além disso, ao informatizar as informações, o gestor garante que elas não serão perdidas e que os responsáveis de cada área tenham acesso a elas, integrando todas as etapas em ferramentas automatizadas e eficientes.</p>
<p>O uso de softwares específicos também facilita o processo de planejamento, já que a maioria deles faz o trabalho pesado de organizar e analisar os dados disponíveis. Ou seja, além de mais segurança, a tecnologia tem trazido mais praticidade para todas as etapas do controle de produção.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/130.jpg-2000.webp" alt="Controle de produção" width="2000" height="1335"></p>
<h2 id="ferramentas-de-suporte-ao-pcp">Ferramentas de suporte ao PCP</h2>
<p>Apesar do processo de planejamento e controle da produção parecer bastante complexo e extenso, algumas ferramentas ajudam a realizar uma organização das tarefas e implementar melhorias no processo.</p>
<p>Algumas delas servem para otimizar processos, já outras para implementar melhorias nos setores envolvidos na produção.</p>
<h3 id="kanban">Kanban</h3>
<p>O Kanban é um método de organização visual onde as tarefas são divididas segundo seu estado atual no processo produtivo em um quadro. Para isso, é possível utilizar com diferentes cores para identificar as tarefas. sendo:</p>
<ul>
<li>Por fazer</li>
<li>Em execução</li>
<li>Concluído.</li>
</ul>
<p>Esse sistema dá maior fluidez para a realização das tarefas dentro da produção. Isso porque esse auxílio de referências visuais ajuda os envolvidos na produção a saber o estado atual de cada etapa do processo.</p>
<p>Para aplicar um Kanban no controle de produção, é necessário colocar murais ou softwares com ação semelhante que fiquem visíveis para todos os funcionários que desempenham alguma função na linha de produção.</p>
<h3 id="six-sigma">Six Sigma</h3>
<p>Esse é um método de avaliar a qualidade dos processos da empresa. Nele são utilizados métodos de avaliação dos resultados segundo critérios qualitativos e quantitativos, onde são atribuídos níveis de qualidade de 1 sigma até 6 sigmas.</p>
<p>Os níveis significam uma escala de qualidade, onde 1 é considerado o mais baixo, com o maior número de falhas no processo. Já o nível 6 é considerado ideal, com o percentual de excelência de quase 100%.</p>
<h3 id="kaizen">Kaizen</h3>
<p>O <a href="https://blog.egestor.com.br/metodo-kaizen/">Kaizen</a> deriva de uma expressão japonês que significa: ’mudança para melhor’. O método é fundamentado na ideia de ações de melhoria contínua em todos os setores da empresa.</p>
<p>No entanto, a ideia ao se usar ele no controle de produção é a implementação de pequenas melhorias visando o longo prazo, e não grandes mudanças de curto prazo buscando resultados imediatos. Dessa forma, o processo produtivo pode melhorar sem a necessidade de alterações na estrutura organizacional.</p>]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/226.png" type="image/png" length="326671"/>
    </item>
    <item>
      <title>Despesas de uma empresa: O que são e como controlar</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/despesas/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/despesas/</guid>
      <pubDate>Thu, 04 Aug 2022 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Controle Financeiro</category>
      <category>redação</category>
      <description>As despesas de uma empresa geram muita preocupação para donos de negócios. Confira aqui o que elas são e maneiras de controlar elas!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<h2 id="o-que-e-uma-despesa">O que é uma despesa?</h2>
<p>As despesas são gastos empresariais que não tem relação direta com o que se é comercializado. Assim, elas não visam o retorno financeiro, mas são necessárias. Portanto, as despesas, apesar de não gerarem retorno financeiro, propiciam o “conforto” e a funcionalidade para a empresa.</p>
<p>Alguns exemplos de despesa são as contas de energia elétrica, de água e de telefone, os <a href="https://blog.egestor.com.br/impostos-federais-estaduais-e-municipais/">impostos</a>, o aluguel, o gasto com publicidade e a <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-folha-de-pagamento/">folha de pagamento</a> de seus funcionários. No entanto, os gastos com matéria-prima, com insumos e com serviços para obter algum produto não são considerados <a href="https://blog.egestor.com.br/despesas/">despesas</a>.</p>
<h3 id="quais-sao-as-despesas">Quais são as despesas?</h3>
<p>As despesas da sua empresa ainda podem ser consideradas fixas ou variáveis:</p>
<ul>
<li><strong>Despesas fixas</strong>: são aquelas que não variam, mesmo que o faturamento da empresa varie. Elas são despesas constantes no caixa da empresa. Podem ser consideradas despesas fixas contas como aluguel, telefone e segurança. Algumas delas podem variar seu valor, mas sempre terão que ser pagas e devem estar no seu orçamento. Levando sempre em conta que mesmo que não haja receita, elas deverão ser quitadas.</li>
<li><strong>Despesas variáveis</strong>: são aquelas que variam de acordo com o faturamento da empresa. Estão diretamente ligadas ao custo do produto. Seja de produção ou apenas de compra. Como as comissões sobre as vendas, os fretes sobre as vendas e os impostos sobre as vendas, por exemplo. Não estão no orçamento, já que são instáveis.</li>
</ul>
<h3 id="exemplos-de-despesas">Exemplos de despesas</h3>
<p>Saber quais são e os valores das despesas de um negócio é muito importante, principalmente porque elas devem ser calculadas no preço de venda, e podem interferir no lucro. Alguns exemplos de despesas são:</p>
<ul>
<li><strong>exemplos de despesas fixas</strong>: aluguel, folha de pagamento, conta de energia e telefone, impostos e taxas bancárias. Essas despesas são fixas porque devem ser pagas todos meses, mesmo com valores que variam.</li>
<li><strong>exemplos de despesas variáveis</strong>: comissões de funcionários, manutenções e multas. As despesas variáveis acontecem independente da produção ou venda de produtos, e normalmente não devem ser calculadas no preço de custo, uma vez que não são recorrentes.</li>
</ul>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/3-4.jpg-2000.webp" alt="moedas jogas representando as despesas de um negócio" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="o-que-e-um-custo">O que é um custo?</h2>
<p>O custo é mais um tipo de gasto. Porém, diferentemente das despesas, esse é o valor utilizado com bens e serviços para produção de outros bens e serviços. De uma maneira bem simples, o custo é tudo aquilo que é utilizado para produzir ou fabricar. E consequentemente tudo que de certa forma está agregado neste procedimento. Alguns exemplos de custo são a matéria-prima, os insumos, a energia que é utilizada na produção e os encargos e salários da mão de obra, ou seja, do pessoal do setor produtivo.</p>
<p>Diferenciar despesas e custos pode ser meio complicado, às vezes. Existem algumas formas para facilitar a diferenciação dos custos e das despesas. Pergunte-se: “se eu eliminar esse gasto, a produção será afetada diretamente?”, por exemplo. Se a resposta for sim, o gasto trata-se de um custo.</p>
<p>Um modo de controlar melhor a visão do que é custo, é pela <a href="https://blog.egestor.com.br/gestao-de-custos-como-fazer-para-ter-sucesso/">gestão de custos</a>. Uma boa gestão faz com que vejamos mais claramente onde vão essas espécies de gastos. Além de ajudar a avaliar melhor nas tomadas de decisões, facilitando o processo.</p>
<h3 id="quais-sao-os-custos">Quais são os custos?</h3>
<p>Os custos podem ainda ser considerados diretos ou indiretos:</p>
<ul>
<li><strong>Custo direto</strong> é aquele que vemos ser utilizado na fabricação dos produtos, como a matéria-prima, por exemplo. Devem ser perfeitamente mensuráveis, já que deverão ser incluídos no cálculo do custo de produção.</li>
<li><strong>Custo indireto</strong> é aquele que não podemos ver no produto final mas sabemos que foi utilizado na fabricação. Como a energia elétrica ou os lubrificantes de máquinas industriais. No entanto, gastos relacionados à logística não são considerados custos. Dentre eles estão o transporte de pessoas, compra de equipamentos e a manutenção da área fabril não são considerados custos.</li>
</ul>
<h2 id="diferenca-entre-receita-despesa-e-custos">Diferença entre receita, despesa e custos</h2>
<p>Muitas pessoas cometem engano quando falamos desses itens. Seja qual for o tamanho da sua empresa, é preciso conhecer como funcionam as receitas, despesas e custos e transformar a diferença no que realmente interessa: os lucros**.**</p>
<ul>
<li><strong>Receita</strong>: Entende-se por receita toda renda gerada por uma empresa. A primeira fonte de receita de uma empresa é a venda direta de produtos ou a prestação do serviço. Um ponto importante que devemos destacar é que a receita pode vir de várias outras situações, como juros de aplicações, investimentos, venda de máquinas e equipamentos, entre outros.</li>
<li><strong>Custos</strong>: Pode ser definido como custo, toda saída monetária que está relacionada diretamente com a produção do produto ou serviço. Ele pode ser um custo fixo como aluguel, maquinários e energia. Também pode ser um custo variável como matéria-prima, <a href="https://blog.egestor.com.br/como-montar-uma-industria-de-embalagens/">embalagens</a> etc.</li>
<li><strong>Despesa</strong>: É todo gasto para manutenção da empresa. Porém, ao contrário dos custos, esses gastos não estão relacionados ao produto diretamente e podem ser mais flexíveis, como por exemplo, a alimentação dos funcionários e transporte dos mesmos até a empresa.</li>
</ul>
<p>Agora você entende quando alguém fala que precisa cortar despesas, não é mesmo? Por isso, é extremamente importante diminuir ou eliminar despesas desnecessárias e investir a diferença em questões que aumentem a receita.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/6-7.jpg-2000.webp" alt="mão segurando cartões de crédito com parede branca de fundo" width="2000" height="1125"></p>
<h2 id="como-controlar-as-despesas-da-sua-empresa">Como controlar as despesas da sua empresa</h2>
<p>Realizar adequadamente o fluxo de caixa de uma empresa, é vital para a perenidade de um negócio. É necessário que os profissionais que trabalham com entradas e saídas de valores, sejam organizados e tenham facilidade em cumprir prazos. Afinal, o controle adequado das finanças, além de ser uma responsabilidade, pode ajudar a gerar diminuição dos custos mensais.</p>
<p>Mas então, como controlar as despesas de uma empresa? Separamos algumas informações para que você saiba o que fazer para manter as contas em dia sem desperdícios - de tempo, de dinheiro ou de recurso! Confira!</p>
<h3 id="faca-o-planejamento-dos-pagamentos">Faça o planejamento dos pagamentos</h3>
<p>Existem dois tipos de contas: as mensais, que são aquelas que você consegue prever, pois todos os meses estão ali; e as eventuais, que são imprevisíveis, mas que você precisa, de alguma forma, “pensar que elas poderão surgir”, e ter uma reserva para essas situações de emergência. Portanto, faça um planejamento de valores e datas para não correr o risco de ter que pagar multas ou de ter a suspensão de um serviço por falta de pagamento.</p>
<h3 id="analise-os-seus-custos">Analise os seus custos</h3>
<p>Será que não é possível fazer reduções nas despesas da sua empresa? Analise os seus custos e tente cortar aqueles desnecessários. Acredite, sempre é possível fazer uma economia. Para que isso aconteça, não basta apenas fazer contas. É preciso buscar um histórico financeiro da instituição e analisá-lo para diminuir e cortar gastos possíveis.</p>
<h3 id="negocie-descontos">Negocie descontos</h3>
<p>A princípio, pode parecer superficial fazer esse tipo de sugestão. Mas perceba que em determinadas empresas, os responsáveis pelas compras e pagamentos apenas executam as suas atividades, pois “é a empresa quem está pagando”. Ter dinheiro em caixa para cumprir com as responsabilidades financeiras da organização, não é motivo para gastos sem moderação.</p>
<p>Por isso, além de estimular o corte de valores supérfluos, instiga também a prática das negociações que resultarão em descontos. Aproveite e verifique se pagamentos adiantados e automáticos também geram algum tipo de benefício.</p>
<h3 id="atente-se-as-tarifas-bancarias">Atente-se às tarifas bancárias</h3>
<p>Às vezes os valores são tão pequenos em relação ao fluxo que passa na conta corrente da empresa que ninguém se dá conta das taxas cobradas pelos bancos. Por isso, fique atento a estes valores, pois podem ocorrer cobranças abusivas ou inadequadas. Observe esses custos e procure o seu <a href="https://blog.egestor.com.br/gerente-funcoes-importancia-categorias/">gerente</a> para tentar negociá-los.</p>
<h3 id="consulte-profissionais-especializados">Consulte profissionais especializados</h3>
<p>Contadores e advogados são ótimos profissionais para ajudá-lo a verificar no dia a dia se existem mudanças na legislação que podem ajudar a diminuir os valores pagos com impostos. Incentivos fiscais, atualizações legais e medidas jurídicas protetivas e preventivas são de fácil conhecimento deles. Portanto, esteja sempre contando com os conhecimentos desses profissionais.</p>
<h3 id="utilize-um-software-de-gestao-financeira">Utilize um software de gestão financeira</h3>
<p>Como dito anteriormente, organização é essencial para o controle orçamentário de uma instituição. E manter tudo no seu devido lugar há tempos não é mais sinônimo de papéis e mais papéis arquivados em extensas gavetas, de forma a se demorar longas horas para consultar uma informação rápida.</p>
<p>Para fugir desse “caos organizado”, utilize uma ferramenta de gestão financeira na nuvem, como o eGestor, para realizar o controle de estoque, financeiro, emissão de notas fiscais, ordens de serviços, gestão de tarefas, dentre outras possibilidades. Com ele, obter informações e analisar os cenários ficará muito mais prático, fácil e eficiente.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/1-28.png-2000.webp" alt="mulher contanto dinheiro representando as despesas da empresa" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="como-fazer-o-controle-de-despesas">Como fazer o controle de despesas</h2>
<p>Primeiramente, para que você possa controlar de forma eficiente as despesas do seu negócio, é preciso escolher onde colocar essas informações. O importante é que após fazer a anotação você consiga visualizar toda a movimentação e possa planejar os próximos passos.</p>
<p>Esse controle pode ser feito em planilhas ou em softwares de gestão financeira. Neles você lança todos os seus custos fixos, como aluguel, água, luz, telefone, funcionários, entre outros. E também colocará os custos variáveis, como manutenção, matéria-prima, fornecedores etc.</p>
<p>Escolher entre planilhas ou softwares de gestão fica a critério de cada empresa. O que realmente importa é fazer a anotação correta de toda a movimentação financeira e conseguir as informações pertinentes para tomar as decisões corretas.</p>
<p>Uma das vantagens de escolher um software de gestão é a praticidade e segurança para guardar informações. Muitos possuem sistemas online que dão opção de backup das movimentações financeiras.</p>
<p>No caso de planilhas, é necessário um pouco mais de cuidado para que as informações não sejam extraviadas do computador ou ocorra um problema que apague todos os arquivos, por exemplo. E perder todas essas informações não será nada bom para sua empresa.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/126-8.jpg-2000.webp" alt="pessoa realizando pagamento em um caixa de loja" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="secao-7-despesas-que-podem-comprometer-a-sua-gestao-de-caixa">7 despesas que podem comprometer a sua gestão de caixa</h2>
<p>Toda empresa precisa fazer a gestão de caixa. Ela deve ser sempre bem elaborada para que a empresa possa manter a sua organização e buscar o crescimento. Por ela, todo o gerenciamento de entrada e saída de recursos de uma empresa é feito.</p>
<p>Assim, sendo uma atividade super importante para definir as tomadas de decisões e estratégias da empresa. E também para saber se tem condições de um investimento, por exemplo. Confira 7 despesas que podem comprometer a sua gestão de caixa.</p>
<h3 id="secao-1-nao-faca-a-uniao-de-contas">1. Não faça a união de contas</h3>
<p>Muitos empresários realizam a união da conta pessoal com a da empresa. Esse erro é bem comum, mas deve-se fugir dessa armadilha e separar um valor mensal, como uma espécie de salário. Se o seu negócio inicialmente não estiver bem no financeiro, procure não mexer nessa parte, para assim criar um caixa.</p>
<h3 id="secao-2-faca-um-controle-diario-das-despesas">2. Faça um controle diário das despesas</h3>
<p>O acúmulo nunca é bom, e pode prejudicar a sua empresa. Faça um fluxo diário, não deixe acumular para fazer semanal ou mensal, isso pode ser um grave erro. Com a atividade feita diariamente, é possível analisar e controlar realmente o caixa. Já que se obtêm relatórios mais precisos e se controla realmente a entrada e saída da sua empresa.</p>
<h3 id="secao-3-nunca-gaste-o-que-ainda-nao-entrou">3. Nunca gaste o que ainda não entrou</h3>
<p>Um erro que empresários cometem é quando a venda não é a vista, mas a data de pagamento fica confirmada. Crendo que terá a quantia em dinheiro, faz as contas para pagar outras despesas nessa data. Mas e se o dinheiro não entrar? É aí que muitos começam a se complicar, fazem dívidas, juros e é o começo da ruína no seu estabelecimento. Faça planos apenas com o que realmente está no caixa, dessa forma, manterá a organização.</p>
<h3 id="secao-4-seja-presente-na-empresa">4. Seja presente na empresa</h3>
<p>É comum que muitos empresários deixem tudo nas mãos de funcionários, muitas vezes nem indo até a empresa. Porém, isso também pode ser um erro grave, e é melhor evitar. Se mantenha presente, afinal, com certeza você batalhou muito para realizar o seu sonho. E por isso, não vai querer que outras pessoas fiquem no controle e possam colocar tudo a perder. Mantenha uma rotina presente em seu empreendimento. Busque tomar as decisões e diminuir os riscos de grandes dores de cabeça por um descuido.</p>
<h3 id="secao-5-seja-realista">5. Seja realista</h3>
<p>Seja sempre realista com a situação atual de sua empresa. Assim, evite tomar atitudes que você não tem certeza se darão certo. Se previna de prováveis acidentes, mantenha um planejamento adequado, levando o mesmo a sério. Para que assim, seu empreendimento se fortaleça e aos poucos sua empresa se desenvolva.</p>
<h3 id="secao-6-trace-metas">6. Trace metas</h3>
<p>Seguindo a linha do realismo, trace metas para ter uma motivação. Após as análises, veja um número bom que realmente a empresa possa atingir daqui três meses, e então trabalhe com a meta de alcançá-la. Ao atingir o primeiro objetivo, com base nas análises mais uma vez, faça uma nova, e assim vá fluindo, sempre estabelecendo pontos para aumentar a produtividade e motivação.</p>
<h3 id="secao-7-use-a-tecnologia-e-empresas-do-segmento">7. Use a tecnologia e empresas do segmento</h3>
<p>Vivemos na era da tecnologia e informação, e devemos ser inteligentes para usar tudo isso ao nosso lado, trazendo lucros e ganhos para a nossa empresa. Os sistemas de gestão e automatização podem ser um ótimo negócio, facilitando para traçar estratégias e encontrar até mesmo clientes em potencial. Faça a união de uma boa gestão com software de gerenciamentos efetivos, usando a tecnologia de verdade ao seu lado e assim, mantenha a organização e busque sempre alavancar as suas vendas, gerando cada vez mais lucro.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Erros no controle financeiro: 6 que você não pode cometer</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/6-erros-no-controle-financeiro/</link>
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      <pubDate>Mon, 01 Aug 2022 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Controle Financeiro</category>
      <category>redação</category>
      <description>Qualquer negócio precisa ter um controle financeiro preciso. Confira os erros no controle financeiro que você não deve cometer!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Principalmente para os empreendedores de primeira viagem é comum cometer alguns erros no controle financeiro. A falta de experiência e de capital primário suficiente para ter uma equipe financeira para a empresa pode trazer problemas. Por exemplo, faz com que se confundam contas pessoais e da empresa, ou a utilização de ferramentas como cadernos. Isso também faz com que o controle de fluxo de caixa também fique a deriva e outros problemas.</p>
<p>Engana-se, porém, quem acha que somente os empreendedores inexperientes cometem esses tipos de equívocos. Tais erros são passíveis em qualquer empresa. Assim, é preciso fazer esse controle com muito cuidado, para não prejudicar os lucros e a <a href="https://blog.egestor.com.br/como-medir-a-saude-financeira-de-minha-empresa/">saúde financeira</a> dos negócios.</p>
<p>Os gestores e empresários que lidam bem com as finanças evitam problemas no presente e no futuro além de terem maior chance de continuar crescendo. Isso acontece porque eles sabem bem suas oportunidades e dificuldades com base no controle realizado.</p>
<p>Veja a seguir os 6 principais erros no controle de estoque que você deve evitar ao máximo.</p>
<h2 id="erros-no-controle-financeiro-nao-conhecer-as-despesas">Erros no controle financeiro: Não conhecer as despesas</h2>
<p>Uma das principais fontes de preocupação para empresários é o quanto a empresa tem de gastos fixos e variáveis por mês. Isso irá influenciar diretamente no <a href="https://blog.egestor.com.br/planejamento-e-controle-financeiro/">planejamento financeiro</a>. Ou seja, quanto de capital ela precisa ter no mês para suprir tais despesas e ainda conseguir lucrar.</p>
<p>Para isso, tudo que sai de dinheiro precisa ser controlado como gastos com pessoal, matéria prima, infraestrutura, fornecedores, entre outros. Ao conhecer o quanto entra e sai por mês da empresa é possível traçar a estratégia de controle financeiro. E, dessa forma, suprir tais obrigações com exatidão, sem falhas ou atrasos e ainda remanejar as atividades para obtenção de lucro para a empresa.</p>
<p>Anotar gastos em papéis é um dos piores erros no controle financeiro. Não importa o porte da sua empresa, você precisa adotar um software de controle financeiro para que esse possa lhe dar feedbacks assertivos. Não esqueça que gastos pequenos também devem ser contabilizados. Isso, pois, de pouco em pouco, pode-se estar criando um gargalo no orçamento sem que você perceba.</p>
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<h2 id="nao-conhecer-o-a-receber">Não conhecer o “a receber”</h2>
<p>Do mesmo jeito que o controle deve incidir sobre as despesas, também é preciso conhecer a fundo os seus ganhos. Em tese, esses dois controles juntos formam o controle sobre as contas a pagar e a receber. Ao conhecer a fundo todo o dinheiro que vai entrar, seja ele fixo ou esporádico, é possível tomar decisões melhores de como gastar tal quantia por mês, o que realmente precisa ser investido, etc. Além disso, um controle financeiro que cobre as contas a receber também oferece a segurança de conseguir poupar dinheiro para eventuais dificuldades.</p>
<h2 id="misturar-contas-pessoais-com-as-da-empresa">Misturar contas pessoais com as da empresa</h2>
<p>Como já mencionado, muitos empresários, no começo de suas jornadas, acabam cometendo esse erro gravíssimo. Porém, não só os iniciantes que pecam nisso. Misturar contas de pessoa física com jurídica é totalmente nocivo para a empresa.</p>
<p>Em empresas familiares é muito comum a retirada de dinheiro do caixa do negócio, como se ele fosse uma espécie de banco para as despesas pessoais. Isso pode impactar diretamente no controle das contas da empresa, do fluxo de caixa, da entrada e da saída de dinheiro. Isso também prejudica o trabalho do contador e bagunça todo o controle financeiro, tanto da empresa como do pessoal.</p>
<h2 id="erros-no-controle-financeiro-nao-formar-uma-reserva">Erros no controle financeiro: Não formar uma reserva financeira</h2>
<p>Assim como no planejamento financeiro pessoal, no empresarial ter uma reserva também é de extrema importância. O cenário financeiro, político e social de um país pode alterar seu ritmo de vendas de um dia para o outro e você precisa garantir que a empresa estará de pé mesmo nas dificuldades.</p>
<p>Contar com um valor a mais no fim do mês é fundamental para que o capital de giro não seja comprometido no pagamento de despesas de última hora. Por isso, procure manter uma reserva, de preferência que renda juros, pois é a forma de se resguardar da desvalorização do dinheiro.</p>
<p>Para isso, a empresa poderá investir em algumas carteiras, cujos riscos estejam dentro de uma margem calculada como: fundos de investimento, CDB, LCI/LCA, entre outras.</p>
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<h2 id="emprestimos-sem-analise">Empréstimos sem análise</h2>
<p>Para os que não conseguem formar uma reserva financeira, recorrer a empréstimos em bancos é comum para sobreviver à <a href="https://blog.egestor.com.br/controle-financeiro-em-tempos-de-crise/">crise</a>. A oferta de crédito para as empresas está crescendo cada vez mais, com condições chamativas que acabam levando o empresário a fechar negócio.</p>
<p>Principalmente os micros empresários veem essa como uma oportunidade de crescimento, de implantar melhorias e crescer. Mesmo não sendo uma tarefa errada, é preciso atentar-se de que, como todo empréstimo, você terá uma mensalidade a arcar com suas devidas taxas e, em caso de atrasos, juros irão sobrepô-las. Os juros no Brasil estão entre os mais altos de todo o mundo.</p>
<p>Portanto, é necessário fazer um bom planejamento antes de contratar um empréstimo. Não faça nada por impulso, sem ter a ciência de que a sua empresa conseguirá arcar com tal despesa posteriormente. Em muitos casos, a falência do negócio é comum por conta de empréstimos acumulados. Pesquise as melhores taxas entre as instituições financeiras e utilize o dinheiro apenas para o fim planejado.</p>
<p>Esse é um dos piores erros no controle financeiro que uma empresa pode cometer.</p>
<h2 id="nao-contar-com-um-sistema-para-o-controle-financeiro">Não contar com um sistema para o controle financeiro</h2>
<p>Como essa tarefa deve ser muito bem <a href="https://blog.egestor.com.br/nao-errar-ao-organizar-o-setor-financeiro/">organizada</a> e precisa, um <a href="https://blog.egestor.com.br/sistema-de-gestao-financeira-resultados/">sistema eletrônico</a> deve ser adotado. O homem é passível de erros e falhas, por isso, evite anotar informações no papel ou até mesmo em planilhas do Excel.</p>
<p>Com um sistema inteligente e fácil de ser manuseado por você e pelos seus funcionários, você consegue inserir mais dados para acompanhar, fazer comparativos interessantes e uma inteligência que só um bom sistema pode oferecer.</p>
<p>O eGestor é um deles! Nele você pode ter todo o controle da sua empresa de forma completamente integrada. Isso significa controle financeiro, de fluxo de caixa, de estoque, de produção e mais. Além disso, também é possível emitir relatórios sobre esses dados. E, emitir notas fiscais eletrônicas, como a NF-e, NFC-e e <strong>NFS-e</strong>.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Organizar o setor financeiro da sua empresa: 6 dicas</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/nao-errar-ao-organizar-o-setor-financeiro/</link>
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      <pubDate>Fri, 15 Jul 2022 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Controle Financeiro</category>
      <category>redação</category>
      <description>O setor financeiro da empresa é o mais importante para manter um negócio saudável e rentável. Veja 6 dicas para organizar o setor financeiro!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>O setor financeiro de uma empresa, sem dúvidas, é o mais importante para manter um negócio saudável e rentável. É preciso ter uma gestão eficiente do que entra e do que sai, do quanto a empresa investe mensalmente e o quanto pode separar para novos investimentos e projetos. Ou seja, organizar o setor financeiro.</p>
<p>Muitos empresários, principalmente microempreendedores que não contam com o apoio de um departamento financeiro, acabam fazendo uma verdadeira bagunça financeira. Eles misturam valores de entrada com de saída, renda pessoal com empresarial, contas atrasadas, falta de capital, problemas com fluxo de caixa, entre outros <a href="https://blog.egestor.com.br/6-erros-no-controle-financeiro/">erros</a> recorrentes.</p>
<p>Ao organizar o setor financeiro, os empresários conseguem ter um panorama realista sobre como anda a <a href="https://blog.egestor.com.br/como-medir-a-saude-financeira-de-minha-empresa/">saúde financeira</a> dos negócios. Por isso, é sempre importante levar em conta alguns aspectos. Como custos, ganhos, desperdícios financeiros, endividamentos, investimentos rentáveis e não rentáveis, lucratividade mensal, valores de fornecedores, entre outros pormenores que impactam diretamente nas atividades gerais da empresa.</p>
<p>Apesar de parecer difícil, manter o financeiro de uma empresa organizada e rentável não é tarefa tão difícil. É preciso ter foco nesse propósito e, de preferência, contar com profissionais e softwares especializados para esse controle.</p>
<p>Para lhe ajudar nessa tarefa, separamos algumas dicas para garantir a eficiência financeira da sua empresa e para que você continue lucrando. Confira!</p>
<h2 id="secao-1-registre-tudo-para-organizar-o-setor-financeiro">1. Registre tudo para organizar o setor financeiro</h2>
<p>O registro mensal das suas despesas e dos seus ganhos é essencial para haver um conhecimento e um controle sobre as suas finanças. Muitas vezes, o empresário não tem nem ideia de quanto gasta com fornecedores, por exemplo, ou com o pagamento de funcionários. O que atrapalha os investimentos em novos negócios e a saúde da empresa.</p>
<p>Por isso, para organizar o setor financeiro da sua empresa, o responsável deve contabilizar tudo diariamente em softwares de <a href="https://blog.egestor.com.br/gestao-financeira-como-fazer/">gestão financeira</a> ou em planilhas. Opte por segmentar essas movimentações financeiras, separando por gastos (subdividindo os fixos e as variáveis do mês), ganhos (também subdividindo os fixos e variáveis do mês) e outras movimentações pertinentes.</p>
<p>Outra forma de segmentação é separar os gastos por departamentos da empresa. Assim é possível criar um <a href="https://www.ortep.com.br/" rel="noopener">centro de custos</a> para agrupar as despesas de forma coerente. Essa organização acaba possibilitando resultados gerais e por departamento ao mesmo tempo. E, ela pode ser aplicada principalmente para empresas de grande porte, mas também por pequenas empresas. A organização tem sua devida importância. Pois, é quase impossível organizar o setor financeiro da empresa sem compreender a fundo quanto cada uma das áreas consome e lucra por mês.</p>
<p>Isso permite que todas as despesas e ganhos sejam mensuráveis, desde os menores até os maiores custos e ganhos. Isso permite a visualização de gastos desnecessários, investimentos necessários nos setores, novas contratações, entre outras medidas. Possibilita também o planejamento financeiro para os próximos meses.</p>
<h2 id="secao-2-acompanhamento-constante">2. Acompanhamento constante</h2>
<p>Para que o registro de todas as movimentações aconteça, é preciso acompanhar todas de perto para registro e posterior análise. Ou seja, organizar o setor financeiro. Para as empresas de grande porte, o acompanhamento diário é extremamente necessário. Caso ele não seja feito, as chances dos objetivos serem atingidos são remotas e a possibilidade de descontrole é grande.</p>
<p>Para as médias e micro empresas, o acompanhamento também é importante. Eles devem ter uma regularidade semanal ou até diária, principalmente pelo fato de as chances de falência serem maiores para esse grupo.</p>
<p>Trata-se de uma disciplina contábil, focada principalmente nos indicadores financeiros fixos da empresa, como:</p>
<ul>
<li>faturamento</li>
<li>custo total</li>
<li>custo fixo</li>
<li>lucro nominal</li>
<li>margem de lucro</li>
<li>endividamento</li>
</ul>
<h2 id="secao-3-atente-se-as-datas-para-organizar-o-setor-financeiro">3. Atente-se às datas para organizar o setor financeiro</h2>
<p>Conhecer todos os prazos de pagamentos dos fornecedores, dos funcionários, dos gastos fixos, entre outras contas é necessário para manter um controle das obrigações da empresa. Uma vez que sem esses itens, não existe atividade comercial ativa.</p>
<p>Isso também evita atrasos nas quitações e o pagamento de juros de mora. Já que esse é considerado um gasto desnecessário, ou seja, um desperdício por falta de organização. Dessa forma, você consegue controlar o fluxo de caixa a fim de estabelecer prioridades a longo, médio e curto prazo.</p>
<h2 id="secao-4-defina-um-orcamento-anual">4. Defina um orçamento anual</h2>
<p>Realizar novos investimentos é sempre o intuito de qualquer empresário para expandir os negócios. Para que isso não prejudique o orçamento da empresa e a receita, é preciso calcular com exatidão o valor a ser aplicado e o quanto a empresa pode dispor para novos investimentos.</p>
<p>Para isso, ao organizar o setor financeiro, defina um orçamento anual para você se certificar de manter um valor limite para o investimento, sem prejudicar a saúde financeira e os outros gastos da empresa. Assim, é possível ter um maior controle sobre os investimentos.</p>
<h2 id="secao-5-faca-uma-gestao-dos-fornecedores-para-organizar-o-setor">5. Faça uma gestão dos fornecedores para organizar o setor financeiro</h2>
<p>Os fornecedores são peças fundamentais para o bom funcionamento dos negócios. Sem eles, não se tem matéria-prima para comercializar. Quando se trata de vários fornecedores, como é o caso de empresas de grande porte, realizar uma boa gestão é essencial para não impactar nas finanças da empresa.</p>
<p>Escolher e manter os melhores fornecedores evita atrasos, erros de entrega e cobranças abusivas, o que pode prejudicar a produção. Por isso, atente-se em analisar as empresas parceiras antes de contratá-las, mantenha um bom relacionamento e fidelize esses fornecedores pagando-os sempre em dia.</p>
<p>Com isso, além de ter uma boa organização e um bom serviço, você também pode conseguir negociações mais favoráveis, boas condições de pagamento, descontos e prazos estendidos.</p>
<h2 id="secao-6-separe-as-contas-pessoais-das-contas-da-empresa">6. Separe as contas pessoais das contas da empresa</h2>
<p>Muitos empresários, principalmente aqueles que estão iniciando seus pequenos negócios, acabam misturando esses dois tipos de contas em meio ao dia a dia. Essa bagunça é bastante comum e pode prejudicar fortemente o financeiro da empresa e o pessoal.</p>
<p>É de extrema importância separar os ganhos e gastos da empresa da vida pessoal para organizar o setor financeiro. Crie uma rotina de pagamento do seu próprio salário e de seus funcionários, sem realizar transferências para o patrimônio pessoal fora dessas datas.</p>
<p>Crie planilhas dos gastos da sua empresa que podem ser mexidas apenas no sistema de computadores da mesma. Assim, você não corre o risco de anotar entradas e saídas particulares no lugar errado.</p>
<h2 id="consideracoes-finais">Considerações Finais</h2>
<p>Esperamos que com esse artigo fique claro como é imprescindível um <a href="https://blog.egestor.com.br/importancia-controle-financeiro-eficiente/">controle financeiro eficiente</a>. Com ele sendo feito de forma coesa, é possível, além de diminuir gastos, lucrar mais. Mas como fazer esse controle financeiro de forma totalmente eficiente? Através de um <a href="https://blog.egestor.com.br/sistema-de-gestao-financeira-resultados/">sistema de gestão com controle financeiro</a>.</p>
<p>O eGestor é um deles! Com ele, além de total controle financeiro, ele é integrado com o estoque, fluxo de caixa e controle de produção. Ademais, o sistema é emissor de notas fiscais eletrônicas, permitindo a emissão de NFS-e, NF-e, e NFC-e. Juntamente com esses controles, também é possível emitir relatórios, que facilitam a visão que você precisa ter da sua empresa.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Ponto de equilíbrio: Como calcular essa métrica importante</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/ponto-de-equilibrio/</link>
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      <pubDate>Thu, 26 May 2022 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Controle Financeiro</category>
      <category>redação</category>
      <description>O ponto de equilíbrio é uma métrica super importante para ser calculada dentro da sua empresa. Não sabe como fazer? A gente te ensina aqui!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Quem está abrindo uma empresa ou quer otimizar os lucros do seu negócio precisa entender o que significa e como calcular o ponto de equilíbrio. Afinal, mais do que métodos contábeis, esse indicador é essencial para manter a saúde financeira de uma empresa.</p>
<p>Assim, quando calculamos corretamente e colocamos em prática o ponto de equilíbrio na gestão da nossa empresa, estamos otimizando os nossos lucros e mantendo o equilíbrio dela.</p>
<p>Ele é um cálculo simples que indica qual é o faturamento mínimo que a empresa precisa atingir para cobrir todos os gastos. Esse índice considera o <a href="https://blog.egestor.com.br/faturamento/">faturamento</a> por um determinado período, normalmente mensal.</p>
<p>Portanto, conheça abaixo quais os tipos de ponto de equilíbrio e saiba como esse cálculo é fundamental para uma boa saúde financeira do seu negócio.</p>
<ul>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/ponto-de-equilibrio/#h-o-que-e-ponto-de-equilibrio">O que é ponto de equilíbrio</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/ponto-de-equilibrio/#h-como-calcular-o-ponto-de-equilibrio">Como calcular o ponto de equilíbrio?</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/ponto-de-equilibrio/#h-tipos-de-ponto-equilibrio">Tipos de ponto equilíbrio</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/ponto-de-equilibrio/#h-importancia-do-ponto-de-equilibrio-para-o-meu-negocio">Importância do ponto de equilíbrio para o meu negócio?</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/ponto-de-equilibrio/#h-perguntas-frequentes">Perguntas frequentes</a></li>
</ul>
<h2 id="o-que-e-ponto-de-equilibrio">O que é ponto de equilíbrio</h2>
<p>Quando uma empresa inicia sua operação, a perspectiva do empresário é que ela prospere e gere lucro à medida que ganhe autoridade e se fortaleça no mercado. No entanto, o mundo do empreendedorismo é cercado de riscos e incertezas. Contudo, um bom planejamento e uma gestão eficiente podem fazer seu negócio crescer e prosperar.</p>
<p>E uma das estratégias que auxiliam numa boa gestão empresarial é conhecer e aplicar o ponto de equilíbrio em seu negócio. Sendo assim, ele é um índice fundamental, pois serve como base para outros cálculos, além de auxiliar diretamente na tomada de decisão.</p>
<p>Sabendo qual é o ponto do seu negócio, o empresário consegue identificar o volume mínimo de faturamento para que a empresa cubra seus custos na operação. Se a empresa opera com o faturamento muito próximo ou abaixo dele, os donos da empresa estão lucrando muito pouco ou tendo prejuízos financeiros.</p>
<p>E sabemos que nenhum negócio sobrevive por muito tempo tendo lucro zero ou constantes meses de prejuízos. Por isso, calcular o ponto de equilíbrio para a sobrevivência e o sucesso do negócio é fundamental.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Texto-do-seu-paragrafo.png-1024.webp" alt="" width="1024" height="600"></p>
<h2 id="como-calcular-o-ponto-de-equilibrio">Como calcular o ponto de equilíbrio?</h2>
<p>A fórmula para calcular o ponto de equilíbrio de um negócio é:</p>
<p>Ponto de equilíbrio = Custos e despesas fixas / Margem de contribuição</p>
<p>Então, para entender como calcular, confira o que significa cada item que compõe esse cálculo.</p>
<h3 id="custos">Custos</h3>
<p>Os custos são valores que a empresa precisa desembolsar e que são diretamente ligados com a manutenção da operação da empresa. Ou seja, a reposição de estoque, matéria-prima, energia, salários, aluguel etc.</p>
<h3 id="despesas">Despesas</h3>
<p>As despesas são valores que a empresa precisa desembolsar, mas elas não estão diretamente ligadas à atividade-fim da empresa. Podemos citar como custos administrativos as despesas com marketing e publicidade entre outros itens que também são importantes para o funcionamento do negócio, por exemplo.</p>
<h3 id="margem-de-contribuicao">Margem de contribuição</h3>
<p>É o lucro bruto da empresa referente às vendas de produtos ou serviços. Assim, para chegar a esse valor, basta somar os custos e despesas para adquirir o produto e subtrair do preço de venda.</p>
<h3 id="exemplo-de-calculo">Exemplo de cálculo</h3>
<p>Vamos supor que a empresa possui os seguintes números:</p>
<ul>
<li>Custos fixos: R$ 25.000 mil.</li>
<li>Despesas: R$ 7,5 000 mil;</li>
<li>Margem de contribuição em cada unidade do produto vendido: R$ 100 reais.</li>
</ul>
<p>Sabendo desses valores, podemos calcular o ponto de equilíbrio:</p>
<p>Ponto de equilíbrio = Custos e despesas fixas ÷ Margem de contribuição.</p>
<p>32.500 ÷ 100</p>
<p>Ponto de equilíbrio = 325.</p>
<p>Ou seja, essa empresa precisaria vender 350 unidades para alcançar o ponto de equilíbrio. A partir desse número, as vendas posteriores representam o lucro da empresa.</p>
<h3 id="planilha-de-ponto-de-equilibrio">Planilha de Ponto de Equilíbrio</h3>
<p>Para facilitar o processo desse cálculo, o eGestor disponibilizou uma <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-ponto-de-equilibrio/">planilha de ponto de equilíbrio</a>, com todos os dados que você precisa. Nela, basta você inserir valores como:</p>
<ul>
<li>Preço de venda</li>
<li>Custos variáveis</li>
<li>Despesas variáveis</li>
<li>Custos fixos</li>
<li>Despesas fixas</li>
<li>Não desembolsáveis</li>
</ul>
<p>Assim, a partir dos dados inseridos, a planilha calcula os valores de margem de contribuição, e o ponto financeiro e contábil.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Captura-de-tela-de-2022-11-11-10-57-48.png-400.webp" alt="" width="400" height="301"></p>
<h2 id="tipos-de-ponto-equilibrio">Tipos de ponto equilíbrio</h2>
<p>Existem três formas diferentes de calcular esse <a href="https://blog.egestor.com.br/indicadores-financeiros/">indicador financeiro</a>. Então, veja as variações e qual a fórmula utilizada em cada uma delas:</p>
<h3 id="ponto-de-equilibrio-contabil">Ponto de equilíbrio contábil</h3>
<p>Essa é a fórmula mais simples de todas. Para encontrar o PE contábil, você precisa fazer o seguinte cálculo:</p>
<p>Ponto de equilíbrio contábil = Custos e despesas fixas ÷ Margem de contribuição.</p>
<p>Após fazer esse cálculo, você terá o valor necessário para zerar os gastos e descobrir o quanto de faturamento é necessário para começar a lucrar.</p>
<h3 id="ponto-de-equilibrio-financeiro">Ponto de equilíbrio financeiro</h3>
<p>O PE financeiro é bastante semelhante ao contábil. No entanto, seu cálculo exclui custos e despesas com depreciação, investimentos entre outras despesas que não requerem um desembolso imediato.</p>
<p>Veja abaixo como funciona esse cálculo:</p>
<p>Ponto de equilíbrio financeiro = Custos e despesas não desembolsáveis ÷ Margem de contribuição.</p>
<p>Ou seja, neste modelo é considerado somente os valores para que a empresa continue com suas operações.</p>
<h3 id="ponto-de-equilibrio-economico">Ponto de equilíbrio econômico</h3>
<p>O PE econômico é baseado no cálculo onde é projetado tanto a cobertura das despesas fixas e variáveis bem como a margem de lucro mínimo que a empresa está projetando em determinado período.</p>
<p>Ponto de equilíbrio econômico = Custos e despesas fixas + Lucro mínimo ÷ Margem de contribuição.</p>
<p>Ou seja, este tipo já projeta um lucro mínimo para manter a empresa rentável financeiramente.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/25-5.jpg-2000.webp" alt="óculos sobre caderno com cálculos de ponto de equilíbrio" width="2000" height="1125"></p>
<h2 id="importancia-do-ponto-de-equilibrio-para-o-meu-negocio">Importância do ponto de equilíbrio para o meu negócio?</h2>
<h3 id="calcular-as-projecoes-de-lucros">Calcular as projeções de lucros</h3>
<p>O ponto de equilíbrio pode servir como base para projeções e metas estabelecidas pela empresa. No período de um mês, por exemplo, você pode projetar quantos dias trabalhados são necessários para cobrir somente os custos e quantos dias a empresa trabalha gerando os lucros.</p>
<h3 id="auxiliar-na-tomada-de-decisao">Auxiliar na tomada de decisão</h3>
<p>Quando a empresa sabe qual é o seu ponto de equilíbrio, essa informação auxilia os gestores na tomada de decisão. Assim, se a empresa percebe que o ritmo de vendas está baixo e não está alcançando as metas projetadas, analisando essa métrica ela pode tomar decisões rápidas para aumentar o faturamento ou diminuir as despesas para evitar prejuízos.</p>
<h3 id="entender-a-viabilidade-do-negocio">Entender a viabilidade do negócio</h3>
<p>Muitas vezes, os empresários acabam insistindo em um negócio não rentável porque não sabem o quanto estão lucrando e quais são os seus custos e despesas para manter a empresa em funcionamento. Sendo assim, o ponto de equilíbrio serve como base para entender a viabilidade do negócio e fazer escolhas assertivas.</p>
<h3 id="ajustar-os-indices-de-lucratividade-e-precificacao-dos">Ajustar os índices de lucratividade e precificação dos produtos</h3>
<p>Aumentar os preços indiscriminadamente pode ser muito ruim para os negócios e trazer instabilidade na relação com os clientes. Assim, calcular o ponto de equilíbrio ajuda na precificação dos produtos ou serviços e faz com as decisões sejam tomadas a partir de critérios técnicos e não com base em achismo, focando apenas na <a href="https://blog.egestor.com.br/lucratividade-x-rentabilidade/">lucratividade</a>.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>
<section class="faq"><h2 id="perguntas-frequentes">Perguntas frequentes</h2><div class="faq-lista"><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="como-calcular-o-ponto-de-equilibrio-2">Como calcular o ponto de equilíbrio?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>A fórmula para calcular é</p>
<blockquote>
<p>Ponto de equilíbrio = Custos e despesas fixas ÷ Margem de contribuição.</p>
</blockquote>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="meu-faturamento-caiu-como-chegar-ao-ponto-de-equilibrio">Meu faturamento caiu. Como chegar ao ponto de equilíbrio?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Existem duas principais soluções: aumentar o preço dos produtos ou serviços ou cortar os custos. Com o aumento do preço dos produtos é possível faturar mais, aumentando o valor que entra no caixa, para equilibrar o valor utilizado com gastos. Ao cortar os custos a empresa consegue encontrar o equilíbrio sem ter que aumentar os valores, sem repassar esse aumento aos clientes.</p></div></details></div></section>
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    </item>
    <item>
      <title>Controle de vendas: Tudo que você precisa saber sobre</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/controle-de-vendas/</link>
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      <pubDate>Tue, 26 Apr 2022 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Empreendedorismo</category>
      <category>redação</category>
      <description>Nem todo mundo sabe e conseguem executar um controle de vendas com qualidade e organização. Confira como fazer um aqui!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Quando falamos sobre vendas, muitas pessoas são qualificadas e têm o perfil para executar essa função com maestria. Porém</p>
<p>A cada dia, fala-se mais sobre o papel do controle de vendas no sucesso de uma empresa. Ou seja, é cada vez mais evidente a importância que a gerência dos dados comerciais de um negócio tem para sua obtenção de lucro. Mas como alcançar este controle tão almejado e fazer uma gestão empresarial adequada?</p>
<p>É preciso que todas as etapas do processo de vendas sejam acompanhadas de perto para que, assim, possam ser analisadas. Isso dará uma base apropriada para que as futuras decisões do empreendimento sejam tomadas, o que é uma peça-chave para a otimização e o triunfo do negócio.</p>
<h2 id="o-que-e-o-controle-de-vendas">O que é o controle de vendas?</h2>
<p>É comum as pessoas confundirem controle de vendas com conferência de recibos, mas esse processo é mais detalhado. Ele busca conciliar o seu <a href="https://egestor.com.br/recursos/fluxo-de-caixa.php?afl=11" rel="noopener">fluxo de caixa</a> com os processos relacionados à venda e direcionar, programar e controlar todos os fundos do seu negócio, para que tudo funcione da maneira correta.</p>
<p>Basicamente, o controle de vendas é um instrumento que coleta informações de tudo o que possuir relação direta ou indireta com as vendas. Ele as coloca em um relatório gerencial que indica quais deverão ser as ações necessárias que devem ser tomadas. Assim como também aponta a melhor maneira de realizar uma redução dos custos sem nenhuma perda. Isso tudo de acordo com o perfil de cada negócio.</p>
<h2 id="como-fazer-o-controle-de-vendas">Como fazer o controle de vendas?</h2>
<p>É claro que para que esse tipo de método funcione, é necessário que haja uma colaboração entre toda a equipe e uma comunicação efetiva. Essas qualidades são necessárias não só para o controle de vendas, mas para que seu negócio como um todo funcione de maneira fluída e efetiva. E também para que entregue um produto de qualidade para seus clientes.</p>
<p>Diferente do que se pode imaginar, esse tipo de controle não precisa ser exclusivo de grandes empresas. Ele funciona também em empresas de médio e pequeno porte. Essas ainda podem aproveitar desse método para crescerem ainda mais.</p>
<p>Primeiro, para começar a planejar e montar o seu controle, é necessário listar e saber todas as etapas do processo de vendas. Isso porque elas vão desde a produção e qualidade do produto, até quais serão os locais e de que maneira a venda está sendo realizada. Com tudo isso em mãos, uma ótima opção é usar softwares online. Utilizando essa ferramenta, cada processo pode ser avaliado através de um indicador e as possíveis falhas podem ser identificadas. Isso mostra qual é a deficiência da empresa e onde as melhorias devem ser trabalhadas.</p>
<p><a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-controle-de-vendas-gratuita/"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/banner-planilha-vendas.png-650.webp" alt="" width="650" height="250"></a></p>
<h2 id="como-implantar-o-controle-de-vendas">Como implantar o controle de vendas?</h2>
<p>Tendo em vista a importância e vantagem de manter este controle, vale a pena listarmos as principais medidas para implantá-lo na sua empresa. A base de tudo, naturalmente, são os <a href="https://blog.egestor.com.br/registro-de-vendas/">registros de vendas</a>. E esta medida não tem apenas utilidade interna para a sua empresa: o cadastro de vendas é uma exigência fiscal.</p>
<p>Use notas fiscais e comandas para registrar em uma <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-controle-de-vendas-gratuita/">planilha de controle de vendas</a> ou softwares de gestão as informações de vendas. Não se esqueça de anotar todas as saídas e entradas de produtos no seu estoque também. Quanto melhor for o registro documental, maiores os impactos no controle de outras áreas, como o fluxo de caixa.</p>
<h2 id="etapas-essenciais-no-controle-de-vendas">Etapas essenciais no controle de vendas</h2>
<h3 id="comece-planejando">Comece planejando</h3>
<p>A utilização de softwares online para essa parte do processo é bastante útil. Além de poder colocar todas as etapas e as informações em um único local, centralizando a informação e deixando tudo mais fácil de ser acessado e visualizado, suas informações estarão seguras. Isso, pois só poderão ser acessadas através de uma senha.</p>
<p>Aqui você pode colocar todas as informações do processo de vendas. Entre elas, a verificação de qualidade dos produtos, marketing de vendas, quais seriam os melhores locais para a venda, quais são as metas semanais e mensais e quais os lucros e gastos que a empresa tem no final de todo o processo. A partir disso, já é possível identificar o desempenho de acordo com alguns quesitos. Como, por exemplo, a quantidade de vendas realizadas e produtos de maior lucro, comparativo de mudança de vendas, quantidade de clientes novos, quantidade de itens por venda, entre outros.</p>
<p>Quanto melhor for feito o planejamento, mais as mudanças a serem realizadas serão precisas e efetivas. Assim, aumentando a chance de se obter um bom resultado.</p>
<h3 id="faca-uma-mudanca-interna">Faça uma mudança interna</h3>
<p>Para que tudo possa ser aplicado de maneira correta, é necessário estruturar a sua empresa e a equipe. Portanto, escolha um líder que fique responsável pela gestão e possa liderar a equipe. Isso ajudará com que ela atinja os objetivos estabelecidos, procurando soluções e auxiliando membros no caminho para encontrar soluções simples e viáveis.</p>
<p>Com a empresa estruturada, as mudanças podem ser mais efetivas e acabam fazendo efeito, uma vez que a empresa terá suporte para sustentar e manter o que for necessário mudar. Isso acontece de maneira que tudo funcione e que a qualidade dos produtos não seja afetada por isso.</p>
<h3 id="evite-erros-e-dores-de-cabeca">Evite erros e dores de cabeça</h3>
<p>A utilização de softwares traz vantagens. Dentre elas, a possibilidade de realizar tarefas que podem ser demoradas ou que estão suscetíveis a erro humano. Por exemplo, o controle de vendedores e suas comissões, a emissão de venda - que garante segurança da empresa e do cliente caso aconteça algum problema. Mas também, a emissão de boletos, para que as vendas possam ser contabilizadas e controladas.</p>
<p>Esse tipo de gestão é essencial e pode ser realizada de maneira muito mais fácil. Liberando assim, seus funcionários, para que esses possam exercer suas atividades de maneira mais produtiva. Mas também, sem ter que realizar um trabalho manual e que pode ser repetitivo, trazendo vantagens tanto para a empresa quanto para seu colaborador.</p>
<h3 id="crie-estrategias-que-funcionam">Crie estratégias que funcionam</h3>
<p>Uma vez que é possível <a href="https://blog.egestor.com.br/controle-de-estoque/">controlar o estoque</a> e todos os processos da venda, tanto a produção quanto o relacionamento com o cliente ficam melhor. Assim, a empresa pode utilizar estratégias certeiras para atingir o mercado desejado ou para que seus produtos tenham destaque. Dessa forma conseguindo executá-las de maneira mais assertiva e controlada, por saber como essa ação irá afetar e ser recebida por todas as partes do seu processo, incluindo vendedores, fornecedores e clientes.</p>
<p>Com um controle de vendas adequado, é possível melhorar o seu negócio. Além disso, faz com que tudo funcione da melhor maneira possível. Isso tudo de acordo com o tipo da sua empresa e o produto que você pode ofertar.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/22-7.jpg-2000.webp" alt="Controle de Vendas" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="a-importancia-do-controle-de-vendas-para-as-empresas-na">A importância do controle de vendas para as empresas na prática</h2>
<p>A verdade é que uma empresa que não tem um bom controle sobre os seus processos de vendas corre o risco de instabilidade financeira. São, afinal, muitas etapas em que pequenos erros podem iniciar um efeito bola de neve. Situações estas que não costumam ser percebidas à primeira vista.</p>
<p>Consequentemente, os produtos oferecidos acabam perdendo qualidade, os gastos aumentam e a gestão de estoque torna-se ineficaz. Apenas quando o dano causado por estas falhas já chegou a um momento difícil de reparar é que os gestores tomam conhecimento do problema. Quase sempre é tarde demais!</p>
<p>Isso ocorre justamente porque não acompanharam as vendas como deveriam. Para analisar de forma objetiva as operações ligadas a esta atividade, é fundamental o monitoramento. Vale ressaltar que a importância do controle de vendas para as empresas está também na visão holística que ele proporciona.</p>
<p>É possível analisar o todo das operações, ou cada aspecto que as constitui. Graças a isso, podemos até mesmo fornecer dados que sejam vantajosos para outros setores, como o de compras. Desta combinação, surge a busca por oportunidades, como a <a href="https://blog.egestor.com.br/recorrencia/">recorrência</a> de fornecedores, medida que evita a ausência de mercadorias.</p>
<p>Fica claro, então, que o controle de vendas está intimamente ligado ao sucesso de uma organização. Afinal, ele é capaz de influenciar na forma como atuam vários departamentos do negócio. Em última instância, é também uma garantia de que as ações da empresa vão gerar lucratividade.</p>
<h2 id="principais-beneficios-de-se-realizar-um-bom-controle-de">Principais benefícios de se realizar um bom controle de vendas</h2>
<p>O benefício mais imediato de se adotar esta ferramenta é a melhora do planejamento financeiro. E é fácil entender como isto ocorre, já que todas as etapas de vendas são controladas. Em razão disso, gastos e deslizes saltam à vista e permitem que os gestores corrijam a rota dos negócios a tempo.</p>
<p>A importância do controle de vendas para as empresas também pode ser percebida nos benefícios que traz para a distribuição de mercadorias. E isso ocorre porque com esta ferramenta você não tem apenas a noção de quantos itens foram vendidos. Informações como o local onde eles têm maior saída também podem ser coletadas.</p>
<p>Estes dados são indissociáveis de uma boa distribuição de produtos. Assim, a empresa pode se planejar para dar maior atenção às localidades que representam mais lucro. Podem ser percebidas, ainda, as oportunidades de venda que são perdidas por falhas como exposição inadequada de produtos.</p>
<p>Com relação às mercadorias, um dos grandes benefícios do controle de vendas é que ele colabora na gestão de estoque. Evitamos, dentre outras coisas, depósitos cheios de produtos com baixa rotatividade e ausência de itens mais procurados. A maioria dos gestores sabe que se não cuidarem bem desta área, irão sofrer uma redução nos lucros.</p>
<h3 id="melhora-no-planejamento-de-vendas">Melhora no planejamento de vendas</h3>
<p>Qual maneira melhor de criar estratégias de marketing e vendas do que estudando o que deu certo ou errado para a sua empresa?</p>
<p>Traçar ações de vendas e, posteriormente, analisá-las expandirá as chances de ter sucesso com sua campanha, bem como o ajudará a estabelecer metas de vendas realistas e compatíveis com seu negócio!</p>
<h3 id="maior-previsibilidade-financeira-com-o-controle-de-vendas">Maior previsibilidade financeira com o controle de vendas</h3>
<p>A coleta de dados de vendas possibilita uma <a href="https://blog.egestor.com.br/projecao-de-vendas/">projeção</a> daquilo que se espera lucrar nos próximos meses. Isto gera certa estabilidade financeira para o empreendedor, o qual pode planejar o quanto investirá em sua empresa no próximo período.</p>
<p>O empresário poderá avaliar itens, como o nível de faturamento e o grau de lucratividade do negócio, para obter resultados fiéis sobre o que esperar nos meses seguintes.</p>
<h3 id="controle-mais-preciso-do-estoque">Controle mais preciso do estoque</h3>
<p>Um bom monitoramento é fundamental para a organização da empresa, algo que também passa pelo estoque. Com o controle de seu acervo, fica mais simples prever altas e baixas nas demandas de produtos, garantindo que seu negócio tenha estoque suficiente, capaz de suprir aquelas necessidades.</p>
<p>Como a venda depende do estoque e vice-versa, é necessário manter uma relação consistente das informações comerciais, a fim de alcançar uma gestão de estoque efetiva. A última coisa que um empresário deseja é ter clientes que esperam comprar seu produto, mas não ter a mercadoria no depósito. O controle de vendas apropriado garante que isso não aconteça.</p>
<h3 id="fortalecimento-do-relacionamento-com-o-cliente">Fortalecimento do relacionamento com o cliente</h3>
<p>Ter conhecimento de todas as etapas de vendas de sua empresa garante a otimização do processo. Dessa forma, com o passar do tempo, o atendimento ao cliente se tornará muito mais rápido e eficaz. Além disso, tal ação melhora consideravelmente as chances de que a sua empresa seja indicada para terceiros e fidelize os seus clientes!</p>
<p>Além disso, o controle de vendas também fornecerá uma lista de contato direto com o cliente, assim como suas principais informações, o que ajudará na criação de estratégias certeiras para o seu público-alvo.</p>
<h3 id="processamento-de-vendas-e-cobranca-mais-rapida">Processamento de vendas e cobrança mais rápida</h3>
<p>O controle de vendas a partir de softwares ou sites especializados fornece serviços exclusivos para o empresário. É o caso, por exemplo, da emissão automática de notas fiscais NF-e e <a href="https://blog.egestor.com.br/nota-fiscal-de-servico-eletronica-nfs/">NFS-e</a> integradas com as vendas, além do envio de boletos bancários para os clientes. Isso economiza muito tempo dos funcionários, que poderão gastar sua energia pensando na otimização da empresa.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/21-6.jpg-2000.webp" alt="" width="2000" height="1600"></p>
<h2 id="secao-5-dicas-para-escolher-um-sistema-de-controle-de-vendas">5 dicas para escolher um sistema de controle de vendas</h2>
<h3 id="mapeie-as-necessidades-da-sua-empresa">Mapeie as necessidades da sua empresa</h3>
<p>Esse é um passo muito importante na hora de eleger o <strong>sistema de controle de vendas perfeito</strong> para o seu negócio.</p>
<p>Entenda primeiro quais são as suas necessidades e como a sua operação funciona no dia a dia. Afinal, cada empresa tem as suas particularidades e é muito importante você, gestor ou empresário, conhecê-las a fundo. Com essas informações, fica mais fácil procurar o melhor software.</p>
<p>Vamos a um exemplo: você controla a sua empresa remotamente e precisa ter acesso a essas informações de diferentes locais. O ideal é contar com um sistema de controle de vendas na nuvem e que possa ser acessado de qualquer lugar, não é mesmo?</p>
<p>Outro ponto é analisar se o sistema é intuitivo e fácil de usar. Peça demonstrações das rotinas mais importantes na sua empresa para verificar a facilidade e rapidez com que são executadas.</p>
<p>E os relatórios gerados? Eles atendem às necessidades do seu negócio? São essas informações que você precisa para sentir segurança na hora de tomar decisões que impactam na operação?</p>
<p>Atente-se a todos esses fatores, assim o sistema de controle de vendas irá trazer inúmeros benefícios para a sua empresa.</p>
<h3 id="visao-completa-dos-seus-produtos-e-clientes">Visão completa dos seus produtos e clientes</h3>
<p>Para uma boa gestão de vendas e o desempenho de um plano de ação assertivo, ter em mãos dados confiáveis sobre os períodos anteriores faz toda a diferença. Não é mesmo? Dessa forma, gestores e empresários conseguem pensar com mais segurança nas estratégias, prever sazonalidades e comportamentos dos seus clientes.</p>
<p>Um sistema de controle de vendas bom faz isso para você. E também entrega esses relatórios completos dentro do período de tempo que você precisa. Graças a esse software, é possível identificar diversos dados. É possível identificar, por exemplo, os seus produtos mais e menos vendidos, em qual época do ano determinado produto sai mais, quais itens trazem mais lucratividade, etc.</p>
<p>Assim como conseguem identificar informações relevantes que ajudam na hora de decidir onde focar os investimentos. Como, por exemplo, de marketing, ou quais produtos abastecer no estoque, quais produtos devem ficar na vitrine. Assim como muitas outras decisões que esses profissionais precisam tomar no dia a dia.</p>
<p>Além disso, um <strong>sistema de controle de vendas</strong> também ajuda a traçar um perfil dos seus melhores clientes. Qual o seu ticket médio, quais clientes compram mais e trazem mais faturamento. A partir dessas informações, você consegue desenhar o perfil ideal do consumidor e focar seus esforços nesse tipo de cliente.</p>
<h3 id="avaliacao-da-sua-equipe-de-vendas">Avaliação da sua equipe de vendas</h3>
<p>Avaliar o desempenho do seu time de vendedores e analisar a produtividade de cada colaborador, são pontos muito importantes no trabalho de um gestor de vendas. E um sistema de controle de vendas ideal traz esses relatórios completos para facilitar muito o seu dia a dia.</p>
<p>Com essas informações em mãos, os gestores podem, além de tomar decisões mais assertivas, traçar o perfil do vendedor ideal a partir da análise da performance dos melhores funcionários. Além de usar o comportamento e a forma de trabalhar desses colaboradores como exemplo nas conversas com os demais vendedores.</p>
<p>Com um perfil ideal de vendedor, torna-se mais fácil fazer futuras contratações e reduzir a rotatividade, por exemplo.</p>
<p>Some-se a isso outros benefícios de um sistema de controle de vendas. Como, por exemplo, conseguir organizar melhor a atuação e as responsabilidades de cada pessoa da sua <a href="https://www.exactsales.com.br/equipe-de-vendas-vencedora/" rel="noopener">equipe de vendas</a>. Esse dado é conseguido a partir do seu desempenho individual, assim é possível fazer projeções para os próximos meses com mais segurança.</p>
<p>Por exemplo, se você sabe que seu melhor vendedor entrará de férias, é o momento de incentivar a equipe a dar o seu melhor para que a lucratividade do negócio não caia.</p>
<h3 id="integracao-com-outros-modulos-e-solucoes">Integração com outros módulos e soluções</h3>
<p>Um sistema de controle de vendas é importante, mas o ideal é que ele converse com outros departamentos da sua empresa. Desta maneira, você consegue ter uma visão completa do seu negócio.</p>
<p>Por isso, procure um software completo e robusto que agregue ainda outras soluções ao seu dia a dia. Como controle de fluxo de caixa, acompanhamento de estoque, emissão de nota fiscal, etc.</p>
<p>Dessa forma, você possui uma ferramenta perfeita para a sua empresa em um único local, com integração das informações e a geração de relatórios mais robustos e com dados mais completos.</p>
<p>Isso ajuda muito no momento de tomar decisões e encontrar problemas na sua operação. Para que, quando eles acontecerem, possam ser identificados e resolvidos no menor intervalo de tempo.</p>
<h3 id="conheca-a-empresa-e-o-suporte-que-ela-oferece">Conheça a empresa e o suporte que ela oferece</h3>
<p>Por fim, uma dica que vale para qualquer negócio: conhecer a empresa que irá fornecer o sistema e como é o seu pós-venda. Pesquise sobre a reputação da empresa na internet, converse com outros clientes, verifique quais canais de atendimento ela disponibiliza, como ela ensina a mexer no software, etc.</p>
<p>Todos esses são pontos importantes, principalmente porque, caso você precise de suporte ou ajuda com o seu sistema de controle de vendas durante a utilização, é fundamental contar com uma empresa preparada para isso e com uma equipe apta a orientá-lo da melhor forma.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/19-4.jpg-2000.webp" alt="Controle de Vendas" width="2000" height="1125"></p>
<h2 id="secao-5-dicas-para-ter-sucesso-no-controle-de-vendas">5 dicas para ter sucesso no controle de vendas</h2>
<h3 id="secao-1-conheca-o-seu-publico">1. Conheça o seu público</h3>
<p>A primeira dica para ter o melhor controle de vendas na sua empresa é conhecer bem o seu público. Afinal, esse é o principal direcionador das atividades comerciais de todo empreendimento.</p>
<p>Assim, realize uma pesquisa de mercado em relação ao seu público-alvo e, no mercado em que atua ou pretende atuar. Isso vai garantir o pleno emprego dos recursos em prol das vendas e no atendimento das necessidades dos seus clientes. Afinal, eles só comprarão aquilo que desejam ou necessitam para sanarem suas dores (problemas).</p>
<p>Conhecer o seu público garante potencializar as receitas com base no controle de vendas inteligente. Afinal, proporciona o aumento na participação do mercado em que atua.</p>
<h3 id="secao-2-faca-um-planejamento-coeso">2. Faça um planejamento coeso</h3>
<p>O planejamento é a palavra de ordem em toda atividade. Pois, como diz uma famosa frase: “se você não sabe onde quer ir, qualquer caminho serve”. Logo, para ter um controle de vendas de forma efetiva é preciso que, após conhecer o seu público-alvo e as suas demandas, seja estabelecido um planejamento de vendas com coesão. Ou seja, um que une todas as áreas da empresa.</p>
<p>Com o planejamento de vendas em mãos será mais fácil visualizar o movimento das atividades comerciais de vendas. Assim, como será mais fácil se ele for integrado ao nível estratégico. E, como consequência, promove o seu controle.</p>
<p>Lembre-se que um planejamento de vendas deve acompanhar as mudanças do mercado e do próprio negócio — uma situação que deve ser percebida e analisada pelo controle de vendas.</p>
<h3 id="secao-3-crie-e-acompanhe-indicadores-de-desempenho">3. Crie e acompanhe indicadores de desempenho</h3>
<p>Assim como ter um caminho definido a ser trilhado com base em um planejamento, é fundamental que o controle de vendas esteja baseado no acompanhamento das suas atividades. Pois, de acordo com William Edwards Deming: “o que não é medido não é gerenciado”.</p>
<p>Por isso é tão importante criar e acompanhar os indicadores de desempenho. Afinal, esses fornecem informações valiosas e precisas para o controle de vendas. Esses indicadores podem, por exemplo, medir o número de leads gerados em um mês, as pré-vendas realizadas em um determinado período de tempo, o volume de vendas canceladas, o número de clientes fidelizados, as receitas totais oriundas das vendas, o custo por venda, etc.</p>
<p>Os indicadores de desempenho variam de acordo com o perfil do negócio e público-alvo. Mas, são a base para o controle de vendas para o sucesso operacional da sua empresa.</p>
<p>Além disso, eles sinalizam mudanças e ajustes nas operações que sejam necessárias para a alavancagem das vendas. Eles sempre se baseiam na causa e consequência de cada fato e cenário vivenciado pela empresa na sua trajetória diária.</p>
<h3 id="secao-4-escolha-as-ferramentas-corretas">4. Escolha as ferramentas corretas</h3>
<p>Para ter informações de relevância que serão utilizadas no controle de vendas e na tomada de decisão é importante a escolha das ferramentas corretas. Afinal, elas darão todo o suporte operacional, proporcionando agilidade e precisão nas atividades.</p>
<p>Assim, para que a sua empresa alcance o sucesso no controle de vendas é essencial adotar um bom sistema de gestão ERP (Planejamento de Recursos Empresariais). Principalmente, se contemplar as <a href="https://blog.egestor.com.br/como-funciona-e-quais-os-beneficios-de-um-crm-para-o-seu-negocio/">funcionalidades de um CRM</a> (Gestão de Relacionamento com o cliente).</p>
<p>Essas ferramentas armazenam todos os dados referentes aos clientes e as vendas realizadas a eles. Bem como suas intenções de compra e demais solicitações, transformando-as em informações de relevância para o controle de vendas.</p>
<p>Além das ferramentas disponibilizadas pela Tecnologia da Informação, é importante adotar outras ferramentas de gestão. Tais como: <a href="https://blog.egestor.com.br/ciclo-pdca-o-que-e-e-como-funciona/">PDCA</a> para o planejamento das vendas, Matriz de Causa e Efeito, <a href="https://blog.egestor.com.br/analise-swot-fofa/">Análise SWOT</a> para a verificação do ambiente interno e externo com foco no controle de vendas e seus resultados.</p>
<h3 id="secao-5-nao-deixe-faltar-os-produtos-essenciais">5. Não deixe faltar os produtos essenciais</h3>
<p>Por último (mas não menos importante), para ter um bom controle de vendas é essencial ter disponibilidade dos produtos essenciais, de modo que, essa atividade somente poderá ser executada se a empresa dispor dos itens demandados pelos clientes.</p>
<p>Dessa forma, o controle de vendas passa pela gestão eficiente do estoque, agindo em conjunto entre essas duas áreas e trocando informações entre si.</p>
<p>Nessa fase do controle de vendas os clientes da sua empresa sempre terão a certeza de serem atendidos das suas demandas e necessidades. Pois, o sucesso operacional de uma empresa depende da integração entre todos os setores da empresa. Principalmente, com as áreas de estoque e supply chain.</p>
<p>Percebeu como o sucesso da sua empresa está condicionado a vários fatores que devem agir sempre em coesão e efetividade? E para que isso ocorra é necessário o uso adequado das ferramentas de controle de vendas e das técnicas específicas para a área.</p>
<p>Todo esse ciclo vai além da simples transferência da posse do produto ou serviço ao consumidor final. Mas, deve estar baseado em planejamento, controle, mensuração e ajustes que orientarão as atividades de vendas na sua empresa. Sempre com o objetivo do alcance do sucesso e maior participação no mercado em que atua.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/10-5.png-2000.webp" alt="" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="secao-6-dicas-para-manter-um-controle-de-vendas-efetivo">6 dicas para manter um controle de vendas efetivo</h2>
<h3 id="secao-1-registre-todas-as-operacoes-em-seu-controle-de-vendas">1. Registre todas as operações em seu controle de vendas</h3>
<p>Para que você possa gerar relatórios, as informações das transações precisam estar disponíveis. Tenha em mãos o registro completo de qualquer venda realizada, incluindo dados como:</p>
<ul>
<li>Produtos vendidos;</li>
<li>Preço unitário e total;</li>
<li>Forma de pagamento;</li>
<li>Dados do cliente.</li>
</ul>
<p>Essas informações podem dar indicações sobre informações muito importantes, por exemplo:</p>
<ul>
<li>Quais são os produtos mais vendidos;</li>
<li>Quais são comprados em conjunto;</li>
<li>Como seus clientes preferem pagar suas compras.</li>
</ul>
<p>De posse desses dados, você tem um melhor planejamento de estoque, pode fazer promoções com itens combinados e ainda oferecer formas de pagamento atrativas.</p>
<h3 id="secao-2-acompanhe-no-controle-de-vendas-o-desempenho-da-equipe">2. Acompanhe no controle de vendas o desempenho da equipe</h3>
<p>A equipe de vendas pode determinar o sucesso ou fracasso da empresa. Saber quem é o seu melhor vendedor e os canais mais efetivos são informações capazes de gerar uma grande economia na sua empresa. Quando você olha apenas o faturamento total, pode não perceber que tem vendedores de baixa performance no time ou que investe em canais que não trazem o retorno almejado.</p>
<p>Defina a periodicidade mais adequada de acordo com o segmento em que atua, e analise com cuidado a contribuição de cada vendedor para o resultado geral da empresa. Você pode dividir o total de vendas pelo número de vendedores para achar a média e depois comparar com o resultado de cada vendedor individualmente, por exemplo.</p>
<h3 id="secao-3-mapeie-o-fluxo-das-vendas">3. Mapeie o fluxo das vendas</h3>
<p>No varejo, com margens de lucro cada vez mais enxutas, trabalhar com previsões é mandatório para quem deseja continuar no mercado. Algumas perguntas precisam ser respondidas para que um gestor possa ter seu negócio preparado para as demandas dos clientes:</p>
<ul>
<li>Quais são as datas comemorativas que atraem meus clientes?</li>
<li>Existe sazonalidade?</li>
<li>Quais os dias da semana e do mês em que a equipe precisa estar completa na loja, por serem os mais movimentados?</li>
<li>Em que horário do dia as vendas acontecem com maior concentração?</li>
</ul>
<h3 id="secao-4-conheca-seus-clientes">4. Conheça seus clientes</h3>
<p>Um atendimento encantador faz toda a diferença. Além do treinamento de vendas e pós-vendas, é essencial que você otimize o relacionamento com seus clientes. Use suas ferramentas de controle de vendas para fornecer ao seu time informações úteis sobre eles. Para que isso funcione, mantenha seus bancos de dados constantemente atualizados.</p>
<p>Programas de fidelização, medição de satisfação e reconhecimento do valor do relacionamento dele com a empresa podem ser um diferencial importante e fazem com que o cliente se sinta valorizado.</p>
<h3 id="secao-5-organize-sua-empresa">5. Organize sua empresa</h3>
<p>Não importa o tamanho da sua empresa: para que suas vendas sejam efetivas, todos os processos relacionados a ela devem estar em sintonia e encadeados. Afinal, gerir o gasto com estoque otimiza o <a href="https://egestor.com.br/recursos/fluxo-de-caixa.php?afl=11" rel="noopener">fluxo de caixa</a>, por exemplo.</p>
<p>A gestão financeira da empresa também pode se beneficiar dos controles mais efetivos. Em uma empresa organizada, informações sobre produção, vendas, estoque, <a href="https://blog.egestor.com.br/fechamento-de-caixa/">fechamento de caixa</a> e resultados operacionais estão organizadas em relatórios fáceis de consultar e de entender, permitindo que o empreendedor foque cada vez mais em decidir os rumos estratégicos da empresa com mais segurança e informações precisas.</p>
<p>Um bom controle organizacional — além de melhorar a gestão e facilitar o controle contábil e fiscal — aumenta a credibilidade da empresa com fornecedores e instituições financeiras que valorizam as informações recebidas de forma mais profissional e estruturada.</p>
<h3 id="secao-6-crie-metricas-e-metas">6. Crie métricas e metas</h3>
<p>Ninguém consegue melhorar aquilo que não consegue medir. Além das métricas tradicionais de quantidade e valor das vendas, o empreendedor deve definir quais dados necessita para ter um controle mais efetivo da performance da empresa.</p>
<p>Listamos alguns exemplos de <a href="https://blog.egestor.com.br/indicadores-de-desempenho-como-eles-demonstram-o-seu-sucesso/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost">indicadores</a> que podem ser úteis para você e como calculá-los, caso você não tenha um sistema que gere automaticamente um relatório com esses dados:</p>
<h4>Custo de aquisição de cliente (CAC)</h4>
<p>Quanto é o desembolso de sua empresa por cada novo cliente? Esse valor é lucrativo para a empresa? Quanto tempo cada novo cliente tem que permanecer na empresa para que se torne lucrativo?</p>
<h4>Fórmula de cálculo</h4>
<p>CAC = investimento em marketing / quantidade de clientes</p>
<h4>Taxa de conversão de clientes</h4>
<p>Qual o percentual efetivo de atendimentos que geram vendas de fato? De cada novo lead recebido, quantos clientes de fato concluem a compra?</p>
<h4>Fórmula de cálculo</h4>
<p>Tx de conversão = número total de leads / número de vendas realizadas</p>
<h4>Ticket médio</h4>
<p>Qual o valor médio, em reais, de cada venda realizada?</p>
<h4>Fórmula de cálculo</h4>
<p>Ticket médio = faturamento total / número de vendas</p>
<h2 id="quais-sao-os-sinais-que-nos-avisam-que-e-preciso-melhorar-o">Quais são os sinais que nos avisam que é preciso melhorar o controle de vendas?</h2>
<p>Todo momento de transformação deixa latente o que é novo e o que é velho. Essa distinção é muito necessária para que não nos apeguemos às tradições ultrapassadas, que nos prendem e nos impedem o avanço. Desse modo, para que você sua empresa não fiquem estagnados, é preciso estar atento às seguintes situações e seus respectivos sinais:</p>
<h3 id="secao-1-baixa-produtividade">1. Baixa produtividade</h3>
<p>Como foi mencionado anteriormente, quantidade não é sinônimo de qualidade. Entretanto, quando a produtividade não alcança os resultados esperados e programados, com certeza existe algo de errado nisso.</p>
<p>Quando isso ocorre, é preciso analisar todos os fatores que levaram a esse resultado, tentando se esquivar ao máximo do bode expiatório. Na maioria dos casos, os múltiplos fatores que ocasionam essa baixa produtividade são oriundos de processos mal elaborados e mal estruturados.</p>
<p>As atividades manuais também tomam muito tempo dos colaboradores, levando-os rapidamente à exaustão e a baixa eficiência. Junto com as informações imprecisas e a burocracia na procura de dados e informações, pode gerar a receita infalível para a estagnação ou até mesmo para o retrocesso.</p>
<h3 id="secao-2-documentos-em-excesso">2. Documentos em excesso</h3>
<p>Esse é um dos principais sintomas de que sua empresa necessita de um rigoroso controle de vendas. O acúmulo de planilhas e documentos impressos já está mais que ultrapassado. Além disso, essa pilha de papel só gera atrasos e confusões na hora de realizar o fechamento do mês.</p>
<p>Também no âmbito da discussão e do aprimoramento de estratégias, os documentos impressos mais atrapalham do que ajudam, visto que o momento que era para ser de elaboração e desenvolvimento de ideias, acaba se transformando em uma reunião de arquivistas.</p>
<p>Além de ultrapassado e infrutífero, esse procedimento abre espaço para uma sucessão de erros, oriundos da falta de organização prática. Se isso ocorrer em sua empresa, é um dos sinais mais claros de que você precisa melhorar o seu controle de vendas.</p>
<h3 id="secao-3-onde-foi-que-eu-errei">3. Onde foi que eu errei?</h3>
<p>Quando algo não funciona no seu processo de vendas, você consegue identificar e reparar imediatamente o erro? E os gargalos do seu processo de venda, onde estão? Aquele que soube responder essa pergunta sem pestanejar, provavelmente está no caminho certo. Se você é um dos que não souberam ou ficaram em dúvida perante essas perguntas, possivelmente está com o controle de vendas prejudicado.</p>
<p>Mas o que isso tem a ver com o controle de vendas? Tudo! Essa ferramenta também está intimamente ligada ao planejamento, à otimização, ao controle e à identificação de falhas. Tudo isso em razão de um acompanhamento sério e constante das atividades da sua empresa.</p>
<h3 id="secao-4-processos-para-ingles-ver">4. Processos para inglês ver</h3>
<p>Todo grande empresário quer melhorar sua empresa e a sua produtividade, isso é de sua natureza. Todavia, quando vamos com muita sede ao pote, podemos acabar comprando gato por lebre. Isso quer dizer que a implementação de processos complexos ou processos da moda, pode não ser o melhor caminho para atingir tais objetivos.</p>
<p>A complexidade em excesso acaba atrapalhando o fluir natural das atividades da empresa, transformando o que antes era uma tarefa simples em uma verdadeira dor de cabeça. Desse modo, aprimorar o que já existe e funciona pode ser o caminho mais adequado para uma melhora e um upgrade das relações negociante-consumidor.</p>
<h3 id="secao-5-imprevisibilidade">5. Imprevisibilidade</h3>
<p>Por mais que o mercado incentive a tomada de atitude e o correr dos riscos, toda empresa precisa de uma previsibilidade. Isso é notório, tanto para controlar o fluxo de caixa, os pagamentos e as honras financeiras, quanto para elaborar investimentos e estratégias de crescimento.</p>
<p>Se você não está conseguindo controlar com eficácia o seu faturamento e as suas vendas, esse é um dos sinais mais explícitos de que o controle de venda precisa ser implantado imediatamente em sua empresa.</p>
<h2 id="consideracoes-finais">Considerações finais</h2>
<p>Uma das melhores maneiras de realizar um controle de vendas eficiente e seguindo todos os passos citados acima, é a partir de um sistema de gestão. Como o eGestor. Nele é possível controlar todos os seus dados, desde o controle de vendas, até financeiro, fluxo de caixa, estoque, produção e mais. E isso tudo de forma totalmente integrada.</p>
<p>Também, é um sistema emissor de nota fiscal de serviço eletrônica, nota fiscal eletrônica e nota fiscal do consumidor eletrônica. Além de boletos registrados e emissão de relatórios com os seus dados, de forma simples e fácil.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>7 vantagens de um sistema de gestão de estoque</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/vantagens-de-um-sistema-de-gestao-de-estoque/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/vantagens-de-um-sistema-de-gestao-de-estoque/</guid>
      <pubDate>Thu, 14 Apr 2022 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Controle de Estoque</category>
      <category>Empreendedorismo</category>
      <category>redação</category>
      <description>O estoque é um elemento importante para qualquer operação comercial ou industrial. Confira 7 Vantagens de um sistema de gestão de estoque!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="https://egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener">Teste Grátis</a></strong></p>
<p>O estoque é considerado um elemento importante para qualquer operação comercial ou industrial. Ele é sempre cotado como <a href="https://blog.egestor.com.br/ativo-circulante/">ativo circulante</a> do balanço da empresa. Uma das vantagens de um sistema de gestão de estoque é gerenciar o estoque com eficiência. Assim, permitindo maior controle sobre o <a href="https://blog.egestor.com.br/inventario-de-estoque/">inventário de estoque</a> em todas as operações de varejo ou produção.</p>
<p>Sem o suporte de um software de gestão, o gerenciamento de estoque fica sujeito à desordem. Um supermercado, por exemplo, precisa organizar produtos de múltiplas variantes em poucos passos e de forma preferencialmente intuitiva. Isso pode ser uma tarefa complicada para a maioria dos sistemas de gestão, uma vez que exige manter o equilíbrio entre o local da loja e a estação de depósito, para que o estoque não se esgote.</p>
<p>Além disso, o sistema deve criar relatórios, enviar alertas úteis e automatizados e estar integrado ao sistema que gerencia as vendas. O que nem sempre é o caso.</p>
<h2 id="o-que-e-gestao-de-estoque">O que é gestão de estoque</h2>
<p>O estoque é o armazenamento dos produtos que um negócio comercializa, logo, a gestão de estoque é o controle desses produtos em relação ao espaço, tempo e quantidade. A gestão de estoque auxilia na hora de analisar os dados dos produtos, entender o excesso de uma mercadoria, a falta da outra, qual sai mais cara, qual tem um lucro maior e muito mais.</p>
<p>E é por isso que fazer a gestão de estoque de forma eficiente pode fazer uma diferença até no controle financeiro, evidenciando cada vez mais as vantagens de um sistema de gestão de estoque.</p>
<h3 id="o-que-e-um-sistema-de-gestao-de-estoque">O que é um sistema de gestão de estoque</h3>
<p>Um sistema de gestão de estoque é um software, que pode ser instalado ou online, que faz o controle de estoque geral de uma empresa, de forma automatizada. Assim, basta inserir as notas de entradas dos produtos, ou cadastrá-los e manter as vendas e financeiro atualizadas para aproveitar as vantagens de um sistema de gestão de estoque.</p>
<h2 id="como-um-sistema-de-gestao-pode-ajudar-no-controle-de-estoque">Como um sistema de gestão pode ajudar no controle de estoque</h2>
<p>Um <a href="https://blog.egestor.com.br/sistema-de-gestao-como-escolher-e-obter-resultados/">sistema de gestão</a> completo e eficiente pode ser uma mão na roda para qualquer negócio. Principalmente através da compreensão adequada das necessidades operacionais de controle de estoque. Transformando assim o gerenciamento de inventário em um processo organizado, estruturado e simplificado.</p>
<p>Por isso, ao utilizar um sistema, é possível <a href="https://blog.egestor.com.br/organizacao-de-estoque-principais-passos-e-dicas-praticas/">organizar facilmente os itens de estoque</a>. E assim controlar suas quantidades por meio de números de identificação específicos, como números de série ou códigos de barras; verificar os níveis de estoque de uma determinada categoria de item; criar sistemas de análise inteligente para o estoque, entre outras funções relevantes.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/10-6.png-2000.webp" alt="" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="inteligencia-no-controle-do-estoque">Inteligência no controle do estoque</h2>
<p>Uma das principais vantagens de um sistema de gestão de estoque é a possibilidade de usar um mecanismo de geração de relatórios de inventário dentro dos locais de armazenamento e depósito. Isso, por sua vez, ajuda o departamento de produção a planejar seus futuros cronogramas de trabalho. Assim, evitando produção ociosa e se antecipando a períodos de muita demanda.</p>
<p>Um <a href="https://blog.egestor.com.br/sistema-de-gestao-empresarial/">sistema de gestão</a> também permite relatar rapidamente o estoque e seu status. Assim, mantendo intactas todas as informações necessárias para o departamento de produção para uma ação oportuna. Especialmente na indústria alimentícia, esse tipo de inteligência desempenha um papel crucial no movimento em tempo real de estoques de um local para outro. O que inicia uma vida útil mais longa para o produto alimentício e eliminando as perdas e desperdício.</p>
<p>O gerenciamento de estoques também ajuda a evitar erros relacionados ao <a href="https://blog.egestor.com.br/balanco-de-estoque/">inventário</a>. E também a tomar decisões rápidas para melhorar as operações internas.</p>
<p>Então, é um fato bem compreendido que, se o estoque é gerenciado adequadamente, é possível se organizar para maximizar a eficiência, crescer e expandir as operações sem mudanças dramáticas e economizar dinheiro evitando perdas.</p>
<p>A partir dessas considerações, separamos 7 benefícios que o gerenciamento do seu estoque com um sistema para varejo pode obter com a utilização de um sistema de <a href="https://blog.egestor.com.br/gestao/">gestão</a>.</p>
<h2 id="secao-1-vantagens-de-um-sistema-de-gestao-de-estoque-versatilidade">1. Vantagens de um sistema de gestão de estoque: Versatilidade</h2>
<p>Os melhores sistemas de gestão são modulares e versáteis. Eles podem ser utilizados por qualquer organização empresarial, independentemente de seu tamanho e complexidade. Por serem sistemas completos, não se resumem ao controle do estoque. E sim, podem controlar os processos fiscais, financeiros, de recursos humanos e muito mais, tudo integrado à gestão do estoque.</p>
<h2 id="secao-2-vantagens-de-um-sistema-de-gestao-de-estoque-amplitude-de">2. Vantagens de um sistema de gestão de estoque: Amplitude de possibilidades</h2>
<p>Da preparação das ordens de entrega em etapas simples ao controle e gerenciamento das remessas recebidas, os sistemas de gestão competentes conseguem cuidar de todas as atividades relacionadas ao estoque.</p>
<p>Além disso, a preparação das contagens de estoque e o gerenciamento de armazéns são facilmente controladas a partir da tela do computador. Assim como o controle de produtos a partir de códigos de barras, o gerenciamento eficiente de descartes e opções de transferência de estoque.</p>
<h2 id="secao-3-vantagens-de-um-sistema-de-gestao-de-estoque-consolidacao">3. Vantagens de um sistema de gestão de estoque: Consolidação de informações</h2>
<p>Com um sistema de gestão, os dados relacionados ao estoque, como venda, compra, estoque parado e demanda de fabricação ou pedido, são colocados em um único sistema inteligente. Assim, os gestores podem ter acesso a todas as informações relevantes do estoque. Para que assim se possa utilizar esses dados como ajuda a empresa no rastreamento do desempenho dos processos de controle.</p>
<h2 id="secao-4-vantagens-de-um-sistema-de-gestao-de-estoque-otimizacao">4. Vantagens de um sistema de gestão de estoque: Otimização de estoque</h2>
<p>A produção excessiva ou menor que a necessária pode ser prejudicial para uma empresa. Para manter os custos sob controle, é essencial ter a combinação certa e a quantidade certa de estoque em mãos. Especialmente quando o produto é perecível por natureza, o gerenciamento de estoque deve funcionar dentro do prazo.</p>
<p>As soluções de gestão permitem que você planeje adequadamente suas necessidades de produção e reabastecimento, garantindo que, a qualquer momento, a quantidade de estoque registrado seja precisa, para que as decisões de compra possam ser livres de erros.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/14-3.jpg-2000.webp" alt="" width="2000" height="696"></p>
<h2 id="secao-5-vantagens-de-um-sistema-de-gestao-de-estoque-gestao-da">5. Vantagens de um sistema de gestão de estoque: Gestão da cadeia de suprimentos</h2>
<p>Muitas empresas, como varejistas físicos e online, estão usando parceiros da cadeia de suprimentos de terceiros para reabastecer seus níveis de estoque e coordenar as remessas dos clientes.</p>
<p>Para fazer isso de maneira eficaz, o sistema de gerenciamento de estoque deve ser integrado a uma solução. E, essa não deve apenas rastrear os ciclos de produção e estoque da empresa, mas também coordenar com fornecedores e sistemas de logística de terceiros.</p>
<h2 id="secao-6-vantagens-de-um-sistema-de-gestao-de-estoque-relatorios">6. Vantagens de um sistema de gestão de estoque: Relatórios financeiros precisos</h2>
<p>Todas as etapas da gestão de estoque são extremamente relevantes para seus relatórios financeiros. Seja produtos acabados, trabalhos em andamento ou matérias-primas, todos os <a href="https://blog.egestor.com.br/tipos-de-estoque/">tipos de estoque</a> têm um valor financeiro que deve ser contabilizado.</p>
<p>Os sistemas de gestão com recursos integrados garantem que seus relatórios anuais e declarações de impostos sejam precisos. Com uma solução de gestão, você pode ter certeza de que o valor registrado em seus livros corresponderá ao valor físico do seu armazém.</p>
<h2 id="secao-7-vantagens-de-um-sistema-de-gestao-de-estoque">7. Vantagens de um sistema de gestão de estoque: Escalabilidade</h2>
<p>À medida que sua empresa cresce, também cresce o processo de gerenciamento de estoque. Você precisa de um software de gestão que cresça junto com a escala de suas operações. As soluções de gestão garantem o crescimento sem adicionar uma quantidade substancial de despesas de hardware, dando à sua empresa a liberdade de entrar em novos mercados, introduzir novos produtos ou expandir sua base de clientes.</p>
<h2 id="consideracoes-finais">Considerações finais</h2>
<p>A gestão de estoque é um controle essencial para qualquer empresa. Ela define valores e, inclusive, pode levar um negócio à falência. Existem alguns outros <a href="https://blog.egestor.com.br/metodos-gestao-de-estoque/">métodos</a> e ferramentas de otimizar o controle do estoque, juntamente com o sistema de gestão. Alguns que podem ser utilizados são o <a href="https://blog.egestor.com.br/o-que-sao-peps-ueps-e-custo-medio/">PEPS, UEPS e Custo médio</a>, por exemplo.</p>
<p>Um sistema como o eGestor realiza a integração do seu estoque com todos os outros setores, além de emitir notas fiscais, como a NF-e, a NFC-e e a NFS-e. Assim como emite boletos registrados e relatórios de vários ambientes.</p>
<p>Teste o <a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener">eGestor</a> gratuitamente!</p>
<p><a href="https://egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Definir metas: Qual a importância disso para a sua empresa</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/definir-metas/</link>
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      <pubDate>Thu, 06 Jan 2022 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Sistema de Gestão</category>
      <category>redação</category>
      <description>Em todos os campos da vida planejamos atingir as nossas metas. No mundo dos negócios não é diferente. Entenda a importância de definir metas!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Em todos os campos, vida profissional e particular, traçamos planos de ação diferentes para atingir as nossas metas. No mundo dos negócios isso não é diferente. É preciso que os gestores definam metas a fim de direcionar o trabalho e as pessoas para alcance dos resultados almejados.</p>
<p>O problema, porém, é que quando falamos de uma empresa, não é tão fácil quanto parece traçar e executar planos para atingir metas. Quando fazemos isso sem o conhecimento das necessidades da equipe, por exemplo, podemos perder um precioso tempo e outros recursos em vão.</p>
<p>Na intenção de alcançar metas desejadas, muitos gestores acabam por definir metas inalcançáveis e tornam o processo doloroso para todos, sem sequer chegar ao que foi almejado. É preciso, então, conhecer estratégias para definir e colocar os objetivos em prática.</p>
<p>Por isso, selecionamos neste post, várias informações que nos ajudam a saber a importância de definir metas para a sua empresa.</p>
<ul>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/definir-metas/#saiba">Saiba diferenciar as metas e objetivos</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/definir-metas/#tenha">Tenha metas próximas da realidade</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/definir-metas/#avalie">Avalie sempre os resultados e objetivos</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/definir-metas/#evite">Evite a imposição das metas à sua equipe</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/definir-metas/#escolha">Escolha gestores preparados para definir metas</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/definir-metas/#envolva">Envolva os funcionários para manter o engajamento</a></li>
</ul>
<figure><a href="https://youtu.be/DnN4DM1CXPI" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-DnN4DM1CXPI.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<h2 id="saiba-diferenciar-as-metas-e-objetivos">Saiba diferenciar as metas e objetivos</h2>
<p>Antes de traçar os planos de ação, é interessante entender a diferença entre definir <a href="https://blog.egestor.com.br/diferencas-metas-kpis-e-indicadores-de-resultados/">metas e objetivos</a>. Parecem conceitos simples, e até são, mas podem causar uma pequena confusão quando tentamos colocar em prática.</p>
<p>Para o <em>Dicionário Michaellis Online</em>, objetivo é um "Ponto a ser alcançado em uma operação; alvo". Já em relação à meta, o mesmo portal define que é o "Fim a que se dirigem as ações ou os pensamentos de alguém".</p>
<p>Portanto, podemos conferir aos objetivos como as ações a fim de atingir uma meta. Por exemplo, ter o objetivo de montar o próprio negócio, a meta, então, pode ser estipular o tipo de negócio, o início da atuação da empresa e outras especificidades do objetivo.</p>
<h2 id="tenha-metas-proximas-da-realidade">Tenha metas próximas da realidade</h2>
<p>Depois de compreender o que é a meta, precisamos ter maturidade na hora de traçar aquelas às quais desejamos para a empresa. Não adianta ter objetivos totalmente fora da realidade, pois o resultado será frustração.</p>
<p>Definir metas erradas é o mesmo que direcionar toda a energia para algo que não nos levará a nada, parece duro, mas é a verdade que atinge os despreparados.</p>
<p>Além disso, ter objetivos inalcançáveis significa gerar uma equipe frequentemente frustrada e perdendo tempo. Por isso, é importante que o gestor faça uma análise minuciosa das metas, a curto, médio e longo prazo, para que assim, saiba quais passos executar para que atinja todos os seus objetivos.</p>
<h2 id="avalie-sempre-os-resultados-e-objetivos">Avalie sempre os resultados e objetivos</h2>
<p>Também precisamos ter a noção de que as metas podem mudar conforme os resultados. Nesse quesito, é preciso que a gestão tenha a prática de análise dos resultados obtidos em direção a cada objetivo. Caso a prática mostre que o caminho não é viável, novas estratégias devem ser traçadas.</p>
<p>Por consequência, pode ser que alguns objetivos e metas sejam refeitos ao longo do caminho. É preciso, então, estar aberto para mudanças e flexível às alterações das metas, a fim de que haja resultados e sucesso. A ideia central é poupar recursos humanos e materiais em caso de ausência de resultados.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/11..jpg-2000.webp" alt="Definir metas" width="2000" height="1334"></p>
<h2 id="evite-a-imposicao-das-metas-a-sua-equipe">Evite a imposição das metas à sua equipe</h2>
<p>Uma questão também importantíssima é em relação ao posicionamento da equipe em busca de alcançar essas metas. Afinal, são eles que viverão o negócio na prática e podem atuar em busca de atingir os seus objetivos. Por isso, é preciso que o gestor tenha tato ao trazer esses alvos para os funcionários.</p>
<p>Obrigar, pressionar e impor suas metas para os colaboradores pode ser um grande empecilho na busca pelos resultados. Isso porque a opinião deles é importante, além de que quanto mais participarem desse processo, mais terão engajamento com ele.</p>
<p>Nesse contexto, entra a administração dos recursos humanos da empresa, importantíssimo para o processo.</p>
<h2 id="escolha-gestores-preparados-para-definir-metas">Escolha gestores preparados para definir metas</h2>
<p>Sabemos que no âmbito empresarial as coisas devem estar bem direcionadas, organizadas e baseadas em algo concreto para ter sucesso. Por isso, tenha em sua equipe um gestor ou gerente focado em aprender sempre mais a fim de adotar estratégias pautadas no conhecimento teórico e prático.</p>
<p>O que parece simples pode se transformar em problema nas mãos de alguém despreparado. Então, tenha cuidado também na hora de delegar as funções que tenham a ver com as metas.</p>
<h2 id="envolva-os-funcionarios-para-manter-o-engajamento">Envolva os funcionários para manter o engajamento</h2>
<p>Apesar de cumprir as boas práticas que citamos acima, pode ser que a sua equipe passe por momentos de dificuldade durante o processo. Isso é comum por conta do cansaço e a pressão para atingir as metas. O que você, enquanto gestor, pode fazer para mudar esse quadro, é promover incentivos para que a sua equipe volte a ter o engajamento inicial.</p>
<p>Para isso acontecer, você pode oferecer recompensas para aqueles que gerarem bons resultados. Assim, poderá medir também os que estão com dificuldades e promover o auxílio que eles precisam. Dessa forma, as arestas são aparadas e você consegue administrar o seu pessoal.</p>
<h2 id="consideracoes-finais">Considerações finais</h2>
<p>Depois de tudo isso, agora é possível entender tamanha a importância que é para uma empresa definir metas. Além disso, não basta apenas idealizar, mas colocar as ações em prática para atingir as metas.</p>
<p>Pode ser que a sua organização tenha passado por problemas antes por conta da má administração dos recursos ou erros ao definir metas distantes.</p>
<p>Isso é muito comum, porém, a fim de não repetir o erro, procure seguir as dicas que trouxemos em nosso post. Saiba definir as metas que estão ao alcance de todos, administradores e equipe de funcionários.</p>
<p>Procure também analisar sempre os resultados durante o caminho em busca desse objetivo. Caso algo saia do rumo traçado, é possível definir metas diferentes.</p>
<p>Não se esqueça também de que para que tudo seja realidade, você precisa contar com a sua equipe. Então, nada de obrigar ou impor as metas, promova a participação do grupo para obter engajamento, além de eleger um gestor preparado para o trabalho.</p>
<p>Ao longo desse caminho, pode ser que a equipe ou mesmo o gestor, tenham dificuldades em manter o engajamento. Para isso, mudar é necessário. Ações que incentivem, como beneficiar aqueles que atingem os resultados almejados, é um exemplo. As pessoas são um recurso muito importante e merecem atenção.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Fluxo de caixa otimizado e eficiente: 7 dicas infalíveis</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/fluxo-de-caixa-otimizado-e-eficiente/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/fluxo-de-caixa-otimizado-e-eficiente/</guid>
      <pubDate>Tue, 04 Jan 2022 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Sistema de Gestão</category>
      <category>Controle Financeiro</category>
      <category>redação</category>
      <description>O fluxo de caixa é um dos principais itens da gestão de uma empresa. Confira 7 dicas para um fluxo de caixa otimizado e de forma eficiente!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Cuidar do aspecto financeiro de qualquer empresa, independentemente do ramo e do porte, é fundamental para a saúde do negócio. O fluxo de caixa otimizado é o principal item dessa gestão, ele precisa estar sempre positivo para a empresa lucrar corretamente.</p>
<p>Só através de alguns cuidados básicos, é possível fazer com que o fluxo de caixa tenha uma movimentação positiva no final do mês. Permitindo o crescimento do negócio e rápida solução de demandas eventuais.</p>
<p>Tanto a entrada, como a saída de dinheiro são movimentações de extrema relevância para a lucratividade da empresa. Assim como também são importantes para o pagamento de contas fixas e variáveis pertinentes, para o investimento em melhorias, manutenção. Mas, principalmente, para conhecer a realidade da empresa.</p>
<p>Sem isso, o gestor não consegue avaliar se a saúde financeira da empresa está ou não positiva, se as estratégias de venda adotadas estão dando certo, se os produtos estão atendendo às demandas dos clientes e se os preços estão justos o suficiente. Através do conhecimento profundo do <a href="https://blog.egestor.com.br/fluxo-de-caixa/">fluxo de caixa</a>, é possível gerar relatórios para aprimorar os ganhos da empresa.</p>
<p>Por isso, é necessário trabalhar para manter esse fluxo positivo o bastante para lucrar e não apenas para suprir saídas. Para lhe ajudar nessa gestão, separamos algumas dicas para tornar seu fluxo de caixa otimizado. Confira:</p>
<h2 id="secao-1-registre-tudo">1. Registre tudo</h2>
<p>Como qualquer transação, principalmente as financeiras, o registro de todas as movimentações se faz necessário. Não importa o valor ou a natureza da movimentação financeira. Registre absolutamente todas elas, seja de entrada ou de saída. Opte por fazer esse registro de forma eletrônica, como planilhas de excel ou softwares de gestão financeira. Deixe no passado aquele hábito inseguro de anotar no papelzinho. As chances de perder são maiores.</p>
<p>Se você optar por fazer planilha, é importante dividir as movimentações em categorias diferentes. Essa divisão pode ser de gastos, ganhos, e outras categorias de acordo com o seu negócio. Isso ajuda a visualizar melhor a especificidade de cada movimentação, e a encontrar falhas e pontos positivos mais rapidamente.</p>
<p>Assim, é possível conhecer e controlar todos os seus gastos diários, semanais e mensais. Isso possibilita prever a média de custos fixos e variáveis no próximo mês, vide o quanto de dinheiro entrou em média no mesmo período. Desta maneira, é possível otimizar e reduzir seus gastos ao encontrar qualquer indício de desperdício financeiro. Ou então iniciar um planejamento para um novo projeto de expansão ou reforma do seu negócio, por exemplo.</p>
<h2 id="secao-2-verifique-o-fluxo-de-caixa-todos-os-dias">2. Verifique o fluxo de caixa todos os dias</h2>
<p>O acompanhamento constante do fluxo de caixa se faz necessário em qualquer empresa. Isso ajuda a analisar em média tudo o que entra e o que sai diariamente, o quanto de material ou produtos são gastos por dia, o quanto irá gastar para possíveis reposições junto aos fornecedores. Além de conseguir prever qualquer surpresa com antecedência, afinal o seu negócio não pode parar por problemas internos.</p>
<h2 id="secao-3-gerencie-o-estoque">3. Gerencie o estoque</h2>
<p>Aumentar o fluxo de caixa é sinônimo de aumentar suas vendas. E isso demanda um estoque muito bem organizado e preenchido, evitando sempre os desperdícios. A falta de produtos ou o desperdício dos mesmos faz com que a empresa perca o dinheiro que poderia adquirir com as vendas e o próprio dinheiro aplicado para adquirir tais produtos. Além de empurrar os clientes para a concorrência devido à falta de produtos..</p>
<p>Atualmente, existem softwares de gestão de estoque que permitem o controle de todos os produtos que entram e saem. Eles podem ser organizados por ambiente, preço, especificações dos produtos etc. Além disso, também geram relatórios automáticos sobre a sua movimentação. Por isso, invista nessa gestão de estoque para manter seu fluxo de caixa otimizado.</p>
<p><a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-fluxo-de-caixa/"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/banner-planilha-fluxo-de-caixa.png-650.webp" alt="" width="650" height="250"></a></p>
<h2 id="secao-4-coordene-seus-fluxos-de-entrada-e-saida">4. Coordene seus fluxos de entrada e saída</h2>
<p>Ambas as movimentações devem “bater”, para que não haja atrasos em pagamentos de contas e para que o fluxo de caixa fique prejudicado. Exemplo disso é o prazo de pagamento para fornecedores. O cronograma de dinheiro que entra no seu caixa no mês, deve coincidir com o que sai. Assim, é possível pagar todos eles sem atrasos e sem juros.</p>
<p>O empresário também pode optar por um planejamento financeiro embasado, mantendo um caixa que comporte as contas nos períodos de não recebimento. Isso também é válido para os recebimentos em cartão de crédito, que demoram a compensar para o empresário. Um bom software de gestão financeira é capaz de evitar essas confluências.</p>
<h2 id="secao-5-tenha-um-sistema-para-gestao-financeira">5. Tenha um sistema para gestão financeira</h2>
<p>Apesar de a planilha auxiliar no dia a dia, ela acaba sendo bastante incompleta e passível de erro humano. Por isso, investir em um software de gestão pode tornar o fluxo de caixa otimizado e melhorar a rotina. Ele torna o controle muito mais dinâmico como também facilita na hora de analisar a situação da empresa e planejar o futuro.</p>
<p>Opte por softwares que sejam fáceis de usar, a fim de que todos os funcionários que lidem com a parte financeira, consigam dominar a ferramenta no dia a dia e possam usufruir corretamente dos seus benefícios.</p>
<h2 id="secao-6-foque-na-alta-demanda">6. Foque na alta demanda</h2>
<p>Para que o fluxo de caixa aumente e aumente corretamente, é preciso investir em produtos com alta demanda e repensar custos para os que estão com a demanda em baixa. Só assim, é possível manter os clientes na empresa e evitar a migração para a concorrência.</p>
<p><strong>💡 Você também pode gostar: <a href="https://blog.egestor.com.br/fluxo-de-caixa-ajuda-tomada-de-decisoes/">Como o fluxo de caixa pode ajudar na tomada de decisões da sua empresa</a></strong></p>
<h2 id="secao-7-tenha-um-bom-relacionamento-com-fornecedores-e-clientes">7. Tenha um bom relacionamento com fornecedores e clientes</h2>
<p>Para negociar alguma dívida, alterar prazos de pagamentos junto aos fornecedores e para solucionar demandas dos clientes, é preciso que a sua empresa foque no bom relacionamento. O bom relacionamento possibilita até mesmo o pagamento antecipado do seu cliente e a fidelização com o seu negócio, mantendo assim um fluxo de caixa otimizado.</p>
<p>Por isso, invista em chats, atendimentos em redes sociais, telefone, e-mail e presenciais para sempre estar disponível para esses dois grupos. Com os fornecedores, também é preciso manter esse bom relacionamento para conseguir descontos, melhores condições de pagamento, prazos mais vantajosos e até mesmo melhores produtos.</p>
<h2 id="consideracao-finais">Consideração Finais</h2>
<p>Muitas vezes a utilização de uma planilha pode atender a necessidade de uma empresa. Ela traz grande facilidade, uma vez que é possível montar uma ou baixar uma planilha de fluxo de caixa grátis. Mas, com o tempo e o crescimento da empresa, a planilha não é suficiente. Por isso, um sistema de fluxo de caixa é essencial.</p>
<p>O eGestor é um deles. Com um controle de fluxo de caixa integrado ao controle financeiro, controle de estoque e vários outros métodos, também é possível emitir relatórios. Assim, facilitando todo o controle de um negócio.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Ações de pós-venda: como utilizar para fidelizar seus clientes</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/acoes-de-pos-vendas/</link>
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      <pubDate>Thu, 23 Dec 2021 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Empreendedorismo</category>
      <category>redação</category>
      <description>As ações de pós-venda são estratégias importantes do processo de fidelização do cliente. Confira aqui como utilizá-las!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>As <strong>ações de pós-venda</strong> são estratégias extremamente importantes e fazem parte de um processo de fidelização essencial para qualquer empresa ou comércio. Isso porque quem trabalha com vendas não pode se preocupar apenas em vender o produto. É preciso <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-cadastro-de-clientes/">acompanhar o cliente</a> após a venda, dando suporte e atenção necessários para motivá-lo a fazer negócio novamente.</p>
<p>Pensando nisso, a maioria das empresas está apostando em estratégias com contato efetivo com o cliente após a venda. A intenção dessas ações é que exista um acompanhamento da experiência com o produto e a compra. Assim, também é possível atender as necessidades que possam surgir.</p>
<p>Para saber quais são as <strong>ações de pós-venda</strong> e como colocá-las em prática, acompanhe esse conteúdo. Fique atento a cada detalhe e perceba como eles são importantes!</p>
<ul>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/acoes-de-pos-vendas/#o-que-sao">O que são ações de pós venda</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/acoes-de-pos-vendas/#pesquisa">Pesquisa de satisfação</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/acoes-de-pos-vendas/#acoes">Ações de pós-venda para contato com o cliente</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/acoes-de-pos-vendas/#proposta">Proposta de promoções ou descontos</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/acoes-de-pos-vendas/#atendimento">Atendimento de qualidade mesmo após a venda</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/acoes-de-pos-vendas/#sincero">Ser sincero e honesto com seu cliente</a></li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/acoes-de-pos-vendas/#detalhes">Detalhes que fazem a diferença</a></li>
</ul>
<h2 id="o-que-sao-acoes-de-pos-venda">O que são ações de pós venda</h2>
<p>O pós-venda são ações executadas depois da venda, com o intuito de iniciar uma relação mais próxima com o consumidor. Essa relação serve para fazer com que o cliente retorne para outros negócios. Normalmente elas incluem comunicação por e-mail ou outras redes e um acompanhamento sobre a compra. Além disso, as ações de pós-venda podem ser envio de ofertas de produtos ou serviços.</p>
<p>A ideia por trás de ações pós-venda é que a conexão entre o consumidor e a empresa seja estreitada, facilitando novas vendas. Mas, elas também funcionam para ajudar o cliente. No caso de um <a href="https://blog.egestor.com.br/saas/">SaaS</a>, por exemplo, o cliente precisa de um certo acompanhamento, ou ele pode acabar deixando o software de lado e, num futuro, cancelando.</p>
<p>Para que isso não aconteça, são feitas ações de pós-venda bem estruturadas.</p>
<h2 id="pesquisa-de-satisfacao">Pesquisa de satisfação</h2>
<p>Essa estratégia é o termômetro para saber se a experiência do consumidor foi realmente boa. Não teria sentido você querer fidelizar um cliente que não saiu satisfeito com a compra ou o atendimento recebido, sem que você e sua empresa tenham consciência disso.</p>
<p>Saber quais foram as impressões que ele teve, fará com que você consiga enxergar quais são os aspectos que precisam ser melhorados e aqueles que já estão tendo bons resultados.</p>
<p>Além disso, ações como essa farão o cliente perceber que sua empresa tem interesse pela satisfação dele e isso conta muito no processo de fidelização.</p>
<p>A pesquisa de satisfação pode ser feita de várias maneiras. Uma das mais populares é aquela em que o cliente atribui uma nota de 0 a 5, ou de 0 a 10 a quesitos específicos, definidos pela empresa.</p>
<p>Há também o modelo de pesquisa em que o consumidor indica seu nível de satisfação sobre cada quesito, sinalizando se está insatisfeito, satisfeito ou muito satisfeito, por exemplo.</p>
<p>Por isso, essa pesquisa pode ser uma ótima ação de pós-venda, trazendo ótimos resultados.</p>
<h2 id="acoes-de-pos-venda-para-contato-com-o-cliente">Ações de pós-venda para contato com o cliente</h2>
<p>Em uma estratégia de fidelização é muito importante que a empresa mantenha contato com o consumidor após a compra.</p>
<p>Isso criará um vínculo importante e que poderá render bons resultados, como uma relação de confiança e proximidade com o cliente, que provavelmente pensará em sua empresa diante de alguma necessidade. Afinal de contas, você será lembrado constantemente.</p>
<p>Para isso, você pode mandar e-mail ou utilizar outras ferramentas para enviar novidades, promoções, ofertas e outras informações que julgar serem importantes para os consumidores. Outra estratégia interessante nesse sentido é enviar mensagens no dia do aniversário ou em outras datas comemorativas.</p>
<h2 id="proposta-de-promocoes-ou-descontos">Proposta de promoções ou descontos</h2>
<p>Uma alternativa que está sendo muito utilizada como ação de pós-venda é oferecer aos clientes propostas que sejam interessantes para eles após a compra. Elas podem ser descontos para a próxima aquisição ou promoções exclusivas para quem já comprou algum produto.</p>
<p>Essa estratégia não tem foco em vender mais mercadorias, mas sim trazer o cliente para perto, e fazê-lo adquirir o hábito de voltar mais vezes. Por esse motivo é importante oferecer produtos e promoções que tenham relação com a compra anterior.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/50-1.png-2000.webp" alt="ações de pós-venda" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="atendimento-de-qualidade-mesmo-apos-a-venda">Atendimento de qualidade mesmo após a venda</h2>
<p>Após adquirir seu produto ou serviço, o cliente pode precisar do suporte da empresa, caso tenha problemas com a aquisição, dúvidas, solicitações ou reclamações.</p>
<p>Nesse momento, é essencial que o consumidor seja muito bem atendido e perceba que independente do motivo do contato com a empresa, ele terá toda assistência que precisa e será tratado com muita atenção e respeito.</p>
<p>Esse tipo de tratamento irá gerar confiança e o cliente irá perceber que o bom atendimento da empresa não é circunstancial.</p>
<p>Esse aspecto é muito importante, principalmente em uma eventual necessidade de troca ou devolução de produtos, em que é muito comum as empresas dispensarem um atendimento ruim ou medíocre ao cliente.</p>
<p>Devemos considerar ainda que, se por algum motivo o cliente ficar insatisfeito após a compra, um atendimento de qualidade oferece grandes chances de recuperá-lo.</p>
<h2 id="ser-sincero-e-honesto-com-seu-cliente">Ser sincero e honesto com seu cliente</h2>
<p>Essa é uma das questões mais importantes a respeito das ações de pós-venda. Tudo o que for prometido, deve ser cumprido e por isso você precisa ser extremamente honesto com seu cliente.</p>
<p>Se o consumidor se sentir enganado ou ficar frustrado com o produto ou serviço, ele nunca mais vai querer voltar a fazer negócio com você. E, além disso, pode espalhar uma má fama da sua empresa para outras pessoas.</p>
<p>Não prometa prazos que você não possa cumprir ou indique uma qualidade ou característica que na verdade seu produto não possui. Não ofereça também garantias que não poderão ser mantidas. Seja sincero a respeito de tudo e responda perguntas baseando-se na verdade.</p>
<p>Diante de uma situação controversa, o consumidor perderá toda a confiança em você e sua empresa perderá a credibilidade diante dele.</p>
<h2 id="detalhes-que-fazem-a-diferenca">Detalhes que fazem a diferença</h2>
<p>Algumas ações podem parecer apenas detalhes sem muito significado, mas conseguem gerar resultados muito positivos. Podemos citar como exemplo uma mensagem personalizada na embalagem do produto, desejando uma boa experiência ou agradecendo pela preferência; ou entregar o produto antes do prazo prometido.</p>
<p>Pequenas gentilezas após a venda demonstram que a sua empresa não está simplesmente interessada em vender, mas principalmente, em proporcionar uma experiência agradável ao seu cliente e ele perceberá isso.</p>
<p>É importante destacar que ações de fidelização exigem menos custos do que a captação de novos clientes, além de possibilitarem um volume maior de consumidores que realizarão compras recorrentes.</p>
<p>Não deixe de considerar também que para ter um pós-venda eficiente, é necessário preparar toda sua equipe para o trabalho dentro de cada função, por meio de treinamentos e ações de capacitação. Afinal de contas, cada um terá um papel importante nesse processo que se baseia em trabalhos específicos de cada área.</p>
<p>Algumas <strong>ações de pós-venda</strong> podem parecer bem simples ou até inúteis, mas o fato é que são essas estratégias simples que farão o cliente se sentir especial, valorizado e satisfeito com sua experiência de compra.</p>
<p>Vale lembrar que consumidor satisfeito significa não apenas chances de tê-lo novamente como cliente. Seu contentamento pode fazê-lo indicar o negócio para outras pessoas e dessa maneira muitos outros clientes serão agregados e assim, fidelizados também.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
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