<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <channel>
    <title>gestão financeira — eGestor Blog</title>
    <link>https://blog.egestor.com.br/tag/gestao-financeira/</link>
    <description>Posts com a tag gestão financeira em eGestor Blog.</description>
    <language>pt-BR</language>
    <lastBuildDate>Wed, 23 Sep 2026 15:20:25 -0300</lastBuildDate>
    <atom:link rel="self" type="application/rss+xml" href="https://blog.egestor.com.br/tag/gestao-financeira/feed/"/>
    <item>
      <title>Split Payment: o que é e como vai afetar o caixa da sua empresa</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/split-payment/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/split-payment/</guid>
      <pubDate>Tue, 09 Jun 2026 15:39:09 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Controle Financeiro</category>
      <category>Contabilidade</category>
      <category>gestão financeira</category>
      <category>contabilidade</category>
      <description>Entenda o que é Split Payment, como funciona na prática e o que fazer agora para proteger o fluxo de caixa da sua empresa antes de 2027.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Reforma Tributária</strong> aprovada pela <strong>Emenda Constitucional nº 132/2023</strong> e regulamentada pela <strong>Lei Complementar nº 214/2025</strong> trouxe mudanças profundas para o sistema tributário brasileiro. Entre elas, o <strong>Split Payment</strong> — ou pagamento fracionado — é, sem dúvida, um dos mecanismos com maior impacto direto no dia a dia financeiro das empresas.</p>
<p>Enquanto a maioria das atenções se volta para os novos tributos CBS e IBS, o Split Payment passa despercebido por muitos gestores. E é justamente aí que mora o risco: a mudança vai alterar a forma como o dinheiro entra no caixa da sua empresa — e quem não se preparar com antecedência vai sentir no bolso.</p>
<p>Neste artigo, explicamos o que é o Split Payment, como ele funciona na prática, qual é o cronograma de implementação e o que você pode fazer hoje para proteger o <a href="https://blog.egestor.com.br/fluxo-de-caixa/">fluxo de caixa</a> da sua empresa.</p>
<h2 id="o-que-e-split-payment">O que é Split Payment?</h2>
<p>Split Payment é um mecanismo de <strong>retenção automática de tributos no momento da transação financeira</strong>. Em vez de o imposto seguir o caminho atual — onde o valor entra integralmente no caixa da empresa e ela recolhe o tributo depois —, o novo modelo faz a separação na origem: ao receber um pagamento, o sistema retém automaticamente a parcela referente ao IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e à CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e as repassa diretamente ao <a href="https://blog.egestor.com.br/fisco-o-que-e-como-funciona-e-principais-regulamentacoes/">Fisco</a>. A empresa recebe apenas o valor líquido.</p>
<p>Trata-se de uma mudança estrutural que afeta não apenas a área fiscal, mas também o <a href="https://blog.egestor.com.br/capital-de-giro/">capital de giro</a>, o <a href="https://blog.egestor.com.br/planejamento-financeiro-empresarial/">planejamento financeiro</a> e a operação de praticamente todos os negócios que emitem nota fiscal.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/christiann-koepke-0jPuWm8_9wY-unsplash.jpg-2000.webp" alt="Pessoa realizando pagamento por aproximação com celular, representando o mecanismo de Split Payment da Reforma Tributária brasileira" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="como-o-split-payment-funciona-na-pratica">Como o Split Payment funciona na prática?</h2>
<p>Para entender o impacto, compare o modelo atual com o novo:</p>
<h3 id="modelo-atual-sem-split-payment">Modelo atual (sem Split Payment)</h3>
<ol>
<li>O cliente paga R$ 1.000 pela compra;</li>
<li>O valor cai <strong>integralmente</strong> na conta da empresa;</li>
<li>A empresa usa esses R$ 1.000 para pagar fornecedores, salários e despesas operacionais;</li>
<li>No prazo legal, a empresa recolhe o imposto ao governo — por exemplo, R$ 250.</li>
</ol>
<p>Nesse modelo, a empresa dispõe dos R$ 1.000 por dias ou semanas antes de precisar pagar o tributo. Esse intervalo é chamado de <strong>float tributário</strong> — e ele é, hoje, uma fonte informal de capital de giro para milhões de empresas.</p>
<h3 id="com-split-payment">Com Split Payment</h3>
<ol>
<li>O cliente paga R$ 1.000 pela compra;</li>
<li>No momento da liquidação — seja via Pix, cartão, boleto ou transferência bancária —, o sistema identifica automaticamente a parcela de IBS e CBS;</li>
<li>O imposto (ex.: R$ 250) vai direto ao <a href="https://blog.egestor.com.br/fisco-o-que-e-como-funciona-e-principais-regulamentacoes/">Fisco</a>;</li>
<li>A empresa recebe <strong>apenas os R$ 750 líquidos</strong>.</li>
</ol>
<p>O float tributário deixa de existir. O caixa disponível imediatamente após a venda é menor — e permanentemente.</p>
<p>Tecnicamente, essa separação é feita por um <strong>motor de apuração</strong> integrado ao <strong>ROC (Registro de Operações de Consumo)</strong>, uma plataforma central que conecta a <a href="https://blog.egestor.com.br/nota-fiscal-eletronica/">nota fiscal eletrônica</a>, os meios de pagamento e a apuração tributária em tempo real. O ROC é gerido pelo Comitê Gestor do IBS (para o tributo estadual/municipal) e pela Receita Federal (para a CBS).</p>
<h2 id="as-tres-modalidades-do-split-payment">As três modalidades do Split Payment</h2>
<p>A <strong>Lei Complementar nº 214/2025</strong> prevê três formas de aplicação do Split Payment, conforme o tipo de operação:</p>
<h3 id="secao-1-simplificada">1. Simplificada</h3>
<p>Aplica percentuais predefinidos de retenção com base no tipo de atividade econômica. Indicada principalmente para operações <strong><a href="https://blog.egestor.com.br/b2b-e-b2c-o-que-sao-e-quais-suas-diferencas/">B2C</a></strong> (vendas ao consumidor final), onde há menor precisão na apuração individualizada do tributo.</p>
<h3 id="secao-2-inteligente">2. Inteligente</h3>
<p>Integra os sistemas de débito e crédito tributário para cálculos mais precisos, voltada principalmente a operações <strong><a href="https://blog.egestor.com.br/b2b-e-b2c-o-que-sao-e-quais-suas-diferencas/">B2B</a></strong> (entre empresas contribuintes). Considera os créditos de IBS e CBS que a empresa tem direito de aproveitar na apuração.</p>
<h3 id="secao-3-superinteligente">3. Superinteligente</h3>
<p>Oferece análise em tempo real das obrigações e créditos fiscais da empresa, resultando na retenção do valor líquido exato do tributo devido. É a modalidade que gera <strong>menor impacto no <a href="https://blog.egestor.com.br/fluxo-de-caixa/">fluxo de caixa</a></strong>, pois já desconta os créditos no momento da transação.</p>
<h2 id="cronograma-de-implementacao-do-split-payment">Cronograma de implementação do Split Payment</h2>
<p>O Split Payment será implementado de forma gradual, acompanhando a transição da <a href="https://blog.egestor.com.br/reforma-tributaria/">Reforma Tributária</a>:</p>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th>Ano</th>
<th>O que acontece</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td><strong>2026</strong></td>
<td>Fase de testes operacionais com alíquota simbólica de 1% (0,9% CBS + 0,1% IBS). Sem impacto financeiro real — foco em adaptação de sistemas.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>2027</strong></td>
<td>CBS substitui PIS/Cofins. Split Payment entra em vigor de forma efetiva, com impacto real no fluxo de caixa das empresas.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>2029–2032</strong></td>
<td>Transição progressiva do ICMS e ISS para o IBS. Alíquotas crescentes de IBS e CBS.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>2033</strong></td>
<td>Implementação total da Reforma Tributária. Split Payment em operação plena com todas as alíquotas definitivas.</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<p>A boa notícia é que 2026 é um ano de preparação. O impacto financeiro real começa em <strong>2027</strong> — o que dá tempo para se organizar, desde que a empresa comece agora.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/israel-andrade-YI_9SivVt_s-unsplash-2.jpg-2000.webp" alt="Pessoas trabalhando na implementação progressiva do Split Payment" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="como-o-split-payment-vai-afetar-o-caixa-da-sua-empresa">Como o Split Payment vai afetar o caixa da sua empresa?</h2>
<h3 id="secao-1-fim-do-float-tributario">1. Fim do float tributário</h3>
<p>O <strong>float tributário</strong> é o período entre a venda e o recolhimento do imposto.</p>
<p>Hoje, uma empresa que vende em janeiro pode recolher o imposto apenas em fevereiro ou março, dependendo do regime tributário. Durante esse intervalo, o valor do tributo fica no caixa da empresa e pode ser usado como capital de giro.</p>
<p>Com o Split Payment, esse período deixa de existir. O imposto é retido no momento exato da transação. Para empresas que dependem desse intervalo para financiar suas operações, o impacto pode ser significativo.</p>
<h3 id="secao-2-reducao-imediata-do-capital-de-giro">2. Redução imediata do capital de giro</h3>
<p>O capital de giro disponível após cada venda será menor do que é hoje.</p>
<p>Uma empresa com faturamento mensal de R$ 100.000 e carga tributária de IBS + CBS de 25%, por exemplo, deixará de ter acesso temporário a R$ 25.000 que antes circulavam no caixa antes do recolhimento.</p>
<p>Para entender melhor a relação entre capital de giro e operação do negócio, leia: <a href="https://blog.egestor.com.br/capital-de-giro/">Capital de giro: entenda o que é e como calcular</a>.</p>
<h3 id="secao-3-impacto-ampliado-nas-vendas-a-prazo">3. Impacto ampliado nas vendas a prazo</h3>
<p>O efeito do Split Payment é ainda mais expressivo para empresas que vendem a prazo. Veja por quê:</p>
<p>Suponha uma venda de R$ 3.000 parcelada em 3 vezes. Com o modelo atual, as três parcelas entram no caixa integralmente e o imposto é pago depois, em uma única guia. Com o Split Payment, em cada parcela recebida de R$ 1.000, o imposto já é retido automaticamente — a empresa recebe apenas o valor líquido.</p>
<p>Como os créditos tributários sobre as compras feitas pela empresa só são confirmados após a verificação do pagamento pelo fornecedor, pode haver um <strong>descasamento temporal</strong> entre o imposto retido e o crédito disponível para compensação. Na prática, isso pode criar um gap temporário de caixa que exige planejamento adicional.</p>
<h3 id="secao-4-maior-impacto-para-pequenas-e-medias-empresas">4. Maior impacto para pequenas e médias empresas</h3>
<p>Empresas de menor porte, que geralmente operam com <a href="https://blog.egestor.com.br/capital-de-giro/">capital de giro</a> mais apertado e dependem das vendas a prazo, tendem a sentir o impacto do Split Payment de forma mais intensa. Grandes corporações, por outro lado, têm mais capacidade de ajustar estruturas de financiamento e absorver a mudança.</p>
<p>Empresas optantes pelo <strong>Simples Nacional</strong> terão tratamento diferenciado, ainda em definição regulatória, mas também serão afetadas pelo novo sistema de recolhimento.</p>
<h3 id="secao-5-o-lado-positivo-mais-previsibilidade-e-menos-burocracia">5. O lado positivo: mais previsibilidade e menos burocracia</h3>
<p>Apesar do impacto no caixa, o Split Payment também traz benefícios reais para as empresas:</p>
<p><strong>Redução de obrigações acessórias:</strong> com o recolhimento automático, diversas declarações e guias mensais deixam de existir.</p>
<p><strong>Menor risco de autuações:</strong> o recolhimento automático elimina o risco de atraso ou erro no pagamento dos tributos.</p>
<p><strong>Mais previsibilidade tributária:</strong> o empresário saberá exatamente quanto de imposto será retido em cada venda.</p>
<p><strong>Créditos mais transparentes:</strong> o sistema inteligente de apuração facilita a visualização e o aproveitamento dos créditos de IBS e CBS.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/86-2.jpg-1549.webp" alt="Se preparando para o Split Payment" width="1549" height="1080"></p>
<h2 id="como-se-preparar-para-o-split-payment">Como se preparar para o Split Payment?</h2>
<p>A fase de testes em 2026 é uma oportunidade valiosa para adaptar processos sem impacto financeiro real. Veja as principais ações que sua empresa deve tomar:</p>
<h3 id="secao-1-revise-e-projete-o-fluxo-de-caixa">1. Revise e projete o fluxo de caixa</h3>
<p>Refaça as projeções de caixa considerando que, a partir de 2027, as entradas serão sempre líquidas de IBS e CBS. Simule diferentes cenários de alíquota e volume de vendas para entender o tamanho do impacto no seu negócio específico.</p>
<p>Veja como estruturar essa projeção: <a href="https://blog.egestor.com.br/fluxo-de-caixa/">Fluxo de Caixa: Guia de como fazer o da sua empresa</a>.</p>
<h3 id="secao-2-fortaleca-o-capital-de-giro">2. Fortaleça o capital de giro</h3>
<p>Com entradas líquidas menores, a empresa precisará de uma reserva de capital de giro mais robusta para cobrir as mesmas despesas operacionais. Avalie se o nível atual de capital de giro será suficiente no novo cenário — e comece a reforçá-lo antes de 2027.</p>
<h3 id="secao-3-renegocie-prazos-com-fornecedores">3. Renegocie prazos com fornecedores</h3>
<p>Se sua empresa vende a prazo mas compra à vista, o Split Payment vai agravar o descasamento de caixa. Negocie prazos de pagamento mais longos com fornecedores ou condições de parcelamento que equilibrem melhor a entrada e a saída de recursos.</p>
<h3 id="secao-4-atualize-o-sistema-de-gestao">4. Atualize o sistema de gestão</h3>
<p>O Split Payment exige que o sistema de emissão de notas fiscais esteja integrado com o ROC e com os meios de pagamento eletrônicos. ERP desatualizado ou processos manuais serão incompatíveis com o novo modelo. Garanta que seu sistema de gestão esteja preparado para:</p>
<ul>
<li>Emitir NF-e com os campos de IBS, CBS e Imposto Seletivo corretamente preenchidos;</li>
<li>Integrar-se com o ROC para apuração automática dos tributos;</li>
<li>Gerar relatórios financeiros que já considerem os valores líquidos de impostos.</li>
</ul>
<p>O <a href="https://www.egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener">eGestor</a> é um sistema de gestão online que já está sendo atualizado para atender às exigências da Reforma Tributária, incluindo os novos campos de NF-e e a integração com as regras de CBS e IBS.</p>
<h3 id="secao-5-consulte-um-contador-especializado">5. Consulte um contador especializado</h3>
<p>O impacto do Split Payment varia bastante conforme o regime tributário, o setor de atuação, o mix de produtos e a estrutura de vendas da empresa. Um contador com domínio da Reforma Tributária pode ajudar a mapear o impacto específico para o seu negócio e identificar oportunidades de planejamento fiscal dentro do novo modelo.</p>
<h3 id="secao-6-acompanhe-a-regulamentacao">6. Acompanhe a regulamentação</h3>
<p>A Reforma Tributária ainda está em processo de regulamentação — especialmente no que diz respeito ao <a href="https://blog.egestor.com.br/simples-nacional/">Simples Nacional</a>, ao tratamento de créditos acumulados e às regras específicas por setor. Fique atento às atualizações do Comitê Gestor do IBS e da Receita Federal.</p>
<p>Para entender o contexto mais amplo da reforma, leia também: <a href="https://blog.egestor.com.br/reforma-tributaria/">Reforma Tributária 2026: CBS, IBS e o que muda na prática para a sua empresa</a>.</p>
<h2 id="conclusao">Conclusão</h2>
<p>O Split Payment representa uma das mudanças mais concretas e imediatas que a <a href="https://blog.egestor.com.br/reforma-tributaria/">Reforma Tributária</a> vai impor ao dia a dia financeiro das empresas. Ao eliminar o float tributário e reduzir o caixa disponível após cada venda, ele exige um novo nível de <a href="https://blog.egestor.com.br/planejamento-financeiro-empresarial/">planejamento financeiro</a> — especialmente para pequenas e médias empresas que dependem de <a href="https://blog.egestor.com.br/capital-de-giro/">capital de giro</a> enxuto.</p>
<p>A boa notícia é que há tempo para se preparar. 2026 é o ano de testes e adaptação; o impacto real começa em 2027. Empresas que usarem esse período para revisar o <a href="https://blog.egestor.com.br/fluxo-de-caixa/">fluxo de caixa</a>, fortalecer o capital de giro e atualizar seus sistemas de gestão estarão em posição muito mais confortável quando a mudança entrar em vigor de verdade.</p>
<p>Para aprofundar a gestão financeira da sua empresa, leia: <a href="https://blog.egestor.com.br/controle-financeiro-como-fazer/">Controle financeiro empresarial: como fazer passo a passo</a> e <a href="https://blog.egestor.com.br/planejamento-financeiro-empresarial/">Planejamento Financeiro Empresarial: Guia Completo</a>.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/image-275.png-1200.webp" alt="Split Payment" width="1200" height="800"></p>
<section class="faq"><h2 id="perguntas-frequentes-sobre-split-payment">Perguntas frequentes sobre Split Payment</h2><div class="faq-lista"><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-e-split-payment-2">O que é Split Payment?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Split Payment é o mecanismo previsto na <strong>Reforma Tributária brasileira (EC 132/2023)</strong> que promove a retenção automática dos tributos <strong>IBS</strong> e <strong>CBS</strong> no momento em que o pagamento é liquidado. Em vez de o imposto entrar no caixa da empresa e ser recolhido depois, ele é separado na origem e enviado diretamente ao Fisco, enquanto a empresa recebe apenas o valor líquido da venda.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="quando-o-split-payment-comeca-a-valer-no-brasil">Quando o Split Payment começa a valer no Brasil?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Em 2026, o Split Payment entra em fase de testes com uma alíquota simbólica de 1% (0,9% de CBS e 0,1% de IBS), sem impacto financeiro real. O efeito concreto sobre o caixa das empresas começa em <strong>2027</strong>, quando a CBS passa a substituir o PIS/Cofins de forma efetiva. A implementação total está prevista para <strong>2033</strong>.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="como-o-split-payment-afeta-o-fluxo-de-caixa">Como o Split Payment afeta o fluxo de caixa?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>O principal impacto é a eliminação do float tributário — o intervalo entre receber o pagamento e recolher o imposto, que hoje funciona como capital de giro informal. Com o Split Payment, a empresa passa a receber sempre o valor líquido de IBS e CBS, reduzindo o caixa disponível imediatamente após cada venda. O impacto é maior em empresas que vendem muito a prazo ou operam com capital de giro reduzido.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="quais-sao-as-modalidades-do-split-payment">Quais são as modalidades do Split Payment?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>A LC 214/2025 prevê três modalidades: <strong>simplificada</strong> (percentuais fixos de retenção, usada principalmente em vendas ao consumidor final); <strong>inteligente</strong> (integra débitos e créditos tributários, indicada para operações entre empresas); e <strong>superinteligente</strong> (análise em tempo real das obrigações fiscais, com retenção do valor líquido exato e menor impacto no fluxo de caixa).</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-simples-nacional-tambem-vai-ter-split-payment">O Simples Nacional também vai ter Split Payment?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Empresas do Simples Nacional terão tratamento diferenciado dentro do novo sistema tributário, mas a regulamentação específica sobre como o Split Payment se aplicará a esse regime ainda está em definição. É importante acompanhar as atualizações do Comitê Gestor do IBS e consultar um contador para entender os impactos para o seu caso.</p></div></details></div></section>

<p><a href="https://egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/clay-banks-c2a0TydMlAs-unsplash-1-scaled.jpg" type="image/jpeg" length="376764"/>
    </item>
    <item>
      <title>DRE [Demonstração do Resultado do Exercício]: Guia completo</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/dre/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/dre/</guid>
      <pubDate>Thu, 14 May 2026 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Controle Financeiro</category>
      <category>Contabilidade</category>
      <category>contabilidade</category>
      <category>dre</category>
      <category>gestão financeira</category>
      <description>Entenda o que é a DRE, como montar sua estrutura passo a passo, como analisar e quais indicadores financeiros você pode extrair desse relatório. Guia</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>DRE (Demonstração do Resultado do Exercício)</strong> é o relatório contábil que responde à pergunta mais importante de qualquer negócio: <strong>a empresa teve lucro ou prejuízo?</strong></p>
<p>Mais do que um documento obrigatório por lei, a DRE é uma ferramenta estratégica de gestão. Ela mostra, linha a linha, quanto a empresa faturou, quanto gastou e, ao final, se o resultado foi positivo ou negativo — <strong>permitindo, assim, decisões embasadas em dados reais</strong>, e não em suposições.</p>
<p>Neste guia completo você vai aprender o que é DRE, como é sua estrutura, como fazer, como analisar, e quais indicadores financeiros você pode extrair desse relatório.</p>
<p>🚀 Tenha acesso a uma <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-dre/">planilha de DRE gratuita</a> para simplificar ainda mais a elaboração de seu demonstrativo.</p>
<h2 id="o-que-e-a-dre">O que é a DRE?</h2>
<p>A Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) é um relatório contábil obrigatório que apresenta de forma resumida e ordenada todas as operações que influenciaram o resultado de uma empresa em um determinado período — geralmente um mês, trimestre ou ano. Em outras palavras, é o demonstrativo que revela se a empresa foi lucrativa ou não naquele intervalo de tempo.</p>
<p>Ela funciona como um <strong>"filme" das operações</strong>: enquanto o <a href="https://blog.egestor.com.br/balanco-patrimonial/">Balanço Patrimonial</a> é uma fotografia do patrimônio em um momento específico, a DRE registra tudo o que aconteceu ao longo do tempo — receitas geradas, custos incorridos, despesas realizadas e o resultado final.</p>
<blockquote>
<p>Do ponto de vista legal, a DRE é regulamentada pelo Artigo 187 da Lei 6.404/1976 (Lei das Sociedades por Ações), com alterações promovidas pela Lei 11.638/2007. Por isso, ela deve ser elaborada por um contador habilitado e registrado no CRC.</p>
</blockquote>
<p>O relatório opera sob o <a href="https://blog.egestor.com.br/regime-de-caixa-e-regime-de-competencia/">regime de competência</a>: receitas e despesas são reconhecidas no momento em que o fato gerador ocorre, independentemente de quando o dinheiro entra ou sai do caixa. Portanto, esse critério difere do regime de caixa utilizado no <a href="https://blog.egestor.com.br/fluxo-de-caixa/">Fluxo de Caixa</a>.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/rect849.png-1486.webp" alt="" width="1486" height="521"></p>
<h2 id="estrutura-da-dre">Estrutura da DRE</h2>
<p>Não existe um modelo único de DRE, já que sua estrutura pode variar conforme as necessidades da empresa. Ainda assim, ela segue uma lógica dedutiva, partindo da <strong>receita bruta</strong> até chegar ao <strong>resultado líquido</strong> após a dedução de custos, despesas e impostos. Veja o modelo abaixo:</p>
<p><strong>Receita bruta</strong>
(–) Deduções de Vendas (impostos, devoluções, descontos)
(=) Receita Líquida
(–) Custo da Mercadoria Vendida (CMV) / Custo dos Serviços Prestados
(=) Lucro Bruto
(–) Despesas com Vendas
(–) Despesa Operacionais e Administrativas
(–) Despesas Financeiras
(=) Resultado Operacional Líquido
(–) Despesas Extra Operacionais
(=) Resultado do Exercício antes do Imposto de Renda (IR) e Contribuição Social (CSLL)
(–) Provisões para Imposto de Renda e Contribuição Social
(=) Resultado Líquido do Exercício</p>
<p>Cada linha da DRE tem um papel específico na composição do resultado final. Por isso, entender cada uma delas é essencial para interpretar o relatório corretamente e extrair o máximo de informações estratégicas.</p>
<p>⚠️ Vale lembrar que um contador habilitado junto ao CRC é o responsável por elaborá-la. Além disso, ela deve estar de acordo com a Lei 6.404/1976, Artigo 187 (e sua modificação pela Lei 11.638/2007).</p>
<p><a href="https://egestor.com.br?afl=11" rel="noopener">Monte sua DRE de forma simples</a></p>
<h2 id="o-que-consta-na-dre-detalhamento-de-cada-linha">O que consta na DRE: detalhamento de cada linha</h2>
<p>Já mostramos como funciona o passo a passo, mas com este exemplo da DRE, é possível ver como funciona a estrutura. Confira:</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Receita-bruta-1.png-600.webp" alt="DRE estrutura" width="600" height="1000"></p>
<h3 id="receita-bruta">Receita Bruta</h3>
<p>É o valor total de todas as vendas de produtos ou prestações de serviços realizadas no período, incluindo cancelamentos e devoluções antes das deduções. Em outras palavras, é o <a href="https://blog.egestor.com.br/faturamento/">faturamento bruto</a> da empresa antes de qualquer desconto ou imposto.</p>
<h3 id="deducoes-de-vendas">(–) Deduções de Vendas</h3>
<p>São os valores subtraídos da receita bruta: impostos sobre vendas (ICMS, PIS, COFINS, ISS), descontos concedidos e devoluções de mercadorias. Como resultado, obtemos a receita líquida.</p>
<h3 id="receita-liquida">(=) Receita Líquida</h3>
<p>É a receita bruta menos todas as deduções. Em outras palavras, representa o valor efetivamente ganho pela empresa com suas vendas. Além disso, é a base de cálculo para vários indicadores de desempenho, como margem bruta e lucratividade.</p>
<h3 id="custo-da-mercadoria-vendida">(–) Custo da Mercadoria Vendida</h3>
<p>Inclui todos os custos diretos da produção, compra ou prestação do serviço: custo de aquisição de mercadorias (CMV), custo de produção de produtos (CPV) ou custo dos serviços prestados (CSP). Vale destacar que não inclui despesas administrativas ou comerciais, que são classificadas separadamente.</p>
<h3 id="lucro-bruto">(=) Lucro Bruto</h3>
<p>Resultado da receita líquida menos o CMV. Portanto, o lucro bruto indica a eficiência operacional antes de considerar as despesas da empresa. Uma margem bruta saudável é, por isso, fundamental para a sustentabilidade do negócio.</p>
<h3 id="despesas-com-vendas">(–) Despesas com Vendas</h3>
<p>Custos relacionados diretamente ao processo de venda: comissões de vendedores, representantes comerciais, fretes sobre vendas, publicidade e marketing. Por isso, é importante classificá-los corretamente. Saiba como <a href="https://blog.egestor.com.br/calcular-frete/">calcular fretes corretamente</a>.</p>
<h3 id="despesas-operacionais-e-administrativas">(–) Despesas Operacionais e Administrativas</h3>
<p>Gastos necessários para manter a operação da empresa, mas que não estão diretamente ligados à produção ou venda. Incluem:</p>
<ul>
<li>Aluguel do escritório ou ponto comercial;</li>
<li>Energia elétrica, água, internet e telefone;</li>
<li>IPTU e outros tributos sobre imóveis;</li>
<li>Material de escritório e de limpeza;</li>
<li>Assinaturas de softwares e sistemas;</li>
<li>Depreciação de bens;</li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-folha-de-pagamento/">Folha de pagamento</a> e encargos trabalhistas;</li>
<li>Honorários contábeis;</li>
<li>Seguros da empresa e IPVA;</li>
<li>Pró-labore dos sócios;</li>
<li>Combustível e manutenção de veículos.</li>
</ul>
<h3 id="despesas-financeiras">(–) Despesas Financeiras</h3>
<p>Juros pagos sobre empréstimos e financiamentos, tarifas bancárias, descontos concedidos em operações financeiras e outras despesas relacionadas ao custo do dinheiro.</p>
<h3 id="resultado-operacional-liquido">(=) Resultado Operacional Líquido</h3>
<p>Também chamado de margem de contribuição operacional. Em síntese, é o lucro bruto menos todas as despesas variáveis operacionais. Portanto, indica se a atividade principal da empresa é lucrativa — e em que medida. Saiba mais sobre <a href="https://blog.egestor.com.br/margem-de-contribuicao/">margem de contribuição</a>.</p>
<h3 id="despesas-extra-operacionais">(–) Despesas Extra Operacionais</h3>
<p>Receitas ou despesas não relacionadas à atividade principal da empresa: rendimentos de aplicações financeiras, juros recebidos, ganho ou perda na venda de ativos imobilizados, entre outros.</p>
<h3 id="resultado-antes-do-imposto-de-renda-e-contribuicao-social">(=) Resultado antes do Imposto de Renda e Contribuição Social</h3>
<p>Chegando ao final, aqui é o resultado da receita bruta menos todas as variáveis da empresa, menos os impostos.</p>
<h3 id="provisoes-imposto-de-renda-e-contribuicao-social">(–) Provisões Imposto de Renda e Contribuição Social</h3>
<p>O <a href="https://blog.egestor.com.br/saiba-mais-sobre-imposto-de-renda-de-pessoa-juridica/">IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica)</a> e a <a href="https://blog.egestor.com.br/o-que-e-csll/">CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Líquido)</a> são tributos federais incidentes sobre o lucro. Vale destacar que empresas optantes pelo <a href="https://blog.egestor.com.br/optante-pelo-simples-nacional-o-que-voce-precisa-saber/">Simples Nacional</a> não calculam esses tributos separadamente — eles estão incluídos no DAS mensal.</p>
<h3 id="resultado-liquido">(=) Resultado Líquido</h3>
<p>É o valor final da DRE — o lucro ou prejuízo líquido da empresa no período. Em outras palavras, representa quanto sobrou (ou quanto faltou) depois de todas as receitas, custos, despesas e impostos terem sido contabilizados.</p>
<p><a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-dre/"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/planilha-de-dre-1.png-650.webp" alt="" width="650" height="250"></a></p>
<h2 id="como-fazer-a-dre">Como fazer a DRE?</h2>
<p>Elaborar a DRE exige organização e o registro adequado de todas as movimentações financeiras da empresa. Portanto, siga o passo a passo abaixo para não deixar nenhuma linha de fora:</p>
<ol>
<li><strong>Levante todas as receitas do período:</strong> some todas as vendas de produtos e prestações de serviços realizadas, incluindo as a prazo (regime de competência);</li>
<li><strong>Calcule as deduções:</strong> identifique os impostos sobre vendas (ICMS, PIS, COFINS, ISS), devoluções e descontos incondicionais;</li>
<li><strong>Apure a receita líquida:</strong> receita bruta menos as deduções;</li>
<li><strong>Levante o CMV/CPV/CSP:</strong> identifique todos os custos diretos da produção ou aquisição dos produtos/serviços vendidos no período;</li>
<li><strong>Calcule o lucro bruto:</strong> receita líquida menos o CMV;</li>
<li><strong>Some todas as despesas:</strong> classifique e some as despesas com vendas, administrativas/operacionais e financeiras;</li>
<li><strong>Apure o resultado operacional:</strong> lucro bruto menos todas as despesas operacionais;</li>
<li><strong>Considere as despesas extra operacionais:</strong> adicione ou subtraia os resultados não operacionais;</li>
<li><strong>Calcule o IR e CSLL:</strong> se aplicável ao regime tributário da empresa;</li>
<li><strong>Obtenha o resultado líquido:</strong> o valor final mostra se houve lucro ou prejuízo.</li>
</ol>
<h2 id="o-que-deve-constar-na-dre">O que deve constar na DRE?</h2>
<p>Para apurar o lucro que a empresa teve no período, devem estar indicadas na DRE as receitas e os rendimentos ganhos. Além disso, devem estar apontados os custos, despesas, encargos e perdas, pagos ou incorridos, correspondentes às receitas e rendimentos.</p>
<p>Do mesmo modo, a ferramenta deve ser preparada respeitando o <a href="https://blog.egestor.com.br/regime-de-caixa-e-regime-de-competencia/">regime de competência</a>. Ou seja, ela deve estar conforme a ocorrência do fato gerador do registro contábil. Em outras palavras, isso não leva em consideração o efetivo recebimento da receita ou do pagamento da despesa.</p>
<p>Finalmente, o Artigo 187 da Lei 6.404/1976 (Lei das Sociedades por Ações) deixa pouca ou nenhuma liberdade de personalizar esse relatório contábil. Portanto, elas apontam vários tópicos que deverão ser apontados no demonstrativo.</p>
<figure><a href="https://youtu.be/Yg89-B_FYZo" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-Yg89-B_FYZo.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<h2 id="dre-x-balanco-patrimonial-qual-e-a-diferenca">DRE x Balanço Patrimonial: qual é a diferença?</h2>
<p>Esses dois relatórios são complementares e ambos obrigatórios, mas medem aspectos diferentes da saúde financeira do negócio:</p>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th>Aspecto</th>
<th>DRE</th>
<th>Balanço Patrimonial</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td><strong>O que mostra</strong></td>
<td>Desempenho financeiro (lucro ou prejuízo)</td>
<td>Patrimônio da empresa (ativos, passivos, PL)</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Perspectiva</strong></td>
<td>Período (filme)</td>
<td>Data específica (fotografia)</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Informação central</strong></td>
<td>Resultado do exercício</td>
<td>Situação patrimonial</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Regime</strong></td>
<td>Competência</td>
<td>Competência</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<p>O lucro apurado na DRE passa para o <a href="https://blog.egestor.com.br/balanco-patrimonial/">Balanço Patrimonial</a>, aumentando o patrimônio líquido da empresa. Por isso, os dois relatórios se conectam diretamente e devem ser analisados em conjunto para uma visão completa da saúde financeira.</p>
<h2 id="dre-x-fluxo-de-caixa-entenda-a-diferenca">DRE x Fluxo de Caixa: entenda a diferença</h2>
<p>Essa é uma das dúvidas mais comuns entre gestores e empreendedores. Portanto, vale entender com clareza que a diferença fundamental está no regime contábil adotado:</p>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th>Aspecto</th>
<th>DRE</th>
<th>Fluxo de Caixa</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Regime</strong></td>
<td>Competência</td>
<td>Caixa</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Reconhecimento</strong></td>
<td>Quando o fato ocorre</td>
<td>Quando o dinheiro entra/sai</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Foco</strong></td>
<td>Lucratividade</td>
<td>Liquidez</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Uso</strong></td>
<td>Análise de resultado</td>
<td>Controle financeiro operacional</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<h3 id="fluxo-de-caixa">Fluxo de Caixa:</h3>
<ul>
<li>Regime de Caixa (Financeiro)</li>
</ul>
<p>Só interessa o que foi recebido ou pago efetivamente. Ou seja, entrada (encaixe) ou saída (desembolso) de dinheiro do caixa.</p>
<p><strong>Fluxo de Caixa</strong>: Variação no Caixa = Recebimentos e Pagamentos.</p>
<h3 id="dre">DRE</h3>
<ul>
<li>Regime de Competência (Transações Realizadas)</li>
</ul>
<p>Na DRE, a receita é gerada no momento em que é ganho (fato gerador). Da mesma forma, a despesa é reconhecida no momento em que é consumida (incorrida), independentemente do pagamento.</p>
<p><strong>DRE</strong>: Superávit = Receitas - Despesas (recebidas ou não, pagas ou não).</p>
<p>Uma empresa pode ser <strong>lucrativa na DRE</strong> e ainda assim ter problemas de caixa — por exemplo, quando vende muito a prazo mas precisa pagar fornecedores à vista. Por isso, usar a DRE em conjunto com o <a href="https://blog.egestor.com.br/fluxo-de-caixa/">Fluxo de Caixa</a> é essencial para uma gestão financeira completa.</p>
<h2 id="para-que-serve-a-dre">Para que serve a DRE?</h2>
<p>Além de ser obrigatória por lei, a DRE serve como ferramenta estratégica para diversas finalidades:</p>
<h3 id="avaliacao-do-regime-tributario">Avaliação do regime tributário</h3>
<p>Como citamos há pouco, o demonstrativo apresenta o lucro da empresa no ano antes e depois dos impostos. Dessa forma, é possível observar se os tributos do regime no qual a empresa está enquadrada são os menores possíveis.</p>
<p>Ou seja, utilizando a DRE e outros dados financeiros e contábeis, o responsável consegue simular o impacto de outro regime tributário. Na geração da demonstração simulada, a comparação dos resultados é direta e esclarecedora.</p>
<h3 id="comparacao-de-periodos">Comparação de períodos</h3>
<p>Todo relatório contábil tem como uma das funções permitir a comparação entre diferentes períodos. Do mesmo modo, o mesmo ocorre com a Demonstração do Resultado do Exercício. Por exemplo, ela pode ser utilizada para comparação de elevação de lucro bruto e líquido, despesas e impostos entre anos ou períodos menores.</p>
<h3 id="avaliacao-de-potencial-de-geracao-de-resultados">Avaliação de potencial de geração de resultados</h3>
<p>Sabemos que o lucro da empresa importa mais do que seu faturamento. Afinal, é o número que revela seu potencial de elevar o patrimônio, crescer e ter base para investir e cobrir despesas inesperadas.</p>
<p>Portanto, se a DRE tem resultado positivo, significa que o planejamento, as ações e o gerenciamento financeiro e tributário tiveram sucesso. Ou seja, a empresa deve apenas continuar no caminho em que está. Isso significa potencializar pontos fortes e alinhar detalhes que podem ser melhorados.</p>
<h3 id="calculo-do-ponto-de-equilibrio">Cálculo do ponto de equilíbrio</h3>
<p>O <a href="https://blog.egestor.com.br/ponto-de-equilibrio/">ponto de equilíbrio</a> é o quanto a empresa deve vender para ter lucro zero, cobrindo todos os gastos. Assim, a partir desse ponto, ocorre o lucro líquido. <strong>Além disso</strong>, a conta é importante para revelar, além do número de vendas, o tempo necessário para atingir o ponto. <strong>Ou seja</strong>, quanto mais rápido for, maior é o lucro.</p>
<p><strong>Nesse sentido</strong>, a Demonstração do Resultado do Exercício é uma ferramenta útil. <strong>Por exemplo</strong>, ela inclui dados como faturamento, despesas fixas e variáveis, lucro bruto e resultado líquido, entregando mais informações.</p>
<h3 id="auxilio-a-tomada-de-decisoes">Auxílio à tomada de decisões</h3>
<p>A análise dos indicadores financeiros extraídos da DRE é fundamental para a tomada de decisões na gestão financeira. Nesse sentido, ela serve para avaliação do negócio, tomada de decisões de crescimento, reversão de quadros negativos e replanejamento estratégico.</p>
<h2 id="quem-precisa-fazer-a-dre">Quem precisa fazer a DRE?</h2>
<p>De acordo com a legislação brasileira:</p>
<ul>
<li><strong>MEIs (Microempreendedores Individuais):</strong> são <em><strong>dispensados</strong></em> da elaboração da DRE formal.</li>
<li><strong>Todas as demais empresas:</strong> são <em><strong>obrigadas</strong></em> a elaborar a DRE anualmente, independentemente do porte ou regime tributário.</li>
<li><strong>Empresas de capital aberto (S.A.):</strong> devem divulgar a DRE <em>trimestralmente ou semestralmente</em> para manter a transparência com o mercado.</li>
</ul>
<p>A DRE deve ser assinada por um contador habilitado e registrado no CRC (Conselho Regional de Contabilidade).</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/98-1.jpg-2000.webp" alt="DRE" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="como-analisar-a-dre">Como analisar a DRE</h2>
<h3 id="existem-dois-metodos-principais-de-analise-da-dre">Existem dois métodos principais de análise da DRE:</h3>
<h4>Análise Horizontal</h4>
<p>Compara os valores de um mesmo item da DRE em <strong>períodos diferentes</strong>. Por exemplo, comparar a receita bruta de janeiro de 2025 com janeiro de 2026 para identificar crescimento ou queda. Por isso, é ideal para acompanhar a evolução do negócio ao longo do tempo e detectar tendências de crescimento, estagnação ou retração.</p>
<h4>Análise Vertical</h4>
<p>Expressa cada linha da DRE como percentual da receita bruta (ou receita líquida). Por exemplo: se o CMV representa 45% da receita líquida, é possível comparar esse percentual com benchmarks do setor ou com períodos anteriores. Dessa forma, torna-se possível identificar se custos e despesas estão consumindo uma fatia adequada da receita, independentemente do volume de vendas.</p>
<h2 id="tipos-de-dre">Tipos de DRE</h2>
<ul>
<li><strong>Contábil ou legal:</strong> segue normas formais para atender às exigências fiscais e legais.</li>
<li><strong>Gerencial:</strong> mais flexível, voltada para análises internas e apoio à gestão, podendo ser elaborada mensal ou trimestralmente.</li>
</ul>
<p>Em síntese, a DRE é uma ferramenta indispensável para compreender a saúde financeira do negócio e orientar seu crescimento.</p>
<h3 id="acompanhamento-de-indicadores-financeiros-alem-da-dre">Acompanhamento de indicadores financeiros além da DRE</h3>
<p>A DRE é uma fonte rica de dados para o cálculo de <a href="https://blog.egestor.com.br/indicadores-financeiros/">indicadores financeiros</a> essenciais. A seguir, veja cinco deles e como extrair seus números diretamente do demonstrativo:</p>
<h4>1. <a href="https://blog.egestor.com.br/lucratividade-x-rentabilidade/">Lucratividade</a></h4>
<p>Calcular o percentual da lucratividade é simples. Basta dividir o lucro pelo faturamento e multiplicar o resultado por 100. Por exemplo:</p>
<ul>
<li>resultado líquido do ano: R$ 235 mil;</li>
<li>faturamento do ano: R$ 610 mil;</li>
<li>(235 ÷ 610) x 100;</li>
<li>0,3852 x 100 = 38,52%.</li>
</ul>
<p>O cálculo pode ser feito mensalmente, com a emissão de uma Demonstração do Resultado do Exercício para visualização a cada período.</p>
<h4>2. Ponto de equilíbrio</h4>
<p>O <a href="https://blog.egestor.com.br/ponto-de-equilibrio/">ponto de equilíbrio</a> é a relação de todas as despesas com o volume de vendas. A seguir, veja o cálculo hipotético:</p>
<ul>
<li>total de custos fixos e variáveis do período: R$ 30 mil</li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/ticket-medio/">ticket médio</a>: R$ 550.</li>
</ul>
<p>A divisão entre os valores resulta em R$ 54,54. Ou seja, o empreendimento tem de fechar 55 vendas para não ter prejuízo e começar a gerar lucro.</p>
<p>Caso se considere o número de negócios fechados, é possível observar em que ponto atinge-se o equilíbrio da empresa.</p>
<h4>3. Margem de contribuição</h4>
<p>Esta margem é o quanto do faturamento gerado contribui para geração de lucro e cobertura de despesas fixas. Dessa forma, para chegar a ela, deve-se subtrair impostos diretos e demais gastos de vendas da receita bruta operacional. Observe:</p>
<ul>
<li>faturamento em vendas do período: R$ 100 mil;</li>
<li>tributos das vendas: R$ 13 mil;</li>
<li>custo de mercadorias: R$ 35 mil;</li>
<li>demais despesas diretas de vendas: R$ 16 mil;</li>
<li>margem de contribuição do período: R$ 36 mil.</li>
</ul>
<h4>4. Retorno sobre ativos</h4>
<p>Como o nome diz, significa o quanto a empresa tem de retorno sobre os ativos investidos. Portanto, o resultado é obtido com a divisão do lucro líquido pelo total do ativo. Isso deve ser localizado no balanço patrimonial.</p>
<h4>5. Retorno sobre patrimônio líquido</h4>
<p>O patrimônio líquido é o que resta quando o passivo é subtraído do ativo. Tecnicamente, portanto, é devido ao proprietário da empresa ou aos sócios, incluindo o capital aportado por eles.</p>
<p>E o retorno sobre o patrimônio demonstra quanto os investimentos deles geram de lucro. Assim, para calculá-lo, somente é preciso dividir o resultado líquido pelo patrimônio líquido, que também consta no balanço.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Design-sem-nome-8-2.png-2000.webp" alt="" width="2000" height="1885"></p>
<h2 id="exemplo-pratico-da-dre">Exemplo prático da DRE</h2>
<p>Veja abaixo um exemplo hipotético de DRE para uma empresa de médio porte no setor de comércio, referente ao mês de abril de 2026. Os valores são ilustrativos e servem, portanto, para demonstrar como cada linha se conecta até chegar ao resultado final.</p>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th>Item</th>
<th>Valor (R$)</th>
<th>%</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>(+) Receita Bruta</td>
<td>610.000,00</td>
<td>100%</td>
</tr>
<tr>
<td>(–) Deduções (impostos e devoluções)</td>
<td>73.200,00</td>
<td>12%</td>
</tr>
<tr>
<td>(=) Receita Líquida</td>
<td>536.800,00</td>
<td>88%</td>
</tr>
<tr>
<td>(–) CMV</td>
<td>183.000,00</td>
<td>30%</td>
</tr>
<tr>
<td>(=) Lucro Bruto</td>
<td>353.800,00</td>
<td>58%</td>
</tr>
<tr>
<td>(–) Despesas com Vendas</td>
<td>48.800,00</td>
<td>8%</td>
</tr>
<tr>
<td>(–) Despesas Administrativas</td>
<td>36.600,00</td>
<td>6%</td>
</tr>
<tr>
<td>(–) Despesas Financeiras</td>
<td>12.200,00</td>
<td>2%</td>
</tr>
<tr>
<td>(=) Resultado Operacional</td>
<td>256.200,00</td>
<td>42%</td>
</tr>
<tr>
<td>(–) IR e CSLL (8%)</td>
<td>21.200,00</td>
<td>3,5%</td>
</tr>
<tr>
<td>(=) <strong>Resultado Líquido</strong></td>
<td><strong>235.000,00</strong></td>
<td><strong>38,5%</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<p>Com essa DRE, conseguimos identificar que a empresa tem uma lucratividade de 38,5% — acima da média da maioria dos setores do varejo brasileiro — e que as despesas administrativas representam apenas 6% da receita, indicando boa eficiência operacional.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/DRE-5.png-994.webp" alt="" width="994" height="1069"></p>
<h2 id="planilha-de-dre-gratis">Planilha de DRE Grátis</h2>
<p>Pensando justamente na dificuldade que o empresário tem com essa ferramenta contábil, o eGestor montou uma planilha de DRE. Assim, com ela, basta inserir os dados que devem constar no modelo e pronto.</p>
<p>Então, entenda:</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/DRE-1.png-476.webp" alt="Planilha de DRE(Demonstração do Resultado do Exercício) grátis do eGestor" width="476" height="408"></p>
<p><em>Planilha de DRE grátis do eGestor</em></p>
<p>Dessa forma, a planilha de DRE grátis do eGestor contém uma estrutura para cada mês e uma para os dados do ano todo. Isso, para facilitar cada vez mais o modo que você administra seu negócio.</p>
<p><a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-dre/">Baixe a planilha de DRE grátis do eGestor</a></p>
<p><a href="https://egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/image-263.png-650.webp" alt="" width="650" height="250"></a></p>
<section class="faq"><h2 id="perguntas-frequentes-sobre-dre">Perguntas frequentes sobre DRE</h2><div class="faq-lista"><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="quais-informacoes-estao-na-dre">Quais informações estão na DRE?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>A DRE registra, de forma estruturada, todas as movimentações que impactam o resultado da empresa no período. Portanto, devem constar:</p>
<ul>
<li>Receita bruta de vendas e prestação de serviços</li>
<li>Deduções de vendas: impostos (ICMS, PIS, COFINS, ISS), devoluções e descontos</li>
<li>Receita líquida (receita bruta menos deduções)</li>
<li>Custo dos produtos vendidos (CMV), custo de produção (CPV) ou custo dos serviços prestados (CSP)</li>
<li>Lucro bruto (receita líquida menos CMV)</li>
<li>Despesas operacionais: vendas, administrativas e financeiras</li>
<li>Resultado operacional (lucro bruto menos despesas)</li>
<li>Receitas e despesas extra operacionais</li>
<li>Provisões para Imposto de Renda (IRPJ) e Contribuição Social (CSLL), quando aplicável</li>
<li>Resultado líquido do exercício — o lucro ou prejuízo final</li>
</ul>
<p>Todos os registros devem seguir o <a href="https://blog.egestor.com.br/regime-de-caixa-e-regime-de-competencia/">regime de competência</a>, reconhecendo receitas e despesas no momento em que ocorrem, independentemente do pagamento efetivo.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="por-que-utilizar-a-dre">Por que utilizar a DRE?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Além de ser um documento legalmente obrigatório para a maioria das empresas brasileiras, a DRE é uma das ferramentas mais poderosas para a gestão financeira. Com ela, o gestor consegue:</p>
<ul>
<li><strong>Avaliar a lucratividade real</strong> — vai além do faturamento e mostra quanto efetivamente sobra após todos os custos e impostos.</li>
<li><strong>Tomar decisões estratégicas embasadas</strong> — seja para reduzir custos, renegociar contratos ou direcionar investimentos.</li>
<li><strong>Comparar desempenho entre períodos</strong> — identifica tendências de crescimento ou deterioração ao longo do tempo.</li>
<li><strong>Apresentar credibilidade a terceiros</strong> — bancos, investidores e parceiros comerciais utilizam a DRE para avaliar a saúde financeira da empresa antes de conceder crédito ou fechar negócio.</li>
<li><strong>Simular cenários tributários</strong> — com os dados da DRE, é possível verificar se a empresa está no regime tributário mais vantajoso (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real).</li>
</ul>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-e-sua-importancia-pratica">Qual é sua importância prática?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Na prática, a DRE transforma dados financeiros em informação gerencial acionável. Em vez de apenas cumprir uma obrigação legal, empresas que analisam sua DRE mensalmente conseguem:</p>
<ul>
<li>Identificar rapidamente se os custos estão crescendo mais do que a receita</li>
<li>Descobrir quais produtos ou serviços têm a melhor margem de contribuição</li>
<li>Monitorar o peso das despesas financeiras sobre o resultado — um alerta importante para endividamento excessivo</li>
<li>Calcular o ponto de equilíbrio e saber quantas vendas são necessárias para cobrir todos os gastos</li>
<li>Embasar o planejamento do próximo período com dados reais, não estimativas</li>
</ul>
<p>Em síntese, a DRE é o principal relatório para responder a pergunta que todo empresário precisa saber: <strong>minha empresa está gerando ou destruindo valor?</strong></p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="como-calcular-a-lucratividade-pela-dre">Como calcular a lucratividade pela DRE?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Use a fórmula: <strong>(Resultado Líquido ÷ Receita Bruta) × 100</strong>. Por exemplo: resultado líquido de R$ 235.000 ÷ receita de R$ 610.000 = 38,52% de lucratividade.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-e-regime-de-competencia">O que é regime de competência?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>É o critério contábil pelo qual receitas e despesas são reconhecidas no período em que o fato gerador ocorre, independentemente de pagamento ou recebimento. É o regime obrigatório para elaboração da DRE. Saiba mais sobre <a href="https://blog.egestor.com.br/regime-de-caixa-e-regime-de-competencia/">regime de competência</a>.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-a-diferenca-entre-dre-contabil-e-dre-gerencial">Qual a diferença entre DRE contábil e DRE gerencial?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>A DRE contábil segue normas formais para fins fiscais e legais. A DRE gerencial é mais flexível, voltada para uso interno, pode ser elaborada mensalmente e adaptada às necessidades específicas de gestão.</p></div></details></div></section>

<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/3-22.png-2000.webp" alt="" width="2000" height="1333"></p>]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/166-1.png" type="image/png" length="198892"/>
    </item>
    <item>
      <title>Faturamento: o que é, fórmula, como calcular e como aumentar</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/faturamento/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/faturamento/</guid>
      <pubDate>Sat, 02 May 2026 14:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Destaques</category>
      <category>Controle Financeiro</category>
      <category>destaque</category>
      <category>gestão financeira</category>
      <description>O faturamento é a soma de todos os valores das vendas de produtos ou serviços de uma empresa, sendo: quantidade de produtos x preço de venda</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Teste Grátis o eGestor</p>
<p>O <strong>faturamento</strong> é o indicador mais básico — e mais visível — da saúde de qualquer empresa. É o "tamanho" das vendas em um período: quanto a empresa colocou para fora em produtos ou serviços, multiplicado pelo preço de cada um. Acompanhar o faturamento é o ponto de partida para entender o desempenho comercial, definir o regime tributário, calcular metas e projeções e tomar decisões sobre crescimento. Mas é preciso cuidado: faturamento não é lucro, e confundir os dois é um dos erros mais comuns entre empreendedores iniciantes.</p>
<p>Neste guia completo, você vai entender o que é <strong>faturamento</strong>, qual a fórmula, a diferença entre faturamento bruto e líquido, como calcular passo a passo, qual a diferença entre faturamento, receita e <a href="https://blog.egestor.com.br/lucro/">lucro</a>, como o faturamento define o regime tributário da sua empresa e dicas práticas para aumentar o seu.</p>
<h2 id="o-que-e-faturamento">O que é faturamento?</h2>
<p><strong>Faturamento</strong> é a soma de tudo que a empresa <strong>vendeu</strong> em determinado período, antes de descontar custos, despesas ou impostos. É calculado multiplicando o preço de venda pelo total de produtos ou serviços vendidos. Indica o volume de negócios e o desempenho comercial da empresa.</p>
<p>Importante: faturamento <strong>não é lucro</strong>. Empresa pode faturar muito e ter lucro zero (ou negativo) — basta que os custos e despesas estejam comendo tudo o que entra. O faturamento mostra o volume das vendas; o lucro mostra o que sobra depois das contas pagas.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/21-10.jpg-2000.webp" alt="faturamento" width="2000" height="1600"></p>
<h2 id="por-que-o-faturamento-e-importante">Por que o faturamento é importante</h2>
<ul>
<li><strong>Mede o desempenho comercial</strong> da empresa em um período (mês, trimestre, ano);</li>
<li><strong>Define o regime tributário</strong> (Simples Nacional, Lucro Presumido, Lucro Real);</li>
<li><strong>Classifica o porte da empresa</strong> (MEI, ME, EPP, média ou grande);</li>
<li>É a <strong>base para cálculo de tributos</strong> em alguns regimes (Simples e Lucro Presumido);</li>
<li><strong>Define metas de crescimento</strong> e projeções comerciais;</li>
<li>É <strong>critério para acesso a crédito</strong> empresarial — bancos analisam faturamento dos últimos 12 meses;</li>
<li>É <strong>critério para participar de licitações</strong> e contratos com o setor público.</li>
</ul>
<h2 id="como-calcular-o-faturamento-formula-basica">Como calcular o faturamento: fórmula básica</h2>
<p>A fórmula é direta:</p>
<blockquote>
<p><strong>Faturamento = Preço de venda × Quantidade vendida</strong></p>
</blockquote>
<p>Se a empresa vende vários produtos com preços diferentes, soma-se o faturamento de cada um. Em planilhas e sistemas de gestão, isso é feito automaticamente — basta cadastrar o preço de cada item e registrar as vendas. Para acompanhar isso de forma estruturada, vale ter uma <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-controle-de-vendas-gratuita/">planilha de controle de vendas</a>.</p>
<h2 id="faturamento-bruto-e-faturamento-liquido">Faturamento bruto e faturamento líquido</h2>
<p>O faturamento pode ser apresentado em duas versões: bruto e líquido.</p>
<h3 id="faturamento-bruto">Faturamento bruto</h3>
<p>É o valor total das vendas, sem nenhum desconto. É o número que aparece na ponta do papel quando você soma tudo que foi vendido.</p>
<blockquote>
<p><strong>Faturamento Bruto = Preço de venda × Total de produtos vendidos no período</strong></p>
</blockquote>
<p><strong>Exemplo prático:</strong> uma loja vendeu, em um mês, 2.000 chinelos a R$ 25 cada (R$ 50.000) e 1.500 sandálias a R$ 60 cada (R$ 90.000). O faturamento bruto do mês foi de <strong>R$ 140.000</strong>.</p>
<h3 id="faturamento-liquido">Faturamento líquido</h3>
<p>É o faturamento bruto <strong>menos as deduções de venda</strong>: impostos sobre vendas, descontos comerciais e devoluções.</p>
<blockquote>
<p><strong>Faturamento Líquido = Faturamento Bruto – Impostos sobre Vendas – Descontos – Devoluções</strong></p>
</blockquote>
<p><strong>Exemplo prático:</strong> empresa com R$ 50.000 de vendas e carga tributária de 18,5% sobre o faturamento. Faturamento líquido = 50.000 − (50.000 × 0,185) = <strong>R$ 40.750</strong>. Os impostos variam conforme o regime tributário e a atividade — quem está no <a href="https://blog.egestor.com.br/optante-pelo-simples-nacional-o-que-voce-precisa-saber/">Simples Nacional</a> tem alíquotas diferentes de quem está no Lucro Presumido.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/120-2.png-2000.webp" alt="faturamento" width="2000" height="1334"></p>
<h2 id="faturamento-receita-e-lucro-qual-a-diferenca">Faturamento, receita e lucro: qual a diferença?</h2>
<p>Os três termos são frequentemente usados como sinônimos — mas tecnicamente são coisas diferentes. A tabela esclarece:</p>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th>Conceito</th>
<th>O que é</th>
<th>Exemplo (venda de R$ 300 em 3x)</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Faturamento</strong></td>
<td>Valor total da venda emitida (independentemente do recebimento)</td>
<td>R$ 300 reconhecidos no mês da venda</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Receita</strong></td>
<td>Valor que efetivamente entra em caixa no período (regime de caixa)</td>
<td>R$ 100 no mês 1, R$ 100 no mês 2, R$ 100 no mês 3</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Lucro</strong></td>
<td>O que sobra depois de pagar custos, despesas e impostos</td>
<td>Depende dos custos da empresa</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<p>Na visão contábil, faturamento e receita podem ser tratados como sinônimos quando a contabilidade segue o regime de competência (a venda é registrada no momento em que ocorre, não quando o dinheiro entra). Já no fluxo de caixa diário do empreendedor, faz toda a diferença separar venda parcelada de dinheiro efetivamente recebido.</p>
<h3 id="sequencia-financeira-simplificada">Sequência financeira simplificada</h3>
<ul>
<li><strong>1. Faturamento:</strong> total das vendas do período;</li>
<li><strong>2. Receita:</strong> valor que entrou de fato no caixa;</li>
<li><strong>3. Lucro:</strong> o que sobra após pagar tudo (CPV, despesas, impostos).</li>
</ul>
<p>Para entender a estrutura completa do que sobra, vale revisar o conceito de <a href="https://blog.egestor.com.br/lucro/">lucro (bruto, operacional e líquido)</a> em detalhes.</p>
<h2 id="faturamento-e-regime-tributario">Faturamento e regime tributário</h2>
<p>O faturamento anual define qual regime tributário a empresa pode adotar. Veja os limites em vigor:</p>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th>Regime / Categoria</th>
<th>Limite de faturamento anual</th>
<th>Características</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td><strong>MEI</strong></td>
<td>Até R$ 81.000</td>
<td>Valor fixo mensal pelo <a href="https://blog.egestor.com.br/simei/">SIMEI</a>; um titular, um empregado</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Microempresa (ME)</strong></td>
<td>Até R$ 360.000</td>
<td>Pode ser optante pelo Simples Nacional</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Empresa de Pequeno Porte (EPP)</strong></td>
<td>De R$ 360.001 a R$ 4.800.000</td>
<td>Pode ser optante pelo Simples Nacional</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Lucro Presumido</strong></td>
<td>Até R$ 78.000.000</td>
<td>Tributa sobre lucro presumido (% do faturamento)</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Lucro Real</strong></td>
<td>Acima de R$ 78.000.000 (ou obrigatório por atividade)</td>
<td>Tributa sobre o lucro contábil real apurado</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<p>Quando o faturamento da empresa cresce e ultrapassa um limite, é preciso migrar de regime — em geral no janeiro do ano seguinte. Exceder o teto sem reenquadrar pode gerar desenquadramento retroativo e cobrança de tributos com multa.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/amelia-spink-xX7rb_8EkJk-unsplash.webp-2000.webp" alt="faturamento" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="como-aumentar-o-faturamento-da-sua-empresa">Como aumentar o faturamento da sua empresa</h2>
<p>Aumentar faturamento depende de três alavancas: <strong>vender mais quantidade</strong>, <strong>aumentar o preço médio</strong> ou <strong>conquistar novos clientes</strong>. Cada uma exige estratégia própria.</p>
<h3 id="secao-1-acerte-a-precificacao">1. Acerte a precificação</h3>
<p>Preço errado afeta tudo. Calcule custos, observe a concorrência e defina margens condizentes. Use uma <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-preco-de-venda/">planilha de preço de venda</a> para chegar ao número certo. Em alguns casos, aumentar 5% no preço com posicionamento adequado vende a mesma quantidade — e gera 5% a mais de faturamento direto.</p>
<h3 id="secao-2-invista-em-marketing-direcionado">2. Invista em marketing direcionado</h3>
<p>Marketing bem feito atrai público qualificado. Em 2026, isso quase sempre significa presença digital ativa: Google Meu Negócio, Instagram, anúncios pagos para o público local, parcerias com influenciadores de nicho. Quem ignora marketing digital depende de cliente espontâneo — modelo cada vez mais frágil.</p>
<h3 id="secao-3-tenha-um-pos-venda-exemplar">3. Tenha um pós-venda exemplar</h3>
<p>Cliente recorrente custa muito menos que cliente novo. Pós-venda atento gera duas coisas: <strong>recompra</strong> (cliente volta) e <strong>indicação</strong> (cliente traz outros). Vale criar rotina de contato pós-compra, programa de fidelidade e oportunidades de upsell/cross sell.</p>
<h3 id="secao-4-controle-as-despesas-operacionais">4. Controle as despesas operacionais</h3>
<p>Despesas em alta consomem o ganho do faturamento. Acompanhar o <a href="https://blog.egestor.com.br/fluxo-de-caixa/">fluxo de caixa</a> com uma <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-fluxo-de-caixa/">planilha de fluxo de caixa</a> e uma <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-gastos-como-pode-ser-util/">planilha de gastos</a> ajuda a identificar custos invisíveis que comem a margem.</p>
<h3 id="secao-5-estude-a-concorrencia">5. Estude a concorrência</h3>
<p>Acompanhar o que concorrentes fazem (preços, lançamentos, promoções, atendimento) ajuda a posicionar sua empresa de forma diferenciada. Não para copiar — para destacar onde você é melhor e atacar onde o concorrente é fraco.</p>
<h3 id="secao-6-escolha-bem-a-localizacao-e-os-canais">6. Escolha bem a localização (e os canais)</h3>
<p>Para negócios físicos, ponto comercial bem escolhido é meia venda feita. Para negócios digitais, o equivalente é estar nos canais certos: marketplace, redes sociais, Google Shopping, app de delivery. Errar o canal é errar o público.</p>
<h3 id="secao-7-trate-atendimento-como-diferencial">7. Trate atendimento como diferencial</h3>
<p>Atendimento bom retém cliente. Treinamento de equipe, padronização de processos e cultura de cuidado com o consumidor podem ser, na prática, o maior diferencial competitivo do negócio.</p>
<h3 id="secao-8-nao-tire-dinheiro-do-caixa-para-uso-pessoal">8. Não tire dinheiro do caixa para uso pessoal</h3>
<p>Erro clássico de microempresário. Misturar finanças pessoais e da empresa descontrola tudo. Defina pró-labore (salário do dono), separe contas e reinvestir o lucro líquido na operação.</p>
<h2 id="como-calcular-faturamento-mensal-e-anual">Como calcular faturamento mensal e anual</h2>
<p>O faturamento <strong>mensal</strong> é a soma de todas as vendas (preço × quantidade) emitidas no mês. O faturamento <strong>anual</strong> é a soma de todos os meses do ano-calendário.</p>
<p>Para acompanhar de forma estruturada, vale ter:</p>
<ul>
<li>Uma <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-controle-de-vendas-gratuita/">planilha de controle de vendas</a> com data, produto, quantidade e valor</li>
<li>Uma <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-financeira/">planilha financeira</a> consolidando o mês</li>
<li>Uma <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-dre/">planilha de DRE</a> para ver faturamento, custos, despesas e lucro lado a lado</li>
<li>Uma <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-orcamento-empresarial/">planilha de orçamento empresarial</a> para projetar o ano</li>
</ul>
<p>Outras ferramentas úteis para integrar a operação ao acompanhamento de faturamento: <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-controle-de-estoque-em-excel-gratuita/">controle de estoque</a>, <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-curva-abc-download-gratis/">curva ABC</a>, <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-frente-de-caixa/">frente de caixa</a>, <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-comissao-de-vendas-download-gratis/">comissão de vendas</a>, <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-margem-de-contribuicao/">margem de contribuição</a>, <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-ponto-de-equilibrio/">ponto de equilíbrio</a>, <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-controle-financeiro-gratis/">controle financeiro</a>, <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-contas-a-pagar-e-receber/">contas a pagar e receber</a>, <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-controle-de-producao/">controle de produção</a> e <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-estoque-minimo/">estoque mínimo</a>.</p>
<h2 id="conclusao">Conclusão</h2>
<p>Entender e acompanhar o <strong>faturamento</strong> é a base do controle empresarial. É o número que define o porte da empresa, o regime tributário, a capacidade de captar crédito e a possibilidade de crescer com método. Mas faturamento sozinho não conta a história toda — sempre vem acompanhado dos custos, despesas, impostos e do <a href="https://blog.egestor.com.br/lucro/">lucro</a>, que é o ganho real do negócio.</p>
<p>Para acompanhar faturamento, custos, fluxo de caixa e demais indicadores no dia a dia, vale combinar boas planilhas com um sistema de gestão integrado. O <a href="https://egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener">eGestor</a> é uma plataforma online que centraliza emissão de notas, controle de estoque, fluxo de caixa, contas a pagar e a receber e relatórios de faturamento e lucro — pensada para o pequeno e médio empresário brasileiro.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></p>
<section class="faq"><h2 id="perguntas-frequentes-sobre-faturamento">Perguntas frequentes sobre faturamento</h2><div class="faq-lista"><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-e-faturamento-2">O que é faturamento?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Faturamento é a soma de todas as vendas de uma empresa em determinado período (preço × quantidade), antes de descontar custos, despesas e impostos. É o "tamanho" comercial da empresa naquele recorte.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-a-formula-do-faturamento">Qual a fórmula do faturamento?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p><strong>Faturamento = Preço de venda × Quantidade vendida</strong>. Para faturamento líquido: <strong>Faturamento Bruto – Impostos sobre Vendas – Descontos – Devoluções</strong>.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-a-diferenca-entre-faturamento-bruto-e-liquido">Qual a diferença entre faturamento bruto e líquido?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>O faturamento <strong>bruto</strong> é o total das vendas, sem nada deduzido. O <strong>líquido</strong> é o bruto menos impostos sobre vendas, descontos comerciais e devoluções. O líquido é mais próximo da realidade do que entra na empresa.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="faturamento-e-lucro-sao-a-mesma-coisa">Faturamento e lucro são a mesma coisa?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Não. Faturamento é o total das vendas (entra antes de descontos). Lucro é o que sobra depois de pagar tudo (custos diretos, despesas operacionais, despesas financeiras, impostos sobre o lucro). Empresa pode faturar muito e dar prejuízo, ou faturar pouco e lucrar bem — depende dos custos e da margem.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="faturamento-e-receita-sao-a-mesma-coisa">Faturamento e receita são a mesma coisa?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Em contabilidade pelo regime de competência, sim — quando a venda é reconhecida, vira receita. Já em fluxo de caixa (regime de caixa), receita é só o dinheiro que entrou de fato. Em uma venda parcelada, o faturamento é registrado no ato; a receita acontece nas parcelas seguintes.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="como-calcular-o-faturamento-mensal">Como calcular o faturamento mensal?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Some todas as vendas do mês: para cada produto ou serviço, multiplique o preço pela quantidade vendida; depois some os totais. Ou tenha um sistema/planilha de controle de vendas que faça isso automaticamente.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-o-faturamento-maximo-do-mei">Qual o faturamento máximo do MEI?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>R$ 81.000 por ano (R$ 6.750 por mês em média). Se ultrapassar até 20% (R$ 97.200), a desenquadração acontece no ano seguinte. Acima de 20%, o desenquadramento é retroativo a janeiro do ano da ultrapassagem.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-o-faturamento-maximo-do-simples-nacional">Qual o faturamento máximo do Simples Nacional?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>R$ 4,8 milhões por ano para Empresa de Pequeno Porte (EPP). Microempresa (ME) tem limite de R$ 360 mil. Acima de R$ 4,8 milhões, a empresa precisa migrar para Lucro Presumido ou Lucro Real.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="como-saber-o-faturamento-de-uma-empresa">Como saber o faturamento de uma empresa?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Internamente, é a soma das notas fiscais emitidas no período. Externamente (de uma empresa de capital aberto), faturamento aparece na <a href="https://blog.egestor.com.br/dre/">DRE</a> divulgada nos relatórios financeiros. Para empresas privadas fechadas, o faturamento é informação confidencial.</p></div></details></div></section>
]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/40-1.png" type="image/png" length="952719"/>
    </item>
    <item>
      <title>Lucratividade x rentabilidade: entenda as diferenças</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/lucratividade-x-rentabilidade/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/lucratividade-x-rentabilidade/</guid>
      <pubDate>Thu, 27 Mar 2025 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Controle Financeiro</category>
      <category>gestão financeira</category>
      <category>controle financeiro</category>
      <description>Lucratividade e rentabilidade: confira tudo sobre estes dois indicadores financeiros que são muito importantes para qualquer negócio!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Lucratividade e rentabilidade são dois cálculos imprescindíveis na vida de qualquer empreendedor, não é mesmo? Esses termos são fundamentais na vida empresarial. No entanto, muitas pessoas os confundem e, com isso, deixam de criar boas estratégias.</p>
<p>Apesar de terem algumas semelhanças, a lucratividade e a rentabilidade possuem traços únicos e bem definidos. Todo mundo sabe que qualquer negócio precisa de capital. Afinal, isso é o que o mantém ativo no mercado de trabalho.</p>
<p>Isso porque, se a empresa não conseguir arrecadar os fundos necessários para cobrir as despesas, ela entra em crise. Por esses motivos, é muito importante saber diferenciar os conceitos. Assim, você consegue avaliar melhor os resultados do seu negócio. Se você possui dúvidas em relação a estes termos, vamos lhe esclarecer no decorrer deste artigo!</p>
<h2 id="mas-afinal-qual-o-capital-necessario-para-se-manter-em">Mas afinal, qual o capital necessário para se manter em atividade?</h2>
<p>Com a diversidade de ramos, o capital necessário varia. Ou seja, cada empresa tem suas próprias necessidades para sobreviver no mercado. Apesar dessa variação, o objetivo é o mesmo em todas elas: manter-se em atividade.</p>
<p>Dessa forma, o retorno financeiro mede o sucesso de um negócio. Mas qual a quantia de capital que o negócio gera mensalmente?</p>
<p>É importante lembrar que essa regra vale para todas as empresas. Contudo, cada uma possui suas próprias limitações e realidades. Sabendo disso, é possível chegar a uma conclusão. Quanto mais produtos ou serviços vendidos, maior será o capital gerado.</p>
<p>No entanto, tome cuidado! Da mesma forma que um público consumidor maior é sinal de mais retorno financeiro, é também sinal de mais trabalho. Isto demandará um certo esforço por parte do departamento das finanças para controlar todo esse movimento.</p>
<p>De maneira resumida, é praticamente assim mesmo que acontece. As empresas costumam usar o controle de caixa para se guiar. Ele indica o quanto de capital entrou e saiu em um período.</p>
<p>Empresários e empreendedores costumam associar esse resultado de caixa ao lucro. Existem também aqueles que associam esses resultados com a rentabilidade do seu negócio.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/BLOG-2.jpg-1600.webp" alt="Lucratividade x rentabilidade" width="1600" height="1067"></p>
<h2 id="lucratividade-x-rentabilidade">Lucratividade x rentabilidade</h2>
<p>A lucratividade demonstra o percentual do faturamento que se converte em lucro líquido, sinalizando a eficiência da empresa em transformar vendas em ganho. A rentabilidade, por sua vez, compara o lucro líquido com o total de investimentos, evidenciando o retorno alcançado sobre o capital aplicado. Enquanto a lucratividade se concentra na operação e nas vendas, a rentabilidade analisa o ganho obtido por meio dos recursos investidos no negócio.</p>
<p><strong>Lucratividade</strong></p>
<ul>
<li><strong>O que afere:</strong> A parcela da receita de um negócio que se transformou em lucro líquido.</li>
<li><strong>Como se calcula:</strong> Dividindo o lucro líquido pela receita total e, em seguida, multiplicando o resultado por 100.</li>
<li><strong>Fórmula:</strong> (Lucro Líquido / Receita Total) x 100.</li>
<li><strong>Finalidade:</strong> Auxilia na avaliação da eficiência operacional da empresa e na sua capacidade de gerar lucro a partir de suas vendas.</li>
</ul>
<p><strong>Rentabilidade</strong></p>
<ul>
<li><strong>O que afere:</strong> O retorno que os investimentos feitos na empresa geraram.</li>
<li><strong>Como se calcula:</strong> O cálculo é feito dividindo o lucro líquido pelo valor total do investimento e multiplicando por 100.</li>
<li><strong>Fórmula:</strong> (Lucro Líquido / Investimento) x 100.</li>
<li><strong>Finalidade:</strong> Mede a viabilidade dos investimentos e a aptidão da empresa para gerar ganhos a partir do capital que foi nela aplicado.</li>
</ul>
<p><strong>Em resumo</strong></p>
<ul>
<li><strong>Lucratividade:</strong> O quanto se obteve de ganho em relação às vendas.</li>
<li><strong>Rentabilidade:</strong> O quanto se obteve de ganho em relação ao capital investido.</li>
</ul>
<h3 id="qual-o-periodo-ideal-de-analise">Qual o período ideal de análise?</h3>
<p>A lucratividade costuma ser avaliada em <strong>curto prazo</strong>, como mensal ou por projeto, permitindo ajustes rápidos em preços e custos. Já a rentabilidade tem uma visão mais abrangente. Por isso, é útil analisá-la anualmente ou por ciclo de investimento, como o retorno sobre marketing.</p>
<p>Assim, você controla o lucro operacional (lucratividade) diariamente. Ao mesmo tempo, avalia o retorno do capital investido (rentabilidade), tomando decisões mais seguras.</p>
<h3 id="lucratividade-e-rentabilidade-na-pratica-o-trade-off">Lucratividade e rentabilidade na prática: o trade-off estratégico</h3>
<p>Embora lucratividade e rentabilidade estejam interligadas, todo empresário enfrenta o desafio de equilibrá-las estrategicamente. Às vezes, é preciso sacrificar a lucratividade de um produto. O objetivo é atrair clientes e aumentar o volume de vendas.</p>
<p>Assim, é possível elevar a rentabilidade do negócio a longo prazo. Por outro lado, produtos com alta margem geram boa lucratividade imediata. Contudo, se o retorno sobre o investimento for baixo, a rentabilidade pode ser pequena.</p>
<p>Portanto, usar os dois indicadores juntos permite tomar decisões mais inteligentes. Isso ajuda a definir preços, planejar promoções e escolher projetos de investimento. Entender esse equilíbrio é o que transforma números em estratégias sólidas para o crescimento do negócio.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/87-5.jpg-1600.webp" alt="Lucratividade x rentabilidade" width="1600" height="1067"></p>
<h2 id="lucratividade-o-que-e-e-para-que-serve">Lucratividade: o que é e para que serve?</h2>
<p>A lucratividade está intimamente relacionada ao lucro que foi atingido pelo negócio. É importante lembrar o que é o lucro. Ele é o total das receitas menos todas as despesas e deduções do período.</p>
<p>Em resumo, a lucratividade se relaciona com o lucro líquido e a receita. Portanto, é ela que determina o ganho real de um negócio.</p>
<p>A lucratividade indica a porcentagem de ganho em cada produto vendido. Por isso, ela é uma variável muito importante para as empresas.</p>
<p>A lucratividade é uma peça-chave na precificação dos produtos. Afinal, ela ajuda a definir um preço que garanta bons lucros para a empresa.</p>
<p>E sabe por que este é um cálculo tão indispensável às rotinas administrativas? Ao fechar as contas do mês, a empresa precisa ter clareza. Isso porque a empresa só pode considerar uma parte das entradas como lucro. O lucro líquido é o que importa nesta avaliação e a lucratividade demonstra o percentual deste valor na planilha total do negócio.</p>
<h2 id="como-calcular-a-lucratividade">Como calcular a lucratividade?</h2>
<p>Para ficar mais fácil, as empresas que já aprenderam a lidar com isso, costumam definir a lucratividade através da seguinte fórmula:</p>
<blockquote>
<p><strong>Lucro Líquido x 100 / Receita total = Lucratividade</strong></p>
</blockquote>
<p>Veja um exemplo para entender melhor este cálculo:</p>
<p>Imagine que você é dono de um empreendimento que comercializa camisetas. O valor final, ou seja, que o consumidor paga na sua loja é de R$ 150 reais por cada uma delas.</p>
<p>Como bom administrador, você sabe de uma coisa. A empresa destina parte do valor de cada peça vendida ao pagamento de taxas. Sabe que entre material e mão de obra, há um gasto de R$ 45 reais com a confecção da camiseta.</p>
<p>Além disso, a empresa calcula mais R$ 30 por camiseta. Esse valor serve para cobrir despesas variáveis, como impostos e comissões.</p>
<p>O lucro líquido por cada venda, neste caso, é de R$ 75 reais.</p>
<p>Agora imagine que sua loja vendeu 100 camisetas ao longo de um mês, aplique a fórmula da lucratividade e obtenha este percentual:</p>
<blockquote>
<p><strong>LUCRATIVIDADE = (R$ 7.500 / R$ 15.000) x 100 = 50%</strong></p>
</blockquote>
<p>A lucratividade desta mercadoria é de 50%, ou seja, uma excelente margem tratando-se do setor de comércio têxtil.</p>
<p>É importante ressaltar que produtos diferentes têm lucratividades diferentes. Por isso, ao fechar as contas, considere sempre cada grupo separadamente. Jamais misture, por exemplo, camisetas com sapatos ou outras variáveis.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/73-5.png-1024.webp" alt="Lucratividade x rentabilidade" width="1024" height="683"></p>
<h2 id="minha-lucratividade-de-50-e-boa-ou-ruim">Minha lucratividade de 50% é boa ou ruim?</h2>
<p>Uma lucratividade de 50% geralmente é considerada excelente, especialmente no setor de comércio, como o de vestuário. Isso significa que, para cada R$ 100 em vendas, R$ 50 representam lucro líquido após deduzir todos os custos e despesas.</p>
<p>No entanto, é importante analisar esse percentual dentro do contexto do seu negócio. Setores diferentes apresentam margens médias distintas. No varejo, por exemplo, elas variam de 20% a 60%. Já em indústrias competitivas, uma margem de 50% pode ser excepcional.</p>
<p>Além disso, a lucratividade deve ser avaliada junto à rentabilidade. É possível ter um alto lucro por produto. No entanto, se o investimento para gerar as vendas for muito alto, a rentabilidade pode ser baixa.</p>
<p>Portanto, uma lucratividade de 50% indica um bom controle de preços e custos. Contudo, o ideal é sempre compará-la com outros indicadores e com a realidade do setor. Assim, você garante que seus lucros realmente se traduzam em retorno consistente e sustentável para o negócio.</p>
<h2 id="a-lucratividade-esta-diretamente-ligada-ao-preco">A lucratividade está diretamente ligada ao preço</h2>
<p>Isso mostra que a lucratividade está ligada a uma relação. Ou seja, a que existe entre o preço de venda e todos os custos da operação. Isto é, o quanto você paga por ele, associado ao preço pelo qual sua empresa vende esse produto ou serviço. O uso da fórmula facilita a compreensão, indicando quanto o empreendedor de fato ganhou com cada venda.</p>
<p>No entanto, não é tão simples como parece. É preciso um pouco mais de atenção para que essa conta esteja correta e mostre o seu lucro verdadeiro. Para isso, a primeira coisa que você precisa aprender a fazer é calcular corretamente o preço de custo das suas mercadorias.</p>
<p>Quando você conhece bem o preço de custo de um produto, fica mais fácil. Ao definir o preço de venda, você já sabe sua <a href="https://blog.egestor.com.br/margem-de-lucro/">margem de lucro</a>. Você saberá quanto vai lucrar com cada mercadoria.</p>
<p>Dessa forma, a lucratividade serve então para manter as suas vendas acima do esperado. Sendo assim, garantindo que você ganhe mais do que investiu.</p>
<p>Pode-se dizer assim que a lucratividade é fator dominante em um negócio. Se não houver lucratividade, não vale a pena investir.</p>
<p>Outro fator que influencia na sua lucratividade também é a concorrência. Isso porque a concorrência influencia seus preços. Se um concorrente abaixa o valor, talvez você também precise baixar para não perder vendas.</p>
<h2 id="fatores-para-aumentar-a-lucratividade">Fatores para aumentar a lucratividade</h2>
<p>1 - <strong>Escolha do fornecedor:</strong> uma das principais formas de aumentar o seu lucro é saber escolher bem o seu fornecedor. Faça uma boa pesquisa antes de fechar negócio mas lembre-se que o fornecedor mais barato nem sempre é o melhor. Portanto, procure sempre o equilíbrio e calcule o custo-benefício de cada um. Se você conseguir os produtos por um preço mais barato, mas sem perder a qualidade, você poderá lucrar mais.</p>
<p>2 - <strong>Ofereça produtos e serviços de qualidade:</strong> muitos consumidores buscam por isso, mesmo que precisem pagar um pouco mais. Dessa forma, escolha produtos confiáveis e de marcas conhecidas para garantir suas vendas.</p>
<p>Agora que você entendeu a lucratividade, vamos para o próximo passo. Veja o conceito de rentabilidade e como aplicá-lo em seu negócio.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/69.png-2000.webp" alt="Lucratividade x rentabilidade" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="rentabilidade-o-que-e">Rentabilidade: o que é?</h2>
<p>A lucratividade analisa dados de um curto período de tempo. Já a rentabilidade é diferente, pois demonstra o retorno sobre o investimento.</p>
<p>Portanto, a rentabilidade é um indicador mais abrangente que a lucratividade. O gestor pode aplicá-la a produtos ou ao negócio como um todo.</p>
<p>Muitos acreditam que o número de vendas determina o sucesso. No entanto, essa premissa nem sempre é verdadeira no mundo dos negócios.</p>
<p>Vender demais significa bom lucro e retorno apenas nos casos em que a rentabilidade tem seu percentual mais elevado.</p>
<p>Queimas de estoque, por exemplo, trazem dinheiro rápido para o caixa. Contudo, elas geralmente são pouco rentáveis, pois os descontos cortam os lucros.</p>
<p>Na hora de criar estratégias promocionais é fundamental considerar a rentabilidade para não obter prejuízos no longo prazo.</p>
<h3 id="investimento-na-rentabilidade-negocio-todo-ou-projeto">Investimento na rentabilidade: negócio todo ou projeto específico?</h3>
<p>Quando falamos em rentabilidade, é importante entender que o “investimento” pode ter significados diferentes dependendo do contexto.</p>
<ol>
<li><strong>Investimento inicial do negócio</strong></li>
<li>Este é o valor necessário para abrir e manter a empresa nos primeiros meses. Inclui gastos com máquinas, reformas, estoque inicial, capital de giro e outros recursos essenciais. Nesse caso, a rentabilidade mostra se todo o negócio, como um todo, está gerando retorno suficiente para cobrir esses investimentos.</li>
<li><strong>Investimento em projetos específicos</strong></li>
<li>Também é possível calcular a rentabilidade de um projeto isolado. Isso pode ser, por exemplo, uma campanha de marketing ou a compra de um equipamento. Aqui, o investimento é apenas o valor aplicado nesse projeto. A rentabilidade indicará se o retorno gerado foi proporcional ao que foi investido naquele esforço específico.</li>
</ol>
<p>Portanto, a fórmula da rentabilidade se mantém a mesma, mas o tipo de investimento deve ser definido antes do cálculo. Isso ajuda a analisar melhor os resultados e a tomar decisões estratégicas tanto para o negócio como um todo quanto para iniciativas específicas.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/23-3.jpg-2000.webp" alt="Lucratividade x rentabilidade" width="2000" height="1336"></p>
<h2 id="como-calcular-a-rentabilidade">Como calcular a rentabilidade?</h2>
<p>O cálculo da rentabilidade também é bem simples e deve seguir a seguinte fórmula:</p>
<blockquote>
<p><strong>RENTABILIDADE = (LUCRO LÍQUIDO / INVESTIMENTO) X 100</strong></p>
</blockquote>
<p>Analisando a fórmula da rentabilidade, fica um pouco mais fácil compreender como se dá então esse cálculo. Para saber se sua empresa é rentável, o cálculo é simples. Multiplique o lucro líquido por 100 e divida pelo investimento inicial. O resultado dessa é o quanto o seu investimento rendeu.</p>
<p>Se o resultado for negativo, você deverá então buscar novas estratégias para conseguir tornar o seu negócio rentável para recuperar o prejuízo. Por fim, a conclusão é clara. Sua empresa só será rentável quando o capital final superar todos os custos e despesas.</p>
<p>Por envolver também o lucro líquido assim como a lucratividade, é comum que se confunda os dois termos. No entanto, cada um significa uma coisa e leva a resultados diferentes.</p>
<p>Portanto é fundamental saber diferenciar estes dois conceitos para fazer uma boa avaliação dos resultados da sua empresa. Enquanto a lucratividade foca mais no lucro que o negócio obtém, a rentabilidade é mais abrangente.</p>
<p>Ver o quanto determinado investimento foi rentável significa observar quanto foi o percentual de retorno do negócio. De nada adianta ter uma alta lucratividade, se o percentual de retorno for baixo.</p>
<h3 id="exemplo-de-como-calcular-a-rentabilidade">Exemplo de como calcular a rentabilidade</h3>
<p>Vamos contextualizar continuando com os cálculos do exemplo anterior, para ficar mais fácil:</p>
<p>Para vender as mesmas 100 camisetas, imagine um cenário. Suponha que foi preciso investir em publicidade para divulgar uma promoção. O investimento com marketing, na ocasião, foi de R$ 3 mil reais.</p>
<p>Sendo assim, a rentabilidade seria de:</p>
<blockquote>
<p><strong>RENTABILIDADE = (R$ 7.500 / R$ 3.000) X 100 = 250%</strong></p>
</blockquote>
<p>Interpretando o resultado, é possível aferir que a cada R$ 1 real investido nesta campanha, obteve-se um retorno positivo de R$ 2,50. Para se ter uma ideia, este é um dos melhores cenários possíveis para o seu empreendimento.</p>
<p>Em outras circunstancias esses valores poderiam ser bem diferentes. Observe:</p>
<ol>
<li><strong>RENTABILIDADE = (R$ 7.500 / R$ 10.000) X 100 = 75%</strong></li>
<li><strong>RENTABILIDADE = (R$ 7.500 / R$ 5.000) X 100 = 150%</strong></li>
</ol>
<p>No primeiro caso, houve um perceptível prejuízo para o empreendimento, mesmo que o caixa tenha alavancado com essas vendas. A cada R$ 1 que a empresa investiu, ela obteve um retorno de apenas R$ 0,75..</p>
<p>No segundo caso, a rentabilidade foi positiva e não gerou prejuízos. Isso porque, a cada R$ 1 investido, houve R$ 1,50 de retorno.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/karolina-grabowska-Zes1yEMTFJE-unsplash-6.jpg-2000.webp" alt="Lucratividade x rentabilidade" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="dica-extra-payback">Dica extra: Payback</h2>
<p>Além de saber o quanto o seu negócio é rentável, é importante saber em quanto tempo o investimento inicial será recuperado. Para isso, existe outro indicador chamado Payback. Ele calcula o tempo para o lucro gerado se igualar ao investimento inicial. Dessa forma, o indicador mostra quando o negócio "se paga".</p>
<h3 id="aplicando-lucratividade-e-rentabilidade-em-empresas-de">Aplicando lucratividade e rentabilidade em empresas de serviços</h3>
<p>O cálculo da lucratividade não se aplica apenas a produtos físicos. Empresas de serviço também podem usar os mesmos conceitos. Para isso, devem adaptá-los aos seus custos de pessoal e despesas operacionais.</p>
<p>Por exemplo, imagine uma consultoria que cobra R$ 10.000 por um projeto. Seus custos diretos são R$ 4.000 com salários e R$ 1.000 com despesas adicionais. O lucro líquido do projeto seria:</p>
<p><strong>Lucro líquido = R$ 10.000 - (R$ 4.000 + R$ 1.000) = R$ 5.000</strong></p>
<p>Aplicando a fórmula da lucratividade:</p>
<p><strong>Lucratividade = (R$ 5.000 ÷ R$ 10.000) × 100 = 50%</strong></p>
<p>Dessa forma, é possível medir o ganho real por projeto ou cliente. Para isso, deve-se considerar o tempo e o esforço da equipe envolvida.</p>
<h2 id="egestor">eGestor</h2>
<p>Agora que você já sabe a diferença entre estes conceitos, que tal começar a aplicar seus respectivos cálculos dentro do seu negócio? Um software de gestão como o eGestor registra suas receitas e despesas. Com isso, você acessa relatórios de lucratividade, rentabilidade e outros indicadores.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.gif" alt="" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/48-9.jpeg" type="image/jpeg" length="118426"/>
    </item>
    <item>
      <title>Fluxo de Caixa: Guia completo para fazer o da sua empresa (Passo a Passo)</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/fluxo-de-caixa/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/fluxo-de-caixa/</guid>
      <pubDate>Tue, 07 Jan 2025 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Destaques</category>
      <category>Controle Financeiro</category>
      <category>destaque</category>
      <category>administração</category>
      <category>gestão financeira</category>
      <description>Aprenda o que é fluxo de caixa, como fazer na sua empresa passo a passo, quais os tipos existentes e qual ferramenta usar. Guia completo.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Manter as finanças da empresa sob controle é um dos maiores desafios de quem empreende. E o fluxo de caixa é a principal ferramenta para isso. Neste guia, você vai aprender o que é, como fazer e como usar o fluxo de caixa para tomar decisões mais seguras no seu negócio.</p>
<p><strong>O que é o fluxo de caixa?</strong> O fluxo de caixa é o controle de todos os valores que entram e saem do financeiro da empresa.</p>
<p><strong>Qual o objetivo do fluxo de caixa?</strong> O objetivo do fluxo de caixa é garantir a saúde financeira do negócio. Desse modo, ele assegura que a empresa tenha capital para cumprir suas obrigações.</p>
<p><strong>Como fazer o fluxo de caixa?</strong> O fluxo de caixa pode ser feito através de um sistema de gestão empresarial, como o eGestor.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br?afl=11" rel="noopener">Teste grátis o eGestor</a></p>
<h2 id="o-que-e-fluxo-de-caixa">O que é fluxo de caixa?</h2>
<p>O fluxo de caixa é o registro das entradas e saídas de dinheiro da empresa. Geralmente, a empresa pode medi-lo em um período definido, de uma semana a um ano. Além disso, o controle pode ser relativo a períodos promocionais ou a campanhas específicas.</p>
<p>Para que esse processo funcione, é preciso conhecer todos os valores que entram e saem. Aliás, a empresa deve fazer esse acompanhamento de forma constante. Em outras palavras, toda vez que a empresa realiza uma venda ou compra, o dinheiro entra ou sai do caixa.</p>
<p>Para facilitar essa tarefa, a empresa pode fazer o controle do fluxo de caixa em uma planilha ou sistema de gestão. Afinal, esses recursos mostram a situação financeira do negócio, incluindo o valor disponível e quanto a empresa precisa pagar.</p>
<h3 id="todos-os-recebimentos">Todos os recebimentos</h3>
<p>Os recebimentos são todos os valores que entram no caixa da empresa, podendo esse ser físico ou a conta no banco, por exemplo. Assim, são recebimentos:</p>
<ul>
<li>Vendas, a vista e a prazo;</li>
<li>Recebimento de duplicata;</li>
<li>Empréstimos;</li>
<li>Financiamento.</li>
</ul>
<h3 id="todos-os-pagamentos">Todos os pagamentos</h3>
<p>Os pagamentos são todos os valores que saem do caixa, de novo, podendo ser o caixa físico ou a conta bancária. Assim, eles podem ser:</p>
<ul>
<li>Compras de produtos ou matérias-prima, a vista e a prazo;</li>
<li>Pagamento de despesas;</li>
<li>Pagamento de impostos.</li>
</ul>
<h2 id="como-fazer-o-fluxo-de-caixa">Como fazer o Fluxo de Caixa?</h2>
<p>Agora que você já sabe o que é o fluxo de caixa, chegou a hora de fazer o da sua empresa. Não sabe como? A gente ensina passo a passo!</p>
<h3 id="especifique-as-entradas-e-saidas-da-empresa">Especifique as entradas e saídas da empresa</h3>
<p>Os principais elementos utilizados no fluxo de caixa são as entradas e saídas, ou seja, as receitas e as despesas. Com elas, é possível fazer a análise de fluxo de caixa completa. Um exemplo de fluxo é:</p>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th>Saldo anterior</th>
<th>Receitas</th>
<th>Despesas</th>
<th>Saldo atual</th>
<th>Resultado do mês</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>R$ 100,00</td>
<td>R$ 200,00</td>
<td>R$ 190,00</td>
<td>R$ 110,00</td>
<td>R$ 110,00</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<h4>Entradas</h4>
<p>As entradas são representadas por todos os recebimentos das empresas. Geralmente, os ingressos vêm de vendas de mercadorias ou de serviços prestados. Contudo, outros valores também podem representar entradas e devem ser registrados.</p>
<p>A primeira e melhor delas, é claro, são as receitas. Ou seja, registro de absolutamente todo o dinheiro que entrou no caixa da empresa.</p>
<p>É importante anotar em seu sistema a origem de cada valor, a forma de pagamento e a data do recebimento.</p>
<p>Alguns exemplos de entradas que interferem no fluxo de caixa:</p>
<ul>
<li>recebimento de venda;</li>
<li>recebimento de duplicatas;</li>
<li>financiamentos ou empréstimos;</li>
<li>capital de novos sócios ou acionistas.</li>
</ul>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th><strong>Data</strong></th>
<th><strong>Conta</strong></th>
<th><strong>Valor</strong></th>
<th><strong>Forma de pagamento</strong></th>
<th><strong>Status</strong></th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>03/04</td>
<td>Venda</td>
<td>R$ 300,00</td>
<td>Dinheiro</td>
<td>Pago</td>
</tr>
<tr>
<td>04/04</td>
<td>Venda</td>
<td>R$ 64,00</td>
<td>Cartão</td>
<td>Em aberto</td>
</tr>
<tr>
<td>10/04</td>
<td>Venda</td>
<td>R$ 115,00</td>
<td>Dinheiro</td>
<td>Pago</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<h4>Saídas</h4>
<p>As saídas, ou desembolsos, são os valores que a empresa paga para operar, como salários, fornecedores e contas diversas. Além disso, elas incluem custos fixos e variáveis. Por isso, é fundamental registrar cada gasto sem exceção para manter um <a href="https://blog.egestor.com.br/controle-financeiro-como-fazer/">controle financeiro</a> eficaz.</p>
<p>Vamos analisar os custos, começando pelas contas fixas. Elas são despesas recorrentes e obrigatórias para a empresa funcionar, como aluguel e folha de pagamento. Assim, mesmo com pequenas variações mensais, seus valores são previsíveis e devem ser registrados sempre.</p>
<p>Em contrapartida, os custos variáveis oscilam a cada mês. Muitas vezes, esses custos vêm de emergências ou imprevistos que afetam a operação. Por exemplo, pode ser a contratação de um serviço ou o conserto de um equipamento.</p>
<p>Ainda, é preciso considerar as compras parceladas. Para isso, projete o pagamento de cada parcela para a sua data correta. Dessa forma, o controle será mais preciso. Além disso, esse cuidado contribui para o planejamento e ajuda a criar novas estratégias para aumentar os lucros.</p>
<p>Alguns exemplos de saídas no fluxo de caixa:</p>
<ul>
<li>compras (fornecedores);</li>
<li>despesas;</li>
<li>impostos;</li>
<li>juros;</li>
<li>dividendos.</li>
</ul>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th><strong>Data</strong></th>
<th><strong>Conta</strong></th>
<th><strong>Valor</strong></th>
<th><strong>Forma de pagamento</strong></th>
<th><strong>Status</strong></th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>06/04</td>
<td>Fornecedor</td>
<td>R$ 235,00</td>
<td>Dinheiro</td>
<td>Pago</td>
</tr>
<tr>
<td>08/04</td>
<td>Internet</td>
<td>R$ 102,58</td>
<td>Dinheiro</td>
<td>Pago</td>
</tr>
<tr>
<td>22/04</td>
<td>Frete</td>
<td>R$ 78</td>
<td>Cartão</td>
<td>Pago</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/21-13.jpg-2000.webp" alt="fluxo de caixa" width="2000" height="1600"></p>
<h3 id="regimes-de-analise">Regimes de análise</h3>
<p>Ao iniciar o fluxo de caixa, muitos se perguntam: registrar as movimentações quando acontecem ou apenas na data do pagamento?</p>
<p>No entanto, a resposta não é simples, pois depende.</p>
<p>Isso porque existem dois tipos de regime para facilitar esse processo: o de caixa e o de competência. Sendo assim, é de extrema importância que o processo a ser usado seja definido no início do controle.</p>
<h4>Regime de caixa</h4>
<p>O regime de caixa do fluxo de caixa é quando o valor só é contabilizado ou descontado quando ele efetivamente entra ou sai. Dessa forma, os dados são ainda mais precisos.</p>
<p>No regime de caixa, se a empresa fez uma compra de R$ 100,00 à vista, ela contabilizará o valor no caixa, por exemplo. Por exemplo, imagine que a empresa parcelou uma compra em 5 vezes. Nesse caso, a empresa insere os R$ 20,00 de cada parcela apenas quando os paga.</p>
<h4>Regime de competência</h4>
<p>O regime de competência do fluxo de caixa é o oposto do regime de caixa. Ou seja, a empresa insere os valores no controle na hora da venda, lançando-os como receita ou entrada de caixa.</p>
<p>Dessa forma, se a empresa parcelar uma compra, ela registrará o valor total como saída. A partir daí, a empresa lançará as parcelas futuras como contas a pagar, no passivo circulante. Por outro lado, a empresa lançará as parcelas que vencem no próximo exercício no passivo não circulante.</p>
<p>⚠️ Esse é o regime obrigatório para todas as empresas, para apuração de obrigações trabalhistas, previdenciárias e tributárias. Quem o define como obrigatório é o <a href="https://www.jusbrasil.com.br/topicos/11722706/artigo-225-do-decreto-n-3048-de-06-de-maio-de-1999" rel="noopener">Artigo 225 do Decreto nº 3.048</a> e a CLT.</p>
<h2 id="onde-fazer-o-controle-de-fluxo-de-caixa">Onde fazer o controle de fluxo de caixa?</h2>
<p>Existem algumas ferramentas que facilitam o controle do fluxo de caixa. Por exemplo, a planilha de fluxo de caixa e um sistema específico para isso.</p>
<p>📒 <strong>Caderno</strong></p>
<ul>
<li>Não gera relatórios</li>
<li>Ordenação ou filtros de dados importantes inexistente</li>
<li>Sem dados importantes da empresa</li>
<li>Tempo de anotação de vendas maior que o ideal</li>
</ul>
<p>📉 <strong>Planilha</strong></p>
<ul>
<li>Apenas um usuário pode preencher as informações a cada vez</li>
<li>Não tem integração</li>
<li>Relatórios muito limitados</li>
<li>Tempo perdido utilizando ferramentas como excel</li>
<li>Não tem suporte</li>
</ul>
<p><strong>eGestor</strong><img src="https://egestor.com.br/assets/img/favicon-32x32.png" alt="eGestor"></p>
<ul>
<li>Integração com outros setores, como de vendas, compras, financeiro, estoque e notas fiscais</li>
<li>Mais facilidade</li>
<li>Permissões por usuário</li>
<li>50 tipos de relatórios</li>
<li>Tudo simples e rápido</li>
</ul>
<h3 id="planilha-de-fluxo-de-caixa">Planilha de fluxo de caixa</h3>
<p>Um meio fácil de fazer esse controle é através de uma planilha de fluxo de caixa. Elas são uma maneira mais fácil pois já possuem todos os cálculos configurados. Assim, basta baixar a planilha de fluxo de caixa e inserir os valores da sua empresa.</p>
<p>Por isso, o eGestor criou a <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-fluxo-de-caixa/">planilha de fluxo de caixa</a>. Nela você pode inserir os dados previstos e os dados reais. Também, é possível dividir os valores no primeiro e no segundo semestre do ano.</p>
<h3 id="sistema-de-controle-de-fluxo-de-caixa">Sistema de controle de fluxo de caixa</h3>
<p>Ao contrário da planilha, o <a href="https://egestor.com.br/recursos/fluxo-de-caixa.php?afl=11" rel="noopener">sistema de fluxo de caixa</a> é a forma automatizada de fazer esse controle. Uma vez que ele integra todos os dados de todos os setores, ele consegue fazer uma administração melhor da empresa.</p>
<p>Ainda, ele faz com que não se perca tanto tempo na hora de cadastrar as informações. Isso ocorre porque o sistema integra os setores, evitando assim o retrabalho. Dessa forma, as informações não são cadastradas mais de uma vez em planilhas diferentes.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/sistema-de-fluxo-de-caixa.png-593.webp" alt="Exemplo de relatórios de um sistema de gestão" width="593" height="365"></p>
<h2 id="exemplo-de-fluxo-de-caixa">Exemplo de fluxo de caixa</h2>
<p>O fluxo de caixa é o registro de todas as entradas e saídas de valores. Por isso, para fazê-lo, é necessário ter os dados da transação. Por exemplo, uma empresa recebeu R$ 200,00 pela venda de um produto, e o cliente pagou com cartão. Então essa venda deve estar registrada.</p>
<p>Em seguida, a empresa pagou uma conta de água de R$ 120,00, retirando o valor do caixa físico. Isso também deve constar no controle.</p>
<p>A empresa também deve incluir outras despesas no controle financeiro. Por exemplo, o pagamento da conta de internet no valor de R$ 70,00.</p>
<p>Assim, esse é o exemplo de controle de fluxo de caixa:</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Exemplo-Fluxo-de-Caixa.png-886.webp" alt="exemplo controle de fluxo de caixa na gestão financeira de empresas baseado no planejamento financeiro empresarial das finanças corporativas" width="886" height="100"></p>
<h2 id="tipos-de-fluxo-de-caixa">Tipos de fluxo de caixa</h2>
<p>É importante ressaltar que existem diferentes <a href="https://blog.egestor.com.br/tipos-de-fluxo-de-caixa/">tipos de fluxo de caixa</a> que podem ser analisados em sua empresa.</p>
<h3 id="fluxo-de-caixa-projetado">Fluxo de caixa projetado</h3>
<p>O <a href="https://blog.egestor.com.br/fluxo-de-caixa-projetado/">fluxo de caixa projetado</a> tem como objetivo tentar prever e prevenir os riscos para uma empresa. Dessa forma, a companhia consegue estimar se necessitará de um empréstimo bancário, por exemplo.</p>
<p>O inverso também acontece: se o prognóstico for positivo, será viável investir em novas operações com mais segurança e tranquilidade. Assim, ele fornece uma visão aprofundada da movimentação de todos os recursos. Além disso, pode apontar soluções para curto, médio e longo prazos.</p>
<p>Na primeira situação, essa conta serve para estimar o quanto existe de dinheiro sobrando ou faltando no caixa. Para o prazo maior, entretanto, as opções do que fazer com o fluxo de caixa projetado são mais vastas.</p>
<p>Abaixo, listamos algumas das aplicações para esse método.</p>
<h4>Objetivos de longo prazo do Fluxo de Caixa Projetado</h4>
<ul>
<li>planejar as atividades do caixa;</li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/controle-financeiro-como-fazer/">controle financeiro;</a></li>
<li>administrar o <a href="https://blog.egestor.com.br/capital-de-giro/">capital de giro</a>;</li>
<li>avaliar a liquidez de uma organização.</li>
</ul>
<h3 id="fluxo-de-caixa-descontado">Fluxo de caixa descontado</h3>
<p>O fluxo de caixa descontado é utilizado para medir o valor de uma empresa. Ou seja, o tipo descontado se utiliza de dados como projeções e descontos para chegar a esse valor.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/7-15.png-2000.webp" alt="Foto de calculadora e documentos representando o controle de fluxo de caixa, gestão financeira de empresas e o planejamento financeiro empresarial das finanças corporativas" width="2000" height="1333"></p>
<h3 id="fluxo-de-caixa-operacional">Fluxo de caixa operacional</h3>
<p>O fluxo de caixa operacional contabiliza os ganhos e gastos da empresa. Para isso, ele considera os juros, os impostos e a desvalorização da companhia.</p>
<h4>Cálculo do fluxo de caixa operacional</h4>
<p>A contagem do fluxo de caixa operacional segue esta fórmula:</p>
<ul>
<li>FCO = LAJIR (Lucro Antes de Juros e Impostos de Renda) + Desvalorização – Impostos LAJIR.</li>
</ul>
<p>Então, vamos para um exemplo prático.</p>
<p>Imagine que uma empresa chegou a um LAJIR de R$ 50 mil. Além disso, ela apresentou desvalorização de R$ 15 mil e recolheu R$ 20 mil em impostos. A conta ficará assim:</p>
<p>50.000 + 15.000 - 20.000 = 45.000</p>
<p>Assim, nesse contexto, seu empreendimento teria gerado um fluxo de caixa operacional da ordem de R$ 45 mil.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/9-11.png-2000.webp" alt="fluxo de caixa" width="2000" height="1333"></p>
<h3 id="fluxo-de-caixa-livre">Fluxo de caixa livre</h3>
<p>O fluxo de caixa livre é a quantia disponível em determinado momento. Além disso, esse cálculo leva em conta os investimentos e as necessidades de capital de giro.</p>
<p>Assim, esse cálculo mostra o total de dinheiro desimpedido da empresa. Depois disso, a empresa separa desse montante os valores para manter e expandir ativos. Na prática, ela também usa essa modalidade para definir os repasses a acionistas.</p>
<p>O fluxo de caixa livre, contudo, também tem outra função muito importante. Ele dará mais segurança nas escolhas da empresa ao fazer novos negócios. Afinal, sabe-se que há o suficiente para conservar e até para ampliar as atividades da companhia.</p>
<p>O fluxo de caixa livre, portanto, tem de ser positivo. Nesse sentido, a comparação com períodos anteriores é importante para achar causas de possíveis resultados negativos.</p>
<p>Dessa forma, o gestor percebe se ocorreu comportamento sazonal relevante. Por exemplo, uma fábrica vende ventiladores e registra uma queda nas vendas em julho, época de frio. Assim, esse motivo provavelmente explicaria o mau desempenho.</p>
<p>Além disso, essa análise financeira permite aos administradores equilibrar melhor a balança entre a busca por novas oportunidades e uma situação segura. Afinal, não manter os pés no chão é um dos principais equívocos cometidos no cálculo do fluxo de caixa.</p>
<p>Isso porque, muitas vezes, as expectativas não são alcançadas da maneira como foram planejadas.</p>
<h4>Demonstrativo do fluxo de caixa livre</h4>
<ul>
<li>(=) receitas líquidas</li>
<li>(-) custos de vendas</li>
<li>(-) despesas operacionais</li>
<li>(=) EBIT (da sigla em inglês “<em>Earnings Before Interest and Taxes</em>”, ou “Lucro antes de Juros e Imposto de Renda – LAJIR).</li>
<li>(+) depreciação e outros ajustes de despesas</li>
<li>(=) <a href="https://blog.egestor.com.br/ebitda/">EBITDA</a> (da sigla em inglês “<em>Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization</em>” ou “Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – LAJIDA)</li>
<li>(-) impostos em relação ao lucro</li>
<li>(=) montante gerado com as vendas</li>
<li>(-) investimentos (permanentes e circulantes)</li>
<li>(=) Fluxo de Caixa Livre</li>
</ul>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/24-8.jpg-2000.webp" alt="Foto caneca preta ao fundo, com documentos em uma mesa, representando o controle de fluxo de caixa, a gestão financeira de empresas e o planejamento financeiro empresarial das finanças corporativas" width="2000" height="1333"></p>
<h3 id="fluxo-de-caixa-para-investimentos">Fluxo de caixa para investimentos</h3>
<p>O fluxo de caixa para investimentos é o valor que sobra depois de descontados os passivos da empresa. Assim, com o resultado dessa diminuição, é possível avaliar futuros investimentos da empresa, se é possível e viável realizá-los.</p>
<h2 id="a-importancia-do-fluxo-de-caixa">A importância do fluxo de caixa</h2>
<p>A falta de gestão financeira de empresas prejudica demais a sua operação em curto ou médio prazo. Além disso, um problema como atraso em pagamentos de credores pode afetar a manutenção do negócio. Por essa razão, pode faltar dinheiro suficiente para suprir as necessidades imediatas.</p>
<p>Mas é importante salientar que, para ser rentável, uma empresa não precisa necessariamente ter bastante liquidez. Portanto, saber fazer uma gestão apropriada pode fazer a diferença e compensar uma eventual limitação financeira.</p>
<p>Para o fluxo de caixa dar certo, é preciso ter bastante atenção. Assim, são essenciais para esse controle anotações que correspondam à realidade. Nesse sentido, é fundamental não esquecer de passar os valores para a planilha ou para um sistema mais tecnológico. Afinal, esses são os mínimos cuidados requeridos para um eficaz controle financeiro.</p>
<p>De preferência, este fluxo deve ser atualizado diariamente para evitar posteriores erros. Entretanto, aceita-se também que o controle seja semanal, desde que nada passe batido durante a transferência dos dados.</p>
<p>Essa documentação das movimentações da empresa, além de evitar a perda de dados importantes, também ajuda a detectar falhas. Por exemplo, a falta de dinheiro em caixa pode ser percebida antes de causar um efeito mais nocivo.</p>
<figure><a href="https://youtu.be/NvrvXiSyZuM" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-NvrvXiSyZuM.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<h2 id="beneficios-de-controlar-seu-fluxo-de-caixa">Benefícios de controlar seu fluxo de caixa</h2>
<p>O fluxo de caixa permite que você saiba de onde veio cada centavo acumulado na conta. Além disso, garante que você se mantenha atento para identificar para onde o dinheiro está indo.</p>
<p>Ele é uma <a href="https://blog.egestor.com.br/fluxo-de-caixa-ajuda-tomada-de-decisoes/">ferramenta decisiva</a> para aqueles que querem empreender e crescer. Inicialmente, também ajuda na gestão financeira de empresas.</p>
<p>Com o fluxo de caixa, por exemplo, é possível evitar pagamentos de multas e juros. Isso acontece porque ele melhora a organização financeira da empresa.</p>
<p>No caso dos títulos a receber, o fluxo de caixa auxilia na objetividade da cobrança. Assim, quando um cliente atrasa um pagamento, a identificação se torna mais fácil. Como resultado, o processo de cobrança é mais rápido e pode diminuir a inadimplência em sua empresa.</p>
<p>Outra possibilidade é a projeção do fluxo de caixa. Dessa forma, com o uso do fluxo de caixa projetado, é possível saber antecipadamente se a empresa terá capital para o futuro.</p>
<p>Caso seja verificado que a organização passará por dificuldades, o gestor poderá buscar capital com melhores prazos, condições e taxas. Além disso, se a empresa precisa expandir ou fazer outros investimentos, ela pode criar um <a href="https://blog.egestor.com.br/planejamento-financeiro-empresarial/">planejamento financeiro</a> de longo prazo.</p>
<p>Por fim, com o uso do fluxo de caixa, sua empresa poderá criar uma reserva e utilizar recursos para alcançar seus objetivos.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/19-8.jpg-2000.webp" alt="fluxo de caixa" width="2000" height="1125"></p>
<h2 id="qual-a-diferenca-do-metodo-indireto-e-direto">Qual a diferença do método indireto e direto?</h2>
<h3 id="metodo-direto">Método Direto</h3>
<p>O fluxo de caixa direto evidencia os ganhos e as despesas relacionados às atividades operacionais da companhia. Para produzir a <a href="https://blog.egestor.com.br/demonstracao-de-fluxo-de-caixa-como-fazer/">DFC</a> pelo método direto, uma ação é necessária. O responsável deve classificar os recebimentos e pagamentos conforme a natureza deles. Por exemplo:</p>
<ul>
<li>gastos com insumos;</li>
<li>com locação de equipamentos;</li>
<li>valores recebidos de clientes;</li>
<li>despesas com transporte;</li>
<li>outros.</li>
</ul>
<p>Mesmo sendo uma conta mais complicada, ela tem como benefício a classificação de entradas e saídas por critérios técnicos. Assim, essas não são fiscais e categorizam o movimento financeiro por tipo de tarefa realizada.</p>
<h4>Demonstração do Fluxo de Caixa (Método Direto)</h4>
<h4>1. Entrada de recursos</h4>
<ul>
<li>recebimentos de clientes;</li>
<li>pagamentos a fornecedores;</li>
<li>despesas administrativas e comerciais;</li>
<li>despesas financeiras;</li>
<li>impostos;</li>
<li>mão de obra direta;</li>
<li>(=) entrada de recursos advindos das operações;</li>
<li>recebimentos por vendas do imobilizado;</li>
<li>(=) Total de entrada dos recursos.</li>
</ul>
<h4>2. Saída de recursos</h4>
<ul>
<li>aquisição de bens do imobilizado;</li>
<li>pagamentos de empréstimos bancários;</li>
<li>(=) total das saídas de recursos;</li>
<li>variação líquida de disponibilidades;</li>
<li>(+) saldo inicial;</li>
<li>(=) saldo final de disponibilidade.</li>
</ul>
<p>A demonstração pelo procedimento direto permite analisar a <a href="https://blog.egestor.com.br/indice-de-solvencia/">solvência</a> de uma organização — isto é, a capacidade de honrar seus compromissos financeiros. No método direto, é revelada a movimentação do dinheiro, sua origem e seu destino.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/4-4.jpg-2000.webp" alt="pagamentos" width="2000" height="1333"></p>
<h3 id="metodo-indireto">Método Indireto</h3>
<p>O fluxo de caixa indireto se baseia na análise de lucros e prejuízos do <a href="https://blog.egestor.com.br/dre/">DRE</a>. Contudo, esse demonstrativo deve ser corrigido por alguns fatores como depreciação e amortização.</p>
<p>Esse modelo se fundamenta na DRE, não no fluxo de caixa em si. É por isso, então, que ele recebe o nome de "indireto". Um dos benefícios desse padrão de fluxo é o custo baixo para calculá-lo.</p>
<p>Dessa forma a organização precisa apenas consultar seus próprios balanços patrimoniais do intervalo em questão. Ele exige dados extras, mas estes são facilmente encontrados no setor de contabilidade de qualquer empresa.</p>
<p>Entretanto, o fluxo de caixa indireto possui uma desvantagem. Ele pode sofrer desvios se houver mudanças na lei ou nos métodos contábeis. Outra questão importante é que esse modelo requer um conhecimento mais profundo sobre contabilidade.</p>
<h4>Demonstração do Fluxo de Caixa (Método Indireto)</h4>
<h4>1. Origem</h4>
<ul>
<li>lucro líquido do exercício;</li>
<li>(+) depreciações;</li>
<li>(+) aumento em imposto de renda a pagar;</li>
<li>(+) acréscimo em fornecedores;</li>
<li>(-) aumento da cartela de clientes;</li>
<li>(=) caixa gerado pelas operações;</li>
<li>venda do imobilizado;</li>
<li>(=) total dos ingressos de disponibilidade.</li>
</ul>
<h4>2. Aplicações</h4>
<ul>
<li>pagamento de empréstimos bancários;</li>
<li>aquisição de imobilizado;</li>
<li>(=) total das aplicações de disponibilidades;</li>
<li>variação líquida das disponibilidades;</li>
<li>(+) saldo inicial;</li>
<li>(=) saldo final das disponibilidades.</li>
</ul>
<p>Pronto para colocar o fluxo de caixa em dia? Experimente o <a href="https://egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener">eGestor</a> gratuitamente e veja como é simples controlar as finanças da sua empresa.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>
<section class="faq"><h2 id="duvidas-frequentes-sobre-fluxo-de-caixa">Dúvidas frequentes sobre fluxo de caixa</h2><div class="faq-lista"><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-e-fluxo-de-caixa-2">O que é fluxo de caixa?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>O fluxo de caixa é uma ferramenta que ajuda na saúde e no controle financeiro do negócio. Além disso, ele representa o registro de todas as informações de venda, de entrada e de saída.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="quais-os-tipos-de-fluxo-de-caixa">Quais os tipos de fluxo de caixa?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Os principais tipos de fluxo de caixa são:</p>
<ul>
<li>Projetado;</li>
<li>Operacional;</li>
<li>Livre;</li>
<li>Para investimentos.</li>
</ul>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="como-fazer-o-fluxo-de-caixa-2">Como fazer o fluxo de caixa?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>O primeiro passo para fazer o fluxo de caixa é especificar o que são as entradas e saídas da empresa. Em seguida, é necessário identificar o saldo e registrar todas as transações que envolvem valores financeiros.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-a-importancia-do-fluxo-de-caixa">Qual a importância do fluxo de caixa?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>O fluxo de caixa é uma ferramenta essencial do controle financeiro. Dessa forma, ele traz uma análise mais ampla da situação financeira, avalia os investimentos e permite planejar os próximos passos.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-devo-registrar-no-fluxo-de-caixa">O que devo registrar no fluxo de caixa?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Os principais itens a serem registrados no fluxo de caixa são:</p>
<ul>
<li>Pagamentos (compras a vista e a prazo, pagamentos de despesas e duplicatas e todos os outros pagamentos realizados);</li>
<li>Recebimentos (vendas à vista em dinheiro e em cartões, à prazo em cartões, cheques ou boletos e todos os outros recebimentos da empresa);</li>
<li>Previstos.</li>
</ul>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-o-periodo-ideal-para-fazer-a-analise">Qual o período ideal para fazer a análise?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Depende. Se o seu negócio realizar muitas vendas diariamente, ele deve ser controlado diariamente. Mas, se houver poucas vendas diárias e mais vendas semanais, o controle pode ser feito de forma semanal.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="porque-e-importante-manter-um-fluxo-de-caixa-atualizado">Porque é importante manter um fluxo de caixa atualizado?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Porque ele é o seu dinheiro. O fluxo de caixa registra todos os pagamentos e também os recebimentos. Portanto, é ele que controla o dinheiro, de onde vem e para onde vai. Dessa forma, se não houver controle, não é possível saber, em valores, quanto se deve receber e quanto se deve pagar.</p></div></details></div></section>
]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/193.png" type="image/png" length="224032"/>
    </item>
    <item>
      <title>Gestão financeira: Como fazer a de pequenas e médias empresas</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/gestao-financeira-como-fazer/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/gestao-financeira-como-fazer/</guid>
      <pubDate>Wed, 22 Feb 2023 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Controle Financeiro</category>
      <category>gestão financeira</category>
      <category>administração</category>
      <description>Saiba agora como realizar uma boa gestão financeira em seu negócio e não ter surpresas ruins com contas a pagar ou capital de giro.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Para que pequenas e médias empresas possam crescer de maneira sustentável, é fundamental que os processos sejam gerenciados de forma correta. Isso requer uma <strong>gestão financeira</strong> eficiente – afinal de contas, são as finanças que vão garantir que as contas sejam pagas, que não haja dívidas e que os investimentos necessários sejam realizados.</p>
<p>Você, provavelmente, também deve sentir essa necessidade no seu dia a dia e perceber que uma melhor gestão poderia fazer sua empresa crescer ainda mais. Mas o que esse procedimento abrange?</p>
<h2 id="o-que-e-a-gestao-financeira">O que é a gestão financeira?</h2>
<p>Tomar decisões estratégicas, que permitam elevar o valor da sua empresa, é feito por práticas como administração do fluxo de caixa, análise da criação de valor a partir de ferramentas financeiras e otimização da estrutura de capital. Ou seja, a gestão financeira é saber tomar as decisões certas e com o suporte de dados reais.</p>
<p>A gestão das finanças, portanto, traz uma visão ampla do negócio e não analisa somente pelo lucro. Na realidade, ela considera as possibilidades de investimento e de financiamento.</p>
<p>A dúvida que fica é como fazer uma gestão de finanças adequada para que a sua empresa apresente uma performance melhor. O primeiro passo é cuidar do orçamento empresarial.</p>
<h2 id="gestao-financeira-entenda-a-importancia-para-a-organizacao">Gestão Financeira: entenda a importância para a organização</h2>
<p>A importância de ter essas informações atualizadas parte do princípio que, sem esses dados, a rotina administrativa e processos acabam ficando sem suporte, uma vez que tudo está relacionado ao controle financeiro.</p>
<p>A gestão do capital também permite analisar como foi o resultado no passado e o que está acontecendo no presente, além de possibilitar a identificação de despesas desnecessárias e o ajuste de falhas anteriores.</p>
<p>A partir disso, se descobre quais investimentos estão sendo prejudicados pela retirada de capital de giro, ou se os colaboradores de determinada área poderão sofrer reajuste salarial devido a seu desempenho, por exemplo.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/97-1.jpg-2000.webp" alt="gestão financeira" width="2000" height="1125"></p>
<h2 id="os-4-pilares-da-gestao-financeira">Os 4 pilares da gestão financeira</h2>
<p>Existem quatro pontos que são os mais importantes na hora de fazer uma gestão financeira eficiente. Esses também são conhecidos como ciclo PDCA. São eles:</p>
<h3 id="planejar">Planejar</h3>
<p>O que quer que seja feito, deve sempre ter um planejamento, e com o financeiro de uma empresa não pode ser diferente. O planejamento é o primeiro passo para realizar uma <a href="https://blog.egestor.com.br/importancia-controle-financeiro-eficiente/">gestão financeira eficiente</a>. Mas, também, ele serve para entender onde se quer chegar.</p>
<p>Com o planejamento é possível estabelecer as metas de acordo com o que é planejado, fazendo com que elas estejam mais perto da realidade. Também, é quando é definida a equipe e as tarefas a serem realizadas.</p>
<h3 id="controlar">Controlar</h3>
<p>Basicamente, esse é o controle do controle financeiro. Para ter uma gestão financeira bem feita, é necessário que todos os dados sejam registrados. Por isso, é importante que se tenha alguém responsável pelo controle financeiro e uma atenção a mais.</p>
<h3 id="analisar">Analisar</h3>
<p>Com a inserção das informações financeiras, se tem mais dados para análise. Com essa análise se pode entender o que funciona e o que não funciona na gestão financeira do negócio.</p>
<p>Assim, se analisa tanto dados quanto resultados. Com isso é possível avaliar se as metas estão condizentes com a realidade, por exemplo.</p>
<h3 id="investir">Investir</h3>
<p>Com os resultados obtidos através da análise, baseado nos dados e resultados obtidos, a escolha dos novos investimentos é mais assertiva. Ainda, os investimentos já realizados devem ser medidos através da gestão financeira.</p>
<p><a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-gastos-como-pode-ser-util/"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/banner-planilha-gastos.png-650.webp" alt="" width="650" height="250"></a></p>
<h2 id="saiba-como-fazer-a-gestao-financeira-corretamente">Saiba como fazer a Gestão Financeira corretamente</h2>
<h3 id="conheca-todos-os-seus-vencimentos">Conheça todos os seus vencimentos</h3>
<p>Mais do que conhecer, é preciso ter controle e registro de todos os vencimentos — seja de fornecedores, impostos ou contas de consumo da empresa.</p>
<p>Pagar as obrigações em atraso gera mais despesas em multas e juros. Além disso, é possível que se perca a concessão de descontos para quitação adiantada no caso dos fornecedores.</p>
<p>Em relação aos impostos, o não pagamento em dia suspende as Certidões Negativas de Débitos (CNDs) — documentos que sempre devem ser mantidos válidos e atualizados.</p>
<p>Portanto, mesmo que seja apenas em uma planilha, mantenha registro de todos os vencimentos com descrição das obrigações e seus valores. De preferência, utilize um programa de gestão financeira para PMEs e acompanhe os seus relatórios.</p>
<h3 id="separe-as-financas-pessoais-e-empresariais">Separe as finanças pessoais e empresariais</h3>
<p>Esse é um dos erros mais comuns nos negócios, se não o mais comum. Ainda que a empresa seja totalmente sua e todo o dinheiro necessário para o início tenha sido seu, não se pode tratar as finanças dessa forma.</p>
<p>Essa prática facilita o descontrole das contas, do capital de giro e do caixa. Por fim, pode acabar faltando dinheiro para operações e obrigações. Além disso, se torna quase impossível ter uma escrituração contábil exata e correta — o que é passível de multa.</p>
<p>Defina um salário para você e o retire mensalmente, de forma oficial via pró-labore. Não saque dinheiro do negócio frequentemente para o seu bolso e quando fizer as retiradas de lucro previstas, siga o procedimento contábil correto.</p>
<p>Esse é o principal passo para <a href="https://blog.egestor.com.br/nao-errar-ao-organizar-o-setor-financeiro/">organizar o setor financeiro</a>.</p>
<h3 id="controle-o-estoque-com-excelencia">Controle o estoque com excelência</h3>
<p>O estoque não tem só produtos ou materiais disponíveis para gerar faturamento. Ele tem dinheiro em bens que influenciam nas finanças atuais e em curto prazo.</p>
<p>Não controlar o estoque é facilitar a ocorrência de perdas por motivos diversos. Então, novas compras — desnecessárias — precisam ser feitas.</p>
<p>E o mesmo ocorre quando algum item é armazenado em excesso, além do fato de isso não ser identificado para que o gestor crie uma estratégia de liquidação das sobras.</p>
<p>Então, primeiramente, tenha o registro de tudo o que está estocado detalhadamente. Depois, atualize o histórico com as saídas e entradas de itens.</p>
<p>Novamente, recomendamos que dê preferência a uma ferramenta de gestão financeira de pequenas e médias empresas. Pois o trabalho se torna mais fácil, rápido e exato, integrado ao gerenciamento das finanças e <a href="https://blog.egestor.com.br/gestao-de-notas-fiscais/">notas fiscais</a> dentro da plataforma.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/93.jpg-2000.webp" alt="gestão financeira" width="2000" height="1500"></p>
<h3 id="faca-planejamento-financeiro">Faça planejamento financeiro</h3>
<p>As <a href="https://blog.egestor.com.br/financas-corporativas/">finanças corporativas</a> devem ser planejadas logo no começo do ano, com as previsões de faturamento e despesas e lançamento dos custos já conhecidos para o período.</p>
<p>Assim, o gestor sabe anteriormente se os saldos em caixa são suficientes ou se terá dificuldades ao longo do ano — o que dará tempo para agir.</p>
<p>O contrário, cuidar das finanças mês a mês, pode fazer com que de repente, por exemplo, o negócio se veja sem capital de giro e com contas próximas a pagar.</p>
<h3 id="acompanhe-os-numeros-mensalmente">Acompanhe os números mensalmente</h3>
<p>O <a href="https://blog.egestor.com.br/planejamento-financeiro-empresarial/">planejamento financeiro</a> deve ser anual, mas as análises precisam ser mensais. O acompanhamento próximo facilita na identificação de oportunidades e necessidades e também permite que se avalie se o andamento das finanças está conforme o planejado, abaixo ou acima das expectativas.</p>
<h3 id="mantenha-o-fluxo-de-caixa-impecavel">Mantenha o fluxo de caixa impecável</h3>
<p>O fluxo de caixa pode ser visto como uma das bases para uma boa gestão financeira de pequenas e médias empresas. Isso porque ele registra todas as entradas e saídas de dinheiro e, por meio das suas projeções — que sempre devem ser feitas —, dá suporte ao planejamento financeiro e às análises mensais.</p>
<p>Então, faça do seu uma boa ferramenta por meio de ações simples, como:</p>
<ul>
<li>Não deixe as anotações para depois. Fazê-las no momento de cada movimentação ou pelo menos a cada fim de expediente;</li>
<li>Não ignorar valores pequenos. Dar importância a todos os ganhos e gastos menores, pois somados podem se tornar relevantes;</li>
<li>Fazer conciliação bancária, pois alguns recebimentos podem entrar diretamente pelas contas bancárias. Então, precisam ser registrados e devem fazer parte dos saldos das disponibilidades mesmo não entrando diretamente no caixa;</li>
<li>Não adiantar ou atrasar datas. O fluxo de caixa precisa ser fiel à realidade da empresa. Então, se um pagamento é recebido em atraso pela empresa, seu saldo pode ficar para o próximo mês, e o fluxo deve mostrar exatamente isso.</li>
</ul>
<h3 id="estabeleca-e-acompanhe-indicadores-financeiros-de-gestao">Estabeleça e acompanhe indicadores financeiros de gestão financeira</h3>
<p>Os indicadores auxiliam na gestão financeira para PMEs porque medem o sucesso por meio de aspectos relevantes e distintos, mas que podem influenciar uns aos outros. Mas como escolhê-los?</p>
<p>Existem alguns que são básicos e servem a todas as empresas. Então, partindo disso, acompanhe sempre, no mínimo:</p>
<ul>
<li>A lucratividade;</li>
<li>O <a href="https://blog.egestor.com.br/ticket-medio/">ticket médio</a>;</li>
<li>As despesas fixas e variáveis;</li>
<li>O faturamento;</li>
<li>Os recebíveis em curto e longo prazo.</li>
</ul>
<p>Além deles, você pode definir indicadores não gerais mas importantes especificamente para a sua empresa. Por exemplo, para um escritório de contabilidade é fundamental medir o Lifetime Value, que significa o valor que cada cliente representa por período de relacionamento — pois os serviços contábeis são contínuos e adquiridos por meio de contratos periódicos.</p>
<p>Para cada indicador, além do período de acompanhamento, defina metas a serem alcançadas. Dessa forma, se tornam úteis e não servem apenas como relatórios gerenciais de visualização de números.</p>
<p>Isso porque os objetivos auxiliam na análise da evolução de quesitos como o ticket médio e no controle de indicadores como despesas fixas e variáveis.</p>
<p>Outra ação muito importante para a gestão financeira de pequenas e médias empresas é sempre continuar adquirindo conhecimento sobre a área.</p>
<p><a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-controle-financeiro-gratis/"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/banner-planilha-controle-financeiro-1.png-650.webp" alt="" width="650" height="250"></a></p>
<h2 id="quais-sao-os-impactos-de-uma-ma-gestao-financeira">Quais são os impactos de uma má gestão financeira?</h2>
<p>Como pessoas físicas, sabemos como uma falta de controle financeiro pode ser impactante. Em uma empresa não há como ser diferente. A taxa de mortalidade das empresas no Brasil é o que mais demonstra isso.</p>
<p>Segundo pesquisa realizada pelo IBGE, grande parte das empresas que fecharam, declararam que o principal motivo foi a falta de gestão financeira. Isso só mostra que a falta de um controle financeiro, ou até a decisões erradas, podem ser fatais para um negócio.</p>
<p>Por isso, um controle financeiro pode até ser o mais básico possível, desde que seja bem feito.</p>
<p>Também, o resultado de uma má gestão pode fazer com que a empresa não cresça. Afinal, ela pode até conseguir realizar seus pagamentos, mas isso não quer dizer que há valores para realizar investimentos, por exemplo.</p>
<p>Tudo isso afeta questões como produtividade dos funcionários, as vendas, o controle de estoque e, principalmente, os resultados.</p>
<h2 id="quais-sao-os-principais-erros-da-gestao-financeira">Quais são os principais erros da gestão financeira?</h2>
<p>A gestão financeira está ligada ao controle feito de valores de entrada e saída. Muitas vezes essa falta de controle é o principal erro. Mas, existem outros <a href="https://blog.egestor.com.br/6-erros-no-controle-financeiro/">erros no controle financeiro</a> que podem influenciar. Por exemplo:</p>
<ul>
<li><strong>Não fazer análise do desempenho</strong>: a análise é muito parecida com o pilar de controle. É muito importante cuidar constantemente do dinheiro. E a <a href="https://blog.egestor.com.br/analise-de-desempenho-financeiro-entenda-a-importancia/">análise de desempenho</a> faz com que seja visto com mais clareza esses valores, o que será usado para investimento ou pagamento, por exemplo.</li>
<li><strong>Não controlar o estoque</strong>: o estoque é o principal ativo da empresa. Ou seja, a principal forma do negócio ganhar dinheiro é com a venda de produtos do estoque. Consequentemente, ele é o ativo de mais importância. Assim, não cuidar dele e desses produtos, é o mesmo que não cuidar do dinheiro, ou jogar dinheiro fora.</li>
<li><strong>Não separar finanças pessoais com as da empresa</strong>: uma prática muito comum em empresas é o dono, ou até o sócio, pegar dinheiro do caixa para pagar despesas pessoais. Mesmo que esse controle seja feito na hora da retirada, ele não consegue ser contabilizado corretamente. Também, essa é uma das maneiras com que se abre brecha para roubos, por exemplo.</li>
<li><strong>Não considerar o capital de giro</strong>: o capital de giro é o valor que a empresa precisa para continuar operando. Desconsiderar esse indicador pode trazer os mais diversos problemas. Uma vez que a empresa recebe ou faz pagamentos parcelados, ela deve ter em mente que esses valores devem ser considerados no tempo correto.</li>
</ul>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/31-4.png-2000.webp" alt="gestão financeira" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="secao-7-dicas-de-gestao-financeira-para-a-sua-empresa">7 dicas de gestão financeira para a sua empresa</h2>
<h3 id="secao-1-entenda-ao-menos-o-basico-de-gestao-financeira">1. Entenda ao menos o básico de gestão financeira</h3>
<p>De fato, você não precisa ser um grande especialista em finanças, mas, de novo: lembre-se de que esse é o seu negócio. Você investiu muita energia, dinheiro e expectativas nele, então, não deixe suas finanças abandonadas!</p>
<p>Para começar, aprenda a gerenciar seu fluxo de caixa. Saiba quanto você tem de caixa, quanto entrou e quanto saiu nos meses e anos anteriores. Então, levando isso em consideração, projete os próximos meses.</p>
<p>Inclusive, é sempre importante ser conservador nas projeções. Ou seja, para nunca ser surpreendido por um desempenho pior do que o esperado, utilize sempre os “piores” números possíveis.</p>
<h3 id="secao-2-faca-um-bom-controle-mensal">2. Faça um bom controle mensal</h3>
<p>Esta dica deriva da primeira: não deixem acumular vários meses sem fazer controle de fluxo de caixa. Insira essa atividade na sua rotina — assim, você reduz muito o risco de ser pego de surpresa e não ter os recursos necessários para honrar seus compromissos ou fazer os investimentos necessários.</p>
<h3 id="secao-3-registre-tudo-e-organize-seus-documentos">3. Registre tudo e organize seus documentos</h3>
<p>Nenhum dono de negócio pode se dar ao luxo de não ter seus documentos organizados. A empresa tem que estar sempre apta a prestar conta dos seus negócios, seja para o governo — Receita Federal, estado e município —, para fornecedores ou para os clientes e ex-clientes.</p>
<p>Então, registre tudo e guarde todos os documentos de forma organizada e sistemática. Acredite: isso vai poupar tempo e muita dor de cabeça!</p>
<h3 id="secao-4-gerencie-o-seu-tempo">4. Gerencie o seu tempo</h3>
<p>Sabemos que um empresário tem muitas responsabilidades e uma vida sempre atribulada. Por isso, você precisa ter bem definidas quais são as metas para o seu negócio.</p>
<p>Além disso, estabeleça quanto tempo vai dedicar a cada uma delas. E não se esqueça de que ter uma boa <a href="https://blog.egestor.com.br/como-medir-a-saude-financeira-de-minha-empresa/">saúde financeira</a> deve ser uma meta permanente para a sua empresa!</p>
<p>Na verdade, isso não é apenas uma meta — é uma premissa. Um negócio sem boa gestão financeira não é sustentável, portanto, defina quanto tempo você vai dedicar a esse tema.</p>
<h3 id="secao-5-separe-as-contas-da-empresa-das-suas-contas-pessoais">5. Separe as contas da empresa das suas contas pessoais</h3>
<p>Fazendo um fluxo de caixa realista, você vai saber quanto pode retirar mensalmente. Então, abra uma conta para a sua empresa e use o cartão da empresa apenas para contas relativas ao negócio.</p>
<p>Com base nisso, defina o seu pró-labore e não misture as suas contas com as da empresa. Se não houver essa separação, você pode perder o controle rapidamente, gastando mais do que ganha, e não conseguir atingir seus objetivos.</p>
<h3 id="secao-6-planeje-seu-crescimento-com-base-nos-dados">6. Planeje seu crescimento com base nos dados</h3>
<p>Agora que você já se organizou e conhece bem suas receitas, suas despesas, de onde elas vêm e qual é sua natureza, ficará muito mais fácil planejar o futuro da sua empresa.</p>
<p>Assim, você conseguirá detectar melhor as oportunidades — tanto com relação à redução de custos quanto perceber onde há mais oportunidades de negócios, de captar novos clientes e aumentar suas vendas.</p>
<p>Contudo, é importante sempre estar atento à realidade e corrigir rumos. Então, lembre-se de rever seu planejamento estratégico periodicamente, analisando os novos dados que vão sendo inseridos.</p>
<h3 id="secao-7-conte-com-um-bom-sistema-de-gestao-financeira">7. Conte com um bom sistema de gestão financeira</h3>
<p>Muitas vezes, começamos a fazer a gestão financeira em uma planilha. O tempo passa, e acabamos abrindo outra planilha, com outro objetivo. Então, certo dia em que estamos com pressa, fazemos uma anotação no bloquinho mesmo.</p>
<p>Quando vamos ver, o caos já se instalou, e vai tomar um bom tempo para reorganizar tudo. Isso na melhor das hipóteses, porque ainda pode acontecer de perdermos informação no meio dessa bagunça toda.</p>
<p>Por isso, o mais recomendado é contar com um bom software de gestão financeira. Assim, você ganha agilidade e tem mais tempo para se concentrar na parte estratégica da sua empresa, sem correr riscos desnecessários.</p>
<p>Além disso, usar um <a href="https://blog.egestor.com.br/sistema-de-gestao-financeira-resultados/">sistema de gestão financeira</a> é mais prático, pois todas as informações ficam centralizadas em um mesmo lugar, de fácil acesso, e podem ser compartilhadas com quem for preciso — equipe, fornecedores, clientes.</p>
<p>Por fim, isso ainda minimiza a ocorrência de erros e reduz custos com recursos humanos e com espaço para armazenamento de documentos. De fato, são muitas as vantagens de contar com um bom software de gestão financeira.</p>
<p><a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-fluxo-de-caixa/"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/banner-planilha-fluxo-de-caixa.png-650.webp" alt="" width="650" height="250"></a></p>
<h2 id="gestao-financeira-planejamento-orcamentario">Gestão financeira: Planejamento orçamentário</h2>
<p>O orçamento é um elemento importante para qualquer empresa, porque ele oferece a possibilidade de avaliar o histórico da organização e planejar investimentos econômicos e financeiros futuros. É, por isso, uma previsão que vai embasar as decisões da organização.</p>
<p>Quando falamos em planejamento orçamentário estamos abordando especificamente a projeção de despesas, custos, receitas e investimentos que você pretende fazer na sua empresa por determinado período de tempo futuro, que pode ser mensurado em meses ou anos.</p>
<p>É uma tentativa de antecipar o futuro e prever o que poderá vir pela frente para que a empresa esteja preparada para diferentes cenários. Isso não significa, porém, que o planejamento do orçamento é feito com base naquilo que você supõe ou deseja.</p>
<p>Sua base são os aspectos financeiros e operacionais, que ajudam a determinar estratégias, objetivos e políticas a fim de que os objetivos organizacionais estejam equilibrados com as atividades necessárias, as datas em que elas devem ser executadas e com o uso dos recursos.</p>
<p>Compreendendo a parte teórica, é necessário saber o que o planejamento orçamentário contempla. Os passos que devem ser seguidos são:</p>
<h3 id="levantamento-das-receitas-na-gestao-financeira">Levantamento das receitas na gestão financeira</h3>
<p>São os valores que a empresa tem a receber no período de tempo avaliado. Abrange as seguintes etapas:</p>
<ul>
<li>Determinação do volume de vendas atual e o valor médio de cada produto;</li>
<li>Estipulação da taxa de crescimento de vendas que se espera para o ano seguinte – processo que considera o índice de evolução identificado em períodos anteriores, a situação econômica e previsões para o mercado consumidor, as suas metas para o negócio e possíveis períodos de sazonalidade (como períodos de clima mais ou menos ameno, férias e entressafra);</li>
<li>Previsão do montante esperado de vendas para o ano seguinte, especificando mensalmente;</li>
<li>Cálculo dos impostos sobre o faturamento, tomando como base as vendas projetadas;</li>
<li>Contabilização da receita líquida da empresa (ou seja, já excluindo os impostos).</li>
</ul>
<h3 id="avaliacao-dos-custos">Avaliação dos custos</h3>
<p>A partir da definição do volume de vendas aguardado para o próximo ano, pode-se contabilizar o custo dos produtos e mercadorias vendidos (indústria e comércio, respectivamente) ou serviços prestados.</p>
<p>Devem ser incluídos a mão de obra direta, os insumos diretos e outros elementos relacionados. Além disso, deve-se projetar uma expectativa de inflação para planejar de forma adequada os gastos relacionados à comercialização, produção ou serviço.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/88.jpg-2000.webp" alt="gestão financeira" width="2000" height="1333"></p>
<h3 id="analise-das-despesas">Análise das despesas</h3>
<p>Nesse momento, o objetivo é avaliar o total de despesas que a sua empresa possui atualmente, considerando aquelas relativas a finanças, administração e vendas.</p>
<p>Em seguida, considere os orçamentos identificados para custos e receitas e verifique a necessidade de ampliar a estrutura das despesas. Por exemplo: contratando mais pessoas para trabalhar na área de vendas, oferecendo prêmios para os funcionários que alcançarem as metas estipuladas etc.</p>
<h3 id="verificacao-dos-resultados">Verificação dos resultados</h3>
<p>Você analisou despesas, custos e receitas. Agora, deve-se verificar se os resultados esperados são condizentes. Por exemplo: sem elevar os custos de produção, a receita não poderá aumentar por meio da venda de produtos. Da mesma forma, a empresa não vai produzir mais com menos recursos se não houver investimentos no processo de produção nem capacitação para os empregados.</p>
<p>Outro item que deve ser analisado são os resultados intermediários, como o lucro antes do Imposto de Renda e o lucro bruto. Eles devem estar de acordo com as expectativas e os objetivos que você possui. Se não estiverem equilibrados, é necessário rever o planejamento orçamentário e pensar em ações para solucionar esse problema, como, por exemplo, reduzir despesas e custos.</p>
<p>Agora, se o planejamento orçamentário estiver seguindo suas necessidades, você pode calcular o resultado final do exercício, ou seja, o lucro líquido, e fazer a previsão para o Imposto de Renda.</p>
<h3 id="avaliacao-da-necessidade-de-investimentos">Avaliação da necessidade de investimentos</h3>
<p>O planejamento orçamentário também passa pela identificação dos investimentos necessários. Um dos pontos principais é a possibilidade de aumentar a estrutura de capital, seja por meio da aquisição de novos equipamentos e prédios, seja mediante modificações do processo produtivo.</p>
<p>O orçamento para investimentos deve ser condizente com os resultados aguardados pela empresa. É importante destacar que a demonstração de resultados não contabiliza os investimentos, mas eles são fundamentais para o crescimento do negócio.</p>
<p>A dica é financiá-los usando lucros retidos e que não foram distribuídos. Se necessário, também é possível buscar crédito em instituições financeiras, sempre lembrando que as parcelas devem ser pagas com os resultados.</p>
<p>Seguindo essas dicas, você consegue agregar valor às atividades empresariais e melhorar seus resultados. Mas, como vimos, isso também passa pelo cálculo dos investimentos.</p>
<p><a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-controle-de-vendas-gratuita/"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/banner-planilha-vendas.png-650.webp" alt="" width="650" height="250"></a></p>
<h2 id="gestao-financeira-calculo-de-investimentos">Gestão financeira: Cálculo de investimentos</h2>
<p>Como já vimos, seu negócio só pode crescer se você fizer investimentos consistentes. Eles podem ser categorizados como desembolsos feitos para a aquisição de bens, como equipamentos, máquinas, veículos, ferramentas etc. Os investimentos também podem ser usados para capacitações e treinamentos. Nesse caso, são chamados de operacionais.</p>
<p>Outra possibilidade é usar sobras de caixa e lucros para expandir o patrimônio da organização. Isso pode ser feito por meio da aplicação de dinheiro em fundos de investimento ou na compra de ações de outras empresas, por exemplo. Nessa situação, os investimentos são chamados de financeiros.</p>
<p>Você pode apostar em qualquer uma dessas categorias. Apenas precisa analisar fatores externos e internos, como o crescimento do mercado, o segmento em que a empresa atua, taxas de retorno de cada investimento etc.</p>
<p>O importante é que você faça o cálculo dos investimentos realizados, ou seja, utilize indicadores que permitam analisá-los. Os principais indicadores são:</p>
<h3 id="taxa-interna-de-retorno-tir">Taxa Interna de Retorno (TIR)</h3>
<p>Apresenta a taxa de retorno do investimento realizado, ou seja, a rentabilidade do projeto. Para interpretar o resultado da TIR, é preciso compará-la à Taxa Mínima de Atratividade (TMA), que indica o percentual mínimo que o projeto deve oferecer de retorno. O cálculo da TIR deve ser feito com uma calculadora financeira ou por meio de planilhas eletrônicas.</p>
<p>Quando a TIR for:</p>
<ul>
<li>Maior que a TMA, o investimento é atrativo;</li>
<li>Igual à TMA, o investimento é indiferente;</li>
<li>Menor que a TMA, o investimento não compensa economicamente.</li>
</ul>
<h3 id="valor-presente-liquido-vpl">Valor Presente Líquido (VPL)</h3>
<p>É a fórmula utilizada para calcular o valor presente dos pagamentos futuros, fazendo o desconto da taxa de custo de capital que foi determinada. O VPL existe, portanto, porque o dinheiro do futuro não vale a mesma coisa que o recurso que se tem no momento.</p>
<p>A taxa de custo de capital que deve ser descontada é definida com base em fontes confiáveis. A principal é a Selic, taxa de juros básica determinada pelo Banco Central.</p>
<p>Se o valor do VPL for, por exemplo, de R$ 17 mil, o investimento vale a pena se tiver um valor abaixo disso.</p>
<h3 id="payback">Payback</h3>
<p>Esse último indicador aponta o prazo para que o lucro acumulado se iguale ao investimento inicial. O resultado é apresentado em dias, meses ou anos.</p>
<p>O payback considera o fluxo de caixa livre acumulado, que representa a soma dos fluxos de caixa da projeção. Caso o investimento seja novo, é normal que os primeiros meses tenham valores negativos, que vão se transformando em positivos com o passar do tempo.</p>
<p>Os resultados positivos mostram quando a empresa começou a lucrar com o investimento. Esse é o período em que o payback foi alcançado.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/15-12.png-2000.webp" alt="gestão financeira" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="administracao-de-fluxo-de-caixa">Administração de fluxo de caixa</h2>
<p>Já ficou bem claro que a gestão das finanças das pequenas e médias empresas dependem diretamente da administração do fluxo de caixa. Basicamente, isso significa gerenciar adequadamente todas as entradas e saídas de recursos financeiros.</p>
<p>Muitas vezes, o fluxo de caixa é realizado em uma planilha simples. Esse método não está errado, mas pode acarretar erros. Por isso, recomenda-se usar um software financeiro, que permitirá gerar relatórios acurados e ter mais precisão na análise.</p>
<p>Nesse processo de avaliação, você precisa se atentar a uma série de elementos, como contas a pagar e a receber, estoque, cartão de crédito etc. Sempre que perceber a existência de um desequilíbrio na movimentação financeira, utilize os relatórios para verificar a necessidade de vender mais, receber com mais rapidez ou reduzir/parcelar os pagamentos.</p>
<p>Então, o que verificar em cada um dos elementos do fluxo de caixa? Veja a resposta:</p>
<h3 id="contas-a-receber">Contas a receber</h3>
<p>Esse é um dos elementos que mais interfere no fluxo de caixa. Por isso, vale a pena identificar os clientes que estão devendo e separá-los por grupos, como faixas de valores ou dias em aberto.</p>
<p>Crie uma estratégia de comunicação para cada um dos grupos. Por exemplo: telefonar para quem deve valores altos há mais de 60 dias e mandar apenas um e-mail para quem está devendo há pouco tempo. A dica é não se esquecer de ninguém.</p>
<p>Outro ponto relevante é oferecer diferentes métodos de pagamento para os clientes. Você pode ofertar o pagamento em dinheiro no caixa, parcelamento no cartão de crédito, à vista no débito etc.</p>
<p>Você também pode oferecer descontos para os clientes que pagarem antecipadamente. Esse é um recurso que costuma dar bastante certo.</p>
<h3 id="contas-a-pagar">Contas a pagar</h3>
<p>Se a ideia das contas a receber é acelerar o processo para que o fluxo de caixa da sua empresa fique positivo, aqui o objetivo é segurar os recursos financeiros pelo tempo máximo que puder.</p>
<p>Isso não significa deixar de pagar alguma conta ou quitá-la depois do vencimento. Na verdade, é importante saber quais são as obrigações financeiras que você possui e gerenciar os prazos de pagamento. As contas básicas (como água, luz e telefone, por exemplo) podem ser mantidas em débito automático.</p>
<p>Em relação aos fornecedores, o ideal é tentar negociar para melhorar as condições de pagamento e estender os prazos. Uma possibilidade é acordar o pagamento parcelado sem juros, por exemplo.</p>
<p>Com o equilíbrio entre as contas a pagar e a receber, o fluxo de caixa consegue se manter positivo e você não precisa retirar recursos do capital de giro nem pedir empréstimos para honrar os compromissos.</p>
<h3 id="estoque">Estoque</h3>
<p>Mercadorias armazenadas em estoque são sinônimo de dinheiro parado. A gestão do estoque está atrelada ao gerenciamento financeiro porque os produtos sem giro são evitados e a empresa tem mais recursos financeiros em caixa.</p>
<p>O ideal é trabalhar com uma quantidade mínima de produtos estocados. Assim você consegue atender às demandas dos clientes e não perde vendas, mas também não fica com muito dinheiro parado, o que pode ser prejudicial para o fluxo de caixa.</p>
<p><a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-dre/"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/banner-planilha-dre.png-650.webp" alt="" width="650" height="250"></a></p>
<h2 id="gestao-financeira-acompanhamento-de-dre">Gestão financeira: Acompanhamento de DRE</h2>
<p>Chegamos agora ao Demonstrativo de Resultados do Exercício (<a href="https://blog.egestor.com.br/dre/">DRE</a>). Esse é outro ponto que já mencionamos rapidamente ao longo deste post, mas que não foi explicado. Então, vamos nos focar nesse elemento.</p>
<p>A DRE é uma ferramenta simples, utilizada para melhorar os resultados das empresas. É um relatório que mostra um resumo econômico das atividades e indica se houve lucro ou prejuízo no período analisado.</p>
<p>Esse documento também é obrigatório uma vez ao ano, mas muitas empresas o utilizam mensalmente para subsidiar as tomadas de decisão administrativas e gerenciais devido ao detalhamento do resultado líquido e da comparação de custos, receitas e despesas.</p>
<p>Por fim, a DRE também mostra se o negócio tem a capacidade de gerar riqueza e melhorar os resultados mediante mudanças na gestão, além de apresentar o status atual da empresa.</p>
<p>A DRE obedece ao regime de competência, que prevê a inclusão de custos, receitas e despesas na data de ocorrência, ou seja, do fato gerador. Sua estrutura é composta por:</p>
<ul>
<li>Receita de vendas subtraída de deduções e impostos, chegando à receita líquida;</li>
<li>Receita líquida menos custo variável de produtos vendidos, mercadorias ou serviços prestados, que chegam à margem bruta;</li>
<li>Margem bruta menos despesas variáveis, resultando na margem de contribuição;</li>
<li>Margem de contribuição menos gastos com pessoal e despesas operacionais, totalizando o Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização (EBITDA, na sigla em inglês);</li>
<li>EBITDA menos depreciação, amortização, exaustão e outras receitas e despesas, alcançando o resultado operacional;</li>
<li>Resultado operacional menos tributos (Imposto de Renda Pessoa Jurídica e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, CSLL), chegando ao resultado líquido.</li>
</ul>
<p>Essa é a estrutura geral, mas alguns itens podem ser excluídos ou adicionados conforme a necessidade da empresa.</p>
<p>A DRE pode ser analisada de acordo com 2 parâmetros:</p>
<h3 id="analise-vertical">Análise vertical</h3>
<p>Permite a verificação do percentual do quanto cada conta de despesas ou custos representa em comparação com a receita bruta. Com o tempo, é possível controlar se o percentual se manteve estável, quais itens estão impactando em excesso e quais ajustes são necessários.</p>
<h3 id="analise-horizontal">Análise horizontal</h3>
<p>Facilita a visualização da proporção entre a elevação ou a redução de custos, receitas e despesas em determinado período de tempo. A comparação é feita sempre com os resultados do mês anterior, o que permite avaliar a produtividade e a rentabilidade da organização e verificar se os índices estão melhorando.</p>
<h2 id="lucratividade-e-rentabilidade">Lucratividade e rentabilidade</h2>
<p>O último ponto deste post é a diferença entre lucratividade e rentabilidade e como você deve utilizar esses conceitos. Você sabia que uma empresa pode ser <a href="https://blog.egestor.com.br/empresa-lucrativa-dicas-e-estrategias-para-construir-uma/">lucrativa</a>, mas não rentável?</p>
<p>Para ficar mais claro, vamos conceituar cada um desses elementos a seguir:</p>
<h3 id="rentabilidade">Rentabilidade</h3>
<p>Apresenta uma visão mais ampla e está relacionada à capacidade que um estoque de produtos ou um investimento tem de gerar lucros. A ideia é saber se os ganhos obtidos com a ação superam o dinheiro investido na própria empresa ou no estoque.</p>
<p>É por isso que o simples aumento de vendas não significa crescimento da rentabilidade. Por exemplo: se uma mercadoria é vendida por um preço X e esse valor sofre um desconto após um tempo, as vendas podem aumentar, mas isso nem sempre gera um impacto positivo no faturamento. Nesse caso, o aumento das vendas acaba escondendo um problema de rentabilidade.</p>
<p>O cálculo desse índice deve ser feito pela seguinte fórmula:</p>
<p><em>Rentabilidade = Lucro líquido / Investimento x 100.</em></p>
<p>Por exemplo: se a empresa tem um lucro líquido de R$ 100 mil e um investimento de R$ 50 mil, a rentabilidade será de 200%.</p>
<p>A rentabilidade é um indicador analisado pelos investidores. Mas atenção! Uma empresa só será rentável se sua receita for mais alta que as despesas e os custos fixos.</p>
<h3 id="lucratividade">Lucratividade</h3>
<p>Essa é a relação feita entre o lucro líquido e a receita total da empresa. Sua fórmula é a seguinte:</p>
<p><em>Lucratividade = Lucro líquido / Receita total x 100.</em></p>
<p>Seu resultado mostra quanto o negócio ganhou com a venda de alguns produtos. Esse índice é importante para fazer a precificação de mercadorias, produtos ou serviços. Assim, é possível determinar os preços de maneira consciente e sabendo qual será a margem de lucro.</p>
<p>Isso significa que a lucratividade depende dos resultados das vendas e do lucro de cada item comercializado.</p>
<p>Juntos, lucratividade e rentabilidade mostram resultados financeiros complementares e que podem levar a outras interpretações, como a necessidade de recursos para continuar operando o negócio e o limite mínimo de dinheiro para que a empresa se mantenha em funcionamento.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/22-8-scaled.jpg" type="image/jpeg" length="80003"/>
    </item>
    <item>
      <title>Custo médio: Aprenda como calcular!</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/custo-medio/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/custo-medio/</guid>
      <pubDate>Tue, 22 Nov 2022 10:22:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Contabilidade</category>
      <category>Controle de Estoque</category>
      <category>controle de estoque</category>
      <category>gestão financeira</category>
      <category>contabilidade</category>
      <description>O custo médio é uma maneira de controlar o custo do estoque. Saiba como calculá-lo e como ele pode ajudar sua empresa a ser mais eficiente.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>O Custo Médio é um dos métodos mais utilizados para controlar o valor de mercadorias e produtos em estoque.</p>
<ul>
<li>É muito utilizado devido ao fato de ser simples e fácil de ser calculado</li>
<li>Com o cálculo do Custo Médio você sabe precisamente o valor do seu estoque</li>
<li>Saiba quais foram seus gastos com estoques para estabelecer um preço de venda adequado</li>
</ul>
<p><a href="https://egestor.com.br?afl=11" rel="noopener">Teste grátis o eGestor</a></p>
<p>Realizar um bom controle das mercadorias que são compradas, e também das que são vendidas, é um dos fatores que precisa de mais atenção no gerenciamento de uma empresa de comércio. Isso é chamado de controle de estoque, e é através dele que o preço de venda praticado na empresa é estabelecido. O custo médio é uma das maneiras de realizar esse controle.</p>
<p>Também conhecido como preço médio ponderado ou média ponderada móvel de estoque, essa é uma das maneiras mais utilizadas e simples de controlar o que a empresa compra e venda de produtos. Porém, para realizar isso de uma forma padronizada e também estar em conformidade com as exigências tributárias legais, é necessário entender como funciona essa metodologia.</p>
<h2 id="o-que-e-custo-medio-de-estoque">O que é custo médio de estoque?</h2>
<p>O custo médio é o valor médio de um produto em estoque, considerando o valor pago e a quantidade de produtos. O custo médio é um dos métodos de controle de estoque mais populares entre empresas brasileiras, justamente porque é o mais simples e é um dos únicos que a receita federal aceita no momento de calcular os impostos.</p>
<p>É importante mencionar que indústrias que trabalham com a produção de itens para a venda também utilizam bastante o custo médio. Em uma indústria, o estoque reflete novos custos de produção cada vez que for dada entrada em novos itens</p>
<h3 id="o-que-significa-custo-medio">O que significa custo médio?</h3>
<p>Custo médio significa a média do quanto a empresa gastou nas mercadorias que se encontram no estoque da empresa e estão disponíveis para a venda. O valor gasto com essas mercadorias é um custo, que também leva em conta todos os valores gastos nas aquisições de estoque, inclusive tributos, fretes e outras despesas.</p>
<h2 id="como-se-calcula-o-custo-medio">Como se calcula o custo médio?</h2>
<p>A fórmula, de uma maneira simples, para atualizar o valor de estoque a cada nova entrada de mercadoria, fica assim:</p>
<p><strong>Custo médio = (Valor de estoque atual x Quantidade em estoque atual) + (Valor de</strong> <strong>compra x Quantidade de unidades compradas) / (Quantidade em estoque atual + Quantidade de unidades compradas)</strong></p>
<p>Onde:</p>
<ul>
<li>Valor de estoque atual = Valor médio das mercadorias que estão atualmente no estoque.</li>
<li>Quantidade em estoque atual = Número de unidades em estoque.</li>
<li>Valor de compra = Custo unitário das mercadorias que foram compradas, incluindo frete e impostos.</li>
<li>Quantidade de unidades compradas = Número de unidades que foram adquiridas.</li>
</ul>
<h3 id="qual-a-composicao-de-custo-medio">Qual a composição de custo médio</h3>
<p>O custo médio se calcula levando em conta o estoque inicial que a empresa possui na data da mensuração, mais todas as compras posteriores que são feitas, sendo adicionado na conta o número de unidades, e os valores totais.</p>
<p>Por isso, toda vez que uma mercadoria com um valor unitário diferente entra, o valor médio de todo estoque é alterado.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/scott-graham-OQMZwNd3ThU-unsplash.jpg-2000.webp" alt="Custo médio" width="2000" height="1335"></p>
<h3 id="exemplo-do-calculo-de-custo-medio">Exemplo do cálculo de custo médio</h3>
<p>Para exemplificar, imaginemos que uma empresa tem em estoque no início do período, 100 unidades de mercadoria. Essas unidades tiveram um custo total de compra, na época, de R$ 700,00. Isso resulta em um custo médio de R$7,00.</p>
<p>Custo médio = 700 / 100 unidades</p>
<p>Custo médio = R$ 7,00</p>
<p>Porém na data de 01/01/2022 a empresa realizou uma compra de mercadorias de 150 unidades, a um custo total de R$ 1.200,00.</p>
<p>Custo médio = 1.200 / 150</p>
<p>Custo médio = R$ 8,00</p>
<p>Então, para saber qual é o valor do custo médio, basta somar o valor total do estoque inicial e da compra realizada, e dividir isso pelo total de unidades que ficaram em estoque.</p>
<p>Custo médio = R$ 700 + R$ 1.200,00 / 100 + 150</p>
<p>Custo médio = 1900 / 250</p>
<p>R$ 7,60 = Custo médio</p>
<p>Além disso, essa atualização de valor de estoque é necessária para que a cada venda de mercadoria o preço reflita o custo médio real do estoque atual.</p>
<h2 id="custo-medio-fixo-x-custo-medio-movel">Custo Médio Fixo x Custo Médio Móvel</h2>
<p>É muito importante que o cálculo de custo médio do estoque da empresa seja feito de uma forma regular, para que assim os valores estejam atualizados e as vendas reflitam a realidade dos custos.</p>
<p>Para isso, é possível dividir o método de custo médio em <strong>custo médio ponderado fixo e custo médio ponderado móvel</strong>. Tudo depende da frequência com que a empresa atualiza os valores do seu estoque.</p>
<h3 id="custo-medio-ponderado-fixo">Custo médio ponderado fixo</h3>
<p>Nessa modalidade a empresa realiza o cálculo do custo médio do estoque apenas uma vez no final do período, que costuma ser no final do mês ou até mesmo do ano. Geralmente empresas que fazem inventário periódico e que possuem necessidade de realizar a contagem física de todos os itens utilizam esse método.</p>
<p>É um método mais simples de controle, porém o custo médio não está acompanhando as variações constantes que estão acontecendo no estoque da empresa, sobretudo o efeito da inflação sobre o custo de mercadoria.</p>
<h3 id="custo-medio-ponderado-movel">Custo médio ponderado móvel</h3>
<p>Na média móvel, cada entrada e saída de mercadoria atualiza o estoque. Assim, cada compra de estoque que a empresa realizar vai alterar o custo unitário.</p>
<p>Esse método é o mais adequado porque representa de uma maneira constante as variações que ocorrem no estoque. Assim, existe uma melhora na qualidade das informações de uso gerencial, que são muito importantes para tomada de decisões sobre o negócio.</p>
<p>É indicado para empresas onde o controle de estoque é feito de maneira contínua, sendo atualizado imediatamente a cada compra e venda de mercadoria. Além disso, esse processo de controle se torna muito mais simples quando é feito por um sistema de <a href="https://blog.egestor.com.br/giro-de-estoque/">gestão de estoque</a>. Um software assim pode ajudar muito no gerenciamento, porque ele automatiza as atividades de dar entrada e saída das mercadorias, eliminando também falhas e inconsistências.</p>
<h2 id="a-importancia-do-controle-de-estoque">A importância do controle de estoque</h2>
<p>Um bom controle de estoque influencia vários aspectos dentro de uma empresa. Primeiramente, permite que sempre que for feita uma venda, exista a garantia de que o produto estará disponível para o cliente. Da mesma maneira evita que a empresa tenha quantidades desnecessárias de estoque, o que significa dinheiro gasto em um ativo que, no momento, não está gerando nada para o negócio.</p>
<p>Adicionalmente, um aspecto muito importante sobre controle de estoque, é que ele tem muito a ver com os prazos de pagamento de fornecedores, que precisa ser compatível com os prazos de recebimento de clientes. Isso impacta muito a necessidade de capital de giro do empreendimento. Portanto, sempre vale muito a pena investir em melhorias e estratégias de controle de estoque.</p>
<figure><a href="https://youtu.be/wNLVj8Ak8as" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-wNLVj8Ak8as.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<h2 id="custo-medio-e-tributacao">Custo médio e tributação</h2>
<p>Existem vários métodos contábeis para uma empresa realizar gerenciamento e controle de estoque. Contudo, o fisco no Brasil aceita apenas alguns deles no momento de calcular quanto de imposto uma empresa deve.</p>
<p>Isso porque o método que é utilizado para controlar o preço das mercadorias da empresa influencia diretamente no CMV (Custo das Mercadorias Vendidas). Esse fato, por sua vez, altera o lucro operacional da empresa, que é o quanto a atividade da empresa gerou de lucro sem considerar imposto de renda e contribuições sociais.</p>
<p>Dessa forma, o custo médio é um dos métodos que a Receita Federal permite o uso para o controle dos custos de estoque.</p>
<p><strong>💡 Você também pode gostar: <a href="https://blog.egestor.com.br/o-que-sao-peps-ueps-e-custo-medio/">PEPS, UEPS e Custo Médio: O que são esses métodos</a></strong></p>
<h2 id="giro-de-estoque">Giro de estoque</h2>
<p>Esse é um indicador muito importante dentro da empresa. Isso porque o giro de estoque indica qual é o tempo médio de reposição das mercadorias e quanto tempo elas ficam paradas.</p>
<p>Principalmente, isso traz informações muito relevantes a respeito da saúde financeira do negócio e como está a situação dos recursos investidos e o quanto a empresa está vendendo. A partir daí, então, a empresa pode tomar decisões a respeito da necessidade de mudanças na estratégia de gestão de estoque, caso necessário.</p>
<p>O seu cálculo é bem simples, mas é preciso fazer ele usando os parâmetros corretos para que reflita exatamente o quanto o estoque está girando:</p>
<p><strong>GIRO DE ESTOQUE = TOTAL DE VENDAS / VOLUME MÉDIO DE ESTOQUE</strong></p>
<p>Aqui, para descobrir o volume médio de estoque, basta somar o estoque inicial do período escolhido para o cálculo com o estoque final, e dividir por 2.</p>
<p>No entanto, é necessário primeiro definir o período de referência para a base do cálculo. Então, aplicada a fórmula, será possível saber o número de vezes que o estoque girou dentro do período realizado. Geralmente, quanto mais giros de estoque melhor, já que isso significa que a empresa vendeu mais, e portanto, lucrou mais dentro do período.</p>
<h2 id="metodos-de-controle-de-estoque">Métodos de controle de estoque</h2>
<p>Além do custo médio, é válido mencionar alguns outros métodos comuns de gerenciar estoque e algumas de suas características.</p>
<h3 id="peps">PEPS</h3>
<p>Essa sigla significa primeiro a entrar, primeiro a sair, derivado do termo em inglês <strong>FIFO</strong>, <em>first in, first out</em>. No PEPS as mercadorias mais antigas no estoque são as primeiras que saem.</p>
<p>Dessa maneira, os primeiros lotes ou unidades devem ser os primeiros a saírem, e o preço de venda também segue a ordem cronológica de estoque. Isso garante bastante confiabilidade ao lucro real baseado no quanto custou uma mercadoria</p>
<h3 id="ueps">UEPS</h3>
<p>Último a entrar, primeiro a sair, ou em inglês LIFO, <em>last in, first out.</em> Nesse método, as últimas mercadorias a entrarem em estoque são as primeiras que saem, funcionando de maneira oposta ao PEPS.</p>
<p>Dessa maneira, os custos repassados aos clientes são aqueles dos itens mais recentes em estoque. Porém, a receita federal <strong>não permite</strong> o uso do UEPS para fins de cálculos tributários. Isso devido ao fato de que o estoque estará sempre avaliado pelos produtos que foram comprados por último. Dessa forma, o preço real do estoque estará "mascarado" pela inflação, sendo sempre maior do que realmente é. Isso acaba inflando o CMV (Custo de Mercadoria Vendida) e diminuindo a margem de lucro, diminuindo também a margem de contribuição tributária.</p>
<p>No entanto, é possível usar o UEPS para fins gerenciais, possuindo a vantagem de ser uma metodologia que proporciona uma facilidade em realizar ajustes na quantidade de estoque necessário e pedidos mínimos de mercadoria. Isso devido ao fato de que as estimativas de custo e preço são feitas com maior precisão.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/petr-magera-hgBbLfOWowQ-unsplash.jpg-2000.webp" alt="Custo médio" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="planilha-para-controle-de-custo-medio">Planilha para controle de custo médio</h2>
<p>Uma maneira muito popular de realizar o controle das mercadorias que entram e saem do estoque é o uso de uma <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-custo-medio-download-gratis/">planilha de custo médio</a>. Uma planilha assim permite que você tenha um controle ágil e estratégico de tudo que você tem atualmente em estoque e o custo médio efetivamente.</p>
<p>Dessa forma, uma planilha para calcular o custo médio vai permitir que você tenha uma otimização dos recursos gastos. Assim, você evita que exista um excesso de estoque em produtos que tem menor saída, e nunca falte aqueles que possuem um grande volume de vendas. Isso porque através desse controle você poderá conhecer os padrões de fluxo no seu estoque, e manter uma quantidade equilibrada do mesmo.</p>
<p>A seguir, segue um exemplo do funcionamento de uma <a href="https://blog.egestor.com.br/planilhas-de-estoque-10-modelos-com-download-gratis/">planilha de controle de estoque</a> pelo método de custo médio.</p>
<h3 id="entradas">Entradas</h3>
<p>Nessa aba, você irá registrar todas entradas de mercadorias com o valor de compra e o total de unidades.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/entradasplanilha.png-1200.webp" alt="planilha de Custo médio" width="1200" height="261"></p>
<h3 id="saidas">Saídas</h3>
<p>Nessa aba, você faz o registro das mercadorias que saíram do estoque, também especificando o valor e unidades.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/saidasplanilha-1.png-1200.webp" alt="" width="1200" height="262"></p>
<h3 id="custo-medio">Custo médio</h3>
<p>Já nessa última aba, você tem um resumo de tudo o que há no estoque e qual é o custo médio baseado nas entradas que houveram.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Captura-de-tela-de-2022-11-11-11-17-25.png-1200.webp" alt="" width="1200" height="265"></p>
<p>Essa é uma maneira bastante simples e fácil de usar no momento de inserir os dados, porém muito eficiente caso você deseje ter um bom controle sobre aquilo que você vende. Tenha certeza que esse controle gera ótimos resultados, já que diminui desperdícios de tempo e recursos.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/mauricio-gutierrez-SoiVEdJKzhY-unsplash-scaled.jpg" type="image/jpeg" length="498747"/>
    </item>
    <item>
      <title>Conciliação bancária: O que é e como fazer no eGestor</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/como-fazer-a-conciliacao-bancaria-no-egestor/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/como-fazer-a-conciliacao-bancaria-no-egestor/</guid>
      <pubDate>Tue, 05 Apr 2022 13:26:28 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Controle Financeiro</category>
      <category>Sistema de Gestão</category>
      <category>gestão financeira</category>
      <description>O processo de conciliação bancária no eGestor é extremamente simples! Veja o passo a passo de como utilizar esta função do sistema!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Realizar o processo de <strong>conciliação bancária</strong> é importante para todas as empresas, independente do seu porte.</p>
<p>A conciliação bancária permite com que se realize o monitoramento do dinheiro oriundo das vendas realizadas pelas empresas através de diferentes formas de pagamento, como <a href="https://egestor.com.br/recursos/boletos.php?afl=11" rel="noopener">boletos bancários</a> e cartões de crédito, por exemplo.</p>
<p>Com este processo, é possível fazer uma associação entre as movimentações da conta bancária de uma empresa e as movimentações armazenadas no sistema de controle financeiro interno utilizado pela empresa, facilitando assim a gestão financeira do negócio.</p>
<p>A conciliação bancária permite identificar uma possível inadimplência de algum cliente, assim como pode precaver a empresa de um possível esquecimento de registro no <a href="https://egestor.com.br/recursos/sistema-de-controle-financeiro.php?afl=11" rel="noopener">sistema de controle financeiro</a>, em caso de as informações contidas no extrato financeiro não estarem de acordo com o controle financeiro interno.</p>
<p>A conta bancária e as movimentações armazenadas no sistema de controle financeiro precisam estar compatíveis. Este processo traz um enorme ganho de eficiência no controle financeiro da sua empresa.</p>
<p><strong>Quer saber mais sobre conciliação bancária, entender outras vantagens desse processo e saber como fazer?</strong></p>
<p>Este artigo é para você, confira!</p>
<p><a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-fluxo-de-caixa/"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/banner-planilha-fluxo-de-caixa.png-650.webp" alt="" width="650" height="250"></a></p>
<h2 id="o-que-e-conciliacao-bancaria">O que é conciliação bancária?</h2>
<p>A conciliação bancária é uma comparação que tem como objetivo analisar se as movimentações registradas no controle financeiro interno da empresa estão realmente de acordo com o extrato bancário da empresa.</p>
<p>Assim como realizar o processo de controle do <a href="https://egestor.com.br/recursos/fluxo-de-caixa.php?afl=11" rel="noopener">sistema de fluxo de caixa</a> e<a href="https://blog.egestor.com.br/dre/"> DRE</a>, dentre outros indicadores financeiros, realizar a conciliação bancária é fundamental para o controle financeiro do seu negócio.</p>
<p>Com a conciliação, sua empresa pode realizar as conferências de entradas, referentes tanto às vendas realizadas com cartões de crédito, quanto através de boletos bancários e cheques, indicando quais valores referentes a essas transações já foram descontados do orçamento e os que ainda estão pendentes.</p>
<p>Portanto, empresas que trabalham com comércio especialmente, têm a conciliação bancária como um processo absolutamente fundamental em seu controle de caixa.</p>
<p>A conciliação bancária é uma ótima forma para ver o detalhamento das movimentações financeiras da empresa e a relação entre o seu controle financeiro interno com as informações bancárias, se precavendo contra possíveis erros ou fraudes em relação ao gerenciamento das finanças do negócio.</p>
<p>Esse processo é de suma importância para conciliar os valores das transações envolvendo os clientes, e dos pagamentos que foram devidamente efetuados.</p>
<p>A conciliação bancária permite um controle financeiro muito mais rigoroso e aprofundado por parte da sua empresa.</p>
<p>A medida em que com o processo de comparação entre o saldo bancário e todas as movimentações registradas internamente de entrada e saída, é possível verificar se o saldo realmente está exato e contém o valor de todas as informações registradas no controle financeiro interno.</p>
<h2 id="como-fazer-a-conciliacao-bancaria">Como fazer a conciliação bancária?</h2>
<p>Vamos listar alguns passos básicos, mas que fazem toda a diferença para como <strong>fazer a conciliação bancária</strong> de uma forma efetiva em sua empresa, de uma forma extremamente objetiva e facilitada:</p>
<h3 id="separe-as-contas">Separe as contas</h3>
<p>O número de conciliações bancárias necessárias para cada empresa varia de acordo com a quantidade de contas bancárias que cada empresário utiliza. Se você trabalha com duas contas bancárias, por exemplo, deve-se realizar duas conciliações bancárias e verificar a compatibilidade de cada uma delas com o seu controle financeiro interno.</p>
<h3 id="confira-os-saldos-bancarios">Confira os saldos bancários</h3>
<p>Já possuindo conhecimento de qual(is) conta bancária(as) será conciliada, o próximo passo é verificar o valor do saldo bancário dessa(as) conta(as), e então verificar se o valor é compatível com o que foi obtido no balanço do seu <a href="https://blog.egestor.com.br/fluxo-de-caixa/">fluxo de caixa</a>, que é a diferença entre os valores de entrada e saída de caixa. Somente após a verificação do saldo, é que você deve se aprofundar na comparação entre cada dado específico do extrato bancário e interno.</p>
<h3 id="analise-todas-as-movimentacoes">Analise todas as movimentações</h3>
<p>Após conferido o saldo, se atente a cada uma das informações contidas no controle interno em comparação com a conta bancária, já que em alguns casos, pode-se esquecer de registrar alguns dados relevantes para o controle financeiro da sua empresa.</p>
<h3 id="evite-talao-de-cheques">Evite talão de cheques</h3>
<p>Utilizar cheques para realizar determinados pagamentos da sua empresa, pode tornar a conciliação bancária menos precisa, a medida em que não se possui uma certeza de quanto os valores contidos no talão de cheque serão realmente descontados de seu orçamento.</p>
<p>Por isso, a dica é evitar ao máximo o uso de cheques, e utilizá-los somente em caso de extrema necessidade. Se este for realmente o caso, o recomendável é que você faça um controle financeiro separado, voltado somente para os cheques, e não misture com os valores atuais do seu orçamento.</p>
<h3 id="evite-mais-de-uma-conta-bancaria-para-a-empresa">Evite mais de uma conta bancária para a empresa</h3>
<p>Conforme explicamos em um dos passos anteriores, o número de conciliações bancárias está diretamente ligado a quantidade de contas bancárias utilizadas por cada empresa.</p>
<p>Mas o ideal, é sem dúvidas, utilizar somente uma conta bancária que englobe todas as informações financeiras da sua empresa, nos mais variados setores.</p>
<p>Além de <strong>fazer a conciliação bancária</strong> menos trabalhosa, através de uma única conta bancária fica muito mais fácil identificar as movimentações de entrada e saída, além de fazer uma comparação muito mais precisa.</p>
<p>Se alguns dados não constam na conta bancária, pode-se afirmar com clareza que eles de fato não fazem parte do seu extrato, sem a necessidade de realizar uma outra conciliação para verificar.</p>
<h3 id="integre-seu-sistema-de-controle-financeiro-interno-com-o">Integre seu sistema de controle financeiro interno com o banco</h3>
<p>Algumas instituições bancárias oferecem a possibilidade de integrar os dados da sua respectiva conta com o sistema de controle financeiro interno adotado pela sua empresa, o que sem dúvidas, torna a conciliação bancária muito mais automatizada. Por isso, entre em contato com o seu banco e verifique se existe essa alternativa.</p>
<h3 id="direcione-a-conciliacao-bancaria-a-um-departamento">Direcione a conciliação bancária a um departamento específico</h3>
<p>A conciliação bancária pode ser realizada pelo departamento financeiro de sua empresa, que convive diariamente com o gerenciamento de todas as finanças que envolvem o seu empreendimento, e sendo assim as chances de erro são bastante reduzidas.</p>
<p>Se preferir, opte por um escritório de contabilidade terceirizado, que também possui um amplo conhecimento neste processo.</p>
<p>Terceirizar a conciliação bancária pode economizar tempo de sua equipe de funcionários, já que é um processo bastante burocrático e que envolve uma grande diversidade de informações.</p>
<p>Dessa forma, seu departamento financeiro poderia focar em outras questões como o planejamento orçamentário da sua empresa e o estudo de novos investimentos para o seu negócio.</p>
<p>O processo de <strong>como fazer a conciliação bancária</strong> até pode ser feito através de métodos tradicionais, como planilhas do excel, agendas e calculadoras, por exemplo.</p>
<p>Mas é claro que com a utilização de um bom sistema de gestão empresarial, como o <a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener">eGestor</a>, <strong>fazer a conciliação bancária</strong> torna-se muito mais fácil e economiza tempo da sua empresa, para que possa focar nas questões operacionais do negócio.</p>
<p>Além desses fatores, com a utilização de um software especializado, as chances de erro são completamente reduzidas, e os seus dados financeiros são armazenados de uma forma muito mais segura!</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/image4.png-700.webp" alt="Como fazer a conciliação bancária" width="700" height="467"></p>
<h2 id="por-que-fazer-a-conciliacao-bancaria">Por que fazer a conciliação bancária</h2>
<p>O intuito da conciliação bancária é justamente ser uma comparação do extrato bancário e das informações financeiras da empresa. Por isso, a sua importância acontece em função de possíveis inconsistências, garantindo que o controle financeiro realizado realmente é eficiente.</p>
<p>Dessa forma, podemos ver como vantagem a melhor previsão do fluxo de caixa, onde essa consegue ajudar a empresa a alcançar seus objetivos. Também, ela permite que se tenha mais confiança na hora realizar transações.</p>
<p>Isso acontece porque se tem total segurança no que se vê na conta. Afinal, é para isso que serve a conciliação bancária!</p>
<p>Juntamente com as citadas acima, a conciliação bancária permite que se faça um planejamento financeiro mais assertivo. Podendo organizar as finanças, entender se é possível realizar novos investimentos ou se é necessário solicitar algum tipo de capital de giro.</p>
<h2 id="para-que-serve-a-conciliacao-bancaria">Para que serve a conciliação bancária</h2>
<h3 id="projecao-de-fluxo-de-caixa">Projeção de fluxo de caixa</h3>
<p>Com a conciliação entre conta e movimentação financeira, é possível que você saiba quanto a sua empresa terá disponível em caixa futuramente.</p>
<p>Fazer a projeção futura de caixa, é de suma importância para que a sua empresa possa planejar seus investimentos e suas contas a pagar.</p>
<p>Além dessa projeção, o processo de conciliação bancária permite a prevenção e identificação de possíveis erros no controle financeiro interno em comparação com o caixa bancário da empresa.</p>
<p>Não ter essa visão, pode fazer com que você realize investimentos fora da realidade de seu orçamento, causando grandes prejuízos futuramente.</p>
<p><strong>Baixe um</strong> <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-fluxo-de-caixa/"><strong>modelo de planilha de fluxo de caixa</strong></a><strong>!</strong></p>
<h3 id="saldo-bancario-sempre-atualizado">Saldo bancário sempre atualizado</h3>
<p>A conciliação bancária permite a identificação de recebimentos que ainda estão atrasados, como no caso do pagamento através de cheques, que demoram a ser compensados, gerando diferenças entre o controle financeiro interno e a conta bancária.</p>
<p>Diferenças estas, que sem a conciliação bancária seriam muito mais difíceis de serem identificadas. Com isso, é possível saber com exatidão o saldo bancário da sua empresa.</p>
<h3 id="auxilio-no-planejamento-orcamentario">Auxílio no planejamento orçamentário</h3>
<p>Com a integração entre controle interno e sistemas bancários, o processo de conciliação bancária possibilita uma visão muito mais abrangente da situação financeira da empresa, facilitando o planejamento orçamentário de seu empreendimento.</p>
<h3 id="facilidade-no-controle-das-movimentacoes-financeiras">Facilidade no controle das movimentações financeiras</h3>
<p>A partir da conciliação bancária, todas as movimentações financeiras envolvendo a sua empresa, inclusive as que ainda não foram registradas pela contabilidade, são geradas de uma forma totalmente automatizada, facilitando a identificação de todas as receitas e despesas de uma forma segmentada, de acordo com a origem e área destinada a cada uma dessas movimentações.</p>
<h2 id="quais-os-cuidados-na-realizacao-da-conciliacao-bancaria">Quais os cuidados na realização da conciliação bancária?</h2>
<p>Para que este processo seja realizado de uma forma eficiente e com bastante clareza de informações, é recomendável tomar alguns cuidados.</p>
<p>Fazer um registro diário de todas as suas movimentações financeiras, sejam elas de entrada ou saída, é fundamental para evitar esquecimento de informações importantes e incongruências na comparação entre os dados internos e bancários.</p>
<p>Outro fator importante que pode influenciar na eficiência da conciliação bancária é ter arquivados documentos que comprovem determinadas transações realizadas pela empresa.</p>
<p>Esses documentos podem ser <a href="https://egestor.com.br:443/recursos/emissor-de-nfe.php?afl=11" rel="noopener">notas fiscais</a>, <a href="https://egestor.com.br/recursos/boletos.php?afl=11" rel="noopener">boletos</a> e contratos, dentre outros. Possuindo esses documentos, as empresas podem se precaver de possíveis erros e evitar fraudes.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/image3.jpg-700.webp" alt="Quais os cuidados na realização da conciliação bancária" width="700" height="467"></p>
<h2 id="conciliacao-bancaria-quais-erros-podem-ocorrer-e-o-que-fazer">Conciliação bancária: quais erros podem ocorrer e o que fazer</h2>
<p>A conciliação bancária é uma ferramenta de solução de possíveis problemas. Por isso, existem erros que não podem ser cometidos ao fazer o processo da conciliação bancária. Alguns deles são:</p>
<ul>
<li>Não fazer a conciliação bancária regularmente: ao não fazer a comparação dos valores do banco com o controle interno regularmente, o negócio está deixando passar dados e valores importantes. Inclusive, isso pode fazer com que o negócio perca dinheiro.</li>
<li><strong>Não dar atenção ao fazer a conciliação</strong>: o mesmo que acontece ao não fazer regularmente, acontece quando não se dá a atenção suficiente: dinheiro perdido.</li>
<li><strong>Demorar para solucionar os problemas</strong>: ao fazer a comparação e encontrar problemas, eles devem ser corrigidos o mais rápido possível. Isso para que o problema não siga acontecendo, dificultando o controle interno do financeiro.</li>
<li><strong>Não fazer a revisão</strong>: a revisão dos resultados é de extrema importância. Muitas vezes deixamos passar detalhes óbvios por falta de atenção, e isso não pode acontecer!</li>
<li><strong>Utilizar um caderno para fazer o controle financeiro da empresa</strong>: quando se faz a conciliação do financeiro em um caderno, ou até em uma planilha, se está sujeito a erros. Por isso a recomendação é sempre fazer a mesma em um sistema.</li>
</ul>
<h2 id="como-monitorar-o-fluxo-de-caixa">Como monitorar o fluxo de caixa</h2>
<p>Manter o fluxo de caixa controlado é imprescindível para a conciliação bancária bem feita. Mas esse controle de fluxo de caixa deve ser bem feito também. Por isso, há etapas que não se pode esquecer:</p>
<ul>
<li><strong>Registre tudo</strong>: tudo que envolve movimentações de dinheiro do negócio devem ser registrados. Seja a compra de produtos de limpeza até o pagamento do fornecedor, todas as informações devem ser registradas. É só assim que se sabe para onde vai o dinheiro e da onde ele vem.</li>
<li><strong>Crie regras</strong>: quando existem vários colaboradores trabalhando juntos, não é tão simples fazer esse controle. Por isso, é possível definir uma pessoa responsável por fazer esses registros, como o caixa. Mas, é importante que qualquer movimentação seja cadastrada.</li>
<li><strong>Use ferramentas</strong>: um caderno não é a melhor forma de controlar o seu fluxo de caixa, em caso de não haver outra opção, ainda assim ele vale. Mas, o mais indicado é utilizar um sistema onde você possa fazer o registro e ele ser totalmente integrado automaticamente. Ainda, é possível utilizar planilhas.</li>
<li><strong>Não misture contas pessoais e empresariais</strong>: essa deve ser a dica mais importante até agora. Quando o dono da empresa usa o dinheiro do caixa para compras pessoais, esse dinheiro se perde no controle. No final do mês, na hora de calcular os lucros, esse dinheiro já foi retirado. E agora? A melhor coisa a se fazer é não misturar esses valores!</li>
</ul>
<h2 id="entenda-como-funciona-a-conciliacao-bancaria-no-egestor">Entenda como funciona a conciliação bancária no eGestor</h2>
<p>A <strong>conciliação bancária</strong> no eGestor pode ser feita a partir do menu financeiro do sistema. Neste menu, é preciso acessar o item Conciliação e então seguir alguns passos:</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/image6.jpg-700.webp" alt="conciliação bancária eGestor" width="700" height="393"></p>
<p><em>Conciliação Bancária - eGestor</em></p>
<h3 id="envie-o-arquivo-bancario">Envie o arquivo bancário</h3>
<p>No espaço de conciliação bancária, clique em nova. Feito isso, o eGestor irá solicitar que você envie o seu arquivo bancário. Isso pode ser feito a partir da importação do <a href="https://blog.egestor.com.br/arquivo-ofx/">arquivo OFX</a>, que são as informações contidas no extrato bancário e que podem ser lidas pelo sistema.</p>
<p>Este arquivo pode ser obtido a partir de seu home banking.</p>
<h3 id="selecione-a-conta-relacionada">Selecione a conta relacionada</h3>
<p>Já com o arquivo OFX gerado pelo sistema, você deve selecionar qual a conta caixa que você deseja relacionar com as informações contidas no arquivo. Assim você poderá conferir em qual conta as movimentações financeiras ocorreram!</p>
<h3 id="escolha-e-preencha-uma-das-opcoes-do-arquivo-ofx">Escolha e preencha uma das opções do arquivo OFX</h3>
<p>Com o arquivo OFX gerado e com a conta selecionada, você terá que escolher uma das opções do arquivo:</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/image5.jpg-700.webp" alt="quadro conciliação bancária" width="700" height="233"></p>
<p><em>Conciliação Bancária - eGestor</em></p>
<ul>
<li><strong>Novo:</strong> nesta opção você pode adicionar uma nova conta como paga ou recebida, que ainda não estava prevista como uma das contas a pagar ou a receber;</li>
<li><strong>Buscar:</strong> neste caso, a conta selecionada já estava entre as contas previstas a serem pagas ou recebidas. Se esta opção for selecionada, a conciliação bancária vai apenas alterar o status para "paga" ou "recebida" no sistema.</li>
<li><strong>Transferência:</strong> a opção transferência é escolhida quando se deseja realizar uma movimentação financeira dentro da empresa entre caixa interno e um caixa banco.</li>
<li><strong>Sugestão:</strong> nesta opção, o sistema tentará identificar a existência de alguma conta prevista que possua as mesmas características da movimentação presente no arquivo OFX.</li>
</ul>
<h3 id="confira-as-informacoes-obtidas">Confira as informações obtidas</h3>
<p>Feito o envio do arquivo bancário e selecionando a conta caixa, o sistema vai fornecer informações referentes a conciliação bancária solicitada, como o código de conciliação para ajuste de algum possível erro no processo, arquivo OFX, banco, identificação, conta caixa, data das informações contidas no arquivo.</p>
<p>Além do status de andamento da conciliação bancária, que será atualizado a medida em que as informações do arquivo OFX forem relacionadas com a conta caixa selecionada!</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/24-3-scaled.jpg" type="image/jpeg" length="44145"/>
    </item>
    <item>
      <title>Relatórios gerenciais: conheça os mais importantes</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/relatorios-gerenciais/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/relatorios-gerenciais/</guid>
      <pubDate>Tue, 08 Mar 2022 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Controle Financeiro</category>
      <category>Sistema de Gestão</category>
      <category>gestão financeira</category>
      <description>Existem uma série de relatórios gerenciais que são extremamente. Confira aqui quais são e porque eles são importantes!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Existem uma série de <strong>relatórios gerenciais</strong> que são extremamente importantes. São importantes não só para a mensuração de resultados de sua micro ou pequena empresa, mas também como forma de auxílio nas suas <strong><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener">tomadas de decisões</a>.</strong></p>
<p>Os relatórios gerenciais permitem que você possa ter uma visão mais ampla sobre a situação de sua empresa e possa planejar-se de forma a evitar dívidas, otimizar suas atividades operacionais e assim aumentar o lucro do empreendimento.</p>
<p>Quer saber mais sobre relatórios gerenciais, a importância dessas ferramentas e quais os relatórios gerenciais podem ser mais relevantes para o seu negócio? Então esse artigo foi feito especialmente para você, siga com a gente!</p>
<h2 id="o-que-sao-relatorios-gerenciais">O que são relatórios gerenciais?</h2>
<p>Relatórios gerenciais são, portanto, documentos gerados que devem conter as informações mais relevantes sobre os processos que envolvem as atividades de uma empresa. Os relatórios gerenciais devem ter objetivos bastante claros de acordo com a necessidade de cada empresa.</p>
<p>O excesso de informações ou o fato de querer analisar uma grande quantidade de fatores da empresa pode prejudicar esse processo. Ele pode acabar dificultando o seu entendimento por parte dos empresários, assim como pode aumentar a margem de erros nos dados analisados.</p>
<p>Além dos objetivos, ao se planejar a elaboração de um relatório gerencial, também é preciso definir qual será o método utilizado. Por exemplo, será realizado de uma maneira informatizada através de um <strong><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener">software de gestão empresarial</a></strong> ou manualmente.</p>
<h3 id="objetivos-dos-relatorios-gerenciais">Objetivos dos relatórios gerenciais</h3>
<p>Para se definir o objetivo de um relatório gerencial, é preciso ter em mente o que pretende se analisar a partir das informações contidas nele.</p>
<p>Existem diversos fatores que podem ser analisados a partir dos relatórios gerenciais. Normalmente, os mais utilizados pelos empresários de uma forma geral são os relatórios voltados à situação financeira de suas empresas e para o <a href="https://blog.egestor.com.br/gestao-orcamentaria/">planejamento </a><a href="https://blog.egestor.com.br/gestao-orcamentaria/">orçamentário</a>.</p>
<p>Os relatórios ligados à avaliação de desempenho podem indicar que talvez seja o momento de contratar novos funcionários para melhorar a produtividade de sua empresa. Ou, então, fazer algumas demissões de colaboradores, que a partir dos dados analisados nos relatórios, verifica-se que o rendimento destes não está sendo satisfatório para a empresa.</p>
<p>Já os <a href="https://blog.egestor.com.br/relatorio-financeiro/">relatórios financeiros</a>, por sua vez, proporcionam uma visão aprofundada de suas movimentações financeiras. Ainda, mostram com clareza a origem de cada uma das receitas e despesas de seu empreendimento, facilitando a identificação de possíveis cortes no orçamento.</p>
<h3 id="o-que-deve-conter-um-relatorio-gerencial">O que deve conter um relatório gerencial</h3>
<p>Com os objetivos já definidos, o próximo passo é armazenar no relatório as informações realmente importantes para a satisfação destes objetivos.</p>
<p>Por exemplo: se você deseja analisar as finanças da sua empresa, é imprescindível que seu relatório contenha informações referentes a todas as movimentações de entrada e saída do seu caixa, <strong><a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-contas-a-pagar-e-receber/">contas a pagar e a receber</a>.</strong>.. Somente assim é possível realizar a projeção de seu orçamento empresarial, lucratividade do negócio em comparação com diferentes períodos, dentre outras informações.</p>
<p>Já se você deseja analisar a situação de seus produtos, é preciso obter a quantidade atualizada de cada item no estoque, histórico de entradas e saídas por produto. É dessa forma que se pode verificar quais deles são mais vendidos no mercado e quais não conseguem trazer o retorno financeiro esperado.</p>
<p>Então, essas informações podem servir como um auxílio para futuras <a href="https://blog.egestor.com.br/negociacao/">negociações com fornecedores</a> e também na elaboração de novas estratégias de marketing para aumentar as vendas dos produtos que possuem uma baixa demanda.</p>
<p><a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-controle-de-estoque-em-excel-gratuita/"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/planilha-de-controle-de-estoque-6.png-650.webp" alt="" width="650" height="250"></a></p>
<h2 id="tipos-de-relatorios-gerenciais">Tipos de relatórios gerenciais</h2>
<p>Como a empresa possui diversos departamentos é de se esperar que ela também apresente diferentes tipos de relatórios gerenciais. Portanto, a seguir, você confere um pouco mais sobre cada um deles:</p>
<h3 id="relatorios-financeiros">Relatórios financeiros</h3>
<p>Os relatórios financeiros são, sem dúvidas, os mais utilizados pelas empresas. Afinal, a falta de um adequado controle financeiro é uma das principais causas de mortalidade dos empreendimentos.</p>
<p>Esses relatórios reúnem todas as informações que tenham a ver com o dinheiro da empresa. Portanto, é fato que a saúde financeira de um negócio depende diretamente da forma como lidamos com o dinheiro que entra e que sai e quais os investimentos necessários para determinados objetivos.</p>
<p>A partir dos relatórios financeiros é possível enxergar com clareza a situação orçamentária de sua empresa, analisar se existe viabilidade para a realização de novos investimentos e verificar se o seu caixa está preparado para arcar com despesas futuras.</p>
<p>Assim, nesse tipo de relatório, são listados todos os dados relacionados ao financeiro da empresa, como fluxo de caixa, custos, receitas, despesas, tributação e o que mais tenha a ver com o dinheiro que circula dentro do negócio.</p>
<p>Então, não importa o tamanho da sua empresa, é essencial elaborar um relatório financeiro reunindo informações corretas sobre o seu fluxo de caixa, entradas e saídas, orçamentos e projeções financeiras.</p>
<p>Faça o download grátis do nosso**<a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-orcamento-empresarial/"> modelo de orçamento empresarial</a>**, que vai te ajudar a dar início à gestão financeira do seu negócio!</p>
<h4>Principais relatórios financeiros</h4>
<p>Entre os relatórios financeiros, podemos citar alguns que são de grande importância para a mensuração de resultados e controle financeiro do seu negócio:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://blog.egestor.com.br/dre/">DRE</a> (Demonstrativo Resultado do Exercício)</strong>: que mede a lucratividade de sua empresa em determinado período,</li>
<li><strong>Fluxo de caixa</strong>: que faz um balanço entre todas as movimentações de entrada e saída do seu orçamento,</li>
<li><strong>Controle de contas a pagar e a receber</strong>: é voltado para a projeção tanto das despesas quanto das suas receitas, para que se possa planejar o orçamento empresarial em um médio e longo prazo.</li>
<li><strong>Orçamento empresarial</strong>: como não podemos ter certeza do futuro, podemos estimar algo. E é para isso que serve o relatório de orçamento empresarial.</li>
<li><strong>Balanço patrimonial</strong>: demonstra como está o patrimônio financeiro de sua empresa. Deve conter informações de ativos, passivos e patrimônio líquido.</li>
</ul>
<h3 id="relatorios-de-vendas">Relatórios de vendas</h3>
<p>Os <a href="https://blog.egestor.com.br/relatorio-de-vendas/">relatórios de venda</a> tem como objetivo gerenciar todas as vendas realizadas pela empresa em um determinado período. Mas, também, eles fazem uma projeção dos negócios futuros, baseados nos dados já inseridos.</p>
<p>Os relatórios de vendas possibilitam uma visão abrangente a respeito dos mais diversos fatores que envolvem os seus processos de venda: clientes, vendedores, produtos, valores, formas de pagamento e período em que cada venda foi realizada e outros.</p>
<p>A partir desses relatórios, é possível comparar a produtividade da sua empresa em um âmbito geral a partir dos números obtidos em diferentes períodos. Assim, também se pode avaliar seus funcionários em relação ao cumprimento das <a href="https://blog.egestor.com.br/definir-metas/">metas de vendas</a> estabelecidas.</p>
<p>Aqui estão os relatórios de Curva ABC, por exemplo. Eles mostram os produtos que trazem mais faturamento e os que não tem tanta saída, não trazendo tanto retorno financeiro. Ainda, é possível medir essa informação com produtos e clientes.</p>
<h3 id="relatorio-de-estoque">Relatório de estoque</h3>
<p>O estoque também influencia diretamente na tomada de decisão e na elaboração de novas estratégias em uma empresa.</p>
<p>Ao perceber que há muito material armazenado, por exemplo, o gestor pode criar maneiras de fazer aquilo tudo circular, além de reforçar as melhorias na armazenagem e manutenção correta do produto.</p>
<p>Mas, só sabe disso com um relatório do controle de estoque. Ou seja, ele mostra o armazenamento de matéria-prima, insumos e produtos prontos para venda. Também, ele informa tudo relacionado à movimentação das vendas relacionadas ao estoque.</p>
<h3 id="relatorio-de-satisfacao">Relatório de satisfação</h3>
<p>É o relatório que mede e informa o nível de satisfação dos clientes e também dos colaboradores em relação à empresa. Ou seja, é um documento importante para verificar e ajustar, se necessário, o relacionamento com os consumidores e com a equipe de trabalho.</p>
<p>O relatório de satisfação de clientes é uma espécie de questionário aplicado a um determinado número de clientes da sua empresa, que avaliam fatores como os seus produtos e atendimento, dentre outros.</p>
<p>Esse tipo de relatório é importante para que você possa entender a aceitação da sua empresa perante a clientela e identificar possíveis aspectos que podem ser melhorados. Já o relatório de satisfação dos colaboradores serve para identificar possíveis problemas no ambiente interno da empresa e equívocos no processo de<a href="https://blog.egestor.com.br/dicas-para-fazer-uma-boa-gestao-de-pessoas/"> gestão de pessoas</a>.</p>
<p>A satisfação dos funcionários possui uma grande influência na produtividade de sua empresa, por isso é importante manter essa avaliação e obter o feedback de sua equipe de colaboradores.</p>
<h3 id="relatorio-de-produtividade">Relatório de produtividade</h3>
<p>Como saber se é preciso fazer correções em determinado departamento? Descobrindo como anda o nível de produtividade daquele setor!</p>
<p>Assim, o índice de produtividade é uma tarefa básica deste relatório, o qual analisa o desempenho das vendas e cria novas metas de crescimento.</p>
<p>Os relatórios de crescimento são mais complexos, pois analisam a evolução da sua empresa de uma forma geral, analisando diversos fatores. Os mais comuns são:</p>
<ul>
<li>aumento do número de clientes e vendas</li>
<li>desempenho de funcionários</li>
<li>engajamento dos clientes com as estratégias de marketing</li>
<li>aumento do número de leads e acessos às<a href="https://blog.egestor.com.br/redes-sociais-para-empresas/"> redes sociais</a> da empresa</li>
<li>aumento da variedade de produtos no estoque</li>
<li>variação do orçamento empresarial</li>
</ul>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/7.jpg-2000.webp" alt="relatórios gerenciais" width="2000" height="1336"></p>
<h2 id="a-importancia-dos-relatorios-gerenciais-para-a-sua-empresa">A importância dos relatórios gerenciais para a sua empresa</h2>
<p>Os relatórios gerenciais são ferramentas extremamente valiosas para a gestão de sua empresa. A partir deles, é possível ter uma visão global de desempenho do seu empreendimento. Mas, também em relação a produtividade individual de cada colaborador e fazer uma projeção de demanda, dentre outros aspectos essenciais para a gestão do seu negócio.</p>
<p>As informações contidas nos mais variados tipos de relatórios gerenciais são extremamente importantes para que você tome decisões estratégicas a partir de dados precisos, relevantes e com uma visão realista do empreendimento. Assim, não deve existir espaço para achismos.</p>
<h2 id="para-que-serve-um-relatorio-gerencial">Para que serve um relatório gerencial?</h2>
<p>O objetivo do relatório gerencial é fazer uma demonstração dos diversos aspectos que compõem uma empresa, com a intenção de analisar o desempenho. Ou seja, ajuda a verificar falhas, realizar ajustes e perceber se o negócio está prosperando, crescendo ou apresentando prejuízos.</p>
<p>Por isso, todas as informações devem ser levantadas e inseridas com bastante precisão e cuidado. É fundamental que os dados sejam atualizados, sempre de acordo com a realidade da empresa naquele momento para que a análise também seja eficiente.</p>
<p>Também é essencial salientar que os relatórios gerenciais precisam ser informativos, bem escritos e objetivos, com fácil compreensão para todos que terão acesso ao documento.</p>
<h2 id="quais-sao-os-relatorios-essenciais-em-uma-empresa">Quais são os relatórios essenciais em uma empresa?</h2>
<p>Diante de tantos tipos de relatórios, você deve estar se perguntando quais deles são considerados fundamentais em uma empresa. O ideal é que haja um relatório para cada departamento ou área de atuação, porque essa é a melhor forma de ter uma avaliação global de todos os setores da organização.</p>
<p>No entanto, sabemos que nem sempre é possível fazer esse estudo tão aprofundado, e isso se dá em face de motivos diversos, como falta de pessoal capacitado para executar tal função, devido ao tamanho da empresa ou ainda em razão da inexistência de alguns departamentos.</p>
<p>Por isso, listamos aqueles tipos de relatórios gerenciais que são essenciais e que devem ser priorizados na sua empresa. São os relatórios:</p>
<ul>
<li>Financeiro</li>
<li>Vendas</li>
<li>Estoque</li>
<li>Produtividade</li>
<li>Satisfação</li>
</ul>
<h2 id="entao-quais-os-beneficios-dos-relatorios-gerenciais">Então, quais os benefícios dos relatórios gerenciais?</h2>
<p>Você já sabe que os relatórios gerenciais são imprescindíveis para uma melhor compreensão e gestão do seu negócio.</p>
<p>Conheça agora os principais benefícios que esses documentos podem gerar para a sua empresa.</p>
<h3 id="facilita-a-tomada-de-decisao">Facilita a tomada de decisão</h3>
<p>Ao ter um controle maior sobre todos os departamentos da empresa, é muito mais fácil para o gestor tomar as decisões mais acertadas, pensar de modo estratégico, estabelecer objetivos e traçar novos caminhos.</p>
<h3 id="aumenta-o-dominio-sobre-o-negocio">Aumenta o domínio sobre o negócio</h3>
<p>Por meio dos relatórios gerenciais, o empreendedor consegue saber um pouco mais sobre cada área da sua empresa, mesmo que não seja um expert no assunto. Esse conhecimento é muito útil e garante uma gestão mais eficiente.</p>
<h3 id="identificacao-dos-pontos-fortes-e-fracos">Identificação dos pontos fortes e fracos</h3>
<p>Cada relatório gerencial traz um balanço dos pontos positivos e negativos de determinado setor. Assim, é muito mais fácil para o empregador perceber onde está errando, saber o que pode ser corrigido e o que exige mais investimento.</p>
<h3 id="compartilhamento-de-informacoes">Compartilhamento de informações</h3>
<p>Os relatórios reúnem e apresentam dados extremamente valiosos não só para o gestor, mas para todos que fazem parte daquela organização. Esse compartilhamento de informações esclarece dúvidas, reforça o comprometimento, alinha e ajusta metas e fortalece as relações dentro do local de trabalho.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br/recursos/relatorios.php?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/banner-relatorios-gerenciais.png-650.webp" alt="" width="650" height="250"></a></p>
<h2 id="relatorios-gerenciais-possibilitados-pelo-egestor">Relatórios gerenciais possibilitados pelo eGestor</h2>
<p>O <a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener">eGestor</a> possibilita a geração de uma série de relatórios extremamente essenciais para a avaliação de resultados da sua empresa. Vamos falar agora especificamente a respeito de alguns destes relatórios:</p>
<h3 id="relatorios-financeiros-2">Relatórios financeiros</h3>
<p>Dentro dos relatórios financeiros do eGestor estão várias informações extremamente relevantes para a empresa. Alguns deles são:</p>
<ul>
<li>Extrato financeiro</li>
<li>Fluxo de caixa periódico</li>
<li>Fluxo financeiro</li>
<li>DRE</li>
<li>Financeiro personalizado</li>
<li>Comissões por financeiro</li>
<li>Conciliação bancária</li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/recorrencia/">Recorrências</a></li>
<li>Boletos</li>
</ul>
<h3 id="relatorios-de-vendas-2">Relatórios de vendas</h3>
<p>Os relatórios de vendas disponibilizados pelo eGestor mostram diversas informações sobre as vendas da empresa. Veja alguns:</p>
<ul>
<li>Vendas detalhadas</li>
<li>ABC de produtos vendidos</li>
<li>Comissões de vendas</li>
<li>ABC de vendas por cliente</li>
<li>ABC de vendas por vendedor</li>
</ul>
<h3 id="relatorios-de-compras">Relatórios de compras</h3>
<p>Os relatórios de compras podem mostrar informações importantes sobre as compras, como quais produtos trazem mais faturamento e quando está na hora de comprar algum produto. Os relatórios de compra do eGestor são:</p>
<ul>
<li>Compras detalhadas</li>
<li>Sugestão de compra</li>
<li>ABC dos produtos comprados</li>
</ul>
<h3 id="relatorios-de-producao">Relatórios de produção</h3>
<p>Quando uma empresa realiza a produção de algum produto, ela irá precisar de relatórios sobre. Isso porque, é necessário saber o que há de desperdício, tempo de produção e outras informações. Alguns relatórios são:</p>
<ul>
<li>Produções detalhadas</li>
<li>Composições</li>
</ul>
<h3 id="relatorios-de-contatos">Relatórios de contatos</h3>
<p>Uma informação que algumas empresas não dão atenção é em relação às informações dos clientes. Com elas é possível realizar promoções e manter um contato mais próximo. Por isso, alguns dos relatórios de contato do eGestor são:</p>
<ul>
<li>Histórico de um contato</li>
<li>Personalizado de contatos</li>
<li>Comemorações do mês</li>
<li>Inatividade de clientes</li>
</ul>
<h3 id="relatorios-de-produtos">Relatórios de produtos</h3>
<p>Também considerado como <a href="https://blog.egestor.com.br/relatorios-gerenciais-para-controle-de-estoque/">relatórios de estoque</a>, os relatórios de produtos mostram informações como quantidade, necessidade de compra e outras informações extremamente valiosas para o estoque. Alguns deles:</p>
<ul>
<li>Estoque mínimo</li>
<li>Estoque histórico por produto</li>
<li>Movimentação de um produto</li>
<li>Produtos por fornecedor</li>
<li>Personalizado de produtos</li>
<li>Produtos sem vendas</li>
<li>Ajuste de estoque</li>
</ul>
<h3 id="relatorios-gerais">Relatórios gerais</h3>
<p>Além dos relatórios já citados, que impactam em informações financeiras e de estoque. Existem alguns outros relacionados a empresa que podem fazer grande diferença. Como:</p>
<ul>
<li>Registro de eventos</li>
<li>Registro de acessos</li>
<li>Atividades incomuns</li>
</ul>
<h2 id="consideracoes-finais">Considerações finais</h2>
<p>Portanto, os relatórios gerenciais são imprescindíveis para o gerenciamento e mensuração de resultados de sua empresa. A partir deles, você pode avaliar a situação financeira de seu empreendimento, identificar gastos excessivos, avaliar a produtividade geral do seu negócio, analisar os produtos que possuem uma maior demanda e tomar decisões estratégicas baseadas em números.</p>
<p>Quer ter acesso a estes relatórios gerenciais para otimizar os processos gerenciais de sua empresa? Acesse o <a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener">site</a> do eGestor e teste gratuitamente o sistema!</p>
<p><a href="https://egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/15-10.png" type="image/png" length="688615"/>
    </item>
    <item>
      <title>Inadimplência: como lidar, prevenir e dicas para diminuir</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/inadimplencia/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/inadimplencia/</guid>
      <pubDate>Tue, 04 Jan 2022 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Contabilidade</category>
      <category>gestão financeira</category>
      <description>A taxa de inadimplência do seu escritório de contabilidade anda alta? Nesse post trazemos sugestões de como lidar com esse problema. Confira!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A inadimplência de clientes é um problema recorrente em diversas empresas. No caso de um escritório de contabilidade, esta situação é ainda mais frequente. Segundo pesquisa realizada pelo Jornal Contábil, 60% das empresas contábeis brasileiras enfrentaram problemas com recebimentos de honorários nos anos de 2015 e 2016.</p>
<p>Sendo assim, é necessário tomar algumas ações de precaução neste sentido e também medidas efetivas. De forma a reverter possíveis inadimplências e fazer com que os clientes efetivem essas pendências da forma ágil possível.</p>
<figure><a href="https://youtu.be/tWIFcSb69aI" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-tWIFcSb69aI.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<h2 id="por-que-a-inadimplencia-e-recorrente-em-escritorios">Por que a inadimplência é recorrente em escritórios contábeis?</h2>
<p>Geralmente em situações de instabilidade financeira e endividamentos, empresas optam primeiramente por cumprirem as suas obrigações que creem primárias. Ou seja, as relacionadas ao pagamento de salários atrasados de colaboradores ou então em sanar as dívidas com os fornecedores. Bem como as pendências relativas a impostos e tributos. Para somente depois, efetuar os pagamentos aos escritórios contábeis. Já que se tratam de um serviço terceirizado.</p>
<p>Outro aspecto que contribui para a inadimplência de clientes de escritórios de contabilidade, é que muitos contadores prestam serviços informais a empresas. Muitos profissionais de contabilidade trabalham com as empresas sem um contrato delineado de prestação de serviços. E começam o seu trabalho antes de cuidar da parte burocrática, sem antes definir as cláusulas de prestação de serviços. O que é um grande descuido e gera certo descompromisso por parte das empresas.</p>
<p>No contrato devem ser devidamente especificadas algumas questões. Tais como condições de pagamento dos serviços realizados, multas e juros decorrentes de possíveis atrasos nos pagamentos. Assim como condições e exigências necessárias para prestação de serviços e possíveis suspensões no contrato caso ocorram problemas.</p>
<h2 id="como-lidar-com-a-inadimplencia-de-clientes">Como lidar com a inadimplência de clientes</h2>
<p>É preciso notar que, neste cenário em que nos encontramos, com menos vendas e empregos, o perfil do inadimplente muda. Além de alguns clientes que podem deixar de pagar suas contas propositadamente, em grande parte estamos falando de pessoas com dificuldades reais, por isso nosso primeiro tópico se refere ao nosso comportamento.</p>
<h3 id="secao-1-comportamento-diante-do-problema">1. Comportamento diante do problema</h3>
<p>Quando nosso negócio não é um banco com o cofre cheio de dinheiro e acordamos cedo todos os dias para colocar a “mão na massa”, obviamente esperamos que nossos clientes valorizem nosso esforço e, principalmente, honrem seus compromissos. Afinal, sabemos quanto de dedicação precisamos para manter o caixa com saúde.</p>
<p>Quando um cliente não paga é natural que isso cause irritação e a maioria dos empresários fica bastante nervoso. O ideal é procurar tratar a questão como qualquer outra, com energia, mas como parte dos problemas de um negócio.</p>
<h3 id="secao-2-previsao-e-controle">2. Previsão e controle</h3>
<p>Tratar o problema da falta de pagamento como qualquer outro significa determinar o percentual de inadimplência do seu negócio, obviamente se dedicando permanentemente para diminuí-lo, mas prevendo-o em sua receita como parte do custo, de forma a evitar problemas de fluxo de caixa.</p>
<h3 id="secao-3-prevencao-de-inadimplencia-e-cobranca">3. Prevenção de inadimplência e cobrança</h3>
<p>Isso significa que a inadimplência precisa de dois remédios: <strong>prevenção e cobrança</strong>. A prevenção é essencial para nos livrar dos casos mais graves, o que inclui devedores profissionais e estelionatários. Golpes não são tão difíceis de evitar, mas depois que caímos neles, não é tão simples resolver.</p>
<p><strong>💡 Você também pode gostar: <a href="https://blog.egestor.com.br/gestao-de-inadimplencia-estrategias-para-a-saude-financeira/">Gestão de inadimplência: estratégias para a saúde financeira</a></strong></p>
<h3 id="secao-4-analise-de-credito">4. Análise de crédito</h3>
<p>A <a href="https://www.napratica.org.br/teste-analise-de-credito-mercado-financeiro/?gclid=CJ7Yh9_3sNQCFQOAkQodV0AIGA" rel="noopener">análise de crédito</a> é a principal medida preventiva contra devedores. Muitos não se utilizam dela por acharem que aumenta o custo e o trabalho, mas é muito fácil fazer uma conta verificando isso.</p>
<p>A análise de crédito elimina casos específicos em que o cliente já vinha passando por um problema ou estava perto disso, de acordo com o seu histórico de pagamentos. Portanto, aqueles <a href="https://blog.egestor.com.br/clientes-inadimplentes-saiba-como-lidar-para-nao-sair-no-prejuizo/">clientes inadimplentes</a> que já tinham sido negativados antes da compra, não seriam parte do nosso problema com uma boa análise prévia.</p>
<p>Se o custo total de análise de crédito for inferior ao da inadimplência desses clientes, então já passou da hora de contratar o serviço. São vários modelos de relatórios e as empresas que fornecem esses dados costumam orientar em relação às opções.</p>
<h3 id="secao-5-garantia-juridica">5. Garantia jurídica</h3>
<p>Se o cliente deixar de pagar e for preciso cobrá-lo judicialmente, você precisará provar que ele deve. Existem formas de se garantir com relação a isso, e para alguns casos será necessário um contrato assinado pelo responsável pela empresa e, em outros, bastará um aceite da nota.</p>
<p>Se você tem dúvidas de que o seu negócio está protegido pelos procedimentos certos, o ideal é consultar um advogado. Algumas associações comerciais e unidades do Sebrae disponibilizam o serviço de assessoria jurídica, mas mesmo que prefiram contratar um advogado e pagar por isso, costumam cobrar bem menos por orientações preventivas do que para resolver o problema depois.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/34.png-2000.webp" alt="" width="2000" height="1333"></p>
<h3 id="secao-6-boletos-cartoes-e-outras-opcoes">6. Boletos, cartões e outras opções</h3>
<p>Alguns empresários evitam aceitar o cartão de crédito em função do custo adicional, mas ao mesmo tempo a opção é uma garantia de recebimento se os procedimentos forem feitos corretamente.</p>
<p>Recentemente, foi aprovada uma lei permitindo a cobrança diferenciada por <a href="https://blog.egestor.com.br/formas-de-pagamento/">forma de pagamento</a>, o que significa que pode cobrar valores diferentes para pagamentos com cartão se achar que vale a pena.</p>
<p>Mesmo o boleto costuma diminuir a inadimplência se comparado com a cobrança em carteira, já que será preciso ir atrás do cliente para receber. Se não há um procedimento que <a href="https://blog.egestor.com.br/6-dicas-para-automatizar-o-seu-negocio/">automatize</a> o pagamento, estamos criando uma dificuldade e aumentando a inadimplência.</p>
<h3 id="secao-7-pos-venda-proativo">7. Pós-venda proativo</h3>
<p>Algumas empresas usam o pós-venda como ação de cobrança preventiva. Após verificar se o cliente está contente e satisfeito, é possível certificar se está tudo certo, se ele recebeu os documentos, o boleto, o carnê ou outro meio para o pagamento e se a data de está correta.</p>
<p>Mesmo que você não faça um processo completo de pós-venda, pode lembrar o cliente do pagamento antes do vencimento. Se feito com cuidado e cordialidade, esse pode ser considerado mais um serviço que está prestando para o cliente.</p>
<h3 id="secao-8-cobranca">8. Cobrança</h3>
<p>Depois de listar algumas boas medidas preventivas, vamos para o processo de cobrança em si, que podemos dividir em: lembrança, identificação da causa e reação.</p>
<ul>
<li><strong>Lembrança:</strong> muitas vezes, o cliente simplesmente não se lembrou do pagamento, o boleto extraviou ou ele não teve tempo, e lembrá-lo pode resolver o problema.</li>
<li><strong>Identificação da causa:</strong> se a lembrança não foi resolvida, você precisa descobrir o que está acontecendo. Vai precisar fazer um contato com o cliente e com habilidade para extrair o real motivo da falta de pagamento.</li>
<li><strong>Reação:</strong> de acordo com a causa, você vai saber facilmente a melhor forma de reagir, mas a melhor opção costuma ser a negociação. Determine o quanto vale a pena insistir com cada cliente e, se nada funcionar, será necessário cobrá-lo judicialmente.</li>
</ul>
<p><strong>💡 Você também pode gostar: <a href="https://blog.egestor.com.br/10-dicas-de-como-cobrar-um-cliente-inadimplente/">10 dicas de como cobrar um cliente inadimplente</a></strong></p>
<h3 id="secao-9-postura-e-regras-legais-sobre-como-lidar-com-a">9. Postura e regras legais sobre como lidar com a inadimplência de clientes</h3>
<p>Não basta uma postura de negociação, é preciso cuidado para que o jogo não se inverta. Um cliente final estará protegido pelo código de defesa do consumidor, que é bastante exigente com o fornecedor. Se constranger o cliente, não usar de discrição e não seguir as regras de cobrança previstas na lei, poderá ser processado pelo cliente mesmo com a dívida.</p>
<h4>Proponha facilidades</h4>
<p>Se perceber que apesar das dificuldades o cliente pretende regularizar sua situação, vale a pena facilitar com novos prazos de pagamento e descontos. Para isso, precisa estar com seu caixa saudável, o que demonstra a importância da previsão de inadimplência.</p>
<h4>Use a tecnologia</h4>
<p>A tecnologia é uma grande aliada em todas as tarefas de administração de um negócio, não seria diferente neste caso. Ela permite controlar todo o ciclo de pagamento acompanhando a inadimplência e registrando os eventos no cadastro do cliente. Quanto mais completo e atualizado for o cadastro, mais fácil será cobrar a dívida. Este registro e cadastro de clientes, pode ser feito através do eGestor. A tecnologia também é um meio de automatizar a cobrança. Hoje existem várias opções, começando pelo e-mail e mensagens de celular.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/89.jpg-1600.webp" alt="Inadimplência" width="1600" height="1068"></p>
<h2 id="como-prevenir-a-inadimplencia">Como prevenir a inadimplência</h2>
<p>Contextualizada a situação de inadimplência de clientes em escritórios contábeis. Listamos então, 5 dicas para que você possa se prevenir e lidar com essa situação em seu escritório contábil:</p>
<h3 id="secao-1-explique-com-clareza-todas-as-condicoes-de-pagamento">1. Explique com clareza todas as condições de pagamento</h3>
<p>Sempre é necessário deixar claro as formas de pagamento. Seja à vista ou a prazo, ou por boleto, cartão de crédito ou débito ou outra. É preciso que seja definido, tanto a forma como as datas, antes ou durante o fechamento de um novo negócio.</p>
<p>Esclarecer adequadamente essas informações é essencial para que o cliente possa planejar adequadamente o seu pagamento. Assim, evitando inadimplência e definindo a melhor forma de pagamento. Também é recomendável estabelecer um período de tolerância para o processo de cobrança de seus clientes.</p>
<p>É uma ação que mostra que sua empresa apresenta flexibilidade de negociação. O que pode ser um fator importante para não perder o cliente para a concorrência. Mesmo em situações de inadimplência, é dever de sua empresa estudar a situação de cada cliente. Além de tentar propor uma solução adequada para os dois lados.</p>
<p>O ideal é que o prazo de vencimento e o de tolerância sejam estabelecidos nos primeiros dias de cada mês. De forma a registrar as suas receitas o mais rápido possível e assim manter o seu fluxo de caixa estabilizado.</p>
<h3 id="secao-2-organize-a-sua-base-de-clientes-em-um-sistema">2. Organize a sua base de clientes em um sistema informatizado</h3>
<p>Você tem dificuldades para identificar com clareza o vencimento de prazos de pagamento por parte de cada cliente? Consegue identificar rapidamente os clientes que já se encontram em situação de inadimplência?</p>
<p>É bastante comum que proprietários de escritório de contabilidade realizem o controle de sua clientela de uma forma totalmente manual. Sendo por meio de cadernos ou agendas. Ao utilizar um programa de cadastro de clientes totalmente informatizado, você economiza tempo e dinheiro neste processo. Já que poderá cadastrar os seus clientes e gerenciar as suas contas a receber tudo por meio de uma única plataforma.</p>
<p>Esse tipo de ferramenta gerencia automaticamente as datas de vencimento de suas contas a pagar e a receber. Trazendo uma grande praticidade e segurança neste processo.</p>
<p><a href="https://blog.egestor.com.br/ebook-como-montar-um-bpo/"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-como-montar-um-bpo.png-1920.webp" alt="Como montar um BPO" width="1920" height="354"></a></p>
<p>No momento da cobrança, também é necessário perguntar ao cliente de que forma ele prefere receber o seu contato. Por e-mail ou telefone? Procure se adequar às preferências do cliente. E dessa forma resolver a sua pendência para fazer com que a situação de inadimplência não se repita.</p>
<h3 id="secao-3-estude-a-situacao-de-cada-cliente">3. Estude a situação de cada cliente</h3>
<p>É possível estudar especificamente a situação de inadimplência da sua clientela. Se fazendo realizável com uma boa base de dados organizada em um programa de cadastro de clientes.</p>
<p>Muitas empresas optam por simplesmente cancelar os negócios com um determinado cliente, sem sequer mostrar flexibilidade para negociar. O cancelamento não deve ser visto como a primeira alternativa no caso de inadimplência. É preciso analisar cuidadosamente o histórico de cada cliente.</p>
<p>Caso seja o primeiro caso de inadimplência do cliente, procure entender os motivos que o levam a atrasar o pagamento. Ou se for um cliente que costuma pagar dentro do prazo de tolerância estabelecido pela empresa. E assim, entendendo a situação do cliente, propor uma diferente opção de pagamento.</p>
<p>Agora, caso o cliente tenha um histórico negativo, talvez a melhor alternativa seja realmente o cancelamento do negócio com tal. Isso porque, um cliente reincidente em situações de inadimplência irá exigir um esforço profundo do seu escritório. Assim, comprometendo o andamento do seu fluxo de caixa.</p>
<h3 id="secao-4-lembre-os-seus-clientes-a-respeito-da-data-de-vencimento">4. Lembre os seus clientes a respeito da data de vencimento</h3>
<p>Em muitas situações, os clientes acabam atrasando pagamentos por simples descuido ou esquecimento. Assim, enviar e-mails para relembrar os períodos de vencimento das contas pode ser uma alternativa para evitar essas situações.</p>
<p>Mas lembre-se, não esqueça de fazer estes lembretes de uma forma sutil e educada. Palavras como bom dia ou boa tarde, além de mensagens de saudação ao cliente, são absolutamente imprescindíveis. Afinal, ao enviar e-mail para um determinado cliente, você está de certa forma invadindo o seu espaço e deve agir cuidadosamente ao transmitir qualquer tipo de mensagem, seja por e-mail, SMS ou mensagens de Whatsapp, dentre outros meios.</p>
<h3 id="secao-5-estabeleca-um-bom-relacionamento-com-a-sua-clientela">5. Estabeleça um bom relacionamento com a sua clientela</h3>
<p>A fidelização de sua clientela é de extrema importância para evitar situações de inadimplência. Assim como um bom relacionamento com a sua atual rede de clientes. Realizar contato frequente com empresas que têm negócios com seu escritório de contabilidade é uma ótima alternativa para estreitar essa relação. De forma a agregar valor para sua empresa. Além de procurar saber se a empresa está satisfeita com os seus serviços buscar solucionar possíveis dúvidas.</p>
<p>É comum que após a assinatura de um contrato, algumas empresas não prestem o mesmo atendimento que no período anterior. E este é um fator que certamente é notado pelos clientes. Que podem acabar atrasando os pagamentos ou mesmo cancelando os contratos que estão em vigência!</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/87-1.jpg-1600.webp" alt="Inadimplência" width="1600" height="1067"></p>
<h2 id="dicas-para-diminuir-a-inadimplencia">Dicas para diminuir a inadimplência</h2>
<h3 id="secao-1-conheca-bem-os-seus-clientes">1. Conheça bem os seus clientes</h3>
<p>Não retenha nos seus arquivos de cadastro apenas os nomes e as informações mais gerais dos clientes, mas tenha também registrado todo o seu potencial médio de crédito e o seu histórico de compras. Esse conjunto de dados gerenciais servirá de base para você fazer contato com as pessoas, oferecendo propostas para quitação das dívidas. Classifique-os segundo a tipologia dos seus comportamentos e transações.</p>
<h3 id="secao-2-conserve-um-bom-relacionamento-com-os-clientes">2. Conserve um bom relacionamento com os clientes</h3>
<p>Conhecer melhor os clientes simplesmente não adiantará se não houver sido construído um bom relacionamento com eles. Conhecendo bem os seus clientes, você poderá demarcar políticas personalizadas de relacionamento. E não somente para as vendas, mas também para receber melhor os pagamentos e ampliar as oportunidades futuras de novos negócios. Além de diminuir a inadimplência, é claro.</p>
<h3 id="secao-3-faca-uma-analise-de-credito-do-cliente">3. Faça uma análise de crédito do cliente</h3>
<p>Você poderá checar a situação creditícia de determinados clientes junto a empresas ou entidades de proteção ao crédito - tais como o SPC, Serasa-Experian e associações comerciais diversas. Isso ajudará a avaliar as reais condições de cada pessoa que possua uma dívida com a empresa, o que poderá definir estratégias diferentes de contato e cobrança - se será amigável ou por via judicial, por exemplo. Esse meio para diminuir a inadimplência é utilizado pela maioria das empresas.</p>
<p><strong>💡 Você também pode gostar: <a href="https://blog.egestor.com.br/controle-financeiro-como-fazer/">Controle financeiro empresarial: Como fazer passo a passo</a></strong></p>
<h3 id="secao-4-ofereca-diferentes-formas-de-pagamento">4. Ofereça diferentes formas de pagamento</h3>
<p>Disponibilizar formas diferentes para que os seus clientes paguem por seus produtos ou serviços não é apenas uma boa maneira de facilitar a quitação dos débitos que eles têm com a sua empresa, mas também é uma ação que proporciona uma grande oportunidade para ampliar os seus negócios, especialmente nas vendas a prazo. Apesar de ter um custo financeiro maior, se tiver dúvida, prefira receber o pagamento usando cartão de crédito ou débito.</p>
<h3 id="secao-5-seja-comedido-na-hora-de-abrir-linha-de-credito">5. Seja comedido na hora de abrir linha de crédito</h3>
<p>Se as aquisições de um novo comprador constituírem uma soma considerável, não se acanhe em solicitar referências comerciais, bancárias e pessoais do cliente, sobretudo se for pessoa jurídica. Dependendo do caso, não abra uma linha de crédito muito volumosa logo no primeiro contato comercial. Pode parecer constrangedor à primeira vista, mas você pode precaver-se e ir aumentando o crédito oferecido, na medida em que o relacionamento for se consolidando.</p>
<h3 id="secao-6-nao-venda-sem-nota-fiscal">6. Não venda sem nota fiscal</h3>
<p>Vender sem nota fiscal é ilegal. Mas existe outro problema em fazer essa prática: o empresário fica sem qualquer amparo legal para acionar judicialmente o cliente inadimplente.</p>
<h3 id="secao-7-controle-a-sua-gestao-financeira-adequadamente">7. Controle a sua gestão financeira adequadamente</h3>
<p>Muitas vezes, a inadimplência está evidente, abrindo espaço para que o empresário vá ao cliente cobrar as dívidas. Mas a desorganização do caixa ou dos fluxos financeiros escondem por um tempo algum inadimplemento, e que só vai ser descoberto muito tempo depois - se o for -, quando houver um rombo perigoso nas contas da empresa. Adquira um software confiável para fazer a <a href="https://blog.egestor.com.br/financas-corporativas/">gestão financeira de sua empresa</a>, e acompanhe dia a dia como andam os seus estoques, fluxo de caixa e demais áreas ligadas às finanças.</p>
<figure><a href="https://youtu.be/nvVFda_f1cI" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-nvVFda_f1cI.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<h2 id="egestor">eGestor</h2>
<p>Com o sistema de gestão empresarial eGestor, você mantém o acompanhamento contínuo de todas as contas a pagar e a receber por parte de sua empresa, se precavendo assim contra possíveis situações de inadimplência e mantendo seu fluxo de caixa sempre equilibrado.</p>
<p>O sistema informa automaticamente os prazos de vencimentos de contas que seguem pendentes. E permite o cadastro de todas as informações referentes a sua clientela. Isso tudo por meio de uma única ferramenta em uma interface simples e intuitiva. Não bastassem estas facilidades, o sistema ainda possibilita o acesso em nuvem. Ou seja, sem a necessidade de instalação em um servidor específico. Assim, basta ter acesso a qualquer computador, tablet ou smartphone e uma boa conexão à internet!</p>
<p><a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-faturamento-revenda-egestor/"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Planilha-20k-por-mes-revendendo-egestor.png-1920.webp" alt="" width="1920" height="354"></a></p>]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/11-8.png" type="image/png" length="756430"/>
    </item>
    <item>
      <title>Oportunidades de negócio: Como criar em época de crise</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/como-criar-oportunidades-de-negocio-em-epocas-de-crise-financeira/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/como-criar-oportunidades-de-negocio-em-epocas-de-crise-financeira/</guid>
      <pubDate>Mon, 20 Dec 2021 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Controle Financeiro</category>
      <category>Ideias de negócio</category>
      <category>gestão financeira</category>
      <category>administração</category>
      <description>Em meio a crise financeira, é preciso ter criatividade para encontrar boas oportunidades de negócio. Como criar oportunidades nessa época:</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Não é novidade para ninguém que a crise financeira atingiu o mercado e acabou fechando muitas portas. No entanto, existem <strong>oportunidades de negócio</strong> que esse momento de recessão traz.</p>
<p>Cabe a você, empreendedor, criar as oportunidades para alavancar o seu negócio. Mas, como fazer isso em meio a uma crise financeira? Confira a seguir as dicas que separamos para você!</p>
<h2 id="acredite-em-voce-e-mas-oportunidades-de-negocio">Acredite em você e mas oportunidades de negócio</h2>
<p>Antes de procurar as oportunidades de negócio em meio à crise financeira, você deve acreditar em si mesmo — seja positivo.</p>
<p>Um bom exemplo de que a autoconfiança traz bons resultados é Sam Walton, o fundador da rede de lojas Walmart. Quando ele foi questionado sobre ter medo da recessão causada pela crise de 1991, respondeu: “pensei muito a respeito e resolvi que não vou participar dela”.</p>
<p>Isso mostra que a crise pode até afetar o seu negócio, mas, se você estiver decidido a vencê-la e acreditar que pode fazer isso, estará no caminho certo paro o sucesso.</p>
<h2 id="identifique-e-aproveite-as-oportunidades-de-negocio-na-crise">Identifique e aproveite as oportunidades de negócio na crise</h2>
<p>Para conseguir aproveitar as oportunidades de negócio em meio à crise financeira, você terá de estudar o mercado e verificar se seu investimento é viável.</p>
<p>É verdade que os momentos de recessão trazem novas oportunidades, mas esse lema deve vir acompanhado de muitas pesquisas e cautela, pois só assim você garantirá o retorno do seu investimento.</p>
<p>Algumas oportunidades de negócio que a crise financeira traz são:</p>
<h3 id="oportunidade-de-negocios-com-ma-administracao">Oportunidade de negócios com má administração</h3>
<p>Infelizmente, algumas pessoas têm dificuldade para administrar o negócio que montaram e, em momentos de recessão, acabam quebrando. No entanto, isso não significa que a ideia dessa pessoa era ruim.</p>
<p>Se você está procurando algo para aumentar suas vendas, pesquisar e investir nesse tipo de empresa pode ser muito lucrativo.</p>
<p>A pessoa que teve a ideia está disposta a vendê-la por um baixo preço, pois quer sair das longas dívidas em que entrou, e você, ao se certificar de que é possível incrementar isso ao seu negócio, aproveitará essa ótima oportunidade em meio à crise.</p>
<h3 id="produtos-e-servicos-alternativos">Produtos e serviços alternativos</h3>
<p>A crise financeira torna difícil ou, até mesmo, impossível para algumas pessoas sustentarem o padrão de vida que têm. Devido a isso, elas acabam procurando por serviços e produtos alternativos.</p>
<p>Muitas vezes, um produto de uma marca conhecida pode ser muito caro, então, a pessoa pode procurar marcas mais baratas, sem tanto nome e que tenham uma excelente qualidade.</p>
<p>Investir em produtos e serviços alternativos é uma excelente oportunidade de negócio para sua empresa. Desenvolver algo de qualidade e com um preço acessível atrairá os clientes e, após a recessão, você terá a fidelidade deles.</p>
<h2 id="observe-o-concorrente-e-faca-melhor">Observe o concorrente e faça melhor</h2>
<p>Ter concorrentes não é algo tão ruim como muitas pessoas afirmam. É verdade que, em algum momento, seu concorrente desenvolverá algo melhor do que você — e isso não é motivo de desânimo.</p>
<p>Por sempre verificar qual é a novidade de mercado do seu concorrente, você poderá ter ótimas oportunidades de negócio ao fazer algo melhor que ele.</p>
<p>Nem tudo que se vende é algo novo ou inovador no mercado, mas investir em qualidade e preço acessível chamará a atenção das pessoas ao seu produto. Por isso, seu lema deve ser observar o que seu concorrente faz e melhorar a ideia dele.</p>
<h2 id="invista-em-marketing-e-publicidade">Invista em marketing e publicidade</h2>
<p>Ao se instalar uma crise financeira, muitas empresas acabam, de maneira equivocada, cortando gastos por meio da redução de investimentos em marketing e publicidade.</p>
<p>Desenvolver uma boa estratégia de marketing e publicidade atrairá novos olhares a sua empresa. Conseguir chamar atenção em meio aos concorrentes te oferecerá ótimas oportunidades de negócio no momento de recessão.</p>
<p>Além de trazer novos clientes, você terá a fidelização dos que já trabalham com você. A verdade é que investir em marketing e publicidade se torna a melhor forma de driblar a crise financeira.</p>
<h2 id="ao-cortar-gastos-nao-corte-tudo">Ao cortar gastos, não corte tudo</h2>
<p>Muitas empresas, em momentos de recessão, precisam diminuir os seus gastos para conseguir se manter no negócio. No entanto, um grande erro ao cortar despesas é manter tudo no limite.</p>
<p>Trabalhar no limite é perigoso, afinal, mais cedo ou mais tarde, o mercado voltará a crescer, e você deve estar preparado para a chegada desse momento.</p>
<p>Se cortar demais os gastos, a qualidade do seu serviço diminuirá e, consequentemente, seus clientes ficarão insatisfeitos e o ambiente de trabalho será tenso.</p>
<p>Mas, como cortar os gastos sem perder boas oportunidades de negócio? Veja, a seguir, algumas dicas:</p>
<h3 id="verifique-sua-realidade">Verifique sua realidade</h3>
<p>Assim que ver a necessidade de cortar gastos, pontue quais são as suas alternativas. Se sua empresa está fazendo investimentos em novas oportunidades de negócio, provavelmente não seria adequado fazer corte de pessoal.</p>
<p>Seus funcionários fariam falta e, em um futuro próximo, você teria de contratar novas pessoas, o que exigiria muito tempo para treinamento.</p>
<p>Uma boa sugestão aqui é verificar seu estoque, a entrada e saída dos produtos. Assim, terá a possibilidade de deixar no almoxarifado o que é pouco usado.</p>
<p>Algo que deve ser feito sempre é o <a href="https://blog.egestor.com.br/controle-financeiro-em-tempos-de-crise/">controle financeiro</a>, onde se registram todas as informações do dinheiro.</p>
<h3 id="envolva-sua-equipe">Envolva sua equipe</h3>
<p>Se você verificou que está gastando demais em copos descartáveis, por exemplo, uma boa saída pode ser fornecer uma caneca individual para a sua equipe e conversar sobre a importância de usá-la.</p>
<p>O mesmo se dá com a economia de água e luz: esse tipo de corte depende da ajuda dos funcionários e, por isso, quando decidir onde economizar, desenvolva projetos e envolva toda a sua equipe.</p>
<h3 id="procure-novos-fornecedores">Procure novos fornecedores</h3>
<p>Outra oportunidade de negócio que a crise financeira oferece são os novos fornecedores. Muitas vezes, eles têm uma alta qualidade, mas ainda não são conhecidos no mercado.</p>
<p>Dessa forma, estão mais dispostos a negociar os preços do que os fornecedores mais antigos. Então, procure os novos fornecedores e negocie com eles de modo que seu estoque esteja sempre em dia e por um preço bem menor.</p>
<p>É evidente que, se seguir as dicas que apresentamos, seu empreendimento continuará sendo bem-sucedido. Você conseguirá aproveitar muito bem as oportunidades de negócio que o mercado oferece nessa época de recessão, seus clientes terão confiança no seu trabalho e você fechará novos negócios.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/30.png" type="image/png" length="734989"/>
    </item>
    <item>
      <title>Centro de custo: saiba as vantagens e aprenda a estruturar!</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/centro-de-custo-saiba-as-vantagens/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/centro-de-custo-saiba-as-vantagens/</guid>
      <pubDate>Tue, 13 Apr 2021 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Sistema de Gestão</category>
      <category>Controle Financeiro</category>
      <category>gestão financeira</category>
      <description>Com um centro de custo você controla as finanças da sua empresa. Confira como estruturar um centro de custo e quais as vantagens!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<h2 id="o-que-e-centro-de-custo">O que é centro de custo</h2>
<p>O centro de custo é uma separação de todas as finanças que envolvem a gestão de uma empresa. Sendo assim, um dos objetivos desse centro é permitir que os setores possam controlar as suas finanças de forma independente.</p>
<p>As finanças empresariais podem ser organizadas em diferentes centros de custo em relação às finanças administrativas e operacionais, por exemplo, dentre outras formas de gerenciamento.</p>
<p>Quais os setores possuem um maior direcionamento de recursos? Quais geram mais faturamento para a empresa? De quais departamentos vem a maior parte das despesas organizacionais? São informações que podem ser facilmente identificadas a partir da estruturação de centro de custos.</p>
<p>Com as movimentações financeiras categorizadas por centro de custo é possível avaliar de onde vêm a maior parte dos gastos e receitas da sua empresa.</p>
<p>As informações armazenadas nele permitem um direcionamento muito mais preciso nos processos de tomada de decisão em sua empresa. Elas também possibilitam um controle financeiro centralizado de cada departamento específico. São dados que podem vir a identificar excesso de gastos e possíveis cortes no orçamento de determinado setor e seja realocado em outro, por exemplo.</p>
<p>Um centro de custo bem estruturado permite um melhor entendimento de todas as suas despesas e traz maior agilidade na identificação de gastos da sua empresa.</p>
<p>Essa ferramenta também pode ser de extrema utilidade para micro e pequenas empresas, que não possuem uma grande variedade de setores. Neste caso, a estruturação básica de um centro de custo deve conter os custos administrativos, custos operacionais e custos referentes à divulgação, por exemplo.</p>
<h2 id="vantagens-do-centro-de-custo">Vantagens do centro de custo</h2>
<p>A estruturação do centro de custo por setores, pode trazer uma série de benefícios para a gestão financeira de sua empresa. Ele possibilita um fácil levantamento a respeito das necessidades orçamentárias para viabilizar as atividades de cada setor.</p>
<p>Outra vantagem de se implementar um centro de custo, é a facilidade para analisar o impacto causado por cada um destes departamentos no orçamento da empresa de uma forma geral.</p>
<h2 id="quais-sao-os-diferentes-tipos-de-centro-de-custo">Quais são os diferentes tipos de centro de custo?</h2>
<p>Os centros de custo podem ser divididos pelas empresas em dois tipos: <strong>o produtivo e o não produtivo</strong>. Um centro de custo produtivo é aquele setor que possui um impacto direto nas vendas de uma empresa.</p>
<p>Além do setor de vendas propriamente, podem ser inseridos em um centro de custo produtivo, os setores de marketing, atendimento ao cliente e controle de estoque, por exemplo.</p>
<p>Já um centro de custo não produtivo é um setor que não possui uma influência direta nos lucros empresariais. Podemos citar os setores responsáveis pela gestão financeira, administrativa ou pela parte jurídica de uma empresa, ou mesmo pela parte contábil, por exemplo.</p>
<h2 id="como-estruturar-um-centro-de-custo">Como estruturar um centro de custo?</h2>
<p>Primeiramente é preciso ter todas as áreas que geram receitas e despesas para a empresa, bem especificadas e categorizadas. Dessa forma, será possível gerenciar o orçamento e registrar as movimentações financeiras de cada departamento da empresa.</p>
<p>Em caso de micro e pequenas empresas que não possuem uma grande variedade de setores, a implementação de um centro de custo é ainda mais facilitada.</p>
<p>Basta identificar os fatores que geram receitas e despesas para a empresa, independente de departamentos. Especialmente se o seu negócio ainda se encontra em um estágio muito inicial, ter uma visão clara a respeito das suas fontes de entradas e origens de saídas de caixa, é imprescindível.</p>
<p>Afinal, a falta de controle financeiro está entre os principais fatores que levam a mortalidade das empresas. Veja a seguir algumas vantagens que a utilização de um centro de custo pode trazer para a sua empresa:</p>
<h2 id="facilidade-de-avaliacao">Facilidade de avaliação</h2>
<p>Em muitas situações, os empresários encontram dificuldades para identificar a origem dos problemas financeiros de suas empresas.</p>
<p>A partir de um centro de custo esta identificação torna-se muito mais facilitada, já que todos os gastos são organizados separadamente por cada departamento. Assim, é possível enxergar com mais clareza o impacto financeiro de cada setor de uma forma isolada.</p>
<h2 id="reducao-de-despesas">Redução de despesas</h2>
<p>Como falamos anteriormente, o centro de custo possibilita uma fácil identificação de problemas financeiros e uma maior clareza na análise de todas as despesas empresariais, em relação à origem de cada uma delas.</p>
<p>Sendo assim, é possível cortar gastos do orçamento com uma maior precisão e deixar o seu <a href="https://blog.egestor.com.br/fluxo-de-caixa/">fluxo de caixa</a> mais equilibrado, direcionando recursos de uma forma precisa de acordo com as necessidades orçamentárias de cada orçamento.</p>
<h2 id="responsabilidade-dividida">Responsabilidade dividida</h2>
<p>Com a divisão de centro de custos, os gestores possuem acesso a todas as movimentações financeiras e orçamento de seus respectivos departamentos. Sendo assim, eles possuem uma maior base de dados para as tomadas de decisões. Eles também terão a responsabilidade de manter o equilíbrio financeiro da empresa.</p>
<p>Ele possibilita um melhor planejamento de ações estratégicas para cada setor, de acordo com as respectivas disponibilidades orçamentárias e uma maior participação dos gestores de cada departamento no controle financeiro.</p>
<p>Com o orçamento e movimentações financeiras de cada setor disponibilizados em um centro de custo, os gestores dos diferentes departamentos podem realizar uma gestão orçamentária com um maior equilíbrio, não realizando investimentos de uma forma descuidada.</p>
<h2 id="como-a-tecnologia-pode-ajudar-a-estruturar-um-centro-de">Como a tecnologia pode ajudar a estruturar um centro de custo?</h2>
<p>Para estruturar um centro de custo de uma forma eficiente em sua empresa, o ideal é contar com ferramentas tecnológicas que sejam capazes de armazenar todas as informações financeiras e possam integrar todos os seus departamentos.</p>
<p>Sendo assim, uma boa alternativa para elaborá-lo em sua empresa é com a utilização de um bom sistema ERP online, como o eGestor.</p>
<p>O sistema pode ser acessado a partir de qualquer computador, tablet ou smartphone, sem a necessidade de instalação em um servidor específico, o que significa uma grande praticidade e segurança no armazenamento de dados empresariais.</p>
<p>Com estes benefícios proporcionados por um sistema ERP online, você pode gerenciar as informações do seu centro de custos do local em que estiver e permitir o acesso de todos os gestores do negócio às informações armazenadas!</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Centro-de-custo-saiba-as-vantagens-e-aprenda-a-estruturar.jpg" type="image/jpeg" length="166623"/>
    </item>
    <item>
      <title>Sistema de gestão empresarial: quais são suas vantagens e como implementar</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/sistema-de-gestao-empresarial/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/sistema-de-gestao-empresarial/</guid>
      <pubDate>Thu, 21 Jan 2021 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Sistema de Gestão</category>
      <category>gestão financeira</category>
      <description>Entenda o que é um sistema de gestão empresarial, como funciona e quais vantagens ele traz para otimizar os processos da sua empresa.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Administrar o próprio negócio é um grande desafio, e a escolha de um bom sistema de gestão empresarial exige muita dedicação por parte dos empresários.</p>
<p>Lidar com clientes, gerenciar as atividades da equipe de trabalho, cuidar do <a href="https://egestor.com.br/recursos/sistema-de-controle-financeiro.php?afl=11" rel="noopener">controle financeiro</a> de suas empresas e gerenciar todos os produtos ou serviços que envolvem o negócio, são apenas algumas das inúmeras tarefas as quais os empreendedores precisam executar no dia a dia. São atividades complexas e que exigem máxima atenção dos responsáveis, além de um acompanhamento contínuo de resultados.</p>
<p>Entretanto, a partir da utilização de um bom <strong>sistema de <a href="https://blog.egestor.com.br/gestao/">gestão empresarial</a></strong>, é possível otimizar diversos processos que envolvem a gestão de sua empresa e possuir uma visão mais detalhada a respeito dos aspectos financeiros e operacionais do seu negócio.</p>
<h2 id="o-que-e-um-sistema-de-gestao-empresarial">O que é um sistema de gestão empresarial?</h2>
<p>Um <strong>sistema de gestão empresarial</strong> é um software totalmente informatizado. Ele tem como objetivo facilitar o trabalho dos empresários de forma extremamente fácil e rápida. Assim, um <strong>sistema de gestão</strong> serve para:</p>
<ul>
<li><strong>controlar</strong> as finanças do seu negócio;</li>
<li><strong>gerenciar</strong> os produtos disponíveis no estoque;</li>
<li><strong>cadastrar</strong> novas compras e vendas;</li>
<li><strong>tomar decisões mais assertivas</strong>;</li>
<li><strong>gerar relatórios</strong> de desempenho das empresas nos mais variados aspectos.</li>
</ul>
<h2 id="vantagens-de-um-sistema-de-gestao-empresarial">Vantagens de um sistema de gestão empresarial</h2>
<p>É essencial que os empresários estejam sempre atentos e atualizados a respeito das novas <a href="https://blog.egestor.com.br/tecnologia-empresarial-descubra-as-7-que-nao-podem-faltar-em-uma-pme/">tecnologias empresariais</a> existentes no mercado, e assim deixar de lado métodos mais tradicionais e até ultrapassados de gerenciamento de processos, como planilhas eletrônicas e agendas, que acabam consumindo um grande tempo no processo gerencial e controle das atividades da empresa.</p>
<p>E um sistema de <a href="https://blog.egestor.com.br/gestao/">gestão empresarial</a> está inserido entre essas tecnologias. Com as informações geradas por um bom software de gestão, você pode tomar importantes decisões para a sua empresa, a partir de dados financeiros precisos.</p>
<p>Além dessas vantagens, esse tipo de sistema pode ainda oferecer outros benefícios para a gestão de seu empreendimento:</p>
<h3 id="integracao-de-setores">Integração de setores</h3>
<p>Utilizar planilhas eletrônicas para o controle das atividades da sua empresa, obrigatoriamente exigirá uma planilha para cada setor. Isso certamente ocupará um tempo maior de sua equipe. Porém, um sistema de gestão empresarial pode unificar todos os setores organizacionais.</p>
<p>A partir de um software de gestão empresarial, você pode armazenar informações dos mais diversos setores, facilitando a comunicação entre eles. Além disso, os dados de do financeiro, do estoque, das vendas da sua empresa e outros podem ser acessados por lá.</p>
<p>A partir do cadastro de uma nova venda, por exemplo, essa informação já é incluída diretamente nas receitas da empresa armazenadas no sistema, evitando assim o trabalho de listar todas as movimentações de entrada e saída para analisar o seu <a href="https://blog.egestor.com.br/fluxo-de-caixa/">fluxo de caixa</a>.</p>
<h3 id="controle-de-estoque-automatizado">Controle de estoque automatizado</h3>
<p>Sem um sistema de gestão empresarial, você terá que conferir e atualizar a quantidade de estoque sempre que houver alguma nova movimentação de entrada ou saída de algum produto.</p>
<p>Já com a utilização desta ferramenta, você só tem o trabalho de cadastrar os seus produtos e suas respectivas quantidades inicialmente, quando a sua empresa começar a utilizar o sistema de gestão empresarial.</p>
<p>Feito este processo, a ferramenta atualiza as novas quantidades de produtos de uma forma automatizada a partir do registro de uma nova compra ou venda por parte da empresa.</p>
<p>Além de economizar tempo de sua equipe, fica muito mais fácil identificar os produtos que estão em falta ou excesso no estoque.</p>
<h3 id="reducao-de-erros">Redução de erros</h3>
<p>O registro manual de todos os dados da empresa a partir de planilhas, além de exigir muito tempo dos responsáveis, também está bem mais sujeito a erros se comparado ao controle realizado em um sistema informatizado de gestão empresarial, que apresenta dados absolutamente precisos gerados por relatórios para auxiliar no <a href="https://www.administradores.com.br/artigos/planejamento-empresarial" rel="noopener">planejamento empresarial</a>.</p>
<h3 id="melhor-controle-de-contas-a-pagar-e-a-receber">Melhor controle de contas a pagar e a receber</h3>
<p>Possuir total domínio de todos os valores que estão para entrar ou sair do orçamento de sua empresa é absolutamente essencial para projetar as suas finanças dentro de um determinado prazo.</p>
<p>Em um sistema de gestão empresarial, você pode cadastrar todas as <a href="https://blog.egestor.com.br/como-administrar-as-contas-a-pagar-e-a-receber/">contas a pagar e a receber</a> da sua empresa em uma única plataforma.</p>
<p>Isso facilita o planejamento das finanças do seu empreendimento a médio e longo prazo, à medida em que você saberá exatamente qual será a necessidade de capital para arcar com as futuras despesas, e poderá projetar como ficará o seu orçamento após as movimentações de entrada e saída.</p>
<h3 id="fluxo-de-caixa-automatizado">Fluxo de caixa automatizado</h3>
<p>Com o cadastro de compras, vendas e das demais receitas e despesas da sua empresa, um sistema de gestão empresarial mostrará de uma forma automatizada o seu <a href="https://egestor.com.br/recursos/fluxo-de-caixa.php?afl=11" rel="noopener">fluxo de caixa</a>, indicando todas as movimentações de entrada e saída de seu orçamento<a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-orcamento-empresarial/"> empresarial</a>.</p>
<h3 id="apoio-a-tomada-de-decisoes">Apoio à tomada de decisões</h3>
<p>A partir dos relatórios financeiros gerados pelo sistema, você poderá realizar a projeção de sua empresa a médio e longo prazo, analisando cuidadosamente as informações de fluxo de caixa e a partir de então avaliar se existe a possibilidade de realizar novos investimentos, sem comprometer o seu orçamento.</p>
<p>Com a visualização das receitas e despesas da empresa, é mais fácil identificar a origem dos principais gastos do seu negócio. Essas informações podem ser geradas por relatórios financeiros de um sistema de <a href="https://blog.egestor.com.br/gestao/">gestão empresarial</a>. Sabendo a origem dos gastos, eles podem ser cortados do orçamento para a redução de custos.</p>
<h3 id="melhor-analise-de-produtos-e-clientes">Melhor análise de produtos e clientes</h3>
<p>Com um sistema de gestão empresarial, você tem uma visão bastante clara sobre quem são os principais clientes da sua empresa, principalmente em relação à quantidade e ao faturamento gerado, a partir do relatório de ABC de vendas por clientes. Também é possível saber quais são os seus produtos mais e menos vendidos, a partir do relatório de ABC de vendas por produtos.</p>
<p>Esses relatórios têm extrema importância para identificar os clientes já fidelizados com o seu negócio e também para saber quais produtos devem receber maior atenção no estoque, já que possuem uma demanda maior.</p>
<p>Por outro lado, ao saber quais são os produtos menos vendidos, você poderá pensar em promoções ou novas ações de marketing para aumentar a saída desses produtos. Dessa forma, evita-se deixar produtos parados no estoque, o que poderia levar a uma demora maior para recuperar o capital investido nesses produtos.</p>
<h3 id="melhor-avaliacao-de-desempenhos">Melhor avaliação de desempenhos</h3>
<p>Cadastrando as vendas de sua empresa em um sistema de gestão empresarial, você poderá registrar os vendedores responsáveis por cada negócio, e assim medir a produtividade individual de cada um deles de uma forma muito mais clara.</p>
<p>O desempenho geral em relação às suas vendas também pode ser avaliado mais facilmente a partir da comparação do número de vendas obtidas em diferentes períodos.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/guia-de-otimizacao-de-processos-3.png-650.webp" alt="" width="650" height="250"></p>
<h2 id="como-escolher-o-melhor-sistema-de-gestao-empresarial">Como escolher o melhor sistema de gestão empresarial</h2>
<p>Para escolher um sistema, você deve primeiro entender quais são as necessidades do seu negócio. Em seguida, você deve realizar uma pesquisa para entender qual sistema do mercado atende o que você precisa. Confira algumas dicas que você pode seguir:</p>
<h3 id="avalie-suas-necessidades">Avalie suas necessidades</h3>
<p>Entenda quais são os seus pontos fracos em relação ao controle geral do seu negócio. Você está com dificuldade para emitir notas fiscais, por exemplo? Se sim, você deve buscar um sistema que tenha <a href="https://egestor.com.br:443/recursos/emissor-de-nfe.php?afl=11" rel="noopener">emissão de notas fiscais</a> mais facilitadas.</p>
<p>Portanto, identifique o que você mais precisa de ajuda e avalie se o sistema irá ajudar você da melhor forma possível.</p>
<h3 id="considere-um-sistema-online">Considere um sistema online</h3>
<p>Apesar de ser chamado de armazenamento em nuvem, seus dados não estão flutuando no espaço. Esse nome é completamente abstrato, uma vez que seus arquivos 'na nuvem', na realidade, estão em servidores espalhados pelo mundo. Mas, ao contrário do nosso primeiro instinto, esse é um dos meios de armazenamento mais seguros atualmente.</p>
<p>Esses servidores possuem um alto nível de segurança, tanto digital quanto física. Dessa forma, manter seus dados em um sistema de <a href="https://blog.egestor.com.br/gestao/">gestão empresarial</a> online é a maneira mais segura de armazená-los.</p>
<p>Além disso, por ser online, você pode utilizá-lo em qualquer lugar, sem ficar preso a uma planilha, um computador ou um caderno específico. Por priorizar a sua segurança, porém, esses dados e arquivos só podem ser acessados pelas pessoas responsáveis. Ou seja, por você e por quem você definir como encarregado.</p>
<h3 id="identifique-a-praticidade-do-sistema-de-gestao-empresarial">Identifique a praticidade do sistema de gestão empresarial</h3>
<p>De nada adianta ter o sistema mais completo, com mais ferramentas e mais caro, se ele não for prático para você. Por isso, é importante testar o sistema antes de realizar sua compra. Dessa forma, você consegue escolher o sistema que tem mais ferramentas de que você precisa e cuja utilização é mais fácil e prática.</p>
<h3 id="custo-beneficio">Custo-benefício</h3>
<p>Atente-se ao fato de que o sistema que você escolher é o que ajudará você e seus colaboradores no dia a dia. Por isso, não busque apenas o mais barato ou o mais caro. Entenda qual realmente possui ferramentas que serão úteis e que tenham, por exemplo, um suporte que seja amigável e realmente ajude em caso de dúvidas.</p>
<h2 id="quais-sao-os-tipos-de-sistema-de-gestao-empresarial">Quais são os tipos de sistema de gestão empresarial?</h2>
<p>Agora que já esclarecemos o que é um sistema de gestão empresarial e suas vantagens, conheça os tipos de sistemas:</p>
<h3 id="bpm">BPM</h3>
<p>O <em>Business Process Management</em> (BPM) é uma ferramenta capaz de sistematizar processos internos e até externos das empresas. Um sistema BPM tem como finalidade gerenciar as informações a respeito de determinados processos que serão realizados pela empresa. Ele deixa claro aos responsáveis como se dará o funcionamento de cada atividade. Assim, a equipe pode sugerir possíveis alterações e um melhor planejamento.</p>
<p>O principal benefício trazido por um sistema de gestão empresarial BPM é a otimização dos processos empresariais, trazendo assim um enorme ganho de produtividade e eficiência para as organizações. Isso porque cada funcionário saberá exatamente como deverão ser executadas as suas respectivas tarefas. Entretanto, a desvantagem desse tipo de sistema está ligada à questão burocrática e uma complexidade maior para a organização dos dados.</p>
<h3 id="erp-online">ERP online</h3>
<p>Já o <a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><em>Enterprise Resource Planning</em></a> (ERP) é um tipo de sistema de gestão empresarial mais comum de ser utilizado pelas empresas de forma geral, principalmente para o gerenciamento dos aspectos financeiros.</p>
<p>Entre as principais funções de um sistema <a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><strong>ERP online</strong></a>, estão o controle financeiro a partir de <a href="https://blog.egestor.com.br/relatorios-gerenciais/">relatórios gerenciais</a>, <a href="https://egestor.com.br:443/recursos/controle-de-estoque-online.php?afl=11" rel="noopener">controle de estoque</a> e fiscal das empresas, possibilitando aos empresários uma visão clara a respeito de todas as receitas e despesas do negócio e calculando o valor dos tributos referentes a cada transação.</p>
<p>Um <a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener">sistema ERP</a> pode ser segmentado basicamente em três estruturas:</p>
<ul>
<li><strong>Aplicação</strong>: É um espaço indicando cada uma das funcionalidades do sistema, como processos, cadastros de clientes e produtos, e demais informações;</li>
<li><strong>Banco de dados</strong>: A partir do preenchimento de receitas e despesas, <a href="https://blog.egestor.com.br/entenda-a-importancia-do-cadastro-de-clientes/">cadastro da clientela</a> e outros processos, todas essas informações ficam devidamente armazenadas no banco de dados do sistema ERP;</li>
<li><strong>Framework</strong>: Essa parte é voltada para a configuração e personalização do sistema. Nessa estrutura, também é possível separar as informações da empresa por setores.</li>
</ul>
<h2 id="quais-as-diferencas-entre-os-sistemas-de-gestao-empresarial">Quais as diferenças entre os sistemas de gestão empresarial BPM e ERP?</h2>
<p>Um sistema de gestão empresarial ERP é responsável por organizar processos financeiros da empresa, além do estoque de produtos. Já um sistema BPM é voltado para o controle das atividades operacionais e atribuição de tarefas. Portanto, BPM e ERP são dois sistemas que podem ser complementares no processo de gestão empresarial.</p>
<h2 id="erp-egestor">ERP eGestor</h2>
<p>O eGestor é um sistema ERP de gestão empresarial totalmente online. Ele pode ser acessado a partir de qualquer computador, tablet ou smartphone, sem necessidade de instalação em um servidor específico. Com o eGestor, você pode controlar o seu <a href="https://blog.egestor.com.br/controle-de-estoque/">estoque</a>, as suas finanças, emitir notas fiscais eletrônicas e <a href="https://egestor.com.br/recursos/boletos.php?afl=11" rel="noopener">boletos bancários</a>, cadastrar toda a sua rede de clientes e fornecedores, cadastrar compras e vendas e muito mais!</p>
<p>Ficou interessado? <a href="https://egestor.com.br:443/cadastro.php?r=in9&amp;afl=11" rel="noopener">Testes gratuitamente</a> e veja como a ferramenta pode ser benéfica para a sua empresa!</p>
<p><a href="https://egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>
<section class="faq"><h2 id="perguntas-frequentes-sobre-sistema-de-gestao-empresarial">Perguntas frequentes sobre Sistema de Gestão Empresarial</h2><div class="faq-lista"><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="um-sistema-de-gestao-empresarial-e-indicado-apenas-para">Um sistema de gestão empresarial é indicado apenas para grandes empresas?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Não. Atualmente existem soluções de gestão empresarial voltadas especificamente para pequenos e médios negócios, com planos e funcionalidades adequados ao porte e ao orçamento de cada empresa. O importante é escolher um sistema compatível com as necessidades reais do negócio, e não apenas com o tamanho da empresa.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="quanto-tempo-leva-para-implementar-um-sistema-de-gestao">Quanto tempo leva para implementar um sistema de gestão empresarial?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>O prazo varia de acordo com a complexidade do negócio, a quantidade de dados a serem migrados e o nível de personalização exigido. Em empresas menores, com processos mais simples, a implementação pode ocorrer em poucos dias ou semanas. Já em operações mais complexas, o processo pode se estender por alguns meses.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="e-necessario-treinar-a-equipe-para-usar-o-sistema">É necessário treinar a equipe para usar o sistema?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Sim. Mesmo sistemas intuitivos exigem um período de adaptação da equipe, para que todos aprendam a utilizar as ferramentas corretamente e aproveitem ao máximo os recursos disponíveis. Muitos fornecedores oferecem suporte e materiais de treinamento durante a fase inicial de uso.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="e-possivel-migrar-os-dados-de-planilhas-ou-de-outro-sistema">É possível migrar os dados de planilhas ou de outro sistema para o novo software de gestão?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Sim, a maioria dos sistemas de gestão empresarial oferece ferramentas ou suporte técnico para importar dados de planilhas ou de sistemas antigos, evitando retrabalho e perda de informações durante a transição.</p></div></details></div></section>
]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/257.png" type="image/png" length="297878"/>
    </item>
    <item>
      <title>Lucro arbitrado: O que é e hipóteses de arbitramento</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/o-que-e-lucro-arbitrado/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/o-que-e-lucro-arbitrado/</guid>
      <pubDate>Wed, 22 Jul 2020 10:00:01 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Controle Financeiro</category>
      <category>Contabilidade</category>
      <category>gestão financeira</category>
      <category>contabilidade</category>
      <description>Quer saber o que é lucro arbitrado, como ele pode ser utilizado e outras informações? Então fique com a gente neste artigo!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Entre as modalidades possíveis para a realização da apuração do Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ), bem como da Contribuição Social sobre o Lucro (<a href="https://blog.egestor.com.br/o-que-e-csll/">CSLL</a>), existe aquela em que o lucro é arbitrado, seja pela própria pessoa jurídica ou, em alguns casos, pela fiscalização da Receita Federal. Quer saber o que é lucro arbitrado, como ele pode ser utilizado e outras informações? Então fique com a gente neste artigo!</p>
<h2 id="o-que-e-lucro-arbitrado">O que é lucro arbitrado?</h2>
<p>O lucro arbitrado corresponde a um cálculo do imposto de renda. Tal base de cálculo pode ser usada pelo contribuinte ou pela autoridade tributária.</p>
<p>Conforme a Receita Federal do Brasil, o arbitramento de lucro é uma maneira de efetuar a apuração da base de cálculo do imposto de renda por meio da autoridade tributária, sendo aplicável caso a pessoa jurídica não realizar o cumprimento das obrigações necessárias para assim estipular o <a href="https://blog.egestor.com.br/lucro-presumido-e-lucro-real/">lucro real ou presumido</a>.</p>
<p>O lucro arbitrado é mais geralmente utilizado diante de uma iniciativa do Fisco. No entanto, há a possibilidade também de ser usado a partir de movimento da própria empresa enquanto contribuinte.</p>
<p><a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-faturamento-revenda-egestor/"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Planilha-20k-por-mes-revendendo-egestor.png-1920.webp" alt="" width="1920" height="354"></a></p>
<h2 id="a-utilizacao-do-lucro-arbitrado">A utilização do lucro arbitrado</h2>
<p>O lucro arbitrado é utilizado em casos especiais ou quando é conhecida a <a href="https://guiatributario.net/2016/11/09/receita-bruta-conceito-tributario/" rel="noopener">receita bruta</a>. Tais casos especiais para o arbitramento do lucro são previstos em lei. Além disso, os casos são:</p>
<ul>
<li>A opção pelo lucro presumido for considerada indevida.</li>
<li>Possíveis sinais de fraude, vícios ou equívocos na escrituração, de maneira que a impossibilitam de efetuar a identificação das movimentações financeiras ou até mesmo de estipular o lucro real.</li>
<li>Quando o contribuinte, que é obrigado ao lucro real, não efetuar a escritura ou também não realiza a elaboração das demonstrações fiscais.</li>
<li>Caso os livros contábeis não forem devidamente mantidos em ordem por parte do contribuinte.</li>
<li>Caso empresas que tenham atuação em outros países não comunicarem da maneira correta as suas contas para a autoridade tributária.</li>
<li>Se não forem apresentados para autoridade tributária livros e outros documentos da escrituração fiscal e comercial.</li>
<li>Se o representante de uma empresa do exterior que atua no Brasil não comunicar os seus lucros de forma separada do lucro domiciliado no exterior.</li>
</ul>
<p>O cálculo do lucro arbitrado é o mesmo cálculo que é realizado no regime de lucro presumido. Ou seja, ele é feito a partir de um percentual preestabelecido que é aplicado sobre a receita bruta. Assim, é indicado o possível lucro da pessoa jurídica em questão. Dessa maneira, é possível efetuar a aplicação da alíquota correspondente ao imposto devido.</p>
<h2 id="a-adocao-e-a-apuracao-do-lucro-arbitrado">A adoção e a apuração do Lucro Arbitrado</h2>
<p>De uma forma geral a adoção do lucro arbitrado como base para tributação acontece mediante iniciativa do Fisco. Vale salientar que o lucro arbitrado adotado por conta do contribuinte acontece em situações excepcionais devidamente comprovadas, seguindo os acordos da definição da legislação civil e, desde que a receita bruta seja devidamente conhecida.</p>
<p>A apuração do lucro arbitrado é feita por meio de aplicação de percentuais que envolvem:</p>
<ul>
<li>Sobre a receita bruta quando ela é conhecida, sendo de acordo com o tipo e atividade econômica realizada.</li>
<li>Quando a receita bruta não é conhecida, sobre valores fixados pela legislação fiscal.</li>
</ul>
<p>De acordo com o que é previsto na legislação, podem ser distribuídos os lucros ao titular, acionista ou sócio da pessoa jurídica, o valor que corresponde ao lucro arbitrado, após a retirada das contribuições e dos impostos, tais como o adicional do <a href="https://blog.egestor.com.br/saiba-mais-sobre-imposto-de-renda-de-pessoa-juridica/">IRPJ</a>, a CSLL, a <a href="https://blog.egestor.com.br/cofins/">COFINS</a>, e o PIS/PASEP.</p>
<p>Porém, caso o valor do lucro efetivo for considerado superior ao valor do lucro arbitrado, a empresa terá a possibilidade de realizar a distribuição dos lucros sem a necessitar efetuar tributação pelo imposto de renda. Tal procedimento pode ser realizado desde que existam possibilidades de mostrar graças a escrituração contábil, que o referido valor é realmente superior ao valor arbitrado.</p>
<p>Se qualquer distribuição de lucros for notadamente maior que o apurado pela contabilidade, o referido valor deverá ser atribuído para a conta de reserva de lucros ou de lucros acumulados.</p>
<p><a href="https://blog.egestor.com.br/ebook-guia-de-impostos/"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Banner_GuiaDeImpostos.jpg-765.webp" alt="Guia de Impostos e Tributos" width="765" height="145"></a></p>
<h2 id="hipoteses-de-arbitramento">Hipóteses de Arbitramento</h2>
<p>Já sabendo que o lucro arbitrado serve para apurar a base de cálculo do imposto de renda usada pelo contribuinte ou autoridade tributária, caso seja conhecida a receita bruta. É válido então conhecer as hipóteses de arbitramento.</p>
<p>Nesse caso, o <a href="https://blog.egestor.com.br/lucro/">lucro</a> da pessoa jurídica será arbitrado diante das seguintes hipóteses:</p>
<ul>
<li><strong>Ocorrer a falta de escrituração:</strong> a pessoa jurídica tributada com base no lucro real tem a obrigação de manter escrituração contábil completa, conforme está previsto nas leis comerciais e fiscais. Quando o contribuinte, independente do motivo, não escriturar os livros exigidos pela legislação, poderá ter seu lucro arbitrado pela autoridade tributária.</li>
<li><strong>Ocorrer falha na escrituração:</strong> a partir do momento em que o contribuinte revelar uma escrituração que apresente alguns erros, e que tais erros a tornem impossibilitada para a devida determinação do lucro real e a identificação da movimentação financeira, até mesmo bancária.</li>
<li><strong>Ocorre indevida opção pelo lucro presumido:</strong> caso escolha indevidamente pelo lucro presumido, poderá, dessa maneira, ter o seu lucro arbitrado.</li>
</ul>
<h2 id="o-periodo-de-apuracao">O período de apuração</h2>
<p>A apuração do Imposto de Renda que é baseada no lucro arbitrado contemplará todos os trimestres do ano, sendo garantida a tributação que tem base no lucro real ou presumido relacionada aos trimestres não submetidos ao arbitramento, caso a empresa:</p>
<ul>
<li>Apresentar a escrituração comercial e fiscal que aponte o lucro real dos períodos que não foram abrangidos pelo arbitramento.</li>
<li>Ter a possibilidade de escolher o lucro presumido.</li>
</ul>
<p>Vale destacar que no caso do lucro real, existe a possibilidade da pessoa jurídica efetuar a apuração do lucro de forma trimestral. No entanto, a apuração pode ser anualmente mediante a pagamentos mensais, não levando em consideração, portanto, os períodos em que foi submetida ao lucro arbitrado.</p>
<p>Além disso, tanto o CSLL e o <a href="https://www.youtube.com/watch?v=CMNY-NYmGJs" rel="noopener">IRPJ</a> que forem pagos sob a forma de arbitramento serão considerados definitivos. Sendo assim, o contribuinte não terá a possibilidade de compensar os mesmos por meio de futuros recolhimentos.</p>
<p>Como lucro arbitrado será determinado</p>
<p>A determinação do lucro arbitrado é realizada de acordo com a seguintes formas:</p>
<ul>
<li><strong>Arbitramento feito pelo fisco:</strong> quando a receita bruta é desconhecida.</li>
<li><strong>Arbitramento efetuado pelo contribuinte ou pelo fisco:</strong> quando a receita bruta é conhecida.</li>
</ul>
<p>É válido salientar que a apuração trimestral é vigente desde o ano de 1997. Antes disso, mais precisamente desde o ano 1992, estava em vigor, destinada para o lucro arbitrado, o regime de apuração do tipo mensal.</p>
<p>Além disso, nos anos de 1992 a 1994, o procedimento de arbitramento era privativo do fisco, destinado ao contribuinte, pagar o imposto com base no lucro arbitrado apenas em alguns casos, definidos pela lei civil e também devidamente comprovados.</p>
<p>Veja mais sobre contabilidade no <strong><a href="https://blog.egestor.com.br/dicionario-de-contabilidade/">Dicionário de Contabilidade do eGestor</a>!</strong></p>
<h2 id="realizacao-do-calculo-com-receita-bruta-conhecida">Realização do cálculo com receita bruta conhecida</h2>
<p>No caso em que a receita bruta é conhecida, os percentuais que serão aplicados são os mesmos destinados para o cálculo da estimativa mensal e do lucro presumido, que é acrescido de 20%.</p>
<p>No lucro presumido o percentual que foi estabelecido pela Receita Federal corresponde aquele em que o órgão aguarda como lucro que é o resultado da atividade.</p>
<p>É pertinente destacar também que a possibilidade de arbitramento do lucro, ainda que não seja frequente, é possível que ocorra, em especial por parte do Fisco. Diante disso, é importante que os empreendedores tenham amplas noções sobre as características e as exigências referentes ao lucro arbitrado.</p>
<p><a href="https://blog.egestor.com.br/seja-parceiro-egestor/"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/R-20mil-por-me%CC%82s-revendendo-software.png-1920.webp" alt="20 mil reais por mês revendendo egestor" width="1920" height="354"></a></p>]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/2017/08/lucroarbitrario.jpg" type="image/jpeg" length="29393"/>
    </item>
    <item>
      <title>Gestão de custos: como fazer para ter sucesso?</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/gestao-de-custos-como-fazer-para-ter-sucesso/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/gestao-de-custos-como-fazer-para-ter-sucesso/</guid>
      <pubDate>Fri, 05 Jun 2020 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Controle Financeiro</category>
      <category>Sistema de Gestão</category>
      <category>gestão financeira</category>
      <description>Fazer uma boa gestão de custos é essencial. Veja por que esse acompanhamento é tão importante e como fazê-lo na sua empresa!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Fazer uma boa <strong>gestão de custos</strong> é essencial para garantir que o negócio permaneça estável e cresça de forma saudável ao longo do tempo. Caso contrário, pode ser fácil se perder em meio a despesas mal calculadas que complicam o planejamento financeiro e a capacidade de inovar. Veja por que esse acompanhamento é tão importante e como fazê-lo na sua empresa.</p>
<h2 id="afinal-o-que-e-gestao-de-custos">Afinal, o que é gestão de custos?</h2>
<p>Os custos estão relacionados a todos os investimentos necessários para a operação do negócio. Entre estes custos, podemos exemplificar os investimentos com marketing, valores referentes a luz e telefone, mão de obra e equipamentos, por exemplo.</p>
<p>Possuir uma visão clara e estruturar detalhadamente os valores de todos os custos da empresa, é o processo no qual chamamos de gestão de custos. Mas, também se deve manter um controle contínuo de todas as movimentações de saída do orçamento empresarial.</p>
<p>Uma boa gestão de custos faz com que se saiba com clareza para onde vai a maior parte dos gastos empresariais. Essa certamente é uma boa base de dados para a tomada de decisões, como um possível corte de gastos no orçamento. Outra decisão pode ser a redução de desperdício de recursos, buscando manter o equilíbrio financeiro do negócio.</p>
<h2 id="por-que-realizar-a-gestao-de-custos">Por que realizar a gestão de custos?</h2>
<p>Um dos principais objetivos de se realizar a gestão de custos é obter mais segurança para avaliar a margem de lucro de cada produto. Isso ocorre porque a precificação de cada item está ligada diretamente às despesas relacionadas aos preços de custo de cada produto. Esses são os valores que envolvem os custos logísticos e de fabricação desses produtos.</p>
<p>A partir da correta avaliação desses custos, você saberá o preço de venda necessário para obter lucratividade com cada produto. Muitos empresários, por não realizarem uma adequada gestão de custos, acreditam que apenas vender bastante gera lucro, o que nem sempre acontece. Mas, se o faturamento obtido pela venda de seus produtos não está conseguindo suprir os valores de custo, é sinal de que eles não estão sendo lucrativos.</p>
<h2 id="quais-os-riscos-de-nao-se-avaliar-os-custos">Quais os riscos de não se avaliar os custos</h2>
<p>Muitos empreendedores caem no erro de ignorar a gestão de custos enquanto tudo está bem, quando o negócio está gerando lucro, os clientes estão felizes e a perspectiva é boa e se concentram nisso apenas quando o momento é ruim. Porém, essa é uma falha grave, que pode impactar a saúde da empresa por muito tempo.</p>
<p>Isso acontece porque os bons resultados geralmente mascaram problemas, ou seja, gastos desnecessários passam a ser vistos como um sinal de prosperidade ou regalias merecidas, e não como o que realmente são: desperdício de recursos valiosos.</p>
<p>Esses recursos poderiam ser usados para fortalecer a empresa e se preparar para épocas menos confortáveis, além de serem essenciais para o crescimento, que pode ser prejudicado pela falta de controle sobre o que entra e sai.</p>
<h2 id="o-que-envolve-uma-boa-gestao-de-custos">O que envolve uma boa gestão de custos?</h2>
<p>Para fazer uma gestão de custos realmente eficiente é preciso separar os diferentes gastos da companhia, de maneira que essa avaliação seja transparente e verdadeira e não tome mais tempo do que o necessário. Podemos dividi-los em dois grupos:</p>
<h3 id="gastos-fixos">Gastos fixos</h3>
<p>São as despesas que não mudam, como contas (água, energia elétrica, internet), salário de funcionários, aluguel, etc. Dentro desse grupo, é possível observar se todos os gastos são realmente necessários e onde é possível <a href="https://blog.egestor.com.br/reduzir-custos-melhorar-o-faturamento/">reduzir custos</a>. Por exemplo, talvez você perceba um excesso na conta de água ou consiga negociar descontos com os fornecedores.</p>
<h3 id="gastos-variaveis">Gastos variáveis</h3>
<p>São gastos periódicos ou que mudam a cada mês, como a compra de um equipamento novo ou pagamento de comissões para vendedores e parceiros. Nesses casos, talvez não haja muito a fazer para reduzir o valor já comprometido, mas é bom avaliar se os investimentos estão valendo a pena ou podem ser diminuídos no futuro.</p>
<h3 id="custos-x-despesas">Custos x despesas</h3>
<p>Antes de fazer a gestão de custos em sua empresa, é preciso que fique claro o que é custo e o que é despesa. Custo está ligado a todo e qualquer investimento necessário para que o produto comercializado ou a atividade fim da empresa sejam devidamente produzido. Quanto maior a produção, maior serão os custos necessários. Entre os custos, podem ser inseridos valores referentes a fretes, salário de colaboradores envolvidos nas vendas ou no processo produtivo, matérias-primas, fornecedores e impostos que incidem sobre as vendas, dentre outros.</p>
<p>Já as despesas também são movimentações necessárias para o funcionamento e operação da empresa, a diferença é que, neste caso elas não possuem uma relação com o produto ou serviço da empresa especificamente. Entre as despesas podemos citar manutenção de estrutura física, mobiliário da empresa e salários administrativos.</p>
<h2 id="beneficios-de-aplicar-a-gestao-de-custos-no-seu-negocio">Benefícios de aplicar a gestão de custos no seu negócio</h2>
<p>Sem dúvida, vale a pena implementar a gestão de custos, pois além de prevenir os erros já mencionados acima, ela ainda ajuda a avaliar melhor o andamento do negócio como um todo. Dessa forma, você é capaz de tomar decisões mais inteligentes.</p>
<p>Com a gestão, você entenderá aspectos importantes no que diz respeito a quando e quanto investir, e qual é a melhor hora de realizar cada ação. Por fim, terá condições de oferecer produtos e serviços de qualidade sem deixar de aumentar as receitas.</p>
<p>Sendo assim, um bom planejamento financeiro envolve muito mais do que pagar as contas em dia e manter o saldo no azul. É preciso também fazer uma gestão de custos cuidadosa e eficiente, o que lhe dará mais liberdade para experimentar novas soluções e investir nos pontos certos que farão o seu negócio prosperar.</p>
<figure><a href="https://youtu.be/67w1egqwwM8" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-67w1egqwwM8.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<h2 id="como-modernizar-a-gestao-de-custos-na-sua-empresa">Como modernizar a gestão de custos na sua empresa?</h2>
<p>Muitos empresários acabam se envolvendo muito mais com as questões operacionais do negócio e acabam deixando a gestão de custos em segundo plano. Uma alternativa encontrada por muitas empresas na busca de ganhar mais agilidade e automatizar este processo, é a utilização de um sistema ERP de gestão empresarial. Essa ferramenta integra o controle financeiro da empresa com outros importantes processos gerenciais, como o <a href="https://blog.egestor.com.br/fluxo-de-caixa/">fluxo de caixa</a>, o controle de estoque, registro de compras e vendas, dentre outros, tudo em uma única plataforma, tornando a gestão mais eficiente e completa.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/2017/11/Fotolia_106332295_Subscription_Monthly_M.jpg" type="image/jpeg" length="121445"/>
    </item>
    <item>
      <title>Índice de endividamento: Como calcular</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/como-calcular-o-indice-de-endividamento-da-empresa/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/como-calcular-o-indice-de-endividamento-da-empresa/</guid>
      <pubDate>Fri, 10 Apr 2020 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Controle Financeiro</category>
      <category>gestão financeira</category>
      <description>Uma empresa pode contrair dívidas por diversas razões. Entenda como calcular o índice de endividamento de uma empresa e como evitar.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Para que se possa entender a finalidade e a importância do <strong>cálculo do índice de endividamento de uma empresa</strong>, o primeiro passo é entender o que é o endividamento, como ele funciona e por qual razão ele acontece.</p>
<p>Uma empresa pode contrair dívidas por diversas razões. A pior delas é quando a empresa se endivida para pagar as despesas. Significa que o resultado operacional (receitas - despesas) é negativo e que é preciso fazer algo para obter o equilíbrio ou o superávit operacional.</p>
<p>A dívida, quando contraída para cobrir o buraco orçamentário, tende a se tornar uma bola de neve, uma vez que a empresa, caso já possua dívidas de longo prazo, corre o risco de não conseguir também cobrir as despesas financeiras com o pagamento das parcelas.</p>
<p>Em outras palavras, uma empresa obtém R$ 600 mil em receitas, mas R$ 700 mil em despesas. Como pagar esses R$ 100 mil de diferença, se não contraindo uma nova dívida?</p>
<p>Suponha, no entanto, que a empresa pagou R$ 80 mil em parcelas da dívida dentro daqueles R$ 600 mil... Isso significa que a dívida aumentou em R$ 100 mil, mas diminuiu R$ 80 mil, significando que o aumento será de R$ 20 mil. Porém, o custo financeiro da dívida no mesmo período foi de R$ 60 mil (juros, variação cambial, etc). Esse valor vai se somar ao montante da dívida. Sendo assim, ao valor de R$ 20 mil deve se somar os R$ 60 mil, o que significa que a empresa terá um aumento da dívida de R$ 80 mil.</p>
<p>O grande problema nessa equação não é o aumento da dívida, mas o fato de não haver uma compensação econômica. A empresa está trabalhando para pagar as despesas e não para gerar lucro. Aos poucos, vai comprometendo seu patrimônio.</p>
<p><strong>💡 Você também pode gostar: <a href="https://blog.egestor.com.br/como-evitar-endividamentos-na-sua-empresa/">Como evitar endividamentos na sua empresa? Veja 9 dicas</a></strong></p>
<h2 id="a-divida-boa">A dívida boa</h2>
<p>A outra forma de endividamento ocorre quando ele é contraído para fazer investimentos. Por exemplo, na compra de bens de capital, que vão incrementar a produtividade sem a necessidade de contratação de mais mão de obra. Acontece, também, quando a empresa investe em tecnologia da informação para agilizar processos, aumentar eficiência, ter ganhos de marketing e, ao mesmo tempo, reduzir custos.</p>
<p>Nesse caso, o que ocorre é uma dívida com contrapartida. A empresa deve ter feito um cálculo levando em consideração o custo dessa dívida ao longo do tempo, como os pagamentos impactam o dia a dia do fluxo de caixa, qual o volume de aumento de receitas esperado, como elas impactarão o fluxo de caixa frente às parcelas do empréstimo e em quanto tempo será recuperado o investimento. Esse investimento é o valor total da dívida.</p>
<p>A diferença é clara. Quando a dívida é contraída em favor de um investimento, a empresa está pensando em reduzir custos e/ou ampliar suas receitas. Logo, espera-se que o aumento de receitas seja capaz de cobrir, exercício a exercício, o valor das parcelas a serem pagas, ou que cubram pelo menos parte delas, sem que se comprometa o fluxo de caixa, levando em consideração a perenidade das receitas frente à efemeridade das parcelas.</p>
<p>É diferente de contrair dívida para pagar despesas, pois, nesse caso, se está contraindo uma nova despesa, que são as parcelas da dívida, sem haver geração de novas receitas.</p>
<h2 id="calculo-do-indice-de-endividamento">Cálculo do índice de endividamento</h2>
<p>Tudo que foi abordado acima serve como introdução ao tema em questão. O índice de endividamento de uma empresa está relacionado precisamente à política praticada por ela, não somente no aspecto financeiro, mas na gestão econômica.</p>
<p>Se uma empresa se endivida por problemas de má gestão, ou seja, se o endividamento é ruim, ele vai acarretar indicadores de longo prazo ruins. Em certa medida, face ao agravamento da situação financeira, tende a acumular muitas dívidas de curto prazo e não conseguir refinanciá-las.</p>
<p><strong>Por que isso acontece?</strong> Porque as instituições financeiras, ao fazer a análise de crédito, constatam que a empresa não terá condição de pagar a dívida, mesmo parcelada. Sem crédito, a empresa terá que recorrer a outros meios para liquidar suas dívidas de curto prazo, e isso pode significar encolhimento e consequente redução da capacidade de pagamento, o que pode levar à venda de ativos ou liquidação da empresa.</p>
<p>O índice de endividamento é um indicador de riscos e deve ser feito pela empresa para avaliar o grau de comprometimento dos ativos com o passivo da empresa.</p>
<p>Há, na verdade, dois indicadores de índice de endividamento: o <strong>"Índice de endividamento geral"</strong> e a <strong>"Composição do Endividamento"</strong>, cada qual com suas finalidades, observando-se que devem ser integrados a outros indicadores para que façam parte da análise e da avaliação da situação da empresa, como será visto em seguida.</p>
<p><strong>💡 Você também pode gostar: <a href="https://blog.egestor.com.br/controle-financeiro-como-fazer/">Controle financeiro empresarial: Como fazer passo a passo</a></strong></p>
<h2 id="indice-de-endividamento-geral-eg">Índice de Endividamento Geral (EG)</h2>
<p>O EG é utilizado pelas empresas para identificar até que ponto os ativos da empresa estão financiados com capital de terceiros, logo comprometidos com a liquidação da dívida.</p>
<p>Trata-se de um cálculo bastante simples, feito com base no balanço da empresa. Todo balanço é dividido em ativo e passivo, de curto e de longo prazo. O ativo são os direitos e o passivo as obrigações, o curto prazo é o exercício (período de um ano) e o longo os próximos exercícios.</p>
<p>O método consiste em somar todo o passivo da empresa (de curto e longo prazo) e dividir pelo total do ativo (curto e longo prazo). Em seguida, o resultado dessa divisão deve ser multiplicado por 100.</p>
<h3 id="exemplo-indice-de-endividamento-geral">Exemplo Índice de Endividamento Geral</h3>
<p>Uma empresa tem um passivo total de R$ 2,5 milhões e um ativo de R$ 4 milhões. O cálculo a ser feito é (2,5 milhões, divididos por 4 milhões) x 100 = 62,5%.</p>
<p>Trata-se, evidentemente, de um grau de comprometimento muito alto do ativo, mas não significa, exatamente, que a empresa tenha a saúde financeira comprometida. Esse indicador deve ser cruzado com a capacidade de pagamento da empresa, do ponto de vista financeiro. Se esse endividamento estiver concentrado num prazo curto, pode significar que a empresa está se impondo um aperto para reduzir a dívida rapidamente e ganhar fôlego para novos investimentos.</p>
<p>Em qualquer situação, no entanto, o EG alto não pode ser um bom indicador. Há algumas razões óbvias para isso. A curto ou longo prazo, o EG alto significa alto comprometimento das receitas com pagamento de dívida, o que indica redução da capacidade de investimento, o que fragiliza a empresa perante a concorrência.</p>
<p>Dentro da perspectiva da concorrência, há outro fator que deve ser levado em conta, que é o EG da concorrência. A empresa pode ter um EG alto, mas se os concorrentes estiverem na mesma situação isso significa que a empresa não estará em desvantagem.</p>
<p>Para trabalhar em cima de uma situação bem real e ilustrativa, suponha-se que uma empresa concorre no ramo de tecnologia, produzindo componentes para telecomunicação. O <a href="https://blog.egestor.com.br/faturamento/">faturamento</a> e a margem das empresas do setor são muito parecidos, porém essa empresa tem um grau de endividamento muito mais alto que o da concorrência. O setor de tecnologia vive de pesquisa e desenvolvimento permanente para suplantar a concorrência. Se essa empresa está com seus ativos comprometidos, com baixo poder de investimento, vai ter sua capacidade de investimento em pesquisa e desenvolvimento reduzida perante os concorrentes, o que vai torná-la menos competitiva.</p>
<p><strong>💡 Você também pode gostar: <a href="https://blog.egestor.com.br/saiba-como-acertar-as-contas-da-empresa-com-a-receita-federal/">Saiba como acertar as contas da empresa com a Receita Federal</a></strong></p>
<h2 id="composicao-de-endividamento">Composição de endividamento</h2>
<p>A CE é um indicador que serve para identificar a composição do endividamento de uma empresa. Serve para mostrar se o endividamento é mais de curto ou longo prazo.</p>
<p>Assim como o EG, a CE é calculada com base no balanço contábil.</p>
<p>No caso da CE o cálculo é feito com a divisão do passivo de curto prazo pela soma do passivo de curto prazo + passivo de longo prazo. O resultado obtido é multiplicado por 100.</p>
<h3 id="exemplo-composicao-de-endividamento">Exemplo Composição de endividamento</h3>
<p>Uma empresa tem um passivo de curto prazo de R$ 40 mil e o passivo de longo prazo de R$ 220 mil.</p>
<p>Para obter a CE basta dividir 40 mil por (220 mil + 40 mil) x 100 = 15,38%</p>
<p>Significa que a composição do endividamento é 15,38% de curto prazo e 84,62% de longo prazo.</p>
<p>Essa é uma boa composição. A empresa, se tiver endividamento, deve estar concentrado no longo prazo. Por que isso? O impacto em juros da dívida de curto prazo é maior. Além disso, a dívida de curto prazo não pode comprometer o fluxo de caixa e a capacidade de investimento da empresa.</p>
<p>Por outro lado, uma composição de dívida majoritariamente de curto prazo pode não significar nada demais, muito pelo contrário, pode mostrar que a empresa tem uma ótima situação financeira. Ela pode ter recorrido a um empréstimo de curto prazo, por exemplo, para aproveitar uma grande oportunidade de lançar um novo produto com alto valor agregado, que vai aumentar as vendas e os lucros. Ela tinha dinheiro em caixa, mas sua atividade requer muito capital de giro, logo era necessário captar novos recursos, os quais ela tem plena condição de pagar no período de um ano.</p>
<p>É por isso que o índice de endividamento precisa ser analisado em conjunto com outras variáveis para dar respaldo a decisões gerenciais.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/2017/01/micro-e-pequenas-empresas-de-olho-nas-tendencias-de-mercado.jpeg" type="image/jpeg" length="47763"/>
    </item>
    <item>
      <title>Consultor financeiro: porque contratar um para a sua empresa?</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/consultor-financeiro/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/consultor-financeiro/</guid>
      <pubDate>Thu, 13 Feb 2020 10:00:34 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Controle Financeiro</category>
      <category>gestão financeira</category>
      <description>Sem um controle adequado, as empresas podem não ter uma noção de como anda o financeiro. Confira por que contratar um consultor financeiro!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Um <strong>consultor financeiro</strong> organiza processos e analisa questões empresariais relacionadas as movimentações financeiras de uma empresa. Ele também avalia os indicadores e contabiliza informações de fluxo de caixa. A partir disso, o mesmo deve avaliar investimentos e aplicações da empresa para definir seu futuro. Ou seja, um consultor financeiro é quem auxilia a empresa em questões financeiras.</p>
<p>Sem um <a href="https://egestor.com.br/recursos/sistema-de-controle-financeiro.php?afl=11" rel="noopener">controle financeiro</a> adequado, as empresas podem não ter uma noção exata de seu fluxo de caixa, e de possíveis gastos excessivos, o que pode levá-las a situações de grave crise, e consequentemente, ter que fechar as portas. Entretanto, muitos empresários por mais conhecimento que possuam do seu segmento de mercado, e do seu produto ou serviço especificamente, não possuem total domínio das finanças de suas empresas. É aí que entra a importância do trabalho do consultor financeiro nas organizações.</p>
<p>Assim, apesar de representar gastos adicionais na <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-folha-de-pagamento/">folha de pagamento</a>, esses profissionais podem ser determinantes para manter a estabilidade financeira do seu negócio, além de permitir com que você foque especificamente na parte operacional de sua empresa. Quer saber mais a respeito do papel de um consultor financeiro nas empresas? Quais as vantagens que ele pode trazer para o seu empreendimento? É o que vamos tratar no decorrer deste artigo!</p>
<p><a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-fluxo-de-caixa/"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/banner-planilha-fluxo-de-caixa.png-650.webp" alt="" width="650" height="250"></a></p>
<h2 id="o-que-faz-um-consultor-financeiro">O que faz um consultor financeiro?</h2>
<p><strong>O consultor financeiro empresarial</strong>, é o profissional responsável por organizar todos os processos que envolvem as movimentações financeiras das empresas, e também os seus indicadores de desempenho. Este profissional deve não só contabilizar todas as informações de <a href="https://blog.egestor.com.br/fluxo-de-caixa/">fluxo de caixa</a> das empresas, mas também saber analisar e fazer um balanço do impacto que cada transação representa no orçamento empresarial.</p>
<p>Com o auxílio do consultor financeiro, as empresas possuem uma noção mais exata de quais gastos são mais significativos em seu caixa, indicando assim possíveis cortes no orçamento. Esses profissionais também proporcionam uma visão mais abrangente da situação financeira, em relação a lucratividade e outros indicadores.</p>
<p>Além destes aspectos, os profissionais de consultoria financeira, também podem realizar o processo de formação de preço de venda de seus produtos, negociação no pagamento de dívidas, e auxílio no planejamento financeiro da empresa de uma forma geral.</p>
<h2 id="por-que-contratar-um-consultor-financeiro">Por que contratar um consultor financeiro?</h2>
<p>Agora que você já conhece sobre o papel desse profissional nas empresas, e as diferentes funções que podem ser exercidas, vamos mostrar de fato algumas vantagens para você realmente considerar a contratação de um consultor financeiro para o seu negócio:</p>
<h3 id="secao-1-estudo-de-viabilidade">1. Estudo de viabilidade</h3>
<p>A partir da análise de caixa da sua empresa, realizada pelo consultor financeiro, será possível identificar se existe ou não a viabilidade para a execução de novos projetos de investimento ou a aquisição de novos produtos para o seu estoque.</p>
<p>Assim, o consultor financeiro irá identificar se a sua empresa está no momento adequado para realizar determinadas ações, sem comprometer significativamente o seu orçamento.</p>
<p>Para este estudo aprofundado, é imprescindível com que você disponibilize todas as informações financeiras de seu negócio, incluindo notas fiscais. O consultor financeiro é responsável por avaliar todos os riscos que determinados investimentos podem gerar para a sua empresa.</p>
<h3 id="secao-2-acompanhamento-de-acoes">2. Acompanhamento de ações</h3>
<p>Além de calcular os possíveis riscos de determinado negócio e planejar os momentos em que sua empresa poderá realizar investimentos, o consultor financeiro também segue auxiliando a sua empresa durante a execução de projetos e investimentos, analisando se determinadas ações estão trazendo o retorno financeiro esperado. Então, em caso contrário, o consultor é de suma importância para a elaboração de novas estratégias financeiras.</p>
<h3 id="secao-3-melhor-custo-beneficio">3. Melhor custo benefício</h3>
<p>Além do conhecimento financeiro, os consultores de uma forma geral também apresentam um bom conhecimento de mercado. Isso faz com que eles encontrem os melhores fornecedores para a sua empresa, que possuam os produtos com o melhor custo benefício.</p>
<p>O auxílio de um consultor financeiro neste processo, pode trazer uma grande economia para a sua empresa, assim como mantém a qualidade de seus produtos. O consultor também saberá realizar uma boa negociação na compra com seus fornecedores, sempre respeitando as possibilidades <a href="https://blog.egestor.com.br/cultura-orcamentaria/">orçamentárias</a> de seu empreendimento.</p>
<h3 id="secao-4-emprestimos">4. Empréstimos</h3>
<p>Na hora de recorrer a <a href="https://controlefinanceiro.granatum.com.br/dicas/5-erros-na-hora-de-pedir-emprestimo-para-empresa/" rel="noopener">empréstimos</a> bancários, os gestores costumam ter muitas dúvidas em relação a qual a melhor opção entre as inúmeras linhas de crédito disponíveis. Um consultor financeiro será essencial nessa tomada de decisão, analisando com embasamento os prós e contras de cada opção. Assim, para não colocar a sua empresa em uma futura situação de endividamento.</p>
<h3 id="secao-5-auxilio-para-quitar-dividas">5. Auxílio para quitar dívidas</h3>
<p>Se sua empresa está passando por uma grave crise financeira, enfrentando uma série de dívidas, você deve estar pensando que a contratação de um consultor financeiro irá agravar ainda mais este cenário. Mas a verdade, é que neste caso, a contratação desse profissional deve ser vista como um investimento.</p>
<p>O consultor financeiro terá um papel fundamental na reorganização financeira de sua empresa. Ele encontrará as melhores soluções para quitar as suas dívidas, e ao mesmo tempo criará um planejamento para que sua empresa não volte a conviver com esse tipo de situação. O consultor irá criar uma cultura de organização e de um rigoroso controle financeiro em sua empresa.</p>
<p><a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-fluxo-de-caixa/"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/banner-planilha-controle-financeiro-1.png-650.webp" alt="" width="650" height="250"></a></p>
<h2 id="como-contratar-um-bom-consultor-financeiro">Como contratar um bom consultor financeiro?</h2>
<p>Agora que você já sabe as vantagens que a contratação desse profissional pode trazer para a sua empresa, é preciso ficar atento a alguns aspectos que podem fazer toda a diferença na hora de contratar o consultor financeiro mais qualificado possível. É importante que seu consultor possua formação acadêmica em alguma área ligada à administração. Também, é importante que seu consultor possua especialização em gestão financeira. E, é claro, já possua uma boa experiência com serviços prestados a outras empresas, dentre outros fatores. Veja algumas dicas para selecionar o profissional mais adequado para a sua empresa:</p>
<h3 id="peca-feedback-de-outras-empresas">Peça feedback de outras empresas</h3>
<p>Ao analisar o currículo de seu potencial consultor financeiro, é importante conversas com empresas que receberam os serviços daquele profissional. Procure saber de que forma o consultor conseguiu suprir as necessidades delas. Então, a partir disso, analise se ele realmente tem o perfil para ser o consultor financeiro de sua empresa.</p>
<h3 id="qual-a-necessidade-de-sua-empresa">Qual a necessidade de sua empresa?</h3>
<p>Existem consultores financeiros que focam o seu serviço em uma gestão mais ampla da parte financeira das empresas. Entretanto, alguns são mais voltados para a projeção e realização de investimentos.</p>
<p>Ainda existem os consultores financeiros especializados em questões de tributação. Esses esclarecem e calculam todos os tributos que devem ser pagos pelas empresas. Além de auxiliar na escolha pelo melhor regime tributário.</p>
<p>Por isso, se você deseja contratar um consultor financeiro para a sua empresa, é preciso ter um foco e saber realmente qual a necessidade e o perfil de consultoria desejado.</p>
<h3 id="analise-a-forma-de-remuneracao">Analise a forma de remuneração</h3>
<p>Os consultores financeiros atuantes no mercado, costumam apresentar algumas variações no que diz respeito as suas respectivas formas de pagamento. Há consultores financeiros que solicitam o pagamento de honorários de acordo com os períodos gastos em consultas. Enquanto outros recebem comissões referentes aos investimentos e ações que trarão lucro para a empresa.</p>
<p>Ainda existe a possibilidade de pagamento parte pelas consultas e parte pelas comissões. Por isso, o ideal é que você procure negociar com os profissionais as melhores formas de pagamento, e que estejam de acordo com as possibilidades da sua empresa.</p>
<h3 id="verifique-a-disponibilidade-de-trabalho">Verifique a disponibilidade de trabalho</h3>
<p>Os profissionais de consultoria financeira geralmente prestam serviços a mais de uma empresa, já que essa atividade ainda não é regulamentada. Isso faz com que eles não prestem atenção exclusiva ao seu negócio.</p>
<p>Tenha isso em mente de acordo com as necessidades da sua empresa, procurando identificar se aquele profissional realmente tem tempo disponível para atendê-lo de uma forma satisfatória.</p>
<h3 id="solicite-um-plano-financeiro">Solicite um plano financeiro</h3>
<p>Se você ainda não decidiu qual profissional contratar para ser o consultor financeiro de sua empresa, uma boa dica é pedir aos possíveis candidatos um plano financeiro.</p>
<p>Isto é, disponibilize as mais variadas informações referentes as finanças de seu empreendimento. E, a partir de então peça que os candidatos elaborem planos hipotéticos visando o crescimento da sua empresa.</p>
<p>Feito este processo, analise a viabilidade e <a href="https://blog.egestor.com.br/ambicao-e-ganancia/">ambição</a> de cada um deles, e tente encontrar um equilíbrio entre esses dois fatores nos planos elaborados. Solicitar este planejamento hipotético, trará uma visão inicial a qual estes profissionais possuem da sua empresa, e como vêem as possibilidades de crescimento.</p>
<h3 id="como-e-o-metodo-de-trabalho-desses-profissionais">Como é o método de trabalho desses profissionais?</h3>
<p>Da mesma forma que é preciso analisar a especialização e o foco de consultoria financeira de cada profissional, também é importante ficar por dentro da metodologia de trabalho, que pode variar de acordo com os diferentes consultores financeiros. Enquanto alguns deles trabalham de uma forma autônoma e independente, outros atuam junto a empresas especializadas em consultoria.</p>
<p><a href="https://blog.egestor.com.br/ebook-gestao-estrategica/"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Banner_GuiadeGestaoEstrategicaCalltoAction.png-760.webp" alt="Guia de Gestão Estratégia" width="760" height="140"></a></p>
<h2 id="egestor">eGestor</h2>
<p>O eGestor torna o processo de controle financeiro da sua micro ou pequena empresa muito mais facilitado. Com a geração de relatórios de <a href="https://blog.egestor.com.br/dre/">DRE</a> (Demonstrativo Resultado do Exercício), <a href="https://egestor.com.br/recursos/fluxo-de-caixa.php?afl=11" rel="noopener">fluxo de caixa</a>, ABC de vendas por produto e por clientes, dentre outros, você terá muito mais clareza para analisar os indicadores financeiros do seu negócio.</p>
<p>Com o eGestor, você ainda pode fazer o controle de suas contas a pagar e a receber, emitir notas fiscais eletrônicas e <a href="https://egestor.com.br/recursos/boletos.php?afl=11" rel="noopener">boletos bancários</a>, dentre muitas outras funcionalidades! Ficou interessado? Os primeiros 15 dias de testes das ferramentas do sistema são totalmente gratuitos. Acesse o <a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener">site</a>!</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/2017/10/ConsultorFinanceiro.jpg" type="image/jpeg" length="55011"/>
    </item>
    <item>
      <title>Orçamento Base Zero: Tudo que você precisa saber sobre OBZ</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/orcamento-base-zero/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/orcamento-base-zero/</guid>
      <pubDate>Sun, 26 Jan 2020 10:00:18 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Sistema de Gestão</category>
      <category>Controle Financeiro</category>
      <category>gestão financeira</category>
      <description>Preparamos este artigo para você com as melhores informações do Orçamento Base Zero (OBZ) e todos os benefícios que trará para a sua empresa.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Toda empresa precisa estar alinhada em estabelecer quais são as metas e os objetivo daquele ciclo, para que possa crescer e se desenvolver. O Orçamento Base Zero, também conhecido como OBZ, surge como uma ferramenta muito eficaz para definir os novos rumos para a empresa, revisando seus custos atuais.</p>
<p>Além disso, ele também aparece como uma metodologia adequada para direcionar e lidar com as dificuldades da organização.</p>
<p>Preparamos este artigo para você com as melhores informações do Orçamento Base Zero (OBZ) e todos os benefícios que trará para a sua empresa.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/image-182.png-800.webp" alt="" width="800" height="533"></p>
<h2 id="o-que-e-orcamento-base-zero">O que é Orçamento Base Zero?</h2>
<p>O Orçamento Base Zero, ou OBZ, trata-se de um planejamento orçamentário que leva em consideração o período com a base zerada, deaconsiderando a média de períodos anteriores anteriores. Ou seja, sem levar em consideração alguns dados, como:</p>
<ul>
<li>Receitas.</li>
<li>Custos.</li>
<li>Despesas.</li>
<li>Investimentos de exercícios anteriores.</li>
</ul>
<p>Reduzir gastos no <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-orcamento-empresarial/">orçamento empresarial</a> é uma tarefa de extrema importância. Mas, ao mesmo tempo, é um processo que gera muitas dúvidas nos gestores de negócios. Afinal, quais gastos podem cortar sem impactar negativamente a operação da empresa?</p>
<p>Como forma de auxiliar nessa tomada de decisão, muitos empresários utilizam o <strong>orçamento base zero</strong> no controle financeiro de seus empreendimentos. O que é orçamento base zero? Quais as vantagens de elaborar este tipo de orçamento empresarial em sua empresa? Como funciona? É o que você vai saber agora ao ler o nosso artigo!</p>
<h2 id="quem-pode-utilizar-o-orcamento-base-zero">Quem pode utilizar o orçamento base zero?</h2>
<p>O orçamento base zero geralmente é utilizado por grandes corporações, mas também pode ser aplicado em empresas de menor porte. Essa ferramenta é de extrema importância. Ela faz uma análise aprofundada das reais prioridades em relação aos custos e despesas de caixa. Assim, traz uma visão a respeito do orçamento mínimo necessário para uma empresa executar as suas atividades. Tudo com base no planejamento estratégico e visão de todos os gestores do negócio.</p>
<h2 id="como-surgiu-esta-ferramenta">Como surgiu esta ferramenta?</h2>
<p>A metodologia do orçamento base zero teve seu desenvolvimento durante a década de 70 pelo professor norte-americano Peter Pyrr. Além disso, utilizaram no governo dos EUA em 1975 durante o mandato de Gerald Ford.</p>
<h2 id="como-funciona-o-orcamento-base-zero-na-pratica">Como funciona o orçamento base zero na prática?</h2>
<p>Afinal, como aplicar esta ferramenta na prática no orçamento de sua empresa? Trata-se de um processo que exige organização e engajamento em torno de todos os gestores envolvidos na sua execução.</p>
<p>É preciso fazer um levantamento a respeito das necessidades orçamentárias para a operação dos diferentes centros de custo da empresa. Então, avalia-se possíveis valores para cortá-los ou mesmo direcioná-los para outros departamentos.</p>
<p>Contar com o auxílio de um consultor financeiro especializado também é altamente recomendável. Assim, é possível extrair o máximo desta ferramenta e obter uma visão aprofundada e externa ao ambiente empresarial.</p>
<p>Um dos principais motivos pelo qual as empresa optam pelo OBZ é que se avalia que as necessidades não serão as mesmas para o próximo período e podem apresentar significativas variações. Ele é escolhido em detrimento de modelos convencionais, justamente, porque esses levam em conta exercícios anteriores. Os números anteriores também podem não representar o momento e a realidade atual da empresa.</p>
<h3 id="como-montar">Como montar</h3>
<p>O Orçamento Base Zero (OBZ) portanto, consiste em uma análise e votação por parte dos gestores de cada departamento da empresa, além do conselho diretivo. Dessa forma, decidem qual o orçamento que se estabelecerá em cada um dos setores. Ele é uma espécie de orçamento colaborativo ou descentralizado, que não é estipulado somente pelos sócios-proprietários do negócio. E é estruturado de uma forma menos hierarquizada.</p>
<p>Antes da votação de orçamento para cada setor, todos os gestores devem apresentar um projeto argumentativo. Ele deve conter as operações e metas dos seus departamentos, assim como as necessidade orçamentárias. Dessa forma, é possível fazer uma análise por parte de todos os envolvidos no processo.</p>
<p>Como o próprio nome diz, o orçamento base zero faz uma projeção de orçamento para os diferentes centros de custo a partir de uma base totalmente zerada. Isto é, sem levar em conta as despesas, receitas e demais movimentações que ocorreram em períodos anteriores.</p>
<h3 id="etapas">Etapas</h3>
<p>A seguir, vamos falar sobre as principais etapas e aspectos mais relevantes para a estruturação do orçamento base zero em sua empresa:</p>
<h4>1. Preparação</h4>
<p>O primeiro passo para executar o orçamento base zero, é treinar e reunir todos os gestores que estarão envolvidos neste processo. É preciso explicar detalhadamente como funciona este tipo de orçamento. Assim como conscientizá-los da importância de apresentarem uma visão imparcial e verdadeira a respeito das necessidades de seus respectivos departamentos. É importante deixar absolutamente claro as reais vantagens. Uma possível redução de custos no orçamento de determinado setor pode trazer benefícios para a organização de uma forma geral.</p>
<h4>2. Segmentação</h4>
<p>Separe as áreas da empresa em diferentes grupos de orçamentação, para que possam discutir suas respectivas metas e necessidades orçamentárias. Afinal, quais os resultados financeiros esperados para cada setor? O que será necessário para atingir as metas e desenvolver capital humano e intelectual?</p>
<h4>3. Definição de limiar</h4>
<p>Feito o levantamento de todas as necessidades e planejamento estratégico, os gestores de cada departamento vão estabelecer o limiar. Esse nada mais é do que o valor mínimo necessário para a operação de suas atividades.</p>
<h4>4. Classificação das despesas fixas de cada departamento</h4>
<p>Este é o momento no qual todos os gestores e diretores da empresa reúnem-se e debatem todas as projeções e necessidades de recursos levantadas durante o processo. Outrossim, apó analisar os dados é feita uma votação por parte de todos os envolvidos.</p>
<p>Assim, definem o orçamento para cada setor. Em suma, é extremamente importante que todos os envolvidos exponham seus pontos de vistas a partir de argumentações consistentes e justificando o porquê da necessidade dos recursos em questão. Dessa forma, eles desejam convencer todos os gestores participantes do processo.</p>
<p>Entre os aspectos que devem ser levados em conta na definição orçamentária, podemos listar os seguintes:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://blog.egestor.com.br/orcamento-de-vendas/">Projeção de vendas</a>;</strong></li>
<li><strong>Custos variáveis;</strong></li>
<li><strong>Despesas operacionais;</strong></li>
<li><strong>Investimentos operacionais;</strong></li>
</ul>
<figure><a href="https://youtu.be/ZIqscCj5XD0" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-ZIqscCj5XD0.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<h2 id="quais-as-principais-vantagens-de-se-aplicar-o-orcamento">Quais as principais vantagens de se aplicar o orçamento base zero?</h2>
<p>O orçamento base zero permite uma identificação mais facilitada a respeito de custos e despesas totalmente desnecessários na empresa. Isso porque traz uma visão conjunta dos diferentes gestores do negócio. A participação conjunta também é importante para deixar todos os envolvidos por dentro do planejamento estratégico da empresa para um médio e longo prazo. E, sendo assim, poderão ter um maior direcionamento em suas tomadas de decisões.</p>
<p>Dentre outras vantagens, o orçamento base zero possibilita um direcionamento mais justo e equilibrado de recursos. Isso porque é baseado completamente nas necessidades de cada departamento e auxilia na eliminação de processos desnecessários.</p>
<p>Esta metodologia promove uma maior integração entre os colaboradores envolvidos, que por sua vez tendem a aumentar a sua motivação no ambiente de trabalho. Assim, se sentem uma parte ainda mais importante do planejamento organizacional devido a autonomia que lhes foi proporcionada nas tomadas de decisões da empresa.</p>
<h2 id="e-os-riscos">E os riscos?</h2>
<p>Com certeza um dos riscos de se implementar este processo é a complexidade desse tipo de orçamento, além do fato de depender essencialmente do envolvimento de todos os gestores, caso contrário, o orçamento base zero será totalmente ineficaz.</p>
<p>Mais do que o engajamento, também é preciso que os envolvidos possuam uma visão imparcial a respeito das necessidades orçamentárias de seus departamentos e devem zelar sempre pelo interesse coletivo da empresa, além de estarem totalmente abertos a cortes em seus respectivos orçamentos.</p>
<p>Uma boa forma de implementar essa <a href="https://blog.egestor.com.br/cultura-orcamentaria/">cultura orçamentária</a> em todos os departamentos da empresa, é realizar treinamentos com todos os envolvidos, de forma que todos os gestores estejam conscientes de que seus setores podem vir a sofrer reduções de custo em prol de um bem maior: a coletividade.</p>
<p>Possíveis divergências podem vir a gerar uma série de conflitos entre os envolvidos. Por isso é imprescindível que os gestores sejam bem relacionados entre si e estejam abertos para receber críticas e visões diferentes daquela a qual possuem.</p>
<h2 id="quando-e-recomendavel-utilizar-o-orcamento-base-zero">Quando é recomendável utilizar o orçamento base zero?</h2>
<p>Em empresas que ingressaram recentemente no mercado e não possuem um histórico de dados e movimentações financeiras para a análise, obviamente o orçamento base zero deve ser realizado.</p>
<p>No caso de empresas mais consolidadas no mercado, a realização ou não do orçamento base zero vai depender do ambiente interno, volatilidade do mercado e cenário econômico no qual a empresa está inserida, bem como a eficácia das metodologias adotadas no momento e as novas possibilidades que podem surgir, sejam elas decorrentes de inovações tecnológicas ou mudanças na legislação.</p>
<h2 id="como-um-software-de-gestao-empresarial-pode-ser-importante">Como um software de gestão empresarial pode ser importante na sua gestão orçamentária?</h2>
<p>Gerenciar os orçamentos para os diferentes centros de custo da sua empresa, é uma tarefa que exige bastante trabalho, devido a necessidade de lidar com uma grande quantidade de dados referentes a despesas e receitas de cada departamento. Por meio de um software de gestão empresarial como o eGestor, é possível organizar os diferentes setores de sua empresa em uma única plataforma, sem a necessidade de armazenar inúmeras planilhas.</p>
<p>A outra vantagem de um sistema como o eGestor, é a possibilidade de permitir acesso aos dados do sistema a todos os gestores do seu negócio, para que possam controlar os seus departamentos de uma forma independente, gerando uma grande economia de tempo e ganho de eficiência no processo de <a href="https://blog.egestor.com.br/gestao-orcamentaria/">gestão orçamentária</a>!</p>
<h2 id="consideracoes-finais">Considerações finais</h2>
<p>Em conclusão, fica claro que o Orçamento Base Zero (OBZ) é de extrema importância para um bom funcionamento da emrpesa, alepm de colaborar específicamente com o setor financeiro.</p>
<p>Dessa forma, sua emrpesa estará seguro frente aos custos e despesas, para que todo o processo possa seja feito da melhor maneira possível. Pois os cortes passam a ser feitos de forma conciente e com embasamento.</p>
<p>Então, volte aqui neste material sempre que você precisar de informações completas e de grande relevância para o seu empreendimento. Mas lembre-se, é muito importante que você se informe, porém deve ter um bom planejamento estratégico para que este ensinamento seja colocado em prática com sucesso.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Or%C3%A7amento-Base-Zero-OBZ-saiba-tudo-a-respeito.jpg" type="image/jpeg" length="83784"/>
    </item>
    <item>
      <title>Capital de giro: entenda o que é e como calcular</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/capital-de-giro/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/capital-de-giro/</guid>
      <pubDate>Wed, 16 Oct 2019 07:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Controle Financeiro</category>
      <category>gestão financeira</category>
      <description>O capital de giro é a somatória das disponibilidades financeiras de uma empresa. Confira o que é o capital de giro e como calcular!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<h2 id="o-que-e-o-capital-de-giro">O que é o capital de giro?</h2>
<p>O capital de giro é o valor que a empresa deve ter para arcar com as despesas diárias para o seu funcionamento.</p>
<p>Quando a empresa está sendo estruturada para iniciar o negócio, o capital de giro tem uma função ampliada. Ele é calculado e planejado para manter em caixa e conseguir cumprir todas as obrigações de acordo com o planejamento do negócio.</p>
<p>Em síntese, o montante que representa o capital de giro deve ser superior às despesas fixas da empresa.</p>
<h2 id="para-que-serve-o-capital-de-giro">Para que serve o capital de giro?</h2>
<p>O capital de giro serve para garantir a saúde financeira da empresa. Cobrir os custos e despesas para seu funcionamento diário e ter capacidade de gerar lucro líquido, como, por exemplo, em vendas à prazo, manutenção de estoque, entre outros.</p>
<h2 id="qual-o-objetivo-do-capital-de-giro">Qual o objetivo do capital de giro?</h2>
<p>O objetivo do capital de giro é permitir à empresa realizar todas as suas atividades para manter o seu funcionamento. Assim, ele garante que a empresa tenha recursos suficientes para conseguir cumprir suas obrigações, ter estabilidade e uma boa saúde financeira.</p>
<h2 id="qual-a-importancia-do-capital-de-giro">Qual a importância do capital de giro?</h2>
<p>O capital de giro é importante para garantir a saúde financeira da empresa.</p>
<p>É ele que garante que a empresa tenha dinheiro em caixa para quitar seus compromissos futuros. Por exemplo, quando uma venda é feita a prazo, a empresa não recebe o dinheiro. Então como ela fará para arcar com as suas responsabilidades?</p>
<p>O capital de giro é o que garante que esse valor exista em caixa, medindo assim, as promoções e vendas do negócio.</p>
<p>Dessa forma, é imprescindível planejar e calcular o valor necessário.</p>
<h2 id="por-que-ter-capital-de-giro">Por que ter capital de giro?</h2>
<p>Uma empresa deve ter capital de giro para manter a saúde e flexibilidade das finanças em qualquer situação. Assim, ela garante segurança e estabilidade da empresa perante o mercado e nas realizações de suas atividades diárias.</p>
<h2 id="quais-sao-os-tipos-de-capital-de-giro">Quais são os tipos de capital de giro?</h2>
<p>Os tipos são:</p>
<h3 id="capital-de-giro-liquido-ou-circulante">Capital de giro líquido ou circulante</h3>
<p>O capital de giro líquido, também chamado de circulante, é a diferença entre os ativos circulantes e os passivos circulantes. Ou seja, tudo que a empresa tem que pode ser convertido em dinheiro no período de 12 meses, subtraindo todas as obrigações financeiras que a empresa deve arcar no mesmo período.</p>
<p>Nesse tipo é levado em consideração a sua liquidez: se o bem pode ser convertido em dinheiro em quanto tempo.</p>
<p>Portanto, nesse tipo de capital de giro, são considerados apenas ativos de liquidez imediata.</p>
<h3 id="capital-de-giro-negativo">Capital de giro negativo</h3>
<p>O capital de giro negativo é quando os ativos circulantes são menores que os passivos circulantes. Ou seja, o que a empresa tem em dinheiro não cobre as suas despesas.</p>
<p>Nesse caso, o dono do negócio deve ficar em alerta, porque isso indica que algo pode estar errado no <a href="https://blog.egestor.com.br/controle-financeiro-como-fazer/">controle financeiro</a>.</p>
<h3 id="capital-de-giro-proprio">Capital de giro próprio</h3>
<p>O capital de giro próprio é quando a empresa consegue acumular um saldo positivo entre a diferença de ativos e passivos circulantes. Ou seja, ela consegue gerar o seu capital sem precisar recorrer a empréstimos ou recursos de terceiros para manter seu capital.</p>
<p>Quando o negócio se encontra nessa situação, é porque ele consegue se manter sozinho, apenas com a receita das vendas. Normalmente, a melhor maneira de saber se a empresa já está nesse ponto, e até de chegar nesse ponto, é fazendo um controle de fluxo de caixa preciso.</p>
<p>O fluxo de caixa é uma ferramenta para que a empresa consiga controlar todos os valores que entram e que saem do caixa.</p>
<h3 id="capital-de-giro-associado-a-investimentos">Capital de giro associado a investimentos</h3>
<p>O capital de giro associado a investimentos é quando parte do valor é destinado a pagar os custos de uma operação investidora. Se o capital de giro diminuir e a causa for o investimento, significa que a empresa está crescendo. É conhecido também como investimento misto.</p>
<h2 id="qual-a-diferenca-entre-capital-de-giro-e-capital-social">Qual a diferença entre Capital de Giro e Capital Social?</h2>
<p>O capital social é o valor que a empresa dispõe no momento da abertura, enquanto o capital de giro é o quanto a empresa consegue arcar com as suas responsabilidades financeiras.</p>
<p>O capital social se refere à liquidez da empresa, ao valor do patrimônio de abertura da empresa. Assim, nele, entram bens móveis e imóveis.</p>
<p>Já o capital de giro se refere ao montante que a empresa possui para suprir as necessidades diárias, que corresponde à diferença entre o ativo circulante e o passivo circulante.</p>
<h2 id="qual-a-diferenca-entre-capital-social-e-fluxo-de-caixa">Qual a diferença entre Capital Social e Fluxo de Caixa?</h2>
<p>O fluxo de caixa é o dinheiro que entra e sai diariamente na empresa, já o capital de giro é a diferença entre os ativos e passivos circulantes.</p>
<p>O <a href="https://blog.egestor.com.br/fluxo-de-caixa/">fluxo de caixa</a> é um relatório contábil, que mede o quanto a empresa tem de lucro ou prejuízo. Ele que faz o controle diariamente do dinheiro da empresa.</p>
<p>Enquanto isso, o capital social é o que indica se a empresa consegue arcar com as suas contas.</p>
<h2 id="como-saber-se-preciso-de-capital-de-giro">Como saber se preciso de capital de giro?</h2>
<p>Para saber se a empresa precisa de capital de giro basta verificar a situação financeira do negócio. Normalmente todas as empresas precisam desse valor, devido a necessidade de cobrir possíveis despesas ou imprevistos, principalmente quando está nos primeiros meses de vida. Além disso, o capital de giro sinaliza uma boa saúde financeira para a empresa.</p>
<h3 id="como-saber-o-capital-de-giro-necessario-para-minha-empresa">Como saber o capital de giro necessário para minha empresa?</h3>
<p>Para saber a necessidade de capital de giro de um negócio é possível calcular a <a href="https://blog.egestor.com.br/necessidade-de-capital-de-giro-ncg/">NCG (Necessidade de Capital de Giro)</a>. A NCG é um indicador que mede o valor necessário para a empresa.</p>
<p>Esse indicador é definido pelo fluxo de caixa e pode ser calculado pelo ciclo financeiro ou pelo balanço patrimonial. O cálculo pode ser feito com algumas bases, são elas:</p>
<h4>Pelo ciclo financeiro</h4>
<ul>
<li>NCG = Prazos Médio de Recebimento - Prazos Médio de Pagamento</li>
</ul>
<p>Nessa fórmula, o prazo médio de recebimento significa o tempo médio entre o momento da venda e o do pagamento pelo cliente.</p>
<p>Já o prazo médio de pagamento é o tempo médio entre o momento da compra dos insumos para produção e o pagamento dessas compras.</p>
<h4>Pelo balanço de pagamento</h4>
<ul>
<li>NCG = Ativo Circulante Operacional - Passivo Circulante Operacional</li>
</ul>
<p>Ou</p>
<ul>
<li>NCG = Contas a Receber + Estoques - Contas a Pagar</li>
</ul>
<p>Quando o resultado desses cálculos são negativos, ele significa que a empresa precisará de um valor de capital de giro para arcar com as despesas. Ao contrário, representa que a empresa não precisará desse montante.</p>
<h2 id="como-calcular-o-capital-de-giro">Como calcular o capital de giro</h2>
<p>A fórmula para calcular o capital de giro é:</p>
<ul>
<li>Capital de Giro Líquido = Ativo Circulante - Passivo Circulante</li>
</ul>
<p>Nessa fórmula os ativos representam as entradas, ou seja, todo o dinheiro que entra na empresa em um curto período de tempo, com alta liquidez. Já os passivos circulantes são as despesas que a empresa tem no curto prazo, todo o dinheiro que sai.</p>
<h2 id="quando-calcular">Quando calcular?</h2>
<p>O capital de giro deve ser calculado quando a empresa fizer o planejamento para sua abertura. Isso porque nos primeiros meses a empresa normalmente não consegue gerar receita suficiente para manter o funcionamento.</p>
<p>Contudo, esse não é o tipo de cálculo que se faz apenas uma vez. É importante fazer o cálculo do capital de giro periodicamente, porque a empresa vive em constante mudança.</p>
<h2 id="como-conseguir-capital-de-giro">Como conseguir capital de giro?</h2>
<p>Para conseguir capital de giro é necessário fazer uma pesquisa para identificar qual método melhor combina com a empresa. Também é interessante fazer um levantamento da situação financeira da empresa para identificar possíveis gargalos, o quanto que a empresa tem do capital comprometido e quanto pode comprometer em caso de necessidade de empréstimo.</p>
<p>Portanto, antes de ir em busca desse valor, realize um levantamento financeiro da empresa e mapeie todas as informações necessárias sobre a qualidade das finanças. Assim, com base nos resultados da análise, busque o melhor meio de adquirir capital de giro.</p>
<h3 id="antecipacao-de-recebiveis">Antecipação de recebíveis</h3>
<p>A <a href="https://blog.egestor.com.br/antecipacao-de-recebiveis-entenda-o-funcionamento-e-saiba-como-fazer/">antecipação de recebíveis</a> equivale a antecipar parcelas de cartão de crédito, cheques, duplicatas e carnês. Ela antecipa valores que seriam pagos à empresa com um prazo maior, assim, é possível levantar um montante que pode ser utilizado como capital de giro.</p>
<h3 id="emprestimos">Empréstimos</h3>
<p>O empréstimo é outra forma de conseguir capital de giro. Contudo, é importante fazer um planejamento financeiro para que o empréstimo não se torne uma dívida para a empresa. Isso porque há incidência de juros no valor total do empréstimo, que deve ser levado em consideração na hora de calcular as vantagens do mesmo.</p>
<h3 id="crowdfunding">Crowdfunding</h3>
<p>O crowdfunding é um financiamento coletivo que consiste em um grupo de pessoas que realizam aporte para investir em uma determinada empresa. Normalmente é utilizado por empresas que querem expandir seu negócio, como startups, por exemplo. Essas pessoas que realizam o crowdfunding podem só financiar o negócio ou se tornar sócio.</p>
<h3 id="consorcio">Consórcio</h3>
<p>Realizar um consórcio é uma das formas de conseguir capital de giro. Para dar andamento no consórcio é necessário o empresário, ou a empresa, ter um imóvel em seu nome. A partir do investimento em uma carta de crédito, o empreendedor poderá realizar o planejamento de investimento a médio e longo prazo.</p>
<h3 id="financiamento-empresarial">Financiamento empresarial</h3>
<p>Alguns bancos e instituições financeiras realizam empréstimos para empresas. Contudo, para a empresa conseguir o empréstimo é importante atender os pré-requisitos solicitados pelas instituições.</p>
<h3 id="clientes">Clientes</h3>
<p>Os clientes são a principal forma da empresa conseguir capital de giro. Assim, trace estratégias para atrair novos clientes e fidelizar os que já possui, priorize vendas à vista ou a crédito para conseguir acumular o montante necessário e antecipe parcelas de compras.</p>
<h3 id="estoque">Estoque</h3>
<p>O estoque é o principal ativo de empresas que comercializam produtos, uma vez que nele estão todos os produtos que serão convertidos em dinheiro.</p>
<p>Por isso, é importante analisar o estoque para saber os produtos com maior saída, montar estratégias para ter maior <a href="https://blog.egestor.com.br/giro-de-estoque/">giro de estoque</a> e dar saída nos produtos com mais tempo em estoque. Esse método pode ser trabalhado com clientes e marketing para aumentar as vendas, gerando recursos necessários para o capital de giro.</p>
<h3 id="corte-de-custos-e-despesas">Corte de custos e despesas</h3>
<p>Realizar uma análise financeira da empresa e cortar custos e despesas pode ser um meio de conseguir acumular recursos para geração de capital de giro. Assim, trabalhar com as finanças organizadas e enxutas trará maiores benefícios ao negócio.</p>
<h3 id="recursos-proprios">Recursos próprios</h3>
<p>Utilizar dinheiro pessoal ou até investimentos anteriores é uma opção para gerar capital de giro sem ter que pagar juros às instituições financeiras ou ficar devendo a terceiros. Contudo, é importante planejamento e organização para que as finanças pessoais não se misturem com as finanças da empresa, gerando dívidas ou problemas maiores.</p>
<h3 id="buscar-investidores-ou-parceiros-de-negocio">Buscar investidores ou parceiros de negócio</h3>
<p>Buscar investidores ou parcerias para o negócio é uma boa opção. Essa forma de conseguir capital de giro possibilita aumentar o capital da empresa e não só gerar capital de giro.</p>
<h2 id="estrategias-de-capital-de-giro">Estratégias de capital de giro</h2>
<p>As estratégias de capital de giro estão diretamente ligadas à vida financeira da empresa. Os fatores financeiros, principalmente os momentos de baixa e alta, influenciam no ciclo.</p>
<p>Para as estratégias serem efetivas há um conjunto de mecanismos que podem ser utilizados para isso.</p>
<ul>
<li><strong>Estratégia de hedging</strong>: é uma estratégia de proteção para garantir a eficiência do capital de giro. Para traçar essa estratégia é importante avaliar a situação financeira da empresa e estudar possíveis opções de proteção.</li>
<li><strong>Conservadora</strong>: estratégia mais segura por ter uma liquidez maior que impacta na lucratividade. Financia o capital de giro permanente e parte do temporário.</li>
<li><strong>Agressiva</strong>: estratégia mais arriscada com pouca liquidez, porém consegue financiar o capital de giro temporário e uma parcela do permanente.</li>
</ul>
<h2 id="gestao-de-capital-de-giro">Gestão de capital de giro</h2>
<p>O controle do capital de giro é importante porque está associado aos ativos e passivos da empresa. Ele pode ser controlado através de algumas ferramentas de gestão e planejamento.</p>
<h3 id="planejamento">Planejamento</h3>
<p>Planejar o capital de giro faz com que se saiba o valor que a empresa precisa para funcionar de maneira correta. Porque, a partir disso, apenas com o planejamento você já poderá se organizar, além de descobrir quando e como serão os momentos certos de utilizá-lo. A redução de alguns custos, assim como os seus cortes, sempre que possível, auxiliam neste processo. Lembre-se de planejar a longo, médio e curto prazo.</p>
<h3 id="organizacao-dos-ativos-e-passivos">Organização dos ativos e passivos</h3>
<p>Organizar e acompanhar as entradas e saídas dos recursos da empresa ajuda o capital de giro a ser mais efetivo. Esse controle é muito importante para que a saúde financeira se mantenha positiva.</p>
<h3 id="sistemas-para-controle-do-capital-de-giro">Sistemas para controle do capital de giro</h3>
<p>Existem diversos sistemas online disponíveis para facilitar o controle do capital de giro. Com eles, é possível automatizar as funções e informações, garantindo que todos os dados sejam registrados.</p>
<p>Afinal, quando feitos de forma manual, as chances dos cálculos estarem equivocados e se perderem entre os processos é maior.</p>
<h3 id="gestao-de-estoque">Gestão de estoque</h3>
<p>A gestão de estoque é importante, principalmente para saber qual o valor em estoque e como dar saída nos produtos. Não adianta ter ativos em estoque sem ter saída, assim, não é possível obter capital de giro.</p>
<h3 id="analise-dos-relatorios-financeiros">Análise dos relatórios financeiros</h3>
<p>A análise dos relatórios financeiros é importante porque eles informam a situação financeira e patrimonial da empresa. Através deles é possível auferir como a empresa está, realizar planejamento, traçar metas e objetivos, e prever situações futuras.</p>
<h3 id="investimento-em-tecnologia">Investimento em tecnologia</h3>
<p>O investimento em tecnologia é imprescindível para uma empresa independente do seu porte. A tecnologia é um aliado ao realizar gestão e planejamento em qualquer área da empresa. E para o capital de giro, um software que auxilie nos cálculos, ajuda a minimizar erros e prever possíveis situações e sinalizar ajustes a serem feitos.</p>
<h2 id="vantagens-de-controlar-o-capital-de-giro">Vantagens de controlar o capital de giro</h2>
<p>As vantagens de controlar o capital de giro são diversas. O controle ajuda a organizar a empresa e permite que ela mantenha o padrão de qualidade.</p>
<p>Um bom sistema que conte com possibilidades organizacionais, pode facilitar e muito este e qualquer outro controle. A rapidez e a precisão dos resultados inseridos e/ou analisados acabam sendo imensas.</p>
<h2 id="escolha-a-melhor-estrategia-para-capital-de-giro">Escolha a melhor estratégia para capital de giro</h2>
<p>Quando o assunto é sistema de gestão, é necessário escolher uma opção que atende as necessidades da sua empresa. Assim, se a sua empresa emite notas, ela deve buscar um sistema de gestão que também seja emissor de notas.</p>
<p>Mas, falando em capital de giro, é importante que o sistema realize o controle de entrada e saída de recursos, incluindo o fluxo de caixa, estoque e outros itens que fazem parte do ativo e passivo circulante.</p>
<p>A sua empresa pode se destacar perante o mercado contando com a estratégia certa se tiver acesso a um programa adequado.</p>
<p>A ideia é escolher uma estratégia que contemple as necessidades da empresa, além de ser de fácil implementação para você empreendedor ter todo o controle de gestão e possa emitir notas fiscais, tanto de serviços como para o consumidor.</p>
<p>E este deve ser sempre o seu objetivo como gestor: fazer com que a sua empresa seja destaque perante as outras.</p>
<h2 id="como-otimizar-a-gestao-do-capital-de-giro">Como otimizar a gestão do capital de giro?</h2>
<h3 id="producao-e-estoque">Produção e estoque</h3>
<p>Para fazer uma gestão do capital de giro mais eficaz, primeiramente busque identificar todos os detalhes que fazem parte do seu processo produtivo, desde a recepção dos insumos até o processo de embalagem, se for o caso.</p>
<p>Com esse mapa devidamente delineado começa a busca pela diminuição do tempo de produção e de estocagem. Assim, é possível oferecer promoções, para aproveitar oportunidades de sazonalidade.</p>
<p>Além disso, o tempo de estoque também deve ser confirmado. A fim de evitar prejuízos relacionados à negligência na verificação das datas de validade de um insumo qualquer, por exemplo.</p>
<h3 id="dinheiro-em-caixa">Dinheiro em caixa</h3>
<p>Da mesma forma, o dinheiro em caixa deve ser muito bem gerenciado, fazendo os pagamentos, quando possível de maneira antecipada, para que seja viável negociar descontos. Só essa postura já melhora o clima entre a empresa e seus fornecedores, além de trazer folga financeira no médio prazo.</p>
<p>Vale ressaltar que financiamentos não são a melhor opção para a obtenção de recursos de caixa, por possuir juros e as demais taxas bancárias que são gastos. O mais adequado é considerar no planejamento taxas e juros quando utilizar recursos de terceiros, assim, como também possíveis imprevistos financeiros.</p>
<p>Dessa forma, o financiamento só é realmente bom quando o custo total do empréstimo for menor que as taxas de retorno obtidas pela empresa em operações normais de venda.</p>
<h3 id="prazos-de-pagamento">Prazos de pagamento</h3>
<p>Os prazos médios de pagamento e de recebimento são as molas que regulam uma boa gestão financeira empresarial. Se você tiver que pagar seus fornecedores antes de receber de seus clientes, por exemplo, o negócio até poderá se sustentar durante alguns ciclos financeiros, mas certamente terá problemas de capital de giro em breve.</p>
<p>Para evitar esse cenário nada favorável, não hesite em negociar prazos, quer seja comprando em maiores quantidades ou, se for o caso, mudando de fornecedor. Outra solução possível é a antecipação de recebíveis. O que fará com que suas vendas a prazo se convertam em operações à vista. Só tome cuidado para não tornar esse procedimento rotina, pois o recebimento antecipado gera taxas bancárias indesejadas.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/246-1.png" type="image/png" length="363376"/>
    </item>
    <item>
      <title>Plano de contas: entenda a sua importância e saiba elaborar!</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/plano-de-contas-entenda-a-sua-importancia/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/plano-de-contas-entenda-a-sua-importancia/</guid>
      <pubDate>Fri, 22 Jun 2018 16:17:22 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Sistema de Gestão</category>
      <category>Controle Financeiro</category>
      <category>gestão financeira</category>
      <description>Existem 4 tipos de plano de contas: contábil, o gerencial, o referencial e o centro de custo. Os quais falaremos mais detalhadamente ao longo deste artigo.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Elaborar o <strong>plano de contas</strong> é essencial para direcionar toda a contabilidade de sua empresa. É por meio deste documento que se pode visualizar importantes indicadores de desempenho financeiros referentes ao seu negócio, como o <a href="https://blog.egestor.com.br/balanco-patrimonial/">balanço patrimonial</a> e a Demonstração do Resultado do Exercício (<a href="https://blog.egestor.com.br/dre/">DRE</a>).</p>
<p>Existem 4 tipos de plano de contas:</p>
<ul>
<li>o plano de contas contábil;</li>
<li>o plano de contas gerencial;</li>
<li>o plano de contas referencial;</li>
<li>o centro de custo.</li>
</ul>
<p>O plano de contas contábil e o referencial apresentam um padrão de escrituração fiscal. Já os demais modelos podem variar a sua estrutura de acordo com as necessidades e movimentações financeiras de cada empresa.</p>
<p>No decorrer deste artigo, vamos falar mais a respeito da importância do plano de contas. E também de que forma basicamente este documento deve ser estruturado.</p>
<h2 id="como-estruturar-o-plano-de-contas-contabil">Como estruturar o plano de contas contábil?</h2>
<p>O plano de contas contábil é dividido em quatro grupos: ativos, passivos, receitas e despesas. Veja os elementos que compõem cada um destes grupos:</p>
<h3 id="ativos">Ativos</h3>
<p>Os ativos de uma empresa, nada mais são do que recursos e bens que são de sua propriedade. Como exemplos de ativos, podemos citar valores de contas a receber. Ou o fato de ter um imóvel próprio para a operação do negócio. Assim, os ativos são subdivididos em:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://blog.egestor.com.br/ativo-circulante/">Ativo circulante</a>:</strong> são bens que já foram convertidos em dinheiro e recursos que já se encontram no orçamento empresarial;</li>
<li><strong>Ativo não-circulante</strong>: contas a receber no ano seguinte;</li>
<li><strong>Ativo imobilizado</strong>: bens referentes a móveis e imóveis. E que representam um determinado valor, mas que não foram convertidos, ou seja, encontram-se "imobilizados";</li>
</ul>
<h3 id="passivos">Passivos</h3>
<p>São as movimentações financeiras que acabam causando uma redução no orçamento, como contas a pagar e deduções de impostos. Da mesma forma que os ativos, os passivos de uma empresa também possuem algumas subdivisões no plano de contas contábil:</p>
<ul>
<li><strong>Passivo circulante</strong>: são compromissos financeiros os quais a empresa ainda necessita arcar. Aqui podem ser inclusos salários de funcionários, especificando valores referentes a horas extras e outros adicionais. Além de impostos e outras contas a pagar, que também devem ser especificadas. Os passivos circulantes são referentes a obrigações que devem ser sanadas dentro de um curto prazo;</li>
<li><strong>Passivo não-circulante</strong>: são contas que terão de ser pagas no ano seguinte;</li>
<li><strong>Patrimônio líquido</strong>: consiste nas obrigações da empresa para com os seus sócios, que são os pagamentos dos valores referentes ao <a href="https://blog.egestor.com.br/o-que-e-pro-labore/">pró-labore</a>;</li>
</ul>
<h3 id="receitas">Receitas</h3>
<p>As receitas podem ser subdivididas em dois grupos:</p>
<ul>
<li><strong>Receitas operacionais</strong>: são todos os valores de entrada em caixa referentes especificamente as atividades fins da empresa. Como as receitas geradas pelas vendas, <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-controle-de-producao/">produção</a> e prestação de serviços, por exemplo.</li>
<li><strong>Receitas não-operacionais:</strong> são receitas alternativas da empresa, aquelas que não estão ligadas especificamente as suas atividades. Aqui pode se exemplificar valores referentes a mensalidade por parte de uma empresa parceira. Ou então em caso de uma venda de algum ativo imobilizado;</li>
</ul>
<h3 id="despesas">Despesas</h3>
<ul>
<li><strong>Despesas operacionais:</strong> da mesma forma que as receitas, as despesas operacionais são gastos absolutamente necessários. Já que estão ligadas diretamente as atividades-fins da empresa. Como aquisições de produtos para o estoque e pagamento de funcionários, por exemplo;</li>
<li><strong>Despesas não-operacionais:</strong> são deduções orçamentárias que não estão relacionadas as atividades empresariais. Como patrocínio a um determinado evento ou valores destinados a doações;</li>
</ul>
<h2 id="centro-de-custo">Centro de custo</h2>
<p>A diferença do <a href="https://blog.egestor.com.br/centro-de-custo-saiba-as-vantagens/">centro de custo</a>, é que enquanto o plano de contas contábil apresenta uma visão mais geral das receitas e despesas da empresa, o centro de custo é uma espécie de <a href="https://egestor.com.br/recursos/sistema-de-controle-financeiro.php?afl=11" rel="noopener">controle financeiro</a> independente para cada área da empresa. Organizar finanças por centro de custo é gerir as finanças de cada setor de uma forma mais específica. Como, por exemplo: um centro de custo para controlar o orçamento, despesas e receitas geradas pelo setor de marketing. Ou um centro de custo para o setor administrativo, e assim por diante.</p>
<p>Portanto, os centros de custo possibilitam uma gestão financeira mais organizada. E ainda facilitam a identificação das áreas que geram maiores receitas e despesas para a empresa. Assim, permitindo um direcionamento mais equilibrado dos recursos de acordo com as necessidades de cada centro de custo.</p>
<p><a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-controle-financeiro-gratis/"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Banner-Planilha-Controle-Financeiro.png-760.webp" alt="Planilha de controle Financeiro gratuita" width="760" height="142"></a></p>
<h2 id="quais-as-diferencas-entre-um-plano-de-contas-contabil-e-um">Quais as diferenças entre um plano de contas contábil e um plano gerencial?</h2>
<p>Os planos de conta contábeis são realizados por todas as empresas. E possuem um padrão de escrituração igual para todos os negócios. A elaboração do plano contábil é de absoluta obrigatoriedade para que as empresas possam estar de acordo com a legislação. Além de demonstrar com clareza todos os seus rendimentos.</p>
<p>O plano de contas gerencial pode ser elaborado em planilhas financeiras, como uma <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-contas-a-pagar-e-receber/"><strong>Planilha de Contas a Pagar e Receber</strong>,</a> ou se preferir uma solução mais informatizada, em um sistema de gestão empresarial, para que seja possível ter um entendimento mais aprofundado em relação a todas as finanças de sua empresa por meio de relatórios gerenciais automatizados.</p>
<p>Por um lado, o plano de contas contábil é elaborado pelo contador das empresas de acordo com as normas vigentes. Já o plano gerencial não apresenta um padrão para todas as empresas. Podendo, assim ser elaborado de uma forma bem mais simplificada.Sendo sem a subdivisão de ativos e passivos circulantes. Trata-se de um documento bem mais flexível de acordo com os objetivos de análise para cada empresa.</p>
<p>As subdivisões de cada centro de custo, também são adequadas de acordo com a natureza de cada negócio. O plano de contas gerencial pode ser elaborado em planilhas financeiras ou se preferir uma solução mais informatizada, em um <a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener">sistema de gestão empresarial</a>, para que seja possível ter um entendimento mais aprofundado em relação a todas as finanças de sua empresa por meio de <a href="https://blog.egestor.com.br/?s=relat%C3%B3rios+gerenciais+">relatórios gerenciais</a> automatizados.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>
<h2 id="e-o-plano-de-contas-referencial-o-que-e">E o plano de contas referencial, o que é?</h2>
<p>O plano de contas referencial também é um modelo de documento totalmente padronizado pela Receita Federal do Brasil. A finalidade deste documento é fazer com que as empresas informem a receita todos os seus saltos contábeis, de acordo com os padrões estabelecidos pelo <a href="https://blog.egestor.com.br/o-que-e-o-sped-fiscal/">Sistema Público de Escrituração Digital</a> (SPED).</p>
<h2 id="como-funciona-o-plano-de-contas-no-egestor">Como funciona o plano de contas no eGestor</h2>
<p>O eGestor é um software de gestão empresarial. Ele possibilita a configuração do plano de contas da sua empresa de uma forma totalmente online e automatizada. Isso, a partir de todas as receitas e despesas cadastradas no sistema. Assim, você pode configurar suas receitas e despesas relacionadas aos mais diversos centros de custo de sua empresa. Além de enxergar com clareza todas as movimentações financeiras do seu negócio. Também gerar relatórios de importantes indicadores financeiros do seu negócio como DRE, ABC de vendas e muitos outros.</p>
<p>Quer testar estas e outras ferramentas do eGestor de uma forma totalmente gratuita durante 15 dias? Então, basta acessar o <a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener">site</a> e começar agora mesmo, de uma forma simples e intuitiva:</p>
<figure><a href="https://youtu.be/q6whViqaR6c" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-q6whViqaR6c.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Fotolia_177783314_Subscription_Monthly_M.jpg" type="image/jpeg" length="105718"/>
    </item>
  </channel>
</rss>
