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    <title>destaque — eGestor Blog</title>
    <link>https://blog.egestor.com.br/tag/destaque/</link>
    <description>Posts com a tag destaque em eGestor Blog.</description>
    <language>pt-BR</language>
    <lastBuildDate>Tue, 01 Sep 2026 15:06:36 -0300</lastBuildDate>
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      <title>Gestão Empresarial [2026]: O que é, tipos, pilares e como aplicar</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/gestao-empresarial/</link>
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      <pubDate>Wed, 20 May 2026 15:01:16 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Sistema de Gestão</category>
      <category>Destaques</category>
      <category>Empreendedorismo</category>
      <category>destaque</category>
      <description>Aprenda o que é gestão empresarial, quais são os principais tipos, pilares e como aplicar na prática - do MEI à grande empresa. Guia completo.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>gestão empresarial</strong> é o conjunto de processos, estratégias e práticas que permitem a uma empresa planejar, organizar, dirigir e controlar seus recursos para alcançar resultados concretos. Sem ela, até o negócio mais promissor corre o risco de fracassar.</p>
<p>Neste guia completo, você vai entender o que é gestão empresarial, quais são os principais tipos, os pilares fundamentais, as áreas envolvidas e, principalmente, <strong>como aplicar na prática</strong> — do MEI à grande empresa.</p>
<h2 id="o-que-e-gestao-empresarial">O que é gestão empresarial?</h2>
<p>Gestão empresarial é a administração integrada de todos os recursos e atividades de uma organização com foco em resultados sustentáveis. Abrange desde o planejamento estratégico até a execução operacional, passando pelo controle financeiro, gestão de pessoas, marketing e produção.</p>
<p>Em termos práticos, gerir uma empresa significa tomar decisões baseadas em dados, liderar equipes com propósito, monitorar indicadores de desempenho (KPIs) e ajustar o rumo sempre que o mercado exigir. É a diferença entre uma empresa que apenas sobrevive e uma que cresce com consistência.</p>
<p>Segundo o IBGE, <strong>cerca de 60% das empresas brasileiras fecham em menos de 5 anos</strong>. A falta de gestão eficaz é uma das principais causas. Entender como gerir bem é, portanto, uma questão de sobrevivência empresarial.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/73-3.png-2000.webp" alt="Gestão Empresarial" width="2000" height="1334"></p>
<h2 id="por-que-a-gestao-empresarial-e-importante">Por que a gestão empresarial é importante?</h2>
<p>Toda empresa, independentemente do porte ou segmento, precisa de gestão. Sem ela, os recursos são desperdiçados, as decisões são tomadas no improviso e os resultados ficam imprevisíveis.</p>
<p>A gestão empresarial é importante porque:</p>
<ul>
<li><strong>Dá direção estratégica</strong> — define aonde a empresa quer chegar, alinhando <a href="https://blog.egestor.com.br/missao-visao-e-valores/">missão, visão e valores</a> com a operação do dia a dia;</li>
<li><strong>Otimiza o uso de recursos</strong> — evita desperdícios de tempo, dinheiro e mão de obra;</li>
<li><strong>Melhora a tomada de decisão</strong> — decisões baseadas em dados e análises, não em achismos;</li>
<li><strong>Aumenta a competitividade</strong> — empresas bem geridas respondem mais rápido às mudanças de mercado;</li>
<li><strong>Garante sustentabilidade</strong> — crescimento consistente em vez de picos seguidos de crises.</li>
</ul>
<h2 id="areas-da-gestao-empresarial">Áreas da gestão empresarial</h2>
<p>A gestão empresarial não é uma área única — ela engloba diferentes frentes que trabalham de forma integrada. Veja as principais:</p>
<h3 id="secao-1-gestao-financeira">1. Gestão financeira</h3>
<p>Controla o dinheiro que entra e sai da empresa. Inclui planejamento orçamentário, controle de custos e análise do <a href="https://blog.egestor.com.br/lucro/">lucro</a>. Uma boa gestão financeira começa com o acompanhamento rigoroso do <a href="https://blog.egestor.com.br/faturamento/">faturamento</a> e a leitura mensal do <a href="https://blog.egestor.com.br/dre/">DRE (Demonstração do Resultado do Exercício)</a>.</p>
<h3 id="secao-2-gestao-de-pessoas-rh">2. Gestão de pessoas (RH)</h3>
<p>Cuida do recrutamento, treinamento, desenvolvimento e retenção de talentos. Inclui a estruturação de cargos e lideranças — desde analistas até o <a href="https://blog.egestor.com.br/gerente-funcoes-importancia-categorias/">gerente</a> — e a criação de uma cultura organizacional sólida que mantém a equipe engajada.</p>
<h3 id="secao-3-gestao-de-marketing-e-vendas">3. Gestão de marketing e vendas</h3>
<p>Define como a empresa se posiciona no mercado, atrai clientes e os converte em compradores recorrentes. Envolve análise de concorrência, estratégias de comunicação e o acompanhamento de métricas como o <a href="https://blog.egestor.com.br/custo-de-aquisicao-de-clientes-cac/">CAC (Custo de Aquisição de Clientes)</a>.</p>
<h3 id="secao-4-gestao-de-operacoes-e-logistica">4. Gestão de operações e logística</h3>
<p>Gerencia os processos produtivos, controle de estoque e a cadeia de suprimentos. Uma <a href="https://blog.egestor.com.br/logistica/">logística</a> bem estruturada reduz custos operacionais e melhora o prazo de entrega e a experiência do cliente.</p>
<h3 id="secao-5-gestao-estrategica">5. Gestão estratégica</h3>
<p>É a área que conecta todas as outras. Define os objetivos de longo prazo, analisa o ambiente externo e interno com ferramentas como a <a href="https://blog.egestor.com.br/analise-swot-fofa/">Análise SWOT</a> e o <a href="https://blog.egestor.com.br/diagrama-de-ishikawa/">Diagrama de Ishikawa</a>, e formula os planos de ação para o crescimento sustentável.</p>
<h2 id="secao-5-tipos-de-gestao-empresarial">5 tipos de gestão empresarial</h2>
<p>Existem diferentes modelos e metodologias de gestão. Cada um tem um foco diferente e pode ser aplicado isoladamente ou em conjunto, dependendo do momento e dos objetivos da empresa:</p>
<h3 id="secao-1-cadeia-de-valor-michael-porter">1. Cadeia de Valor (Michael Porter)</h3>
<p>Desenvolvido por <a href="https://blog.egestor.com.br/5-forcas-de-michael-porter/">Michael Porter</a> em 1985, esse modelo mapeia todas as atividades que uma empresa realiza para entregar valor ao cliente. Divide as atividades em <strong>primárias</strong> (logística de entrada, operações, marketing, vendas e serviços) e <strong>de suporte</strong> (infraestrutura, RH, tecnologia e compras). O objetivo é identificar onde reduzir custos ou aumentar a diferenciação competitiva.</p>
<h3 id="secao-2-ciclo-pdca-deming">2. Ciclo PDCA (Deming)</h3>
<p>O <a href="https://blog.egestor.com.br/ciclo-pdca-o-que-e-e-como-funciona/">PDCA</a> é o modelo de melhoria contínua mais utilizado no mundo corporativo. Funciona em quatro etapas cíclicas:</p>
<ul>
<li><strong>Plan (Planejar):</strong> identificar o problema e definir o plano de ação com metas claras;</li>
<li><strong>Do (Fazer):</strong> executar o que foi planejado, coletando dados ao longo do processo;</li>
<li><strong>Check (Checar):</strong> medir os resultados e compará-los com as metas estabelecidas;</li>
<li><strong>Act (Agir):</strong> corrigir o que não funcionou, padronizar o que funcionou e reiniciar o ciclo.</li>
</ul>
<p>O PDCA é ideal para solucionar problemas recorrentes e implementar melhorias de processo de forma estruturada e contínua.</p>
<h3 id="secao-3-gestao-por-resultados-e-okr">3. Gestão por Resultados e OKR</h3>
<p>Foca na definição de objetivos claros e mensuráveis para todos os níveis da organização. O método <strong>OKR (Objectives and Key Results)</strong>, popularizado pelo Google, é uma evolução dessa abordagem: define objetivos inspiradores e resultados-chave quantificáveis que permitem medir o progresso com precisão. É especialmente eficaz para alinhar equipes em torno de prioridades estratégicas.</p>
<h3 id="secao-4-meg-modelo-de-excelencia-em-gestao">4. MEG — Modelo de Excelência em Gestão</h3>
<p>Criado pela Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) em 2001, o MEG é um modelo de referência para organizações que buscam excelência operacional. Baseia-se em oito dimensões: pensamento sistêmico, comprometimento das pessoas, aprendizado organizacional, adaptabilidade, liderança transformadora, desenvolvimento sustentável, orientação por processos e geração de valor.</p>
<h3 id="secao-5-ciclo-de-inovacao">5. Ciclo de Inovação</h3>
<p>Voltado para empresas que querem crescer por meio da criatividade e da inovação contínua. Envolve geração de ideias, prototipagem rápida, teste com clientes reais e implementação em escala. É especialmente relevante em um cenário de transformação digital, mas pode ser adaptado para qualquer segmento de mercado.</p>
<h2 id="os-4-pilares-da-gestao-empresarial">Os 4 pilares da gestão empresarial</h2>
<p>Independentemente do modelo adotado, toda gestão empresarial eficaz se sustenta em quatro pilares fundamentais:</p>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th>Pilar</th>
<th>O que significa na prática</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Planejamento</strong></td>
<td>Definir objetivos, metas e o caminho para alcançá-los. Sem planejamento, a empresa reage aos acontecimentos, em vez de agir de forma proativa.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Métricas e KPIs</strong></td>
<td>Monitorar indicadores-chave para saber se a empresa está no caminho certo. O que não é medido não é gerenciado.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Tecnologia</strong></td>
<td>Usar sistemas e ferramentas digitais para automatizar processos, reduzir erros e ganhar produtividade operacional.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Pessoas e Liderança</strong></td>
<td>Qualificar e engajar a equipe. Nenhuma estratégia funciona sem as pessoas certas motivadas para executá-la.</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<h2 id="secao-10-beneficios-da-gestao-empresarial">10 benefícios da gestão empresarial</h2>
<p>Uma gestão empresarial bem estruturada gera impactos positivos em toda a organização. Os 10 principais benefícios são:</p>
<ol>
<li><strong>Otimização do tempo</strong> — processos definidos evitam retrabalho e desperdício de horas;</li>
<li><strong>Redução de custos</strong> — identificação e eliminação de gastos desnecessários em todas as áreas;</li>
<li><strong>Maior organização</strong> — cada área sabe o que fazer, quando fazer e por quê;</li>
<li><strong>Aumento de produtividade</strong> — equipes com objetivos claros e bem lideradas produzem mais e melhor;</li>
<li><strong>Definição de metas realistas</strong> — planejamento baseado em dados evita metas impossíveis ou subestimadas;</li>
<li><strong>Visão integral do negócio</strong> — a gestão conecta todas as áreas, dando uma visão 360° da empresa;</li>
<li><strong>Tomada de decisão assertiva</strong> — decisões embasadas em dados e indicadores, não em intuição;</li>
<li><strong>Comunicação entre departamentos</strong> — processos integrados evitam silos de informação e conflitos;</li>
<li><strong>Monitoramento facilitado</strong> — dashboards e relatórios permitem acompanhar resultados em tempo real;</li>
<li><strong>Prevenção de falhas</strong> — gestão proativa identifica riscos antes que se tornem crises irreversíveis.</li>
</ol>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/17-13.png-1999.webp" alt="Gestão Empresarial" width="1999" height="1333"></p>
<h2 id="como-fazer-gestao-empresarial-passo-a-passo">Como fazer gestão empresarial: passo a passo</h2>
<p>Implementar uma gestão empresarial eficaz não exige ser especialista. Siga este passo a passo para começar:</p>
<h3 id="passo-1-defina-missao-visao-e-valores">Passo 1: Defina missão, visão e valores</h3>
<p>Antes de qualquer estratégia, é preciso saber para onde a empresa está indo. A <a href="https://blog.egestor.com.br/missao-visao-e-valores/">missão, visão e valores</a> são a bússola da organização. Sem eles, cada área trabalha para um lado diferente e os esforços se dispersam.</p>
<h3 id="passo-2-faca-um-diagnostico-do-negocio">Passo 2: Faça um diagnóstico do negócio</h3>
<p>Use a <a href="https://blog.egestor.com.br/analise-swot-fofa/">Análise SWOT</a> para mapear forças, fraquezas, oportunidades e ameaças. Esse diagnóstico honesto é a base para qualquer decisão estratégica bem fundamentada.</p>
<h3 id="passo-3-estabeleca-metas-e-kpis">Passo 3: Estabeleça metas e KPIs</h3>
<p>Defina objetivos seguindo a metodologia <strong>SMART</strong>: específicos, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e com prazo definido. Para cada objetivo, crie indicadores-chave que permitam medir o progresso de forma objetiva.</p>
<h3 id="passo-4-organize-e-documente-os-processos">Passo 4: Organize e documente os processos</h3>
<p>Mapeie e padronize os processos de cada área. Isso facilita o treinamento de novos colaboradores, reduz erros operacionais e torna o negócio escalável, sem depender de uma única pessoa para funcionar.</p>
<h3 id="passo-5-gerencie-as-financas-com-rigor">Passo 5: Gerencie as finanças com rigor</h3>
<p>Acompanhe o <a href="https://blog.egestor.com.br/faturamento/">faturamento</a> mensalmente, controle os custos fixos e variáveis e leia o <a href="https://blog.egestor.com.br/dre/">DRE</a> para entender o real desempenho financeiro. O fluxo de caixa positivo é o sinal mais claro de saúde empresarial.</p>
<h3 id="passo-6-invista-em-tecnologia-e-automacao">Passo 6: Invista em tecnologia e automação</h3>
<p>Sistemas de gestão (ERP), ferramentas de automação de marketing e plataformas de gestão de projetos eliminam o trabalho manual, reduzem erros e liberam tempo da equipe para atividades estratégicas de maior valor.</p>
<h3 id="passo-7-revise-resultados-e-ajuste-a-rota">Passo 7: Revise resultados e ajuste a rota</h3>
<p>A gestão empresarial não é estática. Realize reuniões periódicas de revisão de resultados — mensais para o financeiro, trimestrais para o estratégico — para identificar desvios, corrigir o rumo e celebrar as conquistas da equipe.</p>
<h2 id="erros-mais-comuns-na-gestao-empresarial">Erros mais comuns na gestão empresarial</h2>
<p>Conhecer os erros mais frequentes ajuda a evitá-los antes que se tornem problemas graves:</p>
<ul>
<li><strong>Confundir faturamento com lucro</strong> — vender muito não significa ganhar dinheiro. Conheça o <a href="https://blog.egestor.com.br/lucro-real/">lucro real</a> do seu negócio;</li>
<li><strong>Ignorar indicadores</strong> — gerir "no feeling" sem dados leva sistematicamente a decisões equivocadas;</li>
<li><strong>Centralizar tudo no dono</strong> — empresas dependentes de uma única pessoa não conseguem escalar;</li>
<li><strong>Não investir em pessoas</strong> — equipe mal treinada gera retrabalho e prejudica a experiência do cliente;</li>
<li><strong>Negligenciar o planejamento financeiro</strong> — a falta de controle do fluxo de caixa é a principal causa de falência de pequenas empresas;</li>
<li><strong>Resistir à tecnologia</strong> — manter processos manuais quando existem ferramentas melhores é um custo oculto enorme.</li>
</ul>
<h2 id="gestao-empresarial-para-pequenas-empresas-e-mei">Gestão empresarial para pequenas empresas e MEI</h2>
<p>Muitos empreendedores acreditam que gestão é coisa de grande empresa. Não é verdade. Uma pequena empresa sem gestão enfrenta exatamente os mesmos problemas que uma grande — apenas com muito menos margem para erros e capital de reserva.</p>
<p>Se você está pensando em <a href="https://blog.egestor.com.br/como-abrir-uma-empresa/">como abrir uma empresa</a> ou já tem um negócio em andamento, a gestão deve ser prioridade desde o primeiro dia. Escolher a estrutura jurídica certa — conheça os <a href="https://blog.egestor.com.br/tipos-de-empresas/">tipos de empresas disponíveis no Brasil</a> — é apenas o ponto de partida.</p>
<p>Para pequenos negócios, as prioridades de gestão são:</p>
<ul>
<li>
<p>Uso de tecnologia acessível (sistemas de gestão online, ERPs para pequenas empresas);</p>
</li>
<li>
<p>Controle financeiro rigoroso (fluxo de caixa diário, DRE mensal);</p>
</li>
<li>
<p>Gestão de estoque eficiente para não perder vendas nem capital parado;</p>
</li>
<li>
<p>Atendimento ao cliente de excelência para maximizar a retenção;</p>
</li>
<li>
<p>Marketing digital focado em resultados mensuráveis.</p>
</li>
</ul>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/47-7.png-2000.webp" alt="" width="2000" height="1333"></p>
<h3 id="diferenca-entre-gestao-empresarial-e-administracao-de">Diferença entre gestão empresarial e administração de empresas</h3>
<p>Embora frequentemente usados como sinônimos, os dois termos têm nuances importantes que vale entender:</p>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th>Característica</th>
<th>Administração de Empresas</th>
<th>Gestão Empresarial</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Foco</td>
<td>Planejar e executar sob comando hierárquico</td>
<td>Dirigir e mobilizar pessoas para resultados</td>
</tr>
<tr>
<td>Abordagem</td>
<td>Mais formal e processual</td>
<td>Mais dinâmica e adaptativa</td>
</tr>
<tr>
<td>Perfil profissional</td>
<td>Administrador</td>
<td>Gestor / líder de negócios</td>
</tr>
<tr>
<td>Visão</td>
<td>Predominantemente operacional</td>
<td>Estratégica e operacional integradas</td>
</tr>
<tr>
<td>Origem</td>
<td>Área do conhecimento (curso universitário)</td>
<td>Prática de liderança e tomada de decisão</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<p>Na prática, todo bom gestor se beneficia do conhecimento em administração. E uma boa administração precisa de gestão eficaz para transformar planos em resultados reais.</p>
<figure><a href="https://youtu.be/5uTOR0tZP6c" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-5uTOR0tZP6c.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<section class="faq"><h2 id="perguntas-frequentes-sobre-gestao-empresarial">Perguntas frequentes sobre gestão empresarial</h2><div class="faq-lista"><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="por-que-fazer-um-curso-de-gestao-empresarial">Por que fazer um curso de gestão empresarial?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>A gestão empresarial é essencial para todo tipo de empresa, da micro até a grande. Assim, ter um curso de gestão empresarial pode fazer com que o profissional consiga levar a empresa a alcançar seus objetivos de forma mais simples, sem o esforço de aprender no trabalho.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-a-diferenca-entre-gestao-estrategica-e-planejamento">Qual a diferença entre gestão estratégica e planejamento estratégico?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>O <strong>planejamento estratégico</strong> é o processo de definir os objetivos e as ações para alcançá-los — é um documento, um momento no tempo. A <strong>gestão estratégica</strong> é mais ampla e contínua: envolve criar os objetivos, executar o plano, monitorar os resultados e adaptar o rumo conforme o ambiente muda. O planejamento é uma ferramenta dentro da gestão estratégica.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-e-o-salario-de-um-gestor-empresarial">Qual é o salário de um gestor empresarial?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>O salário varia conforme o porte da empresa e a experiência do profissional. Em pequenas empresas, um gestor iniciante pode ganhar entre R$ 2.000 e R$ 4.500 por mês. Em médias e grandes empresas, gestores sêniores e diretores chegam a R$ 10.000 a R$ 25.000 mensais. A remuneração variável por resultados (bônus e participação nos lucros) é comum em cargos de liderança.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="quais-sao-as-quatro-funcoes-da-gestao-empresarial">Quais são as quatro funções da gestão empresarial?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>As quatro funções clássicas da gestão, definidas por Henri Fayol, são: <strong>planejar</strong> (definir objetivos e estratégias), <strong>organizar</strong> (alocar recursos e estruturar processos), <strong>dirigir</strong> (liderar e motivar pessoas) e <strong>controlar</strong> (monitorar resultados e corrigir desvios). Essas funções continuam sendo a base da gestão moderna, com atualizações para o contexto digital.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-faz-um-gestor-empresarial-no-dia-a-dia">O que faz um gestor empresarial no dia a dia?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Um gestor empresarial analisa indicadores de desempenho, toma decisões estratégicas e operacionais, lidera reuniões com equipes, resolve problemas urgentes, negocia com fornecedores e parceiros, e reporta resultados para sócios ou diretoria. O dia a dia varia conforme o porte da empresa e a área de atuação do gestor.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-a-diferenca-entre-gestao-empresarial-e-administracao">Qual a diferença entre gestão empresarial e administração?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Administração é a área do conhecimento — o curso universitário — que forma profissionais para planejar e controlar organizações de forma sistemática. Gestão é a prática cotidiana de dirigir pessoas e recursos para alcançar resultados. Todo gestor se beneficia do conhecimento em administração, mas a gestão é mais dinâmica e centrada em liderança, adaptação e execução.</p></div></details></div></section>

<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Faturamento: o que é, fórmula, como calcular e como aumentar</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/faturamento/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/faturamento/</guid>
      <pubDate>Sat, 02 May 2026 14:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Destaques</category>
      <category>Controle Financeiro</category>
      <category>gestão financeira</category>
      <category>destaque</category>
      <description>O faturamento é a soma de todos os valores das vendas de produtos ou serviços de uma empresa, sendo: quantidade de produtos x preço de venda</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Teste Grátis o eGestor</p>
<p>O <strong>faturamento</strong> é o indicador mais básico — e mais visível — da saúde de qualquer empresa. É o "tamanho" das vendas em um período: quanto a empresa colocou para fora em produtos ou serviços, multiplicado pelo preço de cada um. Acompanhar o faturamento é o ponto de partida para entender o desempenho comercial, definir o regime tributário, calcular metas e projeções e tomar decisões sobre crescimento. Mas é preciso cuidado: faturamento não é lucro, e confundir os dois é um dos erros mais comuns entre empreendedores iniciantes.</p>
<p>Neste guia completo, você vai entender o que é <strong>faturamento</strong>, qual a fórmula, a diferença entre faturamento bruto e líquido, como calcular passo a passo, qual a diferença entre faturamento, receita e <a href="https://blog.egestor.com.br/lucro/">lucro</a>, como o faturamento define o regime tributário da sua empresa e dicas práticas para aumentar o seu.</p>
<h2 id="o-que-e-faturamento">O que é faturamento?</h2>
<p><strong>Faturamento</strong> é a soma de tudo que a empresa <strong>vendeu</strong> em determinado período, antes de descontar custos, despesas ou impostos. É calculado multiplicando o preço de venda pelo total de produtos ou serviços vendidos. Indica o volume de negócios e o desempenho comercial da empresa.</p>
<p>Importante: faturamento <strong>não é lucro</strong>. Empresa pode faturar muito e ter lucro zero (ou negativo) — basta que os custos e despesas estejam comendo tudo o que entra. O faturamento mostra o volume das vendas; o lucro mostra o que sobra depois das contas pagas.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/21-10.jpg-2000.webp" alt="faturamento" width="2000" height="1600"></p>
<h2 id="por-que-o-faturamento-e-importante">Por que o faturamento é importante</h2>
<ul>
<li><strong>Mede o desempenho comercial</strong> da empresa em um período (mês, trimestre, ano);</li>
<li><strong>Define o regime tributário</strong> (Simples Nacional, Lucro Presumido, Lucro Real);</li>
<li><strong>Classifica o porte da empresa</strong> (MEI, ME, EPP, média ou grande);</li>
<li>É a <strong>base para cálculo de tributos</strong> em alguns regimes (Simples e Lucro Presumido);</li>
<li><strong>Define metas de crescimento</strong> e projeções comerciais;</li>
<li>É <strong>critério para acesso a crédito</strong> empresarial — bancos analisam faturamento dos últimos 12 meses;</li>
<li>É <strong>critério para participar de licitações</strong> e contratos com o setor público.</li>
</ul>
<h2 id="como-calcular-o-faturamento-formula-basica">Como calcular o faturamento: fórmula básica</h2>
<p>A fórmula é direta:</p>
<blockquote>
<p><strong>Faturamento = Preço de venda × Quantidade vendida</strong></p>
</blockquote>
<p>Se a empresa vende vários produtos com preços diferentes, soma-se o faturamento de cada um. Em planilhas e sistemas de gestão, isso é feito automaticamente — basta cadastrar o preço de cada item e registrar as vendas. Para acompanhar isso de forma estruturada, vale ter uma <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-controle-de-vendas-gratuita/">planilha de controle de vendas</a>.</p>
<h2 id="faturamento-bruto-e-faturamento-liquido">Faturamento bruto e faturamento líquido</h2>
<p>O faturamento pode ser apresentado em duas versões: bruto e líquido.</p>
<h3 id="faturamento-bruto">Faturamento bruto</h3>
<p>É o valor total das vendas, sem nenhum desconto. É o número que aparece na ponta do papel quando você soma tudo que foi vendido.</p>
<blockquote>
<p><strong>Faturamento Bruto = Preço de venda × Total de produtos vendidos no período</strong></p>
</blockquote>
<p><strong>Exemplo prático:</strong> uma loja vendeu, em um mês, 2.000 chinelos a R$ 25 cada (R$ 50.000) e 1.500 sandálias a R$ 60 cada (R$ 90.000). O faturamento bruto do mês foi de <strong>R$ 140.000</strong>.</p>
<h3 id="faturamento-liquido">Faturamento líquido</h3>
<p>É o faturamento bruto <strong>menos as deduções de venda</strong>: impostos sobre vendas, descontos comerciais e devoluções.</p>
<blockquote>
<p><strong>Faturamento Líquido = Faturamento Bruto – Impostos sobre Vendas – Descontos – Devoluções</strong></p>
</blockquote>
<p><strong>Exemplo prático:</strong> empresa com R$ 50.000 de vendas e carga tributária de 18,5% sobre o faturamento. Faturamento líquido = 50.000 − (50.000 × 0,185) = <strong>R$ 40.750</strong>. Os impostos variam conforme o regime tributário e a atividade — quem está no <a href="https://blog.egestor.com.br/optante-pelo-simples-nacional-o-que-voce-precisa-saber/">Simples Nacional</a> tem alíquotas diferentes de quem está no Lucro Presumido.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/120-2.png-2000.webp" alt="faturamento" width="2000" height="1334"></p>
<h2 id="faturamento-receita-e-lucro-qual-a-diferenca">Faturamento, receita e lucro: qual a diferença?</h2>
<p>Os três termos são frequentemente usados como sinônimos — mas tecnicamente são coisas diferentes. A tabela esclarece:</p>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th>Conceito</th>
<th>O que é</th>
<th>Exemplo (venda de R$ 300 em 3x)</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Faturamento</strong></td>
<td>Valor total da venda emitida (independentemente do recebimento)</td>
<td>R$ 300 reconhecidos no mês da venda</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Receita</strong></td>
<td>Valor que efetivamente entra em caixa no período (regime de caixa)</td>
<td>R$ 100 no mês 1, R$ 100 no mês 2, R$ 100 no mês 3</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Lucro</strong></td>
<td>O que sobra depois de pagar custos, despesas e impostos</td>
<td>Depende dos custos da empresa</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<p>Na visão contábil, faturamento e receita podem ser tratados como sinônimos quando a contabilidade segue o regime de competência (a venda é registrada no momento em que ocorre, não quando o dinheiro entra). Já no fluxo de caixa diário do empreendedor, faz toda a diferença separar venda parcelada de dinheiro efetivamente recebido.</p>
<h3 id="sequencia-financeira-simplificada">Sequência financeira simplificada</h3>
<ul>
<li><strong>1. Faturamento:</strong> total das vendas do período;</li>
<li><strong>2. Receita:</strong> valor que entrou de fato no caixa;</li>
<li><strong>3. Lucro:</strong> o que sobra após pagar tudo (CPV, despesas, impostos).</li>
</ul>
<p>Para entender a estrutura completa do que sobra, vale revisar o conceito de <a href="https://blog.egestor.com.br/lucro/">lucro (bruto, operacional e líquido)</a> em detalhes.</p>
<h2 id="faturamento-e-regime-tributario">Faturamento e regime tributário</h2>
<p>O faturamento anual define qual regime tributário a empresa pode adotar. Veja os limites em vigor:</p>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th>Regime / Categoria</th>
<th>Limite de faturamento anual</th>
<th>Características</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td><strong>MEI</strong></td>
<td>Até R$ 81.000</td>
<td>Valor fixo mensal pelo SIMEI; um titular, um empregado</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Microempresa (ME)</strong></td>
<td>Até R$ 360.000</td>
<td>Pode ser optante pelo Simples Nacional</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Empresa de Pequeno Porte (EPP)</strong></td>
<td>De R$ 360.001 a R$ 4.800.000</td>
<td>Pode ser optante pelo Simples Nacional</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Lucro Presumido</strong></td>
<td>Até R$ 78.000.000</td>
<td>Tributa sobre lucro presumido (% do faturamento)</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Lucro Real</strong></td>
<td>Acima de R$ 78.000.000 (ou obrigatório por atividade)</td>
<td>Tributa sobre o lucro contábil real apurado</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<p>Quando o faturamento da empresa cresce e ultrapassa um limite, é preciso migrar de regime — em geral no janeiro do ano seguinte. Exceder o teto sem reenquadrar pode gerar desenquadramento retroativo e cobrança de tributos com multa.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/amelia-spink-xX7rb_8EkJk-unsplash.webp-2000.webp" alt="faturamento" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="como-aumentar-o-faturamento-da-sua-empresa">Como aumentar o faturamento da sua empresa</h2>
<p>Aumentar faturamento depende de três alavancas: <strong>vender mais quantidade</strong>, <strong>aumentar o preço médio</strong> ou <strong>conquistar novos clientes</strong>. Cada uma exige estratégia própria.</p>
<h3 id="secao-1-acerte-a-precificacao">1. Acerte a precificação</h3>
<p>Preço errado afeta tudo. Calcule custos, observe a concorrência e defina margens condizentes. Use uma <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-preco-de-venda/">planilha de preço de venda</a> para chegar ao número certo. Em alguns casos, aumentar 5% no preço com posicionamento adequado vende a mesma quantidade — e gera 5% a mais de faturamento direto.</p>
<h3 id="secao-2-invista-em-marketing-direcionado">2. Invista em marketing direcionado</h3>
<p>Marketing bem feito atrai público qualificado. Em 2026, isso quase sempre significa presença digital ativa: Google Meu Negócio, Instagram, anúncios pagos para o público local, parcerias com influenciadores de nicho. Quem ignora marketing digital depende de cliente espontâneo — modelo cada vez mais frágil.</p>
<h3 id="secao-3-tenha-um-pos-venda-exemplar">3. Tenha um pós-venda exemplar</h3>
<p>Cliente recorrente custa muito menos que cliente novo. Pós-venda atento gera duas coisas: <strong>recompra</strong> (cliente volta) e <strong>indicação</strong> (cliente traz outros). Vale criar rotina de contato pós-compra, programa de fidelidade e oportunidades de upsell/cross sell.</p>
<h3 id="secao-4-controle-as-despesas-operacionais">4. Controle as despesas operacionais</h3>
<p>Despesas em alta consomem o ganho do faturamento. Acompanhar o <a href="https://blog.egestor.com.br/fluxo-de-caixa/">fluxo de caixa</a> com uma <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-fluxo-de-caixa/">planilha de fluxo de caixa</a> e uma <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-gastos-como-pode-ser-util/">planilha de gastos</a> ajuda a identificar custos invisíveis que comem a margem.</p>
<h3 id="secao-5-estude-a-concorrencia">5. Estude a concorrência</h3>
<p>Acompanhar o que concorrentes fazem (preços, lançamentos, promoções, atendimento) ajuda a posicionar sua empresa de forma diferenciada. Não para copiar — para destacar onde você é melhor e atacar onde o concorrente é fraco.</p>
<h3 id="secao-6-escolha-bem-a-localizacao-e-os-canais">6. Escolha bem a localização (e os canais)</h3>
<p>Para negócios físicos, ponto comercial bem escolhido é meia venda feita. Para negócios digitais, o equivalente é estar nos canais certos: marketplace, redes sociais, Google Shopping, app de delivery. Errar o canal é errar o público.</p>
<h3 id="secao-7-trate-atendimento-como-diferencial">7. Trate atendimento como diferencial</h3>
<p>Atendimento bom retém cliente. Treinamento de equipe, padronização de processos e cultura de cuidado com o consumidor podem ser, na prática, o maior diferencial competitivo do negócio.</p>
<h3 id="secao-8-nao-tire-dinheiro-do-caixa-para-uso-pessoal">8. Não tire dinheiro do caixa para uso pessoal</h3>
<p>Erro clássico de microempresário. Misturar finanças pessoais e da empresa descontrola tudo. Defina pró-labore (salário do dono), separe contas e reinvestir o lucro líquido na operação.</p>
<h2 id="como-calcular-faturamento-mensal-e-anual">Como calcular faturamento mensal e anual</h2>
<p>O faturamento <strong>mensal</strong> é a soma de todas as vendas (preço × quantidade) emitidas no mês. O faturamento <strong>anual</strong> é a soma de todos os meses do ano-calendário.</p>
<p>Para acompanhar de forma estruturada, vale ter:</p>
<ul>
<li>Uma <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-controle-de-vendas-gratuita/">planilha de controle de vendas</a> com data, produto, quantidade e valor</li>
<li>Uma <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-financeira/">planilha financeira</a> consolidando o mês</li>
<li>Uma <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-dre/">planilha de DRE</a> para ver faturamento, custos, despesas e lucro lado a lado</li>
<li>Uma <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-orcamento-empresarial/">planilha de orçamento empresarial</a> para projetar o ano</li>
</ul>
<p>Outras ferramentas úteis para integrar a operação ao acompanhamento de faturamento: <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-controle-de-estoque-excel-gratuita/">controle de estoque</a>, <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-curva-abc-download-gratis/">curva ABC</a>, <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-frente-de-caixa/">frente de caixa</a>, <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-comissao-de-vendas-download-gratis/">comissão de vendas</a>, <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-margem-de-contribuicao/">margem de contribuição</a>, <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-ponto-de-equilibrio/">ponto de equilíbrio</a>, <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-controle-financeiro-gratis/">controle financeiro</a>, <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-contas-a-pagar-e-receber/">contas a pagar e receber</a>, <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-controle-de-producao/">controle de produção</a> e <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-estoque-minimo/">estoque mínimo</a>.</p>
<h2 id="conclusao">Conclusão</h2>
<p>Entender e acompanhar o <strong>faturamento</strong> é a base do controle empresarial. É o número que define o porte da empresa, o regime tributário, a capacidade de captar crédito e a possibilidade de crescer com método. Mas faturamento sozinho não conta a história toda — sempre vem acompanhado dos custos, despesas, impostos e do <a href="https://blog.egestor.com.br/lucro/">lucro</a>, que é o ganho real do negócio.</p>
<p>Para acompanhar faturamento, custos, fluxo de caixa e demais indicadores no dia a dia, vale combinar boas planilhas com um sistema de gestão integrado. O <a href="https://egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener">eGestor</a> é uma plataforma online que centraliza emissão de notas, controle de estoque, fluxo de caixa, contas a pagar e a receber e relatórios de faturamento e lucro — pensada para o pequeno e médio empresário brasileiro.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></p>
<section class="faq"><h2 id="perguntas-frequentes-sobre-faturamento">Perguntas frequentes sobre faturamento</h2><div class="faq-lista"><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-e-faturamento-2">O que é faturamento?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Faturamento é a soma de todas as vendas de uma empresa em determinado período (preço × quantidade), antes de descontar custos, despesas e impostos. É o "tamanho" comercial da empresa naquele recorte.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-a-formula-do-faturamento">Qual a fórmula do faturamento?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p><strong>Faturamento = Preço de venda × Quantidade vendida</strong>. Para faturamento líquido: <strong>Faturamento Bruto – Impostos sobre Vendas – Descontos – Devoluções</strong>.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-a-diferenca-entre-faturamento-bruto-e-liquido">Qual a diferença entre faturamento bruto e líquido?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>O faturamento <strong>bruto</strong> é o total das vendas, sem nada deduzido. O <strong>líquido</strong> é o bruto menos impostos sobre vendas, descontos comerciais e devoluções. O líquido é mais próximo da realidade do que entra na empresa.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="faturamento-e-lucro-sao-a-mesma-coisa">Faturamento e lucro são a mesma coisa?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Não. Faturamento é o total das vendas (entra antes de descontos). Lucro é o que sobra depois de pagar tudo (custos diretos, despesas operacionais, despesas financeiras, impostos sobre o lucro). Empresa pode faturar muito e dar prejuízo, ou faturar pouco e lucrar bem — depende dos custos e da margem.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="faturamento-e-receita-sao-a-mesma-coisa">Faturamento e receita são a mesma coisa?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Em contabilidade pelo regime de competência, sim — quando a venda é reconhecida, vira receita. Já em fluxo de caixa (regime de caixa), receita é só o dinheiro que entrou de fato. Em uma venda parcelada, o faturamento é registrado no ato; a receita acontece nas parcelas seguintes.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="como-calcular-o-faturamento-mensal">Como calcular o faturamento mensal?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Some todas as vendas do mês: para cada produto ou serviço, multiplique o preço pela quantidade vendida; depois some os totais. Ou tenha um sistema/planilha de controle de vendas que faça isso automaticamente.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-o-faturamento-maximo-do-mei">Qual o faturamento máximo do MEI?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>R$ 81.000 por ano (R$ 6.750 por mês em média). Se ultrapassar até 20% (R$ 97.200), a desenquadração acontece no ano seguinte. Acima de 20%, o desenquadramento é retroativo a janeiro do ano da ultrapassagem.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-o-faturamento-maximo-do-simples-nacional">Qual o faturamento máximo do Simples Nacional?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>R$ 4,8 milhões por ano para Empresa de Pequeno Porte (EPP). Microempresa (ME) tem limite de R$ 360 mil. Acima de R$ 4,8 milhões, a empresa precisa migrar para Lucro Presumido ou Lucro Real.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="como-saber-o-faturamento-de-uma-empresa">Como saber o faturamento de uma empresa?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Internamente, é a soma das notas fiscais emitidas no período. Externamente (de uma empresa de capital aberto), faturamento aparece na DRE divulgada nos relatórios financeiros. Para empresas privadas fechadas, o faturamento é informação confidencial.</p></div></details></div></section>
]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/40-1.png" type="image/png" length="952719"/>
    </item>
    <item>
      <title>ERP: O que é e vantagens [GUIA COMPLETO]</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/o-que-e-um-erp-enterprise-resource-planning/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/o-que-e-um-erp-enterprise-resource-planning/</guid>
      <pubDate>Wed, 28 Jan 2026 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Sistema de Gestão</category>
      <category>Destaques</category>
      <category>destaque</category>
      <description>O ERP é uma ferramenta de gestão empresarial, que auxilia a fazer a administração geral da empresa, de financeiro até estoque.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A administração de uma empresa acontece diariamente, com processos e controle que devem ser feitos a todo momento. Esses processos são essenciais para manter a empresa funcionando. Além disso, esse controle garante que as contas fiquem em dia e os produtos certos permaneçam em estoque. Assim, a melhor maneira de fazer esse controle é com um sistema ERP.</p>
<p>Um sistema ERP é uma ferramenta para auxiliar na gestão dos recursos de uma empresa. Ou seja, o utilizando, a empresa tem um controle total de dados financeiros, de produtos e toda a organização.</p>
<p>Dessa forma, um ERP é o responsável por evitar erros e garantir mais produtividade e agilidade.</p>
<h2 id="o-que-e-erp">O que é ERP</h2>
<p>ERP significa Enterprise Resource Planning, ou Planejamento de Recursos Empresariais. Trata-se de um sistema de gestão integrada focado na organização de processos internos. Além disso, a ferramenta reúne dados de setores vitais como finanças, RH e vendas.</p>
<p>Ele também integra estoque e produção visando sempre facilitar a gestão. O software automatiza atividades, diminui erros manuais e garante visibilidade em tempo real para apoiar a tomada de decisões.</p>
<p>Assim, o ERP planeja os recursos empresariais. Eles não são apenas os produtos, mas tudo que o negócio deve controlar.</p>
<p>Dessa forma, o ERP garante um gerenciamento eficiente, diminuindo o esforço empregado, e aumentando a produtividade.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/taisiia-stupak-mYeSCM9bHRo-unsplash-2.jpg-2000.webp" alt="ERP" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="para-que-serve-um-erp-na-empresa">Para que serve um ERP na empresa</h2>
<p>Um ERP serve para organizar e integrar as principais rotinas da empresa em um único sistema. Ele permite controlar áreas como financeiro, estoque, vendas, compras e fiscal de forma centralizada, garantindo que todas as informações estejam conectadas.</p>
<p>Na prática, o sistema registra e atualiza automaticamente os dados conforme as operações acontecem. Quando uma venda é realizada, por exemplo, o estoque é atualizado e o financeiro registra a entrada correspondente. Da mesma forma, ao cadastrar uma compra, o sistema ajusta os valores a pagar e o controle de mercadorias.</p>
<p>Entre as principais finalidades de um ERP, estão:</p>
<ul>
<li>Controlar contas a pagar e a receber</li>
<li>Organizar o fluxo de caixa</li>
<li>Gerenciar estoque e movimentações de produtos</li>
<li>Registrar vendas e pedidos</li>
<li>Emitir notas fiscais</li>
<li>Centralizar dados de clientes e fornecedores</li>
</ul>
<p>Ao reunir todas as informações em um único ambiente centralizado, o sistema ERP reduz drasticamente a necessidade de planilhas paralelas. Portanto, ele substitui efetivamente os controles manuais. Além disso, essa integração torna a gestão muito mais organizada e eficiente. Dessa forma, ela facilita o acompanhamento de processos internos e a tomada de decisão estratégica.</p>
<h3 id="controle-financeiro-e-de-caixa">Controle financeiro e de caixa</h3>
<p>O ERP permite registrar e acompanhar todas as movimentações financeiras da empresa em um único sistema. Ele organiza contas a pagar, contas a receber, fluxo de caixa e conciliação bancária, facilitando o controle das entradas e saídas.</p>
<p>Com as informações atualizadas em tempo real, o gestor consegue visualizar saldos, prever vencimentos e manter o equilíbrio financeiro da empresa.</p>
<h3 id="gestao-de-estoque-e-produtos">Gestão de estoque e produtos</h3>
<p>O sistema controla a entrada e saída de mercadorias, atualiza automaticamente o estoque após vendas ou compras e registra movimentações internas. Isso permite acompanhar níveis de estoque, evitar faltas de produtos e reduzir excessos.</p>
<p>Além disso, o ERP organiza cadastros de produtos, preços e custos, mantendo as informações sempre atualizadas e centralizadas.</p>
<h3 id="integracao-entre-setores">Integração entre setores</h3>
<p>Um ERP conecta diferentes áreas da empresa, como vendas, financeiro, estoque e fiscal. Quando uma operação é realizada em um setor, as informações são automaticamente refletidas nos demais.</p>
<p>Essa integração elimina retrabalho e reduz inconsistências, pois todos os departamentos passam a utilizar a mesma base de dados.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/getty-images-KoFJaZ6Aj0g-unsplash-1.jpg-2000.webp" alt="ERP" width="2000" height="951"></p>
<h2 id="principais-vantagens-de-um-erp">Principais vantagens de um ERP</h2>
<p>Existem diferentes tipos de ERPs para diferentes tipos de empresas. Entretanto, as vantagens deles para a empresa devem ser as mesmas. Confira as principais vantagens de um ERP:</p>
<h3 id="melhora-a-tomada-de-decisoes">Melhora a tomada de decisões</h3>
<p>Um ERP armazena e organiza as informações da empresa. Por isso, ao tomar uma decisão, o responsável analisa os dados. Dessa forma, ele pode tomar a melhor decisão possível para o negócio. Ainda, a ferramenta deve disponibilizar a opção de relatórios, para que esse processo seja ainda mais simples.</p>
<p>Um ERP pode fornecer dados de faturamento e inadimplência, por exemplo. Ele também informa a quantidade de vendas e os produtos em estoque. Assim, a decisão passa a ter uma base muito mais sólida. Ainda, ele permite a identificação de novas oportunidades, de forma eficiente e em tempo real.</p>
<h3 id="integracao-de-setores">Integração de setores</h3>
<p>Conecta os diferentes setores da empresa, eliminando ilhas de informação e o uso de planilhas paralelas.</p>
<p>Todos os setores da empresa trabalham juntos, um não existe sem o outro. Por isso, a empresa deve administrá-los em conjunto. A utilização de um ERP integra todos os processos da empresa.</p>
<p>Com isso, o sistema envia as informações de um setor para o outro. Consequentemente, o controle sobre as operações melhora de forma significativa.</p>
<p>Por exemplo, a emissão da nota fiscal depende de dados fiscais, financeiros e de estoque. Com uma ferramenta automatizada, as informações já se integram. Assim, o usuário pode emitir a nota com apenas um clique.</p>
<p>Além disso, com análises precisas, é possível saber quantos produtos comprar. Também se sabe quais valores devem entrar no caixa e quando. Isso permite, portanto, uma melhor tomada de decisões.</p>
<h3 id="reducao-de-erros">Redução de erros</h3>
<p>Um controle automatizado assegura que o sistema integre os dados. Ele também garante que todos os cálculos estejam corretos. Isso é diferente de quando alguém faz o controle manualmente, o que está mais sujeito a erros. Isso elimina erros, seja de informações que alguém repassa, ou de erros fiscais, que podem causar multas e penalidades para a empresa.</p>
<h3 id="aumento-da-produtividade">Aumento da produtividade</h3>
<p>A automação de um processo diminui a quantidade de trabalho empregada para chegar ao resultado final. Dessa forma, utilizar um ERP para automatizar a gestão da empresa garante uma maior agilidade, diminuindo o tempo empregado.</p>
<p>Ainda, a automação garante maior produtividade para a equipe. Isso ocorre porque o sistema entrega os dados de forma facilitada. Consequentemente, a quantidade de trabalho diminui, mas os resultados são mais assertivos.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/nguyen-dang-hoang-nhu-qVcRl2f1TC8-unsplash-2.jpg-2000.webp" alt="ERP" width="2000" height="1333"></p>
<h3 id="reducao-de-custos">Redução de custos</h3>
<p>Uma empresa sem um controle de dados acaba tendo prejuízo em áreas e momentos em que não havia previsão. Isso não acontece quando a empresa utiliza uma ferramenta de gestão, uma vez que ela permite fazer um controle mais assertivo desses dados.</p>
<p>Ainda, um controle financeiro bem feito garante que os custos e as receitas estejam equilibrados, evitando a necessidade de empréstimos, por exemplo.</p>
<h3 id="acompanhamento-das-vendas">Acompanhamento das vendas</h3>
<p>Saber quais produtos ou serviços a empresa mais vende, e quando os vende, é um divisor de águas para o negócio. É importante entender o desempenho dos produtos e seu faturamento. Essa análise permite um melhor controle financeiro para a empresa. Além disso, proporciona uma visão mais clara de como o mercado se comporta.</p>
<p>Com essa informação, a empresa consegue entregar para o cliente o que ele realmente busca, assim como uma boa experiência.</p>
<h3 id="seguranca-e-controle-de-dados">Segurança e controle de dados</h3>
<p>O responsável fiscaliza todos os dados e permissões do ERP e fica com eles. Dessa forma, se tem toda a segurança de quem vê ou altera qualquer dado. Dessa forma, se tem mais segurança que as informações estão corretas, baseadas no que realmente aconteceu e uma transparência maior.</p>
<p>📒 <strong>Caderno</strong></p>
<ul>
<li>Sem geração de relatórios</li>
<li>Impossível ordenar ou filtrar dados importantes</li>
<li>Difícil de analisar o resultado da empresa</li>
<li>Atraso na anotação da venda pode incomodar os clientes</li>
</ul>
<p>📉 <strong>Planilha</strong></p>
<ul>
<li>Apenas uma pessoa pode preencher as informações por vez</li>
<li>Sem integração</li>
<li>Relatórios extremamente limitados</li>
<li>Horas de curso de excel para executar ações do dia a dia</li>
<li>Sem suporte</li>
</ul>
<p><strong>eGestor</strong><img src="https://egestor.com.br/assets/img/favicon-32x32.png" alt="eGestor"></p>
<ul>
<li>Integração de vendas, compras, financeiro, estoque e notas fiscais</li>
<li>Fácil de usar</li>
<li>Controle de permissões por usuário</li>
<li>Filtros avançados e mais de 50 tipo de relatórios</li>
<li>Sem retrabalho. Tudo simples e rápido</li>
</ul>
<h2 id="como-funciona-um-sistema-erp">Como funciona um sistema ERP</h2>
<p>Um ERP funciona como uma central de informações de um negócio. Ou seja, na ferramenta deverão estar todos os dados financeiros, de produtos, de clientes e fiscais. Dessa forma, a empresa utiliza esses dados para análise no fim de períodos, para controle e para tomada de decisão.</p>
<p>Uma ferramenta de gestão como um ERP é importante para o controle geral. Uma empresa que não realiza o controle financeiro diário, por exemplo, enfrenta problemas. Ela não consegue saber exatamente os valores que entram e saem do caixa.</p>
<p>Dessa forma, surgem dificuldades ao fazer um pagamento maior. O mesmo ocorre ao liberar valores para um investimento importante. O gestor não tem ideia de como está o financeiro e, portanto, não sabe se a empresa pode usar o valor.</p>
<p>O <a href="https://blog.egestor.com.br/controle-de-estoque/">controle de estoque</a> também é muito importante para o negócio. Afinal, a empresa pode perder muitas vendas sem um controle eficaz. É preciso saber exatamente o que está ou não disponível para venda. Com essa gestão mais rigorosa é que se entende a sazonalidade do estoque, os produtos da <a href="https://blog.egestor.com.br/como-fazer-uma-curva-abc/">curva ABC</a> e onde investir mais.</p>
<h2 id="principais-modulos-de-um-erp">Principais módulos de um ERP</h2>
<p>Como um ERP oferece diversas soluções para um negócio, ele possui diversos módulos, que auxiliam nas suas necessidades. Assim, alguns módulos que um ERP pode ter são:</p>
<h3 id="financeiro">Financeiro</h3>
<p>O módulo financeiro de um ERP é um dos módulos essenciais, afinal, o controle financeiro é essencial para uma empresa. Assim, o módulo financeiro da ferramenta deve possuir algumas funcionalidades. Entre elas podemos citar:</p>
<ul>
<li>fluxo de caixa</li>
<li>contas a pagar e receber</li>
<li>conciliação bancária</li>
<li>DRE</li>
</ul>
<p>Também, aqui o sistema emite recibos e a nota fiscal, utilizando os dados do financeiro.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/slide-modfinanceiro-1.png-593.webp" alt="exemplo sistema de gestão ERP controle financeiro" width="593" height="365"></p>
<h2 id="controle-de-estoque">Controle de estoque</h2>
<p>O <a href="https://blog.egestor.com.br/controle-de-estoque/">controle de estoque</a> de um ERP integra a gestão da empresa. Ele serve para monitorar o fluxo das mercadorias, as suas entradas, saídas e os saldos. Isso é feito em tempo real, sabendo o que entrou, o que saiu e o que está em estoque.</p>
<p>Mas, o ERP com controle de estoque integra tudo com o restante da gestão. Ou seja, quando uma venda é feita, o produto sai do estoque e o valor entra no financeiro. Dessa forma, usar um ERP para controlar o estoque evita furos. Além disso, essa prática otimiza vendas, reduz custos, melhora a gestão financeira e agiliza processos.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/slide-cadprod-1.png-593.webp" alt="exemplo sistema de gestão ERP controle de estoque" width="593" height="365"></p>
<h3 id="vendas">Vendas</h3>
<p>O <a href="https://blog.egestor.com.br/controle-de-vendas/">controle de vendas</a> do ERP registrará todas as movimentações de vendas que a empresa realizar. Isso significa que todas as informações financeiras e de estoque devem estar registradas.</p>
<p>Ainda, quando a ferramenta funciona de forma integrada, o processo é automático. Ao inserir uma venda, o sistema já retira o produto do estoque. Além disso, o sistema lança os valores no financeiro, incluindo vendas parceladas.</p>
<p>Nesse módulo, o usuário também pode registrar as devoluções, que entram automaticamente no estoque.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/slide-modvendas-2.png-593.webp" alt="exemplo sistema de gestão ERP controle de vendas" width="593" height="365"></p>
<h3 id="compras">Compras</h3>
<p>Para comercializar um produto é necessário fazer a compra do mesmo, negociar valores, conversar com vários fornecedores e pagar o frete. Por isso, ter um controle de todas as compras e principalmente dos valores delas, é muito importante.</p>
<p>Também, se o cliente fizer a compra parcelada e a ferramenta for integrada, o sistema já a contabiliza no financeiro. E, assim que o produto chegar, ele entra no estoque.</p>
<h3 id="clientes">Clientes</h3>
<p>Neste módulo, a empresa deve cadastrar todas as informações sobre seus clientes, fornecedores e até transportadoras. No sistema, é possível inserir todas as informações necessárias. Por exemplo, em um cadastro de fornecedor, pode-se incluir dados. Informações como Inscrição Estadual, Municipal e CNPJ podem ser registradas.</p>
<h3 id="produtos-e-servicos">Produtos e serviços</h3>
<p>Aqui é onde está tudo sobre seus produtos e serviços. Esse módulo do ERP é basicamente um inventário, mas com mais informações.</p>
<p>O sistema monitora todas as entradas e saídas financeiras. Ele também verifica se o estoque está no limite. Além disso, acompanha os valores dos produtos, o custo e o preço de venda.</p>
<p>É muito importante que o controle de estoque esteja sempre em dia. Assim, a empresa sabe o que pode ou não vender. Também identifica o momento certo de fazer um novo pedido ao fornecedor.</p>
<h3 id="fiscal">Fiscal</h3>
<p>Um ERP também é <a href="https://blog.egestor.com.br/gestao-de-notas-fiscais/">emissor de notas fiscais</a>. Dessa forma, ele precisa ter um controle dessas notas.</p>
<p>Assim, com uma ferramenta de emissão e controle de notas integrada com os outros módulos, se tem mais agilidade e facilidade. Dessa forma, também se diminui os erros em relação a nota, uma vez que todos os dados já estão dentro da ferramenta.</p>
<h3 id="relatorios">Relatórios</h3>
<p>Esse pode ser um principais pontos de um ERP, que não é tão valorizado. Os relatórios fazem com que seja possível visualizar as mais diversas e importantes informações do negócio.</p>
<p>Por exemplo, entre os relatórios de venda temos o de ABC de produtos vendidos. Ele mostra quais produtos são os que mais trazem faturamento e quais os que não são tão importantes quanto parece.</p>
<h3 id="producao">Produção</h3>
<p>Empresas que produzem seus próprios produtos precisam de controle total. Elas devem monitorar todos os passos do processo. Isso inclui a quantidade de matéria-prima e o tempo de produção. E, o <a href="https://blog.egestor.com.br/controle-de-producao-organizado/">controle de produção</a> também garante que a produção esteja de acordo com a demanda.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/sumup-ru18KXzFA4E-unsplash-1.jpg-2000.webp" alt="ERP" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="tipos-de-erp-e-exemplos">Tipos de ERP e exemplos</h2>
<p>Existem tipos de ERP mais comuns. São eles:</p>
<ul>
<li><strong>Tradicionais ou legados</strong>: os ERPs tradicionais são os mais antigos. Normalmente eles são instalados e algumas vezes requerem até um dispositivo unicamente para ser o servidor. Com eles o serviço de suporte também é mais difícil e muitas vezes não acompanham o crescimento da empresa.</li>
<li><strong>Engessados</strong>: Esses são ERPs mais baratos, que não proporcionam muitos benefícios e funcionalidades, por isso seu nome. Assim como os tradicionais, eles também não acompanham o crescimento do negócio.</li>
<li><strong>Gratuitos</strong>: o que pode começar como uma boa ideia, no fim pode não ser. ERPs gratuitos ajudam a fazer o controle do negócio, porém, eles precisam ganhar dinheiro em outro lugar. Dessa forma, é possível que uma consultoria ou alguns módulos da ferramenta devam ser pagos. Geralmente, a empresa que opta por um ERP gratuito acaba tendo que migrar para outro que atenda todas as suas necessidades.</li>
<li><strong>Back office</strong>: muitos podem até não considerar o back office um ERPs, porém, eles estão muito perto de ser. A diferença, e o motivo da separação, é que esses não contam com módulos para gerenciamento fiscal e contábil. Por ser de extrema importância para as empresas, acabam deixando na mão.</li>
<li><strong>Omnichannel</strong>: a tradução de omnichannel pode ser entendida como multicanais. Isso significa que um ERP omnichannel é uma ferramenta específica. Ele atende às necessidades de vários canais de um mesmo negócio. Ou seja, eles são mais completos, fazem o controle financeiro, de estoque, fluxo de caixa, boletos e outras demandas.</li>
</ul>
<h2 id="quanto-custa-um-erp">Quanto custa um ERP</h2>
<p>A resposta para essa pergunta é que ninguém quer ouvir: depende. Os valores de um ERP podem variar em relação a alguns fatores da empresa, seja a sua complexidade e tamanho, por exemplo.</p>
<p>Mas, podemos adiantar os valores médios de ERPs no mercado brasileiro. Os preços variam, começando em R$ 30,00 para planos mais simples. E podem chegar até R$ 500,00 para empresas maiores, com mais personalizações.</p>
<p>Ainda, as ferramentas ERPs possuem módulos e planos distintos. Por isso, os valores variam entre as diferentes empresas. Os preços também mudam conforme a necessidade de personalização ou processos.</p>
<h3 id="o-que-influencia-no-preco">O que influencia no preço</h3>
<p>Os principais fatores que influenciam no valor do ERP são:</p>
<ul>
<li><strong>Tamanho da empresa</strong>: Existem ERPs voltados para micro e pequenas empresas, médias e grandes empresas. É comum que as ferramentas para grandes empresas sejam mais caras. Afinal, elas exigem mais recursos para funcionar. Por exemplo, necessitam de mais hardware, licenças e pessoas qualificadas.</li>
<li><strong>Complexidade dos processos</strong>: Uma empresa com processos complexos pode pagar mais caro pela ferramenta. Isso porque ela precisará de mais recursos e funcionalidades específicas. O valor está diretamente relacionado à demanda dessas necessidades.</li>
<li>Valores <strong>por módulos</strong>: As ferramentas ERPs são divididas em financeiro, estoque e vendas, por exemplo. Dessa forma, os módulos podem ser vendidos separadamente ou em conjunto. Ainda, é comum que uma empresa solicite a compra de outro módulo ao longo do tempo.</li>
</ul>
<p>Mas, além disso, também existem outros fatores que podem encarecer o ERP, como quantidade de funcionários, emissão de boletos e de notas fiscais.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/getty-images-XbGVfpsjHg-unsplash-2.jpg-2000.webp" alt="" width="2000" height="1125"></p>
<h2 id="como-escolher-o-erp-ideal-para-o-seu-negocio">Como escolher o ERP ideal para o seu negócio</h2>
<p>Não se pode dizer que existe um melhor ERP no mercado, afinal, tudo depende da necessidade do negócio. Por exemplo, se uma empresa precisa de controle de produção, ela deve buscar o ERP que tenha um ótimo controle de produção.</p>
<p>Ainda, é possível testar por alguns dias para ver como a ferramenta funciona e se ela se encaixa com as necessidades da empresa.</p>
<p>Também, preste atenção na dificuldade de uso da ferramenta. Se ela não for intuitiva, talvez precise de suporte ou implementação. Nesses casos, verifique se não há custos adicionais por esses serviços.</p>
<p>Lembre-se também de considerar a dificuldade de implementação do ERP. Afinal, existem ferramentas que precisam de um computador só para elas, imagine o trabalho, espaço e valor que isso não toma.</p>
<p>Enquanto isso, existem ferramentas que são completamente online. Ou seja, sem nenhum custo ou dificuldade de implementação.</p>
<p>Atente-se no investimento e no retorno financeiro que ele trará. Por se tratar de um serviço, o ERP possui um valor. Normalmente, com pouco tempo de uso já se tem um retorno sobre o investimento feito.</p>
<p>Isso acontece porque uma ferramenta de gestão faz com que o negócio entenda os gargalos que possivelmente estavam desperdiçando dinheiro. Portanto, faça-se as seguintes perguntas:</p>
<ul>
<li>O ERP entende do seu negócio?</li>
<li>Quanto tempo a empresa tem no mercado?</li>
<li>A empresa possui um suporte confiável?</li>
<li>Os módulos são integrados?</li>
<li>O software ERP é engessado?</li>
<li>Qual a tecnologia utilizada?</li>
<li>Possui uma equipe especializada?</li>
<li>Possui equipe comprometida?</li>
</ul>
<h2 id="implementacao-de-um-erp">Implementação de um ERP</h2>
<p>Quando a empresa contrata uma ferramenta de gestão para o negócio, ela precisa estar preparada para o impacto que essa trará.</p>
<p>A utilização de um ERP pode causar estranheza no início. Isso acontece, principalmente, porque o sistema requer a colaboração de muitos funcionários. Mas, quanto mais dedicados ao uso e mais cultural se torna o uso da ferramenta, maior produtividade e benefícios se tem.</p>
<p>Porém, com a utilização de uma ferramenta intuitiva, moderna e simples, a implantação de um sistema ERP acontece de forma fácil. Principalmente quando essa possui um suporte que realmente atende o cliente, todo o processo se torna totalmente descomplicado.</p>
<h2 id="conheca-o-egestor">Conheça o eGestor</h2>
<p>O eGestor tem a vantagem de ser totalmente online, dispensando qualquer tipo de instalação. Assim, ele é um ERP completo, compatível com todos os navegadores e sistemas operacionais.</p>
<p>A simplicidade do sistema também está ligada à sua flexibilidade. Afinal, ele pode ser acessado de celulares e tablets. Também funciona em outros dispositivos com acesso à internet.</p>
<p>Quando uma empresa contrata o serviço, pode começar a usá-lo no mesmo dia. Isso o difere dos sistemas tradicionais de grandes empresas. Neles, o projeto de implementação pode demorar bastante tempo.</p>
<p>A empresa acompanha a instalação do sistema caso seja necessário. Outro motivo que tem agradado os empresários é o preço acessível do eGestor.</p>
<p><a href="https://www.egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.gif" alt="" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/7-4-scaled.jpg" type="image/jpeg" length="190767"/>
    </item>
    <item>
      <title>Controle de estoque: Como fazer um controle profissional</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/controle-de-estoque/</link>
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      <pubDate>Thu, 18 Dec 2025 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Destaques</category>
      <category>Controle de Estoque</category>
      <category>controle de estoque</category>
      <category>destaque</category>
      <description>Controle de estoque: saiba o que é, quais os métodos, ferramentas e como fazer um controle profissional na sua empresa.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Manter o controle de estoque em dia é de extrema importância para que a empresa controle o fluxo de entrada e saída de mercadorias. Assim, é possível ter informações precisas sobre a demanda do produto, eventuais desvios e também sobre o lucro líquido.</p>
<p>Ter um estoque controlado garante a quantidade correta de produtos para a operação. Dessa forma, a empresa atende à demanda do mercado sem sofrer prejuízos. No entanto, o que parece óbvio nem sempre é para muitos gestores que ainda não sabem como realizar o controle de estoque corretamente.</p>
<p>Além disso, o controle de estoque contribui para maior eficiência e melhor organização dos processos internos da empresa. Consequentemente, ele reduz desperdícios de tempo e energia.</p>
<h2 id="o-que-e-controle-de-estoque">O que é controle de estoque?</h2>
<p>O controle de estoque consiste em acompanhar entradas e saídas de materiais. Além disso, monitora matérias-primas e produtos acabados para manter os níveis sempre equilibrados. Assim, evita faltas ou excessos, reduz custos, previne perdas por vencimento ou furto e melhora o fluxo de caixa e as vendas.</p>
<p>Esse controle envolve organização e planejamento rigorosos. Ademais, utiliza sistemas ou planilhas para acompanhar as etapas do produto, desde a compra até sua efetiva comercialização.</p>
<p>O estoque compõe os ativos do negócio e representa a principal fonte de caixa da operação. Monitorar esses dados é fundamental, pois eles impactam diretamente os resultados financeiros do negócio. Por isso, utilizar ferramentas de controle do processo de entrada e saída de materiais pode ajudar.</p>
<p>O estoque pode ser de duas modalidades diferentes. Uma é de matérias-primas para a produção industrial de grande ou pequeno porte. A outra, de produtos finais prontos para a comercialização no varejo.</p>
<ul>
<li>Monitoramento: Acompanhamento contínuo de tudo que entra (compras, produção) e sai (vendas, perdas).</li>
<li>Organização: Manter os produtos armazenados de forma lógica, padronizada e de fácil acesso.</li>
<li>Planejamento: Antecipar a demanda para ajustar compras e produção, evitando gargalos.</li>
</ul>
<h3 id="os-principais-pontos-de-um-controle-de-estoque">Os principais pontos de um controle de estoque</h3>
<ul>
<li>Controlar a entrada de mercadorias;</li>
<li>Monitorar a saída de produtos vendidos, trocados ou transferidos;</li>
<li>Entregar mercadorias no destino correto;</li>
<li>Armazenar de forma adequada.</li>
</ul>
<h3 id="para-que-serve-o-controle-de-estoque">Para que serve o controle de estoque?</h3>
<ul>
<li>Evitar perdas: Diminui a ocorrência de itens parados, vencidos, danificados ou furtados, assim preservando o capital da empresa.</li>
<li>Otimizar vendas: Assegura a disponibilidade dos produtos certos para atender à demanda, dessa forma evitando a perda de vendas por ruptura de estoque.</li>
<li>Reduzir custos: Impede o acúmulo excessivo de mercadorias, que ocupa espaço e gera despesas adicionais e, consequentemente, desperdícios.</li>
<li>Melhorar a gestão financeira: Como o estoque é um ativo, por isso seu controle influencia diretamente o fluxo de caixa e a rentabilidade.</li>
<li>Agilizar processos: Torna a cadeia de suprimentos mais eficiente ao integrar compras, armazenamento e vendas.</li>
</ul>
<h2 id="importancia-do-controle-de-estoque">Importância do controle de estoque</h2>
<p>O estoque é um dos principais ativos de uma empresa, pois representa capital investido e potencial direto de faturamento. Por isso, o controle eficiente do estoque é fundamental para manter a saúde financeira e garantir crescimento sustentável.</p>
<p>Basicamente, uma gestão atenta evita perdas financeiras. Quando a empresa acompanha corretamente entradas e saídas, reduz desperdícios, extravios e compras desnecessárias. Em contrapartida, a falta de controle resulta em produtos esquecidos, vencidos ou danificados, o que gera prejuízo real.</p>
<p>Entre os principais benefícios do controle de estoque, destacam-se:</p>
<ul>
<li>Evita perdas e desperdícios: o acompanhamento contínuo reduz perdas por vencimento, avarias ou obsolescência dos produtos.</li>
<li>Reduz custos operacionais: o controle impede excesso de mercadorias e dinheiro parado, assim mantendo níveis equilibrados de estoque.</li>
<li>Facilita o uso de métodos de gestão: a organização adequada permite a aplicação de métodos como o UEPS. Assim, os itens recentes saem primeiro e evitam-se acúmulos.</li>
<li>Identifica produtos com baixa saída: essa análise permite criar promoções estratégicas, liberar espaço físico e, assim, transformar itens parados em receita.</li>
<li>Apoia o planejamento de compras: ao conhecer os produtos mais vendidos, a empresa define melhor quantidades, prazos e, consequentemente, negociações com fornecedores.</li>
<li>Previne perdas e roubos: o registro rigoroso de entradas e saídas possibilita rastrear divergências e, desse modo, identificar falhas nos processos internos.</li>
<li>Melhora a experiência do cliente: garante a disponibilidade do produto certo no momento da venda. Como resultado, aumenta a satisfação e fortalece as vendas.</li>
</ul>
<p>Além disso, o controle de estoque fornece informações confiáveis para decisões estratégicas, como promoções, reposições e ajustes na produção.</p>
<p>Para controlar o estoque de forma eficiente, o uso de um sistema de gestão é indispensável. O eGestor centraliza informações, automatiza processos e mantém o controle sempre atualizado.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br/recursos/controle-de-estoque-online.php?afl=11" rel="noopener">Teste grátis o eGestor</a></p>
<h2 id="quais-sao-os-tipos-de-controle-de-estoque">Quais são os tipos de controle de estoque?</h2>
<p>Existem vários tipos de estoque. Por isso, eles são responsáveis por tornar o controle de estoque físico mais assertivo.</p>
<ul>
<li><strong>Estoque Sazonal ou de Antecipação:</strong> prevê as variações de demanda para, assim, ajustar o volume de mercadorias.</li>
<li><strong>Estoque Consignado:</strong> quase uma <a href="https://blog.egestor.com.br/terceirizacao-o-que-e-suas-vantagens-e-desvantagens/">terceirização</a>, onde os produtos são distribuídos conforme a demanda do cliente final. Os consignatários normalmente são distribuidoras.</li>
<li><strong>Estoque Máximo:</strong> é ter o máximo de produto que se pode ter no estoque. Em geral, negócios com alta rotatividade de mercadorias utilizam esse modelo habitualmente.</li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/estoque-minimo-o-que-e/"><strong>Estoque Mínimo</strong></a><strong>:</strong> é o contrário do estoque máximo, pois mantém o mínimo possível de produtos. Por esse motivo, requer um controle de estoque extremamente eficiente e fornecedores de confiança.</li>
<li><strong>Estoque Regulador:</strong> ideal para empresas com filiais e, por isso, exige sistema online. Trata-se de uma reserva extra mantida para prevenir a falta de produtos.</li>
<li><strong>Estoque de ciclo:</strong> analisa a rotatividade distinta entre os produtos. Assim, o objetivo é manter os níveis de produção e armazenamento sempre de forma adequada.</li>
<li><strong>Estoque de Contingência:</strong> é um tipo de estoque que mantém produtos resguardados em caso de erro.</li>
<li><strong>Dropshipping:</strong> a loja não tem estoque de produtos, realiza apenas o controle da logística entre o produtor e o cliente final.</li>
</ul>
<p>Saiba mais sobre os tipos de estoque aqui: <a href="https://blog.egestor.com.br/tipos-de-estoque/">Tipos de estoque: conheça os 14 principais tipos e qual o melhor</a></p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/89.png-2000.webp" alt="controle de estoque" width="2000" height="1335"></p>
<h3 id="tipos-de-estoque-para-e-commerce">Tipos de estoque para e-commerce</h3>
<p>O e-commerce é o comércio eletrônico. No entanto, muitas empresas falham nesse modelo por ignorarem a importância vital de um controle de estoque eficiente e rigoroso. Gerenciar os produtos é muito importante para lojas virtuais.</p>
<p>Vale ressaltar que não existe um tipo de estoque ideal para o e-commerce, pois cada um tem suas características e suas vantagens.</p>
<p>Confira os três tipos de estoque no e-commerce e conheça os pontos fortes e fracos de cada um:</p>
<h4>1. Compartilhado</h4>
<p>O estoque compartilhado integra produtos de lojas físicas e lojas onlines, e a grande vantagem é a economia de espaço. Além disso, o sistema integra o gerenciamento de todos os produtos da operação.</p>
<p>A empresa precisa de um sistema preciso para evitar erros. Por isso, as atualizações devem ser imediatas para evitar a venda de itens indisponíveis.</p>
<h4>2. Terceirizado</h4>
<p>No e-commerce há duas maneiras de terceirizar o estoque, por meio das cross docking ou dropshipping. Confira:</p>
<ul>
<li><strong>Dropshipping:</strong> o fornecedor entrega o pedido diretamente ao cliente final após a venda.</li>
<li><strong>Cross docking:</strong> a loja não mantém estoque físico. O fornecedor entrega o item à loja, que fica responsável pelo envio final ao cliente.</li>
</ul>
<p>A grande vantagem de ambos está em poder vender produtos em grande quantidade, sem precisar armazená-los. O lojista deve confiar totalmente na qualidade do trabalho dos fornecedores. Afinal, a responsabilidade por qualquer dano nos produtos recai diretamente sobre o fabricante.</p>
<h4>3. Descentralizado</h4>
<p>No estoque descentralizado, os produtos ficam em vários armazenamentos espalhados pela região. Uma das principais vantagens é a redução no tempo de entrega. Isso ocorre quando há produtos disponíveis em locais próximos ao cliente que realizou a compra.</p>
<p>Além disso, esse modelo logístico reduz consideravelmente os custos com frete. O controle de estoque exige atenção redobrada nesse cenário. Portanto, é fundamental integrar os locais de armazenamento para monitorar a quantidade exata em cada um.</p>
<p>Uma desvantagem pode ser o custo para manter tantos locais de armazenamento.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/1-30.png-2000.webp" alt="controle de estoque" width="2000" height="1331"></p>
<h2 id="metodos-para-controle-de-estoque">Métodos para controle de estoque</h2>
<p>Para ajudar no controle de um estoque são utilizados alguns métodos. Alguns desses podem ser utilizados para cálculo de tributos pela Receita Federal, enquanto os outros podem ser usados internamente.</p>
<p>Os principais métodos são:</p>
<ul>
<li>PEPS (Primeiro que Entra, Primeiro que Sai) / FIFO: Prioriza a saída dos itens que entraram primeiro. Indicado para produtos com validade.</li>
<li>PVPS (Primeiro que Vence, Primeiro que Sai) / FEFO: Prioriza os itens com vencimento mais próximo. Essencial para perecíveis.</li>
<li>Curva ABC: Organiza os produtos por relevância (A = mais importantes, C = menos relevantes), concentrando o controle nos itens A.</li>
</ul>
<p>Entenda mais:</p>
<h3 id="peps">PEPS</h3>
<p>PEPS é a sigla para Primeiro a Entrar, Primeiro a Sair, que é o método aceito pela <a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br" rel="noopener">Receita Federal</a> para cálculo de tributos. Em inglês também chamado de FIFO, esse método faz com que os produtos que entraram primeiro sejam os primeiros a sair.</p>
<p>Ele também é utilizado para produtos perecíveis, fazendo com que não se tenha prejuízo em caso de mercadoria vencida. Ainda, o valor de venda do produto é calculado de acordo com o custo do estoque mais antigo.</p>
<ul>
<li><strong>Exemplo Prático</strong>: Imagine que você comprou 10 camisetas por R$ 50,00 cada. Semana que vem, comprou mais 10, mas agora custaram R$ 60,00 devido à inflação. Se você vender 5 camisetas hoje, o sistema PEPS dará baixa no custo de R$ 50,00 (do lote antigo). Isso mantém o valor do seu estoque atualizado com o preço de mercado real.</li>
</ul>
<h3 id="ueps">UEPS</h3>
<p>UEPS significa Último a Entrar, Primeiro a Sair. Com ele, os valores são baseados nos últimos produtos a entrar no estoque. Isso significa que essa maneira é mais lucrativa, uma vez considerada a supervalorização no preço dos artigos.</p>
<p>Este método não é aceito pela Receita Federal para fins tributários. O motivo é que ele tende a reduzir o valor dos estoques devido à inflação.</p>
<p><strong>Exemplo Prático</strong>: Usando o caso das camisetas, ao vender cinco unidades, o sistema daria baixa. Portanto, o custo registrado seria R$ 60,00 pelo lote novo. O resultado é que o lucro contábil parece menor, pois o custo abatido foi maior. Consequentemente, isso reduz impostos, mas o Fisco Brasileiro impõe restrições regulatórias.</p>
<h3 id="custo-medio">Custo médio</h3>
<p>O custo médio é um método de precificação de mercadorias do estoque. Este método é aceito pela Receita Federal para cálculos tributários. Ele é definido dividindo o custo total de produção ou compra pela quantidade de itens.</p>
<p>Se produzir 10 itens custa R$ 50,00 e outros 10 custam R$ 75,00 em períodos diferentes, o cálculo é específico. Portanto, deve-se considerar esses valores distintos:</p>
<p>50 + 75 / 10+10</p>
<p>125 / 20</p>
<p>6,25</p>
<p>Ou seja, o custo médio do produto é de R$ 6,25.</p>
<h3 id="just-in-time">Just in Time</h3>
<p>O método Just in Time, ou JIT, consiste em comprar ou fabricar uma quantidade do produto na 'hora certa'. Dessa forma, é necessário ter fornecedores prontos para a entrega. Não existe sobra de estoque, uma vez que tudo é produzido ou comprado com exatidão.</p>
<h3 id="curva-abc-regra-80-20">Curva ABC (Regra 80/20)</h3>
<p>Este método classifica o estoque pela importância financeira e giro, não apenas pela quantidade. Ele ajuda a priorizar onde focar sua atenção:</p>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th><strong>Classe A</strong></th>
<th><strong>20% dos itens</strong></th>
<th>Representam <strong>80% do faturamento</strong>. São produtos de alto valor ou giro rápido. Exigem controle diário rigoroso.</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Classe B</strong></td>
<td><strong>30% dos itens</strong></td>
<td>Representam <strong>15% do faturamento</strong>. Valor e giro intermediários. Controle semanal.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Classe C</strong></td>
<td><strong>50% dos itens</strong></td>
<td>Representam apenas <strong>5% do faturamento</strong>. Itens baratos e de baixo giro. Controle mensal.</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<h3 id="preco-especifico">Preço Específico</h3>
<p>Antes de tudo, para utilizar esse método é necessário saber o preço exato de cada uma das unidades em estoque. Assim, esse valor, o preço específico, conduz a baixa de produtos quando a venda é realizada. Dessa forma, o valor total do estoque é a soma dos custos dos itens em estoque.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Design-sem-nome-24.png-2000.webp" alt="Métodos de controle de estoque" width="2000" height="1348"></p>
<h2 id="ferramentas-para-controlar-o-estoque">Ferramentas para controlar o estoque</h2>
<p>Existem duas ferramentas para controlar o estoque: <a href="https://blog.egestor.com.br/planilhas-de-estoque-10-modelos-com-download-gratis/">planilhas</a> ou sistemas.</p>
<p>Muitas empresas ainda realizam essa gestão através de cadernos, mas precisamos alertar que esse tipo de controle raramente funciona. O caderno abre brechas para muitos problemas, sejam de falta de dados até o desentendimento por caligrafia, por exemplo.</p>
<p>📒 <strong>Caderno</strong></p>
<ul>
<li>Não permite a geração de relatórios</li>
<li>Não é possível filtrar por tempo</li>
<li>Analisar os resultados se torna mais difícil</li>
<li>O registro de informações é mais complicado</li>
</ul>
<p>📉 <strong>Planilha</strong></p>
<ul>
<li>Apenas um usuário por vez</li>
<li>Não integra com outras ferramentas de <a href="https://blog.egestor.com.br/gestao-empresarial/">gestão empresarial</a></li>
<li>Poucos relatórios limitados</li>
<li>Necessidade de conhecimento em ferramentas de planilhas</li>
<li>Não tem suporte</li>
</ul>
<p><strong>eGestor</strong><img src="https://egestor.com.br/assets/img/favicon-32x32.png" alt="eGestor"></p>
<ul>
<li>Integração total de setores, como vendas, compras, financeiro, estoque e notas fiscais</li>
<li>Mais simples de usar</li>
<li>Mais usuários e permissões por usuário</li>
<li>Mais de 50 tipos de relatórios com filtros avançados</li>
<li>Tudo simples, rápido e sem retrabalho</li>
</ul>
<h3 id="planilha-de-controle-de-estoque">Planilha de controle de estoque</h3>
<p>Com uma <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-controle-de-estoque-em-excel-gratuita/">planilha de controle de estoque</a> se tem uma visão mais clara que apenas com um caderno ou não fazendo controle nenhum. Com essa ferramenta, é possível cadastrar produtos, fornecedores e registrar entradas e saídas. Além disso, obtém-se o controle geral e dados sobre o estoque mínimo.</p>
<p>Para utilizar uma planilha para o controle de estoque é possível começar uma do zero ou baixar uma pronta, inclusive de forma gratuita.</p>
<h3 id="sistema-de-controle-de-estoque-online"><a href="https://egestor.com.br/recursos/controle-de-estoque-online.php?afl=11" rel="noopener">Sistema de controle de estoque online</a></h3>
<p>O controle de estoque feito com um sistema é a forma mais eficiente de fazer essa gestão. Isso porque ele consegue integrar todas as fases e processos da empresa, passando por todos os setores e captando todas as informações.</p>
<p>O setor de compras requisita os itens ao fornecedor. Assim que chegam, são lançados como entrada no sistema e ficam disponíveis para a venda imediata.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/INFOGRAFICO-CONTROLE-DE-ESTOQUE-1.png-2000.webp" alt="uso de um sistema de controle de estoque" width="2000" height="800"></p>
<p>Ao realizar a venda, o vendedor a registra no sistema. Automaticamente, o estoque é atualizado, o financeiro recebe os dados e a nota é emitida.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/INFOGRAFICO-CONTROLE-DE-ESTOQUE-2.png-2000.webp" alt="uso de um sistema de controle de estoque" width="2000" height="800"></p>
<p>Isso se torna uma vantagem quando se entende que preencher planilhas ou cadernos manualmente com os produtos pode causar erros. Além disso, uma ferramenta de controle de estoque automatizada elimina a repetição de trabalho.</p>
<h2 id="como-fazer-o-controle-de-um-estoque-passo-a-passo">Como fazer o controle de um estoque - Passo a passo</h2>
<p>Já entendemos que a gestão de estoque é muito importante e ele pode trazer alguns benefícios para o negócio. Mas como começar a fazer esse controle? Veja o passo a passo!</p>
<h3 id="realizar-inventarios">Realizar inventários</h3>
<p>Os inventários servem para saber se os produtos que estão registrados e os produtos que estão no estoque são a mesma coisa. Afinal, é a partir desse dado que se pode tomar decisões importantes para o destino do negócio.</p>
<p>Estes relatórios mostram a realidade do negócio. Desse modo, ao fazer esse mapeamento, ganha-se segurança, a movimentação é ajustada e o desperdício diminui consideravelmente no dia a dia.</p>
<p>É importante estar atento com produtos perecíveis. Além disso, esse inventário também serve para estar atento à data de validade de produtos.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/126-9.jpg-2000.webp" alt="exemplo de estoque" width="2000" height="1329"></p>
<h3 id="cadastro-de-produtos">Cadastro de produtos</h3>
<p>Você precisa saber quais são os seus produtos, os valores e as quantidades. Somente com esses dados você pode começar a <a href="https://blog.egestor.com.br/organizacao-de-estoque-principais-passos-e-dicas-praticas/">organização de estoque</a>.</p>
<p>A partir da contagem, você pode fazer o cadastro e categorização de todos os seus produtos.</p>
<p>Com o inventário, fazer um controle de estoque eficiente se torna uma tarefa mais fácil. Dessa forma, é possível fazer o planejamento e realização de ações estratégicas. Assim, se visa a otimização do <a href="https://blog.egestor.com.br/giro-de-estoque/">giro de estoque</a>, de forma a não deixar produtos parados por muito tempo.</p>
<h3 id="utilize-uma-ferramenta-para-fazer-o-controle-de-estoque">Utilize uma ferramenta para fazer o controle de estoque</h3>
<p>Você conhece a quantidade, o tipo e as características dos produtos em estoque. Porém, surge a questão: onde você realmente faz o controle dessas informações? Aqui entram as ferramentas de controle de estoque, que auxiliam a fazer essa gestão de forma mais simples, mas também muito mais eficiente.</p>
<p>Um exemplo de ferramenta que auxilia imensamente gestores é a planilha de controle de estoque. Ela permite que se tenha um conhecimento maior sobre os produtos, quantidades vendidas e o que ainda resta armazenado.</p>
<p>Mas, ela pode trazer alguns erros, principalmente levando em consideração que ela não é integrada ao <a href="https://blog.egestor.com.br/controle-de-vendas/">controle de vendas</a>. Dessa forma, ao realizar uma venda, o responsável deve informar na planilha sua saída.</p>
<p>Um sistema automatizado é a melhor opção para quem possui muitos funcionários. Além disso, ele facilita a integração de todos os controles da empresa.</p>
<h3 id="treine-os-colaboradores">Treine os colaboradores</h3>
<p>Independentemente da ferramenta escolhida, os colaboradores devem estar treinados para que possam ajudar nas tarefas de controle de estoque. Deve-se inserir produtos e quantidades corretamente na ferramenta escolhida. É essencial registrar a venda e emitir a nota fiscal simultaneamente para o pagamento de impostos.</p>
<p>Independentemente do método, o controle só funciona com dados reais. Por exemplo, é fundamental que todas as notas de entrada sejam incluídas no sistema regularmente.</p>
<h3 id="otimize-o-estoque">Otimize o estoque</h3>
<p>Os produtos que estão armazenados são o principal ativo da empresa, ou seja, o que realmente vira lucro. Por isso, é necessário que as quantidades armazenadas façam sentido para a empresa. Se um produto tem muita saída em dias específicos, o estoque deve ser suficiente. Isso evita que a empresa perca vendas por falta de mercadoria.</p>
<p>Mas se um produto não tem tanta saída, ele não deve estar em grande quantidade. Por isso, é extremamente importante fazer uma análise da situação real do estoque e da quantidade de vendas de cada produto.</p>
<p>Entretanto, essa análise só pode ser feita se houver um controle eficiente da situação.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/kenny-eliason-9m2RZvHS_cU-unsplash.jpg-2000.webp" alt="exemplo de estoque" width="2000" height="1333"></p>
<h3 id="margem-de-perdas">Margem de perdas</h3>
<p>Principalmente negócios que precisam fazer um <a href="https://blog.egestor.com.br/controle-de-producao-organizado/">controle de produção</a> devem ter uma margem de perdas definida. Essa margem serve porque estamos sempre sujeitos a perdas e avarias em produtos e matérias-primas. Esses valores não podem ser prejuízo, mas sim, devem estar no cálculo do preço de venda dos produtos.</p>
<p>Outro exemplo são empresas que comercializam produtos perecíveis. Eles possuem uma data de validade que pode ser curta; por isso, é preciso estar sempre atento. Mas, caso não se tenha um controle de estoque eficiente, esses produtos podem ser perdidos. Existem alguns métodos para evitar que isso aconteça que podem ser implementados.</p>
<h3 id="atencao-aos-produtos-parados">Atenção aos produtos parados</h3>
<p>É comum que produtos fiquem parados no estoque. Isso pode acontecer em qualquer tipo de empresa. Quem comercializa produtos baseados em tendências pode ter alguns problemas com isso. Por isso, é importante calcular os valores dos seus produtos com margem para uma possível <a href="https://blog.egestor.com.br/frases-de-promocao/">promoção</a>.</p>
<p>Descontos e campanhas promocionais são a melhor forma de evitar que produtos com pouca saída estejam em excesso no estoque. E, ainda, faz com que você não tenha prejuízo, mesmo que o lucro não seja alto.</p>
<h3 id="o-controle-de-estoque-e-feito-diariamente">O controle de estoque é feito diariamente</h3>
<p>Com esses passos, você já deve ter um controle de estoque organizado, mas o último passo não é realmente o último. O controle de estoque é feito diariamente: todos os dias, o tempo todo.</p>
<p>Não atualizar as informações de produtos pode trazer problemas tanto financeiros quanto de relacionamento com o cliente. Por isso, é imprescindível que o controle de estoque seja feito constantemente.</p>
<figure><a href="https://youtu.be/DZpKaiGz8Mg" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-DZpKaiGz8Mg.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<h2 id="como-tornar-seu-controle-de-estoque-mais-eficiente">Como tornar seu controle de estoque mais eficiente</h2>
<p>Existem alguns pontos que podem tornar um controle de estoque que já está em andamento em um controle ainda mais eficiente. São eles:</p>
<h3 id="crie-padroes-de-organizacao-e-processos">Crie padrões de organização e processos</h3>
<p>Tanto na hora de organizar os produtos fisicamente, como no controle de estoque, é importante criar padrões. Por exemplo, no estoque físico, alguns métodos de entrada e saída de materiais devem ser utilizados para evitar que alguns produtos pereçam.</p>
<p>Assim, também é possível criar padrões de processos, como a inserção das movimentações em determinado momento da venda.</p>
<h3 id="faca-um-planejamento-antes-de-colocar-em-pratica">Faça um planejamento antes de colocar em prática</h3>
<p>Um controle de estoque depende de diversos processos para seu funcionamento. Conhecer os passos do produto, da produção até a venda, garante o alinhamento do processo. Consequentemente, erros operacionais são evitados durante toda a jornada.</p>
<p>Ou seja, realizar um planejamento do controle de estoque pode fazer com que a prática seja muito mais simples do que se imagina.</p>
<h3 id="utilize-metodos-de-controle-de-estoque">Utilize métodos de controle de estoque</h3>
<p>Existem <a href="https://blog.egestor.com.br/controle-de-estoque/#h-metodos-para-controle-de-estoque">métodos de controle de estoque</a> que podem ajudar o negócio a organizar melhor a saída e a entrada dos produtos.</p>
<p>Por exemplo, a curva ABC, que separa os produtos em três grupos, dependendo do faturamento deles e da saída. Outro método importante para quem comercializa perecíveis é o PEPS, Primeiro a Entrar, Primeiro a Sair. Ele evita que produtos estraguem devido ao tempo de armazenamento.</p>
<h3 id="faca-inventarios-sempre-que-possivel">Faça inventários sempre que possível</h3>
<p>Um inventário é o levantamento de todos os produtos existentes em estoque ou em mostruários. Esse procedimento funciona como uma comprovação prática das informações registradas no controle de estoque.</p>
<p>Assim, a realização de inventários torna a gestão de estoque mais simples, eficiente e assertiva, ajudando a identificar possíveis divergências e manter os dados sempre atualizados.</p>
<h3 id="faca-um-controle-rigido">Faça um controle rígido</h3>
<p>Fazer o controle de estoque já é muito melhor que não fazer. O controle por ferramenta automatizada permite integrar o estoque a outros setores. Assim, áreas importantes, como o financeiro, trabalham de forma conjunta e organizada.</p>
<h2 id="principais-relatorios-de-controle-de-estoque">Principais relatórios de controle de estoque</h2>
<p>Os relatórios são partes cruciais do controle de estoque. Eles permitem que você conheça profundamente seu negócio através de uma série de informações estratégicas importantes. Mas atenção, alguns tipos de ferramentas não permitem a emissão de relatórios.</p>
<p>Os principais relatórios de controle de estoque são:</p>
<ul>
<li><strong>Estoque mínimo</strong>: mostra a lista de produtos que estão com o estoque mínimo abaixo do valor definido em seu cadastro.</li>
<li><strong>Estoque em data específica</strong>: mostra o saldo do estoque em uma determinada data.</li>
<li><strong>Movimentação de um produto</strong>: mostra o histórico de movimentação de um produto.</li>
<li><strong>Produtos por fornecedor</strong>: mostra o relatório de produtos por fornecedor, com o preço de compra.</li>
<li><strong>Produtos duplicados</strong>: mostra todos os produtos que estão duplicados no controle de estoque.</li>
<li><strong>Personalizado de produtos</strong>: lista os produtos com os campos escolhidos.</li>
<li>Produtos sem vendas: mostra os produtos que não foram vendidos em um período especificado.</li>
<li><strong>Sugestão de compra</strong>: cruza dados de giro com o estoque mínimo. Assim, indica automaticamente o que comprar e a quantidade exata, evitando cálculos manuais exaustivos.
<ul>
<li>Exemplo: O sistema gera uma lista automática do que precisa ser comprado.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/slide-produtos.png-593.webp" alt="sistema de controle de estoque" width="593" height="365"></p>
<h2 id="vantagens-do-controle-de-estoque">Vantagens do controle de estoque</h2>
<p>Atualmente, adotar soluções inovadoras para otimizar processos é essencial. Por esse motivo, implantar um sistema de controle de estoque torna-se uma prioridade para crescer. Assim, o risco de uma <a href="https://blog.egestor.com.br/gestao-de-estoque-10-dicas-para-otimiza-la-em-sua-empresa/">má gestão de estoque</a> diminui.</p>
<p>A seguir, estão as principais vantagens:</p>
<ul>
<li>Redução de custos;</li>
<li>Aumento da produtividade;</li>
<li>Precisão no planejamento de compras;</li>
<li>Relacionamento com os clientes melhorado;</li>
<li>Compreensão dos clientes;</li>
<li>Oportunidade de negócio.</li>
</ul>
<h2 id="indicadores-para-o-controle-de-estoque">Indicadores para o controle de estoque</h2>
<p>Não adianta fazer um controle de estoque eficiente, mas não entender alguns pontos que são importantes. Para isso existem os <a href="https://blog.egestor.com.br/indicadores-de-estoque/">indicadores</a> de controle de estoque, tais como:</p>
<ul>
<li><strong>Giro de Estoque</strong>: indica a circulação dos produtos. Ele mostra quantas vezes o item saiu por venda e retornou ao armazém através de compras. Assim, ele mostra se houve equilíbrio entre as vendas e as compras desse produto.</li>
<li><strong>Taxa de Retorno</strong>: indica o número de devolução de produtos. O ideal é que ele sempre seja o mais próximo de zero possível.</li>
<li><strong>Tempo de Reposição</strong>: demonstra o tempo que um produto demora para chegar ao estoque novamente.</li>
</ul>
<h2 id="perguntas-frequentes-sobre-o-controle-de-estoque">Perguntas frequentes sobre o controle de estoque</h2>
<p>**O que é SKU e qual sua função no estoque?**O SKU é um código único identificador para cada produto e suas variações (cor, tamanho, voltagem). Diferente do código de barras, ele é criado internamente para facilitar a localização e organização lógica dentro do armazém.</p>
<p>**Qual a diferença entre estoque físico e estoque contábil?**O estoque físico é a quantidade real de produtos nas prateleiras. O estoque contábil é o número que consta no sistema ou nos livros fiscais. Quando eles não batem, ocorre o chamado "furo de estoque", indicando falhas operacionais, perdas ou furtos.</p>
<p>**O que é estoque negativo e como corrigir?**O estoque negativo ocorre quando o sistema registra mais saídas do que entradas. Por exemplo, isso acontece ao vender um produto antes de lançar a nota. Para corrigir, é necessário realizar um ajuste de inventário ou auditar os processos de entrada de notas fiscais.</p>
<p>**Prestadores de serviço precisam de controle de estoque?**Sim. Mesmo sem vender produtos finais, prestadores devem controlar materiais de consumo. Dessa forma, evitam desperdícios e garantem que o serviço não pare por falta.</p>
<p>**Qual a periodicidade ideal para fazer um inventário?**Depende do giro do estoque. O ideal é realizar inventários rotativos de pequenos grupos diariamente ou semanalmente. Além disso, faça um inventário geral anualmente para fins fiscais e de ajuste.</p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Controle financeiro empresarial: Como fazer passo a passo</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/controle-financeiro-como-fazer/</link>
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      <pubDate>Fri, 11 Apr 2025 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Destaques</category>
      <category>Controle Financeiro</category>
      <category>destaque</category>
      <description>O controle financeiro empresarial é um dos pontos mais importantes de qualquer empresa. Entenda aqui como fazer eficientemente!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p><strong>Passo a passo para fazer o controle financeiro empresarial</strong>1. Faça o controle do fluxo de caixa
2. Separe custos e receitas
3. Planejamento de recebimentos e pagamentos
4. Registre todas as operações financeiras
5. Tenha um orçamento bem estruturado
6. Crie um fundo de reserva para a sua empresa
7. Separe as finanças corporativas das pessoais
8. Acompanhamento de resultados</p>
<p><a href="https://egestor.com.br?afl=11" rel="noopener">Teste grátis o eGestor</a></p>
<p>O controle financeiro empresarial é, sem dúvidas, um dos pontos mais importantes de qualquer empresa, seja ela de pequeno, médio ou grande porte. Dominar todos os setores da empresa é ineficaz sem um controle claro sobre as entradas e saídas de dinheiro.</p>
<p>Aliás, quando o gestor não domina as finanças corporativas, dificilmente as outras áreas da empresa estarão bem. Então, continue lendo e saiba por que não deve relaxar quando o assunto é gestão financeira de empresas.</p>
<h2 id="o-que-e-controle-financeiro-empresarial">O que é controle financeiro empresarial?</h2>
<p>O controle financeiro empresarial é a administração do dinheiro de uma empresa. Ele está relacionado tanto às receitas quanto as despesas. Ou seja, é a organização e compreensão das finanças corporativas. Essas finanças englobam tudo que tem relação ao dinheiro, seja rendimento de investimentos, preço de venda, preço de compra e impostos, por exemplo.</p>
<p>O controle financeiro empresarial deve ser feito com todo cuidado e atenção, uma vez que é ele que mantém a empresa funcionando. Não, não é uma tarefa fácil. Mas, é um compromisso necessário e essencial para a evolução da organização financeira.</p>
<p>Assim, a partir do controle financeiro, se consegue manter as contas equilibradas e evitar despesas desnecessárias. Mas, mais que isso, visualizar a necessidade de investimento, e traçar estratégias mais completas.</p>
<figure><a href="https://youtu.be/OJ7b-bn12vA" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-OJ7b-bn12vA.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<h2 id="como-fazer-o-controle-financeiro-de-uma-empresa-passo-a">Como fazer o controle financeiro de uma empresa - Passo a passo</h2>
<p>Quem está abrindo uma empresa ou ainda não faz o controle financeiro pode ter algumas dúvidas de como começar ou como fazer. Por isso, trouxemos o passo a passo para um controle financeiro empresarial eficiente.</p>
<h3 id="faca-o-controle-do-fluxo-de-caixa">Faça o controle do fluxo de caixa</h3>
<p>O fluxo de caixa é o primeiro ponto para começar a fazer o controle financeiro. Ele é o acompanhamento de todas as entradas e saídas de dinheiro da empresa. Ou seja, é necessário registrar toda movimentação que envolve algum valor financeiro.</p>
<p>O fluxo de caixa permite um planejamento financeiro empresarial maior, seja a curto ou longo prazo. Se a empresa tem uma despesa alta em um mês, com o planejamento do fluxo de caixa, terá o dinheiro necessário disponível.</p>
<p>Assim, o que garante os valores necessários disponíveis na data correta é o fluxo de caixa.</p>
<p>Além de facilitar o entendimento da saúde financeira do negócio, o fluxo de caixa também consegue mostrar o desempenho dos colaboradores.</p>
<p>Você deve fazer esse controle diariamente para evitar o acúmulo de trabalho e reduzir erros.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/slide-pagamentos.png-593.webp" alt="exemplo sistema de gestão com fluxo de caixa" width="593" height="365"></p>
<p>📍Saiba mais sobre <a href="https://blog.egestor.com.br/fluxo-de-caixa/">Fluxo de Caixa</a></p>
<h4>Separe custos e receitas</h4>
<p>Dividimos os custos em fixos e variáveis:</p>
<p>Os custos fixos são aqueles que estão diretamente relacionados com a atividade fim da empresa, sejam os custos de produção ou de venda. Isso não quer dizer que eles serão sempre do mesmo valor, mas sim que eles sempre existirão.</p>
<p>Já os custos variáveis não tem um valor mensal e são tem impacto diretamente na atividade fim do negócio.</p>
<p>Essa divisão faz com que seja mais fácil entender quais valores podem ser enxugados, quando uma economia se fizer necessária, por exemplo.</p>
<h4>Planejamento de recebimentos e pagamentos</h4>
<p>Os recebimentos são todos os valores que você tem a receber relativos a suas vendas. Enquanto isso, os pagamentos são aqueles valores que você deve pagar para seus colaboradores e fornecedores, por exemplo.</p>
<p>Você espera que seus clientes honrem o compromisso de pagamento das suas compras. Da mesma forma, os colaboradores, fornecedores e bancos, também contam com o pagamento que a empresa deve fazer.</p>
<p>Para garantir que se terá dinheiro em caixa para pagamentos deve se ter o fluxo de caixa atualizado.</p>
<h3 id="registre-todas-as-operacoes-financeiras">Registre todas as operações financeiras</h3>
<p>Todas as transações, tudo que envolve o dinheiro da empresa deve ser registrado, de preferência no momento que acontecer. Assim, desde o café até a venda de um produto, você deve cadastrar tudo na ferramenta de controle financeiro empresarial.</p>
<p>Isso deve ser feito para que saibamos para onde vai e de onde vem o dinheiro. Dessa forma, as contas são pagas em dia, qualquer cobrança que precise ser feita a clientes pode ser feita com antecedência, evitando atrasos. Ainda, alguns documentos financeiros fiscais, se não emitidos ou pagos na data correta, podem gerar multas ou outras punições.</p>
<h3 id="tenha-um-orcamento-bem-estruturado">Tenha um orçamento bem estruturado</h3>
<p>é uma ferramenta também considerada essencial. Afinal, é com base nele que o gestor poderá realizar as projeções e planejar cenários novos para a empresa. Com ele, também se pode verificar todas as reais condições do negócio.</p>
<p>O orçamento é utilizado para planejar e mensurar os gastos futuros, servindo como um norte e limitador de despesas, por exemplo. Pode ser uma ferramenta para uso mensal, semestral ou anual, de acordo com as preferências e o domínio sobre o negócio.</p>
<h3 id="capital-de-giro">Capital de giro</h3>
<p>O capital de giro é o valor em dinheiro necessário para que a empresa siga funcionando. Para calcular o patrimônio da empresa, some o dinheiro disponível e os ativos. Depois, subtraia as despesas, como fornecedores, salários e impostos. A fórmula para calcular o capital de giro é:</p>
<blockquote>
<p><strong>Capital de giro = Ativo circulante - Passivo circulante</strong></p>
</blockquote>
<p>O capital de giro indica que seu estoque e outros bens sejam maiores que os seus custos. Assim, é possível garantir a liquidez da empresa.</p>
<p><strong>📍Saiba mais sobre <a href="https://blog.egestor.com.br/capital-de-giro/">Capital de Giro</a></strong></p>
<h3 id="crie-um-fundo-de-reserva-para-a-sua-empresa">Crie um fundo de reserva para a sua empresa</h3>
<p>A reserva de emergência, como o nome diz, deve ser usada para situações críticas pelas quais todo negócio está propenso a passar. Assim, ela funciona como um amortecedor para aqueles momentos em que o lucro estagnou ou uma máquina exigiu conserto ou substituição, por exemplo.</p>
<p>A reserva é direcionada para aqueles gastos inesperados, com os quais o gestor não contava. É muito importante manter esse valor separado para que os gastos intempestivos não atrapalhem o orçamento já definido da empresa.</p>
<h3 id="separe-as-financas-corporativas-das-pessoais">Separe as finanças corporativas das pessoais</h3>
<p>Essa dica é básica e muito indicada para quem está começando a empreender. Isso é fundamental para todas as fases da empresa, mas que nem sempre recebe a atenção que merece:</p>
<blockquote>
<p>Jamais misture o seu dinheiro pessoal com o dinheiro da empresa.</p>
</blockquote>
<p>Esse péssimo hábito pode se tornar muito perigoso, chegando a causar danos no orçamento difíceis de reparar. Então, para evitar essa prática, defina um salário para si mesmo, chamado de pró-labore, e use esse valor para suas despesas pessoais</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/slide-modfinanceiro-1.png-593.webp" alt="exemplo sistema de gestão controle financeiro" width="593" height="365"></p>
<h3 id="acompanhamento-de-resultados">Acompanhamento de resultados</h3>
<p>Quando se faz o controle financeiro empresarial bem feito, você terá muitos resultados para analisar. Esses resultados são os números que garantem que a empresa tenha uma boa saúde financeira. Isso, no longo prazo, faz com que as tomadas de decisões sejam mais acertadas.</p>
<p>Também, ao saber quais são os resultados, é possível determinar metas para a empresa. Assim, a empresa e seus colaboradores conseguem focar em um objetivo em comum.</p>
<h2 id="principais-ferramentas-para-controle-financeiro-das-empresas">Principais ferramentas para controle financeiro das empresas</h2>
<p>Existem três maneiras principais de fazer o controle financeiro empresarial: cadernos, planilhas ou sistemas automatizados.</p>
<p>📒 <strong>Caderno</strong></p>
<p>O controle financeiro de um negócio pode ser feito através de um caderno, entretanto, essa não é a maneira mais indicada. Os cadernos podem trazer informações equivocadas, e além disso, não geram relatórios completos, não se pode ordenar ou filtrar dados importantes. Isso tudo torna mais difícil de analisar os resultados da empresa.</p>
<p>📉 <strong>Planilha</strong></p>
<p>As <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-controle-financeiro-gratis/">planilhas de controle financeiro</a> são uma evolução do caderno. Mas, isso não quer dizer que elas são a melhor forma de fazer o controle financeiro de uma empresa. Elas são um avanço do caderno, uma vez que se pode ordenar dados e se tem uma visão um pouco mais clara.</p>
<p><strong>eGestor</strong><img src="https://egestor.com.br/assets/img/favicon-32x32.png" alt="eGestor"></p>
<p>Um sistema de controle financeiro online é a melhor forma de fazer o controle de uma empresa. Afinal, ele possui integração com os outros setores da empresa, como vendas e estoque, evitando o retrabalho. Ainda, é possível a emissão de relatórios e notas fiscais a partir de uma venda.</p>
<h2 id="a-importancia-de-fazer-o-controle-financeiro-da-empresa">A importância de fazer o controle financeiro da empresa</h2>
<p>A razão para fazer um controle financeiro empresarial é simples. Sem ele há uma grande chance de a sua empresa fechar as portas em poucos anos. Até porque falta de planejamento e de gestão financeira de empresas são os motivos mais comuns para a morte desses negócios.</p>
<p>Portanto, um bom gestor sabe que ficar de olho e monitorar diariamente todas as finanças corporativas é crucial para permanecer ativo no mercado. Do contrário, o negócio está, praticamente, fadado ao fracasso.</p>
<p>Quando existe o controle financeiro, o gestor tem mais segurança para tomar decisões. Isso porque se sabe com clareza onde está indo, sem se preocupar ou se assustar com intercorrências futuras. Além disso, existem outras vantagens:</p>
<ul>
<li>Melhor definição de estratégias, com base nas informações seguras obtidas;</li>
<li>Identificação mais precisa de pontos de melhoria;</li>
<li>Identificação de oportunidades;</li>
<li>Investimentos mais seguros;</li>
<li>Redução de despesas e outros gastos desnecessários;</li>
<li>Melhor direcionamento dos recursos;</li>
<li>Gerenciamento amplo e completo dos demais setores da empresa, como estoque, vendas e outros;</li>
<li>Conhecimento claro e preciso da realidade financeira da empresa;</li>
<li>Definição de um orçamento condizente com as necessidades do negócio.</li>
</ul>
<p>Se uma empresa não tiver uma vida financeira saudável, ela não conseguirá se manter. Por isso, é importante ter estabilidade financeira para o desenvolvimento e evolução do negócio. É uma afirmação óbvia, mas que muitos gestores ainda ignoram.</p>
<h2 id="controle-financeiro-e-ter-dinheiro-sobrando-no-caixa-da">Controle financeiro é ter dinheiro sobrando no caixa da empresa?</h2>
<p>Não, as duas coisas não são iguais. O controle financeiro empresarial garante que a empresa tenha todas as informações sobre o dinheiro da empresa. Mas ele não garante que vai sobrar dinheiro em caixa.</p>
<p>Entretanto, realizar um controle financeiro pode fazer com que se tenha mais lucro. Isso porque, com ele, se consegue visualizar melhor as informações e reduzir os custos.</p>
<p>Outro ponto importante do controle financeiro que está diretamente relacionado a ter dinheiro sobrando é a precificação. É muito comum que esse cálculo não seja feito corretamente, e o controle financeiro traz essa segurança.</p>
<h2 id="e-possivel-uma-empresa-ter-lucro-e-nao-ser-rentavel">É possível uma empresa ter lucro e não ser rentável?</h2>
<p>Uma empresa pode ter lucro e não ser rentável, assim como também pode ser rentável e não ter lucro. Isso acontece porque a lucratividade da empresa está relacionada ao lucro final e o faturamento. Enquanto isso, a rentabilidade é a relação do lucro final com os investimentos que foram realizados.</p>
<p>Assim, uma empresa pode ter lucro e não ser rentável, porque o lucro mostra o quanto a empresa teve de dinheiro entrando. Mas ele não leva em consideração os custos, que podem não se pagar.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/thought-catalog-BlGmdY18CFQ-unsplash-1-1.jpg-2000.webp" alt="controle financeiro empresarial" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="por-que-a-dre-e-importante-para-o-controle-financeiro">Por que a DRE é importante para o controle financeiro?</h2>
<p>O DRE (Demonstração do Resultado do Exercício) é um dos <a href="https://blog.egestor.com.br/indicadores-financeiros/">indicadores</a> mais importantes do negócio. Afinal, é ele que indica se a empresa teve lucro ou prejuízo. Mas, mais que isso, com o DRE se pode ter as informações que são mais relevantes para o negócio. Por exemplo, o DRE deve apresentar os dados de:</p>
<ul>
<li>Receita, bruta e líquida</li>
<li>Despesas, com vendas, administrativas, financeiras e extra operacionais</li>
<li>Deduções</li>
<li>Custo de mercadoria vendida (<a href="https://blog.egestor.com.br/cmv-custo-da-mercadoria-vendida/">CMV</a>)</li>
<li>Provisão de Imposto de Renda (IRPJ) e Contribuição Social (CSLL)</li>
</ul>
<p>Isso faz com que, ao montar a <a href="https://www.gov.br/economia/pt-br/acesso-a-informacao/demonstracoes-contabeis" rel="noopener">estrutura do DRE</a>, o responsável identifique os principais pontos do controle financeiro empresarial.</p>
<h2 id="sistema-de-controle-financeiro-empresarial">Sistema de controle financeiro empresarial</h2>
<p>O sistema de controle financeiro empresarial é a melhor forma de controlar os valores da empresa. Ele permite que todas as informações sejam controladas com precisão e segurança.</p>
<p>Ao utilizar um sistema para controlar o financeiro da empresa, ele será todo integrado. Ou seja, a cada venda, os valores que devem entrar estarão registrados. Isso deve ser feito independente se ela foi feita à vista, no cartão de crédito ou parcelada. Esse valor será especificado no controle de contas.</p>
<p>A integração também chega em outros ambientes da empresa, como o controle de estoque e o controle de produção. Esses são essenciais, uma vez que o estoque é o principal ativo de um negócio, sendo a principal fonte de renda.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>
<section class="faq"><h2 id="perguntas-frequentes-sobre-controle-financeiro-empresarial">Perguntas frequentes sobre controle financeiro empresarial</h2><div class="faq-lista"><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="como-fazer-o-controle-financeiro-de-uma-empresa">Como fazer o controle financeiro de uma empresa?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Para fazer o controle financeiro deve-se ter uma ferramenta de controle financeiro. Após fazer sua escolha, identifique as principais receitas e despesas. Em seguida, planeje os recebimentos, os pagamentos e acompanhe a saúde financeira do negócio.</p>
<p>⚠️ <strong>Atenção</strong>: Lembre-se de <a href="https://blog.egestor.com.br/misturar-contas-pessoais-com-contas-da-empresa/">não misturar contas pessoais e empresariais</a>.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-e-a-funcao-do-controle-financeiro">Qual é a função do controle financeiro?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>A função do controle financeiro é manter o dinheiro de uma empresa controlado da melhor forma possível. O controle financeiro não visa impedir gastos, mas sim otimizá-los, garantindo que todo dinheiro seja bem aplicado. Ainda, esse controle não se limita apenas a gastos, mas a recebimentos também.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-melhor-forma-de-controle-financeiro">Qual melhor forma de controle financeiro?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>A melhor forma de controle financeiro é ter as informações financeiras estruturadas e registradas. Esse controle pode ser feito por um caderno, por planilhas ou por um sistema de gestão. Existem alguns passos que garantem a melhor forma de controle financeiro:</p>
<ul>
<li>Fazer o registro constante</li>
<li>Ter um controle de orçamento</li>
<li>Estabelecer metas realistas</li>
<li>Separar a reserva de emergência</li>
</ul>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="quais-sao-os-5-passos-para-o-controle-financeiro">Quais são os 5 passos para o controle financeiro?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Os principais tipos de controle financeiro de uma empresa são:</p>
<ul>
<li>Fluxo de caixa</li>
<li>Capital de giro</li>
<li>Contas a pagar e receber</li>
<li>DRE (Demonstração do Resultado do Exercício)</li>
<li>Balanço patrimonial</li>
<li>Gestão de notas fiscais e tributos</li>
</ul></div></details></div></section>
]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e): o que é e quem emite</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/nota-fiscal-de-servico-eletronica-nfs/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/nota-fiscal-de-servico-eletronica-nfs/</guid>
      <pubDate>Tue, 21 Jan 2025 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Destaques</category>
      <category>Empreendedorismo</category>
      <category>destaque</category>
      <description>Quer saber como emitir a sua NFS-e? Ou não sabe se deve emitir a Nota Fiscal de Serviço Eletrônica? Confira nesse post tudo sobre a NFS-e!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A NFS-e é a Nota Fiscal de Serviço Eletrônica. Além dela, existem outros tipos, como a nota fiscal do consumidor e o conhecimento de transporte. Elas são úteis para empresas que tem como uma das funções o serviço, seja de forma primária ou secundária. Assim, esse tipo de nota garante diversas vantagens.</p>
<h2 id="o-que-e-a-nota-fiscal-de-servico-eletronica">O que é a Nota Fiscal de Serviço Eletrônica?</h2>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Exemplo-Nota-Fiscal-de-Servico-Eletronica-NFS-e.png-1414.webp" alt="Exemplo Nota Fiscal de Serviço Eletrônica NFS-e" width="1414" height="2000"></p>
<p>A Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e) é um documento que reconhece a venda de um serviço. Ela tem o mesmo propósito de uma nota fiscal de produtos, tendo como diferença o que é comercializado. Dessa forma, a nota fiscal de serviço tem todas as informações sobre o serviço prestado e seus impostos.</p>
<p>Quem regula as informações da nota de serviço é a prefeitura municipal, por isso, cada cidade tem a sua própria legislação. Assim, emitir uma nota fiscal de serviço requer um sistema que esteja de acordo com a da cidade.</p>
<h2 id="como-emitir-a-nota-fiscal-de-servico-eletronica">Como emitir a Nota Fiscal de Serviço Eletrônica?</h2>
<h3 id="passo-1-registro-para-emissao-de-nota">Passo 1: Registro para emissão de nota</h3>
<p>O primeiro passo é entender se a empresa pode emitir a nota de serviço. Para isso, é necessário fazer um registro na prefeitura da cidade. Ele que vai indicar se a empresa está regularizada e pode emitir a nota.</p>
<h3 id="passo-2-escolher-o-sistema-de-gestao">Passo 2: Escolher o sistema de gestão</h3>
<p>Para emitir uma nota fiscal é preciso de um <a href="https://egestor.com.br/recursos/emissor-de-nfse.php?afl=11" rel="noopener">sistema de emissão de notas de serviço</a>. Se você já usa um sistema de gestão, pode buscar entender se ele também emite notas fiscais. É melhor optar por um sistema de gestão que também faz a emissão da nota, uma vez que os processos ficam mais rápidos.</p>
<p>Em 2022 o Governo Federal lançou um <a href="https://blog.egestor.com.br/app-emissor-de-nfs-e/">aplicativo emissor de NFS-e</a>.</p>
<h3 id="passo-3-ter-um-certificado-digital">Passo 3: Ter um certificado digital</h3>
<p>Um certificado digital é como uma assinatura digital da empresa. Ele protege e garante que a empresa emitiu a nota. Por isso, ele é obrigatório para emitir qualquer nota.</p>
<p>O certificado digital autentica as informações, pois funciona como identidade.</p>
<h3 id="passo-4-cadastro-de-dados-no-sistema">Passo 4: Cadastro de dados no sistema</h3>
<p>Para emitir uma nota é importante ter os dados da empresa já cadastrados no sistema. Esses dados são os dados gerais, como nome, CNPJ e endereço e também os dados fiscais. Dessa forma, na hora de efetivamente emitir a nota, não é necessário inserir os dados outra vez.</p>
<h3 id="passo-5-emitir-a-nota-fiscal-de-servico">Passo 5: Emitir a nota fiscal de serviço</h3>
<p>Após vender um serviço basta inserir o serviço no sistema e clicar em Emitir NFS-e. Para isso, se deve ter dados registrados, o certificado digital inserido e a empresa regularizada com a prefeitura.</p>
<h2 id="quem-deve-emitir-a-nfs-e">Quem deve emitir a NFS-e?</h2>
<p>Todas as empresas que prestam algum tipo de serviço e pagam ISS emitem a nota fiscal de serviço eletrônica.</p>
<p>Ou seja, qualquer empresa, autônomo ou MEI, pode realizar a emissão da NFS-e, basta ter um sistema emissor e um certificado digital. O MEI não precisa emitir a NFS-e para pessoa física. No entanto, a emissão é obrigatória ao prestar serviço para pessoa jurídica.</p>
<p>O MEI do Simples Nacional paga a DAS mensalmente. Nessa guia, ele paga R$ 5,00 de ISS à prefeitura. Portanto, esse MEI deve emitir a NFS-e</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/slide-cadserv.png-593.webp" alt="" width="593" height="365"></p>
<h2 id="vantagens-da-nfs-e">Vantagens da NFS-e</h2>
<p>Por ser uma nota eletrônica, já podemos ver algumas vantagens. Por ser digital, o sistema gera e armazena a nota online. Desse modo, o processo elimina erros de digitação, pois o sistema cria a nota automaticamente. Como o sistema armazena a nota digitalmente, ele reduz gastos com armazenamento e impressão, como papeis, por exemplo.</p>
<p>Outra vantagem da nota de serviço eletrônica é a realização do cálculo do ISS. Como o sistema gera a nota automaticamente, não é necessário fazer o cálculo, pois o sistema o realiza durante a emissão.</p>
<p>O sistema aprimora a comunicação, enviando o XML da nota por e-mail. A prefeitura de cada cidade especifica a legislação da NFS-e. Por isso, é fundamental conhecer as regras do seu município para segui-las corretamente. O que não acontece quando se tem um sistema emissor, já que esse emite a nota de acordo com as regras.</p>
<p>Ter um sistema de gestão que emite a NFS-e oferece uma grande vantagem. Afinal, além de ajudar com a nota, ele controla o financeiro e o estoque. Isso acaba sendo uma facilidade enorme.</p>
<p>Dessa forma, o sistema pode integrar os dados de impostos pagos e seu fluxo de caixa. Assim, você pode ter total controle da administração do negócio sabendo os serviços prestados e os valores gastos e pagos.</p>
<h2 id="como-cancelar-uma-nota-fiscal-de-servico">Como cancelar uma Nota Fiscal de Serviço</h2>
<p>Ao contrário do que acontece com a NF-e, a empresa deve cancelar a NFS-e até o dia 10 do mês. O processo leva cerca de 30 dias para terminar.</p>
<p>A maneira correta para cancelar a Nota Fiscal de Serviço é através do sistema emissor da mesma. Dessa forma será possível realizar o cancelamento de forma mais segura.</p>
<p>Ainda, é necessário verificar se a empresa já recolheu o ISS para fazer o cancelamento. Assim, se a empresa não recolher o imposto sobre serviços, ela tem até seis meses para solicitar o cancelamento da NFS-e. A empresa conta esse tempo a partir da data de emissão da nota.</p>
<p>Se a empresa já tiver recolhido o ISS, ela precisa abrir um processo administrativo para justificar o cancelamento. Além disso, a empresa não pode cancelar as Notas Fiscais de Serviço do Parcelamento Tributário.</p>
<h2 id="iss">ISS</h2>
<p>O ISS, ou ISSQN, é um imposto de âmbito municipal recolhido pela prefeitura. Ele descreve os serviços prestados, incluindo consertos e saúde.</p>
<p>As empresas do MEI pagam seus impostos por meio da guia DAS. Já as empresas de outros regimes tributários pagam com guias da prefeitura.</p>
<p>Dessa forma, praticamente todas as empresas que prestam algum tipo de serviço, seja como CNAE primário ou secundário, devem recolher o ISS.</p>
<p>A alíquota, que varia entre 2% e 5%, calcula o valor. A fórmula do cálculo é:</p>
<blockquote>
<p>ISSQN a ser recolhido = Valor do serviço x alíquota do ISSQN</p>
</blockquote>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/slide-NFe.png-593.webp" alt="" width="593" height="365"></p>
<h3 id="no-egestor">No eGestor</h3>
<p>Para emitir a NFS-e no sistema eGestor, é preciso ter o certificado digital. Além disso, é necessária uma senha para esse certificado inserido no sistema. Ademais, é preciso inserir o tipo de ambiente, o nº da série RPS e o número do último RPS utilizado.</p>
<p>Também deve estar inserido o CEP da cidade onde seu negócio se encontra na aba configurações. Assim como devem ser inseridos os dados citados acima, juntamente com os dados da empresa. Isso se deve ao fato da nota ser de legislação municipal. Então, se o CEP não for inserido, não é possível saber as leis impostas para a NFS-e pela prefeitura.</p>
<p>Isso pode ser configurado na aba NFS-e do sistema, e depois em configurações. Se esses dados não estiverem inseridos ou inseridos erroneamente, a nota não poderá ser gerada.</p>
<h2 id="consideracoes-finais">Considerações Finais</h2>
<p>A NFS-e, ou nota fiscal de serviço eletrônica, é um documento fiscal de prestação de serviço. Ela tem a denominação 'eletrônica' por ser completamente virtual, tanto a sua criação como seu armazenamento.</p>
<p>Dessa forma, ela possui mais vantagens, como a diminuição de valores, tanto de armazenamento como de impressão. Ela também diminui a probabilidade de erros, por ser digital. Ou seja, o sistema emissor gera a nota automaticamente, impedindo que ela contenha erros que podem acontecer quando ela é criada manualmente.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br/recursos/emissor-de-nfse.php?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/banner-conversao-notas-fiscais.gif-650.webp" alt="" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/5-9.png" type="image/png" length="254672"/>
    </item>
    <item>
      <title>Fluxo de Caixa: Guia completo para fazer o da sua empresa (Passo a Passo)</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/fluxo-de-caixa/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/fluxo-de-caixa/</guid>
      <pubDate>Tue, 07 Jan 2025 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Destaques</category>
      <category>Controle Financeiro</category>
      <category>gestão financeira</category>
      <category>destaque</category>
      <category>administração</category>
      <description>Aprenda o que é fluxo de caixa, como fazer na sua empresa passo a passo, quais os tipos existentes e qual ferramenta usar. Guia completo.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Manter as finanças da empresa sob controle é um dos maiores desafios de quem empreende. E o fluxo de caixa é a principal ferramenta para isso. Neste guia, você vai aprender o que é, como fazer e como usar o fluxo de caixa para tomar decisões mais seguras no seu negócio.</p>
<p><strong>O que é o fluxo de caixa?</strong> O fluxo de caixa é o controle de todos os valores que entram e saem do financeiro da empresa.</p>
<p><strong>Qual o objetivo do fluxo de caixa?</strong> O objetivo do fluxo de caixa é garantir a saúde financeira do negócio. Desse modo, ele assegura que a empresa tenha capital para cumprir suas obrigações.</p>
<p><strong>Como fazer o fluxo de caixa?</strong> O fluxo de caixa pode ser feito através de um sistema de gestão empresarial, como o eGestor.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br?afl=11" rel="noopener">Teste grátis o eGestor</a></p>
<h2 id="o-que-e-fluxo-de-caixa">O que é fluxo de caixa?</h2>
<p>O fluxo de caixa é o registro das entradas e saídas de dinheiro da empresa. Geralmente, a empresa pode medi-lo em um período definido, de uma semana a um ano. Além disso, o controle pode ser relativo a períodos promocionais ou a campanhas específicas.</p>
<p>Para que esse processo funcione, é preciso conhecer todos os valores que entram e saem. Aliás, a empresa deve fazer esse acompanhamento de forma constante. Em outras palavras, toda vez que a empresa realiza uma venda ou compra, o dinheiro entra ou sai do caixa.</p>
<p>Para facilitar essa tarefa, a empresa pode fazer o controle do fluxo de caixa em uma planilha ou sistema de gestão. Afinal, esses recursos mostram a situação financeira do negócio, incluindo o valor disponível e quanto a empresa precisa pagar.</p>
<h3 id="todos-os-recebimentos">Todos os recebimentos</h3>
<p>Os recebimentos são todos os valores que entram no caixa da empresa, podendo esse ser físico ou a conta no banco, por exemplo. Assim, são recebimentos:</p>
<ul>
<li>Vendas, a vista e a prazo;</li>
<li>Recebimento de duplicata;</li>
<li>Empréstimos;</li>
<li>Financiamento.</li>
</ul>
<h3 id="todos-os-pagamentos">Todos os pagamentos</h3>
<p>Os pagamentos são todos os valores que saem do caixa, de novo, podendo ser o caixa físico ou a conta bancária. Assim, eles podem ser:</p>
<ul>
<li>Compras de produtos ou matérias-prima, a vista e a prazo;</li>
<li>Pagamento de despesas;</li>
<li>Pagamento de impostos.</li>
</ul>
<h2 id="como-fazer-o-fluxo-de-caixa">Como fazer o Fluxo de Caixa?</h2>
<p>Agora que você já sabe o que é o fluxo de caixa, chegou a hora de fazer o da sua empresa. Não sabe como? A gente ensina passo a passo!</p>
<h3 id="especifique-as-entradas-e-saidas-da-empresa">Especifique as entradas e saídas da empresa</h3>
<p>Os principais elementos utilizados no fluxo de caixa são as entradas e saídas, ou seja, as receitas e as despesas. Com elas, é possível fazer a análise de fluxo de caixa completa. Um exemplo de fluxo é:</p>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th>Saldo anterior</th>
<th>Receitas</th>
<th>Despesas</th>
<th>Saldo atual</th>
<th>Resultado do mês</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>R$ 100,00</td>
<td>R$ 200,00</td>
<td>R$ 190,00</td>
<td>R$ 110,00</td>
<td>R$ 110,00</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<h4>Entradas</h4>
<p>As entradas são representadas por todos os recebimentos das empresas. Geralmente, os ingressos vêm de vendas de mercadorias ou de serviços prestados. Contudo, outros valores também podem representar entradas e devem ser registrados.</p>
<p>A primeira e melhor delas, é claro, são as receitas. Ou seja, registro de absolutamente todo o dinheiro que entrou no caixa da empresa.</p>
<p>É importante anotar em seu sistema a origem de cada valor, a forma de pagamento e a data do recebimento.</p>
<p>Alguns exemplos de entradas que interferem no fluxo de caixa:</p>
<ul>
<li>recebimento de venda;</li>
<li>recebimento de duplicatas;</li>
<li>financiamentos ou empréstimos;</li>
<li>capital de novos sócios ou acionistas.</li>
</ul>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th><strong>Data</strong></th>
<th><strong>Conta</strong></th>
<th><strong>Valor</strong></th>
<th><strong>Forma de pagamento</strong></th>
<th><strong>Status</strong></th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>03/04</td>
<td>Venda</td>
<td>R$ 300,00</td>
<td>Dinheiro</td>
<td>Pago</td>
</tr>
<tr>
<td>04/04</td>
<td>Venda</td>
<td>R$ 64,00</td>
<td>Cartão</td>
<td>Em aberto</td>
</tr>
<tr>
<td>10/04</td>
<td>Venda</td>
<td>R$ 115,00</td>
<td>Dinheiro</td>
<td>Pago</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<h4>Saídas</h4>
<p>As saídas, ou desembolsos, são os valores que a empresa paga para operar, como salários, fornecedores e contas diversas. Além disso, elas incluem custos fixos e variáveis. Por isso, é fundamental registrar cada gasto sem exceção para manter um <a href="https://blog.egestor.com.br/controle-financeiro-como-fazer/">controle financeiro</a> eficaz.</p>
<p>Vamos analisar os custos, começando pelas contas fixas. Elas são despesas recorrentes e obrigatórias para a empresa funcionar, como aluguel e folha de pagamento. Assim, mesmo com pequenas variações mensais, seus valores são previsíveis e devem ser registrados sempre.</p>
<p>Em contrapartida, os custos variáveis oscilam a cada mês. Muitas vezes, esses custos vêm de emergências ou imprevistos que afetam a operação. Por exemplo, pode ser a contratação de um serviço ou o conserto de um equipamento.</p>
<p>Ainda, é preciso considerar as compras parceladas. Para isso, projete o pagamento de cada parcela para a sua data correta. Dessa forma, o controle será mais preciso. Além disso, esse cuidado contribui para o planejamento e ajuda a criar novas estratégias para aumentar os lucros.</p>
<p>Alguns exemplos de saídas no fluxo de caixa:</p>
<ul>
<li>compras (fornecedores);</li>
<li>despesas;</li>
<li>impostos;</li>
<li>juros;</li>
<li>dividendos.</li>
</ul>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th><strong>Data</strong></th>
<th><strong>Conta</strong></th>
<th><strong>Valor</strong></th>
<th><strong>Forma de pagamento</strong></th>
<th><strong>Status</strong></th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>06/04</td>
<td>Fornecedor</td>
<td>R$ 235,00</td>
<td>Dinheiro</td>
<td>Pago</td>
</tr>
<tr>
<td>08/04</td>
<td>Internet</td>
<td>R$ 102,58</td>
<td>Dinheiro</td>
<td>Pago</td>
</tr>
<tr>
<td>22/04</td>
<td>Frete</td>
<td>R$ 78</td>
<td>Cartão</td>
<td>Pago</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/21-13.jpg-2000.webp" alt="fluxo de caixa" width="2000" height="1600"></p>
<h3 id="regimes-de-analise">Regimes de análise</h3>
<p>Ao iniciar o fluxo de caixa, muitos se perguntam: registrar as movimentações quando acontecem ou apenas na data do pagamento?</p>
<p>No entanto, a resposta não é simples, pois depende.</p>
<p>Isso porque existem dois tipos de regime para facilitar esse processo: o de caixa e o de competência. Sendo assim, é de extrema importância que o processo a ser usado seja definido no início do controle.</p>
<h4>Regime de caixa</h4>
<p>O regime de caixa do fluxo de caixa é quando o valor só é contabilizado ou descontado quando ele efetivamente entra ou sai. Dessa forma, os dados são ainda mais precisos.</p>
<p>No regime de caixa, se a empresa fez uma compra de R$ 100,00 à vista, ela contabilizará o valor no caixa, por exemplo. Por exemplo, imagine que a empresa parcelou uma compra em 5 vezes. Nesse caso, a empresa insere os R$ 20,00 de cada parcela apenas quando os paga.</p>
<h4>Regime de competência</h4>
<p>O regime de competência do fluxo de caixa é o oposto do regime de caixa. Ou seja, a empresa insere os valores no controle na hora da venda, lançando-os como receita ou entrada de caixa.</p>
<p>Dessa forma, se a empresa parcelar uma compra, ela registrará o valor total como saída. A partir daí, a empresa lançará as parcelas futuras como contas a pagar, no passivo circulante. Por outro lado, a empresa lançará as parcelas que vencem no próximo exercício no passivo não circulante.</p>
<p>⚠️ Esse é o regime obrigatório para todas as empresas, para apuração de obrigações trabalhistas, previdenciárias e tributárias. Quem o define como obrigatório é o <a href="https://www.jusbrasil.com.br/topicos/11722706/artigo-225-do-decreto-n-3048-de-06-de-maio-de-1999" rel="noopener">Artigo 225 do Decreto nº 3.048</a> e a CLT.</p>
<h2 id="onde-fazer-o-controle-de-fluxo-de-caixa">Onde fazer o controle de fluxo de caixa?</h2>
<p>Existem algumas ferramentas que facilitam o controle do fluxo de caixa. Por exemplo, a planilha de fluxo de caixa e um sistema específico para isso.</p>
<p>📒 <strong>Caderno</strong></p>
<ul>
<li>Não gera relatórios</li>
<li>Ordenação ou filtros de dados importantes inexistente</li>
<li>Sem dados importantes da empresa</li>
<li>Tempo de anotação de vendas maior que o ideal</li>
</ul>
<p>📉 <strong>Planilha</strong></p>
<ul>
<li>Apenas um usuário pode preencher as informações a cada vez</li>
<li>Não tem integração</li>
<li>Relatórios muito limitados</li>
<li>Tempo perdido utilizando ferramentas como excel</li>
<li>Não tem suporte</li>
</ul>
<p><strong>eGestor</strong><img src="https://egestor.com.br/assets/img/favicon-32x32.png" alt="eGestor"></p>
<ul>
<li>Integração com outros setores, como de vendas, compras, financeiro, estoque e notas fiscais</li>
<li>Mais facilidade</li>
<li>Permissões por usuário</li>
<li>50 tipos de relatórios</li>
<li>Tudo simples e rápido</li>
</ul>
<h3 id="planilha-de-fluxo-de-caixa">Planilha de fluxo de caixa</h3>
<p>Um meio fácil de fazer esse controle é através de uma planilha de fluxo de caixa. Elas são uma maneira mais fácil pois já possuem todos os cálculos configurados. Assim, basta baixar a planilha de fluxo de caixa e inserir os valores da sua empresa.</p>
<p>Por isso, o eGestor criou a <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-fluxo-de-caixa/">planilha de fluxo de caixa</a>. Nela você pode inserir os dados previstos e os dados reais. Também, é possível dividir os valores no primeiro e no segundo semestre do ano.</p>
<h3 id="sistema-de-controle-de-fluxo-de-caixa">Sistema de controle de fluxo de caixa</h3>
<p>Ao contrário da planilha, o <a href="https://egestor.com.br/recursos/fluxo-de-caixa.php?afl=11" rel="noopener">sistema de fluxo de caixa</a> é a forma automatizada de fazer esse controle. Uma vez que ele integra todos os dados de todos os setores, ele consegue fazer uma administração melhor da empresa.</p>
<p>Ainda, ele faz com que não se perca tanto tempo na hora de cadastrar as informações. Isso ocorre porque o sistema integra os setores, evitando assim o retrabalho. Dessa forma, as informações não são cadastradas mais de uma vez em planilhas diferentes.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/sistema-de-fluxo-de-caixa.png-593.webp" alt="Exemplo de relatórios de um sistema de gestão" width="593" height="365"></p>
<h2 id="exemplo-de-fluxo-de-caixa">Exemplo de fluxo de caixa</h2>
<p>O fluxo de caixa é o registro de todas as entradas e saídas de valores. Por isso, para fazê-lo, é necessário ter os dados da transação. Por exemplo, uma empresa recebeu R$ 200,00 pela venda de um produto, e o cliente pagou com cartão. Então essa venda deve estar registrada.</p>
<p>Em seguida, a empresa pagou uma conta de água de R$ 120,00, retirando o valor do caixa físico. Isso também deve constar no controle.</p>
<p>A empresa também deve incluir outras despesas no controle financeiro. Por exemplo, o pagamento da conta de internet no valor de R$ 70,00.</p>
<p>Assim, esse é o exemplo de controle de fluxo de caixa:</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Exemplo-Fluxo-de-Caixa.png-886.webp" alt="exemplo controle de fluxo de caixa na gestão financeira de empresas baseado no planejamento financeiro empresarial das finanças corporativas" width="886" height="100"></p>
<h2 id="tipos-de-fluxo-de-caixa">Tipos de fluxo de caixa</h2>
<p>É importante ressaltar que existem diferentes <a href="https://blog.egestor.com.br/tipos-de-fluxo-de-caixa/">tipos de fluxo de caixa</a> que podem ser analisados em sua empresa.</p>
<h3 id="fluxo-de-caixa-projetado">Fluxo de caixa projetado</h3>
<p>O <a href="https://blog.egestor.com.br/fluxo-de-caixa-projetado/">fluxo de caixa projetado</a> tem como objetivo tentar prever e prevenir os riscos para uma empresa. Dessa forma, a companhia consegue estimar se necessitará de um empréstimo bancário, por exemplo.</p>
<p>O inverso também acontece: se o prognóstico for positivo, será viável investir em novas operações com mais segurança e tranquilidade. Assim, ele fornece uma visão aprofundada da movimentação de todos os recursos. Além disso, pode apontar soluções para curto, médio e longo prazos.</p>
<p>Na primeira situação, essa conta serve para estimar o quanto existe de dinheiro sobrando ou faltando no caixa. Para o prazo maior, entretanto, as opções do que fazer com o fluxo de caixa projetado são mais vastas.</p>
<p>Abaixo, listamos algumas das aplicações para esse método.</p>
<h4>Objetivos de longo prazo do Fluxo de Caixa Projetado</h4>
<ul>
<li>planejar as atividades do caixa;</li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/controle-financeiro-como-fazer/">controle financeiro;</a></li>
<li>administrar o <a href="https://blog.egestor.com.br/capital-de-giro/">capital de giro</a>;</li>
<li>avaliar a liquidez de uma organização.</li>
</ul>
<h3 id="fluxo-de-caixa-descontado">Fluxo de caixa descontado</h3>
<p>O fluxo de caixa descontado é utilizado para medir o valor de uma empresa. Ou seja, o tipo descontado se utiliza de dados como projeções e descontos para chegar a esse valor.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/7-15.png-2000.webp" alt="Foto de calculadora e documentos representando o controle de fluxo de caixa, gestão financeira de empresas e o planejamento financeiro empresarial das finanças corporativas" width="2000" height="1333"></p>
<h3 id="fluxo-de-caixa-operacional">Fluxo de caixa operacional</h3>
<p>O fluxo de caixa operacional contabiliza os ganhos e gastos da empresa. Para isso, ele considera os juros, os impostos e a desvalorização da companhia.</p>
<h4>Cálculo do fluxo de caixa operacional</h4>
<p>A contagem do fluxo de caixa operacional segue esta fórmula:</p>
<ul>
<li>FCO = LAJIR (Lucro Antes de Juros e Impostos de Renda) + Desvalorização – Impostos LAJIR.</li>
</ul>
<p>Então, vamos para um exemplo prático.</p>
<p>Imagine que uma empresa chegou a um LAJIR de R$ 50 mil. Além disso, ela apresentou desvalorização de R$ 15 mil e recolheu R$ 20 mil em impostos. A conta ficará assim:</p>
<p>50.000 + 15.000 - 20.000 = 45.000</p>
<p>Assim, nesse contexto, seu empreendimento teria gerado um fluxo de caixa operacional da ordem de R$ 45 mil.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/9-11.png-2000.webp" alt="fluxo de caixa" width="2000" height="1333"></p>
<h3 id="fluxo-de-caixa-livre">Fluxo de caixa livre</h3>
<p>O fluxo de caixa livre é a quantia disponível em determinado momento. Além disso, esse cálculo leva em conta os investimentos e as necessidades de capital de giro.</p>
<p>Assim, esse cálculo mostra o total de dinheiro desimpedido da empresa. Depois disso, a empresa separa desse montante os valores para manter e expandir ativos. Na prática, ela também usa essa modalidade para definir os repasses a acionistas.</p>
<p>O fluxo de caixa livre, contudo, também tem outra função muito importante. Ele dará mais segurança nas escolhas da empresa ao fazer novos negócios. Afinal, sabe-se que há o suficiente para conservar e até para ampliar as atividades da companhia.</p>
<p>O fluxo de caixa livre, portanto, tem de ser positivo. Nesse sentido, a comparação com períodos anteriores é importante para achar causas de possíveis resultados negativos.</p>
<p>Dessa forma, o gestor percebe se ocorreu comportamento sazonal relevante. Por exemplo, uma fábrica vende ventiladores e registra uma queda nas vendas em julho, época de frio. Assim, esse motivo provavelmente explicaria o mau desempenho.</p>
<p>Além disso, essa análise financeira permite aos administradores equilibrar melhor a balança entre a busca por novas oportunidades e uma situação segura. Afinal, não manter os pés no chão é um dos principais equívocos cometidos no cálculo do fluxo de caixa.</p>
<p>Isso porque, muitas vezes, as expectativas não são alcançadas da maneira como foram planejadas.</p>
<h4>Demonstrativo do fluxo de caixa livre</h4>
<ul>
<li>(=) receitas líquidas</li>
<li>(-) custos de vendas</li>
<li>(-) despesas operacionais</li>
<li>(=) EBIT (da sigla em inglês “<em>Earnings Before Interest and Taxes</em>”, ou “Lucro antes de Juros e Imposto de Renda – LAJIR).</li>
<li>(+) depreciação e outros ajustes de despesas</li>
<li>(=) <a href="https://blog.egestor.com.br/ebitda/">EBITDA</a> (da sigla em inglês “<em>Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization</em>” ou “Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – LAJIDA)</li>
<li>(-) impostos em relação ao lucro</li>
<li>(=) montante gerado com as vendas</li>
<li>(-) investimentos (permanentes e circulantes)</li>
<li>(=) Fluxo de Caixa Livre</li>
</ul>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/24-8.jpg-2000.webp" alt="Foto caneca preta ao fundo, com documentos em uma mesa, representando o controle de fluxo de caixa, a gestão financeira de empresas e o planejamento financeiro empresarial das finanças corporativas" width="2000" height="1333"></p>
<h3 id="fluxo-de-caixa-para-investimentos">Fluxo de caixa para investimentos</h3>
<p>O fluxo de caixa para investimentos é o valor que sobra depois de descontados os passivos da empresa. Assim, com o resultado dessa diminuição, é possível avaliar futuros investimentos da empresa, se é possível e viável realizá-los.</p>
<h2 id="a-importancia-do-fluxo-de-caixa">A importância do fluxo de caixa</h2>
<p>A falta de gestão financeira de empresas prejudica demais a sua operação em curto ou médio prazo. Além disso, um problema como atraso em pagamentos de credores pode afetar a manutenção do negócio. Por essa razão, pode faltar dinheiro suficiente para suprir as necessidades imediatas.</p>
<p>Mas é importante salientar que, para ser rentável, uma empresa não precisa necessariamente ter bastante liquidez. Portanto, saber fazer uma gestão apropriada pode fazer a diferença e compensar uma eventual limitação financeira.</p>
<p>Para o fluxo de caixa dar certo, é preciso ter bastante atenção. Assim, são essenciais para esse controle anotações que correspondam à realidade. Nesse sentido, é fundamental não esquecer de passar os valores para a planilha ou para um sistema mais tecnológico. Afinal, esses são os mínimos cuidados requeridos para um eficaz controle financeiro.</p>
<p>De preferência, este fluxo deve ser atualizado diariamente para evitar posteriores erros. Entretanto, aceita-se também que o controle seja semanal, desde que nada passe batido durante a transferência dos dados.</p>
<p>Essa documentação das movimentações da empresa, além de evitar a perda de dados importantes, também ajuda a detectar falhas. Por exemplo, a falta de dinheiro em caixa pode ser percebida antes de causar um efeito mais nocivo.</p>
<figure><a href="https://youtu.be/NvrvXiSyZuM" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-NvrvXiSyZuM.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<h2 id="beneficios-de-controlar-seu-fluxo-de-caixa">Benefícios de controlar seu fluxo de caixa</h2>
<p>O fluxo de caixa permite que você saiba de onde veio cada centavo acumulado na conta. Além disso, garante que você se mantenha atento para identificar para onde o dinheiro está indo.</p>
<p>Ele é uma <a href="https://blog.egestor.com.br/fluxo-de-caixa-ajuda-tomada-de-decisoes/">ferramenta decisiva</a> para aqueles que querem empreender e crescer. Inicialmente, também ajuda na gestão financeira de empresas.</p>
<p>Com o fluxo de caixa, por exemplo, é possível evitar pagamentos de multas e juros. Isso acontece porque ele melhora a organização financeira da empresa.</p>
<p>No caso dos títulos a receber, o fluxo de caixa auxilia na objetividade da cobrança. Assim, quando um cliente atrasa um pagamento, a identificação se torna mais fácil. Como resultado, o processo de cobrança é mais rápido e pode diminuir a inadimplência em sua empresa.</p>
<p>Outra possibilidade é a projeção do fluxo de caixa. Dessa forma, com o uso do fluxo de caixa projetado, é possível saber antecipadamente se a empresa terá capital para o futuro.</p>
<p>Caso seja verificado que a organização passará por dificuldades, o gestor poderá buscar capital com melhores prazos, condições e taxas. Além disso, se a empresa precisa expandir ou fazer outros investimentos, ela pode criar um <a href="https://blog.egestor.com.br/planejamento-financeiro-empresarial/">planejamento financeiro</a> de longo prazo.</p>
<p>Por fim, com o uso do fluxo de caixa, sua empresa poderá criar uma reserva e utilizar recursos para alcançar seus objetivos.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/19-8.jpg-2000.webp" alt="fluxo de caixa" width="2000" height="1125"></p>
<h2 id="qual-a-diferenca-do-metodo-indireto-e-direto">Qual a diferença do método indireto e direto?</h2>
<h3 id="metodo-direto">Método Direto</h3>
<p>O fluxo de caixa direto evidencia os ganhos e as despesas relacionados às atividades operacionais da companhia. Para produzir a <a href="https://blog.egestor.com.br/demonstracao-de-fluxo-de-caixa-como-fazer/">DFC</a> pelo método direto, uma ação é necessária. O responsável deve classificar os recebimentos e pagamentos conforme a natureza deles. Por exemplo:</p>
<ul>
<li>gastos com insumos;</li>
<li>com locação de equipamentos;</li>
<li>valores recebidos de clientes;</li>
<li>despesas com transporte;</li>
<li>outros.</li>
</ul>
<p>Mesmo sendo uma conta mais complicada, ela tem como benefício a classificação de entradas e saídas por critérios técnicos. Assim, essas não são fiscais e categorizam o movimento financeiro por tipo de tarefa realizada.</p>
<h4>Demonstração do Fluxo de Caixa (Método Direto)</h4>
<h4>1. Entrada de recursos</h4>
<ul>
<li>recebimentos de clientes;</li>
<li>pagamentos a fornecedores;</li>
<li>despesas administrativas e comerciais;</li>
<li>despesas financeiras;</li>
<li>impostos;</li>
<li>mão de obra direta;</li>
<li>(=) entrada de recursos advindos das operações;</li>
<li>recebimentos por vendas do imobilizado;</li>
<li>(=) Total de entrada dos recursos.</li>
</ul>
<h4>2. Saída de recursos</h4>
<ul>
<li>aquisição de bens do imobilizado;</li>
<li>pagamentos de empréstimos bancários;</li>
<li>(=) total das saídas de recursos;</li>
<li>variação líquida de disponibilidades;</li>
<li>(+) saldo inicial;</li>
<li>(=) saldo final de disponibilidade.</li>
</ul>
<p>A demonstração pelo procedimento direto permite analisar a <a href="https://blog.egestor.com.br/indice-de-solvencia/">solvência</a> de uma organização — isto é, a capacidade de honrar seus compromissos financeiros. No método direto, é revelada a movimentação do dinheiro, sua origem e seu destino.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/4-4.jpg-2000.webp" alt="pagamentos" width="2000" height="1333"></p>
<h3 id="metodo-indireto">Método Indireto</h3>
<p>O fluxo de caixa indireto se baseia na análise de lucros e prejuízos do <a href="https://blog.egestor.com.br/dre/">DRE</a>. Contudo, esse demonstrativo deve ser corrigido por alguns fatores como depreciação e amortização.</p>
<p>Esse modelo se fundamenta na DRE, não no fluxo de caixa em si. É por isso, então, que ele recebe o nome de "indireto". Um dos benefícios desse padrão de fluxo é o custo baixo para calculá-lo.</p>
<p>Dessa forma a organização precisa apenas consultar seus próprios balanços patrimoniais do intervalo em questão. Ele exige dados extras, mas estes são facilmente encontrados no setor de contabilidade de qualquer empresa.</p>
<p>Entretanto, o fluxo de caixa indireto possui uma desvantagem. Ele pode sofrer desvios se houver mudanças na lei ou nos métodos contábeis. Outra questão importante é que esse modelo requer um conhecimento mais profundo sobre contabilidade.</p>
<h4>Demonstração do Fluxo de Caixa (Método Indireto)</h4>
<h4>1. Origem</h4>
<ul>
<li>lucro líquido do exercício;</li>
<li>(+) depreciações;</li>
<li>(+) aumento em imposto de renda a pagar;</li>
<li>(+) acréscimo em fornecedores;</li>
<li>(-) aumento da cartela de clientes;</li>
<li>(=) caixa gerado pelas operações;</li>
<li>venda do imobilizado;</li>
<li>(=) total dos ingressos de disponibilidade.</li>
</ul>
<h4>2. Aplicações</h4>
<ul>
<li>pagamento de empréstimos bancários;</li>
<li>aquisição de imobilizado;</li>
<li>(=) total das aplicações de disponibilidades;</li>
<li>variação líquida das disponibilidades;</li>
<li>(+) saldo inicial;</li>
<li>(=) saldo final das disponibilidades.</li>
</ul>
<p>Pronto para colocar o fluxo de caixa em dia? Experimente o <a href="https://egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener">eGestor</a> gratuitamente e veja como é simples controlar as finanças da sua empresa.</p>
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<section class="faq"><h2 id="duvidas-frequentes-sobre-fluxo-de-caixa">Dúvidas frequentes sobre fluxo de caixa</h2><div class="faq-lista"><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-e-fluxo-de-caixa-2">O que é fluxo de caixa?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>O fluxo de caixa é uma ferramenta que ajuda na saúde e no controle financeiro do negócio. Além disso, ele representa o registro de todas as informações de venda, de entrada e de saída.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="quais-os-tipos-de-fluxo-de-caixa">Quais os tipos de fluxo de caixa?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Os principais tipos de fluxo de caixa são:</p>
<ul>
<li>Projetado;</li>
<li>Operacional;</li>
<li>Livre;</li>
<li>Para investimentos.</li>
</ul>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="como-fazer-o-fluxo-de-caixa-2">Como fazer o fluxo de caixa?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>O primeiro passo para fazer o fluxo de caixa é especificar o que são as entradas e saídas da empresa. Em seguida, é necessário identificar o saldo e registrar todas as transações que envolvem valores financeiros.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-a-importancia-do-fluxo-de-caixa">Qual a importância do fluxo de caixa?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>O fluxo de caixa é uma ferramenta essencial do controle financeiro. Dessa forma, ele traz uma análise mais ampla da situação financeira, avalia os investimentos e permite planejar os próximos passos.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-devo-registrar-no-fluxo-de-caixa">O que devo registrar no fluxo de caixa?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Os principais itens a serem registrados no fluxo de caixa são:</p>
<ul>
<li>Pagamentos (compras a vista e a prazo, pagamentos de despesas e duplicatas e todos os outros pagamentos realizados);</li>
<li>Recebimentos (vendas à vista em dinheiro e em cartões, à prazo em cartões, cheques ou boletos e todos os outros recebimentos da empresa);</li>
<li>Previstos.</li>
</ul>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-o-periodo-ideal-para-fazer-a-analise">Qual o período ideal para fazer a análise?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Depende. Se o seu negócio realizar muitas vendas diariamente, ele deve ser controlado diariamente. Mas, se houver poucas vendas diárias e mais vendas semanais, o controle pode ser feito de forma semanal.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="porque-e-importante-manter-um-fluxo-de-caixa-atualizado">Porque é importante manter um fluxo de caixa atualizado?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Porque ele é o seu dinheiro. O fluxo de caixa registra todos os pagamentos e também os recebimentos. Portanto, é ele que controla o dinheiro, de onde vem e para onde vai. Dessa forma, se não houver controle, não é possível saber, em valores, quanto se deve receber e quanto se deve pagar.</p></div></details></div></section>
]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/193.png" type="image/png" length="224032"/>
    </item>
    <item>
      <title>Nota fiscal eletrônica: tudo o que você precisa saber [2026]</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/nota-fiscal-eletronica/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/nota-fiscal-eletronica/</guid>
      <pubDate>Thu, 02 Jan 2025 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Nota Fiscal Eletrônica</category>
      <category>Destaques</category>
      <category>destaque</category>
      <description>A Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) é um documento fiscal digital que comprova operações de compra e venda. Confira aqui o que você precisa saber!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) é um documento oficial. Sua função é atestar a venda de um produto ou serviço. Ela foi desenvolvida com o objetivo de substituir alguns sistemas de impressão de documentos fiscais em papel. Assim ela é muito mais econômica e ecologicamente correta.</p>
<h2 id="o-que-e-nota-fiscal-eletronica">O que é nota fiscal eletrônica</h2>
<p>A nota fiscal eletrônica é um documento fiscal, de forma digital, que documenta qualquer operação de venda ou de compra. A NF-e foi criada para substituir as notas feitas de forma manual.</p>
<p>A emissão da nota depende de:</p>
<ul>
<li>Autorização da SEFAZ;</li>
<li>Certificado digital, que é a assinatura digital que garante a validade jurídica do documento;</li>
<li>Sistema emissor de notas fiscais;</li>
<li>Informações fiscais do produto, como <a href="https://blog.egestor.com.br/afinal-como-calcular-os-impostos-de-uma-nota-fiscal/">impostos</a>, por exemplo.</li>
</ul>
<p>Na <a href="https://blog.egestor.com.br/nota-fiscal/">nota fiscal</a> estão as informações da empresa que realiza a venda, do produto ou serviço, e do comprador, entre elas:</p>
<ul>
<li>Nome;</li>
<li>Número do CNPJ;</li>
<li>Endereço;</li>
<li>Descrição do produto;</li>
<li>NCM;</li>
<li>CST;</li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/cfop/">CFOP</a>;</li>
<li>Preço.</li>
</ul>
<p>Cada nota gerada também tem suas próprias informações, como número da nota e chave de acesso, por exemplo.</p>
<p>Além da nota fiscal eletrônica, as empresas também possuem o <a href="https://blog.egestor.com.br/danfe-online/">Documento Auxiliar de Nota Fiscal Eletrônica (DANFE)</a>. A DANFE é o documento que acompanha a mercadoria em trânsito ou que é vendida pela internet. Ela é uma representação mais simples da nota fiscal eletrônica, pois não contém todos os campos que a NF-e possui.</p>
<h2 id="tipos-de-notas-fiscais">Tipos de notas fiscais</h2>
<p>A nota fiscal eletrônica foi criada em 2005 para substituir as notas emitidas em papel. Dessa forma, os outros <a href="https://blog.egestor.com.br/tipos-de-notas-fiscais/">tipos de nota</a> utilizados nos estados brasileiros também migraram para a emissão digital desses documentos.</p>
<p>Confira quais são esses documentos e como emitir essas notas:</p>
<h3 id="secao-1-nota-fiscal-de-venda-nf-e">1. Nota Fiscal de Venda (NF-e)</h3>
<p>A NF-e é a principal nota fiscal emitida por empresas. Nela, constam os dados de produtos vendidos ou comprados, bem como os valores pagos relativos ao ICMS e ao IPI.</p>
<p>As empresas utilizam a nota fiscal eletrônica em vendas diretas ao cliente. Além disso, o documento substitui a antiga nota fiscal de modelo 1-A. Desse modo, as empresas geram o documento por impressoras comuns e, depois, o enviam à receita estadual onde a empresa está localizada.</p>
<p>Essa nota é obrigatória para todas as empresas, uma vez que ela faz o recolhimento da maioria dos impostos. Mas, a única exceção a regra é o MEI, que não têm a emissão de nota como um dos seus deveres.</p>
<h3 id="secao-2-nota-fiscal-do-consumidor-eletronica-nfc-e">2. Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e)</h3>
<p>A <a href="https://blog.egestor.com.br/nfc-e-o-guia-completo/">Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e)</a> é emitida ao consumidor. Dessa forma, ela substitui o antigo modelo de nota 2. As empresas a emitem por impressora térmica não fiscal. Em seguida, a transmitem à receita do município onde atuam.</p>
<p>A emissão dessa nota ocorre exclusivamente para o consumidor final, já que seu propósito é simplificar e agilizar a compra. Por isso, a criação, a emissão e o armazenamento da nota são realizados totalmente online.</p>
<p>❗A NFC-e é obrigatória em muitos estados do Brasil.</p>
<h3 id="secao-3-nota-fiscal-de-servicos-eletronica-nfs-e">3. Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e)</h3>
<p>A <a href="https://blog.egestor.com.br/nota-fiscal-de-servico-eletronica-nfs/">Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e)</a> surgiu em substituição às notas fiscais impressas emitidas no ato da prestação de serviços. Um <a href="https://egestor.com.br/recursos/emissor-de-nfse.php?afl=11" rel="noopener">sistema emissor de NFS-e</a> é responsável por enviar essa nota para a receita municipal da sua empresa.</p>
<p>Uma grande vantagem desse documento é que ele permite que as empresas que prestam serviço a distância emitam uma DANFE referente a ele. Assim, podem enviá-la por meios de comunicação eletrônica, como e-mail e outros.</p>
<p>As notas fiscais de serviço estão relacionadas ao ISS. Portanto, a empresa deve entrar em contato com a prefeitura da cidade onde realiza suas atividades para obter autorização de emissão. Após esse procedimento, já poderá emitir as notas normalmente.</p>
<h3 id="secao-4-cupom-fiscal-eletronico-do-estado-de-sao-paulo">4. Cupom Fiscal Eletrônico do estado de São Paulo</h3>
<p>O <a href="https://blog.egestor.com.br/cupom-fiscal/">Cupom Fiscal Eletrônico</a> (CF-e SAT) é um modelo de NF-e. Ele é emitido para clientes de empresas de São Paulo. Mas, para gerar esse cupom, o processo é diferente: a companhia precisa adquirir um Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônicos (SAT).</p>
<p>O estado permite que os comerciantes usem o modelo nacional de nota. No entanto, também exige que eles possuam o equipamento CF-e SAT. Isso aumenta o custo das empresas paulistas para emitir nota fiscal eletrônica de consumidor (NFC-e).</p>
<h3 id="secao-5-mdf-e-manifesto-de-documentos-fiscais-eletronico">5. MDF-e (Manifesto de Documentos Fiscais Eletrônico)</h3>
<p>O <a href="https://blog.egestor.com.br/mdf-e-manifesto-eletronico-de-documentos-fiscais/">Manifesto de Documentos Fiscais Eletrônicos (MDF-e)</a> é uma nota fiscal. O governo o criou para substituir o Manifesto de Carga. Sua função é facilitar o transporte de documentos e mercadorias, uma vez que ele vincula diferentes documentos em uma unidade de carga.</p>
<p>Ele também é exclusivamente fiscal e é obrigatório desde 2014.</p>
<h3 id="secao-6-ct-e-conhecimento-de-transporte-eletronico">6. CT-e (Conhecimento de Transporte Eletrônico)</h3>
<p>O <a href="https://blog.egestor.com.br/ct-e-conhecimento-de-transporte-eletronico/">Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e)</a> é um tipo de nota. Ele é usado para serviços de transporte de cargas. Ele reduz pagamentos duplicados e divergências entre documentos.</p>
<h3 id="outras-notas">Outras notas</h3>
<p>Existem ainda algumas outras notas com funções específicas, como, por exemplo:</p>
<ul>
<li>MF-e - Módulo Fiscal Eletrônico;</li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/nota-fiscal-avulsa/">NFA-e - Nota Fiscal Avulsa Eletrônica</a>;</li>
<li><a href="https://blog.nfemais.com.br/rejeicoes-da-nota-fiscal/" rel="noopener">Rejeitada</a>;</li>
<li>Denegada;</li>
<li>Devolução;</li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/nota-fiscal-complementar/">Complementar</a>;</li>
<li><a href="https://blog.egestor.com.br/nota-de-remessa/">Remessa</a>;</li>
<li>Exportação.</li>
</ul>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/25-6.jpg-2000.webp" alt="nota fiscal eletrônica NF-E" width="2000" height="1125"></p>
<h2 id="beneficios-de-emitir-nota-fiscal-eletronica">Benefícios de emitir nota fiscal eletrônica</h2>
<p>Com a emissão de documentos fiscais eletrônicos, a empresa diminui a papelada. Consequentemente, isso pode representar uma significativa redução de custos no processo.</p>
<p>A possibilidade de emitir nota fiscal eletrônica representa um grande avanço. Esse avanço é vantajoso para empresas e órgãos de fiscalização. Além de melhorar a sua organização, o <strong>controle fiscal será mais ágil, rápido e extremamente protegido.</strong></p>
<p>Dessa forma, a redução drástica dos erros de escrituração ocorrerá. Além disso, a sonegação fiscal tenderá a diminuir com essa mudança. Assim, o governo aumentará sua arrecadação sem aumentar a carga tributária.</p>
<p>Por isso, o investimento que o empresário irá fazer para se adequar ao novo processo retorna muito rapidamente para o seu bolso. A emissão de nota fiscal eletrônica apresenta ainda outras vantagens, por exemplo:</p>
<ul>
<li>garante maior segurança aos processos;</li>
<li>promove a redução de custo com impressão e papel;</li>
<li>gera o aumento da confiança;</li>
<li>elimina a necessidade de digitar notas fiscais ao receber mercadorias;</li>
<li>facilita a logística e o planejamento para a recepção de mercadorias;</li>
<li>acaba com a necessidade de arquivos físicos para notas fiscais impressas;</li>
<li>a emissão favorece o uso de tecnologia, comércio e relacionamento eletrônico entre empresas e clientes, pelo ambiente virtual.</li>
</ul>
<p>A emissão de Notas Fiscais Eletrônicas pode ajudar muito um empreendimento. Portanto, você já pode tomar as providências para emiti-las adequadamente. Tanto para os seus clientes, quanto para os seus consumidores.</p>
<h2 id="como-emitir-uma-nota-fiscal-eletronica-passo-a-passo">Como emitir uma nota fiscal eletrônica – passo a passo</h2>
<p>Assim como existem diferentes tipos de notas, existem requisitos diferentes para cada uma delas. Porém, alguns requisitos são os mesmos. Como, por exemplo:</p>
<ul>
<li>CNPJ;</li>
<li>Certificado digital;</li>
<li>Inscrição municipal e inscrição estadual;</li>
<li>Sistema emissor de notas fiscais.</li>
</ul>
<p>Dessa forma, para emitir uma Nota Fiscal Eletrônica, é necessário inserir esses dados no <a href="https://nfemais.com.br/" rel="noopener">sistema emissor</a>, juntamente com os dados tributários da empresa. Você também deve adicionar os dados tributários do produto ou do serviço, como valores de impostos, por exemplo.</p>
<p>Para emitir uma NFS-e, por exemplo, é necessária autorização da prefeitura. Mas, no caso da NFC-e, não há essa necessidade.</p>
<h3 id="registrar-sua-empresa">Registrar sua empresa</h3>
<p>Toda empresa que deseja emitir notas fiscais de seus produtos e/ou serviços precisa estar devidamente registrada. Ou seja: é necessário ter um CNPJ, tanto para a nota fiscal eletrônica quanto para a de papel. Após abrir seu <strong>CNPJ</strong>, emita <strong>gratuitamente</strong> o <a href="https://cartaocnpj.egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener">Cartão CNPJ</a> com todos os <strong>dados</strong> da sua <strong>empresa</strong> em <strong>PDF</strong>.</p>
<p>Poder gerar nota fiscal dá às instituições uma grande vantagem competitiva. Assim, a empresa passa a poder fornecer produtos e serviços para novos clientes. Um exemplo é a possibilidade de concorrer em licitações de caráter público.</p>
<h3 id="saber-qual-e-o-enquadramento-de-sua-empresa">Saber qual é o enquadramento de sua empresa</h3>
<p>O processo de emitir nota fiscal em uma companhia depende de sua realidade fiscal. Isso se deve ao fato de <a href="https://blog.egestor.com.br/como-meis-e-optantes-do-simples-emitem-nota-fiscal/">MEI, empresas do Simples Nacional</a> e outras possuírem diferentes normas de tributação.</p>
<p>Se você não souber ao certo qual nota emitir, consulte um contador, pois ele pode orientar precisamente sobre qual documento utilizar. Além disso, diversos fatores influenciam essa escolha, como o tipo de cliente.</p>
<h3 id="certificado-digital-para-emissao-de-nota-fiscal-eletronica">Certificado digital para emissão de nota fiscal eletrônica</h3>
<p>A NF-e exige um <a href="https://blog.egestor.com.br/certificado-digital-o-que-e/">certificado digital</a> que garante sua validade jurídica e a integridade do documento por meio da assinatura digital. Assim, o contribuinte tem certeza de que sua empresa emitiu a nota.</p>
<p>Esse certificado é adquirido junto à Autoridade Certificadora credenciada pela ICP-Brasil (Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira). Entre as informações, que devem constar na chave digital, está o CNPJ de qualquer um dos estabelecimentos do contribuinte.</p>
<p>Existem dois tipos de certificados:</p>
<ul>
<li>A1 (arquivo digital que fica armazenado no computador).</li>
<li>A3 (dispositivo móvel que pode ser do tipo smart card ou token).</li>
</ul>
<p>Com a assinatura digital, você sabe quem realizou a transação de um arquivo eletrônico e se alguém o modificou.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/9-12.png-2000.webp" alt="" width="2000" height="1333"></p>
<h3 id="credenciamento-na-secretaria-de-estado-da-fazenda">Credenciamento na Secretaria de Estado da Fazenda</h3>
<p>O próximo passo é o cadastramento na Secretaria da Fazenda do estado. A empresa precisa disso para poder emitir a NF-e. Embora o processo seja simples, é importante ter atenção aos detalhes.</p>
<p>Por isso, caso tenha dúvidas, procure ajuda profissional especializada. Afinal, cada região tem uma legislação específica que precisa ser cumprida.</p>
<p>No processo de requisição para emitir a nota fiscal eletrônica, o sistema dará duas opções:</p>
<ul>
<li><strong>em homologação</strong>: esta opção é como um período de teste oferecido aos contribuintes. Embora as notas não sejam enviadas oficialmente, o empreendedor pode ir se habituando ao processo e treinando.</li>
<li><strong>em produção</strong>: após o período de teste, o contribuinte pode alterar o status. O novo status é o de "em produção" no sistema. Assim, a alternativa passa a valer oficialmente para emitir NF-e.</li>
</ul>
<p>Após concluir o credenciamento, o próximo passo é escolher o software adequado para emitir suas notas.</p>
<h3 id="software-para-emitir-nf-e">Software para emitir NF-e</h3>
<p>Emitir Nota Fiscal Eletrônica exige um software compatível. A escolha do programa deve levar em conta os dispositivos que a empresa utiliza, já que nem todas as soluções funcionam em smartphones e tablets. Inclusive, a Receita Federal disponibiliza, gratuitamente, um software para computadores ou notebooks, mas seu uso não é compatível com tablets, celulares ou smartphones.</p>
<p>A escolha de um programa gerador de notas fiscais deve coincidir com as necessidades da empresa. Apesar de muitos estados o disponibilizarem sem custos, é preciso saber se a companhia terá vantagem nessa aquisição.</p>
<p>Algumas organizações emitem um grande volume de notas fiscais, por exemplo. Para elas, certos programas podem gerar mais trabalho que o modelo tradicional. Isso se deve ao fato de que vários dos campos precisam ser informados manualmente, o que requer mais tempo disponível.</p>
<p>O mercado oferece uma série de opções capazes de atender às necessidades de cada empresa na <a href="https://blog.egestor.com.br/emissao-de-nota-fiscal/">emissão de notas fiscais eletrônicas</a>. Por isso, é preciso fazer uma boa pesquisa de custo-benefício. Essa medida ajuda a evitar problemas futuros com o processo de arrecadação. Lembre-se que há severas multas para casos de erros tributários.</p>
<h2 id="conclusao">Conclusão</h2>
<p>Por fim, a nota fiscal eletrônica, presente na legislação brasileira desde 2005, trouxe inúmeros benefícios para as empresas:</p>
<ul>
<li>diminuição da burocracia;</li>
<li>facilidade de organização;</li>
<li>otimização do processo de controle fiscal.</li>
</ul>
<p>Outro benefício trazido pela emissão eletrônica de nota fiscal foi a drástica redução nos custos de impressão. A NF-e apresenta uma possibilidade de erros muito menor na escrituração. Principalmente, quando é comparada a um processo de emissão de notas impressas.</p>
<p>Assim, para realizar a emissão de nota fiscal eletrônica é indispensável possuir um certificado digital. O certificado digital é uma assinatura com validade jurídica. Ele garante a segurança dos processos de transação eletrônica pela internet.</p>
<p>Este certificado pode ser obtido através de uma instituição certificadora presente em sua cidade. A partir de então, você deve credenciar o certificado na SEFAZ. A SEFAZ é a Secretaria da Fazenda do seu estado.</p>
<p>Feito este processo, basta se cadastrar em um sistema gestor. Um exemplo é o eGestor, que é um sistema em nuvem. Por isso, ele não necessita de um servidor próprio para acesso. Você pode acessá-lo de qualquer local ou dispositivo móvel.</p>
<section class="faq"><h2 id="perguntas-frequentes-sobre-a-nf-e">Perguntas frequentes sobre a NF-e</h2><div class="faq-lista"><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="como-emitir-a-nota-fiscal-eletronica">Como emitir a Nota Fiscal Eletrônica?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<ul>
<li>Ter um certificado digital;</li>
<li>Utilizar um emissor de nota fiscal;</li>
<li>Inserir as informações da nota.
⚠️ Lembre-se que a nota deve ser armazenada por 5 anos.</li>
</ul>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="como-acessar-a-nota-fiscal-eletronica-pelo-cpf">Como acessar a Nota Fiscal Eletrônica pelo CPF?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Não é possível acessar a Nota Fiscal Eletrônica apenas pelo CPF. Entretanto, para acessar a nota fiscal eletrônica você deve entrar no portal da NF-e, em Consultar NF-e. Nesse caso, você deve utilizar a chave de acesso da NF-e.</p></div></details></div></section>
]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/am-fK3R3T5KmIs-unsplash-1-2-scaled.jpg" type="image/jpeg" length="90634"/>
    </item>
    <item>
      <title>NFC-e (Nota fiscal do consumidor eletrônica) [Atualizado]</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/nfc-e-o-guia-completo/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/nfc-e-o-guia-completo/</guid>
      <pubDate>Tue, 25 Jun 2024 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Nota Fiscal Eletrônica</category>
      <category>Destaques</category>
      <category>destaque</category>
      <category>NFC-e</category>
      <description>É empresário e está com dúvidas sobre como emitir a NFC-e? Confira tudo que você precisa saber sobre a nota fiscal do consumidor eletrônica!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<ul>
<li>A NFC-e é uma nota fiscal utilizada para registrar vendas de produtos.</li>
<li>Ela é emitida diretamente para o consumidor final.</li>
<li>Para emitir a NFC-e deve ser utilizado um sistema emissor de notas fiscais.</li>
</ul>
<p><a href="https://egestor.com.br?afl=11" rel="noopener">Emitir NFC-e</a></p>
<p>Todo produto ou serviço vendido deve ter sua comprovação fiscal de venda ou compra. Um dos meios de atestar essa transação é a nota fiscal do consumidor eletrônica, a NFC-e. Entenda o que é a NFC-e, a diferença para a NF-e e como emitir!</p>
<h2 id="o-que-e-a-nfc-e">O que é a NFC-e</h2>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/NFC-e-5.png" alt="Exemplo de NFC-e ou nota fiscal do consumidor eletrônica" width="350" height="857"></p>
<p>A NFC-e é uma nota fiscal eletrônica que substitui o cupom fiscal e a nota de modelo 2.</p>
<p>A sua proposta é registrar uma operação comercial, então ela deve ser emitida pela loja diretamente ao consumidor final em uma venda.</p>
<p>Um dos objetivos da nova nota é fazer com que o processo comercial seja mais rápido e fácil. Por isso a substituição, processos feitos online costumam ser mais simples e rápidos. Assim, a criação, a emissão e armazenamento da nota são online, o que também diminui os gastos.</p>
<p>A nota fiscal do consumidor eletrônica traz mais agilidade nas questões fiscais. Podemos citar, entre elas, a facilidade de fiscalização e a agilidade no repasse de informações.</p>
<p>A NFC-e deve ser emitida apenas para transações feitas dentro do estado, uma vez que cada estado tem sua legislação.</p>
<p>Confira <a href="https://blog.egestor.com.br/nfc-e-o-guia-completo/#estados">aqui</a> os estados que a nota é obrigatória.</p>
<h3 id="quais-sao-os-impostos-da-nfc-e">Quais são os impostos da NFC-e?</h3>
<p>Os impostos que da NFC-e são:</p>
<ul>
<li>ICMS - Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços</li>
<li>PIS - Programa de Integração Social</li>
<li>COFINS - Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social</li>
<li>IRPJ - Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica</li>
<li>CSLL - Contribuição Social sobre o Lucro Líquido</li>
<li>CPP - Contribuição Patronal Previdenciária</li>
</ul>
<p>Os valores pagos na nota podem variar de acordo com o regime tributário que a empresa opta.</p>
<p>Empresas optantes pelo Simples Nacional pagam esses impostos em uma única guia. Ou seja, não é preciso fazer a declaração de forma separada.</p>
<h2 id="como-emitir-uma-nfc-e">Como emitir uma NFC-e</h2>
<p>Para emitir uma NFC-e a empresa deve utilizar um sistema emissor de notas fiscais. Mas, além disso, existem alguns requisitos a serem cumpridos, como:</p>
<ul>
<li>solicitar autorização da SEFAZ</li>
<li>código de segurança do contribuinte</li>
<li>sistema emissor</li>
<li>certificado digital</li>
<li>inscrição estadual</li>
</ul>
<p>Com um emissor de <strong>nota fiscal do consumidor eletrônica</strong>, como o eGestor, basta inserir todos os dados da empresa e requisitos. Assim, após, somente é necessário inserir as informações da venda e selecionar a emissão da <strong>nota fiscal do consumidor eletrônica</strong>.</p>
<p><a href="https://certificadopj.com.br/?utm_source=blog_egestor&amp;utm_medium=botao" rel="noopener">Comprar Certificado Digital por R$ 59,90</a></p>
<h2 id="como-se-credenciar-para-emitir-nfc-e">Como se credenciar para emitir NFC-e?</h2>
<p>É possível fazer o cadastramento online, no site da SEFAZ de cada estado. Confira:</p>
<ul>
<li>AC - Acre: <a href="https://www.sefaz.acre.gov.br/" rel="noopener">https://www.sefaz.acre.gov.br/</a></li>
<li>AL - Alagoas: <a href="http://www.sefaz.al.gov.br/" rel="noopener">http://www.sefaz.al.gov.br/</a></li>
<li>AP - Amapá: <a href="http://www.sefaz.ap.gov.br" rel="noopener">http://www.sefaz.ap.gov.br</a></li>
<li>AM - Amazonas: <a href="http://www.sefaz.am.gov.br/" rel="noopener">http://www.sefaz.am.gov.br/</a></li>
<li>BA - Bahia: <a href="http://www.sefaz.ba.gov.br/" rel="noopener">http://www.sefaz.ba.gov.br/</a></li>
<li>CE - Ceará: <a href="https://www.sefaz.ce.gov.br/" rel="noopener">https://www.sefaz.ce.gov.br/</a></li>
<li>DF - Distrito Federal: <a href="http://www.fazenda.df.gov.br" rel="noopener">http://www.fazenda.df.gov.br</a></li>
<li>ES - Espírito Santo: <a href="https://internet.sefaz.es.gov.br/" rel="noopener">https://internet.sefaz.es.gov.br/</a></li>
<li>GO - Goiás: <a href="http://www.economia.go.gov.br/" rel="noopener">http://www.economia.go.gov.br/</a></li>
<li>MA - Maranhão: <a href="http://sistemas.sefaz.ma.gov.br/sco/portal/" rel="noopener">http://sistemas.sefaz.ma.gov.br/sco/portal/</a></li>
<li>MT - Mato Grosso: <a href="http://www5.sefaz.mt.gov.br/" rel="noopener">http://www5.sefaz.mt.gov.br/</a></li>
<li>MG - Mato Grosso do Sul: <a href="http://www.sefaz.ms.gov.br/" rel="noopener">http://www.sefaz.ms.gov.br/</a></li>
<li>MG - Minas Gerais: <a href="http://www.fazenda.mg.gov.br" rel="noopener">http://www.fazenda.mg.gov.br</a></li>
<li>PA - Pará: <a href="http://www.sefa.pa.gov.br" rel="noopener">http://www.sefa.pa.gov.br</a></li>
<li>PB - Paraíba: <a href="http://www.receita.pb.gov.br" rel="noopener">http://www.receita.pb.gov.br</a></li>
<li>PR - Paraná: <a href="http://www.fazenda.pr.gov.br" rel="noopener">http://www.fazenda.pr.gov.br</a></li>
<li>PE - Pernambuco: <a href="https://www.sefaz.pe.gov.br/" rel="noopener">https://www.sefaz.pe.gov.br/</a></li>
<li>PI - Piauí: <a href="https://www.sefaz.pi.gov.br/" rel="noopener">https://www.sefaz.pi.gov.br/</a></li>
<li>RJ - Rio de Janeiro: <a href="http://www.fazenda.rj.gov.br" rel="noopener">http://www.fazenda.rj.gov.br</a></li>
<li>RN - Rio Grande do Norte: <a href="http://www.set.rn.gov.br" rel="noopener">http://www.set.rn.gov.br</a></li>
<li>RS - Rio Grande do Sul: <a href="http://www.fazenda.rs.gov.br" rel="noopener">http://www.fazenda.rs.gov.br</a></li>
<li>RO - Rondônia: <a href="http://www.sefin.ro.gov.br" rel="noopener">http://www.sefin.ro.gov.br</a></li>
<li>RR - Roraima: <a href="https://www.sefaz.rr.gov.br/" rel="noopener">https://www.sefaz.rr.gov.br/</a></li>
<li>SC - Santa Catarina: <a href="https://www.sef.sc.gov.br/" rel="noopener">https://www.sef.sc.gov.br/</a></li>
<li>SP - São Paulo: <a href="http://www.portal.fazenda.sp.gov.br" rel="noopener">http://www.portal.fazenda.sp.gov.br</a></li>
<li>SE - Sergipe: <a href="http://www.sefaz.se.gov.br/" rel="noopener">http://www.sefaz.se.gov.br/</a></li>
<li>TO - Tocantins: <a href="http://www.sefaz.to.gov.br/" rel="noopener">http://www.sefaz.to.gov.br/</a></li>
</ul>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/6-11.png-2000.webp" alt="NFC-e" width="2000" height="1333"></p>
<h3 id="estados-onde-a-nfc-e-ja-e-obrigatoria">Estados onde a NFC-e já é obrigatória</h3>
<p>Estados que já tem o cronograma concluído:</p>
<ul>
<li><strong>AC – Acre</strong>: Obrigatória desde 2015.</li>
<li><strong>AL – Alagoas</strong>: Obrigatória desde 2018.</li>
<li><strong>AP – Amapá</strong>: Obrigatória desde 2020.</li>
<li><strong>AM – Amazonas</strong>: Obrigatória desde 2015.</li>
<li><strong>BA –</strong> <a href="https://blog.egestor.com.br/emitir-nfc-e-ba/"><strong>Bahia</strong></a>: Obrigatória desde 2019</li>
<li><strong>CE – Ceará</strong>: Obrigatória desde 2019 com o uso do MFE (Módulo Fiscal Eletrônico).</li>
<li><strong>DF –</strong> <a href="https://blog.egestor.com.br/emitir-nfc-e-no-df/"><strong>Distrito Federal</strong></a>: Obrigatória desde 2017.</li>
<li><strong>ES – Espírito Santo</strong>: Obrigatória desde 2018.</li>
<li><strong>GO –</strong> <a href="https://blog.egestor.com.br/nfc-e-go/"><strong>Goiás</strong></a>: Obrigatória desde 2018.</li>
<li><strong>MA – Maranhão</strong>: Obrigatória desde 2017.</li>
<li><strong>MT – Mato Grosso</strong>: Obrigatória desde 2014.</li>
<li><strong>MS –</strong> <a href="https://blog.egestor.com.br/emitir-nfc-e-no-ms/"><strong>Mato Grosso do Sul</strong></a>: Obrigatória desde 2019.</li>
<li><strong>MG –</strong> <a href="https://blog.egestor.com.br/emitir-nfc-e-em-mg/"><strong>Minas Gerais</strong></a>: Obrigatória desde 2021.</li>
<li><strong>PA – Pará</strong>: Obrigatória desde 2016.</li>
<li><strong>PB – Paraíba</strong>: Obrigatória desde 2017.</li>
<li><strong>PR –</strong> <a href="https://blog.egestor.com.br/emitir-nfce-pr/"><strong>Paraná</strong></a>: Obrigatória desde 2016.</li>
<li><strong>PE – Pernambuco</strong>: Obrigatória desde 2018.</li>
<li><strong>PI – Piauí</strong>: Obrigatória desde 2018.</li>
<li><strong>RJ –</strong> <a href="https://blog.egestor.com.br/emitir-nfce-no-rj/"><strong>Rio de Janeiro</strong></a>: Obrigatória desde 2017.</li>
<li><strong>RN –</strong> <a href="https://blog.egestor.com.br/emitir-nfc-e-no-rn/"><strong>Rio Grande do Norte</strong></a>: Obrigatória desde 2017.</li>
<li><strong>RS –</strong> <a href="https://blog.egestor.com.br/emitir-nfce-rs/"><strong>Rio Grande do Sul</strong></a>: Obrigatória desde 2019.</li>
<li><strong>RO – Rondônia</strong>: Obrigatória desde 2016.</li>
<li><strong>RR – Roraima</strong>: Obrigatória desde 2016.</li>
<li><strong>SC – Santa Catarina</strong>: Obrigatória desde 2022 com o uso do DAF (Dispositivo Autenticador Fiscal).</li>
<li><strong>SP –</strong> <a href="https://blog.egestor.com.br/emitir-nfc-e-em-sp/"><strong>São Paulo</strong></a>: Obrigatória desde 2018, com o uso do SAT fiscal.</li>
<li><strong>SE – Sergipe</strong>: Obrigatória desde 2016.</li>
<li><strong>TO –</strong> <a href="https://blog.egestor.com.br/emitir-nfc-e-to/"><strong>Tocantins</strong></a>: Obrigatória desde 2019.</li>
</ul>
<h2 id="por-quanto-tempo-devo-armazenar-uma-nfc-e">Por quanto tempo devo armazenar uma NFC-e?</h2>
<p>O tempo para fiscalização de empresas do Brasil é de 5 anos. Dessa forma, esse é o tempo necessário de armazenamento da NFC-e. Ou seja, toda NFC-e deve ser armazenada por no mínimo 5 anos.</p>
<p>Diferente dos outros documentos fiscais, a NFC-e é armazenada em ambiente digital, ou seja, na nuvem. Então, para automatizar e simplificar esse processo, o indicado é utilizar um sistema emissor de NFC-e que faça esse armazenamento</p>
<h2 id="quais-sao-as-principais-rejeicoes-da-nfc-e">Quais são as principais rejeições da NFC-e</h2>
<h3 id="secao-204-duplicidade-de-nf-e">204 - Duplicidade de NF-e</h3>
<p>Essa rejeição ocorre quando a chave de acesso da nota emitida é a mesma de outra que já foi emitida. Assim, isso normalmente acontece quando há mais de um emissor de notas, o que impede a contagem das notas de ser feita corretamente.</p>
<blockquote>
<p>Correção: é possível emitir a nota com uma numeração diferente</p>
</blockquote>
<h3 id="secao-232-rejeicao-ie-do-destinatario-nao-informada">232 - Rejeição: IE do destinatário não informada</h3>
<p>A <a href="https://blog.nfemais.com.br/rejeicao-232-ie-do-destinatario-nao-informada/" rel="noopener">rejeição 232</a> é uma nota fiscal emitida com destinatário ‘Isento’ ou ‘Não contribuinte’, mas o destinatário tem Inscrição Estadual ativa.</p>
<blockquote>
<p>Correção: verifique a inscrição do destinatário e faça a correção.</p>
</blockquote>
<h2 id="o-que-e-a-danfe-nfc-e">O que é a DANFE NFC-e</h2>
<p>A DANFE (Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica) é um documento simplificado da nota. Esse documento traz as informações principais da nota, para ser utilizado no transporte de mercadorias.</p>
<p>As principais informações da DANFE NFC-e são:</p>
<ul>
<li>a chave de acesso da NFC-e</li>
<li>o QR Code para consulta</li>
<li>e os dados do destinatário.</li>
</ul>
<p>A função da DANFE é acompanhar a mercadoria em transporte, mas também é usada para quando a NFC-e é emitida em contingência.</p>
<p>A DANFE NFC-e deve ser emitida em impressora térmica, não fiscal.</p>
<p>Caso exista alguma dúvida, consulte o ‘Manual de Especificações Técnicas do DANFE NFC-e e QR Code’. Ele pode ser encontrado no Portal da Nota Fiscal Eletrônica, no menu “Documentos / Manuais”.</p>
<h3 id="o-que-e-o-qr-code-da-nota-fiscal-de-consumidor">O que é o QR Code da Nota Fiscal de Consumidor?</h3>
<p>O QR code é um código de barras que pode ser lido pelo celular para acessar um site, imagem ou outra informação.</p>
<p>A NFC-e possui um QR code para cada nota emitida. Ele serve para que se possa consultar a nota em sua forma digital apenas apontando o celular para ela. Assim, não há necessidade de digitar a chave de acesso ou informar seus dados.</p>
<h2 id="vantagens-de-emitir-a-nfc-e">Vantagens de emitir a NFC-e</h2>
<p>A nota fiscal do consumidor eletrônica tem várias vantagens voltadas para a economia e praticidade. Algumas vantagens são:</p>
<ul>
<li><strong>Economia</strong>
<ul>
<li><strong>Diminuição do uso de papel</strong>: como a nota é eletrônica, não há necessidade de impressão. Assim, também não há necessidade de preocupação com o armazenamento da nota.</li>
<li><strong>Não é necessário o uso de equipamento de emissão de cupom fiscal</strong>: os valores de impressoras fiscais e não fiscais variam. O gasto com uma impressora fiscal é muito maior, tanto de compra como de manutenção e uso. Portanto, sem ter que usar uma, os gastos diminuem.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Praticidade</strong>
<ul>
<li><strong>Diminuição de processos manuais</strong>: como as obrigações acessórias, tal qual emissão de Redução Z, Leitura X, Revalidação, e outros. Alguns cooperam na diminuição do uso de papel.</li>
<li><strong>Segurança em relação a impostos</strong>: uma vez que a nota é feita e emitida de forma online e automática, não há possibilidade de erro em questão de dados. Isso acontece pois a fiscalização é realizada em tempo real.</li>
<li><strong>Transmissão online</strong>: não há necessidade de espera para autorização da nota e nem trabalho manual em relação a sua criação. Assim, também é possível enviá-la ao seu cliente por e-mail.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/35-8.png-1024.webp" alt="nota fiscal do consumidor eletrônica" width="1024" height="683"></p>
<h2 id="como-cancelar-nfc-e">Como cancelar NFC-e</h2>
<p>A nota fiscal do consumidor eletrônica pode ser <a href="https://blog.egestor.com.br/cancelar-uma-nota-fiscal-eletronica/">cancelada</a> através do sistema em que a nota foi emitida.</p>
<p>Mas é importante lembrar que para o cancelamento, o produto não pode ter saído da loja. Além disso, o prazo de cancelamento é de até 24h após a autorização da SEFAZ.</p>
<h3 id="vale-a-pena-contratar-um-emissor-de-nfc-e">Vale a pena contratar um emissor de NFC-e?</h3>
<p>Sim, vale a pena contratar um emissor de NFC-e para emitir suas notas. A ajuda de um emissor para emitir uma nota faz com que ele se torne mais rápido e fácil. Uma vez que um sistema emissor de nota fiscal é integrado, é possível emitir a nota utilizando os dados da venda.</p>
<p>Dessa forma, não há preocupação alguma com possíveis erros, porque ele já tem as suas informações salvas, de forma segura. Ou seja, diminuindo o tempo gasto com questões burocráticas.</p>
<h2 id="consideracoes-finais">Considerações finais</h2>
<p>A emissão de NFC-e traz apenas vantagens para quem a utiliza. Assim, quando emitida por um sistema que realiza a emissão, ela é toda integrada com os outros setores da empresa. Mas não só isso, ela é mais barata, porque sua impressão é em impressoras não fiscais e não há necessidade de armazenamento.</p>
<p>Também é importante lembrar que caso a empresa não emita a nota, em alguns estados, ela pode ser penalizada. Por exemplo, na Bahia, a empresa pode, inclusive, perder sua Inscrição Estadual. Portanto, fique atento à obrigação da nota fiscal do consumidor eletrônica</p>
<h2 id="egestor">eGestor</h2>
<p>Além de emitir a NFC-e, o eGestor, também é um sistema emissor de NFS-e e da NF-e. O sistema também emite boletos e faz o controle de estoque, financeiro, fluxo de caixa e de produção.</p>
<p>Uma vantagem do eGestor é a integração. Isso significa que ao registrar uma venda no sistema e emitir a NFC-e, todos os gastos serão calculados de forma automática. Ainda, é possível gerar relatórios financeiros, de vendas, de compra, de produção e de produtos. Isso permite ampliar a visão dos mais diversos setores da sua empresa</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Guia do MEI: Tudo sobre o Microempreendedor Individual</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/mei/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/mei/</guid>
      <pubDate>Mon, 20 May 2024 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Empreendedorismo</category>
      <category>Destaques</category>
      <category>Contabilidade</category>
      <category>destaque</category>
      <description>Guia completo sobre o MEI: o que é, como abrir gratuitamente, impostos, limites de faturamento e obrigações. Tudo o que você precisa saber.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>MEI (Microempreendedor Individual)</strong> é o modelo de empresa mais popular do Brasil — e não é por acaso. Segundo o Boletim do Mapa de Empresas do Governo Federal, o país conta com mais de 25 milhões de empresas abertas, sendo mais de 13 milhões delas MEIs. Ou seja, a cada 10 negócios em solo brasileiro, 7 são de Microempreendedores Individuais.</p>
<p>Esse número expressivo reflete algo importante: o MEI se tornou o principal caminho para que autônomos, freelancers e pequenos negócios saiam da informalidade de forma simples, rápida e sem custo. Com um CNPJ em mãos, o empreendedor passa a emitir notas fiscais, acessar crédito, contratar um funcionário e garantir direitos previdenciários — tudo isso pagando um valor fixo mensal e sem a burocracia das demais categorias empresariais.</p>
<p>Mas como funciona na prática? Quais são os impostos, os limites e as obrigações? Quem pode e quem não pode ser MEI? Este guia reúne tudo o que você precisa saber sobre o Microempreendedor Individual: da abertura ao encerramento, passando por custos, tributos e comparativos com outros tipos de empresa.</p>
<h2 id="o-que-e-um-mei">O que é um MEI?</h2>
<p>O MEI (Microempreendedor Individual) é um tipo de empresa voltado para formalização de profissionais autônomos. Assim, a partir da abertura, esse profissional tem um CNPJ, que permite que ele usufrua de benefícios e políticas de incentivo.</p>
<p>Portanto, é preciso entender que o microempreendedor, apesar de ser um empreendedor individual, é uma empresa como qualquer outra, possuindo direitos e obrigações. A grande diferença é que possui processos mais simples de abertura, funcionamento e pagamento de tributos.</p>
<p>🎙️ Prefere ouvir? Ouça nosso episódio sobre MEI no podcast do eGestor:</p>
<p><a href="https://open.spotify.com/episode/02aU9eQW9oYbLyeLwJ5CQe?si=ZilZClIkRs-g9rC8XUbIIQ" rel="noopener">Ver no Spotify</a></p>
<h2 id="como-funciona-o-mei">Como funciona o MEI?</h2>
<p>Na prática, o MEI funciona em um ciclo simples e previsível: o empreendedor abre o CNPJ gratuitamente, exerce sua atividade dentro dos limites estabelecidos por lei e cumpre obrigações mensais e anuais de baixo custo e fácil execução.</p>
<p><strong>No dia a dia</strong>, o MEI paga uma guia mensal fixa chamada DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), que reúne em um único boleto a contribuição ao INSS e, dependendo da atividade, o ICMS ou o ISS. Com o CNPJ ativo e a DAS em dia, o empreendedor pode emitir notas fiscais para pessoas físicas e jurídicas, contratar até um funcionário com carteira assinada e acessar linhas de crédito voltadas para pequenas empresas.</p>
<p><strong>Anualmente</strong>, o MEI tem uma única obrigação declaratória: a <a href="https://blog.egestor.com.br/dasn-simei/">DASN-SIMEI (Declaração Anual de Faturamento)</a>, que deve ser entregue até o dia 31 de maio de cada ano. Nela, o empreendedor informa o faturamento bruto do ano anterior. Não há necessidade de contratar contador para isso — a declaração é feita online, pelo Portal do Empreendedor.</p>
<p><strong>Os limites do modelo</strong> são dois: faturamento máximo de R$ 81 mil por ano (o equivalente a R$ 6.750 por mês) e, no máximo, um funcionário contratado. Caso o faturamento ultrapasse esse teto, o MEI é obrigado a migrar para outra categoria empresarial, como ME (Microempresa).</p>
<p>Em resumo, o MEI foi desenhado para ser simples de manter: uma guia por mês, uma declaração por ano, e nenhuma obrigação contábil complexa.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/9-9.png-2000.webp" alt="Profissional autônomo trabalhando — como ser MEI" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="como-abrir-o-mei-passo-a-passo">Como abrir o MEI: Passo a Passo</h2>
<p>Após confirmar que sua atividade está entre as permitidas para o MEI, o processo de formalização é simples e rápido. A abertura é feita totalmente online, por meio do <a href="https://www.gov.br/empresas-e-negocios/pt-br/empreendedor" rel="noopener">Portal do Empreendedor</a>, sem a necessidade de intermediários.</p>
<p>Não se esqueça de ter em mãos documentos como**: CPF, RG, título de eleitor e comprovante de residência**. Eles serão necessários para fazer o processo de registro. Os passos são os seguintes:</p>
<h3 id="acesse-o-portal-do-empreendedor">Acesse o Portal do Empreendedor</h3>
<p>O <a href="https://blog.egestor.com.br/portal-do-empreendedor/">Portal do Empreendedor</a> é o canal oficial do governo federal para realizar todo o processo de abertura do MEI. É através dele também que o empresário poderá gerenciar todo seu cadastro e tirar dúvidas.</p>
<h3 id="selecione-quero-ser-mei-e-depois-formalize-se">Selecione “Quero ser MEI” e depois “Formalize-se”</h3>
<p>Em caso de dúvidas, na aba "Quero Ser MEI" há informações sobre todo o processo de formalização. Além disso, o Portal do Empreendedor disponibiliza diversos conteúdos explicativos sobre os requisitos, direitos e obrigações de quem deseja se tornar Microempreendedor Individual.</p>
<h3 id="acesse-ou-crie-sua-conta-no-gov-br">Acesse ou crie sua conta no gov.br</h3>
<p>Com o cadastro do gov.br é possível ter acesso a vários outros serviços online oferecidos pelo governo federal, como a declaração de imposto de renda.</p>
<h3 id="preencha-os-dados-solicitados-no-portal-do-empreendedor">Preencha os dados solicitados no Portal do Empreendedor</h3>
<p>O próximo passo é realizar o preenchimento da ficha de cadastro do MEI. Nesta ficha serão solicitados vários dados sobre o empresário e sobre o negócio.</p>
<ul>
<li>Nome do empresário;</li>
<li>Informe o número do CPF;</li>
<li>Data de nascimento;</li>
<li>Nome empresarial;</li>
<li>Nacionalidade;</li>
<li>Nome da mãe;</li>
<li>Informe o número da identidade;</li>
<li>Órgão emissor;</li>
<li>Selecione a UF emissora;</li>
<li>Telefone para contato e telefone celular (pode usar o mesmo número nos dois campos);</li>
<li>E-mail;</li>
<li>Nome Fantasia (não é obrigatório).</li>
</ul>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/image-259.png-980.webp" alt="Microempreendedor individual organizando pedidos" width="980" height="655"></p>
<h3 id="defina-nome-fantasia-as-atividades-e-o-endereco-de">Defina nome fantasia, as atividades e o endereço de referência</h3>
<p>Lembre-se de conferir no site do MEI quais são as atividades permitidas para saber se a sua pode se enquadrar.</p>
<h3 id="realize-uma-conferencia-dos-dados-e-finalize-o-cadastro">Realize uma conferência dos dados e finalize o cadastro</h3>
<p>Quando as informações já estiverem completas e o cadastro quase realizado, será necessário confirmar algumas declarações. As principais declarações são a de desimpedimento de exercer atividades empresariais e a de adesão ao <a href="https://blog.egestor.com.br/simples-nacional/">Simples Nacional</a>.</p>
<h3 id="emita-o-ccmei">Emita o CCMEI</h3>
<p>O CCMEI é o Certificado de Condição de Microempreendedor Individual, documento que comprova o registro do usuário.</p>
<p>Este certificado mostra que o empresário está regular e inclui informações importantes sobre o MEI, como o CNPJ e o NIRE. O CCMEI pode ser reemitido sempre que necessário através do Portal do Empreendedor.</p>
<p>🧾 Após abrir seu <strong>CNPJ</strong>, emita <strong>gratuitamente</strong> o <a href="https://cartaocnpj.egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener">Cartão CNPJ</a> com todos os <strong>dados</strong> da sua <strong>empresa</strong> em <strong>PDF</strong>.</p>
<h2 id="e-possivel-alterar-dados-depois-de-o-cadastro-estar-completo">É possível alterar dados depois de o cadastro estar completo?</h2>
<p>Sim, é possível realizar diversas <a href="https://blog.egestor.com.br/alteracao-mei/">alterações no MEI</a>:</p>
<ul>
<li>Endereço;</li>
<li>Número de telefone e e-mail;</li>
<li>Nome fantasia;</li>
<li>Documento de identidade do empresário;</li>
<li>Capital social.</li>
</ul>
<p>Com respeito ao capital social existem algumas considerações a serem feitas. Primeiramente, apesar de não existir capital social mínimo exigido, é recomendado que o valor informado seja condizente com a realidade.</p>
<p>Além disso, também não é interessante alterar o valor do capital social sem que haja uma situação que justifique isso. Portanto, a menos que tenha havido um erro no preenchimento do valor, é melhor deixar como foi informado na abertura.</p>
<h2 id="qual-o-custo-para-abrir-uma-empresa-mei">Qual o custo para abrir uma empresa MEI?</h2>
<p>O custo para abrir um MEI é zero! O registro da empresa é gratuito e não precisa pagar nada no momento da abertura.</p>
<p>Assim, outra vantagem é que não existe a exigência de um valor mínimo de capital social. Portanto, apesar de um investimento inicial ser necessário para questões estratégicas como qualquer negócio, não há nenhuma obrigação legal a respeito disso.</p>
<h2 id="taxas-e-impostos-do-mei">Taxas e impostos do MEI</h2>
<p>Para facilitar ainda mais, o microempreendedor não precisa pagar todos os impostos que uma empresa paga. Os impostos pagos pelo MEI são:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://blog.egestor.com.br/icms/">ICMS</a></strong> – Imposto estadual, cobrado sobre mercadorias, destinado para empresas de comércio;</li>
<li><strong><a href="https://blog.egestor.com.br/issqn-imposto-sobre-servicos-iss/">ISS</a></strong> – Imposto cobrado sobre empresas prestadoras de serviços;</li>
<li><strong><a href="https://blog.egestor.com.br/entenda-o-que-e-pis-pasep-e-inss/">INSS</a> –</strong> É a contribuição que garante ao empresário os direitos da previdência. Esses direitos são: aposentadoria por idade, tempo de serviço ou invalidez; auxílio-doença; pensão por morte; auxílio-reclusão; e salário-maternidade, por exemplo.</li>
</ul>
<p>Além da isenção de taxas para abrir a empresa, o MEI não precisa pagar nenhum dos seguintes impostos:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://blog.egestor.com.br/saiba-mais-sobre-imposto-de-renda-de-pessoa-juridica/">IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica)</a></strong>: é pago por empresas que não se encaixam como microempreendedor individual e tem alíquota de 15% sobre o lucro da empresa;</li>
<li><strong><a href="https://blog.egestor.com.br/ipi/">IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados)</a></strong>: imposto pago por indústrias sobre produtos produzidos e também sobre produtos importados;</li>
<li><strong><a href="https://blog.egestor.com.br/cofins/">COFINS (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social)</a></strong>: é arrecadado pela união e tem como objetivo financiar a previdência, a assistência social e a saúde dos trabalhadores;</li>
<li><strong><a href="https://blog.egestor.com.br/entenda-o-que-e-pis-pasep-e-inss/">PIS/PASEP (Programa de Integração Social e de Formação do Servidor Público)</a></strong>: esse tributo existe para garantir recursos e financiar o pagamento de direitos trabalhistas de quem é CLT, como o seguro-desemprego, por exemplo;</li>
<li><strong><a href="https://blog.egestor.com.br/o-que-e-csll/">CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido)</a>:</strong> esse imposto é obrigatório para todas as empresas brasileiras, afinal, ele é convertido em recursos que financiam a seguridade social.</li>
</ul>
<p>Além de serem poucos tributos que ele precisa pagar, realizar o pagamento deles é muito simples. Afinal, todos esses impostos são pagos através de uma única guia, chamada de <a href="https://blog.egestor.com.br/das-mei-como-emitir-e-quais-os-prazos-pagamentos/">DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional)</a>.</p>
<h3 id="como-e-feita-a-contribuicao-mensal-do-mei">Como é feita a contribuição mensal do MEI?</h3>
<p>Para entender melhor como esses tributos são recolhidos, veja como funciona o pagamento mensal.</p>
<p>A contribuição mensal do MEI se dá através do pagamento de uma guia chamada <a href="https://blog.egestor.com.br/das-mei/">DAS (Documento de Arrecadação)</a>. Assim, a DAS é o motivo pelo qual o pagamento de impostos do Microempreendedor Individual é tão simples.</p>
<p>Esse documento é como um boleto que reúne todos os impostos que o MEI precisa pagar em um só documento. Dessa forma, nesta guia também estão inclusos os 5% de contribuição ao INSS. Atualmente, os valores da DAS são:</p>
<ul>
<li><strong>Comércio e Indústria</strong>: <strong>R$ 82,05</strong> por mês (R$ 81,05 de INSS + R$ 1,00 de ICMS);</li>
<li><strong>Prestação de Serviços</strong>: <strong>R$ 86,05</strong> por mês (R$ 81,05 de INSS + R$ 5,00 de ISS);</li>
<li><strong>Comércio e Serviços</strong>: <strong>R$ 87,05</strong> por mês (R$ 81,05 de INSS + R$ 6,00 de ICMS e ISS).</li>
</ul>
<p>Além disso, é importante relembrar que o Microempreendedor Individual é isento de impostos federais como <a href="https://blog.egestor.com.br/o-que-e-csll/">CSLL</a>, <a href="https://blog.egestor.com.br/cofins/">COFINS</a> e <a href="https://blog.egestor.com.br/entenda-o-que-e-pis-pasep-e-inss/">PIS/PASEP</a>.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/zachary-staines-w4wvdAvdQhE-unsplash.jpg-2000.webp" alt="MEI na área de alimentação emitindo nota fiscal" width="2000" height="1501"></p>
<h2 id="como-encerrar-cancelar-o-mei">Como encerrar/cancelar o MEI?</h2>
<p>O encerramento da inscrição no MEI pode ser feito a qualquer momento. Essa baixa pode ser feita mesmo que o empreendedor ainda tenha débitos com respeito a guias de impostos não pagas. O processo é gratuito e rápido, sendo feito através do site do MEI.</p>
<h3 id="passo-a-passo">Passo a Passo</h3>
<p>Para <a href="https://blog.egestor.com.br/cancelar-mei/">cancelar o MEI</a>:</p>
<ol>
<li>Acesse o site gov.br/mei;</li>
<li>Clique em "já sou MEI";</li>
<li>Faça login e peça a "Baixa de MEI".</li>
</ol>
<p>Após solicitar a baixa seguindo as orientações do portal, o empresário deve verificar se existem DAS em aberto. Também é necessário entregar a Declaração Anual de Faturamento do MEI (<a href="https://blog.egestor.com.br/dasn-simei/">DASN-SIMEI</a>) de encerramento, marcando a opção “situação especial” e informando a data da baixa.</p>
<p>A baixa do MEI pode ser realizada mesmo que haja débitos pendentes. No entanto, as obrigações não são extintas: as guias em aberto devem ser emitidas e quitadas posteriormente pelo titular.</p>
<p>Por fim, é recomendável entrar em contato com a prefeitura do município para verificar a existência de pendências relacionadas à empresa, como tributos municipais em aberto, licenças ou alvarás que precisem ser regularizados ou encerrados.</p>
<h3 id="e-possivel-reabrir-o-mesmo-mei-depois-de-encerrado">É possível reabrir o mesmo MEI depois de encerrado?</h3>
<p>Após o MEI ser baixado e o CNPJ encerrado, não é possível abrir ele novamente. Caso o empreendedor queira abrir outro MEI, precisará realizar um novo cadastro no portal, com um novo CNPJ.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/104-9.png-2000.webp" alt="Abertura de MEI — formalização do pequeno negócio" width="2000" height="1334"></p>
<h2 id="o-que-acontece-se-o-mei-ficar-inativo">O que acontece se o MEI ficar inativo?</h2>
<p>Se o empresário MEI não pagar as guias <a href="https://blog.egestor.com.br/das-mei/">DAS</a> por dois anos, sua inscrição será suspensa por 90 dias. Se ele não entregar a DASN-SIMEI, a inscrição também será suspensa por 90 dias. Se após esse prazo continuar inadimplente com essas obrigações, o MEI é cancelado e o CNPJ é considerado baixado.</p>
<p>Após a baixa, o CNPJ do MEI não pode ser reativado. Caso existam débitos em aberto, a responsabilidade pelo pagamento permanece com o titular, podendo gerar pendências vinculadas ao seu CPF. Ainda assim, o empreendedor pode abrir um novo MEI posteriormente, desde que cumpra os critérios exigidos para a modalidade.</p>
<p>Essa situação vale tanto para o caso de baixa involuntária como para quando o empresário solicita ele mesmo a baixa da empresa. Em nenhum momento os débitos existentes deixam de existir. Por isso, é muito importante que o titular do negócio esteja sempre em dia com as obrigações fiscais do CNPJ.</p>
<h2 id="mei-vs-outras-empresas">MEI vs outras empresas</h2>
<p>O MEI possui algumas diferenças de outros tipos jurídicos, especialmente limite de faturamento e número de funcionários. Além disso, esses modelos de empresa têm algumas semelhanças entre si, porém cada um deles serve para uma situação diferente. Confira algumas características:</p>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th>Tipo de empresa</th>
<th>Faturamento anual permitido</th>
<th>Atividades permitidas</th>
<th>Cálculo/pagamento de impostos</th>
<th>Tipo jurídico disponível</th>
<th>Empregados</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>MEI</td>
<td>R$ 81 mil</td>
<td>Possui tabela específica de CNAEs</td>
<td>Valores fixos da DAS</td>
<td>Empresário Individual (MEI) — exclusivo</td>
<td>Máximo de 1</td>
</tr>
<tr>
<td>ME</td>
<td>R$ 360 mil</td>
<td>Não há restrições</td>
<td>Depende do regime tributário escolhido (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real)</td>
<td>Depende do regime jurídico escolhido (EI, SLU ou LTDA)</td>
<td>Até 19 para indústria e até 9 para serviços e comércio</td>
</tr>
<tr>
<td>EPP</td>
<td>entre R$ 360 mil até R$ 4,8 milhões</td>
<td>Não há restrições</td>
<td>Depende do regime tributário escolhido (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real)</td>
<td>Depende do regime jurídico escolhido (EI, SLU ou LTDA)</td>
<td>Entre 20 e 99 em indústrias e entre 10 e 49 em serviços e comércio</td>
</tr>
<tr>
<td>EI (Empresário Individual)</td>
<td>Até R$ 4,8 milhões (no Simples Nacional)</td>
<td>Não há restrições</td>
<td>Depende do regime tributário escolhido (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real)</td>
<td>EI (tipo jurídico único)</td>
<td>Sem limite definido por lei (varia conforme porte)</td>
</tr>
<tr>
<td>SLU (Sociedade Limitada Unipessoal)</td>
<td>Sem limite de faturamento por porte</td>
<td>Sem restrições (inclui profissões liberais como médicos, advogados e dentistas)</td>
<td>Depende do regime tributário escolhido (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real)</td>
<td>SLU (responsabilidade limitada ao capital social)</td>
<td>Sem limite definido por lei (varia conforme porte)</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<h3 id="mei-e-empresario-individual">MEI e Empresário Individual</h3>
<p>Apesar de serem bastante parecidos, tendo um único titular, o MEI e o EI têm algumas diferenças bem importantes entre si.</p>
<p>Por exemplo, enquanto o MEI pode no máximo ter um funcionário, o EI não tem um limite de funcionários que pode contratar. Além disso, não existe um limite de faturamento assim como no MEI, que não pode ultrapassar os R$81 mil anuais. No entanto, caso queira permanecer no regime do Simples Nacional, o EI não pode faturar mais de R$4,8 milhões.</p>
<h3 id="mei-e-epp">MEI e EPP</h3>
<p>Para ser classificada como uma EPP (empresa de pequeno porte), a empresa deve faturar entre R$360 mil até R$4,8 milhões.</p>
<p>Outro fator que diferencia o MEI da EPP é a escolha do regime tributário. O MEI tem como única opção o Simples Nacional. Mas, uma EPP pode optar pelo Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real, dependendo do seu faturamento.</p>
<h3 id="mei-e-slu">MEI e SLU</h3>
<p>SLU (Sociedade Limitada Unipessoal) é uma sociedade de apenas um sócio. A vantagem desse modelo comparado com o MEI é o fato de que a responsabilidade do sócio é limitada. Isso significa que as dívidas da empresa não atingem o patrimônio do titular.</p>
<p>A SLU também abrange profissões que não podem ser MEI, como advogados, médicos, dentistas e outros.</p>
<p>💡 Você pode se interessar: <a href="https://blog.egestor.com.br/tipos-de-empresas/">Tipos de empresas: MEI, EI, SLU, LTDA, S.A. — qual o melhor pra você</a>.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/image-260.png-980.webp" alt="Empreendedor individual consultando obrigações do MEI" width="980" height="653"></p>
<section class="faq"><h2 id="perguntas-frequentes-sobre-mei">Perguntas frequentes sobre MEI</h2><div class="faq-lista"><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-e-o-mei-e-como-funciona">O que é o MEI e como funciona?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>MEI é sigla para Microempreendedor Individual, que é um modelo empresarial voltado para que profissionais autônomos possam se formalizar com mais facilidade. Assim, o MEI pode ter um CNPJ, emitir notas e pagar os impostos de forma mais simples e barata que outros modelos.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="como-faco-para-abrir-o-mei-gratuito">Como faço para abrir o MEI gratuito?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Para abrir um MEI gratuitamente, basta ir até o Portal do Empreendedor, fazer o login no gov.br, acessar sua conta e preencher os dados solicitados.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="quais-documentos-preciso-para-formalizar-o-mei">Quais documentos preciso para formalizar o MEI?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Dados pessoais como RG, CPF, número do título de eleitor, endereço com CEP, número de celular e um e-mail. Além disso, é preciso informar dados do negócio:</p>
<ul>
<li>tipo de ocupação;</li>
<li>forma de atuação;</li>
<li>endereço onde a atividade será realizada (mesmo que o MEI exerça atividade sem local fixo é necessário informar um endereço de referência).</li>
</ul>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-e-o-site-oficial-do-mei">Qual é o site oficial do MEI?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>O site oficial do MEI é o <a href="https://www.gov.br/mei" rel="noopener">https://www.gov.br/mei</a>. Conhecido como Portal do Empreendedor, o site presta todo auxílio ao microempreendedor.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="mei-pode-emitir-nota-fiscal">MEI pode emitir nota fiscal?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Sim, a partir do momento que tiver seu CNPJ e sua senha web ou certificado digital o MEI pode realizar <a href="https://blog.egestor.com.br/nota-fiscal-para-mei-entenda-como-elas-funcionam/">emissão de nota</a>. No entanto, cada cidade tem sua legislação específica a respeito da emissão de notas. Por isso, o empreendedor precisa se informar na prefeitura sobre o que deve fazer.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="mei-paga-inss">MEI paga INSS?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Sim, a guia de arrecadação de tributos chamada DAS é composta principalmente pelo valor de contribuição social em prol do próprio Microempreendedor Individual.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="mei-pode-ter-socios">MEI pode ter sócios?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Para ser MEI o empresário precisa atuar sozinho, então não é possível ter sócios. Caso deseje ter um negócio em parceria com mais sócios é preciso escolher outro tipo jurídico, como uma sociedade limitada.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="mei-pode-ter-funcionarios">MEI pode ter funcionários?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Sim, mas no máximo 1 funcionário ativo no CNPJ.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="quanto-o-mei-pode-faturar-no-ano">Quanto o MEI pode faturar no ano?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>A legislação atual permite que um Microempreendedor Individual fature no máximo R$81 mil anualmente.</p></div></details></div></section>

<p><a href="https://egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Teste grátis o eGestor — sistema para MEI e pequenas empresas" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
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